TeleSéries
Hart Of Dixie – Blue Christmas
15/12/2012, 21:58.
Marco C. Pontes
Reviews
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Por causa de Zoe Hart, Bluebell não terá papai Noel.
Em clima de fim de ano, Hart of Dixie nos presenteia com um ótimo episódio, praticamente um presente adiantado de Natal, e não há duvidas de que esperar até o meio de janeiro para novos episódios será uma verdadeira droga.
Não tem como não amar um episódio que traz mama Hart de volta, toda trabalhada no fechamento de boca para não sair besteira, e que acabou ajudando a filha no final. Achava mesmo que ela iria aparecer na cidadezinha para fazer graça da filha novamente, mas os únicos comentários foram: ‘suas sobrancelhas são horríveis’ e ‘por que você é uma médica competente?’
Zoe também, tadinha, não tinha como saber: ela não falou explicitamente que era o papai Noel da cidade. Se bem que, quando ela começou a correr atrás do prejuízo, parecia mais uma maneira de manter a mãe ocupada do que de fato salvar o natal das crianças da cidade.
No meio de tudo isso, Wade esteve todo trabalhado na mágoa, e com razão: Hart é uma idiota. Demorou um bom tempo (e ainda precisou da mãe) para finalmente descobrir que genuinamente se importa com ele e tanto faz se não são compatíveis. E ainda deu para entender porque Crazy Earl é tão CRAZY assim, e concordo totalmente com os rumos que o bebum tomou nos últimos anos.
Por outro lado, não foi um bom dia para Lemon. Além de passar seu primeiro Natal como uma mulher solteira, ela é INTIMADA a tratar Ruby bem. Como se isso fosse acontecer, né? Principalmente depois daquele momento com todas vestidas de ajudantes de papai Noel, Ruby super venenosa achando que é a última coca-coca do deserto de Lavon, por favor né amiga, olhe ao seu redor.
Por isso, entendo a reação de Lemon depois de ouvir aquelas palavras. E Ruby estava procurando uma desculpa pra ir embora sem culpa faz um bom tempo. Sem contar que certeza que mesmo não sabendo sobre o passado de Lemon e Lavon, ela ainda não teria aceitado. E qual é o problema de não ter contado a verdade? Ela com certeza não ficaria feliz em saber sobre o relacionamento dos dois. Então, vá embora e não volte. Agradeço.
O triste de tudo isso é Lemon, que realmente vai passar o Natal sozinha, já que o pai já está ocupado com outras coisas. Mesmo que seja só por alguns episódios, não tem como não ficar triste ao ouvir falar que Lavon nunca a perdoará por isso. É muito triste, já que os dois precisam ficar juntos em um futuro próximo, agora que Ruby é carta fora do baralho.
Muito engraçado George ainda se aventurando com Tenzie, que dessa vez até envolveu um pedido de casamento falso. Ele, assim como Lemon, estão agradando bastante nessa temporada, ou seja, a melhor ideia de que eles tiveram em um bom tempo foi finalmente terem separado os dois.
P.S: E a mama Hart, que ficou brava com a filha não porque ela mentiu sobre diversas coisas, mas porque ela não contou mentiras BOAS e bem pensadas? Morrendo.
Parks and Recreation – Ron and Diane
15/12/2012, 17:49.
Marco C. Pontes
Reviews
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O melhor episódio da temporada.
Já virou regra que se um episódio de Parks tem Tammy, o episódio é excelente e para melhorar tudo, nem Chris conseguiu atrapalhar a grandiosidade do episódio, que foi extremamente divertido do começo ao fim, sem forçar nada, mostrando ser a comédia mais deliciosa dos últimos anos.
Tammy 2 é uma personagem muito caricata, mas sempre é divertido vê-la em cena, principalmente por causa das loucuras que faz. Não há nem palavras para descrever o que senti quando ela abriu as pernas na hora do discurso do Ron. Simplesmente genial.
Tudo isso não poderia acontecer, porém, se Ron não tivesse feito a cadeira. Era uma coisa tão simples, mas no final fez com que Ron se tornasse o homem mais feliz do mundo, mostrando uma cadeira que simplesmente não se diferenciava das demais, chegando até dar pulinhos de alegria ao ver um de seus ídolos da madeira, enquanto Leslie se preocupava bastante em manter Tammy bem longe de Ron e Diane.
Diane, porém, é uma personagem que ainda não teve um destaque interessante. A eterna Xena obviamente não vai morrer, então deviam dar um material melhor para ela trabalhar. Seria legal, por exemplo, que na próxima vez que Tammy aparecesse, Diane fizesse cosplay verdadeiro – literalmente – de Xena para cima dela, mostrando, de uma vez por todas, quem é a verdadeira dona da madeira de Ron.
Porém, Diane tem razão. Nunca tinha pensado por esse lado, mas Leslie realmente é uma ameaça para qualquer interesse romântico de Ron, já que a loira simplesmente sabe T-U-D-O sobre o chefe, isto é, levando em consideração os parâmetros Swanson de amizade.
Ver Leslie correndo atrás de Tammy para mantê-la longe do ex-marido foi a melhor parte do episódio. Rolou muita comédia física nessas cenas, principalmente quando as duas vão pro meio do nada para brigarem dentro de uma caçamba de lixo só para Tammy tentar basicamente bulinar Leslie na maior cara dura.
O episódio, porém, também foi excepcional quando, além de colocar sua personagem principal em um arco paralelo, juntou todos os outros personagens em um só plot, fazendo com que a dinamicidade do episódio se tornasse maior.
Quando Chris apareceu em cena na casa de Jerry, começando a reclamar sobre a vida e depois, quando a filha de Jerry apareceu, achava que iria presenciar um ataque de nervos, mas Chris manteve-se bastante controlado nesse episódio – até demais, na verdade – o que fez com que o plot não tenha se tornado irritante. Porém, se fosse o contrário, também não iria mudar em nada. O episódio funcionaria perfeitamente até mesmo com o Chris neurótico.
O outro destaque fica para Tom, April, Donna e Andy, que conseguem pagar um jantar caríssimo só pelas asneiras que Jerry fala e faz, ou seja, Jerry deveria descobrir e pedir 40% de comissão por ser a razão dos outros conseguirem o jantar todo ano. O mais engraçado foram eles reclamando sobre não terem sido chamados para a festa, sendo que eles estavam indo a outro lugar, sem terem chamado Jerry e o pior – foram só por que faziam graça com ele.
A festa foi simplesmente surreal. Como Chris bem disse, não há nenhuma explicação lógica para que Jerry tenha conseguido se casar com Gail, e é ainda mais difícil de acreditar que as meninas são de fato filhas do grandão. Estava tudo caminhando para a normalidade, até, claro, começarem com a performance de natal, voltando à realidade de que todos os personagens de Parks são pirados.
P.S: E Donna, que foi a primeira a entrar na festa e não apareceu em nenhum momento dentro da casa? Mistérios.
Modern Family – Diamond in the Rough
14/12/2012, 17:19.
