TeleSéries
Parenthood – Left Field
20/09/2012, 12:25.
Tiago Oliva
Reviews
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Enquanto assistia a este episódio, eu fiquei o tempo todo tentando encontrar algum erro, uma falha de roteiro, de direção, interpretação, mas foi em vão. Talvez o único problema com Parenthood seja o canal em que é exibida.
Essa série merece os caprichos e atenção de um canal fechado, onde pudesse levar sua vida sem se preocupar com audiência. Poucas vezes eu vi uma história com tantos pontos focais dividir tão bem o tempo que dedicaria a cada trama. Particularmente, eu prefiro quando os irmãos interagem mais, mas isso não chega a atrapalhar nada.
A nota 10 do episódio vai pra Monica Potter, intérprete da Kristina, e não foi pela cena final (que sim, foi uma das coisas mais bem feitas da série até agora, mas falemos disso mais abaixo). Em uma sequencia super complicada, onde todos gritavam na cozinha, a atriz improvisando em cima das intervenções da bebê foi incrível.
A história mais fraca talvez tenha sido o imbróglio entre o Drew e a sua namorada, tendo que aguentar a mãe enchendo a sua paciência. Mas o ator que faz o garoto foi tão bem, que não teve como não compadecer da sua dor. Quem nunca levou um fora aos 15 anos (ou aos 20, aos 30, aos 60)? A ausência do Mark e a interação do Hank com o Drew deram uma pista sobre a direção que essa história tomará. Depois do papo entre os dois sobre corações partidos, pode pesar sobre a Sarah a necessidade de ter não só um companheiro, mas alguém que possa ajudá-la a criar seus filhos. Destaque para a cena entre o garoto e sua mãe no quarto. A química entre os dois atores deixou a sequência ao mesmo tempo emocionante e engraçada.
O Crosby e a Jasmine percebendo que a vida de casados não pode ser uma eterna lua de mel não chegou a empolgar, mas também não incomodou. A atriz, que no começo me causava uma certa antipatia, vem acertando o ponto já há algum tempo. Foi bacana vê-la desesperada no caminho da escola para pegar o filho que o pai tinha esquecido. Talvez seja a trama que menos tenha potencial, já que eles passaram por boa parte dos perrengues que um casal pode passar no período pré-casamento.
Mas agora vamos falar da principal surpresa dessa temporada, a Julia. A personagem que passou boa parte da série apagada, ganhou bastante destaque no fim da última temporada e ao que parece, conseguirá manter-se em evidência. A história da mãe que luta para conquistar e ser conquistada pelo filho recém-adotado está convencendo. Duvido que alguém tenha deixado de se comover com a advogada passando o dia todo no carro, mostrando para o filho que estaria presente enquanto ele precisasse. E o abraço dos dois mais tarde selou o começo de uma nova fase de confiança, sentimento essencial para surgimento do amor.
E por fim tivemos a revelação no final do episódio. Na última review, elogiei a série por fugir de tramas já batidas, entre elas o câncer. A série já tem sua cota de merchandising social ao mostrar as dificuldades de criar um filho com Asperger. Eu pensei que quando esse momento chegasse, não conseguiria aceitar e criticaria a decisão. Mas não consegui não me emocionar com aquela cena. A decisão de abrir mão dos diálogos por uma música, que por sinal sempre é cuidadosamente escolhida, não poderia ser mais correta. A tristeza da personagem, não só pela descoberta da doença, mas também por ter que dar a notícia ao marido num momento de alegria, foi passada com a maior eficiência, mostrando um trabalho de direção e interpretação dignos de cinema. Não tenho dúvidas de que Parenthood vá conseguir fugir do lugar comum e tratar a doença como poucas vezes vimos na televisão.
Terminei o episódio com a certeza de que eu estava vendo uma superprodução. É nítido o cuidado de todos da equipe com o trabalho. Triste mesmo é só o fato de que a série não tem, e provavelmente nunca terá, o reconhecimento merecido. Eu continuarei na minha árdua cruzada de divulgá-la para as pessoas que gosto. A meu ver, é como se eu estivesse dando um presente, daqueles que nunca se esquece.
Doctor Who – A Town Called Mercy
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Depois de uma semana fraca – na minha quase singular opinião – Doctor Who nos apresentou um episódio delicioso de assistir. Não sem defeitos, mas ainda assim prazeroso do início ao fim.
Esse terceiro episódio passou-se no velho oeste americano e, para interpretar o Xerife de Mercy (81 habitantes), quem melhor do que Ben Browder, americano até os ossos? E não posso negar que ele ficou muito bem com aquele bigodão e jeitão bruto do oeste selvagem. Uma pena que foi uma participação de um episódio só. Seria ótimo ter Ben Browder em Doctor Who mais vezes.
Gostei do desenrolar dos acontecimentos, gostei da música, da fotografia, de toda a discussão sobre a natureza do Doutor, do paralelo entre ele e Jex… Tirando a tristeza de ver Rory sendo tão pouco utilizado, e Amy sendo a voz da razão do Doutor (enquanto Rory fazia exatamente o contrário, o que, frise-se, é muito fora do seu personagem), simplesmente não senti o tempo passar.
Há 3 coisas que não há como deixar de lado:
1) mais uma menção ao Natal. Até agora teve uma em cada episódio.
2) novamente o episódio chamou atenção para a eletricidade, o piscar de luzes, a vibração de uma lâmpada acesa. Assim como o Natal, a luz também teve seu espaço em cada episódio. Coincidência? Pode ser, mas eu acredito mais na sutileza da cadeia de acontecimentos que Moffat está criando para a saída dos Ponds.
3) A idade do Doutor. Soa estranho se eu disser que, entre toda a discussão sobre o Doutor estar perdendo a humanidade, estar sozinho tempo demais etc, o que realmente chamou a minha atenção foi ele estar atualmente com 1200 anos? Ele já conhece Amy e Rory há mais ou menos 300 anos. De fato é um longo tempo, mas não consigo acreditar que ele esteve ‘sozinho’ por todos esses anos. O episódio passado menciona que ele teve suas aventuras com Nefertiti, com Riddell e com certeza houve outros no meio do caminho. Sim, ele sempre volta para Amy e Rory (e de preferência de forma cronológica, embora nem sempre acerte, como vimos no Ponds Life), mas a verdade é que ele já viveu bem mais tempo longe deles (enquanto ainda na vida do casal) do que próximo aos dois.
A propósito, será que nesses muitos anos sozinho (ele morreu/casou quando tinha 1103, é isso? Então não chega a estar 100 anos longe dos Ponds) o Doutor encontrou River? Oh, eu sei que ela não teve nada a ver com o episódio (embora tenha sido sutilmente mencionada na conversa de Amy com Jex, que apesar de muito bonita, foi absurda. Quem é que descobre que alguém é mãe só por um olhar? Como se pessoas sem filhos não pudessem ter a mesma compaixão, tristeza e força no olhar), mas eu não posso deixar de especular o que acontece com o Doutor quando ele está sem o casal por perto.
