Revolution – The Children’s Crusade

Data/Hora 10/11/2012, 13:53. Autor
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A propaganda em torno do episódio The Children’s Crusade foi grande. A NBC prometia revelar informações sobre a verdade por trás do apagão que assolou o mundo de Revolution. O resultado foi razoável, as cenas em flashback enriqueceram o episódio, Charlie nem estava tão chatinha e as cenas de luta de Miles e Nora sempre estão entre o que de melhor a série consegue oferecer. A “verdade por trás do apagão” não foi revelada completamente, só está menos obscura aos espectadores. Revolution deu uma prova do doce, agora precisa saciar a audiência com mais doses sobre o mistério que envolve o fim da energia.

Enquanto nossa curiosidade era saciada (ou mais estimulada), The Children’s Crusade jogou um pouco de pó de pirlimpimpim na telinha e convidou o espectador para uma rápida viagem à Terra do Nunca – sem as luzinhas de sininho. Miles, Charlie, Aaron e Nora encontram um grupo de crianças órfãs, usando arcos e flechas para se defender e vivendo sobre o comando de um jovem chamado Peter. Referência clara à clássica história do menino que não queria crescer, Peter Pan.

Revolution sempre teve um toque infantil, os cenários seguidamente são ricos em parques bem coloridos, mas abandonados. O grupo de crianças talvez não apareça mais na série, mas poderiam continuar, gostei do núcleo, curti a referência e adorei ver o Aaron defendendo as crianças – mal acreditei que era ele derrubando os soldados da milícia no Farol. Aaron acabou se identificando com o menino gordinho e Nora com a menina negra. Acho que foi mais uma ligação com a sua própria infância do que uma vontade de ter um filho nesse mundo dominado por milícias que recrutam os jovens para virarem soldados.

As crianças “da Colheita Maldita” ou “o bando de ewoks sem pelos” como diria Aaron, não conheciam a milícia e não se lembravam da existência dos Estados Unidos. Segundo Michael, os soldados da milícia não gostaram quando viram a bandeira pendurada por seus pais “acho que não gostaram das cores”, disse ele. Michael não precisava de tanta ingenuidade, mas foi lindamente interpretado por Colin Ford, o ator já fez o jovem Sam Winchester no drama da CW, Supernatural.

As crianças perdidas do Peter Pan acabaram afetando muito Miles. Afinal foi ele um dos responsáveis por elas terem perdido seus pais. Uma curiosidade minha cresce em torno desse personagem: em qual momento Miles desistiu da milícia e se deu conta de que ele tinha ajudado a montar um governo inescrupuloso e amedrontador? O que fez Miles abandonar o comando da República Monroe e seguir sozinho?

Miles demonstrou muito arrependimento e Charlie gostou do que viu no tio. A moça até estava bem no episódio, nem chorou, mas deve ter caído uma lágrima quando foi marcada a ferro e fogo com o logo da milícia. Como sempre as cenas de luta brilharam no episódio, tanto, que às vezes me pergunto porque eles não ficam tentando se matar por mais tempo. Brincadeira, mas é realmente ótimo ver Miles e Nora acabando com os soldados da milícia.

Como bater e correr não é suficiente em Revolution, a curiosidade cresceu em torno de um dos grandes mistérios da série: como o pingente funciona? Aaron só conseguiu fazer ele funcionar duas vezes, e foi sem querer e por poucos segundos. A segunda vez foi durante este episódio quando os soldados da milícia cercavam Aaron e as crianças no farol. Momento mais inoportuno impossível, mas a confusão causada pela volta da energia, mesmo que por poucos segundos, foi boa. A cara do Miles estava ótima, parecia que tinha visto uma nave alienígena pousar na terra. Opa, me empolguei e lembrei de Falling Skies, qualquer semelhança é mera coincidência… ou não.

Enquanto alienígenas não aparecem na Terra para acabar com essa bagunça o negócio e tentar descobrir mais sobre o equipamento que elimina a energia, já sabemos que ele foi desenvolvido por Ben Matheson, Rachel Matheson, Grace Beaumont e Bradley Jaffe. A falta de dinheiro e os riscos da gravidez de Rachel devem ter levado o grupo a vender o projeto para o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Nas minhas especulações imagino se o grupo de Ben não provocou o apagão de propósito para tentar evitar uma tragédia maior (se isso for possível) caso o equipamento fosse usado para as obscuras pretensões do Departamento de Defesa.

Outra revelação desse episódio foi a identidade do misterioso Randall, que apareceu no segundo episódio da temporada, Chained Heat. Ele é na realidade o “Mr. Flynn” vice-secretário do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Desse jeito até o Capitão Gancho vai entrar na brincadeira atrás dos misteriosos pingentes.

PS1: Rachel e Monroe eram próximos antes do apagão. Rachel chama o general o tempo todo de “Bass”, mas ainda não foi explicado como eles se conheceram.

PS2: Eu estava com saudade de ver Tim Guinee na pele de Ben Matheson em Revolution.

Chicago Fire – Hanging On

Data/Hora 10/11/2012, 13:52. Autor
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E o que pensamos que seria um barraco feito por Casey no Departamento de Polícia foi só uma ceninha… Não chegou nem perto de ser o escândalo do ano mas se formos levar em consideração a personalidade do personagem, o controle que ele conseguiu manter até que valeu a pena já que ele conseguiu expressar o que queria e falar algumas verdades para o Voight (o vilão da temporada até agora).

Casey já foi ameaçado pelo próprio Voight e por seus capangas mas quando se toma a decisão de se manter na integridade, há um preço a se pagar e Casey começou pagando através de uma surra levada em um beco. E no bom formato “mexeu com ele, mexeu comigo”, Voight comprou uma briga com praticamente o Departamento de Bombeiros inteiro e o Chefe Boden agora tomou as dores de seu parceiro e começou a investigar possíveis maneiras de ligar Voight à surra dada em Casey, através de alguns informantes. E isso ainda promete muita coisa… ainda mais porque o irmão da Dawson está ajudando na investigação.

Severade continua com as dores no braço… se por um lado elas insistem em se mostrar com mais intensidade, por outro o bombeiro insiste em medicamentos mais fortes simplesmente pra mostrar que ele pode superá-la e que não a deixará vencê-lo. É aí que aparece um antigo affair do personagem que é representante farmacêutica e consegue várias cartelas de um medicamento forte para o drama do bombeiro. Resta saber agora até que ponto Severide vai conseguir chegar pra poder entender que a tal da cirurgia é realmente necessária e eu espero que isso não demore tanto.

Herrmann continua com seu dilema de morar com o sogros e para conseguir um aumento na renda resolve vender “água energizada” fazendo estoques da bebida na garagem do sogro mas não conseguindo o lucro pretendido com a venda do produto. Petter Mills continua a simpatia em forma de pessoa e pretende descobrir alguns segredos de culinária de Dawson e é aí que voltamos nossos holofotes para a paramédica.

