TeleSéries
The Voice Brasil – Semifinal VI
09/12/2012, 19:26.
Gabriela Assmann
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
O programa de hoje foi pra dar dor no coração, heim? Por dois motivos especialmente. O primeiro é que algumas canções foram simplesmente assassinadas pelos participantes, caso de Liah Soares que estragou “Se você pensa” do Roberto Carlos e de Junior Meirelles que destruiu Lilás do Djavan. Pelo menos este último foi eliminado. A inconstância da Liah me incomoda. Numa semana é uma obra prima, como ela fez com Asa Branca, na semana seguinte é um lixo. Se ela não estivesse no time mais fraco de todos já tinha sido mandada embora eu acho. E curiosamente as apresentações mais fracas são sempre as do time do Daniel.
E o segundo motivo que me fez quase derramar lágrimas de tristeza foi que chegou o dia mais temido. Sabíamos que chegaria uma hora que alguém muito bom do time do Brown teria que ser eliminado, já que o time dele era todo muito bom e eis que este dia chegou. Era praticamente impossível fazer a escolha e pela primeira vez senti verdade naquele teatro todo que o Carlinhos fez, porque eu no lugar dele também teria muitas dificuldades. No meu gosto pessoal teria ficado a Mira e a Ludmillah, mas eu sei que qualquer uma que ficasse estaria bem escolhida. Só acho uma pena o Brasil perder uma artista da grandeza da Mira Callado. Ela é completa. É com tristeza que me despeço da Mira e desejo um futuro brilhante pra ela. E se algum rico ou dono de gravadora estiver lendo eu IMPLORO. Contratem a Mira!
No time da Cláudia Leitte de novo a Thalita gritona se safou. Até quando, gente? Me chamem pra ir lá dar uns gritos que eu vou, de boa. Ok que a Ana Rafaela era limitada e não fazia frente, mas hoje foi melhor. No entanto, o que mais me preocupa nisso tudo é que a porcentagem de votação da Ju Moraes diminui muito. Dos 51% contra três candidatas ela caiu pra 41% contra só duas. Eu sou #TeamJu e não nego, portanto to mais é torcendo pra que semana que vem a galera se puxe, porque to achando que Ellen, Liah e Maria Cristina preocupam. Tava achando que o caminho da Ju ia ser mais fácil. Triste again.
Do time do Lulu não tenho muito o que falar não. Acho um time fraco, também. Maria Cristina é boa, mas superestimada. Marquinho não me cativa e Késia é um poço de arrogância. Hoje ela teve a audácia de dizer que não sabia por que não foi escolhida e ainda disse que era uma diva. Oi? Humildade cadê? Maaas, o Marquinho desafinou horrores e a essa altura da competição não dá. Foi a escolha correta.
Já to finalizando, mas não posso deixar de comentar a bagunça que tá esse programa. Como assim uma final com 8 participantes? Deviam ser 4. Sem contar essa bagunça do programa ser cada semana em um horário. Tá parecendo SBT. Falta de respeito com o telespectador.
E ainda, pra completar, ouvi falar que semana que vem os jurados escolhem 4 para só daí o público entrar em ação e votar. Se for isso mesmo acho bem injusto. Já era hora do público – e só ele – escolher. Fazendo apostas acho que se a final for por escolha do público será Liah x Ju Moraes x Maria Cristina x Ellen. Se for pela escolha dos jurados eu tenho minhas dúvidas. Lulu gosta muito de Késia e Claudinha tá arratando Thalita há anos. Deixo essas duas vagas em aberto pra apostar, embora ache que vai ser uma burrice sem tamanho a Cláudia não passar a única candidata dela que tem chances reais de vencer.
Por fim, o programa de hoje foi o mais fraco de todos. Espero que a final melhore e que não se cometa uma injustiça. O prêmio do The Voice Brasil é bom demais pra cair nas mãos de um Danilo Dyba da vida, embora ele cante direitinho. Juro que se até no The Voice Brasil ganhar um sertanejo eu me aposento dos realitys musicais.
PS: o que foi aquela apresentação do Carlinhos? Acho ele um baita artista, mas essa música não rolou.
PS 2: porque todos os sertanejos não são como o Daniel que CANTA? Naquela época em que o Daniel bombava o mundo era um lugar melhor pra se viver.
Chicago Fire – Leaving the Station
09/12/2012, 12:32.
Maísa França
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
De todos os episódios dessa primeira temporada da série, Leaving the Station foi o que eu menos gostei. O ritmo do episódio não foi dos melhores por conta do drama de quase todo mundo do departamento: Mills, Casey, Severide, Shay, Dawson, . Achei muito drama pra pouco episódio e o único realmente justificável é o de Mills.
O novato Petter Mills se deparou com sua primeira morte chocante em um dos resgates. Quando um acidente envolve um trem o que esperamos a não ser ver corpos em cenas não muito agradáveis? Mills tinha esperanças de que, como a primeira vítima, a segunda também estaria viva mas se deparou com a situação contrária a sua frente e isso fez com que o novato fosse o centro das atenções do episódio. É certo que todo bombeiro já passou por isso e a solidariedade e preocupação dos companheiros com Mills foi algo bonito de se ver. Já a preocupação da mãe do rapaz foi meio irritante e a ceninha que ela fez com o Chief Boden dizendo que Mills não retornaria foi desnecessária apesar de compreensível.
Casey tá dando um tempo da namorada insuportável de novo após o desentendimento sobre paternidade. O moço quer um filho e ela fica fazendo doce. Por favor, né? Enquanto isso, Dawson já vê na situação uma nova oportunidade (quem não veria, né?). Casey faz uma visita ao túmulo do pai morto há 15 anos e ao que tudo indica o relacionamento dele com a irmã não é dos melhores mas não farei conclusões precipitadas porque a moça voltará a aparecer.