Seja como for, a minha dúvida é se ele tem estado de fato muito sozinho ou se tem viajado com parceiros diferentes aqui e acolá. Acho muito mais provável o Doutor ir se atolando em raiva e culpa por vir falhando com as pessoas que escolhe acolher, do que se tornar frio e indiferente por não se apegar. Ele deixa bem claro que sente que tudo o que toca é destruído por conta da sua misericórdia. É justamente o seu excesso de zelo e carinho que provoca as destruições em massa e não a sua solidão contemplativa e aventuresca.
Outra coisa que anda despertando furor mundo afora é a cronologia dos episódios. Em Ponds Life o Doutor aparece de repente na vida do casal e anuncia que veio fora da época, que algo grande ainda virá. Então tivemos Asylum of the Daleks, onde o casal estava separado e conhecemos Oswin (e era Natal!). No entanto, no episódio seguinte, tudo estava lindo e maravilhoso entre Amy e Rory, como se nada tivesse acontecido entre eles. Já em A Town Called Mercy havia uma tensão palpável entre os dois. Tudo o que vemos agora é anterior a Asylum? Anterior para nós e posterior para o Doutor? Ou anterior para todos? Ou nenhuma das alternativas e todos os acontecimentos estão rigorosamente na cronologia certa? E nessas andanças de dezenas de anos o Doutor já viu o final dos Ponds e, talvez seja este o motivo de sua fúria muito mais palpável ultimamente?
Mas deixando essas divagações de lado, vamos falar do episódio. Eu gosto muito de Toby Whithouse (acho que mais por Being Human do que por Doctor Who) e não me decepcionei com o seu roteiro. Ele costuma traçar bons paralelos entre os acontecimentos de Doctor Who e a vida real. Alguns bem sutis, enquanto outros são bem óbvios (como Kahler-Jex ser um cientista responsável por experimentos em seres vivos na guerra e que recebeu asilo em outro local por trazer benefícios tecnológicos ao seu novo lar).
A história do episódio em si é simples, mas eficiente. A TARDIS mais uma vez desviou do seu destino (se por vontade própria ou devido ao descuido de Rory não importa) e os viajantes acabaram no oeste americano, diante da pequena (e põe pequena nisso) Mercy. Foi bem legal a chegada dos três à cidade, a forma como ultrapassam a barreira imposta pelo Pistoleiro e, principalmente, a entrada no bar.
Chegando lá, mais uma vez se viram num emaranhado de acontecimentos para o qual foram tragados pelo simples título do Doutor.
“Por que alguém iria querer te matar?….A menos que te conhecesse?”
Achei legal que a cidade estivesse defendendo Khaler-Jex e como Isaac o considerava seu amigo a ponto de dar a vida por ele. A atitude de Jex não foi exatamente a melhor possível, já que estava disposto a sacrificar uma cidade inteira para permanecer vivo, mas eu acredito firmemente que as pessoas tem direito a uma segunda chance na vida.
O interessante é que, enquanto Jex encontrou naquele povo um coração aberto para recebê-lo e perdoá-lo por seus crimes de guerra, o Doutor ainda hoje, passados mais de 300 anos, ainda se culpa profundamente pelo extermínio de sua raça (e deve ser ainda pior porque os Time Lords ficaram lá, suspensos no tempo enquanto os Daleks continuam por aí infernizando a vida de todo mundo).
É sempre bom fazermos uma imersão na consciência do Doutor e percebermos o quão rica é a sua personalidade. As pessoas tendem a achar que o Doutor sempre tem que agir de uma ou outra maneira, que precisa ser o pacifista, a misericórdia em pessoa, mas esquecem que há muito mais entranhado naquela alma do que nós conhecemos ou conseguimos enxergar. Volta e meia ele nos mostra um pedacinho de quem ele é, mas a bem da verdade é que mal começamos a arranhar a superfície dos sentimentos do Doutor. Ao contrário de muitos, eu gosto quando temos a oportunidade de vermos que ele é muito mais do que um livro aberto e já decifrado.
Mas nem tudo foram flores. A Town Called Mercy pecou em algumas coisas.
– Já mencionei, mas não custa repetir: a participação de Rory e Amy foi tão superficial que não faria a menor diferença se não estivessem ali. Tudo bem, Amy agiu como a voz da consciência, mas qualquer outro habitante de Mercy, o próprio Isaac, inclusive, poderia ter usado algumas boas frases de efeito e conseguido o mesmo resultado.
– O tiro em Isaac foi absurdo. Só aconteceu mesmo para colocar o Doutor como Xerife da cidade (e fazer o Doutor decidir ajudar Jex, afinal, Isaac não poderia morrer em vão).
– A própria atitude do ciborgue era irritante. Se não queria matar ninguém na cidade, que entrasse logo, vasculhasse tudo e encontrasse Jex. Eles até poderiam não delatar o esconderijo do (nem tão) bom doutor, mas se o ciborgue fizesse uma busca pessoal, com certeza encontraria o inimigo e o mataria. Aliás, teve inúmeras oportunidades sem acertar qualquer um e não o fez.
– Por que mesmo o Doutor não pegou a TARDIS, tirou Jex de lá e salvou todo mundo? Aquele plano mirabolante foi a coisa mais sem noção que eu já vi e ainda resultou na morte do cientista.
E pela primeira vez desde que me lembro (posso estar enganada), Amy e Rory se negaram a um passeio mais longo na TARDIS e pediram para retornar para casa, e isso após a própria Amy dizer que o Doutor estava sozinho há muito tempo. Mas deixa quieto que é melhor.
Bones – The Future in the Past
18/09/2012, 23:10.
Maria Clara Lima
Reviews
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Ao menos uma vez na vida, alguém aparece e muda todo o sentido da sua existência. Se você tiver sorte de encontrar essa pessoa, você talvez amadureça, mude para melhor. Mais de oito anos se passaram desde que Booth e Brennan se encontraram pela primeira vez. Ambos tão diferentes, tão distantes um do outro, que a única coisa que os atraia era essa química totalmente oposta. Mal sabiam eles que aquele encontro era um ponto de virada na vida dos dois.
Quando Temperance conheceu Seeley, ela era uma substância impermeável, mas não era uma substância forte. Sem traquejo algum, dizia o que bem pensava, preferia o sexo ao amor, tinha muito pouca empatia com as urgências dos outros e quebrava-se fácil. Era engraçado vê-la falar que ela não sabia o significado das coisas. Não sabia mesmo. Por oito temporadas, torcemos a cada segundo para que B&B ficassem juntos. Nesse meio tempo, para que os dois pudessem ser um casal de verdade, foi preciso muita mudança, foi preciso primeiro fazer a Bones acreditar no amor, e Seeley perceber que vale a pena ser um pouco mais paciente.
Assistindo The Future in the Past, lembrei do primeiro encontro, do diálogo sobre o destino, dos amores que os dois tiveram, das decepções e da luta pela vida um do outro, lembrei de como eles passaram de inimigos para colegas, e depois amigos. Lembrei dos olhares de luxúria e devaneios, da conversa no elevador, da compatibilidade mas da falta de afinidade, lembrei dos corações partidos, e lembrei que a estrada foi longa, mas a mudança foi substancial. Ali, na minha frente, estava um casal que se amava. Bones e Booth juntos, uma vez por todas.
