TeleSéries
Revolution – Ties That Bind
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A história de Miles, Aaron e Charlie logo após o apagão já foi mostrado com o uso das cenas de flashback. Agora foi a vez de Nora ter momentos de seu passado mesclado com as situações adversas que envolvem sua vida 15 anos depois do apagão. Apesar das cenas de flashback serem um dos pontos fortes de Revolution, a história apresentada nelas no episódio que retratou Aaron, Sex and Drugs, e agora no episódio sobre Nora, Ties That Bind não foram nada inspiradoras.
A história de Nora foi sonolenta, as informações interessantes apresentadas são que ela tem uma irmã mais nova chamada Mia e um pai desaparecido. As cenas de flashback foram quase torturantes, a Mia jovem pode concorrer com Charlie ao prêmio de personagem mais chata do seriado e a Nora jovem nem ao menos se parece com a personagem 15 anos mais velha. Enquanto o Miles da época do apagão foi representado pelo mesmo ator e a maquiagem se encarregou do resto, em Ties That Bind fica difícil acreditar que a Nora jovem é a mesma que conhecemos.
Enquanto isso no mundo atual só o Miles e a Nora acharam que atravessar uma ponte abarrotada de soldados da milícia daria certo. Como eles são os personagens principais da série, acabaram conseguindo fugir do homem mais inescrupuloso e doente psicótico da Milícia, o sargento Strausser. Depois eles ainda conseguem soltar Mia ainda mais facilmente, mas a facilidade da ação se explica porque na realidade eles eram vítimas de um golpe. Nessa a Mia me pegou, demorei para entender as reais intenções da irmã de Nora.
As consequências da traição de Mia foram ruins, mas poderiam ser piores se Nora não tivesse voltado atrás e salvo Miles, Charlie e Aaron. Nora foi traída pela irmã e com certeza essa cicatriz vai demorar para fechar. Essa relação fraterna e a traição inesperada, principalmente pela mentira que Mia contou afirmando que havia encontrado o pai desaparecido, foi uma carga emocional boa para o episódio. A personagem de Nora deve mudar bastante a partir daqui, mais do que já mudou, e talvez vamos poder conhecer melhor sobre a relação dela com Miles.
O mais curioso na vida de Nora na realidade é como ela aprendeu a “explodir coisas” tão bem como ela faz hoje em dia. Infelizmente essa parte da vida dela ainda não foi mostrada na série. Como a irmã dela virou uma caçadora de recompensas da Milícia também é algo curioso. Mia trabalhou muito tempo caçando rebeldes para Monroe. Nora aderiu à causa rebelde. A mágoa com a irmã recém encontrada já não tem mais tamanho.
Vale apontar as melhores passagens do episódio, uma delas é a tunda que o Miles deu no Strausser e a outra cena a ser lembrada é a do beijo de Miles e Nora e a consequente cara de paisagem de Aaron e Charlie. Deu até pra rir. Quem não riu nessa cena deve ter dado risada pelo menos no comentário de Mia quando Nora negou ter dormido com Miles: “Ele não é muito de conversa, para que mais ele serve?”. Bem, Miles também serve para matar pessoas.
O resultado de Ties That Bind é que agora Monroe tem o pingente que pode restaurar a energia e provavelmente ele não deve utilizá-lo para distribuir Coca-Colas, como sugeriu Aaron. Rachel já está trabalhando em alguma coisa a pedido de Monroe, mas o que mais assusta é o que Randall já conseguiu fazer com a ajuda de Grace e o que ele vai obrigá-la a fazer agora que sabe que Monroe tem o pingente de Ben Matheson. Fora esses bons desdobramentos da história no geral, o episódio dessa semana foi devagar, mesmo com a Charlie incomodando bem pouco. Revolution precisa de mais que um pingente dessas para religar sua energia e brilhar os olhos da audiência.
Hart of Dixie – I Walk The Line
17/11/2012, 19:58.
Anderson Narciso
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É chegado a hora das eleições em Bluebell. E como tudo em Hart of Dixie, as eleições desta cidade tinha de ter um toque e uma versão que você só poderia ver nesta série. O ar sulista, nunca esteve tão sulista de fato.
Antes da cidade descobrir quem venceria a disputa para a prefeitura, Lavon e Ruby se enfrentaram num debate esquisitíssimo. Isso porque Lavon ficou dando em cima de Ruby descaradamente. Mas ok, foi recíproco. O flerte rolou solto. Mas a verdade é que Lavon percebeu que ainda sente algo pela concorrente, e ficou preocupado de ela deixar a cidade, caso perdesse a eleição. Quem não gostou nada disso foi Lemon, coitada. A loira até revela para Annabeth que ela ainda é apaixonada por Lavon. Todo mundo já sabia não é mesmo? Fiquei com pena dela, e não canso de elogiar Jaime King, que está em sua melhor fase na série. Ela tem carregado estes episódios. Sua atuação está muito boa mesmo.
Mas entre cenas que eu considero desnecessárias, como desempatar a eleição com o palpite de um galo, este episódio teve muitas cenas boas e divertidíssimas. Zoe ensinando Magnólia a andar de carro, em troca de ser a médica de Rick foi bem engraçado. A menina literalmente não sabe passar a marcha. Mas confesso que minhas crises de riso foram nas cenas envolvendo George, Wade e Tancy (a ex-mulher de Wade). Os dois foram até o trailer do moça tentar conseguir um voto para o amigo, mas lá, descobrem que o trailer já não está mais na divisa da cidade. Wade de toda forma tentar retirar o trailer do local – mesmo com a moça não gostado da ideia. Quem resolve as coisas mesmo é George, ou melhor tenta. Só que, enquanto cortava cabelo com Tancy, a fim de lhe convencer, Wade arrasta o trailer por Bluebell, fazendo a moça errar o corte de cabelo, e criando uma das cenas mais hilárias de Hart of Dixie. Foi realmente muito bom. Ainda mais porque, George ficou com um penteado mais do que bizarro.
Aliás, George e a fornecedora de bebidas do Rammer Jammer parecem não ter dado certo. A moça não queria votar, e George a convenceu. Mas o rapaz fica irritado, ao saber que a moça votou em Ruby e não em Lavon. Ok, o sentimento de política é complexo, complicado, eu sem bem o que é isso. Mas ele tem de lembrar também que há livre arbítrio, e que as pessoas votam em quem quiserem. Os dois se afastam, e o romance foi-se por água abaixo. Mas os produtores insistem em colocar ele com alguém que não seja Zoe (ainda bem, na minha opinião). E parece que rolou um clima entre ele e Tancy. Olha, até que gostei dos dois viu. Acho que poderia dar certo um romance entre eles, o que vocês acham?
