Once Upon a Time – Child of the Moon

Data/Hora 13/11/2012, 16:33. Autor
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Child of the Moon foi certamente o episódio mais conto de fadas que teve em Once Upon a Time nessa temporada. E quando me refiro ‘conto de fadas’, me refiro àquelas histórias que possuem uma dinâmica simbológica que traz uma lição moralista no final. De fato, Edward e Adam escolheram o melhor personagem para tratar bem o quesito de aceitação pessoal. O grande dilema de aceitar seus próprios defeitos e conviver bem com eles é uma questão mais do que pessoal, já que existem diversas ramificações que podem ser situadas de formos pensar na grande quantidade de diversidade que existe na sociedade e que não é aceita pela mesma.

E nesse clima de aceitação que continuamos com a jornada para salvar Emma e Branca do mundo da fantasia. Gente, só algumas vírgulas que eu gostaria de deixar, por que a temporada começou nesse clima de tentar salvar mãe e filha e trazê-las de volta para Storybrooke. Mas a questão é… Não vemos em vários momentos os personagens tendo aquele flash de nostalgia lembrando-se da época em que moravam lá? Quer dizer, é claro que tinham sempre algum problema com que lidar e sempre acabam em alguma luta ou outra em busca do verdadeiro amor, mas será que juntos eles não conseguiriam destruir todas as criaturas deixadas na Floresta Encantada para que todos voltassem a viver em seus respectivos lares? Haveria uma grande construção e certamente, muita reforma por lá, mas acredito que o esforço valeria a pena… Ou não? Afinal de contas, qual é o melhor lugar para se viver atualmente: Storybrooke ou Floresta Encantada?

Gostaria de comentar alguns erros que encontrei no episódio, como o fato da Ruby não ter suas roupas rasgadas após virar loba. Isso realmente é muito estranho. É como se a roupa se fundisse com a forma de lobo e depois a tornava humana novamente. É isso mesmo produção? E gente, que absurdo é aquele do Henry tomando bebida alcoólica? Onde está a moralização da série (momento em que eu me contradigo)?

Adorei ver mais de Ruby nesse episódio. Ela é uma personagem que como sabemos se tornou regular nessa temporada e de certo, é um personagem que merece muita credibilidade na série. A Chapeuzinho Vermelho foi uma das histórias que sofreu mais mudança na série e que foi bem aceito pelo público, afinal de contas, nunca imaginaríamos que ela fosse o lobo. E como toda a história de Once Upon a Time, sempre temos uma grande perda e a Ruby foi a que mais teve perdas e não foi ocasionado pela maldição. De certa forma ela possuía uma ‘maldição’ interna que ela precisa aceitar. Ruby, de fato, é uma heroína e uma batalhadora.

Mais uma vez tivemos mais um pouquinho da amizade de Ruby com Bela nesse episódio que também estou amando. Elas são bem aquela relação de melhores amigas e em Once Upon a Time, esse tipo de relacionamento não é só bem visto como também necessário. O público alvo que assiste acredita mesmo nessa bondade que existe nas pessoas e também querem um final feliz.

Aproveito para anunciar que estou montando um círculo de macumbeiros para amaldiçoar Rei George e toda a sua dor de cotovelo que ele sente por David. Ninguém gosta de ver o protagonista sofrendo e eu apoio totalmente que ele seja marcado pelo sugador de almas.

E pra fechar com chave de ouro o episódio que desencadeou a nova salvação de Emma e Branca. Graças à maldição do sono que atingiu Aurora e Henry, eles acabaram conseguindo uma conexão entre o mundo da fantasia e o mundo dos humanos. Incrível, eu já perdi a conta de quantos mundos existem segundo a teoria de Rumple. Agora temos o mundo que fica entre a vida e a morte. Que coisa mais louca! Estamos entrando numa crise existencial sem percebermos!

Para aqueles que sentiram calafrio ao ver Emma e Branca escutando o nome do Henry no final do episódio, podem esperar que agora a situação ficará mais crítica ainda agora que Cora jogará toda a sua raiva e toda a sua divindade de bruxa nas panteras.

Modern Family – Yard Sale e Arrested

Data/Hora 13/11/2012, 16:10. Autor
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Esse ano fiz minha primeira viagem internacional e passei 3 meses em Toronto durante a privamera/verão. Acabei presenciando aquilo que só via na TV: yard sale. Aquele momento que as pessoas resolvem vender o que não querem mais, e abrir mais espaço para coisas novas. Lembro de andar na vizinhança onde morei e encontrar cartazes avisando da “venda na garagem”. É mais organizado que pensava pois as pessoas informam a hora que começa e termina mas aos mesmo tempo acontece aquela invasão na casa da pessoa. Exatamente como Jay reclamou todo episódio.

Yard Sale foi um episódio muito divertido. Luke continua mostrando o quão manipulador pode ser. Gosto muito dele e Manny juntos. Dá a chance do filho de Gloria agir um pouco mais como meninos da idade dele mesmo que de um jeito mais adulto. Falando na Gloria, o que foi ela como ventriloqua? E quando Claire se toca que Jay tem a mesma personalidade que o boneco foi de chorar de rir. Uma das melhores cenas. Eu realmente espero que caso Modern Family vença todos os Emmys em 2013 que dessa vez Sofia Vergara seja premiada porque ela está impagável essa temporada.

Phil era um personagem que no início da série me irritava um pouco mas com o passar dos anos, e graças ao talento de Ty Burrell, foi me conquistando. Toda a cena-referência a 127 hours foi um show de atuação. Geralmente os melhores momentos da personagem vem de quando ele tenta agradar o sogro.

A parte da Alex e seu novo/velho namorado foi a menos divertida do episódio. Até porque no final da temporada ela tinha certeza que o menino era gay e de repente está namorando ele. No entanto tem uma verdade na fala do Mitchel quando ele diz que hoje é complicado saber se um menino é ou não gay porque certos esteriótipos caíram por terra. Nesse episódio mais uma vez foi citada a nova forma física de Cameron. No futuro provavelmente teremos o mesmo assunto mas dessa vez focando o Manny porque essa série deve durar uns 10 anos e fatalmente o menino emagrecerá (ou será emagrecido).

Haley: Em Legalmente Loira Elle vence no tribunal por aceitar ser quem é e se vestir bem.

Phil: Haley essa é a vida real, não um ótimo filme.

Arrested foi um episódio que gostei como um todo, mas não curti muito a resolução. Não gostei da Hayley voltar para casa. Por outro lado entendo que para a trama isso teria que acontecer porque a personagem estava ficando de fora em momentos cruciais, e criar histórias para ela na faculdade acabaria obrigando a contratação de mais atores e isso encareceria a produção. Sejamos racionais, cada vez mais a TV é um negócio que precisa ser rentável.

