TeleSéries
Parks and Recreation – Sex Education e Halloween Surprise
29/10/2012, 09:26.
Marco C. Pontes
Reviews
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Como ser fofos, por Ben Wyatt e Leslie Knope.
A série pode até ter mudado sua dinâmica, mas o coração de seus personagens continua o mesmo, o que significa que mesmo quando um episódio não é tão genial quanto o esperado, tudo vale a pena por causa desses lindos moradores de Pawnee.
O quarto episódio, por exemplo, tinha tudo para ser um episódio épico da série. Piadas de cunho sexual e de velhice sempre dão certas e por um momento até funcionaram, mas no geral, principalmente os dois outros núcleos do episódio, fizeram com que o episódio se tornasse mediano.
Tom prefere ir pra cadeia a ficar sem sua tecnologia. Sem nenhuma novidade por aqui. Entretanto, ao colocarem Tom e Ron juntos, boas piadas deveriam aparecer e infelizmente não foi isso que aconteceu. A primeira cena do episódio rendeu mais risos do que qualquer outra parte desse plot.
Os velhos de Pawnee não tem mais nada pra fazer além de transarem, estão quase no caixão e a outra tem dois parceiros… ao mesmo tempo. É tudo bem engraçado, mas faltou usarem melhor os outros personagens, por exemplo, o casal louco do celibato.
A parte em DC não foi inspirada. Dava até para dar umas risadas de simpatia por tentarem, mas todo o plot do ‘robô’ não funcionou. Outro mal uso de Ben e April. A última possui tanto para mostrar e a série faz com que ela fique mais contida. Achava que Parks conseguiria manter dois núcleos ao mesmo tempo, mas infelizmente, não aconteceu.
O quinto episódio foi bastante cômico. Jerry peidando adoidado enquanto estava tendo um ataque cardíaco que na verdade era um fart attack foi impagável. Sem dúvidas a melhor sequência cômica até agora nesta temporada.
Por outro lado, os roteiristas conseguiram tornar Chris a pessoa mais caricata do mundo. Antes, era até aceitável a maior parte de suas baboseiras de ser saudável, mas já deu para perceber que não conseguem levar o personagem para outro patamar. Uma pena. Funcionava melhor quando estava com Ann, mas até nesse momento, Chris só era aceitável por causa dos foras que Ann dava em seu próprio relacionamento – ou seja, ele nunca foi o centro de nenhuma narrativa.
A química entre Ron e a Xena é aceitável, mas o plot ‘você não gosta das minhas filhas’ é chato. Entretanto, é bom ver Ron com uma mulher, para variar. Todo o sentimentalismo que ele não possui é o problema de todos os relacionamentos, menos com Tammy II, é claro.
Estava na cara que Ben não iria trabalhar mais com Jen. Cinco episódios já foi o bastante para deixar longe de Pawnee, mas o choque por causa da aparição surpresa que ele fez foi emocionante. Isso me lembra do episódio 4×06, End of the World, que se manteve como um episódio bastante emocionante e não teve quase nenhum momento cômico e que serviu de base para que o relacionamento de Ben e Leslie crescesse ainda mais, com ótimas atuações.
Foi isso que aconteceu no final deste episódio. Amy Poheler, como sempre, em uma atuação invejável, mostrando que deveria sim ter ganhado o Emmy de melhor atriz comédia esse ano, principalmente pela delícia que foi a quarta temporada da série.
Em um momento simples, mas completamente genuíno, os dois atores conseguiram trazer lágrimas aos meus olhos e acreditem quando digo que isso não acontece com muita frequência. Os personagens de Parks and Recreation são os melhores e a excitação por um pedido de casamento que obviamente iria acontecer, mas que foi uma bela surpresa, sem dúvidas mostra o poder da melhor série de comédia da atualidade.
Covert Affairs – Wishful Beginnings
28/10/2012, 23:28.
Mario Madureira
Reviews
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Para aqueles que pensavam que Annie voltaria em paz para a DPD, pensem duas vezes. E para aqueles que pensavam que Eyal finalizaria a sua participação na terceira temporada, pensem mais duas vezes. Annie Walker voltou como uma heroína, ou isso é o que a CIA queria demonstrar ao entregar um cachê em dinheiro para a loirinha. Mas que forma mais grandiosa de gratificação por tudo o que ela passou, não acham? Perdeu um grande amor. Foi traída. Ficou presa num calabouço da Rússia e virou fugitiva. A senhorita Walker merece um descanso. É claro que eu, como covertiano, adoro um bom drama e uma boa cena de ação misturados, mas até eu acho que um episódio leve seria essencial para equilibrar as emoções que a personagem principal passou.
‘O Segredo de Joan’ – Capítulo 3
Quem está prestando uma ótima atenção nos últimos capítulos está ciente que Joan está passando por uma crise existencial. Mas o problema é que não sabemos que tipo de crise é esta. Joan está tomando remédios, pediu demissão para Arthur, e sente, de certa forma, que sua colocação como esposa e colega de trabalho está tornando o relacionamento com Arthur um pouco tensa. É claro que aquela história de Arthur ser embaixador foi por água abaixo, mas Joan ainda não superou o fato de que o marido é machista a ponto de não querer que a esposa deixe o cargo do trabalho. Resta saber qual problema Joan está passando. Detalhes a parte, esse relacionamento com Seth está muito misterioso…
E já que Adele está fazendo parte da vida de Auggie desde a segunda temporada, podemos tocá-la novamente para o momento em que o pobre cego queria expandir os seus sentimentos pela amiga. Quem não ficou com pena ao vê-lo indo para a casa de Annie? O que será que o futuro reserva para os dois na série? Será que estão predestinados a ficar juntos? Seria esse o momento certo para explorar esse relacionamento? Será que tanto Annie, quanto nós, superamos o amor e o luto que Annie possuía por Simon?
Mas o principal do episódio foi direcionado para a parceira entre Mossad e CIA ao tentarem buscar informações confidencias localizadas num relógio. Duas agências espiãs trabalhando juntas? Será que dará certo? No início houve certo estranhamento e na verdade, ele ainda continuará, se pensarmos no fato de que um espião nunca confia totalmente nas pessoas. E nisso Annie Walker ficou boa. Mas a verdade é que ‘confiança’ é uma palavra muito forte para definir o relacionamento entre Eyal e Annie ainda. A senhorita Walker confia totalmente em Eyal, mas será que esse sentimento é recíproco? Mossad bolou um plano para se aproveitar desse relacionamento para coletar informações da CIA. Pobre Annie… Será que haverá outra decepção vindo por aí?
Não sei vocês, mas eu torço de coração, para Annie conseguir usufruir um pouco do tempo livre que lhe resta. Eu sei que isso é difícil e que sua vida, no momento, está passando por barreiras pesadas. Apesar de possuir amigos, Annie está se sentindo sozinha. E quem conseguirá confortar o seu coração? Eyal ou Auggie?
