Grimm – The Bottle Imp

Data/Hora 16/10/2012, 20:26. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

“’Deixe-me sair, deixe-me sair’, choraminga o espírito. E o garoto, muito ingênuo, tirou a rolha da garrafa”.

A primeira cena de The Bottle Imp resume tudo que Nick esperava que acontecesse na vida dele. Em uma conversa normal com Juliette, ela tem uma luz e lembra de seu passado com Nick, incluindo o fato de ele ser um descendente de um Grimm. Juliette aceita incondicionalmente a nova realidade e ainda fica com pena do namorado pelo o que ele passou durante seu período de amnésia. Triiiiiim. O despertador toca, Nick acorda e volta a sua realidade, que apesar de ter personagens de histórias que começam com “era uma vez…”, passa longe de um conto de fadas.

The Bottle Imp é baseado no conto dos Irmãos Grimm “Der Geist im Glas”, que já foi traduzido como “O espírito na garrafa” ou “O gênio na garrafa”. No seriado, o espírito está mais para o diabinho na garrafa – personagem de lenda do folclore brasileiro em que uma pessoa mantém um diabinho em uma garrafa para ganhar dinheiro durante a vida toda. Em troca vende sua alma para o diabo e vai para o inferno após a morte.

O grande mérito de The Bottle Imp é só apresentar no final o verdadeiro culpado das agressões e mortes durante o episódio. Pelo menos eu fui pega de surpresa com o final. No entanto, quem conhece o conto dos irmãos Grimm ou prestou mais atenção na frase inicial do episódio pode ter entendido a sacada desde o início. Em “Der Geist im Glas” o espírito da garrafa se faz de inocente e implora para que um menino tire ele de dentro do recipiente. Em The Bottle Imp a cena em que a menina tenta conseguir carona para ela e seu pai representa bem essa passagem do conto.

O wesen que conhecemos nesse episódio é chamado de Drang-zorn, algo como raivoso e estressante, em alemão. Para descobrir do que se tratava, pela primeira vez Hank entrou no trailer de Nick e viu seus livros e armas. Hank afunda cada vez mais para dentro do mundo estranho dos wesens, de Nick e Monroe. O clube do bolinha anda bem mais afiado e tende a melhorar.

Além de uma recente amizade, Hank e Monroe devem ficar ainda mais próximos, ou pelo menos formarem uma equipe mais unida, um clube do bolinha mais fechado. Hank descobriu finalmente que foi Monroe quem salvou sua vida ainda na primeira temporada, contra o ogro Stark. Em The Bottle Imp Monroe aparece muito pouco, mas sempre dá um jeito de facilitar a vida de Nick. Nesse caso foi ele que indicou uma Blutblad para levar a pequena Drang-zorn em segurança para a detenção.

No final do episódio quando o “era uma vez…” de Nick parecia chegar perto de um “…e foram felizes para sempre”, quem surge entre ele e Juliette é uma imagem do capitão Renard, o verdadeiro príncipe de Portland que Nick ainda não sabe da existência. The Bottle Imp lançou uma grande dúvida entre os fãs de Grimm: qual o efeito do beijo de Renard em Juliette? Além, é claro, de tê-la despertado.

Quem deve dar as caras em Portland na sequência e ajudar a solucionar essa dúvida é Adalind. A Hexenbiest já descobriu que sua mãe está morta e deve voltar atrás do responsável. É claro que o nome de Nick é o primeiro da lista de seus suspeitos. O Grimm anda muito calmo nos últimos episódios e vive o bom mocinho ao extremo dormindo no sofá da sua casa e sendo compreensível com a namorada enfeitiçada. Acho que logo deve chegar a hora de Nick incorporar um diabinho e sair da sua garrafa.

Castle – Secret’s Safe with Me e Murder, He Wrote

Data/Hora 16/10/2012, 18:09. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

A 5ª temporada de Castle só teve 4 episódios exibidos. Mas eu decidi parar de chamá-la de temporada e chamá-la de presente. Porque cada um dos episódios foi um presente de Andrew Marlowe e seu time de roteiristas para os fãs.

Todos nós, que amamos seriados, sabemos do problema de juntar o casal de protagonistas. Muitas vezes, a química dos dito cujos era maior quando as coisas ficavam apenas no plano da imaginação, e a coisa toda degringola. Muitas vezes os roteiristas, temerosos com a fase do namoro, pulam etapas e nos privam de ver aquilo que sempre havíamos sonhado em ver – a consolidação, a concretização da paixão existente entre os dois seres. Muitas vezes, entram em um eterno rompe e reata, de causar inveja até ao mais conturbado casal da vida real.

Só quatro episódios foram exibidos nessa temporada, vejam bem. São mais umas 19 oportunidades para eu queimar a língua. Mas me arriscarei. Isso não vai acontecer em Castle. Nem eu sei de onde tirei essa fé no seriado (muito provavelmente da genialidade trivial dos roteiristas nesse início de temporada), mas é isso que estou sentindo. E como ser fã é, muitas vezes, falar com a emoção, é ela que vos escreve. Tenham isso em mente, então.

O que é mais delicioso em Castle é que estamos acompanhando TUDO. Cada afago, cada sorriso, CADA APERTO DE MÃO. Nós estamos contemplando plenamente essa fase delícia de namoradinhos apaixonados (porém temerosos) que Caskett vive. E a química monstra entre Becks e Castle continua lá. As tiradas engraçadas, a dinâmica bacana, um completando o raciocínio do outro. Tudo que amávamos permaneceu como era e, de brinde, ganhamos um casal para chamar de nosso. Alguém deseja mais?

Cuidado! Não estou dizendo que tudo serão flores. Obviamente não. Porque os relacionamentos não o são, em sua maioria. Mas, pessoalmente, é isso que eu desejo. Que o casal da ficção seja como o casal na vida real. Que possamos ver o que eles passam, como resolvem seus problemas, como evoluem. Assim como fazemos com aquele casal de amigos que nós acompanhamos desde o dia em que se conheceram, e pelo qual torcemos, ainda que secretamente, para que descobrissem – e exercitasse – a paixão que existe entre ambos. Lágrimas virão. Mas como bons amigos, estaremos ali, suportando o tranco, e esperando a bonança prevalecer à tempestade. Always.

Feito esse desabafo, vou falar de Secret’s Safe with Me. Semana passada acabei não fazendo a review (shame on me), então antes de falar do lindíssimo Murder, He Wrote, vou pontuar algumas questões sobre o 3° episódio da temporada.

Eu gostei bastante da trama de Secret’s. Se nos dois primeiros episódios eu não consegui acompanhar o caso, dessa vez foi diferente. Eu achei muito interessante a trama envolvendo os irmãos, a socialite, o acidente de carro e o serviçal da madame. Gostei mesmo.