Maísa França
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Estarei com vocês por algumas reviews da série enquanto a Tati Leite não retorna. Modern Family é uma das minhas séries favoritas e até hoje não me lembro de um episódio que eu não tenha gostado então vamos a Diamond in the Rough, o episódio dessa semana.
Cam e Claire formam uma dupla e tanto embora ninguém coloque fé nisso. Na tentativa de encontrar um lugar para o time de beisebol de Luke e Manny treinarem, a dupla sai para mais uma de suas aventuras: transformar um terreno baldio em um campo para os meninos treinarem com o time. Nesse ínterim, surge o interesse pela compra de um imóvel e aí a confusão começa: Cam e Claire querem comprar o imóvel enquanto Phil e Mitchel são contra a compra.
Enquanto Phil e Mitchel fazem de tudo para que a compra do imóvel não aconteça (isso inclui chantagem e mentiras da parte dos dois) Luke tenta ensinar Manny a dar uma tacada de beisebol. Em vão, claro, já que todo mundo sabe que o garoto Delgado não tem a mínima aptidão pros esportes. Apesar do esforço de Phil e Mitchel para impedir a compra, eles acabam dando o braço a torcer e o imóvel agora é da família. E essa nova casa ainda promete muita confusão.
Paralelo à história do imóvel e beisebol temos Gloria, sempre roubando a cena. Depois de emburrecer devido a gravidez a futura mamãe agora encarna uma cantora. Fiquei com um pouco de dó da criança por ter plugues e um microfone o irritando o dia todo, mas fiquei com mais dó ainda de Jay por ter que aturar a cantoria de Gloria. Cansado de tudo isso ele toma o microfone dela sempre que possível só pra não ter que ouvi-la cantando e isso me fez rir bastante, principalmente a parte de uma notícia catastrófica sendo lida para o bebê. Não vejo a hora desse bebê nascer.
Além de ter sentido falta da Alex nesse episódio, fiquei me perguntando “como será que Haley se sairá em seu emprego?”
Arrow – Vendetta
13/12/2012, 09:21.
Marco C. Pontes
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O clímax da storyline da Caçadora.
Depois de um episódio meio estagnado semana passada, que incluiu encontros amorosos e revelações de identidades, Arrow realmente deu uma esfriada. Não há mais aquele fator UUAU que tinha nos primeiros episódios, não há grandes revelações e nem lutas magestosas. Espero que a Fall Finale semana que vem venha com todas essas características.
No mais, esse episódio conseguiu ser mais sonífero do que semana passada. Porém, uma das melhores características da série é conseguir passar além do famoso vilão da semana para conseguir desenvolver bem seus personagens. E por mais que não tenhamos muito procedural essa semana, o episódio focado somente em Helena e Ollie teve seus méritos.
Vimos o relacionamento entre os dois desenvolver ainda mais. Finalmente consegui ver a diferença entre Ollie e Helena. Durante o início do episódio, Ollie ainda ficava extremante irritado com Helena por continuar com sua ‘vingança’, mas que pela visão dela, era justiça. E na hora que Diggle falava mal da menina, ele a defendia. Por quê? Porque ele acha que mudar ela é uma forma de acreditar que ele também pode ser salvo.
O que Ollie não sabe, e que na verdade, ele descobriu pelo final do episódio, é que ele já está diferente. No começo da série, ele se comportava igual Helena: matava qualquer pessoa à preço da “justiça”, mas na verdade, ele simplesmente estava movido à vingança. Agora, ele está mais focado em fazer a justiça real, que vai além da listinha que muitos estão falando que é de Revenge, o que obviamente é uma super mancada da parte de vocês.
Por isso, essa tentativa de humanizar a personagem é completamente aceitável. A única coisa extremamente avassaladora que aconteceu nesse episódio foi o relacionamento que aconteceu da noite pro dia entre Ollie e Helena. Um sexo noturno, os tão famosos one night stand, são completamente aceitáveis, porque com certeza todo mundo precisa experimentar um pouco de Oliver, mas, convenhamos que ninguém fica apaixonado daquele jeito em só dois dias.
Mas o episódio foi bem rápido, principalmente levando em consideração o plot do pai maligno da Caçadora. Foi lindo vê-la em seu figurino para tentar matar o pai, praticamente jogando a Tríade contra ele, só para ser impedida pela noite anterior. Oliver, na verdade, não tomou uma boa decisão: Salvou o cara à toa, já que o papai maligno tentou matar a própria filha.
Oliver queria um relacionamento com Helena, mas logo no primeiro encontro fez a menina conhecer Laurel, que foi uma ótima ideia. Uma das piores partes da série até agora foi colocar Tommy correndo atrás de Laurel a todo momento. Claramente ela tem “aquilo” de ouro. E mesmo sendo clichê, a cena do jantar entre os quatro foi bastante vergonhosa e engraçada.
Agora que o maridão de Mama Queen está de volta, fica mais e mais evidente que em breve teremos o Queen Gambit 2.0 para cima dele, só que dessa vez, vai ser em Starling City mesmo pois, convenhamos, em breve ele descobre tudo e ninguém vai ficar feliz em saber disso.
Gossip Girl – The Revengers
12/12/2012, 22:49.
Gabriela Assmann
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Impossível ainda não estar afoita e com o coração na mão após The Revengers. Tem tanta coisa pra acontecer ainda que não sei como vão finalizar Gossip Girl na semana que vem. Eu já to triste. É difícil desapegar de algo que nos acompanha por seis longos anos, apesar dos altos e baixos constantes.
Eu passei a semana nervosa achando que quem morreria era a Lily ou o Chuck. Porém, finalmente eles conseguiram se vingar do Bart, que mostrou que era o vilão mais frio que já passou pela série. Por mais que soubesse das maldades dele não pensei que ele fosse capaz de tentar matar o próprio filho. Quase morri do coração quando vi a Blair assistindo a cena sobre a queda do avião na televisão. Achei que o Chuck tinha morrido. A Leighton foi muito bem e conseguiu dar o tom que a cena precisava. Foi lindo. E foi épico ver o Chuck ressurgindo depois e acusando o pai dele.
Por alguns instantes fiquei pensando se o Chuck devia ter salvo o pai, mas aí quando paro para pensar eu acho que não haveria maneira de todos serem felizes pelas bandas do Upper East Side com o Bart vivo. A cena pedia mais emoção, o que foi impossibilitado pela trilha sonora forçada, maaaas, a gente tem que dar um desconto. A cena foi muito CW. Estou curiosa para saber como a Blair e o Chuck vão se salvar dessa, já que deixaram muitas pistas de para onde estavam indo e serão os primeiros suspeitos. Espero que não terminem junto com o Nate na cadeia.
Um dos pontos altos do episódio foi ver a Blair comandando todas as suas ‘bitches’. Ver Georgina, Ivy, Sage, Blair e Serena confabulando juntas, todas aos comandos da Blair não tem preço. Muito bom. Melhor ainda foi que elas conseguiram atingir o objetivo. E a conversa dela com a Serena foi linda. Lembrei de muitos momentos da amizade das duas. Quero que a S. fuja do Dan, mas pra isso não precisaria fugir da B. Queria que ela ficasse em Nova York mas esquecesse ele. A amizade das duas merece continuar.
