TeleSéries
The Voice Brasil – Batalhas: round 1
21/10/2012, 16:18.
Mariela Assmann
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Nessa semana, a técnica do Team TeleSéries não pode se fazer presente, então assumo o comando das carrapetas e comando a festa, por essa tarde. Mas não se desesperem. Gabi estará de volta no próximo domingo. Enquanto isso, eu tento não fazer muito feio, aqui.
E na vibe dos duetos/duelos, Claudi e Lulu cantaram Descobridor dos Sete Mares, enquanto que DanDan e Carlinhos entoaram Estou Apaixonado. A primeira ficou infinitamente mais interessante do que a segunda, tanto musicalmente quanto cenicamente falando.
E para as batalhas, quatro convidados especiais. Leitte recebeu o apoio de Ed Motta, o Team Lulu foi reforçado por Preta Gil – que é uma figuraça – , Daniel chamou Luiza Possi e Brown Rogério Flausino. A participação dos convidados foi bacana, embora tenha sido pouco explorada. Destaque para Preta e Luiza.
E vamos ao ringue.
A primeira batalha foi entre Nayra Costa x Marquinho Osócio, que cantaram Tudo bem, do seu treinador. Foi uma apresentação muito boa, demonstrou o potencial dos dois candidatos. Infelizmente, a escolheu dos candidatos, que são muito bons, enfraqueceu o time de Lulu, perdeu um bom candidato. O escolhido foi Marquinho, o que é completamente aceitável. O que não foi aceitável foi a explicação do Lulu, que disse que Nayra tem futuro pela frente por causa da imagem dela. Oi? CB e CL tentaram ‘pegar’ Nayra, mas só a loira levou a garota. Baita acréscimo ao Team CL.
A segunda batalha foi entre Gustavo Fagundes e Késia Estácio: Primavera, do Tim Maia. Foi uma boa apresentação, mas inferior à outra batalha do Team Lulu Santos. Késia foi superior ao colega, e acabou levando a melhor. Mas não teve tempo ruim pro Gustavo, já que Tia Cláudia chamou o jovem para o time dela. O rapaz tem potencial, então curti a escolha. Repararam que os dois “refugos” de Lulu reforçaram o Time da Claudinha? A loira se deu bem.
No Team Carlinhos Brown o primeiro duelo foi entre Eloísa Olinto x Rafah, que cantaram Coração Leviano, um clássico de Paulinho da Viola. Rafah não conhecia a musica, e Eloisa ajudou bastante o colega. Foi o duelo com mais cara de dueto, rolou muita cumplicidade. Confesso que achei que Eloisa renderia mais, acho que não gostei muito da versão que eles fizeram. Brown enrolou muito pra escolher Rafah, e eu não entendi a escolha dele. Achei o candidato mais fraco. Eloisa acabou se despedindo do programa, já que ninguém ‘pegou’ ela.
O segundo duelo foi entre Myra Calado e Gustavo Meirelles: Boa sorte/Good Luck, de Vanessa da Mata. Myra canta muito, mas Junior deu show na interpretação da música. Pra mim, a melhor batalha do Team Carlinhos Brown, e uma das melhores do dia, se não a melhor. Tanto que CB ficou bem indeciso e muito tenso na hora de fazer sua escolha. O intervalo foi providencial para manter a tensão. Brown escolheu Myra. E torci muito pra alguém ‘pegar’ Junior. Obrigada, DanDan. Um baaaaaaaaaita acréscimo pro Team Daniel.
Tia Claudia veio com tudo hoje, e está cada vez mais natural durante os programas. Ela é muito cômica, mesmo sem querer. Além disso, tem no seu time candidatos talentosos e, segundo suas próprias palavras, bem dispostos a aprender. A primeira batalha do Team Claudinha foi entre Karla da Silva e Ju Morais, que cantaram Ive Brussel, do mestre do swing Jorge Ben Jor. Foi um show de ambas as cantoras, mas na minha opinião Ju se destacou mais. Por isso curti a decisão da Claudinha. Aliás, junto com a decisão de Carlinhos, entre Myra e Junior, foi a escolha mais difícil dessa primeira fase de batalhas. E falando nele, Brown se deu bem ‘pegando’ Karlinha. Um acréscimo lindo ao time dele.
A segunda batalha do time foi entre Breno e Paulo Loureiro, que cantaram Closer, do Ne Yo. Confesso que não entendi, absolutamente, a escolha de Claudia. Além de ter sido uma canção em inglês, fugindo da tendência e até dos pedidos dos jurados na fase de audições, que era por mais canções nacionais; ainda favoreceu gritos e firulas vocais. Realmente não curti o duelo “mais sangrento” do domingo, e acho que os candidatos ficaram longe de mostrar o seu potencial. Breno foi o escolhido, mas acho que seria o caso dos dois irem para casa. Compreensível que ninguém ‘pegou’ Paulo. Não acrescentaria nos times.
Como Claudinha ‘pegou’ Nayra e Gustavo, seu time continua com o mesmo número de integrantes com o qual começou o programa de hoje, doze. Problema a ser resolvido nos próximos domingos, já que todos os demais tem onze integrantes nas suas equipes.
A primeira batalha do Team Daniel foi entre Fernando Cruz e Barbara, que cantaram Canto de Ossanha, do Vinicius de Moraes. Foi o duelo mais fraco do programa, o que retrata as escolhas do Daniel. O time dele tá perdendo feio pros demais. Preferi a Barbara, mais técnica, mais competente. Mas o Daniel ficou com a “inexperiência” de Nando. Ninguém escolheu Barbara, em uma decisão compreensível. Acho que ela não faria tanta diferença nos outros times.
