Bones – The Gunk in the Garage

Data/Hora 04/10/2012, 13:13. Autor
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Desculpem a demora. Eu estava processando a sensação de gostar de um episódio do Sweets. Não digo que foi um dos melhores episódios da série, mas ainda assim, o que está acontecendo com Bones?

Peço licença para uma auto-análise. Estou eu sendo imparcial demais? Estou tomada por um súbito momento de paixão exagerada? O que está acontecendo comigo?

Vim preparada para fazer a primeira review polêmica. Falar mal mesmo. É fácil falar mal, ainda bem com argumentos que estão sendo usados por aí há anos. Confesso que estava pronta para ir para o lado negro da força Mas aí, acontece que o episódio do Sweets foi bacana, “assistível”, mais que isso, eu gostei.

The Gunk in the Garage foi longe de ser memorável, mas eu me senti mais confortável assistindo esse episódio do que The Finder, e me peguei maginando se não teria sido melhor o Hart fazer um spin-off do psicólogo ao invés de forçar o cross-over-spinolento da finada série com Geoff Stults. – Ao menos não teríamos mais overdose de Sweets em Bones  e ele seria livre para ser chatinho em outra série.

Altos

Não vou mentir. Shippei Olívia e Sweets. Não sei se é porque eu não suporto da Daisy, mas adorei a interação entre o psicólogo e a agente novata. O que me lembra que eu também não gosto da Agente Shaw (Tina Majorino, que está para as bandas de Grey’s Anatomy), que não tem química com ninguém do elenco de Bones, e a persoonagem de Danielle Panabaker poderia ser uma boa opção de agente “rookie” do FBI.

Gostei também do Sweets sendo o Sweets. É o que temos visto nessa oitava temporada de Bones, a série voltando a ter identidade. A birra com o Sweets começou quando ele perdeu a função na história, o que foi sendo corrigido aos poucos durante a sétima temporada. Gosto desse Sweets mais confiante, mas gosto mais ainda quando alguém questiona suas habilidades. Olívia Sparling trouxe um novo velho Sweets à tona.

É sempre bom lembrar que apesar do Lance ter entrado na série como psicólogo do futuro casal Bones e Booth, ele também tem a função de “profiler”, ou seja, ele faz perfis. Antigamente, a habilidade do jovem doutor era constantemente posta em cheque pela Dra. Brennan e até pelo Booth, mas construir o perfil psicológico de vítimas e assassinos já resolveu muitos casos ao longo dos anos. Talvez não tenhamos prestado muita atenção nisso. Mas a verdade é que esse “truque” permitiu, com a ajuda da Angela e sua mágica tecnológica, achar a outra futura vítima, e impediu outro assassinato.

No final de tudo, Sweets salvou o dia. E ainda levou um tiro. O que me fez sorrir… sempre desejei ver o Sweets sangrando. (Sou sincera, ok?)

Outro bom aspecto sobre esse episódio é que o laboratório funcionou como um ótimo suporte. Não se pode desperdiçar o talento do Jeffersonian. Ah, sim! Explosões são sempre bem-vindas. Perceberam que o experimento recriou o mesmo tipo de ferimento facial da vítima no boneco? O nariz escorrendo pela parede foi inesquecível e divertido.

Um episódio do Sweets sem a Daisy! Alegria, alegria!

Já no mundo de B&B, como não adorar a carinha de pidona da Brennan? Lembro do episódio piloto quando ela estava aprendendo a chantagear as pessoas, agora podemos dizer que está está dominando a arte da chantagem barata. Momento adorável da semana.

Mas tenho que dizer que o que eu mais gostei foi que Booth aceitou ser um pouco mais maleável em relação a situação financeira da namorada/esposa/mãe de sua filha/parceira. O que reclamo sempre é que só a Bones cede, nesse episódio, o agente também cedeu um pouco. Ah, o amor. O quão lindo foi ele agradecendo a ela por ter sido compreensiva? E a conversinha sobre a quinoa e o bife grelhado? O quão Emily e David foi aquilo?

Baixos

Achei o caso meio bobinho. Estava óbvio que o cara tinha um irmão gêmeo e a motivação, mais uma vez, era bem besta. Mas é isso, a vida humana vale cada vez menos.

Também achei estranho a postura do Booth em relação ao seu trabalho burocrático. Certo que ele é um “homem da ação”, mas antes de tudo, ele sempre foi um homem responsável. Enfim, Boreanaz estava bem fora do lugar nesse episódio.

Caroline também estava fora do lugar. Um desperdício de talento e bons momentos com a personagem. Veio, apareceu e não fez nada.

The Gunk in the Garage

E se Booth não trabalhar mais com Bones? O que seria da série? O medo e o terror desse questionamento… Deus nos permita nunca ter que lidar com esse tipo de pergunta. Mas se isso acontecer, ao menos uma vez ou outra, não será assim tão ruim.

Essa flexibilidade pode dar aos dois personagens a possibilidade de explorar outras histórias, mas vamos parar por aqui. A especulação só me permite imaginar esse cenário em doses pequenas e em espaço de tempo longo.

Impressão é de que esse é um dos episódios extras. Alguém tem essa informação? Tempo reduzido de Emily e David.

Mesmo afastada da cena do crime, Bones ainda foi a peça essencial para a descoberta do assassino. Graças ao seu maravulhoso poder de observação e de estar no lugar certo. na hora certa.

Ah, só mais uma coisa. “Eu não deixaria a cidade se você fosse”? Sério? O Booth fez o mesmo truque com a Brennan para impressionar na primeira temporada. Quem lembra?

Bom, é como eu qualifico o terceiro episódio da oitava temporada. O que eu achei que iria apagar o brilho dessa nova jornada, provou o contrário, mostrou apenas que ainda há muita coisa para ser explorada na série. E também, que o Sweets pode ter um espaço maior em nossos corações.

O próximo episódio mostra um tom ainda mais leve. A única coisa a ser levada a sério é a seriedade do tema tratado com mais seriedade pela dra. Bones. Como não dar risadas quando ela racionaliza sobre o irracional? Essa promo é especial para quem vai votar nesse fim de semana! Façam suas listas de prós e contras, analise bem seu candidato, seu voto é muito importante. Mas se você não tem ninguém para votar, aqui está a nossa futura candidata.

Divirtam-se,

Até semana que vem!