Durante um dos resgates Severide deixa transparecer seu problema com o braço e algumas pessoas conseguem perceber a dificuldade que ele tem durante o salvamento. Boden percebe o sofrimento de Severide e já o coloca contra a parede ao dizer que se o problema persistir ele deverá fazer um raio-x pra se certificarem de que não é na da grave. Vamos esperar…
O humor do episódio fica por conta de Mouch e sua luta contra os canadenses que estão visitando o departamento. Cenas e diálogos engraçados mostraram o ódio dele contra o Canadá.
Dawson, a nervosinha, quase se mete em encrenca mais uma vez ao suspeitar que uma das vítimas que ela e Shay resgataram estava sendo envenenada pela própria mãe e só cai em si quando Boden lhe dá uma bronca. Enquanto isso, Shay tem que lidar com Clarice, que agora mora em sua casa e que não sabe muito bem o que quer da vida. A recaída que eu tanto apostava (ainda) não aconteceu e Shay foi relativamente forte ao conseguir fazer com que a moça voltasse para o marido mas acho que ela voltará em alguns episódios com o filho no colo.
Gossip Girl – Save the Last Chance e It’s Really Complicated
07/12/2012, 15:49.
Gabriela Assmann
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Finalmente Gossip Girl voltou de vez a ser aquela série que fez com que todos nos apaixonássemos. Ela não merecia um final ruim e melancólico. Estes dois episódios me fizeram lembrar os melhores tempos da série.
Em Save the Last Chance tivemos o que faltava para que a Blair finalmente se tornasse uma mulher madura, o que acabou por refletir no episódio seguinte, também, mas isso eu comento mais adiante. Parece que voltar à Constance e lembrar dos tempos em que ela reinou por lá fez a garota botar os pés no chão e perceber o que ela faz bem. O mais fofo foi que tudo só deu certo pela ajuda da Serena, que embora estivesse um pouco chateada com Blair lembrou que a amizade das duas deveria falar mais alto. Agora acho que a reconciliação durará até o fim da série, o que é um bônus para os fãs, já que aposto que teremos mais alguns bons momentos das duas, que juntas são o coração da série. Gossip Girl não é sobre amor, não é sobre intrigas. Gossip Girl é sobre amizade.
Além disso, tivemos o retorno de William Van Der Woodsen. Para surpresa de todos ele era o aliado da Ivy no plano de destruição da Lily. Incrível. Como pode alguém querer destruir a mãe dos seus filhos assim? Para sorte e azar (ao mesmo tempo), Rufus descobriu que estava sendo traído por Ivy, roubou o microfilme e entregou a Lily. Assim ele salvou a cabeça da Lily, mas acabou salvando Bart junto e prejudicando o Chuck.
Pra completar o drama o Nate tá com a cabeça a prêmio, já que fraudou a contabilidade do jornal e tá sendo chantageado pelo Bart, o que fez com que ele entregasse o melhor amigo. Chuck ficou decepcionado com todos e resolveu que não poderia ficar com Blair, já que ela está tendo sucesso na vida profissional e ele não conseguiu o que queria.
Tudo tava bom demais pra ser verdade entre a Serena e o Dan e eu nem desconfiei. Aquela ligação da Georgina pra ele me deixou apreensiva durante uma semana inteira. E em It’s Really Complicated aconteceu o que eu mais temia. O Dan virou mesmo um idiota e não tem mais nada que mude isso pra mim. Ele pode pedir perdão, se ajoelhar no chão, fazer o que quiser, mas por mim ele termina sozinho e infeliz, principalmente depois do que falou para a Serena sobre ela, a Blair, o Nate e o Chuck, quando disse que eles sempre fizeram a mesma coisa que ele. Era muito diferente. Sempre foi. Eles armavam para os inimigos e não para os amigos, como o Dan tá fazendo. O Nate, aliás, sempre o recebeu muito bem, apesar de tudo. Não entendo todo esse recalque só porque ele é o menino pobre do Brooklyn. Parece que ele infelizmente aprendeu muita coisa com a Jenny. Mas ok, eu sei que algo vai acontecer e ele vai acabar com a Serena, embora eu odeie saber disso. Para mim a Serena terminava com o Nate, principalmente agora que ele ganhou mais um milhão de pontos comigo depois do soco que deu na cara do Dan.
Em Gossip Girl não tem Ação de Graças sem bapho, né? E esse feriado foi baphônico como todos os outros. Providencialmente tudo aconteceu para que todos se reunissem no feriado, até Lily, Bart e Chuck. Com ajuda da Blair e do Nate o Chuck finalmente saiu do fundo do poço e conseguiu novos indícios contra o Bart, conseguindo assim provar até pra Lily que o Sr. Bass está muito errado.
Adorei ver todos os amigos juntos novamente. Vale repetir que a amizade é a alma da série e que as acusações de Dan contra a amizade de Blair, Serena, Chuck e Nate são totalmente infundadas. Muito bom ver que quando um precisa do outro eles estão sempre a postos. Estou com muita pena do Nate. Ele tá sofrendo de verdade com a chantagem do Bart. Chega a dar dó, pela fidelidade dele aos amigos, ver que ele precisa fazer isso.
Mas eu estou realmente apreensiva. Acho que as vidas de Lily e Chuck correm sérios riscos. O Chuck já escapou da morte duas vezes. Será que vai ter um final trágico? Eu aposto que não matariam ele, mas estou com a sensação de que o Bart vai matar a Lily e isso me deixa muito triste. Eu gosto muito dela. Foi a única mãe que o Chuck teve na vida. Adorei a reconciliação dos dois. Ah, e eu queria um final feliz pra ela e pro Rufus, principalmente depois da conversa do Rufus com Dan, quando ele questiona as atitudes do filho. Ele mostra que ao contrário do que pareceu na conversa inicial dos dois, a raiva dele das Van Der Woodsen não é assim tão grande.
Depois do capítulo horrível que o Dan escreveu sobre a Serena eu tô é bem curiosa pra saber o que vai ter nesse capítulo final, ainda mais depois que ele disse que sempre teve um plano. Alguém que diz amar não pode escrever o que escreveu sobre a pessoa amada e mandar publicar na imprensa. Ódio mortal dele. S. não merecia, ainda mais quando recupero na memória a história dos dois e vejo o esforço que ela sempre fez pra incluir ele. Ela nunca jogou na cara dele as diferenças existentes entre os dois. Ele quem sempre foi encucado com isso, mesmo sem motivo.
Outra coisa que tem me intrigado é a revelação da Gossip Girl. Eles não estão em momento nenhum dando indícios de como se dará a resolução dessa trama. Será que vão seguir a risca a vinheta que diz “And Who Am I? That’s secret I’ll never tell” e não revelarão a identidade da blogueira misteriosa?
Hart of Dixie – Sparks Fly
06/12/2012, 17:33.
Marco C. Pontes
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Quando duas pessoas não tem algo em comum, não podem ficar juntas?
Depois da merdinha que foi Zoe semana passada, restava saber o que aconteceria em seguida, se Zade estaria realmente acabado ou teria dado simplesmente uma esfriada. Depois desse episódio, não há duvidas de que iremos ficar irritados a partir da semana que vem, já que Zade não acontecerá até um futuro distante. Já que não podemos fazer nada sobre isso, só uma frase vem na minha cabeça: POR FAVOR, ZEORGE NÃO! Sério. Os dois não podem ficar juntos. Ninguém gosta dos dois juntos. Todo mundo gosta de Wadelicious e todo mundo deveria amá-lo da mesma forma.
Mesmo que o episódio tenha sido um empata foda, não há duvidas de que teve alguns momentos divertidos. Como não amar os homens de Bluebell, que estavam disponíveis para um encontro romântico de piquenique com suas cestas em display? Na verdade, todas foram bobas. Para descobrir quem era o melhor, era só dar um lance na MAIOR cesta de todas. Simples assim.
Brick, por exemplo, ficou achando que ninguém iria dar nenhum lance na cesta dele, acabou sendo muito cobiçado pelo grupo das loiras, que era formado por quase todas as loiras que George Tucker saiu desde o final do noivado. Ele acabou descobrindo como usar a tecnologia e como fazer uma combinação de roupas sem olhar. Ou seja, foi um encontro muito produtivo.
Por outro lado, George resolveu inovar e parar de ser o golden boy previsível que todo mundo conhece para agradar Tanzie. Super desnecessária essa parte e muito dispensável todo esse romance. Porém, se isso é o que mantém o safado longe de Zoe, continuem assim.
Lavon continua sua incansável saga de amargura por causa da mudança de Ruby. Convenhamos que não há necessidade dos dois continuarem juntos se o relacionamento vai ter um ‘prazo de validade’. O que realmente vai acontecer é que, obviamente, Ruby vai acabar se apaixonando mais ainda pelo namorado e vai acabar ficando em Bluebell. Seria mais interessante se continuassem o desenvolvimento desse relacionamento sem esse empecilho no meio.
Lemon, por outro lado, finalmente conseguiu um encontro com Lavon, mesmo que tenha sido por pura burrice. Eu achava que durante o encontro Lemon iria finalmente se declarar para Lavon, mas Lemon estava madura, até porque tinha um macho maior esperando ela no bar.
Finalmente, como Zoe é tão burra a ponto de praticamente sabotar o próprio encontro, levando um livro, achando que só com ele um assunto ia acontecer e não estar aberta à qualquer intervenção de Wadelicious? Convenhamos que os dois são ótimos juntos, com a convivência os interesses pelos mesmos assuntos aconteceria naturalmente. A imagem do ‘namorado perfeito’ de Zoe está tão distorcida que se brincar nem o Stephen Amell serve.
Last Resort – Nuke it Out e Big Chicken Dinner
06/12/2012, 13:16.
Gabriela Assmann
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Nuke it Out foi um episódio muito bom e que nos apresentou algumas resoluções após o ataque nuclear. O foco de Chaplin e Kendall agora era encontrar o traidor, duvidando de todos, até de Grace. Para isso eles não medem esforços e Sam tenta descobrir informações até mesmo com um agente da CIA que está detido na ilha como prisioneiro.
O grande momento do 01×07 de Last Resort foi, na minha opinião, a menina com a bomba presa ao corpo. Foi uma grande cena. Era agoniante ver aquilo sem saber se tudo iria pelos ares ou não, já que a série muitas vezes opta por fugir dos clichês e apelar para a carnificina. No fim James – de quem eu gosto cada vez mais – conseguiu salvar a moça.
Além disso, o episódio também focou nas linhas de fuga que cada tripulante usa para suportar a situação na qual estão envolvidos. Enquanto alguns usam as drogas, Grace acaba se rendendo aos desejos e sai com o Seal, dando mais uma prova de que o relacionamento dele com Tani está indo cada vez mais pro buraco.
E pra fechar o episódio eles indicam que Cortez é quem está com a chave, mas eu reluto a acreditar que seja ela ou que ela tenha agido sozinha. Primeiro porque tenho alguma afeição pela personagem, e segundo porque eles insistiram demais nisso, deixando tudo meio óbvio. Aquela conversa com o Capitão me pareceu meio forçada. Acho que Last Resort não apelaria tanto assim pra obviedade.
É redundante dizer que Big Chicken Dinner foi um bom episódio. Last Resort não faz episódios ruins, no entanto, excetuando o que se passou em Washington pareceu um episódio meio mal aproveitado.
Acho interessante problematizar o dia a dia do submarino e tratar de temas importantes como a violência contra a mulher e o abuso sofrido pela nativa. Fiquei angustiada durante muitos momentos, achando que o estuprador conseguiria sair impune. E confesso que enchi os olhos de lágrima quando a Grace relatou o abuso que sofreu. Deve ser algo meio recorrente no ambiente machista das Forças Armadas para a série insistir nesta temática. Acho ótimo que se use o entretenimento para falar sobre estes temas e Last Resort, neste sentido, presta um grande serviço à sociedade. Talvez até por isso a audiência seja tão baixa.
Embora tenha havido até comemoração do Dia de Ação de Graças na ilha, tentando dizer que existe uma amizade entre os tripulantes e os nativos, tudo acabou indo por água abaixo quando Serrat manipula o julgamento e faz com que os nativos se rebelem, destruindo tudo. Sophie conta para o Capitão sobre o acontecido e este, juntando as afirmações dela com a opinião de Grace decide demitir o tripulante, embora precisasse muito dele. Sou cada vez mais fã do Chaplin. Ele é justo sempre.
Em meio a todas essas confusões Sam ainda tentava arrancar alguma informação de Booth. E conseguiu. Booth o levou até o rádio transmissor, mas em uma jogada combinada com o governo americano tentou matar Sam. No fim, Sam acaba matando Booth e pelo que eu entendi ele ainda não descobriu quem tem a chave, mas ele pelo menos sabe onde fica o rádio transmissor, o que facilita muito as coisas.
A melhor parceria da série sem dúvida é Christine e Kylie. As duas manipularam o Paul e conseguiram o que almejavam. Aguardo ansiosamente para ver o que vai acontecer com Christine na ilha. E Sam, que finalmente estava se dando conta de que havia gostado de beijar Sophie? Essa visita sem dúvida será recheada de bons momentos, até porque acho que somente Christine e Kylie são capazes de desvendar todos os mistérios que cercam o U.S.S Colorado e a ordem de bombardear o Paquistão. Além disso, teve um momento fofinho das duas. Bem legal a Kylie assumindo que tem dificuldade de se relacionar com mulheres, mas que considera a Christine uma boa amiga.
Aposto todas as minhas fichas que o próximo episódio vai ser bapho! Quero só ver como vai ser a visita dos familiares a ilha e tenho certeza que o governo tem alguma carta na manga. Acho que teremos mais alguns ótimos momentos em Last Resort.
The Walking Dead – Made to Suffer
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Depois dos acontecimentos de When the Dead Come Knocking, o último episódio de 2012 de The Walking Dead, Made to Suffer, ganhou o troféu de episódio mais esperado da terceira temporada da série. O mundo de zumbis da AMC fechou o ano como uma das melhores séries da fall season até agora, mérito que reflete nos recordes de audiência que The Walking Dead tem batido durante seu terceiro ano. O melhor de tudo é que o seriado zumbi ainda nem terminou sua temporada. A série entra em hiato depois deste episódio e deixa os fãs ainda mais ansiosos para a sua volta em 10 de fevereiro de 2013, com o episódio interessantemente intitulado The Suicide King.
Enquanto todo mundo esperava um início de episódio que mostrasse a turma de Rick entrando em Woodbury e enfrentando a turma do Governador, uma outra turma apareceu em meio a zumbis famintos. O novo grupo de sobreviventes da série marca a estreia do ator Chad Coleman (The Good Wife, Burn Notice e Wire) como Tyreese. O grupo se abriga no presídio e logo são encontrados e salvos por Carl, que assumiu o posto de homem da casa e colocou ordem logo na chegada dos forasteiros. Lori ficaria orgulhosa.
Com a guerra se armando em Woodbury, parecia que o presídio ficaria às moscas, parecia. Além da chegada dos novos visitantes, o ex-presidiário e novo membro do grupo de Rick, Axel, resolveu dar o ar da sua graça e jogar seu charme para a coitada da Beth. Carol não perdeu tempo e já deu o recado para Axel. Mas a melhor parte foi ele achando que Carol era lésbica só por causa do cabelo curto. No final das contas, a dupla de ex-presidiários estava se tornando útil, mas Oscar morreu na batalha de Woodbury e Axel mostrou que necessita que o grupo mantenha os olhos atentos nele.
Enquanto isso em Woodbury o clima foi de guerra civil e a turma de Rick conseguiu seu objetivo que era resgatar Glenn e Maggie. Chegaram bem na hora, logo após os dois tentarem fugir, matarem um dos homens do Governador e serem novamente presos. Glenn e Maggie seriam levados para um lugar de nome nada acolhedor, chamado Fossas Gritantes. Apesar do sucesso no resgate, as perdas do grupo também foram significativas, o ex-preso Oscar tinha virado um ótimo e fiel soldado de Rick, mas acabou não saindo das muralhas de Woodbury. Daryl acabou jogado aos leões junto com seu irmão Merle, que foi acusado de traição pelo Governador.
Agora embolou de vez. Merle não é confiável ao grupo de Rick, nunca foi, e agora muito menos depois que torturou Glenn e Maggie. Daryl queria conversar com o irmão, mas depois de saber do que Merle foi capaz de fazer com seus amigos ficou com um pé atrás. Merle pareceu realmente não ter mais ressentimentos com o seu irmão, após ter sido deixado para trás ainda na primeira temporada da série. Agora ele pretendia trazer Daryl para Woodbury e usá-lo como espião. Trazer Daryl para dentro da Vila Mágica dos Smurfs ele até conseguiu, mas não da forma como ele esperava.
Merle e Daryl ficaram cercados por cidadãos furiosos de Woodbury e vão seguir assim até o retorno da série em 2013. Andrea finalmente descobriu quem eram as pessoas que haviam invadido Woodbury depois que viu que Daryl era um dos prisioneiros, mas está difícil da moça acordar para a realidade, mesmo depois de ver as cabeças zumbis e a filha zumbi do Governador.
Andrea foi escanteada da Batalha de Woodbury, mas acabou tendo que salvar Philip da Michonne. A loirinha não entende porque o Governador não a deixa mexer com armas e ainda não descobriu todos os segredos que ele esconde dela, como a prisão de Glenn e Maggie. Michonne acabou fugindo e deixando Andrea ver o estrago que ela fez na coleção de cabeças do Governador.
Já a pequena Penny deixou a vida zumbi através da espada de Michonne e o Governador agora vai procurar vingança. Mesmo se mostrando desesperado com a situação da filha zumbi no início do episódio, Philip ainda não pretendia desistir de Penny, mesmo com a falha no experimento de Milton. Prova disso foi o pânico dele ao ver quem havia descoberto seu segredo. O Governador também ficou apavorado quando Andrea disse ter visto um dos invasores, parece que Philip se apaixonou mesmo pela loirinha e tem medo de perdê-la. Será que ainda existe amor dentro do coração de um dos piores vilões da televisão americana?
O mais angustiante na Batalha de Woodbury foi ver amigos e irmãos atirando uns contra os outros sem conseguirem realmente ver quem eram seus inimigos. No caso de Andrea, ela nem tinha ideia de que poderia conhecer os invasores. A morte de Oscar acabou sendo de certa forma culpa de Rick, ele titubeou por um instante quando viu no inimigo a imagem e semelhança de Shane e deu uma piradinha momentânea. Custou a vida de Oscar, mas por tudo que Rick passou até aqui precisamos concordar que ele anda se saindo muito bem.
Depois de oito episódios The Walking Dead para por dois meses e deixa milhões de fãs angustiados pelo mundo todo. A guerra entre Rick e o Governador e suas respectivas tribos deve continuar nos próximos episódios e guiar a série até o final da temporada. Com tudo que o seriado da AMC mostrou até aqui, a espera deve valer a pena. A terceira temporada de The Walking Dead ruma para ser a melhor da série até aqui e é séria candidata a melhor seriado da fall season 2012/2013.
Parks and Recreation – Pawnee Commons
05/12/2012, 09:22.
Marco C. Pontes
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Pawnee x Eagleton
Um dos melhores momentos em Parks and Recreation é sempre quando a guerra entre Pawnee e Eagleton acontece. Os episódios que já mostraram essa temática foram simplesmente deliciosos, principalmente aquele em que Leslie descobre que nasceu, de fato, em Pawnee. A melhor ideia dos roteiristas da série em tentar revitalizar o conceito de Parks nessa quinta (e um tanto criticada) temporada foi nesse episódio, em que colocaram Leslie praticamente brilhando sozinha enquanto o resto do elenco se preocupava em pintar uma loja.
Simplesmente hilárias todas as cenas em que Leslie aparece, ainda mais no começo, quando estava basicamente morrendo de excitação pelo projeto do parque, até, claro, descobrir que o arquiteto era de Eagleton. Outro momento divertido foi quando ela foi mostrar as placas de entrada e saída da cidade, mostrando que Pawnee realmente é sujinha, mas Leslie não consegue perceber isso. Mas o melhor momento de todos foi quando Leslie denunciou a safadeza de Eagleton, que não os ajudaram quando um tornado apareceu, falando que simplesmente não estavam em casa (a cidade inteira!).
É uma atuação exagerada de Amy Poehler, mas como já conhecemos a personagem sabemos que não há problema. Leslie Knope simplesmente não consegue NÃO falar mal da cidade vizinha sem respirar, até comparando o engenheiro com o Lorde Voldermort, sendo que na verdade, ele parece é com ela.
Estava achando mesmo que no final descobriríamos que o arquiteto grisalho estava planejando algo maligno, mas quem fez uma vingança maravilhosa foi Leslie, com todo aquele chantilly. Não há duvidas de que quando a briga entre as cidades acontece, Leslie fica em seu melhor.
A outra parte que funcionou muito bem no episódio foi Andy e April brincando de interrogatório com April sendo a filha de Hitler, com toda a lição de moral envolvendo nosso querido agente do FBI, Bert Macklin. Mesmo que tenha um alívio cômico tremendo, não há como não achar bonitinha a cena em que April entrega o papel com os dizeres ‘You were in the FBI’ para depois Andy se distanciar do recinto ao som de tiros vindos de um aplicativo de celular.
Esse deve ter sido o primeiro episódio em que Chris não teve nenhum papel irritante, e toda a sequência na loja foi deliciosa, começando com um Jerry sem poder se mexer por causa de um gambá e depois com Chris todo felizinho em trabalhar com Ron, só para receber uma tarefa que Ron achava impossível. Ann, por outro lado, só serviu mais uma vez para dar conselhos e Tom foi o Tom de sempre, ou seja, sempre agrada. O melhor diálogo vai para Donna denunciando que um dos manequins deve ter tentado cometer um suicídio já que a cor do lugar era tão depressiva.
Bones – The Ghost in the Machine
05/12/2012, 01:30.
Maria Clara Lima
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Não vou começar essa review falando de números. Muito menos da tão esperada ocasião. Um marco? Sem dúvida. Um episódio para jamais ser esquecido.
Mas The Ghost in the Machine foi um episódio bom por si só. Não era a sua intenção fazer parte de uma grande celebração. Foi escrito como um episódio extra, ainda lá na limitada sétima temporada. Foi escrito para ser um respiro criativo dentro do molde apertado que foi o ano que passou.
Não começo essa review fazendo retrospectivas, muito menos listando motivos para continuar vendo a série. Nem justificando, mostrando evidências sobre isso, aquilo, e mais aquilo outro. Não pretendo provar nada para ninguém.
A história de um garoto morto aos 14 anos, e que apenas precisava dizer coisas de amor pela primeira vez, parece tão simples, até piegas demais para ser o enredo proposto para essa data. Por isso não vou falar sobre isso agora.
Quero apenas revelar a minha surpresa quando, ao assistir o conto desse fantasminha, me vi transportada para uma época de reconhecimento. E é sobre esse sentimento que eu vou escrever.
Altos
Filmar um episódio inteiro do ponto de vista de uma caveira não é só arriscado, é deliciosamente arriscado. Nos primeiros momentos da história, é possível ver quem dava a voz aos acontecimentos. É possível notar nos óculos do etimologista a caveira do Collin. Demorei um pouco para me acostumar com essa ideia. Mas aos poucos, fui me apegando ao fantasma. Ao garoto que tinha “negócios pendentes” em sua vida.
Uma escola audaciosa do Hanson, que assinou o roteiro da história. Talvez por isso o episódio tenha vindo cheio de referências boas como as “falanges dançantes”, “o sexo depois do trabalho”, a música e o sempre querido “I don’t know what that means”.
A citação sobre o lado não romântico de Brennan e ela reconhecendo o quando uma “mix tape” é bacana foi bonito. Isso mostra o quanto B&B caminhou até aqui.
Aí, podemos pensar no modo que Bones tem se relacionado com o seu trabalho. Quando o cachorrinho morreu. Ela chorou. Mas não chorou quando os ossos de uma criança foram achados enrolado em um tecido, um lençol. Ela chorou quando percebeu que podia perdê-lo. Mas se recusou a chorar quando ele supostamente tinha morrido. Vê a Brennan chorando por causa da vítima é novo. Esse tipo de demonstração emotivo sempre surgia como voz de desabafo e não pelo simples fato de se conectar.
Esse episódio me lembrou levemente o The Doctor in the Photo, quando a antropóloga, conversando com a caveira, conseguia extrair confissões sobre a morte, que nesse caso, também fora um acidente.
Vê a Brennan se conectando ainda é estranho, mas é isso mesmo, um dia a gente aprende a se importar também.
A história da Angela descontente com o trabalho vem se desenvolvendo bem, mesmo com a dança dos episódios na grade de programação da Fox.
Devo pontuar como algo positivo a participação na medida certa do Sweets e o modo como a investigação foi conduzida em sua maioria por evidências científicas. Os squints mandaram bem.
Alguém sentiu falta de um estagiário? Não lembro de ter visto um só episódio de Bones sem um estagiário. É estranho não achar isso ruim?
E para terminar. Excelente performance do Cameron Delfario. O garoto realmente sabe cantar!
Baixos
Falar dos pontos francos nem é tão difícil quanto pensam. Meu olho crítico é ferino demais. Apenas por querer o melhor, e não para tripudiar.
Assim, não posso deixar de reclamar do fato que a participação da Avalon foi superestimada. Uma vidente maluca? Não, ela é bem mais do que isso. É a pessoa que viu tudo começar e prometeu que tudo aconteceria um dia. A falta de cenas entre Cyndi e Deschanel me decepcionou tanto quanto a falta de menção ao casal principal da série. Achei descabido isso não ter ocorrido, já que Avalon foi uma peça importante para o casal.
Casais
Falar de amor é falar de cumplicidade. Uma breve cena de amor me chamou atenção. Três cúmplices. Booth, Brennan e Christine, dançando ao som da música “deles”.
Tão deles quanto nossa. Não há como ouvir Hot Blooded e não lembrar de Two Bodies in the Lab. É como voltar ao comecinho de tudo. Do dia que ela decidiu ficar do lado dele… para sempre.
Isso e mais a cena dos dois na madrugada, examinando a caveira enquanto a bebê espera pegar no sono. Fico imaginando se até o fã mais criativo um dia imaginou essa cena. Aposto que não.
Por isso, deveríamos ser um pouco mais gratos. Mas somos ingratos. Queremos detalhes e não nos damos conta dessa grande história.
Tão grande quanto Hodgins e Angela e o sexo após o trabalho.
Mas também sou ingrata. Quero beijos, Michael Vincent e mais Hodgela. Mas isso seria a cerejinha num bolo muito gostoso.
The Ghost in the Machine
Disse que não começaria esse texto com números e não falaria do marco de chegar aos 150 episódios. Mas posso perfeitamente terminar a review dizendo que quantidade realmente não importa. 10, 15, 20 temporadas? Isso não importa. O tempo apenas mede capacidade de resiliência de uma série – e da capacidade de se renovar contratos.
Muda-se o elenco, o foco, o tema, dá-se aos fãs o que eles pendem, pula-se um monte de tubarão, renascem. Ninguém tem uma fórmula para a longevidade mas os ingredientes são mais ou menos esses aí.
Também acho inoportuno pontuar que “The Ghots in the Machine” é o nome de uma música do rapper B.o.B e que esse é o nome do quarto álbum da banda britânica The Police. Mas acho necessário informar que o nome desse episódio é uma referência ao modo de pensar do filosofo Gilbert Ryle, que pregava que mete e corpo era um só, e a consciência era um eco, um fantasma no cérebro, que desnorteava o nosso modo de pensar. Talvez fosse importante também dizer que o mesmo nome do episódio já foi usando na saudosa Arquivo X, claro que com um conceito bem mais fantasioso.
O que me emociona em Bones é que a série chega aos 150 crimes apenas cultivando quem um dia a série cativou. The Ghost in the Machine mostrou isso, respeito com a história, coerência e sensibilidade.
Um bom marco, apenas. Um episódio diferente e sólido. Um pequeno presente para quem ainda acha que não é hora de apagar a luz.
A festa deve continuar.
Modern Family – When a Tree Falls
05/12/2012, 00:36.
Paulo Serpa Antunes
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Por motivos profissionais assumo a função esta semana de substituir a super Tati Leite na review de Modern Family. A tarefa é pra mim duplamente difícil. Primeiro porque sempre fugi de resenhar comédias – dramas são tão mais fáceis de se analisar; como explicar que uma piada é ruim sem conta ela? Segundo porque este When a Tree Falls é pra mim o pior episódio da temporada de Modern Family. Temporada esta que está sendo irreprensível. É particularmente duro criticar um show que vive uma fase tão boa.
A grande storyline de When a Tree Falls é a de Cam tentando evitar que uma árvore seja derrubada. Mas ele é chamado de última hora para fazer uma matinê de Cats, Mitchell precisa substituí-lo temporariamente no protesto, ainda que a contragosto. A graça é ver que tudo isto gera uma gag visual preciosa: Cam vestido de gato, subindo e depois caindo da árvore.

Outras três histórias completam o episódio. Vemos Phil e Jay interagindo (e lutando boxe) numa festa de aniversário de crianças. Acho que foi isto que me desagradou no episódio. Se nas outras temporadas, o elenco de Modern Family dividia as atenções e os momentos cômicos na tela, a verdade é que este tem sido o ano de Ty Burrell. Esta semana ele ganhou o pior texto e por isto o episódio é menos brilhante que os demais.
Já Claire e Gloria passam o dia juntos, reprisando um tipo de piada que é raro de se ouvir no Brasil, mas já virou um clássico do cinema e da TV americana: o fato de que mulheres grávidas emburrecerem.