Agora, Temperance sabe muito mais do que sabia antes. Aprendeu a olhar nos olhos, a ser mais terna, aprendeu que rir dos sentimentos dos outros não é bacana, e que precisa ter mais cuidado ao ser sincera, aprendeu um monte de outras coisas que a tornaram uma pessoa forte. Se um dia você encontrar alguém que mude o sentido da sua existência, com sorte, com o passar do tempo, você será um ser humano bem melhor. Sempre que penso nisso, acalmo meu coração. Esqueço de alguns detalhes. A história de amor dos dois é sólida, é adulta.
Temperance agora é forte, e Seeley mais compreensível. Ver os dois juntos nesse episódio me fez quase esquecer de que ainda não tivemos uma cena de sexo na série depois de que B&B resolveram juntar os trapos. Sexo não é difícil. A cumplicidade sim.
Começo essa review falando disto, da cumplicidade e companheirismo entre todos os personagens da série, entre o elenco, o Criador e os produtores. O que faz essa série valer a pena, mesmo depois de quase um década desde sua estreia, e o que fez de The Future in the Past um excelente retorno, talvez um prenúncio de que essa temporada será inesquecível.
Hart Hanson sempre disse que Bones era uma série sobre casos. O que discordo, não só eu, como a maioria dos fãs e até o próprio David Boreanaz, que disse em uma entrevista recente que a série não é sobre assassinatos e sim sobre os personagens. Acredito que para um bom drama de investigação dar certo, é preciso de uma boa dose de entrosamento na equipe, bons personagens e boas histórias são essenciais.
O que talvez falte a série é encontrar a balança que faça com que os casos sejam tão interessantes quanto o relacionamento, sem essa de que Bones é um procedural, apenas. O primeiro episódio dessa temporada mostrou exatamente isso. E o que fez tudo ficar no lugar certo? Aquela tal cumplicidade que eu falei antes. Se Angela não fosse tão boa amiga, se Hodgins não fosse tão paciente (ao menos agora), se a Cam não fosse tão profissional, a Caroline confiante, o Clark trabalhador, o Sweets esperaçoso e o Booth persistente, se não fosse por eles, Bones não teria voltado e, muito menos, o Pelant teria sido detido. Tudo ali se encaixava, cada movimento dos squints e do FBI, do Max, e da própria Brennan.
Isso só existe agora porque o tempo passou. Hodgins e Angela, quem poderia imaginar que esses dois seriam capazes de trabalhar separados (pelo bem da Brennan) e em segredo, e mesmo assim se sentirem completos e satisfeitos. O Sweets de agente me deixou confusa e um pouco orgulhosa. Como uma mãe que vê o filho de graduar. Há um tempo, Booth chamava ele de garoto, agora é mais do que um parceiro. Cam não decepcionou um só segundo. Sempre de punho firme e extremamente justa. Uma das melhores cenas desse episódio trouxe ela reconhecendo o trabalho honesto do Clark.
Mas nada transpira mais cumplicidade do que Bones e Booth. E é aqui que muitos vão discordar, mas tenho que admitir que a dinâmica deles tem sido um pouco menos do que esperávamos, mas é o mais próximo da realidade que podemos ter. E isso me deixa feliz. Convenhamos, às vezes, um olhar, um carinho no ombro, é muito mais do que um beijo molhado. Há momentos para tudo (só não vemos os momentos mais quentes), mas dá para saber que eles acontecem. Sinto tanto amor, tanto carinho quando os dois estão juntos. E é aqui que a mudança é mais visível.
Muita gente reclama que os dois não brigam mais, não há rixa e que a Brennan está muito “mole”. Bom, quem já amou alguém sabe muito bem que amor não é tempestade, é terno, vai bem mais além da paixão. Eles foram apaixonados por tanto tempo, nunca puderam se amar, e agora que estão juntos… “nós estamos melhor agora”, disse Brennan entre um sorriso e um olhar de conforto. “Tudo mudou agora que Booth está aqui”, afirmou Max. Sim, tudo mudou. Christine, Booth e Brennan estão juntos. Ficarei muito feliz em ver conversas mais francas entre os dois. Percebi as tentativas da Bones em querer se desculpar pela fuga. E o ressentimento do Booth pela mulher que ele ama – palavras dele – ter fugido com sua filha. Isso deve ser explorado no resto da temporada.
Ah, sim. Todo casal deve se divertir também, considerando o amor entre os dois, acredito que uma cena ou outra mais quente, deve acontecer em breve. Afinal, parece que estão nos “ouvindo” agora, pessoas que falam alto demais. Cena da máquina de lavar? Mmm já virou um clássico. E é por isso que eu me sinto feliz com Bones. Na alegria e na tristeza, é uma série que sabe evoluir. Que se reinventou em formato, em história, e soube passar pelo tempo como se fosse uma jornada necessária. Começo, meio, e o começo do fim.
Altos
Devo pontuar que o Pelant me lembra muito os vilões das temporadas mais velhas. Daqueles que merece muito cuidado, ou como disse o Max; “merece ser morto”. Ainda não sei que tipo de vingança ele tem com Brennan e com o Booth, porque ele a quer presa? Talvez até morta? Quem mais está na mira do Pelant? E porque ele teve aquela atitude suicida? Não tinha sentido firmeza no hacker, quando ele apareceu na sétima temporada, agora, estou segura de que ele chegou para apavorar.
Aprovo o Agente Flynn, ainda mais quando não sabemos o que esperar dele. Lembro ano passado de ter ouvindo o Hanson falar que Pelant tinha um ajudante de dentro do FBI, mas acabou não acontecendo muito coisa na sétima temporada. Qual seria a ligação de Flynn e Pelant? Aquela cena da flor quis dizer o quê? Oremos.
Angela Montenegro é sempre muito querida. Adorei o jeito como as duas se comunicaram durante esses meses. Adorei o exagero super protetor dela com a Brennan e da lealdade com a amiga. Hodgins é um homem de sangue quente. Nós sabemos disso.
Christine é tão adorável que ela ganha fácil o prêmio de bebê mais fofo da televisão e do submundo dos crimes americanos. Viva a área de serviço!
Baixos
Não entendi porque a famosa frase “because you love me”, que aparecia nos vídeos das promos para a nova temporada, foi deletada. Se foi uma escolha de edição, que cortasse alguma outra cena. Ficou feio, ainda mais depois de mostrar a cena no vídeo promocional. Esperava mais do reencontro de B&B. Afinal, três meses. Foram três longos meses.
The Future in the Past
Em um episódio (quase) perfeito, ficou difícil conter a empolgação para essa temporada. O “quase” é por causa da falta de diálogos entre Booth e Bones, o que só se justifica pelo tempo apertado do episódio. E claro, um pouco mais de romance também não faria mal para ninguém. Mas o que mais me impressionou foi o final, foi o Pelant, foi a ameaça constante que vai ser tê-lo por perto.
O caso foi o fio que teceu a história desse episódio. Mostrou quem é o Pelant e o que o time de squints é capaz de fazer. Mostrou que a Bones, mesmo fugindo, trabalhou duro para voltar. O caso foi apenas um caso, um bom caso que pediu o esforço de todos.
The Future in the Past lembrou muito os velhos tempos e mostrou, com maestria, que OITO anos é o tempo necessário para evoluir.
Estava ouvindo uma música hoje cedo. Chama-se For Good e faz parte da trilha do musical Wicked. Fala de destino, e de como somos limitados quando estamos sozinhos, fala também de como mudamos quando aquela pessoa especial aparece em nossas vidas.