Adorei, simplesmente, a interação entre Gates e Castle. Foi muito divertido observar como Iron Gates passou do descaso para o amor supremo em relação ao escritor, para na sequência chegar ao mais profundo desprezo por Rick, que quebrou sua adorável – só que não. Depois de American Horror Story, nunca mais uma bonequinha será adorável para mim – boneca, ainda que isso tenha auxiliado na resolução do caso.

Também gostei da trama de Alexis, que se mudou para os dormitórios de Columbia. No princípio, eu realmente achei que a garota estava com ciúme de Becks. Mas, na realidade, o medo não era perder o pai para sua “nova namorada”, mas sim em virtude do distanciamento físico. A cena de Rick com a filha no dormitório foi bem bacana, porque todo mundo que já saiu de casa um dia sabe o quão complicado e inseguro é esse período. No meio de tantas dúvidas, a certeza de que não há monstros debaixo da cama vem a calhar.

E o que dizer de Martha? Sim, as mães sempre sabem. E a naturalidade com a qual ela falou isso tornou tudo muito delicioso. Foi quase como se ela dissesse “eu estava esperando a Beckett se esconder no seu closet há séculos”. Divertido demais.

Deliciosa ao extremo, a propósito, foi a interação de Caskett. É tão lindinho reparar na urgência que eles sentem em estar juntos, na linguagem corporal de ambos. E, vamos combinar, se todos os apertos de mão fosse como aquele, a vida seria muito mais bacana. MUITO mais.

Passamos por 3 episódios nos quais o relacionamento de Kate e Rick foi sendo construído e reafirmado, para chegarmos em Murder, He Wrote. Que episódio, que episódio. Praticamente uma fanfic, em termos de romantismo, pegação e ‘fangirlismos’.

Nós contamos os meses (ou os anos?) para que Kate fosse para os Hamptons com Rick. E isso finalmente aconteceu. E tudo precisava ser perfeito, como bem anotado por Alexis e Martha – AMO a empolgação delas com o relacionamento de Castle. E não fomos só nós que contamos as horas. Becks contou, também. Inclusive os segundos.E Castle não decepcionou. O cenário era paradisíaco, e ele soube acalmar o coração de Kate em relação às antigas frequentadoras da casa. Bem bacana.

Mas o episódio não se tratou de acalmar o coração. Se tratou, sim, de acelerar os corações – os de Kate e Rick, que se exercitaram muito no final de semana – e os nossos. OH – MY – GOD seria a expressão que definiria meu estado de espírito, se ele pudesse ser definido.

Teve fofura, teve saliência – esqueceu o biquíni, dona Becks? SAFADA! -, teve pegada (e que pegada, senhoras e senhores). Teve amor, luz de velas. Kate cozinhando. Teve urgência, teve necessidade. Teve CASKETT. Sim, literalmente. Como que um prêmio aos fãs, Rick cria sua versão de Brangelina. E diz “somos Caskett”, para uma sorridente Kate. Quem não ficou com um sorriso bobo nos lábios que atire a primeira pedra.

E enquanto nosso casalzinho vinte se divertia nos Hamptons, a dupla hilária Esposito e Ryan decide encarnar sua profissão também na vida pessoal e descobrir o namorado de Beckett. Sem a participação de Lanie, mas com a participação especialíssima de Castle, que atrapalha os andamentos da investigação dos dois para manter seu namoro na surdina. Só que não funciona muito bem, e Ryan descobre a identidade da namorada maravilhosa de Castle. A cena do interrogatório, com Ryan descobrindo que o namorado de Becks é o escritor, foi muito, mas muito divertida, e ao mesmo tempo deu aquela tensãozinha no coração. E Ryan jogando com o casal, dizendo que o suspeito tinha revelado TUDO? Hilário, no mínimo.

Mas Ryan ganhou o prêmio de BFF ao decidir manter em segredo sua descoberta, e ainda desencorajar Espo na busca pela identidade do namorado secreto. É claro que Javi vai ficar muito bravo quando souber, mas ainda assim a atitude de Ryan foi louvável. Só me pergunto de Lanie não sabe. Como melhor amiga de Beckett, ela deve no mínimo ter quase certeza, ainda que Kate não tenha lhe contado nada. Se for assim, Esposito é o único dos amigos que não sabe. Aí a coisa vai ficar feia pro lado dos demais.

Quanto ao caso da semana, gostei bastante. A dinâmica de Castle e Beckett com o chefe de policia que nunca tinha acompanhado uma investigação de homicídio foi ótima. Aliás, o timing cômico do chefe era ótimo. A insinuação dele, de que Becks era a “acompanhante” de Castle, foi ótima. Ver Beckett nervosinha mais ainda. Gostei também do fato das investigações serem paralelas nos Hamptons e em Nova York, a dinâmica ficou bem bacana. E as reviravoltas do caso garantiram meu interesse até o final, embora não tenha sido um daqueles casos geniais que entrarão para a história do seriado. Mas também, com tantas coisas além do caso acontecendo, quem desejaria isso?

No dia 29/10, Becks e Castle estarão de volta à NY. E enfrentarão, segundo a promo do episódio, o primeiro grande obstáculo do seu relativamente novo relacionamento. Se eles sobreviverão, como casal, à prova de fogo, eu não sei. Mas independentemente do desfecho, sei que será com qualidade, bem estruturado. Se for um final, não será um final bobo, esvaziado (pessoalmente, acho que isso não acontecerá). E se for apenas um obstáculo pelo qual eles passarão, sei que o farão em grande nível. Eu demorei para dizer isso, para perceber isso. Mas, no Marlowe eu confio.

Fringe – In Absentia e The Recordist

Data/Hora 16/10/2012, 16:02. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

In Absentia descreve muito bem o meu sentimento para com Fringe. Uma temporada incrível rolando e eu com um absurdo bloqueio para escrever sobre os episódios. Ah, a ausência antecipada que estou sentindo! Eram 13. Agora, somente mais dez. O final de tudo se aproxima rápido demais. E embora eu esteja feliz com o final que estamos recebendo, e de poder dizer, orgulhosa – e eu tenho certeza disso – que Fringe teve um grande final, ainda não estou preparada para me despedir.

Ainda mais agora, que estamos sendo apresentados a 2036, um universo adoravelmente odioso e fascinante. Que estamos conhecendo melhor Etta, compreendendo o que ela passou, o que faz dela a pessoa que é. E quando conseguirmos assimilar todas essas novas informações, novos personagens, tudo terá um fim. Por isso acho conveniente ressaltar o trabalho bacana que os roteiristas estão fazendo, ao ponto de criarmos um carinho especial por Etta, não só por ela ser a filha do shipper, mas por ela ser quem ela é. Um carinho especial por Simon, que vimos em apenas um episódio, e que já perdeu a cabeça (o que farão com ela?). Enfim, os roteiristas estão fazendo um trabalho incrível ao preencher a ausência dos 21 anos que nunca saberemos como foram, na realidade.

