TeleSéries
Chicago Fire – Under the Knife
12/01/2013, 13:46.
Maísa França
Reviews
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Até que enfim, Severide! No episódio Under the Knife o bombeiro finalmente decidiu fazer a cirurgia mas é claro que o drama do resto do departamento não ficaria para trás né? Então vamos à tudo que ocorreu nesse episódio.
O “triângulo” amoroso (Dawson e Mills… e Casey!): continuando no beijo que aconteceu no episódio anterior, e que não ficou só no beijo – claro! – entre Dawson e Mills, os dois tentam não misturar a vida pessoal com a profissional mas… Dawson recebe flores e logo acha que quem as enviou foi Mills e o mal entendido só é resolvido quando descobrem que foi a moça do cachorro que eles drogaram no episódio anterior que as enviou. Até aí tudo bem não fosse o Chefe Boden perceber o clima entre o casal e chamar Mills até sua sala para levar um sermão daqueles que só ele sabe dar. E continuaria tudo bem se Casey não tentasse se aproximar de Dawson contando a ela que seu comportamento estranho é por causa da sua mãe presa. Vamos ver como ela vai se sair dessa. Dawson pegadora!
Casey e sua “família problema”: o que veio à tona nesse episódio foi a ‘chave da casa’. Descobrimos que na noite em que sua mãe matou o pai do bombeiro, ela só conseguiu entrar na casa porque Casey deixou a chave em cima da bancada. Daí que vem um conselheiro da mulher e pede que no depoimento de Casey ele diga que no fundo ele queria o ocorrido e foi por isso que ele deixou a chave ao alcance da mãe. Achei loucura isso pelo simples fato de que ele foi o único que não virou as costas pra ela e a louca aparece com uma ideia dessas porque um advogado x instruiu que fosse feito assim.
Herrmann (o homem dos “maus” negócios): cada dia que passa eu gosto mais do Herrmann e quero que ele se dê bem logo mas só acontece desgraça na vida do coitado. O negócio da limusine não deu certo e Chefe Boden com seu coração enorme compra o veículo para um treinamento e nesse treinamento, após um ataque de raiva de Herrmann que começa a destruir todo o carro, todos descobrem que o bombeiro será pai pela quarta vez. Além de não ter dinheiro ainda fica arrumando gastos…
Cruz: já cansei desse remorso do bombeiro. Fez a coisa errada agora está aí todo adolescente depressivo cortando a mão e bla bla bla. Segue em frente, homem!
Severide e a cirurgia: finalmente Severide merece um espacinho maior nas reviews. Mas só merece porque resolveu fazer a cirurgia que a gente tanto esperava. O único problema é que a gravidade da lesão do bombeiro parece ser um pouco mais gravo do que pensávamos e agora o tempo mínimo de recuperação será de um ano e não mais seis meses. Não bastasse ele resolver fazer a cirurgia, ele ainda decidiu se mudar para Madri junto com Renee, tipo COMO ASSIM? Não nos abandone Severide!
Além dessas histórias principais, no episódio também tivemos uma imigrante ilegal que se livrou de ser deportada, graças à Dawson, Casey e Boden e ainda o retorno de Shay ao trabalho.
Bem-vinda de volta, Shay!
Revenge – Revelations e Power
10/01/2013, 11:30.
Mario Madureira
Reviews
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Revelations
Bingo! Ashley foi desmascarada na cara dura! Pega no flagra! Quer dinheiro agora, minha filha? Vai ter que fazer mais do que esse joguinho que você andou armando nessa temporada. Daniel fez a coisa certa! É claro que teve uma pequena ajudinha da nossa vingadora preferida! Sempre imaginei que algo de ruim fosse acontecer com Ashley e presenciamos a sua verdadeira face nesse episódio. A verdade é que Ashley nunca se mostrou um personagem de grande significado na série e essa é uma boa oportunidade para Mike decidir o rumo que dará para ela até o final da temporada, fora a demissão evidente adquirida por Victoria e o fim do noivado com Daniel.
Enquanto isso no núcleo pobre da série, Jack finalmente começa a descobrir as pequenas pistas que levarão para uma terrível consequência. Lembram do barco sendo jogado no mar no início da temporada? Seria Jack nele? Será que os irmãos estão planejando se vingar dessa forma?
Pobre Nolan. Infelizmente, nem o seu ótimo senso de humor pode ajudar nesse episódio. Ele foi surpreendido pelo seu ex namorado como sendo o consultor financeiro da empresa Grayson e acabou tendo que ceder uma boa quantidade das ações da Nolcorp com uma bela chantagem arquitetada por Daniel. Que por falar nele, o menino mudou mesmo, hein pessoal? Daniel não é mais aquele pobre menininho que sofria com as decisões dos pais. Depois de Emily tê-lo deixado, ele se tornou uma pessoa fria e disputa a tomada de poder das empresas e das ações da família a qualquer custo.
E também dedico a minha pena à Emily, que foi madrinha de um filho que poderia ter sido dela e de Jack. Interessante. Todos falam que ela tem uma bela química com Aiden e a própria Emily parece ter sentimentos por ele, mas não se esqueçam que ela também amou Jack. E acredito que ainda ama.
Agora o grupo secreto atacará o seu próximo alvo: Daniel. Victoria, o sucúmbio demoníaco, fará de tudo para impedir tal tragédia. Ela fará qualquer coisa pelo seu filho. Nem que ela tenha que se aliar ao seu pior inimigo: Emily Thorne.
Power
Que gostoso recebermos um episódio que nos remete aos primeiros episódios de Revenge. Power não foi aquele episódio obsessivo de Emily em busca de saber mais sobre a Iniciativa ou a família Grayson. Foi um episódio em que ela se vingou de mais uma pessoa pertencente à grande lista de canalhas que condenaram David a morte. E ainda tivemos um grande diferencial. Emily não só conseguiu se vingar do juiz como também ajudou uma vítima a se livrar da culpa que a deplorava e libertá-la do sofrimento. Emily Thorne fazendo maldade com bondade, minha gente!
E os irmãos Ryan atacam novamente. Sinceramente, essa vingança está enrolada, hein? Me lembra até a história com o Tyler. Ele foi um pé no saco e enrolou alguns episódios da trama, mas os Ryan estão vencendo ele de dez a zero! Até quando Jack e Declan vão continuar recebendo as chantagens dos dois?
E para aqueles que shippavam Emily e Daniel, podem ficar felizes, pois parece que o romance está voltando no ar e quem não vai gostar nada disso será o Aiden. Sinceramente? Eu prefiro mil vezes o amor falso com o Daniel que um amor verdadeiro com o Aiden. Não confio nele e agora ele pode começar a preparar a artilharia que a Iniciativa vai atacá-lo com força total.