Eu ouvi dizer
Que as pessoas entram em nossa vida por uma razão
Trazendo algo que devemos aprender
E somos levados
Àqueles que nos ajudam mais a crescer
Se os permitimos
E os ajudarmos também.
Bem, eu não sei se eu acredito nisso,
Mas eu sei que eu sou quem eu sou hoje
Porque eu te conheci.
Exatamente isso que penso sobre Bones.
Ah, já estou me acostumando com a ‘nova’ abertura! Curti bastante a música, só falta eu me acostumar com a edição.
Para quem não consegue esperar sem um bom spoiler, olha só que delícia é o vídeo promocional do segundo episódio da temporada. Parece que Bones está mesmo de volta!
Até semana que vem!
The New Normal – Sofa’s Choice
17/09/2012, 12:00.
Beto Carlomagno
Reviews
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É oficial, já estou totalmente apaixonado por The New Normal. O segundo episódio, exibido nesta semana que passou, simplesmente confirmou tudo que eu tinha sentido em relação à estreia. The New Normal equilibra de forma impecável humor, drama e aqueles momentos “own”. Além disso, os personagens são os mais incríveis e adoráveis. Há muito tempo eu não via uma série tão gostosa e esta conexão automática me dá um pouco de medo afinal, como qualquer série no ar, há a possibilidade de cancelamento. Mas não vamos ficar sofrendo antecipadamente sobre as possibilidades da vida e vamos falar do agora, o episódio Sofa’s Choice.
O episódio começa e logo descobrimos que o resultado do teste feito por Goldie no final do primeiro episódio foi negativo. Além disso, a cena inicial já serve para introduzir a discussão principal do episódio que girará em torno do momento de dúvida mais que normal do casal sobre ter ou não um filho. Primeiro é Bryan que começa a pensar no assunto depois de ter seu sofá tão amado riscado supostamente por Shania. Já David, que sempre foi o mais envolvido emocionalmente com a gravidez, passa a duvidar de sua escolha com a crise comum envolvendo o fim da juventude e a perda da liberdade. Para Goldie, o episódio é mais um momento de crescimento, autodescobrimento e de libertação de sua vida anterior repleta de erros e problemas.
Sofa’s Choice ainda nos presenteia com uma das cenas mais fofas e bem escritas do ano: o dia em que Bryan e David se conheceram. Ali já vemos como os dois são tão diferentes e como, ainda assim, eles se completam. Além disso, a cena serve apenas para consolidar a química incrível entre Andrew Rannells e Justin Bartha. Aplausos de pé pela sensibilidade e leveza que Murphy e sua parceira Adler empregam ao texto, além do bom uso de pedaços da realidade e da cultura pop para dar ainda mais caldo para a história.
Este segundo episódio também serviu para confirmar minhas primeiras impressões e consolidar Andrew Rannells como o centro da série. O ator é simplesmente incrível e rouba todas as cenas em que está presente. Sua composição é impecável e suas falas são as melhores (“Cobri a oferta do James Franco apenas para ver sua veia do pescoço pulsar de frustração sexy”). Além disso, neste episódio, seus momentos em tela com Bebe Wood (Shania) são os principais responsáveis pelas gargalhadas. Mas não pense que o restante do elenco fica muito atrás. Ellen Barkin ressurge ainda mais politicamente incorreta e nos presenteia com frases impagáveis (“Fui cegada por estes gays. Aqueles frutinhas são canibais, eles só comem frutas”). NeNe Leakes aparece pouco, mas tem bons momentos e boas sacadas.
Da forma que caminha, The New Normal tende a ser a melhor comédia estreante da temporada 2012-2013, pelo menos até agora não vi nada melhor. Nota máxima para este episódio, sem dúvidas.
Covert Affairs – Suffragette City
17/09/2012, 10:36.
Mario Madureira
Reviews
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Com um adeus um pouco fora do comum, Simon diz que não se arrepende de tudo o que fez por Annie e em busca de saber quem é o Passará Negro, e Annie Walker brinca de gasparzinho em uma missão em seus sonhos.
Nunca pensei que isso aconteceria, mas acredito que eu tenha me recuperado d morte de Simon depois de uma semana de luto. Mas a verdade é que precisamos nos recuperar de toda essa tensão para continuarmos com um crime ainda maior: a traição de Lena. É estranho, mas ainda tenho algumas hipóteses depois desse episódio. A princípio, pensei que Lena havia matado Annie e Simon devido a protocolos secretos da CIA, deixando toda a jogada guardada em um quarto escuro a “quatro paredes” e que isso teria um dedo de Arthur envolvido. No entanto, depois de Auggie ter dado um de detetive, creio que Lena pode ser sim a agente dupla citada na temporada bem no início.
Annie ficou um pouco apagada nesse episódio, mas serviu para sentirmos aquela sensação de Covert Affairs sem Annie Walker. Não tem como, não é mesmo? Annie é a luz da série e sem aquele sorrisinho sexy ou aquelas piadinha com Auggie, Covert Affairs não seria Covert Affairs.
De certo modo, achei muita coincidência a atriz Sarah Clarke estar interpretando mais um personagem traidor no universo policial americano. Eu ainda tinha esperanças que ela seria o novo degrau que Annie Walker estava precisando para subir sua carreira. Porém, essa não foi a grande oportunidade dela. E o que nos sobrou foi mais um personagem cretino da senhora Clarke. Nina e Lena, tudo farinha do mesmo saco.
Apesar do cenário fantasmagórico e sem noção, adorei a forma com que Annie foi passando por todas as pessoas mais importantes de sua vida. O que mais me chamou a atenção foi quando Danielle apareceu questionando Annie sobre sua fidelidade à família e em seguida Joan afirmando que ela não era fiel à CIA. A questão “vida familiar x vida profissional” foi bem destacada aqui e foi muito importante para Annie fazer uma auto-análise sobre o que é mais importante para sua vida: lutar e se sacrificar pelo seu trabalho ou viver feliz com a sua família? Se pensarmos mais longe, não foi isso que levou Annie a toda essa confusão com Simon? Trocar o trabalho por alguém que viveria com ela para sempre?
E falando em amor verdadeiro, eu havia comentado em algumas reviews anteriores que acreditava que o relacionamento entre Auggie e Annie não deveria ser abordado, pois não era o momento certo. Mas com esse adeus de Simon, ficamos com um grande buraco na vida amorosa de Annie, que foi preenchido por Auggie quando ele mostrou que não só precisa de Annie, como também tem fortes sentimentos por ela. Seria esse o momento propício para tratar desse amor? Será que é a hora certa?
Mas a cena que roubou o fôlego de todos os covertianos foi quando Lena diz “Te peguei” no sonho de Annie, quando na verdade ela estava tentando matar Annie no mundo real também! Fiquei com o coração na mão quando não havia ninguém para salvar a nossa pequena espiã e por um momento pensei: Annie vai realmente morrer? Como isso é possível? Mas Joan e Auggie apareceram no momento certo para pegar Lena no flagra!
“Nunca precisei de ninguém. Mas preciso de você, Annie” Auggie Anderson.