Outro ponto a se destacar é que o caminho da salvação do mundo começou a ser trilhado. Walter gravou várias fitas com os passos do plano conjunto com September. É óbvio que uma cruzada será empreendida atrás das informações contidas nos VHS (à propósito: achei que eles literalmente viajariam atrás das fitas, mas em The Recordist descobrimos que elas estão espalhadas no laboratório. O único trabalho é removê-las em segurança do âmbar e colocá-las em ordem).

O código de In Absentia foi Faith (Fé). Pra mim, ficou óbvio que é a Fé que Liv representa. Olívia meio que sempre foi a explicação para todas as coisas. Agora, os roteiristas dão a entender que Etta é que será a peça fundamental para o desfecho. Mas, se for isso mesmo, só irá acontecer por causa de Olivia. Ficou bem claro que apesar de valente, Etta é bem diferente da mãe. Conhecemos pouco do que a lorinha passou nos 21 anos após ter se separado dos pais. Mas esses acontecimentos trouxeram para ela um peso, uma “amargura” que Liv não tem, apesar de tudo que passou. Olivia acredita nas pessoas, e isso faz das pessoas seres melhores. Não que ela não seja enganada, as vezes – até com certa freqüência. Mas Liv desperta sentimentos nas pessoas, ainda que conflitantes.

Etta, mesmo. É óbvio que ela idolatra a mãe, tem afeto legítimo por ela. Mas sua maior naturalidade e com o pai, Peter. Talvez por que Peter tenha expurgado os fantasmas do passado e agarrado a chance de reconstruir sua família, e Olivia ainda esteja tentando se readaptar ao ‘marido’ e à filha. Mas está sendo muito bacana acompanhar essa trajetória de descobertas mútuas, e de ver uma real família se formando.

E o que falar de The Recordist? Pra mim, foi um super episódio. Mas ‘ouvi’ muita gente reclamando por aí, especialmente do ritmo lento dessa temporada. Confesso que pra mim está funcionando muito bem. O que seria desenvolvido em 3 temporadas completas (segundo os produtores, Fringe foi pensada para sete temporadas, originalmente) acabou tenho que se desenvolver em um espaço menor de tempo. E nesses 3 episódios já exibidos na 5ª temporada, recebemos muitas informações sobre os 21 anos que se passaram desde o Expurgo – o tal preencher as lacunas, suprir a ausência. Tá certo que as informações estão sendo passadas didaticamente, mas isso é necessário para que possamos acompanhar os acontecimentos de 2036, bem como compreender o desfecho que tudo terá.

Particularmente, gostei bastante da trama envolvendo os habitantes de um “povoado” muito diferente e especial. São seres modificados, cujos corpos estão se adaptando ao universo dos Observadores. São seres que, à sua maneira, se assemelham aos Observadores, no seu propósito original. Observar a história. E que, eventualmente, decidiram a mesma coisa que os carecas: modificar a história. Mas, obviamente, de uma forma bastante diferente.

Edwin se sacrificou. Preferiu deixar um legado ao filho – o exemplo de ser um bom homem, o herói que River acreditava não existir nos dias ‘atuais’ – do que continuar convivendo com ele. Foi bonito, foi tocante. Especialmente porque Edwin e River, além de importantes para a trama como um todo, trouxeram à tona a questão “família”, e o quão longe se pode ir para mantê-la unida e segura.

Os sentimentos de Peter sempre foram mais fáceis de ler, para nós. E Peter mesmo é mais aberto sobre eles do que sua parceira. Olivia mascara muito bem seus sentimentos. E foi apenas em The Recordist que a loira baixou a guarda e se mostrou menos forte, menos badass. E assim conseguimos compreender que a imagem que temos dela – e que River, Peter, Astrid, Walter e até Etta também tem – não é 100% verdadeira, porque esquecemos da porção frágil de Liv. No final das contas, Olivia encarava a tudo como um castigo divino – tal como Walter, que acreditava ser punido por desencadear as divergências entre os dois universos -, acreditava não merecer a felicidade ao lado da família por não ter sido projetada para isso.

A cena entre Liv e Peter foi muito bacana, e foi – acredito eu – mais um passo na reconstrução do casal. É óbvio que eles não poderiam simplesmente voltar a ficar juntos, depois de tudo que passaram. Mas aos poucos antigas questões vão sendo esclarecidas, antigas mágoas vão sendo trabalhadas. E, como Peter disse, a família DunhanBishop recebeu outra chance de ficar junta. Chance que funcionou para Olivia como a White Tulip para Walter. É um sinal de “perdão”. De que a loira merece ser feliz, e que a imagem que Etta e o pequeno River tem dela é verdadeira.

Com isso, Olivia se permitiu aproximar-se da filha. E a cena final, do carro, é um alento para nossos corações.

As coisas caminham bem, e as importantes rochas avermelhadas foram conseguidas, a um alto custo. Mas creio que o preço que pagaremos para ver o mundo livre dos carecas ardilosos será muito maior. Imagino que Walter vá construir, depois de localizadas todas as fitas, alguma máquina, dispositivo ou coisa do gênero, e essas pedras são a energia necessária para tudo funcionar – o que é bem plausível, vide o destino de Donald, após pegar algumas delas. Quem sabe, inclusive, as pedras sejam uma espécie de criptonita, por isso que os Observadores não acabaram com elas, mesmo sabendo do risco que elas oferecem a eles e onde poderiam encontrá-las (se eles quisessem, teriam fechado a minha em 2015, não esperariam a ação da Fringe para fazer isso).

Enfim, muitos questionamentos ainda precisarão ser respondidos. Sei que não importa qual caminho nossos queridos personagens tomem daqui para a frente, um grande risco os cerca. E estou temerosa que tenhamos que nos despedir de algum deles mais breve do que pretendíamos.

Por hora, só nos resta aguardar o dia 26/10, data na qual vai o ar o próximo episódio de Fringe. E embora eu não esteja particularmente ansiosa pelo fim, mal posso esperar. Até lá.

P.S.1: o código de The Recordist foi Anger (Raiva, ira). A única explicação que vejo para o código é a raiva que os Observadores sentem da Divisão Fringe e dos progressos que estão sendo feitos por eles.

P.S.2: Gene, aquela linda, está lá, ‘desfilando’ toda sua beleza bovina no âmbar. Vamos pedir pra Astrid remover ela já, produção?

Once Upon a Time – The Lady of the Lake

Data/Hora 15/10/2012, 15:15. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Eu já perdi as contas de quantas vezes eu já tive um momento de espanto com essa segunda temporada. Só tivemos três episódios, mas foram OS TRÊS EPISÓDIOS! E a cada conto, presenciamos aquele gostinho especial da infância, onde conhecíamos aquelas histórias e nos aventurávamos no mundo da fantasia. Creio que The Lady of the Lake trouxe aquele universo paralelo que só encontrávamos em histórias como As Crônicas de Narnia ou Harry Potter. Agora temos outro universo para nos refugiar. A Floresta Encantada de Once Upon a Time.