E por pouco as eleições não foram definidas pelo palpite do Galo. Zoe chegou na última hora com o voto de Brick, que foi para Lavon, dando assim a vitória ao ex jogador. Eu gostei de Lavon ter ganhado, mas sinceramente, acharia legal se Ruby tivesse ganhado. Poderíamos ter outras histórias na temporada para movimentar mais. Mas, que seja …
Agora, Lavon aparentemente está envolvido com dois amores, já que Ruby permanecerá em Bluebell. Torcendo muito por ele e Lemon, que formam um ótimo casal desde sempre. Será que vai demorar muito a ficarem juntos?
Foi um bom episódio, com um ótimo entretenimento, e me fez rir mais do que algumas sitcoms que assisti durante a semana. Hart of Dixie está bem, e creio eu, longe de qualquer cancelamento. Assim seja, durante toda a temporada.
Fringe – An Origin Story e Through the Looking Glass and What Walter Found There
16/11/2012, 16:18.
Mariela Assmann
Reviews
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Dois ótimos episódios e uma reviewer atrasada. Uma combinação NADA legal. Hoje vai ao ar mais um episódio, e eu cogitei incluir alguns poucos comentários sobre An Origin Story e Through the Looking Glass and What Walter Found There na próxima review. Mas Fringe não merece isso. Então, aqui está a review mais atrasada da história. E digo, não é descaso. É que cada vez que sento pra escrever sobre Fringe meu coração dói um pouquinho. Em dois meses, tudo terá terminado. E eu não estou lidando bem com isso.
Mas não sou a única sem habilidade pra lidar com as situações. Peter também não sabe como lidar com a partida de Etta. E nesses dois episódios nós acompanhamos a jornada de Peter rumo ao obscuro, ao inimaginável.
Em An Origin Story, vimos as primeiras reações à partida de Etta. Muito já foi dito sobre como Peter e Olivia sentem as coisas de uma forma diferente. Foi assim no desaparecimento de Henrietta, e foi assim agora. O legal é que Olivia conseguiu demonstrar sentimento, o que anteriormente ela não fez. Ela abriu a guarda, falou pra Peter o que ela pensa, o que a incomoda e o que ela espera. E a ajudinha de Walter foi fundamental para isso.
Já Peter canalizou todo o seu sentimento para a raiva, para a vingança. E partiu em um caminho sem volta. Eu compreendo a vontade dele de destruir os carecas responsáveis pela ruina do mundo e, principalmente, da sua família. O problema é que na ânsia de que isso aconteça, Peter acabou escolhendo seguir a mesma jornada que Walter seguiu um dia. Cego pela dor, Peter mexe com coisas que elenão compreende na totalidade, e pode acabar se perdendo no caminho, assim como seu pai se perdeu. Se o caminho de um foi a insanidade, o do outro seria passar para o lado negro da força?
Peter implantou no pescoço o dispositivo que tirou do Observer capturado. Aliás, que cenas as dos diálogos entre Peter e o Observador! A tensão pela montagem do “cubo” que poderia destruir tudo com sua potente energia, Peter tentando ler as reações dele, a falha no plano e a loucura de Bishop! Genial. E deu pra extrair da conversa que não importa o que Peter acha que saiba, ele nem sabe o que ele deixa de saber. Ou seja, por mais que pensemos que não, os Observers estão no controle, e o lance da mosca indica bem isso. As vezes, interpretamos algo por um lado totalmente desvinculado da realidade.
E depois desse episódio, as teorias de que Peter seria o primeiro Observador começaram a pipocar por todos os lados. Alguns dizem, inclusive, que Peter seria September. Eu não acredito na história. E depois de Through the Looking Glass and What Walter Found There, acredito menos ainda.
Eu acredito que Peter não virará um Observador. Não convencionalmente falando. Acho que assim como Walter encontrou sua salvação pra voltar do lado negro da força (o próprio Peter, a convivência com ele, segundo palavras do próprio cientista), Peter também encontrará. E vai ser muito clichê, porque mais uma vez a resposta pras coisas será o amor. No caso, o de Olivia. Ela está bem comprometida com Peter, dessa vez (embora bem apagadinha na série, o que me deixa desolada). E fará de tudo pra descobrir o que está acontecendo, porque ela já está notando várias mudanças no ex(TODAS CHORA)marido.
Agora, se eu estiver errada, e Peter completar a transição – o que não deve estar muito longe, visto as habilidades que ele já desenvolveu -, acho que isso será mais prejudicial do que benéfico para os planos da Divisão Fringe. WindMark observou com certa alegria Peter dando mostras do seu potencial. E ele não ficaria tão satisfeito à toa. Quem sabe Peter virar um branquelo careca não é parte do plano maquiavélico dos Observadores? Eu não duvidaria.
Mas uma vantagem é certo que as habilidades de Peter pode trazer. Isso porque o “Observer Kid” que estava guardado no Universo de Bolso está sumido. E se são as habilidades do menino são vitais pro desfecho do plano de salvar o mundo, Peter deve conseguir suprir a ausência. Só precisamos que ele se mantenha mentalmente são até a hora de assumir seu papel no plano. E se as coisas continuarem assim, ele não conseguirá.
Preciso dizer que a ideia do Pocket Universe é genial. Houve um certo jogo de cores nele que evidenciou que ele é uma espécie de união entre o Lado Azul e o Lado Vermelho – e isso mantém minhas esperanças de vermos o lado B antes do final da série pelo menos uma vezinha. Os símbolos “Fringe” na porta me deixaram encantada, e muito curiosa pra saber o que estaria atrás delas. Infelizmente, acho que não teremos a chance de explorar esse universo na completude. É aquela velha história. Fringe teria sete temporadas, e a trama será encerrada com 4 temporadas “e meia”. Uma pena, ou não. É preferível encerrar bem do que protelar coisas medianas.
Daqui a pouco vai ao ar, nos Estados Unidos, Five-Twenty-Ten. E os problemas, que já são enormes, só devem se intensificar ainda mais, já que Peter está a cada dia mais “descontrolado” e furioso. É esperar pra ver o que acontecerá. Ah, lembrando que são só mais seis episódios. Mais cinco sextas-feiras. Em 18 de janeiro de 2013, tudo acabará. Já pode começar a chorar?
