Arrow – Legacies

Data/Hora 21/11/2012, 10:18. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Diggle e Ollie se conectando por meio de lutas de ferro.

A melhor parte daqui para frente da série será o relacionamento de Diggle e Ollie. Além dos motivos óbvios (sensualidade), um completa o outro. Mesmo não querendo confirmar, Diggle aprova sim dos métodos de Ollie e Oliver precisa de alguém para deixá-lo mais ‘humano’. Ou melhor, transformá-lo de um justiceiro a um herói, que obviamente foi o tema da semana. Sem listinha, sem assassinato. Ollie estava focado somente em fazer a coisa certa.

O problema disso tudo é, obviamente, seu pai. A imagem que ele tinha foi totalmente quebrada, afinal foi o próprio pai que também trouxe um “câncer” para Starling City. Mesmo que tenha sido um pouco descontextualizado, o flashback com o pai defundo funcionou, para que entendessemos a motivação do bilionário nos dias atuais. Ele simplesmente se sente obrigado a trazer à tona quem fez mal à cidade, porque seu pai morreu para isso.

Mas Oliver não quer aceitar, de forma alguma, que há outras maneiras de ajudar a cidade, e tentando ao máximo liquidar as gangues, os bandidos, também é uma forma adequada para fazer isso. O episódio se tornaria muito fácil se ficasse só nessa questão, mas o bandido é ninguém menos do que um ex-funcionário da empresa do pai de Oliver. Por um lado, a culpa do roubo é do pai de Oliver, afinal ele que demitiu diversos funcionários de uma hora para outra e levou seus negócios para a China. Sabemos, porém, que em um mundo movido pelo interesse e pelo poder econômico, coisas do tipo estão sujeitas a acontecer. Imagina se toda pessoa que foi despedida injustamente ou sem aviso prévio simplesmente começasse assaltar todos os possíveis bancos? Não teria cofre o suficiente para ser assaltado.

“Colocar a sua bunda na mira para ajudar as outras pessoas” é uma boa lição para Oliver, que mesmo às vezes mostrando motivação, não se importa tanto com os outros. Ou melhor, se importa só com Laurel, claro. Pena que a advogada agora está acendendo a Pikachu para outro macho.

Tommy esteve demais nesse episódio. Praticamente fez tudo para impressionar Laurel, se mostrou interessado pela causa, mas claro que isso é só fachada, pois o que ele realmente quer é outra coisa. Mesmo Tommy aprendeu que pode tentar o tanto que quiser, mas se entrar um médico no meio, mesmo sendo um cretino, você perde. Simples assim. Se não fosse por Thea, Tommy nem conseguiria uma ‘dança’ com Laurel. Por isso, ele deveria ter, no mínimo, aceitado o beijo da adolescente como forma de agradecimento.

Foi também o primeiro episódio que Thea teve um destaque maior, e diferente do que previa, não foi irritante. Até porque, como não amar uma adolescente dando vexame em uma festa de gala? Por mais que ela esteja bêbada, essa fixação por Tommy apareceu do nada. Espero que não se torne um plot recorrente.

Um dos problemas que já é recorrente em Arrow são as habilidades de SUPERMAN que Oliver apresenta. O fato dele não possuir super poderes já deixa claro que eventualmente alguma baixa deveria acontecer. No episódio, principalmente naquela cena em que ele estava ‘lutando’ com os bandidos naquele local cheio de tubalações. Em vários momentos, parecia que ele simplesmente estava ANDANDO, conseguindo fugir de todas as balas e convenhamos que as armas que todos estavam usando não eram simplesmente pistolas. Tem que ver isso aí.

P.S: O pai dele vendeu os negócios para a China, o barco naufragou perto da China… Conexão?

P.S: Tadinho de Oliver, nem sabe quem é o Dr. Oz

P.S: Bipolaridade de Mama Queen vai me matar um dia.

Modern Family – Mistery Date

Data/Hora 21/11/2012, 09:38. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Numa semana em que Ariel Winter apareceu nas páginas de alguns jornais e tablóides por sua guarda ter sido repassada provisioriamente para sua irmã mais velha após sua mãe estar sendo acusada de abuso contra ela, tive dificuldades de ser imparcial nas cenas em que Alex desabafa com Claire após ter perdido a competição. Não pude deixar de pensar que os roteiristas deram ali um oportunidade para a atriz desabafar um pouco. Claire está longe de ser uma mãe abusiv,a mas muitas vezes o medo que ela tem das filhas cometerem os mesmos erros que ela cometeu da juventude faz com que ultrapasse um pouco os limites, coisas que a própria personagem reconhece. A diferença é que ela tem a reação certa e quando percebe faz um mea culpa.

Manny mais uma vez se apaixonou perdidamente. Esse menino leva o esteriótipo da paixão latina para um outro nível. Com a ajuda de Luke ele passa o episódio tentando localizar o Bar Mitzvah certo para encontrar a atual “mulher” dos seus sonhos. Ele tem sucesso, mas um sucesso bem curto. E não seria de outro jeito.

Cam tem uma surpresa para o bebê de Gloria e Jay, e Mitchel precisa tirar o pai de casa para que tudo fique pronto. Cabe a Cameron fazer o mesmo com Gloria. Porém a “sogra” está cansada demais para sair. Ele tenta mantê-la o mais ocupada possível a deixando muito irritada. Jay confessa ao filho não estar pronto para abrir mão do único lugar que ele tinha só para ele na casa. No final do episódio é claro que a surpresa é revelada um pouco antes. Cam mandou pintar na parede do quarto do bebê um painel muito parecido com o que ele fez para a Lily na 1ª temporada. Gloria simplesmente ama o presente. E Jay gosta apenas porque ficou mais fácil abrir mão do quarto.

Porém o episódio foi de Ty Burrell. Com a casa só para ele, Phil convida um homem que conheceu na academia (Matthew Broderick, que se você não sabe quem é porque não assistiu Curtindo a Vida Adoidado, e se você nunca assistiu esse filme eu lamento muitíssimo). Acontece que Phil não percebe que seu novo amigo na verdade acredita estar sendo convidado para um encontro. Todas as cenas dos dois na casa dos Dunphy merece aplausos. Broderick provavelmente garantiu aqui uma indicação ao Emmy. Não vou entrar em detalhes para não estragar a cena para ninguém. Apenas digo: assista.

Hawaii Five-0 – Ohuna

Data/Hora 20/11/2012, 23:09. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Hawaii Five-0 tem apresentado uma leva de episódios muito bons. Nunca reclamei da qualidade da série, que veio crescendo episódio por episódio durante estes últimos dois anos e meio. Apesar de semana passada, terem atingido um dos ápices da série com aquele episódio sensacional em que Danno foi refém de uma bomba, esta semana, o episódio trouxe mais surpresas e uma história bem envolvente.

