TeleSéries
Glee — Dynamic Duets
25/11/2012, 17:17.
Júlia Berringer
Reviews
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Todo mundo sabe de que de vez em quando Glee faz uma coisa tão ridícula, mas tão ridícula que de algum modo isso acaba dando certo. Foi o que aconteceu nessa semana quando vimos todos os personagens do McKinley usando fantasias e criando alter egos para si mesmos.
Além do Glee Club e do clube dos puritanos, existe um clube secreto no McKinley. Um clube de super heróis, comandado por Blaine, que semana passada estava super triste, e nessa semana parece estar um pouco melhor. Mas não tanto. Aproveitando a onda dos super heróis, Finn quer se tornar o novo Will, e até arrisca usar roupas parecidas com as que o antigo líder do Glee Club usava. O que não dá muito certo, já que o tema que ele escolhe inicialmente para o New Directions é horrível. Pior do que “Funk” ou “Night of Neglect”. Adoro quando Glee se auto-crítica! Depois de uma conversa inspiradora com a treinadora Beiste, ele finalmente entende qual é a sua missão: Unir o Glee Club e acabar com as briguinhas internas. A gota d’água foi quando Ryder e Jake começaram a brigar no corredor.
Foi aí que Finn teve a brilhante ideia de que o tema da semana seria “Duetos Dinâmicos”, Ryder ia ter que cantar com Jake, assim como Marley tinha que cantar com a Kitty. Lógico que a ideia não deu muito certo, porque Jake e Ryder brigaram de novo e Kitty viu nas roupas apertadas de super heróis um novo jeito de perturbar a mente boba de Marley.
Eu sei que muita gente não gosta do trabalho do Cory Monteith, e até mesmo do Finn. Mas é visível o quanto o personagem mudou nessa última temporada, e ness episódio, pela primeira vez, eu consigo ver um Finn maduro e adulto, e não o jogador de futebol não muito inteligente que vivia grudado na barra da saia da Rachel (literalmente). Dando uma última chance para o Puck Jr. e o Ryder, Finn faz maravilhas quando diz aos dois para desabafar sobre seus medos mais profundos um com o outro. Quando Jake entrega um papel contendo seus medos para Ryder, o garoto parece um pouco irritado e manda Jake falar cara a cara, com um homem de verdade. Quando Jake diz que seu calcanhar de Aquiles é não saber onde se encaixar (já que ele meio negro, meio branco e meio Judeu), Ryder desabafa também e diz que as vezes ele não consegue ler as coisas direito.
Preocupado, Jake recorre à Finn. E Finn recorre à uma pedagoga, ele descobre que Ryder tem dislexia. E ponto para Glee, porque (finalmente) Ryan Murphy deu uma história decente para o vencedor do The Glee Project! Confesso que meu coração apertou quando Ryder contou para Finn sua história e o quanto era difícil pra ele ouvir as pessoas dizendo que o que faltava nele era atenção, e que se ele se esforçasse ele conseguiria um melhor desempenho na escola.
Então eu percebi o quão parecido com o Will Finn foi nesse episódio. Além das roupas, ele filosofou, ajudou seus alunos e ainda foi um bom ombro amigo quando alguém precisou! Será que finalmente ele achou seu rumo na vida ?
E é justamente a ideia de Finn, e a sinceridade que junta os dois “rivais”. Agora eles podem juntas forças contra os bullies do McKinley e finalmente são candidatos dignos ao posto “triângulo amoroso”, ao lado de Marley. E já que Ryder teve que estudar na sexta feira quando deveria sair com Marley, Kitty teve o jogo virado em cima dela, porque Marley tomou coragem e convidou Jake pra sair com ela.
Além de todo esse drama, estamos perto das Sectionals, e os Warbles e seu novo líder, Hunter, querem Blaine de volta. Eles roubaram o troféu dos ND, e até fizeram Blaine vestir o terno deles e cantar.
Kurt sempre foi a única razão qual Blaine foi para o McKinley e agora que eles terminaram, tudo no lugar o lembra seu ex namorado. Por isso ele se sente tentado à se juntar aos Rouxinóis. Finn se desespera porque não quer perder sua voz principal, mas o drama com o Blaine não foi nada que uma conversa sincera com o Sam não resolvesse.
Sam fez Blaine lembrar de que seu lugar é com os New Directions. E isso rendeu um ótimo dueto. Depois disso, Blaine e Sam foram até o “quartel” dos Warbles, e pegaram de volto o que era deles por direito. No maior estilo Batman e Robin eles fugiram com o troféu nas mãos.
Um episódio que tinha tudo para ser um desastre, mas acabou sendo bom. Não o melhor da temporada. Mas foi bom. Conseguiu se manter sem o elenco de NY, e isso já conta pontos. Semana que vem temos um episódio de Ação de Graças, e a volta de um dos meus personagens preferidos: Quinn Fabray! Tomara que ela coloque Kitty no lugar certo. The bitch is back!
P.S.: Não sei de onde veio a relação entre irmãos de Jake e Puck, mas foi legal ver que os dois conversam. Noah também vai aparecer no episódio da semana que vem, então acho que podemos esperar momentos “família” entre os dois.
Setlist do episódio:
Heroes (Sam e Blaine)
My Dark Side (Blaine e The Warblers)
Holding Out For A Hero (Marley e Kitty)
Some Nights (New Directions)
Superman (Jake e Ryder)
Covert Affairs – Lady Stardust (Season Finale)
25/11/2012, 15:22.
Mario Madureira
Reviews
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Annuggie! =D
Sim, eles estão juntos e ficarão assim para sempre. Esperamos três temporadas inteiras para ver aquela amizade que sempre se mostrou mais fortes do que as outras. Que sempre se mostrou a que mais tinha tensão sexual. Que sempre se mostrou a mais amorosa e companheira de todas. Vida longa para os nossos pombinhos e sim, podem começar a shippá-los no twitter, no facebook e até no seu próprio braço!
Depois de um parágrafo inteiro dedicado a eles (e podem ter certeza que haverá mais) vamos falar sobre essa grande season finale! Primeiramente vamos falar que ver Annie atirando no Eyal me deu um grande susto! Ninguém esperava que ela fosse fazer isso. Para sermos sinceros, atirar bombinhas de tinta é algo tão tosco que nem o próprio Khalid cogitou a possibilidade. Auggie sempre esperto nesses momentos triunfantes. Mas por um momento pensei que Annie realmente fosse entregar seus contatos e colocá-los em risco. E digo isso, pois após a experiência que conseguiu com Lena e seu amadurecimento profissional, Annie se tornou uma profissional qualificada e ao mesmo tempo, alguém estável. Existiram cenas, que inclusive nesse episódio, me fizeram pensar que Annie Walker definitivamente não é a mesma pessoa que foi se encontrar com Jai Wilcox. As coisas definitivamente mudaram.