E pela primeira vez, eu me imaginei entrando no cenário de Revenge e gritando para o Nolan parar de ter aquela conversa mole dele e dispensar de uma vez o Marco. Que cara insuportável! Não basta ferrar com o Nolan, depois tem que ficar fazendo charminho para voltar com ele? Vai rir da cara de outro, poxa! Nolan está com Padma. Não mexa nisso.
Revenge entra numa fase em que Emily tem que fazer parceria com Victoria para conseguir a confiança dela. Como lidar com essa situação?
Castle – Significant Others
10/01/2013, 11:20.
Mariela Assmann
Reviews
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Em 3 de dezembro de 2012, foi ao ar, nos Estados Unidos, Secret Santa, o episódio de natal de Castle. Na correria de final de ano, acabei demorando para ver o episódio e não escrevi a review. Me desculpo pela falha, e vou falar rapidíssimo sobre ele antes de escrever sobre o que interessa, agora, que é Significant Others.
Não gostei muito de Secret Santa. Esperava mais de um episódio de Natal. Mas ok, ele rendeu bons momentos – alguns bem fofos, até, como era de se esperar. Foi interessante observar como cada pessoa, cada família, constrói sua tradição de Natal, e isso acaba por aproximar algumas pessoas, embora afaste outras. Javi passou o Natal com uma das famílias envolvidas na investigação da morte do Papai Noel (oi? Só em seriado que essas coisas acontecem), depois de perder Ryan para a esposa, e levar um fora de Lanie. Ryan e Jenny estão pensando em pimpolhos, e Javi deu uma forcinha pro amigo. E ainda descobrimos que Iron Gates não curte nadinha a sogra. Além disso, vimos (mais) um pouco de drama na relação de Beckett e Castle, já que ela não queria passar o Natal com ele e preferiu pedir para ser escalada para plantão ao invés de abrir o jogo com ele. Aparentemente, Becks ainda não descobriu que o caminho da ocultação não é o melhor para se trilhar.
Se vocês se recordam, eu não gostei de Swan Song. E After Hours também não foi, para mim, um episódio memorável. Então, eu vinha de 3 episódios “meia-boca”, de forma que fiquei muiiiiito feliz com Significant Others.
Esse episódio foi tããão Castle! Fofo, divertido, engraçado, com um caso bacana e cheio de reviravoltas. E com a presença de Meredith, a tensão e a diversão foram potencializadas. Adorei.
Castle pisou na bola ao deixar a ex-mulher se instalar na sua casa. Isso é fato. Mas Rick é tão bobão, tão sem maldade no coração, que ficou bem evidente que pra ele, não havia MESMO qualquer problema naquele ato de camaradagem. Mas o único que não ficou desconfortável com a presença da espaçosa Meredith foi ele, já que até Aléxis se esforçou para despachar a mãe para Paris.
Mas claro que antes de partir, Meredith provocou alguns atritinhos entre Casckett. Teve o lance do “Castle, eu te dei O olhar. Em quatro anos você ainda não o conhece?”, teve a noz-moscada no café, Meredith andando de calcinha pela casa, Lanie dando na cara da Becks por ela ter deixado o Castle resolver a questão, várias inderetas diretíssimas de Beckett para Castle – aproveitando os ganchos do caso -, o convite para o jantar.
Falando no jantar, ele proporcionou a melhor cena do episódio, e uma das mais engraçadas da história do show. Foi impagável a reação de Rick à peça que Meredith e Kate pregaram nele. Pobre homem, transtornado, pensando que Meredith revelaria alguma coisa realmente ruim para Beckett. E o nervosismo dele foi impulsionado por Ryan e Espo, que ficaram o tempo todo aterrorizando Castle. Eu ri muito.
Mas o único dano causado por Meredith foi contar para Kate o que fez o casamento dela e de Castle não dar certo. E não podemos acusa-la por isso, já que ela estava apenas respondendo um questionamento. Torço, realmente, pra que Beckett não fique toda mimimizenta com Castle por causa do que Meredith falou. É óbvio que Castle sabe muito mais sobre ela do que ela sabe sobre ele. Mas isso é normal, já que Beckett carrega mais drama em sua vida. Quanto ao pai de Castle, nós conhecemos bem o escritor. Ele é uma pessoa prática, feliz com o que tem. Não acho que não conhecer o pai o atormente tanto assim, por isso esse assunto não vem tanto a tona. E Beckett está super próxima do universo de Castle, já que ela tem contato direto com aquilo que o escritor tem de mais importante, que é Alexis. Várias vezes Rick, inclusive, se aconselhou com Beckett sobre a criação da filha. Se isso não é ter confiança, não sei o que é.
Mas apesar da minha torcida, sei que esse assunto será explorado em breve. Só espero que seja apenas explorado, e depois esquecido, e sirva pra unir ainda mais Castle e Beckett. E espero, também, que Kate pare de mimimizar, porque em todo episódio que há alguma espécie de conflito entre eles, parte dela (como a questão da posição social, da ceia de Natal, das ex-namoradas, etc etc…). É MUITO evidente que Castle ama Beckett, e ele já disse isso mais de uma vez. Acho que, por hora, isso deve bastar, não?
Quanto ao caso, preciso confessar que adorei. Muito bacana o twist final, com a culpada sendo uma das ex-clientes da advogada morta, que se presumia morta. Muitas surpresas. E as investigações foram gostosinhas, também, além de hilárias. Porque conviver com casais muito ricos se separando foi bem engraçado.
Enfim, Significant Others foi uma delicinha de se assistir. Espero que depois desse hiato de final de ano, Castle engrene e volte a apresentar só episódios top, como estamos acostumados a ver. Até semana que vem.
P.S.1: vocês , assim como Castle, pegaram a ironia na fala da Martha, sobre hospedagem gratuita? Muito divertido!
P.S.2: ontem a noite aconteceu, nos EUA, a premiação do People’s Choice Awards. Castle ganhou como ‘drama criminal’ favorito, e Nathan como ator de drama favorito. Já Stana perdeu o prêmio de atriz de drama preferida para Ellen Pompeo, de Grey’s Anatomy.
Rizzoli & Isles – Over/Under e No More Drama in My Life
08/01/2013, 17:19.
Mariela Assmann
Reviews
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Rizzoli & Isles chegou ao final de mais uma temporada. Em junho, o seriado retorna para uma quarta temporada que, espero sinceramente, será melhor que esta terceira.
Não que a 3ª temporada tenha sido ruim. Foi mediana, talvez. Especialmente esses episódios pós-hiato. Mais lentos, menos empolgantes, com casos menos legais. Sorte que Over/Under e No More Drama in My Life foram episódios mais bacanas que os três anteriores, especialmente o último.
