TeleSéries
The Walking Dead – Killer Within
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Na review do episódio anterior eu disse que The Walking Dead estava entrando por um caminho até então estranho ao seriado. Além do núcleo de Rick e companhia, agora o Governador e a cidade de Woodbury também vão estar presentes nesta temporada da série. Em Killer Within acompanhamos um episódio que mesclou os dois núcleos e o resultado foi a produção do melhor episódio da terceira temporada até agora. A morte e a vida nunca estiveram tão à flor da pele no roteiro de The Walking Dead como nos foi apresentado em Killer Within e agora a expectativa fica toda focada no encontro entre os dois núcleos do seriado.
O dia no presídio cercado por errantes começou com muito trabalho, mas logo se tornou um dos mais sangrentos da série. Apesar de ter dado pena dos dois presidiários que agora querem fazer parte do grupo de Rick, foi um dos presos – que se pensava já estar morto – que causou toda a confusão que rendeu pelo menos duas baixas no elenco principal. Aliás, ser ator em The Walking Dead é viver perigosamente próximo de perder o emprego na próxima cena.
T-Dog e Lori foram personagens que não conseguiram despertar muita compaixão nos espectadores e Lori já havia se tornado uma das personagens mais irritantes, mas eles acabaram deixando a série como heróis. A morte dos dois foi emblemática, T-Dog pela violência e pelo sacrifício em tentar salvar Carol. Já Lori desistiu de lutar pela vida para tentar salvar seu filho, levou Maggie a improvisar uma cesariana e Carl a ser obrigado a atirar na cabeça dela após sua morte e evitar que voltasse como um zumbi.
A cena desoladora do final do episódio é candidata a uma das mais marcantes desta fall season americana e é a mais impressionante da série até agora. A chegada de Maggie e Carl com o bebê é marcada pelo choro que interrompe as ordens de Rick. O grupo precisou lidar com a morte de uma forma muito pior do que a morte que os persegue desde a primeira temporada. Rick se desespera, Carl fica imóvel, cada um lida com a morte da sua forma. Superar uma perda dessas vai exigir muito mais, não só de Rick e Carl, mas de todo o grupo que agora fica bem mais fragilizado. Ainda mais com a chegada de um novo membro tão frágil, mas que ao mesmo tempo simboliza muito para aquele grupo de pessoas.
Carl e Rick poderiam ficar alguns episódios choramingando a perda de Lori, mas acredito que as necessidades do bebê nos pouparão desse martírio. Com as cenas que podemos ver do próximo episódio logo o bebê vai precisar de mais cuidados médicos e exigirá que o grupo vá atrás de ajuda.
Enquanto isso em Woodbury Michonne e Andrea se preparam para seguir seu rumo pela costa americana. No entanto a cabeça das duas amigas anda bem diferente, enquanto Michonne foi vasculhar a nova frota de veículos da cidade e já sacou o que aconteceu com os militares, Andrea anda cada vez mais encantada pelo Governador, ou melhor, Philip. A moça não anda tão carente como se pensava já que dispensou Merle, mas vamos combinar que não é preciso muito esforço para dispensá-lo. O Governador tem se esforçado para manter as duas na cidade, tenta encantar Andrea, mas parece ter muito mais interesse em Michonne.
A conversa de Andrea e do Governador foi interessante. Depois de buscar apenas a sobrevivência, o que mais deve-se esperar desse novo mundo apocalíptico? Andrea não parece mais tão idiota quanto no episódio anterior, mas o Governador está muito mais manipulador. Michonne e Andrea parecem o tempo todo estar sendo cercadas dentro de Woodbury, apesar de somente Michonne ter precebido isso. O conflito de opiniões leva a dupla a ficar mais uns dias em Woodbury, até quando isso será seguro não sabemos.
Merle está decidido a achar seu irmão Daryl, mas do jeito que as coisas estão feias com o pessoal do presídio é possível que Daryl chegue antes em Woodbury. Até por que o Governador não autorizou a saída de Merle a não ser que ele consiga mais informações sobre o paradeiro do irmão. Bem, a não ser que Merle pergunte para algum errante próximo da cidade quem mais em Woodbury poderia ajudar? O certo é que depois desse episódio o mais esperado em The Walking Dead é o cruzamento dos dois núcleos da série. Fiquem com as últimas palavras de Lori e até semana que vem!
“Good night, Love” – Lori.
PS1: No final das contas o treino de Carol com a errante acabou não servindo para nada a não ser nos deixar com o estômago revirado.
PS2: Carl anda cheio de sorrizinhos correspondidos com a filha do Hershel, Beth. Definitivamente ele acha que virou homenzinho.
PS3: Não ficou muito claro se Carol também morreu, Rick diz que sim quando Hershel o questiona. Quando eles encontram o corpo mutilado Daryl pega do chão o que pareceu ser o lenço que Carol usava na cabeça. Eu acredito que ela ainda pode estar viva.
PS4: Mandou bem o velho Hershel nas muletas, sobrou até para um dos errantes.
Covert Affairs – Man in the Middle
06/11/2012, 16:17.
Mario Madureira
Reviews
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Sabe aquele sentimento de rancor que você guarda dentro de si e chega num momento em que você não consegue mais segurar? Pois então, Annie finalmente soltou os cachorros nesse episódio e provou que não é mais aquela espiã dócil que era antes.
Acredito que a única coisa que não tenha mudado entre a antiga personalidade de Annie e atual é o sorriso no rosto quando fala com o Auggie. O relacionamento de ambos ainda permanece forte, apesar de estarem distantes desde o começo da temporada. O interessante é que o motivo dos roteiristas terem realizado uma missão que só envolvia tanto Annie quanto Auggie, foi para poder explorar Annie de modo mais significativo, sem se preocupar em sempre deixar Auggie presente na vida dela. O que acontece agora é que Simon morreu e a missão da Rússia acabou. O momento é perfeito para mostrar a distancia que ficou e as consequências dessa missão na vida de Annie. A verdade é que todo espião tem uma missão que marcou sua vida e o que o tornou o que é no presente. Será que Annie ficará fria e presa a sua paixão por Simon para sempre?