Acredito que o fator central do episódio foi à paternidade. Tivemos a perspectiva de família encontrada em todos os personagens. Jefferson, Branca de Neve, Encantado, Emma, Henry e a cada perspectiva, presenciamos o pequeno drama que circula o personagem ser concretizado ou continuado. Jefferson, por exemplo, finalmente teve o seu grande encontro com Grace. Acredito que a cena poderia ter sido mais emotiva (pois não consegui ver o rosto de Grace, acho que não era a mesma atriz). Mas só de ter o grande encontro já nos faz pensar que apesar de tanta desgraça e tanta dor acontecendo com nossos personagens queridos, ainda temos aquela pequena esperança, aquele ponto de luz que os motiva a continuar.

Da mesma forma que Emma, Henry também se sente um ‘peixe fora da água’. Quer dizer, é muito complicado você passar uma temporada inteira tentando convencer a sua mãe a acreditar que os contos de fada existem, e de uma hora ou outra, as pessoas que estava com as memórias apagadas, começarem a tomar o comando, deixando Emma e Henry para trás. A esperança é uma ótima lutadora, mas apenas na Dimensão Humana. Na Dimensão Mágica, ela é inútil e o episódio de hoje foi uma bela amostra disso. Emma foi salva duas vezes e quase não sobreviveu em nenhuma delas. E quem pensa que somente a teimosa da Emma se mete nessas confusões, Henry quase foi morto pelas mesmas cobras que seu bisavô foi morto. Interessante ver como situações passadas, retornam de modo indireto nos episódios, não acham? Mas eu acredito que também serve para demonstrar que não podemos fazer tudo por nós mesmos.

E por apenas um minuto, Regina apareceu no episódio sendo expulsa de seu cargo como prefeita, mas já podemos ver que ela está um pouco arrependida do que fez. Ela é uma má exemplificação de uma pessoa boa para Henry e está cada vez mais distante dos personagens. Eu nunca pensei que isso poderia acontecer, mas Regina realmente vai começar a ficar um pouco apagada nos próximos episódios. Ela está convencida que escolher a magia como meio de vida, foi um erro, pois devido a ela, sua vida se transformou numa profunda dor. E agora que ela sabe que Henry não quer ficar com ela, ela vai se sentir cada vez mais sozinha e se punirá internamente. É claro, que isso vai acontecer até Cora chegar à cidade, pois a bruxa anda a solta e está pronta para voltar ao seu posto de mãe controladora.

Quem já odiava a Aurora por ser uma princesa mimada, pode começar a odiar mais. Novamente, ela se meteu onde não era chamada e ainda achou que podia lutar com a Branca de Neve (Coitada). Como sempre, a Mulan salvou a pele dela e faz com que os fãs gostem cada vez mais de seu jeito mandona! Espero que o episódio dedicado a sua vida chegue logo para desvendarmos os segredos que rondam a vida dessa menina que virou uma guerreira e de certo modo, aderiu a uma personalidade fria.

Lancelot morreu, portanto, provavelmente ela só aparecerá em flashbacks, mas já da para sentir que ainda existem muitos cenários a serem explorados, como a mesa da tabula redonda e seus integrantes. Como eu disse inúmeras vezes, todos os acontecimentos da série, ocorrem devido ao amor e de que modo ele pode desencadear terríveis acontecimentos ou um lindo final feliz. Agora temos mais dois relacionamentos misteriosos que são o de Lancelot e do Rei George para descobrirmos suas histórias. E mais uma vez, tivemos aquele momento OMG ao descobrirmos que Rei George está vivo e está na Dimensão Humana! Isso não vai prestar. Imagina o que deve estar passando na cabeça dele ao descobrir que Branca de Neve e James tem um filho e um neto?

Mas as duas cenas mais marcantes do episódio que fazem qualquer um se emocionar, certamente foram da morte da mãe de James e do desabafo de Emma em relação aos seus pais. É tão triste saber que para protegermos as pessoas mais queridas, somos obrigados a sacrificar o que é mais importante para nós. Quantos personagens queridos já não morreram nessa série e que sentiremos falta? Alguns podem achar que o pai de Regina ou a mãe de James não farão nenhuma falta, mas pensar na possibilidade de um final feliz com todos os personagens reunidos no final não é algo bonito? Não é o que esperamos para o final de Once Upon a Time? Um final feliz para todos os personagens que idolatramos e amamos?

CENAS HILÁRIAS DO EPISÓDIO: O destaque vai para Aurora comentando sobre a jaqueta de Emma e para o rosto de Emma ao se deparar com os ogros.

E quero pedir desculpas em me contradizer que Rumple era o vilão mais malvado e terrível de Once Upon a Time. O pior ainda vai aparecer… O seu nome é Capitão Gancho.

Homeland – Beirut is Back

Data/Hora 15/10/2012, 09:54. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Se existia alguma dúvida se Homeland conseguiria manter o nível da primeira temporada, ela foi praticamente sanada neste episódio. Permeado por momentos de extrema tensão e um cliffhanger de deixar qualquer um sem ar por alguns minutos, “Beirut Is Back” serviu principalmente para colocar os protagonistas em suas posições definitivas no novo cenário, já que no primeiro episódio eles estavam apenas fazendo participações especiais.

Mais uma vez Claire Danes deu um show de interpretação, conseguindo convencer até o mais incrédulo como alguém que perdeu a fé em si mesma. Em uma situação mais difícil ainda ficou Saul, que recebeu a tarefa de decidir se confiava ou não na agente que se mostrou totalmente instável. Se a série decepcionou em algum momento, com certeza foi em colocar o Brody novamente em uma posição extremamente privilegiada. Por mais que o ex-fuzileiro tivesse interesse direto na morte do terrorista, foi um pouco forçado colocá-lo em uma sala justamente no momento em que a operação acontecia (apesar de que, seria muito interessante ver o congressista vendo seu amigo morrer e ser obrigado a reagir com felicidade). Mas partir daí não faltaram cenas para mostrar a superioridade da produção. A sequência em que a Carrie decide procurar provas no apartamento do aliado de Nazir foram não menos que incríveis.

E quando tudo parecia perdido, com a loira chegando em casa e percebendo que teria que voltar à sua rotina, o episódio trouxe a revelação que só era esperada para o final da temporada. A descoberta do vídeo em que o Brody confessa seu plano terrorista foi uma verdadeira surpresa. A série poderia tranquilamente segurar essa informação por mais um tempo, mas esta decisão serviu principalmente para que o público entenda que eles não pretendem enrolar. Resta saber o rumo que trama irá tomar a longo prazo, já que teoricamente basta que os agentes da CIA apresentem a confissão do Brody e o prendam. Fato é que não se pode mais subestimar Homeland. Ficou claro que os produtores sabem o que estão fazendo e o telespectador terá pela frente bons momentos com essa série que entrou definitivamente na disputa da melhor trama no ar.

