Hawaii Five-0 – Hookman

Data/Hora 08/02/2013, 23:22. Autor
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Em novembro do ano passado, você conferiu aqui no site a informação de que Hawaii Five-0 estava preparando um episódio remake da série original, e nesta semana você pode conferir a grande homenagem a um dos episódios mais comentados da primeira versão, Hookman, que na época abriu a sexta temporada da série, no dia 11 de setembro de 1973 (ou seja, quase quarenta anos atrás).

E sem dúvidas o remake saiu tão bom quanto o original. No episódio, Curt Stoner (o Hookman do título), interpretado aqui pelo eterno Alex Murphy (Robocop), Peter Weller, é um vingativo atirador, que vem matando policiais, com balas cravadas com os respectivos nomes das vítimas. A equipe se envolve na investigação do caso, a partir do momento que descobrem não seres vítimas aleatórias. E o pior: que Steve era um dos alvos. Foi ação do início ao fim. E para quem já conferiu o episódio original, sem dúvidas as referências estavam claras em falas, cenas e passagens.

Obviamente, houveram algumas adaptações, talvez para se encaixar melhor na história. O vilão desta versão, por exemplo, não tem garras de aço, e sim próteses mecânicas. Além disso, Hookman está perseguindo McGarrett por vingança ao pai de Steve. No original, Steve esteve diretamente envolvido com a prisão do vilão e com a sua perda das mãos – que se deu em uma explosão de um assalto a banco, e aqui, fora seu pai.

Confira a seguir, algumas imagens comparando os dois episódios, divulgadas pelo site do canal CBS:

O bandido demora, mas é pego, por uma armadilha de Steve, e por um tiro certeiro de Kono (boa, Kalakaua). E em um episódio repleto de suspense, ainda tivemos espaço para já habitual dinâmica “stevedanno”, com direito a pitadas de humor que só a nossa série sabe fazer.

Entretanto, as histórias já começadas nos outros episódios – como a questão do Wo-Fat, ou o problema de Kono com Adam – passaram batidas neste episódio, e achei até bom. Afinal, em uma homenagem dessas, não cabia dar sequência dentro desta história. Mas algo que tem me incomodado nesta temporada é a falta de sequência em alguns episódios, ignorando algumas storylines dos personagens, como se nada tivesse acontecido, e voltando a ser mencionado só depois de dois ou três episódios ocorridos. Já é ciência nesta temporada que houve algumas inversões de episódios da sequência original em que foram filmados. Mas espero que parem de fazer isso, pois, de fato, parece que as histórias são ignoradas. Entretanto, não é algo tão drástico para ser repetidamente criticado. A qualidade dos episódios têm se mantido altíssimos, e merecem reconhecimentos.

No mais, preciso parabenizar os produtores deste rekame por fazerem um episódio tão bem redondinho, com muita ação, ação e ação. Ou seja, a cara de Hawaii Five-0. Este tipo de episódio, faz com que nos prendam mais ainda pela série que para mim, ainda é a melhor policial da atualidade.

Supernatural – LARP and the Real Girl e As Time Goes By

Data/Hora 08/02/2013, 15:04. Autor
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Antes de iniciar a review gostaria de me desculpar pelo atraso! Vocês devem ter pensado (claro que não!) “Nossa, a Juliana deve ter morrido, por isso as reviews de Supernatural estão incrivelmente atrasadas”. Eu continuo teoricamente viva ou algo próximo disso, mas com sérios problemas com administração do meu escasso tempo livre. Prometo me empenhar para tentar melhorar isso! 🙂

Bom, vamos aos episódios! LARP and the Real Girl me deixou feliz só pelo fato de ter devolta Felicia Day. Só a atuação dela seria suficiente pra mim! Mas não, o episódio teve a Felicia, cosplays, RPGs live action e Dean vestido de cavaleiro.

Acho que precisávamos de um pouco de descanso depois de todo aquele drama Sam-Amelia-Dean-Benny. E o episódio foi bastante nonsense com aquela história de fada lésbica prisioneira do friendzone da Charlie. Mas tudo bem, foi divertido ver como eles abordaram o estereótipo dos jogadores de RPG como pessoas malucas que levam o jogo a sério.

Um episódio cheio de cavaleiros, elfos, orcs e Gerry, o cara maluco que acreditava ser Boltar, o Furioso que usava feitiços de verdade para conseguir ser o rei de Moondoor. Mas a melhor cena foi deixada para o final: Dean interpretando Coração Valente foi impagável! Eu até voltei pra assistir denovo!

Já As Time Goes By trouxe novamente o espírito “family business” das primeiras temporadas. Para ser sincera, eu não lembrava do outro avô dos Winchesters e também não me recordava que a única lembrança que os garotos tinham dele era de que o cara era um pai ausente. Mas em compensação, a história do Henry é muito mais interessante do que a do avô Samuel.

Achei meio maluca essa história de viagem no tempo, mas me interessei bastante pela história de Homens das Letras e seus níveis de conhecimento. Pena que nada foi explicado direito e ficamos sem saber como funcionava essa comunidade secreta, como a iniciação acontecia e qual era a função desses Homens além de dividir conhecimento sobrenatural com alguns caçadores e combater as criaturas maléficas.  A única coisa que deu pra entender é que Henry ficou responsável por guardar o “santo graal” dos caras e o demônio Abbadon acabou matando todo mundo, inclusive o Henry.

Engraçado saber que nos anos 50 já existiam caçadores e eles eram discriminados pelos Homens das Letras por serem grosseiros e atiravam e depois perguntavam. Dean e Sam fazem parte do legado dessa sociedade protetora de segredos que nenhum homem compreende e nem sabiam disso. Daí ficamos pensando como seria a história se Henry tivesse conseguido sobreviver. Pois é, os Winchesters não poderiam ter uma vida normal, ou seriam Yodas ou Jedis!

Não acho que eles deveriam levar a caixa para aquelas coordenadas que Larry indicou e fazer com que todos os conhecimentos sobre feitiços e criaturas ficasse perdido para sempre. Mas como isso ainda não se concretizou, guardarei uma pontinha de esperanças.

Castle – Recoil

Data/Hora 07/02/2013, 16:20. Autor
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Oi, pessoas. Como prometido, eis a review de Recoil, o episódio dessa semana. E assim fico em dia com Castle, finalmente.

No final da minha review anterior, eu pontuei o problema da quinta temporada da série: a ausência de um NOVO plot para chamar de seu. Vou tentar explicar melhor o meu ponto de vista.