Infelizmente Lena fugiu, mas Annie acordou e acordou com o espírito reencarnado de Emily Thorne (Revenge), que lhe dará forças para encontrar Lena e se vingar de toda a armação que ela preparou contra ela!
Desejando forças para que Annie consiga a sua vingança, deixo uma imagem de Annie que me tirou sorrisos nesse episódio.
Saving Hope – Pink Clouds
16/09/2012, 15:35.
Anderson Narciso
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Final de temporada. Lágrimas, anseios, despedidas e surpresas. É sempre assim. E não poderia ser diferente com Saving Hope. O episódio que fecha a temporada da estreia da série, além de mixar vários sentimentos mostrou um pouco para o telespectador do que esperar para a segunda temporada que só estreia ano que vem. Charlie finalmente acordou. O grande evento da temporada finalmente aconteceu no episódio passado. E agora, todos estavam se perguntando “o que vai acontecer?”. Pois bem, Saving Hope não deixou questões por menores e explicou tudo o que tinha de explicar nesta season finale. Foi assim com Pink Clounds.
Alex está feliz. Não tão feliz quanto eu achei que ela estaria. Talvez ela esteja nervosa com a situação e bem mais preocupada do que deveria estar. Mas mesmo assim, está feliz. Ver o noivo acordando de um coma que parecia causa perdida deve ser realmente gratificante. Ela e Charlie estão juntos de novo – e o melhor, mais vivos do que nunca. Tanto que a doutora pede o noivo em casamento. Ele mais do que aceita e garante que não casará de terno. Aliás, Charlie parece lidar muito bem com a situação, e ao contrário do que eu pensava sim, ele se lembra de tudo o que viu enquanto estava em coma. Fiquei me perguntando, porque os pacientes que acordaram e tiveram contato com Charlie não se lembravam desta experiência, mas acabei relevando. Afinal, a série precisa de plots para sobreviver. O médico lembra-se de tudo, até questionou sua ex, sobre ela querer desligar os aparelhos. Bom, pelo menos, em relação as histórias do hospital ele não vai precisar se atualizar.
Goran pediu demissão no episódio passado, mas antes de ir embora teria de lidar um paciente com uma infecção no braço que acabou se espalhando. A única saída era amputação, que acaba ficando maior do que pensava – chegando a amputar parte do peito. O médico termina a cirurgia mais confiante do que tudo, e isso acabou lhe fazendo bem. Ele estava bem balançado nos últimos episódios, e não parecia aquele médico com atitude que conhecemos no início da série. E as coisas foram tão inesperadas para Goran, que para ele ficar no Hope Zion foi lhe oferecido o cargo de chefe que pertence a Dana. E ao que tudo indica ele aceitou. Dana não gostou nada, nada é claro. Teremos de vê-la lidar com esta situação na próxima temporada.
No núcleo dos coadjuvantes, Meggie e Gavin já passam por uma pequena crise. Os dois estão aproveitando a paixão, mas o psiquiatra comenta que estava parecendo algo forçado, o que não agrada muito a cirurgiã. Eles têm uma pequeno bate boca, mas acabam se entendendo. O que eu notei neste episódio, entretanto, é que Gavin não se sente a vontade com ela. Não sei se chega a ser algo do ator, mas agora vejo que os dois não estão funcionando. Pode ser que esta dinâmica tome outro rumo e seja explorada diferente, mas se continuar assim ficará chatinha.
E enquanto Alex lidava com uma paciente com um problema gástrico e que descobre que tem um câncer terminal, Charlie foi para a fisioterapia na tentativa de se recuperar e sair da cadeira de rodas. Claro que são momentos difíceis e tem de ser dado aos poucos, mas o médico acaba indo com muita sede ao pote, e não progredindo. Lá, ele conhece Pamela, que a principio ele pensa ser uma paciente, mas eu logo estranhei que só ele conversava com ela. E não deu outra – a moça estava morte. Sim. Momento “O Sexto Sentido” total. E quando Charlie descobre, acaba ficando perplexo. E eu sabia que ia acabar acontecendo isso. Desde os primeiros episódios eu já especulava que, se ele acordasse, com certeza ele traria um dom de falar com os mortos nele. E aí será que Saving Hope partirá para a premissa usada na já cancelada A Gifted Man? Não sei… É esperar para ver.
A temporada terminou com Alex esperando Charlie no local marcado para eles se casarem. Ao que parece, o médico não vai aparecer, já que o vemos no necrotério em frente ao corpo de Pamela, dizendo que ele não pode fazer nada por ela. Coitada da Alex. Já vai começar a próxima temporada sofrendo? Charlie terá de aprender a lidar com este novo dom? Bom, teremos de esperar até o ano que vem para termos nossas respostas. Infelizmente, a série volta provavelmente só no fim de maio, na temporada de meio de ano.
Pelo menos, Saving Hope fica com um balanço de um dever cumprido para uma boa “temporada de meio de ano”, e apesar de ter tido dificuldade no inicio se provou uma boa série. A todos, só tenho de agradecer pela presença dos leitores além dos comentários. E nos esbarramos-nos em alguma review aqui no TeleSéries. Até lá.
Warehouse 13 – Endless Wonder
16/09/2012, 15:32.
Mônica Castilho
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Ei, Warehousers! Pois é, sete episódios da temporada já se passaram e ainda não sabemos quais os efeitos colaterais tão temidos por Artie ter usado o tal Astrolábio de Magalhães. De fato, nem ele sabe e Adrian continua roubando os artefatos do Depósito, ao invés de falar de uma vez por todas o que pode dar errado se o efeito do Astrolábio não for revertido. De um modo geral, esse episódio repetiu a maioria dos acontecimentos dos anteriores nesta temporada.
O artefato:
Em paralelo a todos os acontecimentos, como sempre existe um artefato fazendo coisas bizarras acontecerem. Desta vez, o tal objeto fazia as pessoas crescerem até a morte e estava atingindo pessoas que tomavam um determinado remédio para azia. Pete e Myka obviamente foram investigar o fabricante do medicamento e conheceram Deb, uma funcionária da empresa que fabrica o remédio que as pessoas tomavam, mas acabam descobrindo que o artefato era na verdade um pote usado em uma aula de culinária a que todos os afetados compareceram e que a azia era somente uma consequência da comida da aula. Não é de se surpreender que Pete teve uma queda pela moça, o que seria mais uma de suas galinhagens se não fosse Deb querer usá-lo para descobrir sobre o Depósito, pois acompanhou outros casos solucionados pela dupla de agentes.
Talvez Deb fosse uma melhor vilã do que Adrian, pois ela conseguiu fazer mais coisas em um episódio do que o padre fez em sete. Seria até interessante vê-la como vilã, já que ela quase entregou as informações sobre o Depósito para seu chefe, e só não o fez porque foi convencida pelo Pete. E de bônus, virou uma nova Regente. Agora é esperar para ver se ela terá importância na série daqui para frente… Pelo menos as vibes de Pete dizem que ela é “do bem”.
A história:
Bem, no último episódio vimos Leena numa atitude aparentemente suspeita no Depósito, e neste essa atitude simplesmente foi ignorada. Talvez aquela tenha sido uma cena para enganar o espectador (?) ou simplesmente a Leena mais para frente terá um papel melhor na série do que ficar vendo a aura das pessoas (o que, cá entre nós, não foi muito útil até agora).
