TeleSéries
Person of Interest – The Contingency e Bad Code
12/10/2012, 15:32.
Mayra Gonçalves
Reviews
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Depois de uma temporada quase que perfeita e um hiatus que parecia não ter fim, Person of Interest retorna do mesmo jeito que foi.
Onde paramos: a máquina, como sempre, apresenta o número da nova ameaça, desta vez, pertencente à psicóloga Caroline Turing, e Reese, durante grande parte do episódio, trabalha pra salvar a vida de Caroline e a sua própria, mas acontece que Caroline é na verdade Root, que sequestra Finch. Enfim, o episódio encerra com Reese conversando “diretamente” com a Máquina, pedindo ajuda para encontrar seu amigo desaparecido. A partir desse momento pode-se questionar: Até onde vai a inteligência da invenção de Finch?
E The Contigency, o primeiro episódio da segunda temporada, nos mostra três histórias: Plano de contingência, a programação da Máquina, e Root.
Como vimos em um episódio da primeira temporada, (não lembro qual, shame on me) Finch diz que há um plano caso algo aconteça consigo mesmo ou Reese. Lembro que quando vi esse episódio fiquei imaginando qual seria o plano caso Finch desaparecesse, afinal, a Máquina, até aquele momento, só respondia a ele. (Via o Reese como o “descartável” dos dois. Achar alguém com treinamento militar e que seja confiável é difícil?) Mas, Finch desapareceu, e agora? Depois daquela cena de “previously on Person of Interest” que começou desde o nascimento da máquina e chegou à cena final de Firewall, onde Reese olha pra uma câmera e conversa diretamente com a Máquina pedindo que ela o ajude a encontrar seu amigo, o telefone toca e ele recebe uma série de palavras que são um código para o próximo CPF, dessa vez pertencente a Leon Tao que não tem nada a ver com Finch ou Root. Eis a o plano de contingência Finch (tenho que contralar meus impulsos pra não chamá-lo de Ben) programou a Máquina, para que esta continuasse a entregar os CPFs a Reese.
Esse episódio foi uma mina pra quem estava curioso pra saber como a Máquina funciona e foi incrível, cada flashback serviu para responder qualquer pergunta que era feita em 2012. Esse elemento que o seriado usa de juntar passado e presente, para esclarecer aos telespectadores os acontecimentos atuais, é incrível, às vezes eu sinto como se 42 minutos fossem pouco e a história acaba ficando atropelada. E em POI, não tive essa sensação até agora. Person of Interest tem mostrado ter a mitologia mais bem elaborada e organizada desde Fringe. Enfim, o episódio trata de mostrar até onde a inteligência da Máquina vai. Isso mesmo, inteligência, a primeira temporada deixou incerto se a invenção de Finch era apenas um sistema de programado ou se era de inteligência artificial, e agora nos foi confirmado que sim tem inteligência, e é até capaz de tomar decisões próprias. Finch havia programado a Máquina pra nunca ajudá-lo, mas Reese, conversando com a Máquina, disse para ela achar um meio de burlar as regras impostas por Finch sem quebra-las, me pergunto no que isso pode acarretar, algo como Eu, Robô quem sabe?
E mais um vilão nos é finalmente apresentado, Root, interpretada por Amy Acker, é uma vilã com inúmeras faces, pode ser tão amigável e doce quanto fria, calculista. Ela é como uma versão de Finch que deu errado e se corrompeu diante tanta inteligência. A raison d’etre de Root é que ela quer libertar a Máquina do controle das pessoas que a operam, mas por quê?
Mas pra falar melhor dela, entramos no segundo episódio da temporada Bad Code, inteiramente voltado para Root. A premiere poderia ter sido um episódio de duas horas facilmente, The Contigency e Bad Code são complementares. O caso da semana não foi um dos melhores, o episódio teria sido um pouco parado se não tivessem inventado aquela briga de bar pro Reese, e jogado uma pitada de humor em algumas horas, porém o episódio foi necessário para construir bem, e deixar sem pontas soltas (eu espero) o arco dessa temporada. Sim, descobrimos quem Root é na verdade, e talvez parte do que tornou ela no que ela é hoje, mas ainda deve haver mais, até porque ela mesma ligou pra Reese primeiro, para agradecê-lo por ter posto um fim na história de sua amiga que desapareceu e em seguida para avisar que ela voltaria.
Confesso que fiquei meio preocupada, porque a série levou as alturas minhas expectativas e dizem que quanto maior a altura, maior a queda, mas aqui estamos e POI ainda mantém a excelente qualidade da trama que teve na primeira temporada. A mistura de elementos faz algo interessante de assistir.
You’re right, you and I are alike. In many ways, not that I’d care to admit it. I spent years wondering how people could be so cruel. Petty. So selfish. And then I’d think about how you could change them. Fix them. And that’s why I’ve sealed up the Machine. Not to protect it from the people I was giving it to. To protect it from me. From people like us. From the things we’d do with it. That’s why I’ll never help you get control of it.
OBS: A jogada de mestre do seriado, a maquina não é capaz de saber se o número pertence ao “mocinho” ou ao “bandido”, passamos episódios inteiros acreditando que Reese está salvando o mocinho, e num grande tapa na cara dos espectadores o personagem vira o bandido ou vice-versa. Esse recurso já foi utilizado algumas vezes na série, mas ainda consegue surpreender.
OBS2: Você já teve a impressão que alguém pode te vigiar pela web cam? Pois é, agora, fiquei um pouco mais paranoica com isso naquela cena em que vimos a Máquina vigiando Finch pela webcam de uma pessoa qualquer sentado no Café.
OBS3: Person of Interest não é uma terra muito feliz pros shippers, porém há gente que goste de Reese e Carter juntos, e teve uma tensãozinha entre eles em Bad Code. Carter ficou com medo de não resistir aos encantos de JC no hotel em Texas. Heh
OBS4: Estou apaixonada pelo bromance de Reese e Finch. O esforço de Reese para salvar Finch e este se referindo a aquele como Good Code. E eles até adotaram um novo membro pra família, Bear. Owwwwnn!
OBS 5: Fui procurar sobre o livro que apareceu em Bad Code, Flowers for Algernon, ficção científica, é basicamente a história de homem que se submete a uma cirurgia para aumentar sua inteligência e as repercussões de seu ato. Interessante, não?
OBS6: Episódio novo só no dia 18. Então, até lá!
Partners – The Jeter Exception
12/10/2012, 14:24.
Anderson Narciso
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Partners esta muito bem de trama. O episódio desta semana envolveu o espectador, e conseguiu tirar boas risadas. E posso até ariscar dizer que os quatros personagens estiveram bem. Isso porque, o jeito sem sal de Brandon Routh até ajudou um pouco nas risadas desta semana.