Quando o meu amigo morreu na explosão, você me deixou ser transferida. Quando me jogaram numa prisão russa, você me deixou apodrecer sem esperança. Eyal foi me salvar. E agora questiona a minha integridade por conta da minha relação com ele? Uma relação que você me fez explorar enquanto era conveniente para a Agência. – Annie Walker
De fato, a cena mais marcante do episódio foi entre Annie e Joan. Em toda a série, eu nunca presenciei uma discussão tão intensa e tão sincera, quanto à desse episódio. Estamos adaptados com aquele Covert Affairs com uma missão por episódio e sem explorar de forma significativa a vida dos personagens. Chegamos a uma terceira temporada que pedia, encarecidamente, que esse tipo de trama fosse explorado para a série se manter. E sinceramente, depois de ter provado desse novo Covert Affairs, não quero mais o antigo. Essa nova visão da história, dos personagens, convence o fã a se apegar mais nas histórias dos personagens. No antigo Covert Affairs, jamais Annie diria a Joan que a culpa de sua perda amorosa fosse da Agencia e de sua doutrina rigorosa e muitas vezes fria. Estamos presenciando um crescimento estrondoso na vida de Annie Walker.
Será que Eyal é confiável? Será que para ele trabalhar na Mossad é mais importante que sua amizade com Annie Walker? O que ele sente por ela de fato? É nesses momentos que da um medo de imaginar Annie se apaixonando por Eyal. Quer dizer, não que ambos não façam um casal bonito, mas eles não foram destinados a ficar juntos. Se isso ocorrer, estragará o relacionamento por inteiro e não é isso o que nós queremos. Na verdade, Annie sente por Eyal um relacionamento de amizade, mas eu acredito que o sentimento não seja recíproco. Da para perceber nos olhares de Eyal para Annie que ele sente algo a mais por ela.
Ainda estamos presos no grande segredo de Joan. Ela está fazendo algum tratamento com um grupo de pessoas. E a bomba: ela está fazendo isso com o seu ex-amante. É isso mesmo que vocês ouviram! Seth era amante de Joan! Quem imaginaria que aquela mulher cheia de ditaduras pessoais e uma vida reservada fosse capaz de fazer algo do tipo? E, sinceramente, Arthur tomou a decisão certa em pensar a respeito. As três pessoas que ainda não sabem do segredo da Joan são: Auggie, Annie e eu. O que será que ela está passando? Que crise é essa?
Chegamos a um ápice em que a confiança de qualquer pessoa será testada. Em quem Annie deve confiar?
Curiosidades: Christopher Gorham (Auggie Anderson) dirigiu o episódio dessa semana! Tem futuro, viu!
Dexter – Do The Wrong Thing
05/11/2012, 23:03.
Juliana Baptista
Reviews
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Sinceramente, o Harry não é a “pessoa” mais sensata dessa série? Cada episódio que passa, me identifico mais com ele. Adorei o diálogo inicial em que Dexter fala que precisa matar Hanna porque ela não é inocente e Harry tenta lembra-lo de que ele já tem problemas o suficiente (aka Laguerta e Sirko).
Entendo que ele precisa aliviar o stress e tudo mais, mas não agora! Deb ainda está no pé dele, todo episódio descobrindo vítimas novas e ficando cada vez mais surpresa e decepcionada com o irmão. Quando Laguerta contou pra Deb sobre a suspeitas de que o pessoal do Jordan Chase também tinha sido vítima do Bay Harbor Butcher, a cara da Debra foi impagável. Coitada, tentando manter a poker face enquanto pensava quanto o irmão estava ferrado. Mas fala sério, como que a Laguerta começou a criar essas teorias da noite pro dia? Tudo isso é o amor reprimido dela pelo Doakes impulsionando a justiça pela memória dele? Pára mulher, não mexe nisso!
E a nova pedra no sapato é Sal Price, o escritor que anda investigando o caso do Wayne Randall para conseguir mais material para lançar um livro sobre a Hanna McKay. Pois é, não foi só o Dexter que desconfiou da inocência dela nos crimes do namorado. Achei Sal bem charmosinho, mas não sei se ele seria um bom par para Debra. Acho que eles poderiam ter apenas um caso, ele falaria mais das teorias dele sobre Hanna e faria com que ela ficasse disposta a prender a moça.
Debra precisa mesmo sair e ter alguns encontros. Coitada dessa moça, desde a temporada passada que ela está sofrendo, em crises, sem contar que desde que a série existe, ela nunca consegue ser feliz. É Ice Truck Killer tentando mata-la, Lundy morrendo, Quinn sendo babaca, daí ela acha que é “apaixonada” pelo irmão e descobre que ele é um assassino em série. Pelo amor, deem uma folga pra ela! A crise de Batista e a história da aposentadoria a fez repensar em sua vida e desencanar, pelo menos algum momento, mas daí o escritor consegue colocar mais lenha na fogueira.
E o Quinn? Gente, o que esse cara está fazendo no planeta terra? Desde que apareceu, só faz merda. Ele não percebeu que os Koshkas já devem ter dado um fim na Nadia? Sem contar que esse romancinho está super sem graça. Primeiro, ele tenta se fazer de certinho, depois acaba aceitando o suborno dos caras da Fox Hole. Ele sempre foi corrupto, tentar bancar o bom moço não ia colar a essa altura do campeonato. Só que o JÊNIO foi roubar as provas contra o Sirko e no próximo episódio a bonecona russa está a solta para assombrar Dexter. Obrigada Quinn, mais uma vez molhando o pé do frango do Dexter.
E o que foi aquela cena do Sirko na prisão? Ele imobilizou o brutamonte sem nem despentear o cabelo! PFVR querendo um autógrafo agora. Ele acabou de garantir o lugar na lista dos Top Antagonistas Fodas de Dexter.
E vamos falar do que interessa? Iogurteira Top Therm Hanna McKay! O que essa mulher está fazendo com o Dexter? Ele nunca foi atirado assim durante todas essas temporadas! Sempre foi discreto, na dele e esperava o momento certo para atacar. Agora ele stalkeia a moça na cara dura, joga uma sedução pra cima dela e ainda chama pra um encontro? O que é isso, minha gente?
No começo, esse jeito engessado de Dexter me irritava, porque eu não conseguia aceitar que alguém realmente fosse assim. Com o tempo me acostumei com esse jeitão e não consigo enxerga-lo de outra forma. Acho que não surpreendeu só a mim essa abordagem dele, todo insistente, jogando um charme pra cima da loira.
No fim das contas, estou gostando de Hanna. Ela ainda tem o mesmo espírito de quando tinha 16 anos e estava na estrada com um cara maluco, só que agora ela é mais cautelosa e se preocupa em apagar seus rastros. Mas Dexter não devia culpa-la, já que ele também tem uma necessidade de matar.
