TeleSéries
Glee — Sadie Hawkins
27/01/2013, 22:57.
Júlia Berringer
Reviews
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Por que assisto e gosto de Glee ? Me fiz essa pergunta inúmeras vezes depois de ver o episódio da última quinta-feira. Revi o episódio duas vezes para fazer essa review e ainda não obtive uma resposta. Talvez eu até consiga responder essa pergunta se assistir um dos episódios da primeira temporada, ou até os primeiros da atual, mas depois de assistir Sadie Hawkins, eu simplesmente não consegui pensar em uma resposta. Hoje, vejo Glee sem rumo e sem história que prenda. Quarenta e quatro minutos com informações relevantes em apenas dez (ou menos). Ryan Murphy disse uma vez em entrevista que os fãs da série se desesperam a toa, e que ainda tem muita coisa pela frente. Mas aqui fica a pergunta que não quer calar: Será que o que vem pela frente é mais do mesmo e mais de Ryan Murphy estragando histórias e personagens ?
Talvez Glee ainda seja a mesma série, com quase os mesmos personagens, com o mesmo coral e o mesmo colégio, mas eu já não a reconheço. Para começar: O núcleo de NY. Rachel Berry sempre foi a garota esquisita, chata, que vestia colete xadrez e que era focada em seus sonhos. E agora ? Rachel Berry é praticamente Lea Michele, tirando o fato de ainda ser irritante. Mas não irritante do estilo que cola estrelas do lado do nome. Irritante do jeito que esquece do melhor amigo na primeira semana de aula pra sair com o namorado, e que se importa com status. Mais do que nunca, senti falta da garota que dizia que “fazer parte de algo especial te faz ser especial”.
Kurt finalmente conseguiu entrar na NYADA, e quando se viu sozinho e abandonado pela melhor amiga, resolve se juntar a um dos clubes com cede na faculdade. Logo se interessa pelo coral (e pelo líder do coral), e se joga de cabeça (tanto na ideia do coral, quando na ideia de um novo amor).

PS: Adoro o quão “Mr. Shue” Finn está se tornando. Agora só falta uma Emma pra ele. Se Rachel pode, Finn pode e deve arrumar uma nova namorada.
Todos os planos de Tina são arruinados quando ela descobre que Blaine na verdade está apaixonado por (pasmem): Sam. Sam e Brittany, Tina e Blaine, e agora Blaine e Sam. Sério, Ryan ? Deixando de lado um pouco desse meu amor pelo Ryan Murphy depois do episódio dessa semana, eu achei um pouco precipitado e fora de hora. Tudo bem que Blaine e Sam tem sido Blam! e Slaine! a algum tempo, e que juntos descobriram que os Warbles tem usado drogas (mas isso é assunto para o parágrafo que conta o que de realmente importante foi dito nesse episódio), porém, continua sendo precipitado.
Agora vamos ao Glee Horror Club. Tina e as outras meninas foraram um clube e tomaram a decisão de fazer do baile do colégio um baile Sadie Hawkins (o tipo de baile que as garotas convidam os garotos). O que foi legal, porque finalmente Tina conseguiu um pouco de atenção. Mas lógico que Ryan Murphy não poderia deixar passar, e transformou o momento da Tina em um momento muito estranho quando a garota se declara e convida Blaine para o baile na frente do Glee Club inteiro. Alguém ainda lembra que em algum dos episódios passados Tina e Mike tinham combinado de conversar e quem sabe reatar ? Acho que Ryan Murphy não, já que o assunto ‘Mike’ ficou totalmente fora de questão.
Depois de casais inusitados, vamos para uma das partes mais lindas do episódio: Ryder. Ryder que tem essa carinha neném e coração de ouro. Que foi trocado por Marley e sua carinha de meiga, que convidou Jake e sua cara de mocinho para o baile. Ryder foi deixado de lado, e acabou sendo convidado para o baile por uma cheerleader que aparece em todos os episódios sem dizer nenhuma palavra (não sei se vocês já repararam, mas ela está sempre lá, de pescoço quebrado e tudo). Kitty e sua maldade não perderam tempo e foram logo colocar caraminholas na cabeça de Jake, mas foi ai que o big brother do guri apareceu: Puck e Kitty foram juntos ao baile e terminaram a noite na traseira do carro dela. Preciso dizer que não gostei ? Não basta Kitty ter saído sem nenhuma consequência pelo o que fez com Marley, nem ao menos uma lição de moral, e agora ela sai com Noah Puckerman. Já disse e repito: Kitty nunca vai ser Quinn, desista, Ryan Murphy.
O bom do episódio, é que ele nos deu esperança para que os ND voltem para as competições. Sam pesquisou arduamente e descobriu que os Warbles usaram drogas para vencer a competição, o que é proibido pelas regras da competição. A história toda foi confirmado por um dos garotos Warbles amigo de Blaine.
Termino a review com sentimento de culpa por ter gostado tão pouco de um episódio de uma das minhas séries preferidas. Termino também com o sentimento de quem deseja um episódio mais Glee e menos sem sentido na semana que vem.
Setlist do episódio:
I Don’t Know How to Love Him (Tina)
Baby Got Back (Adam and The Apples)
Tell Him (Brittany, Marley e New Directions Girls)
No Scrubs (Artie, Blaine, Ryder, Sam e Joe)
Locked Out of Heaven (Marley, Wade e New Directions Girls)
I Only Have Eyes for You (Ryder, Joe e Wade)
Modern Family – Fulgencio
27/01/2013, 22:27.
Maísa França
Reviews
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É indiscutível que o nível dessa temporada de Modern Family está altíssimo, apesar de muitos discordarem. Pode até ser que não se compare à premiada primeira temporada mas os diálogos e o humor requintado dos personagens estão inigualáveis e essa semana tivemos mais um episódio excelente da série.
Todos sabemos que sogros são, em sua maioria, pessoa dificílimas de se conviver e pra quem achava que Jay era uma pessoa que agradava a todos, taí sua sogra pra provar o contrário. A atriz Elizabeth Peña foi a responsável por interpretar Pilar, a sogra ranzinza e por fazer com que Jay se tornasse aquilo que ele mais temia: Phil. Porque vem tentando conquistar um espacinho no coração de Jay desde a primeira temporada mas todas as suas tentativas foram frustradas e agora Jay passa pela mesma situação com Pilar, quem diria hein senhor Pritchet.
Além da mãe de Gloria, fomos apresentadas também à sua irmã Sofia e confesso que a família da moça poderia aparecer mais vezes porque se uma Gloria já é bom, imagine a família inteira falando alto e com aquele sotaque latino. Seria o terror de Jay e a nossa alegria! Um dos fatos mais engraçados é que Claire confunde Sofia com a nova emprega da casa e a mulher ainda soltou algumas pérolas como “Onde fica o rio?” quando queria lavar a roupas e “Mas aqui tem roupa da cidade inteira” ao visitar o closet da irmã. Além disso, descobrimos que, na verdade, era para estarmos assistindo ao casal Jay e Sofia e não ao casal que estamos acostumados, Jay e Gloria. Isso porque Gloria revelou ter tomado o lugar da irmã ao ir para a “América”, mas valeu roteiristas por terem criado essa Gloria má e tê-la trazido para nós.
Não vou me aprofundar em Cam e Mitchel porque eles, para mim, não tiveram tanto destaque nesse episódio como as outras famílias. Como de costume, a história do casal girou em torno de Lily e desta vez por conta do estresse da garota, como se uma criança dessa idade tivesse muito estresse mas okay. Depois de muito custo eles descobriram que o mau comportamento e a falta de paciência da garota têm um nome: Claire.
E por falar em Claire, ela e Phil são os padrinhos do bebê de Gloria e Jay. E a ausência dela durante os preparativos do batizado do bebê gerou um dos melhores plots de toda a série, até hoje. Na tentativa de fazer o papel da mãezona enquanto Claire está ausente Phil se compromete a resolver os problemas de seus filhos: Luke está sendo zoado por chamar a professora de mãe (mas poxa, quem nunca fez isso quando estava na escolinha que atire a primeira pedra); Alex teve sua festa de temática de anos 60 arruinada porque uma de suas colegas fez a festa com a temática uma semana antes; Haley com problemas com sua nova “chefe”; e por último, seu próprio prblema: fazer com que os balões que estão cobrindo seu rosto em uma placa sejam retirados.
Para resolver a situação de um modo oposto ao de Claire (a esquentadinha da família), Phil resolve ele mesmo ajeitar todos esses problemas mas acaba piorando todos eles, claro. E aí somos surpreendidos com uma enorme referência ao maior mafioso de todos os tempos: “Don” Vito Corleone – O Poderoso Chefão. Enquanto todos estão no batizado, Luke veste seu terno, pega sua arma, atira nos balões que cobrem o rosto de Phil na placa, destrói o limoeiro favorito da chefe de Haley, arruína a festa da colega de Alex – e aí chega a segunda melhor cena do episódio – e rouba uma zebra de pelúcia na festa e depois faz com que a somente a cabeça da zebra apareça na cama de seu amigo que espalhou o boato sobre o incidente de Luke com a professora.
A melhor cena do episódio fica com Phil, de terno, dentro do escritório dizendo para Claire a famosa frase “Don’t ask about my business”
P.S: Seja bem-vindo, Fulgencio Joseph Pritchett ou, como Jay prefere, Joe!
Hawaii Five-0 – Hana i wa ‘ia (Scandal)
27/01/2013, 20:59.
Anderson Narciso
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Hawaii Five-0 veio com um segundo episódio esta semana recheado de boa ação. Exibido em seu horário normal, Scandal veio de fato com um escândalo, e algumas reviravoltas. Mas mesmo eu tendo achado o episódio muito bom, ainda sim, não foi completamente bom, e algumas coisas me incomodaram.
A história deste episódio girou em torno da confiança entre a Five-0 e o Governador, que foi testada ao limite. Para quem não lembra, a equipe já teve problema com a Governadora anterior que os traiu, então, pisar em falso neste assunto, seria persistir no erro. O governador aqui, pede um favor para McGarrett que envolve o assassinato de uma prostituta. A princípio a equipe pensa que o próprio governador estava envolvido. Afinal, o assassinato também estava relacionado ao desaparecimento de um Deputado que era o favorito a se tornar Senador.
O que a Five-0 não esperava era que quem estava envolvido na verdade com toda essa história era Wo-Fat, que sequestrara o candidato, em uma aliança com o candidato concorrente. Wo-Fat queria suas relações em Washington, provavelmente para ajudá-lo em suas ilegalidades. Claro que os olhos de Steven crescem ao ver o inimigo mortal, só que mais uma vez, o vilão consegue escapar, para que a equipe pudesse salvar o deputado. Pelo menos, eles prendem o candidato concorrente por conspiração e assassinato.
O episódio teve boa ação, boa história. Mas o que me incomoda em H50 ultimamente, é falta de continuidade em suas histórias. E quando continuam, continuam dois ou três episódios depois. Parece que os episódios vem fora da ordem. Já está ficando chato. A história de Kono por exemplo, iniciada no episódio de domingo, foi completamente esquecida neste episódio, enquanto voltamos na história de Danny que já estava esquecida há uns dois episódios. Entende? É esta falta de continuidade que tem me incomodado.
Claro que fiquei feliz por Danny ter conseguido dividir a guarda de Grace, e o fortalecimento da amizade dele com Steve que esteve lá pro amigo à todo o momento. Mas não sei. Parece que a edição anda pecando bastante com a série.
Mas que a ação continue com estas boas doses que os episódios vem recebendo. Nestes termos, acho que esta tem sido de fato a melhor temporada. E quem sabe no próximo episódio – que vai ao ar no dia 04 de fevereiro, temos uma continuidade com o caso de Kono? Vamos aguardar…
Bones – The Corpse on the Canopy
25/01/2013, 18:24.
Maria Clara Lima
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Parece fácil. Ligar a TV ou dá um clique em algum player na internet e pronto. Lá se vai alguns minutos de diversão. Mas assistir uma série não é assim um exercício tão indiferente, principalmente quando você é fã.
Acredito que se você está lendo uma resenha de Bones, no mínimo, você é ou já foi fã do seriado. Então você entende bem quando eu digo que não há nada de indiferente neste ato. Há sim, um sentimento exagerado que se aproxima do amor e beira o ódio. Para lidar com algo assim tão extremo, é preciso paciência.
Espero um dia poder atingir um estado de graça indiferente a qualquer sentimento ruim, mas enquanto isso não acontece, os altos e baixos do amor me consome muito. Fico nervosa, emocionada, insone, feliz, triste, com raiva e com medo, além daquele frio na barriga característico de quem está muito apaixonado. Quando li o resumo de The Corpse on the Canopy, pensei entusiasmada: isso tem cara de que vai ser bom! De lá para cá, a ansiedade só cresceu e o resultado disso é que o episódio não foi apenas bom, foi algo que me tirou o sono por várias noites!
Essa empolgação de fã, que hora ama, hora odeia é o que dá movimento à coisa toda. É o que atrai mais de 8 milhões de pessoas para ver uma série que já dura 8 anos. Para quem gosta de números, esse é, com certeza, um bom número. É exatamente por isso, que o amor e o ódio do time em relação um ao outro e em relação ao Pellant que tornou esse episódio tão familiar. Era Bones com cara de Bones mais uma vez, e provando para um bom número de pessoas que a série está mais empolgante do que nunca. Talvez até, fazendo a melhor temporada de todas – e olha que nem estamos na metade.
Altos
Não preciso falar de flores para reafirmar a grandeza dessa temporada, mas preciso falar de pontos “altos” para terminar esta resenha. Então quero apenas avisar que os elogios que farei nas próximas linhas serão óbvias e sem novidade, já que venho falando e repito – Bones está cada vez melhor.
Ter um time com essa sinergia não é fácil. Ter o mesmo time por quase 7 anos, menos ainda. O entrosamento dos personagens (e também dos atores) é tão grande que deixa as cenas mais deliciosas de se ver. É o caso do momento no qual Brennan e Booth estão no quarto com Angie e Jack. É natural, e tão normal, saber o quanto Angela está apavorada e como Jack ficará obcecado em pegar o meliante malévolo do Pellant. É óbvio que Booth ficará ao lado da lei e a Brennan, ah, ela será a Bones e se vai recorrer à ciência. Ver isso acontecer é apenas a certeza de que tudo tem ido de acordo com o plano, ou seja, sem forçar a barra em busca da aceitação, apenas jogando com as armas que a “veteranice” de quase uma década deu ao seriado.
Talvez por isso não me choque tanto ver os pais de Michael Vicent cheirando cocaína para fazer uma biópsia no pulmão, afim de comprovar qual foi a substância química usada para dopá-los. Foi a cena mais impressionante que eu já vi em Bones. Também não me espantou ver a Cam agindo como a chefe do pedaço, agindo como nós, que conhecemos tão bem a série: Hodgins é o único que pode derrotar o aprendiz do tinhoso, então toda a atenção do mundo vai para o cientista.
Outra coisa que não posso deixar de comentar é que o Boreanaz tem elevado-se a um patamar de quase bom ator. Sei que não consigo ser imparcial em relação ao moço, já que o amo, mas isso não me impede de reconhecer que ele sempre foi um pouco limitado. Mas de uns tempos para cá, creio que desde de a sexta temporada, ele tenha melhorado muito. Na cena da perseguição ao assassino high-tech jedi, senti a tensão evaporando do agente. Senti também a compaixão dele pela parceira e a preocupação que teve em deixar todos em segurança.
E como começar a falar da Brennan? Melhor não, vou falar do Pellant. Há um rumor circulando pela internet que o Hart Hanson reuniu todos os nossos medos em um único vilão. Medo do que ele é capaz, dos motivos os quais o move, de suas ferramentas e meios, de tudo. É, sem dúvida, o pior dos piores. Ele tem um ar de deboche perigoso, daquele tipo de pessoa que tem certeza da impunidade. E a cena final? uau, mil vezes uau!
Baixos
Quando é que Bones deixará de ser um procedural? Só assim poderemos ver a continuidade dos fatos de modo mais fluente.
Me incomoda saber que a chegada de Pellant causou tanta dor aos personagens e apesar de estarem todos bem apavorados, acho que valeria perder uns 2 minutos com B&B em uma cena relevante ao assunto. Mesmo ela tendo dito para a amiga o quanto estar em fuga com Christine a amedrontou, não seria o mesmo se a conversa fosse entre ela e Booth. Não precisava ser algo do tipo pingos nos “is”, isso já teve, mas algo do tipo “estou com medo de acontecer novamente”.
A participação Christine é outro ponto que precisa ser repensado. A criança só aparece para comer e dormir, creio que a maioria dos bebês façam apenas isso, mas mesmo assim, os momentos que ela tem com os pais se tornaram repetitivos.