A história da semana centrou em Zack, um garoto de 17 anos que estava preso mas foi liberado, após cumprir 6 meses de detenção, consequência de ter competido alguns crimes virtuais contra a Casa Branca. Ok, um crime virtual, contra a Casa Branca, e ele ficou só seis meses? É, não é muito a cara dos EUA mas enfim. Logo após ser liberado, ele e seus pais sofrem um acidente, em que o garoto é sequestrado, e depois, descobrimos assassinado. Daí, a equipe parte, em busca do assassino do rapaz. Ah, e os fãs mais assíduos da Sessão da Tarde, vão lembrar de Alan Ruck – que interpretou o inesquecível Cameron em Curtindo a Vida Adoidado, e que aqui dá vida ao pai do jovem hacker.

A equipe durante a investigação é pega de surpresa por um ataque da gangue que assassinou o rapaz. Enquanto Kono estava fazendo uma investigação na casa do rapaz, eles entram e fazem várias pessoas de refém. Incluindo a moça. Para proteger todos, claro que no início ela fica quieta, mas depois deles descobrirem que havia uma policial dentro da casa ela acaba abrindo o jogo. E na cena da fuga com a policial, a série teve uma das cenas mais sensacionais, em que Steve sai de baixo de um furgão, e consegue salvá-los a tempo, com a ajuda de Danno e Chin – que estava todo preocupado, em perder novamente alguém de sua família. Na semana passada, havia reclamado da pouca aparição que estes dois estavam tendo, mas esta aí. Os dois personagens estiveram ótimo neste episódio.

Ah, no final do caso, a equipe, graças a algumas informações do HD Zack, conseguem capturar Richard De Salvo, um chefe da máfia que estava desaparecido da custódia há três anos – graças a White Fire, equipe que fazia o desaparecimento destes mafiosos e que sequestrou e matou o hacker, por conter estas informações. No final, como Kono disse, a morte de Zack não foi em vão, e eles conseguiram fazer a captura – e com certeza, devem conseguir efetuar mais prisões com esta ajuda. Foi um bom caso.

No meio disso tudo, Steve lidava com Mary, a quem resolveu contar – finalmente, diga-se de passagem, sobre o retorno de Doris. Mary obviamente não reagiu bem, e totalmente compreendido. A mulher estava morta, e volta assim, como se isso não fosse muita coisa. Foi emocionante a cena em que Mary, no cemitério fala com o túmulo de seu pai, o quanto ela sente a falta dele, e como ela lembra do pai chorando a morte da mãe. E que isso, magoou ela muito. Mas não foi mais emocionante do que a cena em que Doris e Mary se reencontram e se abraçam. Foi mesmo emocionante.

Gostei bastante também dos diálogos que ela teve com o senhor em que ela estava acompanhando, já que agora, ela não era mais aeromoça. O senhor contou sobre segundas chances, e como ele gostaria de ter tido com sua filha. Parte disso, foi o que fez Mary ir até Doris. Vale a pena.

Eu particularmente não a perdoaria fácil, como Steve fez, mas obviamente, gostaria de bons esclarecimentos. E parece, que é isso que as duas terão. Steve gostou da atitude da irmã e ficou espiando, tudo de longe.

Foi sim um excelente um episódio. Longe de ser tão bom quanto semana passada, mas valeu, pelo excelente roteiro e cenas de ação, que são sempre bem vindas a nossa querida série. E vocês, o que acharam? Mahalo!

The Walking Dead – Hounded

Data/Hora 20/11/2012, 22:30. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Hounded não foi tão emocionante quanto os outros dois episódios anteriores, mas como Killer Within e Say the Word foram fenomenais essa pequena “queda” é até natural. Principalmente porque Hounded teve a função de deixar várias bolas quicando para serem chutadas nos próximos episódios. Entre elas o resultado da insanidade de Rick com o telefone, o desenrolar da chegada de Michonne na prisão, o momento em que o Governador deve descobrir que Michonne está viva e Merle mentiu, o que vai acontecer com Glenn e Maggie e a dúvida que já se arrasta há alguns episódios: quando a Andrea vai acordar pra vida?

A insanidade de Rick chegou ao nível de Desmond em Lost, quase achei que ele já ia começar a discar alguns números de tanto em tanto tempo. Hershel lidou bem com Rick quando pegou no telefone e provavelmente viu que não tinha linha e descobriu o que estava acontecendo com o amigo. No fim o próprio Rick se deu conta que estava enlouquecendo e a conversa com as pessoas no telefone, principalmente Lori, levaram ele a entender a importância dele de voltar para junto do grupo.

O ponto mais interessante do papo de Rick ao telefone foi quando as pessoas diziam que estavam em um lugar seguro, sem ataques, sem transformações, sem ninguém enlouquecendo e sem mortes. Foi como se Rick falasse com seus entes queridos já mortos, que agora estavam a salvo no céu. É um conforto que a insanidade trouxe para ele. Rick também discutiu seus medos internos no telefone, como o fato de não ter aceito as desculpas de Lori e a culpa de ter matado pessoas. Com o aparecimento de Michonne no presídio e a descoberta da captura de Glenn e Maggie o grupo vai precisar muito de Rick, e mais são do que nunca.

Mesmo com o Rick estando uns 70% acredito que o reforço da Michonne, mesmo machucada, é respeitável. A moça manda bem demais. Além disso, temos a Carol de volta! Que lindo foi o Daryl ter ficado todo para baixo quando achou a faca dela em um errante e depois acabou encontrando Carol agonizando atrás de uma porta. Tinha medo que se ela retornasse apareceria do nada caminhando como se estivesse apenas perdida esse tempo todo, mas não, ela estava era muito machucada para conseguir buscar ajuda. Daryl anda cada vez mais perfeito e vai se tornando um homem muito melhor a cada episódio, bem ao contrário de seu irmão Merle. Em Hounded, Daryl conversou e consolou Carl, que ainda estava anestesiado com o trauma da perda da mãe.

Michonne além de ser muito badass, também protagonizou uma das cenas mais nojentas da série até agora. De lucro ela levou a proteção que o cheiro dos restos mortais do zumbi provoca, deixando ela camuflada para os outros zumbis. A Michonne é demais, alem de tudo ela ainda levou os suprimentos que Glenn e Maggie estavam pegando para alimentar o bebê.

Andrea foi a grande decepção do episódio. Depois que ela saiu irritadíssima da arena de zumbis pareceu que ela abriria os olhos para quem era o Governador na verdade, mas foi bem pelo contrário. A moça caiu definitivamente nos encantos de Philip e se entregou totalmente ao Governador, até demais. Ela andava realmente muito carente desde a morte de Shane. Agora resta saber se ela vai continuar tão submissa assim depois de descobrir que Glenn e Maggie foram capturados e estão em Woodbury. Como ela, no fundo, pode acreditar que foi deixada para trás e se sentir magoada com os antigos amigos é possível que continue do lado negro da força.