Em relação a Khalid, descobrir que o seu próprio pai ordenou que matassem a sua noiva certamente foi um choque, mas também deixou pistas de que talvez essa missão não tenha acabado. De certa forma, ainda estou confiante que essa história do Khalid estar vivo vai voltar com tudo e ainda mais com essa ‘missão misteriosa’ que Henry passou para Annie. É claro que é uma missão off-Cia, mas Annie é uma nova pessoa e tenho certeza, que não vai perder a chance de conseguir mais missões que agregarão o seu currículo. Ainda cogito a possibilidade de ela se tornar uma espiã pessoal do presidente dos EUA.
Fiquei triste em não rever Danielle nesse episódio final. Sei que ela não é uma personagem que rendeu muitas histórias, mas queria ao menos vê-la dando suporte emocional para Annie após finalizar outra missão.
Adoro o relacionamento entre Annie e Eyal e espero que isso não aumente a partir disso. Não quero ambos juntos e espero que Eyal tire da cabeça essa história de levar Annie para ver o por do Sol. Ela já tem um agora. – acho que fiz uma piada de humor negro. Desculpem.
Joan e Arthur não aparecerão muito nesse episódio, certamente Joan já revelou o que tinha e eu não tinha captado. Que recaída foi essa que ela deu que ninguém descobriu?
Não sei por que, mas assistindo a esse episódio, eu me lembrei da pequena Reva, vocês se lembram daquela funcionária que tinha ficado no lugar do Auggie na segunda temporada? Tenho certeza que se ela tivesse participado desse novo segmento de Covert Affairs, sua personagem tinha crescido bastante, como aconteceu com Eyal. Enfim, apenas um comentário aleatório.
Balanço Covertiano
A terceira temporada definitivamente atingiu todas as minhas expectativas. Annie espionou no estilo ‘Hide and chic’ e teve um grande crescimento em sua carreira. Creio que sentirei saudades de ver Simon com seu sotaque dizendo para Annie que a amava. Sentirei saudades de odiar Jai por todas as suas aparições na série. Sentirei saudades de ver Annie rodando a baiana com Joan e de Lena, apesar de ter sido uma grande traidora. Acredito que não só eu, mas todos que assistiam a Covert Affairs têm uma nova perspectiva da série. Não é mais aquela série para você assistir quando não está fazendo nada. Covert Affairs se tornou uma série que sabe te entreter e emocionar na medida certa. Se alguém ainda tinha dúvidas se gostava de Covert Affairs ou não, hoje já é covertiano. E com orgulho.
E a quarta temporada? O que a senhorita Walker vai aprontar?
Não foi só de encerramentos que a season finale deixou. Também tivemos novos leques que serão desenvolvidos e balançados no ar para a nova temporada. Ainda secreta, temos a nova missão envolvendo Henry e Annie que certamente vai testá-la em todos os sentidos em relação a sua confiança na CIA. O novo amor de nossas vidas certamente terá complicações, mas todas as barreiras serão quebradas. O amor de Annuggie sobreviverá a qualquer terremoto. Vamos acabar com esse luto de Simon e começarmos uma vida nova. Uma vida em que Annie e Auggie estão juntos. E é uma vida linda.
Agradecimentos
Foi um prazer dividir com vocês as minhas teorias malucas e as minhas emoções com a terceira temporada de Covert Affairs. E não se esqueçam: tranquem as portas. Coloquem seus óculos escuros. Usem uma jaqueta preta. Dêem um sorriso sensual. E play Hide and Chic!
Até a próxima temporada covertianos!
The Voice Brasil – Semifinal III
25/11/2012, 14:33.
Gabriela Assmann
Reviews
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Olá pessoal! Hoje vou ser breve nas reviews porque teremos duas, já que hoje irão ao ar dois episódios de The Voice Brasil, para a felicidade geral da nação.
Primeiro, sobre os números dos mentores convidados. Amei Ed Motta e Luiza Possi. Gostei muito mesmo. Parece que casou perfeitamente a potência vocal do Ed com a doçura da voz da Luiza, que domina muito bem a técnica dentro dos limites da potência dela. Já quanto ao Rogério e a Preta vou dizer o que? Eu amo a Pretinha, não me entendam mal, mas os dois, se fossem participantes do The Voice Brasil, seriam eliminados contra QUALQUER UM dos outros concorrentes. Eu fiquei tensa vendo os dois ao vivo em rede nacional. Parecia que a qualquer hora cometeriam um erro.
E devo dizer que na minha humilde opinião hoje foi um dia de injustiças no The Voice Brasil. Então não vou seguir a ordem cronológica pra comentar, vou comentar primeiro as injustiças.
As duas maiores injustiças cometidas hoje vieram pelas mãos do público, o que me deixa extremamente preocupada e questionando o formato do programa. Não seria mais correto votar apenas depois das apresentações? E não seria melhor o mentor salvar alguém primeiro e deixar apenas dois candidatos para a decisão do público?
Mas já que não é assim temos que nos contentar com a Patricia que deveria ter sido a eliminada sem sobra de dúvidas. E não é porque ela é ruim, longe disso, mas as outras duas são INFINITAMENTE melhores. Lorena já ganharia meu voto só por ter os dentinhos separados que nem o da Madonna, mas além disso ela canta muito. Quanto a Luana nem preciso comentar. Lamentável ela ficar fora. A grande injustiça do dia.
A segunda injustiça é mais leve e fica por conta da eliminação da Pryscilla dia de sua melhor apresentação no programa. A Liah foi muito mal e conseguiu destruir a música do Legião. A única coisa boa na apresentação dela foram os bailarinos. Ok que a trajetória dela no programa é boa, mas achei a Pryscilla, HOJE, injustiçada. Quanto a Alma nem comento, porque pegaram um amor por ela que se fosse pela escolha dos mentores ela nunca seria eliminada e ganharia o programa.
Nos outros dois times ok. Correta a eliminação da Grace, embora o timbre da Thalita não me agrade. Mas ela é inegavelmente uma das grandes vozes e dos grandes talentos do programa. E finalmente ocorreu a eliminação da Mayara. O caminho dela até aqui havia sido muito fácil.
As melhores apresentações de hoje, na minha opinião, foram a da Ludmillah, a da Lorena Lessa e a da Bella Stone. Embora bem diferentes uma da outra as três foram muito bem. Pelo menos as três ficaram.
Pra finalizar preciso dizer que cada dia me lembro mais porque eu amo a Cláudia Leitte. Céus, ela tem dominado todos os programas. Tá arrasando! Hoje ela largou umas tipo “sambando na cara da sociedade” e ainda desfilou na passarela.
Agora é aguardar pelo programa pós F1 e torcer para que o público não cometa mais injustiças. Que vença o melhor.
Person of Interest – The High Road e Critical
24/11/2012, 22:41.
Mayra Gonçalves
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The High Road foi um episódio foi divertido, elemento cada vez mais presente na série, que sabe conciliar muito bem momentos tensos e outros mais leves, ainda que em um mesmo episódio.