P.S.1: o código de An Origin Story foi Fight, ou luta. Clara referência à luta de Peter contra os carecas odiosos e, para mim, a sua luta contra si mesmo (a porção Observer), que se iniciou nesse episódio. Em Through the Looking Glass and What Walter Found There o code foi Split. Significa separar, fenda, cisão. Pode se relacionar ao próprio Universo de Bolso, que seria uma espécie de fenda – muito bem vinda – no Universo. Mas também poderia indicar a separação que Peter está sofrendo da humanidade, ao iniciar o processo que o transformará (se não foi interrompido a tempo) no primeiro Observer.
P.S.2: Está rolando uma das listas do “item cego” do Ausiello por aí. E Olivia é uma das candidatas a receber uma visita da cegonha. Você compram a ideia?
Castle – The Final Frontier e Swan Song
16/11/2012, 15:07.
Mariela Assmann
Reviews
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The Final Frontier foi um episódio típico de Castle. Interessante, divertido, fofo. Adorei o caso, adorei a dinâmica dos personagens, as reviravoltas nas investigações.
Confesso que nunca assisti Firefly – falha que pretendo suprir em breve – então acabei perdendo muitas referências ao seriado queridinho de Fillion. Mas me informei sobre, conversei com amigas ‘nerds’ e acho que dá pra falar satisfatoriamente do assunto.
Nathan é geek assumido, como todos sabem. E esse episódio deve ter sido um dos favoritos dele. Isso porque recriou o universo da Comic Con, através da SuperNova Con. E Nebula-9 foi uma referência gritante à Firefly, seus fãs devotados, seu enredo e seu cancelamento precoce. A cena inicial do episódio – numa recriação de cena de Nebula-9 -, a atuação canastrona dos atores do show, a fã obcecada pela volta do seriado e com a produção de um filme sobre; tudo isso tornou as coisas muito críveis e deliciosas.
Uma das coisas mais legais do episódio foi ver o lado fã de Beckett. A gente teve prévias disso em vários momentos de Castle, já que Kate é fã incondicional das obras de Castle, daquelas que até se esconde no banheiro pra ler sem ser descoberta. Mas agora as coisas se aprofundaram, e ela foi meio que a porta-voz dos fandons ao explicar o porquê dela ser tão fã de Nebula-9 e da Tenente Chloe, a ponto de fazer cosplay da personagem.
Também foi ótimo ver o Castle fazendo o papel de crítico do show, quando na verdade sabemos de sua adoração por Firefly. Foi cômico ver ele criticando Becks e tentando entender o porquê dela gostar tanto de Nebula-9.
O episódio foi recheado de referências nerds ou geeks. Desde Firefly e Star Wars e seus sabres de luz, passando por Joss Whedon e chegando em armas de laser. E foi, de uma certa forma, uma homenagem às séries estilo Star Trek e Battlestar Galactica. E o caso foi bem deliciosinho, um tanto quanto imprevisível. Muito bacana, mesmo.
E o final do episódio? Castle tooooooooooooooodo animado porque Kate se vestiria de Tenente Chloe para ele, e Kate apronta aquela!! Ri demais do pânico de Castle, nunca pensei que uma máscara fosse fazer tanto estrago nele. Enfim, um final ótimo pra uma delicinha de episódio.
Já Swang Song foi, de longe, o episódio que eu menos gostei, nessa temporada. Foi bacananinha, divertidinho. Mas achei que ficou faltando alguma coisa. Por isso foi o episódio que menos curti, nessa temporada. Não que ele tenha sido ruim, porque não foi. Mas passou longe de ser “aquela Coca-Cola” toda.
Acho que muito do meu “desgosto” se deve a uma Beckett mais apagada no episódio. As câmeras a acuaram, e a detetive teve uma participação mais discreta no desvendar do caso. Também me incomodou profundamente o comportamento de Esposito, Gates e Castle. Especialmente de Castle. Tá certo que ele é esse crianção, mesmo. Mas ele é famoso, deveria estar mais acostumado com situações assim. E a forma que ele agiu, tentando “mostrar” que Becks é ótima, foi totalmente desnecessária. Ela nunca precisou dele afirmando a qualidade dela. Sim, eu sei que ali tinha a questão “orgulho” da namorada, e o profundo conhecimento da sua forma de agir. Mas ainda assim, desnecessário.
O caso até que foi interessante. Não imaginava toda aquela questão religiosa envolvida no desenrolar das investigações. Mas era certo que o assassino seria alguém da banda. Como disse Castle, essas coisas são comuns quando se fala de bandas – mesmo que ele estivesse falando das drogas, se encaixa perfeitamente aqui.
Esposito se comportou de uma maneira que eu imagino que era pra ser engraçada. Mas foi tão ridícula que não consegui achar muita graça. E Gates, se comportando como a Madre Teresa de Calcutá da Policia de Nove York? E outra, eu não entendi como foi permitido que a produção acompanhasse todos os passos da investigação. Especialmente porque os produtores, os câmeras e o diretor seriam suspeitos naturais do crime, ou até mesmo poderiam vazar informações sigilosas sobra a investigação. Sobre o comportamento do Castle eu já falei, então… Enfim, as câmeras serviram para mostrar que as coisas sempre serão diferentes quando tem muita gente olhando. Por mais errado que isso seja.
O que mais curti no episódio foram as reações de Kate e Ryan. Foi engraçado observar como eles estavam surpresos e um tantinho horrorizados com a conduta dos colegas. As caras de desprezo de Becks foram ótimas. Ah, e ela desesperadinha pelo que Gates poderia ter visto nas gravações também! Quase que o segredo de Casckett é descoberto. Mas não foi dessa vez. UFA!
Segunda-feira vai ao ar o próximo episódio de Castle, provavelmente o penúltimo que será exibido esse ano. Torço pra que ele seja mais parecido com os seis primeiros da temporada do que com o último.
Partners – Temporary Insanity
15/11/2012, 15:22.
Anderson Narciso
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O episódio desta semana em Partners não poderia ter um título melhor. E o caso é sério. Semana passada tivemos um episódio tão bom, tão leve, dinâmico e divertido, no qual praticamente tudo funcionou. E esta semana, a bola murchou novamente. Será a insanidade temporária anunciada no título?