The Walking Dead encerra sempre com um cliffhanger melhor que o outro, nem sei porquê eles usam cenas do próximo episódio. Duvido que a audiência precise de espiadinhas para esperar mega anciosa pela próxima semana. No entanto, pelas imagens que já podemos ver do episódio When the Dead Come Knocking, é de se esperar um ritmo parecido com o dos dois episódios anteriores. A terceira temporada de The Walking Dead segue firme e mirando bem na cabeça para ser o melhor ano da série até agora.

Dexter – Chemistry e Argentina

Data/Hora 20/11/2012, 13:08. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Não tem como negar, esta sétima temporada de Dexter está cada episódio melhor. Toda vez que penso que a história tomará algum rumo previsível e sem graça, acabo surpreendida.

Confesso que não sou da torcida dos “casaizinhos” das séries, principalmente em Dexter. São sete temporadas nos acostumando com um protagonista desprovido de sentimentos e que tinha um casamento de fachada, apenas para não gerar suspeitas. De verdade, acho que o Dexter acabou se apegando a Rita e que sofreu com sua morte na quarta temporada, mas sinceramente todos nós sabemos que eles nunca viveram um amor verdadeiro.

Mesmo gostando do Dexter pai solteiro que não precisa de ninguém além de seu dark passenger e seu pai-alucinação, estou mudando de ideia em relação Dexter e Hanna. É realmente incrível como os dois estão dando certo juntos. Ela é diferente de qualquer personagem feminino que já apareceu na série. Hanna entende Dexter, não o encara com estranheza ou medo e ao mesmo tempo não é uma personagem qual possamos confiar inteiramente, já que ela tem seu histórico de vítimas.

Pena que quando as coisas parecem estar dando certo, acontece alguma coisa para tirar tudo dos eixos. Deb desconfia que Hanna está envolvida com a morte de Sal. Sério, acho que não existe ninguém com a vida amorosa mais problemática que Debra! Todos os caras que ela se envolve acabam mortos. Achei interessante quando ela pede para Dexter matar Hanna. Porque ela passou todo esse tempo tentando digerir o que o irmão faz, surtou com toda a situação e resolveu se afastar quando viu que ele não iria parar. Mas quando a morte de algum criminoso era “interessante” pra ela, Deb resolve aceitar o instinto do irmão. Achei muito hipócrita da parte dela. Ou ela aceita o irmão ou despreza completamente o que ele faz.

O diálogo de Dexter e Deb quando ela descobre que ele está saindo com Hanna foi sensacional. Ela se sente tão traída e enganada (denovo) que acaba jogando toda a merda no ventilador e conta que estava apaixonada por ele. A cara de Dexter foi a mesma que eu fiz quando fiquei sabendo desses sentimentos estranhos de Deb por ele. Poxa, eles são irmãos! A conversa foi tão aliviante e ao mesmo tempo tão tensa, que não tem como saber se existe alguém “certo” ou “errado” na história toda.

Nessa temporada, Dexter não tem um minuto de sossego. Quando ele pensa que está se apaixonando pela primeira vez por alguém, sua irmã resolve que ele tem de mata-la. Antes, eu até estava na torcida para que Dexter matasse Hanna, mas agora parece que os dois se entendem tão bem, que seria uma pena acabar com tudo isso tão rápido.

Outro ponto que me deixou animada: Harrison, Astor e Cody voltaram. Porque não é justo que Dexter seja um pai de família se ele não convive com os filhos. Tudo bem que a Jamie é a babá mais perfeita do universo, mas mesmo assim, a presença das “crianças” não é dispensável. Ah, Cody está tão grande e Astor tão insuportavelmente adolescente! Estava sentindo falta daquelas conversas de Dexter com Astor, quando ele dá um sermão super esquisito, mas no final eles acabam se entendendo.

Outro personagem que está com um lugar garantido na lista dos melhores da série é Issak Sirko. Cada episódio que passa, ao invés de torcer para que ele morra, fico esperando ele se safar para se manter por mais algum tempo na história. E quem duvidou da minha teoria de que Isaak era apenas uma lady em busca de vingança pelo seu bofe falecido, teve seus questionamentos solucionados. A conversa de Dexter e Sirko no bar gay me fez gostar ainda mais do personagem. Mesmo com essa situação de ódio e vingança, Dexter e Sirko são muito parecidos: ambos são cuidadosos, pacientes e educados. Eles deviam parar de tentar matar um ao outro e se tornarem amigos! Sirko não é descontrolado como Miguel Prado, ele é um mafioso meticuloso e calculista. Seria a amizade ideal.

Não tem como se decepcionar com os diálogos de Dexter com Sirko. Tudo o que ele falou para Dexter se encaixou tão perfeitamente na situação e no fim, ele conseguiu explicar perfeitamente porque ele tinha razão em querer sua vingança. Dexter pôde ter uma outra visão sobre sentimentos amorosos e que Isaak está buscando a mesma justiça que ele buscava com Trinity. Simplesmente genial.

Apenas duas coisas me decepcionaram nesses episódios: Quinn (pra variar) cair na armadilha dos Koshkas e trair o departamento de polícia sem pensar duas vezes. E Batista saber que Quinn roubou as provas e ter ficado numa boa. Sério, sempre pensei que Batista era certinho, não esperava que ele descobrisse a culpa de Quinn e ficasse quieto, e muito menos achava que ele aceitaria o “presentinho” do cara. Pois é, todo mundo é corruptível.

Já Laguerta fechando o cerco contra Dexter e já ligou os pontos. Agora só nos resta esperar para ver como que ela vai elaborar sua teoria para incriminar Dexter e tirar Doakes do posto de Bay Habor Butcher. Mesmo com tanta coisa pendente, achei que o final de Argentina foi digno de season finale. Cada personagem com seu fardo, buscando alguma saída. “Não importa nosso destino, levamos nossos danos conosco”.

Grimm – Season of the Hexenbiest

Data/Hora 20/11/2012, 12:31. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

“Há uma bruxa terrível na casa, que cuspiu seu veneno em mim e arranhou-me com as suas longas unhas”.

A vida de um Grimm até pode parecer muito emocionante em alguns momentos, mas para Nick as coisas estão ficando cada vez mais difíceis. Mas vale lembrar que muitos problemas que acontecem na vida do Grimm também acontecem nas nossas vidas, meros mortais. Para nos ajudar com esses problemas ainda bem que Deus mandou ao mundo os amigos, uma raça que não é um tipo de wesen, mas faz toda a diferença nas nossas vidas, e claro, também na vida de Nick.