O episódio começa logo com flashback de Finch com Ingram, quando a Máquina ainda eestava em processo de programação, e Finch explica que basicamente teve de ensinar à Máquina todos os detalhes de interações humanas para que ela pudesse separar as ameaças à sociedade. Porém, a Máquina aponta Grace Hendricks, que não parece ser ou estar sob nenhuma ameaça. Agora, se você ainda se lembrar do episódio No Good Deed, o vigésimo segundo da primeira temporada, você deve ter visto que Grace Hendricks era a noiva de Finch, que acredita que ele está morto. E mais uma vez questões sobre qual é o limite da inteligência da Máquina, será que a Máquina “viu” a solidão de seu criador e encontrou seu par (muita gente pagaria por esse serviço, Finch!) ou será que Grace foi a primeira pessoa de interesse apontada pela Máquina?
Além de algumas informações sobre a máquina, tivemos também o caso da semana, tranqüilo e divertido, no qual vimos Reese morando nos subúrbios e “casado” com ninguém mais, ninguém menos que Zoe (oh, my shipper heart). A pessoa de interesse da semana é Graham Wyler, pai de família, cidadão exemplar. Bem, aparentemente. Na verdade, durante o episódio descobrimos que Graham costumava ser um ladrão – e dos bons -, mas resolveu mudar sua vida e enobrecer. E mais uma vez tivemos a história do bandido que resolveu mudar de vida, um tema recorrente na temporada, que pode ser relacionado a Reese – só estou esperando pra ver se teremos mais história dele.
Enfim, foquemos em Graham ex-Lloyd, ex- ladrão. Apeguei-me a esse personagem, de verdade, ele era uma pessoa boa no que fazia, mesmo que não fosse moralmente correto, ele era bom, mas largou tudo o que tinha para levar uma vida simples achei simplesmente fantástico a cena em que ele resolve se entregar, consertar de vez as coisas, mesmo com o risco de nunca mais ter sua família de volta. Person of Interest tem um fraco por pessoas que resolveram mudar de vida.
Zoe não é só um rostinho bonito, e um corpinho malhado, ela é inteligente e as conexões dela seriam (são) um ótimo quebra galho, gostaria que ela fosse um pouco mais aproveitada na história, a personagem e a atriz merecem mais do que foi visto no episódio. E por que parar nisso? Zoe como parte do elenco já, a dinâmica da bela com Jonh e Finch é muito boa (eu juro que não é meu coração shipper falando mais alto).
Já Critical foi um episódio com a assinatura de Person of Interest, e deixou os telespectadores atentos até o minuto final.
O episódio começou de maneira diferente, com um número repetido. O estúpido que teve seu nome apontado duas vezes foi Tao, lá do primeiro episódio da segunda temporada. E já estava me preocupando sobre de onde eles iriam tirar mais história pra ele. Só que ele ficou no standby, porque a Máquina havia indicado outra pessoa, e enquanto Reese e Finch saíram pra salvar o mundo daquela pessoa, Tao ficou sobre a “proteção” de Bear.
A pessoa de interesse dessa semana é a médica Madeleine, dona de uma vida agitada, aparentemente a melhor médica de sua área, e outra mulher destemida é retratada em POI. A cena dela controlando a situação com o homem armandoserviu bem para dar o tom de quem era a vítima da vez. E, além disso, Madeleine ainda tinha tempo de ser casada e ter um relacionamento firme. E mais uma vez a questão de fazer o que se quer contra fazer o que é certo é abordada em Person of Interest: Madeleine fora chantageada a matar um de seus pacientes, Oliver Veldt, para que sua esposa, Amy, não fosse morta. E nos é apresentado mais um vilão Alistair Wesley, ex-agente da MI-6. Vejo Wesley como o novo nemesis de Reese, aparentemente as habilidades dos dois são parecidas, porém ainda não ficou claro o papel dele na história, ele pôde ter sido contratado por alguém, mas também faz sentido que o assassinato de Oliver Veldt, que é o dono de uma empresa de energia fosse benéfico a Wesley, só nos resta saber como.
Cheguei a acreditar que a médica tomaria mesmo a decisão errada, era evidente que sua esposa significava muito a ela. É difícil não imaginar o que aconteceria caso qualquer um de nós estivesse no lugar dela, salvar a vida do paciente e viver com a culpa de não ter conseguido salvar quem se ama ou ainda salvar quem se ama e viver com a culpa de ter tirado uma vida. Sinceramente, não tenho ideia de como a situação iria se desenrolar se fosse comigo, e quero continuar sem saber, mas a experiência de horas de seriados me diz que Wesley teria matado tanto Madeleine quanto sua esposa, mesmo se aquela tivesse matado Oliver.
Outra coisa que gostei muito nesse episódio foi a grande participação de todos os envolvidos, Carter, Fusco, Reese, Finch e ainda mesmo Tao, ele se meter em outra confusão foi bem conveniente. Cada personagem teve seu papel a desempenhar. Reese em seu “jogo” com Wesley, Finch dentro do hospital resolvendo a situação junto de Madeleine. Fusco que sumiu episódio passado deu um alerta pra Carter e ainda ajudou John com Amy. A cena dele implicando com o policial só para criar uma distração foi impagável, apesar de que eu tinha o palpite que o policial era um dos homens de Wesley e estava com medo por Fusco, mas ficou tudo bem, Fusco acabou por salvar o dia.
Agora quem está com a corda um pouco apertada no pescoço é Carter que teve seu cartão encontrado em uma cena do crime por Fusco, e Carter é claro que foi saber por que o cartão dela estava lá. Snow colocou lá, lembra que ele está sendo delicadamente persuadido com o uso de uma bomba por Kara? Agora, Snow colocou o cartão a mando de Kara ou como uma maneira de meio que pedir por socorro? Ambas as teorias são plausíveis, mas estou apostando que Kara mandou, porque Carter tem um envolvimento com Reese, sinceramente, não sei como ninguém ainda descobriu o envolvimento da detetive com o Homem de Terno, eles, ao meu ver, nem são tão discretos assim. É sério que ninguém dentro da polícia nunca questionou Carter como ela “derrubou” uma gangue toda “sozinha”?
Vou usar aqui, de maneira tradicional e clichê, o lado branco como o lado bom e o lado preto como o mau. Sabemos que o lado branco desse tabuleiro de xadrez, que começou só com Rei e Rainha, (Finch e Reese. Hehe :3 Reese encaixa perfeitamente como a peça da Rainha, faz de tudo dentro do jogo) hoje tem ajuda de Carter, Fusco, Zoe e agora Tao. E agora o lado preto tem Elias, Root, Kara, Wesley com suas peças indefinidas ainda, porém, tudo vem sendo construído episódio por episódio de maneira meticulosa. Acredito que o xeque-mate dessa temporada será de tirar o fôlego de qualquer um.
P.S.1: Os temas moral e confiança estão muito recorrentes nos episódios, o que me faz crer que Fusco vai ter papel fundamental mais pro final da temporada. Afinal ele voltou a HR para proteger seu filho.
