TeleSéries
Last Resort – Blue on blue
09/10/2012, 09:51.
Gabriela Assmann
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O segundo episódio de Last Resort veio para confirmar que a série é uma das ótimas produções que estrearam nessa fall season. Eu recomendaria a qualquer pessoa acompanhar se não fossem os boatos de cancelamento que infelizmente já estão rolando sobre Last Resort. Acho uma pena de verdade. A série é muito boa pra ser cancelada sem ter ao menos uma temporada completa.
Blue on blue manteve o nível do piloto se não foi melhor. O ritmo de Last Resort é muito bem e não cansa, já que a série é muito dinâmica. Neste episódio tivemos mais contato com a história de Kylie, a cientista que desenvolveu a tecnologia que é capaz de manter o U.S.S Colorado escondido dos radares. Esta tecnologia tem sido, até o momento, o grande trunfo do submarino capitaneado por Marcus Chaplin. A novidade é que Kylie descobre que por isso pode ser presa para interrogatórios e acaba mandando descobrir quem deu a ordem para o Illinois (outro submarino americano) atirar contra o U.S.S Colorado. Acontece que o seu “amigo” acaba levando a pior e a única informação que ela consegue é um papel escrito “Ordem 998”. Vejo-a como uma personagem muito importante na série, já que parece a única pessoa (das que tem possibilidade de fazer isso) disposta a descobrir a conspiração por trás de tudo isso.
Achei bem interessante também o fato de o exército americano ter levado a Christine e mostrado para ela algumas coisas sobre seu marido Sam Khendal, procurando fazer com que ela faça ele desistir do que está fazendo e depor o Capitão. O advogado que foi salvar a moça, pelo que entendi, está ajudando o exército. É isso mesmo?
Blue on blue foi o episódio de revelar alguns segredos sobre os personagens. Descobrimos algumas coisas sobre Sam e sobre o filho do Capitão Chaplin que foi morto por fogo amigo na guerra. Os marinheiros ao descobrirem isso começam a questionar os motivos do comandante, o que deixa o clima ainda mais tenso.
O que mais tem me animado são as tramas envolvendo Tenente Grace. Amo a coragem e a ética dela. Fiquei muito tensa torcendo para que ela não fosse alvejada pelas costas como Prosser desejava. Por fim ela foi ajudada por James e indiretamente por Tani. Acho que esses dois ainda vão ter um papel importante na série, embora ache ele um tanto quanto fora de lugar ainda. E pra melhorar tudo ainda mais, agora, além de tudo, temos os russos envolvidos na parada numa tentativa de relembrar a Guerra Fria, embora o foco continue sendo americanos x americanos. A série gira sempre em torno disso.
E, definitivamente, o que eu mais gosto em Last Resort é dos personagens. Acho que eles foram muito bem construídos, bem como os diálogos. Adoro esses dilemas éticos que estão sempre perpassando a narrativa. Já fui totalmente cativada pela Tenente Grace, por Sam Kendall e pelo Capitão Chaplin. Amo os três. A única queixa que tenho é que não consigo acompanhar tanta coisa. Embora isso dê ritmo para a série eu fico incomodada de não conseguir saber o nome de todos os personagens.
Confesso que já estou com os dedos cruzados aqui. Eu gostaria muito que Last Resort tivesse vindo para ficar, pois acho que é uma produção muito boa e eu realmente gostei bastante. Podiam salvá-la do cancelamento, né? Mentalizem comigo, guys!
PS: Que cena a de Sam conversando com o Capitão Chaplin! Muito boa!
Dexter – Sunshine and Frosty Swirl
09/10/2012, 09:49.
Juliana Baptista
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Confesso que sou uma pessoa mal humorada e gosto de reclamar de todas as coisas. Mas até mesmo eu não seria capaz de falar mal de Sunshine and Frosty Swirl. Por onde começar? A revelação de Dexter foi fascinante e a reação de Debra, melhor ainda. Não consigo imaginá-la reagindo de outra maneira a não ser negando, saindo correndo, entrando em pânico e vomitando no jardim. A atuação de Michael Hall e Jennifer Carpenter me deixou surpresa, mesmo depois de seis temporadas. Foi lindo.
Outra atitude que se encaixou bem na situação foi Debra ter tentado fazer Dexter parar. Tentar uma rehab caseira foi a única saída que a irmã desesperada encontrou. Lógico, ela não iria entregar o irmão para polícia, mas também não aceitaria sua postura numa boa. Acho que todo mundo ficou com dó de Debra: de uma vez só ela descobre que o admirado irmão é um serial killer e o pai-exemplo ajudou a moldá-lo ao invés de reprimi-lo. Todos esses conflitos pessoais mais todas as tretas do departamento de polícia. Como ela aguenta? Incrível como Debra saiu de “policial disfarçada de prostituta” conseguiu chegar a tenente que lida com chumbo vindo de todos os lados.
E Dexter contando sobre o Código do Harry e o Dark Passenger? (você dá um nome pra isso?)Pareceu um desabafo tão sincero, que não tem como sentir raiva dele. Pena que Debra não consegue aceitar. Mas achei bonito da parte dela ir pesquisar sobre serial killers e aprender como eles pensam e se comportam. Ela pode até saber mais sobre o assunto, mas nunca irá entender o irmão de verdade.
Dexter nunca esteve tão encrencado como nessa temporada: Deb sabe “tudo”, Laguerta está ligando os pontos do Bay Harbor Butcher, Louis certamente sabe sobre a ligação entre ele e o Ice Truck Killer e logo logo a máfia ucraniana vai aparecer na cola dele. Por favor, providencie uma nave espacial pra esse homem sair do planeta!
Acho que a história do Louis ainda tem pano pra manga. Com certeza ele sabe de mais informações do Dexter, porque ninguém ficaria tão irritado por causa de uma crítica negativa sobre seu trabalho. E claro, se ele não soubesse da ligação do Dexter com o ITK, porque ele enviaria a mão pelo correio? Porque cancelaria os cartões de crédito? Ainda precisamos de mais alguns episódios pra saber qual é o plano desse maluco. (E por falar em mão do caso ITK, o que foi aquela cena do Masuka? Estava sentindo falta dos comentários pervertidos dele)
Já Wayne Randall serviu de ótimo paralelo para o episódio. Um cara que matou várias pessoas, mas que agora está arrependido e quer colaborar com a polícia. Achei muito bonito o diálogo final que ele tem com Dexter, só fiquei preocupada se realmente esta seria a única saída para o protagonista. Sério, ficaria muito decepcionada se Dexter se suicidasse no final da história. Ele sabe e nós também sabemos que não tem como mudar a essência de um assassino, não há saída. Dexter está tomando seu sol e espero que não esteja aproveitando sua última casquinha.