Fora isso… não consigo encontrar falhas. Mas como o amor é cego e o ódio é louco, sintam-se livres para apontá-las para mim.
The Corpse on the Canopy
Um episódio eletrizante. Poderia usar outros adjetivos para descrever a qualidade do roteiro, da direção, da edição e atuação neste episódio, mas não seria o bastante. Vou me contentar apenas com um mesmo.
Mas além dos elogios, preciso contar que ficaria muito feliz se Bones fosse sempre assim. Como? Com a participação incisiva de todos os personagens. Preciso ressaltar o como fiquei contente com o modo no qual Jack se envolveu com o caso. TJ foi demais!
A história é muito intrigante, o modo que o Pellant, que não é mais Pellant, age é bem genioso. Fico aguardando para ver qual será o próximo passo dele, agora que ele tem razões pessoais (ainda maiores) para acabar com a vida de todo mundo do Jeffersonian.
Não senti falta do “squintern” do dia. Isso é algo para se pensar, gostei de ver a Brennan mais envolvida com o estudo dos ossos e como ela rapidamente – do jeito gênio – dela. Aliás, a Brennan é cada dia mais linda. O conselho dela para a Angela? Uau.
Por enquanto, o assassino-hacker-louco é um grande mistério, alguém perigoso o bastante para desafiar cada um deles. Quero saber, o que nos espera daqui para a frente, agora que Jack perdeu todo o dinheiro, aliás, que forma mais aterrorizante de se perder a grana, não?, sendo que ele é o maior investidor do Instituto. Será que eles perderão recursos e ficarão em desvantagem com o hacker do mal?
Aqui fico mais uma vez. Completamente apaixonada e sem conseguir ser indiferente. Para os que ainda estão no bonde. Até a próxima segunda!
Last Resort – Damn the Torpedoes e The Pointy End of the Spear
24/01/2013, 21:25.
Gabriela Assmann
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Estes dois episódios que preparam para o episódio final foram, em minha opinião, bem abaixo da média da série. A impressão que fica – e que provavelmente é correta – é que era muita história pra resolver em tão pouco tempo.
Após a suposta morte de Christine o XO Sam está inconsolável e perdido. Ele não sabe mais o que fazer e nem que lado do conflito tomar. Pela primeira vez ele começa a questionar as ordens do Capitão e alia-se ao Prosser e aos outros marinheiros para organizar um motim.
Ainda em Damn the Torpedoes tivemos uma cena muito tensa. Cortez, a agente da CIA infiltrada no USS Colorado se dirige à cabine do Capitão Chaplin com ordens expressas para matá-lo. Eu estava apreensiva e não sabia qual seria a decisão que ela tomaria. Tudo podia acontecer, mas Chaplin com todo seu poder de persuasão convenceu Cortez a juntar-se a ele. Eles ainda procuraram explicar as razões dela para ser agente infiltrada fazendo com que não odiássemos tanto a personagem.
Por mais contraditório que possa ser um golpe de estado achei brava a postura da Kylie e de todos que estavam ajudando na articulação do golpe. Mostraram-se humanitários e não somente patriotas, pois a postura que os EUA estavam tomando afetavam o mundo todo. Assim como a articulação do golpe que estava sendo mostrada no 1×11 e se estendeu pro 1×12, também vemos a China descobrindo sobre os minerais.
Já The Pointy End of the Spear foi um pouco melhor, mas ainda assim ficou abaixo da média. Achei um episódio muito recheado de acontecimentos e ainda assim muito arrastado. Saudade daquela ação que ocorria em alguns episódios anteriores.
Este era o episódio onde o golpe de estado deveria se efetivar e tudo estava correndo para isso, mas algo deu errado. Ainda não sabemos o quê, mas tenho a sensação de que o pai da Kylie pode estar envolvido nisso.
Um conflito armado parece estar se instaurando na ilha. Junto com o Capitão Chaplin fica apenas Grace e acredito que James, que disse que estaria do lado dela. Já do lado dos que estão organizando o motim tem grande parte da tripulação, Sam e como se não bastasse tudo isso ainda o reforço de Serrat que tem interesse direto nisso.
Em meio a tanta confusão os roteiristas ainda conseguem encontrar espaço para os romances e festas na ilha e promovem o retorno de Tani que foi pra lá de breve, já que ela pretendia levar James com ela, mas ele se recusa e também uma disputa entre Serrat e Sam para ver quem vai ficar com Sophie.
A tensão final fica por conta do estuprador que consegue render Grace e tomar o poder do USS Colorado. A season finale ainda tem muitas coisas para responder e promete surpresas. Quem ficará do lado do Capitão Chaplin? Os tripulantes conseguirão retornar para casa? O que motivou todos esses acontecimentos? Kylie conseguirá escapar viva e ilesa? E Christine?
Enfim, aguardo a season finale e espero que ela honre os melhores episódios da curta, mas ótima temporada de Last Resort.
Modern Family – Party Crasher
23/01/2013, 22:03.
Maísa França
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Um aniversário, um casamento, um primeiro beijo e um nascimento marcaram um dos melhores episódios da série. Party Crasher veio repleto de situações improváveis e diálogos surpreendentes.
A começar peça festa surpresa de Manny. Na tentativa de fazer o filho se sentir especial e comemorar o último aniversário do garoto sem o novo irmão, Gloria planeja uma festa surpresa e usa a velha desculpa de que será uma comemoração pequena e trata de deixar o garoto ir passar o dia com a família Ruben. E é aí que as aventuras do casal Gloria e Jay começam: as atitudes do casal durante o episódio mostram que vale qualquer coisa pra fazer um filho feliz. E vale mesmo! Desde roubar um bolo de uma mulher na rua até quebrar a cancela do shopping por ter perdido o bilhete que a liberava.
Lily dá um show a parte nesse episódio e é vítima de Cam em vários momentos, que confesso, foram muito hilários e dignos de serem repetidos diversas vezes. Imagine seu pai lhe jogando um punhado de arroz nos olhos em uma celebração de casamento que você inventou e preparou inteira. Pois foi justamente isso que aconteceu: repleto de ciúmes por Lily ter escolhido Mitchel para ser seu noivo, sem querer, Cam joga o punhado de arroz (típico das cerimônias de casamento) na filha e acaba ferindo a menina rendendo-lhe um belo tapa-olho. Não bastasse isso, Cam ainda é o responsável pela ida da menina ao pronto-socorro por tê-la deixado dirigir um carrinho (numa cerimônia de casamento que ele planejou para os dois, para impressionar Mitchel) que ela bateu contra a parede e ganhou uma tala no pescoço. Mais pra frente ainda, ele derruba a menina na piscina sem perceber. No final temos uma Lily caolha, com pescoço imobilizado e molhada.
Antes de voltarmos para a festa, passamos pela última família: Luke é o responsável por fazer o vídeo da festa e seus comentários durante a filmagem são do tipo que eu gostaria de ter em um vídeo do meu próprio aniversário. Haley tá saindo com Kenny, do trabalho, e como bem conhecemos a menina, uma hora isso vai acabar em… muitos risos para nós. Kenny é muito mais velho que Haley, tem um visual super estranho e começa a despertar o ódio de Phil, que havia gostado do rapaz em um primeiro momento por calça das calças jeans que ganhara dele. Os rostos feitos por Phil durante o episódio são de um atuação daquelas na qual o personagem não precisa dizer mais nada porque a gente sabe o que ele tá sentindo. Sem contar que ele estava sendo reprimido por Claire que fez questão de dizer aquilo era uma fase e iria logo passar. E passou! Com Haley fugindo de Kenny e voltando para os braços de seus pais na primeira oportunidade.
Voltando para a festa que, claro, como era de se esperar, não deu nada certo por dois motivos: 1) Manny levou uma garota para casa e conseguiu seu primeiro beijo mas a garota foi tratando de sair correndo assim que viu aquele monte de gente escondida para gritar o tão esperado “SURPRESA” e 2) o ponto alto e tão esperado dessa temporada aconteceu: o filho de Gloria deu as caras!
O novo integrante da família nasceu no mesmo dia que seu irmão, que na verdade é um adulto no corpo de uma criança, e percebeu que esse foi o melhor presente que recebera nesses quatorze anos de idade.
The Vampire Diaries – After School Special
23/01/2013, 14:13.
Mônica Castilho
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The Vampire Diaries voltou do hiatus e, aproveitando a volta, quem também retornou foi Rebekah, que tinha sido empalada pela enésima vez e foi despertada pela desavisada April. A loira mal voltou e tratou de logo compensar seu tempo ausente para roubar a cena no episódio com brincadeiras maldosas, detenção forçada à base de hipnose e de quebra aliando-se ao Stefan.
Que Rebekah é a típica adolescente rebelde, já não é de hoje que todos sabem, mas o fato é que a Original soube roubar bem a cena e praticamente todo o episódio foi dela. Enquanto ela reunia todos na escola de Mystic Falls, se atualizava sobre as fofocas da cidade e terminava de destruir a já abalada relação entre Stefan e a ex-namorada, Damon continuava afastado de Elena para, além de treinar o Jeremy e transformá-lo numa espécie de Buffy, não alimentar o tal vínculo de criação.
E por falar em vínculo de criação, os fãs Delena ficaram (mais uma vez) nas alturas, afinal Elena admitiu inconscientemente, por estar hipnotizada, que dormiu com Damon por amá-lo e não pelo tal vínculo sobrenatural que a une ao vampiro. E o pior: admitiu em frente a Stefan e Caroline e fez o que Rebekah queria, que é deixar partido o coração do Salvatore mais novo.
Elena reconhecendo que ama Damon, Damon aceitando a vampira de volta, Stefan com o coração partido pedindo à Rebekah que o faça esquecer tudo sobre Elena e forme uma aliança com ele… A relação do trio principal está mais bagunçada e abalada do que nunca. Para completar, ao que tudo parece agora a relação de Damon e Elena está mais sólida após ele aceitar a garota, mas e Stefan? A aliança com Rebekah pode significar uma volta do lado mais revoltado e até malvado do vampiro, pelo menos até a cura ser encontrada e usada em Elena que, como ela mesma se definiu, é um “brinquedo quebrado” aos olhos de Stefan, e este tem esperanças de “consertá-la” caso ela volte a ser humana.
Damon também quer a cura para o mesmo propósito, enquanto Shane aparentemente só quer despertar Silas e Rebekah quer para usar no irmão e mata-lo. E nessa corrida contra o tempo, alianças vão se formando e outras se quebrando, tudo pelo mesmo objetivo: a tal cura misteriosa. Não podemos nos esquecer de Bonnie, que “graduou-se” na arte da tal Expressão, mas que ainda não sabe direito onde está se metendo e poderá se tornar um grande alvo para quem quer se aproveitar de seus poderes, podendo até fazer uma má aliança, já que tende para o lado de Shane e ele ainda não parece confiável.
Depois de ter tido uma temporada calma até então, The Vampire Diaries parece ter voltado mais movimentada e com um claro objetivo: a tal cura misteriosa.
P. S. [1]: Já passou da hora da Bonnie ver alguma maldade nesse Shane. Tão poderosa e tão tapada.
P. S. [2]: Todo esse lance de disputar a cura… Será o fim (pelo menos temporário) do elo dos irmãos Salvatore? Afinal, eles estão em lados opostos da disputa e tem histórico de brigarem por causa de uma mesma mulher, então…
P. S. [3]: Essas carinhas de felicidade/emoção do Damon são de matar o coração. Tsc.
P. S. [4]: Depois de ser bolsa de sangue, arranjaram uma nova função para Matt: saco de pancada.
P. S. [5]: Por último, tivemos vários momentos “WTF?” neste episódio, como a aparição repentina do pai antes inexistente da Bonnie, a volta sem sentido do Kol, Rebekah tratando mal a April sem mais nem menos (antes as duas eram quase melhores amigas) e a própria April, que mesmo agora sabendo sobre tudo o que realmente acontece em Mystic Falls, ainda não mostrou a que veio.
The Carrie Diaries – Lie With Me
23/01/2013, 09:28.
Gabriela Assmann
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Confesso que achei que Lie With Me não teve o charme do piloto, mas ainda assim foi um bom episódio. Acho que é natural. No piloto estávamos sendo apresentados a uma história e seus personagens e agora estamos acompanhando o desenrolar desta.
Se antes as dúvidas de Carrie se resumiam a Manhattan x Sebastian, agora elas parecem ser muito mais profundas. Eu previa que algo ia acontecer já que o entendimento entre Carrie e Sebastian estava muito rápido. O garoto nem traiu ela, mesmo quando a bitch da Donna armou todo aquele clima. Óbvio que algo ia acontecer. O Sr. Bradshaw não gosta da família de Sebastian, mas ainda não sabemos por quê. Certamente será algo forte e que, quando descoberto, deixará a garota ainda mais dividida entre Sebastian e seu pai. Tô curiosa.
O que eu mais gostei na trama de The Carrie Diaries, por enquanto, é a naturalidade com a qual eles abordam os temas da adolescência. Nada me parece forçado, desde os temas mais sutis como a amizade até a questão da homossexualidade do Walt. Falando nisso, parece que o garoto deu o primeiro passo que é a auto-aceitação. Agora resta saber como ele – e principalmente, como os outros – irão lidar com isso.
Além da Donna, to achando a Maggie uma bitch de marca maior. Até tentei me colocar no lugar dela de ter um namorado há dois anos e ele não querer dar o próximo passo na relação, mas acho que a traição não é a saída, principalmente em um relacionamento como o deles que provém de uma amizade. Uma boa conversa poderia resolver tudo e ainda ajudar Walt com seus dramas. O que me parece é que Maggie é muito insegura e precisa estar o tempo todo provando algo para os outros e para ela mesma.
Outro ponto alto da série pra mim são as cenas de Carrie em Manhattan. Embora eu goste da Carrie doce e que não consegue mentir, acho que eu gosto ainda mais da Carrie ousada e que dá um jeito de resolver tudo em meio ao caos, nem que pra isso ela precise dar um cachecol da Dior para a chefe. Espero que ela não se afaste da Larissa e continue aprontando todas por Manhattan, mesmo com o pai dela de olho em cada passo da filha. Ah, adorei a analogia com o Pinóquio. Coisas de Larissa.
Muito legal a aproximação entre Carrie e Dorrit. Acho que a relação das duas pode ser bem explorada e render bons momentos para a série. Gostei de Dorrit mostrando um lado mais doce e ficando chateada com o bolo que levou da irmã.
Ainda gostaria de ressaltar antes de finalizar a review que gosto muito dessa dinâmica de utilizar um narrador na história, que a trilha sonora e o figurino continuam arrasando e que a AnnaSophia é ótima. Tá tirando de letra a responsabilidade de interpretar uma personagem icônica como Carrie Bradshaw.
PS: Sou muito fã de dramas teens, mesmo. Tava reparando hoje como adoro essas cenas bobas de namorinhos com armários de cenário. Adorei também a última cena das amigas. Me lembrou dos melhores momentos da minha adolescência.
Hawaii Five-0 – “Olelo Ho’opa’i Make” (Death Sentence)
22/01/2013, 21:42.
Anderson Narciso
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Esta semana, Hawaii Five-0 teve um episódio mais do que especial. A série foi escolhida para ser exibida logo após a final da NFL exibida pelo canal CBS. O episódio foi ao ar neste último domingo (20), e conseguiu manter uma excelente audiência durante todo o episódio (quase 13 milhões de telespectadores e a demo 18-49 em 3.4/10).
E o episódio não poderia ter tido uma melhor história. Há algum tempo, venho reclamando sobre a ausência de Chin e de Kono. Com este episódio, fomos brindados com muito mais do que tempo em tela.
Em Death Sentence, Chin sofre um sequestro enquanto dormia, e vai parar dentro de um presídio onde a maioria dos bandidos que a Five-0 prenderam estão. Lá, o nosso policial sofre o pão que o diabo amaçou, até que, surpreendentemente recebe a ajuda de Sang Min, que no episódio anterior havia sido transferido para um presídio mais próximo de sua família por Kono.
Enquanto a equipe da Five-0 não descobria o que acontecia com o amigo, o Tenente Kelly apanhou, correu e se escondeu. A certo ponto, cheguei a achar aquilo meio bizarro. Mas depois que o resto da equipe percebeu que a falta de Chin era devido a seu desaparecimento, as investigações começaram a se encaixar. Chin foi parar na cadeia a mando de Paul DeLano, irmão de Frank DeLano – homem que Chin matou no início desta temporada e responsável pelo assassinato de Malia. Paul havia subornado vários dos policiais da prisão para que mantivessem Kelly como refém.
A história se desenvolveu muitíssimo bem, sem enrolação ou plots bobos. A equipe foi até o presídio tentar retirar o amigo, mas foram impedidos, devido a uma rebelião que os prisioneiros começaram. E vocês acham que isso iria impedir os nossos policiais? Jamais… e isso foi um trabalho para… o helicóptero de Kamekona, que finalmente serviu para algo! Steve, Kono e Danno foram até dentro do presídio retirar Chin. Foi sem dúvida emocionante e cheio de ação. Como um excelente episódio de Hawaii Five-0 deve ser.
No final da história, Chin ainda parece ter encontrado um novo interesse romântico. Parece que a enfermeira do presídio – que ficou de refém junto com ele, gostou do rapaz. Se for para ser, que dê certo… Ele precisa de um pouco de felicidade na vida pessoal! Sang Min conseguiu escapar no meio desta confusão, e não sei se será explorado isso em algum outro episódio. Mas ele ajudou o Chin, então ganhou pontos comigo.
Além de toda essa super trama, tivemos tempo ainda para o segmento da história de Kono com Adam. Desta vez, a policial começa a desconfiar do namorado, depois que ele recebeu algumas ligações estranhas. Eu achei que já estava na hora de seguirem com esta história, depois que aquela cena do irmão de Adam apontando uma arma para os dois enquanto o casal dormia foi simplesmente esquecida. A policial agora, clonou o celular de Adam, e possivelmente teremos continuidade nesta história que promete.
Como este episódio foi uma exibição especial no domingo, ainda tivemos mais um episódio inédito na segunda (21). Portanto, ainda esta semana nos encontramos na review do episódio 3×14 – Hana I Wa ‘Ia (Scandal). Portanto, até lá!
Nashville – I’m Sorry For You, My Friend
22/01/2013, 20:10.
Gabriela Assmann
Reviews
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Depois da surpreendente fuga de Juliette, Nashville retorna com um episódio que aborda basicamente a turnê dela com Rayna, a eleição e a turnê de Deacon com a banda de rock, além de incluir um novo plot – eu sinceramente não entendi a necessidade. Não entendi a inclusão de um irmão para o Gunnar, mas acho que vale esperar mais alguns episódios para ver de que maneira isso vai impactar a trama, já que até agora nada de mais aconteceu além da revelação de que ele tem um irmão ex-presidiário e que parece não estar totalmente regenerado.
Obviamente que o Sean ficaria puto da cara com a Juliette. Ela foi muito má com ele. O que o ele não sabe é que metade (ou mais) da culpa é da mala da mãe dele que incomodou a Juliette até que ela desistisse.
Enquanto via I’m Sorry For You, My Friend eu tinha a sensação de que os roteiristas estavam organizando tudo para que Deacon voltasse a tocar com Rayna e as duas (ela e Juliette) disputassem ele. Ele abandona a turnê com a banda de rock, Rayna não gosta de nenhum dos novos guitarristas e Juliette está novamente solteira. Porém parece que agora Rayna está se acertando com o novo guitarrista e a volta dela para casa – com direito à vitória de Teddy – me deixou em dúvidas sobre uma eventual separação. Eu diria que a série está em um pé onde tudo pode acontecer. A minha aposta vai para uma volta de Deacon e um romance com Juliette.
Fiquei intrigada também sobre a eleição de Teddy. O pai de Rayna garante que ele venceu pelos próprios méritos, mas eu tenho minhas dúvidas sobre não ter sido necessário a compra de alguns votos. O que vocês acham? No momento em que a Peggy apareceu eu jurei que ela e o Teddy teriam um remember, mas nada rolou. Ele anda bem comportado, o que me faz acreditar ainda mais que ele e Rayna talvez possam ensaiar uma reconciliação.
Mas na minha opinião o que mais merece destaque é a grande turnê de Rayna James e Juliette Barnes. Embora algumas alfinetadas e a constante disputa por atenção dá pra perceber claramente que elas já conseguem reconhecer as qualidades e o talento uma da outra. Acho que especialmente para Juliette essa turnê vai ser boa, pois ela precisa aprender com Rayna a ser menos mimada e menos estrelinha (impagável a cena do produtor da Rayna invadindo o palco na passagem de som), mas Rayna também pode aprender com a garota a ser mais ousada. Será que elas terão essa humildade e aprenderão uma com a outra?
PS: Achei fofa a maneira como a Rayna não consegue tocar com outro alguém que não seja o Deacon. E foi engraçada a maneira como o novo guitarrista e produtor disse: “As botas estão quebradas. Bati o pé duas vezes e não virei o Deacon”. Sou Raycon (ou seria Deayna?) total, confesso.
Supernatural – Torn and Frayed
22/01/2013, 11:43.
Juliana Baptista
Reviews
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A crise entre Dean e Sam já estava enchendo nossas paciências já desgastadas em plena oitava temporada. Sam (mais uma vez) queria desistir da vida de caçador e ter uma vida simples e pacata. Já Dean queria continuar com o seu bromance com Benny, mesmo que o irmão desaprovasse tal atitude.
Pois bem, Torn and Frayed chegou para colocar um ponto final em ambos os dramas mexicanos. Sam resolveu (finalmente) desistir de ter uma vida perfeita com sua alma gêmea Amelia e ter cachorro/casa/roupa lavada. Nessa altura do campeonato já era pra ele ter percebido que não daria pra ter uma vida de casal com a moça com cara de pastel. Sem cobertor de orelha para Sam Wichester.
Já Dean foi mais insensível, terminou seu relacionamento por telefone mesmo! Benny estava super esquisitão, com seu estoque de bolsas de sangue acabando e com um olho gordo em cima de humanos inocentes. Pois é manolo, vai ter que dar seus pulos sozinho! Dean resolveu abrir mão do seu brother do inferno para reatar com o irmão.
Em meio a todos esses corações partidos, adeus e apartamentos vazios, aparece também Castiel! O arcanjo mais perdido que cão em dia de mudança. Achei meio estranha essa história dele ter que ir se reportar a Naomi e simplesmente se esquecer de tudo. Acho que essa pegada MIB não cola em Supernatural.
Fiquei com dó de Samandriel. Ele tinha aquela cara de coitado antes mesmo de ser torturado por Crowley. Achei meio sem noção essa história de colocar pinos no cérebro do anjo e conseguir acessar a HD celestial. WTF? Tudo bem se o anjo não pudesse se comunicar com os outros anjos por causa do cérebro comprometido, mas ficar falando “frases programadas” foi meio forçado demais. Além disso, porque uma das frases programadas seria sobre uma tábua dos anjos? Acho que eles precisavam colocar essa informação na história de qualquer jeito e claro, acabaram escolhendo a pior maneira.
Achei Kevin meio mal humorado demais. Gostava muito mais dele nos episódios anteriores. Reconheço que ele amadureceu bastante e conseguiu dar o salto de estudante esforçado para guardião da palavra de deus. Acho que o Garth não deve estar ajudando muito o garoto, ter uma mala daquelas no pé o dia todo deve acabar com a paciência de qualquer um.
Castiel se juntou novamente aos Winchesters! Acho que o jeito bobo do Castiel agrada muito ao público, e sempre que ele aparece a repercussão dos fãs é positiva. Sempre dou risada com os comentários nonsense que ele faz! Mas só o que está me tirando a paciência é essa boss do céu, a Naomi. Que mulher chata, pelamor! Quase nem acreditei quando ela fez Cas matar Samandriel no fim do episódio.
No geral, foi um episódio muito viajado, mas pelo menos acabou encerrando algumas questões pendentes que estavam enchendo a paciência durante a trama, como Amélia e Benny. O que anima é saber que Crowley estará presente na maioria dos episódios, já que ele se tornou o vilão principal da série (denovo! Criatividade cadê?). Aguardemos o próximo episódio pra ver onde essa história vai parar.
Haven – Reunion e Thanks for the Memories
21/01/2013, 21:29.
Regina Monteiro
Reviews
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Haven não é uma dessas séries que atrai um número astronômico de telespectadores; seus efeitos especiais, na maioria das vezes, deixam a desejar; seus roteiros são simples e, via de regra, perseguem um padrão: a história de uma perturbação qualquer seguida de uma revelação sobre o plot principal. Este é um conjunto de características que poderia torná-la previsível e entediante. Poderia. Mas, ao apostar no imprevisível, driblando o óbvio a cada novo episódio, Haven caminha na direção contrária.
Às vezes acredito que mesmo os criadores da série ainda não definiram qual o segredo de Haven; qual o momento, na sua história, em que pessoas tornaram-se capazes de extravasar sentimentos, interferindo no espaço e no tempo, ou gerando fenômenos bizarros, cômicos ou trágicos; às vezes acredito que os criadores da série conseguem lidar perfeitamente bem com seu tempo presente e apostam no inusitado para construir sua história e explicá-la. Talvez por isso essa explicação venha a conta-gotas: ainda é uma história em construção. E talvez seja esse conjunto de fatores que fazem com que Haven seja tão atraente, pois, se, em alguns momentos, podemos defini-la como uma imensa confusão, em outros, pontas são tão bem amarradas que nos desarmam e nos conquistam.
Reunion não escapou à regra. A um episódio do desfecho da temporada, o anticlímax ficou por conta da identidade do Skinwalker, sua obsessão com o Celeiro e com Audrey. O assassino, que foi perseguido durante toda a temporada, não estava apenas vestindo a pele de uma Arla reconstruída. Ele, na verdade, era a própria Arla, esposa de James Cogan. No final no episódio, quando finalmente Arla e Audrey se encontram, ficamos sabendo da sua perturbação e de como Lucy, há 27 anos, levara James para o Celeiro, deixando-a para trás. Por isso ela não admite o horror que causou quando assassinou alguns habitantes de Haven; justifica-o através do sentimento de traição que cultivou durante anos e na vontade férrea de ser a mesma pessoa para o homem que, ela espera, irá retornar, quando o Celeiro ressurgir. Um monstro movido por amor e ódio.
O Caçador chega a Haven e com ele Thanks for the memories. E, graças à habilidade da equipe criativa, é impossível apostar em qual será o desfecho da temporada: Audrey irá desaparecer por mais 27 anos? Ou há alguma forma alternativa de parar as perturbações que acometem os moradores de Haven e seus descendentes? O Celeiro é um portal? Quem é o agente Howard? E, mais importante, quem é Audrey?
Em Thanks for the memories ficamos sabendo que Vince é o líder dos Guardiões, que o Celeiro pode ser um Portal, que o Caçador pode destruir a cidade se Audrey ficar e não pagar o preço e que esse preço é a vida de Nathan. E, ainda assim, torcemos para que Audrey fique com Nathan; para que seja revelado que ele é o pai de James.
Torcemos pelo final feliz e, paradoxalmente, torcemos para que as perturbações continuem e a série não seja cancelada. Mas finais felizes estão, via de regra, irremediavelmente ligados ao ponto final de qualquer história. Poucas sobrevivem a eles. Então os protagonistas não terão seu momento de plena felicidade e a história continuará a ser revelada a conta gotas. E nossas últimas lembranças serão a de Nathan baleado, sozinho, vendo os meteoros atingirem Haven, e a do Celeiro se desintegrando e levando consigo Audrey, James, Agente Howard, Arla, Jordan e Duke.
Que venha a quarta temporada e seja tão pródiga em respostas e mistérios quanto a que acaba agora.
Nuvem de Séries
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