Achei muito bonita a cena dela entrando no Santa’s Holyday Adventure, vendo a neve cair, as luzes de natal todas ligadas. *___* Dexter pensou em tudo. Mas nada, nada, nada supera a cena final! Ela toda enrolada em plástico na mesa, ele dizendo que ia matá-la e ela irredutível. “Faça o que você tem que fazer”. E ao invés de enfiar a faca no peito dela, ele corta o plástico e começa a bilugação astral! O que que é isso, minha gente? Quem nunca resolveu desistir de um homicídio e deu uma com a vítima, não é mesmo? Desde Lumen que a gente não vê esperanças em um parzinho para o Dexter. Mas diferente de Lumen, Hanna tem um ar perigoso, e ele não pode confiar nela, mas pelo outro lado, ela é uma mulher muito mais forte e determinada.
Grimm – The Hour Of Death
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“E marcado sobre a besta, o sinal de sua família. Ninguém viverá após tê-lo visto”.
Sono. Alguns episódios de Grimm nesta temporada foram dignos de nos proporcionar uma boa noite de sono. A sonolência era tanta que talvez nem conseguíssemos ter pesadelos com os wesen que apareceram nos episódios. No entanto, a série recuperou a força que abriu a sua segunda temporada, primeiro com o episódio especial de Halloween, La Llorona, e agora com o arrebatador The Hour Of Death. Se alguém dormiu assistindo o episódio de Grimm desta semana teve uma noite de sono regada a pesadelos, como os que têm atormentado as noites de Nick no sofá da sala da sua própria casa.
O episódio foi nervoso do início ao fim, no ritmo do Nick. As noites do Grimm andam realmente mal dormidas e a pouca qualidade no sono já tem interferido no trabalho do moço. Em The Hour Of Death, Portland é ameaçada pela presença de outro Grimm, e não é um do tipo que bebe cerveja com um wesen no bar, é do tipo que mata sem escrúpulos qualquer wesen que aparecer pela frente. Nick demorou para entender a marca que o Grimm fez nas suas vítimas, precisou de Monroe (sempre ele), para descobrir que a marca era um ”G”. O blutbad ainda teve que dar mais uma mãozinha porque o Grimm ainda perguntou: “G de quê?”. Vai dormir Nick!
A surpresa do episódio foi justamente o novo Grimm, ou o falso novo Grimm, ou ainda, o estagiário atrapalhado de Nick que na verdade era um assassino sanguinário e inescrupuloso. A única coisa ruim que posso apontar em The Hour Of Death é o fato de que não teremos mais o atrapalhado Ryan andando pelos corredores do Departamento de Polícia de Portland. Por outro lado foi uma ótima surpresa Ryan ser na realidade um fã de Nick que tentava imitar o trabalho de um Grimm do mal por não suportar ser um wesen.
The Hour Of Death foi tão bom que evidenciou outros dois personagens que vem pedindo espaço faz tempo. O sargento Wu além das tiradas engraçadas tem dado boas assistências aos casos de Nick e Hank e dessa vez foi fundamental para descobrir quem era o assassino dos sequestradores. Outro personagem que sempre diverte muito é o wesen Bud. Ainda bem que Nick e Hank conseguiram chegar a tempo de salvá-lo, foi engraçadíssimo ver Bud abraçando os dois detetives e Grimm não seria a mesma sem ele.
Quem roubou a cena no episódio foi Juliette. Apesar de não ter gostado do papo da mulher misteriosa que encontrou no episódio anterior, a moça não deixou barato as suspeitas da estranha e começou a procurar notícias sobre o paradeiro de Adalind. Na review passada comentei que ela deveria ter ficado com uma pulga atrás da orelha, mas agora Juliette está com um problema muito maior. Sim, isso é possível. Além de morar com um suposto namorado do qual ela não lembra nada, a veterinária descobre que pode ter sido vítima de um envenenamento e para completar a novela das nove o chefe do namorado dela a beija e faz Juliette lembrar que ele já beijou ela anteriormente na noite em que ela acordou do coma. Ufa.
Finalmente o capitão Renard mostrou a que veio. Nick tinha ganho muitos pontos com a namorada depois que resgatou as crianças desaparecidas, mas será que ser um bom moço é páreo para o meio príncipe de Portland? O beijo de Renard em Juliette obriga a moça a tomar alguma atitude além de simplesmente fugir do capitão no café da esquina e ainda esquecer os óculos.
Na promo do próximo episódio To Protect and Serve Man é possível ver que Juliette abre o jogo com Nick e conta que está tendo sentimentos por outro homem. Nick (fofo) enche os olhos de lágrimas. Eu voto para que ele consiga um par menos mosca morta e mais divertida, mas vamos ver como fica o coraçãozinho do Grimm depois da namorada abrir o jogo com ele. O que será de Nick agora? Suas noites de sono devem piorar, o que ele precisa decidir é qual é o melhor sofá para dormir, o do Hank ou do Monroe?
Confira a promo do próximo episódio To Protect and Serve Man logo abaixo e preste atenção no início: só mais dois episódios de Grimm vão ao ar em 2012. Depois só ano que vem.
PS1: Como Ryan conseguiu esconder seu lado wesen tanto tempo de Nick?
PS2: Porque os wesens estavam tentando raptar a moça afinal de contas?
PS3: Que tipo de wesen é Ryan? Além de ser o mais feio que já apareceu até agora.
Hart of Dixie – Walkin’ After Midnight
05/11/2012, 22:46.
Anderson Narciso
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É Halloween em Hart of Dixie. E o dia das Bruxas em Bluebell foi mais do que agitado. Muitos acontecimentos em uma noite que prometia no baile de máscaras da cidade.
E tudo começou com Zoe achando que estava sendo perseguida, ao encontrar sua cama revirada. Só que ela fica surpresa ao descobrir que na verdade era George que estava fazendo isso, em consequência a um sonambulismo. A médica se prontifica a ajudar, mas Wade não gosta nada. Aliás, ele até tenta ser indiferente, mas acaba caindo em si que, a partir do momento em que ele e Zoe decidiram ser monogâmicos, deveria ser feito de ambas as partes. Obviamente, George ainda está ligado e esperançoso sobre a médica, mas Zoe parece estar desencanando dele. Ou isso, ou ela está agindo com uma adolescente de 15 anos. E sinceramente, espero que, ela caia logo na real em relação a seus sentimentos sobre Wade. Porque ficar nesse joguinho, é no mínimo, bobo.