Observação nº1: O que foi aquele Isaac? Enfiou a chave de fenda no olho do bonitão que não deu tempo nem da gente piscar! Ele sim será uma enorme pedra no sapato de Dexter. Acho que ficou meio óbvio que aquela Nádia (e provavelmente o Quinn) serão os próximos alvos da máfia ucraniana. Quem manda não ficar de boca fechada?
Observação nº2: Estou com muito dó do Harrison. Essa criança é um apêndice! Aparece trinta segundos por episódio e sem contar que o Dexter se mudou SOZINHO pra casa da Debra. Cadê essa criança que não foi junto? Alou conselho tutelar!
De um modo geral, gostei bastante do episódio e não tenho o que reclamar do começo dessa oitava temporada! Estamos com bons ganchos e desta vez não temos apenas um antagonista e sim várias pessoas que tem um grande potencial para complicar a vida de Dexter.
Boss – The Conversation
08/10/2012, 23:47.
Paulo Serpa Antunes
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Preciso dizer que assistir Boss em pleno período eleitoral não me fez bem. Comecei a ficar paranóico – tá, não como Kane, mas paranóico. Passei a procurar subtexto em tudo que acontece no noticiário. Moro numa cidade em que, às vésperas da eleição, jovens que organizaram uma manifestação pelo Facebook entraram em confronto com a polícia militar. Passei a pensar se tudo não era uma orquestração política.
Este sétimo episódio da temporada, então, mexeu comigo. A cena em que Kitty organiza o encontro entre a senadora Walsh, o vereador Ross e todo o crime organizado do condado de Cook ficou gravada na minha mente. Em pouco mais de dois minutos a cena mostra a compra de 15, 20 mil votos, simples assim. É uma das coisas mais chocantes que eu já vi na televisão. A ideia de que isto pode não ter nascido da mente de um roteirista, mas ter alguma relaçao com o que acontece em algum lugar do mundo, qualquer lugar do mundo, me deixou angustiado. Ver esta atitude partir de Kitty, que é o mais próximo que temos de uma heroína na série (tá, viajei, mas ela é a personagem pela qual torço), torna tudo ainda mais deprimente.
Mas The Conversation é mais do que a cena acima. É uma virada na série rumo ao season finale. As alucinações deram uma tregua e Kane e e Meredith acertaram os ponteiros e voltaram a agir juntos. A crise nos Gardens está superada – não sem antes criarem mais um adversário, ao derrubar o comissário de polícia.
Eu sou a constante. Você sempre foi uma variável.
Agora Meredith e Kane são novamente uma equipe, e como uma agenda em comum. E e eu realmente não queria estar na pele de Babe McGantry, por mais poderoso que ele seja.
Haven – The Farmer
08/10/2012, 20:38.
Regina Monteiro
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O enredo desta semana colocou em foco relacionamentos: o de Audrey e Nathan, o de Duke e Audrey e, subliminarmente, o de Nathan e Duke. Além disso, acrescentou mais um mistério à trama na pessoa do detetive Tommy Bowen, que chega a Haven vindo de Boston, supostamente perseguindo um serial killer.
Além de ser o menos bizarro dos três casos apresentados nesta terceira temporada, a perturbação desta semana, teve, ainda, o mérito de fazer com que Duke exercesse, pela primeira vez, suas habilidades.
Os órgãos vitais de Harry Nix entram em colapso e sua única chance de sobreviver é substituí-los por órgãos saudáveis, preferencialmente pertencentes a parentes próximos. Tendo trabalhado na Haven´s Hope, uma clínica de fertilização, ele providenciou a existência de, pelo menos, mais de uma dezena de doadores, que vão sendo assassinados, para que ele recolha o órgão que deseja, quando seu corpo ameaça falhar. A única opção para resolver o problema é eliminar o serial killer e, assim, livrar sua descendência da maldição que a acomete. Para isso Audrey precisará da ajuda de Duke que, relutantemente e visivelmente abalado, executa Nix. Como isso irá se refletir em seu comportamento doravante e em seu relacionamento com Audrey, é algo que ainda vamos descobrir.
Em meio à perseguição ao serial killer, Audrey revela a Nathan, a identidade do Caçador e quais as prováveis conseqüências de sua aproximação. E então (em uma seqüência de roteiro um tanto quanto óbvia!), ela o afasta, pois tem medo de colocar a vida o rapaz em perigo.
Deixamos Haven, esta semana, com uma dupla ruptura: entre Audrey e Nathan e entre Duke e Audrey.
O que podemos nos perguntar, depois deste episódio, é até quando a agente Parker irá se entregar à prostração diante do aparentemente inevitável destino que se descortina diante dela. Outra interrogação diz respeito a qual será o comportamento de Nathan e Duke: eles poderão superar suas desavenças e juntar forças para evitar que Audrey, tal como Lucy e Sara, desapareça? Ou o que se descortina para o futuro de Haven é a separação entre os três protagonistas? Duke cedendo ao seu destino e tornando-se um provável perseguidor de Audrey e, neste caso, fazendo de Nathan um inimigo e seu provável assassino?
Outra incógnita diz respeito ao detetive Tommy Bowen, que, na cena final, é visto enterrando o que parece ser o corpo de uma pessoa que, supostamente, havia sido enviada para eliminá-lo. Tudo sugere que o detetive realmente é vítima de algum tipo de perseguição: a insinuação de que seu quarto, no hotel, está prestes a ser invadido quando ele saca sua arma; o “corpo” que ele está enterrando, e a ligação onde diz que ficará em Haven pois um certo Donavan está querendo eliminá-lo. Toda a seqüência final nos leva a crer que o detetive é realmente quem diz ser… exceto o sorriso indecifrável quando desliga o telefone. Então, temos mais um problema em Haven: Tommy Bowen é apenas uma cortina de fumaça, isto é, é apenas quem diz ser, ou o personagem é mais uma peça na complicada engrenagem de Haven?
Certeza mesmo, somente quanto à permanência do seqüestrador de Audrey na cidade, já que outra vítima de um tiro de revólver pneumático, é encontrada. E neste ponto devemos nos perguntar por onde andam Vince e Dave, e seu repertório de enigmas que somente acrescentam mais interrogações à história.
Revenge – Destiny
08/10/2012, 09:39.
Mario Madureira
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Uma boa vingança leva tempo e paciência. Para essa segunda temporada, Emily Thorne traçou um novo caminho. Agora ela está em busca de saber o que aconteceu com a sua mãe e não medirá esforços para conseguir o que tanto quer: vingança.