P.S.2: Grace Hendricks, ex de Finch é interpretada por Carrie Preston, a esposa de Michael Emerson.
P.S.3: Bear, nós conversamos sobre limites. Finch, nós precisamos conversar sobre sua camaradagem ao deixar Reese comer o donut.
Chicago Fire – Two Families
23/11/2012, 23:46.
Maísa França
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O primeiro Thanksgiving (e espero que não seja o único) da série dos bombeiros mais bonitos da TV veio repleto de sensações: e suspense, riso, surpresa e emoção. Tudo misturado mas na medida certa, trazendo um episódio que consegue mostrar todos os lados do ser humano, e que eu só tenho a agradecer.
Começando pelo suspense de Severide (claro!) que após tomar o medicamento que havia recebido de seu affair representante farmacêutica se vê encurralado ao descobrir que o exame toxicológico que seria realizado alguns dias adiante fora transferido para o Thanksgiving. O bombeiro luta contra o tempo para poder tentar encontrar uma solução e ao final do dia ela aparece: Shay, que como sempre, salva a vida do bombeiro.
Ainda no suspense temos Ernie, um garoto que apareceu no episódio passado em um dos casos e voltou a aparecer, de novo na cena onde os bombeiros fizeram um resgate e foi o que chamou a atenção do Chief Boden: será que o garoto tem alguma ligação com os acidentes ocorridos? Boden convida o garoto para passar um dia no departamento afim de descobrir se essa suposição pode ser verdadeira e após perguntar ao garoto o conteúdo de sua mochila, este deixa o local totalmente transtornado e nos leva a crer que ele aparecerá mais algumas vezes na série.
O riso fica por conta de Mouch que dá uma de Sheldon Cooper (The Big Bang Theory) ao soltar a frase “Você está no meu lugar!” para o profissional que vai recolher o material para o exame e fica na tentativa de recuperar seu lugar o dia todo, em vão; e também por conta de Otis que resolve gravar um podcast sobre o dia a dia dos bombeiros, também sem sucesso. Além disso, o fato de que toda hora que os bombeiros sentam pra comer o sagrado banquete e o peru de Ação de Graças, são chamados para emergências.
Na parte surpresa, temos Shay se reencontrando com sua antiga amada que vai lhe visitar no Departamento para agradecer por aquela ajuda de uns episódios atrás e depois aparece em sua casa dizendo que não ama o marido (olha a recaída que eu havia dito quase acontecendo). e o irmão de Cruz atingido em um tiroteio e que talvez volte a aparecer na série por se envolver com um pessoal um pouco mais barra pesada.
E por fim, como definir a sensação de ver nascer uma criança em meio a um caos causado por um acidente de trânsito a não ser emoção? E foi isso que deu um ar ainda mais especial ao episódio. A emoção de ouvir o choro de um recém-nascido e ver o alívio da mãe, do pai, dos bombeiros e principalmente de Casey, que teve a responsabilidade de realizar o parto e por ter salvo uma vida que acaba de se iniciar.
Otis encerrando o episódio dispensa comentários mas prova mais uma vez que nós sempre temos duas famílias independente de como e quais sejam elas.
Gossip Girl – Monstrous Ball e Where the Vile Things Are
23/11/2012, 22:44.
Gabriela Assmann
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É com lágrimas nos olhos que escrevo essa review, afinal, em pouco menos de um mês, nossa companheira de seis anos nos abandonará. E não é fácil conviver com isso. Sem dúvidas minhas semanas ficarão mais vazias sem as confusões e as lições dos amigos do Upper East Side.
Mas ok, sendo um pouco mais pragmática, vamos ao que interessa. Finalmente bons episódios nessa temporada. Monstrous Ball reuniu todos os ingredientes que fizeram de Gossip Girl um sucesso e que são os responsáveis por amarmos tanto essa série. Teve romance, evento social, intriga, bafão e armação, tudo no mais alto nível.
Se eu vinha odiando a Sage, finalmente consegui amá-la. Quando tudo parecia perdido com um casamento à vista ela conseguiu separar o Steven da Serena, ainda que o preço tenha sido alto. O vídeo de sexo de Serena e Dan acabou vazando, mas teve consequências positivas, já que os pombinhos se reaproximaram e acabaram o episódio comendo (muito, diga-se de passagem) hambúrguer e batata frita. Adorei que de bandeja o Nate deu um pé na bunda daquela criança que era a Sage. Menção honrosa pra Sage que conseguiu passar a bitch more, Georgina Sparks, pra trás.
Eu tava até animada que Blair e Serena tinham dado sinais de reconciliação quando a Blair, pra variar, consegue estragar tudo. Qual o motivo de ficar braba porque a Serena saiu com o Dan quando ela já tinha feito a opção dela? Ela escolheu o Chuck, então que deixe o Dan se relacionar com quem quiser. Pois bem, não preciso nem dizer que as duas romperam a amizade de vez (de novo).
E as coisas entre Chuck e seu pai continuam esquentando, fazendo desse um plot importante na temporada. Tudo parece ficar cada vez mais tenso e o conflito chegou quase ao seu ápice em Where The Vile Things Are quando Chuck finalmente descobre onde pode encontrar as provas para incriminar Bart.
A propósito, que baita episódio esse! Em primeiro lugar teve a cena maravilhosa de Eleanor conversando com Blair e fazendo a garota ver que ela realmente tem um lado sombrio muito forte e que esse lado acaba fazendo com que ela se equivoque inúmeras vezes. Chuck também tinha, mas parece que conseguiu mudar. Esse plot perpassou todo episódio e fez Blair refletir, porque ser bitch tem limites. Espero que agora ela consiga se transformar em uma pessoa melhor, deixando de lado a vilania e focando no lado que todos amamos dela. Ao que tudo indica, pelas cenas finais do episódio, ela irá conseguir. E reatará a amizade com Serena, que também não é santa, convenhamos.
E até eu que há tempos não gosto de Dan e Serena juntos achei fofinha a maneira como reviveram a história deles nesse episódio. Desde eles jogando sinuca juntos quando ela revela que sempre jogou bem, mas não queria humilhá-lo, passando pela cena do elevador (de novo!) quando os dois finalmente falam o que incomodava um outro e conseguem resolver, até os momentos em que comem bombons de morango no sofá da casa dela. E ainda teve o bônus de serem perseguidos pelas seguidoras da Gossip Girl. Adorei. To até shippando para que terminem juntos, o que muito provavelmente vai acontecer. Foi fofinho os dois voltando a ficar.
A disputa entre Chuck, Ivy e Lily foi ótima. Adorei, embora tenha odiado o fato de Ivy levar a melhor no final. Fiquei surpresa quando a Lily revela que sabe dos esquemas de petróleo do Bart. Eu jurava que ela era inocente. E agora? Gosto tanto dela. Fiquei um pouco decepcionada, confesso. Ah, também confesso que sinto náuseas cada vez que vejo Rufus e Ivy juntos. Dá nojinho.