E assim, dá para ver que os atores se esforçam.Não esforços desesperadores como o de David Krumholtz que, há algumas semanas fez um vídeo bêbado e postou no youtube, implorando as pessoas para que assistam a série. Mas sim o de Michael Urie, que você nota ele se entregar ao papel. Ele tem colocado tudo de si em Louis e olha, e o episódio desta semana funcionou apenas por causa dele. Até o Brandon Routh (já estourei minha cota de pegar no pé do coitado?) se esforçou novamente neste episódio. Mas o que será que Partners ainda não acertou e que não tem cativado a audiência americana?
A história da semana consistiu nas férias de Ro Ro – secretária dos parceiros. Os arquitetos não sabiam quem colocar no lugar da estrangeira e como Wyatt estava enfrentando um período de greve de enfermeiros, ele pega um “bico”, assumindo o posto de assistente dos rapazes. Primeiramente, com resistência de Joe, mas depois de Louis falar tanto, acaba aceitando. Neste vai e vem do Wyatt no escritório, até houve umas piadas engraçadas como a do “queixo da Claire Danes”, ou do ator que ia fazer teste para CSI:NY e acabou não se tornando o garçom da festa de Ali, mas não passou disso. Eu não sei, parece que os roteiristas se perdiam um pouco na piada. E David já aparenta um ar de “abatido” nas gravações, não acompanhando o pique de Michael, tornando a dupla principal fora de sintonia. E aí eu me pergunto o porque disso? Se na semana passada tivemos um roteiro tão bem construído, o primeiro digno da série, e esta semana vem uma bomba como este episódio?
Eles até retornaram com os gêmeos esquisitos, mas para cenas totalmente inúteis. Quem sabe, explorar um pouco a rivalidade entre os arquitetos poderia ser um plot interessante, rendendo boas piadas? Sair um pouco dessa coisa de Louis sempre impor algo e Joe se passar pelo chato que depois mostra estar com a razão. Joe acaba ficando chato de verdade. Explorem mais a dinâmica de Sophia Bush e Michael Urie, que teve uma cena bem rápida neste episódio. Se espremer eu tenho certeza que dali sai caldo – como podemos analisar nestes episódios. Partners tem potencial, e é horrível ver uma série assim jogada as traças pela audiência e ainda pisando na bola em algumas coisas.
Além de Michael Urie, a piada da Claire Danes e de CSI, podemos salvar algo deste episódio? Espero que o próximo melhore o nível novamente, mas na situação em que a série se encontra, recuperar-se de um cancelamento a esta altura do campeonato será meio difícil. Algo inconsistente assim fica difícil de acompanhar. É uma pena, de verdade!
Bones – The Patriot in the Purgatory
15/11/2012, 02:50.
Maria Clara Lima
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A janela da minha sala dava de frente para um grande pé de eucalipto. Crianças brincavam na quadra do condomínio, o sol estava tão firme. O cheiro do eucalipto se misturou ao sol. Eu nunca me esqueci daquele cheiro.
Apesar do dia estar lindo lá fora, nada daquilo me importava, porque eu estava triste. Havia brigado com meu namorado, sentia falta dele, mas ele morava longe, e aquele drama não parecia ter fim. Lembro de ter chorado na manhã do 11 de setembro, um pouco antes de decidir faltar a aula na faculdade e me jogar no sofá, esperando que algo na televisão me distraísse. Eu lembro o que eu estava vendo, exatamente.
Às 8h46, o mundo parou. O eucalipto não tinha mais cheiro, minha tristeza tão pequenina não fazia sentido, só o sol brilhava lá fora desproporcionalmente. Havia algo de irônico naquilo. Nada mais era como antes, mas tudo era tão reconhecível. A guerra, o ódio, o terror, a vingança. Muita gente inocente morta. O primeiro avião havia se chocado contra a torre sul do World Trade Center. Era só o início do fim de uma era.
Era uma manhã tão bonita, jamais a esquecerei.
The Patriot in the Purgatory revisita aquele dia. Que todos lembram, que todos discutem, deflagram opiniões, repudiam, aplaudem. O episódio também toca em um ponto ainda mais delicado do que os ataques terroristas da Al Quaeda, a vida dos veteranos de guerra. Como para o Booth, vários outros soldados apresentam sequelas dos dias de serviço. Alguns não conseguem mais se reintegrar. Falar de um ataque terrorista e prezar pela vida de um soldado é um exemplo de como o roteiro de Bones pode ser profundo. Nada de preguiça e roteiros óbvios. Apesar de bem sempre ser assim, uma vez ou outra consegue ser espetacular.
Por causa disso, a série ganhou um prêmio da Câmara de Los Angeles, pela homenagem aos veteranos de guerra. Mesmo com a pior audiência da temporada, de uma coisa eu tenho certeza: quem viu The Patriot in the Purgatory, não irá esquecer tão cedo.
Altos
Não houve um corpo encontrado no lixo, não houve suspeitos, nem crime. Não houve nada que costumamos ver em Bones, mesmo assim, ali estavam eles, sendo eles, fazendo as mesmas coisas. Deixando esse episódio com a cara de “como é bom estar em casa”.
Vale notar que quando a Brennan coloca com algo na cabeça, ela leva muito a sério. É um traço da personalidade dela. A assertividade e falta de compaixão também. Mas a mesma Brennan que olha para um conjunto de ossos como se fossem apenas pistas, ela consegue ser ao mesmo tempo, uma das pessoas mais doces da turma.
Adorei ver os squinterns juntos no Jeffersonian. Me lembrou um pouco as séries de médico e residentes ávidos por resolver um caso difícil. Mas além disso, foi bacana ver como eles são tão diferentes, e tão cheios de personalidade. Aquela cena puxada pelo Fisher sobre o momento no qual souberam dos ataques foi genial. Todos tão diferentes, mas lutando pelo mesmo objetivo.
A interpretação dos atores estava fora do sério. Parece que todos resolveram dar o melhor de si apenas para homenagear aquela vítima fictícia. TJ, Tamara e Michaela apareceram pouco, mas como dizem nas boas histórias, “cada palavra conta”.
Além da investigação ter sido alinhada com a realidade, ou o mais perto possível, gostei da história. Do pobre soldado que queria homenagear os colegas mortos. Protestava como um louco contra a guerra. E morreu ali, por causa da retaliação contra um governo que se alimenta de conflitos.