Parenthood – The Talk

Data/Hora 04/10/2012, 13:02. Autor
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Depois de uma sequência acima da média, Parenthood trouxe um quarto episódio apenas morno. O principal motivo desta esfriada foi o fato de que a série precisa dar um pouco de atenção aos outros núcleos, para que não se torne uma produção exclusivamente sobre Kristina e Adam. O problema disso é que, se comparados os dramas de cada irmão, nenhum vai despertar mais interesse que o casal com um filho com asperger, recém separados de sua filha mais velha e que acabam de descobrir um câncer.

A amizade entre Sarah e Rank até consegue despertar alguma simpatia. Mais uma vez a série evidenciou que o futuro romance será endossado pela necessidade de tornarem o relacionamento de ambos com seus respectivos filhos mais fácil. Dessa vez foi a Sarah que conseguiu quebrar o gelo com a filha do fotógrafo, mostrando pra ele que ela pode ser de extrema serventia na criação de uma pré-adolescente. A aspirante à assistente de fotografia já havia sentido algo muito parecido, quando o seu filho se mostrou bastante confortável com o novo chefe dela. É possível enxergar nesse horizonte até um relacionamento entre os dois jovens, já que Drew está passando por um momento complicado após ser dispensado por sua ex-namorada. Mas que fique claro que isso é uma péssima ideia.

Outra trama que contribuiu para tornar o episódio um pouco menos interessante foi a tentativa do Zeek em ocupar seu tempo ocioso. Ficou claro que a principal intenção do plot foi introduzir o personagem Ryan, veterano de guerra que após voltar aos EUA está perdido em relação ao que fazer da vida. Não é difícil supor que o novo amigo do patriarca dos Braverman, interpretado por Matt Lauria, que trabalhou com o showrunner nas duas temporadas finais de Friday Night Lights, entra na trama pra fazer par romântico com Amber, que anda um pouco apagada nesse início de temporada. A história soa um pouco repetitiva quando comparada com o affair entre Haddie e Alex (coincidentemente interpretado por outro ator que veio de Friday Night Lights), quando ela entra em um programa de voluntariado também indicado pela avó.

A trama que intitulou o episódio (The TalkA Conversa, em português) trouxe a Jasmine, o Crosby e o Jabbar fazendo uma análise do racimo nos dias de hoje, onde as crianças precisam ser avisadas que tal preconceito existe. De certa forma interessante, mas longe de despertar um interesse maior, a tal conversa mostrou que apesar de uma importante evolução, o tema ainda incomoda ao ser tratado, e que precisa de muito tato para ser trazido à tona. Na outra ponta, a trama da adoção mostrou dessa vez a dificuldade da relação entre o pai e o filho. O desenvolvimento não foi nada mais que okay, e deixou claro que o personagem Joel e seu intérprete não conseguem segurar as pontas de um plot sozinhos.

Apensar de não ter empolgado, o episódio está longe de ser ruim. Os pontos altos novamente se concentram na Kristina, que descobriu que terá que abrir mão de tudo que lhe é mais importante para cuidar da sua doença. Em uma temporada que deve chegar aos 20 episódios, não se pode cobrar que toda semana seja apresentada uma obra de arte. Parenthood está conseguindo manter um bom nível já há algum tempo, inclusive consolidando seus números de audiência satisfatórios. Nada mais justo. A série merece.

Hart of Dixie – I Fall to Pieces

Data/Hora 04/10/2012, 12:27. Autor
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Quem aí tava com saudades? Muuuuuitas saudades?. Hart of Dixie tá de volta galera, comemorem! Eu já não aguentava mais, de tanta espera. É muito bom reencontrar o pessoal do interior do Alabama. Delícia demais. E claro, também estava com muitas saudades das nossas reviews semanais.

A série voltou do jeitinho que a gente gosta, não é verdade? Com exceção de que a Dra. Zoe Hart agora é Zoegate, a maior pegadora de Bluebell. Para quem não lembra, a temporada passada terminou com ela e Wade FINALMENTE tendo o seu momento íntimo, e eu diria beeem caliente. Para completar, George (o estraga prazeres), batendo a porta de nossa médica dizendo que havia terminado tudo com Lemon para ficar a moça. Zoe ficou sem saber o que fazer. Quando voltamos, Zoe adivinhem? Continua sem saber o que fazer, COMO SEMPRE. Ô mulher indecisa.

A fofoca entretanto de que ela seria o “pivô” da separação do casal 20 de Bluebell já correu solta. Só que nem estamos ligando muito para isso assim como a própria Zoe. Isso porquê parece que Wade finalmente conseguiu mexer com a doutora. Tanto que, ela ficou bastante indecisa sobre quem escolher. Mas Wade, que não é bobo nem nada, está curtindo a situação de outro jeito. Em vez de se “entregar” a paixão, o moço ta mais é adorando a situação de Zoe. E com razão. Depois de ter iludido o moço, e meio que o rejeitado na temporada passada, nada mais justo do que ele dar uma esnobada nela também. E ela sentiu isso.

George está apaixonado, e tentando conquistar Zoe, que como dito, está totalmente indecisa. E gente, não é por nada, mas o cara continua o mesmo chatinho de sempre. Me desculpem para quem torce pelo casal George e Zoe, mas não consigo ver química entre os dois. Não dá. Enquanto isso, Lemon teve um surto de “independência ou morte” e resolveu sair de casa, e ter uma vida diferente de ser a esposa de George. Afinal, ela não seria mais. E olha, que Lemon começou a temporada bastante mudada. Parece que o fato de George a ter largado, deu um amadurecida na sua personalidade. Ela tem de enfrentar o mundo e agora não tem outro jeito. Tanto que, ela até aceitou trabalhar para Wade no Rammer Jammer. Vai ser no mínimo engraçado. Agora, hilário mesmo, foi ela ter ido até a casa de Zoe com uma faca, e o fato ter virado um burburinho e a fofoca da noite. O caso, mobilizou até a polícia, na qual todos achavam que Lemon estava fazendo Zoe de refém, enquanto as duas apenas conversavam, e meio que esclareciam as coisas. Talvez, a Lemon da temporada passada fizesse Zoe de refém mesmo, mas a nova Lemon agiu com maturidade. Gostei.

Temos uma nova personagem em Bluebell. A entrada de Ruby promete mexer um pouco na história também. Além de ela ser ex de Lavon – que continua sendo o prefeito e tentará uma reeleição, ela é conhecida de todos, mas parece que se aproximará mais de Zoe. Tava na hora de ela ter uma amiga – sem ser Rose, com quem pudesse conversar de verdade. Eu gostei de Golden Brooks no papel, e acho que ela só tem a acrescentar na série. Vamos ver, o que acontecerá.