E agora que Ivy tem o futuro de Bart nas mãos, o que ela fará? Denunciará? Chantageará ele? Só aguardando cenas dos próximos capítulos. E eu ainda não tenho nenhuma pista de quem é a Gossip Girl. Vocês tem? Até chuto que talvez seja o Bart, porque quando ele estava desaparecido a Gossip Girl trocou de mãos, mas me parece um voo muito alto. Deixem seus palpites!
Bones – The Bod in the Pod
23/11/2012, 22:02.
Maria Clara Lima
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Um corpo foi achado, um crime resolvido, nesse meio tempo, Brennan e a turma discutiram sobre o caso, amor, entre outras coisas. Esses são os elementos essenciais de Bones. Não há como negar que a sensação de estar em casa, daquilo que é reconhecível, torna a série bem mais original do que as pessoas dão crédito. É Bones sendo Bones.
Mas às vezes, só às vezes, me pego questionando se temperar a fórmula já consagrada não tornaria a série melhor do que já é, e foi exatamente isso que The Bod in the Pod fez. Bones continuou sendo Bones, mas com uma cena de abertura diferente, sem estranho achando um corpo, com cenas de outros shippers e um caso onde o maior desafio era ligar o assassino à vítima.
Há alguns textos, reclamei de que esse formato já amarradinho impedia os roteiristas de serem criativos na linha do enredo, mas não é que nesse episódio, que tinha tudo para ser chatinho, conseguiu mostrar algo interessante, que a série é original, e esse é um dos motivos para amar Bones.
Altos
Dizem por aí que o elenco de Bonesé um peso morto. Com toda a certeza desse mundo, quem pensa dessa maneira nunca viu a série. Confesso que às vezes me incomodo com o tempo “roubado” de B&B, mas aí logo percebo o quanto os squints, Hodgins e Angela, Cam, Caroline são tão adoráveis.
Nesse episódio, foi possível dosar bem o tempo de todo mundo. Adorei ver um pouco mais de Hodgela, eles fazem muita falta. A Angela e seus comentários bobos me fazem sorrir. Já a Cam e seus risos bobos me fazem ter mais um motivo para amar Bones. Ah, e não tem como não falar do mais novo casal da série. Eu aprovei, com apenas uma ressalva, mas aprovei. Mas comento sobre isso depois.
Outro ponto alto do episódio foram os elementos “reconhecíveis” encaixados exatamente em lugares perfeitos no enredo, foi legal ouvir aqueles comentários da Angela… “Você não é divertida”, e a Cam logo rebateu, com um riso irônico. “Não é o que ele diz”. Isso foi tão segunda temporada.
Já o Hodgins fazendo experiências no laboratório com o Arastoo foi tão quarta temporada. Já a Brennan e o Sweets discutindo sobre psicologia, às avessas, foi um chamada para o segundo ano da série. As piadinhas da antropologista e a explicação lógica logo após ela entender a graça da anedota é tão adorável. “É engraçado porque…” O que também é adorável é vê-la falando outras línguas e sua “modéstia” sem igual… E dizem por aí que a série deixou de ser como antes.
Dizem também que B&B não tem mais química, e que o casal foi um erro. Então me explica como os dois gritam “amor” só de olhar um para o outro? Reclamam de que eles não se beijam, posso dizer que os dois têm uma química tão forte que mesmo eles estando em continentes diferentes ainda assim estariam ligados. Mas concordo que a falta de beijo me chateia um tanto. Não porque é preciso disso para mostrá-los como um casal, mas é que eles são um casal tão lindo e merecem o pacote completo.
Aliás, vamos apostar se vai ter ou não vai ter beijo no episódio que vem? Sei que a minha amiga Cynthia Vital votará no mais belo e sonoro “não”, mas há de se ter um pouco de otimismo. Eles são o meu principal motivo para amar Bones.
Baixos
Tirando a parte “romântica” da série, ou a falta do romance, acho que o episódio fez uma performance sólida, consistente e forte. Ou seja, foi um bom episódio, e os “baixos” aqui são meros detalhes.
Casais
O namoro de Cam e Arastoo só foi um mistério para os fãs da série porque Hart e Nathan deram com a língua nos dentes. Isso é ruim? Para mim sim. Não houve uma introdução no romance dos dois, nem uma resolução para a relação entre Paul e a legista.
Aquela desculpa sobre o médico ser ginecologista da Michelle já tinha sido resolvida, já que Paul não atendia mais a filha da Cam. Achei pobre esse “fim” dos dois, e do jeito que a Cam falou dele para a Angela.
Camastoo foi um jogo arriscado, pois ninguém sabia como a química entre os dois é forte. Aprovei o casal, apesar de ter essa ressalva quanto o desenvolvimento do amor entre os dois.
Outro casal que vale a pena comentar é Hodgela. Que coisa mais bonita ver os dois no topo do Jeffersonian. Sendo apenas eles. A artista e o cientista maluco.
Já B&B… amo o fato deles serem um item, de morarem juntos e serem parceiros no trabalho. Amo o fato do amor deles ser tão grande que todo o tipo de demonstração de carinho me parece barata demais para acompanhar esses dois. Mas o que eu amo mais é que as cenas de casal de B&B são verdadeiras. Perfeitas.
Por isso, vou reforçar a minha campanha para mais pegação. Casais apaixonados por 50 anos ainda se beijam, tocam no rosto, e caem na breguíce uma vez ou outra. Então, por favor.
The Bod in the Pod
Se me pedissem para listar três motivos para você amar Bones, eu seria piegas, e diria que não há motivos para isso, apenas amo. Mas quando me pego pensando que estou diante de uma série que conquistou seu formato, tem atores ótimos e uma das mais belas histórias de amor e crescimento pessoal da televisão, bom, é uma boa resposta, acho.
A morte do Lucky só me fez lembrar que oito temporadas depois não há motivos para ser fã dessa série, ou há vários? Ah, é apenas amor.
Fico por aqui, Boneheads!
Gotcha!
Parks and Recreation – Leslie vs. April
22/11/2012, 13:22.
Marco C. Pontes
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E os roteiristas finalmente descobriram o que fazer com essa nova dinâmica.
Depois de passar alguns episódios navegando de maneira um pouco quanto confusa com essas novas mudanças na série, os roteiristas finalmente acharam uma forma de tirar proveito do novo estado que a série se encontra. Conseguiram juntar quase todos os plots em um só e ainda colocaram minhas duas personagens favoritas trabalhando juntas, e claro, ainda arrumaram uma forma para que o vice-presidente dos Estados Unidos fizesse uma participação super especial.
Quando descobri que Joe Biden participaria da série, ri bastante, tentando simular na minha cabeça como seria esse encontro entre o VP e Leslie. A cena, diga-se de passagem, deliciosa, foi bem melhor do que esperava. Conseguiram aproveitar muito o momento e ainda mostraram uma Leslie completamente POSSUÍDA, praticamente agarrando o vice-presidente, porque monogamia é para os fracos.