A segunda batalha do Team Daniel foi entre Pedro Eduardo e Thais Moreira, que cantaram Volta pra mim, do Roupa Nova. A escolha da música, inegavelmente, favoreceu Pedro Eduardo. E por isso Thais começou meio apagada. Mas ela cresceu bastante durante a música, e acho que se destacou até mais que Pedro, em virtude de ter enfrentado dificuldades maiores. Concordei com a opinião da Tia Claudia, então. E discordei do Daniel, que além de favorecer o Pedro ainda mentiu que o tom era bom pros dois. Obrigada, Lulu, por bater no botão, atendendo ao clamor da plateia. É evidente que além de potencial vocal, Thais tem muito carisma.
Eu discordei das duas opções do Daniel, e acho que o time dele acabou esse programa mais fraco que começou. Ele tá ficando bem pra trás, mesmo.
No final de tudo, só três eliminados. Eloísa Olinto, Bárbara e Paulo Loureiro. E, no domingo que vem, mais jabs, diretos e cruzados serão disparados, e novos nocautes anunciados. Quem viver, verá!
PS: no duelo para visual mais feio do dia, empate técnico entre Carlinhos Brown e Rafah. Como diria Pheebs, MY EYES!
Arrow – Honor Thy Father
21/10/2012, 12:37.
Marco C. Pontes
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Para honrar seus desejos, preciso desonrar sua memória.
Depois de um bom Piloto, Arrow se estabilizou de vez na audiência: conseguiu, de alguma forma, continuar com os mesmos números de audiência do episódio passado. Poucas séries da CW, provavelmente nenhuma nos últimos sete anos, conseguiu tão proeza.
De qualquer forma, o segundo episódio manteve alguns níveis do piloto. Não foi lá tão emocionante igual o primeiro, mas a mitologia da DC veio rapidinho, nos apresentando White China, e para quem não sabe, White China é uma personagem muito importante na ilha em que Ollie estava. Aguardemos.
Já foi legal terem começado o episódio mostrando o segurança sendo trollado NOVAMENTE por Queen. Adoro que ele até se fez de chateado e já deixou bem claro que quando isso acontecer novamente vai pedir demissão. Afinal, ele lutou no Afeganistão gente, por isso tá na hora de parar de ser babá de um moço bem grande (e coloque grande nisso). Da mesma forma, está na cara que o trollado será a primeira pessoa a entrar no fã-clube Verde.
No primeiro episódio ainda não havia me dado conta desse problema, mas Stephen Amell realmente tem uma só expressão para tudo, como algumas pessoas vieram reclamar. Depois da cena em que ele entra no escritório com a mesma expressão e de repente surta, dando ALOKA com a mesma expressão, não tem como não falar sobre o grande elefante no quarto: Amell precisa melhorar suas expressões faciais.
Não há dúvidas de que estamos lidando com uma versão do Batman Begins, só que se chama Arrow Begins. A crise existencial do nosso herói estará presente em todos os episódios afinal, quando alguém volta da morte, realmente consegue se adaptar à sua antiga vida? Isso considerando também que Starling City não é mais a casa de Ollie – A Ilha foi sua casa por cinco anos e o fato do arqueiro não deixar ninguém entrar mostra isso.
Porém, ele acabou ouvindo a irmã e ao invés de conversar com a pequena, resolveu se abrir com Dinah (em breve teremos uma overdose por aí, aguardem). Sinceramente, quando ele chegou com aquele pacote, pensei que continua um maço de maconha, para…. relembrar os velhos tempos. O melhor de toda a sequência, obviamente, foi a quantidade de assasssinos que entrou no apartamento e a polícia nem para fazer nada…. OH WAIT, eles estavam mortos.
Mas isso me levou a criar minha primeira antipatia com algum personagem de Arrow. Papai detetive é muito irritante e ainda trata a filha como se fosse criança. Pode não parecer (principalmente por causa de seu papel em Gossip Girl – vai com Deus), mas Dinah é uma ADVOGADA, ou melhor, é uma PROMOTORA, que com certeza passa pela barra de ser alvo toda semana. Ele também é cabeça dura. Mesmo com o arqueiro ajudando e dando a prova que precisavam para colocar o membro da Tríade na cadeia por um bom tempo, nosso querido detetive ainda ficava reclamando sobre o ocorrido. Tudo bem que ele é o profeta da ‘lei’ e whatever, mas poderia pelo menos ter dado algum crédito para Ollie, não?
Mama Bitch obviamente também deve fazer parte da Tríade, ou algo do tipo. O símbolo da Tríade estava presente no caderninho do pai de Ollie, mas perceba que o mesmo estava branco. Ou seja, como Ollie conseguiu os nomes e o mais importante, como conseguiu uma CANETA no meio de tanta civilização que era a ilha?
Em breve teremos que chamá-la de Ilha de Lost. Só espero que a série consiga se balancear, revelando alguns de seus mistérios e que não faça igual The Secret Circle (ou melhor, a Orgia Secreta) ano passado: cheia de potencial e só ficaram brincando de abrir e fechar a janelinha.
Hart of Dixie – If It Makes You Happy
21/10/2012, 12:33.
Anderson Narciso
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Muito bom o episódio desta semana. Momentos leves e divertidos, que só Hart of Dixie sabe nos proporcionar. Ainda mais quando Zoe é o centro de atenção deles.
Nesta semana, Zoe quis mostrar para um repórter de uma importante revista médica que a vinha qualificando como “aposentada”, de que ela estava fazendo a diferença em Bluebell, e revolucionando a medicina por lá. Claro que a história não é bem assim, né? Mas, nós já conhecemos a Dra. Hart o suficiente para sabermos que quando a médica põe algo na cabeça, nada a demove dessa ideia. A oportunidade se viu ainda maior quando Tom foi se consultar com ela, e uma suspeita de um surto de lepra na cidade apareceu. Zoe e Wade foram a uma “caça ao tatu” bem engraçada, com direito a muitos flertes e piadas. O surto obviamente foi um “alarme falso”, e Tom pode respirar aliviado. Mas a médica pareceu meio decepcionada ao ver que não iria enfrentar um desafio médico – ainda mais na frente de um repórter.