E no fim do episódio, a escolha de Zoe aconteceu. Entre Wade e George, ela oficialmente escolheu ninguém. Achou melhor não se envolver sério com ninguém, principalmente com George, que acabou de sair de um relacionamento de 15 anos. E, conversa vai, conversa vem, depois de Wade ter zoado que a médica é um B – na cama (Po Wade, B- ? Vem ser um A++++ aqui em casa Rachel Bilson), Zoegate ficou um pouco encucada com isso. E não é que este início de temporada termina com os dois na cama novamente? É, acho que esta temporada de fato só dará “Zade”. Comemoremos?

Eu só tenho de dar as boas vindas a Hart of Dixie, para mais uma temporada gostosa de se assistir. Estreia de temporada muito boa, e sem dúvidas, manterá o espírito saudoso das antigas séries da WB no ar. Semana que vem nos vemos, até lá!

Revolution – No Quarter

Data/Hora 04/10/2012, 09:38. Autor
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Vou iniciar a review do terceiro episódio da primeira temporada de Revolution propondo um exercício mental. Se Charlie e Danny fossem mortos pela milícia no próximo episódio, alguém sentiria falta deles? Ainda melhor, sem esses personagens o seriado não iria ficar mais interessante? Na altura do seu terceiro episódio Revolution ainda não conseguiu cativar e grande parte da culpa está em alguns personagens pouco interessantes, para não chamá-los de chatos.

Apesar da audiência da televisão americana estar somando bons números não consigo ligar isso a qualidade da história da série. Apostaria mais no poder da NBC, no trabalho de marketing da série e na vinculação do show ao nome de J. J. Abrams. No horário das 22 horas o episódio No Quarter alcançou classificação de 3.8 na audiência americana, dois décimos a menos que os números do episódio da semana passada.

Apesar dos números altos na audiência não acredito que exista espectador corajoso o suficiente para continuar acompanhando Revolution se a série não começar a se ajudar. A personagem Charlie é uma criatura que nós somos obrigados a acompanhar indo atrás do irmão, igualmente chato, Danny. A diversão fica por conta de Miles, ele é tão mais interessante que já esqueci várias vezes que o verdadeiro o objetivo dessa viagem dele e de Charlie é achar Danny.

Charlie? Nem o nome da personagem ajuda. Eu até tenho uma ideia para o criador Eric Kripke se ele acompanhasse minhas reviews aqui no TeleSéries. Para melhorar a participação da personagem só uma reviravolta completa, tipo, Miles deveria ser o verdadeiro pai de Charlie. Não gastei minha criatividade com o rumo que isso poderia levar e a história passada que isso poderia desencavar, até porque como mencionei no início da review, Charlie poderia morrer amanhã que provavelmente ninguém sentiria falta. Acho que nem o irmão dela ou Miles.

Miles. O verdadeiro motivo dessa série manter algum tipo de esperança. Além das ótimas cenas de ação e luta que esse personagem proporciona ele ainda é… comandante general da milícia Monroe e um dos fundadores da república! A notícia foi a mais interessante desse episódio. Miles ainda mostrou que sente ciúmes de Nora e até isso o deixou mais instigante e quase engraçado.

O bom momento do episódio foi uma das últimas cenas, a libertação de Miles da milícia durante a travessia na ponte. Novamente Charlie mostrou que em um momento de pressão ela funciona muito bem (existe esperança na personagem!). Ela daria uma boa filha do Miles se parasse de querer salvar cada criatura do mundo. Também gostei do personagem de Mark Pellegrino, me pareceu que ele gostou do estilo de fuga de Miles e já está de saco cheio de Monroe. Inclusive Pellegrino merece menção honrosa, pois ajudou a salvar o episódio com a sua participação como o comandante da milícia. Aliás, já que a série não nos diverte o suficiente vamos nos divertir com ela. Quero propor mais dois exercícios mentais sobre Revolution:

1)      Qual (quais) dos personagens poderia morrer no próximo episódio e você não sentiria a mínima falta?

2)     Quais séries você já viu com a participação de Mark Pellegrino? Ponha a cachola pra funcionar, são várias e não vale espiar no IMDb.

Outros personagens que ainda estão devendo são Aaron e Maggie, mas pelo menos agora eles acharam um propósito na vida e foram atrás de Grace. Então quando tudo parecia que tomaria um rumo interessante Maggie fica espantada da mulher que pode recuperar a energia morar em uma casa de campo, com trator e plantações. Esperava o que cara pálida? Uma nave espacial? Um prédio de 10 andares com um outdoor luminoso escrito “milícia estou aqui”. Sério? Estou seriamente desconfiada da água que esse pessoal da colônia do Ben Matheson bebia. A minha esperança ainda é Aaron e espero que ele consiga montar o computador e que os dois continuem a tentar descobrir como reativar a energia.

Aí está o grande enigma de Revolution e a sua esperança de evolução. Porque a energia acabou? Como o pen drive misterioso consegue fazer ela voltar a funcionar? A última cena do episódio quando Aaron consegue ouvir Marvin Gaye no CD player e Maggie pôde ver a foto dos filhos no Iphone resume a força do plot bom que Revolution possui, falta o desenvolvimento em torno dele.

Segundo algumas ações nas redes sociais o próximo episódio promete um duelo entre Nate e Miles. Se Revolution quiser manter o mínimo de sentido o Miles necessariamente precisa acabar com o sem noção do Nate, outro personagem que descansa bem longe dos nossos corações. Enquanto isso, respirem fundo pessoal, a NBC acabou de autorizar a produção de uma temporada inteira de Revolution então nós teremos muito o que conversar.

PS1: Lembram que falei da quantidade de parques infantis abandonados no cenário de Revolution? Aaron disse que o mundo virou um grande parquinho escolar depois do apagão. Acho que ele tem razão, em todos os sentidos.

PS2: Ainda bem que foi Marvin Gaye que estava tocando no CD player que Aaron pegou. Imagina ter alguns segundos apenas para ouvir uma música e sai logo um “Ai se eu te pego” do aparelho de som? Ninguém merece, nem Aaron e nem a Charlie.

Hawaii Five-0 – Kanalua

Data/Hora 03/10/2012, 13:54. Autor
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Como não achar Hawaii Five-0 uma das melhores séries policiais da atualidade? O episódio desta semana resume basicamente o sentido do alto nível de episódios que o show vem apresentando. A terceira temporada iniciou muito bem, e sem dúvida se manterá assim.