Pra mim, essa quinta temporada está dividida em 3 ‘fases’. After the Storm, a 1ª delas, colocou um final – bem temporário, descobrimos agora – no plot que moveu Castle por 4 anos. Cloudy with a Chance of Murder inaugurou uma nova fase. Aparentemente, o plot principal de váááários episódios a partir daí foi o relacionamento entre Castle e Beckett. Essa fase foi marcada por bons episódios (como Murder, He Wrote e Probable Cause), por episódios medianos (como Secret Santa) e por episódios bem ruinzinhos (a.k.a. Swan Song e After Hours). Depois do delicioso Significant Others, que tratou do relacionamento entre nosso casal queridinho, dois episódios perdidos no mundo. Absolutamente sem plot. Não trataram do plot anterior – o assassinato de Johanna -; não falaram do plot atual – o relacionamento casckett – e não introduziram um plot novo. Dois fillers beeeeem medianos.

E eis que depois desses episódios meia-boca, a equipe de roteiristas de Castle nos entrega Recoil, um ótimo episódio. O que me incomoda é que, mais uma vez, os roteiristas buscaram a excelência no assassinato de Johanna. Depois de After Storm, eu disse que esperava que o Senador e sua disputa com Becks demorassem a voltar à telinha. Mas não foi isso que aconteceu, e apenas 12 episódios depois, cá estamos nós, novamente. Sinto que é hora de ousar, e seguir adiante. Nenhum seriado se sustenta muito tempo no ar tratando do mesmo assunto.

Contudo, minha crítica não me cega. Reconheço que, mais uma vez, a trama morte de Johanna rendeu um episódio empolgante, bem trabalhado, com boa condução e atuações. E dessa vez, com uma inovação: Becks precisou proteger o responsável pela morte da mãe. Muita coisa pra lidar.

Stana mais uma vez esteve muito bem na atuação. Ela costuma sempre encontrar o tom exigido por esses episódios tensos e dramáticos, e é legal ver como o olhar dela é expressivo o suficiente para que uma única olhada de Beckett passe exatamente o que a detetive está sentindo. Nesse episódio, esses olhares foram vários, e de muitos tipos. Teve o momento raiva, o momento desespero, o momento tristeza. Bacana de verdade. O resto do elenco acompanha Stana, mas é sempre menos exigido que ela, dramaticamente falando, já que o grande trauma é sempre relacionado a detetive.

Gostei de ver Gates novamente, fazia alguns episódios que Iron Gates estava sumida. À propósito, bem que ela poderia participar mais do dia-a-dia da delegacia, né? Ela só aparece quando há um grande caso, para fazer piadas sobre a sogra ou fazer média com o prefeito. Ia ser legal acompanhar ela no cotidiano dos detetives.

Gostei também do tom de incerteza quanto às reações de Beckett. Ela é muito correta, e sua conduta exemplar já ficou evidente muitas vezes. Mas dessa vez era diferente, afinal o culpado pela morte da mãe dela precisava de sua proteção. E vamos combinar, quem conseguiria cumprir o dever sem nem ao menos hesitar? Cheguei a pensar que Beckett tinha queimado, de fato, a carta. E depois deu uma angustia no peito ao ver ela deixou o suspeito escapar, conscientemente. Só que a retidão de caráter falou mais alto, e Becks acabou dominando a situação. Mais, seguiu seus instintos e acabou sendo a única a perceber o verdadeiro plano para matar o Senador. No final das contas, creio que todo mundo ficou feliz por vê-la salvando a vida dele, pois ela seguiu o caminho da escolha com a qual ela podia lidar. Certamente Beckett deixaria de ser ela mesma se escolhesse seguir o outro caminho.

Agora, seu arqui-inimigo lhe deve uma, e isso deve representar algo grande. Ficou bem evidente que há uma briga entre tubarões, e é sempre bom ter uma carta na manga para usar antes de ser devorada. Agora, só nos resta esperar os caminhos de Bracken e Kate cruzarem novamente, e torcer para que dessa vez eles esteja, novamente, em lados opostos. Becks certamente esperará ansiosa por isso.

Gostei também de observar as reações de Kate e Rick ao caso, como casal. Castle encarou o Senador várias vezes, e deixou bem claro para ele que se a decisão final fosse sua, não teria sido tão piedoso. Gostei também de ver Beckett compartilhando com Castle sua insegurança. Geralmente ela esconde dele seus medos e traumas, e dessa vez ela se abriu para ele, deixou ele próximo e ciente de tudo. E, como sempre, encontrou do outro lado confiança e apoio. Rick, mais uma vez, acreditou em Becks e seguiu os seus instintos. Fofos, apenas.

Espo e Ryan foram os irmãos que eles costumam ser. Dessa vez a participação deles nem foi tããão grande, mas ela é sempre decisiva e no sentido de ilustrar lealdade e apoio irrestrito. E foi bom ver que o ‘racha’ de Always ficou, definitivamente, para trás.

Enfim, um ótimo episódio, que me fez lembrar do quão gostoso é assistir Castle, quando há uma boa história para ser contada.

Na semana que vem é o Valentine’s Day, nos Estados Unidos. E isso significa que no próximo episódio deveremos ver o primeiro Dia dos Namorados comemorado por Casckett. Momentos fofos no horizonte, pessoal. E torço para que o acompanhamento do prato principal seja um caso gostosinho. Até lá!

Arrow – Vertigo

Data/Hora 07/02/2013, 15:55. Autor
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Finalmente um empurrão para que a série volte ao que era antes.

A implicância com Arrow começou quando os shirtless começaram a ser sempre a mesma coisa, deixando claro que os roteiristas não tem criativade para criar novos cenários, mas foi também por causa da falta de um arco que faça com que a série consiga se segurar por mais tempo, um arco bem maior do que a listinha de Revenge.

Ollie é uma pessoa muito desenvolvida e madura. Não havia dúvidas de que ele tentaria de tudo para salvar Thea, e o começo do episódio mostrou bem isso. Perceba que durante todo o episódio Ollie estava fazendo sua parte nas duas esferas de sua vida: como Arqueiro, indo atrás do fabricante da droga, e como Oliver Queen, usando suas conexões com Laurel para conseguir sua irmã. Ou seja, se alguém quiser se meter com a família Queen, saiba que Ollie estará preparado para lutar com você no melhor estilo duplicidade.

O caso de Thea foi só uma introdução para o que viria de melhor (bem menos em teoria) no episódio: O novo vilão, o Conde (por possuir a ‘arminha’ de Vertigo que tem duas agulhas, como um vampiro – um ótimo nome, falando nisso) interpretado pelo Seth Gabriel, da querida Fringe. Logo de cara o Conde parecia ser o vilão mais pirado do mundo, mas os roteiristas não deram muito espaço para ele brilhar. Quem é o Conde? Qual é seu plano? Além das origens de seu nome, aprendemos praticamente nada sobre ele. A conclusão óbvia a ser tirada a partir do final do episódio é que ele estará de volta. E como é de praxe, todos os vilões tiram umas férias no hospício, e são ‘tratadas’. Esse tratamento, é claro, nunca dá certo. E mesmo que tenha ficado óbvio que ele iria injetar Vertigo em Oliver, mas era mais óbvio ainda que não daria em nada.