Phil surpreendeu a todos nesse episódio. A maior parte do tempo ele tratou a prisão da filha como algo normal, deixando Claire extremamente irritada com a falta de pulso do marido. Porém quando percebeu que a filha não estava percebendo a seriedade da situação, Phil foi duro com ela como poucas vezes a série mostrou. E Claire ficou muito orgulhosa do que viu.

Dedee está na cidade. Jay tenta evitar que ela e Gloria se encontrem devido aos problemas do passado. Obviamente que elas acabam se cruzando, mas quando a ex-mulher de Jay descobre que sua “substituta”está grávida ela fica surpreendentemente muito feliz,e as duas acabam conversando civilizadamente. Também descobrimos que Manny tem se correspondido com a mãe dos enteados, o que faz todo sentido por Manny ser o Manny.

Enquanto Claire, Phil e Mitchel vão tirar Hayley da cadeia, Cam fica responsável por cuidar de Alex e Luke. Ele fica muito irritado por acreditar que a cunhada não confia na sua capacidade de cuidar de seus filhos. Ele está empenhado a provar o contrário mas Luke acaba parando no hospital por conta de uma reação alérgica a um dos experimentos culinários de Cam. E no final das contas o grande problema de Claire com o cunhado é não confiar na capacidade culinária dele. Destaque para Alex durante a visita ao hospital se passando por médica. E Lily que mais uma vez rouba a atenção nas cenas em que participa. Mas a grande sacada mesmo foi a reação dos personagens ao telefone tocar no meio da madrugada. Simplemente perfeito. Todos acreditando que alguém tinha morrido.

The Vampire Diaries – The Killer

Data/Hora 13/11/2012, 12:52. Autor
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Depois de ter sido traído por Jeremy, quase morto e preso por Klaus, Connor está ainda mais nervosinho do que nunca. Então resolve prender Matt, Jeremy e April no Grill para atrair os vampiros que quisessem salvá-los e assim acabar com a raça de dentucinhos da cidade. Enquanto estão os três presos, Damon e Elena tentam bolar planos para o resgate e Stefan fica agindo estranhamente para atrapalhar tudo de propósito por causa do acordo que fez com Klaus.

Damon continua sendo o único sensato da história e milagrosamente Elena resolve apoiá-lo, mas Stefânio, em sua incansável determinação para manter o pacto com Klaus, dá um sossega-leão verbênico no irmão para impedir que matem o Connor, sem se importar se todo mundo lá no Grill corre risco de morte, mas beleza. Stefan anda mais egoísta do que sei lá o que ultimamente.

Em paralelo a toda essa confusão, Tyler continua em prisão domiciliar decretada por Klaus, acompanhado de Caroline e da tal Hayley intrometida que só apareceu para furar os olhos da loira. O fato é que Tyler apesar de tudo tentou fazer uma boa ação ao ligar para Klaus (que está nos confins procurando pela tal espada de Alexander) e tentar impedir um híbrido de ir numa missão suicida, mas o Original praticamente jogou a gasolina no romance de seu lobinho com Caroline e depois acendeu o fósforo ao falar de Hayley. Claro que a vampira ouviu toda a conversa, e não parece ter sido muito enrolada pela desculpa do namoradinho.

Depois de dopar o irmão, Stefan vai ao Grill mais para salvar o Connor do que qualquer outra coisa e deixa Damon preso em casa sem o anel protetor-solar, olha a maldade! Entretanto, quando parecia estar tudo perdido e que o caçador escaparia mais uma vez, Elena para de fazer drama e toma uma atitude (ouço um coro de Aleluia?). A garota se aproveita que Connor continua desinformado sobre ela ser vampira e vira a salvadora da pátria ao matar o sujeito.

Tirando Connor, que teve o pescoço quebrado igual peru em véspera de Natal, todo mundo está a salvo novamente. Mas é claro que esperar tudo ficar perfeito em Mystic Falls já é querer demais. Primeiramente porque Stefan quebrou o acordo com Klaus ao contar para Damon sobre a cura e deixar o Connor morrer, então imaginem quando o Original descobrir e começar a dar piti de novo! Como se não bastasse, parece que a coisa de ser um caçador motherfucker é contagiosa, pois o irmão da Elena virou o novo mapa do tesouro ao desenvolver as tatuagens, e é bom que ele seja esperto e não fique contando isso por aí. E por falar em Elena, quando eu pensei que ela estivesse tomando um rumo decente na vida por ter tomado uma atitude e enfrentado o Connor, ficou se culpando porque matou o sujeito e chorando por aí. Elena, minha filha, ele ia matar todo mundo, acorda!

O problema de Elena ter matado Connor é que ela destruiu a sua chance de cura, pelo menos por enquanto (já que a tatuagem começou a se formar em Jeremy, mas está longe de estar completa), então imaginem a choradeira da moça quando descobrir que arruinou por ora sua volta à vidinha de humana! Bem, em toda a sua falta de senso (principalmente nos últimos tempos), Stefan acertou ao achar que Elena enlouqueceria quando matasse a primeira pessoa, e agora a vampirinha está vendo sangue para todo lado.

E por último, o momento “OH NO!” do episódio (e da review): Elena e Stefan voltaram a escrever suas emices em seus respectivos diários. Sem comentários.

P. S. [1]: É trágico, mas não deixa de ser cômica a maneira como a April é tão tapada, gente. O Connor fala sobre os vampiros e tal, ela vê que acontecem coisas estranhas na cidade e mesmo assim não percebe NADA. E ainda é hipnotizada no final das contas, coitada.

P. S. [2]: Comovente a declaração de amor de Damon sobre Elena. Entretanto, acho que ele deveria abrir o jogo para ela sobre a cura, ao invés de ajudar o irmão pelas costas da moça, já que Stefan não anda muito confiável ultimamente.

P. S. [3]: Episódio de confianças sendo abaladas: Caroline e Klaus, Elena e Stefan…

P. S. [4]: Alguém acha que não vai prestar essa coisa de hipnose que o tal professor está fazendo na Bonnie? E por sinal, a bruxinha voltou a ter sua função de ser isqueiro.

Elementary – Lesser Evils e Flight Risk

Data/Hora 13/11/2012, 09:35. Autor
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Elementary trouxe dois bons episódios para continuar mantendo o nível da série. A novidade fica por conta que a CBS escolheu Elementary para ir ao ar depois da final do Super Bowl. Eu confesso que fui pega de surpresa. Acho que a série tá longe de merecer tal honraria.

Mas vamos falar sobre os episódios. Não gostei muito de Lesser Evils, pois achei que o caso não foi surpreendente. Eu esperava algo nesse sentido. Acho que o mais interessante foi a maneira como trataram os “anjos da morte”. Gosto dessa problematização sobre os assuntos polêmicos que eles fazem em Elementary. O mesmo já havia ocorrido em Child Predator quando problematizaram o abuso infantil e a relação da vítima com seu abusador.