Enquanto isso, Artie anda se entregando cada vez mais ao dizer coisas que não deve em horas inapropriadas, e a situação só está piorando. Já não bastava a Claudia e Steve em sua cola, H. G. Wells voltou, já descobriu tudo o que ele aprontou e ainda por cima contou tudo para a Sra. Frederic. Pelo menos acho que agora esse segredo do Artie se espalha de uma vez, não?
P. S. [1]: Wells demorou, mas voltou! Ela é uma personagem fantástica, mas pisou na bola ao dedurar o Artie para a Frederic. #PoxaVidaHG
P. S. [2]: Pelo menos por um episódio esqueceram de fazer Artie ficar tendo pesadelos acordado com Claudia o matando. Está sendo interessante o enorme foco no Artie nesta temporada, mas estão colocando tanta coisa na série (e enrolando mais ainda) que o Pete e a Myka estão ficando apagadinhos na história, não?
P. S. [3]: Por último… Quando acho que finalmente vai rolar algo entre o Pete e a Myka, ele acaba ficando com outra. Tantas histórias enroladas nessa série, a dos dois está sendo só mais uma, mas que poderia ser a primeira a dar uma guinada, porque né.
Glee — The New Rachel
15/09/2012, 23:25.
Júlia Berringer
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Não conheço nenhuma pessoa que não começou à assistir a 4ª temporada com o pé um pouquinho atrás. Não porque achasse que a série se tornaria um fracasso, mas sim porque com as despedidas de alguns personagens, temiamos que a série não fosse mais a mesma. A verdade é que Glee, realmente, nunca mais vai ser a mesma série. Mas isso não quer dizer que a estreia da nova temporada tenha sido ruim. Glee mudou, mas as mudanças não são necessariamente ruins. Nós temos que nos adequar a cada uma delas, e como Gleek apaixonada, eu estou disposta a agarrar os novos personagens, os novos cenários e as novas histórias.
A mudança na estrutura, o desenvolvimento da trama e o crescimento dos personagens me dá uma sensação um tanto “refrescante”. Óbvio que vamos sentir falta da Rachel sendo irritante pelos corredores do McKinley, Finn e Puck no time de futebol, Quinn e seu uniforme de cheerleader, Santana e Brittany… Mas em uma série como essa, acredito que as mudanças sejam necessárias para não cair na rotina. Alguns contratos foram renovados (para a nossa alegria!), então não há motivos para os Gleeks chorarem.
Nesse primeiro episódio tivemos uma boa noção do que vem por aí. Rachel não está tão bem em NY e sua professora de dança — interpretada pela Kate Hudson (que arrasou) — é uma bruxa. Mas conhece um cara bonitinho (e hétero, caso você esteja se perguntando) que dá um “up” na sua auto estima por algum tempo, até ela desabar e ligar para o Kurt chorando horrores, o que eu achei lindo. Mas o que ela não sabia, era que o Kurt tinha percebido que com ou sem NYADA, o lugar dele era lá, em NY, do lado da sua melhor amiga. Eles se encontraram no final do episódio, e isso agradou a todos (pelo menos todos os fãs de Kurchel!).
O Finn não deu sinal de vida, e os fãs de Finchel ficaram super decepcionados, claro. Mas eu acredito que isso seja uma estratégia dos produtores, só pra deixar todo mundo ainda mais obcecado pela série e por esse casal.
Fiquei aliviada que eles conseguiram conciliar tão bem a parte do pessoal do New Directions e o que acontecia em NY, e todos nós sabemos, que Glee já nos mostrou várias vezes que não consegue colocar duas histórias grandes em destaque ao mesmo tempo.
Enquanto a Rachel vivia seu sonho em NY e o Kurt estava pensando sobre a vida, o pessoal do New Directions deixou a fama subir um pouco a cabeça (até criaram um concurso pra ver quem seria a nova Rachel), e acabaram se tornando um bando de babacas, fazendo bullying com todo mundo, entre essas pessoas a nova “moça da cantina”, que sofre de obesidade. O que os ND não sabiam, era que essa moça é a mãe de Marley. Uma personagem nova, com uma voz linda, rosto lindo, e parece ter um coração bom!
Marley fez a audição para entrar no Glee Club e foi a única que passou. Sentada na mesa com os ND e gente popular mal educada, ela não aguentou e acabou dizendo que a moça era sua mãe. O Glee Club foi se desculpar em massa com ela, que aceitou de bom grado. Os populares não gostaram muito da ideia, e ela e Unique (que foi para o McKinley), levaram um banho de raspadinhas.Welcome to Glee Club!
Outro personagem novo que merece destaque é Jake. O Jake é o meio irmão de Puck, e também gosta de causar problema. Apesar de ter uma voz maravilhosa, ele é meio rebelde, e vai dar um pouco de trabalho para o Will conseguir converter o menino em bom moço, assim como fez com o Noah. Eu gostei dele, mas acho forçada essa ideia de garoto problema que não quer nada com a vida… Sei que existe muita gente assim, mas acho que Glee já teve garotos-bad-boy o bastante.
Fiquei orgulhosa de Glee. Adorei o quanto a série cresceu e mesmo assim, não deixou de ser Glee, uma das minhas séries preferidas de todos os tempos! A temporada mal começou, mas espero que os próximos episódios possam ser tão bons quanto esse. Nós sabemos que toda temporada de Glee tem seus altos e baixos, mas sempre nos resta esperança de uma season perfeita, né ?
Sobre as músicas:
Sister Christian, fez eu gostar do Brody. A voz dele é demais! Adorei. Chasing Pavements foi igualmente boa. A Marley é um poço de amor, alguém aí conseguiu NÃO gostar dela ?
Não aguento mais ouvir Call Me Maybe, mas não consigo parar de cantar ou mudar de estação, canal ou qualquer outro meio de comunicação quando ela começa a tocar. Eu adoro covers, e já ouvi vários dessa música, mas a versão Glee superou todos.
Confesso que não gosta de nenhuma das músicas do mash-up Americano/Dance Again, mas a Kate conseguiu me fazer cantar junto com ela.
Jake cantou Never Say Never na sua audição, e eu amei logo de cara, assim como o Will. Já Marley escolheu New York State of Mind, a mesma música que Rachel escolheu cantar para a Carmen Tibideaux, na NYADA. Amei!
Rookie Blue – I Never
15/09/2012, 16:10.
Mariela Assmann
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A finale da 3ª temporada de Rookie Blue teve pouca cara de finale. Mas isso não significa que o episódio tenha sido ruim. Pelo contrário, eu curti bastante, embora o plot da granada tenha me feito esperar por mais.
Sou uma grande fã de Grey’s Anatomy, como vocês todos sabem. Por isso me animei completamente quando soube que uma “bomba” iria parar nas mãos de Andy. Pensei que a dramaticidade daria o tom do episódio. Mas me enganei. Achei que a Sue voltaria pra dar um sacode no Dov, que tá muito precisado. Mas me enganei, igualmente. Me decepcionei um tantinho com ambas as ausências, da dramaticidade e da Sue, mas ainda assim o caso prendeu minha atenção.