Nesta semana, um simples roubo de galeria de arte, se tornou a chave para um sequestro. Nossa força tarefa ao se deparar com uma possível chantagem e venda no mercado negro de obras, acaba recorrendo a August March (Ed Asner), que poderia ajudá-los a descobrir quem estaria por trás do roubo e do plano. Trazer March à Hawaii Five-0 é sempre bom. O ator, que contracenou com o elenco original na primeira série, apresenta um personagem consistente e bastante interessante. Tanto que, faz acontecer uma reviravolta e descobrirmos que na verdade, quem está por trás do roubo é ele mesmo. Sacada de mestre dos roteiristas. Só achei um pouco antecipado a morte do personagem no fim do episódio. Depois que a Cinco-Zero descobre toda a armação e o envolvimento de March, o mantém sob custódia. Ele entretanto, diz saber aonde estaria a menina sequestrada e filha de um dos “assaltantes” – motivo a qual levou um corredor profissional a participar do assalto, estaria. Quando a equipe chega no suposto local, March desvia dos policiais e se joga na frente de um caminhão. Claro que, na idade em que estava, o personagem achava melhor morrer do que passar o resto dos dias na prisão. Uma pena, pois uma futura aparição no futuro, seria sempre bem vinda.

Neste episódio tivemos também um desfecho da história de Malia. Houve o funeral da personagem, e preciso atentar para esta cena. Eu acho uma das coisas mais incríveis, essa paz que a cultura do Hawaii transmite para nós. Uma cerimônia, onde todos estavam na prancha, enquanto Chin jogava as cinzas de sua falecida esposa na água. Tudo isso acompanhado de um céu azul, e uma tranquilidade que é indescritível. Acho interessante, eles tratarem a morte como um rito de passagem mesmo. O próprio Chin menciona que, um dia eles ainda irão se encontrar. Bonito e tocante. Ponto para a série, sem dúvidas. E apesar de todos estes eventos, a dinâmica do grupo ainda se mantém sólida. Prova disso, é a quantidade de “te amo” que eu ouvi entre eles neste episódio. A equipe é muito unida, e é mais um atrativo para a série. Bonito ver que, ambos se tratam como se fossem irmãos de sangue. A equipe estar ali por Chin foi bem emocionante.

A recém chegada no elenco fixo Catherine é outra que parece aos poucos se encaixar. Assim como Max, ela vem chegando de mansinho. Apesar de suas pequenas participações na temporada anterior, ela será um importante fator nesta temporada, ajudando a Steve a resolver o mistério entorno de sua mãe. A personagem já havia me cativado antes, e acho que ela terá muito a contribuir no enredo da série. Espero que logo logo, ela seja efetivada a uma Cinco-Zero. Jeito para a coisa ela tem – vimos ela em um desfarce para lá de sensual (e coloca sensual nisso), enquanto ajudava a equipe a resolver o caso envolvendo March.

O episódio terminou com mais um momento emocionante, em que Chin revela para Danno como ele conheceu Malia. Nos gestos e nas palavras do personagem, dava para ser transmitido a dor, mas também um certo conforto de que agora ela estava em um lugar melhor. Claro que Chin sentirá falta, mas com a ajuda da equipe ele vai superar. E neste mesmo encontro, embalado pelas bizarrices engraçadas de Kamekona, Catherine revela para Steve uma surpresa: ao tentar encontrar Doris, ela descobre que a mãe de McGarrett nunca deixou Ohalu. Steve assim cono nós, fica espantado. Estou muito desconfiado da Mama McGarrett, e não faço ideia do que ela vai aprontar. Claro que, alguma ligação com Wo-Fat ela tem. Palpites? Nos vemos na semana que vem.

Partners – Chicken & Stuffing

Data/Hora 03/10/2012, 09:19. Autor
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Esta semana Partners seguiu a linha do episódio anterior, mas com um ar bem mais familiar. Com seus personagens devidamente apresentados, as histórias seguiram bem a vontade.

Neste episódio, o relacionamento de Joe e Ali esteve no centro das atenções, novamente. Mas desta vez o casal estava passando por problemas sexuais.  Louis percebe que algo incomoda o amigo e acaba descobrindo que Joe não transa com a noiva há nove dias. Claro que Louis se intromete, e vai aconselhar Ali, que não gosta nadinha. Mas acaba acatando as sugestões, e realiza um sexo incrível nas palavras de Joe. Louis também aconselha a moça a cozinhar para o noivo, e até agrada o rapaz. O que não agrada claro, é Louis ficar se intrometendo onde não deve. Mas são estas intromissões que tornaram o episódio bem agradável. Louis roubou a cena, como no piloto, e as melhores piadas foram as deles.

Ali conseguiu ter seu momento engraçado da semana, com uma assistente para lá de esquista. Mas o mesmo não pode se dizer de Wyatt, que continua sem graça e totalmente fora do contexto. Aliás, ele não tem química alguma com Louis. Brandon Routh e Michael Urie inclusive parecem não se sentir a vontade contracenando. Pode ser até impressão, mas Wyatt, quando está com Louis não combina muito. Agora, o que combina bastante é a dupla principal, claro. A sacada de Joe acabar se intrometendo e ajudando Louis, no final, mandando o bolo para Wyatt, comemorando os cinco anos de sobriedade dele, foi bem bacana. Mostrou que, mesmo em atitudes que incomodam, os dois se completam, e a amizade e importância que um tem pelo o outro fala mais alto. Valeu a pena. Uma química que dá certo e que merece ser explorada em cada cena na comédia, inclusive nas coadjuvantes, como nas cenas de Ro-Ro com Wyatt ou até mesmo na tentativa de marcar a depilação de “bolas” do Louis. Hilário.

O segundo episódio de Partners conseguiu fluir bem mais que o primeiro, fazendo eu me apegar ainda mais pela série. A audiência infelizmente não está muito boa. Já vou avisando para tentarem não se apegar muito, apesar de que o rating subiu um pouquinho em relação a semana passada. Vamos aguardar e ver os demais episódios, mas já na torcida.

Once Upon a Time – Broken

Data/Hora 02/10/2012, 17:59. Autor
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O segundo capítulo começou! É interessante saber que toda a trama da primeira temporada seguiu exatamente uma jornada com começo, meio e fim. A maldição acabou, e agora?