Ao tentar convencer todos de que o caso não era simplesmente uma morte de causa natural, mas sim um assassinato, Holmes parece uma criança mimada e birrenta e rendeu momentos engraçados para o episódio, como a hora em que ele joga água no chão.

Outro ponto interessante e que merece destaque foi a atuação de Watson nesse episódio. Ela mostrou que a medicina, embora esteja um pouco adormecida nela, ainda se faz presente. Foi bacana descobrir um pouco mais do passado dela e ver como isso mexe muito com ela. Parece que ter abandonado a medicina ainda não é algo muito bem resolvido para Watson. Mas o fato dela ser médica ajuda e muito na resolução dos casos. Watson tem sido cada vez mais importante na parceria com Holmes e acho isso muito legal.

Gostei muito de Flight Risk. A meu ver foi um dos melhores episódios da série até aqui. A história base está sendo expandida o que tem dado novos rumos além do caso, pura e simplesmente, embora o caso também tenha sido bem legal e surpreendente. Uma cena do crime improvável e diferente da cena do acidente que estava sendo investigado. E teve um bom espaço para que o detetive mostrasse porque é tão genial. Notar a areia diferente no meio de uma praia foi simplesmente algo que só Holmes é capaz de fazer.

O personagem novo que apareceu já ganhou mil pontos comigo. Fiquei com dó da Watson, mas foi engraçada a peça que pregaram nela. Ela toda feliz achando que ia conhecer o pai do Holmes e ele nada mais era do que um ator. Além do que a conversa rendeu. Watson ficou intrigada e acabou indo atrás, descobrindo que Holmes também tem amigos, embora as relações dele com as pessoas sejam um pouco diferentes.

Por fim, descobrimos o nome da mulher que partiu o coração do nosso amado detetive. Parece que transformaram a misoginia do Holmes original em decepção por conta de um coração partido. Quem será Irene e o que será que ela fez para que Holmes entrasse em depressão e passasse a se drogar?

Espero ansiosa para ver qual vai ser a reação do Holmes com a Watson agora que ela falou para ele que sabe da Irene. Aguardo ansiosa pelas cenas dos próximos capítulos.

Last Resort – Another Fine Navy

Data/Hora 12/11/2012, 20:37. Autor
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A única maneira que consigo encontrar para descrever esse episódio de Last Resort é que foi bom, porém não fez muito sentido. Another Fine Navy parece ter vindo do nada. Agora resta saber se irá para o nada ou se fará algum sentido daqui pra frente.

Comecei achando que a série tinha sido cancelada e como eu tava meio por fora do mundo não tava sabendo. Era a única maneira de explicar toda aquela mortandade. E como só Sam aparecia, eu achei que ele ia contar o fim da história. Mas para minha felicidade eu estava equivocada.

Embora eles tenham tido a preocupação de explicar a droga usada e a maneira como ela age – para que não ficasse surreal demais – eu achei aquilo tudo um tanto quanto bizarro. Mas mesclando com essa bizarrice tivemos alguns momentos interessantes e até bem bonitos. Foi muito emocionante a cena do Capitão Chaplin tendo alucinações com seu pequeno filho. Confesso que fiquei emocionada e angustiada. Eu estava com a clara sensação de que ele morreria, até ser resgatado por alguém que não pode ser muito bem classificado como bondoso. A pessoa salvou a vida do capitão, mas roubou a chave que permite com que o submarino lance mísseis. Quem será que está por trás disso? Por que a pessoa não se interessou em matar todos de uma vez? Será que são as mesmas pessoas que estão por trás do envenenamento da água? Eu senti que o assistente da Sophie tá fazendo jogo duplo. Acho que o espião – já descoberto pelo Chaplin – é ele.

Já as alucinações do Sam achei meio sem noção. Senti que foi só um motivo que os roteiristas arrumaram para ele dar o primeiro beijo em Sophie. Além do que, o fato de as câmeras terem gravado é só pra ela ter a certeza do que ocorreu e ficar atucanada pensando nisso. Acho os dois fofos e já to shippando.

Porém, o que mais me incomodou em Another Fine Navy, disparado, foi o fato de nada parecer fazer sentido. Parece que tudo que aconteceu não significa nada para a trama. Quem são aqueles caras que apareceram do nada para envenenar a água? Eles vieram a mando de quem? A única coisa que se sabe é que eles, aparentemente, tem ligação com os SEALS, mas nada além disso.

Um dos maiores méritos que Last Resort vinha tendo até aqui era conseguir articular brilhantemente as tramas diversas. Então, nesse episódio fiquei incomodada com o fato de não haver nenhuma menção ao que estava ocorrendo em Washington – exceto a foto de Christine abraçada no espião. Justamente em Washington que as coisas poderiam se desenrolar e fazer a trama andar, mas agora a trama fica estagnada pelo menos até o próximo episódio.

Espero que semana que vem a trama volte a ter o ritmo que vinha tendo e que as coisas voltem a se articular para resolver as dúvidas acerca de tantas conspirações. Uma série que ainda nem garantiu uma temporada completa não pode se dar ao luxo de fazer um episódio sem sentido, ainda que ele tenha sido bom.

PS: James tendo um papel cada vez mais importante na trama, como apostei desde o começo. Ele ainda vai render.

Arrow – Damaged

Data/Hora 12/11/2012, 16:21. Autor
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O cara que vale 15 milhões de dólares.

Em mais um delicioso episódio, Arrow começa a se definir. Não que isso ainda não tinha acontecido, mas esse foi o primeiro episódio da série que, além de não ter tido muitas cenas de ação, nos presenteou com a afirmação de que Ollie e Laurel ficarão juntos antes mesmo do final da temporada. Além disso, pudemos ver como a série funciona mais ainda com seus flashbacks, os quais foram os mais aceitáveis desde o começo da série, e aquele drama familiar que sempre apimenta as coisas, principalmente por causa de Moira, a Mama Queen, que agora NÃO vai aceitar fazer tudo antes de ter certeza que sua família não será prejudicada.

Não havia duvidas de que Ollie ficaria pouco tempo na prisão e perceba que ele não ficou MESMO na prisão. Ele acha todas as formas de conseguir tempo sozinho com Laurel, ou seja, claramente está dando muito na cara. Foi uma ótima ideia: fazer Laurel lutar contra o próprio pai pelo cara mais odiado. É isso que eu chamo de persistência.

Laurel, porém, já começou o episódio bem irritada, achando um ABSURDO o pai achar que Ollie é o vigilante, sendo que o verdadeiro Arqueiro Verde quer fazer o bem, diferente de Ollie, que simplesmente arruma um pretexto para uma festa, mas que na verdade, já tinha um plano em mente e queria mesmo era limpar seu nome.

Convenhamos que Ollie se passou, durante todo a investigação e prisão domiciliar, por uma pessoa que simplesmente não se importa com os outros. Não estava pensando em sua família, que obviamente sempre é a mais prejudicada e não queria aceitar o acordo no começo, só para chegar ao final do episódio CONFIRMANDO que sempre tinha eles em mente. Com certeza é um ponto contraditório que obviamente deve ser mais demarcado em futuros episódios.