O sequestrador da garota de The First Day of the Rest of Your Life escapou do hospital enganando os guardas e com a colaboração de um deles, e partiu atrás de sua “filha”. Como não conseguiu encontrar a menina, após dar uma surra na psicóloga, raptou outra criança, para forçar a polícia a atender seu pedido principal: encontrar a filha.
Mas havia uma pedra no meio do caminho: Andy McNally. Após encontrar o cara mau com a menininha, ela tentou convencê-lo a se acalmar e deixar a refém ir embora. Mas não deu certo, e Andy acabou trocando de lugar com a garota, e ficando com o delicado encargo de segurar uma granada pronta pra explodir, exatamente no momento em que seu reforço chegava. Dov levou o sequestrador, Collins levou a menina, e Sam ficou com Andy.
E o momento mais esperado pelas fãs do casal aconteceu. Sam disse para Andy que ama ela. O desespero pelo que poderia acontecer se a granada explodisse era evidente nos olhos de Swarek, e foi muito fofo ele colocar as mãos ao redor das dela, indicando que se algo ruim fosse acontecer com Andy, ele preferia que acontecesse com ele também.
Mas Andy não estava preparada para ouvir a declaração naquele momento de extrema pressão psicológica. Pediu espaço. Aí chegou o homem gentil para desarmar a granada e pronto. Tudo resolvido. Simples assim.
Depois Sam reforçou que era verdade tudo o que tinha dito para McNally, fazendo piadinha sobre assistir Grey’s Anatomy e saber a quantidade de ossos no corpo humano. E suas palavras pra Andy foram bonitas. Começar de novo, sem peso para ela. Se encontrar no bar (na cabeça de mais alguém há um grito “Meredith e Derek!”? A cena da espera no bar, então, lembrou MUITO).
Só que Andy não quer ser aquela garota. E não apareceu no bar, porque resolveu manter a coerência e priorizar a carreira a relação amorosa. Se eu gostei da decisão dela? É óbvio que eu preferia ver meu shipper junto novamente. Mas eu compreendo, e até apoio, a decisão. Sam foi bastante inconstante. Ele nunca deixou claro quais seus reais sentimentos em relação à Andy. E sua declaração veio depois de um longo tempo de afastamento, e foi tri morninha. Não era exigível que Andy largasse a oportunidade de participar da Força Tarefa para apostar em um relacionamento que, naquele momento, ela não via como funcionar.
Como Sam vai encarar a decisão de Andy, eu não sei. Mas se ele realmente ama ela – e precisa dela, o que ficou bem claro nas palavras de Oliver sobre a bagunça que o amigo virou sem a namorada. E eu até creio que ele entenderá, depois de um momento de mágoa, por que ele mesmo já fez essa opção anteriormente. Então acho que os dois tem tudo pra voltar ainda melhores, depois do afastamento.
Eu sempre gostei do Chris. Mas quase torci pra ele ir pro interior com a Denise pra cuidar do filho e não aparecer mais. Sério! Tudo tem um limite, e a paspalhice dele ultrapassou o limite. Mas, segundo me conta, Trevis Milne volta para a 4ª temporada. Então espero que não fiquem só nesse mimimi e me devolvam meu personagem fofo, querido e, acima de tudo, com histórias bacanas.
Outro que só deve ficar se a história for render é Luke, que teve a mesma participação do que o telefone da mesa do Barber – completamente dispensável. Cortem o cabelo do Eric Johnson e dêem uma história legal para ele, por favor. O que me dá esperança é a força tarefa, que deve trazer muitas histórias legais.
Por falar em histórias bacanas, Gail conquistou meu coração, nessa temporada. E curti quando Best avisou que ela seria reintegrada. Minha surpresa ficou por conta da partida do Collins, que só se junto à Força Tarefa por que Gail ia cair no mundo, viajando. Sem dúvida a loirinha vai entender a atitude do “namorado” como um novo abandono, e não sei como o casal ficará, no futuro. Mas torço por eles, têm química e o romance deles é bacana.
Se gostei muito mais de Gail, essa terceira temporada fez com que Dov caisse bastante no meu conceito. Ele teve todas as decisões equivocadas, se meteu em todas as confusões possíveis e ainda por cima virou o maior mimizento da paróquia. Torço demais pra que ele melhore um tantinho, porque ele só veio ladeira abaixo.
E Traci virou um personagem melhor, na minha opinião. Acho que ela como detetive renderá boas histórias. Pelo menos tiraram ela do papel de mãe/policial, e deram mais ênfase pra vida profissional dela. Gostei bastante, torço pra que continue assim.
Em linhas gerais, gostei bastante da 3ª temporada. Mostrou que o amadurecimento de roteiro iniciado na 2ª temporada se manteve, e teve episódios muito bons. Mais, não teve nenhum episódio ruim. Isso é um ótimo sinal. Agora, só nos resta esperar até a próxima Summer Season para acompanhar as aventuras dos nossos novatos favoritos. Até lá!
White Collar – Gloves Off
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No último episódio de White Collar, Ancient History, Neal recebeu uma fita gravada por Ellen logo após o pai dele, James, ter confessado um assassinato. Na fita Ellen conta que reuniu em uma caixa as provas que conseguiu sobre os policias corruptos que James afirma terem armado para ele. A caixa está escondida e um medalhão de Ellen pode levar Neal até as provas.
A fita tem um impacto emocional muito grande para Neal, especialmente por Ellen afirmar que o pai dele não é um assassino. Peter se dispõe a ajudar Neal, mas Sam não quer o FBI envolvido. A tentativa dos dois de fazer essa relação dar certo dita o ritmo do episódio e termina com uma das mais magoadas brigas entre dois amigos já vista em uma série. Mozzie resume a situação bem no início do episódio ao ver Peter e Neal conversando: “Claramente eles estão mentindo um para o outro, fazendo algum tipo de acordo que nenhum dos dois pode manter.”
O caso do episódio, como a maioria dessa temporada e eu sinto muito em dizer isso, não é muito empolgante. Além disso, envolve um mundo confuso (pelo menos para mim) de economia, ações e Wall Street. Neal vai trabalhar infiltrado com o provável suspeito de uma organização que troca informações internas sobre o mercado e ganha muito dinheiro com isso. O ator que faz a participação especial como figurão de Wall Street é Victor Webster, de Castle e Continuum. O mais intrigante é que o grupo envolve tipo um “Clube da Luta”, os participantes lutam boxe e os ganhadores da rodada têm acesso às informações privilegiadas.
As melhores cenas do episódio são quando Neal e Peter, ambos infiltrados, se tornam adversários no Clube da Luta de Wall Street. A luta que foi ensaiada antecipadamente ganha ares de verdadeira quando Neal recebe uma ligação de Sam segundos antes de entrar no ringue. Após Peter ter investigado Sam e descoberto que Neal se encontrou com ele, o agente vai à casa de Sam e tenta convencê-lo de aceitar sua ajuda para solucionar o assassinato de Ellen. Sam resolve se mudar com medo de ter sido encontrado e avisa Neal que a parceira dos dois acabou.