Fechando o episódio, Haley precisa prestar serviço comunitário após ter sido presa (no episódio 4×07) e Alex quer aproveitar o momento para se vingar, tirando uma foto constrangedora da irmã. A trama não é engraçada, mas tem seus momentos (a percepção que Haley é tão fotogênica que ficou bem até na mug shot é divertida). A lição sobre carma no final é bonitinha e também percebermos a dinâmica das duas: apesar de inteligente, Alex aqui funciona meio como o Coiote perseguindo sem sucesso o Papa-Léguas Haley, que simplesmente vive sem sequer perceber que está sendo ameaçado.
Rizzoli & Isles – Class Action Satisfaction
04/12/2012, 15:35.
Mariela Assmann
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
E depois de 3 meses e meio, Rizzoli & Isles está de volta. A audiência dos EUA não gostou muito do hiato, e Class Action Satisfaction foi assistido por apenas 3 milhões e 440 mil pessoas. Três milhões a menos que Melt My Heart to Stone. Estou torcendo para a audiência subir, e o que me tranqüiliza é que a quarta temporada da série já está garantida.
Eu gostei do episódio. Foi divertido, leve, e desenvolveu bem a história de Tommy, Lidia e TJ. Mas passou longe de ser um episódio daqueles.
Eu temia que Jane fosse criar o pequeno Tommy. Por isso gostei do retorno de Lidia, e achei especialmente legal o esforço que as duas famílias fizeram para conviver em harmonia e manter o bebê perto de todos. E ficou em aberto a possibilidade de Tommy e Lidia virarem um casal, o que deve de fato acontecer, eventualmente. A presença de um bebê no episódio rendeu ótimas cenas, algumas engraçadas (o desespero de Tommy porque o filho bateu a cabeça no travesseiro foi ótima) e outras tantas fofas. E quem diria que Jane daria uma ótima tia? Surpreendentemente delicioso.
O caso da semana foi interessantezinho, e só. Desde o início ficou BEM evidente que o envenenamento tinha sido causado pelo café, e não pela comida da lanchonete da delegacia, então essa parte do plot não funcionou como desejado, pra mim. Mas foi intrigante acompanhar a ligação entre o grupo de “alcoólatras anônimos”, o surto de meningite e o assassinato/suicídio.
Maura e Jane estavam ótimas no episódio, mas isso não é novidade. Foi divertido e fofinho vê-las cuidando de Tommy e preparando o jantar, e foi hilário vê-las dividindo o quartinho de isolamento com o paramédicos-modista-naturista. Outros que fizeram uma boa dupla foram Frost e Korsak. Ri demais quando o detetive não reconheceu a própria ex-mulher porque ela “duplicou de tamanho”.
Espero que o próximo episódio seja melhor, e já comece a preparar a trama para um final de temporada daqueles, que Rizzoli & Isles sabe fazer, e muito bem. Até loguinho!
P.S.: são só mais quatro episódios e BAM, final de temporada. No dia 25 de dezembro nos despedimos, mais uma vez, de Rizzoli & Isles. Muito cedo.
Arrow – Muse of Fire
04/12/2012, 14:35.
Marco C. Pontes
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Um par perfeito.
Fazia muito tempo que os fãs dos quadrinhos e até os fãs da série estavam esperando pela aparição de uma das personagens mais queridas das HQs, a Caçadora. Esperei por seis episódios e sete semanas para conseguir finalmente ver os dois juntos e não poderia ter sido melhor.
Durante os últimos seis episódios, vimos Oliver lentamente voltar à sua rotina após passar cinco anos na ilha. Toda semana somos bombardeados por Oliver falando que seu único objetivo na ilha era sobreviver, mas na verdade, agora sabemos que isso não é verdade – ele queria voltar para o lugar que considerada sua casa.
Ele não voltou para Starling City simplesmente para acabar com os cânceres da cidade, ele também está tentando voltar para casa. Convenhamos, porém, que ele continua mantendo distância da sua família à todo custo, mas isso vem mais pelo fato de não conseguir se conectar novamente com eles por causa de seu alter-ego.
De uma forma, a parte familiar da série precisa ser desenvolvida para que o efeito dramático da vontade de ‘se sentir em casa’ seja alto. Moira pode até ter seus negócios secretos com o bad Guy da série, e Thea pode também ficar no pé do irmão o dia todo, mas no final do dia, tudo o que elas querem é tê-lo de volta. Ter de volta aquele filho e irmão que perderam cinco anos atrás.
Mas para Oliver, a sua ligação à família está ligada à promessa que ele fez ao pai. Ou seja, ele justifica suas ações por causa disso. É também por isso que ele não aceita o que Helena faz, já que para ele, sua causa é menos válida porque ela não tem a mesma ambição de ‘fazer o bem’, apesar de que ambos estão determinados a limpar a cidade. Sua missão é simplesmente mais íntima já que o vilão da história é o pai dela. Independentemente de suas diferenças ideológicas, os dois estão conectados e viraram parceiros… na cama, claro.
O maior (e único) choque do episódio foi descobrir que Tommy é filho do bad Guy. Não há duvidas de que os dois ainda terão muitos momentos de interação juntos, principalmente quando Oliver conseguir Laurel de volta. E por falar em Laurel, ficar presa atrás de um cara durante o episódio inteiro não foi uma boa utilização da personagem. Os dois atores são bem carismáticos, mas se a única coisa que eles farão durante todos os episódios é comentar sobre o tanto que teria sido legal se eles tivessem ficado juntos antes, meus olhos revirarão sem piedade e a todo momento.
Grey’s Anatomy – I Was Made for Lovin’ You
04/12/2012, 11:23.
Mariela Assmann
Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Na semana passada, foi exibido nos EUA I Was Made for Lovin’ You, o 7° episódio dessa nona temporada de Grey’s Anatomy. Curti o episódio, embora não tanto quanto o seu antecessor. Foi bacana. Leve, divertido, emocionante. E trouxe uma satisfatória evolução das tramas principais da temporada.
Preciso falar, primeiro, de Derek e Mer. Estou fascinada com a forma que eles tem interagido. Eles estão maduros, confiantes, até animados. E boa parte dessa evolução do casal tem relação com a evolução pessoal de Meredith, que como Derek mesmo observou, não é mais aquela pessoa sombria e obscura. Com a sua confiança e o seu otimismo, Mer até mesmo deu um novo ânimo para o marido, que irá se envolver de forma mais ativa na busca pela solução de um problema para sua mãe.
E, convenhamos, como Mer não estaria animada? Zola, em breve, será a melhor irmã mais velha do mundo. Fiquei muiiiiiiiito feliz com a novidade, achei super fofa a cena da revelação e concordo com Derek: coisas boas também acontecem para eles. E, depois de tudo que aconteceu, não acho que a gravidez esteja em risco. Shonda não seria tão absurdamente má – porque má sabemos que ela é.
Outro plot legal é o que envolve Callie e sua busca pela solução do problema médico de Derek. Ela está se esforçando bastante, e com a colaboração de Shepherd as coisas tendem a evoluir. Não sei se a mão dele voltará a funcionar com precisão, mas estou achando deliciosa essa jornada empreendida pelos atendentes. E a ajuda de Derek é um alívio para Callie, que aparentemente passou pela fase mais triste e negra da sua vida, e agora está mais felizinha.
E isso tem relação, também, com a nova postura de Arizona. E loira voltou ao Seattle Grace, e voltou muito bem. Foi engraçado ver Heather atrás da pediatra o tempo todo, com cadeiras. Mas mais divertido ainda foi ver que Arizona levantou. Aparentemente, ela percebeu que quedas acontecerão, mas que ela sempre estará apta a se levantar. E para isso, ela precisa apenas estar disposta a aceitar uma ajudinha. Bem vinda de volta, Robbins. Estávamos com saudade da sua versão fofa e de bem com a vida.
Falando em de bem com a vida, Cristina está tentando fazer as pazes com a dela. O drama do paciente que ficou casado por 30 anos e só depois disso encontrou o amor da sua vida, quando já estava à beira da morte, abriu os olhos de Yang. E ela compreende que quer Owen de volta. Ainda que isso signifique, inevitavelmente, fazer algumas concessões. E Owen ainda ama Cristina, todos sabemos disso. Só que a reconciliação não acontecerá. Owen assinou um acordo de confidencialidade que o impede de revelar qualquer coisa sobre o processo dos sobreviventes e família contra o hospital. Ele sendo o responsável pela contratação da empresa aérea e o marido de uma das litigantes, criou-se um impedimento legal pra o prosseguimento do processo. E Hunt não pode contar para Cristina sobre isso, então a única saída para não prejudicar os colegas é se divorciar da mulher. Essa história ainda renderá muito, ainda. Mas por hora, o afastamento é inevitável, e até mesmo o climão entre os dois.
Climão que também deve existir entre April e Jackson. Eu achei que o envolvimento entre os dois serviria pra eu gostar mais da garota, mas não. Passei a detestá-la ainda mais. Porque falta tudo, ali, especialmente noção. O Avery foi extremamente fofo e legal com ela, várias vezes. E em todas a retribuição foi ouvir besteiras enormes. Tomara que eles se afastem definitivamente, por que o moço não merece tamanho desprezo e falta de tato. Fala sério, April.
O alívio cômico do episódio ficou por conta, especialmente, de Bailey e seus planos de casamento. Espero que a cerimônia seja mostrada, por que vai ser muiiiiito divertida de se ver. Gostei da interação entre Yang e Miranda, no episódio. Foi legal ver a atendente constatando que sua ex-pupila evoluiu e agora liga para os internos. Evolução por todo os lados do Seattle Grace. Coisa deliciosa de se ver.
Agora só nos restam mais dois episódios inéditos de Grey’s Anatomy antes do recesso de final de ano. Aposto que vem coisa boa por aí. Mas deve vir alguma tensão também, para deixar um gancho pra segunda metade de temporada. Só nos resta aguardar.
PS1: adorei ver o Chief, sutilmente, dando o caminho da mina para Hunt.
PS2: Jo não teve muito destaque no episódio. Mas foi inevitável observar os olhares de Alex para a garota, no bar. Logo vem envolvimento por aí, podem escrever.
Nuvem de Séries
24 30 Rock 90210 American Horror Story American Idol Arrested Development Arrow Battlestar Galactica Bones Breaking Bad Brothers and Sisters Castle Chicago Fire Chuck Community Criminal Minds CSI CSI:Miami CSI:NY Damages Desperate Housewives Dexter Doctor Who Downton Abbey Elementary ER Friday Night Lights Friends Fringe Game Of Thrones Ghost Whisperer Gilmore Girls Glee Gossip Girl Grey's Anatomy Grimm Hart of Dixie Heroes Homeland House How I Met Your Mother Law & Order Law & Order: Special Victims Unit Lost Mad Men Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D. Medium Modern Family NCIS New Girl Once Upon a Time One Tree Hill Parenthood Parks and Recreation Pretty Little Liars Prison Break Private Practice Psych Pushing Daisies Revenge Samantha Who? Saturday Night Live Scandal Scrubs Smallville Smash Supernatural Terminator: The Sarah Connor Chronicles The Big Bang Theory The Following The Good Wife The Mentalist The New Adventures of Old Christine The O.C. The Office The Simpsons The Sopranos The Vampire Diaries The Walking Dead The X Files True Blood Two and a Half Men Ugly Betty Veronica Mars White CollarCategorias
- 15 Razões (24)
- Audiência (70)
- Biblioteca de Séries (1)
- Borracharia (21)
- Colírio (5)
- Conexão (14)
- Entreatos (16)
- Estilo (31)
- Ficção (séries virtuais) (29)
- Gastronomia (67)
- Ligado no Streaming (30)
- Memória (26)
- Opinião (558)
- Séries & Eu (6)
- Sintonia (11)
- Sobre o TeleSéries (72)
- Spoilers (578)
- TeleRatings (314)
- TV Brasil (2,638)
- Comic Con (84)
- Novos Pilotos e Séries (1,403)
- Participações Especiais (991)
- Programação EUA (571)
- Upfronts (44)





