A partir do momento que Ollie falou que foi torturado na Ilha de Lost, não havia duvidas de que ele finalmente tinha ganhado a simpatia de Laurel. Ganhou TANTO a simpatia que a menina fingiu preocupação no quarto do ex, sendo que, na verdade, ela só queria uma razão para ver o corpo do ex-namorado de novo, porque estava com saudades.

Tudo isso, incluindo o beijo, foi em vão, porque Laurel não é burra e sabe ler um polígrafo. Perceba que foi isso que aconteceu semana passada, só que ao invés de Ollie, foi o alter-ego Arqueiro: Laurel começou o episódio querendo não ajudar, acabou cedendo e viu que estava errada, só para chegar ao final do episódio e voltar à estaca inicial. Espero que esse tipo de fórmula não comece a se repetir em todos os episódios.

Falando em Laurel, o pai dela com certeza está em uma cruzada para acabar com a vida de Oliver. Perceba que ele realmente está cego em relação a tudo, tanto que mesmo fazendo o teste da mentira, ele continuou falando que ele era culpado. O cara não consegue superar a morte da filha, então é claro que isso influenciou em todas as ações contra Ollie.

E quando achávamos que Ollie realmente não sabe distingir uma câmera de uma luz de emergência, eis que descobrimos que ele foi inteligente, pensando em tudo – a câmera, diggle, o fato de o arqueiro ter aparecido bem quando ele voltou da ilha, enfim, realmente faz sentido ele querer acabar com essas ‘suspeitas’ que apareceriam eventualmente logo agora.

Em outro momento, papai 2.0 também finalmente está suspeitando das ações da mulher. Moira é muito bipolar. Em um momento, quer sequestrar o filho, mas agora, se mexer com a família dela, ela vai querer dar um tapa na pantera. Até papai 2.0 foi pra Melbourne já que está cansado da bipolaridade da mulher.

Felizmente, não foi Moira que matou o chefe de segurança e sim, o novo vilão, que simplesmente só fica andando pela cidade de carro e só fica atrás de uma mesa o tempo inteiro. Já está mais do que na hora de tentar algo, digamos, mais maléfico.

Se bem que ele realmente tentou ‘apagar’ Ollie, mas convenhamos que não iria dar certo. É provável que muita gente não tenha percebido, mas Oliver usou o mesmo golpe que o seu mestre, Japa Hood, usou nos flashbacks contra DeathStroke. Deixaram a impressão que Oliver dá continuidade ao estilo do seu mestre e com certeza criou uma bela amizade em todo seu tempo na ilha.

Como disse antes, os flashbacks da ilha fizeram muito sentido e foram os melhores até o momento. Fomos apresentados à um dos maiores vilões de todos os tempos, o DeathStroke. Mesmo que ele esteja morto (reveja a primeira cena do piloto), dá para inferir que ele ainda irá atrapalhar bastante a vida de Ollie na Ilha de Lost.

As perguntas que ficam, para vocês, são: Quem são aqueles homens? Por que estão na Ilha? E por que querem tanto caputar o mentor de Olliver, o Japa Hood?

Covert Affairs – Scary Monsters (And Super Creeps)

Data/Hora 12/11/2012, 14:36. Autor
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Quero deixar novamente registrado aqui que Annie Walker precisa de férias! Ela está sobrecarregada e lidando com situações que estão fugindo de seu autocontrole. Eu sei que a CIA age de forma rápida em todas as suas missões, mas me parece que Annie não está conseguindo lidar com tudo isso. E sempre voltamos naquele velho carrossel que foi a missão da Rússia, pois graças a todas as suas consequências, Annie se encontra em outra enrascada. O pior de tudo é saber que essa enrascada afeta o relacionamento de Annie com Eyal.

A imagem que eu tinha de Mossad era uma imagem contaminada. Mas de uma agência que dava suporte ao seu agente em busca de conseguir as informações necessárias para o governo iraquiano. No entanto, sabemos que uma coisa é o governo precisar de informações e outra coisa é o governo pedir para que sua agência implante informações falsas para uma agência de outro governo. É isso o que está acontecendo em minha concepção. Rivka está fingindo que a culpa é de Eyal, mas na verdade, a agência está fazendo parte de todo esse golpe terrorista. O que Kassad pretende fazer? Será um daqueles ataques que deixará os EUA abalados?

Outra bomba do episódio: Henry Wilcox será liberado! Como assim? Para mim, o personagem estava enterrado junto com o filho morto e do nada, ele me retorna como um zumbi para assombrar ainda mais a vida de Arthur. Mas isso pode ser uma coisa boa. Não é uma coincidência ele ser solto justamente na mesma época que Mossad acabou com o relacionamento entre ela e a CIA? Henry sempre sabe das coisas. E espero que isso não seja mais uma de suas vinganças contra a CIA.

Em relação a ‘recaída’ citada pela própria Joan, acredito que essa folga solicitada pela mesma fará bem para ela. Aconteceu muita coisa que também saiu do autocontrole de Joan e ela precisa recuperar a liderança que ela possuía quando Annie pisou pela primeira vez na DPD. Mas eu estou me sentindo um pouco flutuando no mar aberto. Acredito que a série já tenha revelado de modo explícito o problema que Joan estava passando e eu não captei. Será que foi engano meu? O segredo da Joan já foi revelado?

Não sei por que, mas eu tenho a impressão que Annie Walker está um pouco perdida depois da missão da Rússia, vocês não acham? É claro que ela passou por muita coisa e é claro que é normal ela estar passando por algo assim. Mas esse ‘luto’ está afetando a todos de um modo geral. Até seu relacionamento com Auggie está sendo atingido por isso. O nosso cego sarcástico está quase colocando o pé para fora da agência para servir como recrutar  no programa de reabilitação dos antigos soldados e ele ainda não disse o que realmente sente por Annie. E temo que essa conversa seja feita num momento não oportuno e isso acabe estragando de vez a amizade de ambos. Se Auggie realmente gosta de Annie, ele não deve dizer o que sente agora que Annie está passando por tudo isso. É necessária uma reaproximação dos dois para que esse ‘luto’ de Simon que todos os covertianos estão passando e Annie acabe, para dar lugar a um novo amor na vida de nossa espiã.

Termino a review deixando as minhas forças positivas para que a missão de Khaled seja finalizada e, principalmente, para que Annie e nós superemos esse luto que vem desde o começo da temporada. Ah, aproveitando, a Megan é uma cretina por fugir com o Khaled. O amor é realmente terrorista: invade sem a gente saber.

Covertianos: começou a contagem regressiva para a season finale! Dois episódios!