Mais do que mágoas e brigas, Season of the Hexenbiest mostrou que os amigos são nossos verdadeiros Grimms, nos protegendo quando desabamos e precisamos de um abraço. Monroe não vem sendo tão participativo nesta temporada como foi no primeiro ano da série, mas tem entradas triunfais. Quem não gostaria de ter um amigo blutbad como Monroe? Além de dar o ombro para Juliette chorar, recebeu Nick na sua casa e foi o amigo que o Grimm precisava que ele fosse.

Além de ser o amigo da rodada, Monroe fez a audiência de Grimm rir, e muito, como há tempos não fazia. O blutbad tentando contar a Nick que viu Juliette beijando outra pessoa foi só o início. Aliás, mais pontos para Monroe que não pensou duas vezes antes de contar a dura verdade ao Grimm.

No entanto, ao mesmo tempo em que temos amigos de um valor inestimável, também temos que conviver com inimigos muito crueis. Assim também ocorre com a vida de um Grimm, mas em proporções muito maiores. Nick teve que lidar com a hexenbiest Adalind e mesmo agora que ela perdeu os poderes e não é mais uma bruxa ela se uniu a realeza e se tornou muito mais perigosa. Como disse Nick “não é preciso ser uma hexenbiest para ser uma bruxa”. O Grimm descreveu perfeitamente a nova Adalind que retornou à Portland.

A bruxa foi esperta. Sua primeira aparição tirou de campo um dos melhores apoios de Nick, Hank. Com a ajuda dos “soldados” da realeza, os hundjagers, Adalind mandou Hank para o hospital, deixando o detetive fora do jogo. Sobrou para Monroe, que mandou muito bem, é claro. O blutbad levou os hundjagers direto para uma emboscada, onde Nick estava à espera dos wesens. Foi onde ganhamos o melhor diálogo do episódio, que virou até meme no Facebook Oficial de Grimm.

Monroe: “ – Estão vindo, o que você quer fazer? Quer prendê-los ou o quê?”

Nick: “- Ou o quê”.

Fora o fato de que o blutbad serviu de isca, Nick praticamente não precisou de Monroe para acabar com os quatro hundjagers. O Grimm matou os soldadinhos da Realeza bem facilmente e deve chamar mais atenção do alto escalão wesen. Mas a parte ruim ficou toda para Monroe, ele teve que pegar as identidades das “vítimas” e a arma de Nick e esconder na sua casa.

Monroe: “ – Ótimo, todas as evidências na minha casa. E a arma do crime também, por quê não?”

Da onde vieram esses quatro hundjagers existem muitos mais que podem ser enviados para acabar com Nick. Adalind deu o recado, mas o Grimm já mostrou que está preparado para os piores tipos de wesens já vistos. A maior preocupação de Nick será enfrentar seu chefe, o capitão Renard. Além de Sean ser a paixonite de Juliette, agora ele também está atrás da chave de Nick, tudo para poder continuar escondendo seu segredo do Grimm.

Antes de ir para casa de Monroe, Nick resolveu dormir uma noite no trailer da sua tia Marie. Não seria má ideia ele continuar com essa morada provisória, apesar de desconfortável ele poderia proteger o local. Renard descobriu a localização do trailer, muito tarde para achar a chave de Nick, mas agora ele pode ter acesso a todo o material que o Grimm possui para “trabalhar”.

Nick já sabe que Renard é o caso de Juliette, mas ainda não tem ideia que ele está atrás de sua chave. Acredito que se Grimm não for uma série corajosa, Renard vai continuar conseguindo se esconder de Nick e resolver essa situação com Juliette. Mas a saída mais emocionante seria se o jogo abrisse e Nick descobrisse que Renard não é um ser humano comum. Assim talvez descobríssemos as reais intenções de Renard com o Grimm.

Ficou tudo para o ano que vem, Season of the Hexenbiest foi o último episódio de 2012 e deixou um cliffhanger digno que vai conseguir manter a audiência da série bem atenta para a sua data de retorno. Enquanto Grimm não volta, vale elaborarmos teorias sobre os próximos acontecimentos e esperarmos algumas cenas inéditas e imagens dos próximos episódios.

PS: Não entendi muito bem o “Sorry” depois do “To be continued…”. Pedido de desculpas pelo mega cliffhanger deixado para os fãs de Grimm? Eu gosto de um cliffhanger desses. Nesse caso, acho que até precisava de um.

The Vampire Diaries – We All Go a Little Mad Sometimes

Data/Hora 19/11/2012, 16:31. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Acho que estou ouvindo os fogos de artifício que o pessoal Delena está soltando. Mas, apesar de este ter sido o episódio de términos (lê-se: Stefan com Elena que já acabaram e Tyler com Caroline, que estão por um fio) e de um possível começo para Damon e Elena, o foco foi as alucinações da moça que já haviam começado após ela matar Connor. Além disso, parece que finalmente Jeremy está tendo alguma utilidade na série, pelo menos por enquanto. Mas vamos aos fatos…

Como vimos, Elena estava ficando toda louca após ter matado o Connor. Entretanto, ao contrário das teorias de Stefan sobre Elena ficar atormentada apenas por ter matado alguém, foi provado que o motivo vai muito além.  Pois é, a macumba dos Cinco foi bem feita ao ponto de que se um vampiro matar algum desses caçadores, começa a enlouquecer… E a parte “legal” (ironicamente falando), é que Klaus não só sabia como também já passou por essa loucura e não avisou ninguém. Klaus e seu egoísmo original batendo recordes desde sempre.

O preço desse egoísmo do Klaus foi Elena ter matado o caçador e ter sido afetada por essa loucura. Não é novidade que a garota não é a mais forte emocionalmente, mas isso se provou também fisicamente, porque enquanto Klaus disse ter aguentado meio século tendo as alucinações (por ter matado Alexander), a menina em vinte e quatro horas já estava querendo se matar. E o pior: mesmo sabendo que era tudo alucinação, ela ficava dando ouvidos para as visões que tinha. Ai, ai… Só a Elena mesmo, viu.

O lado bom é que os delírios da nova vampira-problema de Mystic Falls trouxeram de volta por alguns minutos a Katherine. E mesmo em alucinação, a VampBitch mais querida de todos os tempos falou tudo o que a Elena precisava ouvir desde a primeira temporada. Mas ela assimilou alguma coisa da parte de estar sendo uma chorona irritante? Claro que não! Só ouviu muito bem a parte de tentar se matar e ser a vítima mais uma vez. No final das contas, quem salvou o dia foi Jeremy, ao se tornar o novo membro dos Cinco.

Pelo menos quando o Jeremy foi útil para alguma coisa, deixou a emice de lado e fez direito. A Elena voltou imediatamente a ser o que era (ou seja, a vítima que chora pelos cantos), deu mergulhos com o Damon e até levou fora do Stefan ao revelar que está tudo mudado entre ela e o Salvatore mais velho. Bem, será que agora vai? Lembrando que a Elena não é o ser mais decidido de toda a série e que piorou depois de virar vampira, é esperar para ver e até mesmo pelo próximo surto da garota.