Há um tipo de genialidade nas críticas do Hanson e do time que toca a roda do seriado. São nuances, sutilezas, mas só quem é fã de verdade sabe disso.
Pej Vahdat foi um dos mais festejados nesse episódio. A questão do islamismo foi mostrada quando o squintern entrou na série, e nada mais justo dá a faca e o queijo para o ator fazer uma das melhores performances que ele já fez. Assim como a Emily Deschanel, que quebrou o coração de todos aos mostrar uma Brennan frágil e forte, emotiva por causa do amor.
Bom, é por isso que esse episódio foi tão bom.
Baixos
Fiz uma aposta alta para esse episódio. Achei que depois do caso, Booth e Brennan conversariam sobre o tempo em que passaram longe um do outro. Quando ele voltou para a Guerra, com o coração partido. Não custa a Brennan reconhecer que o fato dela ter medo de se envolver colocou Booth em uma situação de extrema melindre.
Achei que aconteceria aqui. Achei que seria a hora deles dois lavarem a roupa suja, conversarem como a Hannah até, e as chances perdidas. Falarem sobre o amor, e de como nunca mais vão se separar.
Mas perderam essa oportunidade. Me perguntaram porque eu não achei esse episódio “5 estrelas”. Foi exatamente por isso. E também pelo fato deles terem posto Christine para a adoção (Arquivo X?)? Cadê a criança, meu Deus?! Se ela não aparecer logo, chamarei a polícia.
Ah, de resto? A história beirou a perfeição.
The Patriot in the Purgatory
O efeito emocional do episódio 148 não foi tardio. Nunca é tarde para falar de um assunto que parece velho, mas faz parte do nosso cotidiano. Vai chegar um dia, que uma geração não vai mais chorar o 11 de setembro, as quase 3 mil vidas não faram tanta falta assim, o islamismo será mais uma religião apenas, mas haverão outras guerras, outros heróis, e muitas vidas perdidas.
Sem dúvida, Stephen Nathan conseguiu escrever um dos melhores episódios de Bones. E pensar que essa história era apenas um dos “extras” da temporada passada.
A cena final, com a Bones admitindo que a falta de empatia dela era um escudo, e agora que ela está com o parceiro, ela tem medo deperdê-lo, foi um pouco de repetição daquela conversa do casal na sexta temporada sobre ser permeável mas forte. Faltou um pouco mais de ousadia no diálogo, só que a Emily Deschanel foi tão perfeita, que ninguém tem capacidade de parar e analisar a cena. Deixa para lá, foi lindo!
O tom do episódio ditou a descoberta da angustia, de aos poucos entender o quão solene e triste era a vida daquela vítima, daquele veterano de guerra esquecido no anonimato. Muitos soldados apresentam problemas psicológicos, largam a família, emprego, perambulam pelas ruas, viram um Zé-Ninguém, mas a honra dessas pessoas vale muito para os americanos.
É aquela velha história, simpatize ou não com as causas do Tio Sam, pessoas são pessoas, não são ideologias.
São roteiros assim que me fazem sentir mais vida. Ah, é sim engraçado, porque Bones é uma série sobre assassinatos. Mas vejam só como as coisas são, só se dar valor ao cheiro do eucalipto, quando todas as árvores estão no chão.
Quem gosta de música, vale a pena deixar a dica da semana. Ane Brun fez muito gente chorar com a canção The Light From One, já se tornou uma favorita.
Então, além de comentar o episódio, conta para a gente onde vocês estavam no 11 de setembro?
Até o próximo crime, Atta Girls and Boys!!
Hawaii Five-0 – I Ka Wa Mamua
15/11/2012, 02:00.
Anderson Narciso
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Estou sem reação até agora. Que episódio F-O-D-A foi esse? Me diz? Muitos me perguntam o porque de Hawaii Five-0 ser minha uma das séries predileta, e a resposta esta aí em episódios como este. Foi tenção, ação e acima de tudo EMOÇÃO, do início ao fim.
Scott Caan deu um show. Sua melhor atuação na série, elevando Danno a níveis onde ele jamais tinha chegado. E se tinha alguém que ainda ousasse não gostar do personagem, neste episódio, mudou sou opinião. Desde os minutos iniciais, vemos que ele seria o centro das atenções, na qual podemos ver um flashback de Danny ainda em Nova Jersey.
Lá, conhecemos a parceira dele, e ambos encurralando nada mais, nada menos que Terrance Howard em uma participação mais do que especial. Mas na verdade quem acaba encurralado é ele e sua parceira, levando a um desfecho da história surpreendente.
A edição do episódio também foi sensacional. Enquanto íamos conhecendo o passado de Danno, o episódio interagia também com uma história no presente, em que a Five-0 segue pistas do que parecem ser terroristas, que possuem vários alvos esparramados pela ilha. Steve e Danno seguem a pista do que parece ser, uma espécie de “engenheiro” de explosivos, achando-o e perseguindo-o. Danny troca tiros com o terrorista, mas acaba sendo surpreendido quando vê que o homem tem uma bomba com sensor de movimento amarrado em seu peito – e que agora, Danno era refém da sua vítima.
Tentando distrair o parceiro, Steve conversa com Danny sobre o desfecho da história em Nova Jersey. E, emocionado, ele conta que, além de descobrir naquele dia que Rachel estava grávida, ele perdeu a parceira dele, que tinha o nome de Grace – sendo daí a homenagem no nome de sua família. Danno deu tudo de si, e foi salvo por outra tragédia: os barulhos das sirenes que foram atender um outro chamado – os atentados ao World Trade Center. Aquele dia, eram 11 de Setembro de 2001.
O esquadrão ante-bombas por um minuto, achou que não ia conseguir desmontar a bomba, e nós, com o coração aflitos, não podiamos aceitar a ideia de poder perder Danny. Steve também não, tanto que ficou ao lado do amigo durante o todo mundo. Passado a angustia, a bomba consegue ser desarmada, e nosso detetive respirou aliviado. Fala sério, nós também. Depois de dar um sincero abraço em Steve – nos representando com certeza, Danno foi curtir o baile que havia prometido a Grace, enquanto pensava, o quão feliz ele é, por ter a filha que tem.