Glee — The Role You Were Born To Play

Data/Hora 11/11/2012, 19:38. Autor
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Glee is back! E voltou com mais um episódio ótimo. Confesso que depois de um hiatus nos primeiros 4 episódios da nova temporada, temi que a série perdesse um pouco de ritmo, o que, para nossa alegria, não aconteceu.

O episódio dessa semana nos mostrou mais uma vez o quão difícil é se adequar à uma nova vida, mesmo que na maioria das vezes quase ninguém encare as coisas do jeito melodramático que Finn às encara. Em The Role You Were Born To Play vários personagens começam a definir o que vão fazer da vida, em meio à audições para o musical Grease que eles estão planejando. E tudo ficou ainda mais interessante porque temos de volta alguns de nossos personagens preferidos: Mercedes e Mike.

Tudo começa quando Artie, em uma última tentativa de motivar Finn, insiste que ele o ajude na direção do musical deste ano. Para reforçar, ele chama Mike e Mercedes para aumentar ainda mais a confiança de Finn, o que é meio complicado. Parece que ele está sempre em crise existencial. E em um dos poucos momentos de confiança, quando ele está enfrentando Sue (que não quer deixar Unique interpretar Rizzo), o garoto consegue sim se impor como diretor e adulto, mas logo depois estraga tudo dizendo que Sue tem um filho “retardado”. Eu tenho sempre esse problema com o Hudson, ele não consegue me fazer gostar dele completamente, ele sempre bagunça as coisas com a sua boca grande.

Falando em Sue, agora que Will vai embora, ela vai ter que encontrar um novo foco para descontar sua raiva, e Finn se entregou na bandeja pra ele. E mereceu. Ela é um personagem genial. É incrível como os produtores podem coloca-la como uma vilã, ou então simplesmente encaixa-la em uma cena onde o humor é preciso pra quebrar o gelo. Um dos personagens que mais se desenvolveu na trama, com certeza é esse. Ela vai voltar à querer acabar com o Glee Club, mas com mais humanidade dessa vez. E Finn vai ter sorte se conseguir sair vivo dessa brincadeira (exagero).

Quanto à Unique, Wade está passando por um momento difícil, e esse sim tem razões para ter uma crise de identidade, ao contrário de Finn. Porém, ainda acho que a história dele nesse episódio foi meio jogada, e que ele chorar dizendo que não se sente bem no vestiário masculino foi estranho. Acho que o Alex tem uma voz linda, e que o personagem dele é um personagem interessante, mas sua atuação, na minha humilde opinião, não é muito boa.

Além de Finn e Wade, quem também está passando por uma fase difícil é Blaine. E a culpa é toda dele. Depois do episódio com traição, Kurt não atende mais suas ligações e nem a oportunidade de estrelar o musical da escola o fez ficar mais animado. Blaine se recusou à interpretar Danny, deixando assim a brecha para os novos personagens terem sua chance de brilhar.

E brilharam. Destaque mais uma vez para a Melissa Benoist que toda vez que aparece em forma de Marley faz meu coração se encher de amor. Marley conseguiu o papel de Sandy, mesmo tendo como concorrente a sem sal Kitty. Sério, não consigo ver graça no personagem. É quase como se ela estivesse lá porque uma série colegial sem uma garota má e irritante não existisse. E não existe mesmo. Então agora já sabemos o motivo qual Kitty está em Glee.

A competição para ver quem ficaria com o papel de Danny ficou por conta de Jake e o novo personagem Ryder. Ryder é o típico Finn. Garoto esforçado, de bom coração, adora futebol, mas não consegue tirar boas notas. Foi observando isso que Finn o convidou para os testes do musical. Jake, que só foi fazer os testes porque ficou com ciúmes da Marley com o garoto novo, fez um número com Kitty, mas não conseguiu o papel principal.

Então, o elenco do musical ficou assim:

Em meio a tudo isso, Will e Emma estão sofrendo com as decisões que tem que tomar. Por mais que ame o Will, Emma não quer ir pra Washington e largar os seus alunos em Ohio, e Will no começo não entende isso. Eles até recorrem à treinadora Beiste, que tentar ajudar os amigos.

Quem passou por momentos de tensão também foram Mike e Tina. Eles terminaram, mas são tão fofos que quero eles namorando de novo nesse exato momento.

Como já imaginávamos, Will convidou Finn para assumir o posto de professor do Glee Club, já que pra isso não precisa de diploma. O episódio acabou sem a resposta do Hudson, mas é óbvio que ele vai aceitar. E espero que aceite sem mais uma crise.

E bom, Rachel não apareceu nesse episódio, e por mais que eu goste dela, não senti falta. Só fui me lembrar dela quando já estava no meio dessa review. E achei isso muito bom. Um dos meus maiores medos em relação à essa temporada era que nada ia dar certo sem que a Berry estivesse no meio, e esse episódio pós hiatus só serviu para me mostrar o quão equivocados foram as minhas inseguranças sobre a nova fase da série. Como Gleek, só desejo vida longa à esse Glee que melhora mais a cada semana.

Setlist do episódio:
Hopelessly Devoted To You (Blaine)
Blow Me (One Last Kiss) (Wade e Marley)
Juke Box Hero (Finn e Ryder)
Everybody Talks (Kitty e Jake)
Born To Hand Jive (Mercedes, Marley, Jake e Ryder)

The Voice Brasil – Semifinal I

Data/Hora 11/11/2012, 17:04. Autor
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O programa de hoje foi o primeiro programa ao vivo, com votação do público. Também foi o primeiro das semifinais. E Leifert foi logo avisando que a decisão final se dará em 16/12, e que o vencedor levará R$ 500 mil, mais um contrato com a Universal Music, gerenciamento de carreira e um Citröen C3.

E tudo começou com uma rápida retrospectiva, que logo deu espaço para uma apresentação de Lulu Santos com Erasmo Carlos. Os dois cantaram Minha fama de Mau (de Roberto e Erasmo Carlos). Musicalmente falando, foi tudo muito bom. Mas confesso que não gostei da forma de exibição das imagens, do corte e troca de câmeras. E após Leifert explicar as regras (3 competidores pra cada time, um salvo pelo público e outro pelo técnico), os embates começaram.

No Team Lulu Santos, Thais Moreira abriu os serviços com Humilde Residência, hit de Michel Teló. O áudio estava um pouco baixo, e a apresentação me pareceu mais curta que as demais. Os dançarinos meio hip hop, rap, a abertura da música e o encerramento meio sambinha deram um tom meio eclético pra apresentação. Na sequência Késia Estacio cantou Listen, da Beyoncé. Novamente o áudio foi bem baixo. Na introdução da música não dava nem pra compreender o que ela estava cantando. A música mostrou o potencial vocal de Késia, embora não tenha achado a escolha mais apropriada. Lulu chorou, falou da Késia, o que de certa forma indica um favoritismo pela menina, já que de Thais ninguém falou (a propósito, antes dos resultados, ninguém falou de ninguém. Só dela). Marquinho, OSócio cantou Gostava Tanto de Você, Tim Maia. Bem a praia do OSócio, que fez uma boa apresentação. E com todos no palco, Késia foi anunciada com 42% dos votos do público. Lulu escolheu Marquinho, e Thais se despediu do programa.