Confusões vampíricas à parte, a tensão está aumentando no lado bruxo da coisa. Isso porque Bonnie está cada vez mais próxima do professor Shane que vale menos do que uma estaca usada. Ela, que fica torcendo aquela boca torta pra quase todos os vampiros que querem fazer algo útil, se acha a espertona e não enxerga que está sendo enganada. É uma cilada, Bonnie!

Citação da vez: “Você nunca para de chorar? Pobre Elena, sempre a vítima.” – Katherine Pierce

P. S. [1]: Qual a do Shane? Ele é o tal de Silas da história macabra que contou para os alunos ou foi só uma artimanha da titia Julie para nos confundir? Teorias?

P. S. [2]: Se o Klaus que tem “bilhões de anos” (usando as palavras de Damon) e sabe tudo não conhecia a cura para as alucinações da Elena, como um mero mortal – até que se prove o contrário – como Shane sabia? Falha ou mais um reforço para a teoria de que ele é muito mais do que aparenta?

P. S. [3]: E engraçada é a maneira como a Caroline está “domando” o Klaus: ela engana o Original na cara dura e como consequência ele a convida para sair. Muito bem, Car, continue dando um jeito no Klaus.

P. S. [4]: Alguém me explica a utilidade do Matt e da April nessa série, por favor!

Chicago Fire – Rear View Mirror

Data/Hora 19/11/2012, 14:26. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Agora que Chicago Fire ganhou temporada completa, está na hora de sair um pouco da mesmice. Dois dramas parecem finalmente terem terminado,  a começar pelo drama de Casey que supostamente teve final nesse episódio mas que deixou um clima de que qualquer dia desses iremos nos deparar com o detestável Detetive Voight. Isso porque todas as ameaças feitas para o bombeiro fizeram com que ele finalmente tivesse um “encontro final” com o detetive para acertar as contas de uma vez por todas, o que não aconteceu, claro. A cena aliás, deixou um ar de que o bombeiro iria retirar a queixa contra o filho do detetive, o que também não aconteceu.

E para provar que esse mundo é realmente pequeno, durante o resgate de várias vítimas de um prédio incendiado, Casey por acaso (?) salva uma vítima que ao descobrir seu nome liga o bombeiro o detetive e decide ajudar o primeiro assim, do nada. Pode ser por agradecimento pela sua vida ou simplesmente por bondade, vai saber… O esquema de escuta que não deu certo no episódio anterior, agora funciona e o detetive vai preso mas vamos ver por quanto tempo.

Traqueostomia tá na moda, pelo visto. Na série, o procedimento foi realizado diversas vezes sendo só nesse episódio feito em duas vítimas. Shay realiza a técnica em uma das vítimas para poder assumir a responsabilidade caso o feito fosse questionado, já que Dawson estava com a corda no pescoço. Dawson teve sua audiência e com a super ajuda de Mouch, desde os preparativos para a mesma até o esperado dia, conseguiu convencer em partes o júri que a acusava e pegou uma pena pequena, três turnos apenas. Fim do segundo drama: do primeiro drama de Dawson já que o segundo é a sua paixonite por Casey.

Severide quase nem apareceu no episódio e em um dos resgates, como sempre, deram enfoque ao seu braço (aquele braço estragadinho dele), tá na hora de trocar a fita. Mills e Herrmann também quase não apareceram e o episódio sempre fica melhorzinho quando os dois têm um pouco mais de destaque.

Supernatural – Southern Comfort e A Little Slice of Kevin

Data/Hora 19/11/2012, 14:18. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Dois episódios completamente diferentes: um muito chato e outro bem interessante e explicativo. É assim que anda o ritmo de Supernatural.

Em Southern Comfort, a série se tornou uma novela mexicana em que Sam Daniel e Dean Agusto bancam a “maria do bairro” o episódio todo e tiram o foco da história por causa de briguinhas dramáticas facilmente solucionáveis.

Depois de oito temporadas eles poderiam mudar o disco e parar com essa história de que Sam não gosta de ser caçador. Pelamor, o cara já matou tudo quanto é criatura nesse mundo, já tretou com demônio, anjo, leviatãs e continua com esse conflito de identidade? Ah, por favor né?! Acho que Sam já está decido que esta é a vida dele e esse tempo que ele passou com Amelia e o cachorro foi só umas férias. Pronto, acabou o drama.

E Dean? Custa contar para o irmão que Benny é um “vampiro bonzinho” que foi o responsável por ele ter saído do purgatório? Sem segredos, sem mimimi. Dean não é a favor de criaturas do mal, ele só não mata Benny por uma questão de gratidão e consideração. Isso o torna diferente de Amy.

Outro fator irritante no episódio foi a aparição de Garth. Porque além dele ser super idiota, ele estava querendo tomar o lugar de Bobby! Como se aquele cara de paçoca fosse o suficiente bom pra chegar aos pés de Bobby. Adorei o “chega pra lá” que Dean deu nele. Se alguém nesse mundo pode tomar o lugar do Bobby, é Dean e Sam, não Garth. Definitivamente.

Achei a história do ectoplasma bem bobinha. Foi um caso simples, mas não conseguiram juntar os fatos tão bem, tanto que tiveram que fazer um flashback de três dias para poderem explicar qual era o objeto amaldiçoado. Normalmente descobrimos isso junto com os personagens e não com esse tipo de recurso.

A história tinha que ser fraquinha para o foco ser a tensão entre os Winchesters. Achei desnecessário, mas ainda bem que tudo já está resolvido. E sério, já podem parar com esses flashbacks da Amelia. Não adianta tentarem enfiar essa mulher goela a baixo dos espectadores. Ela é sem graça, a morte do seu marido no Afeganistão é sem graça e o namorico dela com Sam é sem graça. Só o border collie me chama a atenção nesses flashbacks amarelos.

Já A Little Slice of Kevin foi um episódio muito bom. Todos deveriam ser assim: com explicações e novidades. Surpreendentemente a Senhora Train não está morta. Jurava que Kevin estava se escondendo sozinho, mas de alguma maneira ele conseguiu levar sua mãe junto. Pena que Linda tem a brilhante ideia de contratar uma bruxa que os entrega a Crowley.

E por falar em Crowley, ele estava divinamente maléfico neste episódio. Torturando anjo, matando a galera da “lista de espera dos profetas” e até mesmo fazendo picadinho do Kevin. Finalmente Crowley percebeu que ser divo com Kevin não iria funcionar.

Também gostei de Cas ter voltado. Todo aquele pessimismo em sair do purgatório pra cima de Dean era só uma espécie de penitencia para pagar todos os erros cometidos no céu e na terra. Ah, como o Cas é perfeito. Pensei que eles estava debilitado e que demoraria para se recuperar, mas pelo visto ele esta bem, já que deu um hadouken no Crowley.