Como era esperado, o drama de Casey voltou à pauta nesse finalzinho de temporada. Eu não shippo ele e Jane – não shippo ninguém em Rizzoli, acho. Shippava Tommy com Isles, mas esse não rolará -, mas também não desgostaria se eles fossem um casal. E é angustiante acompanhar o drama de um militar com graves sequelas, que tenta seguir a vida após retornar da guerra. Achei tocante ele falando para Jane que ficar do jeito que estava não era uma opção, já que ele nunca seria um “homem completo” para ela. Eu não esperava que o gancho para a 4ª temporada fosse ser a saúde – ou até a vida, quem sabe – de Casey, mas aprovei a jogada. Contudo, é estranho que R&I tenha acabado assim, sem uma cena muito impactante, sem uma pendência aterrorizante. As duas season finales anteriores foram MUITO mais eletrizantes, e a espera, dessa vez, certamente não será tão angustiante.
Outra indefinição que ficou para uma 4ª temporada é sobre a situação familiar de Maura, já que sua afetuosa mamae retornou à cena em No More Drama In My Life. Isles vai doar o rim para a meio-irmã, e não quer que a garota saiba de nada. Certamente, eventualmente essa história virá a tona, e haverá mais drama e desconforto para Isles superar. Espero, sinceramente, que ela encontre pelo menos um mínimo de afeto na mãe, já que Hope é tudo aquilo que ela sempre sonhou. Nossa médica fofa merece a felicidade familiar.
E por falar em família, os Rizzoli estão cada vez mais legais e engraçados. É bom ver Tommy de volta, melhor ainda com o pequeno T.J. Adorei que os dois tenham corrido risco de vida, foi uma forma inteligente de colocá-los no centro dos acontecimentos sem apelar para o óbvio dramalhão que envolve os recém-nascidos. Acho que Tommy e Lidya acabarão formando uma família na próxima temporada, e devem aparecer, se não sempre, pelo menos com alguma regularidade.
Angela acabou a temporada solteira, mas logo ela e Cavanaugh deverão continuar sua história de amor. O que é ótimo, porque gostei muito desse plot. Aliás, gosto muito de todos os plots da Mama Rizzoli, Angela é ótima e Lorraine Bracco faz um ótimo trabalho em todos os episódios.
Também gostei do ênfoque que Frost recebeu nos dois episódios. Em Over/Under, pudemos conhecer a mãe dele, e sua companheira. Foi tocante e divertido acompanhar o processo de “saída do ármario” da mãe de Barry, especialmente por causa do mau jeito de Frankie e Jane. E em No More Drama in My Life Frost esteve no olho do furacão. Cheguei a pensar que nos despediríamos do detetive, mas ele acabou são e salvo.
Se Frost recebeu atenção, Korsac ficou um tantinho de lado, especialmente na season finale. Mas isso é compreensível, já que não há como desenvolver igualmente todos os personagens de um seriado, e o detetive expert teve sua vez mais cedo nessa temporada. Na próxima temporada, deve continuar esse “rodízio” de destaque, e isso é saudável para a energia do seriado se manter sempre em alta.
Em relação à amizade de Isles e Jane, continuo achando ela, disparado, a melhor coisa de R&I. A dinâmica delas aumenta a cada episódio, se é que isso é possível. Como não rir de cada implicanciazinha delas, achar fofo cada momento de “estou aqui por você” e adorar cada papo cheio de olhares de “isso é tão óbvio” por parte de Isles e de “meu Deus, como você é irritante” por parte de Jane? Elas são, pra mim, uma das maiores e mais deliciosas amizades dos seriados. Disparadérrimo.
E é por isso, mais do que por qualquer outra coisa, que acompanharei a quarta temporada do seriado. Não imagino a Summer Season sem minha duplinha querida. Então, nos vemos lá, pessoal!
Once Upon a Time – Queen of Hearts e The Cricket Game
08/01/2013, 09:30.
Mario Madureira
Reviews
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Queen of Hearts
Após grandes discussões com amigos e fãs, cheguei a algumas conclusões sobre a winter finale de Once Upon a Time. Num contexto geral, uma grande maioria afirmou que ficou um pouco decepcionado com o início de Once Upon a Time. Eu entendo e por parte até concordo. Um dos grandes erros foi separar Emma de Storybrooke para fazê-la conhecer a Floresta Encantada. Mas calma gente! Os haters não precisam atirar pedras em mim! De certa forma, eu acredito que não era um momento propício de Emma conhecer a Floresta Encantada ainda. Um bom momento seria o final da temporada. Mas eu não concordo cem por cento com essa afirmação. Tivemos grandes momentos nesses nove primeiros episódios, com destaque para Mulan e Aurora que entraram no início da temporada, além da evolução da estrutura humana de Emma diante da nova realidade que lhe foi concedida. Mas vamos começar a comentar um pouco dessa winter finale.
O episódio veio recheado de grandes revelações que explicaram muitas pontas soltas. Eu, particularmente, tive uma grande surpresa em descobrir que o real motivo de Cora querer ir para Storybrooke era para ajudar Regina, ao invés de se vingar. E entre nós, estava muito óbvio que ela era a Rainha de Copas. Não precisava ser um expert para deduzir isso. Achei muito interessante a forma com que Hook interagiu com mãe e filha. Afinal de contas, não importa quem for, ele estará do lado da pessoa que o levará até Rumple.
Sobre Emma ter magia: gostaria de colocar um grande ponto de interrogação invisível nessa review. Se Emma possui magia dentro de si, o que isso a torna? Uma bruxa? Uma feiticeira? Ou outra espécie ainda não apresentada na série ainda? Comecem os palpites! Mas uma coisa é certa: se o Mr. Gold já estava planejando todos esses acontecimentos, só me sobra deduzir uma coisa! A única coisa que Rumple quer mais, fora ficar com Bela, é achar o seu filho, Bae. Dessa forma, nos resta a pensar: será que todo esse esquema planejado por Rumple é simplesmente para encontrar o paradeiro do filho? Mais teorias!
E falando em teoria, voltamos para a velha problemática que havia iniciado a série: as mães de Henry. A grande disputa entre a guarda de Henry ainda é manifesta e podem ter certeza que ainda será explorada e muito! Se Regina já tornava a vida de Emma um inferno quando era prefeita, imagina agora que seus poderes voltaram.
Agora que todo mundo está em Storybrooke, vamos começar a ter alguns dramas aí. Já estava com saudades de ver Emma e Regina se encarando numa luta de MMA.
The Cricket Game
Estava ansioso para esse episódio, por que ele representa a nova fase que Once Upon a Time vai entrar. Quer dizer, a série já se encontra numa nova fase, mas essa fase que eu me refiro é aquela em que todos estão em Storybrooke lidando com o retorno da magia – incluindo Emma e Snow – e começa o confronto entre a heroína e antagonista.
Pensando em antagonista, acabei de entrar numa crise existencial. Vivenciamos duas épocas diferentes na série. Podemos dizer que em cada época existe uma antagonista diferente? Isto é, podemos considerar Regina Mills a antagonista da época atual? Eu acredito que não. A Regina de Storybrooke é aquela que está vivenciando o seu recomeço. Lembram o que ela disse antes de destruir a Floresta Encantada? Ela havia dito: “Este será o meu final feliz”. E deveria ser. Ela está com Henry e é uma nova pessoa. Mas, infelizmente, Cora ainda está aqui para lembrá-la que ela será infernizada até o último dia de sua vida. E para o nosso espanto, Archie foi quase morto nesse episódio. Ainda bem que não foi! Ou será que Edward e Adam esqueceram que os oncers ainda vivem um período de luto com a morte do Caçador? Uma morte que até hoje eu não me conformo e ainda fico revoltado só de lembrar.
Por um instante pensei que a chegada de Cora e Hook em Storybrooke seria um vendaval de batalhas e conflitos. Bem, será. Mas não por enquanto. Edward e Adam são espertos. Eles estão preparando o terreno antes de nos jogar tudo de uma vez como uma avalanche que nem a season finale da primeira temporada. Eles estão bolando um plano e isso não está cheirando nada bem.
Gostei de o episódio ter se focado um pouco mais no Achie, pois ele é um personagem que não está tendo muito desenvolvimento nessa temporada, se comparado com a anterior. E pensar na possibilidade de sua morte me levou a refletir sobre a sua existência na série. O que torna Archie um personagem tão especial que não possa ser descartado como ‘quase’ foi nesse episódio?
E nessa review eu começo com a campanha ‘Regina, you’re not alone’ com apoio de todos os oncers que estão emocionados e morrendo de pena ao ver Regina chorando e sozinha em vários momentos do episódio. Ela fez maldade. Ela merece tudo de ruim. Mas acho que ela está recomeçando e Regina já fez muita coisa boa para ser tratada assim. Eu sei que será difícil no começo, mas ainda sonho com o dia em que ela terá o seu final feliz.
Para não passar em branco, em paralelo com o julgamento de Regina em Storybrooke, tivemos um julgamento na Floresta Encantada também. E não me canso em dizer que Lana Parrila é uma ótima atriz que consegue diferenciar muito bem o personagem em suas duas fases.
E aqui deixo o meu pesar por Cora ser uma péssima mãe que só quer ver a filha sofrer. Te odiamos e te amamos Cora!
PS: Pingo – uma representação da história dos 101 dálmatas?
Elementary – Dirty Laundry
06/01/2013, 14:41.
Gabriela Pagano
Reviews
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Elementary teve apenas duas semanas de hiato – para dar, aos fãs de Sherlock Holmes, tempo para as festividades do fim de ano – e retornou na semana passada às TVs americanas. Nem deu tempo de sentir saudade, mas o episódio da última quinta-feira nos recebeu de braços abertos, como quem sai para uma viagem de férias e volta com boas histórias para contar.
O que eu mais gostei foi a simplicidade do enredo. Não teve nada de mirabolante, muito sangue na tela ou um assassino frio e calculista. O corpo da vítima, dessa vez, foi encontrado na lavanderia de um hotel chique, toda limpinha e bonita. A resolução do caso também foi simplista. Sherlock não se apegou a outras teorias e outros potenciais culpados até chegar à história verdadeira. Sua primeira hipótese, praticamente, se revelou como certeira. Tanto que, quando apontaram os assassinos, pensei “Não é, vamos esperar ele desmascarar mais alguém”. Não era o caso. Gostei disso. Como disse, foi tudo muito simples, mas tinha qualidade.
Outro atrativo da história era que os envolvidos no crime se tratavam de espiões russos. Eu disse, em reviews passadas, que Elementary tinha enredos muito parecidos, sempre abordando crianças, algum assassinato de vários anos atrás que tinha ligação com o atual, e isso era um pouco chato e nada criativo. Mas, dessa vez, eu adorei terem colocado a espionagem no meio disso e o real motivo da morte: dois espiões dormiram juntos apenas para fazer nascer uma “espiãzinha”. E, como o próprio pai da menina disse no episódio, “não se cria uma espião”. Os planos, é claro, deram errado, e Sherlock Holmes ganhou um interessante caso em suas mãos… Diferente de tudo o que a gente tinha visto!
Rispidez
Nesse último episódio, Holmes estava bem menos “fofinho”. Tudo bem que ele tinha que lidar com espionagem, que é assunto muito mais diplomático. Primeiro, adorei como ele abordou a mulher de programa no hotel. “As suas roupas são de uma mulher sofisticada, mas a linha tênue entre suas coxas indica cinta-liga. E você faz contato visual com todos os homens solteiros daqui”, disse ele à moça, tentando convencê-la a dar algumas declarações. “Devo alertar a segurança de sua presença ou responderia minhas perguntas?”. Eu adoro o poder de persuasão do Holmes! Ele mistura ironia, inteligência e até uma agressividade que, como não é usada contra a gente, é engraçadíssima de acompanhar.
Quem também estava transbordando ironia era a linda Dra. Watson. Depois que Holmes descobriu que a morta, na verdade, ajudava na entrada de prostituas no hotel de luxo, o detetive percebeu que tudo era filmado, para que ela pudesse usar contra chefes de governo importantes, que se utilizavam do serviço. Quando Holmes teve acesso à algumas dessas imagens, que tinham sido especialmente selecionadas pela vítima, ele chama Watson, mas avisa: pode conter detalhes sórdidos. A médica não se intimida e caminha com convicção até o laptop de Holmes, que faz uma cara de constrangimento única! Eis que algo inusitado acontece: ss imagens mostram apenas homens conversando no celular e é a deixa para Watson descarregar sua ironia, quem diria, sobre Sherlock Holmes… “Não sei como poderei, um dia, esquecer isso”, diz ela. Morro de rir cada vez que revejo essa cena.
Essas fitas de vídeo, aliás, renderam um show a parte – literalmente. Holmes pôde, finalmente, mostrar para que servem suas várias TVs emparelhadas na sala. Como ele precisava analisar horas e mais horas de imagens, assistir a fitas e mais fitas, ele colocou cada uma delas em cada um de seus televisores e assistiu tudo ao mesmo tempo. Sempre achei esse aspecto da TV – ter tantas e ligá-las todas de uma vez – um tanto bizarro, mas, nesse episódio, percebi que faz todo o sentido do mundo!
Ponto alto: drama queen
Uma atriz, entre as participações especiais, me chamou a atenção: Melissa Farman, que fez a filha da assassinada, a jovem Carly Purcell. Ela é péssima atriz! Ou, pelo menos, em Elementary, estava horrível. Teatral, exagerada, fazendo caras e bocas – sem conseguir derramar uma lágrima que fosse. Eu sei… Como assim “ponto alto”? Mas é que ninguém, no episódio de quinta-feira, me fez rir taaanto como ela! Aquelas mímicas todas estavam hilárias. Podem me julgar, mas a-do-ro esse tipo de coisa!
Nem eu, quando tinha 15 anos e queria convencer minha mãe de algo, era tão ruim nas “artes cênicas”. Ela me superou nas “lágrimas de crocodilo”, pfvr.