Com a mudança de Ali para a casa de Joe, as coisas da designer de joias estavam espalhadas pelo local. Até que uma caixa desperta a curiosidade de Louis e seu parceiro. Claro que Joe não corresponde a curiosidade na frente do amigo, mas depois de futicar descobre que Ali tinha um retrato de um famoso jogador de futebol (e bonitão, nas palavras de Louis), e que com certeza ela havia dormido com ele. O rapaz fica furioso por não saber do ocorrido, e a ideia de Louis para que a moça falasse logo era jogando “Celebridades”. Uma espécia de jogo de mimicas em que eles tinham de adivinhar sobre quem falavam.
Ali e Wyatt se juntam aos parceiros e começam a jogar, rendendo momentos hilários. Momentos simples, mas hilários. Wyatt por exemplo, tem um jeito tão lesado de ser – e isso não é do personagem, acreditem… que sua lentidão até ajudou a dar boas risadas, como a parte em que ele acha “duro” o jogo, e Louis pensando que ele está dando uma dica, chuta “Channing Tatum”. Quem não riu? Ou então na parte em que ele acaba dedurando sem querer para todos sobre a transa de Ali? Mesmo que da forma errada, ponto para Routh.
Sophia Bush esta cada vez mais a vontade como Ali. Curti muito ela no final, fazendo a pegadinha do Justin Timberlake com Louis. “JT” para os íntimos. Mas nas horas em que fazia cara de chateada, não tinha como não lembrar de Brooke Davis. Nove anos fazendo aquela cara de triste, não dá para desvincular facilmente. Mas a atriz está uma delicia (literalmente) de entretenimento, e com certeza, da forma certa, levou ponto para o episódio.
Mas o que continua sendo o principal de Partners, é a boa relação entre Louis e Joe. A cada episódio, é só diversão e amor para estes dois. A dinâmica deles fluem bastante, e a disputa dos dois no “Celebridades” foi hilária. Ah, e só para constar, é você quem ganhou Louis.
Série assim dá gosto de ver. E gosto de torcer para que seja renovada. Será que ela vai?
Parks and Recreation – How a Bill Becomes a Law
12/10/2012, 13:43.
Marco C. Pontes
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Como fazer uma lei acontecer, por Leslie Knope.
Parks and Recreation sempre fazia graça de todas as nuances do governo, mas era sempre algo mais ameno. Perceba que agora estão pegando forte em criticarem os representantes das cidades, mostrando que as vezes as coisas acontecem não porque eles querem fazer o bem para a cidade, mas porque, precisam de um lugar melhor para soltar um barro.
Porém, o que é ótimo sobre a storyline da Leslie nessa temporada é que ela está aprendendo o tanto que é difícil manter seus princípios, desde aumentando o desemprego até precisar mudar de escritório para que o outro conseguisse um banheiro melhor. Duvido que os escritores vão trazer um aprofundamento nisso, quer dizer, fazer Leslie parecer uma vilã, até porque é bem óbvio que não existe isso na personagem, mas é bom que eles estão mostrando suas lutas e seus acordos que precisa fazer para que algo aconteça.
Da mesma forma, o plot não foi tão empolgante, mas valeu por diversos momentos cômicos, que mesmo sendo extremamente pastelão, agradaram. Colocando Leslie com um meio permanente foi ótimo, assim como o canto do BOTO, que obviamente foi o momento vergonha alheira do episódio inteiro.
Ben e April sempre podem ser mais bem aproveitados. Semana passada está de prova. Porém, ao fragmentarem o episódio fez com que ele se tornasse menos especial do que o costume. Seria bem mais interessante se o plot dos dois em DC fosse mais intrigante, porque aí pelo menos seria mais fácil aguentar.
Mas não vou tirar o mérito desses dois personagens, que conseguem segurar a série até em outra cidade, quando possuem um plot interessante, como o da semana passada. Porém, nada deu muito certo desta vez, o que me leva a concluir que trollar Ben dentro do escritório é sempre a salvação.
Se por um lado Ben e April não foram bem aproveitados, até Jerry e Donna brilharam. Estava faltando aquele momento UAU para os dois personagens e a trollagem de Donna para cima de Jerry por estar lendo assiduamente 50 Tons de Cinza enquanto ele tenta fazer o cara não se matar na linha do 311 porque ele confundiu os números, foi hilário.
Outro momento que deveria ter sido mais interessante foi Ron e Andy indo na casa da XENA para consertarem o buraco. Percebam que Xena sempre continua andando pelo mundo das séries, já que ela é imortal. Forçaram bastante para tirarem um riso desse plot inteiro e com certeza foi engraçado ver Ron de Drag Queen, mas convenhamos que isso nunca aconteceria na vida ‘real’ principalmente por esse motivo: Ron Swanson.
Parks and Recreation continua fazendo uma temporada estável, com alguns deslizes, claro. A dinâmica mudou, então às vezes é aceitável que não saibam o que fazer com alguns de seus personagens. Só espero que isso mude e que mude logo.
P.S: Como não amar Ben falando que April era a irmã pequena que nunca teve, já que a que ele tem, é normal?
Hart of Dixie – Always on My Mind
12/10/2012, 10:45.
Anderson Narciso
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Ah como é bom estar em Bluebell. Melhor ainda em uma Bluebell mais do que movimentada. São tantos acontecimentos. Mas nós gostamos não é? Always on My Mind só abrilhantou ainda mais este inicinho de temporada de Hart of Dixie.
Zoegate esta toda fogosa para o lado de Wade. Claro que o rapaz não reclama. Afinal, que homem reclamaria de ter Rachel Bilson fogosa aos seus pés? Pois é. Mas o orgulho dos dois tem falado tem alto, que a médica resolveu até fazer aposta para ver se eles conseguiriam ficar sem transar por 48 horas. É Zoe, a coisa ta feia em. Neste meio tempo, Rose com seus problemas adolescentes, resolve fazer o “Bluebellpalooza” (sério, rachei de rir quando falaram o nome, referente ao festival de rock “LollaPalooza”) para se destacar na sociedade high-school da cidade. E para a atração principal, Wade deveria contar a vocal de sua antiga banda e ex-namorada dele. Para isso, Zoe e ele deveriam ir até a moça, em uma viagem que supostamente seria mais um encontro carnal. Mas Rose surge do nada – em uma cena para lá de engraçada, e vai com os dois em uma viagem nada agradável para o caipira. Mas super engraçado para nós, claro. Foi bem divertido a cena do trio.
Nossa Limão Azeda, que não está mais tão azeda assim, está trabalhando como garçonete no Rammer Jammer. E nos rendendo cenas hilárias. Como não rir com ela trocando todos os pratos, inclusive de seu pai e a namorada, quase a matando por intoxicação? Pelo menos Lemon esta tentando ser independente pelos próprios caminhos. Tenho gostado bastante do rumo que a personagem esta tomando, algo mais maduro – mesmo tendo sido aparentemente da noite para o dia. Só acho que ficaria melhor ainda, se retomassem o romance dela com Lavon. Os dois ficam muito bem juntos. Aliás, Lavon está reduzido a um plot que até agora está bem sem graça. Mas as coisas prometem agitar a partir de agora, já que ele concorrerá a prefeitura novamente, mas desta vez disputando com Ruby. Creio que farão um episódio centrado nestas eleições que promete ser bem divertida.