Dawson recebeu uma notificação sobre o caso da garotinha que ela salvou a vida, lá no episódio piloto, devido ao procedimento realizado que poderia por fim à sua carreira. Como se não bastasse a situação, ao socorrer uma vítima de um acidente com skate, Dawson agride o amigo da vítima que resolve pestar queixa da ação da paramédica para a prefeitura e… o que acontece? Dawson é notificada de novo só que desta vez o caso é um pouco mais sério pois ao que tudo indica haverá uma audiência. E agora o lado bom do episódio para a personagem: o clima entre ela e Peter Mills, pois ao que tudo indica, Dawson está disposta a parar de sofrer por Casey. E até que ela e Mills formam um casal bonitinho e já estou shippando os dois (:

Partners – Two Broke Guys

Data/Hora 09/11/2012, 13:20. Autor
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Este foi o primeiro episódio que realmente valeu a pena. Partners se encontrou neste episódio. As piadas, o texto, a dinâmica, os atores … Tudo funcionou. Até mesmo Brandon Routh, de que meu vinha falando mal.

O episódio desta semana mostrou os parceiros passando por problemas na firma. Eles precisavam pegar um trabalho, que era chefiado pelo irmão homofóbico de Louis. Joe insistiu para que o amigo fosse até ele e pedisse o emprego, mas o ego de Louis é bem grande. Enquanto isso, eles encontram seus antigos colegas de escritórios – gêmeos, que estão bem de vida. Foi bem engraçado ver Louis voltar a sua antiga empresa para pedir os cargos de volta, mas na verdade descobrir que Joe se demitiu e Louis ia ser demitido. Mais uma vez, Joe se passa pelo melhor amigo não reconhecido. Louis as vezes precisa se atentar aos fatos, e falar menos o que pensa. Mas convenhamos, são estes os melhores momentos da série. Ah, detalhe para o momento em que ele fala algo grave e depois completo com um “mas eu não quero brigar”. Ponto para o personagem.

Ali e Wyatt tiveram também seus momentos engraçados. Primeiro, a piada do óculos no início do episódio fazendo clara referencia ao Superman interpretado por Brandon Routh. “Oh Meu Deus, você está irreconhecível , disse Louis. “Eu sei Lois”, disse Wyatt. “Você me chamou de Lois?”. Muito bom. Foi uma crise de risos nesta cena. E Wyatt esteve tão bem neste episódio, que teve até uma dinâmica com Ali. Foi muito engraçado a questão de Joe ficar com ciúmes de Ali beijar Wyatt na boca “carinhosamente”. Até ele provar que estava certo, quando Ali percebeu que beijava ele por sentir uma atração. “Mais quem culpa? Eu me sinto beijando um modelo de revista toda a vez”, completa Louis.

E os acessórios que Louis e Ali sempre compram igual? Estes dois são uma figura. “Porque as coisas sempre ficam melhor em você do que em mim?” indaga Ali. Louis responde “Agradeça, porque eu quase comprei estas calças de couro”.

O episódio foi muito bom. Partners está melhorando a qualidade de suas piadas e de seus episódios. A dinâmica dos atores está visivelmente bem mais superior do que os quatro episódios anteriores. Espero que não seja tarde para a audiência. Quem sabe a CBS reconsidera e não cancele a série – fato quase certo.

Homeland – Q&A e A Gettysburg Adress

Data/Hora 08/11/2012, 16:12. Autor
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Homeland continua surpreendente e arrasadora, embora tenha colocado o pé no freio e já não nos faça suar tanto quanto no início dessa temporada. Se antes víamos mais ação, agora o suspense fica mais no campo do psicológico. E isso, de forma alguma, é um mal sinal. Homeland é absolutamente encantadora de ambos os jeitos.

Depois de Brody ser finalmente descoberto pela CIA, e ainda que esse não fosse o plano original – Carrie SEMPRE metendo os pés pelas mãos -, ele foi conduzido para um interrogatório daqueles. Q&A provou que não é preciso de ação para manter a tensão em alto nível. Suspense psicológico faz isso tão bem quanto, ou melhor.

Tudo no interrogatório me agradou. Pra mim, o desenrolar da história foi brilhante. Rupert Friend esteve bem, e Damian Lewis e Claire Danes deram um show na interpretação. Gostei da sistemática mau policial x bom policial. Gostei de ver Brody sendo desmascarado, mas ainda assim mantendo sua versão da história e negando o colete suicida. Mas, principalmente, gostei da forma como Carrie conduziu Nicholas para a confissão.

Ela o quebrou psicologicamente. Quinn levou o sargento ao extremo físico. E aí Carrie chegou em um Brody debilitado e, abrindo sua guarda, conseguiu acessar sua essência. E, talvez, ela seja a pessoa que melhor a conhece. Carrie entende o drama psicológico de Brody. Ele age por amor. Foi amor a Issa que o fez se aproximar de Abu Nazir. Foi amor pela família – ou pelos filhos, mais especificamente – que o fez desistir de explodir o vice-presidente dos EUA. Com Brody, o que funciona é o afeto. Ele não quer ser uma pessoa ruim. Ele não quer ser um terrorista e punir inocentes pelos erros cometidos por seus governantes. Ele quer, apenas, que os culpados paguem pelas suas ações. É como se ele agisse em busca de vingança pelas injustiças cometidas, ainda que o culpado esteja próximo dele ou lhe seja caro.

Mas é claro que ainda que aja por amor, Brody acabou sujando as mãos e anda numa corda bamba. Ao aceitar trabalhar para a CIA, Brody arrisca sua vida e a de sua família. Sofre pressão de ambos os lados, e não deve tardar para que ele dê um passo em falso, já que sob pressão Brody é bem influenciável e perde o descontrole bem rapidinho.

E para quem pensava que com a colaboração de Brody as coisas seriam bem mais fáceis, A Gettysburg Adress foi um balde de água fria. Apesar da operação bem coordenada, a CIA não conseguiu progredir. Por pouco, mas não progrediu. E ainda perdeu seis agentes, depois daquele atentado de amedrontar. Torço muito para que Quinn sobreviva ao ataque, eu simpatizo de verdade com o agente. Acho a função dele super necessária: manter os olhos de Carrie abertos, porque é bem evidente que a loira tem problemas de raciocínio sempre que está perto de Brody. Tá certo que quem sempre acaba salvando o dia é ela, mas também é ela que põe tudo a perder. E quanto mais próxima ela ficar de Brody, maiores as chances de tudo dar errado.