The New Normal – Nanagasm e Bryanzilla

Data/Hora 14/10/2012, 21:00. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Alguém me explica como The New Normal consegue ser tão fofa? E não é só de momentos “own” que vive a série. Ryan Murphy e Ali Adler produziram uma série que além de ser muito engraçada – foco principal de uma comédia –, ainda toca em temas polêmicos e relevantes e emociona. E os últimos dois episódios não foram diferentes disso.

Nanagasm, apesar de para mim ter sido o episódio menos engraçado até agora, tem foco, como o título do episódio já indica, em um evento um tanto quanto prazeroso para Nana Jane e consequentemente coloca a ótima personagem interpretada brilhantemente por Ellen Barkin no centro da história. O episódio usa as restrições de uma mulher de meia idade que sempre viveu uma vida de restrições e que sente pela primeira vez um orgasmo para fazer humor e ainda discutir de forma divertida e inteligente a necessidade da mulher se impor e buscar sua felicidade sexual, não importando a idade. Em uma ida ao bar do hotel em que está ficando, Jane acaba encontrando um cara mais novo que mostra interesse por ela. Disposta a arriscar e tentar algo novo, Jane se entrega a uma noite de sexo casual que lhe rende um orgasmo, uma sensação que ela mesma não faz ideia do que é e que causa uma confusão de sentimentos na personagem.

Em Nanagasm também conhecemos a figura um tanto quanto estranha que é a mãe de David, Frances, uma mulher super protetora que disputa o amor e atenção do filho com o mega competitivo Bryan. Tudo isso rende ótimos flashbacks com disputas culinárias hilárias entre os dois. No entanto, o problema de Bryan com Frances vai além do ciúmes por ter que dividir a atenção do amado, Bryan na verdade tem um pouco de inveja da relação honesta e de cumplicidade que seu amado tem com sua mãe, algo bem diferente da relação dele com a sua, com quem ele não fala há muito tempo. Mas Frances não está ali apenas para embates épicos com Bryan, ela também serve como espelho de uma mulher da terceira idade bem resolvida e que vive a vida ao máximo, algo que Jane ainda não sabe fazer devido as suas convenções e suas restrições.

Além disso, o episódio ainda dá continuidade na história geral da série, outro ponto positivo de The New Normal. Ao contrário de algumas comédias, em que cada episódio tem um tema único e a história maior fica esquecida por um tempo, The New Normal sempre dá continuidade, mesmo que em pequenos momentos, à linha desenvolvida no episódio anterior. Aqui vemos os reflexos do pedido de custódia do pai de Shania no comportamento da garota, que faz uma lista de tudo que ela sonha em realizar enquanto vive na Califórnia.

Já no episódio Bryanzilla, o foco é a discussão do casamento gay. Os roteiristas utilizam o casamento falso de Shania com Wilbur, o seu namoradinho estranho da escola – algo a lá Batata e Rita em Avenida Brasil, mas sem todo o lixo e com muito mais dinheiro e glamour -, para estabelecer o caminho para debater a liberdade do casamento para qualquer pessoa. No episódio, Wilbur decide pedir Shania em casamento por causa da possibilidade de perdê-la, já que o pai da garota entrou com o pedido por sua custódia. O acontecimento gera a oportunidade que Bryan sempre sonhou de organizar uma festa e mostrar para David o quando ele é louco para que eles se casem. Neste momento, presenciamos outro flashback do passado dos dois em que mostra a época em que eles estavam começando a sair e conversando sobre a possibilidade de se casaram, o que David prontamente se diz contra.

É claro que, como sempre, Nana Jane se mostra totalmente contrária às ideias, tanto do casamento falso de Shania quanto da possibilidade de dois homens se casarem e é aí que o roteiro mais uma vez tira suas boas sacadas. Jane recruta garotinhas da escola de Shania cujos pais votam em Romney e que, segundo ela, são futuras mães integrantes do One Million Moms* para ajudarem a destruir o casamento falso de Shania. A ação, apesar de desnecessária, serviu para mostrar o quanto Jane se preocupa com sua neta e bisneta, além de forçar Goldie a finalmente se impor. Tudo também serve para mostrar para David o quanto um casamento, ou mesmo uma cerimônia de compromisso, é importante para Bryan, o que conduz o episódio a seu ápice da fofura: o pedido de casamento.

Com seu bebê como testemunha, David faz o pedido da forma romântica que parece só acontecer em séries e filmes e com isso nos deixar apenas sonhando se há alguém neste mundo capaz de algo minimamente parecido.

*Grupo real de mulheres conservadoras dos EUA que se posicionaram totalmente contra a exibição da série antes mesmo de sua estreia por lá.

p.s. Tem como não amar Rocky recitando Right Thru Me da Nicki Minaj? E a referência a Single Ladies? E o convite a Willow Smith e a referência às Kardashians? Adoro este uso do mundo pop real no roteiro das séries.

p.s. 2 Continuo achando incríveis as cenas dos créditos finais com Bryan e Shania.

p.s. 3 Totalmente off topic: já estou nostálgico com o fim de Avenida Brasil.

p.s. 4 A nota final é mais ou menos uma média dos dois episódios juntos.

Boss – Consequence

Data/Hora 14/10/2012, 20:24. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Dia 28 de setembro, portanto há pouco menos de um mês atrás, diversos veículos de imprensa recordaram o impeachment de Fernando Collor de Mello. Eu era um adolescente nesta época, não, não pintei a cara, mas acompanhei os acontecimentos com a máxima atenção que um adolescente consegue ter sobre a política. A minha leitura daquela época, errada ou não, era a seguinte: Collor caiu porque estava isolado. Não havia base de apoio, não havia partido político por trás deles, não havia a simpatia dos donos dos meios de comunicação.

Consequence me lembra deste episódio da política brasileira. Aqui vemos Kane pagando as consequências das duas últimas temporadas: sem o apoio do governador, sem o apoio do tesoureiro e candidato a governador, sem apoio da senadora da oposição, sem base na Câmara de Vereadores e, surpresa, surpreendido pelo seu antigo aliado financeiro. O episódio, que começou morno, terminou empolgante: achávamos que Kane acabaria com Babe com os documentos entregues ao ministério público; mas Babe foi quem atacou primeiro, comprando o apoio dos vereadores.

* * *

A grande contribuição de Boss para a teledramaturgia, na minha opinião, está na forma como ela consegue relacionar a política (e o exercício do poder) com o sexo. As cenas de sexo em Boss são sensuais, excitantes, mesmo quando os atores não o são. As cenas de sexo, como a de Ian e Emma ou a masturbação de Claire diante de Doyle são indispensáveis para a série. Tem quem se sinta desconfortável com elas, mas a série perderia muito sem este tipo de imagem – é no sexo que os personagens revelam suas motivações e frustrações.

* * *

O que eu realmente não suporto em Boss é o personagem do Sam Miller. Miller é o repórter investigativo que chegou ao poder. Deveria ser mais habilidoso, esperto, inteligente. Tentar roubar documentos numa clínica não é uma atitude de um profissional de imprensa. Ou ser truculento como ele foi com a funcionária da empresa. Felizmente Boss tem muito outros personagens e núcleos, que me permite relevar estes deslizes do roteiro.

