TeleSéries
Rizzoli & Isles – Love the Way You Lie e Virtual Love
20/12/2012, 14:52.
Mariela Assmann
Reviews
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Rizzoli & Isles definitivamente voltou meio morninha depois do hiatos que separa os 10 primeiros episódios da temporada dos cinco finais. Nenhum dos 3 episódios exibidos me deixou muito satisfeita, e os baixos números de audiência indicam que nossos vizinhos da América do Norte também estão um pouco descontentes.
É claro que tem muita coisa funcionando. Angela, por exemplo. Foi muito divertido ver a matriarca da família Rizzoli com Cavanaugh. Os dois fazem um casal bonitinho, fofo – e eu já havia comentado que achava possível um envolvimento entre eles. E o pós-separação deles também rendeu bons momentos. Porque a postura de Angela, tentando fazer ciúmes no ex, me proporcionou boas risadas, especialmente quando o detetive dos “carrões” estava presente. Além disso, é hilário observar Jane toda protetora com a mãe, fazendo birra e depois toda fofa, aconselhando Angela. Realmente, mamãe Rizzoli. Você fez um bom trabalho criando Jane.
E creio que logo o casalzinho volte às boas. Torço por isso.
Outra coisa que é sempre perfeita nos episódios é a dinâmica entre Jane e Maura. Elas são tão diferentes, mas tão complementares, que não tem como deixar de achar fofíssima a amizade das duas. O requinte de Maura e a “truculência” de Jane são complementares, e confesso que até se os casos se tornarem uma porcaria e o resto dos personagens parar de funcionar eu insistirei com a série. Porque a amizade de Rizzoli e Isles é muito legal.
Eu sempre achei os casos de Rizzoli & Isles muito bons. De verdade. E agora estão achando tão pouco interessantes… Em Virtual Love nem a presença de Rondo tornou as coisas mais agradáveis. O plot das crianças “rejeitadas” era bastante óbvio, e me pareceu que estava ali apenas para encher tempo de tela. Era previsível, batido, gasto.
Apesar disso achei interessante explorarem temas como o suicídio e a obsessão de certas pessoas pela “vida virtual”, a ponto de esquecerem de separar o que acontece em jogos online, por exemplo, da vida real. São temas bastante atuais e pertinentes, e é sempre positivo ver a mídia trazendo eles para a casa das pessoas.
Gostei do destaque que Frost recebeu em Love the Way You Lie. Foi interessante ver o detetive fazendo justiça, só fiquei meio perdida com a “rápida” conexão entre o homicídio do Garoto Suicída com a morte da estudante pelo ex-namorado. Compreendi perfeitamente o motivo de todos os crimes, só achei que foi meio BAM, descobrimos tudo e está tudo interligado.
Pro final da temporada, eu espero mais ação e emoção. A finale deve manter a tradição da série e nós deixar tensos e à beira de um ataque de nervos. Ou seja, vai ser um presente de Natal. Eu realmente espero que isso aconteça, senão a audiência, que anda fraca, deverá ser ainda menor em 2013. E Jane e Maura ainda tem muita história pra contar, não desejo que a 4ª temporada seja a última.
Até semana que vem, pessoal!
Arrow – Year’s End
20/12/2012, 13:48.
Marco C. Pontes
Reviews
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Uma fall finale sonífera, mas que trouxe uma grande revelação.
Arrow deu uma deslizada nos últimos episódios, mas nunca tive dúvidas de que a série conseguiria mostrar para o que veio antes do ano acabar. Year’s End, ironicamente, consegue fazer isso, mas continua apostando em plots que infelizmente são extremamente irritantes.
Thea é o exemplo de plot irritante. Além de ser safadinha, é uma pessoa bem bipolar. Uma hora está completamente irritada com o irmão, mas pouco tempo depois é só amores por ele, até dividindo a batata frita e comentando sobre sua perversão com crack. Porém, já vimos nos episódios anteriores Ollie finalmente se abrindo com a irmã, e melhorando o relacionamento com a mesma. Ou seja, achava mesmo que esse drama de adolescente revoltada já tinha acabado.
O pior também foi que o motivo de qualquer desentendimento entre os dois foi uma festa de Natal que ela QUERIA que acontecesse, mas ela ficou brava por acontecer. Não dá mesmo pra entender essa menina. Ficarei somente com a imagem da pequena bebendo e dando vexame na festa de Laurel enquanto estava bulinando Tommy na maior cara dura. É bem mais interessante.
Falando em Tommy, ele é outro personagem que possuía bastante envolvimento e potencial no começo da série, mas que começou a ficar totalmente apagado, principalmente pelo fato de correr atrás de Laurel todo episódio, como se a única motivação para acordar todo dia fosse correr atrás de uma mulher. Por favor, né Tommy, você devia, no mínimo, começar a se preocupar com o seu dinheiro congelado.
O romance de Tommy e Laurel é o pior. Cada vez que Tommy usa de palavras e situações românticas, tudo parece mais forçado. Não melhora episódio após episódios. E agora com a Caçadora um tempo longe de Ollie, estava mais do que na hora de chamas antigas acenderem para fazer os fãs do casal, como eu, ficarem extremamente satisfeitos com os rumos que a série está tomando – pelo menos por um tempo.
Porém, o grande feito do episódio foi finalmente ter apresentado um vilão, que em tese, deveria ser fodão. Até agora, ele está bastante contido, na verdade. Se não fosse pela luta final com Ollie, nunca saberíamos que ele era tão forte (ou melhor, mais forte) quanto o Arqueiro.
O episódio teve muitas partes chatas por causa do núcleo familiar de Oliver, principalmente por causa de Moira, que até agora não entendeu que precisa FAZER ALGO sobre seu marido, perguntando tudo sobre o câncer da cidade, enquanto ela só fica se vestindo em roupa de gala e mentindo para o marido falando que vai contar toda a verdade no final da noite, mas esse final nunca chega.
Não há duvidas, porém, que tirar o maridão da equação foi uma boa ideia, já que ninguém se importa com as descobertas dele e essa constante pesquisa e investigação sobre os acontecimentos irá manter o nível da série baixo.
A grande revelação sobre quem era o Arqueiro Negro poderia ter demorado mais tempo. Sem duvidas o que virá a acontecer depois desse episódio será interessante e emocionante, mas qual era a necessidade de apresentar o grande vilão em um episódio e já no mesmo episódio entregar sua identidade? Péssimo planejamento. Os flashbacks do episódio foram interessantes, mesmo que não tenha acontecido quase nada, sempre é bom rever como foi o tempo de Ollie na ilha e sua amizade estranha com o Japa Hood.
P.S: O que falar sobre Felicity, além dela ser uma diva que trabalha O DIA TODO? Feliz Hanukkah, amiga.
Gossip Girl – New York, I Love You Xoxo
19/12/2012, 23:58.
Gabriela Assmann
Reviews
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New York, I Love you, XoXo, Dan Humphrey.
Em 19 de setembro de 2007, na CW, estreava Gossip Girl. Seis temporadas depois, em 17/12/2012, o último episódio da série New York, I Love you Xoxo revelava a identidade da “garota do blog”. Dan Humphrey, o lonely boy, era o responsável pelas postagens da Gossip Girl durante quase todo o tempo em que ela agiu.
