TeleSéries
White Collar – Brass Tacks
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Como animar a audiência de White Collar após um retorno tão morto quanto foi Family Business? Dando espaço para Mozzie, claro. Uma das melhores coisas que a série da USA trouxe ao mundo foi o personagem interpretado por Willie Garson. A ligação telefônica dele que foi acidentalmente atendida pelo senador Pratt foi o melhor momento do episódio. Outra estratégia que sempre funciona em White Collar é colocar Mozzie para trabalhar em dupla com Diana ou Jones, nesse caso sobrou para o “Quantico” e rendeu ótimas risadas para os fãs da série.
TeleSéries também é conhecimento: Para quem não entendeu a piada do Mozzie, Quantico é uma cidade localizada no Estado de Virginia, Condado de Prince William, Estados Unidos. Em 2006 a cidade tinha apenas 625 habitantes, ela sedia a base e centro de treinamento do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (US Marine Corps), é totalmente cercada pelo rio Potomac e também abriga as academias do FBI e DEA.
Mas nem tudo é Mozzie em White Collar. Pelo contrário, Neal Caffrey segue o centro das atenções, mas Neal anda muito emocional na quarta temporada da série. Aquele Caffrey genioso que conhecemos vem sendo afetado pelas lágrimas do menino que teve a família quebrada por um homem poderoso.
Brass Tacks não poupa tempo e na primeira cena Peter chega com o nome do provável culpado por toda essa bagunça na vida de Neal: o senador Terrence Pratt. Foi ele quem ordenou a transferência de Dennis Flynn Jr. e assim também é o provável responsável pelo assassinato da única testemunha que poderia denunciar quem está por trás de todo esse ninho de crimes. Pratt é ex-policial e foi capitão da polícia na época de Ellen e de James Bennett. O vilão é interpretado por Titus Welliver, que já tem familiaridade com esse tipo de personagem e conta com memoráveis participações em Lost, The Good Wife, Grimm e CSI, entre muitos outros seriados e filmes.
O que engrandeceu Brass Tacks, em comparação com episódios como Family Business, é o tempo utilizado para se trabalhar com o caso. Neal e Peter passam boa parte do episódio seguindo todos os passos de Pratt, enquanto isso Mozzie e Jones (o estagiário) vão encontrar com um especialista em moedas “O Chaveiro Mestre”, um personagem pra lá de estranho que pareceu ser tirado do filme Goonies. Mas nada supera Mozzie falando com Pratt e pedindo atenção para o grupo ativista “Pessoas Antenadas a Objetos Próximos a Terra”. Em alguns momentos, e devido a algumas referências a histórias infantis e filmes, esse episódio de White Collar pareceu ser tirado de um livro de lendas americanas.
Longe de ser a Alice seguindo o coelho branco, Peter, Neal e Diana na sua perseguição a Pratt conseguem conectá-lo a uma fraude imobiliária que rende milhões. No entanto, apesar de conseguirem prender o responsável pela construtora, Cole Edwards, Peter acabou no hospital. Pratt, como retaliação por ter sido investigado, fez com que o chefe do FBI Reese Hughes (interpretado pelo ótimo James Rebhorn), fosse forçado a se aposentar antecipadamente.
Apesar da quarta temporada estar mais fraca que as três primeiras, White Collar conseguiu construir uma trama que pode gerar um ótimo fechamento para a temporada. Apesar de Neal tentar proteger Peter, Burke não vai querer ficar de fora dessa briga com Pratt. Para Peter, fazer Pratt pagar por todos os crimes que cometeu também é pessoal, como ele mesmo disse: “eu acredito nesse sistema, e se alguém o está poluindo é nosso trabalho acertar as coisas”.
Enquanto Peter não descobre o verdadeiro motivo que fez Neal mentir pra ele o próximo episódio promete uma caçada ao tesouro. A chave de Ellen indica um local na cidade, e agora Neal & Mozzie e Peter & Jones vão partir cada dupla para uma busca em separado. A edição de imagens no final do episódio mostrando as duas duplas descobrindo o real significado da chave foi ótima e agora eles só devem cruzar seu caminho no episódio da semana que vem. Até lá collars!
Glee — Naked
03/02/2013, 23:20.
Júlia Berringer
Reviews
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Terminei a review da semana passada desejando um episódio menos sem noção nessa semana. Logo depois li a sinopse de Naked, e já logo de cara torci o nariz. O assunto me parecia mais uma vez forçado e sem contexto. Comecei a ver o episódio e me surpreendi que já havia assistido mais de 16 minutos e não tinha ficado muito nervosa ou irritada com nada. O episódio dessa semana apresentou grande melhora, não há como negar. Mas também não há como negar que Glee já não é mais a mesma.
Li nos comentários da última review vocês dizendo que concordam comigo quando digo que a série está sem rumo. Li também que desde a terceira temporada a série tem apresentado um desempenho cada vez menor e pior. Concordo. Porém, acho que no episódio dessa semana uma coisa que me chamou muito a atenção foi o entrosamento do elenco. Não que esse elenco tenha a mesma química do que o antigo, mas percebi uma grande diferença.
Não sei se gostei do episódio porque Kitty pouco apareceu e porque Quinn e Santana marcaram presença com sua grande bitchness e carisma. E, ah, como senti falta dessas duas! A participação das duas só não foi melhor porque infelizmente não rolou uma performance da Unholy Trinity. E porque nenhuma delas bateu na cara da Rachel. Combinemos, ela mereceu. Odiei o jeito como ela tratou o Kurt, e odiei o fato de ela cogitar o fato de fazer uma cena nua. Nós sabemos que Rachel adora a fama e a atenção, mas até pra ela eu acho isso um pouco demais.

PS: Kurt fez uma participação mínima no episódio, mas disse tudo o que eu gostaria de ter dito para a Rachel.
Quinn e Santana conseguem finalmente tirar essa ideia da Rachel na cabeça. E no final dessa história de NY, percebemos que existe uma possibilidade da nossa querida Santana ir morar em na cidade, porque, segundo ela, ela tem mais seu “ritmo”. Por favor, Ryan Murphy, coloque Santana, Rachel e Quinn morando na mesma casa. Nunca vai acontecer, eu sei. Mas eu posso sonhar.
No Mckinley, depois de resolvido o mistério e a denúncia contra os Warbles, o ND está de volta na competição. Agora eles tem sua sala de volta, e Finn tem que recuperar o ritmo com eles e se esforçar para pensarem em um número. O problema é o dinheiro da viagem. Os garotos do Glee Club sempre tiveram ideias criativas para esse problema, e dessa vez não foi diferente. Tina teve a brilhante ideia de tirar a roupa dos garotos da ND e faze-los tirar foto para um calendário. Bless you, Tina.