O início dessa nova jornada nos traz não só mais perguntas, mas, também, um futuro incerto. Os vilões estão mais fortes agora que a magia voltou. Novos perigos foram introduzidos e ficamos com a curiosidade de saber: o que esperar dessa segunda temporada? Posso apenas adiantar uma coisa, esse novo capítulo estará repleto de aventuras dignas dos mais belos clássicos.

O que se sabe é pouco ainda, apenas é possível dizer que a rotina de acompanhar os flashbacks é passado, agora a alternância entre os mundos é um loop atual. Os dois mundos separados apenas um portal. Agora, até os oncers de carteirinha podem se sentir um pouco perdidos. Não que isso seja tão ruim!

O desconhecido gera expectativas, o desejo de conhecer coisas novas. Expectativas pela aquela sensação gostosa de você assistir a um episódio de Once Upon a Time e sentir que existe um final feliz mesmo para os momentos mais terríveis de nossas vidas.

Agora, que a magia está aqui, devemos prestar atenção nas consequências que todo esse poder trará para o pequeno vilarejo. Então senta aí, que a história vai começar.

A magia em Storybrooke.

É óbvio que esse acontecimento tornou a volta de Once Upon a Time uma das mais esperadas dessa fall season. Pensar que os personagens estão realmente em nosso mundo e saber que eles tem conhecimento de quem são, tornou a nossa mente um leque de grandes possibilidades para a sua continuação. Mas era fato que eles iriam atrás de Regina para vingança e era uma das cenas que eu mais esperava!

Somente eu que fiquei ansioso em ver Regina levantando os braços com o sinal de que soltaria um grande poder sobre a população de Storybrooke e de repente: falhou. Emma, é claro, assumiu a sua postura de mulher que honra as suas promessas e uma delas foi a de Henry. E para aqueles que pensam que o único objetivo de Henry na série era o simples fato de ele sempre tentar convencer a todos que havia uma maldição, vocês estão extremamente enganados. Ele é a única razão que mantém a linha do bem contra o mal intacta. Emma não matou Regina, ou vice-versa, pois Henry pediu. Ele é de fato a balança que não permite uma guerra imensa entre todos os habitantes de Storybrooke.

Mas o terrível aqui é saber que Gold tem os seus poderes e pretende seguir com um plano engenhoso que até agora é desconhecido – como sempre. O Mr. Gold sempre foi e sempre será uma incógnita. Por ser o Senhor das Trevas, ele possui o dom de prever o futuro e com isso, conseguir se preparar e até planejar como o futuro poderia ser. Mas a verdadeira pergunta é: o que ele pretende fazer com a magia em Storybrooke? Controlar o nosso mundo? Não foi ele mesmo que disse que poder é tudo? Esse é um daqueles momentos terríveis em que paramos e tentamos imaginar Rumpelstiltskin como Presidente dos Estados Unidos.

O triângulo amoroso da temporada: Mulan, Aurora e o Príncipe Felipe.

Quem aqui vai começar a shippar o casal Mulan e Príncipe Felipe levanta a mão! Nunca pensei que isso pudesse acontecer, mas me apaixonei pelo casal desde a primeira vez que os vi juntos. Um recorde! Mesmo que Aurora seja a alma gêmea do príncipe, da uma dor no coração em saber que sua alma foi roubada. Mas aí se cria uma situação meio conturbada, não acham? Temos uma pequena divisão de fãs de Once Upon a Time que preferem aquela magia clássica encontrada com o beijo verdadeiro entre Felipe e Aurora, e tem aqueles que preferem o amor proibido entre Mulan e Felipe. Mas do que adianta preferir um dos casais se o personagem principal se foi?

Acredito que o príncipe voltará do mundo dos mortos de alguma forma e se isso acontecer, haverá um baita problema em relação a quem ele vai escolher. A Mulan pode ser caracterizada por essa frieza em relação a se manter como uma guerreira mulher, mas todos tem um coração por dentro (Rumple é um grande exemplo disso!). Mas o que fechou com chave de ouro foi ver Mulan dizer que a causa da morte de Felipe foi devido a Emma e Branca de Neve. Os meus olhos se arregalaram em descobrir que Emma havia ido para o reino encantado!

A família Charming unida

Assim como Emma, eu esperava por esse momento encarecidamente! O grande reencontro dos pais com a filha que havia sumido a vinte oito anos atrás foi épico. E que cena mais emocionante foi aquela, não é? Incorporamos uma pessoa bipolar ao chorar com Branca de Neve ao encontrar Emma e rimos com os pais ao escutar serem chamados de avós pela primeira vez.

Mas nem tudo foi chocolate e coca-cola. Algo que eu já esperava era ver Emma em seu grande dilema de ter que aceitar os seus amigos como os seus verdadeiros pais. Não é estranho saber que seus pais, na verdade, tem a mesma idade que você e foram os seus melhores amigos? É claro que David não era tão próximo de Emma e ainda era um bobão como humano, mas vemos essa troca de personalidade ao assistirmos ele em ação em diversas cenas do episódio incorporando o grande príncipe encantado que ele é! No entanto, esse drama vai perdurar e muito nessa temporada. Não será uma situação fácil para Emma aceitar.

A Bela e a Fera

O relacionamento entre o monstro e a bondosa Bela também tiveram os seus momentos mágicos no episódio. Emilie de Ravin com aquele sotaque faz qualquer um que esteja estressado do trabalho, ficar manso como gato e chorar feito uma menininha ao escutar as belas poesias que saem de sua boca toda vez que ela tenta converter Rumple. Mas ele é destemido e em seu coração ardem as trevas. Será um trabalho árduo para Bela tentar tornar o Mr. Gold em uma pessoa do bem. Seria o milagre do amor.

“Você brinca com as palavras como brinca com as pessoas” – Bela

O estranho da carta

Nunca vi. Não sei quem é. Não imagino o que ele possa saber ou fazer nessa temporada. A única coisa que sei é que ele possui alguma ligação com Storybrooke e que precisava saber que a maldição havia sido quebrada.

Algumas hipóteses? Sim, eu tenho. Poderia ser o filho do Rumple. Poderia ser o pai do Henry. Poderia ser os dois (quem sabe?). Ou poderia ser o Peter Pan, quem sabe? Mais um personagem misterioso para tentarmos descobrir quem é, contando o Dr. Whale, que está fazendo muita gente se esfolar viva de tanta curiosidade!

A bruxa está à solta!