Tivemos várias perguntas respondidas nesse episódio que estavam deixando a todos com aquela pulga atrás da orelha. Dividi o episódio em três tópicos para discutir o que deu certo e o que não deu certo nesse retorno da pequena vingadora.
O que eu já sabia, mas estava com um pé atrás...
Victoria e Charlotte vivas era algo que realmente eu já esperava, mas ainda tinha um pé atrás. Sempre ficamos com aquela dúvida se aquele personagem principal sumiria ou voltaria para a temporada. Sabemos como os roteiristas americanos são doidos e fazem qualquer coisa que passam em suas cabeças. Mas realmente foi uma surpresa a cena impactante em que Emily encontra Victoria na cabana. Pensei que a megera permaneceria na escuridão para aumentar o suspense sobre a sua morte de mentirinha, mas Revenge sem Victoria, não é Revenge, portanto a bitch apareceu e já colocou as suas asinhas de fora.
“Isso soa vagamento vingativo” – #FrasesComicasDeNolanRoss
Já imaginava que Victoria fazia dupla com o homem do cabelo grisalho. Ele havia matado David Clarke e é bem provável que ele tenha feito algo pior com Kate Clarke também. Agora Emily está na mira da chefona que até no inferno consegue fazer os seus jogos se tornarem mais mortais que as do Jigsaw.
O que vai dar o que falar…
E falando em Kate Clarke, a temporada irá manter todo esse mistério sobre o seu paradeiro por mais alguns episódios. E não só isso. Como na primeira temporada, Mike resolveu trazer de volta aquela cena de uma tragédia que ocorre no futuro para ficarmos com os cabelos em pé. Quem será que morreu no barco do Jack? Seria ele próprio? Seria um personagem novo? Se fosse, certamente seria o mais provável, já que na primeira temporada, achávamos que fosse Daniel que havia morrido e na verdade foi Tyler, um personagem totalmente fora do contexto principal da série que se tornou um dos principais problemas de Emily e toda a turminha camarada.
Algo que achei curioso foi a referencia que fizeram ao nome de Charlotte com a tia de Emily. Acredito que uma boa história fica ainda melhor quando se consegue introduzir elementos que tornam a história mais verídica, como o fato de Charllote ter herdado o nome da tia ou quando revemos a foto do pai de Jack que morreu bem no início da primeira temporada. Existem tantas tramas a serem exploradas que ficamos imaginando quando isso virá a tona na história. Por exemplo, sabemos que a verdadeira Emily Thorne foi presa, mas não sabemos o porquê. Qual foi o seu passado? Seria um passado relevante a ser citado? Não sei… Mas em séries como essa tudo deve ser questionado.
Já puxando o gancho da falsa Amanda, essa chantagem não vai terminar bem. A verdadeira Emily já era paranóica. Agora que ela foi treinada pelo Takeda e está grávida do Jack, ela fará o possível para manter Emily longe de Jack, para que a mesma consiga triunfar em sua vingança. Mas a verdade é que a nossa vingadora não confia em ninguém e fará de tudo para que o amor de sua vida não fique com ela. E é por isso que lanço o desafio: Quem é o pai do filho da falsa Amanda? Quem ficará com Jack? Façam as suas apostas!
“Ótimo. Alguém a fim de uma sessão espírita?” – #FrasesComicasDeNolanRoss
Por último, vemos que Daniel ainda está caidinho por Emily ainda. Esse romance com Ashley – que por sinal está se achando uma Victoria Grayson da vida – é só uma fechada para passar o tempo. Até Conrad percebeu isso. Mas convenhamos, ele sempre puxa sardinha para as pessoas que ele quer aproveitar de alguma forma. Não vejo a hora de Victoria aparecer em seu momento diva mostrando que não estava morta e que ele nunca ficaria com a sua herança.
O que eu não curti e nem compartilharia…
A troca de atores foi algo que me deixou muito desconfortável nesse retorno de Revenge. Não sei vocês, mas eu sinto a total diferença de uma interpretação de um ator para o outro perante um único personagem. Takeda não participou de toda a temporada anterior, mas teve momentos essenciais que deixaram a sua marca. Senti uma leve queda na qualidade do episódio devido a isso. Mesmo que o personagem seja secundário, um personagem interpretado pelo mesmo ator faz total diferença na história.
Como diria Emily, não podemos moldar o nosso destino, mas podemos moldar o destino de outros indivíduos. Agora estamos no próximo passo da vingança de Emily. Será que dessa vez ela vai se vingar do homem do cabelo grisalho? Será que ela não nos decepcionará dessa vez? Será que teremos a nossa tão aguardada vingança? Lembre-se, a jornada de Emily é um caminho perigoso. Se você está preparado para acompanhá-la, se amarre num tronco debaixo da água e entre de cabeça na vingança.
The Voice Brasil – Audições às cegas III
07/10/2012, 20:29.
Gabriela Assmann
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O terceiro episódio de The Voice Brasil, esse sim gravado após a estreia, mostrou que os técnicos estão mais soltos e a edição deu uma boa melhorada. Em termos técnicos, de direção e etc, eu gostei mais do programa de hoje do que dos anteriores. Gostei da dinâmica. Porém, todavia, entretanto, como nada é perfeito, achei o nível musical do programa de hoje o mais baixo apresentado até aqui, ainda que continue sendo o mais alto entre os shows de calouros que temos no Brasil.
Achei que Daniel finalmente conseguiu se soltar um pouco mais, apertou o botão pra bons candidatos e escolheu o Danilo, que dos sertanejos que cantaram até aqui foi o melhor. Ainda ganhou da bandeja a Dani Moraes – mais uma ex Ídolos – e a Bárbara Mendes, que na minha opinião são duas boas candidatas, especialmente a Dani, embora tenha escolhido uma música errada hoje. Ah, ansiosa pra campanha que eles vão fazer na semana que vem! Adorei!
Ainda sobre os técnicos, achei que hoje o Lulu estava mais solto novamente. Sem contar que cada vez que ele se manifesta fica muito claro que entende muito de música, já fazendo uma análise das performances. A melhor candidata de hoje, na minha humilde opinião, é a Luisa Dreyer que fez aquele medley lindo de Back to Black com Mutantes. Show! Me emocionei. E o Lulu fez uma boa análise sobre ela.
Claudinha hoje não estava tão solta como na semana passada, mas ainda assim foi bem. Em compensação tava mais linda do que nunca, né? O figurinista dela merece um prêmio de melhor figurino no Emmy Awards do ano que vem! Haha. Adoro que ela faz umas piadinhas muito engraçadas. O destaque do #TeamCL de hoje é Bella Stone. Simplesmente AMEI a moça e não entendi só duas cadeiras viradas pra ela, mas ok. Senti uma semelhança com a Amy Winehouse.