E, mais uma vez, nós voltamos ao ponto fatídico, conduzidos por Quinn e Saul: podemos confiar em Brody? O sargento está, completamente, ao lado da CIA, ou estaria passando informações privilegiadas para Roya? Foi bastante suspeito que as forças jihadistas aparecessem na “alfaiataria” para exterminar com os agentes justamente após o encontrinho de Brody e Roya. Sim, a dúvida é justamente o que os roteiristas querem, e creio que seja só uma distração pra o que realmente veremos a seguir. Mas é impossível deixar de cogitar que Brody pode, sim, estar mais sujo do que imaginamos, especialmente porque ele mente com uma certa facilidade. Para a mulher, sobre a reaproximação com Carrie – o que me fez ter certeza de que ele não quer, mesmo, salvar a família. Significa que logo os shippers do disfuncional casal formado entre agente e terrorista ficarão felizes em breve. Para a CIA, sobre as circunstâncias da morte do alfaiate terrorista. E para várias outras pessoas, as mentiras são em sucessão.

Como se não bastasse a situação difícil que Brody vive, Mike está cada vez mais próximo da verdade. Ele já presumiu que o amigo matou Walden, e até tentou abrir os olhos de Jéssica – o pior cego é aquele que não quer ver -, mas seus esforços foram infrutíferos. Acho que ele não deixará de investigar, apesar dos “pedidos” da CIA. E devemos estar prontos para nos despedirmos do personagem, se ele progredir demais.

A única história que me desagrada, um pouco, é a de Dana e Finn. Nos dois episódios os adolescentes tiveram mais tempo de tela do que eu gostava, e ganharam um plot que eu não sei pra onde os levará. Que o atropelamento será descoberto é fato, só não sei quais seriam as consequências disso que se ligariam ao plot principal. Será que o fato da atenção pública se voltar para a família Brody significa que alguns dos seus segredos serão descobertos? É esperar pra ver, torcendo pra trama dos namoradinhos não tomar uma proporção exagerada.

Estamos exatamente na metade da temporada. E olhando a listinha do nome dos seis episódios que vem por aí (The Clearing, I’ll Fly Away, Two Hats, Broken Hearts, The Motherf**ker with a Turban e The Choice) eu imagino que MUITA coisa boa ainda está por acontecer. E eu até consigo imaginar o rumo que as coisas tomarão. O que provavelmente não significa nada, já que Homeland é a série mais surpreendente da atualidade. Quem viver, verá.

Revenge – Illusion

Data/Hora 08/11/2012, 15:59. Autor
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É claro que o casamento de Victoria com Conrad teria grandes vexames. Estamos falando da família Grayson, certo? E nos Hamptons, quando mais alto você estiver, maior é a queda. E começamos a review desse episódio nesse clima de vingança, com a melhor cena do episódio quando Emily, Nolan e Aiden dão aquele sorriso sabendo que a cama de gato tinha dado certo.

Vamos a várias perguntas deixadas no ar que ainda não estão se encaixando na minha Infinity Box. Por exemplo, Emily havia afirmado que o começo do fim de Mason havia se iniciado, mas de que modo? Vemos mais um ataque feito a família Grayson, e como sempre, eles sempre escapam de ser apanhados. Mas o fato é que dessa vez, eles foram salvos pelo grupo Iniciativa, que está começando a colocar as suas mangas de fora. E não somente mangas, tem mais fruta por aí! Parece que o ataque ao avião não foi o bastante e eles já estão planejando fazer outro ataque. Mas quem será o alvo do ataque? E quem será condenado por esse ataque? Será que a mãe de Emily está na mira? Será que a própria Emily será vítima? Sendo ou não, ela já se tornou, pois parece que Mason conseguiu ligar os personagens e chegou até a conexão falha entre Emily e Amanda. As únicas pessoas que aparentemente não tem ligação. Ou deveria ser assim.

Aiden continua com o seu plano de derrubar a empresa de Nolan e fazendo tudo isso as escondidas de Emily. O filho da mãe ainda tem coragem de falar que mudou só para conseguir a confiança de Emily novamente. Mas pelo que eu me lembro, para a ilusão, primeiramente precisamos da confiança. E Emily sabe muito bem como montar uma ilusão. E sim, eu fiquei feliz em ver cenas da Emily montando toda a cama de gato que levou a prisão de Conrad. Saudades da época em que ela fazia cada pessoa pagar pelo que fez com David. Mas a questão é que não confio totalmente na Padma e tem coisa errada por aí.

A situação do bar está ficando cada vez mais misteriosa. Por que o senhor Ryan iria querer comprar um bar de dois irmãos que estão passando por necessidades? Será que é algo relacionado com o pai ou a mãe de Jack e Declan? Será que os pais dos irmãos também tinham um grande segredo? Qual será o objetivo de toda essa armação, afinal de contas?

E falando em Declan, ele voltou para Charlotte, o seu amor incondicional. Não tenho muito o que comentar. Ambos não tem uma grande história da série, mas eles são fundamentais para que toda a trama seja feita.

Victoria não fez muita maldade nesse episódio, tirando o fato de que ela conseguiu plantar a evidencia de que Emily Thorne pode ser a verdadeira Amanda Clarke na mente do Mason, que no próximo episódio vai fazer questão de chantageá-la.  E Emily, por sua vez, vai fazer questão de se vingar, com toda a raiva que possui em seu coração. Aquele até logo com um sorriso malicioso para todos os revengers.

Person of Interest – Masquerade, Triggerman e Bury the Lede

Data/Hora 08/11/2012, 14:30. Autor
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Depois de dois episódios sensacionais e uma breve pausa, Person of Interest retornou de forma singela com Masquerade.

Dessa vez o caso da semana que dessa vez trouxe o CPF de Sofia Campos e pela primeira vez traduzir o “Social Security Number” como CPF encaixa certinho, já que Sofia é brasileira. Quero deixar claro que estou tentando ser imparcial quanto ao episódio, porque não gosto quando brasileiros são retratados por gringos. Mas é claro que a brasileira tinha que ser a menina irritante, é claro que pelo menos um brasileiro tinha que ter um sotaque de espanhol falando em inglês e nos momentos em que Sofia falou “português” demorei um tempo pra ouvir o que ela quis dizer, acredito que Harold saiba falar português melhor que a brasileira. Eu adorei a cena em que ele lia as notícias em português, notícias essas que nos induziram a crer que o caso seria sobre questões políticas, mas no fim foi revelado que era sobre um esquema de drogas. Surpreendeu? Sim, mas dessa vez o elemento do “twist” não foi tão bem utilizado como em episódios anteriores e a trama ficou atropelada e com alguns buracos na história, e logo que a trama ficou esclarecida o desfecho foi previsível. Bom, pelo menos em Person of Interest não somos verdes de cabelo laranja e damos choque.