The Voice Brasil – Audições às cegas IV

Data/Hora 14/10/2012, 16:49. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Estou a cada dia mais apaixonada pelo nível musical e de produção do The Voice Brasil. Definitivamente o Brasil precisava de um show de calouros assim, desse nível. Agora os times estão completos e para nossa alegria, diferente de algumas versões do The Voice internacionais, todos os cantores que passaram para a fase das batalhas tiveram suas audições exibidas. Isso torna a disputa subsequente pelo menos um pouco mais justa já que logo ali na frente o público é quem decide.

No programa de hoje os outros técnicos iniciaram a campanha “Aperta Daniel” e nem assim o sertanejo se soltou o necessário. Adorei as caras e bocas de indignação que o Lulu fazia quando esperava para apertar o botão para dar uma chance ao Daniel e ele não virava. Ele podia ser dispensado na próxima temporada do The Voice, né? A menos que mande muito bem agora como técnico da equipe dele, que aliás, é a mais fraca de todas.

Cabe ressaltar que a disputa hoje ficou ainda mais difícil pelo fato de que principalmente nos dois primeiros dias os técnicos foram apertando o botão para candidatos mais fracos como Bruno e Camila, Eloísa Olinto (#TeamBrown), Paulo Loureiro, Breno (#TeamCL) e Patrícia Rezende (#TeamLulu) e hoje acabaram tendo que deixar gente melhor do que eles de fora pela falta de vagas. Legal também ver os técnicos morrendo de arrependimento de ter apertado muito o botão e ver que acabou faltando vaga pra alguém muito bom, caso da Cláudia Leitte que claramente gostaria de ter a Ludmillah no seu time em vez do Vinny Brito.

Os melhores acréscimos de hoje, em minha opinião são Ludmillah, Thalita, Luana, Nayra e Lorena, estas duas últimas do time do Lulu, o que dá um bom aumento de qualidade pro time dele, fazendo com que a disputa entre os times de Brown, Claudinha e Lulu fiquem ainda mais acirradas.

Semana que vem começa uma fase que eu acho particularmente emocionante. É hora de reduzir os times pela metade fazendo batalhas entre dois candidatos da mesma equipe. O técnico escolhe um deles para permanecer na disputa. Prevejo grandes disputadas nas equipes. Para se preparar eles terão auxílio dos seus técnicos de mentores convidados que serão: Preta Gil (Team Lulu); Luiza Possi (Team Daniel); Ed Motta (Team CL) e Rogério Flausino (Team Brown).

Ainda não tenho um favorito já que acho que tem muita gente boa nesse programa, mas destaco a Ellen Oléria, a Karol Cândido, a Ludmillah, a Ju Moraes, a Dani Morais, a Luiza Dreyer e a Lorena Lessa. Entre os homens – que se vocês observarem verão que tem muito menos e que eles não chegam aos pés do nível de qualidade das mulheres – destaco Marquinhos Osócio e Júnior Meirelles.

Estou ansiosa para ver semana que vem, já que com certeza muita gente boa será cortada. Espero que façam as decisões certas e que as batalhas não sejam forte x forte e fraco x fraco, porque daí, invariavelmente perderemos candidatos fortes e sobrarão vários fracos.

PS: uma pequena observação sobre a quantidade de ex participantes do Ídolos (SBT e Record) no The Voice Brasil: 5. Acho um número significativo. Cabe lembrar que Ludmillah foi do Ídolos no SBT e na Record levou três nãos. Ela tá sambando na cara da sociedade agora.

The Vampire Diaries – Growing Pains

Data/Hora 14/10/2012, 10:52. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Agora Elena é uma vampira! E, para começar a review, já aviso que provavelmente o pessoal do Team Elena ou do Team Delena vai querer me bater após o término desse meu texto, mas estamos aí para isso, ok? Ok.

Vamos dar uma recapitulada para quem não se lembra das coisas que aconteceram anteriormente, já que a introdução do episódio foi mais para o lado poético do que para um resumo de tudo. Para começar, Elena morreu com sangue de vampiro no corpo, e agora sabemos que o sangue era de Damon (fato que provavelmente só foi colocado na série para atiçar os fãs de Delena). Então ela acorda de sua “morte” e, ao saber que está morta, fica toda histérica porque ela não pode ser uma vampira, porque ela quer crescer, envelhecer e sei lá o que. Resumindo: faz o maior drama porque a justificativa dela é que ela simplesmente não pode ser vampira e pronto. Fica batendo o pé nessa birra de “não quero ser vampira e nhenhenhe” até todo mundo (mais uma vez) ir atrás de uma solução para os problemas dela. Milagrosamente o único sensato da coisa que se recusa a procurar uma solução que não existe é o Damon, mandando ela se alimentar de uma vez (o que ela recusa até o último instante, claro). Dramas de Elena à parte, Klaus assumiu o corpo de Tyler com a ajuda de Bonnie e o Conselho está combatendo de verdade os vampiros agora, sem trégua ou Prefeita e Xerife para “trapacearem” na caçada aos vampiros da cidade.

No meio tempo em que Elena não se alimenta e Stefan fica tentando dar apoio moral nessa luta contra o tempo para que alguém ache alguma cura impossível pro vampirismo da moça, chega até a ser engraçado (quando era para ser dramático) o jeito bipolar dela de gargalhar e chorar no instante seguinte por não conseguir lidar com as emoções, além de qualquer coisa mínima como sons e luzes ser motivo para enlouquecer a garota. Também, né… Se a menina já surtava como humana, imagina como vampira. O fato é que muito desse primeiro episódio ficou parecendo com a primeira temporada: Elena choramingando, Stefan ali bonitinho ao lado dela, Caroline sendo uma donzela em perigo novamente, Bonnie aprendendo feitiços novos e Damon… Bem, Damon pelo menos por hora regrediu ao seu jeito impulsivo e sanguinário da primeira temporada, sem ficar todo manhoso por causa da Elena (ouço um aleluia?).

Entretanto, mesmo Damon regredindo à sua fase de vampiro esquentadinho e Elena retomar seu romance com Stefan após finalmente ter se alimentado, o episódio garantiu alguns momentos Delena para não decepcionar ninguém, e admito que tais momentos foram bonitinhos. Já era de se esperar que a nova vampira conseguisse se lembrar de tudo o que Damon a fez esquecer – tanto de sua declaração de amor na segunda temporada como do fato de eles terem se conhecido antes de Elena conhecer Stefan –, mas ao invés de os dois se confrontarem (com Elena provavelmente surtando) e pronto após as memórias virem à tona, a garota é mostrada assistindo em terceira pessoa tudo o que havia esquecido. E isso, mais do que as memórias em si, é o que tornou tudo mais emocionante do que ela “puf”, simplesmente se lembrar.