E, infelizmente, a solução do problema de Thea vem com a maior facilidade: Um simples favor do pai de Laurel, sendo que nem gostar da família Queen ele gosta. É como se nada adiantasse mostrar as consequências de certo ato, porque no final, o nome de sua família falará mais alto.

Porém, Arrow finalmente começou a dar seus personagens coadjuvantes algo interessante para fazer. Demorou um bom tempo, mas Thea finalmente se reconciliou com a mãe, aumentando o fator simpatia, dando um motivo à menos para que eu não queira jogá-la escada abaixo por ser tão petulante. O melhor, porém, está por vir: Finalmente relembraram o apelido de Thea, Speedy, que é o nome do ajudante do Arqueiro Verde nos quadrinhos. Espero que agora trabalhando com Laurel seja o começo de um amadurecimento na personagem, para que ela consiga se juntar ao irmão na próxima temporada.

Como não comentar do dedinho mágico, que faz a pessoa voltar à vida em instantes? Os flashbacks não foram tão necessários, sendo que estava na cara desde o início o que iria acontecer e que Japa Hood na verdade estava metendo a surra em Ollie para salvá-lo depois. É um bom truque, mas com certeza seria mais interessante de Oliver realmente tivesse matado o cara, na máfia russa. Se ele tivesse feito isso, não só colocariam o relacionamento com Diggle em uma posição complicada como também mostraria finalmente uma degradação moral que até agora a série só está insinuando que existe.

No final, Arrow ainda continua sua busca pelo equilíbrio. Às vezes os escritores querem levar certas coisas para um nível aceitável, mas acabam fazendo o mínimo, entregando algo mais raso e menos complexo. Porém, o episódio com certeza foi um passo na direção certa para que consigam encontrar esse equilíbrio, entregando um episódio um nível acima do que os anteriores.

P.S: Por causa de Felicity, Ollie agora está desconfiado da própria mãe. A porra ficou séria. 

Person of Interest – Dead Reckoning

Data/Hora 07/02/2013, 10:19. Autor
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O episódio começou diretamente do final do passado, e teve o número de Donnelly sendo apontado pela máquina. Só que, como vimo, nada acabou bem. Kara, a ex-parceira de Reese, jogou nada menos que um caminhão em cima do carro, em seguida matou Donnelly e sequestrou Reese. Enfim a storyline de Donnelly foi finalizada, de maneira rápida e precisa, mesmo assim sinto que algo tenha faltado, mas como Person of Interest está longe de seu fim, acredito que o jeito que acabou foi o melhor, pelo menos por enquanto. Interessante foi ver que o FBI acredita mesmo que o Homem de Terno está morto, e que Donnelly estava desacreditado pelo FBI por conta de sua obsessão. Mas, como disse, a storyline ficou meio incompleta, digo, havia várias maneiras de detectar que Carter estava no acidente, muito mais que o brinco que Fusco recuperou, este que praticamente virou o anjo da guarda de Carter, mas ela continua ilesa e despercebida, mesmo estando envolvida até o pescoço.

Esse episódio serviu para responder muitas perguntas em relação à Kara e tudo foi muito minucioso, tivemos até flashbacks de episódios antigos pra lembrar os acontecimentos entre John e Kara, para não ter ninguém perdido na história. Stanton acabou sendo salva por aqueles que ela já fora contra. Também conhecemos suas razões, ela aparentemente trabalhava para o grupo chinês unicamente em troca do nome do mandante da missão que destruiu sua vida, pessoa esta que é ninguém mais ninguém menos que Harold Finch, não sei vocês, mas não fui pega de surpresa pela revelação, já esperava isso desde o Foe (1×08), bem, eu pelo menos imaginava que o laptop estava relacionado à Machine, mas ainda acho difícil acreditar que Finch mandaria matar Reese e Stanton. Estou curiosa sobre qual será a reação de Reese quando esta informação chegar aos seus ouvidos, não é nem questão de “se” e sim de quando, acredito que logo os escritores usarão esse plot como um teste de confiança pro relacionamento entre Reese e John. Sabemos que Reese foi incapaz de matar Kara, mesmo que suas ordens fossem outras, talvez esse tenha sido o motivo pelo qual John fora recrutado por Harold, sua lealdade.

E cada vez mais Person of Interest é Team Machine against The World, conhecemos, também, nesse episódio uma organização chinesa, em que o líder não é chinês, que era para quem Kara estava trabalhando, havia especulado em reviews anteriores sobre os empregadores de Kara, se eles seriam alguém que nós já conhecíamos ou outro “vilão”, que não sabemos as motivações, sabemos que está tudo relacionado à Machine, mas por que? O realmente era aquele upload feito? Seria um meio de tomar o controle da Machine? Se for isso, pra uma máquina secreta, tem muita gente sabendo dela já.

Lembro que uma vez cheguei a comprar Person of Interest com Minority Report, e sinto que a cada episódio que passa, a série segue mais esse caminho, os casos da semana raramente são fillers, ou seja, estão sempre contribuindo para o desenvolvimento do plot da temporada. Não sei se vocês chegaram a reparar, mas não houve a menção de um novo número, além do de Donnelly, que já havia aparecido no final do episódio anterior. Dead Reckoning foi inteiramente focado em Reese e as conspirações de PoI, e não deixou quase nada a desejar. Person of Interest está em constante desenvolvimento, e sempre ficando melhor.

Menção honrosa à Mark Snow que fez o que eu definitivamente não esperava, a cena de Reese e Finch no telhado foi tão envolvente que quase me esqueço que Snow estava no episódio e vestido de maneira bombástica (ba tum tss). Mark fez Kara provar do próprio veneno, parece que a megera foi mesmo dessa vez.

Ps1: Bear e Reese esbanjando fofura.

Ps2: Fusco tem potencial maior que só que o toque de humor na série, mas ele reclamando de subir 21 andares foi engraçado.

Ps3: Tudo bem que foi pra manter a storyline linear, mas estamos em 2013, PoI.

Ps4: A preocupação de Carter com Reese impressiona, mas ainda sou shipper de John e Zoe.