Sobre esta situação, Wade disse algumas boas palavras para a médica. O caipira vem mostrando que não é só músculos, e que pensa muito bem.
“Não quero que entenda isso errado, mas às vezes acho que você é a pessoa mais triste do mundo. Está sempre olhando para trás,imaginando como a vida seria, ao invés de aceitá-la como é. Você não é honesta sobre o que te faz feliz (…). Você quer ser feliz, doutora? Mude a sua perspectiva, ou mude a sua vida.”
Nossa, depois dessa passagem aí do lado até eu dei uma refletida sobre as minhas escolhas. Mas tá na hora de alguém abrir os olhos de Zoe sobre algumas atitudes dela, vocês não acham? E que pessoa melhor para fazer isso do que o Wade? O cara já mostrou se importar com ela, e os dois estão apresentando uma química tremenda. Não é só sexo. Tem algo a mais aí. E Zoe mostrou que suas palavras fizeram sentido. Tanto que, no fim do episódio, ela foi até a casa de Wade com um jogo, e pediu para jogar video game com ele. Será que nossa Zoegate está enfim, em busca da felicidade?
O núcleo pacato de Bluebell continua pacato, com George Tucker sendo seu principal protagonista. Sua storyline anda tão pacata e frustrante como o encontro que tentou fazer neste episódio. Sério, ele esta mais tedioso do que o normal, e não vejo futuro nenhum na série para ele. Isso porque, como todos sabem ele tem química zero com Zoe. E não é só porque eu prefiro o casal “Zade” não. É porque os atores não apresentam química DE VERDADE. Coitada da série, se tiver que aturar novamente Zoe a George. Fica a dica para os produtores.
Lavon também não anda lá estas coisas. Mas essa história da prefeitura serviu para acordar o personagem um pouco. Porque sinceramente, eu não vi Lavon – O Prefeito – até agora nesta série. Ele não faz nada, a não ser cozinhar. Ruby precisa dar um agito nesta série, e olha, até acho que ela deveria ganhar. Eu adoro uma competição e esta promete ser das boas. E dou toda a razão a Ruby, quando ela perguntou a Lavon porque ele queria ser prefeito e ele só soube responder 12 horas depois. Parece que é algo só por ser. Veremos quem vai ganhar a disputa.
Agora, quem BRILHOU neste episódio foi a linda da Jaime King. Lemon estava muito boa – literalmente -, neste episódio. A personagem ao ficar sabendo do encontro de George tratou logo de tentar arrumar uma companhia também, para não ficar para trás. E ao lado de Annabel, colocou um vestido arrasador, e foi a caça. Roubou o homem de Ruby com seu charme, mas isso tudo depois para dar pra trás no encontro. Ela viu que não tava preparada para aquilo ainda, e que mostrar para os outros que se está bem, quando não se está bem, é uma coisa que geralmente não dá certo. Ao final, na cena do barco com a amiga, Lemon mais uma vez mostrou que é apenas uma mulher incompreendida. E que precisa enfrentar um pouco do mundo e amadurecer para ser uma pessoa melhor. Apesar de ela já ter melhorado MUITO. Prova disso foi ela se oferecer para coordenar a campanha de Lavon. Achei um ótimo passo, além de que poderemos ver os dois juntos, e eles tem uma química tremenda. Jaime King estava mais do que linda neste episódio, só ganhando ainda mais pontos comigo.
Foi um episódio bem gostoso de assistir, com tudo na dosagem certa. A segunda temporada está com o mesmo ar leve da primeira, e tem tudo para continuar assim, maravilhosamente bem. Bom, assim espero. E vocês, o que acharam deste episódio?
Chicago Fire – Mon Amour
19/10/2012, 16:54.
Maísa França
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Não dá pra negar que o segundo episódio de Chicago Fire foi melhor que o piloto em diversos sentidos, mas principalmente na emoção. A interpretação dos atores melhorou consideravelmente, mostrando que eles não são só um rostinho bonito. A começar pela volta e recuperação de Harrmonn, que sofreu um acidente no piloto e foi submetido à um procedimento cirúrgico de urgência realizado pela paramédica Dawson. Harrmonn faz todos pensarem que o procedimento resultou em sequelas, mas logo mostra estar melhor do que nunca.
Severide é o protagonista do episódio por ‘n’ motivos, dentre eles: a mulher de Darden o culpa pela morte do marido, afinal se não fosse Severide ele nunca teria se tornado bombeiro; é visto mais uma vez atrás do mesmo frasco de medicamento que usou no piloto; conquista no primeiro olhar a nova funcionária do departamento, Nick e, por último, pela prova de coragem e amor à profissão durante um resgate (que você vai saber o motivo daqui a pouco).
Há quatro casos no episódio que vão de cômico à emoção pura. Dawson e Shay são responsáveis pelo atendimento de um bêbado que perturba um bar e acaba se ferindo. Tem as unhas, olhos, boca e rosto pintados pelas paramédicas por ter faltando com respeito à elas.
Em um churrasco organizado pelo departamento, Hallie (aquela que não queria mais saber do lindão do Casey) percebe a queda que Dawson tem por Casey e trata logo de marcar seu território quando o bonitão aparece pedindo para terem mais uma chance. O churrasco é marcado por azaração por conta de Peter Mills e Nick, que quer conquistar Severide.
O resgate de um acidente com um andaime aflige bastante e mostra a coragem e o cuidado dos bombeiros para com as vítimas e com eles mesmos.
E por último, a cereja do bolo, o caso mais emocionante do episódio (que eu deixei por último justamente por isso): o resgate de Peter. Num acidente em uma construção, Peter levou a pior e acabou por cair em um local no qual a estrutura estava comprometida. Com ferimentos internos e com uma grande pedra caída sobre sua perna esquerda, Peter ainda está consciente mas precisará de uma equipe de médicos para que seja realizada uma cirurgia para amputação de seu pé. O companheirismo e compreensão de Severide para com Peter são de emocionar, a vítima desabafa e conta sobre sua esposa para o bombeiro que faz de tudo para mantê-lo acordado só que existem casos onde a morte é inevitável. O que ninguém contava no episódio é que Severide iria surpreender e emocionar à todos por causa de uma única cena. O bombeiro grava um depoimento de Peter para que este possa dizer um adeus à sua tão adorada esposa.