Aliás, Zoe está meio chatinha ultimamente. Esse lance de tratar o sexo com Wade apenas como algo casual, mas na verdade, demonstra um sentimento maior, mas sem admitir, andou me irritando. E neste episódio, ela quase beijar George, e ainda perguntar ao sonambulo se eles eram felizes, não me agradou. A personagem já esteve melhor. Aliás, falando em estar melhor, eu sinceramente gostaria de ver George se desenrolar com a amiga de Wade, fornecedora do Rammer Jammer. Senti uma química ali. Quem sabe, o advogado melhora sua personalidade com ela?
Lemon mais uma vez esteve bem. Muito bem. Além disso, nos contemplou com sua versão de Marilyn Monroe. Ponto para a produção. E neste episódio, mostrou ainda mais, o novo lado de Lemon. Isso porque Annabeth resolveu que, para conquistar votos de uma família que torcia contra o time em que Lavon jogou, ela que tem laços com o outro time, deveria aparecer como namorada do atual prefeito, e abocanhar os 22 votos que eles precisam para ficar na frente de Ruby. Lemon não concordou, dizendo que isso seria contra a verdade que Lavon defende em sua campanha. Mas é claro que a loira foi contra porque ela estava morrendo de ciumes de Lavon. E aqui fica novamente meu apelo: coloquem Lavon e Lemon juntos de novo. Este casal chega me agradar até mais do que Wade e Zoe juntos. E a Lemon de agora iria compor um casal ainda melhor com Lavon. Estou na torcida.
O episódio foi bem leve e divertido. E demonstrou que, Wade está cada vez mais se apaixonando por Zoe. Enquanto que, ela mais uma vez não sabe o que quer. Só que estou achando que Wade não sairá bem dessa história, coitado. E aí eu vou ficar bem irritado com a médica.
No dia 06 não teremos episódio inédito – provavelmente devido as eleições presidenciais. Mas no dia 13 a série retorna com sua própria eleição. Descobriremos quem será o novo prefeito de Bluebell? Até lá.
New Girl – Halloween
05/11/2012, 11:56.
Maria Clara Lima
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Ei garota, o que você está fazendo? (Nada) Ei, garota, para onde você está indo? (Lugar nenhum) Quem é essa garota? (Nem sei mais). Quando New Girl começou, parecia que a série seria sobre uma garota dorky, com hábitos engraçados, aprendendo a conviver com três caras. Antes de New Girl se tornar “The Zooey Deschanel Show” a série iria se chamar Dicks and Chicks, uma divertida história sobre a guerra dos sexos.
Hoje em dia eu não faço ideia qual é o mojo de New Girl. Não é que é uma série ruim, é uma comédia mediana de bons momentos, mas me incomoda uma falta de propósito nessa história. E às vezes penso, “poxa, é só uma comédia, não leve tão a sério”, mas aí logo em seguida eu assisto a despretensiosa Baby Daddy e lembro que comédias podem ser leves, sem aquele apelo genial de um Globo de Ouro, e ainda serem boas.
Assistir New Girl tem sido um exercício de paciência. A comédia não tem desempenhado muito o papel de se fazer rir, nem emociona como um drama, e não se encaixa nem no subgênero infame das dramédias. Então o que acontece com New Girl que nem divertida consegue ser?
Mas não vou falar mal de New Girl, só por causa do Zumbi Woody Allen. Passei meia hora rindo dessa fantasia, o que foi, de verdade, a única coisa que me fez rir neste episódio. Aliás, não foi a única. O surto do Nick na Casa do Terror foi engraçadíssimo também. O que tornou a cena ainda um pouco melhor foi o fato dele ter enfrentado a sua fobia por causa da Jess.
Mas é isso mesmo, não tenha medo de falar que você assiste a série por causa do casal Jess e Nick. Não é meu caso, mas esse parece estar sendo o apelo principal do seriado. Mais um que cai no poço sem fundo da “química e tensão”, que levará anos para se resolver.
Halloween foi apenas mais um episódio de New Girl. Não entendi muito o porquê da história do amor antigo do Nick. De mostrar que ele vive de fantasias? Não acho isso. Ou que ele é indeciso? Bom, talvez.
Já Cece e Schmidt, nem vou tocar no assunto. Ah, vou sim. Clássico caso de estregar o que tava bem feito. “Moonlighting Curse” em New Girl!
Sempre esqueço do Winston. O que ele fez mesmo nesse episódio?
Bom, é isso. Sigo em busca de uma luz para essa série que tinha tudo para ser o que ela não é. sinto falta da Jess cantando temas inventados, dos rolos atrapalhados, da ingenuidade da personagem. Das “ogrices” dos meninos, da vaidade do Schmidt (não do narcisismo exacerbado), da rabugice do Nick, só não consigo lembrar algo sobre o Winston, mas enfim. Quero a diversão de volta!
The Vampire Diaries – The Five
05/11/2012, 11:06.
Mônica Castilho
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Elena se afastou um pouco de Mystic Falls para passar um fim de semana na faculdade com Damon e Bonnie, e tentar – sem muito sucesso – se livrar dos problemas da sua vida de vampira. O fato é que esse fim de semana só complicou as coisas ao invés de ajudar, primeiramente porque conheceram um professor da faculdade chamado Shane, que entende tudo sobre o mundo sobrenatural e pelo qual Bonnie acabou tendo uma aparente queda. Além de Shane, Elena começou a ter suas aulas com Damon de como ser uma vampira de verdade.
Enquanto Elena está longe, Klaus mantém o Connor preso praticamente em segredo porque ele é “um dos Cinco”. Com direito a muitos flashbacks de Klaus, Rebekah e Elijah (saudades!), vemos que os primeiros “Cinco” foram um grupo de caçadores especiais de vampiros que acreditavam existir uma cura para o vampirismo, e por um desses Rebekah (com seu dedo podre para homens) acabou se apaixonando. E como se somente essa descoberta não fosse o suficiente, veio o pacote completo: a tal tatuagem do Connor é um mapa para achar a cura, mas (sempre tem um mas) ele tem que matar mais vampiros para o desenho ficar completo e a chave para decifrar o mapa é a espada de Alexander, o rapaz por quem Rebekah se apaixonou e que Klaus acabou matando.
Depois da terceira temporada, parece que Klaus ainda não se cansou de tentar fazer parceria com Stefan novamente, e o convocou com a condição de manter segredo e convencer Rebekah a dizer onde está a tal espada. Obviamente, Stefan concordou de cara ao saber que existiria uma cura para o vampirismo e que Klaus pretende usar na Elena, ignorando todos os motivos egoístas do Original para produzir mais híbridos e apenas se preocupando em acabar com o drama da garota para ela não ser mais vampira, para ela envelhecer e quem sabe até ele envelhecer ao lado dela, ter filhos e todo aquele papo de sempre.