The Vampire Diaries – Catch Me If You Can e A View To A Kill

Data/Hora 06/02/2013, 16:00. Autor
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Essa cura está bagunçando tudo, deixando todos loucos. Se por um lado Klaus revelou que quer a cura não tanto pela Elena, e sim para destruir e pronto, Rebekah admitiu querer voltar a ser humana. Pois é, uma das vampiras mais poderosas que existem quer voltar a ser uma mera mortal. A Elena até é aceitável querer isso, por ter acabado de se transformar e por ainda não ter se adaptado muito bem, mas a Rebekah? Total falta de noção!

Mas por falar de encrencas, Caroline fofoqueira não apareceu nesses dois episódios, e muito menos Tyler, já que Klaus esqueceu um pouco de ambos e se concentrou em transformar vampiros para Jeremy matar, e depois surtar porque o garoto matou Kol. A morte de Kol significou que, além de Jeremy conseguir finalmente completar a marca e deixa-la visível para todos, a importância desse Original assim como a do Finn, era morrer mesmo. E pronto.

Só que antes de a tatuagem se completar como era o objetivo, tudo aconteceu da pior maneira possível, até dando aquela sensação de “como ninguém pensou nisso antes?” quando a Elena teve a ideia de matar o Kol para Jeremy ter a marca completa, ao invés de caçar vampiro por vampiro. Está certo que Klaus surtaria se tivessem proposto o assassinato de Kol antes (e ele realmente surtou), mas já ficou evidente que os planos dele não andam sendo os melhores ultimamente, e de qualquer maneira ele acabou preso pela Bonnie, que está cada vez mais poderosa e incontrolável.

Pelo menos a morte do Kol e a revolta do Klaus serviram para unir os Salvatore, Jeremy, Bonnie, Elena e até Rebekah em um só “team” em busca de ressuscitar Silas e da cura. A questão é que ninguém sabe muito bem quem (ou o que) é esse Silas, e estão se apressando numa coisa desconhecida demais. Outra talvez até pior é: e se houver apenas uma cura? Tipo, e se um só vampiro puder se curar? Imaginem a briga de Rebekah, Elena e quem sabe mais gente para virarem humanos de novo. Ressaltando que esse bando de vampiros querendo virar meros mortais novamente já está deixando cansativa a coisa. Será que esse povo não vê como é sem sal ser o Matt ou a April?

Por último, apesar da falta de momentos Delena nesses dois episódios, tivemos a revelação de que Klaus não acha possível Elena com o Damon, e o próprio meio que concordou com isso… Que dó. Depois tivemos Elena, que arruinou todas as boas impressões que ela deixou ao milagrosamente não ser a mocinha em perigo da vez e até ajudar os outros, quando ficou inconformada e enciumada por Stefan estar com a Rebekah e aparentemente ter desistido de disputa-la. Elena claramente quer Damon agora mas não quer que Stefan desista dela, prova de que não deixou o egoísmo de lado completamente.

P. S. [1]: Rebekah chamando Elena de criança egoísta. Finalmente alguém que disse a verdade e a tirou do altar uma vez pelo menos.

P. S. [2]: Jeremy mencionou chamar a Katherine para ajudar com a cura, caso não consigam sozinhos. Agora, mais do que nunca, torcerei para que não consigam.

P. S. [3]: Alguém mais aí acha que Stefan fica muito mais legal quando é ele mesmo e não está preso aos sentimentos pela Elena?

P. S. [4]: Por fim, se era para ser dramática a cena do Jeremy rasgando a roupa quando a tatuagem começou a aparecer, a produção da série deveria saber que ficou mais parecendo que ele ia virar o Hulk. Pois é.

Castle – Under the Influence e Death Gone Crazy

Data/Hora 06/02/2013, 14:20. Autor
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Eu pensei muito sobre escrever ou não essa review. Ela está tão, mas tão atrasada, que talvez nem valeria mais a pena publicá-la. Mas sei que tem um pessoal que gosta de ler os textos, e há também quem acompanhe a série pelo calendário brasileiro. Então, resolvi publicá-las. E esclareço que amanhã posto a review de Recoil, e então seguiremos em dia e felizes.

Under the Influence foi um episódio ok. A primeira coisa a se falar sobre ele é que estranhei bastante a ausência de momentos casckett. Nenhuma ceninha, nada. Ta certo, teve aquele inicio de episódio, com o diálogo sobre o filme Valentine’s Day. Mas nada muito expressivo. E isso, com certeza, influenciou na minha visão sobre o episódio. Explico-me.

O caso era muito bom, cheio de reviravoltas, supreendente, hipnotizante? Não. E quando isso acontece, usualmente é a dinâmica Casckett que prende a atenção dos espectadores. No melhor estilo “ah, o caso não foi legal, mas Castle e Becks estavam tãããão fofos!”. E em Under the Influence isso ficou faltando. O maior destaque do episódio foi para Esposito, que novamente deixou seu grande coração em evidência, como já havia acontecido em Secret Santa. E descobrimos que seu passado difícil é um bom motivo para seu comportamento caridoso e comprometido.

Sobre o adolescente, achei a dinâmica dele com Espo legal. A tiração de sarro mútua, o afeto que foi surgindo entre eles. E fiquei com a impressão de que podemos ver ele novamente, já que Javi se compromete a auxiliar o garoto a se manter na linha e ainda tenta garantir sua segurança.

Under the Influence foi, então, um episódio mediano, sem grande destaque.

Death Gone Crazy foi igualmente mediano. Dessa vez a vítima foi Beau Randolf, e o caso foi igualmente pouco interessante. Mas Castle, definitivamente, já teve casos melhores. Não dá pra aceitar que apenas os casos que tem relação com a morte de Johanna ou com o 3XK sejam interessantes.

Javi outra vez teve destaque, mas dessa vez em razão do seu caráter flertador. Achei engraçado o envolvimento dele com a segurança de Beau, que “é sexy porque quebrou o nariz do cara”. Também foi hilário ver Beckett chegando e acabando com o encontro de Esposito, justamente quanto ele iria com a moça para um lugar “mais à vontade”.

Alexis apareceu, mas apesar de eu achar que ela e Martha precisam aparecer mais, achei a trama envolvendo ela bem bobinha. Foi pouca coisa pra muito surto. Porém, foi bem plausível, já que o compartilhamento de informações pessoais na internet é cada vez mais frequente. Só acho que talvez um pouco mais de densidade fosse requerida pelo tema.

Antes de encerrar, preciso dizer que li algumas opiniões na internet, sobre a ausência de um fio condutor nessa temporada do episódio, e começo a concordar com isso. Com o “encerramento” do caso Johanna, era necessário que outro arco central fosse desenvolvido. Inicialmente, esse arco foi o relacionamento Casckett, e como as coisas entre eles iam se desenrolar. Mas o seriado não é sobre o casal – e nem deve ser -, e nesses dois episódios nem isso foi explorado. Friso, é preciso de um arco central NOVO. Ou o desenvolvimento defitivo do 3XK, ou outro serial killer – Castle é pobre, nessa área. Não acho que a saída seja voltar ao velho plot, que alimentou 4 temporadas do seriado. O caso envolvendo o assassinato da mãe de Becks sempre rende bons – ou melhor, ótimos – episódios. Mas não deve ser o artifício usado sempre que Castle está pobre de temas, porque cansa falar sempre sobre isso. E uma hora o tema se encerrará definitivamente, e os roteiristas ainda terão o problema da carência de plot pra resolver. Então, eu torço, E MUITO, pra que um novo plot, reluzente e interessante, apareça por aí. Sem falar que já passou da hora de explorarem o pai de Rick.

Castle chegou à metade de sua quinta temporada clamando pelo desenvolvimento de novas histórias. Espero que isso seja feito em breve, antes que prejudique o andamento das coisas, a audiência, e o futuro do seriado.

Até amanhã!

Chicago Fire – Warm and Dead

Data/Hora 05/02/2013, 13:56. Autor
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Desde sua estreia Chicago Fire deixou bem claro de que não seria uma série com o elenco cheio de homens bonitos que fazem a vez de bombeiros nas ruas de Chicago. Muito mais que isso, a série mostrou que além de salvar a vida dos outros os a equipe toda do batalhão também tem que salvar e tomar decisões importantíssimas em sua própria vida.

E é justamente o que acontece no episódio Warm and Dead que, acredito, definiu os rumos dessa primeira temporada da série. As consequências das decisões tomadas pelos personagens nesse episódio serão mostradas no decorrer dos próximos episódios e enquanto eles não chegam, vamos ver o que aconteceu no episódio e fazer algumas especulações do que pode vir por aí.

Severide, que finalmente foi pra faca no finalzinho do espisódio, decidiu de última hora não abandonar tudo e ir pra Madri se aventurar com Renee e uma possível cirurgia inovadora na qual uma das consequencias poderia ser paralisia parcial. Acho que o bombeiro fez a escolha certa ao optar por fazer a cirurgia tradicional já que terá o apoio dos seus amigos e principalmente, Shay. Como consequência de sua escolha temos: 1) um bombeiro tristinho por abandonar Renee mas que logo vai se recuperar, afinal ele é o pegador; 2)complicações inesperadas na cirurgia ou; 3) vai dar tudo certo e todo mundo será feliz.

Casey deu seu depoimento simples e verdadeiro à favor da liberdade condicional de sua mãe e comoveu sua irmã pedra de gelo que no último momento não conseguiu proferir um palavra contra a liberdade da mulher. A mãe foi liberada com a condição de ter um lar estável, ou seja, morar com Casey. Como consequências da escolha temos: 1) Casey arrependido da liberdade da mãe porque ela vai ficar enchendo o saco em casa; 2) a mãe vai fazer alguma outra burrada e terá de voltar para a prisão ou; 3) a família será feliz novamente, inclusive com a presença da irmã.

Boden foi quem fez o episódio valer a pena, na minha opinião. A atitude do Chief em relação à Ernie (aquele menino dos incêndios nas lixeiras) foi muito bonita. Depois de levar o caso do garoto para a polícia e essa (como na maioria das vezes) não fazer nada a respeito, decidiu fazer justiça com as próprias mãos apesar de ter chegado um pouco tarde para salvar a vida do garoto que vivia com seu tio doidão. A atitude do Chief em ir atrás do tio do garoto e lhe dar uns belos de uns sopapos fez com que seus superiores o chamassem para uma conversinha e ele ficasse todo revoltadinho e entrasse com uma licença pra poder pensar em todo o ocorrido, afinal não é todo mundo que lida com a morte de uma criança (vide Peter Mills em episódios anteriores). E com o Chief acontecerá 1) Vai tirar sua licença básica e voltar como se nada tivesse acontecido; 2) não voltará depois da licença (acho improvável)

Otis pediu transferência pro outro batalhão onde foi fazer serviço voluntários e acabou gostando do ambiente. Acho que ele cansou do bullying que vinha sofrendo dos amigos que nunca deixavam ele pilotar o caminhão. E o que será de Otis: 1) Boden vai assinar sua transferência e ele nunca mais vai aparecer; 2) vai ser trasferido mas descobrir que sua família está no batalhão antigo.

E por último, Shay. Já sofreu tanto a coitada que torço imensamente para que Clarice não faça nenhuma besteira dessa vez senão eu mesma vou ter que ir tirar satisfação quessa gravidinha. O amor falou mais forte e a paramédica cedeu ao charme de seu verdadeiro amor e num ímpeto a convidou para morar junto com ela. Acho que essa história ainda vai render muito porque 1) Clarice vai ter o bebê e o ex pode aparecer pra fazer barraco; 2) Clarice vai fazer alguma outra besteira e arruinar de vez o relacionamento; 3) Shay vai arruinar o relacionamento de alguma forma ou; 4) elas podem ser feliz do jeitinho delas mas sempre com alguma coisa pra atrapalhar.

Fora isso, Pouch é o novo membro do batalhão. E é o mais bonitinho também!

PS: paramédicos não podem usar taser, Shay. Está na primeira página!

Façam suas apostas para os próximos episódios pois os personagens já fizeram as deles!

Nashville – You Win Again

Data/Hora 04/02/2013, 20:31. Autor
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A minha demora para escrever essa review em nada tem a ver com não ter gostado do episódio, muito pelo contrário. You Win Again me agradou, embora aponte para uma queda de Rayna e um crescimento de Juliette.

Praticamente tudo neste episódio girou em torno do fato da música conjunta estar no topo das paradas. E tudo estava bom demais pra ser verdade. Rayna estava arrasando na turnê e mostrando pra Juliette que ela ainda tem que ralar muito pra chegar no nível dela, mas aí tudo começou a dar errado. E não foi destino. Foi com a ajuda de algumas pessoas de índole questionável.

Vejo muitos comentários de pessoas dizendo que adoram a Juliette e o Deacon e odeiam a Rayna. Eu sinceramente não entendo. Até entendo que gostem da Juliette, porque também adoro uma bitch, mas não consigo não gostar da Rayna. Ela tem uma retidão de caráter que me impressiona muito e me faz ter bastante apreço pela personagem. E a partir desse episódio fica mais claro ainda pra mim que ela tem razão e não foi má com o Deacon. Ela fez o que tava ao alcance dele pra salvá-lo do vício CINCO VEZES, mas estava grávida e precisava seguir a vida. Aliás, a única coisa que eu talvez condene na personagem é o fato dela esconder da filha e do Deacon o fato dele ser o pai dela. Odiei aquela cara de desprezo que o Deacon fez pra ela no avião no fim do episódio, como se ele fosse o dono da razão. Acho que quem condena a Rayna devia fazer o exercício de se colocar no lugar dela.

Estou gostando bastante da reunião entre os ex componentes da banda do Avery e a Scarlett e o Gunnar. Tô ansiosa pra ver o Avery se afundar na própria ambição e ganância e se ferrar bonito. Acho que isso não vai demorar muito pra acontecer. O plot do irmão do Gunnar parece que não vai se desenvolver mais, pelo menos não por enquanto. Nada além de estarem atrás dele. A única coisa que pode vir a acontecer é acabar sobrando pra ele, mas acho que não.

Além disso a pobre da Rayna tava meio que encantada com o Liam, que além de ser um ótimo músico e produtor ainda tava conseguindo um bom contrato pra ela. Mas como as coisas estão numa vibe de tudo dar errado pra Rayna ele também tava tentando passar a perna nela e foi demitido. Ou seja, Rayna está sem guitarrista e o Deacon está tocando na banda da Juliette. O jogo virou.

Achei bem bacana também a maneira como a relação da Juliette com a mãe dela evoluiu. Parece que finalmente a garota deu uma bola dentro, depois de muito maltratar a mulher na festa de comemoração do single estar no topo das paradas. Entendo que ela tenha sofrido muito, mas é preciso reconhecer que a mãe dela no momento está se esforçando. Achei muito bonita a cena em que as duas conversam e meio que se perdoam.

A partir de agora certamente teremos alguns momentos engraçados e outros tristes na turnê, pois não tenho dúvidas que a Juliette vai ficar o tempo todo tentando esfregar as coisas na cara da Rayna. Minhas dúvidas são: Deacon vai se deixar levar pela raiva e vai continuar na onda da Juliette ou vai parar quando ver que está fazendo mal pra Rayna? E Rayna vai seguir assim ou vai voltar atrás e procurar o Liam e a nova gravadora? O que vocês acham?

Grey’s Anatomy – Bad Blood

Data/Hora 04/02/2013, 15:25. Autor
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Outro bom episódio de Grey’s Anatomy. E, embora vocês tenham que ler toda semana essa frase, nas minhas reviews, acredito que ninguém se importa, não é?

Nessa semana o que mais se desenrolou foi o plot da readequação do hospital. E achei GENIAL a forma que Shonda e os roteiristas trabalharam a questão, porque fugiu do clichê e do previsível. Explico-me.

Quando Alana fez dupla com Owen, salvou um homem na sala de operações e foi abraçada pela família do paciente, eu pensei que ela ajudaria os médicos a salvar o Pronto Socorro. Achei que ela ia comprar a ideia de Derek e April, e moveria mundos e fundos para que as pessoas tivessem chance de continuar sendo salvas na emergência do Seattle Grace. Mas o PS era o carpete, e uma casa com carpete não é tão fácil de vender. Enfim tivemos certeza que o hospital será vendido, o que dá a dica de como a questão da falência será resolvida. E os compradores do hospital, certamente, serão os sobreviventes, ou pelo menos alguns deles (ok, o final será previsível, mas a jornada tem sido deliciosamente supreendente).

Ainda envolvendo a venda do hospital, achei importante a parte do treinamento, que abordou a polêmica questão sobre a padronização, e o significado que ela pode ter. No caso, acabou evidenciado que muitas vezes o lucro e a otimização desvairada do tempo significam dar menos importância para os pacientes. E aí, se isso significar a humanização da medicina, a melhor alternativa seria continuar com antigos métodos e pensamentos. Um salve ao Chief, que representa muito bem a excelência médica aliada ao cuidado com pacientes e suas famílias.

Outra coisa que fugiu do previsível no episódio, e que me agradou bastante foi o caso da menina ginasta que vê seu futuro mudar por causa do quadril, aos 13 anos. Sim, a menina estava agindo como um pequeno monstrinho, e foi interessante ver que os durões Alex e Callie saíram do quarto dela com o rabinho entre as pernas e extra deprimidos. E desde o início do caso eu pensei que Arizona entraria lá, mostraria sua perna mecânica e contaria sua história, e que a menina compreenderia e resolveria cooperar. Bem, foi Arizona que a fez levantar da cama. Mas obrigando a menina a agir como gente. Achei bastante inteligente a resolução do caso. Porque a menina, de certa forma, representou Arizona e sua caminhada. E é legal ver Arizona parar de sentir pena de si mesma, e ajudar outras pessoas em situação semelhante, doa a quem doer.

Bad Blood também foi bastante engraçado. Bailey esteve impagável como uma puxa-saco detestável. O “big Doctor” também rendeu boas risadas, especialmente porque sua interação principal foi com Yang, que é deliciosamente cômica, quando quer. Os internos agindo como internos também foram outro ponto alto do episódio, especialmente Jo e seu desespero pela demissão eminente.

Por falar nos internos, acho legal observar que os roteiristas nos fazem, através deles, nos lembrar das primeiras temporadas do seriado. Por exemplo, a interna da Yang, nessa semana, me lembrou de Izzie e Mer, que faziam merdinhas épicas nos seus tempos de internas. E ver Yang na posição de supervisão, tendo que censurar sua supervisionada que tentou dar sangue para um Testemunha de Jeová, foi igualmente bacana.

Aliás, é interessante ver os médicos aceitando que nem sempre poderão salvar vidas e que, especialmente, as opiniões dos seus pacientes devem ser levadas em consideração. Várias vezes eles agiram fora do protocolo ou contra ele, e agora eles demonstram amadurecimento, mas sem que isso signifique distanciamento. Eles continuam fazendo tudo que está a seu alcance.

Por fim, preciso dizer que morri de emoção com Meredith. Ela está toda feliz com o Mc Baby, e deu uma dorzinha no coração ao ver ela sair do treinamento e pensar que iria abortar novamente. Realmente, a vida dela é tããão repleta de tragédias que Mer tem dificuldade em acreditar que coisas boas estão acontecendo com elas. Por isso foi extra fofo ver a carinha de alegria dela ao sentir o bebê se mexendo, e ver ela compartilhando isso com Derek – a.k.a. papai babão. Que venham mais muitos e muitos momentos assim para o meu casal favorito de todos os tempos.

Na próxima quinta-feira vai ao ar The Face of Change. Pelo nome do episódio, dá para perceber que nossos médicos favoritos terão que encarar, definitivamente, as mudanças. E pela promo, preciso confessar que minhas expectativas pro episódio são altíssimas. Nos vemos na próxima review!

Elementary – The Deductionist

Data/Hora 04/02/2013, 14:39. Autor
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Foi só as luzes do Super Bowl se apagarem, que a piada nas redes sociais e em sites americanos estava pronta: Sherlock Holmes era responsável pelo ocorrido (já que Elementary tinha sido escolhida pela CBS, transmissora do jogo, para ser exibida depois do evento esportivo). O site TV Line chegou a publicar uma lista de possíveis conspirações acerca do incidente e, dentro os tópicos, se destacava “Em um crossover inteligente, Sherlock Holmes de Elementary vai solucionar esse mistério ao vivo. Lá vem Jonny Lee Miller, chegando de helicóptero”. Morri de rir por um bom tempo, ainda mais que o último episódio da série se tratava exatamente disso: conspirações.

[SUPER BOWL] Atores comentam a escolha de ‘Elementary’ para ser exibida depois do jogo

Com muito atraso, o episódio pós-Super Bowl de Elementary finalmente começou e de forma bastante intensa. Primeiro, porque a trilha sonora da série estava mais “pesada”, parecia nos preparar para algo forte que estava por vir. E veio. Em uma das primeiras cenas, o assassino – que havia saído da prisão, provisoriamente, para passar por uma cirurgia em que doaria um órgão à irmã doente – consegue deslocar a agulha colocada em sua veia, burlar a anestesia e, então, pular no pescoço de uma das enfermeiras da sala e cortar a artéria da mulher. É claro que não houve uma cena em que o sangue jorrava da enfermeira, mas, ainda assim, é um tipo de violência que não é comum para os padrões de Elementary. As emoções, no entanto, pararam por aí.

Durante um tempo, depois que o episódio acabou, fiquei pensando se havia gostado dele ou não. Foi uma boa história… Talvez, para aqueles que estivessem assistindo à série pela primeira vez, como os seriados exibidos após o Super Bowl estão sujeitos, pode ter sido bem decente. Mas quem acompanha a série desde o começo sabe que o potencial era muito maior que o apresentado.

O enredo

Basicamente, um serial killer mitológico e super temido escapou da prisão e a irmã dele, boa moça, que estava no hospital à espera do rim, renega essa parte má da família. Como se tratava de um assassino em série, o FBI é acionado e uma agente bem bonita (Kari Matchett, de Covert Affairs), que tem “história” com o Holmes – assunto para mais adiante – é chamada para trabalhar no caso. Ela publicou um livro sobre o famoso criminoso, no passado, em que explicava o comportamento violento dele. Uma das informações que ela dá como certa é a de que Ennis (Terry Kinney, de Oz), como ele se chamava, foi estuprado pelo pai. A hipótese, negada por ele, destruiu a família do criminoso, que saiu da cadeia com um único motivo: matar a agente. Pois é, criatividade e profundidade, em qualquer aspecto que seja, não é o forte de Elementary, mas temo que, dessa vez, eles tenham sido rasos demais. Clichês mesmo. Mas, em seguida, eles se redimiram, mais ou menos.

A agente foi ao quarto da irmã de Ennis, que continuava internada, pedir desculpas pelo que fez. Enquanto ela escrevia o livro, não tinha como provar que o serial killer sofreu abuso do patriarca e, para ganhar credibilidade, fingiu que um vizinho havia lhe passado a informação. Como os pais do criminoso a processaram, ela, então, pagou um dos moradores da vizinhança de Ennis para se passar por esse informante. Tudo na maior cara de pau e lágrimas de crocodilo. Não me comovi com ela. Uma agente mau caráter, fria e calculista, apenas. A irmã de Ennis pede para que ela se aproxime da cama, pois quer falar com ela. A agente, muito espertinha na hora de escrever o livro, mas bem tapada na hora de confessar o crime, atende o pedido – e tem uma tesoura enterrada em seu pescoço. Nesse momento, fiquei pasma. Confesso que não esperava que os dois irmãos estivessem planejando a vingança juntos e foi um dos poucos enredos de Elementary, até hoje, que me surpreendeu completamente. Por isso, disse que os roteiristas se redimiram “mais ou menos” do clichê que haviam começado.

O problema é que a tal da agente não morreu, foi parar no hospital, mas iria ficar bem. Não gosto que os roteiristas da série sejam tão “certinhos”. Depois de tudo o que a agente fez, não acho que alguém iria se comover caso ela morresse. O sentimento de justiça não está nela manter-se viva, bastava os dois irmãos serem presos novamente. Achei a personagem fraca e nenhum pouco cativante. E olha que o Sherlock nem gostava dela, transbordava implicância… Podia ser uma participação especial dessas marcantes, hilárias. Foi apenas dispensável.

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“Sim, eu dormi com ela”

Quando soube que a personagem de Kari Matchett cuidaria do caso, junto com ele, Holmes se desesperou e nem disfarçou. O primeiro motivo era óbvio: ele teve um caso sexual com ela no passado – aparentemente, seria um erro classificar como “amoroso”, ele repugnava a moça, com sinceridade. A segunda – e verdadeira – razão era que a agente, mesquinha que só ela, também escreveu um artigo sobre o detetive, tentando decifrá-lo e fez uma previsão certeira: de que Holmes teria problemas com drogas. O fato dela ter acertado deixou Sherlock muito, muito bravo e com o orgulho, tipicamente enorme, ferido. Por isso, ele passou o episódio tentando provar que, durante toda a resolução do caso, ela estava errada, decifrando o criminoso de forma imprecisa – e, portanto, tendo decifrado ele mesmo, Sherlock, com equívoco também. A situação colocada era bem interessante, mas faltou profundidade. Ao invés de nos divertimos com a “birrinha” entre os dois, a vontade que dava era de entrar na tela e acabar com a agente, de tão chata e intrometida. O Holmes também não estava se divertindo ao pegar no pé dela… Ela estava incomodado com a presença dela. Tão incomodado quanto eu. Ele até desenhou chifrinhos em uma foto dela, ídolo!

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A palavra é: evidenciar

A Watson (Lucy Liu), vendo o quanto o artigo da agente perturbava o Sherlock, fez um discurso bonito, dizendo que ela só havia tido UM acerto em meio a um artigo inteiro. E que, nessas páginas, ela ainda havia afirmado que o detetive jamais seria capaz de fazer um amigo, e ele fez… Ela, Watson. A médica ainda argumentou que a única previsão, com certeza, que alguém pode fazer é a de que as pessoas mudam. Que o Holmes e a Watson têm a maior química, a CBS explora há algum tempo. A relação dos dois, misteriosa e cheia de potenciais, é um dos grandes atrativos da série. Mas as coisas entre ambos os personagens sempre foi sutil, insinuando certas coisas. Nunca de forma tão direta. Ainda que na posição de amiga, a Watson se declarou, por assim dizer, para o Holmes. Não acho que seja apenas uma questão de dar um passo adiante na relação deles. O diálogo aconteceu justamente após o Super Bowl, quando muitos “estranhos” assistiriam ao programa. Ou seja, eles deveriam evidenciar, com firmeza, todos os aspectos importantes da história. E a amizade entre Joan e Sherlock é, de longe, um deles.

Depois, enquanto a NYPD estava em reunião, tentando prever os passos do criminoso, a Watson interrompeu a discussão e deu sua versão sobre o caso, mostrando todos os seus talentos investigativos. Não me lembro de ver a personagem interromper a fala dos oficiais de polícia antes. Outro ponto forte da série, sempre estimulado por Holmes: o lado detetive genial da ex-cirurgiã.

O aspecto mais intencionalmente evidenciado no episódio, no entanto, aconteceu logo nos primeiros minutos da história. Ao entrar na sala de cirurgia e se deparar com os corpos ensanguentados no chão, a câmera dá um close no rosto do Sherlock, que tem os olhos marejados e engole em seco, completamente abalado com o que testemunha. Não duvido que a CBS quisesse mostrar aos espectadores esse lado “super humano” do Holmes, que é muito mais sentimental do que o esperado por quem apenas o conhece dos livros. O personagem ter se solidarizado tanto com uma cena daquelas foi exagerado até para o Sherlock Holmes fofinho do Lee Miller. Pelo que eu me lembre, em outras ocasiões, ele comemorava ao saber de um assassinato a solta e, inclusive, ao ver um corpo ensanguentado. Aquilo tudo, aquele choro contido, não fez sentido.

No final do episódio, Holmes descobriu onde Ennis estava e foi ao encontro dele. A essa altura, o criminoso já sabia que a irmã havia falhado ao tentar matar a agente e ainda tinha sede de vingança. Holmes coloca um revolver e uma algema em frente ao assassino, que deve escolher entre ir atrás da mulher ou se entregar à polícia. O detetive tenta comover o criminoso, mostrar que entende o que se passa na cabeça dele, já que as palavras publicadas da agente também prejudicaram sua vida. Nesse momento, é impossível não lembrarmos de um capítulo anterior, da cena em que Holmes estava frente-a-frente com quem ele acreditava ser o assassino da sua Irene, situação em que se deixou levar pela emoção e acabou suspenso da polícia. Parece que, mais uma vez, ele vai se contaminar pelos sentimentos e agir de maneira anti-ética. Quando o assassino escolhe o revólver, no entanto, e consequentemente, matar a agente, Holmes o golpeia e faz a coisa certa: o entrega para as autoridades. Fim da história.

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Pornô na Watson

A Watson, ultra atarefada, sempre tem investigações à parte para fazer. No episódio desse domingo, um amigo estava gravando filmes pornôs em seu apartamento. Pobre Watson! A situação toda foi bem engraçada e, provavelmente, foi o que o episódio teve de melhor para oferecer no quesito “humor”. Sem falar no presente que Holmes deu à amiga (agora, eles são oficialmente amigos) antes de entrar no taxi: uma escumadeira nova, já que, nos vídeos pornôs – que Sherlock obviamente roubou e assistiu -, o talher estava sendo usado para finalidades às quais ele não é fabricado.

Twitter

Depois que Elementary terminou, pesquisei o nome da série na busca do Twitter, para ver o que as pessoas diziam sobre o programa. Muitas estavam vendo a série pela primeira vez e estavam achando bem legal. Algumas disseram que o enredo era previsível e que adivinharam a história toda nos primeiros minutos. Outros tentaram dar ao seriado uma segunda chance na noite passada e, mais uma vez, falharam. Havia, ainda, o grupo que comparava Elementary a Sherlock, da BBC, e, em todos os casos, diziam que a série britânica era muito superior. O que dizer? Nem Sherlock Holmes é unanimidade.

No geral, achei o episódio de ontem bom. Por ser transmitido depois do Super Bowl, poderia ter sido mais eletrizante. Mas eles fizeram tudo de forma correta, evidenciaram o que essa história de Sherlock Holmes tem de mais peculiar. Quem assistiu à série, pela primeira vez, ontem à noite, foi muito bem apresentado ao seriado, a CBS soube explorar isso. Mas, bem lá no fundo, acho que eles perderam uma excelente oportunidade de, finalmente, introduzir Moriarty à história. Fica para a próxima.

Hart of Dixie – Lovesick Blues

Data/Hora 04/02/2013, 13:30. Autor
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A gripe sempre chega quando menos precisamos.

Claro que ninguém precisa ficar gripado, mas convenhamos que sempre é uma boa ideia ficar ‘gripado’ para faltar naquele dia de trabalho em que está chovendo, ou que você está com vontade de conhecer um novo parque em Sampa ou até mesmo quando você está com preguiça de levantar da cama mesmo.

A lição do dia para Zoe Hart e Wadelicious é: você até não precisa fazer tudo junto com seu namorado, mas é essencial aparecer quando há uma ameaça. No caso, a ex louca de Wade. É claro que seria uma péssima ideia dormir no sofá da safada, porque é claro que ela iria querer um pedaço dele. Porém, Zoe tem problemas e realmente nunca deve ter namorado e nem assistido a filmes românticos para conseguir se livrar e resolver uma situação como essa.

Eles estão constantemente aprendendo um com o outro e crescendo. Zoe é tão bobinha que nem consegue entender o óbvio, mas ver os dois juntos está muito bom. Era algo que precisava que acontecesse desde sempre e finalmente está valendo a pena ter aguentando a maçante primeira temporada.

Alguém que realmente não sabe como lidar com qualquer tipo de situação quando envolve outro macho é Lemon. A tadinha achava que o boy dela queria terminar com ela, sendo que estava óbvio, pelo nome (jantar), que ele queria dar comidinha para a amada. Simplesmente impagável ela perguntando certas coisas desnecessárias para Annabeth sobre o tal 50 Shades of Grey, mesmo que esteja claro que ela não conseguiria encenar mais da metade do que acontece nesse livro.

A obviedade continuou durante todo o episódio, por causa da tal sofrida gripe e Annabeth e Lavon juntos novamente. Não havia dúvidas de que os dois eventualmente ficariam juntos novamente, digo, profissionalmente falando. Não esperava que acontecesse tão rápido algo entre eles, e com certeza Lemon terá um ataque de pelanca depois de descobrir que sua melhor amiga está saindo com seu chocolate preferido.

Será uma daquelas situações em que você percebe que quer muito alguém quando essa pessoa está com outro. É sempre a mesma ladainha e sempre alguém sai perdendo. Annabeth, infelizmente, não terá chances quando Lemon decidir revelar seus sentimentos por Lavon. É a lei da natureza agindo em favor de Lemon. Ou seja, aqueles mais aptos sempre se sobressaem.

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