Tudo bem até ai. Mas Sam, depois de sofrer um grande baque ao receber a notícia que teve a pior nota da escola e que suas chances de entrar na faculdade pareciam mínimas, resolveu se dedicar inteiramente ao seu corpo, ficando meio obcecado. Blaine entrou em ação e conversou com sua crush, que percebeu que tinha maiores chances do que pensava.
Artie não gostou muito da ideia de tirar a roupa, provando que essa ideia de vergonha e insegurança em relação ao próprio corpo não é coisa só de garota. Sam colocou em prática o espírito bonito que Glee tem, e mostrou pro amigo que se ele não quisesse tirar a roupa não tinha problema. Que juntos, eles iam fazer um calendário sexy, mas sem ninguém ficar envergonhado.
Ainda nos corredores do Mckinley, um drama fofo acontecia. Jake e Marley estão totalmente apaixonados um pelo outro. E eu estou apaixonada pelos dois. Não tem como não gostar da carinha deles, tem? Marley teve medo de dizer “aquilo” e Jake também. Mas nada para um casal apaixonado, e eles acharam um jeito criativo e bonito de dizer “aquilo” um para o outro. Jacob Artist me chamou muito a atenção desde o começo da quarta temporada, e nesse episódio ele realmente me surpreendeu. Sua performance de Let Me Love You realmente me arrepiou.
PS: Fondue for Two foi o máximo! Marley é uma fangirl!
PS2: Só eu senti um clima entre a Tina e o Ryder em This Is the New Year ?
Como disse, um episódio bom. Não o melhor de Glee, mas bom. Fico pasma com a capacidade de Ryan Murphy de fazer um episódio péssimo, e no seguinte, fazer um bom. Mas confesso que o episódio dessa semana me fez lembrar o porque assisto Glee. Eu assisto Glee por causa do Artie. Do Artie e de sua insegurança. Do Sam e sua força de vontade. Da Sue e seu jeito malvado de ser. De Emma e seus folhetos. Da Rachel e suas caras e bocas quando canta. Assisto Glee até por causa do Ryan Murphy, porque nunca se sabe o que esperar dele. Mas, por favor, Ryan, me surpreenda somente de jeitos bons.
Setlist do episódio:
Torn (Rachel)
Centerfold/Hot In Herre (New Directions Boys)
A Thousand Years (Marley e Jake)
Let Me Love You (Until You Learn To Love Yourself) (Jake)
Love Song (Rachel, Santana e Quinn)
This Is the New Year (New Directions)
Bones – The Twist in the Plot
03/02/2013, 21:07.
Maria Clara Lima
Reviews
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É no minimo estranho dizer que o tema principal desse episódio foi a morte. É engraçado também imaginar como tal tema afeta tanto as pessoas, mesmo quem lida com cadáveres todos os dias. Afeta principalmente a mente dos fãs, que tremem só de pensar que um dos queridos personagens da série possa um dia atravessar a tênue linha da vida.
Já não basta o pobre Vincent (que descanse em paz) ter nos deixado tão prematuramente, agradecemos todos os dias pelo Hart Hanson não ser a Shonda Rhymes. Mas aí me pego perguntando, qual seria a virada no enredo ou o “twist in the plot” proposta para essa temporada? De certo, esse episódio não existiria se não fosse importante a tal discussão.
Antes de dar qualquer outra palavra, gostaria de pedir desculpas pelo atraso, fiquei doente e quase tive meu corpo mandado pro Jeffersonian. Já que estamos falando disso, quando eu morrer, por favor me enterrem no quintal do Boreanaz. É de lá que nasce a vida para mim.
Eu sei, ainda estou um pouco dramática devido minha enfermidade. Vamos lá!
Altos
Os melhores momentos desse episódio ficam por conta dos casais da série. Sweets e Daisy e Bones e Booth. Vou começar com o casal menos popular entre os fãs, e dizer o que eu gostei deles nessa história.
Para a minha surpresa, adorei a Daisy. Nunca gostei dela, mas descobri que por trás daquela irritante persona, há uma doutora inteligente e bacana. Adorei mais ainda como a Carla interpretou o que deveria ser uma caricatura. Nada ficou exagerado, o que é um ponto muito bom para a atriz. Daisy imitando Brennan em sua racionalidade sobre coisas do coração, deu apenas a jovem cientista a dor de saber como é esconder seus sentimentos e não ser ela mesma.
Adorei quando ela disse “I don’t know what that means”, foi bem natural, e me fez dar uma risada simpatizante. Adorei mais ainda a cena final dela com a Cam. Aliás, a Cam é a rainha dos conselhos super bacanas. Ela é o centro que une todo mundo naquele laboratório de gente doida.
Gostei também de ver que o pós-namoro entre a doutora e o psicólogo está tomando algum rumo, nem que essa rumo seja o final de tudo. Acho que daí, Sweets tira sua grande lição: está na hora de crescer e assumir os seus atos e escolhas – e quem sabe sair de vez da casa de B&B!
Falando em Bones e Booth, o cérebro e o coração não foram outra coisa do que eles mesmos. A cientista com seu testamento de 312 páginas e eles com notinhas em post its para marcar seus últimos desejos. Tão eles, tão Bones.
Sem contar das inúmeras menções ao assunto mais incomodo entre os dois: sexo. Ah, sim, nem me fala. Isso é Bones, a série mais puritana da televisão mundial. Mas crítica a parte, sempre dou risada ao ver ela tão liberal sobre o assunto, e ele carregando a eterna culpa católica do prazer só por prazer. Isso me lembrou bastante as primeiras temporadas da série.
Sem contar o momento final maravilhoso. Bom, mas isso fica para o final desta resenha.
Baixos
Há um tempo eu já não consigo mais me empolgar com os casos. Tirando os muito bons, o que resta é um marasmo só.
Já me peguei pensando nisso várias vezes. Há uma pesquisa que diz que a maioria dos assassinatos do mundo são por motivos banais. Não seria diferente na série. É claro, nem sempre o FBI se depara com mirabolantes planos de psicopatas sedentos de vingança, certo? E por que, mesmo assim, não consigo me convencer de que os casos são de certa importância para a história.
Olho para trás, e tento resgatar casos como o diplomata muçulmano que explodiu no centro da cidade, do menino asiático que morreu por acidente e foi confundido com um bebê sequestrado, das gêmeas-siamesas estrelas do circo, sei que é criatividade demais, são 155 casos até o momento, mas ainda considero as mortes como parte vital do seriado.
Certo que as mortes não são o motivo principal para eu assistir Bones. Nem ouso a dizer isso. Mas nesse caso, tive que rever o episódio várias vezes para prestar atenção nos assassinatos. E nesse exato momento, não dou a mínima para quem morreu e quem matou.
Outra coisa que não tolero, são os minutos desperdiçados na abertura da série. Se não for muito importante, ou relevante para o caso, deveria ser cortados. Isso significa menos tempo para explorar Bones e Booth.