A raiva que Neal sente de Peter vira algo sem tamanho. Neal culpa Peter pela morte de Ellen e por Sam ter ido embora. Para piorar a situação Neal vai até a casa de Sam e encontra tudo revirado, o que sugere que o esconderijo de Sam realmente foi descoberto. Neal mistura mágoa e raiva de Peter e nem Mozzie conseguiu acalmá-lo durante a luta. Mozzie inclusive pede para Neal lembrar que ele está lutando com o seu segundo melhor amigo. Nada mais adianta a Neal, ele está confuso, magoado, com raiva e se sente injustiçado porque mesmo tendo mantido a promessa que fez a Peter, o agente segue não confiando nele.
Acredito que Peter tem todos os motivos para ainda duvidar de Neal, mas também acredito que o agente tem a ver com a morte de Ellen e o sumiço de Sam. No entanto não acho que Peter esteja por trás do que aconteceu, mas ele deve estar sendo monitorado pelo alto escalão do FBI. Se existem pessoas importantes que podem ser desmascaradas se o passado de Neal vier à tona com certeza essas pessoas estão atentas ao que acontece na divisão de crimes do colarinho branco.
O problema é que essa raiva toda de Neal tende a prejudicá-lo e Peter não conseguirá reverter isso facilmente. Quem se torna mais fundamental ainda é Mozzie que visivelmente vem tentando manter Neal na linha. Mozzie é quem poderá ajudar Peter e Neal a resolverem essa bagunça.
Gloves Off realmente promoveu um acontecimento e tanto para deixar a Summer Finale de White Collar mais atrativa. Depois de uma temporada abaixo do esperado e longe do que foram as três primeiras temporadas da série, uma grande briga entre Neal e Peter é a alternativa para virar o jogo.
Após o episódio da semana que vem White Collar retorna só em 2013, esperamos que a série consiga deixar muitas expectativas até lá. Nas redes sociais surgiu uma discussão onde fãs acreditam que Sam possa ser o verdadeiro pai de Neal. Eu espero que não, seria uma saída um tanto óbvia e já muito utilizada. Alguém acredita nessa? Eu acredito no que disse Peter no ringue com Neal: “Essa luta está longe de acabar”. Então, que venha o último round deste ano.
PS: Merchandising pegando novamente com o carro Taurus da Ford, dessa vez Elizabeth Burke mostrou as facilidades do carro que estaciona sozinho.
Boss – Ablution
14/09/2012, 00:44.
Paulo Serpa Antunes
Reviews
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Ablução, agora eu sei, é o ato de se purificar, a lavagem das mãos do sacerdote antes de iniciar o ritual. Quem está tentando se purificar é Kane, claro, mas decidi abrir a review com a cena marcante da curetagem de Kitty. Nunca vi uma cena de aborto ser exibida assim na TV ou mesmo no cinema – ao mesmo tempo tão discreta e tão relevadora, tão sóbria e tão triste. Kathleen Robertson não diz nada na cena e ao mesmo tempo sentimos aquele momento sendo marcado na alma dela, para sempre. Me perdoem por mistura sagrado com o profano (para quem acha que aborto é crime), mas Kitty também está fazendo sua ablução – extraindo o nenê que poderia acabar com uma eleição, iniciando uma parceria com Sam, assumindo um lugar na campanha da outrora adversária senadora Walsh.
“Come clean Tom, wash it all away”.
Mas a ablução é mesmo de Tom Kane, como diz o fantasma de Ezra durante a coletiva de revitalização de Lennox Gardens. Kane agora tem a família reunida num mesmo teto, uma nova equipe, e quer fazer uma projeto com menos custos, com novos parceiros e uma nova visão, desafiando interesses econômicos, como os de Babe, do vereador Ross, e sabe-se lá que outros mais (já que não sabemos ainda qual será o papel do traficante Trey, o personagem do rapper T.I., nesta história). Sabemos que a nova jornada de Kane será dura e que quem tem como hábito sujar as mãos, certamente não conseguirá mantê-las limpas por muito tempo.
Quem precisa se limpar (ou melhor, uma castração química) é Sajac, que resolveu achar uma Monica Lewinsky pra ele – pouco depois de colocar a esposa a gerenciar a campanha. Eu adoro o Sajac porque ele é o elemento previsível de Boss. A gente sabe que ele vai se ferrar e como ele vai se ferrar. E esta certeza é reconfortante.
Por fim, o episódio revela um dos talentos que levou Ian a prosperar junto a vereadora Driscoll; Kane vigiando de perto Mona (totalmente creepy colocar uma câmera dentro da casa dela); e temos a informação que o atirador foi preso – tão fácil assim?
Leverage – The Broken Wing Job
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Leverage investiu nessa temporada em alguns episódios que fogem ao formato mais corriqueiro do seriado. The Broken Wing Job é estrelado por Parker e os outros membros do grupo pouco aparecem. No episódio, Parker fica de molho no escritório porque rompeu os ligamentos no joelho enquanto os outros partem para uma missão em Tóquio, no Japão.
Parker é uma personagem muito singular e uma das mais divertidas da série. Ela adora acrobacias e escaladas e agora precisa ficar de molho em casa vendo televisão. O tédio de Parker já rende muitas risadas, mas ela descobre que a sua mega televisão acessa as câmeras de segurança do bar e começa a se divertir com seu próprio Big Brother. A diversão dura pouco e já vira trabalho, Parker descobre dois criminosos que estão planejando alguma coisa e se encontram todo dia no bar de Leverage. Definitivamente, escolheram o bar errado.
Quem ajuda Parker nessa aventura de muletas é a garçonete do bar, Amy, que na realidade é filha de um bilionário e o verdadeiro alvo dos criminosos. Adorei o ursinho de “melhore logo” que ela dá a Parker logo no início do episódio, ele acaba virando um personagem quando Parker começa a conversar com o ursinho (estilo Tom Hanks e Wilson em Náufrago). Outra referência foi à saga Harry Potter, Parker fez um feitiço tentando fazer um clonador funcionar: “Clônus Clonius”. Ri muito. Também não pude deixar de notar a famosa garrafa de refrigerante de laranja de Hardison sempre junto com o ursinho. Ah, a Parker socando os caras maus com as suas muletas foi demais.
A grande sacada do episódio é acompanhar Parker organizando e comandando uma missão em que ela precisa vencer uma dificuldade própria dela que é a de precisar da ajuda de outras pessoas. Além disso, Parker consegue fazer o bem para outros clientes que ela acompanha através das câmeras de vídeo da segurança do bar. O jeito que ela faz Amy organizar as mesas e os lugares que as pessoas vão sentar dá um toque genial na solução do caso. Parker consegue juntar o “Romeu” e a “Julieta”, programar dois policiais para estarem no bar no momento do possível assalto que na realidade era sequestro e ainda conforta o coração do médico que recém perdeu a sua esposa.
The Broken Wing Job foi bonito, diferente e criativo. Só achei falta de uma ligação dele com a linha central discutida nesta temporada que é o segredo de Nate e a possível aposentadoria do grupo. Agora, o negócio é aprontar mais pipocas, semana que vem Leverage apresenta sua Summer Finale com direito a episódio duplo com duas horas de duração. Depois de um início de quinta temporada abaixo do nível geral do seriado ficou para os dois últimos episódios a tentativa de Leverage fechar mais próxima do que foram as quatro primeiras temporadas da série. Estamos na torcida e, claro, preparando mais pipocas.
Lição do episódio: “Identifique suas limitações, converta-as em vantagens e adapte-se”. Eliot Spencer.
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