Que episódio. Foi sensacional do início ao fim. Tenho certeza que, este episódio, será lembrado por muito tempo, pelos fãs da série, e servirá de referência sem dúvidas. É por episódios assim, que Hawaii Five-0 continua sendo, uma das melhores séries policiais da atualidade. Excelente qualidade de roteiro, direção, atuação. Parabéns mesmo a toda equipe por este excelente episódio. De tirar o fôlego, e emocionar qualquer Five-0.
Parks and Recreation – Ben’s Parents
14/11/2012, 22:10.
Marco C. Pontes
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Conhecer os pais do noivo nunca foi tão divertido.
Deixe para Parks and Recreation pegar uma narrativa tão clichê (pais divorciados que se odeiam mas precisam ficar juntos em uma festa de noivado) de comédias e ainda conseguir fazer um episódio bem engraçado, com um nível altíssimo, trazendo algo revigorante, mesmo que seja um tema completamente batido.
Não havia duvidas de que a festa de noivado seria uma delícia de acompanhar, mas convenhamos que além do plot dos pais e Leslie com sua manta, o restante dos personagens pareceram bastante deslocados, por culpa de Chris, que praticamente atrapalhou a noite de todo mundo, mesmo Annie tentando evitá-lo a todo custo.
Ao colocarem todos os personagens em um único evento, sempre é bom lembrar que TODOS OS PERSONAGENS precisam fazer algo e, de preferência, que tenha a ver com o arco central do episódio. Não é a primeira e nem a última vez nessa temporada que Parks não consegue trazer todos seus personagens para funcionar de forma coerente dentro da mesma narrativa.
Por isso, o plot de Chris foi o que fez o episódio não alcançar um nível de grandeza esperado para um evento tão importante. Já passou da hora de darem plots melhores para Chris, que desde o início da temporada, já deve ter chorado bem mais do que a Xuxa quando o Senna morreu. Era choro falso, mas mesmo assim funciona aqui.
Porém, até em plots irritantes há alguém que torna a situação um pouco melhor, que foi o caso de Andy e April, tentando animar Chris com um jogo de palavras felizes e depressivas. Convenhamos que Dave Matthews Band realmente é depressivo.
Além disso, por mais que seja interessante Ron interagindo com Tom mais uma vez, o plot dos dois foi bastante previsível, desde o início do episódio, quando April confirmou que Ron não aceitaria a apresentação se a mesma não fosse feita de maneira séria. Ao colocarem Jean Ralphio na parada, já estava claro como iria acabar. Mesmo assim, o momento entre Tom e Ron foi bonito, mesmo que não tenha sido tão engraçado quanto esperava.
Leslie é tão nerd que, além de fazer uma manta de qualidade, ainda arrumou um jeito de colocar uma foto do Biden no meio. Porém, não havia duvidas de que a manta seria uma má ideia quando a namorada do Mike (Breaking Bad) apareceu – cujo nome, ironicamente, significava alegria.
Amy Poehler estava afiadíssima (como sempre) em todas as cenas tentando lidar com os pais de Ben, mas Ben também conseguiu ir a outro nível com seus comentários e expressões durante o episódio. Detalhe para a primeira cena do taxi, que de acordo com Ben, era o único jeito de resolver a situação.
Mesmo que o episódio ainda tenha pecado com outros plots, Parks ainda sai na frente com sua qualidade e a pergunta que fica é: quem, em sã consciência, tem coragem de falar que Parks and Recreation não é uma delícia?
Haven -Magic Hour (part 2)
14/11/2012, 21:21.
Regina Monteiro
Reviews
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Apesar de ver alguns problemas em Magic Hour (part 2), gostei do episódio, porque acredito que nesta terceira temporada, e especificamente com esse episódio, Haven mostrou que amadureceu. A série está pronta para dar um passo adiante e evitar ser repetitiva.
Já se estabeleceu que Haven é um lugar especial, habitado por pessoas especiais, e a equipe criativa pode dedicar mais tempo a explorar sua mitologia. É o que vem acontecendo desde o início desta terceira temporada, em que casos envolvendo “problemáticos” vêm dividindo espaço com os mistérios que envolvem Audrey, Lucy e Sara, o relacionamento dos três protagonistas e a relação histórica de Vince e Dave com a cidade.
Portanto, apesar de meu coração de fã ficar contente com a renovação para a quarta temporada, posso orgulhosamente afirmar, independentemente da paixão, que Haven fez por merecer.
Magic Hour (part 2), foi um marco: primeiro episódio em que a história de um problemático é secundária e a mitologia da série assume proporções mais visíveis. A importância da existência de Moira (interpretada pela ótima Claudia Black) está diretamente relacionada ao drama vivido pelo trio de protagonistas. E, como se não fosse suficiente a expectativa quanto à vida de Nathan, a caçada ao serial killer, empreendida por Vince e Dave, aumentou a tensão do episódio, afinal com eles poderia ter acontecido algo mais grave além da tortura pela qual passaram nas mãos de Tommy.
Acho que a magia de uma boa história, mesmo que o desenlace seja óbvio, é a certeza de que ela ainda nos prenderá pela curiosidade em saber como será contada. É o que aconteceu com Magic Hour (Part 2).
Era óbvio que Nathan iria voltar. Mas isso era o que menos importava, porque o que estava em jogo, e merecia ser observado, eram os comportamentos de Audrey e Duke e até onde eles iriam para salvá-lo. E ambos provaram que os laços que unem os três são mais fortes que qualquer outro sentimento que possa interferir nessa amizade. Audrey estava disposta a matar uma “problemática” se isso significasse ter Nathan de volta e Duke enfrentaria um serial killer. Há maior prova de amizade que esta? Agora me pergunto qual será a contrapartida de Nathan em relação à Duke.
Finalmente, ouvimos Audrey confessar sua paixão por Nathan e, muito embora ficássemos torcendo para que os dois tivessem saído juntos do Grey Gull, era óbvio que isto não iria acontecer. A audiência, afinal, vive de curiosidade, expectativa e especulação. E, assim, iremos voltar na próxima semana (e na outra, e na outra…), alimentando a esperança de que o quando se transforme em agora.
A caçada ao serial killer foi um capítulo à parte, pois, como já disse, havia mais motivos para temer por Vince ou Dave do que por Nathan. A seqüência em que os irmãos Teagues são torturados por Tommy, acrescentou mais algumas interrogações às já existentes, sobre os mistérios que cercam Haven. Por que a fixação de Tommy em Jason Cogan (Colorado Kid)? O que acontece no Celeiro, ou o que este lugar realmente é?