Como vocês podem reparar, eu não fiquei muito contente com o caso da semana. Mas Person of Interest sempre tem mais para oferecer. Foi interessante ver a repercussão do que aconteceu com Finch, com medo de enfrentar o mundo, mesmo com a ajuda de Bear. Outra coisa que foi interessante foi o desenvolvimento paralelo do plot principal da temporada, vimos que Reese ainda tenta localizar Root, e Carter continua a investigação sobre Alicia Corwin, que está digna de conspiração de Arquivo X, com direito a microship escondido no corpo e tudo. E no fim das contas Kara Stanton, antiga parceira de Reese, também se revelou como parte da trama, também querendo informações sobre Alicia Corwin, e conseguindo-as através do Agente Snow.

Eu sei que no ponto que estamos na temporada, a história não é para ser clara, mas estou com um pouco de dificuldade de organizar todos os detalhes. Geralmente, essas informações sobre o plot da temporada tem alguma relação com o caso da semana e, em Masquerade, este foi alheio àquele.

E se os três primeiros episódios dessa segunda temporada foram cheios de conspiração e muitos detalhes, com Triggerman voltamos à nossa programação normal. A pessoa de interesse da semana foi Riley Cavanaugh, o assassino da máfia irlandesa. Naturalmente, ele foi considerado o bandido do episódio, mas logo é revelado que George Massey, o chefe da máfia, havia ordenado que seu filho matasse Cavanaugh e Annie, dona de um restaurante local e viúva de um ex-funcionário de George. Acontece que Riley e Annie estavam apaixonados, e Riley mata o filho de Massey para salvar sua vida e poder fugir com Annie.

Por mais complexo que o caso possa parecer, a história foi bem executada e o mais interessante foi que Person of Interest mais uma vez “brincou” com questões morais. Riley era sim um assassino, levou uma vida repleta de vilanias e em um momento do episódio Finch chegou a chamá-lo de Bad Code (Root fez mais estrago que eu pensei). Mas Reese fez a escolha de protegê-lo mesmo assim, porque a Riley no momento lutava por uma causa nobre, salvar a vida de Annie. Mas vejo que o caso foi um tanto pessoal para Reese, o assassino que se apaixonou e quis mudar toda sua vida. Afinal as pessoas podem mesmo mudar? Um homem que passou toda sua vida de maneira ruim pode se redimir por um ato?

Person of Interest respondeu que sim, e nos quarenta e três minutos de episódio pudemos observar as mudanças no comportamento de Riley, que mais para o final do episódio só apresentava interesse em salvar a vida de Annie, sem mesmo se importar com a sua própria; e o suposto vilão terminou o episódio quase como um mártir.

Quem apareceu no episódio foi nosso velho de guerra, Elias, que resolveu ajudar retirando a recompensa que George havia posto sobre Riley, por um preço, é claro, Harold virou seu parceiro de xadrez. Essa cena do xadrez deu a entender que ele continua no comando das operações, que  praticamente nada mudou desde a primeira temporada. E também ficou claro que não há oponente a altura dele. A conversa foi de chefe para chefe? Mas e Root, Kara e o resto? Quem vai ser o peão, quem vai ser o rei?

E finalmente chegamos em Bury The Lede. Simplesmente adorei, com certeza foi um dos episódios mais interessantes da série. Juro que cheguei a imaginar que seria um episódio filler, aqueles só com o caso da semana sem desenvolvimento da trama da temporada, até que, KABOOM, tudo aconteceu nesse episódio.

A pessoa de interesse dessa semana é Maxine Angelis, jornalista, aquele tipo de pessoa enfrenta qualquer situação em busca da verdade. E quando digo qualquer situação, é qualquer mesmo, políticos corruptos, chefes de máfia, conspirações, qualquer sinal de que algo não “cheira bem”, Maxine está lá investigando, portanto, é evidente que ela cruzaria com a história do “Homem de Terno”. E não só cruzou com o boato, mas também estava determinada a descobrir quem era e trazê-lo à luz. E aí, Reese? Como proteger alguém que quer, de certa maneira, te prejudicar?

E quem resolveu a história foi Finch, de uma maneira criativa e divertidíssima para o telespectador. Harold inscreveu John em um site de encontros. E eu diria que Finch tem o tato para o flerte, a cena em que ele e Maxine trocavam mensagens e os dois estavam rindo, enquanto Reese perguntava o que “ele” havia escrito para ela, foi impagável. Mas Reese não é dono desse tato, e o encontro todo foi arquitetado por Finch, que tinha até o plano B – Zoe se passando por uma ex de Reese (meu coração exaltado em alegria por Zoe e Reese, sou shipper, não consigo evitar). E continuava convencida que o episódio seria calmo, só para entretenimento mesmo, então Person of Interest me surpreende com uma obviedade, novamente. Eu sempre me pergunto se um dia eu vou ficar cansada dessa artimanha que os escritores usam: a da reviravolta. Estou apostando aqui, e pode ser eu morda a língua futuramente, mas acho muito difícil. Os episódios sempre surpreendem o público de alguma maneira, e as surpresas, que podem ser boas ou ruins, sempre dão um jeitinho de me fazer pular na cadeira, literalmente. E eu amo isso num seriado.

E a surpresa foi: mais informação da trama. E que trama complicada. Admito que estou gostando desse jogo de ligar pontos que os escritores estão fazendo entre todos os vilões, quase como uma Liga dos Ex-namorados do mal (O que será a Ramona Flowers?). É quase evidente que Elias tem ligações com HR, também sem esquecer de que Kara provavelmente tem uma parte nisso tudo. Só ainda não consigo enxergar qual é a peça de Root na história, porque pra mim, por enquanto, ela é a louca que só quer libertar a Máquina, mas acredito que ela também terá algum envolvimento no futuro. E pergunto novamente, quem será o peão e quem será o rei desse tabuleiro? Gosto dessas tramas que fazem o público pensar, mas é um movimento ariscado, vide Lost que era de trama elaborada, todo mundo estava relacionado de algum jeito, mas depois de um tempo nem sempre ficava muito bem explicado (Não se enganem, sou Lostie assumida, até gostei do final piegas). Certo, são dois gêneros diferentes de série, mas ainda fico meio receosa. E que os escritores continuem minuciosos quanto aos detalhes, eles fazem diferença.

Sei que nem sempre falo de Fusco nas reviews, mas essa semana ele merece mais destaque. Fusco que não fora um dos melhores policiais no passado, mas que vinha se redimindo, está com a corda no pescoço outra vez. Durante o episódio tive a impressão de que ele seria preso, mas acabou sendo obrigado a voltar a fazer parte da HR. Será que ele vai contar a Reese e Finch sobre sua situação? Dá para ter dúvida sobre onde a “lealdade” de Fusco está, acredito que ele queria continuar fazendo o bem com Reese e Finch, mas a vida de seu filho também está em risco. A cena em que ele, nervoso, pede a caderneta a Maxine e logo retira as duas páginas, me deixou desesperada (olha a treta, mano).