The Twist in the Plot
Entre um caso ruim e a super cena do Booth no final do episódio, temo que devo colocá-lo na lista dos mais memoráveis da série. Ao menos será lembrado como aquele episódio no qual o Booth declarou o seu amor pela filha e pela parceiro, e o modo como a Brennan o olhava com tamanha doçura.
Será o episódio no qual Bones admitiu para Booth que apesar de seus esforços, ela sabe que ele provocou uma grande mudança em seu comportamento. Será também o episódio que ela demonstra seu carinho pelo agente, mudando seu testamento e a natureza de seu funeral, para que os dois pudessem passar os últimos momentos juntos.
Será apenas o episódio que Booth pede para Christine ajudar a mãe a ser feliz, “porque se ela estiver sozinha, ela irá se esquecer”. Será outro episódio no qual iremos dizer: “subestimamos tanto o Boreanaz”.
Mas além de tudo, será o episódio para lembrar, estávamos certos em não desistir. Parabéns pela super audiência! Vida longa a oitava temporada!
Para quem não viu a beleza da fala do Booth para a Chris ou para quem já viu que quer ver novamente, recomendo esse vídeo aqui! Um dos mais belos que assisti.
Até amanhã, pessoal! Mal posso esperar!
Elementary – The Red Team
03/02/2013, 15:38.
Gabriela Pagano
Reviews
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No décimo segundo episódio de Elementary, logo depois de sermos apresentados – ainda que só pelo nome – à figura de Moriarty, a série entrou em um hiato de duas semanas e nos deixou ansiosos em relação ao que estaria por vir na história, agora que o inimigo de Holmes mais famoso da literatura também existia… em Nova Iorque.
Pois é. Mas para desespero geral da nação – ou, pelo menos, da nação ligada à CBS -, Sherlock (Jonny Lee Miller) mal tocou no nome de seu rival no episódio da semana passada. E, ao contrário de um capítulo cheio de revelações, confrontos e segredos, fomos apresentados a um enredo morno, bem abaixo daquele eletrizante apresentado no episódio anterior.
Não achei que The Red Team tenha sido ruim. Elementary mantém um padrão de bons episódios. É que o anterior, M., tinha sido incrível, de tirar o fôlego. E esse último foi apenas decente.
Logo nos primeiros minutos da história, nos mostraram que o enredo se trataria de conspirações. E vamos combinar que não existe nada mais legal do que teorizar sobre fatos envolvendo o governo americano! Citaram até aquela famosa conspiração de que o homem nunca pisou na lua, que eu simplesmente a-do-ro. Poderia fazer uma review inteira só sobre ela. Mas prossigamos. O episódio, que tinha um potencial incrível, não engrenou. O caso de polícia não teve profundidade, a história ficou rasa, mal contada, simplista diante de um assunto tão complexo e… Poderia ter sido bem melhor.
O episódio só não foi ruim porque, na quinta-feira passada, Sherlock estava, como a gente diz por aí, “atacado”.
Família
Uma coisa que eu acho bem bacana na série é que o Holmes e a Watson (Lucy Liu) sempre se encontram na cozinha, conversam enquanto tomam chá, o que dá uma atmosfera bem familiar à história. Eles não dividem apenas a casa, são amigos. O que dá uma sensação de aconchego, carinho pelo enredo mesmo, que, muitas vezes, é o sentimento que nos leva adiante, nos faz persistir no seriado.
Falando na relação deles, enquanto a Watson estava na terapeuta, a psicóloga deu a entender que a ex-cirurgiã estava gastando suas economias com alguém que nem era mais seu cliente. Essa frase quase me passou despercebida, mas entendi o impacto dela na história. Holmes é de suma importante para a Watson. Ninguém gasta as economias com qualquer um. Tem que ser com alguém especial. E a frase da terapeuta mostrava que os roteiristas faziam questão de enfatizar essa condição aos espectadores. Sinto que coisas interessantes estão por vir no relacionamento dos dois personagens.
Saco vazio não para em pé… Né?
Maas… Quem diria! Nesse episódio descobrimos que Holmes, além de ser um fofo, inteligente, bem humorado e até bonitinho, ainda cozinha (aliás, alguém reparou no TAMANHO da frigideira que ele usou? Cozinha MUITO!). Um partidão a solta em Nova Iorque, Watson que não fique esperta! Achei o máximo descobrir isso sobre o detetive, porque era a última coisa que pensei que ele faria no universo. Sempre achei que o Holmes fosse daqueles que passasse dias em jejum caso a Watson tivesse que fazer uma viagem de emergência, por exemplo, e o deixasse sem comida. Um Sherlock cada vez mais próximo de um ser humano comum. E o que poderia tornar o personagem (conhecido pela excentricidade) entediante, se torna, na verdade, um atrativo.
Sei que muita gente que assiste Sherlock, da BBC, não consegue se afeiçoar ao Holmes de Elementary, porque o que a CBS fez foi tentar “massificar” a história clássica. (Quem estudou Comunicação sabe – e quem não estudou deveria ler – “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica”, de Walter Benjamin e “Apocalípticos e Integrados”, do Umberto Ecco).
O personagem de Lee Miller não é tão distante, nem tão inteligente, nem nos deixa na defensiva como o de Benedict Cumberbatch. Minha irmã estava me dizendo que assistiu ao primeiro episódio de Elementary essa semana e achou o Holmes completamente diferente daquilo que ela imaginava que ele seria. De fato, ele é diferente. Mas, ainda assim, ele tem a aura do Holmes, bem no fundinho. Com todo aquele charme e ironia, que é tudo que o personagem precisa.
E o Emmy vai para…
Clyde, a tartaruga. Sério, acho que esse réptil deveria ser promovido a personagem regular! Foram incontáveis as diversões que a tartaruga rendeu ao episódio.
Primeiro porque o Holmes disse que ela daria uma ótima sopa – mostrando seus conhecimentos de culinária mais uma vez. Depois, no maior estilo João e Maria, alimentou o bichinho para que ele engordasse e, assim, pudesse cozinhá-lo. Quando você achava que já tinha visto tudo, eis que ele encontra uma nova função para a tartaruga: a de peso de papel. Só no final do episódio, é que Holmes fez questão de dizer que era tudo brincadeira e que as tartarugas são seres magníficos. Claro, a CBS não quer problemas com o PETA ou qualquer outra organização, não é? Esse Holmes é, antes de qualquer coisa, politicamente correto – e isso é um pouco chato, mas okay.
Outros momentos engraçados
– Sherlock Holmes usando um sapato como martelo para destruir uma escuta implantada na casa da vítima;
– Passou a se apresentar como “Consultor de polícia temporariamente suspenso”, sendo que “essa aqui é a Watson, ela me impede de usar heroína”;
– O mural de investigação na sala da casa do Holmes está cada dia mais bagunçado e cheio de caras e nomes novos. Quando você acha que Moriarty era a maior emoção que aquele painel iria ver, eis que surge a foto de Napoleão Bonaparte. Fiquei ansiosa para saber o motivo. Assim como a Watson, que ouviu um “em uma das minhas cinco noites sem dormir, posso ter delirado”. Eu é que fui ao delírio com as façanhas do Holmes nesse episódio, que, com certeza, foi o que o capítulo teve de ponto mais alto.