E por falar em especulação… especulei errado. O Colorado Kid realmente é filho de Sara; informação confirmada por Vince. Agora é especular quanto a quem é o pai. O próximo episódio pode lançar alguma luz sobre o assunto, já que em Sara, Nathan, Duke e Audrey voltam para 1955 e, como Jason Cogan nasceu em agosto de 1956, talvez possamos ter um vislumbre de quem poderia ter sido seu pai.
Mas , ainda que consigamos descobrir um pouco mais sobre o pai de Jason, perguntas não faltam. Afinal, o que Tommy tem a ver com Jason Cogan? Quem é Tommy Bowen e quais eram seus objetivos? E mais uma vez, qual o significado do Celeiro?
Nesta temporada, já foi insinuada a existência de extraterrestres. O Celeiro poderia introduzir a idéia de uma dimensão paralela?
Certo mesmo é que todas essas interrogações alimentam nossa curiosidade e reforçam nossas expectativas. Agora é aguardar mais um episódio, na tentativa de saber como pessoas e objetos podem estar relacionados à peculiar linha do espaço-tempo em Haven.
The Walking Dead – Say the Word
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The Walking Dead colocou todo mundo para chorar com o episódio anterior, Killer Within, e a sequência continuou arrasadora, já colocando a temporada da série entre as melhores da fall season americana. Say the Word não foi tão movimentado quanto o episódio anterior, mas se manteve assustador e apresentou revelações que só os fortes puderam assistir. Se você não correu para de baixo do lençol quando o Governador apareceu cuidando da filha zumbi pelo menos fez cara de nojinho.
Woodbury já não é mais o refúgio seguro que Andrea pensava ter encontrado, pena que coincidentemente ela se deu conta disso logo depois da partida de Michonne, talvez a única pessoa em que ela realmente podia confiar na cidade. No entanto, outro personagem que pode virar um bom aliado da “loirinha” é o cientista Milton, que não vem se agradando das atitudes do Governador.
Milton faria um belo trio com Michonne e Andrea, principalmente porque ele não se deu muito bem matando errantes, mas por outro lado já desenvolveu uma jaqueta a prova das mordidas dos zumbis. O cientista vem se mostrando contrário a algumas decisões do Governador desde sua primeira aparição na série. Em Say the Word Milton tenta convencer (inutilmente) Philip a transferir a festa bizarra para outro dia, para que ele pudesse finalizar uma pesquisa.
Michonne partiu, mas talvez não esteja tão livre quanto pensa, nas imagens do próximo episódio ela já aparece lutando com Merle. O Governador foi esperto e logo depois da partida de Michonne apresentou seu ombro amigo à Andrea, no entanto a confiança da moça começou ruir depois da estranha festa da cidade de Woodbury. Visivelmente Milton também não se divertiu assistindo a luta cercada por errantes amarrados em volta da arena improvisada. Milton já se mantém há muito tempo submisso ao Governador, mas Andrea finalmente acordou do conto de fadas e deve voltar a ser a Andrea que a gente conhece, aquela treinada por Shane.
O Governador vem se tornando um vilão mais interessante a cada episódio, ele é intrigante, provoca medo, pode apresentar uma surpresa assustadora na cena seguinte e agora, além de tudo, consegue provocar até compaixão. É passível de pena ver um pai cuidando de um filho já condenado a ser um zumbi, mas também é uma cena doentia. Entre compaixão e ódio o Governador vai se firmando entre os personagens mais interessantes desta fall season.
Enquanto isso a galera do presídio vive em clima de “Três Solteirões e um Bebê em um Mundo Apocalíptico”. Rick perdeu o rumo e entrou presídio a dentro em busca do corpo de Lori, mas ninguém contava com a astúcia e destreza de Daryl para cuidar da filha de Lori e Rick/Shane. Daryl assumiu a responsabilidade, saiu com Maggie atrás dos mantimentos que a criança precisava para sobreviver e na volta o bebê ainda acalmou o choro no colinho do titio Daryl.
Salvar a nova vida do grupo se tornou a prioridade depois de sofrerem três perdas no episódio anterior. Os dois prisioneiros restantes que ficaram do lado de Rick durante toda a confusão também foram incluídos na turma e agora Axel e Oscar participam das tarefas diárias do grupo do presídio.
A dúvida sobre a morte de Carol ainda persiste, não vimos o corpo dela, não foi mostrando os corpos sendo colocados nos túmulos que Gleen escavou. Eles podem apenas ter feito covas simbólicas, considerando que provavelmente Carol e T-Dog viraram comida de zumbi. Daryl ainda aparece colocando uma flor branca no túmulo de Carol. Não lembro o nome da flor, mas Daryl contou uma história bonita sobre ela quando Carol ainda esperava encontrar Sofia viva.
Daryl foi um dos destaques de Say the Word, para quem achava que em The Walking Dead não existia delicadeza, foi linda a cena de Daryl vendo as mãozinhas de papel na parede da creche. Uma delas estava assinada como Sofie ou Sofia, valeu a lembrança. Mais fofo ainda foi Carl tentando pensar em um nome para a irmã e citando vários e vários nomes de mulheres que o grupo perdeu durante o caminho.
O final do episódio tem uns dos melhores cliffhangers que a série já proporcionou. What a hell um telefone toca bem na sala do presídio em que Rick está meditando sobre a sua desgraça? Por mais que sejamos fortes e tentemos resistir, ninguém conseguirá escapar do próximo episódio. The Walking Dead perdeu três personagens significativos e a série nada sentiu. Ao contrário, o seriado encorporou, secou as lágrimas e caminha rumo a conquista de mais fãs a cada temporada. A invasão zumbi tem tudo para continuar mais epidêmica do que nunca.
The Good Wife – Anatomy of a Joke
13/11/2012, 20:35.
Tati Leite
Reviews
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Começo dizendo que a gargalhada da Julianna Margulies é uma das coisas mais lindas dessa vida. Espero que a série continue criando situações para que Alicia gargalhe muito. Falando nesses motivos, lá está o Brasil citado numa série. E mais uma vez the joke is on us (a piada é conosco). O novo rumor sobre o Peter envolve sua anatomia. A suposta amante espalhou que o pré-candidato a governador tem uma marca de nascência em seu pênis no formato do mapa do Brasil. Eu ri tanto quanto a Alicia quando foi informada do assunto. E a reação do Peter também foi ótima quando fala da impossibilidade de tal fato ser verdade. Já viram o tamanho do mapa do Brasil, né? Risos. E a relação entre ele e a Alicia está cada vez melhor. Todo adorando essa nova dinâmica entre eles.