Em paralelo com a vampira “recém-nascida”, temos um novo Conselho na cidade liderado por um padre que está realmente disposto a matar os vampiros, mas o tal líder acaba exterminando todos os seus seguidores no final, o que fica uma coisa completamente sem noção! Mas, caso venham outros membros para a cidade, com certeza a Elena continuará sendo a mocinha em perigo, agora por ser vampira e alvo dos exterminadores. É praticamente como se não tivesse adiantado nada ela ter se transformado, pois agora que os humanos não estão sendo o alvo, ela é uma vampira: o ser caçado da vez… Pobre Elena azarada. Bem, caso essa probabilidade do ataque aos vampiros começar a piorar, Klaus tem que tomar vergonha na cara e parar de ficar cada vez mais rebelde para se juntar à Elena, Damon e Stefan… E também à própria Rebekah, que ultimamente é a única que realmente se importa com ele e mesmo assim é quem ele mais despreza.

Agora é ver o que acontece com esse Conselho e pior ainda, ver como a Elena vai levar a vida de vampira dela, porque está perfeitinho demais ela com esse romance de conto de fadas ao lado do Stefan ao nascer do sol. E cá entre nós, Elena nunca foi o ser mais decidido dessa série, e não é agora como vampira que ela vai tomar jeito. Outra incógnita é o Damon, que está voltando à sua personalidade mais “esquentadinha”, mas a julgar por sua conhecida instabilidade, ele pode voltar a ser o que era na terceira temporada num piscar de olhos.

Como um começo para a nova temporada, o episódio foi bom. Manteve o ritmo mais acelerado do que Original fugindo de estaca de carvalho branco e não enrolou nessa coisa de Elena ser ou não uma vampira (o que foi uma surpresa), ainda por cima deixando várias incógnitas sobre o destino dos personagens. Única coisa que realmente não ficou muito bem digerida foi o Conselho que mal apareceu e já foi exterminado. Será que há algo por trás disso tudo? Como será o Conselho daqui em diante? E se ele oferecer risco, será que finalmente Originais, híbridos e outros vampiros vão se unir? Façam suas apostas.

Citação da vez: “Yoo-hoo! Tem alguém em casa? Há um grande, malvado vampiro aqui fora!” – Damon Salvatore

P.S. [1]: Milagrosamente o Matt teve alguma serventia no episódio, mesmo que seja a função de todo mundo jogar a culpa no coitado.

P.S. [2]: Como algumas coisas nunca mudam, quem mais uma vez acabou se dando mal foi a Bonnie, dessa vez ao tentar usar magia negra, ser boicotada pela própria avó e depois ainda ver a avó ser destruída espiritualmente (??). Aliás, essa avó da Bonnie morreu na primeira temporada e não deu sossego até agora, que isso!

P. S. [3]: Quem mais aí pensou que a Caroline pegaria o “Tyler errado”? Sinceramente, tive a impressão de que só deixaram o Klaus no corpo de Tyler para Caroline ter sua (quase) pegação híbrida. Safadinha, ainda demorou nos amassos com o Original até perceber que ele não era o seu namoradinho.

P.S. [4]: Olha, a Elena virou vampira e tal… Mas qual a necessidade do Stefan ficar falando para ela toda hora que a necessidade de sangue é sofrimento, é insuportável e sei lá o que? Só fica aumentando o drama da coisa, tsc.

P.S.[5]: Por último, mas não menos importante: imaginem a reação da Vampbitch Kath quando – e se – voltar para Mystic Falls e ver que terá que aturar Elena roubando seus Salvatores por toda a eternidade.

Warehouse 13 – We All Fall Down

Data/Hora 14/10/2012, 10:50. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

O “grande mal” foi revelado (finalmente), e é o próprio Artie. Depois de o agente ficar fora de si e matar Leena, acabou se tornando inimigo número um do Depósito, mesmo que todos ainda tenham um pouco de dó do sujeito. O fato é que, por mais querido por todos que ele seja, precisa ser parado.

Artie está louco, à solta e caçando o astrolábio que está em posse da sumida H. G. Wells, enquanto Steve e Sra. Frederick contam com a ajuda do antigo suposto vilão Padre Adrian, que agora todos sabem que é o mais inocente da história toda ali. Como ninguém obviamente cedeu o astrolábio para ele (óbvio), seu alter ego malvado e contrariado sai em busca do punhal que aparecia em posse de Claudia nas suas visões e de uma orquídea capaz de dizimar a população mundial.

O fato é: Artie usou o astrolábio para salvar a humanidade de um final apocalíptico, mas o próprio astrolábio foi o responsável pelo agente espalhar uma praga no mundo todo. Ou seja, os dois caminhos levaram praticamente a uma mesma conclusão nada feliz.

E a visão de Claudia com o punhal? Depois de ela aparecer em quase durante todos os episódios da temporada, foi meio frustrante a especulação de que seria mais um delírio de Artie por ele ser afetado pelo artefato que o fez manipular o tempo. Em todas as visões era mostrada uma Claudia praticamente diabólica que assassinava o coitado a sangue frio, mas como este foi praticamente um episódio de explicações (tanto sobre o que era o tal mal quanto da tal visão), vimos que a garota realmente cumpre a tal profecia para livrar o Artie desse tormento.

O problema é: a doença foi liberada pelo mundo e os agentes acabaram sendo contaminados, H. G. ainda tem o astrolábio em mãos e Sra. Frederick procura por uma solução. Sabemos que a tal praga consegue matar em 24 horas, ou seja, há menos do que um dia para o problema ser resolvido antes que seja o fim do Depósito 13 e até de todo o resto do mundo.

P. S. [1]: Sem dúvidas essa é a temporada mais apocalíptica da série. Nunca houveram tantas ameaças contra o mundo todo como tiveram nesses últimos episódios e nem tanta sensação de que tudo está perdido. O fato é: quando parece que não há mais o que complicarem na série, conseguem arranjar ainda mais drama.

P. S. [2]: Bem, a H. G. está longe de tudo isso e em posse do astrolábio. Alguém mais aí aposta suas fichas de que ela acabará salvando todo mundo?

Modern Family – Schooled e Snip

Data/Hora 14/10/2012, 10:36. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Estamos em época de eleições presidenciais nos EUA. Por conta do debate semana passada Modern Family não foi ao ar. Conclusão: dois episódios no mesmo dia. Inicio de temporada é muito incomum episódios especiais, não é surpreendente que as tramas não estava interligadas. Não rolou nenhum to be continued.

