TeleSéries
Revolution – Sex and Drugs
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Não ia ser um simples furacão que interromperia a exibição de Revolution. Para uma série aonde o apocalipse já chegou há muito tempo, os suprimentos são escassos e a energia elétrica não existe mais há anos, um furacão como o Sandy não causa tanto medo assim. Dessa forma, mesmo muitas emissoras cancelando a exibição de novos episódios de suas séries a NBC seguiu firme e Sex and Drugs foi ao ar nos Estados Unidos na noite de segunda-feira.
Por outro lado o Furacão Sandy afeta muito os números de audiência dos programas americanos, considerando que muitas cidades estavam sem energia elétrica. O site TV by the Numbers alerta para esse fato e mostra Revolution com uma queda de 6% na sua porcentagem de classificação na audiência entre 18 e 49 anos com o episódio Sex and Drugs. A queda é em relação ao último episódio da série exibido no dia 15 de outubro, Soul Train. Enquanto Sex and Drugs alcançou 3.1 na classificação e um pouco mais de oito milhões de espectadores, Soul Train havia atingido 3.3 na porcentagem de classificação.
Sex and Drugs não chegou a ser um episódio ruim, mas foi um dos mais irritantes. Se o Furacão Sandy passasse pelo set da série faria um favor se levasse embora Charlie e Aaron, ou pelo menos desse uma bela sacudida nesses dois. Finalmente conhecemos a história de Aaron após o apagão e o que aconteceu com a sua esposa. Irritante. Se ele achou – e com razão – que não conseguia proteger a sua própria mulher, ok. Mas como deixar ela com um grupo de estranhos peregrinando pelo mundo ia ajudar em alguma coisa? Se os dois já estavam incluídos naquele grupo e sendo protegidos porque deixá-la sozinha?
Já a Charlie, além de chorona, agora resolveu ter surtos de indignação. Quase não deu para aguentar a presença dela nesse episódio. O único momento de emoção – e durou bem pouco – foi a tentativa dela de matar o vizinho de Drexel, Bill O’Halloran. Aaron ainda ganhou um desconto porque conseguiu me enganar com aquele tiro no peito. No entanto, achei que os homens do Drexel liberaram Aaron e Nora muito facilmente. Do jeito que eles conseguiram ir embora até parece que a vida é um moranguinho, mas não é.
Por outro lado, nem tudo foi um apocalipse. A vinheta de Revolution sempre tem entrado em momentos chave da história e isso tem ficado bem bom no ritmo dos últimos episódios, em Sex and Drugs vimos uma das melhores entradas da vinheta. Outro ponto positivo no episódio foram as cenas de luta de Miles, dessa vez acabando com os homens de Drexel, continuam muito boas. Também gostei do núcleo de ex-policiais vizinhos de Drexel, merecia ser mais explorado durante a série. A fotografia também merece uma nota de honra, lindos enquadramentos também deixaram a estética do episódio muito mais bonita.
Em se tratando das características técnicas não gostei nada dos avanços de tempo nas cenas. A alternativa foi usada algumas vezes e apesar de poupar um tempo às vezes ocioso, não foi feito de uma forma em que a história e o ritmo do desenvolvimento não fossem afetados. Como na hora em que eles são autorizados a entrarem no pátio da casa, os portões se abrem e no segundo seguinte Miles está descendo na frente da casa. Quando nosso cérebro precisa fazer uma nota mental (ah tá, avançaram no tempo), aí temos problema na montagem porque a edição não foi eficaz o suficiente para deixar isso claro e suave.
A parte em que Charlie sai da cama e logo em seguida aparece sem roupa na banheira também ficou estranha com o pulo no tempo. Aliás, além da inutilidade da sua revolta sem causa ela não pode nem nos poupar um momento e relaxar em uma banheira, ela precisa lembrar de todas as tragédias da vida dela e rasgar seus cartões postais. Ah, a adolescência revoltada.
Outros personagens por outro lado foram ótimas surpresas, gostei do Sean, será que ele aparece de novo na série? A participação de Todd Stashwick como Drexel também foi boa. No entanto, a não ser que ele andasse com uma garrafa de uísque escondida embaixo da camisa, sua única aparição foi nesse episódio. A melhor cena dele foi quando… ele dá um soco em Charlie! #todoscomemora. Brincadeiras à parte, foi realmente uma cena muito boa.
O que ficou claro no último episódio Soul Train se confirmou. Jason (ou o antigo Nate) entregou a Monroe que Aaron tem um pingente igual ao que Rachel afirmou que pode restaurar a energia, ou no caso, um dos pingentes. Agora Monroe mandou o cara mais sem escrúpulos da milícia, o sargento Strausser, para ir atrás de Miles, e com ordens de trazer apenas Miles vivo e o pingente. Depois de saber disso Jason ficou magoadinho e preocupado com Charlie. Perdeu, playboy.
Revolution tinha emplacado dois episódios muito bons, The Plague Dogs e Soul Train, mas Sex and Drugs passou longe do que eu esperava na sequência. No final nem consegui chorar com o reencontro de Danny e Rachel. Minhas expectativas voltaram a baixar com a série e o comunicado da NBC de que Revolution terá um hiato de novembro até março de 2013 me leva a crer que a audiência pode acabar deixando o seriado de lado. Enquanto a série não entra em recesso, ficamos no aguardo do que Eric Kripke e sua turma ainda podem fazer para os espectadores não esquecerem de Revolution.
The Walking Dead – Walk With Me
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Quem gostou da nova estada da turma de Rick no presídio e gostaria de acompanhar o desenrolar da história acabou se decepcionando com Walk With Me. Por outro lado quem acompanha a história de The Walking Dead nos quadrinhos deve ter vibrado de emoção em poder ver um pouco mais a personagem Michonne (Danai Gurira) e ver o Governador (David Morrissey) ganhando vida na telinha da AMC.
Mesmo quem esperava ver Rick e Glenn matando mais uma dúzia de zumbis, a Lori brigando com o Carl (alguém?) e até a Carol abrindo um errante, acabou se rendendo a curiosidade que envolve Michonne e o Governador. Além dos dois personagens o que mais chamou a atenção no episódio foi a existência de uma cidade, aparentemente organizada e com 73 pessoas tentando sobreviver normalmente. Woodbury parece um sonho, mas aspira cautela, Michonne ficou muito desconfiada e nós já percebemos que ela está completa de razão.
Por outro lado Andrea parece se render aos encantos da cidade e até aos encantos do Governador. Ela só ficou mesmo aterrorizada quando se deparou com Merle, o irmão sem noção de Daryl que foi deixado para morrer preso em cima de um prédio por Rick durante a primeira temporada e cortou a própria mão para se soltar e fugir dos zumbis. O Governador deve mantê-lo entre o seu grupo por ele ser alguém sem escrúpulos e um bom reforço para o seu exército.
Mas não é só Merle que assusta no novo núcleo que apareceu em The Walking Dead. O Governador já mostrou a que veio. O helicóptero abatido no início do episódio chamou a atenção dos homens de Woodbury e o que parecia um resgate virou uma emboscada para arrecadar mais armas e suprimentos. Tudo indica que o próximo grupo a se tornar alvo do Governador é Rick e a turma do presídio. No entanto, as imagens do próximo episódio sugerem que o Governador deve mandar um grupo vasculhar a abandonada fazenda de Hershel.
Um personagem que me chamou a atenção no episódio foi Milton (Dallas Roberts). Ele estuda as características físicas dos errantes, não parece concordar com a brutalidade da equipe do Governador e se interessou por conversar com Andrea e Michonne. Além disso tudo, Milton levantou uma questão interessante: quem são os errantes de estimação de Michonne? Quem acompanha a história nos quadrinhos já sabe o que vem por aí, mas quem está assistindo a série também não deve ter ficado muito para trás. Deu para perceber que os errantes que Michonne levava amarrados a ela tinham alguma ligação emocional muito próxima com a moça.
Os tempos em que o grupo de Rick vagava solitário pelo mundo tomado por zumbis se foram. The Walking Dead cresce em elenco, literalmente, e novos personagens como Michonne e o Governador devem estar entre os elementos mais interessantes da terceira temporada da série.
Haven – Real State
30/10/2012, 21:45.
Regina Monteiro
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No Halloween antecipado de Haven, não poderia faltar a clássica história da casa mal-assombrada. E como Haloween é uma festa e pede comemoração, todos os personagens da série participaram do episódio.
Real State começou com a invasão de uma casa antiga, abandonada, por um casal de adolescentes. E, como nas histórias de Halloween, o que deveria ser uma simples diversão, transforma-se em uma tragédia. A garota consegue escapar da casa e, apavorada, relata o desaparecimento do namorado a Audrey. Ela, Duke e Claire vão até o local para investigar o desaparecimento do jovem. Mas o que deveria ser uma simples investigação ao estilo de Haven, revela-se uma vingança do antigo proprietário contra Lucy. Rolland Halloway a culpa pela morte de sua família e por seu aprisionamento à residência. Sua vingança será fazer com que Audrey presencie seus amigos serem paulatinamente eliminados, como os jovens que são encontrados mortos. Para isso, Halloway, atrai Tommy, Nathan, Vince, Dave e Dwight para a residência. Tommy e Nathan, seguidos por Jordan, conseguem entrar e, juntamente com Audrey, Duke e Claire, são aprisionados na casa. Vince, Dave e Dwight são impedidos pelo fantasma.
É interessante observar que os irmãos Teagues são poupados e, mais uma vez, é de se perguntar o que realmente sabem sobre os eventos que assolam a cidade.
Audrey tem alguns flashbacks e descobre como sair do local. Ao fazê-lo, eles explodem o lugar. O caso termina com Dwight fixando uma placa onde se lê: Proibido Ultrapassar. Mas, sem que ele perceba, como em um clássico filme de terror, mesmo após as chamas terem posto abaixo todas as paredes, seus pedaços começam a se reagrupar.
Mas os flashbacks de Audrey também lhe ajudaram a descobrir a identidade do Colorado Kid: James Cogan, nascido em 31 de agosto de 1956; desaparecido em 3 de maio de… 1983? Nos próximos episódios veremos se Audrey contata o telefone que consta do alerta de desaparecimento.
Nathan, aparentemente, está cada vez mais distante de Audrey. A similaridade das perturbações sentidas por ele e Jordan, leva a uma crescente empatia entre eles. Nesse caso, somente resta esperar para ver se encontrar os líderes dos Guardiões ainda será a prioridade de Nathan na relação com Jordan.
Muitas pessoas torcem o nariz para clichês, mas Real State provou que a reinvenção do mesmo pode dar certo. Nada mais óbvio do que casas mal-assombradas e jovens sendo perseguidos e mortos em histórias de Halloween. Mas esta foi a história de Halloween de Haven, e coube perfeitamente em sua mitologia. Mitologia, aliás, da qual ficamos sabendo um pouco mais, com a revelação da identidade do Colorado Kid.
Grimm – La Llorona
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“Em muitas noites escuras pessoas a viam caminhando, ao longo do rio, chorando pelos seus filhos”.
Depois de amargar uma sequência de episódios sonolentos Grimm tinha em mãos uma alternativa de revigorar a série com o episódio especial de Halloween, intitulado La Llorona. A história do episódio é baseada na lenda de mesmo nome, que tem relatos pelo mundo todo, mas os mais variados são encontrados na América do Sul. A lenda é uma das mais famosas no México, o nome La Llorona (A Chorona) é como ela é chamada no país. A mesma história já recebeu derivações e outros nomes, como Bela da Noite e A Mulher de Branco (Brasil) e La Sayona (Venezuela).
O episódio especial de Halloween foi bem característico, mas assustou mais Nick do que os espectadores. Aliás, acredito que os mais assustados no episódio foram as crianças que resolveram se meter com Monroe. No entanto, não foi por isso que a história não rendeu. Apesar de não assustar muito, La Llorona foi intrigante, trouxe uma lenda latina para as telas americanas e misturou mundo wesen, com fantasmas e mistério policial. Ainda aposto que se Grimm for renovada para uma terceira temporada teremos a volta de La Llorona.
A expectativa com o episódio era grande, por ser um especial e pela esperança de que Grimm recuperasse o alto nível em que começou essa temporada. Não foi para tanto, mas o episódio já elevou a qualidade do seriado que estava rolando morro abaixo nos últimos episódios. A minha expectativa ainda caiu um pouco logo nos dois primeiros minutos com um erro gritante de montagem. Quando o pai, Luis Alvarez, tenta impedir o afogamento da mulher misteriosa, o filho Rafael corre pelo deck e duas vezes percorre a mesma distância. Não precisa nem de replay para perceber que essa cena tem problemas. Além disso, a foto da família Alvarez tem uma bizarra montagem, mas essa eu tive que voltar, assistir de novo e pausar para ter certeza do que via. Feio Grimm, muito feio.
Tirando alguns problemas técnicos quem cresceu no episódio foram os personagens. Monroe há muito tempo não divertia tanto a audiência de Grimm como em La Llorona. A cara de Nick quando chega na casa dele e vê a decoração de Halloween já vale toda a participação do blutbad. Mas nada ganha do Monroe no final do episódio se transformando em blutbad na frente das pestes daquelas crianças: “Travessuras ou gostosuras?”
Outro destaque foi Juliette e sua fluência em espanhol. Além de dar uma de tradutora para a Polícia de Portland, Juliette encontrou com uma mulher muito estranha que tentou clarear a mente da moça sobre a verdade por trás do aranhão do gato. Aposto que a história vai ficar incomodando. Também deu pra rir mais um pouquinho com o estagiário de Nick, Ryan. O personagem pode render muito ainda em Grimm.
Hank está cada vez mais engajado no mundo de Nick. Ri muito quando ele pergunta ao Grimm: “Acreditamos em fantasmas agora?”. Hank comprou a briga com o amigo e está com Nick para o que der e vier, até se precisar passar por cima do capitão. Com um amigo desses, o trabalho de qualquer Grimm fica muito mais fácil. O príncipe/capitão Renard ficou de canto nesse episódio, mas nem por isso adormecido. Ele anda tão esperto quanto misterioso e já descobriu que Adalind deu umas bandas por Viena. Com essa informação não é preciso muitos neurônios para imaginar o que ela andou fazendo por lá.
La Llorona foi o primeiro episódio de Grimm que tratou de um fantasma e de uma lenda e não focou em um novo tipo de wesen. Mas não é por isso que não conhecemos mais uma raça para a nossa coleção, a ex-detetive da polícia de Albuquerque Valentina Espinosa é uma Balam. Não soubemos muito sobre as características dessa wesen, mas ela foi essencial no salvamento das três crianças desaparecidas.
Grimm melhorou o ritmo e promete continuar assim no próximo episódio. Pelo menos é o que deu pra imaginar assistindo algumas cenas que foram mostradas pela NBC logo após a exibição de La Llorona. Pelo que deu pra perceber The Hour of Death vai mostrar que existe mais um Grimm em Portland, e não é a mãe do Nick. O novo Grimm quer exterminar todos os wesen que encontrar pela frente e pelo que vimos até aqui em Grimm não são poucos os wesen instalados em Portland. Alguns resumos que li sobre o episódio também garantem que Renard vai dar mais uma chegada em Juliette. Tá sendo difícil ser o Nick nessa segunda temporada de Grimm, mas graças a La Llorona ficou um pouquinho mais fácil ser espectador.
PS: E as carinhas da Juliette e do Nick quando ele chega com as crianças? “Esse é meu herói”. Acho que já era a paixonite do capitão Renard. Ponto pro Grimm.
Dexter – Swim Deep
30/10/2012, 15:26.
Juliana Baptista
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Quem está com dó do Dexter levanta a mão o/
Imagina uma treta super tretada. Então, Dexter está bem no meio dela. Gosto de ver o Harry de volta conversando com o Dexter, já que ele é a única “pessoa” que sabe de todos os conflitos, conhece toda a situação e as pessoas envolvidas.
Dexter tem consciência de que Debra não irá conseguir aceitar seu modo de vida, mesmo que ela se esforce, é pedir muito dela. A cena de Deb surtando no elevador mostrou muito bem isso: ela tem que lidar com uma situação muito mais complicada do que ela pode suportar. Acho que até no fim da temporada, ou ela se demite da polícia e vai embora ficar longe de Miami, ou ela entrega o Dexter. Acho que a primeira opção é mais fácil de acontecer.
Continuando, agora Dexter sabe que Louis está morto. Mas ao invés de ser um alívio para a sua lista de problemas, ele acabou ganhando um inimigo pior ainda: Isaak Sirko. Só agora ele sabe que a máfia russa está atrás dele e que o chefe bonecona não vai sair do pé dele tão cedo. Acho Sirko um ótimo personagem: sempre sentado com as perninhas cruzadas, aquele monte de anéis nos dedos, bebendo vodka e cara de poker face. Praticamente um Steven Seagal!
E graças ao Masuka, Deb fica sabendo que Laguerta está remexendo o caso Bay Harbor Butcher. Laguerta até hoje não acredita que foi o Doakes e agora pode se apoiar nas teorias do Lundy. Mas ainda bem que Deb se infiltra nas investigações para livrar a cara do irmão.
Deb acabou levantando uma questão que eu não tinha pensado ultimamente: o propósito de Dexter é só matar os caras que saem impunes da justiça? Porque nas últimas temporadas ele faz exatamente ao contrário, oculta e manipula as provas da polícia para os criminosos saírem ilesos da justiça e se tornarem suas novas vítimas. Está aí uma grande contradição. O ego de Dexter faz com que ele traia o código de Harry e faz dele um criminoso e não a “mão esquerda da justiça”. Debra não consegue aceitar que o irmão atrapalhou o trabalho da polícia para ele dar conta dos assassinos. Quando a gente pensa que eles estão se entendendo, aparecem mais problemas e dá pra perceber que Deb nunca mais vai confiar no irmão.
Gostei muito da cena de Sirko esperando na sala da casa, com aquele monte de ferramentas para torturar e matar Dexter. Ele sempre demonstrando ser um cara paciente. Muito divo! Mas confesso que achei meio forçado aquela parte de ligar pra própria casa passando as coordenadas do restaurante. Sério, quem faz isso? Sirko foi muito bobo em acreditar na armadilha. Apesar de que eu acho que o mafioso curte esse jogo de gato e rato. Ao contrário de Dexter, Sirko sabe esperar a hora certa e é bem mais paciente.
Outra coisa que me deixou com o pé atrás foi a história do bar colombiano. Na boa, Dexter entra sossegado no bar e os malucos nem ligam, ele consegue escapar por uma janela MINÚSCULA e quando Isaak entra no bar, consegue matar os três colombianos! Super cena estilo Matrix desviando das balas. Esse cara saiu do patamar Steven Seagal para Chuck Norris. Mítico.
Acho que nessa temporada estão tentando resgatar bastante a épica quarta temporada. Semana passada tivemos a banheira de sangue e nesse episódio, a cena de Isaak entrando na delegacia encarando Dexter me lembrou MUITO o Trinity no episódio “Hello Dexter Morgan”. Ah, a inesquecível quarta temporada. Último comentário sobre Sirko: ele ainda não deixou claro sua relação com Viktor, então a minha teoria sobre os dois serem um casal gay ainda está de pé. Dexter da diversidade.
Gostei muito da evolução da Hanna McKay. Ela passa de personagem secundário sem graça para jovem-sexy-assassina juvenil. Dexter analisa os corpos e percebe que Wayne Randall levou a culpa por todos os assassinatos sendo que Hanna foi responsável por algumas mortes. Provavelmente Dexter vai deixar tudo como está e inocentar Hanna, já que quando Deb pergunta se ele tema alguma novidade sobre o caso do Wayne, ele nega. Está rolando um clima entre Dexter e Hanna, os dois perceberam que cada um esconde alguma coisa. Gostei do diálogo sobre o primeiro cadáver de cada um, acho que foi ali que um se identificou com o outro. Gosto quando Dexter tem um “cumplice” feminino, só não entendo porque elas sempre são loiras. A única morena que apareceu na série era louca de pedra, saudades Lila!
Fiquei com dó do Batista. Ele vai todo contente falar da teoria dele que o barman não se matou e foi tudo armação dos Koshkas para fechar o caso do Viktor. Daí Debra dá uma tesourada no cara. Lembro como se fosse hoje quando Deb foi falar com Laguerta do caso da prostituta morta e a chefe a manda esquecer disso, porque o Matthews estava envolvido. E hoje é Deb quem está assumindo o papel de Laguerta para preservar o irmão.
A única coisa que eu não gostei do episódio foi a parte em que Quinn aceita o suborno dos Koshkas. Sério, aquele lenga lenga dele com a Nadia já está um pé no saco e agora pra piorar, ele começa a aceitar grana dos caras da Fox Hole? Esse Quinn é só decepção. Pra quem um dia quase se casou com a Debra, ele decaiu lindamente na série.
Outra cena que gostei bastante foi o diálogo entre Dexter e Deb no quarto do hotel. Mesmo com todos esses problemas cabeludos acontecendo, um ainda se preocupa com o outro e gosta de lembrar os bons momentos da infância. Mas o diálogo final de Deb descrevendo os dois quando crianças, e ela correndo atrás do irmão sem nunca conseguir alcança-lo fechou o episódio perfeitamente. Porque não adianta, por mais que ela tente correr atrás do irmão, ele sempre está à frente dela e ela nunca irá conseguir pegá-lo.
Castle – Probable Cause
30/10/2012, 11:41.
Mariela Assmann
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No final da review de Murder, He Wrote, eu falei que Probable Cause prometia, e muito. Arrisquei-me a dizer que Castle e Beckett passariam por muitos problemas, poderiam ver seu relacionamento estremecido, mas que terminariam juntos. Bem, eu acertei. Em termos. E confesso que não imaginava que o nível do episódio seria tão alto, que 3XK seria o culpado pela prisão de Castle, e muito menos que Caskett sairia tão fortalecido dessa.
Confesso, ainda, que meus acertos vieram sem muito mérito. Vejam bem, era óbvio que Castle não era o culpado. E nós, telespectadores, não precisávamos ser gênios para saber isso. Nos restava, então, tentar imaginar porque ele era suspeito. Eu comprei a ideia de que um descuido havia sido o responsável pela impressão digital no apartamento da vítima. Mas novas evidências contra Castle surgiam em velocidade assombrosa. A visita à joalheira, a troca de e-mails com a vítima (indicando um AFFAIR, pasmem), o livro que retratava a cena da morte da mulher, as finanças de Castle e a compra do brinco, a ausência de álibi. Tudo apontava Castle como o assassino, e as provas eram robustas.
E eu logo pensei que Castle estava, sim, na joalheria, mas comprando algo para Becks. E não conseguia compreender porque ele estava mentindo sobre aquilo. Até cogitei que ele não quisesse entregar o relacionamento deles, mas naquelas circunstâncias era mais do que desejável colocar todas as cartas na mesa. Não que eu duvidasse de Rick. Tinha certeza que haveria uma explicação para tudo, mas achei que ali, pontualmente, ele estava mentindo. Outra possível mentira que cogitei era quanto à Castle conhecer a vítima. Ele realmente poderia ter tido um affair com ela – NO PASSADO – e nem recordar da moça, tamanha a quantidade de mulheres que passa na vida do escritor. Enfim, eu achava que alguma mentira Castle estava contando. Eu não poderia estar mais enganada.
E o episódio foi brilhantemente construído pra que tudo que pensávamos em um minuto se desconstruísse no seguinte. Foi genial, maravilhoso. Quando 3XK apareceu, eu fiquei estupefata. Demorei uns segundos pra perceber o que aquilo significava. E o serial killer não apenas apareceu para desafiar Castle. Ele contou seu plano genial de vingança. Mandar Castle para a prisão, na qual ele seria morto. E fazer Beckett padecer de culpa, já que ela não teria impedido sua prisão. Sofrimento potencializado.
O serial killer, que apareceu pela primeira vez em 3XK (o 6° episódio da 3ª temporada), guardou ressentimento dos detetives e, especialmente, de Castle. Sua vingança em relação à Ryan já havia vindo, de certa forma, em Kick The Ballistics, o episódio no qual um crime é cometido com a arma que Ryan perdeu para o assassino (e que foi bem decepcionante, a propósito). Contudo, a vingança de agora chegou a um novo nível. Tyson seguiu Castle, invadiu sua privacidade (viu o que aconteceu entre Always e After The Storm, se é que vocês me entendem), armou, plantou provas, manipulou. Seu plano teria sido perfeito se não houvesse uma grande falha lógica nele: a fé de Beckett em Castle.
Tyson achou que nem Beckett acreditaria em Rick, com tantas provas contra ele. E eu achei que a detetive eventualmente titubearia. Mas não. Becks acreditou em Castle do princípio ao fim. E nem os e-mails “trocados” entre ele e a vítima fizeram ela vacilar. Deu dó ver ela contando para Lanie, ainda que eu tivesse certeza que Castle não faria aquilo com Kate.Cortou o coração ver ela sofrendo, até porque, naquela altura, eu ainda não tinha certeza da convicção dela na inocência de Rick. Achei que ela estava cogitando a traição dele. Meu coração respirou aliviado quando Beckett disse para Castle que a aparição de 3XK era a primeira coisa que fazia sentido até ali. Porque uma vez que Becks acreditasse em Castle, nada a impediria de colocar as mãos no culpado. E assim foi.
O episódio foi uma sucessão de surpresas e sustos. Quando Tyson apareceu para falar com Castle, fiquei pasma. Quando percebi que os policiais que levaram Castle não eram realmente policiais, quase surtei. Achei que a partir dali a corrida seria contra o relógio para achar Rick com vida. Logo, tive uma grande surpresa quando Beckett o encontrou livre e contente na biblioteca. E preciso dizer que quase parti dessa vida na cena da batida dos carros? Eu já estava relaxada, achando que tudo tinha acabado e aí o maior susto.
A cena final foi eletrizante. Kate, completamente badass, olhando para Tyson com um olhar mortífero, e descarregando a arma nele. Até relevei o errinho de principiante de se aproximar do carro com tanta certeza da morte dele. E Castle, depois, liberando todo seu “instinto assassino”, que pela primeira vez foi exercido através de uma arma, e não de uma caneta – e relevei também o fato da insanidade de atirar em Tyson com Becks tão próxima.
Pra mim, é óbvio que Tyson não morreu. Ainda veremos 3XK novamente, como bem observado por Castle. Ele saiu publicamente dos holofotes, e a polícia não vai mais procurá-lo (Kate bateu o martelo). Tudo que ele precisa pra retornar – não espero que seja muito em breve – mais sanguinário do que nunca.
Além do caso magnificamente bem desenvolvido, amei a forma como a interação entre Castle e Beckett foi desenvolvida. Eles agiram de forma madura, se mantiveram fortes perante a adversidade. Demonstraram que o que os une é, sim, amor. E um grande amor. Também preciso dizer que adorei Espo e Ryan apoiando Becks e a tranquilizando quanto ao envolvimento dela com Rick. Além disso, a cena na qual Ryan conta pra Javi foi bem engraçada. Agora, todo mundo já está sabendo. Menos Iron Gates, obviamente. Então, várias situações fofas e engraçadas devem estar por vir. Estou ansiosa por elas.
Gostei muito da postura de Gates também. Ela apoiou Castle sem deixar de conduzir as investigações. Afinal de contas, ela não poderia favorecer Rick abertamente, sob pena de trazer várias consequências desagradáveis pra delegacia. Enfim, muitos acertos em um episódio. MUITOS.
E depois desse episódio lindão, o que devemos esperar para essa quinta temporada? Acho que o desenrolar da história de Tyson não é pra agora, então creio que não o veremos em breve. O mesmo penso da história do senador Bracken. Então só de fillers o restante dessa temporada será feito? Obviamente não. Espero a continuação do desenvolvimento da relação Caskett, que o pai de Castle venha à tona, que os casos continuem em alto estilo. Depois de ontem, ficou muitíssimo evidente que Andrew Marlowe sabe o que está fazendo e, principalmente, o que continuar fazendo, pra continuar mantendo essa temporada 5 estrelas. Então, não estou preocupada. E vocês?
P.S.1: só pra não falarem que eu fiquei tão cega com o episódio que não vi os erros, deixo registrado que (i) houve um erro de continuidade na cena que Castle coloca o café na mão de Kate – ela pega pela alça e na seqüência aparece segurando a xícara por baixo; (ii) a arma de Beckett disparou mais vezes do que o número de balas que ela possui; e, (iii) Castle, que não é um atirador treinado, certamente acertaria Kate, que estava muito próxima à Tyson – nesses casos, a polícia só atira com atiradores de elite. Mas, depois de uma episódio genial desses, o que são essas falhas? Migalhas.
P.S.2: o alívio cômico do episódio, brevíssimo, foi a cena dos sósias. Em meio a tanta tensão, consegui esboçar um sorriso.
P.S.3: no próximo episódio, Castle estará em uma convenção de ficção científica. Quão engraçado isso será?
The New Normal – The Godparent Trap
29/10/2012, 22:07.
Beto Carlomagno
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Depois de uma semaninha de hiato, The New Normal voltou na última semana com mais um episódio incrível. Equilibrando perfeitamente – como sempre -, humor, drama e debate social, o episódio The Godparent Trap mais uma vez tratou de temas polêmicos: religião e religiosidade. No episódio, Bryan e David, depois de decidirem que precisam encontrar um padrinho para seu futuro bebê, percebem que ainda precisam se reconectar com a sua própria religiosidade.
Bryan, nascido e criado em uma família católica, há 15 anos não frequenta uma igreja por causa do preconceito compreensível de que ele não será aceito, resultado do histórico não favorável das mais diversas religiões em se tratando de homossexuais. Esta ideia fixa do personagem também está presente no espectador, o que ajuda em um dos fatos mais legais do episódio: a quebra com a direção esperada dos acontecimentos, o que causa surpresa. Quando Bryan resolve voltar para a igreja, seu encontro com o padre é totalmente diferente do esperado, tanto para o personagem quanto para a gente. É mais uma indicação daquela máxima que todos sabemos existir, mas nunca levamos em consideração: não tirar conclusões precipitadas.
Esta trama do episódio ainda dá espaço para conhecermos um pouquinho do lado espiritual de Rocky, o qual nem nós nem os próprios protagonistas sabiam que existia, como Bryan deixa bem claro ao dizer que achava que ela era apenas palavrões e bebida. Rocky é uma ótima personagem e nunca me canso do seu estilo ghetto diva.
E se Ellen Barkin faz muita falta no episódio, a situação só não é pior por causa da presença, mesmo que breve, de Gary, o conselheiro que ajuda no processo de ter um filho por barriga de aluguel. Michael Hitchcock é simplesmente impagável em sua caracterização exagerada e divertidíssima. Ele é responsável por algumas das piadas que mais fogem do politicamente correto e sua interação com Shania é ótima.
A menina, junto com sua mãe, é o foco da subtrama do episódio, com Goldie preocupada com a ligação que a garota tem criado com Bryan e David. Apesar de menos relevante no episódio que a discussão principal, a história rende momentos tocantes que aproximam ainda mais esta família nada normal. E no fim das contas, Bryan e David não poderiam ter escolhido madrinhas melhores para seu bebê, mesmo que um pouquinho passadas. Fico imaginando o que Shania e Rocky ensinarão para esta criança.
E como já é costume em The New Normal, The Godparent Trap também foi recheado de referências hilárias à cultura pop, uma melhor que a outra. Teve Saved By The Bell, Josh Hartnett e o melhor diálogo do episódio:
Bryan: Does Jesus forgive Britney Spears?
Priest: Yes.
Bryan: Does He forgive Amanda Bynes?
Priest: Yes
Bryan: The Kardashians?
Priest: … Yes.
Bryan: KIM Kardashian?
Priest: …yesss?
Bryan: If Khloe Kardashian walked into this church right now would she burst into flames?
Priest: Yes.
Bryan: That’s what I thought.
Campanha “Um Emmy para Andrew Rannells”. Quem me apoia?
Last Resort – Skeleton Crew
29/10/2012, 20:30.
Gabriela Assmann
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Que episódio foi esse, gente? Sem dúvida o melhor episódio desde o piloto, se não tiver sido melhor. Skeleton Crew foi muito bom e mais uma vez nos mostrou a que a série veio. E para nossa felicidade a demo subiu, ainda que tenha sido bem pouco, e novos episódios foram encomendados, como eu já havia comentado semana passada. Espero que Last Resort garanta pelo menos uma temporada completa porque a série merece.
Pra começar, finalmente tivemos uma negociação entre os tripulantes do Colorado e o governo norte americano que enviou representantes a ilha. Para deixar a tensão que já seria grande ainda maior o pai da Grace foi enviado junto na “missão de paz”. Chaplin mostrou toda sua integridade e bondade durante o processo de negociação e quase conseguiu um bom acordo para Grace e para Sam, o que só não ocorreu por conta das tramas paralelas que deram errado (e, é claro, porque obviamente Grace e Sam não iriam embora da ilha tão cedo). Mas foi um show de atuação e um show de integridade. Foi lindo a tropa mostrando lealdade ao comandante depois dos acontecidos no episódio passado. Gosto cada vez mais do Chaplin.
Enquanto isso Grace comandava a mão de ferro o submarino e colocou Prosser no seu devido lugar, sabendo adotar a postura mais adequada aos fatos, ainda que tenha ficado em encruzilhadas algumas vezes. Ao escolher entre a vida de James e de toda a tripulação ela acabou optando pela vida da tripulação. Mandou atacar quando foi necessário e não se deixou levar pelo emocional na hora de tomar as decisões. Felizmente tudo acabou bem. Mil pontos pra Grace. A propósito, amei a cena em que Prosser e os outros tripulantes batem continência para a “capitã”.
Em Washington Kylie procurava contatar Christine para que as duas unidas possam desmascarar o governo americano e desvendar as conspirações que envolvem o caso. Christine mostrou que é mais esperta do que qualquer um de nós podia pensar e que já sabe que o advogado e amigo de Sam é um agente do exército americano que está vigiando ela. Adorei o que ela fala sobre ser amante do marido, pois o verdadeiro amor dele é o país.
As três tramas se articularam muito bem e nem pareciam ser coisas separadas. A tensão perpassou todo episódio e quase me fez roer as unhas. Eu nem sei porque não vou dar 5 estrelas pra esse episódio, porque ele talvez até merecesse.
As melhores cenas foram sem dúvidas o momento em que resolvem não cumprir o acordo e o pai da Grace, com medo que bombardeiem o submarino e a filha morra resolve atirar contra o secretário de defesa e a responsável pela negociação. Ele acaba indo preso. E as cenas em que Grace precisa agir, sob pressão, no comando do submarino para que o maior número de possível de pessoas seja salvo. E ela ainda bota uma banca bonita quando pega o telefone e passa o recado.
Last Resort tem ótimos personagens que me fazem ter uma ligação cada vez maior com eles. São capazes de me tocar fundo e de me fazer sentir – amor, orgulho e em alguns casos até ódio. Gosto cada vez mais da Camille e da Grace, também.
Eu imploro pra que salvem a série. É muito boa. Merece pelo menos uma temporada completa. Apelarei aos Deuses dos seriadores para que a série não seja cancelada.
Hart of Dixie – Suspicious Minds
29/10/2012, 20:27.
Anderson Narciso
Reviews
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O episódio desta semana de Hart of Dixie foi muito bom. Isso porque os fãs do casal “Zade” estão em festa. Parece que quando os produtores disseram que esta seria a temporada deles, não estavam para brincadeira. E há de convirmos que a química dos dois está melhor do que nunca. Tudo bem que uma parcela dos espectadores ainda gosta de Zoe com George, mas eu comemoro … torço por Wade e Zoe.
Mas a relação dos dois não está simples. Isso porque eles continuam fazendo sexo casual, mas já estão bem envolvidos. Tanto Zoe, quanto Wade. Mas acho que Wade não demonstra tanto igual demonstrava. O que vem dando certo no quesito irritar a médica, que flagrou uma mulher entrando na casa do cara – e com a meia dependurada na porta. É, todo mundo pensou o que ela pensou. E querendo passar a frente, Zoe marca um encontro casual com o primo de Ruby para fazer ciumes em Wade. As cenas dela bêbada foram hilárias. Mas depois, tudo foi esclarecido, e a mulher não era só uma transa de Wade, e sim uma atendente da loja de pisos para a reforma da casa de Zoe. A doutora ficou mais do que sem graça por ter feito a confusão, e acabou assumido para ao rapaz que quer manter uma exclusividade entre os dois. Mas o orgulho deles é bem alto para assumir que estão namorando. Ah, mas quem liga? To gostando muito, e espero que a história dos dois continue neste ritmo. E com bastante química, que eles tem de sobra!
As eleições de Bluebell começa a criar seus plots. Isso porque Lemon agora se envolve no assunto. No episódio passados vimos a loira se oferecendo para ser coordenadora da campanha de Lavon, que não levou a proposta muito bem. Mas depois de aceita, ela começa a surtir efeito, fechando parceria com um tal de Clube da Coruja (mas o que diabos é isso?). Só que a coisa desanda quando ela tenta roubar um teste de gravidez – depois de ter passado o dia inteiro enjoada -, e é pega no flagra. Mas Lavon estava junto e acaba assumindo a culpa. DSó que cidade pequena, sabe como é as coisas. Fofoca voa mais rápido que uma bala. E dessa vez, acaba sendo culpa de Zoe, que bêbada, deixa a noticia escapulir e cair nas mãos de Ruby que adora, e manda a manchete para o jornal. Achei que, Ruby não fez nada de errado como concorrente de Lavon. Infelizmente, hoje em dia na política o negócio ta é assim. Mas Ruby decepcionou Zoe, que acabou compartilhando para ela seus sentimentos e dúvidas sobre Wade – já que Lavon não queria ouvir. Entretanto, fazer o que? E sinceramente? Começo a torcer por Ruby ganhar. Sempre me incomodou o cara ser prefeito e passar o dia inteiro cozinhando. Quem sabe Bluebell não precisa mesmo ser modernizada?
E neste meio todo, gostei muito de rever Lavon e Lemon próximos de novo. São dois personagens que funcionam muito bem juntos. Já havia comentado isso em outras reviews, e parece que os produtores pensam igual. Quem sabe esta parceria dos dois acabe em aproximando eles sentimentalmente? Eu ia gostar.
Entretanto, o episódio teve também histórias chatinhas. A começar por George e a namorada esquisita dele, que só fala, fala, fala, fala … E ele ainda vem me dizer que estava sem graça de terminar com ela? É George, você é chato até na hora de terminar um namoro com uma mulher daquelas. Acho que o personagem não tem salvação. E espero que fique ele fique bem longe da Zoe. É pedir muito?
E quanto a outra história sem graça, Brick e e Magnólia com seus momentos “somos ricos, não sabemos fazer nada”. Parece que Lemon foi a escrava deles por anos. Até parece que ela sabe fazer tanta coisa assim. Acho que, em Bluebell, as empregadas domésticas devem estar em falta. Porque, para ter história tão bobinha como aquela … será falta de criatividade para os personagens?
E ainda quero ver as eleições em Bluebell mais explorada. Aliás, sinto que o dia das eleições será uma verdadeira confusão. Vamos aguardar os próximos episódios…
The Good Wife – Don’t Haze Me, Bro
29/10/2012, 18:05.
Marco C. Pontes
Reviews
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The Good Wife em seu melhor.
O episódio da semana passada foi somente aceitável. O caso da semana foi moderadamente divertido mesmo que tenha tido uma resolução lamentável. Só queria que a série consertasse logo o plot de Kalinda e decidirem, de uma vez por todas, o que Alicia realmente quer (mesmo que isso seja difícil).
Por isso, esse episódio entreteve bastante, principalmente por não ter dado nenhum tempo de tela para o marido da Kalinda, ter dado mais tempo de tela para Cary e ter apresentado um caso interessante.
Foi bastante interessante a participação do Lionel Luther, John Glover. Ele conseguiu interpretar muito bem um advogado de defesa, aparecendo com todas as teorias possíveis e impossíveis sobre o caso do trote contra o menino, que morreu afogado por causa disso. Teve suas reviravoltas e fez com que Alicia e Diane tivessem que trabalhar dobrado para conseguirem vencer. Sem contar que fez com que Diane brilhasse pela primeira vez nessa nova temporada.
Geralmente a personagem se envolve com os casos dos outros personagens, mas isso não é certo. Diane é provavelmente a personagem feminina mais bem trabalhada da série (sim, Kalinda está em uma maré duvidosa de desenvolvendo e Alicia, convenhamos, nunca teve muito um bom desenvolvimento), e é uma pena que não a usem com mais frequência. Foi só visitar rapidamente seu 27º andar (que nem pertence mais à firma) para que Diane se sentisse motivada a ganhar o caso de qualquer maneira.
É sempre bom ver Cary ter mais presença na série, mas não será saudável se, ao colocar Cary e Alicia na mesma sala, vire novamente o plot da primeira temporada, a competição entre eles. Já está totalmente ultrapassada essa narrativa, espero que a série saiba utilizar melhor os personagens.
Da mesma forma, Maddie é uma personagem que ainda se encontra muito mal utilizada. É difícil até de acreditar no que ela fala, por que toda essa amizade que ela anda forçando com Alicia é bastante suspeita. Porém, sempre é bom ter mais um tempero na série no quesito feminino, mas Maddie com certeza deve ter um motivo maior por trás de toda doçura – um motivo que vai além de ganhar bebidas grátis em restaurantes.
Jackie finalmente retornou e não poderia ter sido melhor. A mulher é a mãe coruja mais problemática do mundo todo, já que faz mais danos do que qualquer outra coisa. As participações da mama de Peter obviamente sempre são boas, principalmente quando ela tem que lidar com a tecnologia e faz tudo no computador MENOS conseguir acessar uma simples pasta.
Uma narrativa que pode se tornar algo muito interessante ou algo totalmente estúpido é o plot da ‘traição’ de Peter com uma voluntária de sua campanha. Mais uma vez, a história que a ‘outra’ contou pareceu bastante suspeita, especialmente depois de descobrirmos, por meio de Kalinda, que precisaria de um cartão especial para conseguir aparecer no andar em que Peter estava, mas, por outro lado, Kalinda também descobriu que Eli mentiu sobre estar presente ou pelo menos com a porta aberta, naquela noite.
Depois de descobrir exatamente que dia foi que aconteceu, Eli, se realmente estava presente no quarto ao lado de Peter, nem precisaria de Kalinda para terminar a investigação, afinal só a palavra dele bastava. Por isso, é provável que Eli esteja realmente mentindo ou ele simplesmente aumentou a verdade para que Kalinda se sentisse mais motivada ainda à descobrir o que aconteceu em 30 de setembro.
De qualquer forma, teremos que esperar até o próximo episódio para descobrir como será o desdobramento do vazamento da história, afinal não terá como Eli conseguir censurar um blog de publicar uma história, simplesmente por motivos de: ser um blog.
The Good Wife repetiu sua fórmula de sucesso em um dos melhores episódios – e provavelmente o melhor episódio da temporada – da série, mas ainda está em estado de observação após apresentar três episódios medianos com narrativas que não condizem com os personagens. Mesmo assim, segue sendo uma das melhores séries drama na TV aberta de todos os tempos.
PS: semana que vem a Tati Leite estará de volta!
Once Upon a Time – The Doctor
29/10/2012, 17:21.
Mario Madureira
Reviews
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Da mesma forma que as outras séries, Once Upon a Time também entrou na onda do Halloween e nos trouxe a história do Dr. Frankenstein. Para quem havia assistido a promo do episódio, já desconfiava que essa fosse a identidade secreta do homem que pode trazer os mortos a vida. Ou quase isso. Nos encontramos num processo em que todos os aspectos encontrados nos relacionamentos amorosos são explorados de modo simbológico na série. Aqui se encontra a grande questão: até que ponto alguém é capaz de chegar para buscar o grande amor? É claro que cada um tem a sua concepção pessoal, mas eu acredito que a Regina é e será o personagem que mais sofre por amor de toda a série. Branca de Neve pode ter se separado várias vezes do James. Rumple pode estar no dilema amoroso com Bela. Mas todos eles tem o seu amor. Se formos pensar, até Ruby que perdeu o seu amor, se recuperou ou assim pensamos. Regina não. A rainha má foi criada por uma mãe problemática, tornando a filha da mesma forma. O amor transforma as pessoas. Quem não se emocionou vendo Regina desesperadamente tentando impedir David de matar Daniel? Será que a rainha má também não merece um final feliz?
Toda essa crise existencial, levou Regina a iniciar um tratamento com o Grilo Falante. Será que o uso da magia está suprimindo o amor incondicional que Regina tinha por Daniel? Este é o momento para pensarmos no futuro da vilã. Será que ela amará novamente? Ou será que os roteiristas prepararam um terrível sofrimento para ela? O interessante visto nesse episódio é que ainda não tínhamos chegado ao ponto em que a moral da Regina boa havia chegado com a Regina má. Sabíamos apenas que havia tido uma transação dessa moral, mas nunca sabíamos em qual momento. Rumple, mais uma vez, destruiu o sonho das pessoas e fez com que Regina fosse a atual Regina. Apesar de toda a maldade que Regina fez, ela não é a vilã principal. Ela é a personagem das versatilidades… Ela é aquela personagem que vai se questionar o que é o certo e o que é errado. Quem é a Regina? O que ela quer para a sua vida a partir de agora?
A volta do Daniel serviu também como meio de descobrirmos quem era o Dr. Whale. Sua verdadeira história ainda não foi revelada, mas sabemos que ele está em busca de ressuscitar o seu irmão. Quem também estava no meio dessa tramoia, foi o Jefferson, que pela primeira vez, se pensarmos no contexto histórico e linear da história, ainda não havia tido Grace, portanto, ele ainda era um moleque em busca de ganhar uma boa grana. O interessante dessa participação é que descobrimos que esse foi o primeiro encontro que ele teve com Regina, desencadeando toda aquela história dele e do País das Maravilhas, que eu ainda espero ser tratada na série. No total, juntamos quatro dimensões até agora: Mundo dos Humanos, Floresta Encantada, País das Maravilhas e o Mundo que Dr. Frankenstein vive. E ainda tem gente se perguntando se a série ainda vai ter história para contar! O universo estabelecido em Once Upon a Time é grandioso.
Previsto desse do começo da temporada, David está ensinando a Henry a como se tornar um cavaleiro. Como eu havia dito antes, Henry representa toda a comunidade infantil que assiste a série e que vai crescer assistindo-a. Imaginem a série daqui a algumas temporadas com Henry adolescente e cuidando do castelo dos pais?
E a jornada de Emma e Branca continua. Cora começa a colocar as manguinhas de fora, achando que ia enganar Emma, mas não deu certo. O capitão gancho quase ficou sem os outros membros e foi salvo pelo gongo ao prometer leva-las para Storybrooke. Mas primeiro, elas precisam encontrar uma bússola que está em nada mais, nada menos, que nos castelo que só pode ser encontrado subindo o gigantesco Pé de Feijão! Será que somente eu delirei ao ver essa cena?
De modo geral, a cada episódio que passa, estou adorando ainda mais Mulan e o novo relacionamento estabelecido entre Branca e Emma. Mas aqui nos deparamos com um futuro incerto. O que Mulan e Aurora esperam ajudando Branca e Emma? Elas também vão para Storybrooke?
Percebi algo interessante: Once Upon a Time se resume em duas palavras – amor e vingança. David sabe muito bem disso!
Elementary – The Rat Race
29/10/2012, 09:30.
Gabriela Assmann
Reviews
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The Rat Race manteve a média da semana passada. Conseguiram fazer com que os dois casos se cruzassem de uma maneira bem interessante, o que resultou em um bom episódio.
Além dos casos serem bem legais foi surpreendente para mim o fato da secretária ser a assassina. Achei bem divertido também o Holmes entre os executivos, dando um jeito de arrancar dinheiro deles e redistribuir.
E teve mais duas coisas no episódio que eu gostaria de destacar. Gostei do fato de que Holmes finalmente conversou com Gregson a respeito do seu vício em drogas e álcool e viu que o capitão era mais esperto do que ele pensava. Gregson já sabia que Holmes havia sido viciado e percebeu que ele tava se recuperando. Gosto da relação dos dois. Acho que ele é o mais próximo que Sherlock tem de um pai e de um amigo.
Legal também foi que finalmente a Watson começou a deduzir as coisas. E foi divertida a maneira como ela começou a deduzir, descobrindo que o novo affair dela tinha mentido sobre um casamento. A coitadinha tem azar no amor, porque cm o ex dela já deu tudo errado e agora com esse de novo. O cara além de mentir pra ela resolveu dar o pé porque ficou com medo das deduções que ela é capaz de fazer. Acho que ela vai tentar se envolver com todo tipo de homem e no fim vai acabar ficando com o Sherlock.
O Holmes esteve em apuros e mais do que nunca precisou de Watson. Dessa vez ela não foi a responsável por ajudar a desvendar o caso, mas sim por ajudar a salvar o amigo que havia sido raptado pela assassina.Ele foi meio bobo, mesmo. Correu muito risco. Não dá pra fazer as coisas assim tão sem cuidado. Não sei como a genialidade de Sherlock deixou passar essa.
O mais engraçado de tudo foi ele tentando transformar a roubada em que se meteu em genialidade, como se tudo tivesse sido calculado, o que todos nós – e a Watson também – vimos logo de cara que era mentira. No fim ele acabou admitindo a importância dela e até a incentivou a continuar estudando. Acho que ele vai incentivá-la cada vez mais.
Achei muito interessante também a reflexão que os dois fazem no final do episódio. Esse caminho que escolheram – de ajudar as pessoas – muitas vezes acabará por ser um caminho muito solitário, já que alguns terão medo, outros não gostarão de saber da capacidade deles de sempre desvendar todos os mistérios… Senti uma pontinha de dor de cotovelo no Holmes nesse momento, mas acho que no fim os dois se aproximarão também por conta disso.
Espero que a série continue assim, melhorando a cada episódio. Pelo menos agora fico mais motivada para assistir.
Nuvem de Séries
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