O mais importante do episódio foi ver April trabalhando pela primeira vez em muitos anos. A personagem sempre tem as melhores tiradas e o jeito cínico só a torna mais memorável. Já teve alguns momentos em que ela correu atrás de seus sonhos, mas tentar construir um parque para cachorros deve ter sido o melhor até agora.
Leslie ficou tão feliz por ela ter tido a iniciativa de criar um projeto, até porque, Leslie já deixou claro várias vezes que April é a pessoa mais talentosa e uma possível Leslie 2.0 do departamento. O mais legal foi ver April realmente lutando pelo o que ela quer, chegando até ao ponto de fazer parceria com um vereador que obviamente só se importava com comidas que engordam.
Ann, que sempre é uma das personagens menos utilizadas da série, finalmente teve uma participação e importância maior no plot do episódio. Na verdade, os roteiristas obviamente não sabem onde mais colocá-la, uma vez que Ann é a personagem menos cômica da série e constantemente só funciona para tapar buraco em plots de outros personagens, como foi o caso nessa semana.
Outro personagem que também só tampa buraco, mas pelo menos faz isso de uma forma eficiente é Andy. Mesmo que ela tenha uma narrativa própria no episódio, não fazia parte do arco central e muito menos trouxe algum desenvolvimento para o personagem – era somente Andy sendo Andy, ou seja, todo trabalhado na motivação e na desconfiança, continuando com essa ideia de se tornar um policial.
A sequência com Ben e Tom divulgando o Rent-a-Swag foi demais. Todo lugar que eles iam ninguém se interessava pelo negócio, mas Bem era elogiado pela campanha e ainda recebia todas as propostas de emprego que se pode imaginar. As caras e bocas e a indignação de Tom foram as melhores reações do episódio inteiro.
Castle – After Hours
21/11/2012, 17:42.
Mariela Assmann
Reviews
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Começo a review dizendo que achei After Hours bem mais ou menos. A sorte dele foi ter vindo depois de Swan Song, o único episódio “ruim” dessa temporada. Se ele fosse a sequência de Probable Cause, estaria perdidaço. Mas o episódio teve seus méritos, que certamente precisam ser destacados. Então, mãos a obra.
Começo elogiando a maturidade com a qual o relacionamento entre Castle e Beckett vem sendo tratada. Eles discutem o relacionamento e o que lhes incomoda, reduzindo, assim, a chance de algo vir a dar errado. Pelo menos por falta de comunicação. Era óbvio que os “diferentes mundos” do casal acabariam aparecendo, eventualmente. E isso poderia vir a ser um empecilho para o relacionamento. Como eles debateram e chegaram a conclusão que o sentimento e as similaridades falam mais alto, isso não deve ocorrer. A não ser que algo muito grande aconteça, e que coloque os dois em extremos opostos, o que também acho que pode ser descartado. Enfim, quero dizer que não é por causa das diferenças sociais que Casckett deixará de ser um casal.
E o papel de mostrar as diferenças entre Castle e Kate coube a Jim e Marta. O jantar com a “mãe do noivo” e o “pai da noiva” era uma bomba relógio prestes a explodir, já que os “gênios” dos papis é muito diferente. Jim acha Marta pouco séria, Marta acha Jim um tanto quanto chato. Ou melhor, eles achavam isso. Porque algumas horas na delegacia, unidos pela incerteza do destino de suas crias, foram suficientes para eles terminarem o episódio no maior clima. Será que o amor está no ar pela segunda vez, nas mesmas famílias? E caso ocorra o relacionamento entre os velhotes simpáticos, que reflexos isso pode trazer para Casckett? Confesso que não sei o que acontecerá. E prefiro assim. Há certas coisas que perdem muito da graça quando não se tratam de surpresa.
E porque estou dizendo isso, agora? Porque eu, infelizmente, li no Facebook, enquanto o episódio era exibido nos Estados Unidos, que Leo era, na verdade, o assassino. Com certeza isso tirou um pouco da graça do episódio, já que o fator surpresa deixou de existir, para mim.
Mas ainda que eu não soubesse de nada, não gostei muito da trama do episódio. É claro que sempre que Castle ou Kate ficam em perigo sobram momentos de fofura. E sei também que são eles os protagonistas do seriado. Mas só nessa temporada já foram 3 episódios, se não me falha a memória (After the Storm, Probable Cause e After Hours), nos quais eles correram risco direto. Seria pedir muito que variasse um pouco? Esposito e Ryan também são detetives, seria bem plausível que eles corressem mais riscos. Ou algo mais elaborado, que coloque Gates no olho do furacão. Enfim, algo que modifique um pouco a dinâmica das coisas.
Outra coisa que não tem funcionado 100% nesses dois últimos episódios, para mim, é o timing cômico da série. Ta certo que nesse episódio já senti tudo mais natural do que em Swan Song, mas as coisas estão parecendo um tantinho forçadas. Quase tipo vestir Castle, Javi e Ryan de Elvis. É óbvio que dou boas risadas com os episódios – principalmente com as ideias insanas de Castle -, mas torço pra que a comicidade volte a aparecer com mais fluidez.
Finalizando, preciso dizer que fico muito contente em dizer que o fato de eu ter relativamente desgostado dos dois últimos episódios não tem qualquer relação com casckett. E isso me deixa feliz, já que é um sinal de que não há maldição que prejudique o andamento das coisas, quando o roteiro é bem trabalhado. E em se tratando do relacionamento entre Becks e Rick, preciso dizer que o trabalho tem sido muito bom.
Na próxima semana não será exibido episódio inédito de Castle. Então, nosso próximo encontro é dia 3 de dezembro, em Secret Santa. Que, provavelmente, será o último (ou penúltimo) episódio do ano. O episódio promete, já que será o primeiro Natal de Castle e Becks como um casal. Fofura à vista.
P.S.1: há algo mais chato, em se tratando de seriado, do que pessoas que comentam cada vírgula do roteiro EM TEMPO REAL, enquanto assistem o episódio? Vou lançar uma campanha em prol da galerinha que corre de spoiler. Faça um fã feliz, não dê spoiler. Ainda que seus dedos sejam nervosos.
P.S.2: sim, sou chata. E vocês já sabem disso. Marlowe me acostumou mal, agora ele vai ter que se virar pra continuar agradando.
Grey’s Anatomy – Second Opinion
21/11/2012, 16:48.
Mariela Assmann
Reviews
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Outro bom episódio pra conta de Grey’s Anatomy. Se na semana anterior vimos uma trama mais centrada em Cristina e Meredith, em Second Opinion os outros personagens voltaram com força total, inclusive os novos residentes.