Já o Carlinhos hoje estava mais contido, mas o que mais me chamou atenção foi ele ter escolhido a candidata Eloísa Olinta. Achei a moça muito ruim. Ela simplesmente destruiu Cabide, mas Brown escolheu a moça só por ela exalar “nordestinidade”. Ah, vá, né?
No geral achei que eles estavam mais prontos para disputar os candidatos como fizeram com a Késia (ou seria Quésia?) e que achei legal que estão se preocupando em elogiar menos os reprovados e mais em explicá-los porque não foram aprovados.
Semana que vem é a última etapa das audições às cegas e acho que os times estão ficando bem equilibrados, à exceção do time do Daniel, que ainda é o mais fraquinho. Ansiosa pras próximas etapas.
Elementary – While you were sleeping
07/10/2012, 18:52.
Gabriela Assmann
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Como havia comentado nas minhas primeiras impressões sobre Elementary, achei o piloto fraco, especialmente porque o caso era bem fraco. Já em While were you sleeping o caso melhorou bastante o que possibilitou que o detetive se assemelhasse mais com Holmes, dando espaço para algumas sacadas geniais dele como descobrir o desodorante que a assassina usava.
A química entre Holmes e Watson melhorou e agora eu até que não acharia mais tão ruim um envolvimento amoroso entre os dois. Não sei até se não percebi em Holmes uma pontinha de ciúme sobre o ex de Joan. É que o que eu acho mais fofinho na relação dos dois é que a postura rígida que ela assume frente a ele – como no caso do violino e de mantê-lo acordado na sessão do AA – desperta o que ele tem de melhor. Ok, isso também pode ocorrer em uma relação entre amigos e confesso que nenhum dos dois rumos, por enquanto, me deixaria desgostosa.
O que ainda me incomoda na série é o fato de que parece que nada gera expectativa pra semana seguinte. Ok, eu sei que é uma série de um caso por semana, mas acho que ainda assim podem ser desenvolvidos alguns plots que prendam a atenção do telespectador. Talvez a tentativa deles nesse sentido seja relacionada ao vício de Holmes, a saber se ele conseguirá se manter sóbrio e se Watson continuará vivendo com ele.
Estou gostando bastante também do fato de que os dois são realmente uma dupla. Embora a genialidade de Holmes, Watson tem sido fundamental para a resolução dos casos. Ela que provou, por exemplo, a existência do armário e a possibilidade do coma fake da paciente. E adorei a conversa dela sobre Holmes com o chefe da polícia. Achei interessante notar que ele é o mais próximo que o detetive tem de um amigo e que Watson problematiza isso, inclusive falando que ele não deveria mentir para o chefe. Assim, a série não fica tão focada no protagonista e a Watson não é um mero papagaio de pirata.
De maneira geral achei While were you sleeping bem superior ao piloto e gostei da resolução do caso. Eu também não conseguia acreditar que a criminosa fosse a gêmea loira, embora tudo parecesse apontar para ela. Pela genialidade do Holmes e a ajuda primordial da Watson que fez com que ele ficasse acordado na sessão do AA o caso foi resolvido. E pra finalizar, achei muito fofo o conselho dele para que a gêmea cuide do seu bom coração.
Espero que Elementary continue melhorando. E vocês, o que acharam?
Supernatural – We need to talk about Kevin
07/10/2012, 18:50.
Juliana Baptista
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Se você, como eu, deu o play no primeiro episódio da oitava temporada esperando ouvir Carry on my wayward son do Kansas, acabou estranhando a nova abertura. Depois de todos esses anos, nós já estávamos acostumados com a música. Mas neste episódio, junto com Locomotive breath do Jethro Tull, também temos que nos adaptar com a mudança de produtor, junto com Robert Singer, teremos Jeremy Carver comandando essa temporada. Esta última temporada colocou Supernatural no fundo do poço, espero que Singer e Carver consigam salvar a série neste oitavo ano.
De uma forma geral, achei esse primeiro episódio muito bom. Tivemos poucas explicações e bastante expectativa com a história do purgatório, Dean, Cas, Benny e Sam e sua namoradinha. Pudemos saber apenas que Dean saiu do purgatório com a ajuda de Benny (que provavelmente é um vampiro?) e ele aparentemente não sabe do paradeiro de Cas. Como os diálogos de Dean e Benny não foram muito esclarecedores, ficou aquela dúvida no ar de que eles podem ter feito alguma coisa bem sinistra pra sair do purgatório. Não acho que eles “sacrificaram” Cas ou coisa do tipo, Dean não seria capaz de tal coisa.
Enquanto Dean estava lutando pra sobreviver no purgatório, com todo o tipo de criatura bizarra na cola dele, Sam estava desfrutando de sua tão sonhada vidinha ordinária. Em um ano, ele atropelou um border collie, arrumou uma esposa veterinária, casa, comida e roupa lavada. Pois é, se isso é tá na pior, pohan, imagina o que tá bem né? #marilacfeelings
Achei mancada Sam não ter procurado Dean e ter dado um perdido em Kevin, mas também não é justo Dean criticá-lo já que ele também foi morar com a Lisa e Ben quando Sam foi parar no inferno daquela outra vez. Afinal, todo mundo merece umas férias de vez em quando.
Pra variar, aconteceu uma briguinha entre os dois e Dean não quer falar sobre o purgatório. Acho que eles precisam de uma terapia de casal! São sempre os mesmos problemas e esses dois nunca mudam. (Apesar de que gostei da cena do reencontro com Dean pulando em cima do Sam com boráx, água benta e faca)
A principal preocupação de Dean é encontrar Kevin. Tinha certeza que o Crowley tinha dado um jeito de sequestrar esse menino. Mas ele conseguiu escapar e estava morando numa igreja abandonada. Crowley foi muito ingênuo em acreditar que Kevin iria colaborar tão fácil em ajuda-lo a abrir as portas do inferno. E por falar em Crowley, ele novamente foi o responsável pelos melhores diálogos do episódio (elogiá-lo nunca é demais):
Crowley: Onde está o anjo?
Dean: Pergunte para sua mãe
Crowley: Olha aí as respostas de primário. Estava sentindo fata disto. Alce! Ainda está com as costeletas! Eu admiro isso
[…]
Dean: Isso não acabou, Crowley
Crowley: Sério Dean, quem escreve suas falas? Um marshmallow?