Depois do intervalo, o time que competiu foi o de Claudinha. Gustavo Fagundes começou os embates cantando Fast Car. Ele claramente se sente a vontade cantando em inglês. Mas eu acho que ele deveria apostar em músicas nacionais. Ainda assim, foi uma boa apresentação. Só não acho que ele seja o melhor candidato do programa, A VOZ. Ju Moraes cantou Samarina lindamente. A voz dela é uma delícia. Arrisco a dizer que foi a melhor apresentação do dia. Já Breno cantou I Have Nothing, da Whitney Houston. Foi a melhor apresentação dele no programa, mas passou longe de ser uma apresentação memorável. Escolheu mal a música, cantar Whitney realmente não é pra ele. E por isso o público escolheu a Ju Moraes, com 51%; e Claudinha, bastante comovida e enrolona, sob pressão de Leifert, escolheu Gustavo.

Na sequência, Brown cantou com Margareth Menezes. Foi muito interessante o dueto, mas Claudinha e Lulu roubaram a cena, dançando. Pelo Team Brown, Ellen Oléria cantou Um Móbile no Furacão, de Paulinho Moska. A voz dela é lindíssima, mas creio que a escolha musical não foi a ideal. Nessa fase, escolher alguma canção mais popular ajudaria com o público. Ainda mais numa disputa tripla tão acirrada. Só que a voz dela é tão linda e potente que isso não fez diferença nenhuma. Mira Callado escolheu Simples Desejo. E se o figurino da moça foi realmente pavoroso, o mesmo não se pode dizer da apresentação, embora eu ache que ela também tem potencial para mais. A última competidora do time, Karla da Silva, escolheu Los Hemanos, Samba a Dois. Ela fez uma apresentação realmente bacana, acho que foi a escolha musical mais apropriada das três competidoras do Team Carlinhos. E a apresentação teve a participação especialíssima de Carlinhos de Jesus. O público escolheu, acertadamente, Ellen Oléria, com 46%. E Brown escolheu Mira, outra grande voz. Fim de linha para Karlinha, que também canta muito. “Pena” que o time de Carlinhos é tão alto nível. No time de Daniel, por exemplo, ela teria lugar certo.

O último time foi o de Daniel (o mais fraco pra mim, sinceramente). Vinny Brito cantou Se eu Quiser Falar com Deus, de Gilberto Gil. A música mostrou o potencial vocal do candidato, em uma apresentação bem intimista. Mas passou longe de ser A apresentação. Junior Meirelles Todos Estão Surdos/Eu Estou Sempre na Minha. Foi uma apresentação pra cima, muito boa. Mas teve bastante instrumental, o que diminuiu o tempo de Junior cantando. O fato é que todo mundo sabe da competência do rapaz, então isso acabou não fazendo diferença. Danilo Dyba cantou Cor de Ouro. Uma pegada bem sertaneja, a praia do rapaz. E pro gênero, ele canta bem. O escolhido do público, com 43%, foi Meirelles. E Daniel escolheu, naturalmente, Danilo. Fim de programa pra Vinny, que realmente não canta tanto assim.

No geral, achei o programa bem corrido. As apresentações foram bem curtinhas, e a votação foi corrida mesmo. Tiago mesclou bons e maus momentos, com preponderância desses últimos. Não acho que ele seja essa Coca-Cola toda, como dizem por aí. E faltou um pouco de comando, já que as interações dele com os técnicos não foram muito bem sucedidas. As intervenções da Dani foram bacanas, mas tomaram um tempo desnecessário do programa. E serviram só pra incentivar o público a interagir com as redes sociais do programa, porque no quesito criar empatia com os competidores elas falharam miseravelmente. Gostei dos elementos cênicos colocados no palco, os cenários trocados rapidamente. E a banda do programa esteve muito bem. Contudo, eu esperava apresentações melhores. Muitos dos candidatos tinham potencial pra bem mais, então acabei o programa um pouquinho decepcionada.

Ju Moraes, com 51%, foi a favorita do público e chega forte nas finais. Ela merece, porque realmente canta muito. Mas tem muita gente que pode desbancá-la nos próximos domingos. Confesso que fiquei um tantinho chocada com as escolhas do público. Achei as 4 acertadas. Será que isso indica que finalmente os brasileiros estão dando mais valor à voz e à tecnica do que à história de vida e “ao rostinho bonito”? Torço para que sim.

No domingo que vem tem mais semifinal, com mais 12 candidatos se apresentando. Torço pra que as coisas só melhores.

Grimm – To Protect and Serve Man

Data/Hora 11/11/2012, 15:05. Autor
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“A besta era a personificação do chamado da natureza e algumas naturezas são ouvidas para a sua própria destruição”.

Depois do excepcional episódio anterior, The Hour of Death, era difícil To Protect and Serve Man conseguir seguir no mesmo nível. Apesar disso, todo bom fã que acompanha os últimos episódios de uma série antes de seu hiato espera momentos inesquecíveis reservados para os últimos momentos. Grimm até tentou, mas o episódio dessa semana passou longe do ritmo apresentado na telinha da NBC na semana passada.

To Protect and Serve Man teve seus méritos, sua história foi interessante. Sete anos após prender um homem Hank vê a execução do prisioneiro próxima de acontecer, mas lembra que na época o suspeito disse ter apenas se defendido de homens que tentavam comê-lo. Anos depois, com um parceiro Grimm e várias criaturas wesen na redondeza, Hank teve uma outra perspectiva sobre o caso. Claro que Nick topou na hora ajudar o amigo, mas para descobrir e provar a inocência do preso, Craig Ferren, eles precisavam de muito mais do que apenas descobrir que a “vítima” era um wesen.

A suposta vítima não era qualquer wesen. A criatura é conhecida como “Wendigo”, quem acompanha a série Supernatural deve ter se deparado com um ser muito parecido no segundo episódio da primeira temporada da série, Wendigo. Wendigos são seres canibais e a sua história tem origem na mitologia do povo indígena da América do Norte. Segundo a lenda são seres antes humanos que se tornam assim após passarem fome e precisarem comer seus próprios companheiros. No mundo de Grimm percebemos que eles são realmente muito feios, guardam os restos mortais da suas vítimas em casa, são fortes e proporcionam cenas horripilantes como a preparação de sopa de pé. Quem nunca?