Quem acabou pagando todo o pato da nova aliança de Klaus com Stefan foi a Rebekah que, apesar de já ter dado muita dor de cabeça, ultimamente anda sendo digna de pena, coitada. O lado bom dos flashbacks desse episódio foi a explicação para o jeito que ela se comporta hoje, por ter sofrido tanto por confiar nas pessoas e se entregar quando ama. Entretanto, a loira caiu na lábia de Stefan e acabou deixando seu lado sentimental, carente e até frágil cada vez mais evidente, e como consequência disso – e também por estar desesperada para todos pararem de desprezá-la – acreditou no papo de amizade do vampiro, contou onde está a espada de Alexander e acabou sendo adormecida por Klaus mais uma vez. Pois é, Stefan que sempre julga o irmão por seus defeitos, agora se comportou de maneira extremamente egoísta ao manipular os sentimentos de Rebekah, que foi praticamente usada e jogada fora.
E se Stefan estava sofrendo por todos os dramas da Elena, a recém vampira emendou sua ida à tal faculdade com uma festa da fraternidade que tinha um tema voltado para o Halloween. E nada melhor do que uma festa lotada onde todos estão andando com fantasias ensanguentadas e machucados falsos para Damon ensinar as primeiras lições para a garota. Os dois vão literalmente à loucura na festa, ficando praticamente bêbados de tanto sangue e dançando ao som de uma música propícia com o refrão que dizia: “eu me sinto tão próximo a você agora”. Durante os poucos instantes que Elena deixa-se levar por sua personalidade vampírica, é evidente o quanto ela se tornou parecida com o Damon e até com a própria Katherine, mas foi logo a Bonnie chegar toda estraga prazeres para Elena voltar às suas “elenices” e chutar mais uma vez o Damon que, diga-se de passagem, estava sendo extremamente legal e paciente com ela.

O fato é que Elena sempre corre para Damon quando as coisas estão dando errado e depois que ele ajuda, volta para Stefan porque o julga ser melhor. Damon fez tudo pela Elena mais uma vez e novamente a garota o esnobou, ofendeu e foi correndo para os braços do Stefan se fazer de vítima. Me desculpe todo mundo que é Delena, mas aí que eu me pergunto até quando o ele vai aguentar ser feito de trouxa dessa maneira enquanto o Stefan (que anda tendo as piores ideias em relação à condição da moça) é para quem ela corre no final, deixando Damon apenas com mais um de seus incontáveis pedidos de desculpas e lamentações.
Elena desprezou quem melhor a estava ajudando e Stefan parece estar bem decidido em relação a esta cura, que está – pelo menos por enquanto – cada vez mais ao alcance de Klaus. Entretanto, Connor escapou e foi procurar seu aliado, que não é ninguém menos do que Shane, o professor que sabe tudo sobre as criaturas sobrenaturais e por isso pode ser uma grande ameaça mais para frente, principalmente por ser aliado de alguém como um caçador de vampiros tão perigoso. E com Klaus saindo da cidade para recuperar a tal espada, a ameaça dos dois pode ser ainda maior, já que o Original é o mais forte para lutar contra o extermínio de vampiros que está sendo planejado.
P. S. [1]: Caroline fez falta. Dá a impressão de que ela só não estava junto na faculdade para não atrapalhar as lições de vampirismo de Damon para Elena, já que ela é a vampira mais controlada de todos ali. Está na hora de chegar a vez dela dar aulas para Elena.
P. S. [2]: Bonnie está quase alcançando a mesma sorte (lê-se: azar) no amor que Rebekah, ao ficar próxima de Shane.
P. S. [3]: Essa cura está com cara de ser um daqueles elementos que acabam causando o maior rebuliço na série. Mas cá entre nós… Só faltava essa de a Elena voltar a ser humana para recomeçarem todos os dramas e fragilidades da moça por ela ser mortal. Está soando quase como uma alternativa forçada para ela voltar a ser humana, Klaus persegui-la novamente, criar mais híbridos, etc.
P. S. [4]: E por falar em coisas forçadas… Melhor nem comentar a maneira como Connor se soltou de onde estava amarrado na casa do Klaus. Por favor.
Nashville – We Live in Two Different Worlds
04/11/2012, 20:42.
Maria Clara Lima
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Uma boa história é feita de boas surpresas. Caso contrário, a obviedade dita um tom monótono a narrativa. O que vem acontecendo com Nashville é que apesar dos personagens serem cativantes, a história é fraca, e até as surpresas não costumam…. surpreender. Sim, estou falando de clichês, só que daqueles bem sem graça.
Em We Live in Two Different Worlds, nada me surpreendeu. O comportamento de Juliette (bem amador, antiprofissional e imbecil) durante a crise do roubo, o sonho da Rayna com o ex-amor, o caso do Ted com a fulana, o desgaste no romance de Scarlett, nada disso me chama mais atenção. Espero que seja algo momentâneo, porque eu realmente torço para que a série dê certo e saia da tal bolha do cancelamento. Mas do jeito que anda… não posso garantir nada.
O que nos foi prometido no episódio piloto é que Rayna e Juliette seriam rivais que teriam que estar em uma turnê juntas por benefício mútuo. O que vimos até agora foi Rayna se torturando por um amor que não foi, tentando salvar a sua carreira, que para ser sincera, nem sei se existe. Já Juliette, ao mesmo tempo que é uma vadia total, é uma menina assustada e carente. Mas a turnê que é bom, nada.
O que me põe a pensar é: será que esse conflito (a turnê) tem a força para segurar uma temporada inteira? Acho que seria bem mais interessante ver a dinâmica da convivência das duas, do que essa guerrinha infantil nos bastidores. Sei que estão tentando construir um motivo para que Juliette e Rayne juntem-se por um bem maior, mas acho que a demora está prejudicando a série.
Nesse episódio, até os números musicais foram um tanto sem graça. O que para mim faz uma diferença enorme, já que eu adoro música country.
A história de Teddy e do pai da Rayna não me intriga em nada. O marido ser um traidor, também não. Aí entro em crise e penso. O que realmente importa em Nashville?
Vocês sentem isso também?
Um ponto bom na série continua sendo a atuação das duas cantoras principais. Tanto Hayden quanto Connie estão ótimas em seus papeis. Destaque para a cena de Juliette confrontando a mãe e descobrindo que a ex-drogada carregava apenas seus pertences e uma foto de Juliette, enquanto bebê, na bolsa. Apesar de clichezão, ela mandou super bem.