Revolution – Soul Train
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Os personagens de Revolution ganharam mais corpo nos dois últimos episódios da série e isso fez uma diferença imensa na evolução do seriado. E não foi só o interesse em assistir a série que cresceu, a audiência na televisão americana também não para de subir. O episódio Soul Train conseguiu um aumento de 13% na sua audiência, em relação ao episódio anterior, The Plague Dogs, e atingiu 8.8 milhões de espectadores, com classificação demográfica (público entre 18 e 49 anos) de 4.4. Vale lembrar que o piloto de Revolution bateu recorde e foi a melhor estreia de drama dos últimos três anos, alcançando 11.7 milhões de espectadores e classificação de 4.1.
Depois de um início morno com os três primeiros episódios deixando a desejar, o drama de Eric Kripke fez jus ao nome e revolucionou. A busca de Danny ficou mais enérgica, a história dos personagens cresceu e surpreendeu. Além de Miles ser um dos fundadores da Rapública Monroe, agora a surpresa foi Nate ser o filho do capitão Neville. O personagem já escondia seu nome verdadeiro e o motivo ficou claro agora: Nate na verdade se chama Jason e seu pai é um general da milícia.
Conhecemos o verdadeiro Nate através das cenas em flashback que desta vez contaram os primeiros dias da vida da família de Tom Neville após o apagão. Muita coisa ainda pode se desenrolar em torno de Tom e seu filho Jason (Nate). Além do garoto estar apaixonado por Charlie, ele ainda pode descobrir que seu pai disse a Miles que este poderia matá-lo (se foi interpretação de Tom para enganar Miles, ou não, isso nunca importa em uma discussão familiar).
Miles e Charlie começam a formar finalmente uma dupla interessante. Charlie parou com o mimimi (#todoscomemora) e isso muito se deve a companhia do tio. Como brincou Nora: “Bom trabalho, treinador”. Os dois protagonizaram a melhor cena do episódio, que me lembrou alguns bons filmes de ação. A perseguição ao trem a cavalo e a tentativa frustrada de salvar Danny foi o trecho mais emocionante do episódio. Destaque para troca de olhares entre irmã e irmão, só agora Danny sabe que estão tentando resgatá-lo.
Com a chegada do filho na base da milícia Rachel se obrigou a falar sobre o que sabia a Monroe e agora ele sabe da existência dos 12 pingentes e o poder deles de religar a energia. Jason (Nate) também viu o colar que Aaron carrega e agora que Monroe tem a informação sobre a importância desse objeto, provavelmente os próximos episódios devem mostrar uma caça à turma de Miles e Charlie. Isso sim, se Jason (Nate) abrir a boca. A queda do garoto por Charlie e seu recente atrito com o pai podem mantê-lo quieto, mas sinceramente duvido que isso aconteça. A milícia deve em breve colocar todas as suas forças na busca pelo colar de Aaron.
Soul Train teve a participação do ator Jeff Fahey como Ken “Hutch” Hutchinson, o único membro dos resistentes de Noblesville Underground que continua vivo quando Nora vai procurá-los. Jeff Fahey já participou de Lost, interpretando o personagem Frank Lapidus. Quem prestou atenção reparou que Hutch manipulava a capa ou segunda capa de “Harry Potter e as Relíquias da Morte” na cena em que Nora encontra com ele.
Revolution ganhou uma temporada completa da NBC, cresceu em audiência e teve um pulo sensacional em sua história e ritmo de narrativa nos dois últimos episódios. Além disso, grandes participações especiais, enquadramentos inovadores e cenários bem trabalhados tem deixado a série bonita de se ver. As expectativas com Revolution cresceram muito e a série tem capacidade de manter o nível. A situação é de falta de energia, mas ainda há muita lenha pra queimar na série de Eric Kripke.
Hawaii Five-0 – Popilikia
19/10/2012, 09:27.
Anderson Narciso
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Hawaii Five-0 apresentou um episódio meio parado esta semana. Apesar de, sempre manter a qualidade, a agilidade e o decorrer não foi do mesmo nível. Mas nem por isso, esteve ruim. Aliás, momentos divertidos e importantes não faltaram.
O caso da semana começou com uma consulta de tarô que previa a morte perto de sua cliente. E, não deu outra: o namorado da mesma, acaba morrendo decapitado e andando de cavalo. A equipe se reúne para resolver o caso, que leva a um amigo de equitação do rapaz, que na verdade foi o assassino do “cavaleiro sem cabeça”. Tramas envolvendo traições e conflitos familiares são até bem exploradas na série, mas sinceramente, esta foi bem chatinha. Mas, nem sempre uma série consegue manter histórias boas em todos os episódios. É a vida de séries…
Enquanto isso, a storyline de McGarrett começa a andar. Isso porque, Doris retornou, na maior CARA LAVADA. Como se nada tivesse acontecido. A “sutileza” dela, está começando a me irritar. E peguei um ódio maior dela agora, depois da cena em que ela pega alguns filmes de fotografias escondidos na casa de Steve. Esta mulher deve ter um passado tão preto, mas tão preto … que vai ficar difícil de enxergar no escuro viu? Além disso, Steve a confrontou sobre o acontecimento com Wo Fat, e ela deu uma desculpa tão esfarrapada, que se o nosso chefe acreditasse, ele perderia todos os créditos conosco. Ainda bem que, depois Steve diz para Danno que não acreditou em uma palavra de sua mãe. Agora, que aumentou minha curiosidade para descobrir o que esta mulher esconde, aumentou.
Agora uma das coisas que gostei muito neste episódio foi a dinâmica entre Danno e Kono. Estes dois quase nunca contracenam juntos. Vê-los trabalhando juntos, tendo conversas divertidas no carro de Danny, foi bem legal. Fora que, eu até consegui ver uma química entre os dois. Seria muito viagem minha, pensar que poderia acontecer algo entre os dois? Bom, se a cartomante do episódio não for furada, pelo menos ela viu também que os dois tem uma conexão forte. Será? Ou só viagem mesmo? Seria até legal, termos um casal de verdade entre os Five-0 originais.
Ah, e preciso fazer uma pequena menção a Chin que já está bem recuperado da tragédia que o pegou recentemente. E também dizer que sua simpatia continua mais destacável do que qualquer uma. As cenas de Chin com Doris foram muito boas. O personagem passa muita simpatia, e sinceramente, faz a gente até ter vontade de ser amigo dele. Ponto para a naturalidade de Daniel Dae Kim.
Bom, mesmo com uma história central morna, Hawaii Five-0 não decepcionou. Seus personagens não deixam a peteca cair, e isso que faz a série ter uma qualidade excelente. Por isso que damos desconto a casos meio chatinhos como esses. Mas que fique claro, não é para abusar e também repetir isso com frequência. Fica a dica para os produtores. Semana que vem tem mais. Até lá.
Supernatural – What’s Up Tigger Mommy e Heartache
19/10/2012, 09:25.
Juliana Baptista
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Nessa review temos dois episódios muito distintos: What’s up tigger mommy, que foi muito interessante e Heartache, que basicamente foi apenas para encher linguiça. No segundo episódio da temporada, tivemos mais flashbacks do purgatório, algumas pistas sobre Castiel, a parceria de Dean e Benny e mais desdobramentos sobre Kevin e a tábua.
Gostei bastante da mãe de Kevin, uma mulher que parecia toda quadradona e certinha e acabou surpreendendo todo mundo com diálogos afiados e uma interação bacana com os Winchesters. Achei muito maluco aquele leilão de Plutão com objetos dignos da coleção de Bobby Singer. Crowley apareceu todo glamuroso e confiante achando que não teria concorrência para arrematar a tábua. Salamandriel poderia ser o único oponente mais relevante, mas nenhum dos dois conseguiu oferecer algo tão importante quanto a mãe de Kevin.
Foi um episódio que nos deixou mais intrigados graças aquela cena de Cas num abismo suplicando pela ajuda de Dean. Levantou certa dúvida: será que Dean deixou Castiel morrer no purgatório? E Kevin, pra onde ele foi com a mãe dele? Entendo que ele tenha se decepcionado com Sam e Dean, mas de um jeito ou de outro, os irmãos eram as únicas pessoas em quem ele podia confiar. Crowley está com a tábua, mas não tem Kevin para traduzi-la, mas tenho certeza que ele vai aparecer na hora certa, como sempre.
Já no terceiro episódio, Heartache, deixaram Kevin, Crowley e Cas de lado e o foco foi Cacao, o deus maia que concedeu a Brick (ou Inyo) o direito de ser para sempre jovem e forte. Só que o cara acabou morrendo e seus órgãos doados para outras pessoas que continuaram oferecendo sacrifícios humanos para o deus maia.
Talvez eu tenha criado muitas expectativas em cima do episódio por ele ter sido dirigido por Jensen Ackles. Acabei achando o episódio meio sem sal. Achei engraçado Jensen ter dado um papel para o pai dele, Alan Ackles, ele interpretou o policial que deu uma dura em Dean. Para falar a verdade, nem sabia que o papai Ackles era ator e muito menos que ele já tinha feito participações em dezenas de séries (entre elas Dallas dos anos 80 e a atual, Walker Texas Rangers, Prison Break, Chase etc).
Também estou meio sem paciência para essa história de Sam querer abandonar o barco. Ele sempre quer parar de caçar! Sam sempre sonha com uma vidinha normal com casa, esposa, faculdade, passeios no parque e bla bla bla. Não sei se é porque estou com implicância, mas achei a tal da Amelia meio sem gracinha, gostei só do cachorro 🙂
Sam vai insistir nessa história de aposentadoria, Dean vai ficar decepcionado com ele, os dois vão brigar e a treta dos dois vai acabar atrapalhando a resolução do problema maior da série. De verdade, chega de mimimi e falem mais do purgatório, Benny, Cas, anjos protegendo Kevin e a tábua.
Partners – The Key
18/10/2012, 21:48.
Anderson Narciso
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Partners está bem. A sua fórmula vem se desenvolvendo a cada episódio, e nosso quarteto ficando cada vez mais, bem a vontade. O episódio desta semana teve como protagonista “a chave” do apartamento de Joe, que rendeu bons momentos aos parceiros, com direito a piadas de Taylor Swift e tudo.
Tudo começou quando Louis “invadiu” a privacidade de Ali, entrando no apartamento de forma surpresa e a flagrando quase nua. A moça não gostou muito, ainda mais quando descobriu que Louis tinha uma chave do apartamento e ela não. Claro que tudo sobra para Joe. As brigas entre os parceiros são constantes, mas nada que um abraço resolva. Seja ele no apartamento ou no escritório. E Louis teve momentos hilários, no episódio como sempre, mas espero que, nos próximos episódios esse peso comece a sair de suas costas. A cena em que ele descobre que a fechadura foi modificada e ele fica para fora do apartamento foi muito boa. A dinâmica entre ele e Ali foi bem engraçada. E suas cenas também com Wyatt, fingindo ter entrado em um regime vegetariano foram bem engraçadas também. Ponto para o personagem.
Wyatt aliás está começando a melhorar. Mas é uma melhora bem de leve. O jeito “paspalho” e “sem sal” de Brandon Routh está começando a ser bem explorado. E a lerdice do personagem tem começado a render bons momentos. Já Ali, não se destacou muito neste episódio. O ciume de Ali entre Joe e Louis está começando a ficar chato. Porque a esta altura do campeonato, ela já deveria ter percebido que Louis jamais sairá da vida de Joe, apesar de seus “chiliques” serem cobertos de razão.
Ah, e os momentos de infância de Louis e Joe deveriam ser mais mostrados. Foi muito legal ver os dois fazendo um pacto de amizade, que foi descoberto e lembrado anos depois pelos dois. Espero que, nos episódios restantes, tenhamos mais destes momentos.
Partners esteve muito bem esta semana, e a tendência é só melhorar. Como dito já, a interação entre eles está muito boa, apesar de um deslize ou outro. Coisa até que normal. Mas a audiência não está lá muito boa, e parece que a série não resistirá ao facão da CBS. Será?
The Good Wife – Two Girls, One Code
18/10/2012, 20:33.
Tati Leite
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Para não começar reclamando eu quero fazer um elogio as atuações em The Good Wife. Não importa se a trama está ou não agradando como antes e se algumas coisas tomaram rumos não muito coerentes. Os atores da série continuam dando um show. E os atores convidados em nenhum momento deixam o ritmo cair. Archie Panjabi tem a tarefa árdua de dar veracidade ao uma trama paralela meio sem pé nem cabeça e consegue chamar a atenção para si a cada cena. Julianna Margulies e suas gargalhadas cada vez mais presentes estão trazendo uma leveza para a personagem e para a série. Rita Wilson (Viola Walsh) e John Benjamin Hickey (Neil Gross) mais uma vez estavam perfeitos em suas atuações. Quem acompanha Hickey em The Big C sabe bem o quão incrível ele está em The Good Wife. Parece outra pessoa.
Em relação a trama não tivemos grandes surpresas nesse episódio (talvez 1). Kalinda continua na relação nada saudável com Nick. Mais uma cena polêmica havia sido prometida para esse episódio e mais uma vez eu não achei nada demais. Desconfio que a tal cena seja Kalinda e Lana fazendo sexo. E se for, bom para mim não tem polêmica nenhuma nisso. A aparição da agente do FBI serviu para que Kalinda usasse a pseudo-namorada como arma contra o ex-marido. O que não ficou muito claro é se Lana está a par da situação pesada que está se metendo. Eu desenvolvi uma teoria sobre esse relacionamento Kalinda/Nick e aparição da agente do FBI serviu para colaborar com isso. Na minha opinião Kalinda está fazendo tudo de caso pensado. Numa maneira de se livrar do ex-marido sem precisar matá-lo e nem precisar fugir.
O caso da semana foi mais uma vez contra Neil Gross. Eu tenho quase certeza que o personagem é inspirado no Steve Jobs, que estava longe de ser esse santo que muitas pessoas gostam de pregar (e acreditar) que ele era. A advogada de Gross, Viola Walsh, tentou envolver Clarke Hayden na negociação criando um confronto entre ele e Diane. E com isso podemos ver um pouco da atuação de Christine Baranski que anda um tanto quanto apagada desde o retorno da série. Mais apagado só o Matt Czuchry que mal tem aparecido em cena. Espero que isso mude ao longo da temporada. A firma acaba perdendo a causa quando as cliente resolvem fazer um acordo com Gross. Acabou sendo uma virada inesperada.
No que diz respeito a protagonista, mais uma vez Alicia tem que lidar com problemas na campanha de Peter. Uma jornalista afirma que tem provas de uma traição, no início Eli acredita que seria o relacionamento entre Will e Alicia. Aposto que nesse momento várias pessoas gritaram: mas ela não estava mais com o Peter! Não estava para nós audiência, para os eleitores de Peter ela posa de “boa esposa” como é pautado nas cenas em que vemos o discurso de Peter sendo grifado. Os dois vendem a ideia de uma reconciliação que está por vir.
A promo do episódio nos leva a acreditar num confronto entre Alicia e Peter a respeito de Will, mas na verdade o que aconteceu foi um confronto entre os dois sobre a possibilidade dele (Peter) ter “traído” a esposa novamente. Porque no final das contas a jornalista teria provas contra Florick. Tudo não passava de uma armação, descoberta graças a Kalinda que aceitou ajudar Eli para proteger Alicia. A graça da história foi Eli perguntando a Alicia se ela e Peter tinham o relacionamento aberto. O desconforto do personagem foi impágavel. No final do episódio Alicia corre ao encontro do Peter e o beija. Escutei o barulho de fandoms colidindo nesse momento. Na minha interpretação Alicia no fundo achou divertida essa ideia de relacionamento aberto e foi se divertir um pouco. Não vou julgá-la. Adoro essa liberdade da personagem e não estou interessada com quem ela vai ficar no final.
Dexter – Buck the System
17/10/2012, 23:32.
Juliana Baptista
Reviews
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A sequencia desses primeiros episódios de Dexter está me surpreendendo. Pensei que toda aquela história de máfia Russa, Laguerta e Louis iriam acontecer de um jeito meio sem sentido só para que Dexter se encurralasse como nunca. Mas até que estão conseguindo fazer conexões bacanas entre os personagens. Tudo bem, sei que aquela história de GPS na pulseira e acharem a localização exata do Slice of Life ao mesmo tempo em que o Louis estava sabotando o Dexter, foi meio forçado. Mas ainda dá pra relevar.
Fiquei decepcionada com a morte de Louis, achei que ele sabia muito mais do Dexter e que seria uma pedra no sapato por mais tempo na temporada. Só três episódios para um personagem que mal tinha acabado de mostrar sua verdadeira intenção? Acho que o nerd fanboy do Dexter tinha grande potencial para causar crises na série.
Mas esquecendo desses detalhes chatos, vamos ao que interessa: Dexter convencendo Deb de que o sistema é falho e que o que ele faz não é tão “errado” assim. Penso que Deb está sendo convencida da mesma maneira de que nós, espectadores, fomos persuadidos por ele. No começo tínhamos dúvidas se realmente essa “limpeza” que Dex faz na sociedade é realmente certa e sem falhas e que se talvez ele seguisse a lei poderia dar certo.
Da mesma forma que nós, Debra percebeu que nem sempre seguir as leis funciona, que o sistema muitas vezes é falho e que se você sabe que tem um criminoso nas ruas e pode pará-lo, porque não tentar? Também gostei da cena em que Dexter joga na cara de Debra que sempre foi ele e seu extinto que a ajudaram a chegar onde está, que foram as pistas que ele dava que faziam a irmã prender o cara certo, na hora certa.
Só estou curiosa pra saber o que a Deb irá fazer. Tudo bem ela entender, mas não sei se ela irá começar a ajudar o Dexter nas suas caçadas. E também acho que ela não teria coragem de entregar o irmão à polícia. Ainda bem que ela percebeu que tentar reprimir o Dark Passanger só piorou as coisas, as cenas em que Dexter se imaginava matando a moça dos correios ou até mesmo o Masuka foram muito boas. (lembro quando vi a cena do Dexter cortando a garganta do Masuka na promo da temporada e fiquei chocada, ainda bem que era só uma alucinação).
Também gostaria de saber logo como a Yvonne Strahovski (a.k.a. moça do Chuck) vai acabar se aproximando de Dexter. Achei meio estranho ele ter ficado hipnotizado olhando pra ela enquanto colhia a amostra do DNA. Sempre pensei que Dexter não “reparava” nas gatcheenhas.
Gostei do diálogo entre Dexter e o chefão da máfia sobre frustações. Mas fiquei com medo deles terem ficado tão próximos, tão cedo. Ainda mais agora que o Louis abriu o bico, vai ficar muito mais fácil da máfia encontrar o Dex.
Achei meio lenga lenga esse caso que o Quinn e a Nádia. Não sei se é porque não vou muito com a cara desse moço ou se é porque fazer esse personagem pegar gostosonas já ficou super previsível.
E mais uma vez: onde está o Harrison? Simplesmente deram um sumiço nesse menino. Tudo bem que o foco do episódio foi a crise de Dexter e toda a pressão que ele estava passando. Mas não acho que eles deveriam simplesmente ocultar a criança como se ela nem existisse.
Haven – Over my Head
17/10/2012, 09:36.
Regina Monteiro
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O destaque desta semana vai para o ótimo roteiro de Gabriele Stanton (roteirista de Grey´s Anatomy, Ugly Betty, Moonlight), Jin Dunn (The Dead Zone) e Sam Ernest (The Dead Zone).
Over my Head conseguiu a façanha de apresentar pelo menos três linhas narrativas que se complementaram de tal forma, que deixaram a impressão de um episódio que durou mais que seus meros 45 minutos.
Primeiro, tivemos o caso da semana que funcionou como pretexto para esclarecer a quantas anda a cabeça de Duke, depois de, no episódio anterior, ter assassinado um “problemático”. Daphne, uma professora de natação, após ter seu carro tirado da estrada e despencado em um precipício à beira mar, provoca a morte de todas as pessoas nas quais pensa como possíveis salvadores: o primeiro aluno para o qual deveria ministrar aulas naquela manhã e a professora que a substituiu, por não procurarem por ela; o vizinho que notou sua ausência, mas não chamou a polícia e o motorista responsável por tirá-la da estrada e não voltou para socorrê-la. Contra a vontade de Nathan, Duke junta-se à Audrey na investigação. No decorrer do episódio fica explícito o crescente antagonismo entre os dois: Duke tentando provar que não pretende continuar a tradição de sua família; Nathan apostando que Duke somente se juntou a eles para eliminar mais um “problemático”. No fim, para desapontamento de Nathan, Duke prova seu ponto: quando os três descobrem onde Daphne está, ele usa seus poderes para tirá-la do carro prestes a ser soterrado por um desmoronamento de rochas.
Paralelamente ao caso da semana, os Guardiões (grupo que tem por objetivo proteger os “problemáticos”), entra em cena. Nathan descobre que o seqüestrador de Audrey tem a mesma tatuagem que ele, e que esta tatuagem é característica deste grupo. Através de Vince e Dave Teagues, Nathan consegue chegar até Jordan, uma garçonete do Guns & Roses, que faz parte do grupo e que é capaz de impingir uma dor excruciante a todos em quem toca. Nathan é a única pessoa que Jordan pôde tocar em muito tempo. Comovida com a experiência, ela promete apresentá-lo ao líder do grupo.
E, por último, temos Vince e Dave que ressurgiram para remexer no passado obscuro do Detetive Bowen, que, por sua vez, também remexeu no passado enigmático dos irmãos Teagues. E, nesse toma lá da cá, ficamos sabendo um pouco mais sobre Dave e Vince. Os aparentemente inocentes donos do Herald Tribune, são milionários e donos de mais da metade de Haven, sua família remontando aos fundadores da cidade. Diante destas informações, é impossível fugir à crescente curiosidade sobre quem eles realmente são. Também é impossível fugir à indagação sobre as preciosidades e segredos que os irmãos Teagues guardam entre suas memórias de papel.
Como bônus, tivemos ainda Audrey tendo flashes de sua vida como Lucy: o momento na praia em que descobre o corpo do Colorado Kid, e uma imagem de um celeiro: o mesmo onde a verdadeira Audrey Parker, teve parte de suas memórias apagadas. A questão é: ela será capaz de se lembrar do que Lucy havia descoberto sobre salvar todos os “problemáticos”, no curto tempo que lhe resta, antes da vinda do Caçador?
E o seqüestrador de Audrey continua a agir, desta vez levando o escalpo de sua vítima. Agora é esperar pelo próximo episódio e torcer para que tenha a mesma qualidade deste.
The Walking Dead – Seed
16/10/2012, 21:39.