Hoje, tem mais!
Lembrando que, logo mais à noite, um novo episódio de Elementary irá ao ar, depois do Super Bowl. Segundo a CBS, Sherlock vai enfrentar seu pior inimigo… Não é Moriarty (ainda), mas já estou me corroendo de curiosidade. Por isso, a gente se encontra de novo, numa nova review, mais cedo do que o esperado. Até breve, meus caros leitores! 🙂
P.S.: A Watson continua a arrasar nos figurinos! Quero o guarda-roupas dela para mim! Simples, feminina e jovem s2
The Following – Chapter Two
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Seguidores, cúmplices, fãs. O nome das pessoas que Joe Carroll conquistou e que agora o ajudam a conduzir sua história não importa. O mais preocupante é descobrir até onde vai o poder de Joe de controlar a mente dessas pessoas. Qualquer um pode estar ao lado dele e o segundo episódio de The Following mostrou que não se pode confiar em ninguém. A nova agente que assumiu o caso nesse episódio, Debra Parker, também é suspeita, mas quem chamou a atenção em Chapter Two foram Jordy, Emma, Jacob e Paul, estudantes de assassino que foram responsáveis diretos pelos primeiros capítulos do novo romance de Joe Carroll.
Além de entregar um livro de Edgar Allan Poe para Joe na prisão, Debra pareceu conhecer muito bem como Carroll mexe com as pessoas. Ryan percebeu isso durante a vistoria na antiga casa de Emma quando as evidências mostraram o quanto Joe usou de romantismo gótico, literatura, Poe, sua beleza e carisma para construir uma seita de serial killers. Como cita Debra, Joe identifica pessoas com distúrbios e as faz sentir a vida pela primeira vez e a acreditarem que a única forma de viver realmente é continuar matando. Debra ainda explica que entende muito do assunto pois trabalhou no FBI coordenando a unidade de religião alternativa. Mas, como acreditar nela?
Já Jordy nitidamente é um boneco nas mãos de Joe, mas mesmo assim é uma marionete sem valor para o serial killer. Jordy foi enviado para matar Claire, mas obviamente Joe esperava que Ryan o matasse antes. No final do episódio onde Ryan e Joe pareciam balançar os acontecimentos do capítulo do livro, Joe ficou surpreso ao perceber que sua história teve um desdobramento diferente e Jordy acabou preso e colocado em uma cela próxima dele. Ryan agora vai tentar jogar fã contra ídolo ao contar a Jordy o que Carrol realmente acha dele: um filhote sem importância. Difícil vai ser Ryan conseguir burlar essa nuvem de adoração que o fã tem por seu ídolo.
Já Emma tem um outro peso para Carroll e o episódio mostra como ela foi conquistada e como Joe guiou os passos dela, apresentando-lhe um namorado, outro seguidor dele, e levando a garota a matar a própria mãe. The Following mostra todo o processo muito sutilmente, Emma era uma garota tímida, se achava feia e era menosprezada pela mãe. Joe já no primeiro contato com ela e ao perceber o interesse da menina já soube como agir para “ganhar” Emma. Pediu licença para arrumar seu cabelo, elogiou seus olhos e matriculou mais um futuro assassino na sua escola de morte. É um talento, como ainda disse Ryan no episódio piloto.
Emma é uma das peças de comando de Joe, mas mesmo nesse fã clube existem problemas mal resolvidos e que podem afetar a história do “novo livro”, ou talvez seria tudo um plano de Joe? Difícil saber, mas essa turbulência enriquece a história do seriado, pois, como foi prometido durante a promoção da série, já dá pra perceber que qualquer um pode morrer a qualquer momento e todos os núcleos do seriado estão sujeitos a reviravoltas. Mas vamos combinar que nem Ryan nem Joe devem morrer antes de uma series finale de The Following, quanto ao resto é bom se manter em alerta.
Mas quando se fala de uma história de Joe Carroll nem tudo é matança, existe também o romance e ele esteve no ar em vários momentos do episódio. Flashes do passado mostraram como o caso de Ryan e Claire começou até chegar ao primeiro beijo e na atualidade já deu pra perceber que os dois ainda estão envolvidos. O apego entre o herói e a mulher adorada pode ser notado descaradamente quando Claire corre pra abraçar Ryan, pois vê nele um protetor. Momentos sutis também mostram o carinho entre os dois, como quando Claire mostra coragem ao ir enfrentar Joe, mas toca Ryan um pouco antes de entrar na sala de visitas como para ter força, e quando pega a mão dele depois de descobrir que a babá na realidade era outra seguidora de Joe.
Já Emma, Jacob e Paul quase parecem um triângulo amoroso, mas o poder de Emma sobre os seguidores é grande, já que ela é a mais antiga do grupo, a primeira “aquisição” de Joe. O Poe mascarado que atacou Ryan também já tem nome, é Rick e já contou o final que Joe programou para seu segundo livro: a morte de Ryan. De acordo com as caligrafias identificadas nos inúmeros rabiscos na casa de Emma Joe já tem pelo menos nove seguidores em sua seita.
O segundo episódio de The Following seguiu um bom ritmo e a série segue uma forte candidata a melhor estreia da temporada. Outro ponto a destacar novamente é a trilha sonora muito bem escolhida, com músicas de rock pesado, com um tom de romantismo gótico, embalando os momentos de maior tensão e entrando nas batidas certas para embalar o movimento das cenas. O cuidado com a direção de arte também continua sutil e pontual. Joey ganhou um quarto igual ao seu no “cativeiro”, o que deixou ótima a edição de imagens no final do episódio quando a mãe aparece dormindo com o urso do filho e a imagem corta para Joey também dormindo da mesma forma.
Em Chapter Two a intenção de Joe era que seu herói aceitasse o desafio da sua jornada e assim a história seguiria sua trajetória. No entanto Ryan também sofre com o poder hipnótico de Joe, o herói precisa burlar os planos do próprio autor da história se quiser continuar vivo, salvar Claire e achar Joey. Carroll afirma ter inúmeras surpresas esperando por Ryan, e Jordy tinha sido apenas algo para recuperar a forma do seu herói. Nesses momentos Joe tenta mexer com a mente do seu herói, no entanto Ryan e talvez Claire sejam as únicas pessoas que conseguem afetar um pouco a mente de Joe e a resistir a ele.
Parks and Recreation – Two Parties e Women in Garbage
02/02/2013, 20:19.
Marco C. Pontes
Reviews
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Parks em sua excelência.
Desde o início do hiatus, uma pergunta não saia da minha cabeça: será que a série conseguiria voltar em 2013 com ótimos episódios, como foi o caso do último e penúltimo episódio de 2012? Uma pergunta pertinente, uma vez que a série já se mostrou um pouco instável em outros momentos. Felizmente, não foi o caso. Os dois últimos episódios foram ótimos, mostrando uma Parks que conhecemos e gostamos tanto.
Episódios de despedidas de solteiro sempre são deliciosos, e esse não foi exceção. Esperava muita nerdice por causa de Ben, mas não achava que uma simples noite de jogos RPG se tornaria em uma noite com várias emocionantes experiências, incluindo o bar com bebidas de mixologia molecular. Inapagável o uísque loção hidratante, Ron fucking Swanson mostrando o melhor boi da região e claro, Jerry com seu sorvete que cai no chão a cada meia hora.
As cenas da festa dos homens foram ótimas, mas Leslie tentando calotar a construção do novo restaurante para os gordos de Pawnee com certeza teve algumas boas cenas, principalmente a risada maligna e o momento ‘ops, não devia ter feito isso’. Ainda sobre a despedida de solteiro, a melhor cena com certeza foi a aparição de um stripper vestido de Abraham Lincoln. Leslie, sempre uma nerd safadinha.
O único problema foi o grande destaque que deram para a trama dos homens, mesmo que o arco central do episódio tenha sido o problema de Leslie com os indígenas e o vereador. Sempre é bom ver uma dualidade dentro da série, principalmente envolvendo os cidadãos de Pawnee e outra cidade ou grupo que se estabelece perto. Sempre é um choque de cultura, como por exemplo, o cacique querendo fazer algum tipo de voodoo para comemorarem a empreitada.
Da mesma forma, o episódio seguinte serviu bastante seu propósito: bons diálogos sobre a necessidade de mulheres terem mais posições no governo. Aliás, não só no governo, mas no geral. E disso tudo ainda tirando que Chris parece uma mulher, por ser um homem muito bonito.
Juntar Chris com a repórter sem sal seria uma péssima ideia por motivos óbvios, mas a série consegue equilibrar bem esse novo relacionamento com todos os outros plots do episódio. Aliás, tudo foi muito bem equilibrado, até as piadas apelativas, que geralmente podem soar bastante ofensivas ou idiotas, mas a série sempre soube controlar e usar uma dose certa para não beirar o ridículo.
Quando Leslie e April se juntam, dois opostos se juntam. É legal, porém, perceber o tanto que April mudou (e já faz tempo que isso aconteceu) e continua mudando, se tornando uma verdadeira substituta de Leslie, tanto de trabalho como de motivação.
O relacionamento de Diane e Ron deu uma avançada, já que o nosso querido servidor público agora até aceita receber as filhas da namorada no trabalho. Mesmo não querendo, ele acabou aceitando as duas e ainda fez um esforço para que elas consigam se manter ocupadas, por um grande período de tempo. Mas tudo tem um limite e Ann Perkins precisou se juntar no plot, afinal ela nunca consegue algo para fazer sozinha. É provavelmente a personagem mais desvalorizada da série e com razão – ela simplesmente não é engraçada e não traz nada novo na série, ela só consegue se movimentar de plot à plot, de outros personagens, não conseguindo algo sozinha. Como nenhum episódio consegue passar sem um derrapão, o plot de Tom foi provavelmente o que menos agradou no episódio. Porém, a série é uma das melhores e mais inteligentes comédias no ar atualmente, e mesmo estando um tanto desacreditada, consegue manter um nível de qualidade acima da média. Sempre.
Last Resort – Controlled Flight Into Terrain
02/02/2013, 11:54.
Gabriela Assmann
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O final de Last Resort só não foi melhor porque obviamente não havia tempo para explicações mais detalhadas e completas sobre tudo. Do jeito que a série começou não havia como resolver todos os mistérios em apenas 13 episódios.
O quadro que se desenhava no episódio 12 era um motim organizado por alguns marinheiros contra o Capitão Chaplin. Já no episódio final não havia apenas um motim, mas vários. Controlled Flight Into Terrain teve muita ação e mostrou que a tropa estava bastante dividida.
Quem acabou salvando a situação, ainda que indiretamente, foram Grace, Sophie e Cortez. Grace, aliás, foi durante todo tempo a pessoa mais fiel ao Capitão Chaplin, inclusive mais do que Sam Kendall. O mais estranho foi que o organizador do motim foi o rapaz que havia estuprado a mulher e ainda assim tantas pessoas se juntaram a ele. Isso só corrobora a tese de que o Capitão estava muito mal visto pela sua tripulação.
Enquanto isso os chineses ameaçavam tomar a ilha com apoio de Serrat e, nos Estados Unidos, Kylie se via em uma situação aterrorizante. O moço com quem ela estava teve que se sacrificar para que ela pudesse ir atrás de justiça. Como eu sempre disse ela teve um papel muito importante. Além de salvar Christine ela lutou por justiça e acabou matando o Presidente americano. Aqui tivemos um final em aberto: o que aconteceu com Kylie? Ela foi presa?
Alguns personagens “secundários” tiveram finais que mereciam um pouco mais de atenção. O que aconteceu com Sophie? James simplesmente ficou com Tani? E o que aconteceu com Serrat?
Os momentos finais foram emocionantes e proporcionaram uma reconciliação entre Sam e Marcus, mostrando que acima de tudo, de qualquer divergência, eles se gostavam e tinham admiração um pelo outro. Embora as cenas não tenham sido de um primor muito grande eu gostei do diálogo empreendido entre eles. Por fim Marcus acaba morrendo em uma morte melancólica, mas me parece que seria o único destino plausível para o término de Last Resort. Ele realmente foi, como bem disse Sam, um revolucionário. Alguém capaz de desafiar o poder vigente e, de sua maneira, com erros e acertos, ser a mudança que ele queria ver no mundo. É, sem dúvida, um personagem que ganhou minha admiração.
Por fim gostaria de lamentar o cancelamento precoce de Last Resort. Acho que foi uma das melhores estreias dessa fall season, mas que infelizmente não emplacou, talvez por colocar o dedo na ferida e mexer com o orgulho americano. Que possamos ter mais séries que nos levem a pensar sobre isso e refletir sobre nossas atitudes e que possamos nos inspirar em na coragem de Chaplin e na lealdade de Grace.
The Carrie Diaries – Read Before Use
01/02/2013, 20:55.
Gabriela Assmann
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Gostei de Read Before Use. Acho que manteve a qualidade do segundo episódio, sendo pior que o piloto, mas passando longe de um episódio ruim. Algumas questões foram finalizadas e outras iniciadas, processo essencial para dar seguimento à série.
Entre as finalizadas podemos colocar o romance de Carrie e Sebastian e o de Maggie e Walt, que já havia acabado no episódio 2, é verdade, mas me parece que foi em Read Before Use que a garota aceitou isso e resolveu seguir adiante. Quanto à Carrie e Sebastian, confesso que fiquei com pena da garota. Ela moveu mundos e fundos, foi contra o pai, as amigas e até seus princípios para ficar com o garoto e ele tem um surtinho desproporcional daqueles? Se alguém tinha razão para ficar brava é ela.
Isso me faz ter certeza de algo que eu já suspeitava bastante. A família dele parece ser rica, no entanto, no que se refere a amor e carinho falta muita coisa na vida do garoto. Ele não parece confiar em ninguém e é um tanto quanto revoltado.
Já nas iniciadas podemos falar sobre o pai de Carrie, que embora sempre tenha procurado ser um bom pai parece que se deu conta, agora, de que ele precisa criar as filhas sozinho. Achei fofas as cenas em que ele tenta lidar com as filhas, como a cena da pizza e dos absorventes. No fim mostrou que está conseguindo lidar cada vez melhor com a situação, como no caso do hamster. E ele mostrou que ainda não está preparado para um novo relacionamento quando trocou o pacote de absorvente que continha o telefone da mulher desconhecida. Dorrit também está mostrando um outro lado. Embora ela seja rebelde, não deixa de ser uma fofa, o que provou costurando o urso da Maggie. E agora que tem um bichinho pra cuidar acredito que vá aprender a ser mais responsável.
Novamente as melhores cenas do episódio vão pra conta de Manhattan. Nada como ver a Carrie e a Mouse apavoradas com a performance da ex atriz pornô que mostrava a vagina em troca de uma moeda. Carrie foi convidada para fazer o mesmo, mas mostrou que ter personalidade e resolveu assumir as rédeas da própria vida, se negando a fazer a performance. Larissa ouviu o que a garota tinha a dizer, entendeu, e acho que passou a admirá-la ainda mais.
Confesso que nos próximos episódios espero o desenvolvimento destes plots e o retorno de Walt e Donna para que as coisas se movimentem em The Carrie Diaries. Continuo adorando a narração e a forma como escolhem uma temática para o episódio, que neste foram os rótulos que damos para as coisas.
White Collar – Family Business
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White Collar poderia ser elencada com uma das melhores séries policias se levássemos em conta suas três primeiras temporadas. No entanto o quarto ano da série tem beirado a decepção. O seriado continua bom, mas passa longe do nível em que acostumou os fãs que acompanharam a série desde o início. O plot que envolve o aparecimento do pai de Neal não tem empolgado como deveria, considerando o tempo em que a série gasta abordando o caso.
A summer finale da série tentou empolgar e apresentou uma revelação: Sam na realidade era o pai de Neal. Mas o que era para ser a grande revelação dos dez primeiros episódios vazou muito antes disso entre os fãs do seriado e essa “surpresa” não fugiu de uma saída óbvia para os fatos que estavam ocorrendo. Agora com o retorno da quarta temporada nem essa mudança na vida de Neal parece estar indicando que a série deva retomar seu alto nível.
Então chegou a hora de conhecermos a história de Sam, ou melhor, James Bennett, contada por ele mesmo. E o enredo foi simples, quem forçar a memória pode lembrar de uns cinco filmes com situações muito parecidas. James era um bom detetive até que um belo dia se deparou com uma bolada de dinheiro e tentou pegar um pouco para ajudar a família. Até que o chefe corrupto (que apareceu magicamente do nada) pega ele no ato e força o pai de Neal a trabalhar para um grupo de criminosos. Na tentativa de se livrar do trabalho sujo James acaba encrencado e acusado pelo assassinato de um policial. Como cereja do bolo ainda ganhamos um “James Jovem” nada parecido com o ator Treat Williams, ou seja, muito diferente do “James Velho”.
A edição das cenas antigas com os inserts de James conversando com Neal também não deram um bom ritmo ao episódio e comprometeram o entendimento da história. Por outro lado, a chegada de Peter na casa de Neal deu emoção ao início de Family Business e o agente é que parece o verdadeiro “pai protetor” de Neal. Outra situação que incomoda é que o destino da mamãe Caffrey ainda não foi devidamente tratado na série.
Como aconteceu na maioria dos episódios nessa temporada o caso desenvolvido no episódio foi bom, mas foi trabalhado por pouco tempo. Mozzie e Neal ficando bêbados para falsificar uísque foi ótimo, e melhor ainda foi ver Neal de ressaca e Peter fazendo ele beber o suco de picles. Nesses momentos é que o eterno charme de White Collar vem à tona. Aquele jeito que a série tem de apaixonar. Assim acontece no momento em que Neal improvisa, além de ter entre as suas habilidades a falsificação de bebidas também coloca Mozzie no caso do episódio, tendo que fabricar garrafas personalizadas. Falando no Mozzie, como assim ele é alérgico a cavalos?
Apesar de tudo White Collar ainda retorna com um bom episódio, mas sabemos que a série pode muito mais que isso. A boa notícia é que James vai ter que se esconder em um dos lugares secretos de Mozzie e assim acredito que a série terá mais tempo de trabalhar o caso de cada episódio. A caçada pelo responsável pela bagunça na vida de Neal continua, e cada vez mais se afunila entre os grandes nomes da polícia de New York. Talvez esteja aí uma grande saída para que a quarta temporada nos lembre um pouco mais o que foi os três primeiros anos da série. Como White Collar já está renovada para uma quinta temporada, Neal, Peter e Mozzie ainda tem garantido um bom tempo para correrem atrás da qualidade de episódios como Burke’s Seven, da segunda temporada e Countdown, da terceira, só para exemplificar alguns momentos em que a série valeu cada minuto.
Arrow – Burned e Trust But Verify
30/01/2013, 22:31.
Marco C. Pontes
Reviews
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Seis semanas é muito tempo para Oliver Queen ficar sem uma boa luta.
No episódio Burned, foi uma ideia inteligente dos roteiristas em espelhar os desafios que Oliver tem passado com a dor de Moira. Quando Oliver e seu pai desapareceram, Moira foi resgatado por Walter, que insistiu para que ela saisse de casa e voltasse a viver. Agora, Oliver é resgatado por seu amor por Laurel – ou melhor, a sua vontade para consegui-la de volta- o que o obriga a voltar para o jogo. Mas Thea sempre se sente ameaçada dentro da própria casa, mesmo que ela saiba que a pessoa tem motivos para estar assim. Todo episódio é a mesma coisa, infelizmente se tornou um plot recorrente e que não faz com que a personagem se torne mais agradável.
Thea, porém, expressou suas preocupações para sua mãe pela primeira vez em um longo tempo e isso, com certeza foi um momento agradável e sutil para sua personagem, só esperava que ela não se sentisse na necessidade de entregar uma lavação de roupa suja por episódio.
Porém, o episódio mostrou Ollie com uma autoestima muito baixa, para conseguir dar a volta nos últimos momentos e conseguir seu momento de glória. Ollie não estava no seu melhor no começo do episódio, mas principalmente por meio do flashback, ele conseguiu voltar à programação normal e para isso, Ollie precisou de Diggle para ver as coisas mais claras – O segurança não funciona somente para colocar algum senso em Oliver, mas também para inspirá-lo e confortá-lo quando necessário. Foi bom, pois mostra o tanto que a relação e parceria entre os dois têm crescido.
O ‘caso da semana’, porém, não foi muito interessante. Foi a primeira vez que deram um plot para a amiga de Laurel, mas perceba que os roteiristas nem gostaram do que escreveram e já mandaram a personagem para longe. Porém, sempre é legal quando Laurel conversa com o Arqueiro, e obviamente veremos mais sobre isso nos próximos episódios, uma vez que Laurel se tornou a mula de espionagem do próprio pai.
P.S: Tommy já foi mais interessante. Ele deveria voltar a casos de uma noite só com modelos.
Cuidado com quem você confia. Não há forma melhor de descrever qual foi a moral da história do episódio 11 de Arrow, voltando sua atenção para a listinha de vingança, só que com um plot twist: Diggle conhece muito bem a próxima vítima.
Todos os plots do episódio podem ser assim descritos: não confie em ninguém. Diggle defende seu amigo, então ele obviamente é o vilão do episódio – o vilão que Ollie e o livrinho acham que é, Thea acredita que sua mãe não está planejando algo, e mesmo que ela não tenha de fato traído Walter, o que for que ela esteja fazendo com Tommy Pai com certeza não é algo para se vangloriar. A pior traição, porém, foi no flashback da semana, com Ollie descobrindo que Japa Hood é malvadão. Ou seja, em quem você pode confiar? Aparentemente, ninguém.
Toda a moral seria extremamente interessante, se o episódio não tivesse sido completamente didático, previsível, sonífero. Semana passada foi a mesma coisa e dessa vez não foi diferente. Claro que Thea ia tomar umas boas drogas e bateria o carro, que era algo que ela queria faz bastante tempo, caso contrário, ela não iria dirigir perto de um precipício depois de testemunhar o que ela acha que foi um encontro entre sua mãe e Tommy Pai. E claro que isso acontece bem depois de Ollie fazer uma piada sobre sua incapacidade de dirigir sem bater, no início do episódio. Não podia ter sido mais previsível.
O problema é que a história aqui não é envolvente. Nós não aprendemos nada de novo sobre Diggle além do fato de que ele é muito gentil e disposto a acreditar na bondade das pessoas – o que só faz dele uma variação de Laurel. Nós já sabíamos que Tommy Pai era um canalha, então com certeza NINGUÉM suspeitaria que o jantar entre ele, Tommy e Laurel fosse por algum motivo interesseiro. E graças a Deus, confirmaram que Thea gosta de festa e problemas, porque com certeza não teríamos descoberto isso até hoje.
Chato e previsível é uma coisa, mas chato e previsível e sem nada a acrescentar já diz que devíamos rever a possibilidade de cancelar Arrow de vez da watchlist.
P.S: É provável que o único fator revigorante da série anda sendo Felicity. Nem os shirtless de Ollie andam agrandando… É sempre do mesmo jeito, com a mesma calça!
Hart of Dixie – Old Alabama e Islands in the Stream
30/01/2013, 09:52.
Marco C. Pontes
Reviews
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Aulas básicas de relacionamento, com Zoe Hart e uma mulher de 300 anos atrás.
Hart of Dixie finalmente voltando com tudo, abrindo 2013 com um episódio todo delicioso, se é que vocês me entendem. Wadelicious sensualizando de cueca e de toalha é algo que precisava acontecer logo e ainda bem que minhas preces foram atendidas.
Uma das coisas mais legais da série é Bluebell, com suas milhares datas comemorativas, virando feriado quase todo dia, o que me leva a crer que há um motivo para a cidade continuar pequena. Por outro lado, sempre é um sopro de ar fresco, já que cada uma é mais estranha do que a outra.
Depois de decidirem entrar em um relacionamento de verdade, algumas perguntas teriam que ser feitas e uma das principais seria se Wadelicious conseguiria ou não manter Zoe feliz ou pelo menos menos irritada. Por mais que ela goste do que vê na cama, não há dúvidas de que os dois ainda precisam de mais tempo para amadurecer a ideia de ficarem juntos, melhorar o que precisa ser melhorado e aceitar o que precisa ser aceitado.
Durante todo o episódio estava esperando Zoe explodir, mas é claro que isso iria acontecer só na festa. O mais surreal foi ver Zoe Hart virando uma versão morena de Lemon, e ainda bem que Wade percebeu, depois daquele desfile de flores na sua frente, que ela estava irritada. Foi um quebra de código imenso PERDER UM CARRO, como se ele fosse um carrinho de miniatura que facilmente é perdido pelos olhos de seu dono.
Por outro lado, alguém que obviamente deveria continuar a viver é Brick, que ainda continuou com a ex de George. Mas é claro que com Brick as coisas não podem ser aceitas facilmente e mesmo que ele tenha gostado de seu tempo com a louca, toda loucura tem limites.
Lemon e Annabeth Buffet, Inc não estava rendendo tanto quanto elas queriam, e a sutileza de juntarem Lemon e Lavon sempre é inesperada, só que não mesmo. Também não consigo entender porque Lemon ainda não foi honesta consigo mesmo e com Lavon. Ruby já está fora da jogada e mesmo assim ela continua esperando. Claro que ela primeiro quer voltar à uma amizade mais aceitável com Lavon antes de dar mais um bote, mas mesmo assim.
Por outro lado, encontrar com o seu ex nunca foi tão divertido. E Islands in the Stream nos mostrou isso.
Em mais um ótimo episódio, Hart of Dixie finalmente coloca à prova o relacionamento de Wade e Zoe e de George e Tanzie, com uma ótima dose de humor, uma fuga de barco e um filme sonífero. Desde o começo, queria muito descobrir como seria se George finalmente começasse a falar novamente com Zoe e como o seu relacionamento com Tanzie seria prejudicado. Pelo visto, acabou não sendo, mesmo que seja palpável a sintonia entre os dois.
Se bem que essa sintonia, essa grande variedade de assunto em comum já é algo que vimos anteriormente. Isso, porém, nunca foi sinônimo de amor e até mesmo quando finalmente tiveram a oportunidade de ficar juntos, não aconteceu. Isso só deixa claro que George e Zoe vão ficar juntos só na mente dos fãs mais safados mesmo.
O fato é que os dois se dão super certo juntos, da mesma forma que Wade e Tanzie também pensam de maneira similar, mas acho que o fato de Wade e Tanzie terem se casado e divorciado mostra que nem sempre um casal consegue sobreviver à base da sintonia.
Muito divertido ver a mamãe de George se sentindo na OBRIGAÇÃO de pilotar o barco do filho para que os dois ficassem juntos, como se eles fossem se agarrar na frente dela mesmo. Desnecessário dizer que amei a conclusão que todos chegaram: era para estarmos juntos, mas não estamos e isso não machuca.
Por outro lado, Brick e Holly estão querendo namorar firme, mesmo sendo óbvio que a atração entre os dois deve ser só momentânea. Simplesmente inapagável Lemon tentando descobrir quem o pai estava saindo sendo que a resposta estava bem reluzente, na sua frente.
Annabeth é uma personagem que começou a ter bastante destaque nessa temporada e com completa razão: ela é muito simpática e divertida. Cheia das frescuras, mas ainda forte, Annabeth veio para ficar e os roteiristas perceberam isso, dando de presente um britânico falso que na verdade veio do Alabama, para abalar as estruturas da série. Pena que ele foi embora logo na primeira oportunidade. Seria muito divertido ver Annabeth começando a querer imitar sotaque britânico para ficar mais mais conectada com seu macho.
Grey’s Anatomy – Walking on a Dream
29/01/2013, 11:17.
Mariela Assmann
Reviews
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Como muitos de vocês, leitores, devem saber, sou gaúcha. E embora não more mais em Santa Maria há alguns meses, fui atingida pela tragédia que vitimou mais de 200 jovens. E apesar de ter assistido o episódio antes disso tudo, faltou cabeça e concentração para escrever a review. Mas aí está o texto sobre Walking on a Dream, mais um bom episódio de Grey’s Anatomy. Por que é com o trivial que Shonda conquistou meu coração, e é com ele que ela o mantém.
Era apenas mais um dia normal no Seattle Grace. E o que isso significa? Confusões, problemas, diversão, disputas, superação, pegação. E evolução de plots, o que tem sido feito magistralmente nas últimas duas temporadas, especialmente. A nona temporada tem me deixado bem contente, e é impressionante que depois de tanto tempo os roteiristas ainda consigam manter o alto nível da série usando e abusando da simplicidade.
Mer tá toda fofa grávida. Os hormônios descompensados fazem a felicidade de Derek (nem imagino o motivo!), mas nem só de sorrisos é feita essa caminhada. Raiva está transpirando de todos os poros da Medusa, e as lágrimas rolam dos olhos por praticamente nada – ou tudo. E Shane foi a vítima atingida por ambas, lágrimas e raiva. Foi bastante divertido ver o nervosismo do interno, que tentando melhorar sua situação, agia toscamente e só a piorava. Mas foi por causa da situação de Shane – e com uma ajudinha de Bailey – que Mer enfrentou seu grande medo e seguiu em frente. Ela voou pela primeira vez (conscientemente) depois da tragédia. Mais um passo na longa caminhada da superação.
Já que eu falei da Bailey, preciso confessar que to #chatiada com ela. Bastante. Adorei as palavras dela para Meredith, e que fizeram Grey insistir em Shane (e nos fez ficar saudosos da época que nossos protagonistas queridos eram apenas internos destrambelhados). Mas o comportamento dela na reunião do final do episódio foi absolutamente incompreensível e injusta. Primeiro porque TODOS estavam se opondo ao fechamento do pronto-socorro, e não apenas Derek. Segundo porque é totalmente desumano Bailey confrontar os sobreviventes por causa do dinheiro que eles ganharam. Tenho absoluta certeza que todos eles abririam mão do valor se isso significasse não ter estado naquele avião. Me senti a Meredith e queria poder dar na cara de Miranda pra defender Derek. Mas a postura conciliadora dele – e os grandes avanços dele e de Mer – me fizeram mais calma. Parabéns, seus lindos. Sua felicidade é a nossa felicidade.
Quanto à situação do hospital, tenho certeza que ela será resolvida de forma bem satisfatória. Provavelmente o dinheiro dos sobreviventes que salvará o barco, e aí quero que Derek esfregue na cara de Miranda que seus milhões que mantiveram o emprego dela. (Brincadeirinha, não quero. Só to um pouco raivosa). Ou eles se tornarão sócios, ou abrirão mão do dinheiro, ou doarão para o hospital – quem sabe se tornem mantenedores do pronto-atendimento?
E por falar nos procedimentos para evitar a falência, preciso dizer que não gostei de Alana. E a forma que ela agiu com o Chief, que foi bem amigável com ela, foi determinante para isso. É óbvio que deve haver alguma grande questão aí, algum ressentimento, e com certeza isso será desenvolvido. Mas, apesar de concordar com a Callie e achar que Alana pouco vale, eu compreendo que a posição dela a impede de fazer amizades e confraternizar.
Gostei da postura de Derek – e de sua cúmplice Jo -, de manter a monstrenga fora de sua sala de operação. E também gostei da forma que Owen “enfrentou” a supervisora para auxiliar Arizona. A calma dele, e sua experiência no tratamento de traumas, foram determinantes para a evolução de Robbins.
Nossa loirinha simpatia continua sofrendo. Mas fisicamente, porque a força psicológica que ela demonstrou é evidente. Evitou se lamentar com Callie em prol do casamento delas, que está progredindo (bem fofas as duas “indo à praia” juntas). E mais, lutou para seguir os conselhos de Owen, por mais que eles lhe parecessem bobos e superficiais. Síndrome do membro fantasma não é brincadeira, e achei que os roteiristas conseguiram mostrar isso de forma bem interessante. Enfim, Arizona, assim como Mer e Derek, deu mais um passo na caminhada da superação, e fico feliz – e orgulhosa deles – com isso.
Em Walking on a Dream a parte cômica ficou com Cristina e sua tremenda felicidade por ter à sua disposição bebês africanos com graves problemas cardíacos. Se o plot fosse desenvolvido incorretamente, ficaria até inapropriada a situação. Mas foi engraçado, pois ficou a cara de Yang. E o discurso dela, na reunião, sobre a manutenção do problema, foi hilário. Todo mundo percebeu o real propósito dela, tão preocupada com os pobres orfãozinhos.
Outra história que gostei de acompanhar foi a de April. Não achei que esse dia chegaria, mas tenho curtido os momentos de Kepner. E assim como o paramédico fiquei bem impressionada com seu absoluto controle e competência ao lidar com a emergência. Foi interessante ver ela instruindo Stephanie, e ver que a interna acabou esse período de instrução BEM melhor do que quando começou. Aliás, quero ver esse paramédico novamente. Ficou evidente que April gostou de ser paquerada, e também que Jackson não vai gostar nada da história, já que perdeu a animação com a Steph só pela menção do nome da ex. Muita água ainda passará por baixo dessa ponte.
Pra finalizar, preciso contar para vocês que assisti a promo do próximo episódio. E se ela entregar o que promete, vocês lerão uma review surtada e raivosa no final de semana. Até lá.
Nuvem de Séries
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