Homeland – State of Independence e New Car Smell
28/10/2012, 21:09.
Mariela Assmann
Reviews
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Você é uma desgraça para sua Nação, Sargento Brody. Você é um traidor e um terrorista. E agora é hora de pagar por isso.
Primeiramente começo essa review me desculpando e me apresentando. O Tiago teve que se afastar temporariamente das reviews, então estou assumindo a partir de agora. Em virtude disso, as reviews acumularam e atrasaram. Mas prometo que a partir do episódio de hoje, Q&A, a rapidez será bem maior.
Preciso dizer que estou absolutamente encantada com esse segunda temporada de Homeland. Confesso que ao final da primeira temporada eu temia que os roteiristas não conseguissem manter o suspense que ditava o ritmo da trama. Afinal, já sabíamos que Brody realmente estava ligado à Abu Nazir e que iria longe para manter essa identidade.
Mas a segunda temporada começou com tudo, e está sendo ainda melhor que a primeira. Ao final de cada episódio eu fico me indagando: e agora, como eles sairão disso? E a saída é sempre genial, e o episódio seguinte supera o antecessor. Isso sem falar do elenco, que tá dando show. Morena Baccarin está melhor nessa temporada, Damian Lewis – que já fez uma ótima primeira temporada – também. E Claire Danes… bem, todos os prêmios do mundo para ela. É impressionante o quanto ela consegue passar através de um olhar. O nível de atuação dela é estratosférico. E dito isso, vamos aos episódios.
State of Independence foi um episódio daqueles. Não teve como não sentir pena de Carrie, que achou que o debrífim era um sinal de que ela voltaria para a CIA. Como as coisas não sairam do jeito que ela queria, ela optou por buscar um novo futuro, algo no que ela pudesse se encaixar. A primeira providencia foi se isolar da família. Depois, ela resolveu se arrumar toda, e eu pensei que ela ia sair e causar por aí. Mas logo ela muda de ideia e tenta o suicídio, através de uma overdose medicamentosa. Nossa, achei bem tensa a cena dela engolindo os comprimidos, e respirei aliviada quando ela resolveu vomitá-los. Nunca sei o que esperar de Homeland, e embora tivesse certeza que a protagonista não morreria, não queria vê-la sofrendo mais, hospitalizada e sem controle das faculdades mentais.
E se achei bem tensa essa cena, o que falar da sequência de Brody com o alfaiate? Nossa, eu cheguei a suar, literalmente. A parte na qual Brody está tentando salvar o homem – que deu o azar de cair na única estaca da região – ao mesmo tempo que fala no telefone com Jessica é simplesmente sensacional. Manter o sangue frio era praticamente impossível, e Brody perdeu o controle e desnucou o tiozão. Descontrole que se evidencia também na cena do lava rápido. Genial.
Esse descontrole é, pra mim, o que complica Brody, ao mesmo tempo que o salva. Se ele fosse altamente focado, teria cometido o atentado suicída. É o seu descontrole que o impede de ser oito ou oitenta. Ele é o anti-herói perfeito, de forma que torcemos para que ele não faça isso ou aquilo. Até simpatizamos com ele, eventualmente. Entendo que a situação em que ele está metido é bem complicada, e que não há para onde ele correr. E tenho pena de Jessica, também. Foi chatinho vê-la esperando o marido e tendo que sair, sozinha, daquela situação. Especialmente porque ela estava crente que as coisas estavam melhorando (alguém mais viu a animação de Brody pela manhã?). Mas, a partir dali, ela parou de acreditar na família. Porque ela sabe que há algo muito errado, e que a continuidade da sua família depende da franqueza de Brody em incluí-la em seus problemas. Isso não aconteceu, e a família se arruinou, graças as atitudes de Brody.
Contudo, o ápice do episódio, pra mim, foi o final dele. Eu duvidei seriamente de Saul, não sabia o que ele faria com o vídeo. E temi que ele tivesse entregado o cartão de memória de propósito para aimigração. Mas não, Saul é um homem íntegro, um homem da CIA. Quase abracei Carrie, de felicidade, quando ela descobriu que tinha razão. A loira passou por muita coisa em virtude de Estes (e até Saul) não terem acreditado nela. Aquele momento de redenção foi lindo, pleno.
E esse final nos deixou em dúvida do que viria a seguir. O que acabamos descobrindo em New Car Smell.
Outro episódio genial, muito bem construído, embora menos aflitivo que o anterior. Logo descobrimos que Carrie, finalmente, voltou a CIA. E que Brody não seria desmascarado, mas sim seguido. Gostei de ver Max e Virgil de volta, e Peter é um personagem bem interessante. Inclusive, rolou uma química dele com Carrie, acho que assim que a loira esquecer seu amor por Brody, pode rolar algo ali.
Brody estava cada vez mais tenso. Na verdade os agentes fizeram um verdadeiro jogo psicológico com ele. Qualquer coisinha – como a menção ao sangue dos insetos e o cheiro de cigarro no carro – era suficiente pro deputado suar frio. E o fato de Jessica ter colocado ele pra fora de casa não ajudou. Muito menos o encontro com Carrie, e o medo e que as teorias dela tivessem voltado à Langley.
O ápice do episódio foi a cena final. Brody procurou por Carrie, e quem não conseguiu manter a calma foi ela. Tá certo que a situação foi bem extrema, mesmo. E que é do perfil de Carrie não seguir ordens e se descontrolar. Mas ela poderia ter colocado tudo a perder. A cena do bar foi um jogo de gato e rato, e a cena do quarto, com Carrie jogando na cara de Brody que sabia de tudo, e com o ruivo surtando e pensando em matá-la, foi ÓTIMA. Tensa na medida certa, e dolorida. Porque é triste pensar que apesar de estar prendendo um inimigo de sua nação, Carrie não consegue ficar 100% satisfeita, já que ama ele. Triste, triste. Ainda mais sabendo que ele apenas gosta dela. Sempre achei que o sentimento de ambos era diferente, agora tenho certeza. O interessante é pensar que, talvez, se Nicholas amasse Carrie, as coisas seriam diferentes. Porque ele já provou que é um homem movido por esse sentimento. Foi o que o levou até Nazir – amor por Iza – e o que o impediu de detonar a bomba – amor pelos filhos. Talvez um tanto mais de amor o trouxesse de volta, e é bem óbvio que apesar do esforço de Jessica, esse amor não viria dela, já que o tempo de separação tornou o casal meio inviável.
Agora, Brody está sob custódia da CIA. Será exaustivamente interrogado. Não sei o quanto conseguirão tirar dele, mas desconfio que seja pouco. A não ser que haja alguma carta na manga dos agentes, e que Brody sinta-se compelido a colaborar.