Yang está de volta ao Seattle Grace. YAY. Mas nem tudo são flores. Para começar, ela precisa se submeter ao novo chefe de Cardiologia, o atarefado Jeff Russell. Mas quem pensa que os problemas de Cristina estão na relação com seu superior imediato está muito enganado. Isso porque o maior problema de Yang é com o (ex)marido, Owen, que está tratando-a de forma muito profissional e distante. Eu compreendo Owen, Yang é bem instável, e assim como decidiu ir embora, decidiu voltar. Mas creio que todo esse distanciamento tende a diminuir, especialmente depois de ter certeza que a ótima opinião de Russell acerca de Yang era baseada nas opiniões que Owen tem dela.
Gostei de ver, também, que Cristina continua sendo aquela chata que amamos odiar, em se tratando de seu relacionamento com internos. Mas, ainda assim, voltou modificada de sua experiência no Mayo, já que valorizou técnicas mais “básicas” para fazer o procedimento médico de urgência, e acabou conquistando a admiração de Shane e Heather. Sem contar que ter Yang de volta e tirando sarro com a cara de todo mundo, especialmente com a de April, é muiiiiiiito bacana. Eu estava com saudade.
Outra que “voltou” ao Seattle Grace foi Arizona. Gostei bastante do desenvolvimento da história da loira nesse episódio. E curti muito que foi Bailey que ajudou nesse impulso inicial. Se Miranda está sem função nas salas de operação, pelo menos foi melhor utilizada, nesse episódio. E ver Arizona praticamente feliz, empolgada, é bem legal. Mesmo. Acho que agora as coisas passarão a fluir melhor, embora eu não espere que ela volte a ser a pediatra feliz e radiante da noite pro dia.
Além de ter ficado feliz por Arizona, eu fiquei feliz por Torres. Inegavelmente, ela é uma das que mais sofre com a queda do avião, mesmo sem ter estado presente. Perdeu Mark, tem que lidar com Arizona, e se considera a responsável por Derek nunca mais poder operar. É muita coisa para ela lidar, e ver seu sofrimento me faz ter vontade de pegá-la no colo e niná-la. Muito dozinho. Mas achei legal que Derek disse que o erro foi dele, e que ele sempre achou que ela seria a pessoa mais indicada a realizar a cirurgia, e com isso acabou despertando em Callie o ânimo de seguir tentando uma solução para que Derek volte a operar.
Fiquei otimista com a possibilidade de Shepherd voltar às salas de operação. Ele está sem função na série, e penso que ou realocam ele – o que até agora não aconteceu – o desenvolvem essa história de sua recuperação, mesmo. E aparentemente veremos essa segunda opção se desenrolando nos próximos episódios. A jornada promete ser longa, mas nem por isso menos agradável de se ver.
E se todos estão buscando um encaminhamento para suas vidas, o mesmo pode ser dito de Alex. Ele não quer mais ser a “pessoa vazia e ruim” apontada por Arizona. E nem aquele pegador de internas fútil e leviano – e Leah está surtando por isso. Ele quer um lar. E por isso a vontade de comprar a casa de Meredith. Gostei muito da cena entre Karev e Mer, quando ela fala das “falhas” da casa e cita a árvore de natal montada por Izzie, ela e George, e a festa de Shake Your Groove Thing. Ambos acontecimentos da primeira temporada. Me faz feliz ver que a linha de “relembrar” antigos acontecimentos e personagens tão marcantes na oitava temporada continua presente. E tenho certeza que vários fãs da série concordam comigo.
E ligada à história de Karev está Jo. Todo mundo está percebendo a aproximação da chorona à Karev. Eu aposto nela para ser a “pessoa” de Alex, já que eles tem um relacionamento bem parecido com o que Alex teve com Izzie, Lexie e até mesmo com a obstetra loirosa que esqueci o nome: baseado em implicâncias mútuas, mas em aceitação. E gostei da postura da moça nesse episódio, mais forte, combativa. Aparentemente, a proximidade com Alex faz bem à ela.
Outra história que está se encaminhando é a referente ao processo judicial que os sobreviventes e parentes dos mortos na queda do avião moverão contra a companhia aérea e quem mais que precisar ser demandado. Prevejo alguns conflitos vindo por aí, batalhas judiciais são exaustivas e dolorosas, ainda mais em casos como esses, e divergências de opinião surgirão – como observamos nesse episódio, entre Callie e Derek. E o fato dos advogados pensarem em investigar a conduta do Seattle Grace e, consequentemente, de Owen, deve tornar as coisas ainda mais tensas.
Finalizando, o episódio ainda trouxe à tona os sentimentos de Avery. Primeiro, em relação ao relacionamento de Mama Avery com o Chief. E descobrimos que ele está curtindo ver a mãe feliz, por mais que isso signifique receber e-mails quentes do Chief. E em segundo lugar, em relação à April, que continua a chata de sempre. Comparar Jackson com um acidente ou uma sobremesa que causa repulsa, seriously Kepner? Tomara que agora que a ruiva sabe dos sentimentos do colega ela mude de postura, porque cansou ver a garota reclamando e louvando a Jesus enquanto se veste, depois de mais uma “última vez” com Jackson. Nós não merecemos isso, e nem ele.
Nessa semana não tem episódio inédito, já que será comemorado o feriado de Ação de Graças, nos Estados Unidos. Então, o próximo episódio que será exibido vai ser I Was Made for Lovin’ You, no dia 29/11/2012. Até lá.
P.S: Andy, o advogado do pessoal do Seattle Grace, foi interpretado por Andrew Leeds, que dá vida ao vilão tecnológico Pelant, de Bones. Não sei se é porque foi a primeira aparição dele, o porque Pelant é muito recente, mas não consegui desvincular a imagem do ator ao personagem do mal. Tem que ver isso aí.
Revolution – Kashmir
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Revolution surpreendeu com Kashmir. O episódio teve um ritmo lento, mas constante, focou nos medos dos personagens e tirou momentos ótimos de Miles, Charlie, Nora e Aaron. Foi o episódio que desceu mais redondo desde a estreia de Revolution, com os personagens se mostrando mais ligados emocionalmente e isso faz com que a audiência se ligue neles também. As melhores cenas foram as que mostraram as alucinações de Charlie, Nora e Miles. O momento “Pânico no Lago” de Nora chegou a ser engraçado, foi lindo ver o reencontro de Charlie com o pai Ben e muito louco assistir a conversa de Monroe e Miles.
Entre os mistérios mais instigantes da série até agora estão os fatos que explicam o desligamento de Miles com a milícia. Aos poucos o assunto vai sendo abordado na série, Miles cresceu junto com Monroe e os dois se tornaram melhores amigos. Esse fator faz com que Miles tenha medo de fraquejar na frente do amigo, como fez na primeira vez que tentou, mas não teve coragem de assassiná-lo. Monroe se tornou uma pessoa tão perigosa que Miles tentou impedi-lo de continuar comandando a milícia e provocando matanças desnecessárias. Como não conseguiu matar o amigo, ele debandou.
