TeleSéries
Leverage – The Low Low Price Job
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Depois da Summer Finale dupla de Leverage, que foi ao ar na metade de setembro e nos apresentou os ótimos episódios The Rundown Job e The Frame-Up Job, não teve como a série não deixar saudades nos fãs. No entanto, a quinta temporada da série está tendo dificuldades para manter o excelente nível normalmente empregado no seriado em todos os episódios. Assim, The Low Low Price Job não foi tão fantástico como os outros dois episódios anteriores, mas ainda sim foram 40 e poucos minutos muito bem gastos na companhia de Eliot, Parker, Hardison, Nate e Sophie.
O caso do episódio que marca a volta da série de seu hiato pretende derrubar uma loja que está se instalando na pequena cidade de Apple Springs. A Value!More pertence a uma grande rede de lojas que vendem praticamente todos os produtos, de televisão a cachorro quente. A chegada de um grande monstro do varejo como esse derruba todo o comércio das pequenas cidades que são afetadas pela instalação da unidade, e não foi diferente em Apple Springs. Para piorar a situação, a rede conta com benefícios, subornando os governos locais e ainda por cima não valorizam os funcionários. Mas… nem tudo está perdido, o caso é o novo job de Leverage e eles são muito bons no que fazem.
Quem literalmente vestiu a camisa dos empregados da loja e defendeu o job do episódio foi Eliot e o batedor foi exatamente o personagem que mais se envolveu com a realidade das pessoas afetadas pela instalação da loja na cidade. Eliot se infiltra entre os funcionários e faz amizade com Archer, uma homem mais velho que o faz lembrar de seu pai. A história familiar de Eliot é um mistério em na série e neste episódio ele conta um pouco sobre seu passado.
Na central de escuta e monitoramento das peças de Leverage, Hardison percebe sutilezas pessoais quando seus amigos estão disfarçados. Foi assim que ele conseguiu arrancar um pouco do passado de Eliot. O pai do batedor era dono de uma loja de ferragens em uma pequena cidade parecida com Apple Springs, mas Eliot não quis seguir o negócio e foi embora da cidadezinha, entrou para o exército aos 18 anos, brigou com o pai e nunca mais o viu. O envolvimento com Archer faz Eliot procurar o seu pai no final do episódio, sem sucesso. O batedor encheu os seus olhos de lágrimas e os nossos também.
Enquanto as vidas familiares estão longe de serem perfeitas, a equipe de Nate consegue fazer muito bem o seu dever no âmbito profissional. As primeiras tentativas de derrubar a Value!More fracassaram, mas na realidade o job não foi tão difícil de resolver quanto a maioria dos casos de Leverage. No final das contas todas as interferências da equipe de Nate acabaram ajudando no resultado final da missão. A vilã Caroline Cowan teve um dos piores castigos que os inimigos de Leverage recebem: enlouquecer e perder a credibilidade. Além de ser um dos piores castigos, também é um dos mais engraçados para a audiência.
Para o sucesso do plano foram necessário outros elementos que deram um toque especial ao golpe de Nate. A turma de alunos de teatro de Sophie continua um núcleo muito engraçado e dá um toque interessante sempre que aparece na série. Aqui eles entram vestidos de funcionários da loja, mas acabam tratando mal os clientes. Mesmo assim nada foi capaz de superar o carrinho de supermercado fantasma assustando quem circulava pela loja. Já a cereja do bolo foi a preparação do quarto de Caroline feita por Eliot e Hardison. Só aquele bip/grilo a noite inteira já deu pra ter pena da manda chuva da Value!More.
The Low Low Price Job não foi uma das melhores apresentações de Leverage, mas foi divertido. A série nem sempre surpreende em inovação, principalmente nesta quinta temporada, mas nunca falha ao divertir o espectador. Além da audiência que se divertiu, os personagens também se saíram muito bem com o fechamento da Value!More em Apple Springs. Nate comprou o prédio para transformar em um teatro, muito mais para agradar Sophie do que as crianças da escola. Eliot, apesar de não ter reencontrado seu pai, conseguiu marcar um encontro com a mocinha indefesa que foi pedir a ajuda dele no início do episódio. Já Hardison e Parker foram atacar a doceria recém reaberta na cidade. Cada um no seu quadrado e todo mundo aguardando o próximo episódio. São só mais quatro até o final do ano!
The Vampire Diaries – My Brother’s Keeper
03/12/2012, 21:04.
Mônica Castilho
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Damon e Elena finalmente juntos, Jeremy tendo uma utilidade na série, Caroline e Klaus ficando ainda mais próximos… É, esse episódio de The Vampire Diaries foi repleto de acontecimentos.
Quem não se lembra da cerimônia de Miss Mystic Falls lá na primeira temporada, onde o Stefan ficou todo descontrolado porque bebeu sangue humano e a Elena teve que dançar com o Damon? Pois é, três temporadas depois a cerimônia acontece novamente e, mesmo que Caroline e Elena e Damon não tenham repetido a dança, a festa serviu como o pano de fundo do episódio. Entretanto, um elemento em comum com o evento da primeira temporada foi uma das candidatas à Miss ser abandonada porque o par estava com problemas, e desta vez quem quase ficou sem acompanhante foi April, por Jeremy ter virado um Connor 2.0, e então acabou dançando com Matt.

Se Connor sendo um caçador experiente já dava muitas dores de cabeça, Jeremy em pouco tempo conseguiu se tornar pior e foi lá ameaçar a Elena, que descobriu que a causa da situação do irmão é Stefan, por ter obrigado o rapaz a ficar matando vampiros para revelar a tatuagem-mapa para a cura dos vampiros. Stefan não bastava ter terminado com a Elena, ainda despertou a mágoa da moça e foi traído pelo monstrinho que ele próprio criou, já que Jeremy também tentou mata-lo.
Se a situação de Elena com Stefan está de mal a pior, a da Caroline pelo menos neste episódio evoluiu. Ela sem perceber já estava toda entre risos e sorrisos para Klaus, e ele ficou sendo todo fofo com ela enquanto Tyler se roía de ciúmes e exibia a tal Hayley pela festa toda. E por falar na lobinha, eu disse que a Hayley não tinha cara de boa coisa, olha só! Como se descaramento pouco fosse bobagem, ficou de conversinhas com Shane na festa e depois foi mostrado que ela é mais uma da “gangue” do professor. Agora imaginem: Hayley livrando todos os híbridos do Klaus, morando na casa do Original, bem próxima a Tyler e Caroline, mas sendo aliada de Shane. Óbvio que em boa coisa isso não vai dar.
Problemas sobrenaturais à parte, parece que a única vampira sem qualquer tipo de estresse, paranoia ou coisas do tipo está sendo Caroline, que virou até conselheira amorosa de Stefan, ombro para chorar e ainda descobriu o motivo de Elena estar querendo o Damon agora. Pois é, depois de um episódio todo Delena da maneira mais escancarada possível, Caroline descobre (e ainda conta para o Stefan) que Elena está ligada ao Damon como os híbridos do Klaus, porque o sangue de Damon transformou a mocinha, por isso essa paixonite toda.