Confesso que Gossip Girl foi a primeira série que acompanhei com afinco, assistindo toda semana, até o fim. É triste me despedir dela após todo esse tempo. Significou muito para mim, mas o episódio final me causou tanto estranhamento que eu não consegui derramar uma lágrima sequer. O único momento que meio balancei foi quando mostraram os flashbacks. Impagável ver aquele cachecol do Chuck de novo e o Nate com o suéter casual de sempre. Mas, é só agora que elas insistem em brotar dos meus olhos, mas vamos aos comentários sobre o episódio.
Primeiro, acho que Gossip Girl merecia ter terminado com um grande evento, uma festa bapho, uma agitação social. Os melhores episódios da série obrigatoriamente tiveram grandes eventos. No entanto, dois casamentinhos mixurucas acabaram saindo. Eu queria babado, confusão e gritaria nem que o evento social fosse o velório do Bart. Com o casamento Chair ainda me emocionei um pouco e achei super legal o Chuck dizendo que não queria começar a vida daquela maneira e que fazia questão de casar na presença de amigos e família. Até na hora de casar teve uma armaçãozinha básica para que estes pudessem estar presentes e para que eles pudessem se livrar da prisão.
Aí um ponto que me incomodou bastante. Embora tivessem investigando, achei bem fraquinha a maneira como eles conseguiram escapar das acusações. Achei tudo muito simplório. Será que não havia nenhuma outra maneira de investigar? Claro que não queria os dois na cadeia, mas a forma como se safaram foi bem difícil de engolir. Se eu tiver equivocada os advogados (ou estudantes de direito) que me corrijam. Hehe
Outra coisa que me deixou profundamente incomodada foi, mais do que a identidade da Gossip Girl, a maneira como ela foi descoberta. Foi meio do além. Eu esperava mais justificativas. E pra piorar, todo mundo aceitou muito bem. Só a Blair e o Rufus que ficaram indignados, mas logo o Chuck, o Nate e a Serena já trataram de dizer que não era nada demais, sendo que durante muito tempo eles odiaram a Gossip Girl e ela causou muito mal para eles. Não poderiam pelo menos ter ficado brabos por um tempo e depois se reconciliado?
Como já era esperado a Serena e o Dan ficaram juntos sem precisar de maiores explicações. Retomaram o começo da história deles e foi bonitinho, mas podia ter sido bem melhor. Foi um pouco atrapalhado. O casamento também foi muito Dan Humphrey. Poderia ter sido mais Serena Van Der Woodsen. Nada de pompa? What the hell is this? Fora isso, super fofinho o filho de Blair e Chuck. E muito legal também a Serena casando com um vestido simplesmente lindo e feito pela Jenny.
Adorei também o momento Eric e Lily. O casamento foi usado também pra podermos ver que Lily e Rufus também ficaram juntos, para a felicidade geral da nação. O William deu um pé na Ivy e conseguiu, em parte, o que queria. Se não conseguiu voltar pra Lily pelo menos ficou perto da família.
O que eu mais gostei do episódio foi a saída que encontraram pra Gossip Girl. Não deixa de ser verdade a máxima sempre preferida pela mesma: “that secret I’ll never tell”. A personagem se desenvolveu de tal maneira que o Upper East Side não vive mais sem ela, e como bem falaram no episódio, sempre tem alguém que não pertence ao grupo querendo entrar nele. Assim, se Dan não é mais a Gossip Girl, agora outra pessoa é e ela continuará existindo pelo menos por um bom tempo.
Gostei também do final do Nate. Acho que ele merecia um final digno, embora boa parte das pessoas achem que ele foi uma samambaia durante muito tempo. Gostei de ver o caminho que encontraram para ele. Acho que fica bem na política e caminhando com as próprias pernas, sem precisar da família.
Foi muito bacana também ver que tanto tempo depois os quatro amigos – Blair, Serena, Nate e Chuck – continuam inseparáveis. Pra mim Gossip Girl sempre foi sobre amizade e eles nos mostravam que embora houvesse períodos de crise, eles sempre estariam ali um para o outro.
Agora já fica difícil conter as lágrimas e eu me despeço por aqui. Só me cabe agradecer pelos aprendizados e pelas oportunidades que Gossip Girl me deu. Aprendi muito sobre amizade, sobre limites, sobre amor e sobre pertencimento. Até onde podemos ir para pertencer a um determinado grupo? Quais são os limites para se conseguir algo que almeja? Vale tudo por um amigo? Só essas reflexões já fazem estes seis anos terem valido a pena. Além do que, se não fosse esta série eu provavelmente não faria parte da #equipelinda do TeleSéries. Obrigado, Gossip Girl. Muito obrigado por tudo. Saudade desde já.
New York, I Love you.
Upper East Side, I Love you.
XoXo, Gabriela Assmann
Fringe – The Human Kind e Black Blotter
19/12/2012, 15:17.
Mariela Assmann
Reviews
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Começo essa review me desculpando pelo atraso. Tive problemas com meu computador, que não funcionou por alguns dias. Não consegui ver The Human Kind e acabou atrasando tudo. Agora, episódios devidamente assistidos, vamos à review.
Como atrasei pra assistir The Human Kind, li muitos comentários sobre o episódio. Muita gente achou ele fraco, o pior da temporada. Mas confesso que gostei bastante dele, e achei o final magnífico.
Por mais que haja muita ficção científica em Fringe, em vários momentos cruciais o amor foi a resposta. Isso já não nos deveria causar estranheza. E digo mais, acho bom os mais reticentes prepararem o coração, pois creio que a resposta final, a solução para os males do mundo, no dia 18 de janeiro, deve passar pelo amor, se não acabar nele.
Em The Human Kind Olivia voltou a ser o centro das atenções. E com maestria. A possibilidade de perder Peter mais uma vez fez com que a agente buscasse, desenfreadamente, compreender os efeitos do dispositivo em Peter e encontrar uma solução para o problema.
E enquanto Walter e Asner buscavam compreender como o dispositivo agia no cérebro – Astrid escapou por pouco de ser cobaia – Olívia buscava o tal imã gigante (porque seria muito simples a solução estar em algo pequeno e fácil de carregar e esconder). Adorei todas as cenas de Olivia no ferro-velho. A atmosfera foi dúbia, e quando a menininha disse que havia uma recompensa pela agente, saquei a arma junto com Olívia e já fiquei pensando em como ela sairia dali. Mas aí Simone bebeu a água e fez aquele discurso emocionado para Olivia, que respondeu com uma fala não menos poderosa. Perder a fé, depois de tudo que presenciou, era o caminho lógico para Liv. Mas os acontecimentos seguintes, no galpão, servem para mostrar para Olivia que as palavras de Simone eram verdadeiras, ainda que apenas em parte.
A cena da fuga da agente foi sensacional. A engenhosidade de Olivia me impressionou, assim como o uso da bala. A bala que salvou o mundo, agora salvou Olivia. Física e mentalmente, porque foi como se ela percebesse o legado da filha, algo que a acompanhará eternamente. E essa percepção foi fundamental para o desfecho brilhante do episódio.
Enquanto Olivia completava mais uma parte do plano, víamos ótimas cenas do jogo de gato e rato entre Peter e Windmark. A batalha entre eles também foi ótima, uma cena magnífica, com efeitos visuais muito bem feitos. E as palavras do chefão dos Observadores, sobre Peter achar equivocadamente que estava modelando seu futuro, me deixaram temerosa do que viria a seguir.
Temerosa estava, também, pelos efeitos do dispositivo no cérebro de Peter. Eu já estava pensando em como os roteiristas explicariam se o Peter Observador mantivesse as emoções. Porque os estudos de Walter e Astrid confirmaram o que todos já sabíamos: os Observadores são extremamente inteligentes, mas sentimento passa longe dos carecas. Por isso os sentimentalismo dos humanos é tão difícil de compreender, para eles.
Por isso concordo com Olivia, na sua fala para Peter. Sentimentos, nesse panorama, são diferencial, não força. Contra um inimigo que “é muito melhor em matemática”, deve se lutar com as armas que tem. E aqui ela é, definitivamente, o amor. Amor esse que, confessado por Olivia, fez com que Peter desistisse de seu caminho sem volta. Interessante notar que a “fria” Olivia foi a sentimental aqui, enquanto que o “emotivo” Peter precisou ser resgatado das garras da hiper racionalidade. Interessante mesmo. E que cena final. Quase chorei junto com Polivia.
Já Black Blotter foi uma viagem regada a muito LSD. Brincadeiras a parte, foi um episódio magnífico, com muito andamento no plano para derrotar os observadores.
Quando o rádio conseguido no Universo de Bolso finalmente funcionou, Walter estava doidão. Confesso que vendo Walter chapado me dei conta de que sentia saudade desse lado mais malucão do cientista. Mas essa viagem foi mais tensa que as outras. E boa parte dessa tensão se deve à presença de Carla, a ex-assistente de Walter, nas alucinações do Bishop pai.
Esse episódio evidenciou o conflito de Walter, que já o acompanha a alguns episódios: o medo de voltar a ser o “monstro” que pensava ser Deus. E as palavras de Carla me fizeram temer seriamente o desfecho do caso. Porque Walter, atormentado psicologicamente, poderia ser cegado pelo seu desejo de fama e reconhecimento, e acabar entregando parte do plano para os Observadores ou comprometendo seu andamento.
Mas felizmente isso não aconteceu. E não aconteceu, principalmente, em virtude de Peter, Oliva e Astrid. Peter especialmente, já que Walter frisava, a todo momento, que não podia romper com as promessas feitas ao filho.
Achei interessante que enquanto Carla fazia o papel de “diabinha”, Nina era a “anjinha” que tentava manter Walter no bom caminho. Tem relação, claro, com o “pacto” entre Walter e Sharp, no qual ela prometeu remover os pedaços demoníacos do cérebro de Walter depois que o mundo tiver salvo.
Tentar encontrar Donald através do sinal emitido pelo rádio foi a tarefa da semana. E concluí-la com Walter “on drugs” foi bem mais complicado. Afinal, nada é fácil quando ratos atiram em você.
Mas antes de falar do desfecho da missão, preciso falar da visitinha de Peter e Liv à floresta. Teve beijo <3, e teve Sam Weiss. O “instrutor de boliche” de Olivia foi encontrado morto ao lado de um protótipo de arma para acabar com os carequinhas, e junto com os cadáveres de dois Observadores e um Legalista. O que ele estava fazendo lá eu não sei. E aparentemente nem Poliva sabe. Mas como o papel de Sam era grande, na outra timeline, natural que ele aparecesse nessa também, e desse sua contribuição no plano de salvar o mundo.
E depois de triangular o sinal do rádio, com a ajuda de Anil – sempre Anil. Achei que Broyles teria participação mais ativa no plano de salvar o mundo, mas o líder da Resistência é que resolve tudo, mesmo -, a Fringe Division chegou à ilha habitada por ninguém menos que o Observer Kid. Descobrimos que Donald, conforme já havíamos imaginado, tirou Michael do Pocket Universe após a invasão dos Observadores, e que confiou sua custódia a um casal confiável da Resistência. E depois de passar 20 anos ligando o sinal do rádio, o garoto foi localizado e agora o plano de salvar o mundo está pertinho de ser executado.
E Michael lembra de Olivia, justamente porque para os Observadores tempo e espaço funcionam de outra forma. Assim, mesmo os acontecimentos de outra linha temporal serão lembrados. Não quero nem pensar no que acontecerá quando Windmark souber que o garoto está com os “Bishop”. A Fringe Division será ainda mais caçada.
Finalizando a review, preciso dizer que a cena da mente de Walter lembrando para lembrar a cena foi muito genial. Adorei o cartoon, e achei totalmente crível que a mente de Walter funcionasse daquela forma. Uma, pelo ácido. Duas, porque a mente do nosso insano e adorado cientista não é muito convencional, mesmo. E interessante notar que Gene estava lá, juntamente com o cavalo marinho e o sapo, símbolos de Fringe. O cachorrinho eu não identifiquei.
E, mantendo a tradição, a cena final do episódio foi magnífica. As lembranças de Walter, sobre seu complexo de Deus, sobre o sequestro de Peter, sobre a origem de todos os problemas da humanidade, foram tocantes, emocionantes, e – como se necessário – nos lembraram que a jornada está prestes a terminar.
São só mais 4 episódios, três sextas-feiras. Estou muito ansiosa pelo final, mas ao mesmo tempo não quero que a data chegue. Fringe vai deixar saudade.
P.S.1: a fadinha verde dominou Black Blotter. Já a fadinha vermelha apareceu apenas uma vez, rapidinho, e foi prontamente afastada por Walter. Qual o significado disso.
P.S.2: Carla fala que Walter queria criar seu próprio Universo. Bem, de certa forma ele conseguiu, com o Pocket Universe.
P.S.3: R.I.P Donald. Segundo informações de Richard, ele morreu. Mas as informações podem ser equivocadas e poderemos, antes do final, conhecer o parceiro de Walter.
P.S.4: sou uma das adeptas da teoria de que Michael será September. O garoto demonstrou uma certa empatia com Liv, Peter e cia. Acho que a explicação pro vínculo entre o simpático carequinha com nossos sobreviventes favoritos pode remontar à “infância”.
P.S.5: a Igreja da Verdade pode ser uma das chaves na guerra contra os Observadores já que lá, segundo informações do nosso amigo do falso acidente, os carecas não conseguem ler pensamentos. Deixaria a luta mais justa, e pode ser um trunfo para Olivia e companhia. Outra arma que poderia ser utilizada seria as “runas”, utilizada pela ajudante de Bell para “prender” September e impossibilitar suas viagens temporais. Resta saber se eles terão acesso à essa tecnologia. E também tem a questão da máquina para tornar o ar “menos puro” para os carecas, que pode ser utilizada de alguma forma. Muitas teorias.
P.S.6: as consequências da quase transformação em Observador, para Peter, ainda não foram muito exploradas. Sabemos apenas que ele tem fortes dores de cabeça e insônia. Será que restou mais algum traço dos carecas na composição de Peter?
P.S.7: o código de The Human Kind foi Plead, que significa advogar, pleitear, confessar. Olivia confessou seu amor por Peter, e vez as vezes de advogada do mundo – e das boas lembranças, porque não – ao defender a retirada do dispositivo do pescoço de Peter. Já em Black Blotter o código foi Guilty, que significa culpa. Não precisa nem explicar, né? Culpa é um dos sentimentos que constituem a intrincada personalidade de Walter, o combustível para muita de suas ações.
The Vampire Diaries – O Come, All Ye Faithful
19/12/2012, 09:38.
Mônica Castilho
Reviews
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É natal em Mystic Falls! Mas se o visual da cidade está todo alegre, com direito à festinha e tudo (ok, nenhuma novidade nisso), o clima já não é dos mais felizes.
Para começar, temos Elena e Damon ainda naquela coisa de a mocinha estar ligada, Damon mentir para o irmão a respeito de ter quebrado a ligação, e todo o drama de sempre… Porque se tem Elena no meio, é claro que tem drama. E por falar em problemas-Gilbert, Jeremy que até pouco tempo atrás não teve muita utilidade na série, está tendo ajuda do professor suspeito Shane para não tentar matar a irmã de novo e assim não dar mais um motivo para ela choramingar pelos cantos.
Enquanto Elena vai com Damon até a casa onde Jeremy está exilado junto com Bonnie e Shane, para que juntos eles hipnotizem o lado caçador do irmão da Elena, Stefan continua lutando para chegar cada vez mais perto da cura para a ex-namoradinha com a esperança de que sendo humana ela volte a ficar com ele, mal sabendo que enquanto ele está todo empenhado, a mocinha está com Damon e não perde a oportunidade de assediar o Salvatore mais velho.
Bem, e se Stefan precisa de Klaus vivinho da Silva para achar a tal cura, Tyler e os outros híbridos estão tentando capturar o Original, colocar ele no corpitcho da Rebekah e assim deixarem dois Originais presos, secos e mumificados de uma vez só. O plano estava indo às mil maravilhas, se não fosse a Hayley mostrar qual o seu papel de verdade na história e entregar a tal rebelião híbrida, provocando a ira do Klaus e um massacre, por consequência.
Por falar em massacre, já era de conhecimento geral da nação que um personagem presente na série desde a primeira temporada morreria neste episódio. E após várias especulações e até sofrimento por antecipação de fãs, quem morre é a Carol… Lockwood. Pois é, meu povo, tanta choradeira antecipada para uma morte de uma personagem que aparecia até menos do que o Matt! O importante é que somando os híbridos e mais a mãe do Tyler, Klaus matou doze pessoas. E esse número está bem familiar na série, não?
Para completar, Jeremy está livre dos seus instintos de caçador e o professor malvadinho Shane está convencendo Damon e Elena a se deixarem guiar por ele numa viagem até onde Silas está enterrado, porque diz ele que sabe onde encontrar a cura e que esse Silas vai ajudar. Tudo bem que essa cura está mais disputada do que sei lá o que, viu… Mas sou só eu ou mais alguém aí tem a impressão de que esse Silas não é boa coisa e que Klaus é um AMOR perto desse cara? Além do mais, Shane já se mostrou nada digno de confiança, e vale ressaltar que agora ele tem as doze almas e está tentando ensinar a tal de “expression” para a Bonnie. É nessas horas que aquele ditado “desgraça pouca é bobagem” se encaixa muito bem.
Já que Elena, Damon, Bonnie e Shane perderam a festinha de Mystic Falls, resolveram ficar todos na atual casa de Jeremy para aproveitarem o clima natalino. Damon, depois de ter passado o dia todo cheio de “não me toque” com a Elena e ao vê-a feliz com o irmão e a amiga, finalmente quebra a tal ligação existente entre os dois, o que de fato é de partir o coração. Apesar de Damon ter feito a coisa certa, Caroline deu com a língua nos dentes para Stefan e o pobre descobriu que vem sendo corneado. Deu até piti com direito a derrubar mesa e tudo… Todo machinho esse ex-rippah. Chiliques de Stefan à parte, Damon fez o que deveria, e agora Elena está livre para escolher verdadeiramente com quem quer ficar. Mas o problema é como Damon vai estar, já que não foi fácil para ele se separar da amada, e Stefan também não está nos seus melhores dias.
E por falar em curiosidades para o que vai acontecer, não podemos nos esquecer da April, que finalmente descobriu sobre os vampiros e achou a Rebekah! Ouço um aleluia? Pois é… Agora a menina tem que parar de ficar em choque e acordar a amiguinha logo, quem sabe assim fica claro o que aconteceu com o conselho e qual é o envolvimento exato do professor Shane no ocorrido.
P. S. [1]: Acho que a Caroline nunca foi tão linguaruda quanto neste episódio. Contou de Delena para o Stefan e entregou a Rebekah para a April. Se superou.
P. S. [2]: O que era para ser um momento comovente do reencontro de April com Rebekah soou mais cômico do que qualquer outra coisa. A menina mais desinformada da cidade cuja única função vinha sendo descobrir por onde andava a Rebekah finalmente encontrou a loira e a cena deveria ter sido acompanhada por um coro de aleluia, porque olha…
P. S. [3]: Depois de quatro temporadas, vimos as primeiras crianças de Mystic Falls! Não é emocionante?
P. S. [4]: Por último, com tantas mortes no episódio, foi bem poética a coisa de o Klaus massacrar os híbridos com aquela música calma de fundo. Ponto para o episódio.
Leverage – The Corkscrew Job
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O final da quinta temporada de Leverage vai chegando perto e não há como não começar a ficar de luto com o possível cancelamento da série. Ainda mais assistindo episódios de alto padrão como foi The Corkscrew Job. Cada aparição da “estagiária Parker” dava um aperto no coração. Ver Eliot quase sem oxigênio derrubando o malvado capanga e salvando a mocinha também são imagens que vão ficando na memória saudosista. Antes mesmo de saber se a série vai ou não continuar no ano que vem, os episódios vão aos poucos mostrando o quanto os fãs vão sentir saudades da série e principalmente de cada um dos riquíssimos personagens Nate, Sophie, Hardison, Parker e Eliot.
The Corkscrew Job apresentou o malvadão Frank Madigan como o inescrupuloso dono de uma vinícola. A equipe de Leverage entra em cena depois que um dos funcionários da empresa morreu enquanto trabalhava na colheita das uvas. Quando Madigan comprou a Vinícola Bee Meadow, demitiu todos os empregados e contratou temporários. O ritmo escravo da produção e a tentativa de encobrir o incidente com um cheque “com muitos zeros” dado à filha da vítima trouxe desconfianças por traz da morte do funcionário Sam Knox.
Frank é um típico vilão de histórias infantis e também de Leverage. Isso porque ele é totalmente do mal, um ser humano completamente desprezível. Leverage sempre usa vilões mostrando tudo que eles têm de pior. Nunca são pessoas mais ou menos malvadas ou que agem para o mal em um momento de dificuldade. Não. Elas são evil total. Madigan comprou a vinícola e só pensa em produzir muito, em pouco tempo, em uma qualidade bebível e dane-se as preocupações e necessidades dos empregados. Um exemplo de quão evil ele é, são as cenas em que Frank aparece lidando com os estagiários. Nem se esforça para esconder a maldade. Vilão marca Leverage 100% original.
The Corkscrew Job foi o episódio mais engraçado desde que a série voltou de seu hiato agora em novembro. Parker que andava aparecendo pouco teve uma exibição de luxo. A ladra e Eliot de chapeuzinho de agricultor já valeram o episódio. Hardison incorporou o vinicultor e para isso tirou do armário as suas gravatas coloridas e camisas chamativas. Mas nada superou ele dando comandos eletrônicos para a Parker acessar informações sobre o fertilizante experimental que pode ter causado a morte de Sam. Bem, talvez Hardison roubando césio radioativo da Reserva Nuclear de Richmond ganhe essa.
Já Sophie e Nate nem sempre são os mais engraçados, mas são os mais imprevisíveis e fantásticos. Não é a toa que eles encerraram o trabalho bebendo o vinho da garrafa de Thomas Jefferson. Eliot estava lindo novamente com o cabelo mais curto e agora acredito ainda mais que houve troca na ordem de alguns episódios da temporada e por isso o batedor voltou do hiato da série com o cabelo comprido. Outro erro envolvendo Eliot foi na cena da luta com os capangas da vinícola. Em alguns cortes Eliot está com um lenço vermelho em volta do pescoço, e em alguns cortes… opa, sumiu o lenço e depois… voltou o lenço!
Apesar de alguns erros técnicos Leverage continua uma das melhores séries da atualidade. Sofre ainda com o desconhecimento do grande público, mas é um seriado genial. Alguns episódios da atual temporada foram abaixo do que se espera da série. Mesmo The Corkscrew Job poderia ter sido mais eletrizante, mas Leverage tem investido em episódios bons e cautelosos. Mesmo assim, a chegada do final da temporada e talvez do final da história da série promete um bom divertimento na telinha da TNT.
Além da tensão pela notícia do cancelamento ou da milagrosa renovação da série, o que também deve estar corroendo os fãs é a curiosidade de saber como deve ser a season finale, ou series finale, que vai ao ar no dia de Natal, 25 de dezembro, uma terça-feira, às 22 horas, na TNT dos Estados Unidos. Independente do cancelamento ou não o criador de Leverage prometeu o final da temporada de acordo com o que ele sempre pensou que deveria ser o final da série. Para quem conhece a produção de Leverage sabe que o episódio de nome triste The Long Good-bye Job tem tudo para ser o melhor da série e um dos melhores da temporada americana de 2012/2013. Leverage promete um Papai Noel carregado de presentes para os fãs nesse ano, mas o maior deles talvez não venha: a renovação da série para uma sexta temporada.
Grey’s Anatomy – Love Turns You Upside Down e Run, Baby, Run
17/12/2012, 16:40.
Mariela Assmann
Reviews
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Começo me desculpando pelo atraso nas reviews. Tive um problema com o meu computador, que ficou sem funcionar por alguns dias. Resultado: não consegui assistir Love Turns You Upside Down e acabou atrasando tudo.
Mas cá estou eu para comentar os dois últimos episódios de Grey’s Anatomy em 2012. E preciso dizer que gostei bastante de ambos, e considero que eles encerraram bem essa “primeira metade” da deliciosa 9ª temporada.
Em Love Turns You Upside Down conhecemos um pouco mais dos internos. E, para meu completo espanto, curti muito o episódio. Até então eu não havia me apegado a nenhum dos internos. Mas depois desse episódio passei a vê-los com outros olhos. Realmente, olhando pra Mer, Yang e Alex, fica difícil acreditar que eles já foram como os novatos um dia. Mas a 1ª, a 2ª e a 3ª temporada estão aí para contar a história.
Jo trabalhou com Alex, na pediatria. Era esperada essa aproximação entre ambos. E foi legal ver Alex implicando com a moça, apesar de ser mais ou menos uma reprise da história de Izzie e Alex. No final das contas, Jo abre o coração para o atendente, e um envolvimento romântico entre eles está cada vez mais próximo.
Steph e Leah (a mais sem sal de todos, na minha opinião) ganharam destaque ao lado de Yang, que mostra predileção por Edwards. Eu gostei muito do caso médico envolvendo o transplante do coração para os bebezinhos, e me tocou bastante o drama dos pais. Uma história triste, mas bonita e até mesmo romântica. E torço pra que ambos os bebês fiquem bem e eles formem uma família feliz (sim, eu fico criando hipóteses na mente, quando Shonda não conta o final da história). Mas as internas de Cristina pesaram a mão e acabaram suspensas, depois de quase matarem uma paciente por causa da competição desenfreada entre elas. Gosto de Steph, acho que ela é ambiciosa e tem tudo pra ir pra frente. Já Leah deve causar problemas, porque é a que menos se destaca, e em virtude disso tem inveja dos colegas.
Já Heather ficou com Meredith, e enquanto os “peixes grandes” cuidavam do “pé grande”, a moça corria atrás de uma doadora de nervos para Derek, entre as irmãs Shepherd. É claro que a interna acabou no meio da confusãozinha instaurada entre Mer e Derek, que não queria expor as irmãs ao procedimento. Mas Lizzie, uma simpática “loba”, atendeu o pedido do irmão e chegou à Seattle.
Ah, e de quebra Heather ainda ficou sabendo de vários detalhes sobre a vida de Derek e Meredith que ela preferia não saber – e bem imaginamos o porquê – e descobriu que os chefes estão “grávidos”. Além dela, só Callie “sabe” da novidade.
Enquanto isso, Ross estava com a “fracassada” April, que apesar de estressada, ensinou o interno a tratar os pacientes com respeito e solidariedade, o que foi importante para que o garotão conseguisse a vaga de interno assistente de Torres e Avery, na cirurgia que definirá o futuro de Derek. Muito legal.
Run, Baby, Run também foi um ótimo episódio. O (segundo) grande dia de Bailey chegou, e a residente passou o episódio inteiro muito nervosa. Todo mundo tentou acalmar os nervos de Bailey, mas somente o Chief conseguiu. Acho linda a amizade entre eles, a relação meio pai e filha que desenvolveram. E as palavras dele, sobre ficar nervosa e insegura com coisas importantes, foi bem bacana e verdadeira. Convenceu Bailey a encarar a “difícil” realidade que tem pela frente e subir no altar, desconsiderando totalmente o conselho de Torres.
Conselho que disse muito da vida de Callie. Foi uma piada, mas com um fundinho de verdade, em razão da jornada árdua que ela enfrenta ao lado de Arizona. E achei bacana ver Callie confrontando a loira e desabafando um pouco, era necessário. Além disso, esses momentos servem pra Arizona seguir adiante, cada vez mais parecida com a loira fofa e sorridente que conhecemos e amamos. Um avanço e tanto em cinco meses.
E por falar em jornada, estou adorando o desenrolar da história do Derek. Ainda mais agora, que Lizzie chegou ao hospital, toda determinada a participar mais da vida de Derek, de Mer e de Zola. Foi interessante ver a reação de Meredith a essa aproximação da cunhada. Mer está passando por uma fase um tantinho “sombria e obscura”. Ela tem medo que a gravidez não prossiga – e a cena do ultrassom deixou isso bem claro, Mer está com medo de se apegar -, medo que Derek não possa voltar a operar. E a formação “convencional” de família nunca fez parte da vida de Grey. Mas ver ela se esforçando, mostrando o ultrassom para Lizzie, foi super legal. Pena que deixou uma dorzinha no peito, queria ver a Lexie dividindo esses momentos com Mer.
Outra história que andou foi a de Crowen, que resolveu dar um pega nervoso. Yang não sabia que Owen havia pedido o divórcio por causa da sua “participação” na tragédia. E depois de descobrir isso e confrontar o marido, os dois deixam bem evidente a intenção de tentar reconstruir o casamento. Não sei, realmente, como a história se desenvolverá daqui pra frente. Yang assinará o divórcio, em prol do grupo? Os dois baterão de frente com os outros, pelo casamento? Não faço ideia, e estou bem curiosa pelo que vem por aí.
O alívio cômico de Run, Baby, Run, além de Bailey surtando com o casamento, foi Avery e April tentando ficar um longe do outro. E com isso Jackson acabou saindo com Steph, e Alex com Jo. Isso tudo depois da menina fazer a burrada de “denunciar” Karev para Arizona porque passou um procedimento difícil pra ela. Seriously, Willians? Essa menina é muito mimimizenta. Mas ainda assim não consigo deixar de simpatizar com ela. E, cada vez mais, Shonda dá indícios de que a “princesa” e o ogro ficarão juntos. Resta saber quando.
No final do episódio, o gancho para manter nossa expectativa até 10 de janeiro, quando Grey’s Anatomy retorna. Adele dá entrada no hospital, cuspindo muito sangue. Bailey e Weber mudam o itinerário e Miranda dá o “bolo” no noivo, que nem imagina o que está acontecendo, e ainda escuta Callie sugerindo que Bailey poderia ter fugido (a propósito, só eu morri de amores por ela ter chamado Meredith e Calzona como damas de honra?). Será que o casamento acontecerá? Será que Adele sobreviverá? E a cirurgia de Derek, deu certo?
Todas essas perguntas começarão a ser respondidas em janeiro. Então, até lá. Aproveito para desejar a todos um Feliz Natal e um próspero Ano Novo. Que o Papai Noel traga muitos episódios bons de Grey’s Anatomy no seu saco! Hohoho.
P.S.: estou curtindo tanto a participação da Neve Campbell que torço pra ela aparecer em mais alguns episódios. Seria muito legal ver mais da família de Derek!
Hawaii Five-0 – Huaka’i kula (Field Trip)
17/12/2012, 11:09.
Anderson Narciso
Reviews
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Quando peguei para assistir este décimo episódio da terceira temporada de Hawaii Five-0, logo pelo início pensei: “pronto, lá vem um episódio leve e enche linguiça”. Percebi estar enganado – e bem enganado – logo depois de uns 30 segundos. Isso porque, este episódio, apesar de aparentar ser simples, foi muito, muito bom.
Nesta semana tivemos Steve e Danno acampando junto com as “Aloha Girls”, uma espécie de “escoteiros” só de garotas – qual Gracie participa. Steve ia se dando “muito bem” com as crianças, até que uma delas leva o Capitão até um homem caído no meio da floresta, que a princípio era somente um homem perdido e machucado. Mas que acaba por revelar um criminoso fazendo todos eles de reféns. Apesar de Steve já ter lidado com situações piores – e sinceramente, acho que o personagem teria desarmado o meliante (que estava machucado por sinal) facilmente, as coisas tomaram um rumo bem inesperado. O bandido que estava atrás de uns diamantes no meio da floresta, levou Steve e uma das escoteiras como reféns, fazendo os dois passarem por maus bocados.
Danno, que ficou preso em um galpão também como refém, lidou bem com a situação, e teve lá seus momentos engraçados. A cena dele com a menina coreana que sabia concertar celular (e você achando que só na 25 de março é que dava coreano com seus celulares “chinguilingues”) foi bem engraçada. Ou ele com a líder das Aloha Girls, demonstrando o porque de ter sido expulso do grupo de escoteiros quando pequeno – sendo um péssimo guia na selva -, foi também bem engraçada.
A história se desenrolou bem. A equipe se encontrou, e Chin e Kono fizeram sua parte neste sequestro. E parece que, a partir de agora, meu pedido será atendido. Isso porque este episódio deu a entender que Kono – e muito provável Chin -, terão uma história a ser explorada. Isso porque, a família Noshimuri volta a ser o foco na série. O irmão de Adam, Michael, retorna a ilha, depois de cumprir uma pena de 10 anos por assassinato. Aparentemente, Adam quer incluir o irmão no processo de legalizar os negócios da família Noshimuri. Mas parece que tem algo por trás disso. Chin tenta alertar a prima, que não o escuta. E o episódio termina com um gancho daqueles…
Será que Kono passará por maus momentos novamente? Tudo indica que a chegada de Michael trará momentos turbulentos para a nossa policial. Mas já estava na hora né? A personagem anda meio de escanteio, assim como Chin, que venho reclamando, está bem apagadinho desde a morte de Malia, não tendo tanta participação na ação da série. Acho que as coisas vão começar a esquentar agora.
O próximo episódio será o último do ano. Mais alguém aí dúvida que teremos fortes emoções? Até lá.
Glee — Glee, Actually
16/12/2012, 23:31.
Júlia Berringer
Reviews
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Com o episódio dessa semana, um especial de Natal, a série entra em hiatus e retornar somente no ano que vem. Independente de a quantas anda a temporada, Glee tem a fama de sempre fazer bons episódios de final de ano. Infelizmente, durante uma temporada até então muito boa, o show nos entregou um episódio completamente desleixado. Senti que os 40 minutos da série demoraram a passar e a história não foi bonita ou alegre na maioria do tempo.
O episódio até tentou fazer um especial bonito e inspirador, mas não deu certo. Na primeira parte de Glee, Actually foi bonito ver Artie mais uma vez superando sua luta constante contra quem ele realmente é. Depois de escorregar e acabar caindo da cadeira de rodas ele se machuca, e Finn está pronto para ajuda-lo. Ele acaba adormecendo na enfermaria e tem um sonho no estilo “O fantasma do Natal passado”. Rory (você ainda existe?) é o “fantasma” de Artie e mostra como seria a vida no McKinley em uma realidade paralela onde ele não usa cadeira de rodas. O fato é, que a primeira estória do episódio diz basicamente que Artie é o laço que mantem o Glee Club unido. E essa é a mais pura verdade. Inúmeras vezes vimos os ND desistindo, mas Artie sempre esteve lá com uma boa ideia. No meio do delírio de Artie, doeu ver Finn sendo um idiota A+ e empurrando Kurt nos armários e agindo como um grande preconceituoso. Nada demais, mas confesso que gostei de ver Artie um pouco mais em destaque.
A segunda história do episódio se passa em Nova York, Rachel está arrumando as malas e vai passar o feriado com os pais, já que eles não realmente comemoram o Natal. Kurt recebe a visito do pai, e essa foi a única parte do episódio que fez eu me emocionar. O vínculo que os dois tem é lindo demais, e não há como negar uma coisa dessas. Impossível não lembrar do Kurt ao lado do pai no hospital. Entretanto, toda a diversão de ter o pai por perto se torna quase nula quando Burt conta à Kurt que tem câncer de próstata. O que é bastante aceitável que já que não víamos Burt desde o começo da quarta temporada. Blaine também vai para Nova York, e promete cuidar do pai do Kurt. Outra coisa bonita. Isso Ryan Murphy ainda não estragou. Apesar do episódio da traição a relação dos dois ainda é verdadeira.
Klaine patinando teria sido mais bonito se não fosse pelo o meu grande desprezo por músicas natalinas. Ainda sobre os dois, Blaine revela a vontade de se candidatar a NYADA no ano que vem, e Kurt não vê nenhum problema nisso. Mas é claro que Ryan Murphy não vai deixar as coisas fáceis, ele já até contratou um novo garoto que vai mexer com o coração do Kurt.
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De volta para Lima, Jake ainda está sofrendo com aquela história de ser metade negro, metade branco e metade judeu. E essa história vai um pouco além da linha entre ridícula e aceitável nos padrões Glee. Não gosto desnecessária. O fato é que essa história fez os irmãos Puck e Jake se unirem um pouco mais. E como parte dessa união, as mães dos dois finalmente ficaram cara a cara e resolveram ser amigas. Simples assim.
Em seguida a parte mais absurda de todo o episódio: Sam e Brittany. Aliás, o casal é a coisa mais absurda que já vi em alguma série. Eles acreditam que o mundo vai acabar no dia 21 e resolvem se casar. Da Brittany poderíamos esperar uma coisa assim, mas eu não lembro de quando Sam se tornou tão inocente quanto ela. Eu sempre vi nele um garoto esperto e não uma pessoa que acha que golfinhos são tubarões gays. O pior de tudo foi ver Beiste “casando” os dois. Fiz uma nota para o site sobre essa cena quando saiu a primeira foto. Naquele momento os dois casando me parecia ridículo, e agora parece ainda mais. Depois do dia 21, os dois ficam desesperados ao ver que o mundo não acabou e eles estão casados. Beiste tenta explicar que ela não os casou de verdade, mas não adianta, então ela diz que o fim do mundo foi remarcado e que os dois podem viver tranquilos.
A única história que valeu realmente a pena assistir foi a última. Todos nós sabemos o quão rabugenta Sue pode ser, mas nós também sabemos o quão bom o coração dela é no final de tudo. Ela participa do amigo secreto que está acontecendo entre os funcionários da escola e acaba “tirando” a mãe de Marley. Ela não sabe o que dar de presente até ouvir Marley e sua mãe conversando sobre juntar dinheiro para pagar um tratamento para a garota. Sue age como Sue e dá para as duas uma “pequena” ajuda. Não consigo não ficar nervosa com o fato de que todos acham que a culpa é só de Marley e que ninguém se tocou o quão culpada é Kitty em toda essa história. Ainda assim, depois de tudo, Kitty ainda está cantando uma música para agradecer Sue, do lado de todo o Glee Club. Agradecer a ajuda que Sue está dando no tratamento para distúrbios alimentares que a Marley tem por causa dela.
Um episódio horrível que somente divulgou o CD especial de fim de ano que Glee vai ter. Se você gosta de músicas de natal pode até ter ficado feliz. Mas eu não gostei. Em minha opinião foi o pior episódio da temporada até então, e fechou um ciclo quase ótimo que a série estava tendo.
Agora a série só retorna no dia 24 de janeiro, então, Gleeks, desejo a todos vocês um bom final de ano e um ótimo Natal! Que Papai Noel nos traga melhores episódios de Glee no ano que vem!
Setlist do episódio:
Feliz Navidad (Artie)
White Christmas (Blaine e Kurt)
Hanukkah Oh Hanukkah (Jake e Puck)
Jingle Bell Rock (Sam)
The First Noel (Marley)
Have Yourself a Merry Little Christmas (Marley, Puck, Jake, Brittany, Sam, Blaine, Kurt)
Chicago Fire – It Ain’t Easy
16/12/2012, 22:42.
Maísa França
Reviews
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Depois de ter dito que não gostei do episódio passado da série fui completamente surpreendida por It Ain’t Easy. Todas as tramas do episódio aconteceram num ritmo muito bom, com alguns detalhes e muitas pistas pros episódios que estão por vir.
Fiquei super triste com o caso de Vargas: depois de ter batalhado 16 anos para ir do ‘caminhão’ para o esquadrão, só conseguiu usufruir do seu sonho durante 5 meses. Durante um dos casos dos bombeiros Vargas inalou magnésio e aparentemente estava bem, não fosse pelo fato de que o composto reage com água e isso fez com que seu pulmão ficasse super ferido e com o tempo o órgão vai perdendo sua função. O acidente resultou na aposentadoria forçada do soldado que, não satisfeito com tudo isso, fez com que Severide ficasse um pouco apreensivo diante do companheiro que aparentemente percebeu e insinuou que ele também deveria aposentar por causa do braço.
Severide aliás, está de novo affair. Depois de ficar o episódio inteiro fazendo doce evitando contato com Renne (Sarah Shahi), vítima de um acidente de carro e salva por Severide, o bombeiro finalmente se rende as investidas da moça que vai aparecer por mais alguns episódios da série. Quero ver o bombeiro conseguir apagar o fogo dessa moça!
O irmão de Cruz voltou nesse episódio e o bombeiro agora tenta retirá-lo de uma gangue barra pesada das periferias de Chicago mas não tem muito êxito e quem paga o preço por isso é seu irmão que leva uma surra como aviso da intromissão de Cruz nos negócios da gangue. Quem também está de volta é Ernie, o garoto que apareceu em alguma cenas de incêndio e despertou o interesse de Boden é denunciado pelo Chefe para a polícia que começa a investigar a ligação do garoto com as cenas dos crimes. Com isso descobrimos um garoto com problemas de família e que continuará aparecendo por mais alguns episódios até tudo isso se resolver.
Por último temos Casey e Dawson. Aproveitando a solteirice do bombeiro, Shay dá uma ajudinha para a amiga e consegue com que Casey vá até a casa dela para consertar uma janela quebrada. Ele parece que entende as intenções da moça e quase rola um beijinho entre os dois, mas a ocasião foi prorrogada para daqui a alguns episódios. Shippei Mills e Dawson e ela conseguiu o Casey… preciso rever isso aí.
The Voice Brasil – Final
16/12/2012, 21:32.
Gabriela Assmann
Reviews
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Última review da temporada de The Voice Brasil. Uma temporada de altos e baixos, mas que fechou com chave de ouro. A final embora não tenha tido grandes apresentações foi ótima.
Foi bacana ver a retrospectiva do programa, de cada mentor e de cada candidato. A parte ruim – e desnecessária – foram oito candidatos na final. Deveriam ser só 4, assim a final teria tido mais tempo. Além do que, se mostrou desnecessária, pois as escolhas dos jurados foram exatamente as mesmas que o público vinha tendo, o que achei justo.
Com uma final com cantoras do gabarito de Liah, Maria Christina, Ju Moraes e Ellen Oléria, embora houvessem preferências pessoais, qualquer uma que tivesse vencido o prêmio estaria em boas mãos. E ainda bem que tivemos quatro mulheres na final. As vozes masculinas que passaram pelo palco do The Voice Brasil não faziam frente às meninas e não mereciam estar na final. Foi totalmente justo.
Óbvio que eu queria ver a Ju ganhando um contrato, mas é inegável que a Ellen Oléria é excelente e que também merece. Frisei na audição dela que ela estaria na final e com grandes chances de vencer, como quem acompanhou as reviews deve lembrar.
Muito bacana também ter o retorno de candidatos eliminados para cantar com seus mentores. Destaque pra maravilhosa da Mira Callado. Ela merecia estar na final. Não estando, pelo menos participou de outra maneira. Aliás, ofuscou total o Brown e mostrou a grande artista que é. Um viva pra Mira Callado! o/
Alguns comentários mais gerais: espero que na próxima temporada a Globo pare com a palhaçada de trocar tanto o horário do programa e que respeite mais o formato, fazendo dois programas por semana. Assim até as votações ficam mais justas e os jurados param de interferir mais cedo.
Espero que o Tiago Leifert não seja mais o apresentador. Nada a ver ele com o programa. Definitivamente não deu liga. Eu voto na Fernanda Lima. E espero também que haja uma mudança nos mentores. Eu manteria a Cláudia Leitte que foi definitivamente a mentora estrela dessa edição e talvez o Lulu. Tiraria o Daniel, embora não veja outro nome do sertanejo que possa assumir a cadeira bem como ele. O maior problema dele foi nas audições e talvez por se tratar da segunda temporada ele melhore. E por fim, definitivamente, eu rezo pela troca do Brown. O cara é um bom técnico, mas fazia muita palhaçada e era ridículo fazendo todo aquele teatro no palco nas horas decisivas. Mas com a vitória do time dele acho difícil ele ser eliminado. Aliás, se o time dele já foi o mais forte quero ver na próxima temporada que todos vão querer ir pro mentor vencedor.
Acrescento ainda que concordo com o comentário totalmente pertinente do Leifert sobre o Tiaguinho. Para fazer sucesso não é preciso vencer. Acredito que a Ellen fará sucesso, pois a Globo vai enfiar ela em todos os programas, ela vai ganhar o contrato e o mais importante, – que os outros realitys não davam e por isso o vencedor não deslanchava – o gerenciamento de carreira. Mas acho também que especialmente a Ju Moraes e a Maria Christina podem fazer sucesso também. Espero que a Claudinha coloque a Ju embaixo do braço e que no próximo carnaval a gente já veja ela em cima do trio. Não tenho dúvida que ela tem potencial pra fazer muito sucesso. Por mim Claudinha apadrinhava ela e podia até botar ela no Babado Novo. A banda ia deslanchar de novo. Aposto. E a Liah já tem uma carreira consolidada como compositora, mas tem um público bem específico. Acho que tende a se firmar no cenário.
No mais, foi um grande programa. Obrigada a Globo por resgatar os bons tempos dos realitys musicais brasileiros e espero que na próxima temporada façam estes ajustes que são necessários para o programa ficar ainda melhor. Nos vemos em 2013!
PS: Menção honrosa pro figurino da Cláudia Leitte que foi um arraso a temporada inteira. Babado, confusão e gritaria! PÁH!
Elementary – The Leviathan
16/12/2012, 14:37.
Gabriela Pagano
Reviews
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De todos os episódios de Elementary até agora, o de quinta-feira passada foi o que mais chegou próximo às histórias tradicionais de Sherlock Holmes. Pelo menos, no que diz respeito aos casos de polícia.
Um cofre de banco (“O Leviatã”) que tinha seis fases de segurança foi arrombado e cabia ao detetive – quem Watson ironizou, por duas vezes, dizendo ser o mais inteligente do mundo – descobrir como os quatro assaltantes haviam o feito. Para chegar à solução, muitos números foram jogados para nós, espectadores, que precisávamos ser rápidos e assimilar todos eles para que, enfim, entendêssemos a conclusão da história – que terminou com um quadro valioso devolvido por Holmes ao governo através do… Correio. Amo-de-paixão essa praticidade do Holmes, que não se limita apenas às sms’s abreviadas, que a Watson odeia e a gente adora!
O caso foi bastante enigmático e inteligente, um dos que mais me envolveram até agora. Não pelo crime, pela comoção que uma tragédia causa no espectador, como aconteceu nos episódios anteriores. Não foi o caso dessa vez. Mas porque o cérebro estava trabalhando, fazendo contas, analisando números. E eles sempre exigem que a gente fique “ligado”. Claro que uma comoçãozinha sempre faz bem, mas gostei da variação.
O lado fofinho de Holmes
Vontade de colocar o Holmes no colo; que atire a primeira pedra quem nunca sentiu isso assistindo à Elementary. As carinhas que ele faz, a voz mansa com quem pede as coisas… Não tem como a Watson – e nem ninguém – recusar qualquer pedido.
Nesse episódio, a família da ex-cirurgiã apareceu na história e era evidente que ela tinha alguns problemas com eles. Sherlock não só fez questão de conhecê-los, como também liderou o jantar “em família”, arrancando gargalhadas dos parentes da Watson e fazendo com que todos entendessem e valorizassem a nova profissão da “acompanhante de sobriedade”.
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Além disso, em outro momento, quando Holmes tentou explicar novas descobertas de suas investigações ao Capitão da NYPD, ele disse “eu e a senhorita Watson encontramos…”. Explodi de amores quando ouvi isso, é tão lindo que ele inclua a Watson na vida dele dessa maneira, porque está escancarado que ele desenvolveu laços com ela.
Em outra cena, ele liga para ela e diz que um dos suspeitos “aceitou conversar com a gente“. Como se o caso também fosse dela. Coisa mais linda!
Antes de qualquer coisa, os dois são muito amigos e fieis um ao outro, inclusive quando Watson acorda e se depara, não como uma, mas com duas meninas de calcinha na sala…
O lado não muito fofinho de Holmes
Holmes dormiu com duas loironas lindas e isso deixou a Watson um tanto incomodada; inclusive, acho que ela sentiu algum ciúme diante daquela cena, sim. Mas o grande show ficou por conta de Holmes, que jurou que tudo não passava de investigações científicas de sua parte. Então, tá.
A fala mansa e o olhar de “cachorrinho na chuva”, quase permanentes em Holmes, também desaparecem na cena em que o detetive estava no banco tentando desvendar como os assaltantes descobriram a senha do cofre. De supetão, ele decide destruir o marcador digital do objeto. Watson olha assustada e repreende. O detetive não se deixa intimidar e diz prontamente, “Antes que você diga alguma coisa, quero lembrá-la que estou segurando um machado”. Violento, mas touché!
Outro diálogo que achei engraçadíssimo foi quando Holmes encontrou, pela primeira vez, o homem que desenvolveu o cofre, cujo próprio criador definiu como “impossível de arrombar”. Holmes não pensa duas vezes e usa todo seu conhecimento cinéfilo para responder algo como “Não aprendeu nada com Titanic [o navio “inaufragável”]? Muita arrogância da sua parte”. O detetive chamar alguém de arrogante é tipo o auge da vida de qualquer fã de Sherlock Holmes.
Gosto disso. Porque, ainda que mostrem um Sherlock mais humano, sensível, que se comove com as pessoas, se solidariza, ela não perde a ironia e, até mesmo, certa arrogância. Porque essa é a aura do detetive de Arthur Conan Doyle e é incrível como a série da CBS ainda nos propicia a assistí-lo dessa forma, mas de uma maneira ainda mais cativante e, até mesmo, prazerosa.
Ponto alto
O que mais gostei no episódio foi quando fizeram testes de DNA a partir de uma coleta de sangue encontrada na cena de um crime e os resultados levaram a NYPD para a casa de uma senhora “do bem”. Depois, eles perceberam que ela era uma doadora de medula óssea e, portanto, o paciente que recebeu a doação desenvolveu o mesmo DNA que a senhora – sendo ele o verdadeiro assassino. Nada óbvio e, ainda por cima, educativo. Algo não tão regular na série. Ponto para os roteiristas.
Elementar, meu caro Holmes
A Watson, a cada episódio, se revela uma detetive ainda melhor e, dessa vez, Holmes e a mãe dela até plantaram uma “sementinha” da ideia na cabeça dela. Será que veremos algo maior quanto a isso, sei lá, na segunda temporada? Porque a Watson sempre diz que seu tempo com Holmes está acabando e, provavelmente, esse dilema nos será colocado em algum momento – lá para a season finale. Eis que senhorita Watson pode se ver obrigada a tomar uma grande decisão, que mudará os rumos da história! Tomara. Ela é a força feminina inteligente da série!
Conheço minha platéia, simplesmente digo o que querem escutar
Essa foi a frase mais impactante do episódio, que Holmes disse à Watson depois de levantar a autoestima da moça diante da família dela. Posso dizer? O mesmo se aplica à toda equipe de Elementary, que nos agrada cada vez mais! Vida longa ao Sherlcok Holmes e sua encantadora Watson, que fazem tudo do jeitinho que a gente gosta! 🙂
P.S.: Elementary entra em um breve hiato e volta a ser exibida no dia 3 de janeiro de 2013, na TV americana.
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