Depois dessas revelações Miles parece mais um covarde do que o valentão que estamos acostumados a ver. O maior medo dele é qual seria sua reação se novamente enfrentasse Monroe. Essa dúvida foi o que fez Miles questionar Charlie sobre essa confiança que a sobrinha tem nele. Talvez tendo agora uma família mais próxima Miles consiga ser o homem que não conseguiu ser anteriormente. O general da milícia aposentado já demonstrou que se apegou muito a Charlie, e esse amor pode fazer toda a diferença para o futuro do grupo e até para o futuro dos Estados Unidos, se um dia o país voltar a existir em Revolution.
Entre as mudanças que podemos ver nos personagens está a união que o grupo vem demonstrando nos últimos episódios, e que se evidenciou em Kashmir. A cena em que Charlie pisa em uma bomba (tinha que ser a Charlie), foi uma situação banal em filmes de ação, mas funciona. Nora fica pra tentar desarmar a armadilha, mas Miles e Aaron também não abandonam Charlie. Outra cena emocionante foi Miles tentando acordar Charlie do seu sonho em que ela encontrava com o pai. Ficou linda a edição de Ben falando para Charlie descansar e fechar os olhos e Miles chamando Charlie para abrir os olhos e acordar.
Kashmir teve outros momentos cruciais muito marcantes e a união desses pontos construiu um episódio bem sólido. A trajetória no túnel foi ótima, as alucinações, o soldado da milícia infiltrado entre os rebeldes e a moça do arco e flecha, a Ashley, foram muitos interessantes, pena que essa última personagem morreu precocemente. A cena em que Charlie acerta o impostor e salva Miles, mas acaba atingida por um tiro e cai adormecida, também foi boa, quase esqueci que a personagem chorou em todos os episódios até agora. Já a alucinação de Aaron foi a mais chata, até comecei a entender porque ele abandonou a mulher.
Apesar das alucinações de Miles e de seus questionamentos sobre si mesmo não acredito que ele vá sucumbir ao lado negro da força. Sendo um dos nossos heróis Miles mudou muito durante sua jornada em Revolution e a principal mudança se deve aos laços que ele construiu com sua família e novos amigos.
Já Rachel merece destaque especial nesse episódio. A personagem explicou melhor como funciona o pingente, mas ainda restam dúvidas. Já sabemos que o pingente consegue ligar coisas pequenas em um raio de três metros, mas não entendi porque aquela vez Maggie e Aaron conseguiram isso por apenas alguns segundos. Já sabemos como os pingentes ligam, mas ainda resta a dúvida de como os pingentes conseguiram desligar toda a energia dos Estados Unidos e/ou do mundo.
Rachel também se mostrou muito forte, ela estava construindo uma bomba bem na cara do Monroe e ele não percebeu. Quando foi descoberta Rachel teve que matar um de seus amigos cientistas para continuar com chances de sobreviver e isso foi muito sangue frio e obstinação. Monroe tem sorte de ter o major Neville a seu lado, mas Rachel, Miles e Nora tem bem mais inteligência e tem a força da união entre eles e Charlie e Aaron. Pode vir uma batalha boa por aí.
Miles e companhia devem chegar na sede da milícia Monroe na Filadélfia no próximo episódio e Kashmir conseguiu fazer a ponte e deixar muitas curiosidades para próxima semana. O episódio de número dez, intitulado Nobody’s Fault But Mine, vai ser o último antes de Revolution entrar em um mega hiato de quatro meses na televisão americana e deve retornar somente no dia 25 de março. Para segurar a audiência até a sua volta a série deve investir pesado no episódio e as circunstâncias são favoráveis. A NBC já divulgou um cartaz prometendo o começo de uma batalha pela energia.
Todo mundo preparado? Não né, mas como disse Miles, “what a hell” – que se dane!
PS: Kashmir é o nome de uma música do Led Zeppelin, do álbum Physical Graffiti, e é considerada uma das músicas mais bem sucedidas da banda e uma das favoritas dos músicos do grupo. Kashmir também é o nome de uma região conflituosa, que teve seu território disputado por China, Índia e Paquistão e atualmente ainda possui áreas problemáticas governadas pelos três países. Robert Plant escreveu a letra da música em 1973 quando se encontrava no deserto do Saara no Marrocos.
Haven – Sarah
21/11/2012, 13:32.
Regina Monteiro
Reviews
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Viagens no tempo sempre me intrigam. Principalmente a parte em que, modificando-se o passado, necessariamente modifica-se o futuro. O simples fato de alguém voltar ao passado, mesmo que nem sequer se mova neste outro tempo, significa que o futuro seria modificado? Afinal, o intruso, teoricamente, não pertenceria aquele espaço-tempo e sua simples presença seria uma interferência. Ou seria necessária uma interação qualquer para que isso acontecesse? Perguntas para a física teórica, esse belíssimo campo da ciência, na maioria das vezes, para mim, ininteligível.
Este é o tema de Sarah: uma viagem no tempo. Stuart Mosley, um senhor de idade avançada, que gosta de cultivar orquídeas, tem o dom de interferir no contínuo espaço-tempo e envia Duke e Nathan para a Haven de 1955, porque lembra-se de tê-los visto naquele ano. Então, o que aconteceu em 1955, com Nathan e Duke, não teria realmente acontecido de fato? Porque, no final, Sara somente matou Roy Crocker, porque ele tentou eliminá-la, depois de ter visto seu obtuário entre os papéis de Duke.
Mas, se eles já tivessem estado no passado, Haven deveria se modificar no presente, transformando-se no lugar conflituoso e conturbado que Audrey tenta consertar? E já que estamos no campo da física-teórica, algumas indagações podem ser feitas a partir de Sara: quais são as leis da física que regem a existência de Audrey (Sarah e Lucy) e do agente Howard (já que também ele, como vimos, continua, em 2012, com a mesma aparência que tinha em 1955)? Existem mais pessoas como eles? São eles que modificam Haven, ou sua estada na cidade é apenas um acidente? Antes de Sara, existiram outras versões da Audrey? Dave, Vince, Chefe Wuornos, sabem mais do que revelam, inclusive Wuornos conhecia Howard: quando essa relação começou?
Essa inter-relação passado/presente é instigante. Mas, indagações à parte, todo o episódio teve o propósito único, em minha opinião, de explorar a relação entre Nathan e Sarah e plantar uma isca para os fãs: a possibilidade de ser ele o pai de Jason Cogan.
Embora o episódio tenha me parecido rápido demais, foi dos plasticamente mais bonitos de Haven. A cena entre Nathan e Sarah, na praia, foi belíssima. E não apenas plasticamente, mas serviu também para compensar os desencontros de Audrey e Nathan na Haven de 2012. Aliás, é bom notar que a série trabalha muito bem a relação romance/mistério. E essa é outra característica que me atrai em Haven.
Agora é esperar pelos próximos episódios e acompanhar o desenvolvimento da relação entre Audrey e Nathan e como a proximidade do Caçador irá afetar o comportamento dos demais envolvidos nesta trama.
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