Não é de se negar que foi até emocionante e de tocar o coração a carinha do Damon quando a Elena admitiu que terminou o namoro por ele, ou a maneira como ele falou com ela para deixa-la mais feliz e ainda a tirou para dançar… E pela primeira vez é de se reconhecer que a culpa pelo possível futuro coração (novamente) partido de Damon não será da Elena, já que ela não sabia e nem podia controlar esse laço. A sacanagem da coisa é que coitado do Damon… Ele passa quatro temporadas amando a Elena, tentando conquista-la, salvando ela feito um trouxa e aí quando ele finalmente vai colher o fruto de todo esse tempo, não é algo verdadeiro.
Os sentimentos de Elena por Damon podem vir a ser verdadeiros um dia? Claro, oras. A menina é o cúmulo da indecisão. Mas já dá para esperar uma aliança de Caroline e Stefan para descobrir como quebrar essa tal ligação e um futuro (mesmo que temporariamente, caso Elena passe a ter os sentimentos de verdade) coração partido de Damon, novamente.
P. S. [1]: Bullying com a Bonnie ela não ter participado da cerimônia de Miss na primeira temporada e nem nesta. Além disso, a April fez o feito de mesmo atualmente sendo a personagem mais sem utilidade da série, ganhar a coroa… Se bem que era ela ou uma das figurantes, né?
P. S. [2]: Agora é ver que jeito eles vão dar no Jeremy depois de usarem o novo caçador 2.0 para conseguirem a cura, porque ele só tende a piorar. Será que ele é uma futura morte em potencial na série?
P. S. [3]: Estou com dó do Damon por antecipação.
Glee — Thanksgiving
03/12/2012, 10:25.
Júlia Berringer
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Depois de um episódio cheio de capas e roupas justas de super heróis, Glee retornou com um episódio especial de Ação de Graças atrasado. Como se não bastasse o quão incrível é ter o elenco original reunido (exceto pela Rachel e pelo Kurt, que decidiram passar o feriado em NY), temos também a primeira competição dos New Direction sem o Will no comando. As Sectionals estão aí, e Finn aproveita a visita de seus velhos amigos para dar uma “mãozinha” no número musical que eles vão apresentar.
Finn resolveu colocar os amigos graduados para serem tutores dos novos membros do Glee Club. Quinn ficou com a Kitty, Puck com o mini Puck, Wade com a Mercedes, Ryder com Mike e Marley com Santana. Marley e Santana, sério, Finn? A única parte que deu certo sobre essa dupla foi quando Santana mexeu na bolsa de Marley e encontrou os laxantes que Kitty tinha dado pra ela. Quando descobriu foi conversar com a Quinn, o que sabemos não ter dado muito certo. Antes de qualquer coisa tenho que comentar, que ter Quinn de volta aos corredor do McKinley é absolutamente fabuloso, mas quero deixar bem claro que se um dia eu ver o Ryan Murphy na minha frente, eu vou perguntar como ele consegue estragar personagens tão maravilhosos e quebrar nossos corações. Só reconheci a Quinn nesse episódio quando ela cantava e quando enfrentava os Puckerman. Aquele bate boca (e tapas na cara) entre ela e Santana foi desnecessário, e eu não gostei nenhum pouco, assim como a Brittany.
Jake e Marley são lindos juntos, mas eu não consigo não querer ela com o Ryder. Ou Ryder e Jake. Pode ser que não aconteça, mas o bromance dos dois se tornou um dos meus preferidos em apenas dois episódios.
Apesar de alguns momentos, o episódio fez um ótimo trabalho dividindo os dois elencos, nesse sentido acredito que tenha sido o melhor episódio da temporada e eu gosto muito de saber que Glee está pensando em um futuro sem o elenco antigo e conseguindo andar com as próprias pernas, sem precisar de Rachel para se apoiar. Lógico que não nos aprofundamos na história de nenhum personagem, mas parece que a série finalmente encontrou uma formula para um problema que acontecia desde o começo da série, há praticamente 4 anos atrás (dá pra acreditar que já passou tudo isso?).
O plano maligno de Kitty para sabotar Marley foi descoberto por Santana e rejeitado por Quinn, que não acreditou no que a amiga contava. Achei meio inútil a Santana ter descoberto e não ter feito nada sobre, e não deu outra, Marley passou mal e desmaiou durante a não tão boa apresentação do New Directions nas Sectionals. Apesar de triste, o acontecimento deixou um bom plot para o próximo episódio. O problema é que é quase tudo previsível, Marley vai ficar se sentindo mal e usar o típico “é tudo minha culpa”, além disso, é provável que os ND não passem para a próxima fase da competição e eu não culpo nenhum jurado. Ninguém merece Gangnam Style.
Enquanto isso, Finn ainda está tentando dar o seu melhor. Até usando colete ele está. Mas aí ele teve a brilhante ideia de Gangnam Style. Sério, Finn? (Pela segunda vez na mesma review). O hit pode até ser divertido, mas não é uma música para se apresentar em uma competição importante, ainda mais levando em conta a fantástica apresentação dos Warbles. Outro ponto previsível foi Tina cantando a maior parte da música. Então agora, só porque ela é asiática e a música é coreana, ela pode finalmente ter destaque ?
Vale a pena também ressaltar o figurino do New Directions. Foi praticamente igual ao que eles usaram na último Regional. Mostrando, mais uma vez, o quanto Finn está perdido e o quão parecido com Will ele quer ser.
Em New York a Ação de Graças também foi muito estranha, e ao mesmo tempo muito legal. Com os últimos acontecimentos, Kurt e Rachel decidem passar o feriado em NY, e Brody se convida para preparar o jantar. E a personagem de Sarah Jessica Parker juntou-se a festa, transformando o apartamento de seu funcionário em uma festa cheia de drag queens. Além disso, também deu um empurrãozinho para a cena mais emocionante do episódio acontecer. Ela diz para Kurt que ele não vai conseguir seguir em frente sem perdoar Blaine. Então depois de um flash mob que fez a apresentação dos ND parecer mais ridícula do que já foi, Kurt toma coragem e liga para Blaine. Posso dizer que Blaine errou feio, mas que os dois tem que ficar juntos porque são perfeitos um para o outro? Ryan Murphy quase consertou o que fez com a Quinn quando Kurt fez planos para o Natal com o Blaine.
No geral, o episódio todo foi divertido e nostálgico de um jeito bem familiar. O elenco de Nova York, os graduados e os novos membros do Glee Club tiveram seus momentos em dose certa. Apesar de não ser a mesma coisa que foi em sua primeira temporada, Glee voltou a brilhar com essa 4ª, que está certamente sendo a minha preferida.
A saudade foi tanta que depois dessa cena eu pausei o episódio e fui ver a performance, lá da primeira temporada, de I say a little prayer for you.
Setlist do episódio:
Homeward Bound/Home (Quinn, Puck, Mercedes, Mike, Santana e Finn)
Come See About Me (Quinn, Brittany, Santana e Mercedes)
Whistle (Warblers)
Live While We’re Young (Warblers)
Let’s Have A Kiki/Turkey Lurkey Time (Isabelle, Rachel, Kurt e Brody)
Gangnam Style (New Directions)
Elementary – The Long Fuse
02/12/2012, 16:32.
Gabriela Pagano
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
“Não me enganei nos meus cálculos. Com o auxílio de um pé-de-cabra, retirei facilmente os tijolos e, depois de colocar cuidadosamente o corpo de encontro à parede interior, mantive-o naquela posição ao mesmo tempo que, com um certo trabalho, devolvia à toda a estrutura o seu aspecto primitivo.”
Essas palavras são de Edgar Allan Poe, escritor americano de suspense que ficou famoso só depois de morrer, em seu conto mais conhecido, O Gato Preto. Mas as mesmas linhas poderiam, facilmente, terem sido escritas no roteiro de Elementary na última quinta-feira. Já explico o porquê…
A diva Lisa Edelstein (a namorada do Dr. House) apareceu na história como a dona de uma agência de Relações Públicas, onde implantaram uma bomba-relógio que deveria ter explodido quatro anos atrás. Sherlock investiga o caso e suspeita de um funcionário desaparecido desde aquela data. Mas, na verdade, foi a personagem de Edelstein mesma quem armou a bomba no sistema de ventilação e foi ela também quem matou o funcionário. Os restos mortais, ela colocou na parede da casa dele, enquanto a esposa viajava. Um verdadeiro conto de Edgar Allan Poe. Sim, comecei a review contando o final da história, porque, como diria Johnny Depp no filme A Janela Secreta, inspirado no livro de Stephen King, outro gênio do suspense, “É a parte mais importante da história… O final. E esse aqui é muito bom. Esse aqui é perfeito.” Dito e feito.
Melhor episódio
Para mim, esse oitavo episódio, chamado The Long Fuse, foi o melhor de todos até agora. Conforme Elementary vai avançando, os crimes vão ficando mais complexos e inteligentes. Holmes fica mais maduro. Ele não parece mais uma criança mimada fazendo birra e sendo mal educada com todos os adultos ao redor. Agora, ele é genuinamente irônico, inteligente e irreverente. Uma delícia de assistir!
Deliciosa também se tornou a relação de Sherlock com a Watson. Nesse capítulo, a ex-cirurgiã estava tentando encontrar um novo “padrinho” para o detetive, alguém que cuidasse dele para toda a vida, já que ela deixaria seu paciente mais excêntrico em breve. É claro que Sherlock reprovou todos os candidatos e ficou evidente que o coração do detetive – que não é tão de pedra como ele faz parecer – vai ficar partido se Watson o deixar para trás. Não sou entusiasta de uma relação amorosa dos dois, mas encararia com bom humor caso acontecesse. E acho que, depois desse episódio, ficou mais do que provado que os dois têm química!
Mas, voltando ao caso de polícia, achei ele todo bastante inteligente. Boas sacadas eram jogadas ao espectador o tempo inteiro. Primeiro, a bomba explode na sede de uma empresa de Web Design. Sherlock investiga os vestígios do explosivo e percebe que o material utilizado foi feito em 2008. Portanto, a bomba estava lá há quatro anos, quando, no lugar, funcionava a agência de RP. Quem eram os inimigos da empresa? Holmes vai até Edelstein, “a pobre donzela em perigo”. Analisando o corpo de funcionários da organização, ele encontra um potencial suspeito, desaparecido e jamais encontrado desde 2008. O detive vai à casa dele e, na sala de visitas, durante uma conversa com a “viúva”, percebe que os quadros na parede estão alguns centímetros fora do lugar comparados ao mesmo mural ilustrado em fotos antigas. Se Edgar Allan Poe começou sua história se certificando, “Não me enganei nos meus cálculos”, o mesmo a gente não pode dizer sobre a vilã desse capítulo!
Depois, através de uma foto no site da empresa, Holmes percebeu que a mesa do ex-suspeito (e atual morto da parede) ficava bem em frente ao sistema de ventilação em que os explosivos foram colocados, sendo ele o verdadeiro alvo. Esses mínimos detalhes são o que deixam a história tão envolvente. Uma história de detetive não precisa convencer com fatos mirabolantes, épicos. São os detalhes o grande charme do enredo! E os roteiristas de Elementary estão ficando craques nisso! 😉
Outro detalhe encantou. Havia uma chave no bolso do funcionário assassinado, uma chave de carro, despretensiosa. Claro que não. Uma chave do cofre de banco. Lá, um VHS estava guardado e não era apenas o de um filme ruim. Holmes, o único cidadão da moderna Nova Iorque a ter video-cassete, logo assistiu às fitas de vídeo, que deram o veredicto final: a personagem de Edelstein era uma ex-prostituta que estava sendo chantageada pelo funcionário, para quem “prestou serviços” no passado. Como, por um erro de tecnologia, a bomba não explodiu no tempo programado, ela mesma atirou no homem.
Anos depois, por ironia do destino e uma infeliz casualidade, o equipamento funcionou e matou dois jovens designers. Triplo homicídio, Edelstein. A personagem dela se chamava Heather Vanowen, aliás, mas gosto tanto da sonoridade do sobrenome da atriz, que seguirei com ele.
Para terminar, o “padrinho” que Sherlock havia escolhido – um ex-ladrão de carros, interpretado por Ato Essandoh, de Copper – bateu à porta do detetive (que já tinha tentado se livrar dele) e fez uma proposta tentadora: reabilitado, ele testa a segurança de automóveis, para ver se não poderão ser arrombados. Ele queria a “ajudinha de Sherlock com um modelo que ainda nem estava no mercado”. Ponto para a Watson, que foi quem planejou tudo.
Convidados
As participações especiais desse episódio deram um charme maior ainda. A Lisa é encantadora e super carismática, é sempre gostoso vê-la na tela e ela estava ótima na personagem, que já era ótima por si só. Essandoh estava irreconhecível se comparado ao médico que interpreta em Copper. Estava engraçadíssimo e convincente. Nessas horas, a gente percebe que tão importantes quanto os protagonistas são, também, os atores convidados.
Momentos mais engraçados
O episódio já começou com Holmes em frentes às suas várias TVs – nunca consegui contar quantas – fazendo um jogo de memória e imitando algumas das falas vindas dos televisores. A cara de paisagem da Watson, nessas condições, merece um pause para risadas.
Paisagem, também, foi a cara que a Watson foi obrigada a fazer quando foi apresentada como “minha consultora e empregada doméstica” por Sherlock Holmes aos diretores da empresa de RP. Ele ainda fez um gesto com a mão, como quem diz “Nobody”. Esse humor ácido e debochado é convidativo para as próximas histórias, porque, se na menor das hipóteses, o caso de polícia for ruim, dá para, pelo menos, encarar como série de humor.
E, minha cara Watson, nem pensar em abandonar nosso estimado detetive, hein?! Ele vai ficar de péssimo humor…
–
Antes de encerrar, posso ser paradoxa e dizer que amo a abertura do seriado? Parece Rá-Tim-Bum, da TV Cultura, em que uma coisa vai derrubando a outra, como um efeito dominó. Gostinho de infância!
Hart of Dixie – Achy Breaky Hearts
02/12/2012, 16:09.
Marco C. Pontes
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Se Zade tiver acabado, esse será o último episódio que verei dessa bagaça.
Não há duvidas de que Hart of Dixie tomou a melhor decisão no começo dessa temporada ao colocarem Wade e Zoe juntos. Pouco a pouco, os dois foram basicamente crescendo rumo a um verdadeiro relacionamento, mas Zoe Hart é muito burra e não consegue perceber que a fila que vai ter, cheia de mulheres querendo pegar Wade, obviamente é bem maior do que a de George, ou seja, ela deveria segurar esse macho até quando conseguir.
Por mais que os dois também não tenham ‘terminado’, um distanciamento irá acontecer por causa da nossa querida nugget Zoe, que simplesmente não sabe o que quer. Ou melhor, ela até sabe… E acabou magoando Wade.
Não tiro a razão dela, porém: todo mundo sabe que o coração da pequena pertence a George. E ela realmente já deu motivos para desconfiar que só está com Wade por simples luxúria, não querendo algo mais sério. Mesmo assim, depois de tanto tempo juntos, Zoe já devia ter percebido que Wade não está lá só para ser o fator sensual da série.
O mais engraçado, porém, foram os dois evitando ao máximo George para não terem que contar o que estava rolando, sendo que ele já tinha descoberto à bastante tempo. Wade teve até que participar de um acampamento, ou seja, ele realmente FEZ de tudo para se livrar de George, mas realmente não deu certo.
Da mesma forma que Zoe não queria ver Wade saindo com outras garotas no começo da temporada, Wade também não quer ver George saindo com sua ex-mulher, afinal já teve um tempo em que ela realmente foi A mulher de Wadelicious. Devemos ainda lidar bastante com os ciúmes de Wade daqui em diante, principalmente porque é ÓBVIO que George, mesmo tendo sido um cavalheiro ao pedir a ‘permissão’ de Wade, vai chamá-la para sair em um futuro próximo.
Não havia duvidas de que cedo ou tarde Brick teria os colhões para chamar a namorada para se mudar para Bluebell para que a sessão de fornicação continuasse sem ser no meio virtual. A maior trollagem, porém, foi com a coitada da Magnolia, que acabou aceitando a comida da mulher depois de muita insistência por parte do pai, só para que no final, ela não virasse a mama 2.0.
Aliás, como não amar Lemon tentando fazer Zoe ajudá-la no plano de aniquilar Ruby? O triste, na verdade, é que nem deram dois episódios para os dois se fixarem romanticamente e já arrumaram uma tentativa de traição. E no meio disso tudo, quem ainda continua brilhando é Lemon, que teve todos os insumos para conseguir Lavon de volta, mas continuou só como amiga, ao perceber que era isso que ele precisava no momento. Isto é… No momento.
Revolution – Nobody’s Fault But Mine
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Depois de uma estreia lenta e um tanto duvidosa Revolution conseguiu ter alguns bons momentos durante os nove episódios da primeira temporada. As melhores notas nas reviews do TeleSéries foram dadas para os episódios Kashmir (1×09), Soul Train (1×05) e The Plague Dogs (1×04). Para encerrar o ano de 2012 e segurar a audiência até o retorno da série no dia 25 de março de 2013, Revolution precisava fazer em Nobody’s Fault But Mine o que fez nos três melhores episódios da temporada e mais um pouco. Com a ajuda de Rachel, Aaron, Danny, Monroe, uma meia dúzia de helicópteros e até de Charlie, Miles Matheson conseguiu.
Desconsiderando alguns diálogos desnecessários como a surpresa de Nora ao descobrir que ela e Aaron eram uma armadilha para atrair Miles, Revolution conseguiu desenvolver um bom desfecho para o fechamento da série antes do seu hiato. Outra situação desnecessária no episódio foi a esposa de Neville querendo se sacrificar para que o capitão não fosse obrigado a soltar a família e os amigos de Miles. Vai procurar uma causa mais nobre para ser mártir, vamos combinar.
Apesar de alguns percalços a linha central de Nobody’s Fault But Mine foi bem desenvolvida e focou no relacionamento de Miles e Monroe. Os flashbacks mostraram desde o início cenas com pesada carga emocional para mostrar como a ligação dos dois era forte e como o reencontro tinha tudo para ser uma grande surpresa. Se Miles se demonstrava contrário às atitudes de Monroe, ao mesmo tempo tinha medo de fraquejar e escolher o antigo amigo no lugar da sua família. Monroe por sua vez esperava conseguir trazer Miles novamente para o seu lado, no comando da Milícia.
O mais intrigante em Monroe é que ele já foi um dos bonzinhos. Apareceu nos flashbacks chorando a perda das irmãs e se mostrando o melhor amigo de Miles. O mundo pós-apocalíptico afetou a pessoa que era Monroe e agora ele se transformou em um homem que destrói famílias inteiras. Vale lembrar que uma parte desse lado ruim de Monroe chegou a dominar Miles por algum momento. A proximidade dos dois cresceu desde a infância e Monroe ficou próximo da família Matheson, até chamou Charlie de Charlotte. Demonstrou novamente como conhecia muito bem a família de Miles. Melhor até que os espectadores, pois não lembro do nome real dela ter sido revelado antes na série.
No final das contas foi Miles quem titubeou na hora de matar Monroe e ao contrário do amigo, o general da milícia ordenou a morte de Miles no primeiro momento em que teve o controle da situação. Sorte que Miles (como um gato!) conseguiu fugir. Mesmo assim, Miles perdeu uma ótima oportunidade de evitar o ataque dos helicópteros que foram atrás do grupo dele no final do episódio. O enfrentamento entre os M de Milícia não foi surpreendente, impactante mesmo seria se Miles matasse Monroe e Neville assumisse o controle da Milícia, mas foi pesado de carga emocional justificada pelos flashbacks durante o episódio. A passagem mais marcante é quando os pequenos Miles e Monroe desenham um M nos braços, o esboço do futuro logo da nova República.
Mesmo Miles não tendo nos surpreendido, ele saiu no lucro no final das contas. Além de recuperar Danny, Charlie, Aaron e Nora, trouxe Rachel de bônus. Isso se eles conseguirem sobreviver ao ataque de helicópteros. Bem que Rachel podia ter programado alguma forma do amplificador de energia funcionar somente por um período curto de tempo e se autodestruir depois. Melhor seria impossível. No entanto, enquanto a vida não vira um moranguinho Revolution deixa um problema bem grande para ser resolvido no próximo episódio e acredito que o cliffhanger funcionou para manter a audiência alerta para a volta da série daqui há quatro meses.
Revolution deve seguir trabalhando com a briga entre a Milícia e os Matheson, uma relação complicada. Em Nobody’s Fault But Mine o relacionamento de Monroe e Miles preocupou até outro personagem que já estavam dando saudade na série. Os primeiros episódios de Revolution foram marcados por boas participações especiais, e ainda tem mais por vir nessa temporada, mas a melhor participação especial apareceu pela primeira vez em No Quarter e repetiu em Nobody’s Fault But Mine. Mark Pellegrino aparece novamente na pele de Jeremy Baker e em um bom diálogo com Monroe questiona o que o general vai fazer quando encontrar Miles. Monroe dá a desculpa de que queria Miles vivo porque ele poderia saber algo sobre a energia elétrica. Mas se Miles soubesse algo porque não teria revelado nada para Monroe quando eles ainda eram amigos? A desculpa realmente não colou, tanto que Baker diz que Miles era ruim em matemática, então o que ele saberia de engenharia elétrica? Ri muito.
Nesses dez episódios da série os personagens cresceram bastante e Charlie, Aaron e Danny já nem são mais tão irritantes. Ri muito da cara do Danny vendo Charlie derrubar o soldado da Milícia. Miles foi o herói da trama e consequentemente o personagem que mais cresceu e se modificou como pessoa. Desde o início ele foi a figura mais interessante da série e o personagem só cresceu. Miles começou Revolution como um personagem solitário e frio e terminou enfrentando a milícia para salvar a sua família. Só dentro de Miles já podemos acompanhar uma revolução.
Charlie se apegou muito ao tio durante esse período de convivência, principalmente pela exigência emocional que essa fase significou. As caras de Charlie para Miles em Nobody’s Fault But Mine pendiam do emocional para o cômico, principalmente quando ela faz aquela cara de “Miles, o meu herói”. A cena em que ele aparece saindo da usina em meio a pó e fumaça e Charlie sorri de alívio foi certamente a mais engraçada e até virou meme na página oficial da série no Facebook: “Run, you idiot!”
Já Rachel reencontrou uma filha desconfiada com o passado da própria mãe, quando na realidade o passado mais nebuloso ainda é o de Miles. Rachel inclusive questiona Charlie se Miles não a machucou. A melhor parte nesse triângulo familiar foi o tapa certeiro que Rachel acertou em Miles e ele provavelmente concorda que o merece.
Apesar de ter se afastado de seus filhos e deixar eles acreditarem que ela estava morta, Rachel defende suas crias muito bem. Depois de matar o colega cientista Dr. Jaffe, foi a vez do temido Strausser morrer nas mãos da mamãe Matheson. Que a Rachel é dura na queda nós já tínhamos percebido, mas até a cientista se assustou quando soube que Aaron seria o responsável por libertá-los da usina macabra da Milícia. Aaron precisou superar o trauma de se sentir inútil no mundo atual, agravado neste episódio pelo asqueroso capitão Neville, e salvar seus amigos. O homem do Google teve que achar uma forma de acender o pavio da bomba que abriria caminho para seu grupo fugir da milícia. A mesma situação apareceu em um dos flashbacks que mostrou a vida de Aaron logo após o apagão, quando a mulher dele tentou ajudá-lo até a acender o fogo.
Foi com a superação dos seus personagens que Revolution encaminhou um episódio digno antes de entrar em um hiato de quatro meses. Billy Burke deixou na memória o papel de pai da Bella Swan na saga Crepúsculo para mostrar que rende um ótimo protagonista. Em seu retorno em 2013, a série de Eric Kripke vai precisar de muito mais fôlego para garantir, além de um ótimo fechamento de ano, uma segunda temporada. Apesar do apagão a série vai precisar de muita energia para vingar seu mundo pós-apocalíptico.
Retrospecto
Revolution estreou batendo recorde de melhor estreia de drama dos últimos três anos e logo teve uma temporada completa confirmada pela NBC. O episódio piloto atingiu mais de 11 milhões de espectadores e 4.1 pontos na faixa de público preferencial, entre 18 e 49 anos. Nos episódios seguintes a série manteve uma média de audiência em mais de 8 milhões de espectadores e os pontos na faixa demográfica giraram na casa de 3.1. Nobody’s Fault But Mine encerrou atingindo 8.7 milhões de espectadores e porcentagem de 2.9 na faixa demográfica.
PS1: No Brasil a série estreou no dia 4 de novembro pelo canal Cinemax e a série segue em exibição.
PS2: Revolution é uma das concorrentes do People’s Choice Awards 2013. Você pode votar direto no site do evento.
Hawaii Five-0 – Wahine’inoloa
29/11/2012, 23:10.
Anderson Narciso
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Que Hawaii Five-0 está mantendo sua qualidade de sempre todos nós já sabíamos. Mas parece que agora, os telespectadores americanos voltaram a dar atenção especial para nossa série. O episódio desta semana, colocou a série no topo novamente, garantindo na prévia mais de 10 milhões de telespectadores e demo de 2.3 de audiência. É para comemorar.
E o episódio desta semana foi excelente, diga-se de passagem. Gosto dos episódios que misturam sequência de histórias fixas com o já habitual procedural. O caso da semana envolveu Steve e a equipe em um assassinato bem misterioso. O morto acaba sendo ligado a uma médica e McGarrett desde o início suspeitou dela. Confesso que eu estava encantado demais (e você aí marmanjo tenho certeza que também estava) pela médica, para poder acreditar que na verdade ela era uma cafetina, e que estava envolvida no assassinato do rapaz que descobriu toda esta rede de prostituição, e estava chantageando os milionários que pagavam para ter suas “sessões de terapia”.
E foi a partir deste caso que Steve e Danno voltaram a ter suas velhas “discussões”. E que nós adoramos. É Steve trocando o pneu e o Danno falando. É o Danno percebendo uma tensão provocativa entre Steve e a médica… Aliás, até o Steve sentiu uma atração por ela. Na cena do café isso ficou bem claro. Mas me diz, qual homem não sentiria? Linda demais ela. Ok ok.. voltando! Mas é de cenas das discussões hilarias de Steve e Danno que gostamos, e elas fazem parte do segredo do sucesso de H5-0. É ou não é?
Chin e Kono mais uma vez de escanteio neste episódio. Eu acho isso um completo absurdo. Eles tinham de ter o tanto de importância que Danno e Steve tem tido ultimamente. São personagens tão excelentes quanto. Apesar de ter ouvido que nos próximos episódios os dois serão destaques, tenho achado Chin bem apagadinho desde a morte de Malia. Está na hora dos dois retornaram as boas história de sempre, não acham?
Uma outra história que ganhou destaque foi envolvendo Doris. Isso porque Channing retornou e acabou contando com a ajuda de Catherine para investigar um homem do passado da mama McGarrett. Na verdade, ele foi uma possível vítima de Doris no passado, mas parece ter sobrevivido, e agora retornou para vingança. Mas nesse meio todo, o que mais me irritou, é Steve só recorrer a Catherine ultimamente para quando ele precisa de algo. Poxa, uma mulher linda daquelas, e o Steve fica fazendo isso, sacanagem. Tudo bem que, uma cena ou outra, temos troca de carinho entre eles. Mas o que parece, é que ele só está com ela, porque precisa dela. Não me espanta, Catherine concordar com Doris em não contar nada para Steve sobre a perseguição e sobre a cena de tortura que Cath presenciou. Aliás, Doris provou não ser mole não. Depois desta cena, tenho medo do que ela possa causar nesta ilha, e até com Wo-Fat que anda meio esquecidinho na trama.
Excelente episódio, e palmas para os roteiristas, que conseguem semana após semana, fazerem episódios de qualidade.
Ps1: Se quiserem retornar com a cafetina em algum futuro episódio, os marmanjos agradecem.
Ps2: Quero mais cenas da Catherine tomando sol e na piscina. Porque temos de aguentar sempre o Steve sem camisa?
Ps3: Um abraço para Revolution que está caindo na audiência, enquanto nossa H5-0 se recupera.
The Walking Dead – When the Dead Come Knocking
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
No penúltimo episódio de 2012 The Walking Dead seguiu o caminho da vitória. When the Dead Come Knocking não foi um dos episódios mais impactantes da temporada até agora, mas foi bem conduzido. A chegada de Michonne ao presídio e o encarceramento de Maggie e Glenn em Woodbury conduziram a história do sétimo episódio da terceira temporada.
Enquanto Michonne tinha a vida salva por Rick e Carl, foi recebida no presídio e teve seu ferimento tratado por Hershel, Maggie e Glenn recebiam uma recepção bem diferente. Os verdadeiros prisioneiros foram feitos não no presídio e sim em Woodbury, onde os moradores ainda acreditam que vivem felizes na Vila Mágica dos Smurfs.
Merle e o Governador se tornaram vilões ainda mais asquerosos e já perceberam que a galera do Rick é forte. Somente com dez pessoas tomaram um presídio infestado por zumbis e Glenn já não é o garoto assustado que Merle conheceu. Além disso, Glenn foi amarrado, torturado e forçado a mesmo amarrado se defender de um zumbi faminto. Maggie escutou o companheiro apanhando na sala ao lado e teve que aguentar o assédio e a chantagem do Governador. Mesmo assim foi preciso apelar para o emocional e ameaçar a vida de Glenn para conseguir fazer Maggie falar sobre a localização do seu grupo.
O momento feliz do episódio foi o encontro de Rick com Carol. Finalmente Rick recuperou o “velho Rick” de dentro de si mesmo e voltou a liderar o grupo com propriedade. Deve ter dado graças a Deus pela volta de Carol, uma mulher experiente para cuidar do seu nenê. Rick também reconheceu a retaguarda que Daryl lhe deu durante seu momento pancadão. Nada como ter amigos desse nível em meio a um mundo apocalíptico tomado por zumbis.
Seguindo na parte feliz do roteiro de The Walking Dead, Carl finalmente escolheu o nome da irmã e não foi nenhuma sugestão anterior que homenageasse uma das perdas femininas do grupo. Carl se inspirou na sua professora da terceira série, Sra. Judith Mueller, para batizar a irmã. Não entendi tamanha afeição pela professora, mas esse trecho do episódio poderia estar inserido em outra série como Parenthood ou Brothers and Sisters e ninguém notaria a diferença, a não ser pelos vários banhos atrasados dos dois participantes do diálogo.
Outro personagem que me chamou a atenção no episódio foi Hershel. Lembrei que quando ele estava à beira da morte e quase virou um zumbi pensei que ele fosse abandonar a série e achei mesmo que o personagem não faria falta. Agora, mesmo manco, ele segue importante no grupo e não consigo ver a trama do povo do presídio seguindo sem uma figura como ele. O roteiro de The Walking Dead não tem errado em praticamente nada nesta temporada.
O tempo passa, o tempo vôa, o Bamerindus já quebrou faz tempo e a Andrea não acordou e segue pensando que é a Smurfette da Vila Mágica dos Smurffs. Está perdidamente apaixonada pelo Governador, não pode mais trabalhar no muro protegendo a cidade e agora teve que participar de uma das bizarras experiências de Milton. O cientista e o Governador tinham esperanças que os errantes após se transformarem mantivessem na memória fatos de quando ainda eram pessoas normais. Apesar disso, Andrea segue achando tudo lindo e nem desconfia que dois antigos amigos dela estão presos e sendo torturados bem a seu lado.
Com o encontro eminente com a turma do presídio o Governador questionou a fidelidade de Merle, considerando que seu irmão está no grupo do presídio. Daryl foi um dos personagens que mais mudou durante sua trajetória na série e mesmo sendo Merle o seu irmão não acredito que ele vai concordar com o que está sendo feito em Woodbury. Também não convence a vontade de Merle encontrar Daryl por saudade do irmão. Acredito que Merle mantém uma mágoa ainda maior por Daryl do que por todos os outros que o abandonaram aos zumbis ainda na primeira temporada da série.
Além da batalha psicológica entre irmãos, a guerra entre o pessoal do presídio e a força de Woodbury vai virar física no próximo e último episódio de 2012 de The Walking Dead. Intitulado Made to Suffer o oitavo episódio da terceira temporada da série encerra as apresentações zumbis no ano e tem tudo para ser um belo presente de natal antecipado para os fãs.
Enquanto o Governador prepara um grupo para ir até a prisão, Rick e sua turma já estão à espreita na Vila Mágica dos Smurffs e o confronto tem tudo para causar alvoroço na cidade. Além de Merle reencontrar Daryl, Andrea vai rever seus antigos amigos pelo outro lado da cerca e talvez seja a última chance da moça abandonar o lado negro da força. Quem não estiver ansioso para a próxima semana é porque não gosta de um presente natal, ou já virou zumbi há muito tempo.
PS: Qual foi a viagem do carinha da cabana pra querer chamar a polícia?
Bones – The But in the Joke
27/11/2012, 22:47.
Maria Clara Lima
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Qual a nota desse episódio? A primeira coisa que pensei quando ele acabou. Tenho que dar uma nota, mas não é uma nota ruim… Mas não foi um episódio ícone, inesquecível… É tenho que dar uma nota mais ou menos. Mas o episódio não foi mais ou menos, foi bom, engraçado, divertido. Não vale cinco estrelas, mas não chega a ter menos mérito.
The But in the Joke foi o extra mais ‘leve’ da temporada, mostrando que o conceito “crimédia”, reinventado pela série, tem muito potencial. Mórbido, eu diria, mas tem. Quem diria um assassinato poderia ser engraçado? Ah, quem conhece a série sabe muito bem que há um quê de humor na morte.
A história do comediante que foi morto por causa de um ato nada engraçado me surpreendeu. Primeiro pela abertura diferente, acho que quem ler meus devaneios deve saber que eu admiro muito quando Bones pensa fora da caixa, da forminha de bolo, que mesmo gostoso, pode ter um tempero especial.
O Zed também foi uma história bacana, porque ele não fazia parte da confusão do morto, e ainda teve sua própria confusão com a chinesinha.
Palmas para o extra número três.
Altos
Conhecendo bem os personagens, nada mais apropriado do que escalar o Fisher para um episódio como esse. Humor negro é com ele mesmo!
Além disso, o Sweets foi realmente uma boa ajuda traçando o perfil psicológico dos comediantes. E as piadas do squint não foram tão ruins assim.
Já a Angela, ela vai de diva para vadia numa trocada de letras. Apesar de ter achado desnecessário o tal beijo, gostei de ver um pouco mais de Hodgela. Essa história da Angie querer ser artista novamente está me dando um pouco de agonia, confesso. Mas uma agonia boa, com potencial para drama.
Gostei também do elenco desse episódio. Todos estavam afiados em seus papeis. O tal Zed robou a cena.
Mas tenho que confessar que o que eu mais gostei aqui foi o Booth engraçadinho. Eu adoro o lado cômico do Boreanaz desde Angel. É gratificante ver ele saindo um pouco da seriedade do Booth. Gostei mesmo.
E para coroar. Emily Deschanel. Vou colocá-la como ponto alto do episódio em todas as review de agora em diante. Porque ela é o que ela é, e sem desculpas.
Baixos
Não vejo nada de muito ruim. Talvez uma piada ou outra. Mas o episódio cumpriu o seu papel e é isso o que importa.
Para não falarem que eu estou puxando a sardinha pra série, apesar de ser completamente justificável pelas circunstâncias da produção do episódio, eu sinto falta da Christine, e do Michael Vicent também. Para que colocar crianças no mundo se elas nem aparecem na televisão?
Parenting Guide is Advised. (Sim, essa foi a minha piada. Agora podem morrer de rir!)
The But in the Joke
Agora estamos quase lá. Quando no episódio 150, oito anos e meio de estrada, e mesmo assim é possível sentar na frente da televisão e desfrutar de um bom episódio.
Sabe quando reclamamos dos fillers? Aqueles infames episódios que são enfiados na temporada só para cumprir o número exigido pela produção? Pois é, esse episódio mostrou que com um pouquinho de esforço, você pode fazer um episódio mediano ser muito bom.
Estamos quase lá. Perto de uma marca histórica. Uma centena e tanto de episódios e Bones ainda consegue atrair quase oito milhões de telespectadores. Não estou me gabando nem nada, até porque não há nada de espetacular em uma audiência desse tamanho, mas o espetacular é essas oito milhões de pessoas lá nos Estados Unidos e outras tantas ao redor do mundo podem compartilhar uma coisa em comum: a risada da Emily Deschanel.
A melhor frase do episódio vai paa o Fisher. “Odeio quando os mortos falam”. Ri muito.
Revenge – Lineage
27/11/2012, 22:04.
Mario Madureira
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Em 2006, Amanda Clarke estava fazendo um serviço sujo para Takeda, Ashley estava trabalhando como mulher da vida, o pai de Jack estava tentando lidar com um fornecedor, Nolan estava enfrentando uma crise com o seu namorado e Victoria era assombrada pela mãe que não via a mais de 35 anos. O melhor Ação de Graças em estilo Revenge, não acham?
Pois bem, sempre achei que Ashley tinha um passado obscuro e ainda acho que ela está envolvida com algo mais barra pesada. Mas também acredito que esse encontro de Amanda com Ashley, tenha no mínimo, causado um pouco de desconfiança da parte de Ashley, não acham? Por que uma mulher como Amanda estaria envolvida com um traficante de mulheres? E de repente, anos depois, ela aparece em Hamptons e se apaixona pelo filho de sua patroa? Tem coisa errada aí.
Não confio no Aiden. Não gosto do Aiden. E nem o sotaque dele me ajuda a tentar, no mínimo, acreditar nas palavras dele. Sério, pessoal, eu tento. Eu juro que me esforço para conseguir alguma simpatia com ele, mas eu não consigo. Eu não confio nele e não acredito que ele esteja somente querendo ajudar Amanda. Takeda deve ter lhe passado algumas instruções que de algum modo, vão afetar o grande plano de Amanda em se vingar da família Grayson. Apesar de tudo, achei interessante sua história em busca de sua irmã, mas não desconfiava que Takeda estivesse envolvido nisso também. Resta saber como Amanda se encontrou com Takeda.
Em relação ao pai do Jack, sempre achei que ele fosse trambiqueiro, mas eu nunca cogitei a possibilidade de ele ter participado de algum assassinato! E justo a morte do pai do senhor Ryan, que está tentando ter a sua vingança com a família Porter. E eu pensando que era somente Amanda que estava fazendo vingança nessa série. Essa história não vai dar certo e espero que não seja o Jack o homem que estava boiando no futuro próximo. Ah! E queria deixar registrado que adorei rever o Sammy!
Agora, o meu querido Nolan que certamente deve ser preparar para a grande bomba que está chegando a sua vida. O seu ex-namorado está indo trabalhar para a empresa que quer derrubar ele e provavelmente está pronto para se vingar por ter sido demitido e retirado de sua vida. E todos pensavam que Nolan está mais relaxado nessa temporada, mas ele é um dos personagens que está mais sofrendo, já que seu pai morreu e ele está prestes a perder a sua atual namorada se depender do novo chefe financeiro do Daniel.
E finalmente, para os civis, a rainha do Hamptons, para os mais íntimos, o sucúmbio demoníaco, recebam na review, a esbelta Victoria Grayson! Simplesmente adorei conhecer sobre o seu passado e como ela se tornou essa pessoa fria e muitas vezes sem coração. O interessante aqui é percebermos que o que nos torna como humanos, é a educação dos nossos pais. Quando essa ligação materna ou paterna é quebrada, temos consequencias na formação da pessoa. Como exemplo, temos Amanda que resolveu deixar o seu passado para trás. Acho que uma pessoa que obriga a filha a matar um flerte, certamente não é uma pessoa capaz de criar uma criança. Quer algo mais difícil do que ouvir de sua própria mãe que ela nunca quis que você nascesse? É difícil e acredito que Victoria foi forte o suficiente para colocar todo o seu amor para fora de sua mãe. “Vadia vingativa” é você, Marion! Somente nós que podemos chamar a Victoria assim!
Como homenagem ao episódio flashback, não usei ‘Emily’ ao me referir a Amanda na review desse episódio! E se preparem, pois haverá uma grande sabotagem e muitas revelações no próximo episódio de Revenge! Como diria Amanda, essa é uma jornada sem fim.
Once Upon a Time – Into the Deep
26/11/2012, 23:03.
Mario Madureira
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Não basta Once Upon a Time ser uma série nostálgica e maravilhosa em termos de enredo. Ela também tem que te deixar na fossa depois de você ver a cena em que Charming e Snow não podem ficar juntos, mesmo ambos querendo. Chega a ser uma maldição esse relacionamento, pessoal! Eles ficam juntos por um tempo mínimo e logo em seguida são separados, e quando se reencontram é em condições difíceis. O que é pior do que ver a pessoa amada e não poder tocá-la? Charming e Snow sabem bem disso, e como em Once Upon a Time, o amor é difícil e complicado, o nosso querido Encantado está preso na maldição do sono. Lado bom da história: quando eles se reencontrarem e forem dormir, ao menos poderão ficar juntos no sono também, não é?
E para aqueles que estavam achando que aquelas pessoas que estavam sem o coração eram zumbis, estão completamente enganados. Como sabemos, quando você retira o coração da pessoa, você passa a controlar ela e isso foi o que aconteceu com todos aqueles civis que atacaram as panteras. Mas vale ressaltar que essa história de roubar coração é algo complexo, pois ele pode ser controlado por qualquer pessoa e não apenas aquela que roubou. E você também não precisa ser bruxo para fazer isso, afinal de contas, Hook conseguiu roubar o coração de Aurora facilmente. Resta saber como ele fez isso sem magia.
Achei ótimo o episódio, definitivamente, e não por que eu sou um admirador e shippo Snow com Charming, mas pelo fato de Edward e Adam terem explorado a maldição do sono que, como vimos, foi à grande jogada do episódio inteiro. A comunicação entre os mundos por meio de um único mundo. E cá entre nós, essa história de vários mundos está dando o que falar, não acham? Agora sabemos que o Sugador de Almas manda as almas roubadas para outro mundo. O que exatamente isso possa significar? Tenho certeza que não foi somente o Príncipe Phillip que teve sua alma roubada. E ainda me arrisco a chutar que alguém do passado de Mulan teve sua alma arrancada, pois ela tinha ciência da criatura quando ela veio a tona.
Voltando para o episódio, creio que tivemos uma breve perspectiva tanto de Aurora, quanto de Henry, no quesito de heroísmo. Sabemos que ambos são personagens que são amados e protegidos por outros, mas é bem aquela história da Bela. Todos querem a sua independência e querem ajudar a salvar o dia como qualquer outra pessoa heroína, afinal de contas, se você mora em Storybrooke, você é um lutador e tem um história amorosa cheia de tragédia e tristeza. Mas não estou sendo irônico nesse quesito, pois de certo modo, isso é um reflexo do que somos, certo? Não temos um grande histórico de decepções amorosas? Como lidamos com isso e a que ponto estamos dispostos a lutar por isso? Henry e Aurora arriscariam as suas vidas, mas eles não são os únicos. E ainda questiono um grande fator: Mulan passará o resto de sua vida protegendo Aurora a pedido de Phillip? Eu sei que o amor leva a loucuras, mas será que também leva a eternidade?
Cora como sempre aparece divando e seu sarcasmo e ironias fazem parte de sua grande divindade e espírito de porco. Chupem essa haters! Mas a grande questão é que não é só o amor que move Once Upon a Time. Juntamente com o amor, a vingança dança uma eterna e oposta dança que passa pelas vidas desses personagens que sempre estão em busca de algo. Cora não descansará enquanto não conseguir entrar em Storybrooke, da mesma forma que Hook. Será que eles conseguirão agora que estão manipulando Aurora? Será que o grande mal está chegando a Storybrooke e a grande batalha começara na pequena cidade localizada em Maine?
Gostaria de ressaltar que adorei as frases cômicas da Emma como ‘o que diabos você está fazendo aqui?’. Nossa pequena esperança tentando entender como é ser uma princesa é a coisa mais engraçada da parte dela. E algo que também gostaria de comentar, sabemos que Emma é a personagem principal, mas se vocês forem perceber isso acontecia, pois ela estava em Storybrooke e não sabia da maldição. Será que agora que ela sabe, o enfoque não será mais nela? Pois, como podemos perceber, o enredo se tornou mais complexo a partir daqui e não envolve apenas Emma.
Queridos oncers, o próximo episódio vai explorar o passado da Rainha de Copas ou Queen of Hearts e sua terrível e eterna briga com Regina. Dizem rumores que ela é Cora. Será que isso é verídico? Até a próxima review, pois eu sei que vocês sempre vão me achar!
The Voice Brasil – Semifinal IV
25/11/2012, 18:27.
Gabriela Assmann
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Como falei na primeira review, não me estenderei muito já que hoje tivemos dois programas. A review da primeira parte você pode conferir aqui.
Pois bem, se a primeira parte do programa tinha sido de injustiças, a segunda foi de corrigí-las quase totalmente.
Infelizmente o primeiro duelo já colocou duas grandes candidatas concorrendo a apenas uma vaga. Quésia Estácio e Mira Callado foram bem e em uma disputa acirrada Mira levou a melhor com 54 % dos votos. Reconheço o talento da Quésia, mas fiquei feliz pelo resultado. Gosto muito mais do estilo brasileiro de cantar da Mira do que do estilo americanizado da Quésia.
A única injustiça se deu, na minha opinião, com a eliminação da Karol. Acho ela bem mais cantora do que o Júnior, ainda que ele não seja de todo ruim. Confesso que fiquei surpresa, até porque acho que nenhum dos homens que restam na competição são páreo pra maioria das mulheres que continuam no jogo.
Já a batalha entre Gabriel e Marquinhos foi o momento de lavar a alma. Eu não via a hora da eliminação desse guri arrogante. E não podia ser por pouco, tinha que ser escorraçado com ele foi. Aquele episódio da desgraça que ele fez em Billie Jean e que culminou com a eliminação da Luiza e o bafão com a Preta Gil mostraram que ele não tem um pingo de humildade, além de cantar super mal. Depois de destruir Hey Jude eu não esperava menos. E deu pra ver que ele ficou surpreso com a eliminação e que o Lulu não curtiu, já que defendia ele com unhas e dentes. Até achei ruim e meio nada a ver com ele a música que o Marquinhos cantou, com dedo do Lulu, claro. Sorte que não deu certo a tática do Lulu pra fazer o Gabriel continuar. A única parte ruim é que o Leifert, ao falar com ele, não perguntou nada sobre o índice de rejeição. Nessa hora eu queria o Bial.
Pra finalizar o programa tivemos Gustavo x Ana Rafaela. Novamente achei que o resultado foi o mais justo. E fico feliz que os dois bonitinhos (Gabriel e Gustavo) tenham saído logo, antes que crescessem na competição. Esse perfil tende a ir crescendo, comendo pelas beiradas, e no final vai ficando cada vez mais difícil eliminá-los.
Para finalizar algumas observações mais gerais sobre o programa: 1) Parabéns pra produção do The Voice Brasil que tá mandando ver nos cenários, ao vivo, fazendo as trocas muito rapidamente.
2) Acho o formato meio equivocado. Parece que os candidatos só cantam porque é um programa de canto ou pra cumprir tabela. Porque é tão rápido que talvez nem dê tempo da cantoria do dia influenciar o resultado.
Nuvem de Séries
24 30 Rock 90210 American Horror Story American Idol Arrested Development Arrow Battlestar Galactica Bones Breaking Bad Brothers and Sisters Castle Chicago Fire Chuck Community Criminal Minds CSI CSI:Miami CSI:NY Damages Desperate Housewives Dexter Doctor Who Downton Abbey Elementary ER Friday Night Lights Friends Fringe Game Of Thrones Ghost Whisperer Gilmore Girls Glee Gossip Girl Grey's Anatomy Grimm Hart of Dixie Heroes Homeland House How I Met Your Mother Law & Order Law & Order: Special Victims Unit Lost Mad Men Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D. Medium Modern Family NCIS New Girl Once Upon a Time One Tree Hill Parenthood Parks and Recreation Pretty Little Liars Prison Break Private Practice Psych Pushing Daisies Revenge Samantha Who? Saturday Night Live Scandal Scrubs Smallville Smash Supernatural Terminator: The Sarah Connor Chronicles The Big Bang Theory The Following The Good Wife The Mentalist The New Adventures of Old Christine The O.C. The Office The Simpsons The Sopranos The Vampire Diaries The Walking Dead The X Files True Blood Two and a Half Men Ugly Betty Veronica Mars White CollarCategorias
- 15 Razões (24)
- Audiência (70)
- Biblioteca de Séries (1)
- Borracharia (21)
- Colírio (5)
- Conexão (14)
- Entreatos (16)
- Estilo (31)
- Ficção (séries virtuais) (29)
- Gastronomia (67)
- Ligado no Streaming (30)
- Memória (26)
- Opinião (558)
- Séries & Eu (6)
- Sintonia (11)
- Sobre o TeleSéries (72)
- Spoilers (578)
- TeleRatings (314)
- TV Brasil (2,638)
- Comic Con (84)
- Novos Pilotos e Séries (1,403)
- Participações Especiais (991)
- Programação EUA (571)
- Upfronts (44)