A novelinha avança, o próximo episódio parece que vai pegar fogo. Esperamos!
Ah, para vocês que também gostam das músicas da série, algumas estão disponíveis no iTunes. A boa notícia é que a Big Machine Records vai lançar um CD com as canções da série. Se vocês não sabem, as composições são assinadas por artistas como John Paul White , da maravilhosa dupla “The Civil Wars”, Hillary Lindsey, Elvis Costello e Shane McAnally.
The Voice Brasil – Batalhas: round 3
04/11/2012, 17:16.
Mariela Assmann
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Olá, pessoal. Cá estou eu, novamente, em mais uma participação especial. E, dessa vez, pra falar do último round das batalhas entre os times, no The Voice Br.
O programa começou com Aviso aos Navegantes, em uma versão de Lulu e Carlinhos.cE a primeira batalha foi entre Samantha Carpinelli e Lorena Lessa, do Team Lulu. As moças cantaram Onde você mora, de Marisa Monte, e fizeram uma versão levezinha, gostosinha, mas que não me empolgou demais. Achei que Lorena foi melhor, então concordei com as palavras de Lulu. Realmente a doçura dela conquista. E foi muito merecida sua permanência no programa. Samanta acabou indo para casa, já que nenhum dos outros técnicos a escolheu.
O duelo seguinte foi no Team Daniel, entre Alma Thomas x Dani Moraes, que cantaram Fato Consumado, do Djavan. Gostei bastante da versão das gurias, e apesar da potente voz de Alma, prefiro Dani. O sotaque de Alma torna difícil de compreender sua pronúncia, em vários pedaços da música. E a decisão muito difícil, mas Alma levou a melhor. Tanto que Brown pegou Dani, e ambas seguem no The Voice BR.
Claudinha e Daniel cantaram Amor Perfeito, da loira, juntos. E ficou muito agradável de se ouvir, gostosinho mesmo.
O terceiro duelo do dia foi no Team Brown. Foi Mayara contra Bruno e Camila, cantando Long Live (de Taylor Swift, mas foi utilizada no The Voice BR a versão da americana com Paula Fernandes). Foi bem esquisito o duelo do trio. Eu não gostei, definitivamente, de Bruno e Camila. Mayara foi bem melhor que os irmãos, pra mim e pra Brown. E fim de linha pros loirinhos.
No Team Claudinha, a próxima música escolhida foi Your Song, de Elton John. Priscylla Lisboa e Bella Stone fizeram uma versão meio reggae do clásico do Sir. Eu gostei, mas acho a música tão bela que a versão delas não lhe fez jus. As duas foram bem, cantaram parecido, e minha preferência se alternou durante a canção. Então, a escolha me agradou, Bella foi a escolhida. Ela tem um vozeirão.
Lulu escolheu Patrícia Rezende e Diego Azevedo pra cantar A Cura, de sua autoria, na segunda batalha do seu time. Patricia errou feio no início da música, e eu não consegui curtir a versão deles. Achei muito cheia de firulas musicais, que eles cantaram muito baixo, perto do volume da banda. Verdade seja dita, Patricia voltou super bem pra música, ao ponto de ser melhor que seu colega. E Lulu também achou isso. Fim do programa pra Diego, que nem a chance de ser salvo teve.
A segunda batalha do dia, no Team Daniel, foi entre Liah Soares e Luana Maliet, que cantaram Coisas que eu Sei, de Danni Carlos. Luiza Possi chorou vendo suas ‘pupilas’. Luana começou mal na música, mas depois deu um show absoluto. E Liah também não deixou por menos. Foi um duelo de alto nível. Cilada pro Daniel, que acabou escolhendo Liah. E Luana foi salva por Lulu santos, em uma decisão justíssima.
No Team Brown, a última batalha foi entre Ludmillah Anjos e Karol Cândido, que cantaram Não Enche, de Caê. E foi bem batalha mesmo. Pareceu uma briga, cenicamente falando. De baixo nível, se é que vocês me entendem. Os jurados vibrando com a interpretação das moçoilas e eu sentindo uma grande vergonha alheia. Acho que a parte teatral acabou ofuscando a parte vocal, e prestei menos atenção que eu deveria. Mas é fato que ambas tem um vozeirão, e Brown escolheu Ludmillah. Fim de linha pra Karol.
Encerrando a fase de batalhas, Thalita Pertuzati e Juliana Gomes, do Team Leitte, se enfrentaram cantando João de Barro, de Maria Gadú. Claudinha observou com orgulho suas participantes cantarem. E não foi a toa, elas deram show. Deu até uma dorzinha no coração saber que uma delas iria embora. Vontade de chorar junto com elas e com Claudinha. Certamente os jurados se arrependeram de alguns salves. Thalita foi escolhida por Claudinha, e Ju foi pra casa tristinha., mas agradecida. Foi lindo, um encerramento com chave de ouro.
E no domingo que vem, os quatro times de nove participantes se enfrentarão em uma nova fase. É esperar pra ver. E o melhor, com a Gabi de volta às reviews. Até a próxima, pessoal.
PS1: O momento fofura do dia foi Daniel dando a gravata pro pidão Leifert. Awww.
PS2: Claudinha dando show no figurino, novamente. E Luiza não ficou pra trás. Já o exótico Carlinhos Di Caprio veio de Capitão do Titanic.
PS3: Ridículo o merchan pro Citröen. As coisas são tão corridas no programa e tiram um tempão pra dar um role de carro. Inexplicável.
The Good Wife – Waiting for the Knock
03/11/2012, 15:44.
Tati Leite
Reviews
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Começando com boas notícias. Os produtores da série perceberam que a trama da Kalinda não está agradando e a mesma acabará antes do tempo. Felicidade total. Esse episódio entra para a lista de exemplos de como essa trama só serviu para quebrar o ritmo. O episódio só não foi perfeito por conta da presença de Nick. E meu maior receio é Cary ser envolvido nessa subtrama. Falando em Cary, o Matt Czuchry estava tão bonito nesse episódio que daria para fazer uma review discorrendo sobre o assunto.
Toda ação leva a uma reação. Tal afirmação já faz parte do senso comum. Tomamos decisões o tempo todo, das mais simples as mais complexadas. Porém algo que raramente pensamos é em como essas decisões afetarão o futuro dos nossos filhos porque quando essas escolhas foram feitas, na maioria das vezes, a ideia de ser pai ou mãe é algo muito distante. Lemond Bishop paga por usas escolhas todos os dias mas o sofrimento maior é saber que seu filho acaba pagando por escolhas que não foram dele. Quando Bishop escolhe Alicia para ficar em sua casa, enquanto tenta resolver a situação, todos acreditam que foi apenas por ela ser a esposa de Peter mas com o passar do episódio percebemos que ele estava pensando no filho. De todos a sua volta, ela é a única que sabe como é ter os filhos no meio de uma situação tão delicada.