Enfim, daqui a pouco tem episódio novo, e mal posso esperar pra saber qual o rumo que essa história irá tomar, ainda mais agora que foi confirmada uma terceira temporada. Ou seja, há muita coisa pela frente, e tenho uma única certeza. É coisa boa.
PS: Mike está desconfiado de Brody. Onde essa desconfiança irá parar?
The Voice Brasil – Batalhas: round 2
28/10/2012, 18:36.
Gabriela Assmann
Reviews
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A review de hoje vem pra falar especialmente duas coisas: demitam Lulu Santos e Cláudia Leitte, por favor. O primeiro porque tá se equivocando lindamente na fase das batalhas, além de começar a transparecer a sua já conhecida arrogância. Devia aprender um pouco mais com o príncipe Daniel. E a segunda por aparecer cada vez mais linda em nossas televisões. É um tapa na cara de qualquer ser humano normal a beleza e o figurino dela. Volto a fazer a campanha “Um Emmy pra figurinista da Claudinha”.
Sobre as batalhas entre os técnicos até que gostei da do Lulu com o Daniel, mas a da Cláudia com o Brown foi muito boa. Os dois mostraram porque a combinação entre eles dá muito certo. Ia falar aqui que mostram porque são uma das maiores parcerias atuais da música brasileira, mas achei que ia ter que me explicar muito pra não ser criticada e to com preguiça disso. Nega Lôra e Cacique simplesmente arrasaram.
Mas vamos ao que realmente interessa: as batalhas e as eliminações. O programa começou com uma batalha da pesada logo de cara. Meu coração estava aos prantos, porque a Ellen é muito boa e gosto muito da Maria Cristina, desde os tempos de Ídolos. Previsivelmente Ellen levou a melhor, mas Cris foi salva por Lulu e permanece na competição. A propósito, música linda. Um hino da música popular brasileira. Muito bom ver essa música resgatada em rede nacional em um programa de grande audiência.
Outra batalha que merece destaque foi Sandra Honda x Quésia. As duas brilharam em Killing me Softly, embora eu não goste muito de artistas brasileiros que cantam esse estilo. Gosto da Quésia e acho ela superior a Sandra, ainda que não goste do jeito dela. Acho que Cláudia não deveria ter pego a Sandra. Ainda tem muita gente melhor pra competir e aposto que depois (por exemplo quando Dani Montuori tava pra sair e acabou indo pro time de Brown) ela se arrependeu amargamente de ter resgatado candidatos não tão fortes como a Sandra e o Gustavo (um aparte pro momento simplesmente RÍDICULO que é a edição chamar o cara de DOUTOR Gustavo. Ele tem doutorado em que mesmo?)
Gostei também de Grace Carvalho x Viny Brito e acho que Cláudia fez uma boa escolha optando pela primeira. Ela é mais versátil que o Viny, que não consegue sair daquela linha de sempre. Em todos os casos ele foi resgatado por Daniel.
Mas preciso terminar essa review comentando as aberrações que o Lulu Santos fez hoje. No duelo entre Luciana e Greicy ele já enfatizou a questão da alma, mas até ali ok, visto que as duas participantes estavam mais ou menos no mesmo nível. No entanto, no duelo entre Luiza e Gabriel eu senti raiva dele e chorei junto com a Luiza. Foi cometida a primeira grande injustiça do programa. O menino além de não cantar tão bem quanto a Luiza é arrogante, se acha o tal e não tem a humildade de aceitar os conselhos dos outros. Como se não bastasse não aceitar ainda fica tentando justificar. Típica postura de estrelinha pra um cara que não é ninguém ainda. Ele gritou tanto, mas tanto, que a performance dele foi horrível e ele ofuscou a companheira não por sua qualidade, mas por seus gritos. Lulu acabou escolhendo quem é mais parecido com ele, ou seja, Gabriel. Uma pena a perda de alguém com o talento e a personalidade da Luiza.
Um balanço geral rapidinho. As eliminadas foram Natálie Mendes, Luciana Spedo, Luiza Dreher e Marianna Eis. Com eliminações e salvamentos os times estão assim: Brown tem 10 participantes, Cláudia tem 12, Daniel tem 11 e Lulu Santos tem 11.
Pois bem, por hoje era isso. Semana que vem tem mais com batalhas alucinantes novamente. Ainda tem muito candidato bom pra cantar (nem vou citar aqui porque acho que restou praticamente só gente boa pra última semana).
PS: O Leifert tá cada dia pior. Dani Suzuki apresentando já.
PS 2: Adorei ver o povo cantando Michael Jackson.
Fringe – The Bullet That Saved The World
28/10/2012, 16:30.
Mariela Assmann
Reviews
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Quando essa temporada começou, eu me preparei para despedidas. Não só para a maior delas, de Fringe, mas para pequenas – ou grandes – despedidas que precisaríamos fazer pelo caminho. E nesse episódio, a despedida foi grande. Claro que poderia ter sido muito maior, já que “acabamos” de conhecer Etta. Então, creio que a despedida é mais dolorosa não tanto pela personagem – a qual, confesso, já havia me afeiçoado – mas, especialmente, por ver a condição de Peter e Olivia, que mal reencontraram a filha e já viram ela partir.
Se eu ainda tinha alguma dúvida quanto a isso, agora tenho certeza. Etta é BEM filha de Olivia, mesmo. A semelhança física entre ambas é inegável, mas me refiro à questão do caráter, mesmo. É claro que a loirinha carrega uma candura que herdou do pai, mas as atitudes, a forma de conduzir as situações (tomando o controle delas – talvez por isso Liv tenha sido meio coadjuvante nesse princípio de temporada. Ela soube dar espaço para Etta) e a bravura, ah, essas são de Liv. E até na hora da morte Etta provou ser cria de Olivia. É óbvio que ela não queria partir. Mas já que havia chegado a hora, exigiu praticidade, permaneceu tranquila. Acalmou os pais, devolveu para Olivia a bala que salvou o mundo e ainda carregou vários Observers com ela. Muito amor por Etta.
Tem gente que achou a morte de Etta desnecessário. Bom, se nos ativermos à acepção da palavra, ela foi mesmo. Mas muito embora ela não tenha sido necessária, achei compreensível e foi o preço a se pagar por ter conseguido o plano, o retorno de um aliado e um pequeno arsenal. O mundo está em guerra. Era ilusão nossa pensar que ninguém morreria. Mais, não era plausível pensar que tudo seria fácil, bonito e florido. Lembrem-se, estamos em 2036, o ano no qual o nascimento de um pequeno dente-de-leão é um milagre. E sabia que, ao contrário do que costuma acontecer em Fringe, grandes mortes aconteceriam. Eu estava apostando em Walter. Foi Etta. E isso não significa que mais ninguém morrerá. Só creio que não será Olivia, mais uma vez.
As reações à morte de Etta, por parte de Olivia e Peter, foram as esperadas. Peter demonstra mais seu desespero, Olivia é mais contida. E enquanto que a agente deverá tirar forças do evento para se focar ainda mais na missão de salvar o mundo, Peter deve dar vazão ao seu lado obscuro. Ambos tem formas muito diferentes de lidar com a perda, como já fomos informados, e eu não sei o que pode acontecer no futuro. Só sei que vejo poucas chances de Polivia voltar a ser uma realidade em breve, o que me entristece, porque não queria eles separados toda a última temporada da série.
E apesar da partida de Etta, achei The Bullet That Saved The World um episódio perfeito. As cenas e ação foram ótimas, envolventes, eletrizantes. Adorei ver Liv e Etta juntas em ação, fechando todos os orifícios dos corpos dos legalistas e dos Observadores. As cenas dramáticas foram perfeitas, a da morte da Etta foi tocante, bem filmada. Com ótimas atuações. A cena do colar, entre Peter e Etta, foi emocionante. Eles estavam, cada vez mais, se tornando uma família, e foi muito interessante ver o processo acontecendo.
Amei com todas as minhas forças o retorno de Broyles. Eu cheguei a pensar que o careca havia passado para o lado dos Observadores. E foi delicioso descobrir que Etta que o introduziu na resistência e o treinou para que sua mente não fosse lida pelos carecas odiosos. Reparem que Etta, assim como Olivia, conseguia desenvolver suas habilidades em níveis extremos. A cena do encontro da antiga Fringe Division, o abraço da agente Dunhan em Philip, tudo foi lindo e bem emocionante. E me delicia saber que há, dentro das forças Legalistas, alguém pra cuidar de Olivia e cia, olhar por eles. Será ainda mais necessário agora que a guia deles nesse novo universo pereceu.
Outra coisa que me fez cair de amores foi o porão de Walter, com uma espécie de “arquivo morto” dos casos da Fringe Division. Certíssimo, Walter. É hora de vocês criarem seus próprios casos. Qualquer arma é bem vinda na luta contra os carecas albinos. Sem contar que de ver objetos e “coisas” das temporadas anteriores me deixou feliz por relembrar vários casos gostosinhos. E por falar em Walter, quão amável e divertido foi ver o amigo de Astrif todo faceirinho porque foi eletrocutado? Ri muito.
Não sei o que acontecerá daqui para a frente. Teremos acesso às outras fitas, já que Astrid ficou pra trás justamente pra adiantar a remoção delas do âmbar. Novos equipamentos foram conseguidos pela divisão. E Walter, necessariamente, precisará achar uma forma de desvendar o plano. Tudo isso em meio à dor e ao luto. São mais nove episódios para descobrimos como o mundo será salvo. Porque em se tratando da Fringe Division, que ele será salvo é uma certeza.
PS1: o código da semana foi WOUND, ferida, injúria. Não preciso nem dizer a que se refere, né? Lencinhos de papel eternos depois desse episódio.
PS2: é fato que a morte de Etta será usada como combustível pela Resistência. O cerco contra os Observadores vai se fechar.
PS3: Walter disse, na fita, que todas as coisas são reversíveis. Seria a dica dos roteiristas que a salvação do mundo vai ser voltar no tempo, revertendo o expurgo? Se sim, quão grande seria esse salto temporal?
PS4: tem gente achando que quem aparece nas fitas é Walternate. Discordo, especialmente porque Walter lembra de coisas que foram ditas na fita – como o esconderijo do plano – e em virtude do plano ser de September e de Walter. Não faria sentido, pelo menos pra mim, que Walternate gravasse as fitas, assim.
Grey’s Anatomy – I Saw Her Standing There
28/10/2012, 14:53.
Mariela Assmann
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Mais um episódio muito bom de Grey’s Anatomy. Acredito que depois de uma dupla de episódios controversos – vocês sabem que gostei de ambos, mas muita gente por aí detestou -, Love the One You’re With e I Saw Her Standing There recuperaram o nível, para quase todos os fãs, da tão elogiada oitava temporada.
Estou gostando do desenvolvimento das tramas. Não me cansarei de falar do quão delicioso é ver Derek e Mer passando juntos pela fase difícil, sem rompimentos, sem tentativas de afogamento, sem fugas para a floresta. Pelo contrário, com amor – de sobra -, cumplicidade – ainda que com alguma hesitação de Meredith, super compreensível – e companheirismo. Eles chegaram lá, senhoras e senhores. E isso me faz muito feliz.
Derek ainda está tentando se adequar à sua nova realidade. O fato dos internos agirem com pouco caso nas suas aulas não ajuda MESMO, mas ele está realmente tentando, e acho que vendo a evolução dos alunos ele se sentirá estimulado na nova ocupação. E se Derek está se adaptando ao novo, Mer chegou a um novo patamar. Que delícia ver ela sendo uma cirurgiã confiante, badass, fazendo procedimentos complicados com alto nível de confiança. Delícia MESMO.
E já que eu falei de Mer, preciso confessar que adoro, simplesmente, as cenas das conversas dela com Yang. As duas demonstram, a cada episódio, que continuam sendo a “person” uma da outra, e rio muito com os diálogos delas. E os conselhos de Mer pra Cristina são sempre bacanas. Adorei a reação dela ao saber que Yang havia arrumado um “amigo de sexo”, que, não por acaso, é seu novo chefe.
Adorei o desenvolvimento da história da Cristina, nesse episódio. A forma que ela se aproximou do “velha guarda” é linda. E nasceu ali uma amizade genuína, ao ponto dele ser a “person” de Cristina em terras geladas. Foi formidável a conduta de Yang quanto às técnicas mais inovadoras. Ela queria evitar a aposentadoria forçada do amigo, ou sua demissão. Confesso que fiquei com medo que o vozinho não desse conta, mas com uma ajudinha de Cristina, tudo deu certo, e até álcool depois das dez da noite o ancião tomou. No final das contas, Yang está progredindo muito por causa dessa relação (in)esperada. Ela aprendeu a trabalhar colaborativamente, voltou a ver significado em várias técnicas da cardio, valorizar outros profissionais. Uma caminhada bem bonita, embora Owen tenha razão sobre a mudança de Yang ter sido uma fuga. Ela fugiu pra floresta, mas sua estadia lá está sendo muito bem aproveitada.
Outra história interessante de se observar – embora nem de longe tanto quanto a de Yang – é a de April. Ela esteve bem menos chata, nesse episódio, o que me leva a pensar que Jackson está fazendo muito bem à ela. Contudo, eles não poderão continuar tendo uma última vez todos os dias, e logo essa situação deve desenrolar. A situação deles ficou mais divertida devido à presença de Mama Avery, que insistia em aconselhar April a praticar atividades físicas, sem nem imaginar que a tensão da menina se devia justamente ao fato de estar praticando! Ri muito. E Avery e Chief medindo suas cristas também foi ótimo. Um alívio cômico muito bem vindo, especialmente pelo número de piadas envolvendo “bolas” que o caso médico – que dó, que dó – que uniu a equipe envolveu.
Outro plot que me agrada é o de Arizona. Ela começou o episódio uma bitch carrancuda, mas é completamente compreensível. Ela está tentando, como ela mesma fez questão de frisar para Karev. Mas acabou o episódio dando uma chance de aproximação à Callie, que sofre muito com a situação toda (que dó da conversa dela com Owen). E Karev ajudou que a loira tomasse essa decisão, ao dizer que Callie estava tentando também (descobrimos que, como já pensávamos, Arizona pensa que callie a amputou, mesmo. Não quero nem pensar no dia que ela descobrir a verdade. Vai sobrar culpa em relação à esposa e, talvez, mais ódio em relação ao Karev). Creio que agora, Robbins voltará, ainda que lentamente, a ser o que era. Todos agradecemos, e confesso que estou com muita expectativa pra acompanhar o desenrolar dessa história.
Mas nem tudo são flores e continuo profundamente incomodada com Bailey e sua falta de função. Achei que depois da conversa com Weber tudo iria melhorar, mas a médica continua pateticamente procurando por boas cirurgias. Ela não merece isso, e nem nós merecemos vê-la assim. Já cansei de dizer que espero que a situação se altere, mas a esperança é a última que morre, então…
Semana que vem não tem episódio. Então, até dia 8, pessoal!
PS: o trailer de Derek tem poder altamente curativo. Tem que ver isso aí!
The Vampire Diaries – The Rager
28/10/2012, 13:29.
Mônica Castilho
Reviews
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Estava demorando a ter uma festa em Mystic Falls. Não foi uma das melhores, até porque Rebekah somente ofereceu a tal festa para tentar aumentar sua popularidade quase inexistente e toda a população jovem da cidade compareceu só por causa da bebida grátis. Bem, como se já não bastasse a festinha de Rebekah ser bem forçada, a loira ainda teve que aguentar brigar com a Elena o tempo todo – e depois ser humilhada pela performance vampírica-acrobata da garota – e de quebra ter toda a bebida batizada com veneno de lobisomem por Connor.
Connor roubou o tal veneno do Tyler que, após sofrer o terceiro ataque do caçador (o primeiro na própria casa e o segundo na igreja), fez com que Klaus voltasse à cidade e lhe colocasse à disposição dois guarda-costas também híbridos porque segundo ele os híbridos estão em extinção e precisam ser protegidos. Mas, uma coisa não dá para entender… Colocar mais híbridos para proteger um é a mesma coisa que arriscar uma quantidade maior da espécie. Fora que o Tyler namora a Caroline, então seria muito mais vantajoso que acontecesse algo com o garoto e assim o coração da vampirinha ficasse livre. Klaus, use a cabeça, por favor. Se bem que depois da chegada da tal Hayley – vulgo: suposta amante do Tyler – o rapaz não vai precisar morrer pra Klaus ter uma chance com a Caroline.
Embora as coisas estejam acontecendo todas ao redor da Elena, da sua transformação, adaptação e tudo mais, Connor também vem ocupando um lugar importante na trama. Após Jeremy ver a tatuagem do caçador, ele resolveu adotar o irmão de Elena como seu pupilo/aprendiz porque a tal tatuagem mágica só pode ser vista por caçadores em potencial. Jeremy aceita a oferta – milagrosamente sem chorar pelos cantos e tendo alguma utilidade –, dá uma de agente duplo e conta tudo para Damon enquanto finge ser amiguinho do caçador.
De fato, o Damon é o único que anda fazendo coisas úteis na série, por mais impulsivas e sem pensar que suas atitudes sejam. Tudo bem que a Elena está passando por uma fase difícil e Stefan quer estar lá para ajudar, mas deixar a moça ir para a escola e ficar rodeada por vários pescocinhos humanos em potencial enquanto está morrendo de fome não é um tratamento muito adequado. Fora que o certo seria dizer que Damon faz todo o trabalho enquanto Stefan dá uns pegas na Elena, isso sim. O problema é que, como já foi mencionado, as atitudes de Damon são impulsivas e a prova desta vez foi a parceria do vampiro com Klaus.
Já é de conhecimento geral da nação que Klaus precisa colocar a mãozinha na consciência e começar a unir forças com os Salvatores & Cia. para acabar com todos os problemas que rondam Mystic Falls. E quando dá pra pensar que chegou o dia desse milagre acontecer, o Original/Híbrido Badass trai a confiança do Damon e ao invés de matar o Connor, salva o sujeito porque fica sabendo da tal tatuagem e diz que o caçador é “um dos cinco”. O que é essa coisa dos cinco? Ninguém sabe ainda. Se o padre suicida do primeiro episódio for um deles também, já dá para perceber depois do incidente com Connor no hospital que esses cinco têm uma forte tendência ao suicídio. Levando em conta isso, estou quase achando que é melhor deixa-los se matarem sozinhos a gastar energia para acabar com eles.
Mas e a Elena, meu povo? Pois é, Stefan teve fracassada sua tentativa de sexo vampírico com a moça no segundo episódio consecutivo, dessa vez porque ela teve alucinações com o Damon na hora H. Ela pode colocar a culpa em ter ingerido veneno do Tyler na cerveja batizada, mas isso não muda o fato de ela ter alucinações com o Damon porque sente alguma coisa por ele, assim como não há desculpa para o Damon ter alucinações com a Katherine lá na segunda temporada, quando também foi envenenado. Esse veneno de lobisomem se não fosse tão mortal daria uma boa poção da verdade… Anotado, Bonnie? Pode começar a destilar.
Aparentemente foram afetadas pela cerveja modificada somente Elena e Rebekah. A única cura existente é o sangue de Klaus, que prontamente curou Elena alegando uma suposta utilidade para a garota no futuro. Considerando que ele não pode mais usá-la para fazer híbridos porque ela não é mais humana, provavelmente ele está aprontando alguma. Já Rebekah não sabe muito bem o que está acontecendo consigo mesma e ficou deitada esperando o mal estar passar até ser surpreendida por April e finalmente fazer uma amizade. Precisou aparecer uma personagem nova e completamente desavisada para Rebekah ganhar uma amiga… A moça precisa rever seu plano de popularidade.
Agora é saber se Klaus – que está brigado com a irmã – vai aceitar curar Rebekah tão de bom grado como fez com Elena e o que ele fará com Connor (que todo mundo pensa estar morto). E o pior (ou talvez melhor, dependendo do ponto de vista): esperar como serão as tais lições de vampirismo que Damon dará para Elena, já que ele decidiu assumir mesmo a postura de “responsável pelas crianças” após a sessão de terapia com o fantasma de Alaric.
P. S. [1]: Parece que pelo menos por enquanto a função de Matt é ser a bolsa de sangue particular da Elena. Tudo bem que a menina está sofrendo por virar vampira e tudo mais – já que esse tal sofrimento parece justificar todas as ações dela –, mas ela sabe que o Matt só está se oferecendo por culpa e mesmo assim se aproveita do rapaz. Isso chega a ser egoísmo.
P. S. [2]: Já repararam que só tem aula de História nessa escola de Mystic Falls? Desde o começo da série, a primeira aula que aparece é de História. Aí depois chega um professor novo na cidade (Alaric) para ensinar História. E agora que Elena volta à escola ela já começa tendo aula de… HISTÓRIA!
P. S. [3]: Foi um momento romântico, cheio de amor e tudo mais… Mas só eu que fiquei esperando a Elena cair quando ficou praticamente surfando em cima da moto daquele jeito? #AcabandoComORomantismo
P. S. [4]: Klaus pisou na bola e tudo o mais, mas ficou evidente que ele e Damon fariam uma parceria e tanto. Quando interrogavam Connor, os dois tinham uma cumplicidade inesperada que deu gosto em ver!
P. S. [5]: Damon perdeu mais uma parceira de bar em potencial (Meredith). #ForeverAlone
Pretty Little Liars – This is a Dark Ride
27/10/2012, 15:31.
Ariel Cristina Borges
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Eis que o episódio especial de Halloween chegou, Little Liars! E o Trem Fantasma passou por cima dos corações dos espectadores e como sempre, deixando muitos mistérios no ar.
Em This Is a Dark Ride, tivemos o primeiro contato com Toby depois da revelação de que ele faz parte do Team A. E agora, mais do que no início da primeira temporada, Toby parece ser o bad boy problemático que está correndo atrás de vingança. Eu ainda me recuso a acreditar que ele é genuinamente do Team A e acho que tem muita coisa envolvida nessa interação dele com o povinho do capuz preto, mas confesso que o arrepio na espinha foi inevitável na primeira cena do moço, mandando Garrett ir embora da casa de Spencer. O tal arrepio aumentou quando o menino assumiu uma atitude de macho alfa, como disse a aprendiz de Lucy Liu, Spencer. E uma coisa que o antigo Toby nunca faria seria aquela brincadeira com Jenna em relação à visão da ex-cega. Tem caroço nessa sopa, e eu não vejo a hora de descobrir a verdade por trás dos planos de Toby.
Depois de ser usada como fantoche pelo Team A por mais de dois anos, Hanna realmente achou que conseguiria esconder o relacionamento dela com Caleb da onipresença dessas pessoas com super poderes? É claro que Mona, Toby e companhia sabiam que eles estavam juntos. A porta de um estoque de consultório dentário não ia impedir pessoas que estiveram envolvidas em assassinatos, sequestros, chantagens e derivados. Foi inocência sua, Hanna Banana.
Emily voltou a não ter muita utilidade nesse episódio. Eu espero realmente que ela não volte a ser figurante no cast principal da série, de verdade. Ao contrário dela, Paige mostrou utilidade pela primeira vez salvando Spencer. Desculpa sociedade, mas a carinha de mosca morta dela não me compra. Ok, as desconfianças contra ela foram desmentidas, mas no início, todos desconfiavam de Toby e passaram a confiar para descobrir que deviam ter continuado nas desconfianças… Ela ainda tem coisa escondida por baixo dos panos.
E a liar mor de Rosewood resolveu dar as caras de novo nesse episódio para deixar tudo mais interessante, meu povo! Alison DiLaurentis apareceu na noite em que foi assassinada – com o cabelo diferente das aparições anteriores, diga-se de passagem – por flashbacks, enquanto Garrett tentava contar a verdade sobre o que sabia para Spencer. Ele realmente não matou Alison, mas soltou uma bomba no nosso colo: Alison encontrou com o dear daddy da Aria momentos antes de morrer. Não que Byron fosse capaz de matá-la, na minha opinião. Mas que ela sabia de coisas que podiam colocar o professor em apuros, ela sabia.
Aí você se pergunta, querido leitor: “Por que essa menina resolveu acreditar no Garrett agora?”. Porque ele morreu, minha gente. Garrett foi assassinado justamente quando tinha decidido contar tudo o que sabia para Spencer. E como ela contou para o Toby, fica subentendido que quem matou o Garrett foi o Team A.
Quem quase foi junto com ele foi a pobre da Aria. A namoradinha do professor, que não tomava um susto sério há muito tempo, pagou pelos dias de tranquilidade depois de ser sedada, presa numa caixa e quase ser jogada para fora do trem em movimento… Com a companhia agradável do corpo de Garrett. Mas quem eram as duas pessoas tentando jogar a caixa para fora? Eu procurei alguém sangrando no final do episódio, mas ninguém parecia ter sido machucado pela chave de fenda que Aria usou para se defender.
Como se isso não bastasse para deixar todos nós de queixo caído, Mona saiu de Radley mais uma vez. E, com certeza, estava no trem. Resta descobrir qual era a fantasia dela. O diabo ou o segundo Fantasma da Ópera?
Por último, mas não menos importante… Acharam um corpo no trem, meu povo. Tudo o que eles estavam bebendo estava num baú de gelo que tinha um corpo dentro… Seria Alison ou algum outro corpo aleatório plantado dentro do trem? Titia Marlene King dando nó nos nossos neurônios, como sempre.
PS 1: Vale ressaltar que as fantasias desse episódio de Halloween foram muito melhores do que as do episódio anterior. Hanna de Marilyn Monroe, Aria de Daisy, do The Great Gatsby, Emily de Barbarella – um filme de ficção científica dos anos 60 – e Spencer de atriz dos anos 40 – a melhor de todas, na minha opinião.
PS 2: O que foi aquela menininha da história que Alison contou no início de The First Secret surgindo na casa das Marin enquanto Ashley e Ted faziam a alegria da criançada dando doces?
PS 3: Só eu não comprei aquela desculpa do Ezra para não ir à festa no trem?
PS 4: O cadáver se mexeu, little liars! Eu só reparei quando assisti à cena da Aria sendo liberta da caixa pela quinta ou sexta vez, mas quando ela sai, Garrett – que devia estar imóvel – se ajeita. E ainda tem outro erro de continuação nessa cena. O braço dele que estava por fora do cobertor quando Aria sai da caixa, fica por dentro misteriosamente quando a câmera dá o close que confirma a morte do ex-policial.
PS 5: Para quem não sabe, aquele cantor que se apresentou no trem não é fictício. É o Adam Lambert, e as músicas que ele cantou foram Cuckoo e Trespassing. O som dele é bem legal, quem não conhece, vale a pena conferir.
Chicago Fire – Professional Courtesy
27/10/2012, 15:27.
Maísa França
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Chicago Fire está melhorando! Se na semana passada Severide foi o destaque do episódio, essa semana quem comandou foi Casey. O episódio teve apenas dois casos e o foco maior foi logo na primeira ocorrência: o departamento é acionado para socorrer vítimas de um acidente de trânsito envolvendo dois carros no qual há vítimas apenas em um dos carros. O causador do acidente é um jovem, filho de um detetive, Justin Vought e o policial que estava atendendo a ocorrência antes da chegada dos bombeiros trata logo de tirar todas as evidências que levassem a culpa ao jovem. Tudo isso à mando do detetive Hank Vought.
Petter Mills vem ganhando espaço no departamento e preocupando cada vez mais sua mãe que não concorda com a ideia do jovem ser um bombeiro. Mills, além de trabalhar como bombeiro também ajuda no restaurante da mãe e precisa provar à ela que realmente ama estar no departamento junto com seu colegas de trabalho e salvando vidas apesar do risco que se corre. Sem contar que o personagem é testado constantemente pelos bombeiros do departamento.
Não é porque Casey apareceu em 80% do episódio que Severide (e seu braço) não teria algum destaque: teve pegação com a Nick e mais mistério em torno do que realmente há de errado com o braço do bombeiro. Na segunda ocorrência, os bombeiros têm que salvar um suicida, que não conseguiu se suicidar (não se fazem mais suicidas como antigamente…) e acabou preso em uma grade. Severide é o responsável por cortar a grade para que possam levar o paciente para o hospital e Shay (que sabe o que ele vem passando) percebe a dificuldade que ele apresenta ao manusear a serra, depois do ocorrido Severide concorda em fazer alguns exames e o resultado é pior do que ele espereva sendo a única solução uma opreção que resultará em quase um ano de recuperação. E as paramédicas, Shay e Dawson? Mostram cada vez mais que o trabalho dos paramédicos é tão importante quanto o dos médicos nos hospitais e não hesitam em realizar técnicas que muitos não realizariam para salvar a vida dos pacientes
E mais uma vez a importância das relações humanas aparece na série: os bombeiros constroem uma rampa na casa da vítima do acidente que ficou paralítica com um dinheiro que eles estavam arrecadando para comprar uma televisão. Isso é ou não é um sinal para se voltar à acreditar nas pessoas?
Voltando à Casey, ele realmente comprou uma briga com Hank por colocar em seu relatório que o filho do detetive estava com sinais de embriaguez na noite do acidente e ao pedir ajuda do irmão de Dawson para saber obter mais informações sobre o detetive. Bom, e essa história promete alguns capítulos ainda já Hank é um profissional corrupto e vai fazer de tudo para se vingar de Casey, já que este se recusou a mentir no relatório do caso.
Nashville – I Can’t Help It (If I’m Still In Love With You) e Someday You’ll Call My Name
26/10/2012, 20:11.
Maria Clara Lima
Reviews
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De onde vem a sua música? Da dor por ter perdido um grande amor? Da relação complicada com a família? Da esperança por dias melhores? Da paixão proibida ou daquela que não queremos perder? A música deve vir de algum lugar. O segundo e o terceiro capítulo de Nashville mostraram a história por trás da música de Rayna e Juliette.
Entrar na alma de uma estrela country é perigoso. Uma tormenta pronta para te sugar até a última gota, para depois, descarregar tudo em forma de tempestade. É intenso. Rayna é intensa, Juliette também. O que parecia ser apenas uma briga de egos começa a tomar uma forma menos superficial. O que faz a cantora mais velha se pegar tanto a carreira? Lutar tanto para que ela não se acabe. Todos sabemos que nada é para sempre, mas mesmo assim, algumas coisas são difíceis de deixar para trás. Um carreira é difícil de deixar para trás, mas quando se tem uma boa família, filhos, e opções, o que é importante passa a ser menos, de certo modo.
Mas no caso da Rayna, isso é mais do que a vida para ela. É a luta pela por independência. Algo que agora está ameaçado por causa do mal desempenho do seu último disco. O que ela pode fazer? Juntar-se a estrela em ascensão, sucumbir a pressão do pai ou buscar todas as alternativas possíveis.
Uma dessas alternativas, é fazer uma turnê menos audaciosa, com o antigo parceiro de música, com quem Rayna teve um pequeno romance no passado. Estar junto, significa confusão amorosa. Mas o publico adoraria vê-los no palco. A apresentação dos dois em I Can’t Help (If I’m Still In Love With You) foi de cortar o coração. A música e letra confessaram o que os dois não queria ouvir. Voltar ao passado pode ser doloroso.
Do outro lado do palco, está Juliette. A cantora quer Deacon gravando com ela, no palco com ela, na cama com ela. Quer tudo o que Rayna teve, tem. A ambição da nova estrela é mais ou menos explicada no terceiro episódio. Vamos mais a fundo na questão do “eu quero ser a garota escolhida de vez enquanto”.
Parece que tudo o que ela é agora, é um reflexo do seu passado pobre e conturbado. Quando sua mãe preferiu às drogas do que a própria filha. Mas será que isso justifica a atitude piranhuda dela? Bom… acho que não. A carência não é para tanto. Mas o fato é que ela quer tudo, e vai fazer de tudo para ter o que quer. Devo apenas pontuar, que Juju não chega a ser ruim. Ela não é uma vilã de novela mexicana que trama 24 horas por dia o mal dos outros. A ambição é seu combustível, a sedução é sua arma, mas os meios não justificam o fim, e por isso, eu não acho que ela será capaz de “sacanear” ninguém.
No meio dessas duas, está o cowboy Deacon. Vou chamá-lo de cowboy, porque ainda não decorei o nome dele. Enfim, o cowboy tá pulando nos dois currais. Sendo que o da Rayna é um pasto antigo… ok, vou acabar com as analogias do campo por aqui. Ainda não consegui simpatizar com o gajo. Uma hora morre de amores pela Rainha Majestade Rayna e outra hora cai na cama da piriguete. Isso não é certo! Sei apenas que o coração dele é atormentado, por não ter sido o parceiro escolhido pela parceira de palco.
Não vou negar que adoro a música Undermine que a dupla Deacon e Juliette gravou.
Aliás, achei um pouco forçado essa história do pai da Rayna não apoiar a filha por causa do caso de sua finada esposa com um cantor. A situação reflete bastante na própria vida da cantora, que já se dividiu entre o marido e Deacon, mas mesmo assim, cada um tem sua vida, nada justifica um pai tão rancoroso. Quem sabe aí tem mais coisas por trás? Como talvez, Rayna sendo filha do caso extraconjugal da mama. Teorias, apenas.
O que é certo mesmo é o casal Civil War. Scarllet e Gunner. Eles são tão lindos juntos. A música deles é realmente preciosa, quente, envolvente. Mas o triangulo amoroso entre a dupla e o roqueiro, bom…. acho que não vai rolar. Ainda mais depois do Someday You’ll Call My Name, é visível que a menina é muito inocente e apaixonada pelo namorado. Aliás, aquela cena final, a música, o clima no estúdio, foi um ménage musical.
Mas se tem algo que me prende a série é o talento musical de todos os envolvidos na produção. Quando sair a trilha sonora, eu quero um CD para mim. A música da Juliette, que as filhas dela cantaram, é bem contagiante. Assim como as garotas, que arrasaram na apresentação. Fico com um pouco de dó toda vez que as meninas tietam a estrelinha country, mas Rayna e o marido estavam babando nas filhas, não deu tempo para a rivalidade.
A única coisa que não me interessa em Nashville é a campanha do marido da Rayna. Talvez no futuro isso seja relevante.
Agora, momento bomba do episódio! Mama Barnes volta para casa após ser pega roubando por aí! Filha Barnes sai para espairecer e é pega roubando por aí. Tal mãe, tal filha? Só sei que começo a ver como Juliette vai precisar de Rayna para segurar sua carreira.
Bom, vamos lá. Será que as duas cantoras vão sair em turnê juntas ou vão sair no tapa no próximo episódio? Fiquei com cenas do próximo capítulo:
Torcida para que Nashville melhore na audiência, já estou viciada na série.
Modern Family – Open House of Horrors
26/10/2012, 16:28.
Maísa França
Reviews
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Após o episódio excelente da semana passada, a série continuou no ritmo e fez um episódio de halloween digno de muitas risadas. Aliás, a série tem ótimos episódio com a temática, ou vai dizer que você não lembra do episódio de halloween da temporada passada? Bom, se não lembra Claire vai fazer questão de te lembrar do susto que deu em algumas crianças e que quase provocou um infarto no adulto que as acompanhava. Pois bem, quem assiste a série sabe que ela á louca pela data e sempre quer surpreender na decoração, fantasia e tudo o mais.
Dessa vez não tivemos Haley no episódio e Alex não entrou no clima e só participou da brincadeira de assustar o pai no finalzinho. Detalhes à parte, Lily deu mais um show de interpretação com a fantasia de princesa e roubou todas as cenas da festa na casa de Cam e Mitchell, principalmente ao encontrar uma adulta vestida de princesa e pensar que fosse sua mãe. Pois é, o episódio trouxe de maneira sutil a dúvida dos pais sobre o que responder quando um filho adotado pergunta sobre a mãe.
E o que falar de Gloria? Vestida de alienígena e com aquele barrigão, arrancou gargalhadas por onde passou devido ao seu temperamento “esquentadinho”: recusou doces para uns adolescentes e depois saiu correndo atrás deles para jogar-lhes um ovo. Depois de algum tempo descobre que está assim por causa da gravidez (e esse bebê podia chegar logo, né?).
Como é de praxe Phil banca o corajoso e Claire, por não conseguir assustar ninguém na noite (por causa do incidente do ano anterior ninguém apareceu na casa deles), decide assustá-lo na casa onde ele está trabalhando para tentar vendê-la. A sequência de cenas do casal é digna de várias gargalhadas devido aos desencontros e tentativas frustradas de susto (não tem nada mais chato do que tentar assustar alguém e dar errado, principalmente no halloween).
P.S: na semana que vem a dona da casa, Tati Leite, estará de volta.
Gossip Girl – High Infidelity e Dirty Rotten Scandals
26/10/2012, 09:47.
Gabriela Assmann
Reviews
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Assistindo esses dois episódios a única coisa que me veio na cabeça é que Gossip Girl merecia terminar com uma temporada melhor. É inacreditável que nossa série tão querida – e depois de uma quinta temporada boa, que voltou a fazer a série crescer – esteja finalizando com uma temporada tão fraca e cheia de insanidades.
High Infidelity seguiu o rumo de Gone Maybe Gone e desenvolveu a história da Serena com o novo namorado mala que eu confesso nem lembrar do nome agora, de tão insignificante e chato que acho. Além de tudo o cara tem uma filha praticamente da idade da Serena e que namora o Nate. Taí a explicação pra arrumarem mais uma namorada sem noção pra ele. É sempre assim. Fizeram o mesmo com a Lola e a Diana. Tudo bem que a Serena já teve todo tipo de namorado: o traidor, o salafrário, o loser, o lindo-fofo-tudodebom Archibald, o presidiário… mas nunca imaginei que ela fosse acabar com um cara chatão e madrasta de uma criaturinha insuportável como a Sage. SVW merecia mais.
Chuck continua implacável na sua busca pelo segredo de Bart. Eu confesso que não tenho nem ideia do que seja, mas acredito que seja algo muito pesado pra valer tanto dinheiro como o que está envolvido nessa história. Não vejo a hora de ver ele longe da Lily. Gosto tanto dela e quero vê-la com o Rufus. Falando em Rufus, ele continua com a vigarista da Ivy. Isso acabou por movimentar a história já que o Dan se ensandeceu com o relacionamento dos dois e jogou o bafão na imprensa. Tô achando que isso ainda vai ter resultados, embora pareça estar resolvido momentaneamente.
O melhor desta temporada está sendo Chair. É lindo ver os dois tão maduros e seguros do que sentem um pelo outro. As cenas finais de Dirty Rotten Scandals foram lindas e eu confesso que até me emocionei.
Quanto ao terceiro episódio eu estava empolgada achando que o desfile seria como os melhores episódios de Gossip Girl, mas passou longe, embora seja interessante também ver a Blair lutando para fazer um bom desfile para a Waldorf Designs. Ela tem o dom pra isso e acho que se encontrou na vida, ao contrário da Serena que ainda não faz nada. Adorei a volta de Nely Yuki, ainda mais ela estando super bem sucedida.
Fora isso, tenho a sensação de que perdi alguma coisa. Ou a série tá com um dos seus (incontáveis) erros de continuidade. O que aconteceu com as faculdades deles? Terminaram? Largaram?
Dan passou de todos os limites de uma pessoa ridícula e insuportável. Não preciso nem explicar por que, né? Ele simplesmente se tornou aquilo que mais repudiava. Resolveu publicar suas histórias falando mal de tudo e de todos sem nenhum pingo de remorso e ainda traiu Nate, que sempre foi um bom amigo pra ele, tudo em busca de dinheiro e poder. Pra fechar com chave de ouro tripudiu a Nely Yuki.
O melhor desses dois episódios foi ver Nate e Serena unidos para desvendar a “traição” dos respectivos namorados. Adoro os dois juntos. E também Serena e Blair tendo que se aliar, ainda que a contragosto, para que pudessem tirar algum benefício das situações as quais estava expostas.
Dessa vez nem a Georgina tá dando de conta de fazer as coisas ficarem mais legais por lá. Seria demais implorar pela volta da Jenny e da Vanessa? Enfim, só espero que as coisas melhorem para os lados do Upper East Side, porque minha série preferida não merece terminar de uma maneira tão down.
Nuvem de Séries
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