Finch apostou que o verdadeiro chefe da HR ainda estava a solta, e ele estava certíssimo. E ele estava ali, escondidinho embaixo de nosso nariz, assim como Elias na primeira temporada (Twist!). Equilibrar ação, humor, suspense enquanto há a construção de uma trama inteligente não é para qualquer um, mas eu não esperaria nada menos de um episódio escrito por Christopher Nolan e David Slack.

E hoje de noite mais um episódio vai ao ar nos Estados Unidos. Estou torcendo pro nível se manter alto. Até a próxima review.

P.S.1: depois de Masquerade, preciso fazer uma indagação: por que os personagens brasileiros nunca são interpretados por atores brasileiros? Nem todos nós chegamos atrasados a todo lugar. Mas preciso dar alguns créditos ao seriado, já que o Brasil não se resumiu a carnaval e Amazônia. Isso prova que Melissa Scrivner-Love fez bem sua pesquisa sobre a política brasileira na hora de escrever o episódio.

P.S.2: She’s Long Gone do Black Keys tocou no final de Masquerade. Então, eu não tenho do que reclamar sobre a trilha sonora.

P.S.3: Finch no armário. *insira o subtexto aqui* – Sempre achei que Finch era apaixonado pelo seu melhor amigo, até o episódio que mostrou que ela tinha uma noiva. Ah, e Finch e Bear estão mais no meu coração a cada episódio que vai ao ar.

P.S.4: Gostei da dinâmica Maxine e Reese em Bury the Lede, ela tem ar de personagem que pode voltar em um episódio futuro.

P.S.5: Falei em outra review que POI não tinha muito espaço pros shippers, mas pretendente pro Reese é que não falta. Será que os escritores vão apostar em mais uma storyline? E, a propósito, o território não é bom pros shippers, mas eu sou valente e gosto da ideia de Zoe e Reese. Se você gosta também, dá uma olhada na promo do episódio 6. Eu surtei.

Hawaii Five-0 – Mohai

Data/Hora 08/11/2012, 10:09. Autor
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E após duas semanas de hiato forçado pelo furacão Sandy (nossos sentimentos as pessoas que perderam suas casas e familiares), nossa querida série esta de volta. E Hawaii Five-0 não poderia ter tido um episódio mais macabro de Halloween.

A equipe neste episódio investiga um assassinato bem sinistro, que envolve ocultismo e bruxaria. Uma vítima morta no dia 31 de Outubro e a outra potencialmente morta no dia 01 de novembro. Eles tinham apenas um dia para tentar salvar a vida de um rapaz que foi sequestrado em uma festa de Halloween, e desvendar todo o mistério por trás deste caso. Aliás, até a vovó do meliante estava envolvida, dando trabalho para a equipe. Foi um bom – apesar de incomum -, caso na série. Mas geralmente acontece isso mesmo em episódios temáticos. E sinceramente, o episódio deste ano se destacou bem mais do que ano passado.

Aliás, destaques por favor aos momentos hilários que os personagens tiveram fora a ação. A começar por Kamekona que abriu o episódio interrompendo um momento intimo entre Catherine e Steve. Foi hilário ele se interessando por Chuck e ainda fazer piadinha com McGarrett que tinha alugado um VHS: “Você conhece Blu-Ray certo?”. Ponto para o Kame. Ah, e claro, não podemos deixar Max de lado. Ano passado, quem lembra dele vestido de Matrix? E este ano, ele resolveu seguir o estilo “longas metragem protagonizado por Keanu Reeves”. Desta vez ele atacou de Bill & Ted – Um Aventura Fantástica. E ainda zombou de Steve que provou não saber nada de clássicos dos anos 80. O que uma Sessão da Tarde faz não é verdade?

Mas, palmas para Danno. Ele sem dúvida protagonizou os momentos mais hilários deste episódio. Desde também atrapalhar o encontro de Steve e Catherine – em que fica desabafando sobre o bolo que levou de Grace, até na cena em que, no meio da investigação na casa de ocultismo, ele é atacado por vários pombos levando o maior susto. Dei várias gargalhadas e vocês? Ah, e claro, não podia faltar momento “McDanno” neste episódio, que terminou com nossa dupla assistindo Diário de Uma Paixão junto com Catherine (que garante que o filme ganhou um Oscar) e Grace. É mesmo uma família essa equipe.

Quem ficou um pouco de fora do foco neste episódio foram Chin e Kono. A dupla que teve lá os seus destaques nos episódios passados, começou a ser jogada para escanteio. Mas creio que isso não vá demorar muito. Afinal, ali, todos tem seu tempo para brilhar na série. Mas gostaria de ter visto Kono e Chin interagindo com o resto do pessoal na festa de Halloween. Teria sido bacana.

O episódio matou as saudades que este hiato nos deu, e ainda se inseriu muito bem no tema da semana – que é bem explorado em muitas séries. Afinal, o Halloween nos EUA chega a ser mais importante do que o Natal para algumas pessoas. E vocês gostaram do episódio? Gostosuras ou Travessuras?

Bones – The Method In The Madness

Data/Hora 07/11/2012, 18:39. Autor
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“Há um método nessa loucura”. Você pode até não saber, mas essa frase do dramaturgo Shakespeare faz todo sentido em Bones. Por mais sem sentido que algo possa parecer, há um sentido, um padrão, uma equação e um resultado.

Há realmente um método no modo de fazer a série, o que não é ruim, mas também não é tão bom assim. O método é o formato da série, o que nos faz reconhecer a história. É o que dá a cara do seriado. Quando se foge do método, ou temos um grande episódio ou algo completamente desprezável  O método diminui os risco, mas o que eu me pergunto é se seguir esse método à risca é uma boa opção. Até quando os roteiristas vão ficar preenchendo receitas de bolo?

The Method in the Madness está longe de ser um episódio ruim. Keith Foglesong fez um ótimo trabalho completando as lacunas, e eu, que tanto critico os roteiristas da série, me vi gostando da história, amarradinha como deve ser. O problema é que a série tem a competência para ser muito mais do que normal, ela pode ser extraordinária. E é justamente esse tempero que está faltando. O risco.

Após quase um mês de hiato por causa do campeonato de beisebol americano, Bones nos apresenta um episódio bem feito, no máximo divertido, mas passou longe da empolgação que uma boa série de drama investigativo deve ter. Talvez fosse isso, o método “dramédia” sendo aplicado ao extremo. Faltou um pouco de paixão.

Mas vamos aos altos e baixos!

Altos

Como eu disse? O episódio foi bem amarradinho. Keith Foglesong é um ótimo contador de histórias. Para quem não lembra, foi dele The Pinocchio in the Planter, na reta final da sexta temporada. Ele também assinou o roteiro de quase toda a sétima temporada. Isso fez dele um bom conhecedor da série. Você percebe isso nos detalhes.