O que me fez rir também foram as cenas com a Channing. Como essa menina é paranoica com essa história de faculdade! A primeira coisa que Kevin fala é “tem um demônio dentro de você e você está cursando sua segunda opção de faculdade” e parece que ela ficou mais preocupada com a parte da faculdade.
E por falar em Channing, é Meg quem estava possuindo a menina? Meg está trabalhando com o Crowley? Alguém podia explicar essa história? Porque da última vez, ela estava ajudando Cas e os Winchesters porque estava com medo do Crowley.
Mas voltando à história principal de fechar as portas do inferno. Isso já não tinha acontecido antes? O demônio dos olhos amarelos não tinha aberto as portas do inferno no final da segunda temporada? Eu posso jurar que esse assunto já tinha sido resolvido em tempos passados, mas não tive tempo de rever os episódios. Se vocês lembram, por favor, refresque minha memória nos comentários 🙂
Gostei dos flashbacks dos purgatório e acho que Benny dará pano pra manga. Ele tem cara de encrenca, mas não pudemos ainda saber qual é a dele, se ele vai ajudar Dean ou se vai acabar sendo mais um problema na trama. Já os flashbacks do namorinho de Sam foram meio chatos, já que a história é previsível, parece aqueles filmes onde a menina esbarra com o menino no corredor do colégio e os livros caem. (na série, substitua os livros pelo cachorro).
Você está sentindo cheiro de cachorro? Sabia que tinha um cachorro!
Até o fim da temporada darão um jeito de encontrar um meio de salvar Kevin, não acho que ele vai morrer no final, ele tem cara de bonzinho! Crowley será o problema principal, já que ele quer que o garoto trabalhe como Google Translator particular dele. Vamos aguardar, desta vez estou com esperanças!
Glee — The Break-Up
06/10/2012, 20:22.
Júlia Berringer
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Depois de muitos comentários e dúvidas sobre a nova temporada, Glee volta com tudo e com episódios maravilhosos. Break-Up foi o ápice dessa volta, e se tornou um dos episódios mais aguardados e emocionantes que Glee já teve. Nele tivemos várias histórias em foco, surpreendentemente, sem deixar nada de lado. Os casais preferidos da série são compostos por duas partes jovens e que se amam, é lógico. Mas amor jovem nunca é fácil, nunca é paz e amor, unicórnios e chocolates. As vezes o amor machuca muito. E quando se é jovem parece que a dor é um pouco pior do que realmente é. E é por toda essa história melodramática que os términos do episódio tiveram cargas emocionais gigantes, tornando o episódio um dos mais tristes que Glee já teve em toda a sua história.
Tem ficado em foco essa história dos personagens antigos encararem uma vida adulta, e todos nós sabemos, deixar a escola e começar a trabalhar, fazer faculdade é uma coisa totalmente diferente. E nunca é fácil, ninguém disse que seria fácil. Todos já sabíamos que esse episódio cheio de términos ia chegar, mas alguns Gleeks não estavam preparados para tal emoção. Eu não estava, e por 40 minutos me peguei chorando inúmeras vezes. Terminar um namoro não é fácil, e não são músicas lindas e vozes ainda mais, que fizeram o break-up se tornar menos turbulento.
Finchel, Klaine, Britanna, e Wemma. Shipps que vimos nascer e amadurecer. Todos foram igualmente emocionantes, mas o que mais chamou a atenção e criou uma onda de loucura no twitter foi Finchel, claro. Muita gente não gosta deles dois, e estão todos torcendo para o Brody, mas não há como não se emocionar ao lembrar da história dos dois, desde a guria chata e esquisita que colava uma estrela dourada do lado do seu nome em tudo, e do atleta meio burro, mas com coração de ouro, até a proposta de casamento dos dois.
Na semana passada, Finn apareceu na porta de Rachel, mas o episódio dessa semana não começou dali. Ao que parece Rachel desconversou e deu a volta em Finn. O garoto então conta do acidente que teve no exército, acabou tirando na própria perna, e ganhou uma medalha de semi-honra. Ficou vagando por 4 meses, e depois quis aparecer na porta da Rachel como se nada tivesse acontecido. Adoro o Finn, mas ele é muito estúpido as vezes. E essa história de ele não saber o que fazer da vida, e de que nenhum lugar do mundo é lugar pra ele já me irritou também. No entanto, como disse no começo da review, começar a trabalhar e ir pra faculdade é uma coisa totalmente nova, e te muda em vários sentidos. Rachel certamente mudou, e ela já não é mais a garota que usa cardigãs com estampa xadrez. Foi por esse motivo e por muitos outros que o fim do relacionamento dos dois foi praticamente inevitável. Ela encontrou seu caminho, agora resta ele encontrar o dele, e os dois nunca vão funcionar direito se ele não achar sua direção.
E por mais que eu gosto de Brody, não quero que ela se entregue à ele como fez com o Finn nesses 3 anos. Quero vê-la correr atrás de seus sonhos e alcançar seus objetivos, e acho que sem o Finn segurando-a para trás, vai ser mais fácil.
E agora sobre Blaine e Kurt. Não sei se é certo colocar toda a culpa no Blaine, mas também não acho que é certo o que ele fez. Kurt estava ocupado demais, e todo casal que toma uma decisão como a deles, de ter um relacionamento à distância sabe que não vai ser fácil. Acho que Blaine se entregou rápido demais. É óbvio que Kurt não estava dando atenção pra ele, mas trair não resolveu nada, muito pelo contrário. A versão sincera e acústica dele de “Teenage Dream”, música que ele estava cantando quando Kurt o viu pela primeira vez, fez o meu coração amolecer um pouco. Fiquei com dó dele, mas isso ainda não quer dizer que eu o perdoei. A ideia de Kurt ir pra NY partiu dele, mesmo que o futuro do Porcelana (Momento Sue) fosse ir pra lá algum dia, Blaine adiantou as coisas. Se ele sentiu que as coisas não iam bem, e sentiu vontade de trair, deveria ter feito como Santana e Brittany.

Ah, Santana e Brittany… Eu sou apaixonada por Brittana, sempre fui. E deve ter sido por isso que o término tão sincero e bonito delas me fez chorar tanto. Brittany entrou em um clube idiota que Kitty criou para tentar acabar com a saudade que sente de Santana, mas não deu muito certo. Santana entre todos os que se formaram, foi a que mais amadureceu, aparentemente. Percebeu que o relacionamento dela com Brittany não ia muito longe, e resolveu terminar de um jeito que não manchasse a história linda que as duas tem.
Quanto a Will e Emma, achei a decisão dos dois um pouco equivocada. É lógico que 6 meses longe é muita coisa, mas não acho que precisava de uma coisa tão radical. Até porque os dois, ao contrário de Finchel, já são adultos e maduros o suficiente para encarar a situação de frente.