Hank e Nick logicamente foram até o “awesome” trailer do Grimm para pesquisar mais sobre a criatura e descobriram um recorte de jornal sobre um conhecido serial killer americano chamado Jeffrey Lionel Dahmer. Dahmer viveu entre 1960 e 1994 e assassinou 17 homens e garotos entre os anos de 1978 e 1991. Seus crimes eram assustadores, envolviam estupro, necrofilia e canibalismo. Dahmer foi preso em 1991, condenado a 957 anos de prisão, mas acabou assassinado na cadeia por outro preso em 1994. Conhecendo sua história é possível acreditar, assim como os ancestrais de Nick, que Wendigos existem e Dahmer era um deles.

Gosto muito dessas relações históricas com o enredo do seriado. No entanto, apesar da riqueza de informações o ritmo das cenas foi lento, ou era eu que estava com muito sono? Difícil ter certeza, mas sempre acho que ótimos episódios nos deixam bem acordados e sem conseguir piscar os olhos. Nesse quesito To Protect and Serve Man ficou devendo.

Uma das cenas mais interessantes foi a entrada de Nick e Hank no presídio infestado de wesens, até o Grimm ficou com medo e Hank nem quis saber o que o amigo estava vendo. Outra cena me deixou intrigada, na primeira aparição do capitão Renard neste episódio ele aparece usando um anel muito parecido com uma aliança na mãe esquerda. Sendo que ele mora sozinho e nunca percebi referência a uma companheira, ou enxerguei mal ou o anel pode significar uma outra coisa.

Novamente Renard não parece tão malvado assim, apesar de obcecado por Juliette ele está realmente tentando se livrar desse sentimento. Depois de aparecer de ressaca no início do episódio ele liga para Juliette e convence a moça a ir até a loja de Monroe. Obviamente Juliette não imaginava que ia encontrar com um dos melhores amigos de Nick e principalmente que iria sucumbir à atração por Renard e os dois se beijarem bem na frente do blutbad. Parece claro porque Juliette já apareceu em uma próxima cena contando a Nick que gosta de outra pessoa, vai ser difícil Monroe não contar à Nick o que aconteceu.

Juliette está definitivamente intrigada com a mordida do gato e sua obcessão repentina por Renard. A moça pesquisou na internet e indagou Nick, mas o Grimm teme contar novamente a verdade para a moça. No atual estado das coisas acho que Nick deveria levar Juliette para conversar com Monroe e Hank e esclarecer a verdade. Se ela pirar mais um pouco e não acreditar em nada, ainda assim a situação da vida pessoal de Nick não deve ficar pior do que já está.

Enquanto sua vida pessoal se transforma no próprio caos, o Grimm parece estar sendo rodeado de bons parceiros e possíveis apoiadores. Nick e Hank podiam recrutar Ferren, afinal ele matou um Wendigo e deixou outro bem machucado, seria um ótimo acréscimo ao time de Nick. Outro personagem com potencial de ser reaproveitado é a promotora que está concorrendo a prefeitura de Portland. Hank e Nick já estreitaram relações com a possível futura comandante da cidade e isso também é outro ponto a favor da dupla de detetives.

O próximo episódio de Grimm chamado Season Of The Hexenbiest deverá contar com o retorno de Adalind e dessa forma já prevemos alguns desdobramentos em relação ao triângulo amoroso entre Juliette, Nick e Renard. As expectativas estarão lá em cima, é o último episódio do ano e Grimm precisa/deve lançar na audiência um feitiço parecido com o que Juliette recebeu e deixar todo mundo encantado e obcecado pelo retorno da série.

Confira o vídeo promocional do último episódio de Grimm em 2012:

 

Grey’s Anatomy – Beautiful Doom

Data/Hora 11/11/2012, 14:03. Autor
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Que delícia de episódio! Amei cada momento, cada fala, cada cena, cada tomada. Fico a cada episódio mais impressionada com o trabalho que Shonda Rhimes e sua equipe de roteiristas vem fazendo desde a 8ª temporada. Se a 6ª e a 7ª tiveram muito mais episódios ruins e medianos, o mesmo não se pode dizer da temporada passada e da atual, nas quais só procurando muito conseguimos desgostar de algo (à exceção daqueles que detestaram Flight e Going Going Gone).

Beautiful Doom foi centrado nas minhas duas personagens favoritas. Mer e Yang. Na verdade, foi como uma homenagem à linda amizade das duas, e nos reafirmou que sim, será assim pra sempre, não importa o que aconteça.

Desde o piloto a relação de Meredith e Yang foi muito bem construída. A conexão entre as duas foi quase que instantânea, e muito forte. Elas passaram por muita coisa juntas. Mer viu Yang quase morrer. Yang viu Mer quase morrer – mais de uma vez. Meredith foi com Cristina na lua de mel, após a amiga ser abandonada no altar. Yang ajudou Meredith a cuidar de Zola, quando Derek saiu de casa. Inúmeras vezes, Yang ficou, literalmente, entre Derek e Meredith, na cama. Uma já salvou o marido da outra. Elas são as gêmeas esquisitas. Elas rompem, elas reatam. Elas se confortam com um olhar. Elas estão juntas mesmo há muitos quilômetros de distância. Elas são a “person” uma da outra. E isso significa muito.

Nesse episódio, as duas atendentes exorcizaram seus próprios demônios. Gostei muito da forma como a trama foi construída, separadamente, mas interligada. Foi lindo ver que tanto Mer quanto Yang buscam o apoio, a concordância e a aceitação uma da outra. E gostei muito da forma que o episódio foi filmado, com a tela dividida em algumas cenas, o áudio modificado para compreendermos o voice over.

Mer, de uns tempos pra cá, é muito diferente do que já foi um dia. Eu não me canso de propagandear essa mudança, porque ela é completamente deliciosa. É uma delícia ver Mer tentando equilibrar o papel de mãe amorosa com o de atendente competente. E foi bom ver ela aceitando a morte de Lexie, e lidando com uma situação muito semelhante com calma, competência e sangue frio.

Em outros tempos, Mer surtaria. Mas não agora. Ela salvou a vida da mulher e, de certa forma, teve o impulso que precisava para seguir adiante. Percebam que Meredith esteve o tempo todo com a paciente. Ela se fez presente desde o momento da retirada do carro, no qual peitou os curiosos que cercavam o local do acidente. Ela ficou no hospital (eu ri do desespero dos atendentes em deixar seus pacientes com os residentes, e de Mer e Yang voltando para os seus hospitais para evitar que qualquer droguinha acontecesse). Ela manteve a calma na sala de operação, e comemorou com 30 segundos de dança. Ela chutou bundas, em grande estilo.

Gostei de ver Meredith triunfar. Seria realmente triste se a paciente dela morresse. Não sei se ela conseguiria superar isso sem grandes traumas. O peso do fator Lexie era muito grande, e todo mundo fez questão de jogar isso no caminho dela. Não por maldade, mas por preocupação mesmo. E adorei ver Mer triunfando com Zola, também. Quem se importa se ela tem cheiro de “urina/xixi” nos sapatos? Ela se transformou em uma ótima mãe, muito diferente da sua. E Zola, (ou Zozo, para dinda Yang) está cada dia mais e mais fofa.