Já esperava pela volta do pai do Nate, mas achei meio sem noção. Poderia ter tido mais emoção nas cenas, embora as coisas entre os dois não fossem das melhores. Acho que poderia ter sido melhor, mas ok. Quero ver agora como o Nate vai fazer pra descobrir quem é a Gossip Girl. Pros que reclamavam que ele é muito samambaia, ele vai acabar sendo o responsável por desvendar o maior mistério da série. Ponto pro Nate. Uma pena que ele vá mesmo ficar com a Sage.
E ao que parece o Dan vai conseguir virar o jogo e convencer a Serena de que eles devem ficar juntos. Aposto que ele botou na mala dela o capítulo bom que escreveu sobre ela. Sinceramente não curto. Mesmo com toda história que eles tem acho que a publicação do capítulo falando mal dela e tudo que ele falou no episódio passado deveriam servir para colocar um fim na história dos dois e jogar ela nos braços do Nate, que afinal de contas sempre foi fiel a ela. Mas eu adoraria também que a S. se tornasse uma mulher independente de verdade e não precisasse de um babaca como o Dan pra ser feliz. Acharia bem legal que ela terminasse sozinha.
Pautas mais importantes para o episódio final: Quem é a Gossip Girl? Eu aposto em Dorota, Rufus ou Dan. Me parece plausível que seja ele depois disso tudo que ele fez. Como Chuck e Blair vão explicar a morte de Bart? Serena e Dan ficarão juntos ou ela irá embora para L.A? Chuck vai conseguir lidar com o peso emocional de não ter salvo o próprio pai da morte? Ele vai conseguir ser feliz com Blair apesar de carregar essa culpa? E Nate vai conseguir escapar das acusações? Qual foi o sonho que Dan sempre teve e agora está próximo de conseguir, como ele mesmo afirmou no episódio anterior?
Tem tanta coisa para resolver no episódio final que espero que os roteiristas se esforcem para explicar tudo e não deixar buraco. Só tenho certeza que o episódio final terá um mega evento, pra que termine bem Gossip Girl. Talvez um casamento? Não vou me prolongar mais porque já está difícil segurar as lágrimas. Até semana que vem… e never more. Pelo menos não pelas ruas do Upper East Side =(
Haven – Burned e Last Goodbyes
12/12/2012, 09:40.
Regina Monteiro
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Burned foi, disparado, o melhor episódio da temporada. Foi, também, um dos melhores roteiros da história de Haven. Mérito de Charles Ardai que conseguiu incorporar o caso da semana na história principal e, de quebra, revelar um pouco mais do mistério que envolve o Assassino da Pistola e a partida de Audrey. Tudo isso em apenas quarenta e dois minnutos: pouquíssimo tempo para um episódio que revelou muito e restabeleceu a parceria entre Audrey e Nathan. De 0 a 5, merecia um 10.
Neste episódio, Audrey, Nathan e Duke têm que ajudar Ginger, uma adolescente que é levada para Haven pelos Guardiões, a encontrar seu pai. Ao mesmo tempo, o Dr. Lucassi, médico legista da cidade, examina um corpo encontrado na floresta, que pode ser uma potencial vítima do Assassino da Pistola.
Ginger (interpretada pela ótima Kiara Glasco) tem o poder de induzir as pessoas a fazerem sua vontade, o que leva os Guardiões a tentar seqüestrá-la para garantir que Audrey deixe Haven quando o Caçador (uma tempestade de meteoros) cruzar o céu da cidade. Este argumento rendeu, por vários motivos, uma das seqüências mais belas e intensas da série: o interrogatório de Jordan.
Primeiro foi tocante a delicadeza com que Duke, do alto dos seus 1.88m de altura e de seu jeito bruto e estabanado, falou com Ginger, antes que ela induzisse Jordan a contar a verdade durante o interrogatório. Segundo porque, talvez pela primeira vez, Jordan tenha conseguido a simpatia do público: falar a verdade expôs a fragilidade do personagem diante dos seus sentimentos por Nathan: um amor egoísta, que via no desaparecimento de Audrey, a única possibilidade de um futuro para os dois. Terceiro, porque, em contraste com o amor egoísta de Jordan, Nathan fez da sua obsessão em descobrir como os Guardiões usariam Ginger para influenciar Audrey, um novo sinônimo para a palavra amor; sem declarações açucaradas, ou um toque sequer, o amor estava ali: estampado em seu rosto, ecoando em sua voz, determinado a não aceitar o inevitável. Quarto, porque Jordan revelou que se Audrey entrar no Celeiro e desaparecer quando o Caçador chegar, as perturbações que atingem Haven desapareceram com ela.
A partida de Audrey, portanto, deixa de ser uma fatalidade, para tornar-se condição para a volta da normalidade em Haven. Para Audrey, sua partida passa a ser, então, uma simples opção entre o que é certo ou errado e para Nathan e Duke uma desesperada corrida contra o tempo, pois sabem qual opção Audrey fará quando a hora chegar.
Mas as revelações não pararam por aí. As pistas encontradas pelo Dr. Lucassi, a partir do corpo descoberto na mata, levaram Audrey e Nathan a uma antiga fábrica desativada, nos arredores da cidade: o esconderijo do Assassino da Pistola. No lugar há vários tanques com as peles das pessoas que ele matou. Nada faz sentido até Nathan lembrar-se de uma antiga lenda indígena sobre o Andarilho das Peles, um ser que, como um verdadeiro camaleão, é capaz de vestir a pele de outra pessoa e se passar por ela. Um tanque vazio indica que o Andarilho já fez outra vítima. O próximo passo será descobrir sob qual disfarce ele se esconde agora.

Passo dado em Last Goodbyes, que apresentou uma boa idéia, executada de forma mediana. Depois do início um tanto forçado que deixou óbvio na pele de quem o Andarilho se encontrava, tivemos o caso da semana: uma catarse para Audrey Parker.
Em relação à trama principal, Last Goodbyes foi apenas um pretexto, um gancho para se revelar a próxima identidade do Andarilho. No início, ainda na fábrica onde ele se escondia, Audrey e Nathan reúnem Duke, Claire, Vince e Dave e comunicam a descoberta sobre a perturbação do Assassino da Pistola: parecido com um camaleão, ele se esconde na pele de outras pessoas. Depois de uma dedução um tanto forçada, sobre
a necessidade do Assassino de ficar próximo a eles, chegam à conclusão que ele deve ter se escondido na pele de um deles. A resposta é óbvia (para quem assiste à série pelo menos), pois o único personagem dispensável deste círculo de pessoas é Claire. Na cena final essa desconfiança é confirmada quando Audrey descobre a farsa.
Mas o principal objetivo do episódio, em minha opinião, era navegar pelo inconsciente de Audrey Parker. Depois dos acontecimentos do dia anterior, Audrey acorda e encontra todos os habitantes da cidade em coma, exceto Will Brady. Perdido, com apenas flashs de memória, ele é o responsável pela situação de Haven. Percorrendo a cidade em busca de pistas que a levem a entender a “perturbação” que acomete Will e assim poder salvar os amigos que têem poucas horas de vida, Audrey faz uma viagem através de si mesma.
Juntos, Audrey e Will, descobrem que ele estava em coma há dois meses, depois de um ataque do Andarilho, que assassinou a garota que ele amava, e para quem nunca havia se declarado. Depois desse tempo e sem esperança de que ele pudesse acordar, seus irmãos autorizam o desligamento dos aparelhos dando-lhe apenas mais 12 horas de vida. O medo da morte desencadeou sua perturbação. O único modo
de reverter o processo é colocando-o novamente em coma. O caminho que Will escolhe é óbvio: voltar ao coma e salvar a cidade. Talvez um caminho sem volta. Uma, aparentemente, fácil difícil escolha.
Will Brady personifica o alter ego de Audrey. O conflito que lhe é imposto, vis a vis, é o mesmo pelo qual ela passa. O Celeiro é seu estado de coma pessoal. Morte ou estado vegetativo, não importa, ambos significam adeus. Audrey Parker morre ali. No futuro, quando ou se retornar a Haven, ela não será mais quem é, nem seus amigos tão pouco. Mas a proximidade do aparentemente inevitável pode ser também uma oportunidade para, como disse Will Brady, agarrar-se à menor esperança com unhas e dentes e evitar que o amor transforme-se apenas em uma oportunidade perdida.
E Audrey realiza sua catarse: em relação à Nathan e em relação a si mesma. Como ela mesma conclui ao deixar o hospital, para onde Will Brady e reconduzido: “Não se deve desistir. Talvez ele possa voltar.” Talvez ela também possa voltar ou, quem sabe?, não precisar ir.
Há apenas dois episódios do final da temporada as emoções se intensificam. Talvez haja esperança para Audrey. Afinal, em um dos episódios finais da temporada passada lembro-me de que a verdadeira Lucy Ripley disse a Audrey que, há 27 anos atrás ela havia descoberto como acabar com as “perturbações” em Haven. Espero que naquela ocasião Lucy tenha se referido a uma resposta diferente à representada pelo Celeiro.
The Vampire Diaries – We’ll Always Have Bourbon Street
11/12/2012, 09:36.
Mônica Castilho
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Enquanto Damon tira o atraso de quatro temporadas com Elena, Stefan continua em um complô com Caroline, desesperadamente tentando entender como a sua ex-namoradinha está ligada ao seu irmão. E a cada cena que se passa de Damon todo feliz (e bobão) com a Elena, dá ainda mais dor no coração por ver que logo o coitado será magoado novamente.
E realmente o Damon, que anda digno de pena ultimamente, ficou todo de coração partido ao descobrir que a Elena está ligada a ele (e talvez por isso esteja agindo assim), então os Salvatore reviram o passado mais uma vez e vão para Nova Orleans, onde vivia uma bruxa que supostamente curou a ligação de outra vampira ao Damon. Mas chegando lá, descobrem que além da filha dessa tal bruxa não estar querendo ajudar nem um pouco, a bruxa que fez os serviços para o Damon só usou ele para matar doze pessoas, e depois usou o sacrifício para atingir uma magia mega das trevas chamada expression, nem curando a ligação no final. Ou seja, Charlotte (a vampira em questão) ainda está ligada ao Damon, setenta anos depois!
E a Elena? Bem, já que ela está livre de pelo menos um drama na vida dela, pois agora consegue beber sangue de bolsas e tem um motivo a menos para chorar pelos cantos, resolveu dar uma festinha na casa dos Salvatore com Bonnie e Caroline. Como o álcool entra e a verdade sai, Elena contou que está se pegando com o Damon, Caroline deu com a língua nos dentes e falou da tal ligação e Bonnie citou uma tal de expression que está aprendendo com o Shane. Isso mesmo, pessoas! E já não bastava tudo isso para acabar com o clima de festa da Elena, uns híbridos da pá virada sequestram a Caroline, e então o Tyler – que vai resgatar a loira junto com a Elena – dá um piti, enfrenta todo mundo e vira o macho alfa do bando. Pelo menos as coisas têm que dar certo para uma pessoa né? E Tyler por fim passa de bitch do Klaus para alfa dos lobos.
Mas voltando a revirar o passado com Damon e Stefan, os flashbacks mostraram mais um daqueles fatos em que o Damon é todo bonzinho, o que parece até de propósito para deixar o coração de todo mundo ainda mais partido quando ele vai procurar a Elena e diz que não pode ficar com ela, que tem que deixa-la e todos aqueles mimimis, já que a única maneira de quebrar esse laço é o vampiro “dominante” ir embora de vez. Claro que a Elena não aceita, porque independente de o laço não mudar o que ela já sentia pelo Damon antes (pois ela precisou desses sentimentos para que houvesse a ligação), ela está ligada ao Damon e para ela é doloroso ver o objeto de adoração e obediência sobrenatural dela ir embora, como aconteceu com a Charlotte. E para o Damon, que acreditou finalmente ter conquistado de uma maneira normal a garota que ama, também não está sendo fácil.
Ok, dramas amorosos a parte, Shane veio com um papinho suspeito para Hayley sobre se encontrar com os mortos e tal, mas ele precisa dos doze híbridos, e agora imaginem a confusão quando souberem que o Tyler está liderando todo mundo. Klaus e Shane terão uma disputa acirrada pelo posto de mais revoltado com esse acontecimento. E por falar em revolta, quem causou tanto ultimamente e por isso fez falta nesse episódio foi o Jeremy, pois já que agora virou homenzinho e resolveu caçar os vampiros, não deveria ter sumido.
Por último, independente de todos os “Teams” que existam, a série está se atendo demais aos dramas, empolgações e emoções causados pelos romances tanto novos como antigos. Já estamos no oitavo episódio, quase na metade da temporada, e os relacionamentos, que antes eram apenas um detalhe na série com tramas boas de fundo em cada temporada, vêm tomando o espaço principal e, se formos analisar bem, quem mais chora (Elena) é quem sofre menos ali. Na temporada passada estava tudo certo de que o irmão rejeitado sairia da cidade após a Elena fazer sua escolha e assim que ela tivesse a vida humana dela e morresse, seria tudo como era antes, seria o plano perfeito. Só que ela virou vampira e o plano foi por água abaixo. A garota que já tinha uma bagunça no lugar dos sentimentos piorou nesse quesito e sem pensar em qualquer consequência foi lá “trocar de irmão”. Claro que para o Stefan não é fácil terminar com a namorada em um dia e ver ela dormindo com o irmão logo depois, então não dá para julgar o desespero do cara. Já Damon, que depois de quatro temporadas estava conseguindo finalmente ser feliz, teve essa felicidade pelo menos por enquanto arrancada de si, lembrando que mesmo que a Elena esteja ligada a ele, o Damon não pediu por um abraço ou beijo sequer, ela se jogou em cima dele (literalmente) porque quis.
Está ficando cada vez mais claro que o papel do Damon na série é se machucar, mesmo que em todos os trocentos flashbacks seja mostrado que ele também já teve seu lado altruísta, assim como Stefan também consegue ser egoísta. E agora temos a Elena prestes a perder o atual parzinho e ficando triste por isso, mas que também se sensibiliza quando vê o Stefan. Pois bem, Katherine foi tão julgada e a Elena está fazendo igual. Alguma dúvida de que os irmãos Salvatore não serão ambos felizes enquanto a Elena estiver nesse dilema cruel dela ou enquanto um deles não se apaixonar de verdade por alguma outra personagem?
P. S.: [1] Charlotte, Vicky, Isobel, Caroline (o sangue foi dele, né), Elena… Damon criou metade dos vampiros dessa série, que isso! #DamonPaiDeTodos
P. S. [2]: Se a Bonnie já não era irritante quando achava que podia fazer tudo contra todos, agora sendo lerda assim e enganada pelo Shane na cara dura, está insuportável. E por falar em tu, Bonnie… Se quer espantar híbridos, fazer um monte de luzes piscarem não é a solução, anotado?
P. S. [3]: Depois desse episódio, lembre-se sempre de que se você quer dar o fora em uma alguém sem ter uma DR e simplesmente se mandar, pode deixar a pessoa contando todos os tijolos da cidade… Por setenta anos!!
New Girl – Bathtub
10/12/2012, 19:18.
Maria Clara Lima
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A última vez que escrevi sobre New Girl estávamos ainda no Halloween. Lá em outubro, a série já estava me aborrecendo, o tempo passou, e o que sinto agora é que estou prestes a desistir.
Bathtub não me animou. Percebi que a série tomou rumos bem diferente do que se pretendia no início. Não sei bem ao certo quando foi o pulo do tubarão. Pensando bem, talvez o romance da protagonista com o pai do aluno… como é mesmo o nome dele?
Bom, enfim. Eu pensei que eles estavam tentando fazer algo mais temático nesse segundo ano. Algo no estilo, “minha vida depois dos trinta”, e tocariam o assunto da semana. Mas acho que eu estava errada. Passei por Ação de Graças e relação conturbada com os pais, gravidez e casamento, nesse episódio tivemos o quê? Jess tentando convencer os meninos de que uma banheira seria a solução para os problemas deles.
Sem dúvida, um dos piores episódios da série.
Só a participação da Olivia Munn (The Newsroom) me prendeu um pouco a atenção, não por ela, mas porque eu gostei da personagem. Mas sinceramente, é preciso por alguém entre ele e a Jess?
Quando acabo de assistir um episódio, seja de qualquer série, passo um tempo pensando nele, mas eu não consigo fazer isso com New Girl. Simplesmente porque eu esqueço do episódio no minuto que ele acaba.
Lembro de algo sobre o Winston. Mas o que terá sido? Será importante demais para esquecer? Ou terá sido hilário ao ponto de eu querer lembrar? Acho que não.
Já Cece e Schmidt perderam completamente a química. O jornalista parece mais um amigo gay desesperado pela atenção da musa. Sem contar que essa palhaçada de óvulos e Cece querendo ter um bebê é tão desproporcional.
Sinto saudades da Douchbag Jar e do seu potencial esquecido.
Leverage – The White Rabbit Job
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Logo após voltar do hiato com o episódio The Low Low Price Job, o produtor executivo de Leverage, Dean Devlin, deu uma declaração em que afirma que não está contando com a renovação da série para uma sexta temporada e por isso esses últimos episódios do quinto ano de Leverage estão sendo produzidos para serem os últimos da série. Devlin ainda prometeu fazer uma series/season finale digna para o seriado. No entanto, enquanto o cancelamento não se confirma ou uma renovação milagrosa não acontece, a equipe de Leverage continua resolvendo os possíveis últimos casos do grupo.
Em The White Rabbit Job, a equipe de Nate se depara com um caso bem diferente do que é acostumado a lidar. Dessa vez eles não precisam destruir alguém e sim tentar modificar essa pessoa, transformá-la em quem ela era anos antes. O personagem do caso é Charles Dodgson, dono da Dodgson Energetics (DE), empresa de Oxford que fazia baterias para aviões militares, híbridos e laptops, mas que nos últimos anos vem fechando setores e demitindo pessoas sem causa conhecida. Quem vai em busca da ajuda da equipe de Leverage é um dos funcionários de Charles, Alex.
Nate aceita o serviço, mas deixa Hardison enlouquecido com a ideia. A equipe de Leverage precisa nada mais, nada menos, que roubar um sonho. Para ter sucesso no job eles precisam aplicar o golpe conhecido como White Rabbit: entrar na mente de uma pessoa e mudá-la. A história toda lembra um pouco do filme A Origem, de Christopher Nolan. Todos embarcam no job liderados por Sophie, que segundo Nate, já havia tido sucesso realizando um golpe desse tipo.
Com a ajuda de psicotrópicos que Eliot trouxe uma vez de Bogotá, Deus sabe o que ele estava fazendo lá, não foi difícil levar Charles para um mundo de sonhos. Ainda mais que Hardison descobriu que o dono da DE não dirige, sofre de ataques de pânico e faz terapia ocupacional. A partir daí não foi difícil colocar Eliot como seu motorista e substituir seu terapeuta por Sophie. A equipe de Leverage consegue levar Charles para uma viagem nos próprios sonhos, só que tudo foi criado virtualmente por Hardison.
No entanto, nesta quinta temporada o que mais acontece com a equipe de Leverage é o primeiro tiro sair pela culatra e eles terem que refazer todo o plano inicial. A primeira ideia era fazer Charles reabrir a porta do setor de Pesquisa e Desenvolvimento e com isso reviver as memórias de seus antigos projetos e assim despertar a vontade de voltar a crescer com a empresa. Achei graça quando foi Parker quem percebeu que só isso não resolveria o problema, mas Nate não notou a intervenção sutil de Parker e continuou com a ideia inicial. Mesmo não sendo a especialista em pessoas a ladra percebeu que o modo como estavam lidando com Charles não funcionava e chegou a se irritar, o que no final acabou levando à solução do caso. Parker é fantástica, sempre tem uma cena triunfal e nesse episódio foi o passeio dela com a bateria: “Vou levar a bateria para caminhar, ela precisa dar uma saída”. Ri muito.
Como Parker vinha percebendo as coisas começam a sair do controle e Sophie admite nunca ter conseguido concluir o White Rabbit, pois golpistas veteranos começaram a cometer erros infantis e a equipe passou a discutir. Então Nate tem uma daquelas luzes que iluminam sua mente e percebe que o verdadeiro problema de Charles era a culpa que sentia pela morte de uma prima que fora muito próxima, chamada Paciente, e que da altura da sua drogadição ele estava confundindo com Parker.
The White Rabbit Job acompanhou o ritmo de Charles e foi um pouco sonolento. Valeu a cena de luta de Eliot quase no final do episódio, eu estava com saudades dele socando uma meia dúzia de homens maus em poucos minutos. Também não podemos esquecer da memorável participação do guardinha da DE apontando a arma para o Eliot. Engraçadíssimo.
Quem solucionou o caso foi a personagem mais improvável em um caso tão emocional e pessoal como esse: Parker. Mas quem acompanha a série precisa concordar que apesar da sua especialidade não ser lidar com pessoas, Parker cresceu muito nesses anos com a equipe de Nate, teve aulas com Sophie e enfrentou situações muito mais complexas que as encontradas em The White Rabbit Job.
Apesar do episódio dessa semana não ser dos melhores, o nível tende a subir muito no final dessa temporada (ou da série?). Nós sabemos que Leverage pode atingir um alto nível de excelência, a Summer Finale deste ano foi genial e agora o produtor executivo já prometeu um encerramento em alto estilo. Para aqueles que ainda querem ter a esperança de que Leverage possa ser renovada é só lembrar que no final da primeira temporada a equipe se separou, como se fosse finalizar a série caso ela não fosse renovada. Nate reuniu a equipe no retorno, na premiere da segunda temporada. Esperança ainda existe, afinal, Nate, Parker, Eliot, Sophie e Hardison nos ensinaram que com união e superação nada é impossível.
Um grande PS
Na review do episódio anterior os leitores comentaram como o cabelo de Eliot tinha crescido em relação ao episódio que foi ao ar na Summer Finale do seriado. Eu realmente me perdi no cabelo dele e não prestei atenção nesse detalhe, mas agora prestei muita atenção em cabelos e queria lembrar como o Nate com cabelo mais curto fica muito melhor. Voltando ao batedor, Eliot segue com o cabelo comprido neste episódio e achei engraçado que os dois jobs não se passam em Portland. Me pareceu que os episódios foram feitos para serem “avulsos” e encaixados em qualquer momento da temporada, ou foram mudados de ordem depois de gravados. Pode ser esse o motivo da falha de continuidade no corte de cabelo. Enfim, são só suposições, mas que valem a reflexão.
Elementary – You Do It to Yourself
10/12/2012, 11:25.
Gabriela Pagano
Reviews
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“Não há nada mais perigoso à minha saúde do que o tédio”, foi essa uma das primeiras frases que Sherlock Holmes, gripado (sim, até os gênios ficam gripados, essa banalidade…), disse no episódio de quinta-feira, 6 de dezembro. E tédio, definitivamente, não foi o que sentimos ao assistir a mais esse capítulo de Elementary.
No episódio, tínhamos não apenas um, mas dois casos para resolver. “Tínhamos” porque, espectador que é espectador, se envolve e desvenda tudo junto com a série. Pois bem. A NYPD precisava da ajuda de Holmes para investigar a morte de um homem que levou um tiro em cada um dos olhos. Já Watson queria descobrir se seu ex (ex-exatamente-o-quê, a gente ainda não sabia), tinha mesmo tido uma recaída, cometido um crime e ido parar na cadeia.
Mas vamos pela ordem de importância. Holmes, sorry. No caso do detetive, o homem levou dois tiros nos olhos e tudo o que sabiam era que ele tinha aproximadamente 50 anos. O homem estava sem identidade, não tinha nenhum cartão de identificação, nada. Bastou uma “olhadela” – olhos pesados de um resfriados, devo ressaltar -, para que Holmes descobrisse qual era a profissão da vítima – professor universitário -, o nome do sujeito – Trent Annunzio – e exatamente em que universidade trabalhava – Garrison.
Depois, em visita ao escritório dele, em questão de segundos, o detetive descobriu que o homem era viciado em jogos chineses, que esteve em um na noite passada, era obcecado pelo número “13”, falava mandarim fluentemente, usava supersticiosamente uma cueca de cetim vermelha, cheirava a cigarro (mas tinha dentes brancos como o de um não-fumante), entre muitas outras coisas. Enfim, em fração de segundos, uma enxurrada de informações foram jogadas a nós, meros mortais e espectadores.
Quem não assiste a série com frequência pode pensar “Uau, esse Holmes é mesmo inteligente!”. Não acho. Não, não… Não estou dizendo que ele seja burro, claro que não. Não ousaria dizer uma blasfêmia desse tamanho. Só que, algumas vezes, o Holmes chega à conclusões tão inusitadas, através de situações mais inusitadas ainda – para não dizer convenientes -, que parece que os próprios roteiristas da série usam esse monte de informação para convencer a si mesmos de que tudo não é absurdo, que todo esse conhecimento por parte do Holmes não chega a ser descabido. Pfvr. Simplicidade e criatividade, na próxima vez. Até mesmo Sherlock Holmes precisa refletir, pensar e DESCOBRIR, algumas vezes. Continuemos.
Depois, eles desconfiam da mulher de Trent e do amante dela – que era o professor assistente da vítima. Os dois tinham um caso, a mulher era imigrante e foi levada para os Estados Unidos pelo professor, dizendo que se casaria com ela. Pura enganação. Ele era sádico e obrigava a mulher, que nem era sua esposa diante da lei, a fazer coisas sórdidas na cama. O assistente, que era desprezado pelo professor, descobriu, se apaixonou pela moça e decidiram que se casariam em uma hora estratégica, assim, ela não seria deportada do país e encontraria o amor nos braços do jovem. Muito lindo, muito clichê, mas vou dizer que comoveu. Ounti!
No final das contas, Trent tinha descoberto uma espécie de câncer nos olhos e tudo o que lhe restava era sofrer com fortes dores até a inevitável morte chegar. Por isso, ele mesmo encomendou o próprio assassinato, mas se certificou de que todos os indícios levariam as suspeitas até nosso novo casal fofinho. Achei bem bacana o enredo, porque, se tivesse sido uma morte planejada pelo amante e a mulher, que queriam ficar juntos, seria muito óbvio e sem graça. A alternativa que os roteiristas encontraram comoveu, envolveu e convenceu. O casal, além de apaixonado, é todo certinho. Que sejam felizes para sempre…
Elementar, minha cara Watson
Agora, prossigamos ao caso da Watson, que é super auto-suficiente na história e sempre está resolvendo algo sozinha. Enquanto ela e Holmes estavam na NYPD, o celular da ex-médica tocou e ela disse que precisava ir até um antigo paciente. O homem estava preso, teve recaída e era acusado de ter se envolvido em um acidente de carro e fugir. À Watson, ele disse que estava de ressaca e apagou, não se lembrando do acontecimento.
Watson reage muito mal e diz que ele precisa pagar pelos atos. Ela já havia dormido com ele. Aí, é inevitável não concluir, “Hum, então Watson é brasa coberta? Ela se envolve com seus clientes?”. Nesse momento, pensei em como os entusiastas de “Watson s2 Sherlock” deveriam estar felizes assistindo à cena. Mas, não. Ele era apenas ex-namorado dela, não paciente.
E de maneira muito simplista e quase nada envolvente, Holmes ajudou Watson a resolver o caso: o ex dela não havia cometido o crime, o carro foi roubado por um jovem que se envolveu no acidente.
Espera sentada
Aos fãs do casal protagonista, sinto dizer. Mesmo quando Holmes desconfiou que Watson tinha “algo mais” com o presidiário, ele não demonstrou nenhum ciúmes – e olha que ele estava mais frágil devido ao resfriado. Não acho que os produtores da série irão trabalhar em um romance entre os dois em breve, embora eu torça por isso. O Holmes anda tão bonitinho, tão “gracinha”, que seria gostoso vê-lo apaixonado. Mas não estou dizendo para que nós, torcedores do casal, esperemos sentados, ainda que eu ache uma boa ideia.
NOTÍCIAS | ‘Elementary’: Holmes e “a” Watson não terão caso amoroso, garante produtor
É que Watson disse ao homem (e ex-amor) que conhecia uma amiga que trabalhava em uma clínica de reabilitação e ele se propôs a ir lá. Ela esperou, esperou… E nada. Até Holmes apareceu para fazer companhia… E nada. Mas achei fofinha essa cena final, os dois protagonistas sentados no banco, Holmes oferecendo o ombro amigo. Ali, fiquei em dúvida qual era o sentimento que se fazia presente, amor ou amizade. E quer saber? Acho que foi a mais linda demonstração de amizade mesmo, por parte desse Holmes que dá vontade de pegar no colo e cuidar. Melhoras, meu caro detetive!
Sabido
Separei algumas coisas que Holmes sabe a respeito de si mesmo e do universo que seriam muito úteis no mundo real:
– Sem termômetro, ele sabe que sua temperatura diminuiu apenas um grau desde a última vez que Watson verificou;
– Como minha mãe diz “Enquanto você está com a farinha na mão, eu já fiz o bolo”. Holmes está sempre um passo a frente do detive Marcus Bell (Jon Michael Hill), da NYPD, que só sabe anotar tudo o que Holmes vai dizendo. Se derem um pedaço de bolo não mão dele, ele não sabe adivinhar um ingrediente secreto que seja.
– As universidades americanas são tão lindas! Sinto depressão quando lembro do campus da universidade em que estudei. O mundo seria melhor se eu fizesse um intercâmbio lá, era isso que queria dizer.
– Holmes é viciado em café. Em séries policiais, copos da bebida (do Starbucks ou não) são carregados pelos corredores da delegacia o tempo todo. Mas, em Elementary, o litro de café está mais disputado. Holmes é completamente viciado, acho lindo! Também adorei que, por causa da gripe, a Watson trocou o café dele por chá (muito coisa da minha mãe fazer isso! humpf) e ele disse: Não, eu sou britânico, e isso não é chá! Ops, elementar!
Coisa mais estranha no episódio
Quando foram na casa da “esposa” da vítima, deram detalhes – isso mesmo, detalhes – sobre a execução do homem e acusaram a mulher de ter cometido o crime em frente à filhinha dela, que deve ter uns 3 anos. Já ouvi falar que os americanos – e também os britânicos, no caso – são seres bem frios, mas isso já é um pouco demais, não?
Coisa mais fofa
A coisa mais fofa foi essa carinha do Sherlock Holmes, quase a mesma expressão de “cachorrinho na chuva” que a Regina Duarte costuma fazer. De partir o coração!
Balanço final
Foi um episódio decente, agradável, até inteligente. A série vem mantendo o bom nível, apesar de uma falha ou outra de roteiro. Jonny Lee Miller está muito bem como esse Sherlock mais humano, que se comove com os dramas alheios e até fica doente, tadinho! Elementary ganha pontos aí, nesse carisma, na maneira como cativa. A gente não só aplaude a conhecida genialidade do detetive… A gente se envolve, quer dar um abraço nele! Alguém já sentiu isso em relação ao Benedict (de Sherlock, da BBC)? Eu não. Mas amo os dois. Fim.
NOTÍCIAS | Jonny Lee Miller diz que liga para Benedict Cumberbatch ao final de cada episódio de ‘Elementary’
Hawaii Five-0 – Ha’awe Make Loa (Death Wish)
10/12/2012, 00:10.
Anderson Narciso
Reviews
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Nem sempre é fácil manter-se no alto. Muitas séries, vez ou outra, trazem um episódio que não te enche de satisfação por completo. Foi assim esta semana com Hawaii Five-0. O episódio rendeu poucos momentos bons, apesar de ter dado destaque e uma história legal para Max. Mas não é muito legal ver a Five-0 trabalhando separada.
A série resolveu arriscar esta semana com dois casos. Um principal e um secundário. Fórmula que mantém há anos CSI como uma das séries mais vistas em todo o mundo. Mas confesso: com Hawaii Five-0, não funcionou. Uma história ficou apagada demais, e a outra, com contornos demais. A dosagem foi errada em ambas, o que acabou por se tornar chato de ficar assistindo. Fora que ver Danny trabalhando longe do resto, não foi legal.
Tivemos o caso das modelos – que fez eu perdoar qualquer momento enjoado deste episódio -, que foi resolvido apenas por Danny. E esse deslocamento acabou por tirar qualquer dinâmica que exista do personagem com outro do grupo. Principalmente com Steve. Prova disso que, foi só colocar os dois em tela novamente, que o episódio ficou bom. E foi engraçado ver Steve com ciúmes do amigo, que estava tentando conhecer as modelos. Acho que, realmente esta dupla traz a alma da série, e espero que esta “separação” não venha a acontecer em um episódio tão cedo.
Já o caso do “assalto ao banco” que na verdade era mais uma sentença de morte para um portador de câncer cerebral foi meio parado, mais ao mesmo tempo recebeu muito destaque. Não teve aquela ação que gostamos de ver. Sinceramente, foi deprimente aquela cena da Kono e do Steve perseguindo o atirador pelado, enquanto ele estava bem chapado. O que gostei neste caso, mesmo, foi o destaque que deram para Max e sua namoradinha. Ele é um personagem que merece boas histórias – como aquela da segunda temporada, sobre sua mãe. E quem sabe a partir daí, seu futuro com a atendente do banco comece a fluir. O jantar no hospital foi bem legal.
Este episódio apesar de “assistível”, foi bem fraquinho, na minha opinião. Mas a qualidade de H5-0 é tão grande que até seu episódio mais fraco, não chega a ser um fiasco. Mas convenhamos, Hawaii Five-0 sabe como fazer um bom episódio. Estamos acostumado com bastante ação, boa dinâmica que sempre resultam em um excelente episódio. Então, esperamos bem isso na semana que vem, que será o penúltimo episódio do ano. Até lá.
Glee — Swan Song
09/12/2012, 22:15.
Júlia Berringer
Reviews
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Ao contrário do que o título do episódio diz, os personagens não estão chegando ao fim, mas sim começando de novo. Swan Song fez Glee voltar as origens. Como Rachel mesmo disse, Glee Club não é só sobre pessoas como Puck e Artie cantando juntos, é sobre pessoas que assim como eles, mesmo não tendo quase nada em comum, são amigos. Durante todo o episódio Glee conseguiu dar novos rumos aos personagens originais, e dar novos começos para os novatos. O episódio deixou claro que tudo o que aconteceu no passado não precisa, necessariamente, se tornar somente babagem, as coisas que você viveu podem também se tornar a sua experiência e força. E é por essa e outras que, pra mim, o episódio dessa semana se resume em uma palavra: Inspirador.
O episódio começa quase que imediatamente após o colapso de Marley no último episódio. Em uma reviravolta, os Warbles são declarados vencedores do Sectionals devido à violação do New Directions a uma regra que diz que qualquer coral que sair do palco é automaticamente desclassificado da competição. É triste, mas esperado e faz com que todo o grupo se pergunte a mesma coisa “e agora? o que vem depois?”. Mas isso logo passou, porque todos foram rápidos o bastante para culpar Marley ao acontecido, e ninguém, além de Santana foi capaz de ver o que a Kitty fez. Me pergunto se os produtores da série esquecem que o orgulho e o ciúme da Kitty custaram ao Glee Club as Sectionals, e que se um dia eles vão trabalhar a história dela.
De qualquer forma, agora que o New Directions não pode competir por um ano, Sue não perdeu tempo, e comemorou sua glória pegando a sala do coral para ela e as Cheerios. Teria sido muito engraçado se não fosse a cara de triste que o Finn ficou ao ver Sue destruindo a decoração da sala. Lógico que o repertório escolhido para ser apresentado não foi dos melhores, mas ele trabalhou duro para que todos os membros do Glee Club se sentissem em casa. Apesar disso, o confronto Sue x Finn não perde a graça de jeito nenhum!
P.S.: Amei o cara do piano se rebelando e falando pela primeira vez! Super engraçado! “Você sabe o quão degradante é quando eles simplesmente viram para você e gritam “hit it!” e você tem que adivinhar que música eles vão cantar?”.
Mas o que foi surpreendente em toda essa história foi ver como todo mundo tão desistiu tão facilmente do Glee Club depois de tudo o que passaram juntos e ver que tão rapidamente eles se juntaram a outros clubes. Acho que apesar de ter me sentido um pouco traída, isso foi bem realista. Enquanto o Glee Club foi formado por uma realidade azarada e com amor pela música e performance, os membros da ND também são capazes de se separar e encontrar interesse em outra coisa além da música. Ainda assim, achei que foi um pouco forçado e não consigo imaginar Rachel Berry desistindo tão facilmente quanto todos os outros fizeram. Marley é a única que fica ao lado de Finn na história toda, e não é pra menos.
E agora vamos falar sobre o quão louco Ryan Murphy pode ser. Em um belo dia ensolarado, ele acordou, tomou café da manhã e resolveu que Sam sempre teve uma queda pela Brittany e que eles deveriam namorar. Porque pareceu que foi assim. Uma decisão em cima da hora, só pra encher linguiça durante o episódio. A maioria dos fãs não gostou nada dessa história, principalmente os fãs de Santana e Brittany. Glee nunca foi bom em formar pares aleatórios (Sam e Mercedes, Brittany e Artie, Mercedes e Puck, Santana e Finn são somente alguns exemplos do que eu estou falando), mas sinto que dessa vez tudo passou dos limites.
Em Nova York, Rachel e Kurt encontraram novos caminhos também. Carmen Tibideaux dá a Rachel um convite dourado para a competição de inverno do NYADA. É uma grande coisa, já que apenas os alunos que mostram ser excepcionais entram nesta competição e os calouros quase nunca são escolhidos para se apresentar. No entanto, Rachel é escolhida. E o seu convite para a competição de inverno dá uma grande injeção de confiança na garota, o que para Cassandra só a torna ainda mais irritante. Depois de uma apresentação maravilhosa de All That Jazz entre as duas, Berry só fica ainda mais confiante, e no dia da competição até dá um longo beijo em Brody. Mas falando em Cassandra, adoro ver Rachel na sala de dança, mas tenho a curiosidade e adoraria ve-la em outras aulas também. E enquanto Rachel brilha, Kurt se esforça para conseguir outra chance de entrar na NYADA. Seu breve encontro com Carmen é um pouco desanimador, e ela diz que ele é talentoso, mas não coloca sua alma para fora quando canta, seja lá o que isso quer dizer.
No evento, Rachel canta duas músicas e canta como o coração. Lea Michele merece uma estátua. Ela é simplesmente fantástica e não há como negar uma coisa dessas. Todos presentes na NYADA a aplaudem de pé, e ela só ganha mais confiança. Adoro ver o quanto Rachel cresceu e amadureceu. Essa temporada pode até ter dois núcleos, mas ela ainda continua sendo a estrela de Glee e durante o episódio eu tive certeza disso. Depois de Rachel, Carmen anuncia que Kurt vai ter mais uma chance, e vai performar na frente de todos ali presentes. E dessa vez, Kurt não precisou de figurinos e sinos para fazer uma boa apresentação. Usou somente a voz e isso bastou. Chris Colfer é outro que merece uma estátua. Não tinhamos um solo dele faz algum tempo, e eu realmente senti falta disso.
Os melhores amigos de NY conseguiram alcançar os seus sonhos, enquanto Rachel venceu a competição, Kurt conseguiu entrar para a NYADA. Assim, Berry liga para Finn e o lembra de por que ele está de volta ao McKinley High School, em primeiro lugar. Finn somente se acha de verdade quando está no Glee Club. E é por isso que eu acredito que não importo quais decisões ele tomar na vida, tudo vai trazer ele de volta para aquela escola, para aquele coral. Embora os New Directions tenham perdido as Seletivas para os Warblers, não acabou ainda. E é em uma das cenas que mais me emocionaram em toda a história de Glee que os ND se reunem e cantam uma das músicas mais bonitas que já ouvi.
Este episódio de Glee foi essencialmente sobre a música que pode unir as pessoas, não importa se são diferentes ou semelhantes. Houveram amizades, inimizades, relacionamentos, parcerias e milhares de coisas compartilhadas durante esses anos envolvendo esse grupo de losers. E tudo isso por causa da música. Swan Song, é uma metáfora que significa uma performance ou um ato final antes da morte. Mas não é o final do Glee Club, muita coisa está por vir. Considero que esse episódio foi mais como uma Fenix Song. Um capítulo da história deles se acaba, mas outro começa aqui.
Setlist do episódio:
Somethin’ Stupid (Sam e Brittany)
All That Jazz (Rachel e Cassandra)
Being Good Isn‘t Good Enough (Rachel)
O Holy Night (Rachel)
Being Alive (Kurt)
Don’t Dream It’s Over (New Directions e Finn)
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