Por fim, Regina está de volta com os seus poderes. Ela passou por maus bocados nesse episódio e não era para tanto, não é? A infeliz infernizou a vida de vários habitantes em Storybrooke e mereceu sofrer um pouco nesse episódio sim. Mas ainda bem que os seus poderes voltaram, por que era algo quase que obrigatório que acontecesse em Broken. Para essa temporada eu deduzo que vai acontecer uma bela de uma guerra entre Rumple e Regina, agora que o Mr. Gold sabe que Bela está viva. Ainda posso chutar longe que ela tentará impedir a união de Branca de Neve e James. A única coisa que tenho certeza é que vai rolar muita briga nessa temporada.

Tenho certeza que deixei passar alguns fatores de extrema relevância. Não comentei sobre o talismã e nem sobre o sugador de almas, pois acredito que ele voltará em algum outro momento e poderei descrever com mais detalhes sobre ele. A review ficou um pouco extensa, mas acho que reflete a junção do que eu espero para essa temporada e do que eu achei do episódio. Ele simplesmente foi perfeito. Me surpreendeu do começo ao fim e não me decepcionou em nenhum aspecto.

Ainda estou nas expectativas para ver o que acontecerá com Emma no mundo da magia e sua adaptação à nova vida de princesa. Tenho certeza que ela fará uma grande amizade com Mulan, pois ambas tem muito em comum, não acham?

O segundo capítulo começou e desejo a todos os oncers uma ótima jornada em busca do felizes para sempre. Mas tenham cuidado, hein? A magia está nas mãos erradas.

Homeland – The Smile

Data/Hora 02/10/2012, 13:15. Autor
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Após abocanhar os prêmios nas principais categorias no Globo de Ouro e no Emmy, Homeland volta para uma segunda temporada com a obrigação, se não de superar, pelo menos de manter o altíssimo nível da sua temporada de estreia. Se a série tomar esta premiere como parâmetro, não vai ser muito difícil corresponder às expectativas.

O principal objetivo deste episódio foi lembrar que, no meio de tantas séries sobre pessoas, Homeland é uma série sobre ideias. E quem acredita em ideias sabe que elas estão acima de qualquer coisa, de qualquer indivíduo. E foi isso que fez, tanto o Brody como a Carrie, saírem da vida tranquila que tinham conquistado após os acontecimentos do fim da primeira temporada para servirem àquilo que acreditam. A Carrie não é e nunca foi uma professora de inglês. Ela é uma agente que serve ao seu país e que passaria por cima de mágoas e traumas para cumprir o seu dever. E ao contrário do que alguns podem pensar, ela não estava atendendo à um pedido do Estes ou do Saul, mas sim da sua pátria, e mais que isso, da sua ideologia. Assim como o Brody não é e nunca foi um político. Ele é um soldado que agora passa por uma dificuldade para escolher ao lado de quem lutar.

Claire Danes justificou porque foi a atriz do ano, mostrando com perfeição o desespero de quem não sabe se deve voltar ao campo de batalha. Damian Lewis também não fez feio. As cenas em que ele rouba a relação de alvos, ou quando ele enterra o alcorão, foram não menos que espetaculares. Morena Baccarin não ficou pra trás e também convenceu na pela da esposa que passaria por cima de tudo pra conseguir a ascensão ao poder, com um belo retrato de família na estante da sala (e novamente aqui outro personagem passa por cima do que for preciso pra manter viva uma ideia).

Se a série passa uma preocupação em algum aspecto, com certeza é em relação ao rumo que irá tomar. A ideia de apagar a memória da Carrie e começar a história praticamente do zero soou um pouco preguiçosa. Todo mundo sabe que o Showtime tem o costume de arrastar suas produções por mais tempo que o aceitável, enquanto estiver conseguindo números de audiência satisfatórios. O maior exemplo disso é Dexter, que deveria ter terminado há pelo menos 3 temporadas. E Homeland é uma série que já nasceu com prazo de validade determinado. O máximo que a série consegue conceber é esta temporada, para que a Carrie tenha certeza de quem é o Brody realmente, e mais uma, para que ela consiga provar. Se passarem disso a série será mutilada por um desgaste natural. Resta torcer para que a tratem com o respeito que merece. Até lá será um prazer acompanhar esse Tom e Jerry de luxo.

PS: É impossível falar deste episódio e não mencionar a sequência onde a Carrie é perseguida, consegue se livrar e dá um sorriso. Duvido que exista alguém no mundo que não tenha vibrado com aquela cena. A pergunta que fica é: como não amar Claire Danes? (Gif gentilmente cedido pela @juhsuedde do http://ihaveaprestigiousblog.tumblr.com/)

 

Dexter – Are You…?

Data/Hora 02/10/2012, 13:12. Autor
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A nossa ansiedade chegou ao fim e a sétima temporada finalmente chegou! Todo mundo ficou com o coração na mão quando a Deb entrou na igreja e pegou o Dexter no pulo. Não tinha desculpa que colasse e nem pra onde fugir, depois de sete temporadas e muito jogo de cintura, Dexter ficou encurralado. De verdade.

Já era de se esperar que Debra não aceitasse muito bem a situação, mas mesmo sendo pego, Dexter conseguiu persuadir a irmã e fazer com que ela concordasse em não ligar para a polícia e ajudasse a “sumir” com o corpo. No começo, Deb queria acreditar que aquilo não passava de um surto de insanidade temporária e que realmente Travis tinha tentado atacar Dexter.

Além de ter que convencer a irmã que ele era inocente e que a morte de Travis foi sem querer querendo, a mala do Loius volta a pegar no pé de Dex. O maior fanboy de todos os tempos finalmente conseguiu se infiltrar na casa, roubar os números dos cartões de crédito e enviar a mão do Ice Truck Killer via correio para o Dexter. (esse pacote demorou pra chegar né? Mandou para um endereço na mesma cidade e demorou o episódio todo pra chegar na casa dele? Eficiência dos correios, cadê?)

Gostei da tensão entre Debra e Dexter durante o episódio. Ela desconfiada, ele se fingindo de morto, mas no fundo, no fundo todo mundo sabia que ela não ia engolir essa fácil. Afinal, não é todo dia que se tem a chance de descobrir que seu irmão é um assassino de sangue frio que carrega facas, plástico e avental emborrachado no porta malas.

Fiquei com dó do Mike Anderson! Eu gostava dele, todo estilosão, cara de badass, mas era certeza que ele ia acabar sendo uma pedra no sapato da investigação do Travis Marshall. Acho que poderiam ter adiado a morte dele um pouquinho. Mas nessa série é assim: quem pergunta demais, cutuca demais, acaba com o pé na cova! Fica a dica Laguerta!