A saída de Will, e Finn estando presente durante uma reunião do Glee Club me deixou com a impressão de que o Hudson vai assumir o controle do coral. Será que esse é o destino e caminho certo que ele tanto procura ?
O que dizer sobre Marley e Jake ? Os dois perderam um pouco de brilho, mas tiveram seu pedaço de história nesse episódio. Quando Kitty tira sarro de Marley e sua mãe, Jake termina com a garota, e esse foi o único término que não doeu em mim. Perdeu, Kitty, perdeu.
Eu sei que os términos foram difíceis, mas o que é pra ser, de um jeito ou de outro, vai ser. Todos nós já escutamos essa frase clichê pelo menos uma vez na vida, mas ela é verdade. E infelizmente, por mais horrível que um término possa ser, as vezes ele vem para o nosso próprio bem.
Depois desse episódio molhado (por causa das lágrimas dos Gleeks), Glee, por alguma razão que ainda não entendi, entra em hiatus, e só volta no dia 8 de novembro. 4 episódios e hiatus. Só espero que até lá Ryan Murphy continue genial e nos traga um bom episódio tributo de Grease.
Setlist do episódio:
“Barely Breathing” foi incrivelmente bom, e a voz do Darren e do Cory combinaram muito bem.
“Give Your Heart a Break” foi lindo, e o Brody fez tudo mais bonito. Eu adoro essa música, e a versão Glee se tornou uma das minhas versões preferidas.
“Teenage Dream” foi emocionante, e o Darren, mais uma vez, se mostrou um grande ator e cantor, uma vez que a cena foi gravada ao vivo e não na versão estúdio.
“Don’t Speak” é uma daquelas músicas que nunca imaginei que Glee fosse fazer uma versão. E é também uma daquelas músicas que Glee faz ficar melhor do que já é.
“Mine” foi perfeito, estava com uma saudade enorme da Santana e da voz maravilhosa da Naya.
E pra fechar uma das setlists que eu mais gostei em Glee: “The Scientist”. Que fez todo mundo se emocionar com aqueles flashbacks.
Doctor Who – The Power of Three e The Angels Take Manhattan
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Para nós foram 2 anos e 5 meses, para os Ponds 10 anos, e para o Doutor foram alguns pingados aqui e acolá em 300 anos de sua vida. Ainda assim Amy e Rory deixaram suas marcas tanto na vida dos fãs quanto na do Doutor.
É curioso que eu tenha aprendido a gostar de Amy apenas nesta última temporada. Talvez porque ela finalmente amadureceu e só agora eu consegui perceber que muito do que eu não gostava na personagem (além da interpretação mequetrefe de Karen lá nos primórdios) era justamente a sua imaturidade. Mas Amy finalmente alcançou o seu auge e foi então que precisamos nos despedir.
Não há como negar que esta temporada (com exceção de A Town Called Mercy) foi dedicada aos Ponds. Incrível como eles conseguiram fazer parte da vida do Doutor por tanto tempo. Foi apenas um risquinho de tempo na existência dele, mas mesmo assim é mais do que eu estou acostumada.
O que me incomoda é esta mania de todo mundo dizer que ele não deve ficar sozinho, que quando Amy e Rory partirem ele deve encontrar outro companion….ora essa, ele viveu 300 anos desde que conheceu a pequena Amelia Pond! Ninguém vai conseguir me convencer que durante esse tempo todo ele ficou completamente sozinho apenas indo e voltando bem esporadicamente na vida dela. Esse não é o perfil dele! Pode ser que Moffat tenha esquecido que ao acrescentar vários anos (séculos!) à existência do Doutor isso implicaria em inúmeras aventuras fora das telas, mas não há como alguém de bom senso acreditar que o Doutor não acabaria recolhendo algum humano perdido por aí (ou vários) em tantos anos.
Deixando isso de lado, gostei bastante da forma como tivemos a oportunidade de imergir na vida dos Ponds em The Power of Three. É até estranho dizer que as partes que mais gostei do episódio foram justamente as com Amy e Rory, mas essa é a verdade. O Doutor estava muito caricato para o meu gosto pessoal e despreocupado demais com algo tão sério quanto cubos aparecendo do nada na Terra. Inclusive preciso dizer (sim, é uma necessidade) que achei os cubos patéticos quando finalmente foram ativados. Eram uma espécie de Toclafanes sem o mesmo charme. E tinham tanto potencial…
Por outro lado o episódio nos apresentou Kate Stewart, de quem eu gostei logo de cara. E é claro que ela ser neta do Brigadeiro fez tudo ainda mais emocionante. Foi muito legal a forma como o Doutor deduziu quem era a mulher. Mas, se eu estivesse no lugar de Kate, teria ficado bem decepcionada com o Doutor, tão diferente daquele que aprendi a admirar com as histórias do meu avô… porque venhamos e convenhamos, o Doutor não fez lá muita coisa e aquele final foi a coisa mais ridícula já vista. Com o tempo que demorou para o Doutor agir, a população que ressuscitou voltaria praticamente um vegetal.
Mas como eu já disse, o que fez desse episódio memorável não foi o Doutor e sim Rory e Amy. É claro que estavam nos preparando para a grande despedida, mas foi particularmente especial podermos olhar para a vida deles e ver o quanto gostavam de ser apenas um casal normal, com suas vidas, e que eles podiam ser felizes com ou sem o Doutor ao lado deles.
Mesmo assim, partiu meu coração ver a despedida definitiva em The Angels Take Manhattan. O que é mais importante aqui é que Amy escolheu deixar o Doutor e continuar ao lado de Rory, que era, afinal, o homem que ela amava. A forma como o amor dos dois foi sendo construído ao longo das temporadas foi belíssima e muito crível. Não dá para culpar nenhum dos dois por qualquer escolha que tenham feito nesse episódio. A cena em que Rory decide morrer (de novo) para garantir que ao final vivesse (ou simplesmente impedir a si mesmo de passar uma vida inteira trancado em um quarto longe dela) e que diz a Amy que a jogaria do prédio se isso fosse o melhor para a esposa, me levou às lágrimas, assim como a decisão de Amy de se jogar com ele, porque se fosse para morrer, que morressem os dois juntos.
Tudo bem que a história da Estátua da Liberdade foi absurda (não dá para crer que ninguém estivesse olhando para aquela coisa gigantesca em algum momento), assim como eu acho absurdo os anjos estarem sorridentes ou plácidos quando os vemos pela primeira vez, e na primeira piscada eles já ficam com aquela cara horrenda.