Esse é o episódio 147, já imaginou o que é fazer esse tanto de aberturas para a série? Mesmo assim, a criatividade reina na hora de encontrar o pobre cadáver. Lixeiros cantores de ópera? Eu ri com o diálogo absurdo entre os dois. Mas até nos empregos mais insalubres, há de se encontrar um pouco de diversão.

É isso que sempre vejo na equipe do Jeffersonian. Hodgins e Brennan são sempre os mais empolgados. A Cam é muito cuidadosa. Adorei a cena deles mentindo para a Angie sobre as condições do assassinato da vítima, e a chefe com dó a desenhista por causa da reconstrução do rosto.

Foi adorável ver a Brennan interpretando os motivos da “mentira” para a Angela. Isso mostra que ela tem aprendido a vivenciar mais o mundo. Mesmo assim, ela ainda enche todos com os fatos antropológicos. É a Brennan sendo a Brennan.

Fisher nunca foi o squintern preferido de ninguém. Acredito. Mas, nesse episódio, ele foi muito bem aproveitado. O tom macabro da investigação casou muito bem com o humor mórbido. Foi divertido de assistir ele se divertindo, ao menos uma vez, com os ossos e vísceras em suas mãos.

Gostei também da “aposta” sobre a permanência do Sweets na casa de B&B. Pena que a Angela está ganhando até o momento. Gostei da angústia da Angela e do questionamento sobre suas prioridade. Sinto o início de um belo drama para a Montenegro.

Baixos

Não acho realmente que B&B precisam mostrar afeições em público toda hora. Uma relação adulta não é assim. Mas carinho entre quatro paredes, por favor! Por favor! Os dois merecem isso. Sei que um olhar deles é bem mais intenso do que uma rapidinha no banheiro, mas é que já está na hora, ok? Vou desenterrar o Sully e Loira Vagabunda Nº 3 só para lembrar que é possível escrever cenas de amor na série.

Passado isso. Também fico descontente com a falta de aproveitamento das “crianças” de Bones. O pobre Parker foi exilado! Vincent agora é só uma lembrança. Christine então, quando aparece, não faz diferença alguma.

Tenho uma amiga que é louca para ver um dos rebentos sequestrados por um serial killer sanguinolento. Começo a gostar da ideia. Angústia, angústia!

O caso foi chato, a investigação foi intrigante, mas estava na cara que era a ruiva! Na cara! A dinâmica me lembrou um pouco o episódio do Chupacabras. Enfim, enfim.

Sempre reclamo e sempre vou reclamar dos motivos dos crimes. Acidentes, brigas, vingança. Já está tão batido. E o pior! Não consigo ver motivos nos motivos! Bones brinca muito com o valor da vida humana. Ossos são ossos, certo? Não, nem tanto. Ossos tiveram alma, vida, história. Por que então que os casos são tão rasos? É algo para se pensar.

Casais

Sinto falta dos casais de Bones. Só o que digo.

The Method in the Madness

Três estrelinhas para o episódio, pela disciplina e conhecimento de causa. São três estrelinhas pelo bom roteiro, pela interação da turma, e pela dancinha hilária da Brennan. “Não entendo o porquê que meus amigos não apreciavam meus passos de danças na escola?” Nem nós, Bones. Você é natural. Mal posso esperar por um certo episódio em janeiro!

Não consegui encaixar o Sweets nos Altos e Baixos do episódio! Simplesmente não gosto nem desgosto dele. O fato é que ele tem ganhado um tempo de tela considerável, e eu prefiro esse tempo sendo usado pela Angela, Cam, Hodgins ou qualquer outro.  Nâo vi sentido na história do Sweets se mudar para a casa de B&B, não acrescentou nada para a trama. Até o momento, não consigo ver nada de bom. Além do que, qual é o drama de ele ter acabado o namoro? Isso acontece o tempo todo. E foi ele quem acabou.

Como a história do psicólogo foi a principal do episódio, culpo ele pela falta de brilhantismo no roteiro. Mas a cena final será sempre lembrada, então não posso dizer que foi um episódio descartável. Posso entrar na campanha “B&B na banheira”? Porque sim, nós podemos!

Melhor Cena

Precisa explicar? Precisa dizer que ela tem um jeito especial de ser especial? De perder a vergonha e se jogar na brincadeira? Não, né? Ah, se alguém estiver a fim de dançar livremente como a Brennan, a música que tocou no final do episódio foi 20th Century Boy do T. Rex.

 

Então, pessoal, quantas estrelinhas Bones merece essa semana? Também sentem um pouco como eu? O que será que Os Poderosos podem fazer para deixar o show mais atraente?

Até semana que vem! Vejo vocês, Boneheads, no purgatório!

Supernatural – Blood Brothers

Data/Hora 07/11/2012, 14:10. Autor
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Vampiratas. É sério isso, produção?

Finalmente Benny apareceu efetivamente em um episódio! No começo, pensei que haveria alguma evolução com Kevin e eles iriam achar alguma pista sobre o garoto, mas não. Eu só espero mesmo que esse menino não fique fora do mapa a temporada toda, aparece no penúltimo episódio e salve o mundo do dia pra noite. Gostei da parte: fechar as portas do inferno, o Santo Graal dos Winchesters.

Achei meio sem sentido Dean sair correndo para ajudar Benny sem ter levado Sam junto. Porque ele tem que esconder o vampiro do irmão? Porque ficar de mimimi e esconder Benny, o que aconteceu no purgatório e o que aconteceu com Cas? Depois falam que mulher que é complicada!

Mas, pior do que ir embora dizendo que ia resolver “assuntos pessoais” foram os flashbacks de Sam. Que boooooooring. Sam eletricista, encanador, marido de aluguel? Ah, por favor né!? Sem contar que essa Amelia tem cara de pastel e é muito sem graça. Todas essas lembranças da vida colorida de Sam são muito chatas, sem contar que ele tem um cachorro chamado cachorro ¬¬’.

Voltando pro Benny, eu até que me simpatizei com ele, mas essa história de Vampiratas não foi muita viagem? Ah, eu faço parte de um grupo de vampiros que persegue barcos, se alimenta e depois naufraga a galera. E sem contar que ele é bonzinho, rouba as bolsas de sangue para se alimentar sem ter que matar ninguém.

Gostei da parte dele ir se vingar do vampiro-chefe que tinha o transformado, mas daí entrou a tal da Andrea na história e tudo ficou com um ar de novelão mexicano. Também achei que o “velho” poderia ter uma cara de badass, não sei porque, mas o cara me lembrou muito aqueles vampirinhos Crepúsculo style. Chateada.

Ter mostrado mais um pouco do que aconteceu com Cas só serviu pra deixar a gente na expectativa. Sabemos que ele ficou um tempo com Dean e Benny no inferno, mas no fundo sabia que não iria conseguir escapar. Eu imagino que Dean tenha tentado até o último momento levar Cas com ele, mas deve ter dado alguma treta muito tensa e ele acabou “ficando pelo caminho”. Não acredito que Cas tenha morrido, talvez ele só esteja esperando um momento certo para aparecer para os Winchesters.

Acho que eles não deviam perder o foco de encontrar o Kevin. Enquanto Sam ficou sonhando acordado, stalkeando a cara de paisagem, poderia ter conseguido alguma pista do paradeiro do garoto. Mesmo se eles não tivessem achado nada sobre o Kevin, poderiam ter apelado para o Crowley, terem sondado o que o pessoal dele estava fazendo.

Sem muitos esclarecimentos, mas de uma forma geral, o episódio explicou alguns pontos que estavam jogados pelos episódios. Pelo menos a gora Benny está devendo alguma coisa pra Dean, será que ele vai ajudar os Winchesters com a saga dos portões do inferno? Mas antes disso, quem viu a promo do próximo episódio já sabe que lá vem mimimi “você escondeu Benny de mim” e “você nãos gosta de ser caçador, volte para sua Amelia”. Oh my dog, paciência!

 

Once Upon a Time – Tallahassee

Data/Hora 07/11/2012, 13:39. Autor
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Acredito que de todos os contos relatados em Once Upon a Time, a história do João e o Pé de Feijão é uma das mais próximas da minha infância. Estava muito ansioso para conferir o que Emma aprontaria no castelo do gigante que para mim, foi uma surpresa descobrir que João morreu em plena luta com os gigantes. A pessoa deve ser muito criativa para imaginar em sua cabeça que além de todas as maldições, ainda houve guerras. Não sei se vocês lembram, mas no episódio dedicado a vida do Mr. Gold, foi citado a guerra entre os gigantes, que provavelmente deve ter sido essa.

Adorei a participação do ex-Lost, Jorge Garcia como o único gigante sobrevivente da guerra. Emma já começa a fazer amizades na Floresta Encantada e tenho certeza que essa amizade será de extrema necessidade para um futuro próximo.

Quem aqui não gostou das indiretas do Capitão Gancho que atira a primeira pedra. Tivemos a oportunidade de conhecermos mais o seu gênero pirata e sedutor de ser. Qualquer mulher queria estar na pele de Emma em algumas cenas desse episódio, mas controlem-se, pois o Capitão Gancho está preso com a única mão que lhe resta no castelo do Gigante. Mas sinceramente falando, não acho que Emma tenha feita algo errado. Isso é algo que eu e ela temos em comum. Eu não confio nas pessoas totalmente. Sempre fico um pé atrás. E Emma não o prendeu totalmente, só quis uma pequena vantagem, afinal de contas, Rumple pode ser a pior pessoa do mundo, mas ele sempre é necessário nos momentos de aperto.

Só para não passar em branco, adorei rever a Mulan novamente! Estou muito ansioso para conferir de perto o que ocorreu em sua vida no passado. E falando em passado, o episódio foi dedicado a nossa querida protagonista. Nem sempre Emma foi uma pessoa durona e nesse episódio vimos como a nossa heroína era uma ladra apaixonada. O interessante do episódio é perceber que a Emma do passado e a Emma do presente são duas pessoas totalmente diferentes. E para isso, Emma nem precisou esquecer a memória para mudar. Ela fez questão de esquecer o seu passado para começar um novo futuro.

E finalmente conhecemos o pai do Henry que se chama Neal e de quebra revimos August numa reveladora cena. Nem eu me lembrava daquele baú que ele carregava em sua moto. E para quem achava que ele havia aparecido somente em Storybrooke, eu sempre cogitei a possibilidade de ele estar sondando Emma de longe, apenas esperando o momento certo para manda-la para Storybrooke. De certo modo, eu gostei do Neal, apesar de querer saber mais sobre sua vida. De primeiro instante, ele me pareceu aquelas pessoas que não ligam para as consequências e simplesmente querem viver a vida. E nessas vindas e idas, ele acabou conhecendo Emma. Ambos fazem um ótimo par, mas ainda não sei se ele é o Charming da vida atual de Emma.

Apesar de modo muito breve, o lado materno de Branca chama a atenção a todo o momento, agora que mãe e filha estão juntas. E pela primeira vez, comecei a me simpatizar com Aurora agora que o efeito do sono está começando a lhe fazer efeito e Branca a está ajudando a enfrentar isso. E não é somente ela, Henry também. O gostoso de assistir Once Upon a Time, não é simplesmente as histórias e os personagens, mas as ligações que ocorrem do mundo fantástico com o nosso mundo. Aurora e Henry tiveram o mesmo sonho e por um momento, estiveram conectados. É como se a maldição criassem um quarto escuro e todas as pessoas que um dia foram afetados por ela, fossem enviados diretamente para lá quando estivessem dormindo. O que será que isso significa?

Agora que Emma possui a bússola, elas correram contra o tempo para capturar as cinzas do portal com a Cora. Mas acreditem, Cora é bem pior que Regina. Essa tarefa, não será nada fácil.

Haven – Magic Hour

Data/Hora 07/11/2012, 09:41. Autor
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Definitivamente, jamais me perdoarei por não ter percebido que Tommy era o serial killer. Alguém já tinha adivinhado? Ponto para quem percebeu. Essa possibilidade nem chegou perto de existir em minha mente. Que havia algum mistério oculto na vida dele era óbvio, mas assassino em série?! É alguma piada? Até porque eu simpatizo com o personagem: meio moleque, meio brincalhão, meio irresponsável, cheio de
ginga; ele é uma graça! E… um serial killer?! Ainda custo a acreditar. Mas vou partir do princípio de que Tommy Bowen realmente é um assassino.

Se assim for, apenas uma parte do mistério foi revelada. Ainda precisamos descobrir porque Tommy escolhe determinadas vítimas e quem ele está tentando “reconstruir”. E, ainda, qual seu objetivo nisto tudo. A única coisa que me ocorre, é que Tommy esteja tentando reconstruir Arla, a garota com quem Jason Cogan (Colorado Kid ) se casou. Porque outra Audrey seria óbvio demais, se bem que outra Arla não deixa de ser “viagem” demais (minha suposição baseia-se em indícios fracos: o cabelo loiro e o comportamento do serial killer quando seqüestrou Audrey) . E como Tommy pode ter conhecido Jason Cogan? Ou ele deveria ser dez ou vinte anos mais velho atualmente, ou em 1983 seria apenas uma criança.

O próximo episódio pode responder várias perguntas, já que, pelo menos nesta temporada (segundo a relação de episódios em que Tommy aparece), talvez seja a última vez que o detetive/serial killer será visto.

Um pouco mais foi revelado sobre o Colorado Kid. Aparentemente, o rapaz é filho de Sara. Cá para mim, ele é uma criança que Sara levou para o Colorado por algum motivo, ligado aos mistérios de Haven, que ainda virá à tona.

Confesso que seguir os envolvimentos românticos (ou quase isso) do trio principal está ficando meio cansativo. Espero que a possibilidade de Nathan morrer faça Audrey acordar. Mesmo porque, seu envolvimento com Duke não faz sentido: ela afasta Nathan porque o ama e tem medo que alguma coisa ruim aconteça com ele, e se aproxima de Duke porque… ele é descartável? E a única coisa que a pobre Jordan está conseguindo é a rejeição do público, que a vê como uma concorrente de Audrey ao coração de Nathan.

“Romanticismos” à parte. O grande mérito desta terceira temporada, em minha opinião, é o equilíbrio com que os roteiristas têm conseguido construir os episódios. Há um enigma que perpassa toda a trama de Haven, e a cada episódio uma nova peça do quebra-cabeças é apresentada. Isto sem deixar de explorar um novo caso envolvendo um “problemático”, o que, afinal, é a marca da série desde sua primeira temporada; sem deixar também, de desenvolver a relação do trio de protagonistas e ampliar a mitologia da série.

Aguardando Magic Hour (Parte 2), porque mesmo sabendo que dificilmente o mocinho não morre no final, quanto mais no meio da temporada (esperança no óbvio nunca é demais!), não consigo evitar a ansiedade. Afinal, Audrey e Duke terão que se apressar, antes que a hora mágica passe e seja tarde demais para Nathan.

Arrow – Lone Gunmen e An Innocent Man

Data/Hora 06/11/2012, 21:49. Autor
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Surpresas, surpresas, surpresas.

Arrow não para de crescer. Mesmo que a audiência venha caindo semana após semana, uma coisa é fato: a série possui um alto nível de consistência. Logo no segundo episódio deu para perceber isso. O normal é que as séries entreguem um bom piloto e quando chegam ao segundo episódio, fode com toda a história, mas está na cara que Arrow sabe muito bem aonde está indo.

Os dois episódios, além de servirem como sequência um do outro, trouxeram novamente o Arqueiro com sua vingança básica de café da manhã. O melhor de tudo foi a aparição de Deadshot, que ao mesmo tempo foi uma novidade agradável logo no começo da série, mas por outro, finalmente mostra que o Arqueiro não é lá aquela delícia toda sendo que Deadshot já se mostra uma verdadeira ameaça, principalmente porque ele é simplesmente um vilão que nunca erra seus alvos.

Na mansão dos Luthors Queens, o drama teen começou. Adoro que Mama Queen quer matar o filho, ou pelo menos sequestrá-lo, mas não consegue controlar a própria filha. Um dos problemas, desde o início, seria o drama teen da série, sendo que Arrow já se provou ser uma produção adulta. Até agora, tudo está bastante aceitável. Foi divertido Thea dedurando Laurel e Tommy na primeira oportunidade, o que prova que, quando ela está bêbada, ela vira uma pessoa extremamente perceptiva.

Por mais que tenha sido rápido, a adição de Diggle como parceiro do Arqueiro veio na melhor oportunidade. Ele simplesmente não consegue lidar com todas as incógnitas que cada matança traz, como foi o caso do terceiro episódio. Sem contar que Diggle é um militar, ou seja, é bem mais fácil lidar com ele do que qualquer outra pessoa. Leia-se: Tommy.

O amigo safado de Oliver, mesmo mostrando ser bom na luta, não é de confiança. Não sabemos o tanto que ele sabe, se ele realmente estava desacordado quando foram sequestrados no primeiro episódio e até onde ele iria para conseguir ficar com Laurel, que, sem dúvidas, vai começar a cair de amores pelo ex namorado em breve.

A questão é que o irmão de Diggle morreu e foi mais ou menos por causa disso que ele finalmente aceitou, no quarto episódio, a se tornar parceiro de Oliver. Poxa, se a polícia não irá resolver as situações e como Ollie também vai continuar sendo o cara da fantasia por um bom tempo, qual é o problema de se juntar, também? É provável que em breve Diggle seja posto em perigo, principalmente por trabalhar com o Arqueiro e muita gente – leia-se: a máfia russa – irá fazer de tudo para descobrir quais são seus aliados.

No quarto episódio, finalmente a moral de Laurel foi colocada em prova. Por mais que tenha sido legal ela finalmente discutindo com o pai sobre a questão da lei as vezes ser uma furada, convenhamos que ela é uma advogada e é desse jeito que os advogados conseguem fazer as coisas. Vamos apenas esperar para que ela não fique indo e voltando, entre o método do Arqueiro e entre o método do pai. Por mais que seja divertido vê-la discutindo com o pai sobr sobre isso, não é algo que será atrativo em uma base semanal.

Por meio dos flashbacks, descobrimos que Ollie teve que matar uma galinha para sobreviver. Convenhamos que não é a mesma coisa do que matar uma pessoa, mas a série já deixou bem claro que o nosso herói não se sente, de forma alguma, amargurado e sentido pelo que faz. Esse é o único jeito de ter certeza que a cidade voltará aos seus dias de glória.

Em outro bom momento, descobrimos que o novo papai de Oliver não sabe nada sobre seja lá o que for que Mama Queen esteja fazendo. Já sabíamos que ela fez parte da conspiração que afundou o barco do marido, e por isso a descoberta do que estava dentro daquele hangar não foi tão chocante quanto o restante dos minutos finais do episódio. Todo mundo (ela e o novo vilão) sabem sobre a lista, mas as especulações podem ser diversas, afinal, com certeza não deve ser muito complicado deduzir quais empresários e afins da cidade tem ligação com a máfia e outras entidades.

Tenho que fazer uma ressalva sobre a cena do motim: Começou muito bem, com muitos presos aparecendo e uma atmosfera densa, mas em pouco tempo, tudo estava contido, sem contar que a grande ‘luta’ aconteceu com UM homem. Convenhamos que se um monte de detento visse uma mulher e um cara fantasiado, seriam as primeiras vitimas, mas a cena foi tão broxante que a irritação por Laurel reclamar sobre o Arqueiro quase ter matado o cara foi às alturas.

O choque mesmo foi o final do episódio, mas Ollie também deu muita bandeira, trocando de roupa na maior cara dura em frente às câmeras. Por mais que seja óbvio que Diggle deve usar a roupa do arqueiro enquanto Ollie estiver na prisão, para inocentá-lo, os roteiristas fizeram uma jogada perigosa, ‘expondo’ Oliver para o mundo logo no começo da série. Óbvio que esse momento ia chegar e claro que ele será inocentado, mas esperava que fosse um pouco mais adiante na trama.

P.S: Laurel chutando todas as bundas possíveis no quartinho da boate sem perder a pose foi fenomenal.

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