E por falar em Laguerta, como que ela achou aquela lâmina tããão escondidinha dentro do ralo? E como com aquele fogaréu todo, que fez churrasquinho do Travis, deixou a lâmina intacta? Não derreteu o sangue, nem fez o vidro estourar? Achei meio forçado, mas se não fosse isso, de que jeito a Laguerta iria desenterrar o Bay Harbor Butcher e se tornar o problema número três do Dexter nessa temporada?

Sua irmã descobre que você matou um cara, você chega em casa e tem um babaca fuçando no seu computador, um cara da sua equipe é morto, você não tem muito tempo para cuidar do seu filho. O que fazer com todos esses problemas? Sair para matar um manolo da máfia ucraniana, mas é claro!

 

Para tudo. O Dexter está muito inconsequente. Como ele vai atrás do cara no meio da tarde, entra com seringas no aeroporto, ataca o cara no banheiro, mata numa salinha de achados e perdidos e sai com o cara numa bag de caiaque? Esse menino não era assim! Cadê o Harry pra dar uma dura nele? Onde está o pai-alucinação-consciência numa hora dessas? Eu ainda acho que essa história dos caras da boate não acaba por aí e o Dexter ganhará mais um problema para sua lista.

Então se passou mais da metade do episódio, todo mundo achando que o Dexter está mais do que encrencado e o que acontece? A Debra resolve lembrar quando Brian tentou mata-la e acaba percebendo a incrível semelhança com a morte de Travis. Ela revira os arquivos e pesquisa mais sobre o assunto que todo mundo pensou que estava morto e enterrado. Pronto, Deb faz a ligação Ice Truck Killer e Dexter.

A atuação de Jennifer Carpenter estava impecável. A sua personagem cresceu e a interpretação teve uma evolução junto com as temporadas. Ela soube expressar muito bem toda a tensão de Deb, conseguiu por pra fora todos os conflitos que ela estava passando e os diálogos ficaram impecáveis. Já Michael Hall dispensa comentários, sempre com aquela cara inabalável e com uma tensão que só ele consegue criar.

A cena final conseguiu fechar o episódio perfeitamente. O “Are You…?” começou com um conflito entre Dex e Deb e terminou com um choque pior ainda. Eu estava esperando esse diálogo há sete temporadas:

Debra: Você matou todas essas pessoas?

Dexter: Matei

Debra: Você é um serial killer?

Dexter: Sim

Confesso que sempre estive esperando esse momento chegar, mas agora que ele chegou, tenho medo do que possa acontecer. Debra é muito correta pra aceitar Dexter do jeito que ele é. Aqueles flashbacks da infância deixou clara a única opção: Dexter querendo mostrar pra irmã quem ele realmente é e ela sofrendo com a situação.

Grimm – The Good Sheperd

Data/Hora 02/10/2012, 11:41. Autor
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“Vestido com pele de ovelha, o lobo entrou no rebanho. Em seguida seguiu um pequeno cordeirinho que logo foi abatido”.

A volta de Grimm após o último episódio Quill ocorreu depois de quase um mês de hiato na televisão americana devido à exibição do seriado The New Normal pela NBC. Nick voltou a lidar com os Wesen em The Good Sheperd (O Bom Pastor), que é baseado no conhecido conto dos Irmãos Grimm O lobo e os sete cabritinhos. Outra fábula parecida e muito conhecida é de La Fontaine, O lobo e o cordeiro.

Apesar de ser um episódio com uma das histórias mais conhecidas e assim reconhecíveis em Grimm, foi o episódio mais fraco da temporada até agora. Temporada essa, não custa dizer, com nível muito superior ao primeiro ano de Grimm. A estreia já arrebatou a segunda melhor audiência da história da série.

O caso da vez foi simples de ser resolvido e não trouxe nada de muito empolgante. Nick e Hank novamente precisaram da ajuda de Monroe e desvendaram o mistério do assassinato do contador da igreja. Já o “lobo mau” (Blutbad) sofreu com os próprios cordeirinhos. Só quem se deu bem foi “lobo na pele de cordeiro”, a assistente do reverendo Megan Marston, interpretada pela atriz de True Blood, Kristina Anapau. Aliás, não lembro de outro episódio de Grimm que tenha terminado com a última cena ligada apenas ao caso do episódio em questão e não a algum desenrolar em relação a vida de Nick.

Monroe como infiltrado não esteve tão engraçado como normalmente, mas deu pra rir dele reclamando do relógio digital e recusando o abridor de cartas parecido com uma faca: “eu não recebo tantas cartas assim”. A melhor aparição do Blutbad do bem foi com Hank, que ainda não se acostumou com os Wesen e fica o tempo todo imaginando que Monroe “está fazendo aquela coisa”.

Em The Good Sheperd conhecemos as criaturas Seelenguter como os cordeirinhos. Segundo Monroe eles gostam de viver em bando. Seelenguter em alemão significa algo como “boa alma”. Monroe também explicou que pessoas normais como Hank são chamadas pelos Wesen de Kehrseite (outro lado, em alemão), mas como Hank já sabe da existência dos Wesen ele passa a ser chamado de Kehrseite-schlich-kennen (em alemão é algo como o outro lado que sabe).

O outro plot da série teve pouco desenvolvimento neste episódio: nada ainda sobre a mãmãe Grimm, Juliette continua tentando lembrar de Nick e o Nuckelavee que estava em Portland procurando a chave de Nick acabou morto pelo Grimm. Aliás, Nick está cada vez melhor com suas habilidades em lidar com os Wesen do mau e dessa vez não teve muito trabalho, mas chegou na hora certa pois o  Nuckelavee havia descoberto a localização do trailer.

Com tantos Wesen aparecendo desse jeito em Portland só nos resta esperar muitas participações especiais nessa temporada da série. Algumas já foram confirmadas e nos próximos episódios vão estar presentes a atriz Kate del Castillo (Weeds) e os atores Jason Gedrick (fez os filmes Águia de Aço e Terra Prometida) e Michael Grant Terry (Bones).

Outra novidade confirmada para a série é o retorno de Claire Coffee, a hexenbiest Adalind. A atriz vai entrar para o elenco regular de Grimm e seu retorno pode estar ligado ao fim dos problemas de memória de Juliette. A poção que Adalind fez foi a responsável pela perda de memória da namorada de Nick. No entanto, mesmo com o retorno dela vai ser difícil Nick obter sua ajuda já que a mãe do Grimm acabou matando outra hexenbiest, mãe de Adalind.