E o que foi aquela Naomi? O que é aquela mulher? Ela provavelmente pertence ao departamento de inteligência em segurança do céu. Simplesmente fez Cas vomitar tudo o que sabia e ainda mandou um corretivo na memória dele, no maior estilo MIB. Só faltou o flash.

Agora o negócio está ficando sério. Kevin tem metade da tábua, Cas está devolta e Crowley está espumando pela boca com eles.

Covert Affairs – Quicksand

Data/Hora 19/11/2012, 13:34. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Quicksand foi um episódio morno, mas que foi crucial para prepararmos o campo para a grande season finale! Segundo críticas, o último episódio será ‘um jogo de espião que ficará muito sério’. Mas o que esperar da season finale? De toda essa linhagem de história, o que precisamos saber de fato para seguirmos para o confronto final?

Deixarei grande parte da reflexão da terceira temporada para a última review de Covert Affairs desse ano, mas gostaria de lembrar que a temporada foi um presente para os fãs. Tivemos duas grandes missões nessa temporada que contribuíram para o crescimento de Annie Walker e de toda a série. Uma história linear fez muita diferença para o show e teremos grandes momentos que serão guardados por nós até o último episódio da série.

O retorno de Eyal foi só uma desculpa para mostrar que apesar de não existir confiança entre espiões, nada impede que duas pessoas que por acaso são espiões, não possam confiar um no outro. Mas confiança é algo do momento. E isso foi comprovado nesse episódio, quando Eyal se entregou para Khalid para salvar a vida de Annie. Tivemos até um momento nostálgico ao visitar a casa de Eyal em Luxemburgo, na primeira missão de ambos no episódio ‘No Quarter’ da primeira temporada. Covert Affairs também sabe abrir o seu baú de recordações quando necessário e apesar de não houver muitas reviravoltas, o campo está definitivamente preparado para o último e decisivo episódio.

Temo em dizer, mas a missão de Khalid foi uma missão que não precisava ter sido alongada como a missão da Rússia. Creio que o relacionamento de Annie e Eyal foi explorado excessivamente e muitas coisas que aconteceram, simplesmente poderiam ter sido deixadas de lado. Mas o bom foi ver tudo isso fluindo lentamente, algo que não tivemos oportunidade de ter nas últimas duas temporadas. E creio que até a morte de Megan, que para mim não foi uma surpresa, foi uma comparação simbológica com que Annie passou. Isso prova mais uma vez que o amor move tudo em nosso mundo. Até os espiões.

Henry vai ser solto e aproveitou para ajudar Arthur de sair de uma bela enrascada. Mas o que ele realmente planeja ao dizer que queria seguir os passos do filho? Ainda sabemos que os russos estão planejando algo grande e que Jai estava atrás disso para descobrir. Mas nunca pensamos que logo Lena pudesse matá-lo, certo? Pois bem, Henry continuará esse legado, exceto que ele esteja planejando uma grande vingança contra a CIA e juntamente com a sua aliada Liz (lembram da jornalista?) conseguirão tomar o lugar de Arthur no comando do departamento. Esperem pela quarta temporada.

Acredito que o episódio também teve um serviço comunitário para a televisão americana quando representou o programa do governo para soldados que sofrem de trauma pós-guerra. Nada melhor do que se orgulhar de si próprio de grandes conquistas atingidas na vida. E não foi pelo motivo de Auggie ser cego e ter superado que fez aquele momento ser grandioso. Foi o fato de ele ter entregado o seu medalhão para algum garoto representando a sua dívida paga pela sua salvação.

Uma ligação pode mudar o rumo da história e é o que veremos no próximo episódio, quando Annie e Auggie vão negociar a vida de Eyal com Khalid. E segurem o coração covertianos, pois rolará um clima bem intenso entre Annie e Auggie na season finale e não será em um sonho!

Desejo a todos uma ótima season finale e espero todos na última review de Covert Affairs desse ano!

Glee — Glease

Data/Hora 19/11/2012, 13:06. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Glee nos trouxe mais um ótimo episódio tributo! Apesar de apresentar Grease, um dos espetáculos mais felizes da Broadway, Glease focou nas histórias de seus próprios personagens.

Finn, agora assumindo o papel de Will no Glee Club, quase (eu disse: quase) passou um episódio inteiro sem fazer drama. Ele tentou fazer as pazes com Sue, mas nós sabemos como ela é. Não foi dessa vez que o “palhaço gorducho” conseguiu o perdão de Sue Sylvester. E ela está disposta a estragar o musical de qualquer jeito, desde alugar o auditório e os forçar à ensaiar na borracharia até falar com os pais de Wade sobre o fato de que ele interpretar Rizzo poderia ser perigoso. Assim, então, os pais de Wade/Unique decidiram que apesar de muito orgulhosos do filho, participar de do musical poderia significar mais preconceito, tornando a vida escolar dele mais difícil do que normalmente deve ser.

Isso foi triste em partes, porque com Unique fora da jogada, Finn pensou e trouxe Santana de volta aos corredores do Mckinley para interpretar Rizzo.

De volta a Nova York nesse episódio, Rachel estava animada porque vai fazer seu primeiro grande teste para a Broadway. Mas Cassandra estava apreensiva sobre isso no começo, e então, de repente, começou a apoiar sua aluna menos preferida. Além disso, também deu as milhas que tinha para ela e Kurt irem até Ohio ver o musical de seus amigos. Lógico que tudo isso não é bondade, e sim uma oportunidade de roubar Brody. A professora usou de sua dança para seduzir o garoto e o levou para seu apartamento. Sinto dó da Rachel que mal terminou um namoro, e agora tem que lidar com mais um baque amoroso.

Depois de descobrir o que seu quase-futuro namorado estava fazendo em NY, Rachel chorou no banheiro, e quando saiu, deu de cara com seu ex namorado. E o que era uma conversa amigável e com erros gramaticais “só pra te ver sorrir”, se tornou uma conversa típica de Glee, no estilo “nunca mais quero te ver”. Apesar de achar que Finchel é fofo, eu estou cansada de todo esse drama.

Apesar de uma conversa desagradável, o que Finchel teve foi muito melhor que o Kurt e Blaine tiveram. Blaine tentou se explicar, e Kurt não quis ouvir. Já disse e repito: Eu sei que o que Blaine fez foi errado, mas desde que foi para NY, Kurt não estava se esforçando muito para o relacionamento dar certo, e isso é fato.

Além dos quatro, Santana e Brittany também conversaram sobre o estado de seu relacionamento. Enquanto interpretava Rizzo, deu pra perceber que Santana não sabe exatamente o que quer. E quando Brittany tentou reconciliação dizendo que não estava saindo com ninguém, Santana parecia se sentir um pouco culpada. Sinto que Santana não quer estar com a Brittany agora, mas também não quer dizer “não” e a perder pra sempre, porque daqui à algum tempo pode querer a cheerleader de volta.