Ter Cary, Diane e Kalinda trabalhando juntos foi um dos melhores momentos. Espero ansiosamente por mais cenas assim. São 3 atores que rendem ótimas. Além da trama de Bishop continuamos acompanhando a campanha de Peter. No último episódio descobrimos que a notícia sobre uma possível traição de Peter Florrick será divulgada por um blog. E isso acaba custando o apoio de Maddie Hayward. Aproveito para dizer que desconfio cada vez mais de Maddie. Não consigo entender essa obsessão em ser amiga da Alicia. Tenho duas teorias: ela entrou na campanha para garantir que Peter perca ou gostaria de ter Alicia como candidata a algum cargo (que não deixaria de ser uma derrota para Peter).
A trama de Nick e Kalinda deu mais um passo. Tudo é tão desinteressante que não vou me alongar. As atuações foram ótimas, a trama como sempre foi chata. Prefiro guarda a cena da despedida entre Bishop e o filho. Umas das mais emocionantes até aqui.
Chicago Fire – One Minute
03/11/2012, 15:41.
Maísa França
Reviews
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Quantos minutos são necessários para que uma vida seja salva? O episódio dessa semana de Chicago Fire traz consigo essa pergunta e mostra mais uma vez que por mais que o objetivo do corpo de bombeiros seja o de salvar vidas, eles também precisam prezar por suas próprias vidas e o episódio começa assim, com esse dilema de qual vida será salva. Quando se trata de um local de risco prestes a explodir o importante é que se consiga salvar o máximo de vidas que for permitido e quando isso não for possível, que a vida dos bombeiros seja salva.
Após essa decisão de salvar seus soldados ao invés de uma vítima, Boden se vira o centro das atenções da mídia local que o acusa da morte de um sem-teto durante a explosão do prédio na qual o corpo de bombeiros realizava o resgate. Peter Mills queria salvar a vítima mas teve de acatar a ordem do chefe e o sentimento de culpa tomou conta do personagem durante praticamente o episódio todo. Descobrimos a origem da cicatriz de Bolden, que foi adquirida numa situação parecida com a de Mills, exceto pelo fato da explosão ter acontecido quando Bolden realizava o resgate e esse é um dos motivos pelos quais Boden ordenou que todos saíssem do prédio a marca de um ferimento ficará em seu corpo pra sempre e pode te trazer más lembranças sobre o ocorrido.
Casey tem seu carro detonado em frente ao departamento dos bombeiros e não foi surpresa para ninguém quando o responsável pelo estrago apareceu: Voight. O policial ainda persegue o bombeiro e isso promete ter algumas consequências até o dia do depoimento de Casey já que o policial ofereceu dinheiro e também ameaçou a amada do bombeiro.
E um coração partido, de quanto tempo precisa para se recuperar? Se depender de Shay, vai demorar mais alguns episódios. O encontro inesperado com sua ex-namorada (que agora está grávida) durante uma ocorrência deixa Shay totalmente desnorteada e traz à tona aquele sentimento que todo mundo sentiu um dia: como superar um pé na bunda quando reencontrar a pessoa? Ainda mais quando a falecida lhe entrega um bilhete com um telefone para que Shay vá buscar os discos que ficaram com ela… A troca de olhares entre as duas mostrou bastante carinho e o marido da ex mostrou bastante incomodo com a situação. Será que vai rolar uma recaída?
Severade mostrou seu lado amigo e consolou Shay e também deu uma lição de moral na atirada da Nicki que foi ao aparatamento buscar diversão com o bombeiro e saiu toda tristinha de lá, pediu demissão do departamento de bombeiros e foi curtir a vida na Europa. Olha o que um fora faz com a pessoa…
Essa coisa de conhecer os personagens tá ficando cada vez mais legal e com gostinho de quero mais.
Revenge – Confidence, Intuition e Forgiveness
03/11/2012, 15:37.
Mario Madureira
Reviews
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A vingança começa a se tornar mais ardente. E a cada vez que Emily Thorne tenta se aproveitar da situação para conseguir penetrar nas camadas ferventes de Victoria Grayson, seu poder aumenta tornando o poder um grande muro de fogo impenetrável. Mas para toda doença, existe uma cura. E Emily Thorne precisa correr atrás disso.
Nesses três episódios de Revenge, a nossa pequena vingadora, sofreu, lidou com situações que nem imaginaria e em várias reviravoltas, ela conseguiu e perdeu quase tudo. Como eu sempre digo em relação às temporadas posteriores a primeira, já temos a visão de todos os personagens e de suas histórias. As temporadas posteriores têm como fundamento se aprofundar ainda mais na problemática e mostrar por que veio. Revenge mereceu ganhar essa segunda temporada?
Confidence
O episódio que explorou de modo bem significativo o relacionamento misterioso dos pupilos do Takeda, o homem com cirurgia plástica, mostrou que ambos tiveram um misterioso romance que acabou em tragédia quando Aiden deixou Emily para trás, quando viajou em busca de salvar sua irmã.
O estranho aqui é saber que ‘confiança’ é uma palavra que possui várias significados para Revenge. Emily diz não confiar em ninguém, mas mesmo assim necessita da ajuda dessas pessoas para conseguir atingir os seus objetivos. Ela está certa nesse ponto. Para alguém que pratica a vingança, a confiança deve ser testada a todo o momento. É como se fosse uma validação de login que utilizamos para acessarmos a algo pessoal. A confiança é algo momentânea, segundo Revenge, e essa é a verdade. Aiden, por sua vez, quer retomar a confiança que Emily sentia por ele algum dia, algo que duvido. Da mesma forma que os personagens, nós, os vingadores, temos que desconfiar de qualquer movimento realizado dos personagens. Diria que até Jack pode se tornar um instrumento de análise se pararmos para pensar que suas ações estão sendo tomadas de modo transparente e muitas vezes, inesperado.
Acredito que a cena que tenha chamado mais a minha atenção, de fato, foi a cena onde Victoria apresenta a família unida para a mídia. Eu senti um calafrio na espinha tão grande quando a Ashley afirmou que eles estão mais fortes do que nunca, por que é uma verdade. Apesar da família Grayson não ser a família do ano e eles tentarem acabar com a vida um do outro, todos permanecem juntos quando alguém tenta invadir o seu ninho. Os Grayson são um terrível inimigo que se Emily quiser derrubar, precisará mais do que uma arma para isso.
E a grande revelação do episódio certamente foi ver a mãe de Emily tendo um caso com Gordon – o suposto nome do homem do cabelo grisalho. E temos tantas perguntas agora que sabemos que ela está realmente viva. Por que o pai de Emily a escondeu? Por que Gordon não contou para Emily que ela estava viva? O que mais Emily precisa fazer para conseguir as respostas? Seria tão fácil se Victoria não tivesse mandado aqueles guardas na casa de David. Aquilo mudou a vida de Amanda, ou diria, Emily.
Intuition
Quem diria que a pessoa que você mais ama é a pessoa que você deveria mais odiar, não é? A vingança pode ter seus momentos bons que te trazem o sangue de poder. Mas tem os momentos de tristezas e impiedade.
Emily iniciou sua jornada sabendo apenas que seu pai havia sido preso injustamente pelo maior amor de sua vida. Mas ela descobriu da pior maneira, que tinha uma irmã e que sua mãe estava viva. Família é sempre complicada. Apesar de eu acreditar que os termos ‘pai’ e ‘mãe’ são meros títulos que rotulamos nas pessoas, a mãe de Emily não me parece ser uma mãe que eu desejaria a mim ou a qualquer outra pessoa. Ficou claro nesse episódio que o acidente de avião foi realizado por um grupo chamado Iniciativa. Esse grupo incluía Conrad, Victoria, Gordon e a própria mãe de Emily. E se vocês tiverem concluído tudo o que eu concluí, de certo modo, a própria mãe de Emily enviou e praticamente matou David. Por que ela faria algo assim? E o pior, quais eram os motivos da mãe de Emily para praticar tamanha carnificina com as pessoas do avião?
Ashley foi desmascarada por Daniel, que tem se mostrado uma pessoa fortemente inteligente nessa temporada. Após sofrer em todas as formas pela sua mãe, seu pai e a todos em sua volta, ele está arrumando as mangas e está pronto para confrontar toda a impunidade que ocorre em sua família. Ele não quer ser como seus pais e isso não só está certo, como é o dever dele. Ashley, por sua vez, está se mostrando um personagem chato, que me deixa entediado e que está consumindo minutos preciosos na série que podem ser concebidos a outro personagem mais relevante, como o Declan – se é que vocês me entendem.
E falando em Declan, o que será que aquela dupla dinâmica pretende fazer com os dois? Quer dizer, ambos já passam por dificuldades financeiras. Por que os dois estão interessados em comprar o bar?
Quem aqui não ficou chocado com o acidente de Amanda, que atira a primeira pedra! Victoria, a maior bitch de toda a série, atacou novamente e atacou com garra! Mas foi um choque e tanto saber que a mãe de Emily queria matá-la. Não é algo que uma mãe faz. E apesar de tudo o que a falsa Amanda fez na série, ela nunca fez pensando em prejudicar ninguém. Se formos pensar, ela é apenas uma pessoa sem rumo que infelizmente acabou caindo na rede embaraçada da vida de Amanda Clarke.
Aiden se mostrou uma pessoa de confiança. Certamente, na cena em que ele puxava Emily para um conforto de amigo, hesitávamos junto com ela. A dor de saber que sua mãe é um monstro é um dor horrível. A pior dor é a dor do sofrimento. Uma dor que te corrói aos poucos e te torna fraco e vulnerável. Mas acredito que Emily não ficará parada sabendo que sua mãe fez tudo isso. Ela buscará a verdade e principalmente: buscará sua vingança.
Forgiveness
Para que assistir novela das oito? Revenge se tornou uma novela cheia de reviravoltas! Engraçado, chegamos até esse ponto e já aconteceu tanta coisa, não é? Pensei que a busca pela mãe de Emily demoraria uma eternidade, mas aqui está ela. Kara está parada ao lado de Emily perguntando se a filha havia perdoado ela. Mas que coisa curiosa, não é? Emily abandonou a sua antiga vida para se vingar da morte de seu pai, e as coisas mudaram totalmente de figura. Ela ainda quer se vingar dos Grayson? Agora que ela encontrou sua mãe, o que ela fará? E o pior, o que os Grayson farão com Kara?
Acredito eu que a maior bomba do episódio foi ver Mason ressurgindo das cinzas trazendo flores para Amanda e querendo uma coletânea completa do que aconteceu com a mãe da Amanda. O que Mason pretende? Lucrar e faturar com a maior bomba e revelação da história? E o pior de tudo é que ele está destinado a conseguir o que quer dessa vez, principalmente pelo fato de ele saber que a verdadeira Emily não é a Amanda Clarke!
As cenas desse episódio foram tensas, emocionantes e muito verdadeiras, no meu ponto. Todos os atores derem um show de interpretação, principalmente Emily VanCamp com sua atuação magnífica ao escutar sua mãe pedindo perdão para a falsa Amanda.
Deixei dois episódios sem comentar, mas achei relevante comentar agora sobre a versão feminina de Tyler, Padma. Quem é ela? O que ela quer? O que pretende querendo o contrato de David Clarke? Poxa, fiquei tão chocado ao saber que ela era uma ameaça, pois esse romance estava caindo como uma luva no momento atual para Nolan. Ele está tão sozinho e passando por dificuldade com a morte do pai – que só veio misteriosamente à tona agora -, ele merecia esse romance. Mas um verdadeiro é claro. E Emily certamente está pecando em se esquecer dele, agora que ela conseguiu um novo parceiro para a vingança, Aiden.
E falando no homem que tem praticamente o nome de uma doença (piadinha), eu achava que ele merecia uma confiança, mas eu estava errado. Ele é particularmente individualista, e apesar de querer o melhor para Emily, ele age por conta própria e vai prejudicar muito o Nolan conquistando a empresa dele.
Considerações Finais
Revenge deu uma grande girada em sua trama nesses três episódios e certamente pretende afundar ainda mais nessa grande cama de gato. Não sabemos ainda quem morreu no barco como mostrado no começo da temporada, mas certamente não é uma pessoa qualquer. Não sabemos ainda qual será o próximo passo de Emily, já que em meu ponto de vista, sua vingança ficou sem rumo agora que ela encontrou sua mãe e suas emoções estão muito abaladas agora. Mas se vier à tona a verdadeira identidade da verdadeira Emily, a nossa pequena vingadora estará em sérios apuros. Qual será o próximo passo de Amanda Clarke?
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