Modern Family continua seguindo sua fórmula. Não temos grandes surpresas, sabemos (quase que) exatamente onde a trama irá nos levar mas a qualidade se mantém. Em Schooled podermos dizer que os personagens precisavam lidar com rituais de passagem: Lily a frequentar o Jardim de Infancia; Gloria e Jay com o bebê que está a caminho, Phil e Claire com a ida de Haley para a universidade. De longe a última história foi a mais emocionante. As duas primeiras foi muito mais do mesmo. Many preocupado acreditando que a mãe e o padrasto não estão preparados para cuidar do bebê. E Cam e Mitchell tendo problemas de relacionamento com outros pais. No caso em questão: outras mães. Achei essa parte estereotipada demais. Essa eterna rixa besta entre lésbicas e gays é uma coisa bem cansativa. Uma série com o alcance de Modern Family poderia tentar tratar o assunto de uma outra maneira. A trama de Gloria, Jay e Manny também bateu na mesma tecla de sempre. Mas a química em cena entre Sofia Vergara e Eddie O’Neill é tão incrível que mesmo numa cena besta os dois arrancam gargalhadas.

Sarah Hyland foi perfeita nesse episódio. Ela que teve menos destaque na temporada passada –agora sabemos que foi porque esteve doente – teve aqui sua oportunidade para brilhar e o fez muito bem. Toda sequência final onde a personagem enfrenta seu primeiro dia sozinha foi muito emocionante. Sem dizer uma palavra ela conseguiu passar emoção com o olhar. Confesso ainda que chorei durante a cena em que Claire e Phil conversam com a filha por telefone. Já ia esquecendo de Phil’s-osophy, o livro com as filosofias do Phil. Rendeu bons momentos.

Em Snip temos mais um ataque de Cam. Ele está entediado com o excesso de tempo livre agora que Lily passa boa parte do tempo na escola. Mitchell tenta ajudar mas o marido não facilita. Assim que surgiu Manny em cena reclamando com Gloria que o professor de música havia sido mandado embora tive a certeza que toda a trama envolvendo Cam seria a deixa para ele virar professor do Manny (e provavelmente do Luke) na escola. Gloria passa o episódio inteiro relutando em usar roupas próprias para grávidas. Até aí tudo bem. Acontece que no episódio anterior ela estava usando roupas apropriadas. Então não fez muito sentido.

Phil e Claire decidem que chegou a hora dele fazer uma vasectomia. Tudo porque eles tem um plano de viver a vida plenamente no momento que Luke for para a faculdade. E não querem arriscar uma gravidez não programada como aconteceu com Jay e Gloria. Todas aqueles clichês do pânico da vasectomia foram apresentados. E no final das contas Claire desiste da ideia. Deixando em aberto a possibilidade de no futuro a personagem ficar grávida. O destaque desse episódio para mim foram as trocas de imagens com situações constrangedoras entre os personagens. Ficou real. Também gostei da conversa entre Haley e Alex. Mostrando que a distância vai melhorar a relação entre as irmãs sem deixar as picuinhas de lado.

Gossip Girl – Gone Maybe Gone

Data/Hora 12/10/2012, 15:43. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Eu já tava com saudade de Gossip Girl e das nossas reviews! E mais ainda por conta da nostalgia de saber que essa temporada vai ser a última que passaremos acompanhando tudo que acontece no Upper East Side. A própria Gossip Girl já comentou que está chegando a hora de se despedir das maldades.

Mas vamos ao que interessa. Considerando a maneira como terminou a quinta temporada eu esperava muito mais dessa season premiere. Temporada passada teve episódios muito bons, que nos fizeram relembrar os melhores momentos de Gossip Girl, então eu sinceramente esperava mais de Gone Maybe Gone.

Como já era de se esperar, o primeiro episódio da temporada final de Gossip Girl se desenvolve em torno da busca por Serena que desapareceu após brigar com Blair e Dan e não receber atenção de Chuck e Nate, que estavam muito ocupados cuidando de suas próprias vidas.

Como vocês já sabem eu estava ansiosa há tempo por algo que fizesse com que os amigos se unissem em busca de algo. E essa oportunidade apareceu com o sumiço da Serena. Porém, para nossa tristeza, os amigos já não são mais os mesmos. A maturidade (ou não) que eles atingiram fez com que estejam mais egoístas e mais darks, e os reencontros não são mais como os de antigamente. E pra quem achava que S. não poderia ficar mais chata do que estava ultimamente, pasmem, ela conseguiu.

Como se não pudesse piorar Dan passou as férias com Georgina e parece que absorveu toda petulância, egoísmo e maldade da personagem. Nunca fui muito fã dele, mas ele voltou simplesmente insuportável e fora de timing. Muito non-sense a história de procurar a Serena pra achar um final para o livro. Achei simplesmente ridículo ele não se preocupar nenhum pouco com a Serena. Poxa, eles um dia se amaram, impossível ele ficar tão frio e impassível diante do sumiço dela. Mereceu os dois tapas que levou na cara e merecia mais alguns (inclusive, tive vontade de entrar lá e desferir alguns golpes também). O ápice da falta de bom senso foi na hora que a Blair foi atrás da Serena e ele foi atrás dela querendo ter uma DR (de um relacionamento que nem existe) em uma hora totalmente inoportuna.

Não gostei do novo namorado da S. Tudo bem que ele parece ser alguém que vai fazer a moça se acalmar, mas eles não combinam. A “nova Serena/Sabrina” fica forçada sendo uma moça assim tão calma e caseira. E quando eu já tinha desistido de acreditar em boas novas ela resolveu voltar para o Upper East Side, com a graça de Deus. Espero que a volta à Nova York faça bem a ela e que o cara resolva tomar seu rumo de volta pra roça.

Interessante o aparecimento da tradutora que ainda irá nos fazer entender o que aconteceu durante o sumiço de Bart Bass. Adorei que ela foi esperta, faturou uma grana, e ainda vai descobrir algumas coisas sobre ele. Isso que eu chamo de pescar alguém direitinho. Ivy apareceu pra destruir a Lily e o Rufus. Confesso que em algum momento tive a impressão de que ele sabia exatamente que estava sendo enganado. Talvez tenha resolvido jogar com ela também. E tudo caminha, desta maneira, para um final feliz entre Lily e Rufus.

O melhor de tudo em Gone Maybe Gone, pra mim, foi a maturidade como Chuck e Blair estão finalmente lidando com o relacionamento deles. Se eles tiverem essa maturidade sempre vão conseguir fazer com que o namoro dure e com que ambos conquistem muitas coisas juntos. Outro ponto alto do episódio foi a conversa entre B. e S, pena que o coração de Serena não amoleceu da mesma maneira que o meu com o diálogo.

O Nate lindo perdeu o trunfo que tinha contra a Gossip Girl para ajudar a Serena, que foi ingrata. Sei que é totalmente sem cabimento e que não vai acontecer, mas serei Serenate até o fim. Achei tosco que de novo enfiaram alguém na história pra inventar um relacionamento pro Nate. Ai, ai.

Nesta última temporada é tempo de apostar: quem é a Gossip Girl? Será que eu entendi errado ou as únicas duas pessoas que sabiam onde a S. estava eram a Gossip Girl e o Damien? Isso os liga de alguma maneira? E o que vocês acham que Dan vai fazer com a informação que tem de que Rufus está dormindo com Ivy? Façam suas apostas e me contem… Xo, xo, Gossip Girl 😉

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »