New Girl – Neighbors e Models

Data/Hora 25/10/2012, 10:02. Autor
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No episódio de Neighbors, o tema era idade. Em Models, o aniversário trás como foco a amizade. Ambos tratam de diferenças, e mostram que você precisa aceitar o que é de fato. Com o passar dos anos, amigos vem e vão, mas há aqueles que sempre estarão ao seu lado. É por isso que os dois episódios foram assim, tão divertidos.

O que deixa New Girl engraçado, é que a turma dos vinte e tantos se encaixa perfeitamente nessas situações malucas que os personagens se encontram. Ter medo de envelhecer, sentir-se deslocado com a modinha dos mais novos, questionar as amizades antigas e valorizar as novas. Chega um ponto que ter 20 e tantos ou 30 e poucos é estar dentro desse seriado.

Só achei engraçado os hippesters curtindo a Deschanel porque é isso que eu vejo quando abro a porta de casa. As pessoas tentando ser “cool”, voltando ao passado que não lhes pertenceu, adotando posturas que parecem até caricatas. Mas assim é a vida no século X do novo milênio. Ri e muito do Schimmy enlouquecendo porque achava que os jovens não gostavam dele porque ele é velho. Na verdade, sendo um completo boçal que ele é, Schmidt não é agradável para ninguém, pior ainda tentando ser o que não é. Aí está a piada GENIAL. Miss Desch é um gênio, sempre soube, e os roteiristas mais ainda por aproveitar a piada!

Deschanel tentando ser vintage. Rirei até o cancelamento de New Girl. Juro, não é ironia.

Tenho que destacar mais uma coisa desse episódio. O Winston. Sempre tão apagado, tão sem história, mas gostei da atitude dele de buscar ser o que ele é, quem ele é. Talvez esse episódio não tenha sido sobre idade, e sim, sobre personalidade. Se foi isso, recado bem dado.

Já em Models, a personalidade de algumas pessoas são determinadas por aquilo que elas aparentam ser. É exatamente assim, você é uma modelo, então você age como uma. Mas no fundo, você come bolo e faz parte do Greenpeace. Tenho problemas pessoas com esteriótipos e personalidades falsas. Mas aí também está a graça, ninguém consegue ser 100% original.

Acho que o Nick deveria ter uma tartaruga! Ainda mais chamada Jess! Aí eu poderia shippar Nick e Jess! Hehehe! Brincadeira… eu shippo os dois. Só um pouco. A amizade dos meninos é muito verdade. Homens são assim meio bobos para expressar os sentimentos. Biscoito, rosquinha? Só o Schmidt para demonstrar o seu amor pelo amigo desse modo.

Reparem na participação especial do Napster na cena antiga de Nick e Schmi! Descanse em paz, Napster.

A briga de peitos de Jess e Cece foi… estranha! Ninguém faz briga de peitos. E a Nadia com o Valderama? Ou a Nadia falando que a Jess parecia um macaquinho russo. Rirei até o cancelamento de New Girl.

Destaque para a Jess tentando ser modelo para salvar Cece. Zooey tem essa mania de ser uma bobona.

Mas a mensagem foi esse. Amigos são diferentes, e é divertido assim.

Elementary – Child Predator

Data/Hora 24/10/2012, 09:54. Autor
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Child Predator foi o melhor episódio de Elementary até aqui. Pela primeira vez não termino de assistir me lamentando por ter que fazer as reviews da série. E olha que acho que ainda falta alguma coisa. Das séries com essa dinâmica de dupla de detetives acho que Elementary ainda é a pior, deixando muito a desejar para Law & Order: SVU, por exemplo, pra citar uma só. Mas paremos de lamentações e vamos ao que interessa.

Foi um episódio com uma carga dramática pesada do início ao fim. Cheguei a me sentir mal, porém achei que foi o caso mais bem construído da série até aqui. O final foi surpreendente – como o do episódio 2 – ao menos pra mim. Eu não esperava que a resolução fosse a que foi, com a vítima sendo ao mesmo tempo a responsável pelos assassinatos. Gostei do recurso de resgatar um caso do passado que não havia sido solucionado.

Tratar de abuso e assassinato de crianças já é um tema pesado por si só, e a forma como Elementary problematizou a questão do relacionamento da vítima com seu abusador foi um dos pontos altos do episódio. Outras séries já fizeram isso, eu sei, mas achei que foi bem construída essa relação em Child Predator. Ao fim do episódio eu já não sabia mais de quem deveria sentir ódio ou de quem deveria sentir pena, e acho que terminei sentindo pena de todo mundo.

Vejo o pessoal reclamando que ainda falta algo na Watson e até concordo, mas acho que tão exagerando nas reclamações. Eu gosto bastante da personagem, acho que ela, ainda que sem querer, desperta o que o Holmes tem de melhor. Dessa vez, foram os agachamentos propostos por ela que resultaram na dor nas costas de Sherlock, que resultou na resolução do caso. Aliás, foi impagável a cena dos dois fazendo agachamentos. Adorei.

Esse episódio deixou em stand by a questão de um possível relacionamento entre os dois. Acho positivo que as coisas entre eles se desenvolvam de uma maneira um pouco mais lenta, já que estava acontecendo tudo muito rápido. Ainda que fossem ser só amigos, a intimidade estava forçada. Agora parece que acertaram a mão e que se for rolar algo entre os dois vai ser com calma. Gosto da cumplicidade e do cuidado que um tem com o outro e acho que esses são ingredientes fundamentais em qualquer relacionamento que eles venham a ter: namoro ou amizade. Achei fofa a maneira como ela se preocupa com ele durante todo o episódio e como ele afirma preferir ela a estátua do boneco.

Enfim, acho que foi o melhor episódio de Elementary até aqui e espero que a evolução continue, especialmente agora que foi houve a confirmação de uma temporada completa para a série.

Last Resort – Eight Bells e Voluntold

Data/Hora 23/10/2012, 22:58. Autor
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Eight Bells foi um episódio que a meu ver deixou cair um pouco a qualidade dos dois primeiros, ainda assim, não foi nada que comprometesse a série. As boas notícias ficam por conta de que a ABC encomendou novos episódios para Last Resort, o que nos dá expectativa de continuidade, ainda que a audiência siga caindo.

O foco aqui foi a guerra paralela que os marinheiros terão que enfrentar com Julian Serrat, o manda chuva da ilha. Parece que os tripulantes do U.S.S Colorado tem muito mais com que se preocupar do que imaginam neste primeiro momento.

Além dos problemas com Julian que raptou três marinheiros, o outro foco do episódio foi a história de Kylie em Washington. Ao invés de as coisas se resolverem, cada vez aparece mais complicadores e dúvidas nessa história, o que dessa vez ficou a cargo da aparição do pai dela. O foco nela certamente é porque ela é a única que parece poder desamarrar a teoria da conspiração que envolve toda a história.

Na corrida contra o tempo para salvar os três prisioneiros tivemos muitos momentos de ação e forte emoção, e, mais uma vez a história não caiu no clichê de apelar para o mais fácil. Além de Cortez ter sido estuprada – o que foi duramente cruel – Brannen ainda teve que escolher entre ela e Red para morrer, e acabou optando pelo último. Isso acirrou os ânimos na ilha e elevou a temperatura da guerra.

O ritmo do episódio é sempre bom porque tem muitas histórias paralelas acontecendo, mas isso segue me deixando confusa. Além do já citado, Eight Bells desenvolveu as tramas de Tani e King, que estão cada vez mais próximos e de Sophie e Kendall. Eu estou dividida. Não sei se shippo o Kendall com a Sophie ou com a Grace. Mundo cruel. A pobre da esposa que ficou em terra firme eu nem cogito. Teve também a libertação de Prosser. O cara é insuportável, mas parece ser importante no submarino, senão não teria sido libertado por Chaplin.

Voluntold voltou a subir o nível e trouxe a tona outros momentos dramáticos para os tripulantes do U.S.S Colorado. O clima fica mais tenso entre a tripulação fazendo com que muitos ameacem causar uma rebelião contra Chaplin, que começa a ser organizada a mando do Secretário de Defesa e executada por alguns dos marinheiros. Alguns se mantém fiéis ao Capitão que opta por possibilitar com que os que quiserem deixem a ilha. Muitos acabam tomando essa decisão.

A situação se agrava quando Brannen, extremamente confuso por ter escolhido Red para morrer acaba pegando uma granada e ameaça explodir o submarino. O Capitão mais uma vez dá um show e acaba revertendo a situação por meio de um grande discurso, fazendo com que alguns inclusive mudem de posição e resolvam ficar no submarino.

A situação em terra firme se agrava e a esposa de Kendall começa a ser perseguida pelos jornalistas e pela população que acusam os marinheiros de traírem a nação. Achei interessante mostrarem também esse lado da história que andava esquecido. Confesso que senti até um pouco de pena dela. Ainda não sei se desconfio do advogado amigo do Kendall ou se shippo os dois. Só sei que ele ainda vai ser importante na história.

Gosto cada vez mais da Grace. Achei muito legal ela usando o próprio corpo de escudo para proteger Chaplin em uma atitude heróica.

Outros fatos que merecem destaque em Voluntold sao o papel de Sophie, que parece saber muito mais do que pensávamos originalmente. Ela já mostrou de que lado está quando deixou de acompanhar a família para ajudar os tripulantes e agora mostra novamente quando engana Julian sobre os minerais existentes na ilha. E a trama que envolve os tripulantes do outro submarino que foram resgatados pelo U.S.S Colorado. Quais são os mistérios envolvendo eles? Foi emocionante a cena do King enterrando o amigo.

A coisa ainda vai esquentar muito e uma guerra nuclear parece eminente. Estou ansiosa pelos próximos episódios e pelas guerras paralelas que não param de aparecer para os marinheiros combaterem. Parece que ainda tem muita dificuldade pela frente…

Haven – Double Jeopardy

Data/Hora 23/10/2012, 17:33. Autor
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Nesta temporada, a primeira “perturbação” que fez sentido. Tanto porque expressou um desejo já sentido, em algum momento, por uma boa quantidade de pessoas, como pela conclusão do caso: a auto-percepção e a auto-retratação, na forma da aplicação do mais perfeito exemplo de justiça poética possível ao caso.

Lynette, estenógrafa do Tribunal de Justiça de Haven, presencia, todos os dias, pessoas culpadas sendo absolvidas por falta de provas ou por inconsistências no processo no qual são acusadas. Revoltada, ela evoca um golem, na figura da bela jovem que representa a Justiça, retratada em um quadro na sala do tribunal. A jovem executa a sentença que Lynette acha pertinente, conforme o crime cometido pelo infrator. Duke entra no radar de Lynette, por ter cometido várias infrações: desde o não pagamento de multas de trânsito, até a falta de alvará para o funcionamento do Grey Gull. Audrey e Duke descobrem que é Lynette quem controla o golem e, ao confrontá-la, a jovem percebe que, a seu modo, também se  tornou uma infratora. Sua punição é exemplar: no melhor estilo “olho por olho, dente por dente”, o golem a transforma em parte da gravura que ocupa a parede do tribunal, condenando Lynette a observar, dia após dia, sem que nada possa fazer, os julgamentos e as sentenças que, antes, revoltavam-na.

Nathan, por sua vez, ainda tenta encontrar os líderes dos Guardiões, aproximando-se, cada vez mais, de Jordan.

Confesso uma certa decepção com este novo Nathan, que tem se desenhado nesta temporada. Parece que o personagem está se despindo de toda sua espontaneidade, leveza e senso de justiça, para se travestir de tons mais sombrios. Em alguns momentos me parece, também, que o próprio Lucas Bryant não está confortável com a mudança. A cena em que seduz Jordan e a beija, foi rápida e insuficiente. O personagem parecia um tanto desajeitado. A esperança é que tudo isso, ou seja propositalmente articulado pela equipe criativa e que a certa altura Audrey apareça para resgatá-lo; ou que seja apenas meu equivocado ponto de vista e Nathan ainda seja o cavaleiro de armadura que, sem que sua Dulcinéia perceba, está procurando uma maneira de salvá-la.

De resto, Audrey intui o que já havíamos entrevisto no episódio passado: seu seqüestrador, ou o “Assassino da Pistola”, está montando um novo corpo com as partes extraídas de suas vítimas. Seria uma outra Audrey, ou o cabelo loiro é apenas uma isca para nós, fãs da série?

The Walking Dead – Sick

Data/Hora 23/10/2012, 16:24. Autor
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“Vocês têm celular para ligarmos para as nossas famílias?”

A pergunta dos presidiários sobreviventes não poderia ser mais ingênua. Depois de viverem confinados no refeitório da cadeia e cercados de errantes, eles não tinham conhecimento que o mundo que os condenou já não existe mais. Saber matar homens não é a mesma coisa que matar errantes e a cena deles tentando derrubar os mortos-vivos com socos e machadadas no estômago foi quase cômica.

Além do grupo de presidiários sobreviventes Sick também mostrou a recuperação de Hershel. Duas situações nervosas do início ao fim, como quase tudo que anda acontecendo em The Walking Dead. A terceira temporada da série começou com adrenalina em alta e muitas mortes pelo caminho, só neste último episódio minha contagem ficou em 42 errantes e três humanos.

O segundo episódio dessa terceira temporada também investiu em tirar o fôlego do espectador. Alguns momentos foram especiais em Sick: os segundos que antecederam a morte – a facão – do presidiário por Rick, a cena em que Hershel para de respirar e logo na sequência quando Lori salva a vida dele e Hershel parece tentar mordê-la. Quem não pulou do sofá ou perdeu o fôlego que jogue a primeira pedra – e não esqueça de mirar na cabeça.

Emoções fortes deixam os personagens mais maduros, exigência em mundo infestado por zumbis e com escassez de suprimentos. Quem mais mudou foi o personagem principal, o herói da série, Rick, o “Atlanta”. Ele embala o ritmo da nova temporada zumbi e inspira os colegas de grupo. Todos estão tentando ser mais fortes do que realmente são e Lori e Carl poderiam ajudar se parassem com as cenas de brigas familiares.

Carol foi uma das que mais cresceu como personagem, parou de ser a coitada que apanhava do marido e clamava pela filha que virou zumbi e passou a ser um membro essencial no grupo. Agora ela utiliza o que aprendeu com Hershel para ajudar nos cuidados médicos dos feridos. A iniciativa dela de usar cadáveres errantes (devidamente mortos, é claro) para treinar uma possível cesariana foi arrepiante, mas inteligente. O parto de Lori ainda reserva fortes emoções.

Mas não é apenas o bebê Shane que trará emoção para The Walking Dead, já nos próximos episódios Rick e companhia devem ter que lidar com pessoas muito mais perigosas que os prisioneiros sobreviventes. Andrea e Michonne vão se deparar com a queda de um helicóptero e conhecer uma comunidade muito mais organizada que o grupo que se reuniu na fazenda de Hershel. Lembram do helicóptero que provocou a horda de errantes que invadiu a fazenda no final da temporada passada? Deveremos em breve conhecer a fonte infinita de gasolina e combustível nesse mundo zumbi que possibilita até viagens de helicóptero.

Medicina zumbi

Agora, vamos comigo divagar pela teoria da nova medicina zumbi. Desde o final da temporada passada descobrimos que todos estão infectados. A “doença” se manifesta quando alguém é morto e não é atingido na cabeça. No entanto, se a pessoa for mordida ela já está condenada a virar zumbi, ela fica doente, morre e aí sim se transforma em errante. Se todos têm o “vírus”, Hershel também tem, mas ele foi mordido e Rick cortou a perna dele para o “veneno” da mordida do errante não se espalhar pelo resto do corpo e ele ficar doente, morrer e consequentemente virar zumbi. Não entendi a diferença de ser mordido e se infectar, se na teoria todos já estão infectados. A mordida seria como um gatilho para a “doença” se manifestar. Bem, na dúvida… keep calm and shoot them at the head.

Grimm – The Other Side

Data/Hora 23/10/2012, 09:41. Autor
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“Pensei em me transformar em uma bela marionete de madeira. Deve ser maravilhoso, uma vez que poderei dançar, lutar e virar cambalhotas”.

Grimm continua com episódios um tanto mornos, mas o novo plot que envolve o capitão Sean Renard e Juliette promete muitas emoções para o seriado. Em The Other Side a estrela era o garoto wesen (meio Lowen, meio Genio Innocuo) Pierce, mas quem chamou a atenção foi Sean e seu descontrole perto de Juliette.

A situação é tão grave que Sean apelou para a loja de Rosalee, onde quem está atendendo interinamente é nada mais, nada menos, que Monroe. A cena de Sean chegando de capa preta e óculos escuros pedindo alguma coisa para comportamento obsessivo só não foi melhor que as inúmeras perguntas de Monroe sobre os sintomas. Acredito que não vai demorar muito até Nick descobrir que seu chefe anda com alguns “problemas”.

A sacada de The Other Side foi meio Arquivo X. Pela primeira vez conhecemos um wesen que possuía DNA de duas espécies diferentes, isso devido a uma experiência genética feita pela própria mãe, antes mesmo do nascimento de Pierce. O lado ruim é que o garoto não tem controle sobre seu lado Lowen e assim acaba preso por triplo homicídio e vira paciente de psiquiatria.

O caso do episódio tem ligação com a situação do capitão Renard. Sean também tem suas origens divididas e se identificou com Pierce. Depois desse episódio algo me leva a crer que Renard pode estar tentando se aproximar de Nick e ter um Grimm ao seu lado. Ele foi renegado pela família e agora começam a aparecer motivos pra ele ter protegido Nick em alguns momentos.

Com tantos wesen aparecendo e uma iminente confusão envolvendo Sean e Juliette Nick precisa de mais ajuda. Ela chegou com a primeira aparição do ator Michael Grant Terry (Bones), como o novo estagiário do Departamento de Polícia de Portland, Ryan Smulson. Sua primeira participação foi hilária e promete melhorar o núcleo da polícia e os casos envolvendo Nick e Hank.

Quem também deu as caras em The Other Side foi Adalind e a moça não anda nada boba. Foi direto estreitar relações com a realeza em Viena, na Áustria, e conversou com o irmão de Renard que abriu o jogo e nos tirou muitas dúvidas, entre elas a que o capitão é meio hexenbiest. Por isso que nas vezes em que ele apareceu nervoso ficava com a metade da cara feia de doer.

A dúvida persiste sobre como Nick ainda não descobriu a verdade. Renard sabe que trabalha com um Grimm e dessa forma deve ter se precavido. Não lembro de ter visto Sean tão nervoso na frente de Nick a ponto de se mostrar contra a sua vontade. Também me chamou a atenção um anel que ele apareceu usando no trabalho neste episódio, o objeto foi mostrado em detalhe umas duas vezes e deve esconder mais algum segredo. Pode ser até um feitiço no anel que o ajude a se esconder de Nick, inspiração em The Vampire Diaries?

Apesar da série passar por uma fase sonolenta (vamos chamar de fase por enquanto), a parte técnica tem trazido boas surpresas. Grimm tem apresentado edições interessantes. A cena em que Juliette sai do banho, vê o porta-retrato quebrado e se vira bruscamente foi uma emoção à parte quando a edição pula para a imagem de Renard já dirigindo seu carro. A cena do capitão invadindo a casa de Nick também foi nervosa para os espectadores. A tensão nesse casal promete.

O marasmo dos episódios parece que procura ser evitado com o uso de movimentação de câmera. Tem funcionado, mas funcionaria bem melhor se a série conseguisse resgatar a emoção dos primeiros episódios da segunda temporada. A próxima chance fica para o dia 26 de outubro com um episódio especial de Halloween. As expectativas são grandes, pois o episódio La Llorona vai tratar de misteriosos sequestros de crianças em Portland, caso parecido com uma lenda de terror hispânica.

Confira a promo do episódio especial de Halloween, La Llorona:

 

Dexter – Run

Data/Hora 23/10/2012, 09:39. Autor
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A cada episódio que passa, nós temos mais certeza do quanto Dexter está ferrado. Imagino que ele terá que ser muito ninja pra conseguir se livrar de todo mundo e sair ileso dessa temporada.

Graças ao Louis cagueta, o chefão-mafioso-badass Sirko descobriu quem é o Dexter e que foi no barco dele que Viktor foi visto pela última vez. Não entendi se ele é pai do Viktor ou se os dois tinham um caso. (Essa cara de malvado pode esconder uma boneca russa! E o Viktor podia ser o boy magia do Sirko) Mas não posso afirmar nada, vamos aguardar mais esclarecimentos nos próximos episódios.

A máfia armou pro barman ficar com a culpa do assassinato do Mike Anderson, mas essa história não convenceu Batista. Acho meio tenso eles continuarem a cutucar os caras da Fox Hole, certeza que a polícia vai acabar descobrindo alguma treta dos caras da máfia e vão acabar interferindo na vingança de Sirko contra Dexter.

Estava sentindo falta de ficar tensa com os episódios de Dexter, mas pelo menos em Run consegui matar um pouquinho dessa vontade. No começo, estava achando o Speltzer meio sem graça, com cara de grandalhão babaca, mas neste quarto episódio ele conseguiu me fazer mudar de ideia. Dexter e Debra conseguiram perder o cara no último episódio de uma forma muito tosca e no fim das contas, a polícia conseguiu prender o cara denovo.

Dexter percebe que pegar Speltzer era importante para a irmã, então abre mão de matá-lo para que Deb fique satisfeita. Isso mostra que Dexter não é tão egoísta quanto pensamos. Mas como a justiça tem seus momentos falhos, o maluco é solto e Dexter vai atrás dele. Isso serviu para que Deb perceba novamente que nem sempre é possível confiar nas leis e um cara super perigoso pode vagar tranquilamente nas ruas.

Pensei que Deb estava aceitando Dexter como ele é, mas pelo jeito o processo de aceitação está acontecendo gradualmente. Gostei bastante da cena em que Debra está na banheira e acaba tendo o pesadelo com sangue e Dexter pedindo sua mão em casamento. Particularmente não curto essa ideia de Deb ser apaixonada pelo irmão, já que eles cresceram juntos e isso não tem nada a ver. Mas a banheira de sangue compensou a cena, fazia muito tempo que não me lembrava da Rita e Trinity.

E por falar em Rita, quem aparece no episódio? Harrison! Mas mal o garoto apareceu, já deram um sumiço nele. Acho muito fácil ser pai e serial killer ao mesmo tempo quando você tem uma babá 24 horas por dia, sete dias da semana e que leva seu filho pra passear na casa dos avós. Poderiam explorar mais a influencia de Dexter na criação de Harrison, os valores que ele passaria para o filho, a relação dos dois etc. Mas vamos deixar isso pra próxima.

Outra coisa que ainda não estou entendendo: o que vão fazer com essa Hanna McKay? Por enquanto ela só aparece um pouco, esbanja sua beleza pra lá e pra cá, mas nada de explicar a relação dela com Dexter. Fico aguardando essa moça me surpreender.

Gostei da cena do Speltzer indo no enterro da própria vítima para debochar da Debra. Acho que ela só vai entender mesmo o que o irmão faz, se sentir muito ódio pelos assassinos que estão impune. Quando ela confessa para Dexter que queria matar o Speltzer, parece que ela foi tão espontânea que nem percebe o que fala, só vai se tocar quando o irmão olha pra cara dela com cara de “viu? É disso que eu estou falando! Todo mundo quer ver alguém morto”.

Acho que Deb está sendo importante para conscientizar Dexter de que ele é parecido com as pessoas que ele caça. Comparar os brincos do Speltzer com as lâminas de sangue, fez Dexter cair na real e se livrar dos seus troféus. (Pelo menos agora fica mais difícil de terem provas que ele é o Bay Harbor Butcher). Deb olhando a fumaça saindo da chaminé do crematório e sabendo que está segura, me fez acreditar que ela está a um passo de aceitar o Dark Passanger. Dexter finalmente terá um cúmplice confiável!

Once Upon a Time – The Crocodile

Data/Hora 22/10/2012, 20:00. Autor
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Primeiramente começo me desculpando pelo equívoco da última review, onde afirmei que Rei George ainda não havia aparecido em Storybrooke antes. Mas fiquei decepcionado por ele não aparecer novamente nesse episódio para ter uma conversa franca com David.

Certamente pensei que O Crocodilo seria algum monstro que o Capitão Gancho fosse lutar a mar aberto, mas eu estava errado… Em relação ao mar aberto. O Capitão Gancho realmente lutou com um monstro chamado Rumpelstiltskin. De modo geral, pensei que o Capitão Gancho fosse ser um homem mais perverso que todos os personagens da história apresentados até hoje. O personagem em si é ganancioso, mas que pirata que não é, certo? O seu lado sincero de ser faz parte de sua personalidade de marinheiro e isso não o torna mal. Apenas o torna um personagem incompreendido. A ABC tornou o personagem regular, portanto, veremos ele por muito tempo nessa temporada ainda e tenho certeza que as coisas vão piorar e muito ao descobrirmos agora que ele se juntou a Cora para se vingar dos dois personagens mais maldosos de toda a série. Será uma virada épica quando eles chegarem em Storybrooke!

Voltando para Storybrooke, os anões estão cavando em busca de pó mágico para tentar chegar a Floresta Encantada. Mas que coisa! De um lado os personagens querem ir para Storybrooke. Do outro lado, os habitantes de Storybrooke querendo ir para a Floresta Encantada. Daqui a pouco, ambos conseguirão o que querem e vão acabar se desencontrando, já pensou? Fico feliz que Zangado tenha aparecido nesse episódio. Foi hilário vê-lo com uma prancheta analisando o serviço dos irmãos.

A história da ex-mulher de Rumpel certamente entrou na lista ‘O Meu Passado me Condena’. Me desculpem aqueles que adoraram Milah e entendem o seu lado de ir em busca do amor verdadeiro, mas que foi uma cachorrada que ela fez, foi! Uma coisa é você acertar a sua vida para viver o amor e outra é você fugir que nem louca num navio e viver o Armagedom ao lado do Capitão Gancho. Essa situação foi bem analítica no ponto de vista moralista. Quem achava que Rumpel era covarde, deveria pensar duas vezes. Em toda a sua vida, ele só fugiu de lutas e não de sua família. Milah certamente mereceu o que recebeu! (#EmilyFeelings – Revenge).

E quem também deu as caras no flashback foi um gordinho que trafica feijões mágicos. Seu nome é Willian e eu não faço a menor ideia de qual é a sua história em OUAT. Mas eu tenho palpites. Bom, para aqueles que pensaram que ele fosse o João, do Pé de Feijão, pode ser possível, mas para isso ele deveria ser uma criança. E sendo assim, ele foi de navio com o Capitão Gancho para a Terra Nunca (o público delirou ao escutar isso), portanto, será que ele não se tornaria de algum modo uma criança por lá e depois voltaria para o Pé de Feijão? Sim, eu viajei um bocado, mas isso não explicaria o fato de ele estar adulto em Storybrooke. Veremos o que Adam e Edward nos reservaram para a história do feijão.

Mas a história principal girou em torno de Bela e sua busca pela independência. Tudo bem que desde que conhecemos Bela, tivemos uma visão de uma mulher simples e delicada como uma porcelana que deve ser protegida a cada minuto. Mas Bela não é assim e ela está tentando provar para si mesma. A aparição do pai de Bela também foi importante para complementar o fato de que todas as pessoas querem proteger Bela e tomar as suas decisões. Mas é hora de crescer e quem não gostou que ela se tornasse bibliotecária, trate de enfiar a mão no coração e esprema até se tornar pó. Essa profissão é a cara dela e espero vê-la contando histórias para os estudantes de Storybrooke.

E ainda nesse clima de sumiço de Bela, adorei a nova amizade com a Ruby. Achava a personagem um pouco carente de amizades, já que Ashley provavelmente está cuidando de seu filho. Ruby é uma amiga perfeita para Bela e tenho certeza que teremos ótimos momentos dessa nova amizade. Aproveitando o gancho da Ruby, começamos a presenciar o efeito de lobo tomar conta dela. Na Comic Con desse ano, Edward havia afirmado que Ruby se tornaria lobo em toda a lua cheia. Como será que isso vai desencadear na trama?

Aprofundamento de relacionamentos novos foi o que mais teve nesse episódio, ao assistirmos a conversa franca entre James e Mr. Gold sobre o amor. A cara do David foi a melhor ao perguntar para o Rumpel se ele queria conselhos amorosos. Cenas improváveis a gente vê por aqui. Acredito que são esses pequenos detalhes que tornam a série tão gostosa de assistir. Nada é deixado para trás como um conto de fadas. A cada episódio, uma nova história.

Observações:

– Adorei a forma com que o Capitão Gancho perdeu a mão. Rumpel fazendo as pessoas sofrerem desde sempre, não é?

– Agora o príncipe se tornou xerife. Já estou até escutando várias mulheres gritando e pedindo para ele as algemar.

– Cora apareceu mais uma vez com toda a sua postura de diva poderosa. Cora dominando geral!

Grey’s Anatomy – Love the One You’re With

Data/Hora 22/10/2012, 18:05. Autor
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Nessa semana, Grey’s Anatomy apresentou um episódio mais leve, mais divertido. E um ótimo episódio, na minha opinião. O melhor dos três já exibidos nessa temporada.

Estou gostando do encaminhamento que a história do acidente está tendo. Acho que o plot da investigação da causa dos acidentes é necessário e bem-vindo. Curti bastante o processo da tomada de decisão. Óbvio que receber uma bolada e “deixar” tudo para trás era uma opção tentadora, especialmente para Derek e Arizona – ou melhor, Callie -, já que ele não operará mais, aparentemente; e ela está impossibilitada de exercer a profissão, temporariamente. Mas foi totalmente compreensível a decisão que eles tomaram. Foi, inclusive, a mais sensata. Como médicos, que lutam pra salvar vidas, seria uma irresponsabilidade encerrar o caso com um acordo, paralisando as investigações.

À propósito, estou adorando a forma que Derek está enfrentando a situação. Gosto muito de observar como ele e Mer tem funcionado como casal nesse período de crise. Lembro que sempre que havia algo que fugisse do controle deles, eles rompiam ou ficavam a um passo de fazer isso. Então ver cenas de Mer e Der felizes na Mc House, que enfim é uma realidade, é bom demais.

Outro personagem que está tendo muito destaque nessa temporada é Callie. Ela, que já foi “figurante” em um passado remoto, tem comandado os bisturis do Seattle Grace. Sara Ramirez tem atuado brilhantemente, e ouso dizer que Callie é a principal personagem desse início de temporada.

A morena aparenta fortaleza para os demais, quando na verdade está com o coração partido pela perda de Mark e a situação vivida pela esposa. Arizona continua uma bitch de primeira, mas é completamente compreensível o seu comportamento. Ela está furiosa com o universo, e a representante imediata de sua frustração é Callie. Por isso tanta amargura e ressentimento. Mas penso que a cena do banheiro – que ficou BRILHANTE – será como um divisor de águas para Arizona, já que pela primeira vez ela presenciou, de fato, que Callie está fazendo um esforço sobre humano para gerenciar a situação, e que sua vida está sendo tão prejudicada quanto a dela. Literalmente, creio que Robbins levantará da poça de urina e recomeçará sua vida. Não sem algumas dificuldades, é claro. Mas com muito progresso.

Progresso que creio que virá, também, para outros dois personagens. Para April, com o plot do Avery; e para Bailey.

Cansei de ver Bailey ridicularizada, servindo como alívio cômico. Essa não é quem ela realmente é. Acho que foi proposital Miranda estar tão patética nesse episódio, limpando microondas e fazendo mimimi por causa do filho, do ex-marido e do namorado. Gostei muito das palavras do Chief para ela. Acho que serão o estímulo que ela precisa para voltar a ser a médica que já foi um dia, e deixar de ser a “Bailey Rapidinha” que só se preocupa com questões extra-hospital. To torcendo muito por isso.

Já April voltou com a mesma chatice de sempre, contrariando minhas previsões. Acho que a postura dela quanto à primeira vez dela com Avery beira o ridículo, já que ela está se re-virginando e orando para Justin Timberlake. Seriously? Dei graças quando Avery venceu o bloqueio da amiga com benefícios e conseguiu ter uma conversa franca com ela, e quase gritei de emoção quando os dois se agarraram novamente. Acho que se April se libertar um pouquinho mais, vai deixar de ser uma personagem tão chatinha.

Yang, como já havia dito, tá interagindo fortemente com o médico vovozinho. E isso fez com que ela apreciasse uma nova técnica cirúrgica e até abrisse um sorriso, espontaneamente. Creio que os próximos passos de Yang serão em busca de uma assinatura, uma marca de identificação. E deve ser bastante interessante observá-la nessa jornada, que a reconduzirá ao Seattle Grace, tenho certeza. Mas ainda não sei qual o final da situação dela com Owen. Durante todo o episódio ficou evidente que ainda há uma forte conexão entre eles, e Cristina inclusive mostrou que além de estar apreciando a reaproximação, precisava do apoio de Owen. Mas inexplicavelmente, no final do episódio, ela decide se afastar de vez. Pra mim é medo de voltar ao que ela tinha antes, vontade de seguir adiante. Só não sei se o seguir adiante dela não acabará lhe levando aos braços de Hunt. É esperar para ver.

Quem está tentando fortemente regredir é Alex. Ele voltou a ser, definitivamente, aquele conquistador barato que já dormiu com todas as novas internas e residentes. E foi bem idiota com a Jo durante boa parte do episódio. Mas sabemos que de ogro Karev não tem nada, e o final do episódio confirmou que a inabilidade dele em lidar com a menina se deve ao fato de não ter – ainda – tirado as calças dela. Ficou meio óbvio pra mim que Jo será o próximo relacionamento sério de Alex. Torço para que, se isso acontecer, ajude a desenvolver a personagem, porque não vai dar pra aguentar ela chorando pelos corredores por muito tempo. Parece que o conselho de Owen caiu no vazio.

Os casos médicos da semana não me prenderam muito, mas serviram para o seu propósito: interagir com a vida dos protagonistas. O caso da plástica na barriga teve tudo a ver com o momento de Jackson e April; e Callie salvando o pé da adolescente super sensata (só que não) também foi super contextualizável com seu drama pessoal.

Nessa semana tem um novo episódio de Grey’s Anatomy, que antecederá mais um hiato. Então, até lá!

P.S.1: os novos atendentes transformaram a Sala dos Atendentes em uma pocilga. Tem que ver isso aí.

P.S.2: mais alguém riu muito com o espanto da Mer ao constatar que April não era mais virgem, e depois repreendendo Jackson? (A propósito, adorei a resposta do rapaz). E contando para Yang, depois, toda prosa?! Me diverti bastante.

Covert Affairs – Rock’n’Roll Suicide

Data/Hora 22/10/2012, 15:41. Autor
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É difícil assistirmos a um episódio em que Annie não atua em uma missão. Dessa vez, ela foi à missão e surpreendentemente Eyal foi o grande salvador do dia. O espião de Mossad sempre da as suas caras no mínimo duas vezes por temporada. Ele se tornou um personagem muito especial na história e principalmente uma pessoa importante na vida de Annie Walker. Ambos já passaram por tantas coisas juntos que mais uma missão é um presente para os fãs, isto é, uma missão não-oficial, pois Annie foi se vingar de Lena e acabou nas mãos do governo russo.

Como consequência dos últimos episódios, Auggie está naquele sentimento de inutilidade e vulnerabilidade, já que o seu sentimento por Annie subiu mais uma estágio e ele, infelizmente, não teve o tempo necessário para conversar com sua amiga sobre isso. Parece que a cada passo, o nosso cego predileto sente como se fosse perder Annie em qualquer momento. Dá até para fazer uma analogia com uma mãe e um filho, afinal de contas, o sentido materno entre em sinal vermelho ao perceber que seu filho está em perigo. E isso só ocorre, pois a mãe ama o filho encarecidamente e como Auggie, seu amor por Annie é muito grande para viver sem ela. Um relacionamento difícil, de fato, já que para uma profissão como essa, todos os dias devem ser vividos como se fossem os últimos.

O episódio em si se resumiu a busca de Annie e em como traze-la para a CIA seria primordial. Os contextos externos foram tratados de modo bem simplista, como o relacionamento entre Arthur e Joan que estão em uma pequena crise entre casamento x trabalho. É a mesma situação que parece entrar no fundo do poço a cada episódio: Arthur saindo da CIA e Joan pedindo demissão e ao mesmo tempo tendo nas mãos a oportunidade de se tornar diretora da CIA. Vamos colocar as cartas na mesa: o que mais vale a pena: seguir o amor da sua vida aonde quer que ele vá, ou se dedicar a sua vida? Essa vida citada, não é uma vida contextualizada, é uma vida mais direcionada a profissão. Será que Joan vai largar a ideia de demissão e lutar pelo cargo de diretora da CIA?

Não pude deixar de dar uma olhada na promo do próximo episódio. E cheguei a algumas conclusões. É claro que a promo em si não nos mostrou nenhuma revelação ou qualquer coisa do tipo, mas podemos imaginar que começaremos a ver uma nova perspectiva em Covert Affairs. Primeiro que Eyal vai voltar para o próximo episódio. Já podemos criar uma expectativa de seu personagem se tornar regular. Segundo, Annie vai voltar como heroína para a CIA, então ela deve ganhar alguma promoção ou missões mais arriscadas. Mas a verdade é que temos três Annie Walker’s:

– A Annie antes de entrar para a CIA.

– A Annie antes de conhecer Lena.

– A Annie depois de conhecer Lena.

E essa mudança de personalidade pode ser vista inclusive nesse episódio. Ela estava tão simplista e humilde, não acham? Como aquelas pessoas derrotadas que precisam de um descanso e paz. Mas até parece que a DPD vai oferecer isso a ela, não é?

A contagem regressiva para a season finale começou e também as expectativas do que esperar para os próximos episódios. Vou torcer para que Eyal se tornar um personagem regular e também vou torcer para Annie conseguir um posto mais alto na CIA. Ela merece. Depois de tudo o que ela passou, Annie Walker merece um prêmio de Melhor Espiã do Ano.

The Vampire Diaries – Memorial

Data/Hora 22/10/2012, 15:39. Autor
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Quem achava que a Elena já teria (e faria) dramas o suficiente só por ser vampira, com certeza se surpreendeu neste episódio. Como se não bastasse ela achar que deveria ter morrido ao invés de virar vampira, que não podia ter se transformado e tudo mais, a personagem mais cheia de drama descobre que é a única vampira existente na série cujo corpo rejeita a dieta de coelhinhos do Stefan. E também quem achou que agora a versão vampira da Elena seria menos vulnerável, se enganou.

Elena bem que tentou, não tiro os méritos da moça. Mas depois de se alimentar de Bambi, do Damon e até mesmo de bolsa de sangue, viu que não teria alternativa além da tradicional: caçar um humano. É aí que vem a parte mais revoltante da coisa: de um lado está Stefan que, mesmo após saber dos problemas da Elena em relação à sua dieta humanitária, continuou ignorando o fato de ela ter que se alimentar de verdade e só faltou ele empurrar sangue de coelhinho goela abaixo da garota.

Do outro lado há Damon que, cá entre nós, apesar de ser considerado o problemático da coisa, tem moral para criticar os métodos do irmão… Porque pelo menos ele não surtou e virou um esquartejador com uma personalidade oculta e assassina que se mostra de tempos em tempos. Mas o que torna uma má ideia Damon ajudar a Elena é o fato de que ela só o usa e depois despreza o coitado. Isso ficou mais do que provado na cena em que ela se alimenta do sangue dele ignorando o aviso do próprio Damon de que aquela atitude é pessoal demais. Ok, ela estava com sede e tal, mas foi logo aceitar a oferta dele sabendo muito bem o quanto isso significaria pro cara. Revoltante.

Não haveria pior hora para um caçador de vampiros aparecer do que essa… E foi exatamente o que aconteceu. Connor é um caçador de vampiros sem remorso nem piedade que tem uma técnica bem inteligente para reconhecer os vampiros ao redor… Afinal, que maldade há em um aperto de mão, né? Bem, ainda está incerto de onde o cara veio, o motivo de ele ser um caçador (ninguém acorda com vontade caçar vampiros no café da manhã) e, principalmente, o que significa a tal tatuagem fantasma que ele tem no braço. Pelo fato de só o Jeremy ter visto, já estou achando que é algum pacto com o Tinhoso, porque olha…

Junto ao descontrole vampírico de Elena somado ao perigo eminente pela presença de Connor, o que faltava para desgraçar tudo era algum evento/ocasião na cidade em que toda a população ficasse reunida e ameaçada. E é isso o que acontece, claro. Ainda não ficou explicada a história do pastor do Conselho morto no episódio anterior, mas mal a filha do homem chegou em Mystic Falls e já sofreu as consequências de ser uma humana desinformada numa cidade que está lotada de seres sobrenaturais. Bem, por enquanto não dá pra saber se ela vai permanecer na série, se vai embora ou morrer. E caso fique, espero que não vire uma segunda Elena no sentido de ser vulnerável e ficar chorando pelos cantos, porque foi bem isso o que pareceu no final do episódio.

Apesar de toda confusão e quase mortes, o ponto alto do episódio foi a cena de Damon e Alaric. Já não é novidade que o Damon tem sentimentos e é todo cheio de conflitos internos apesar de ficar se fazendo de forte, e também não foi o primeiro desabafo do vampiro na série. Entretanto, o que deixou o desabafo emocionante – além das próprias palavras de Damon – foi mostrar que ele não está sozinho e que Alaric está ali ao lado dele. Saudades, Alaric. ):

P. S. [1]: É o segundo episódio seguido que tem um quase sexo no meio do mato. Que isso, gente?!

P. S. [2]: Elena – assim como tem sido desde o 1×01 – chorou, disse que vai superar os problemas, chorou de novo, reclamou, chorou mais uma vez, precisou ser salva, voltou a chorar e ainda colocou a culpa da choradeira no fato de ter se tornado uma vampira. Elena, minha filha… Se a série chegar na décima temporada, você vai continuar chorando mesmo que se torne um duende.

P. S. [3]: Bonnie foi até o mundo dos mortos e voltou mas não faz uma poçãozinha milagrosa para acalmar essa sede sanguinária da Elena? Incompetência, tsc.

P. S. [4]: Depois da mãe do Tyler querer chamar ambulância para enganar a população da cidade, eu me pergunto se esse povo de Mystic Falls não se toca que tem algo acontecendo. Por favor, né!

Modern Family – The Butler’s Escape

Data/Hora 21/10/2012, 18:11. Autor
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Esse episódio entrou para a lista dos meus prediletos. As tramas foram as seguintes: Mitchel e Cameron precisam trocar tarefas por conta da nova rotina. Jay está enfrentando dificuldades para dormir devido ao ronco de Gloria. Phil tem dificuldades de lidar com a decisão de Luke de desistir da mágica. E Alex descontando em todos a falta que sente da irmã.

Alex má estava incrível. O sarcasmo e o prazer em maltratar a mãe o irmão foram passados com maestria pela atriz. Claire ao perceber o estranho comportamento da filha percebe que a causa é a ausência de Haley em casa. Afinal as duas viviam as turras. Decide colocar as filhas para conversar via internet trazendo de volta o equilíbrio da casa. Falando em Claire, foi dela uma das frases mais engraçadas do episódio. Quando o pai reclama do ronco da Gloria ela diz que ele precisa aguentar dando a seguinte justificativa:

“Pai, você tem uma mulher gostosa, que estava aprendendo a andar quando você tinha 30 anos de idade, ela está grávida do seu filho que foi concebido quando você estava fazendo o que muitos homens matariam para estar fazendo.”

Jay aproveita o cancelamento de uma reunião de trabalho e resolve ir para um hotel para tentar ter uma boa noite de sono. Acontece que Gloria descobre e acredita que o marido está tendo um caso. Foi muito boa a sequência em que ela senta a mão na cara dele e depois o final quando, ao perceber o mal entendido, resolve ficar no hotel mandando o marido para casa. A cena do tapa foi tão boa que eu cheguei a me assustar pois não é algo comum na série.

O primeiro dia de Cam como professor foi tão ruim quanto o primeiro dia de Mitchel tendo que assumir responsabilidades domésticas que antes eram função do marido. O destaque aqui foi para Lily. A menina o pouco que apareceu roubo a cena. O que foi ela saindo do quarto com uma máscara para os olhos na cabeça? Sem contar ela dentro da geladeira no supermercado. Lily é uma pequena diva e faz todo sentido ela ser desse jeito se levarmos em conta que ela passa a maior parte do tempo com o Cam e a Gloria.

A parte mais emocionante ficou por conta da relação entre Phil e Luke. O menino queria desistir de estudar mágica mesmo sendo muito bom. No início parece apenas que ele enjoo mas descobrimos que o real problema era o tratamento que ele vinha recebendo no colégio. Assim tivemos uma conversa franca e emocionante entre pai e filho.

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