Mariela Assmann
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E eis que depois de vários meses, The Walking Dead voltou para sua terceira temporada. E voltou bem, com um episódio eletrizante, que serviu ao mesmo tempo para deixar a segunda temporada no passado e nos apresentar o que vem por aí. Valeu a espera, e muito.
E não foi só para nós que o tempo passou. Para os sobreviventes também. Depois de rodar por todo o inverno, fugindo das hordas cada vez maiores de zumbis, eles encontraram um novo lar. Só que, obviamente, não é um “lar, DOCE lar”. Antes de se instalar na prisão, os sobreviventes, comandados por um Rick mais sisudo do que nunca, tiveram que dar muita machada, flechada e tiro em cabeça de zumbi.
Muitas foram as queixas acerca da segunda temporada, especialmente quanto ao ritmo demais lento, quase que filosófico, no qual as tramas se desenrolaram. Em Seed, a coisa foi bem diferente. Uma tensão tomou conta do ar. Até cinco minutos de episódio, NENHUMA palavra foi dita. E ainda assim, a angústia, o medo, o terror, a insegurança, a dúvida e o desespero eram palpáveis. Com dez minutos de episódio, já tinha morrido praticamente meio elenco de figurantes.
A invasão da prisão foi bem bacana, especialmente porque os sobreviventes precisavam que aquela empreitada desse certo. O barrigão de Lori alerta que o “bebê Shane” – quanta maldade, Daryl – , vem aí; e vai chegar em meio à fome, à desnutrição. Qualquer pedaço de chão pra chamar de seu é um ganho enorme nessas circunstâncias. Por isso tanta torcida pra que tudo desse certo, embora as probabilidades desse TUDO fossem mínimas, devido ao número de zumbis presentes na cena.
E é óbvio que a primeira vítima já seria feita nessa premiere. O escolhido da vez é Hershel, já que os idosinhos, segundo me consta (R.I.P. Dale), não se dão muito bem com zumbis e uma vida nômade sem recursos. Sério que a zumbi precisava ARRANCAR um pedaço da panturrilha do vó Hershel? Que dó da Maggie, que tá vendo – ao vivo e BEM a cores – toda a família ser exterminada, bem diante dos olhos.
Outra coisa que achei bem interessante foi observar as mudanças dos personagens após o longo inverno que eles enfrentaram (TWD não é Game of Thrones, mas inverno é complicado em qualquer lugar). Depois da morte de Shane e dos probleminhas de liderança enfrentados, Rick está mais amargurado, e com uma crueza de pensamento nunca antes vista. A forma que ele age com Lori evidencia bem isso. Mas a cena dele sentando, sozinho, em meio à prisão, deixa bem claro que essa mudança de postura está custando muito, psicologicamente. Lori, por sua vez, continua no velho conflito moral “o que eu fiz com meu marido?”, e ser ignorada por ele e por Carl não está favorecendo sua auto-estima, definitivamente.
E por falar em Carl, foi só eu ver a imagem do pentelho na tela pra recordar do quão chato ele é. Tá certo que agora, mais crescidinho, ele não é mais, aparentemente, aquele mala sem alça. Mas ainda assim, não simpatizo mesmo com ele. Será que eu seria considerada uma pessoa ruim se, sabendo que alguém vai morrer em TWD, torcer pra que seja ele?
Daryl continua sendo o “anti-social” que se preocupa com o bem dos outros. Só que agora ele interage mais com os colegas, embora ainda se esforce pra manter a fama de badboy. Fico feliz que ele e Carol sejam uma dupla mais constante na tela, acho que os dois funcionam bem juntos, e ele faz um bem danado pra ela, que precisava de um alívio depois da trama do marido abusivo e da filha sumida-que-virou-zumbi (aquela trama emocionantíssima da temporada passada, só que não).
Maggie e Glen continuam morando no meu coração. Eles continuam funcionando como personagens e como casal. São o alivio “de fofura” no meio de tantos miolos, sangue, choro e ranger de dentes. E a Beth está ali para ocupar o lugar deixado por Sophia e a mente do Carl (ops, se é que vocês me entendem. Hershel entende que eu sei).
Em algum outro lugar do mundo, vasto mundo, Andrea agoniza doente, enquanto sua nova parceira de jornada, a badass Michonne mata zumbis no melhor estilo Kill Bill. Não consegui simpatizar com a nova personagem (a primeira a achar uma função para zumbis e colocá-los na coleira), embora seja muito legal da parte dela não deixar Andrea para trás. Opa, ou será que não simpatizei com ela justamente por não deixar a Andrea para trás? A loira é uma chata, e deveria ter partido junto com Shane, mas ela permaneceu, e creio que ainda vai causar grandes problemas.
E para aqueles que estavam preocupados com o número um tanto quanto reduzido de personagens no bando de Rick, nada há a temer. Especialmente depois do encontrinho supimpa do final do episódio. Os “habitantes do presídio” encontraram nosso bando favorito de sobreviventes. Acho que a aproximação dos bandos não será muito amistosa, mas não custa nada deixar a esperança viver mais um pouquinho em paz, antes de ser arranhada e passar, irremediavelmente, para o mundo dos que arrastam a perna. É esperar para ver.
P.S.1: The Walking Dead, o arrasa quarteirões. 10.87 de audiência para um canal à cabo. Vocês tem idéia do que é isso? É muita coisa, mais do que boa parte das séries da ABC, FOX, CBS e NBC faz. E nem vou falar da CW.
P.S.2: sou apenas Guess Star por aqui. Semana que vem a Aline Ben assume o comando das reviews.
P.S.3: aprendam uma coisa – no apocalipse, falta comida, água, remédio e munição. Mas gasolina, NÃO.
P.S.4: quando Lori abre a boca, eu costumava ouvir só ‘mimimi’. Nesse episódio eu consegui prestar atenção em todas as falas dela. Só por isso a espera já teria valido.
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