Mais uma vez Eli aciona Kalinda para ajudar a descobrir quem está lançando tais rumores contra Peter e o primeiro suspeito é Mike Kresteva (Matthew Perry, que infelizmente não aparece nesse episódio) mas no final das contas a culpada é Maddie (Maura Tierney, que infelizmente também não dá as caras nesse episódio). Nada muito chocante. Essa é a premissa para muito provavelmente a campanha de Peter começar a ficar mais pesada. Moody, acho que podems chamar de assistente-investigador de Eli, informa que descobriu que Maddie tem um relacionamento com uma das mulheres que trabalham com ela (essa trama foi usada recentemente em outra série sobre política), mas para frente do episódio sabemos que a suposta amante de Peter tem visitado Maddie deixando no ar que o plano contra Florick vem sendo trabalhado antes mesmo de Maddie oferecer patrocinar a campanha.
Amanda Peet retorna como Laura Hellinger. Agora desempregada ela vai até a firma pagar a causa que perdeu e acaba conseguindo ajuda da Alicia para retornar ao mercado de trabalho, agora como civil. Laura é contratada por Peter para vaga antes ocupada por Cary. Fica claro que Peter a contratada simplesmente para agradar a esposa (ou ex-esposa) porque ele não gasta nem 10 segundos entrevistando Hellinger. Na cena aparece Pine que mais uma vez perde a vaga que tanto almeja.
O embate entre Hayden, Diane e Will continua. Ao perceberem a intenção de Hayden em vender a firma, Will e Diane se unem para impedir o negócio. Pela primeira vez vemos Clarke perder a calma e acusar os sócios de estarem levando a firma a falência total. Confesso que entendendo os dois lados.
O caso da semana envolve Therese Dodd, vivida brilhantemente por Christina Ricci, uma comediante politicamente incorreta (parece que sua personagem foi inspirada da Sarah Silverman) que está sendo processada por ter mostrado os seios ao vivo durante um programa de TV. A intenção dela era alertar as pessoas para importância do auto-exame mas obviamente isso não foi recebido bem pela parte mais conservadora da audiência. Até porque todo seu “ator” parece uma grande piada. Toda negociação serve para mostrar ao público que as escolhas do que pode ou não pode na TV vão muito além.
Por conta do caso, Cary e Alicia precisam viajar para Washington DC. Foi a deixa para mostrar um crescimento na amizade deles, e introduzir o pai de Cary a trama (John Shea, Lex Luthor para quem via TV nos anos 90). Nestor Argos é uma péssima pessoa. O filho chega a pensar que a reaproximação acontece porque o pai estaria doente mas descobre que ele precisa de sua ajuda para uma se aproximar de Diane. A cara de decepção do Cary é de cortar o coração. Seria mais fácil ter descoberto que o pai estava morrendo. Mais uma vez tivemos um excelente episódio e mais uma vez nada de Nick.
Revenge – Penance
13/11/2012, 19:58.
Mario Madureira
Reviews
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“I am Amanda Clarke” é a frase do episódio e sinceramente a de toda a temporada! Que episódio maravilhoso! Quem estava achando que Emily não daria o seu próximo passo, pense novamente! Ela não só deu o seu primeiro passo, como também conseguiu deixar os Grayson com medo, mandar Kara para longe, deixar Amanda viver sua vida e ainda colocar Mason na cadeia! Isso aqui é vingança, Nina, não aquela brincadeira de escondse-esconde com a Carminha.
Dessa vez, Emily montou uma armadilha bem feita! E não só isso, como também conseguiu ficar em paz consigo mesma até o seu próximo passo. Mas aqui está um grande perigo. Ela pode ter feito aquele acordo com Mason, mas ainda acredito que ele não seja confiável. O filho da mãe só quer dinheiro com a venda dos seus livros e essa foi à proposta que Emily resolveu fazer. Mas toda a questão é sobre confiança. Mason pode não confessar que Emily é Amanda Clarke, mas ele pode contar para alguém a verdade. E se for à pessoa errada, então todo o plano estará perdido!
Apesar de Kara ser desmiolada, eu gostei dela colocando medo em Victoria e Conrad para variar. Sabia que aquilo não daria em nada (apesar de ficar com medo de Victoria atirar em Kara por um segundo), mas sempre é bom ficar na espreita, afinal de contas, as situações em Revenge mudam constantemente. E queria saber que história foi aquela de Conrad beijando a testa de Victoria e a chamando de docinho. Será que ele percebeu que na beira da morte que ama Victoria? Será que todo esse ódio acumulado por ela, na verdade é uma inversão de sentimentos para se privar de sentir o amor por ela novamente?
Poxa, e sempre quando eu vejo Nolan fazendo tudo pela Emily, pois ele acredita que ela é a única família que ele tem, eu paro e ainda persisto na campanha “Emily, trate bem o Nolan!”. Ele faz de tudo por ela, e ela nem para agradecer ele. Ela começou a deixa-lo de lado, agora que o Aiden apareceu e está tomando o coração de Emily novamente. Eu não gosto do Aiden e nem de seu sotaque. Eu não desejo que algo de ruim aconteça a ele, mas eu não quero que ele fique com Emily. Ela e Jack nasceram para ficarem juntos e é assim que deve ser – apesar de eu achar que Daniel também poderia entrar nessa disputa, afinal de contas ainda dá tempo.
Eu quase comecei a preparar um plano de vingança contra a Amanda quando eu a vi falando toda a verdade para Mason. Mas quando ela pega aquele metal para enfiar na cabeça do Mason depois que ele lembrou da história do Frank, eu pensei… “Acerta logo a cabeça desse molenga!”. Eu não ligaria se ele tivesse sido morto naquele instante, mas do que adianta ser morto, se Emily pode usufruir de toda a desgraça alheia tomando um uísque e comendo uma pipoca? Isso aqui é vingança, Nina, não é aquele baile de máscaras que você fazia com a Carminha.
Para deixar uma palinha a vocês, o próximo episódio será um episódio de flashback. Voltaremos a época em que Emily ainda era Amanda e iniciava todo o seu plano de vingança. Parece que a mãe da Victoria vai dar as caras. Será que existe alguém pior que o sucúmbio demoníaco?
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