O próximo episódio de Grimm vai ao ar nos Estados Unidos na próxima sexta-feira, dia 5 de outubro e se chamará Over my dead body. Enquanto o dia não chega vale conferir novos vídeos que saíram sobre as próximas cenas da série. Outra dica valiosa é o Tumblr oficial do seriado que conta com promoções, informações, vídeos, fotos e memes muito engraçados tirados dos episódios. Até semana que vem Grimmsters!

Boss – Backflash

Data/Hora 02/10/2012, 11:18. Autor
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Waaal. Waaal. PQP, waaal. A minha ideia para as resenhas do Boss sempre foi a de ser sucinto e ao menos parecer inteligente. Waaal. Hoje eu não vou conseguir. Backflash me deixou sem palavras. Foi uma das melhores horas que passei diante da TV nas últimas semanas. Um destes episódios que te faz lembrar porque você assiste séries de TV – especialmente nesta semana de season premieres, repleta de pilotos de qualidade duvidosa e season premieres mornas.

Kane foi para o Canadá, pra um tratamento experimental e relâmpago. Pra quem, como eu, é obcecado por verossimelhança, é meio difícil de engolir esta história. Mas a verdade é que isto importa menos quando o roteiro funciona perfeitamente. Kane luta contra as vozes na sua cabeça enquanto que flashbacks (ou blackflashs?) revelam detalhes de seu passado – sua responsabilidade pelos conflitos raciais em Chicago no passado, o que fez para tirar o pai de Connie de cena, o filho que não reconheceu – todas as ações que o tornaram o monstro que é hoje.

O episódio, apesar disto, não é de Kelsey Grammer e sim de Connie Nielsen. Apagada na temporada, por razões óbvias, Meredith retorna e mostra porque é a primeira dama de Chicago – criando fatos para a imprensa e tomando as rédeas de situação em um momento de crise.

Mas Backflash é perfeito não por conta de performances, mas por mostrar como a série funciona como um grande quebra-cabeça, onde as peças se encaixam com precisão e naturalidade. Emma (e todos nós) descobrimos que o avô é mantido em estado catatônico por influência de drogas, Ian provavelmente é o filho de Kane e Kitty e Sam agora sabem que Ezra Stona é Rosebud. Tudo funciona como um máquina, como uma orquestra, levando Boss a um nível de excelência em roteiro que eu não via desde o primeiro ano de Damages. Pensando bem, até que consegui dizer bastante sobre o episódio. Waaal.

Haven – Stay

Data/Hora 01/10/2012, 22:32. Autor
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Em Stay, Duke tenta descobrir a identidade do Caçador e Audrey e Nathan cuidam de mais uma situação, no mínimo, estranha.

Como efeito da perturbação desta semana, cachorros transformavam-se em humanos. Tor Magnusson, dono de uma fazenda nos arredores de Haven, levou Jesse, o animal de estimação de seu filho, ao canil da cidade para ser sacrificado. O cachorro estava doente, e ele, por egoísmo, não queria assumir os custos do tratamento. Mas o que ele não sabia era que sua perturbação se manifestava quando, demonstrando crueldade para com um animal, este se transformava em humano. Quando ele deixa o canil todos os cachorros se transformam e saem pela cidade, procurando alimento. Uma parte desta matilha, volta com Jesse para a fazenda e leva Liam, filho do fazendeiro, para a floresta, numa tentativa de proteger o menino.

No meio do caminho entre a transformação de Jesse e o rapto de Liam, Audrey e Nathan entram em cena para desvendar mais este mistério. Entra em cena também a Dra. Callahan. Psicóloga designada pela prefeitura para fazer uma avaliação da agente Parker, ela está familiarizada com os casos de Nathan e Audrey, pois trata, também, dos cidadãos acometidos pelas perturbações. E se Audrey, como sempre, consegue descobrir a natureza da perturbação, a Dra. Callahan tem papel decisivo na solução do caso, pois consegue prever os comportamentos dos protagonistas da história. É a médica que percebe que, se ao tratar o animal de forma cruel, este acabava se transformando em humano, tratando-o com humanidade, o efeito poderia ser o contrário.

O caso desta semana só não foi o pior da história de Haven, porque tenho o consolo de pensar que o episódio bem poderia ser um alerta. Quantos animais estariam se transformando por aí se a habilidade de Tor Magnusson fosse contagiosa? E, pelo menos, na tela, aqueles que defendem a proteção aos animais, tiveram um gostinho de vingança.

O destaque do episódio, no entanto, ficou com Duke, que, juntamente com Dwight, pressionou Vince e Dave para saber mais sobre o Caçador. Os irmãos ainda continuam discutindo sobre a pertinência de revelar mais do sabem sobre o passado de Haven e, desta forma, a história vai sendo revelada a conta gotas.

Duke descobre que o Caçador não é uma pessoa, mas uma chuva de meteoros que acontece a cada 27 anos, vinda da constelação de Órion, e nestas ocasiões Lucy, Audrey, ou seja quem for a agente Parker, desaparece. O evento está para se repetir dali a 49 dias e Audrey vai ter que correr contra o tempo para desvendar o mistério.

Uma das implicações mais imediatas da revelação de Duke, é que, aparentemente, Audrey irá se afastar de Nathan, apesar dos conselhos da Dra. Callahan. Bom para a série que mantém a expectativa do relacionamento dos dois. Ruim para aqueles que desejam que Nathan e Audrey se acertem. Mas, entre uma e outra situação, Duke tem razão, pois como ele mesmo afirmou, se ele estivesse no lugar de Audrey, gostaria de saber sobre o Caçador. Aparentemente, também, Duke será mais companheiro de Audrey nesta jornada do que Nathan, a não ser que a Dra. Callahan consiga influenciá-la a romper a barreira que fatalmente Audrey tende a colocar entre eles.

Do episódio restou uma pergunta: se o Caçador é uma chuva de meteoros, quem raptou Audrey e invadiu o escritório de Vince e Dave?

Para terminar, devo dizer que não li The Colorado Kid, conto de Stephen King que inspirou Haven, mas que estou providenciando sua leitura, porque esta terceira temporada adquire, cada vez mais, a marca bizarra do autor.

E para quem prefere acompanhar o seriado pela programação do Brasil, uma boa notícia. Hoje a noite o Syfy exibe o primeiro episódio dessa terceira temporada.

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