Mesmo assim os anjos foram bem utilizados por Moffat. É verdade que a cada vez que eles aparecem um pouco daquela magia de Blink se esvai, mas essa foi a primeira vez pós Blink que os anjos me deixaram de fato assustada em alguns momentos. Não sei se gosto da ideia deles providencialmente adquirirem esta capacidade de possuírem estátuas (como era antes tinha mais impacto, assustava muito mais e ainda havia a história da impressão do anjo na mente, na TV, na retina ou em qualquer outro lugar), mas agora a coisa já aconteceu, então ela existe para o melhor ou o pior.
Outra boa ideia do roteiro foi fazer de River a escritora do livro. Não sei por que Amy escreveu o seu recado ao Doutor na última página, já que sabia que ele iria rasgar e jogar fora, mas tudo bem, eu a perdoo. E não é que o livro será lançado pela BBC? Esse povo não perde tempo.
É sempre bom ver a interação de River com o restante do povo, em especial o Doutor. Não há a menor dúvida de que esses dois são marido e mulher e tem se encontrado bastante ao longo dos anos. Não deixa de me surpreender o quanto ela se intrometeu na vida dele e conquistou seu espaço, mesmo ele já sabendo do seu final trágico e, eu tenho certeza, tentando não se envolver. Mas simplesmente não foi possível, o Doutor e River aconteceram e pronto, quer ele quisesse ou não.
O que eu não entendo é o porquê de River poder voltar e falar com os pais e não poder levá-los de volta ao tempo real de cada um. Não é como se fosse impossível para ela viajar com eles de carona. Isso nem mesmo influenciaria no ponto fixo (morte), pois era apenas deixá-los para morrer e serem enterrados naquele cemitério antes daquela data (ou mesmo levá-los para serem enterrados ali após a morte em outro ponto qualquer). Não entendo nem o motivo do Doutor não poder voltar (tudo bem, 1938 é um ponto fixo, não pode haver mais um paradoxo ali e tal, mas há vários outros anos e outros lugares onde ele poderia aportar).
Pergunto-me se o Doutor voltou a Brian e explicou onde o seu filho e a nora foram parar… A propósito, Brian conhece a neta?
No entanto, o que realmente importa é que Amy e Rory se foram e desta vez para sempre. É isso o que mais me dói. Não o fato de terem escolhido deixar o Doutor, isso seria necessário em certo ponto, mas sim o deixarem conscientemente sabendo que nunca voltariam. No final das contas, Martha Jones foi a única que conseguiu dizer “até outro dia, não o acompanharei mais, não faço parte da sua vida, mas quando quiser dar um olá, estou por aqui, vivendo a vida que eu escolhi e sendo feliz” sem ser obrigada pelos acontecimentos. Bom, ela e River, que o acompanhará sempre que ele quiser, mas não definitivamente.
No frigir dos ovos, sentirei muita falta dos Ponds, em especial de Rory, que cresceu incrivelmente como personagem e como pessoa, criando raízes e fazendo história. Mas fico feliz por estarmos abrindo espaço para uma nova era. Foi dolorido, mas os Ponds definitivamente viraram os Williams.
New Girl – Fluffer
04/10/2012, 23:39.
Maria Clara Lima
Reviews
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É tempo de romance em New Girl, ou não. Na verdade, romance está difícil mesmo hoje em dia, né? Quando você acha que encontrou a pessoa certa, vê que não é bem assim. Ou o contrário, quando você não quer encontrar a pessoa certa, aparece um monte de príncipe e princesa no seu reino!
É aquela velha história, o tempo quando nunca conspira a favor do amor. Se você está em um momento “fluffer”, o episódio dessa semana nos mostra que o importante do relacionamento é não ter medo de vivê-lo, seja certo ou errado.
É como uma daquelas ocasiões, quando você não quer um relacionamento e te aparece um cara irrecusável. O que você faz? Oras, vira a parceira de cama dele. Sexo casual é uma arte dominada por poucos. Mulheres então, costumam dizer que são capazes de ir para cama só por prazer, mas na verdade, em sua grande maioria, querem impressionar o cara até que ele vire seu namorado. Já os meninos, fingem querer namorar, apenas para levar as moças para a cama. Jess precisa de ajuda para não cruzar essa linha. Como ter os benefícios sempre precisar ter as obrigações de um relacionamento?
E é aí que, tentando ajudar a amiga a superar o desafio de um relacionamento sem significado, Nick se vê do outro lado da história: O que fazer quando uma amizade ultrapassa o limite de um relacionamento sério mas você se vê no entrave entre tentar algo ou não arriscar perder o amigo? Uma vez ou outra, entramos nessa de sentirmos sexualmente atraídos por quem não deveríamos.
Nick e Jess? Bem, eles são praticamente namorados que não chegaram aos finalmente. Isso faz a tensão aumentar, aumentar e aumentar. E BOOM! Nick ajuda Jess a pegar o bonitão de jeito.
Engana-se você leitor e leitora que essa atitude é uma maneira altruísta de ajudar a amiga. Caras tendem a empurrar a garota para outro quando sentem que o desafio é grande demais! Será que Nick terá colhões para puxar o outro pelo chifre quando o momento for certo?
O momento mais fluffer dos dois foi eles discutindo a relação. Apesar de ser mulher, tendo a ter horror a “DRs”, mas achei a briguinha deles muito fofinha, do tipo unicórnios cor-de-rosa! Ah, a mix tape que ele fez para os momentos de sexo casual também conta como fofura, só não curti a dancinha no final. Quem você quer enganar, senhor Nickolas?
Por falar em gatinho assustado, rir do Schmidt é fácil demais. Principalmente quando ele tenta impressionar as mulheres. Claro que no meu caso, se ele falasse para mim que era parente do Mitt Romney, eu sairia correndo, gritando, e com as mãos chacoalhando no ar, mas apesar de ser um político com prioridades duvidosa, o jornalista tem razão ao dizer que o presidenciável tem um cabelo bonito. Oh, Pai, ele tem mesmo.
Mas taí um lado do conquistador que eu não tinha percebido. Apesar dele ter sido gordinho no passado, e que por isso, ele tinha a autoestima abalada, ter sido “abandonado” pelo pai pode ter dado um impulso para acentuar o velho comportamento de um ser masculino de pular fora do barco quando o relacionamento passa por mares mais profundos. Mas essa história levantou outra questão do nosso conturbado cotidiano: é possível ser amigo de alguém que você já teve um rolo? Sinceramente, prefiro os dois se pegando.