Junto com todos esses futuros não decididos, estão Tina e Mike que tiveram momentos bem fofos durante todo o episódio, combinando de conversar sobre uma possível volta. O que eu amei, adoro os dois e se alguém tem que casar e ter filhos nessa série, tem que ser eles dois. Por favor, Ryan!

Ponto para o flashback Finchel dessa cena!

Agora vamos falar sobre o único personagem que eu realmente odeio em toda essa série: Kitty. Ela é muito má, e não é má do estilo Sue, ou do modo adorável que Quinn era. Ela é quase uma psicopata adolescente, só que ainda não matou ninguém. Ainda. Porque dela eu não duvido nada.

Ela causou o que eu já esperava: Marley se tornando bulímica. Ainda com cíumes porque Marley conseguiu o papel de Sandy e, tão rápido, também o coração de Jake, (sem mencionar o quão ridiculamente adorável ela e Ryder parecem juntos), Kitty achou o ponto fraco de Marley na sua aparência. Assim, ela apertava todas as roupas do figurino de Grease, fazendo a guria achar que estava engordando. Durante uma festa do pijama, com muitas comidas não saudáveis, Kitty apresentou à Marley o mundo do dedo enfiado na garganta.

E isso não é engraçado. Em determinado momento eu pausei o episódio e me perguntei se eu estava mesmo vendo Glee. Nós já vimos os vilões da série fazerem coisas horríveis, mas nada desse tipo. E eu fiquei um pouco chocada. Lógico que esse é assunto importante, e que tem que ser colocado em pauta hoje em dia, mas não gostei do jeito que tudo foi colocado.

Agora então, o meu desprezo por Kitty só aumenta. Assim como todos os meus sentimentos por Ryder aumentam também. Quando ele pega Marley vomitando no banheiro (o que é improvável, que bulímica no mundo vomita com a porta aberta?), ele faz uma piada e quebra o gelo. Depois disso, acalma a menina e faz ela se sentir mais segura. Ele aproveitou um momento e deu um beijo nela nos bastidores. E foi super fofo por alguns segundos, até eu ver o Jake ali atrás assistindo tudo. Vem aqui Puck Jr., eu te consolo.

Vale a pena comentar também, que não precisamos ver, necessariamente, essa história de bulimia no próximo episódio. Glee tem a forte habilidade de sumir com os problemas em poucos episódios, assim como fez com Quinn na cadeira de rodas.

Além disso tudo, Glee achou tempo também para a breve despedida de Will. Confesso que vou sentir falta dele chorando em praticamente todas as performances, do cabelo de miojo, e da Sue dizendo que o queixo dele parece uma bunda. Will indo embora significa que a responsabilidade de levar o New Directions até a Sectionals é toda do Finn. E eu, assim como Tina, tenho minhas duvidas em relação ao Frank-Teen. O fato é, que ele vai precisar deixar um pouco o drama de lado nessa fase. Amém.

P.S.: Sue dizendo que Finn no comando do Glee Club parece ridículo para todos na América, menos para o Will foi hilário! Assim como a Brit dizendo que adorou a roupa e que prometia não fazer xixi nela. Fez meu feriado.

Setlist do episódio:
Greased Lightning (New Directions Boys, Mike e Finn)
Look At Me I’m Sandra Dee (Kitty, Brittany, Unique e Tina)
Beauty School Drop Out (Blaine)
Look At Me, I’m Sandra Dee (Reprise) (Marley)
There Are Worse Things I Could Do (Santana, Wade e Cassandra)
You’re the One That I Want (Ryder, Marley, Rachel, Finn, Santana, Brittany, Kurt e Blaine)

Elementary – One Way to Get Off

Data/Hora 19/11/2012, 10:32. Autor
Categorias Reviews


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Coloquemos assim: se existe alguma palavra que não define Elementary essa palavra é justamente “Elementar”. A série não tem nada de simples, clara ou compreensível. A história é uma grande mistura de pontos altos e baixos, de boas sacadas versus soluções para conflitos que eu mesma colocaria em um desses trabalhos de Roteiro Audiovisual da faculdade de Comunicação. Quer dizer… Prossigamos.

One Way to Get Off começou diferente, sem Sherlock Holmes (Jonny Lee Miller) tomando seu tranquilo café quando, de repente, recebe uma mensagem de alerta do Capitão Gregson (Aidan Quinn). O sétimo capítulo do seriado teve um início um pouco mais macabro, como um filme de terror mesmo. Um homem com uma máscara horrível – dessas brancas e de plástico, no melhor estilo Pânico – atira na cabeça de duas vítimas, que tinham um travesseiro amarrado ao rosto, que ficou cheio de sangue. (Tudo bem que parecia que uma criança tinha derrubado, na roupa de cama, suco de groselha da pior qualidade…)

Só então, o personagem de Aidan Quinn interrompeu o café da manhã do detetive, que, de pacífico, já não tinha nada. Holmes estava em pé de guerra com a Watson, desde que ela descobriu o nome de sua ex-amada Irene. E como a gente está falando de Holmes, o ser humano mais peculiar da face da terra, “pé de guerra” significa ficar calado, ignorar o outro.

Eu ainda sei o que você fez no verão… De 1999!

Mas havia um detalhe no episódio de hoje que devia ser considerado: o assassinato seguia as mesmas regras de uma série de crimes ocorridos em 1999. E se restava alguma duvida quanto a isso, Sherlock foi até o closet da vítima e confirmou: o assassino, assim como antes, havia levado apenas um sapato de marca (e não o par) embora. “Pessoas perdem os sapatos a todo instante”, argumentou o Capitão. Sherlock Holmes, sabiamente, retrucou “Não sapatos que custam mil dólares”. Touché.

Essa é a segunda vez que um crime do passado está ligado a acontecimentos atuais (teve o episódio do serial killer de crianças), isso em menos de dez episódios. Haja criatividade! (Sim, estou usando a ironia do detetive). Também fico impressionada com a quantidade de informações que Holmes, “britaníssimo”, tem sobre fatos ocorridos na Big Apple há taaanto tempo. Mas voltemos ao crime.

O Capitão Gregson tentava, com todas as forças, fazer com que todos acreditassem que o caso de agora nada tinha a ver com aquele ocorrido na década de 90. O motivo, esse sim, era elementar: ele colocou o assassino na cadeia, na época. Assim sendo, o culpado não poderia ter cometido os crimes de agora. A não ser que o homem preso fosse inocente… O que culminaria em: um dos maiores casos solucionados pelo Capitão, que alavancou sua carreira, tinha sido concluído de maneira errada!