Do outro lado do país, Yang também exorcisou seus demônios. Todos nós sabíamos que o Dr. Thomas ensinaria muito para Yang. Que seria ele a ensinar para ela o que lhe faltava. Como o velhinho simpático disse, Yang será a grande cirurgiã da sua época. Só precisava voltar às origens, ser capaz de considerar todos os tipos de técnica, em prol da saúde do paciente, controlar-se em momentos de tensão, e trabalhar melhor em equipe. Thomas foi a redenção de Yang. E Cristina foi o presente pelo qual ele esperou por muito tempo. Ele foi a Mer da Yang. Yang foi a última “person” do senhorzinho. Eu nunca imaginei que ele morreria durante a operação. Achei que a paciente deles morreria e ele se aposentaria, e a lição de Yang seria tirada disso. Mas não, ele se foi (Shonda bitch segue metralhando geral). Ele se foi, e Yang voltou. Lá, ela não encontraria amigos. Ela não seria aceita. O Seattle Grace é a sua casa, por maiores que sejam as más recordações que ele traz.

Yang voltou para casa. Voltou para o aconchego do abraço de Meredith. Encheu a cara de tequila (impossível não ver um filminho quando juntamos tequila e Grey’s Anatomy na mesma frase) e entrou em um avião, cruzou o país. Nossa Deusa da Cardio está de volta, e em versão melhorada. Bem vinda de volta, Yang. Sentimos sua falta.

Confesso que o episódio só não foi perfeito, pra mim, porque senti falta das tramas que não tiveram seguimento nesse episódio. Exemplo? A questão Arizona. Mas compreendo que o episódio teve um enfoque diferente e mais, que Jessica Capshaw ganhou bebê a pouco tempo e não pode, ainda, ter muito tempo de tela. Sinceramente não senti falta de mais Avery, mais April. Nem de ver mais o Alex. E sei que essa semana eles estarão de volta. Não há com o que se preocupar, em termos de continuidade.

Sei que muita gente vai reclamar porque Lexie foi citada, novamente. Concordei que nos episódios passados as menções foram desnecessárias. Mas em Beautiful Doom, eu compreendi o propósito. Serviu para Mer seguir adiante. Serviu para que Lexie deixasse de estar implícita em cada cena, cada fala, cada situação. Creio que, agora, não haverá muitas menções à ela. Pra mim, a frase de Mer, para Yang – “Lexie morreu” -, foi um indício disso. Lexie se foi. Isso não significa que ela não será lembrada, eventualmente (tal como Callie citou Mark, quando falou de Sofia e da creche). Natural que seja assim. Eu estranharia se, de uma hora para a outra, os dois fossem esquecidos. Então, estou bem com as referências.

Nessa semana vai ao ar Second Opinion. Pelo que eu sei, os sobreviventes da queda do avião e as pessoas ligadas a ele passarão por terapia. Mas não faço ideia de mais nada. A unica certeza que tenho é que o episódio será mais uma grata surpresa. Então, até lá.

P.S.1: eu ri muito do Dia do Brasil na creche de Zozo e Fifi (sou íntima das garotinhas, galera). Empanados de merluza. Oi? As bananas eu entendi bem. Clichê melhor não há.

P.S.2: quem mais morreu com a fofura de Zola? Querida, porque tão tão fofíssima?

The Good Wife – The Art of War

Data/Hora 10/11/2012, 15:44. Autor
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Sabe aquele meme “antigo” da Menina Pastora onde ela grita “Maravilhoso”? Quase fiz a menina pastora quando o episódio acabou. Foi um episódio do jeito que eu gosto: o caso da semana foi excelente e a trama paralela não ficou atrás. Nick estava por lá em algum momento mas não atrapalhou em nada.

Na review passada falei que desconfiava da Maddie. Não acertei minhas teorias mas estava certíssima em desconfiar das intenções da personagem. Aproveitando que Peter está no meio de mais um escândalo – que eu ainda desconfio que foi Maddie quem armou – ela decide se lançar pré-candidata e tentar tirar de Florick da disputa. Maddie primeiro avisa Alicia de sua decisão e depois propõem a Peter que ele se junte a sua campanha.

A reação de Peter e Alicia são as melhores possíveis. Alicia imediatamente avisa a Eli a intenção da amiga e Peter se recusa a aceitar a proposta de Maddie mostrando que sua mulher foi usada. O fim da recente amizade entre Alicia e Maddie serviu para novamente Kalinda voltar ao posto que sempre foi dela. Eu bati palmas quando Kalinda e Alicia apareceram juntas no bar. Como sentia falta dessas cenas. Não estou nem aí se Alicia vai voltar com o Peter ou vai casar com Will. Gosto dela solteira bebendo com a amiga. E finalmente tivemos alguém questionando a Kalinda sobre o porquê dela se sujeitar ao Nick. Papel que só caberia a Alicia. Um dos maiores erros desse trama foi o ex da investigadora aparecer sem a personagem ter com quem conversar e assim passar para a audiência suas indagações. A personagem ficou sem voz.

Cary aproveita que Diane vai consultá-lo sobre Hayden e questiona porque ele tem sido deixado de fora dos casos criminais. Assim como Cary, também acho que o Will tem uma certa implicância com ele. Falando em Will, Josh Charles voltou a dar uma interpretação mais “cinza” ao pesonagem. Gosto disso. Não compro o Will “fofinho apaixonado”.

Estupro, tentativa de estupro, assédio sexual são sempre temas delicados. Na ficção muitas vezes esses temas são tratados em cima de clichês que só servem para propagar ideias erradas. Uma amiga falou que a melhor coisa foi a escolha do ator que faz o agressor: um rapaz bonito. Não poderia concordar mais. É comum a imagem do estuprador ser alguém com probemas mentais e/ou feio. A mulher sempre stá numa situação de perigo, num local ermo. Nesse episódio não foi assim. Laura era uma militar, estava longe da figura delicada (Amanda Peet numa de suas melhores atuações), seu agressor era uma pessoa conhecida. E é isso que acontece na maioria dos casos: o agressor é uma figura conhecida. Não é alguém que estava escondido atrás de um árvore esperando uma mulher passar.

A agressão foi provada mas o caso foi perdido por ter caído numas das mil tecnalidades da justiça (comum nos EUA, no Brasil e em qualquer outro lugar) e o agressor ainda teve a desfaçatez de tentar se aproximar.

A parte leve do episódio ficou por conta da escolha de um enfermeiro para Jackie. Alicia diz a Peter para procurar um homem já que a sogra implicou com todas as mulheres contratadas. Ele segue o conselho da esposa e tudo dá certo. Acontece que Peter acaba com ciúme da relação da mãe com o enfermeiro. Chris Noth fazendo cara do filhinho com ciúme da mamãe foi excelente.

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