Agora, pasmem para o que vou falar agora: mas gostei de George Sem Graça Tucker neste episódio. Sim. O rapaz até que não estava chato. Achei bem bacana a dinâmica que ele apresentou no episódio, tentando conquistar as mulheres, depois de namorar 15 anos a mesma garota. Ele estava bem solto, a vontade, e menos pressionado talvez. Aliás, Scott Porter mandou super bem mais uma vez ao cantar no festival da cidade. O ator canta muito bem country, combinando com a atmosfera da série, que inclusive apresenta músicas sensacionais.
E com a trama da indecisão de Zoe no ar, a médica admite estar envolvida com os dois rapazes. A médica consegue ficar sem transar com Wade no prazo, mas demonstra sentir falta do rapaz. Assim como, ficou mais do que grilada ao saber que George estava flertando com outras garotas. Há quem não goste de triângulos amorosos, mas sinceramente? Eles são os melhores. Mal posso esperar para ver o desenvolvimento da história, assim como dos personagens. A temporada está só começando, e o que vem por aí, promete. Até lá.
Revolution – The Plague Dogs
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No seu quarto episódio da primeira temporada, Revolution mostrou a que veio para o espectador que teve sangue no olho e seguiu a série até aqui. Depois de um início com alguns bons momentos, mas em meio a episódios sem ritmo e personagens pouco cativantes Revolution mostrou que tinha sim lenha para queimar e porquê conseguiu confirmar sua temporada completa na NBC.
Quando li o nome do episódio, The Plague Dogs, achei que não era dessa vez que Revolution revolucionaria finalmente, mas foi. Praticamente todos os plots e núcleos da série estiveram presentes no episódio, tudo isso para alavancar a série de uma forma que eu não achava mais possível. Finalmente começamos a nos importar com a jornada de Charlie, ganhamos uma rica de uma personagem que foi Maggie que apesar de morrer contou uma ótima história no seu último episódio e Miles ganhou o que faltava no seu personagem: humanidade. Os mais durões vão dizer que foi um cisco no olho, mas deu para chorar com The Plague Dogs.
Com um ritmo constante do início ao fim do episódio Revolution mostrou não apenas a humanidade em Miles, mas a humanidade em torno de todos os personagens do seriado. Até o capitão Neville abriu seu coração ao falar de seu filho para Danny. Conhecemos a trajetória de Maggie tentando voltar para a Inglaterra e ver os filhos. Maggie e Nora ainda funcionaram como ótimas personagens espelho, fazendo Miles repensar no que estava fazendo. Deu até para rir pela primeira vez com Charlie falando com Miles: “Toda pessoa que conhecemos quer capturar você, matar você, nos matar por conhecê-lo ou sair correndo com medo de você”.
Revolution conseguiu fazer os espectadores refletirem sobre como ficou o mundo após o apagão e nos deu mais dicas sobre o motivo de tudo que aconteceu. Ben era um professor de álgebra que acabou trabalhando, com acesso total, no Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Monroe sabe disso e está decidido a fazer Rachel falar. Agora sim ficou mais claro a importância de Danny e ele também ganhou corpo como personagem nesse episódio. Suas cenas com Neville fazem bem mais sentido do que ele sendo boneco de tortura de um soldado da milícia que ficou magoadinho por Danny ter matado um outro soldado enquanto tentava defender seu pai – como ocorreu no episódio anterior.
The Plague Dogs teve ótimas cenas quando Miles e Nate foram atrás de Charlie, que havia sido levada pelo maníaco dos cachorros. Logo depois a cena da morte de Maggie mostrou um Miles que até então não conhecíamos e logo depois Revolution brincou com nossos corações e mostrou uma cena em que Rachel se entrega a milícia a pedido do próprio Miles. E agora? Agora aguenta coração.
Por uma infeliz coincidência sugeri na review passada que vocês analisassem qual dos personagens de Revolution poderia morrer que você não sentiria nenhuma falta. Infelizmente se fosse uma votação de Big Brother poderíamos considerar que a eliminação foi nesse episódio. Maggie foi eliminada, justamente quando mostrou sua importância na história da série. No entanto sua participação cumpriu seu objetivo, a cena da sua despedida foi linda, ela fechou seu ciclo e completou sua tarefa no seriado. Depois de The Plague Dogs meu voto certamente não iria para Maggie e só por esse fato sua presença já valeu a pena.
PS: Parques de diversões por todos lados, parques de diversões em tudo que eu vejo.
Bones – The Tiger in the Tale
11/10/2012, 15:47.
Maria Clara Lima
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O que dizer sobre The Tiger in the Tale? Que foi um episódio sensacional? Que Bones e Booth estavam ótimos? Que o caso foi super interessante? Se eu falasse isso estaria mentindo. O quarto episódio dessa temporada não foi ótimo e nem foi ruim, B&B pareciam conectados e ao mesmo tempo vazios, e o caso da semana, nem me lembro de certo… mesmo assim, assisti ao episódio cinco vezes em um dia.
Vou falar de The Tiger in the Tale , mas antes, preciso declarar que estou completamente apaixonada por essa série. Paixão boba, adolescente, quase pueril. Animada, sem grandes expectativas, apenas vivendo pelo momento. E assim está bom demais.
Essa paixão não carece de explicações, nem justificativas. Finalmente entendi o real sentido de “fangirlismo” e de um tal de “fandom”. É um estado de graça, na dose certa. Sei que muitos se sentem assim. Elogios para a Emily, muitas fotos do Boreanaz, discussões sem fim em chats…bem, sem fim, também.
Para os que estão neste estado, tudo fica mais fácil. Mas não vamos esquecer que tem muita gente bem aborrecida com a série, depois de uma sétima temporada um pouco desanimadora. Para esses, peço calma. Apenas calma, e talvez uma segunda chance.
Pois bem, é assim, meio boba e apaixonada, que ainda consigo ver o lado bom dessa “crimédia”. Mas ao mesmo tempo, não posso ignorar as falhas de um episódio que poderia ter sido bem melhor. Mas vamos falar de The Tiger in the Tale?
Altos
O que tornou esse episódio emocionante foi a criatividade e talento dos protagonistas (isso mesmo, Boreanaz tem talento, ao menos para chacoalhar as coisas).
Fazer um ‘filler” ser bom só foi possível porque o elenco de Bones faz isso ser muito fácil. Todo mundo se conhece tão bem, que flui. O TJ faz ciência ser engraçada, a Tamara e suas falas divertidas, a Angie, querida como sempre… mas esse episódio mostrou como a química entre Booth e Brennan, Emily e David, grita e faz a diferença no final das contas. Ah, se química pudesse gritar… eles fariam muito barulho.
Essa sinergia foi o que funcionou para o episódio. Sem isso, não teria sido nem bom. Uma das cenas que mais gostei foi quando o Booth chamou a Brennan de “animal raro e bonito”, como um tigre. Estou voltando a gostar dele… parece que o personagem tem tentado ser mais compreensível e demonstrar mais carinho pela parceira.
Sempre critiquei a mania do Booth de ser a donzela má compreendida quando algo estava tenso entre o casal, mas nessa temporada, ele, ao menos, tenta entender as atitudes dela.
A cena final mostrou isso. Ele não deixa suas crenças, mas encoraja as crenças dela. Mas além disso, o que foi aquela sacudidinha do Boreanaz e a risadinha da Emily?
Aliás, porque a Emily é assim tão perfeita? Esses dias vi o piloto da série, engraçado notar como ela tinha pouca experiência em 2005. Agora, ela é uma atriz completa, entende o personagem, suas limitações, paixões, desejos. Dou um sorriso para cada pausa que ela faz ao falar, ou da puxadinha no canto da boca quando ela acha graça de algo, o modo que ela aponta o dedo indicador para mostrar algo com precisão, ou quando ela olha rapidamente para cima quando precisa ponderar. Acho que estou sempre sorrindo quando a Emily aparece na tela.
Devo pontuar que a tal cena do tigre foi realmente bonita. Foi linda por causa dela. Porque ela sabe dosar cada emoção e mostrar como uma personagem que aparentemente é distante de todo mundo, é ao mesmo tempo tão humana. Isso é ter total controle do que está fazendo, isso é talento.
Ah, não posso esquecer que hoje (11/10) é o aniversário da Emily Erin Deschanel. Se hoje, nós, fãs de Bones, somos felizes, isso deve-se ao seu trabalho sério e sua sensibilidade por vida. Somos felizes apenas por ela ser ela é. Aliás, só de tê-la na série é mais do que o suficiente para gostar um pouco, ao menos.
Baixos
Esse episódio foi um “filler” por definição. Não acrescentou em quase nada para a série. B&B então… Sem contar que não se colocar um episódio desses antes do hiato. Cadê o apelo para que o telespectador fique com vontade de ver o próximo?
Nem todo mundo que ainda assiste Bones,é uma pessoa barulhenta e sem senso de direção na vida (como eu)! Além disso, o episódio era tão “filler”, que não se encaixava nem no meio do recheio. Tudo me pareceu meio artificial. Só não foi um episódio ruim pelos bons momentos que o salvaram.
Onde está a Christine, por Deus? Estou começando a pensar que a sétima temporada foi uma “temporada sonho” e que a menina não existe mais. Sei que é complicado ter um bebê no set, e que é complicado colocar cenas com a criança na série. Mas aquele “baby talk” em cima da mesa é simbólico demais para disfarçar a ausência da criança. Além do quê, Brennan é mais de primeira viagem, o desapego com a criança aconteceu muito rápido. Além do que a menina é um bebê exemplar, pois não chora, não fica doente, não mama, não faz coisa nenhuma. Ou seja, não existe.
Além disso, o que foi aquela conversa sobre morar junto e compromisso entre o Booth e o Sweets? Claro que morar junto é um compromisso sério, muito sério. Na hora fique confusa… o que é sério para o agente do FBI considerar um compromisso? Aquilo foi ele dizendo que morar junto com a Bones foi assim… natural? Para com isso, morar com alguém que se ama é muito mais do que uma simples facilidade como quiseram vender. O que agora me faz questionar um pouco o significado do relacionamento de B&B… são namorados? namoridos? O que está havendo? Ah, se forem fazer um filler, ao menos façam um com o foco em assuntos que nunca mencionamos… como RELACIONAMENTO!
Para finalizar os pontos baixos dessa história, volto a falar da falta de relevância para o desenvolvimento dos personagens. Tenho elogiado tanto a evolução deles, que me senti um pouco ofendida com a pouca profundidade da história. Não que a matança de animais seja banal, mas…
Como o Sweets pode ter simplesmente percebido que não queria ficar com a namorada na porta da casa deles? Ele passou anos dessa maldita série se arrastando atrás da antropologista, e agora? Oh meu Deus! Não gosto dela, mas fiquei com dó.
E aquela cena absurda de Hodgela andando na rua e ooops… olha lá, Sweets e Daisy. Mas…
The Tiger in the Tale
Foi no geral divertido. Apesar de bobo em sua substância, nos rendeu bons momentos. Esse episódio, se for lembrado, será como o “episódio do tigre”, que nos proporcionou uma das cenas mais fortes da Emily Deschanel. Sabendo o real significado de sua luta pelos direitos dos animais, pudemos ver muito da atriz nesse episódio.
Fora isso, a história do tigre serviu para livrar o Sweets da Daisy. Coloquei o momento como algo bom do episódio, e confesso que me incomodou não me sentir incomodada com essa casal durante as cenas deles. Não sei se foi pelo término do namoro ou se simplesmente eles estavam mais “engolíveis”.
A história do traficante de animais não me levou para as alturas, mesmo assim, terminei o episódio com um sorrisinho no rosto. É paixão, já era! Se até um “filler” foi assim tão Bones, imagina quando resolverem parar de desperdiçar episódios! Espero que eles caprichem mais no próximo.
Fiquem com as cenas do próximo capítulo – que será um dos extras da temporada passada!
Até novembro, boneheads! =) Espero que até lá, quem ainda não viu a série veja, e possa também celebrar a oitava temporada com todos nós.
Revenge – Resurrection
11/10/2012, 13:51.
Mario Madureira
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Algo que me chama atenção em todos os episódios de Revenge são as pequenas filosofias de Emily sobre determinados assuntos. Nesse caso, a Ressurreição foi tratada de modo bem simbológico ao se referir ao retorno do sucúbico demoníaco para o Hampstons. Por essa, Emily não esperava.
Já começando falando sobre coisas tristes, chegamos ao ápice do relacionamento entre Charlotte e Emily. Nunca pensei, mas essas duas personagens tão distantes, se aproximaram e muito nesse começo de temporada e está sendo muito bacana presenciar o desenvolvimento dessa amizade entre irmãs. Mas como Emily abandonou a sua antiga vida, ela foi obrigada a presenciar o encontro de Charlotte com a falsa Amanda para obrigar a mesma a ficar em Hampstons e não fugir com Victoria. É nesses momentos que vem aquele grande questionamento: vale a pena sacrificar toda a sua vida para uma vingança?
Momento ‘a revolta do telespectador’
Somente eu fiquei revoltado ao assistir aquela cena medíocre entre Emily e o homem do cabelo grisalho? Que papel amigável é aquele dela pedindo conselhos para ele e perguntando onde estava a sua mãe numa calma? Emily, come on! Você é a vingadora! Você não tem que ficar sentada calmamente esperando uma resposta simples. A resposta é trancafiá-lo num calabouço e começar os jogos mortais, oras!
“Uma vez, fiz uma entrevista por vídeo com Katie Couric pelado na minha jacuzzi. Ela não faz ideia” – #FrasesComicasDeNolanRoss
E para aqueles que estão se perguntando, eu ainda não aceitei o fato de Emily não ter se vingado de David adequadamente. Ainda espero por essa vingança, de modo indireto é claro. O infeliz do homem grisalho morreu por um cara misterioso que não sabemos quem é ou por que ele não vai deixar Emily fazer a sua vingança. Qual é o lance entre ele e o Takeda, afinal de contas? Ele gosta de treinar pessoas para se vingarem? Qual é a história dele?
Voltando para o drama dos Grayson…
Achei mais do que apropriado a Emily se aproximar novamente de Daniel para conseguir libertar Charlotte da reabilitação. Eu não engoli essa história da Emily deixar o Jack viver com a Amanda no ‘felizes para sempre’, enquanto ela está sofrendo em busca de sua mãe. Ela pode muito bem, se vingar e ficar com ele depois. Seria uma surpreendentemente final feliz. Mas como eu sei que a vingança é um caminho longo, vamos nos contentar com as sobras.
E que cena terrível foi aquela entre Conrad e Victoria, hein? Só para acabar com a vida do homem grisalho, a Victoria se sentiu obrigada a pedir para o Conrad bater nela. Que coisa mais masoquista! Terrível! E o pior foi ver a Victoria em seu momento Samara amaldiçoando o assassino de David, enquanto ela estava amarrada na parede. É muita cara de pau para uma pessoa só.
E a Ashley, nada boba, né? Está trabalhando para o Conrad para tentar despistar o Daniel dos planos do chefe. Sinceramente, ainda me pergunto o que Ashley ainda está fazendo na série. É incrível! Ela não tem história! E a cada episódio eu encontro uma nova profissão para ela. Depois de ser designer, programadora, organizadora de tarefas, governanta, mulher da vida, locutora e agora, apresentadora de reuniões. Até o final da temporada, descobriremos que ela é literalmente um Bombril.
“Nem o próprio diabo de quis” – Conrad Grayson
Agora indo para o núcleo necessitado da série, o Declan vai começar a se meter numa maior roubada com esse novo amiguinho dele. Ele vai acabar sendo preso, somente por causa de um dinheiro. Se fosse assim, não seria melhor ele conseguir outro trabalho? O Hampstons até que é uma grande cidade. Tenho certeza que ele conseguiria dinheiro muito mais fácil e que não fosse ilegal.
Outro personagem que também se infiltrou nessa trama vingativa, foi a analista contábil do Nolan. Ela não teve nenhum contexto no episódio, mas é o que eu sempre digo: um personagem não entra na série por motivos fúteis. Ela contribuirá com algo muito valioso na série que temos que esperar para ver. Esse é aquele momento que começamos a interligar os personagens desconhecidos. Será que ela tem alguma relação com o novo amiguinho vingativo da Emily?
Depois de muita vingança e muita reviravolta, a rainha do terror está de volta e ela é a única chance de Emily descobrir o que aconteceu de fato com a sua mãe. E tenho certeza que ela conseguirá! Mesmo que ela tenha que mudar novamente alguns resultados de exame para provar que Ashley é um fantasma e que está na série errada.
Hawaii Five-0 – Lana I Ka Moana
11/10/2012, 09:26.
Anderson Narciso
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Hawaii Five-0 esta melhor a cada semana. Não canso de medir esforços para elogiar esta série. E o episódio desta semana foi feito especialmente para quem tem seguido a série até aqui. A essência da série estava toda ali. Como não gostar de um episódio com dosagem certa de ação, humor, e do nosso casal Steve e Danny?
Lana I Ka Moana foi um dos episódios com mais “bromance” da história da série. E nós? Rimos a beça. Steve e Danno foram para o meio do oceano relaxarem e pescarem. Obviamente, nada na tranquilidade, porque quando estes dois ficam juntos, é tanto amor, que acabam sempre em discussões. E as discussões destes dois são as melhores. Parecem dois velhos rabugentos. Tudo ia tranquilamente bem, até que os dois avistam um homem em um bote que parecia precisar de ajuda, mas na verdade era um foragido que os força a pular do barco e ficarem a deriva. Steve e Danno mais uma vez, protagonizam cenas hilárias com o bote – que Danno insiste em chamar de barco. Mas até acharem o Iate onde que por coincidência estava o corpo do crime feito pelo foragido, Danny acaba revelando para Steve sobre sua apatia pelo mar: um de seus amigos, quando criança, acabou se afogando em uma viagem de verão de sua família. Ta explicado a implicância que Danno tem sobre o oceano. Acho que Steve nunca mais faz uma piadinha sobre.
Retornados a terra, a equipe tenta resolver o caso do assassinato. O Assassinato envolveu tramas familiares e traições. Nada que chame a atenção. Mas o envolvimento da equipe teve cenas interessantes. Chin e Kono por exemplo, trabalham juntos e acabam tendo um pequeno desentendimento, quando Chin questiona a integridade de Adam a Kono. Talvez, Chin possa ter razão em seu ponto. Adam querendo ou não pertence a Yakuza, e mesmo tendo salvando a policial, e aparentando ser um cara que quer mudar os negócios do pai, eu ainda não confio no rapaz. Fico esperando a qualquer momento que ele possa aprontar algo. Vamos ver se os roteiristas explorarão algo a mais para nossa linda Kono.
Catherine esta cada vez mais a vontade na equipe. Acho que deviam a efetivar logo como uma 5-0. Ela ajudou bastante no caso desta semana, e sem contar que, começo a ver uma química dela forte com Steve. Já estou começando a aceitar os dois como casal, e espero que depois que eu acostume com os dois, não a mandem embora. Já basta terem mandado a lindissima do Lori embora. Despedirem mais uma do elenco feminino é dose.
Mas a dose de humor foi sensacional neste episódio que foi bem mais a vontade. Aquele tipo de episódio sem preocupação. Todos acabam comendo o peixe pescado por Danno e “cozinhado” por Kamekona. O tipico momento “família” da nossa equipe que é indispensável nos episódios.
Passado a calmaria, creio que semana que vem as coisas esquentem novamente – Mama McGarrett está de volta. E creio que, agora mais do que nunca, ela tem muuuuitos assuntos para tratar com Steve. Será que ela revelará o porque de ter deixado Wo-fat escapar? Veremos …
Once Upon a Time – We Are Both
10/10/2012, 16:56.
Mario Madureira
Reviews
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Sinceramente, essa segunda temporada está me fazendo delirar, gritar e me tornar um maníaco. Esse tipo de coisa só acontece quando um fã fica satisfeito completamente por sua série estar fazendo tudo o que você imaginou e muito mais.
Eu sonhava e imaginava nesses longos meses de esperava, quais surpresas Once Upon a Time nos traria junto com sua magia. E somente nesses dois episódios, valeu muito a pena a espera. Edward e Adam estão nos surpreendendo a cada episódio e a cada roteiro escrito. Todos os personagens de Storybrooke estão aparecendo e se relacionando. Era bem aquela questão oculta no começo da série: será que Henry não está mentindo? Será mesmo que existe uma rainha má que colocou um feitiço sobre a cidade por causa de uma vingança? E de repente, vemos Emma andando na Floresta Encantada junto com sua mãe.
Da mesma forma que o primeiro, tivemos várias situações sendo tratadas nesse episódio. Mas a prioridade mesmo foi à relação: quem realmente eu sou? Uma fada ou uma freira? Um ladrão ou um anão? Um príncipe encantado ou um veterinário? E é muito interessante a forma com que eles propuseram essa problemática, pois justamente vemos a confusão psíquica em torno de todos os personagens. Imaginem a situação de que, quando eles achavam que eram apenas moradores de Storybrooke, muitos deles eram corajosos e bravos, e após perceberem que são camponeses, seu medo pela rainha voltou, tornando-os fracos. Mas a verdade é bem explícita no diálogo de James: “Nós somos os dois”. As junções das duas personalidades os tornam essa pessoa mais forte e sem medo de viver.
“Freiras ainda são freiras, ou sabe, podem namorar?” – Dr. Whale.
Certamente, as partes que eu estou mais gostando são os confrontos entre os personagens. Os dilemas de seus passados sendo continuados em nosso mundo. Assistíamos aquele flashback e achávamos que a história terminava ali, mas Once Upon a Time está nos dando à chance de ver a continuidade dessa história. O que aconteceu depois do casamento do Príncipe Encantado e Branca de Neve? O que aconteceu com Jefferson depois que ficou maluco? A linha tênue dos dois mundos agora se tornou uma. Tornando a história mais envolvente do que já era. Mas a verdade é que se você não é um oncer, com certeza você vai se perder em muitas das piadinhas internas ou situações que passaram despercebidas a olho nu. Aquele ‘Anteriormente em Once Upon a Time’ não vai te ajudar a relembrar o que aconteceu. Trust me.
Eu li muitos comentários de pessoas que se sentiram confusas na questão: Por que raios Mulan e Aurora não se lembraram de Branca de Neve ao vê-la? Elas não se lembravam da maldição, oras? Gente, vamos por partes. Devo confessar que no início eu havia pensado no fato de que havia se passado 28 anos, e elas ainda eram bebês ou ainda não tinham nascido. Isso seria uma explicação razoável. No entanto, a polemica que se envolve é no quesito: A Floresta Encantada estava congelada. Isso significa que Aurora e Mulan já estavam vivas ao receberem a maldição. Lembrando é claro, que a Maleficent já havia aplicado a maldição a Aurora, portanto, ela não presenciou de fato toda a repercussão da maldição sobre o mundo mágico. Portanto, o que aconteceu? Bom, nesse episódio realmente não foi explicado, mas podemos deduzir. Emma e Mary estão com roupas do mundo humano e com um visual muito moderno para um mundo daqueles. É que nem pegar um empresário do século 21 e compará-lo com um camponês da época Medieval. Podemos imaginar que ninguém tenha reconhecido ela, ou, nunca virão Branca de Neve, afinal de contas, lá não tem televisão ou fotografia. Para se verem, as pessoas devem se conhecer pessoalmente, então eu cheguei nesse consenso. Mas isso não significa que não haja ninguém do grupo de foragidos que não a conheçam. Veremos no próximo episódio.
Agora a bomba do episódio: Cora está viva! Momento OMG! Acho que nunca pirei em um episódio, como pirei nesse – ok, eu estou pirando em todos os episódios – Mas é incrível a quantidade de vilões que estamos juntando em apenas dois episódios. Imaginem pessoal, essa não é aquela história de que existe um vilão e uma penca de gente para acabar com esse antagonista. Temos vários antagonistas que lutem em pró de si. Isso significa que os mocinhos tem muito mais com o que se preocupar. Agora a pergunta que está no ar: será que Cora pretende de vingar de sua própria filha? O que aconteceu com ela esse tempo todo? Será que ela foi mandada para a Floresta Encantada no futuro pós-maldição ao ser jogada no espelho? Mas a questão é: sempre quando vejo o passado de Regina, da um aperto no coração, vocês não acham? E não foi somente a Cora que a tornou assim. Rumple também tem culpa no cartório, o colocando como o vilão máster na hierarquia de vilões de Once Upon a Time.
Jefferson e Pinóquio também deram as caras nesse episódio. Jefferson provavelmente estava preso no carro tentando fugir de Storybrooke após soltar Bela. Enquanto August voltou a ser madeira e deve ter ido para algum lugar. Lembro-me bem de ter visto algumas cenas na promo do que aconteceria nessa segunda temporada, com Emma dizendo o nome de August no mundo da magia. Será que o Pinóquio conhece o portal que leve de volta para a Floresta Encantada? Seria aquela árvore que o trouxe para o nosso mundo ainda funcionando agora que a magia voltou?
“Se tem que usar magia para ter o seu filho, você não o tem de verdade” – Príncipe James.
E para aqueles que estão se corroendo para saber o que Rumple estava planejando com esse plano mirabolante e secreto, não precisavam se torturar. Acredito que todos saibam. Mr. Gold não vê a hora de sair de Storybrooke para tentar procurar o seu filho, Bae. Por onde será que ele está? Seria ele o homem misterioso do episódio Broken?
Se segurem oncers, que no próximo episódio, Emma vai conhecer alguns amiguinhos chamados: orgros! Depois de um dragão, será que ela segura essa batalha ao lado de Branca de Neve e Lancelot?
Grimm – Over My Dead Body
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“Enquanto ele o encarava, viu uma cobra surgir do canto do túmulo e se aproximar do corpo”.
Depois de um ótimo começo de segunda temporada Grimm entrou em leve declínio nos dois últimos episódios. The Good Sheperd e Over My Dead Body foram sonolentos em comparação com os quarto primeiros episódios da temporada. No entanto a vida de Nick em Portland segue movimentada e dessa vez até a realeza deu as caras na cidade.
O cerco voltou a apertar em torno de Nick e agora, além da amnésia de Juliette, outra pessoa muito próxima do Grimm está sofrendo novamente com as consequências desse relacionamento: Monroe. Na primeira vez em que foi espancado o blutbad contou a Nick o que aconteceu, mas afirmou que continuaria ajudando o Grimm. A dúvida agora é sobre como ficará a cabeça de Monroe após ter perdido uma amiga devido a essa proximidade com Nick. Acredito que Monroe não vá fugir do páreo, ele enfatizou mais de uma vez que pretende ficar em Portland e afirmou: “tem muitas coisas boas acontecendo aqui”. Com certeza, e Monroe é uma delas.
Um dos pontos altos de Over My Dead Body foi o retorno da blutbad Angelina, interpretada pela atriz Jaime Ray Newman. Mas como deu para perceber Angelina não volta mais a Grimm já que morreu salvando a vida de Monroe. Uma pena, ela foi ótima bancando a parceira de Nick, mas abandona o seriado em grande estilo.
Apesar de sonolento o episódio teve muitos detalhes interessantes como a gravata borboleta de Monroe e o jantar romântico que ele fez pra Rosalee. O outro casal do seriado, Nick e Juliette, parecem que tornaram seu relacionamento mais interessante para os espectadores agora que eles precisam novamente se conquistar.
Hank e Nick também estão mais afinados agora que Hank sabe de tudo, pode participar do que acontece no mundo wesen e assim se torna uma ótima ajuda extra para o Grimm. Hank também vem rendendo cenas muito boas com Monroe, principalmente quando ele tira várias dúvidas sobre o mundo wesen com o blutbad. Muitas das suas dúvidas, também são nossas dúvidas. Grande Hank.
Over My Dead Body também nos apresentou um dos wesen mais amedrontadores que já apareceu, um Königsschlange, algo como rei cobra em alemão. Mas o que mais chamou a atenção foi a presença de alguém da realeza em Portland, uma pessoa enviada especialmente para encomendar a morte de Monroe. No entanto, novamente o plano contra a turma de Nick não dá certo e a mulher misteriosa e possivelmente membro da realeza é interceptada pelo capitão Renard antes de fugir de Portland.
Apesar do clima devagar do episódio a presença dessa mulher misteriosa e o que Renard conseguirá de informações com ela deixou um gostinho especial para a espera do próximo episódio, The Bottle Imp. A torcida fica para que, com a chegada da realeza e com mais cenas envolvendo o chefe de Nick, Grimm consiga recuperar o ótimo nível do início da temporada. Potencial a série já mostrou que tem.
Grey’s Anatomy – Remember The Time
09/10/2012, 11:05.
Mariela Assmann
Reviews
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Eu estava preparadíssima pra chorar por quarenta e tantos minutos com Remember The Time. E, miraculosamente, eu chorei apenas nos minutos finais. Isso não significa que o episódio não tenha sido triste, dramático. Pelo contrário, foi bastante. Mas creio que havia um certo entorpecimento no ar, em virtude da decisão da produção de apresentar primeiro Going Going Gone, de forma que em Remember The Time já sabíamos praticamente tudo que aconteceria. Isso tornou o drama mais real, menos desmedido. Mas nem por isso meio dolorido.
Também defendo a decisão da inversão da ordem de exibição em razão de ter sido mantido o suspense do “o quê aconteceu com Arizona” por mais tempo. Porque se criou o suspense do “será que morreu” na premiere, e o suspense da amputação, nesse episódio.
Eu gostei, também, da estrutura do episódio. De vermos, de forma paradoxalmente isolada e interligada, o que aconteceu com cada um dos sobreviventes à queda do avião. E talvez essa estrutura também tenha pesado no fato de eu ter preferido o segundo episódio ao primeiro.
Mas antes de entrar no mérito do episódio em si, preciso dizer que houve UMA COISA extremamente desnecessária no episódio: a menção de que o corpo de Lexie foi comido por animais selvagens. Sim, é totalmente plausível que isso tenha acontecido, em virtude do tempo que eles passaram na mata. Mas é necessário que essa informação seja levada para os fãs, ainda chateadíssimos com a morte da própria Lexie e com a de Mark? Não. Então, Shonda, menos. Bem menos. Feita essa ressalva, vamos relembrar o que aconteceu com nossos queridos e azarados médicos.
Posso começar dizendo que to amando muito, muito, muito a nova versão de Mer? O que nós vimos do drama da Grey nos deixou com uma certeza: a sombria e obscura Meredith Grey foi embora. E é muito bacana observar todo o amadurecimento da personagem. Ela lidou muito bem com os acontecimentos da mata, e foi a responsável pelos demais sobreviventes após o resgate, já que era a menos ferida. Tomou a dianteira da situação, recolheu o luto pela morte da irmã e seguiu em frente. E o fato dela não ter aceitado ir embora de Seattle não significa conformismo, resistência à abandonar as coisas antigas. Pelo menos pra mim ficou evidente que ela, mesmo sofrendo, acha que eles precisam ficar ali, em virtude dos outros colegas que estavam no avião, e da mão do Derek. Muito orgulho de Medusa Grey.
Derek tem seu próprio drama pra lidar. E embora não seja um mimimizento de plantão, também não se mostrou como uma rocha sólida e firme. Tá certo que ele lidou também com o drama de estar perdendo seu melhor amigo. Então, não é exigível que ele se comporte de forma diferente. E foi bacana ver que ele estava se preocupando com o futuro de Meredith, mesmo no meio do caos. Em outras oportunidades, o casal se enfraquecia nos momentos de tristeza e provação, e dessa ver está sendo diferente, para a felicidade dos shippers MerDer. YAY. Eu não faço ideia de como a questão da mão do Derek será resolvida, então só nos resta aguardar e torcer pra, que em breve, seja um lindo dia para salvar vidas.
Yang ficou catatônica. Todos sabemos, desde a primeira temporada – lembram da crise de choro compulsivo dela depois do aborto? – que Cristina não lida muito bem com o pós-trauma. Mas dessa vez, até achei que a coisa toda deu uma evoluída. Ela lidou com questões muitos extremas na mata – desde ver os colegas morrendo até beber sua própria urina – e ficar naquele estado de torpor é natural. O importante é que ela saiu do estado em que se encontrava. O ruim é que ela fugiu. Sim, fugiu. Não digo que ela ir embora fosse uma coisa ruim. De forma alguma. Se a mudança fosse para deixar todas as coisas ruins para trás. Mas não foi, foi por fraqueza de encarar os próprios traumas. Novamente. Se na sétima temporada ela desistiu de ser uma cirurgiã, agora ela desistiu de permanecer ao lugar ao qual pertence. E é pela forma que se deu a mudança dela que tenho, agora ainda mais, certeza de que ela voltará ao Seattle Grace.
A trama de Mark foi de doer o coração. Porque nós o vimos bem, sorrindo, conversando, fazendo piada. E isso não nos alegrou. Porque sabíamos que até o final do episódio ele morreria. A cena de Sloan com Avery, a conversa deles, foi uma das mais bacanas do episódio. E com certeza vai pautar as ações de Jackson com April. Gostei, também, de Mark ter “acabado” com Julia. Sei, talvez tenha sido desnecessário. Mas foi a última confirmação de Slexie, então me agradou. O que não me agradou foi que Sofia não chegou a tempo para ver seu pai, antes da partida definitiva dele. Eu torcia por um último colinho, um último afago. Infelizmente, não deu tempo. O que definitivamente me agradou foi a presença de Richard ao lado de Mark. O Chief era, sem dúvida, a pessoa certa para as “disposições de última vontade” de Sloan. No meio à euforia do despertar de Mark, ele foi a pessoa que percebeu o quão ruim a situação estava, e que tomou as difíceis decisões que precisavam seguir à essa constatação. Foi bacana.
E, por fim, é necessário falar da última sobrevivente da queda. Arizona, que não é mais a Robbins que todos conhecemos e amamos. Primeiro porque ela tomou diversas decisões que não condizem com sua experiência médica. Ora, vamos lá! Tá certo que a situação dela era extrema, mas entre viver – inclusive pela sua filha -, ainda que sem a perna, e morrer, qual a opção mais agradável? É necessário que aja um entendimento, e rápido, de Arizona, de que as decisões tomadas por todos e, especialmente, por Callie, foram todas no sentido de salvar sua vida. A única coisa que achei completamente razoável foi a raiva de Arizona em relação à Karev. Totalmente aceitável, esperado, desejável até. E fiquei muito surpresa com a cena da amputação, porque eu realmente fiquei com a impressão que Callie tinha sido a médica responsável pela amputação. Entendi mal: ela tinha sido a responsável pela decisão. O autor do procedimento foi Karev. Qual o reflexo disso para o relacionamento já abalado dele com Robbins? Eu aposto todas as minhas fichas que será ele a tirar Arizona da depressão. E vocês?
E aqui, precisamos falar de Callie. Ela tem sido, junto com Mer, o esteio dos demais. Fiquei com muita pena dela, afinal as maiores decisões ficaram nas costas dela. A responsabilidade pela mão de Derek, a responsabilidade pela perna de Arizona. E numa cena a la final da quinta temporada, tudo acontecendo ao mesmo tempo: Callie operando Derek, Arizona entrando em choque séptico. Isso depois de Callie ter prometido que manteria a perna da mulher intacta – decisão muito errada, Torres; de ter perdido o melhor amigo e de não reconhecer mais a esposa. Que dó, que dó, que dó!
Agora, episódio novo de Grey’s Anatomy só em 18/10, em razão das eleições presidencias dos Estados Unidos. Enquanto isso, manteremos nossa curiosidade acerca dos próximos acontecimentos do nosso seriado queridinho. Até lá.
P.S.1: tive dozinho de Kepner, também, que foi embora meio incógnita e abandonada. E fiquei com um sentimento de gratidão eterna por ela ter permanecido, enquanto as coisas estavam bem caóticas no Seattle Grace. Definitivamente, olharei pra ela com outros olhos nessa temporada.
P.S.2: embora não goste mesmo de Crowen, adorei a cena entre os dois, do banho de Yang. Méritos pra ele, que foi quem tirou Yang do transe. Quanto ao futuro do casal, não sei o que esperar.
The Good Wife – And The Law Won
09/10/2012, 10:56.
Tati Leite
Reviews
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Alguns autores de novela se recusam a mudar o rumo de suas tramas para agradar o público. No entanto muitas vezes são obrigados a interferir porque não deixam de ser empregados. Aposto que alguém está se perguntando: por que raios você está citando novelas? Porque novela está para a TV brasileira o que seriado está para TV nos EUA. Por mais que hoje a internet permita com que espectadores de outros países escrevam para as emissoras emitindo sua opinião e/ou paixão por uma série, o efeito que isso causa é quase nulo. No máximo os executivos sabem que o lançamento de uma determinada série pode ser rentável em um determinado lugar. E só. Quem importa (ainda) é o telespectador “local”. É a vontade desse telespectador que é levado em conta. Muitas vezes essa vontade pode ser rentável mas prejudica a trama.
Não gosto de fazer duras críticas quando a série acabou de voltar. Os primeiros episódios geralmente servem para lançar subtramas que serão amarradas na reta final. Porém confesso que estou começando a me preocupar com The Good Wife. Kalinda sempre foi uma das minhas personagens prediletas. E a relação dela com Alicia era muito interessante e bem trabalhada. Porém quando uma personagem secundária acaba ficando muito popular é normal ganhar uma subtrama só para ela. Só que nem sempre isso dá muito certo. A subtrama envolvendo Kalinda e seu ex-marido está chata e se mostrando um desperdício de atores. Aliás a sorte de The Good Wife é ter grandes atores. Mesmo quando a trama não anda, as atuações te predem mas isso não funciona para sempre. Um adendo: a tal cena polêmica do sorvete não achei nada demais. Foi só nojenta mas não merecia alarde nenhum. As cenas de violência entre o casal acredito que deveriam chocar muito mais.
A volta de Will aos tribunais quase fracassou – eu torcia na verdade por um derrota porque para mim movimentaria mais a trama – em parte porque Kalinda não fez bem o seu trabalho e também por excesso de confiança de Will. Mas a história em si foi interessante. Eu gosto quando os roteiristas trabalham em cima de fatos reais. Realmente houve esse protesto em Chicago, felizmente na vida real não houve nenhuma morte. Diane dizendo a Alicia que a queria trabalhando com Will por ele trabalhar melhor quando tenta impressionar alguém foi a deixa do autor para deixar acesa a ligação romântica entre a Alicia e seu chefe.
Fomos apresentados a Maddie Hayward, dando início a participação de Maura Tierney. Como fã de ER só de poder ver Julianna e Maura juntas novamente foi maravilhoso. Gostar da personagem foi um bônus. A função de Alicia é tentar convencer Hayward a renogociar o aluguel de um dos andares na firma. Ela não tem sucesso mas acaba conseguindo um doação para campanha de Peter. Alicia deixa a claro a Diane que não sabe o que levou Hayward a tal gesto, a chefe não parece muito convencida disso. O episódio também contou com a participação Edward Herrmann e Dakin Matthews, dois atores que participaram de Gilmore Girls. Foi um episódio de reunions.
Maddie Hayward é aquela personagem que chega sem dizer exatamente a que veio. Há uma aura de mistério nela. Em nenhum momento fica claro o porque do interesse por Alicia – ótima a cena em que ela chama Alicia para um drink, e Alicia responde que é casada porque entendeu o convite como uma cantada – e nem motivo de apoiar Peter. Será interessante acompanhar esse desenvolvimento.
A cena final entre Peter e Alicia mostra que apesar de tudo que aconteceu existe um cumplicidade e um carinho entre o casal. Para mim mostra mais, mostra que Alicia gostava sim da vida que tinha traçado para ela e que talvez tenha sido isso que a fez “cega” diante das traições do marido. Eu nunca enxerguei a Alicia como uma mártir e nem o Peter como demônio. Para mim eles tem desejos em comum sim. E por isso ficaram tanto tempos juntos. Enxergo na Alicia a mesma ambição que enxergo no Peter e isso pode unir os dois novamente.
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