Já Winston. Pode cara, sempre o mais apagado de outros. Nesse episódio, porém, foi o único personagem que me fez rir. E isso é bem importante numa comédia. Já no caso do ex-atleta, essa é uma verdade, nós, garotinhas, regulamos sexo. Segredo revelado! Não há nada o que fazer! Até a próxima, ciao!
Sexo é moeda. New Girl sabe muito rir da vida. E é disso que eu gosto na série. Menos pastelão e mais cotidiano. Porque a vida é cômica o bastante para não ser trágica, e é isso que a torna divertida.
Adorei esse episódio, New Girl voltou a prender a minha atenção. Até porque essa temporada a Zooey Deschanel resolveu roubar a minha vida, estou me sentindo exposta para o mundo! E confesso que ansiosa por um final feliz.
Shippers de plantão, oremos!
Castle – Cloudy With a Chance of Murder
04/10/2012, 20:22.
Mariela Assmann
Reviews
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Maldição Moonlighting? Andrew Marlowe nunca ouviu falar dela. Depois da exibição desse episódio pra lá de fofo, todo o temor – que já era pequeno – que eu sentia, de que a dinâmica de Castle ficasse comprometida com a união Caskett, foi embora. O episódio só não foi uma delícia completa porque o caso foi bem fraquinho – ou eu que não prestei atenção nele? -. Mas com tantos momentos Caskett, who cares?
Lannie voltou para Castle, para nossa alegria, e foi preciso apenas alguns minutos para que ela tivesse certeza do que todos nós já sabíamos: algo em Becks mudou. E essa rápida percepção da amiga justifica o temor inicial de Beckett, de que seu relacionamento recém-nascido seja descoberto por todos. A cena inicial do episódio, além de fofa e engraçada, ainda serviu pra delinear como será a dinâmica entre nosso casalzinho querido: esconder de todos, agindo com naturalidade. Mas será que isso é possível, ainda mais com Rick na jogada?
Aparentemente, não. De cara, ele deixa de trazer o café para Kate. COMO ASSIM? Falha grave. O café é uma marca do relacionamento de “camaradagem profissional” deles. Precisa continuar a ser trazido. E não me importa se eles tomam café juntos, em casa, na cama, ou seja lá onde for. Os momentos “te trouxe café “são tão significativos e tão “derrete coração” que precisam continuar. Mancada, Castle. Muito bem observada por Espo.
A partir daí, todos os elementos do caso serviram para complicar tudo e trazer importantes reflexões para Kate e Rick, e para que eles pudessem demonstrar todo o sentimento de um pelo outro.
Foi muito engraçado ver como o que era dito pelo pessoal da produção do telejornal se encaixava perfeitamente no momento vivido por Castle e Beckett. Rick arregalando os olhos, morto de preocupação, quando a tia do cabelo/maquiagem disse “eles tentaram esconder, mas todos sabiam” foi impagável. E o depoimento do culpado? Deu pra sentir o pânico de Beckett em entrar em uma rede tão intrincada de mentiras, da qual seria difícil sair depois e que poderia comprometer o relacionamento dela com Castle.
Foi igualmente bacana e divertido observar o comportamento de Castle com a avassaladora da coleção de biquinis. É óbvio que Castle não deveria ter aceitado o convite da devassa, mas ele resolveu – como sempre – levar ao pé da letra o conselho “aja como solteiro”. E agir como solteiro, para um canastrão como ele, significa desfilar EM PÚBLICO com uma bela mulher à tiracolo – e ela não era loira, pasmem. Mas a moçoila era safadinha, e resolveu partir logo para os finalmentes, no aconchego do lar. Foi muito, mas muito engraçado, ver Castle tentando fugir da apresentadora. E deu a maior raivinha quando ela, finalmente, conseguiu socar ele no sofá.
Também foi engraçado observar Becks. Ela esteve fofa ao cubo nesse episódio. As carinhas que ela fazia enquanto observava o Castle, bem… sendo o Castle (como ele brincando com a tela verde da “garota do tempo”), foram tão, mas tão fofas, que provocaram explosões de arco-íris. O típico exemplo de apaixonada e bobinha. E a vertente ciumenta dela não foi menos fofa ou cômica. Pelo contrário. Foi bem interessante ver como ela sentia ciúmes e queria que Castle se mantivesse longe do jantar, mas sentia medo – o por orgulho – de pedir para ele não ir.
Adorei Beckett dizendo para o Castle que tinha recebido N ligações, mas não tinha aceitado o convite para sair (isso depois de sair correndo por achar que o amado estava em perigo. Não sabia ela que de que tipo era o perigo, obviamente). E, vamos combinar, não era pedir muito esperar reciprocidade. Mas Rick, apesar do vacilo de marcar o compromisso, agiu muito bem afastando todas as investidas da apresentadora. Se os tempos fossem outros, ou se ele não amasse tanto Beckett, ele teria sido o canalha que já foi um dia. Nosso garotão não para de dar provas de que amadureceu e está disposto, e muito, a levar um relacionamento sério.
É fato que a situação é nova para os dois, e que seu comportamento será lapidado com o passar do tempo. Mas há muita, muita boa vontade, de ambos os lados, o que deve deixar tudo um pouquinho mais fácil. A base de tudo será o diálogo. Química eles tem de sobra, é só conversar sobre os problemas que irão surgir – e isso é uma certeza, especialmente porque eles trabalham juntos – e as coisas ficarão a cada dia mais deliciosas.
Além de ter adorado a dinâmica Caskett, curti muito a interação de Espo e Ryan, que está crescendo. É claro que eles não deixariam o bromance de lado por muito tempo, e o fato de Ryan ter levado um soco “pelo amigo” contou muito na decisão de Esposito de retomar a amizade linda deles. Tudo no melhor estilo “sou macho e nem to me importando com isso”. E com uma cerveja para selar a reconciliação.
Lanie apareceu pouco, mas rendeu duas boas cenas. Tô louquinha da Silva pra descobrir qual a reação dela quando o relacionamento Caskett for revelado. Acho que Becks deveria contar logo pra Lanie, a maior shipper do casal.
Quanto ao caso, errr, o que posso falar? Confesso *carinha envergonhada* que não consegui prestar muita atenção na coisa toda. E alguém pode me culpar? Com toda aquela fofura espalhada pela tela, como eu conseguiria me ater à esse pequeno (cof,cof) detalhe? Só sei que a moça do tempo morreu, e que Castle descobriu, no meio dos peitos da sirigaita, que o falso namorado da vítima era o criminoso. (Melhor descrição do caso do episódio EVER, vamos combinar).
Semana que vem tem mais. Prometo prestar mais atenção ao caso. Se Casckett deixar. Então, até lá!
PS: e foi assim ^ que as shippers de plantão ficaram nesse episódio.
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