Ponto baixo
Não lembro de nenhum.
Campanha: fique, Watson
Já no início do episódio, Watson fez um anúncio que gelou a espinha do Sherlock Holmes e dos espectadores: ela tem apenas mais dez dias na casa do detetive famoso. É claro que ela não vai deixar a história, sem mais nem menos, mas estou me corroendo para saber como essa situação irá se desenvolver e terminar.
Holmes achou uma solução: encontrá-la em dias de semana para dar algumas aulas à ex-médica sobre investigações criminais – esse Holmes é demais! Também sugeriu que os dois simulassem uma recaída dele para que, assim, o pai dele continuasse a enviar os cheques salariais da Watson – confesso que ele sempre se supera nas “saídas” que encontra.
E, por incrível que pareça, apesar de Holmes, ainda que timidamente, se desesperar com a despedida de sua amiga e tentar achar meios de impedir que isso aconteça, ela, friamente, já aceitou um trabalho com outro paciente. É isso mesmo. Holmes é sentimental e a Watson esbanja auto-controle.
O que eu acho que vai acontecer? Holmes mesmo vai simular sua recaída e obrigar sua “acompanhante” a estender o tratamento. Mal posso esperar por isso.
Já a Watson continua melhorando e melhorando no desempenho das investigações. Foi ela própria quem colocou a cereja no bolo, dessa vez, e descobriu o que realmente havia acontecido na cena do crime – utilizando-se, inclusive, de métodos profissionais para chegar à conclusão: o mural de fotos na parede. Sinto tanto orgulho dela! E vejo futuro para ela na história… Amém.
p.s.¹: o Holmes roubando a lata de lixo no vizinho e espalhando pela casa, além de servir macarrão na xícara – por não haver pratos limpos -, foi bizarro e genial! 🙂
p.s.²: esse episódio me deixou ainda mais ansiosa para a estreia de The Americans, nova série sobre espiões russos nos Estados Unidos, do canal FX.
Chicago Fire – God Has Spoken
06/01/2013, 12:59.
Maísa França
Reviews
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Após o super cliffhanger do episódio passado que me fez ficar paralisada por um tempo até a ficha cair de que só dali duas semanas teria episódio novo de Chicago Fire, o episódio God Has Spoken atendeu à todas as minhas expectativas. O acidente com a ambulância foi realmente um acidente: o estouro de um dos pneus de um caminhão foi o responsável pelo choque entre os veículos. Mas parando de enrolação, vamos à tudo que aconteceu no episódio:
Shay e Severide: a lesão da paramédica e o arrependimento do bombeiro foi o que fez essa parte do episódio funcionar. O acidente com a ambulância deixou em Dawson somente uma laceração mas em Shay os ferimentos foram mais graves, incluindo inchaço do cérebro. Aí chega o lindo (e chato que eu não suporto mais) Severide, todo arrependido e cheio de remorso preocupado com sua ex-roommate. Na verdade uma de suas preocupações era também o fato de que se Shay não estivesse mais na ambulância, quem daria o remédio pra ele? Foi preciso que a amiga resolvesse mudar de casa e sofresse um acidente super sério para que ele FINALMENTE resolvesse fazer a maldita cirurgia. Até que enfim, né? Com a ajuda de Dawson ele conseguiu que Shay voltasse a morar com ele. Desejo um previously da relação de Shay e Severide, só pra entender direito essa relação dos dois e o motivo deles morarem junto e tal.
Cruz (e seu dilema moral): no episódio anterior quando Cruz ligou para Casey ele queria confessar seu arrependimento por ter deixado Flaco morrer no incêndio. A morte do gangster saiu no jornal e praticamente toda Chicago está feliz com a história exceto Cruz. Leon o visita no departamento e descobre que seu irmão foi responsável pela morte do gangster mas promete guardar segredo já que com o ocorrido, Leon está livre da gangue. O problema é que isso vem atormentado Cruz e ele resolve falar com Casey e, a não ser que ele queira confessar que deixou uma pessoa morrer no incêndio para a polícia, eles resolvem deixar as coisas como estão e como se a conversa não tivesse ocorrido.
Casey (e sua família desestruturada): e finalmente a verdade sobre a família de Casey foi dita. Pelo que deu a entender, seu pai era um tanto quanto controlador e abusava um pouco de seu ‘poder’ e num dia, num acesso de raiva e na tentativa de proteger a própria vida, a mãe do bombeiro atirou no pai dele, foi presa e bla bla bla. Sua audiência está chegando e a briga entre Casey e a irmã é o ponto de vista que cada um tem da história: Casey é a favor da mãe porque estava em casa no dia do ocorrido enquanto sua irmã, que morava na faculdade, não presenciou o ocorrido e considera a mãe culpada por isso vai testemunhar contra ela na audiência da liberdade condicional.
Herrmann (e seus negócios que nunca dão certo): juro que se Herrmann fosse um bombeiro brasileiro ele ia viver no Paraguai e na 25 de março comprando um monte de tralhas para vender. Mas como nos EUA o nível é outro, dessa vez ele resolveu se aventurar num negócio de limosines e ‘boom’, outra fria: um empresário resolve investir em seu negócio e Herrmann encontra aí uma oportunidade de ganhar dinheiro para conseguir a casa dos sonhos e finalmente sair da casa dos sogros, o único problema é que o empresário só quer que o bombeiro encubra suas ‘galinhagens’ e essa lealdade de Herrmann ale 30 mil dólares. Como ele é uma pessoa honesta, fala pra mulher que não gostou muito do negócio e ela muito compreensiva entende a posição do bombeiro e juntos eles arrumam uma solução: morar numa casa onde o aluguel seja barato. Boa sorte, Herrmann!
E por último, a cereja do bolo:
Dawson e Mills (s2 s2 s2): acabou enrolação! YAAAAY! Depois de alguns episódios com olhares suspeitos, o que eu mais queria aconteceu: um beijo! Mills está substituindo Shay até que ela se recupere totalmente do acidente. Numa das ocorrências, Mills e Dawson vão para uma casa atender uma vítima mas ela tem um cachorro e quem diria que esse cachorro louco fosse o responsável por criar um clima entre os dois? Fugindo do animal, os dois entram em um dos cômodos da casa e… eles conseguem tranquilizar o cachorro e a noite num jantarzinho regado à vinho é onde tudo acontece. Pedeu Casey!
Até o próximo episódio (:
Leverage – The Long Goodbye Job
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Quando o produtor executivo de Leverage, Dean Devlin, anunciou que a quinta temporada possivelmente seria a última da série e dias depois confirmou o seu cancelamento, ele já contou aos fãs que Leverage terminaria a quinta temporada com um final que ele e o criador da série John Rogers sempre imaginaram para o fim do seriado. Leverage se despediu apresentando o episódio mais grandioso da série. The Long Goodbye Job, dirigido pelo próprio Dean Devlin, foi tão irritantemente perfeito que fez aumentar a tristeza de ver o final do seriado se aproximando a cada minuto que se passava no episódio.
O começo do fim para Nate, Sophie, Parker, Hardison e Eliot lembra como tudo começou em Leverage e como a equipe se reuniu. A médica do filho de Nate vem pedir ajuda para salvar a vida de um menino que também sofre de uma doença que possui cura, mas que o remédio não é desenvolvido por não garantir lucro aos laboratórios. Nate toma como algo pessoal salvar a vida do menino e o resto da equipe percebe em seguida que se trata de um “job” diferente. No entanto o plano de Nate não era simplesmente garantir o remédio do menino, era garantir que eles teriam definitivamente nas mãos o poder sobre as pessoas e as corporações poderosas com as quais eles sempre lutaram para garantir a justiça com as pessoas mais simples.
A partir daí The Long Goodbye Job apresenta uma narrativa que costura passado, presente e diversas percepções de como se ocorreu o plano da equipe de Nate. Mas até os fãs perceberem o que estava acontecendo foi possível se descabelar de agonia vendo Eliot e Hardison mortos, imaginar mais uma morte entre Sophie e Parker, achar que Sophie morreu, ficar agoniado acreditando que todo mundo vai preso, até o Dean Devlin deveria ir preso nessa altura, e por fim não acreditar que Leverage conseguiu entregar uma series finale tão boa quanto foi o final da quinta temporada.
A emoção ajudou a enganar os fãs, mas a pista mais evidente de que alguma coisa estava errada na história de Nate foi o fracasso de Sophie interpretando Lady McBeth no teatro lotado. Difícil cair nessa de que Sophie não conseguiria interpretar bem um personagem. Mesmo assim só com 13 minutos de episódio Leverage já havia deixado a audiência com o coração na mão. Os mais emocionados podem ter achado que Devlin andou conversando com a Shonda Rimes de Grey’s Anatomy e resolvido matar toda a equipe de Nate no final da série. Ainda bem que foi só um susto.
No final tudo estava na mão de Timothy Hutton e ele, na pele de Nate, enganou os fãs e entortou a agente da Interpol Ellen Casey explicando como sabia que não estava em um hospital e já tinha descoberto que se encontrava no escritório da Interpol na Torre Highpoint. Então, assim como nos melhores episódios de Leverage, era indispensável a presença do agente Jim Sterling, e foi preciso a chegada dele para a agente Casey entender que Nate estava atrás de um arquivo secreto da Interpol, o Livro Negro. Um arquivo que uma vez por mês, por apenas três horas, fica armazenado no servidor da Interpol, no prédio da Torre Highpoint. Esse detalhe explica a mudança da equipe para o cenário de Portland. No início da temporada os produtores prometeram que essa alteração geográfica seria melhor explicada, e foi.
A costura entre o primeiro episódio da temporada e o último também fechou o mistério sobre o grande segredo que Nate pediu a Hardison que guardasse, ainda na estreia da quinta temporada. Só agora no último episódio é que o nó foi vencido. Quem ficou para trás foi Sterling, ele é esperto, mas não o suficiente para superar Nate. Apesar de ter descoberto o alvo da equipe de Leverage, demorou para entender que ele próprio era o Cavalo de Tróia que Nate precisava para completar o plano. Depois que a vitória de Nate já era certa foi bom ver Sterling admirando o plano e no fim liberando Nate em nome da justiça. Como Sterling viaja entre vilão e mocinho foi muito engraçado ele desvendando o plano de Nate e pedindo pra ele explicar para Casey qual era a segunda pergunta sobre o que havia de errado naquele cenário. A ótima presença de Sterling contou com falas sensacionais: “- Para meu aprendizado pessoal, quem se passou pelo policial?”
Chegou a ser triste ver a agente Casey ser tão enganada. Sophie interpretou inúmeros personagens, se fazendo passar por todas as pessoas que a Interpol e a segurança do prédio se comunicavam por telefone: a legista, a chefe da legista, a operadora do sistema de segurança e até a polícia de Portland. E como sempre Sophie foi genial. A fuga final de Hardison, Parker e Eliot também foi fenomenal e contou com a ajuda do grupo de teatro de Sophie. Os três não se misturaram ao público do teatro, mas sim se transformaram em personagens da peça.
Quando tudo parecia perfeito ainda veio o pedido de casamento de Nate para Sophie… ou Laura, ou… nunca saberemos. Leverage deixou muitos segredos e um certo gostinho de quero mais. Quem não ficou curioso para ver como Parker, Eliot e Hardison atuariam juntos? Como seria a “Leverage Internacional”? A série terminou com Parker dizendo uma fala parecida com a de Nate no início da série e que por um tempo fez parte da abertura do seriado: “Pessoas assim, corporações assim, têm todo o dinheiro, todo o poder e os usam para fazer pessoas como vocês sumirem. Vocês estão sofrendo sob um enorme peso e nós provemos Leverage”.
Durante a temporada a série escorregou em algumas falhas técnicas, mas o último episódio fechou perfeito. A sutileza da câmera no ombro levemente tremida nas imagens do interrogatório de Nate, a edição dessas cenas com as imagens que contavam a versão do que ocorreu no plano e a marcação com efeitos sonoros deram a dramaticidade para a linha da história contada por The Long Goodbye Job. Quem brilhou foi a estrela de Timothy Hutton, que teve atuação de luxo, enganou a Interpol e todos os fãs, e como seu personagem Nate Ford faz com os planos, Timothy organizou o último job de Leverage, um job que roubou nossos corações e deixou pistas de saudade.
Considerando que Nate e Sophie se despediram da equipe no final da temporada, talvez tenha sido esse o motivo do cancelamento, a saída dos atores Timothy Hutton e Gina Bellman. A série com certeza poderia continuar muito boa sem o casal, mas nunca mais seria a mesma. Cada uma das cinco pessoas do elenco de Leverage encaixou tão bem que é impossível imaginar uma mudança da equipe ou um corte no grupo. No entanto, se a série continuasse não seria difícil imaginar um roteiro que fizesse Nate e Sophie mudarem de ideia após a lua de mel. De qualquer forma, o encerramento da série em alto nível fechou um ciclo que, apesar de não chamar a atenção do grande público, marcou seu lugar na televisão americana.
PS: Só pra descontrair, quando apareceram os carros da polícia de Portland trancando a passagem na ponte da cidade quem é fã de Grimm deve ter imaginado Nick e Hank chegando com os policiais.
Leverage – The Toy Job
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O tão temido cancelamento de Leverage acabou vindo antes mesmo do Natal e deixando os fãs da série chupando o dedo e furiosos com o velhinho Noel. Em um comunicado aos fãs emitido no dia 21 de dezembro, o produtor executivo da série Dean Devlin anunciou que a quinta temporada da série seria também a última. O que deixa a produção do seriado satisfeita é que eles tiveram a possibilidade de terminar a série como sempre imaginavam que ela merecia ser finalizada, e qualquer fã de Leverage sabe que o seriado merecia isso. Segundo Devlin, como ele e o criador do seriado, John Rogers, não contavam com a renovação certa decidiram antecipadamente encerrar Leverage como eles sempre imaginaram que deveria ser.
Enquanto o triste fim não vem o seriado nos apresentou o episódio The Toy Job, que apesar de não ser fantástico como Leverage consegue ser, foi um ótimo episódio, como normalmente a série costuma entregar seus “jobs”. Dessa vez Nate e companhia precisavam “roubar o Natal”, mas no bom sentido da coisa, é claro. O presidente mundial inescrupuloso da Brinquedos Poggio, Trent Hazlit, pretende lançar um cachorro de pelúcia chamado Chubby Snubby, que apesar de bonitinho pode causar muitos danos à saúde das crianças. Mas é claro que Hazlit deu um jeito para diminuir as exigências de segurança e driblar as normas para poder lançar seu produto.
Hazlit obviamente não contava com uma turma como a de Nate para atrapalhar seu negócio lucrativo. A equipe de Leverage lança um outro brinquedo no mercado e através de ações que só eles conseguem manipular. O boneco “Joy Range” que anteriormente havia sido um fracasso de mercado é ressuscitado e começa a fazer sombra ao produto de Hazlit. O inescrupuloso vilão foi interpretado pelo ator Gregg Henry, com participações recentes em Scandal, Bunheads, White Collar e Hung.
Um dos núcleos mais interessantes de Leverage surgiu nesta temporada e está de volta em The Toy Job, são os alunos de Sophie. Até agora as aparições deles na série sempre foram pontuais e, apesar de discretas, muito eficazes na construção do roteiro da história. Parker também deixou sua marca no episódio quando acabou escolhendo o boneco “Joy Range” no lugar de outro brinquedo selecionado por Hardison para ser usado no plano. A melhor parte foi ver cenas do passado da ladra que mostraram a pequena Parker fazendo exercícios com a assistente social usando um brinquedo tão assustador quanto o boneco “Joy Range”. Também vale o registro de Parker afirmando que a coisa que os pais mais têm medo são de palhaços, ou palhaços loucos ou palhaços loucos chamados Gigi que murmuram sob a sua cama. Mais engraçado que a Parker nessa cena foram as caras de Nate e Sophie.
Em meio a esse brainstorm de Parker surgiu o nome do novo boneco “Joy Range”, o “Baby Feels a Lot” ou “Bebê Sente Tudo”. Junto com o boneco surgem o blogueiro e pai viúvo “Eliot” que vai participar de um grupo de mães blogueiras e o especialista em desenvolvimento infantil “Hardison”. Vamos combinar que o Eliot solto em um grupo de mães e se mostrando um pai solteiro e dedicado ao filho (Dashiel?) não teve muitos problemas em convencer as mulheres da qualidade do boneco horripilante do “Bebê Sente Tudo”.
The Toy Job teve um dos melhores tipos de desfechos de Leverage. Ao invés da equipe de Nate errar no primeiro plano e ter que partir para um plano B como havia acontecendo nos últimos episódios, em The Toy Job eles induziram o vilão a acreditar que estava vencendo… só que não. Essa alternativa foi muito utilizada em vários episódios das temporadas anteriores e é o tipo de desenvolvimento de plano que mais tem a ver com a equipe de Nate.
Durante todo o “job” o Natal ainda não havia chegado em Leverage, mas a decoração sim. Repararam na mesa de reuniões e na mesa do bar? Tudo lindo. Uma pena que o verdadeiro presente que os fãs esperavam da série não veio: a renovação para uma sexta temporada. No entanto, foi ótimo ver os “presentes” que Sophie imaginou que a equipe poderia trocar no Natal: segredos e confiança. Não ouvimos o presente de todos, mas a história de Nate lembrou como tudo começou em Leverage, em uma época em que os fãs não imaginavam o quanto seriam encantados por essa série durante cinco anos.
Apesar de ainda não saber como foi a forma escolhida para nos despedirmos de Hardison, Sophie, Nate, Eliot e Parker já dá pra imaginar que não será uma despedida fácil. Ainda mais que a series finale coincide com o dia de Natal, um presente amargo aos fãs, mas que de acordo com o produtor executivo Dean Devlin, vai ser da altura que Leverage merece. Tirando por base a qualidade das season finales da série, não dá para esperar menos, principalmente depois da ótima summer finale dessa temporada com os dois episódios The Rundown Job e The Frame-Up Job sendo os melhores da quinta temporada. Agora só podem ser batidos pela última aparição da série na telinha. Em questão de saudade, o último episódio da série The Long Goodbye Job já ganhou todos os meus votos.
Last Resort – Cinderella Liberty e Blue Water
27/12/2012, 00:45.
Gabriela Assmann
Reviews
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A cada episódio de Last Resort eu lamento mais o cancelamento da série. Cinderella Liberty e Blue Water foram mais dois episódios sensacionais de uma série que terá um fim muito mais precoce do que deveria.
Cinderella Liberty foi um episódio de ação muito bom. Prendi a respiração e mal tive tempo de respirar durante o episódio. Foi por muito pouco que não roí as unhas. Provavelmente muito disso se deve ao fato de que a trama precisava avançar para não terminar sem final. Se todos esperávamos a visita das famílias ao USS Colorado fomos surpreendidos novamente – porque Last Resort é sempre surpreendente e não recorre a clichês – quando o exército do Paquistão atacou o navio que levava os familiares dos tripulantes. A partir daí foi uma carnificina e uma mortandade enquanto o Capitão negociava com o chefe do exército paquistanês. Quase conseguiram libertar Christine, após Paul ter se lançado a morte para salvá-la, mas ela foi raptada, o que faz com que Sam tenha que ir atrás dela.
Para encaminhar a série para o final também tivemos, pela primeira vez, pistas do que ocorreu com os Seals no Paquistão e que teria motivado a ordem de ataque. Estas pistas vieram por meio de flashbacks do James.
Para completar os acontecimentos do episódio tivemos Cortez devolvendo a chave em um momento crucial. A Tenente Shepard acha a chave – que Cortez colocou providencialmente na cabine – e devolve ao Capitão Marcus que passa a duvidar da inocência dela. Ela terá que provar, dia após dia, que é merecedora da confiança dele.
Além de tudo a Kylie se mostra muito preocupada com a amiga e os roteiristas nos entregam uma personagem muito interessante e a cada dia mais cativante. Ela mostra que é diferente dos seus familiares e tem uma conversa muito interessante com o pai, quando se mostra preocupada com a verdade e com o que o governo busca esconder da população.
No entanto, o mais interessante de Cinderella Liberty foi que enfatizaram, mais uma vez, que nestas questões de política externa não existem santinhos, mostrando que terroristas por terroristas, fica difícil escolher um lado.
Já em Blue Water a situação na ilha se agravou. O Capitão Chaplin percebe que estão em apuros porque falta tudo: comida, tripulação, paz… Para completar ele ainda perde Sam Kendall que vai atrás de Christine e recebe a permissão do capitão para não retornar. Neste contexto um representante da China aparece e oferece ajuda. O Capitão fica dividido, mas acaba tendo que optar pela sobrevivência de todos – mesmo após dar uma surra nos tripulantes que burlaram as regras – e assim aceita ajuda da China e liberta os prisioneiros.
Em Chicago Kylie recebe a informação de que estão querendo dar um golpe de Estado nos EUA e também recebe (em troca de muito dinheiro) uma gravação que indica que os Seals americanos, a mando do governo, tentaram plantar evidências que justificassem o ataque do USS Colorado ao Paquistão.
Como se não bastasse todo esse caos Sam consegue (muito facilmente, diga-se de passagem), com ajuda de James e de um veterano de guerra, libertar Christine. Sam opta por ficar com ela mas percebe que não conseguirá ter paz enquanto a situação não se resolver e que por isso precisa deixar Christine ir e retornar para a ilha. Neste momento acontece uma emboscada e Christine aparentemente morre, mas depois é revelado que ela está viva e presa na casa do veterano de guerra que alega que fez isso para proteger sua família.
As principais dúvidas que ficam deste episódio é de que maneira os Estados Unidos irão reagir a presença da China na ilha e de que maneira Sam vai reagir a aparente morte de Christine. Será que ele vai acabar se envolvendo novamente com a Sophie? Tudo indica que sim. Faltam só três episódios para o final de Last Resort e a série fica cada vez melhor. Acho que teremos três grandes episódios ano que vem.
Chicago Fire – Merry Christmas, Etc.
23/12/2012, 20:53.
Maísa França
Reviews
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O primeiro natal do departamento dos bombeiros vem recheado de suspense. O centro do episódio dessa vez foi o bombeiro Cruz e toda a história com seu irmão Leon. Minha grande dúvida sobre o episódio é se Cruz realmente roubou o tal colar porque eu quero acreditar que ele não fez isso mas se ele realmente o fez, o motivo é extremamente compreensível já que a atitude é pra salvar a vida do irmão. Além desse possível roubo, outra atitude de Cruz que surpreendeu foi o fato dele não ter salvo a vida de uma das vítimas de um incêndio só porque o cara era um dos envolvidos na gangue de seu irmão.
A investigação do roubo do colar traz à tona alguns detalhes sobre a vida familiar de Casey. Os detalhes sobre a mãe do bombeiro ainda não estão muito claros mas ela voltará a aparecer pra esclarecer essa questão e descobriremos mais algumas coisas sobre seu relacionamento com a família. Já a vida amorosa do bombeiro está um tanto quanto confusa já que ele aceitou o convite de Dawson para acompanhá-la a festa de natal de seu primo mas quando a garota foi beijá-lo ele resistiu. Corre pros braços do Peter Mills, Dawson!
Severide conseguiu estragar sua amizade com Shay por conta do maldito braço.Roubou alguns comprimidos do estoque controlado das pramédicas e a moça teve de mentir sobre o sumiço do medicamento. Agora que isso começou a prejudicar outras pessoas acho que ele poderia ir atrás do médico de novo e fazer logo a operação. Seu relacionamento com Renee está começando a engatar mas pela fama do bombeiro, acho que não vai durar muito.
Hermmann está atrás de novos investimentos, depois daquele dos refrescos não ter dado certo. Dessa vez o bombeiro irá investir em limosines. Vamos ver até quando, né?
E por fim, eu ainda estou tentando digerir a última cena do episódio. Será que o acidente com a ambulância foi proposital ou foi apenas um acidente?
Nos vemos ano que vem pra descobrir as respostas dessas perguntas 😉
Hawaii Five-0 – Kahu (Guardian)
23/12/2012, 18:52.
Anderson Narciso
Reviews
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Episódio sem grandes eventos. Mas um bom episódio. É assim que podemos qualificar Kahu (Guardian), que encerra Hawaii Five-0 este ano. Com um tema natalino por trás de seus eventos, o episódio não deu sequência a nenhuma história, ou iniciou outra.
O caso da semana uniu a equipe toda. E só por isso, já tem o meu apreço. Como todos sabem, eu sou fã dos episódios em que todos trabalham juntos. E desta vez, a Five-0 teve um acréscimo até que legal – Ethan, um garoto que alertou o desaparecimento de seu pai. Mas não era qualquer garoto, mas sim, segundo Catherine, uma versão infantil de Steve. Os dois tiveram bons momentos. A trama foi muito boa, dando reviravoltas, colocando o pai do garoto de desaparecido como suspeito de um crime, até depois retornarem para os fatos e descobrirem sobre um comércio ilegal de whikey branco, e que o pai de Ethan não era culpado.
Mas a história trouxe diversos momentos bacanas para o episódio. A começar pelos movimentos de Catherine. Meu Deus, o que é aquilo? Esta mulher me conquista a cada episódio. E eu estou até agora tentando entender que golpe foi aquele que ela deu no sequestrador do pai de Ethan. Sério, esta mulher é um estouro. Ao que parece a “licença” dela estava terminando e ela teria de voltar aos seus trabalhos navais. Não sem claro, ter uma despedida no estilo James Bond, com Steve. Eu espero que ela continue dando as caras na ilha. E quem sabe, até ser efetivada como membro da Five-0? Ela é um acréscimo importantíssimo, não só para os trabalhos da equipe, mas para os nossos olhos também.
A dinâmica entre Steve e Danno também esteve presente, que enquanto resolviam o caso, decidiam sobre onde passar a ceia de natal. Danno iria passar longe de Grace pela primeira vez, e enquanto isso, Steve tentava convencer o amigo a passar com ele. Com estes dois, acontecem mais “confusões” do que as chamadas da Sessão da Tarde. Kamekona também deu as caras, para um plot que é a sua cara. Literalmente. O havaiano queria comprar um helicóptero, para poder mudar o logotipo de sua firma. Para isso, envolve Danno para negociar. O mais engraçado, é descobrirmos no final, que ele não tem licença para pilotar. Mas qual é, só de ver ele chamando qualquer um de “bro” ou “sister” já vale a pena.
Foi bom. Mas não ótimo. Depois de semana passada, estava esperando uma sequência na história de Kono com o irmão de Adam. Mas parece que tudo foi esquecido neste episódio, e nada aconteceu. Além disso, qualquer resquício da história da mãe de Steve, some e retorna do nada. Esperava um final aberto, para ficarmos com aquela vontade de ver o próximo episódio. Mas não aconteceu. Uma pena.
Hawaii Five-0 retorna só no dia 14 de janeiro. Quem sabe lá, temos alguma sequência. A vocês, só me resta a desejar um Feliz Natal e um excelente 2013, com muitos bons episódios de H5-0. Mahalo!
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