Holmes convenceu o policial de que deviam fazer uma visita ao homem preso, que uma vez havia confirmado ser o autor dos crimes. Só que, dez anos mais tarde, ele mudou de opinião e acusava o Capitão de ter plantado uma evidência – uma caneca com suas impressões digitais – na cena do crime no passado. Holmes percebe que o policial coça a garganta e hesita. Mau sinal. Depois, o criminoso diz que seu álibi,  a amante, jamais confirmaria que tinha estado com ele na noite de 1999 em que os assassinatos ocorreram, já que ela era casada. A dupla vai atrás da mulher e o filho dela informa que ela tinha morrido de leucemia.

Depois, Holmes revisa um vídeo da polícia e percebe que a caneca encontrada na cena do crime era exatamente aquela que o Capitão oferecera ao criminoso na noite em que realizou o interrogatório. Com tantas evidências, somos forçados a duvidar do policial.

E, comparado aos outros episódios, esse sétimo foi o melhor no quesito “imprevisibilidade”. Pela primeira vez, não dava para adivinhar quem falava a verdade: o homem preso era inocente todos esses anos? Teria o Capitão plantado uma evidência para alavancar a própria carreira?

Watson, detetive nas horas vagas

Enquanto Holmes tentava resolver o caso, a Dra. Watson também fazia algumas investigações longe dali. Sobre a vida do detetive! Ela foi até a clínica de reabilitação onde Sherlock passou os seis primeiros meses na América. Ninguém tinha nada a falar sobre ele, a não ser criticar. Eis que a médica avista um jardineiro – cujo nome a funcionária do lugar sequer sabia – e ela percebeu que ele era um amigo em potencial de Sherlock.

Watson se revela tão boa detetive quanto seu “paciente genioso” e é incrível quando podemos testemunhá-la desvendar algo sozinha! É como se ela representasse o lado “normal” da sociedade, sem toda aquele genialidade característica ao detetive e, por isso mesmo, nós nos identificamos com ela. Então, sempre que ela consegue resolver algo sem ajuda de Sherlock, é como se fosse uma vitória de nós mesmos.

Ela estava certa. O jardineiro e o detetive eram amigos. O jardineiro – permita-me dizer o nome do cidadão, coisa ignorada por ali, Edson – entregou à personagem algumas correspondências que Holmes “esqueceu” no lugar. Cartas de… Irene!

De volta ao lar que divide com o detetive, Holmes pediu para que ele e Watson deixassem as diferenças de lado e trabalhassem juntos no caso. O detetive, que agora acredita que o homem na cadeia é inocente, trabalha em um novo suspeito: um jovem que havia passado os dez últimos anos na prisão e há três semanas estava solto, justamente quando os casos (re)começaram.


Ele vai até o quarto de hotel “chechelento” do rapaz, que tem suco de laranja espalhado por todo o chão e um carpete solto. A arma do crime está ali. Fim da história, que, nesse momento, já parecia mais longa que o comum. Embora, pela primeira vez, tínhamos um caso emocionalmente mais denso, em que, de um lado, estava o passado de Holmes e, de outro, a dúvida se Capitão era culpado ou não, as coisas se desenrolavam (sono)lentamente nesse episódio. E não era fim de história.

Nesse meio tempo, outro assassinato que seguia os mesmos padrões – pessoas amarradas a um travesseiro e um sapato de grife perdido – aconteceu e, dessa vez, havia uma terceira vítima, não só o casal. O Capitão conta que o assassino atirou no elemento a alguns metros de distância, já que não contava com a presença da terceira vítima ali.

Holmes volta para a delegacia e invade a sala de interrogatório – só para não perder o costume – e acerta uma laranja no rosto do novo suspeito. Sim, ele agrediu o acusado com uma fruta. Nesse momento, até precisei pausar o vídeo para rir. Em seguida, ele simplesmente concluiu: o jovem é inocente. Nada que deixasse o homem mais calmo, indignado com a agressão sofrida. O acusado era cego de um dos olhos, por isso o suco derramado no chão e objetos sempre posicionados à esquerda de seu apartamento. Assim sendo, ele jamais atiraria em alguém que estivesse a metros de distância.

Nos últimos sete minutos do capítulo, os roteiristas precisavam desenrolar a história, algo que não tinham feito até ali. O homem que o Capitão colocou na cadeia, o primeiro acusado, entrou na prisão analfabeto e, agora, citava escritores famosos em suas entrevistas. Ele aprendeu a ler durante o trabalho voluntário na livraria da cadeia. Quem trabalhava lá? O filho da amante dele… Que, obviamente, era filho dele também. O rapaz havia descoberto a verdade ao ler o diário da mãe – originalzzZZz -, tinha cometido os novos assassinatos e plantado a arma no apartamento do rapaz-cego-de-um-olho para incriminá-lo e tirar o pai de trás das grades.

A caneca? Sim, foi plantada, mas não pelo Capitão. A parceria de trabalho dele na época havia feito isso. Integridade reafirmada ao simpático policial grisalho.

Watson também entregou as cartas de Irene para Holmes e disse que não as leu, embora sentisse vontade. O detetive triturou os bilhetes num liquidificador – nesse momento, pensei que ele iria colocar fogo nos envelopes. Mas isso seria normal demais para Sherlock.

Depois, no final, sem que Watson esperasse – e nem a gente, enquanto espectador -, ele revela: Irene morreu e ele não conseguiu lidar com isso. Se ele vai continuar a contar essa história nos próximos episódios, é impossível saber. Holmes só faz confissões quando tem vontade – o que é quase nunca.

Moral da história

One Way to Get Off explorou mais os personagens principais da história e nos fez, inclusive, duvidar deles. O que é sempre interessante. Não gosto de comparar Elementary com a série britânica Sherlock, mas é inegável que os casos apresentados na história da BBC são mais complexos e inteligentes. Só que, pela primeira vez, me senti totalmente no escuro em Elementary, não conseguia, sequer, eleger meu suspeito principal diante do novo crime. Ainda assim, o episódio foi o mais “chatinho” até agora, sem ritmo. Se não fosse a confissão final do detetive, de que a ex-namorada estava morta, teria achado perda de tempo. Afinal, todo mundo é um pouco Sherlock Holmes: quer ação, um bom assassinato, cheio de códigos para decifrar enquanto degusta uma doce xícara de café. Não foi dessa vez, mas tem alguma coisa no carisma do personagem de Lee Miller que me convida para o próximo capítulo! Você vem comigo?

p.s.¹: boa notícia para quem gosta de Elementary, a série ganhou dois episódios a mais!

p.s.²: todo mundo sabe que o Dr. House é levemente inspirado em Sherlock Holmes. E se House tinha MMMbop, do Hanson, como ringtone do celular (assim como o meu! opss), Holmes escolheu a trilha sonora do filme Psicose para anunciar suas chamadas telefônicas. Apropriado, meu caro leitor!

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »