TeleSéries
The Carrie Diaries – Fright Night e Dangerous Territory
16/02/2013, 22:03.
Gabriela Assmann
Reviews
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Primeiro vou me desculpar pela ausência, mas as festividades carnavalescas tomaram um pouco o meu tempo. Nem fiz festa, mas estava viajando. Pois bem, vamos ao que interessa.
Fright Night e Dangerous Territory foram dois bons episódios. Eu gostei bastante de ambos. Foi um acréscimo de qualidade com relação aos episódios 2 e 3. Eles nos mostraram outro lado da Carrie e também de Manhattan. Foram dois episódios onde pudemos ver uma Carrie mais madura, especialmente em Fright Night.
Achei meio no sense um episódio de Halloween em fevereiro, mas fora isso foi ok. Legal ver que a Carrie levou o Walt pra Manhattan para curtir uma festa e um mundo novo para que o garoto pudesse sair da fossa pelo término do namoro. Convenhamos que ele não estava tão na fossa assim, mas isso não vem ao caso.
Como sempre as festas da Larissa são baphônicas e a de Hallowen não podia ser diferente. Carrie foi toda linda fantasiada de Princesa Diana e Walt de Príncipe Charles, o que faz muito sentido nos anos 80. Adorei. O Bennet (amigo da Larissa) vestido de Kubrick de Laranja Mecânica também foi demais. Carrie queria conquistar Kubrick, mas este, na verdade, estava afim era de Walt. Poor Carrie, tão bobinha.
Além do cuidado que Carrie teve com Larissa achei duas coisas muito legais neste episódio: a maneira como foi abordada a sexualidade do Walt e a quase violência sexual a que Larissa é submetida. Primeiro porque Walt acaba beijando Bennet e parece se dar conta que é mesmo gay, mas não se aceita. Então ele foge e acaba encontrando um casal gay sofrendo com a homofobia. Defende este casal e depois corre para os braços de Maggie, tentando se convencer de que ele não é gay. Walt sofre com homofobia internalizada. Além disso, achei bacana tocar no ponto de que não é porque Larissa está alcoolizada e drogada que está disponível. Qualquer homem que se dê ao respeito não transaria com uma mulher nas condições em que ela estava. Sorte que a Carrie chegou. Ponto pra série que abordou essa questão.
Já em Connecticut a festa que bomba é a do Sebastian. Maggie e Mouse vão a festa para vigiar o garoto. Lá rola de tudo, desde uma amizade insipiente entre Sebastian e Mouse que inclusive dividem um baseado até uma tentativa de sedução de Maggie com o policial para tentar salvar todos de uma ida à cadeia. O romance entre os dois acaba, mas o policial fica apreensivo sobre Maggie revelar o caso a todos e acaba decidindo por não denunciar os jovens.
Pra fechar com chave de ouro um episódio fofíssimo ainda temos uma aproximação entre Tom e Dorrit e Sebastian levando Mouse chapada até a casa de Carrie. Consegui ver outro lado do garoto neste episódio. Parece que ele não se preocupa só com ele mesmo.
Dangerous Territory trouxe uma novidade que eu amei para The Carrie Diaries. Ela atende pelo nome de George. Além do garoto ser um fofo com a Carrie ele ainda pode servir para o Sebastian sentir ciúme no futuro e ver o que está perdendo optando por ficar com a Donna e não com a Carrie. Achei ele bonito, embora não combine muito com a Carrie, especialmente por ser desproporcionalmente alto.
Adorei a maneira que eles encontraram para fugir daquele clichê de sempre de mundos diferentes. A mãe do George era amiga da mãe da Carrie e gostava muito dela, o que vai fazer com que a garota ganhe alguns pontos com ela, mesmo que não seja a pessoa mais adaptada a esse mundo de riqueza e ostentação. Aliás, achei que ainda assim Carrie se saiu bem e conseguiu mostrar sua personalidade em meio a tanta gente chata e mesquinha.
Achei muito engraçado todas as partes que envolviam Mouse, Walt e Maggie nesse episódio. Primeiro Mouse e Walt aprendendo juntos sobre sexo e depois Mouse botando em prática com Seth e fazendo o garoto ter uma crise de ciúme de Walt. Tudo quase terminou em pancadaria, não fosse Mouse assumir que era mentira. Depois teve Maggie defendendo Carrie com unhas e dentes e impedindo que Donna e suas amigas se apossassem da lanchonete que era delas e sempre foi. Sebastian foi super fofo de novo e eu já to começando a mudar meu conceito sobre ele. Acho que ele pode ser um garoto legal, embora às vezes tenha seus lapsos.
Gostei bastante da aproximação da Carrie com a sua chefe. Legal ver que o trabalho da Carrie está sendo valorizado e a maneira como a chefe ajudou ela. Não fosse isso a garota teria passado muito vergonha na festa.
Também gosto muito das metáforas da série. Achei bem legal a forma como trataram a perda da aliança de Tom e a carteira de habilitação da Carrie. Duas maneiras diferentes de representar uma libertação.
No próximo episódio espero o retorno de Larissa e alguma evolução na questão da sexualidade do Walt. Achei meio estranho Larissa não ter aparecido nesse episódio depois de tudo que Carrie fez por ela em Fright Night.
Supernatural – Everybody Hates Hitler e Trial and Error
15/02/2013, 23:29.
Juliana Baptista
Reviews
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Quem acompanha as minhas reviews pode ter pensado que eu sou muito rabugenta e que reclamava muito da série. Às vezes, podia parecer que eu até não gostava de acompanhar a história. Mas o que acontecia era que eu estava muito decepcionada com os rumos de Supernatural desde sua sexta temporada. Parecia que o roteiro ficava sem graça, as tramas perdiam a essência e as temporadas tinham muita lenga lenga.
Mas é claro, nunca deixei de acompanhar Supernatural. Podia até estar decepcionada, mas não desistiria desta relação de 8 temporadas! E com o décimo episódio, a série conseguiu acertar em cheio no gancho certo para salvar a trama.
Toda aquela história de tábuas dos anjos, tábuas dos demônios, fechar portões do inferno não estava me dando uma segurança de que a temporada seria realmente boa. Mas depois que Henry apareceu e mostrou o legado Winchester dos Homens das Letras, tudo mudou. Era a porta que precisava ser aberta para inserir mais mitologia e fugir do entrave anjos x demônios.
Everybody Hates Hitler conseguiu mostrar muitos elementos na trama como os necromantes, os Thules e o Golem e ainda conseguiu ser um episódio muito divertido. Desde o começo com aquela tensão gay entre Dean e Aaron e depois com o comportamento descontrolado do Golen quebrando tudo e descendo a porrada na galera.
Achei interessante o paralelo entre Dean e Sam e Aaron. Ambos descobrem repentinamente que seus familiares faziam parte de sociedades secretas/seitas e que tem que descobrir por si só o que esta acontecendo e como as coisas funcionam. Espero muito que Aaron e o Golem apareçam novamente nessa temporada. Ah, e quem não ficou com vontade de bater no Aaron? O cara simplesmente FUMOU o livro manual de uso do Golem que o avô deu! Como assim, produção? Essa juventude está perdida.
Fiquei chateada pelo Eckhart ter morrido logo nesse episódio. Ele parecia tão badass, acho que ele poderia ter ficado um pouco mais, daí poderíamos ter mais contato com os Thules e tudo mais. Também fiquei curiosa sobre o livro vermelho, queria mais informações!
Gente, e o que é essa batcaverna dos Winchesters? Quando eles chegaram lá, pensei que seria tipo um depósito estilo que o Bobby tinha, todo empoeirado, escuro e cheio de teia de aranhas. Mas é claro que os Homens das Letras são todos arrumadinhos e o lugar ficou maravilindo todos esses anos trancado.
Gostei muito de terem trazido o Kevin para o décimo quarto episódio. Fiquei com dó do menino. Todo pilhado, movido a café e salsicha e mal traduziu a primeira tarefa da missão Fechar Portões do Inferno. Bem pensado essa história de provas, tipo Hércules. O único problema é que é necessário apenas um herói e temos dois Winchesters. Queria muito que tivesse sido o Dean a cumprir a primeira tarefa, já que ele é mais durão, não tem medo de morrer e não pretende “ter uma vida” depois que tudo tiver resolvido. Mas infelizmente Sam conseguiu cortar a garganta do cão do inferno e se banhar no sangue do cachorrinho. Logo, Dean está fora do cargo de herói da temporada.
Por falar em Dean, achei muito bonitinho ele arrumar o quarto e começar a cozinhar. Agora sim, ele e Sam estão parecendo uma família! Sem dormir em quartos de hotel fedorentos ou dentro do carro e comendo comida de lanchonetes na estrada. Winchester mais unidos, sem tretas e morando num banco de dados de informações sobrenaturais. Porque não tiveram essa ideia antes?
Levar as duas tramas juntas, tanto os Homens das Letras e as tábuas, está parecendo uma ideia bacana. Agora sim Supernatural está prometendo nos surpreender! Espero que nos próximos episódios, Cas apareça e dê notícias também. Agora vai!
Modern Family – Heart Broken
15/02/2013, 16:30.
Maísa França
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O amor está no ar. Ou pelo menos os personagens fizeram de tudo para que ele estivesse. Em um dos episódios mais esperados dessa temporada o Valentine’s Day de ninguém saiu perfeito mas o esforço pra fazer a data ser especial foi grande. Muito grande!
Tivemos um episódio bem fragmentado dessa vez. Cada família teve seu momento e em nenhuma cena os membros de uma família aparecem junto com seus parentes (exceto Lily na casa de Jay e Gloria), no máximo uma citação e uma ligação. O recurso ficou bem interessante e dava pra fazer um episódio triplo, não fosse os poucos 20 minutos de episódio semanal.
Vamos procurar o amor (e seus clichês) no episódio Heart Broken da série.
13 de fevereiro – 17h
Phil e Claire liberaram as crianças para o cinema e decicidiram antecipar o Dia dos Namorados porque no dia 14 iriam ficar com Joe. Talvez por força do destino e por quebrarem a tradição e comemorar um dia antes, o cupido fez com que a noite do casal fosse um tanto quanto bizarra (porque eu não encontrei outra palavra pra descrevê-la). De volta àquela fantasia do casal que se encontra no bar e acabam junto, a noite não poderia ser diferente. Se da primeira vez Claire acabou quase nua em uma escada rolante (My Funky Valentine – s01e15), dessa vez o charme de Phil foi direto no coração. De verdade. A noite começou no bar e continuou no hospital (super romântico, não?). De acordo com Phil o coração de Claire não aguentou tanto charme, brincadeiras a parte, o desmaio da personagem foi preocupante. Com o coração não se brinca (nem no dia dos namorados e nem em dia nenhum). Resumo da noite do casal Dunphy: um desmaio no bar > ida ao hospital > volta pra casa > terminar a noite com o sangramento de nariz de Phil que não seria grande coisa se ele não tivesse ensanguentado sua esposa também.
Ainda na família Dunphy, o trio de filhos me conquistou ainda mais mostrando que sabem enganar seus pais direitinho a ponto de dar uma festa em casa e fingir que estão no cinema. Que atire a primeira pedra quem nunca fez isso e ainda teve a noite estragada pelos próprios pais que chegaram em casa antes do esperado.
14 de fevereiro – 7h05
Doidos para “tirar o atraso” Jay e Gloria iriam despachar Joe para a casa dos Dunphy para poderem ter seu dia dos namorados, sozinhos. Com todo o incidente da véspera o casal teve que ficar com a criança e de brinde ainda levaram Lily que também ficaria com os Dunphy. Não bastasse os dois, ainda tinha o romântico assumido Manny que queria aproveitar a data para falar sobre o amor. Acrescente à essas três crianças um montador de equipamentos para evitar acidentes infantis. Pronto, taí a receita de um fracassado Valentine’s Day. Ao menos Manny se deu bem no baile de namorados com sua admiradora secreta. Será que ela existe mesmo?
15 de fevereiro – 9h30
Mitchel é a prova de que até os mais certinhos as vezes saem da linha. Com um ressaca daquelas, ele não consegue se lembrar da noite anterior. Isso é um sinal de que a noite foi boa não? Nem sempre… há quem diga que bêbado lembra sim, de tudo, mas eu não acredito nisso 😛 Imaginem o grau do alcoolismo para a pessoa pintar o próprio gato de rosa com bebida de cereja e ainda por cima roubar os enfeites de natal do vizinho (é, sempre tem aquele que não tira os enfeites de natal) e decorar sua sala com eles. A reação de Mitchel ao ver a casa toda bagunçada é impagável e quando ele pensa que as consequências do que fez não poderiam ser piores aparece Dylan (ele sempre aparece do nada), o novo roommate do casal. Como expulsar da sua casa alguém que você convidou para morar com junto em um momento de embriaguez e ainda por cima arrumou toda a casa e ainda fez sopa para você e seu parceiro? Pois é, Mitchel e Cam não sabiam o que fazer até descobrirem que o primeiro não precisava mandar Dylan embora já que não foi ele quem convidou o rapaz para morar ali e sim Cam. Como o casal é muito fofo quem mandou Dylan embora de casa foi Lily, a adultinha da vez.
Muito mais do que comemoração de dia dos namorados, a grande mensagem do episódio foi o amor fraterno. Não importa sua idade, quando se tem filhos, você sempre irá se preocupar com eles.
E viva o amor, em suas diversas formas e independente da comemoração.
Hawaii Five-0 – Kekoa (The Warrior)
15/02/2013, 11:47.
Anderson Narciso
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Parado. É a definição de Hawaii Five-0 esta semana. Após um excelente episódio que foi “Hookman”, a série deu uma esfriada com este episódio, The Warrior. Não que tenha sido completamente ruim, mas para os padrões H5-0 de qualidade, ele deixou um pouco a desejar. Talvez seja porque a ação tenha sido bem dosada neste episódio. Não teve tanta correria, explosões, tiroteios ou perseguições de carros que nos dessem arrepios…
O caso da semana começou com uma cena totalmente desnecessária de uma despedida de solteiro, com um modelo sarado fazendo stripper. Existem outros meios de atrair audiência feminina, beleza? Enfim… Tudo isso para introduzir um possível sequestro, que se transformou em um homicídio. A equipe, entretanto, fica surpresa ao descobrir que uma das digitais que estava na arma do assassinato pertencia a Kamekona, e a história começa a fluir daí. Primeiramente, eles chegam a desconfiar do amigo, o que achei meio ridículo da parte da Five-0. Tudo bem, tinha evidências, e ele não havia contado tudo… Mas qual é, é o Kamekona! Personagem mais amável em H5-0 não há!
É aí que descobrimos que a vítima era primo de Kamekona, e que havia deixado uma filha, também suspeita – erradamente. O caso deu voltas e voltas, até chegar em uma espécie de “briga de galos” humana, em que o morto havia sido espancado, sem ter tempo de se defender. Tudo isso por vingança de um amigo da família, que via no primo de Kamekona um atraso nos negócios. Sabe, até cheguei a ficar com pena do Kamekona em algumas cenas, ele realmente sabe fazer a “cara de cachorrinho sem dono”, como Danny descreveu. Mas a história para mim foi morna e sem sal.
O episódio, entretanto, teve até uma história legal, com o retorno de Doris McGarrett. Só que desta vez, em uma história mais leve. Steve contrata Mick, uma espécie de detetive, interpretado em uma participação super especial por Treat Williams (o saudoso Dr. Andy Brown de Everwood) para ficar de olho em sua mãe, e descobrir o que ela estava tramando. O que Steve não contava era que, sua mãe e Mick fossem ter uma “química” tão grande. E o plano vai por água abaixo, quando Mick resolve investir na mama McGarrett. Foi engraçada a cara que Steve fez no fim do episódio ao descobrir isso. Mas, não passou disso…
O que senti falta em Hawaii Five-0, mais uma vez, foi a falta de sequência nos episódios. Steve não confronta a sua mãe, e a caçada a Wo-Fat tem ficado por isso mesmo. A história de Kono está mais perdida que cega em tiroteio – temos o irmão de Adam, que apareceu por aparecer, e o próprio Adam que teve o telefone grampeado e também ficou por isso mesmo. Compreendo que, em uma série procedural, as histórias dos protagonistas não são prioridades… Mas poxa, se iniciou, termina né?
Não dá para ficar elogiando toda semana as briguinhas e provocações de Steve e Danny, pois isso não segura temporada nenhuma. E em episódios como este, em que a ação é dosada, e a essência da série é bem diminuída, esta falta de sequência nos episódios é mais ainda percebida. A qualidade da temporada tem sido excelente, os episódios até aqui foram muito bons, e arrisco dizer que os melhores da série estão nesta temporada. Mas lógica de vez enquanto também é bom né?
Então, showrunners de H5-0, bora acordar e terminar estas histórias aí? É aguardar o episódio de semana que vem… Até lá!
Elementary – A Giant Gun, Filled with Drugs
13/02/2013, 19:12.
Gabriela Pagano
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Uma sucessão de (boas) surpresas. Assim pode ser definido o episódio da semana passada de Elementary, intitulado A Giant Gun, Filled with Drugs. “Uma arma gigante”, nome apropriadíssimo para a história, já que foram os pequenos detalhes, sempre inesperados, como se uma arma estivesse lhes atirando direto da tela, que renderam muitas risadas e até coração acelerado no último capítulo da série.
O episódio começou com um homem batendo à porta de uma menina, que morava sozinha, pedindo para usar o telefone dela, pois o carro da empresa tinha quebrado e ele precisava falar com o chefe. A menina pergunta o número do telefone, pois ela mesma discaria, e o rapaz dá incontáveis desculpas, insistindo para entrar na casa. A garota nega e ele fica alterado, mas vai embora. Quando, de repente, alguém, que estava dentro do apartamento, agarra a jovem e a “apaga” com éter. Tudo parecia muito óbvio, afinal, depois de toda aquela insistência do homem com o carro quebrado, ele só podia ter pulado uma janela aberta e atacado a menina… Surpreeesa! Na cena seguinte, o mesmo rapaz aparece usando um telefone de um cara da rua, na maior boa intenção. Ou seja, a menina foi sequestrada por outra pessoa.
Em seguida, Holmes (Jonny Lee Miller) aparece contando os bastidores da resolução de um caso e a gente acredita que ele está no Departamento de Polícia de Nova Iorque, ajudando a solucionar algum crime. Quando o enquadramento da câmera abre em um plano maior, podemos ver que o detetive está, na verdade, em um sessão de grupo de apoio aos ex-viciados e que todos estão entediados ouvindo sua história. Bem engraçado!
Na cena seguinte, Watson (Lucy Liu) e Holmes estão chegando em casa, quando a moça percebe que mais alguém está no apartamento. Ela, então, se depara com Rhys (participação especial de John Hannah, do filme A Múmia e da série Spartacus), que logo se apresenta como amigo de Holmes. 3 surpresas em 3 minutos.
Nesse meio tempo, Sherlock chega e faz as devidas apresentações e Rhys conta que a filha foi sequestrada e que precisa da ajuda do amigo. Watson interrompe a conversa, educadamente, e solicita: podemos continuar a conversa quando Rhys estiver usando roupa? Então, mais uma vez, a câmera “abre” e revela ao espectador que o personagem estava nu. Rolei de rir. 4 surpresas em 4 minutos de história. É, esse episódio realmente estava prometendo!
Como se não bastasse, na conversa seguinte, Sherlock decide esclarecer uma coisinha para sua companhia de sobriedade, Watson: Rhys não é um amigo… É seu ex-fornecedor de drogas, um ex-traficante. 5 surpresas e olha nem que tínhamos chegado no quinto minuto de episódio ainda. De tirar o fôlego.
Por falar em contagem de minutos, isso tinha tudo a ver com o episódio, já que, dessa vez, Sherlock Holmes tinha tempo cronometrado para resolver o caso: o sequestrador exigia ter 2.2 milhões de dólares depositados em sua conta em 44 horas. “Um luxo”, segundo Holmes, justificando que era o dobro do que ele precisava para desvendar a situação. Apesar da ironia e autoconfiança serem dois dos aspectos mais deliciosos do detetive, dessa vez, no entanto, a intuição dele iria falhar…
Pior inimigo
No episódio anterior de Elementary, exibido depois do Super Bowl, a CBS anunciou que, naquela ocasião, Sherlock Holmes enfrentaria seu pior inimigo. Não concordo. Para mim, Rhys foi, até agora, a pior ameaça que Holmes já teve que lidar, disparado. E não estou falando apenas da presença dele na história, que fazia com que o detetive se lembrasse da vida de drogas em Londres. Acho que Holmes é muito mais forte do qualquer lembrança. Rhys estava decidido a fazer com que Sherlock voltasse a usar drogas e até ofereceu cocaína ao detetive, que ficou furioso e escondeu o pacote com o pó no bolso, já que Watson estava prestes a entrar na sala.
Uma coisa é você lidar com a vontade de usar drogas diariamente, outra é vir alguém e esfregar o pó debaixo do seu nariz! E ainda suplicar: por favor, faça isso pela minha filha! É que Rhys acreditava que Holmes já não era mais o mesmo, não tinha toda a criatividade necessária para resolver um mistério rapidamente, como o “velho” Sherlock que conheceu em Londres. Segundo ele, a cocaína incitava esse lado “artístico” do personagem. O detetive fica um pouco irritado com a insinuação e furioso quando Rhys lhe oferece drogas, saindo de casa e passando a madrugada fora. E o tempo seguia correndo…
Quando retorna ao sobrado, Sherlock diz que eles irão pagar o resgate de 2.2 milhões de dólares exigido pelo sequestrados. Eis que uma nova surpresa é apresentada: ele ligou para o pai e pediu dinheiro emprestado. Nesse momento, fica muito claro que o pai do detetive é realmente muito, muito rico e poderoso, algo que ainda não tínhamos noção da proporção na série. Depois, um Sherlock obscuro, perturbado, como nunca antes mostrado, grita com Rhys e diz que ele tomou essa decisão para tê-lo fora de sua vida. Até hoje, os roteiristas de Elementary não exploraram a fundo o problemas de drogas do Sherlock, tendo nos introduzindo a poucos aspectos, de forma mais superficial. Mas quando o fizerem, com certeza nos depararemos com uma história pesada, que vai ficar nas nossas cabeças por semanas. Justamente por ser mais humans, esse Sherlcok Holmes da CBS tem tudo para ir aos extremos – do bom ao mau – de uma forma totalmente desequilibrada, deixando a clássica frieza descrita nos livros de Conan Doyle para trás. O personagem da versão americana é, definitivamente, intenso.
Mulher de fibra
A Watson, é claro, estava super incomodada com a presença de Rhys na história, com razão. Além dela se preocupar com a recuperação de seu amigo Sherlock, ela ainda está trabalhando de graça como companhia de sobriedade. Todo o esforço e dedicação não pode ser em vão! A personagem, aliás, já provou que é uma “mulher de fibra”, como dizem por aí, diversas vezes. E, nesse episódio, ela não teve medo de ameaçar um ex-traficante e ladrão caso ele atrapalhasse a vida de Holmes. Na casa do Holmes, é a mulher quem manda! 😉
Você vai menstruar em 4, 3, 2…
Lembra aquela cena de Todo Mundo em Pânico em que um dos personagens diz à mocinha “Você vai menstruar em 4, 3, 2…”? Pois é, isso se aplica ao cotidiano de Elementary. Se Watson é uma mulher de fibra, o Sherlock, por sua vez, achou que a amiga estava mais tensa que o normal e estranhou, pois ainda faltavam dez dias para ela entrar em seu ciclo menstrual, então, não podia ser TPM o motivo de tanto estresse. Sim, S. H. sabe O CICLO MENSTRUAL da Watson por dedução. Se toda mulher fica irritada quando o namorado pergunta se ela está de TPM, imagina quando alguém afirma isso com certeza! Quando existe alguém contando, cronometrando o seu ciclo. Meu Deus… Cuidado, Holmes, a Watson é brava!
Investigação no… Twitter!
Enquanto tentava descobrir o paradeiro da filha de Rhys, Sherlock analisou o Twitter da menina, para ver com quem ela andava conversando na Internet. Aí, foi um show de adjetivos difíceis que mostravam o quanto Holmes abominava a mídia social, que ele definiu como “excruciante”. (Segundo o dicionário “adj. Que excrucia; doloroso, pungente, lancinante.”; “‘Excruciar = v.t. Afligir muito; pungir; atormentar; martirizar.”) Enfim, é algo ruim.
Depois, ele ainda concluiu o que era uma #hashtag. “Aparentemente é uma documentação de experiências sociais desconfortáveis”. Por fim, Holmes criticou a forma abreviada com que as mensagens são postadas no Twitter – sim, disse o homem viciado em mensagens abreviadas por SMS, que, certa vez, Watson disse que estava cada vez mais difícil de entender, de tanta abreviação usada. Ok, Holmes. Talvez você possa relatar sua bipolaridade através de uma hashtag nas redes sociais.
Final feliz
No final de tudo, depois que enviaram até o dedo na menina em uma caixa – clichê de qualquer sequestrador -, Rhys, em uma reviravolta do enredo com tiros, vilões inesperados e emboscada para Holmes, ainda saiu como bonzinho, salvou a vida da Watson, que, em troca, salvou a dele com os primeiros socorros, pois ele tinha levado um tiro, e recuperou a filha.
Holmes, que já estava mais calmo em relação ao personagem, voltou para casa e começou a colar Angus, sua estátua estimada e que foi usada durante uma cena de luta entre Rhys, Watson e o sequestrador. Watson, no entanto, o interrompe e avisa sobre a reunião no grupo dos ex-viciados. Holmes vai sem reclamar e tem uma missão em mente: contar a todos como superou a tentação das drogas nos últimas dias, ele quer servir de inspiração. Surpreendentemente fofo!
Ao final, a estátua Angus aparece em cena, mais ou menos colada. Holmes ainda não reconstruiu o lado direito do cérebro – justamente o lado da criatividade.Poético, não?
Aparentemente, o episódio exibido depois do Super Bowl foi um recheio estragado entre os melhores episódios da série – que começou com M., passou por The Red Team e terminou com A Giant Gun, Filled with Drugs.
The Vampire Diaries – Into The Wild
13/02/2013, 09:26.
Mônica Castilho
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Agora que a tatuagem do Jeremy está completa, todos que antes brigavam entre si resolveram se unir para buscar a cura juntos. Elena, Damon, Stefan, Rebekah, Shane, Bonnie e Jeremy então vão até uma ilha que mais parece um cenário de filme de terror ou a ilha de Lost: cheia de mato, armadilhas e até de gente que ninguém sabe quem é. A viagem é guiada pelo professor que revelou nunca ter visto a cura e que só sabe onde ela está por causa de uma aparição da falecida esposa enquanto ele estava aparentemente chapado. Olha que “maravilha”!
Damon, apesar de ter métodos questionáveis, era o único sensato ali. Primeiro por não confiar em Shane, e segundo, por causa de todo o lance da cura. De todos os vampiros que estão nessa tal missão, Damon até então é o único que não quer voltar a ser humano, e disse para a Elena algo que já deveriam ter dito desde a primeira temporada dessa série, quando nem havia boatos sobre a cura e ela era humana: não é possível ela ser humana e querer ficar com um vampiro, já que ela vai morrer e ele não. Pois bem, foi isso o que ele disse mesmo após ela propor que ele volte a ser mortal para que tenham uma vidinha normal juntos.
A viagem em si foi completamente sem sentido. Com exceção de Shane, todos ali não conheciam o local, e mesmo assim discutiram, brigaram e acabaram se separando. A situação só piorou quando Jeremy foi sequestrado, então Bonnie fez um feitiço de localização e foi sozinha pro meio do mato achar o garoto, Stefan e Rebekah foram para outro lado, Damon sumiu após discutir com Elena e ela também se separou do grupo para buscar o irmão. Só não entendo porque não raciocinaram e foram todos seguindo o feitiço da Bonnie.
Por fim é mostrado que o sumiço do Jeremy não foi tão misterioso assim, já que foi Shane quem mandou um bruxo sequestra-lo e de quebra fez a Bonnie de refém quando ela foi procurar pelo garoto. Só restaram Stefan, Rebekah e Elena, que se reencontraram no acampamento, e mesmo Elena tendo seus ressentimentos com os dois e vice-versa, tiveram que se unir para resgatar todo mundo que sumiu e achar o professor traíra.
Mas o tal bruxo contratado de Shane não é o único na tal ilha – que supostamente era para ser deserta – além do grupo. Tem outro dos Cinco lá e, como obviamente essa coisa de andarem sem rumo em um lugar desconhecido ia dar problema, Damon é desacordado pelo tal caçador. Pois bem, agora temos Shane com dois bruxos e um caçador, Elena com Stefan e Rebekah sem saber o que fazer, Damon em perigo e um caçador de vampiros a solta.
Bem, só para não dizer que foram esquecidos no episódio apesar de terem ficado de fora da viagem, Tyler e Caroline foram à casa da Elena para infernizarem o Klaus, algo como: “lero-lero, você está preso!”. Sim, pois é. Se for resumir, é basicamente isso. Só que a Caroline deu bobeira e o Klaus tentou matá-la para depois salvar ela de novo e ter a vida da vampirinha em suas mãos.
Enfim, Mystic Falls ficará sossegada por enquanto, muito ao contrário do que está acontecendo na ilha. Agora é esperar para ver se Shane vai mesmo acordar Silas, e principalmente saber qual será o último sacrifício do professor, já que na ilha não tem nem o número de pessoas suficiente para a matança. E por falar em mortes, é bem suspeita essa história de que ele quer acordar Silas somente para ver a mulher e o filho novamente. Esse professor ainda esconde muita coisa.
P. S. [1]: Fãs Delena podem me condenar, mas parece que o romance entre Elena e Damon não anda muito bem. Isso porque – pelo menos por enquanto – ele deixou bem claro que não pretende voltar a ser humano, e que isso é coisa do Stefan. Pois é, parece que ele não está muito afim de fazer esse sacrifício pela garota. Para completar, quando Stefan mais tarde demonstrou ansiar por ser humano novamente, Elena olhou para ele com uma cara que sugeriu uma ponta de arrependimento.
P. S. [2]: Continuo sem entender o motivo dessa busca famigerada pela cura e todos os vampiros quererem voltar a serem humanos indefesos. Fora que, e se houver uma só cura? Porque pelo jeito que a Elena está falando, ela supõe que haja cura suficiente para a população mundial de vampiros ali dentro de um poço, o que eu duvido.
P. S. [3]: Desde que foi transformado em híbrido, Tyler só ficou sendo escravo do Klaus. Agora que o Original está engaiolado, o lobinho tem coragem de falar poucas e boas. Bonito, hein?!
P. S. [4]: Alguém aí entendeu porque a esposa do Shane o chamava de Atticus? Será que tem algo por trás desse “apelido carinhoso”?
Arrow – Betrayal
13/02/2013, 09:20.
Marco C. Pontes
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A coisa ficou séria.
Um confronto entre Ollie e Moira agora seria inevitável, e a pergunta é quanto tempo a série demoraria para finalmente colocarem os dois juntos para a grande confrontação. Felizmente, demorou só um episódio para que isso acontecesse, terminando Betrayal com um ótimo cliffhanger – um de verdade, daqueles que você não prevê e quer logo que o episódio da próxima semana apareça.
Para isso acontecer, na verdade, tivemos que passar por alguns obstáculos, sendo o maior Ollie não aceitar o fato de que sua mãe pode ser uma das malvadas da cidade. Convenhamos, porém, que quando se trata de família (e principalmente sua mãe), Oliver coloca todos de suspeitos menos aqueles que compartilham o mesmo sangue. Ou seja, claro que para Oliver, Moira é uma santa e agora conseguiu se elevar à posição de Maria mesmo, já que o filho descobriu todas as safadezas que o pai fazia quando era vivo.
Então, é mais do que aceitável que ele crie uma barreira para pensar de forma convincente, mas a partir do momento que Mama Queen queima o caderno sem nenhum aviso, algo está errado. Diggle passou pela mesma situação episódios atrás, quando não aceitava o fato de que seu ex colega de trabalho também podia ser um dos malfeitores da cidade, mas Oliver mostrou para ele a realidade.
Também é aceitável Oliver ficar irritado com Diggle por tentar solucionar o caso mesmo quando ele disse para não fazer, mas temos que nos lembrar que Diggle é o parceiro de Oliver, não seu ajudante. Mesmo que o Arqueiro tenha sido traído por alguém próximo, o fato dele acreditar em Diggle e deixar de lado a imagem que ele tem da mãe já significa bastante. Significa que ele confia bastante no parceiro, mesmo que demore um pouco para que essa confiança aconteça.
Esse deve ter sido o primeiro episódio em que Laurel esteve bastante em evidência, e se fosse um episódio em que ela estivesse com seu compasso moral em uso o tempo todo, seria um episódio chato, mas como lidamos com uma Laurel completamente presa, chorando, sofrendo, foi um dia bom para os seriadores.
Até porque, tudo aquilo aconteceu por causa do pai dela, que passou esse tempo inteiro usando a filha como isca. Simplesmente quebra de código fazer a filha passar por tudo aquilo e ainda achar que ela iria perdoar essa grande mancada.
Crixus (de Spartacus) fez sua primeira aparição como, choque: DEATHSTROKE. Descobrimos que ele apareceu na ilha com o propósito de salvar todos, mas não foi bem isso que vimos com o outro Deathstroke. Mesmo que não tenha aparecido tanto, vê-lo dando umas boas pancadas em Ollie já valeu o episódio inteiro.
O vilão da semana com certeza foi o melhor até agora. O único problema é que ele foi embora muito rápido. Essa guerra que ele quer ter com o Arqueiro enquanto tenta dominar os negócios ilegais da cidade tem potencial para durar semanas e mais semanas, mas tudo isso foi totalmente deixado de lado para lidarem com a grande revelação sobre Moira.
O bom dessa revelação é que a série finalmente está saindo daquela natureza meio procedural que se encontrava no final do ano passado. Arrow está finalmente entrando em um arco bem mais profundo, que terá grandes consequências para os personagens.
The Following – The Poet’s Fire
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“Crítico generoso apaga o fogo do poeta e ensina ao mundo razões para se admirar”. Edgar Allan Poe
Depois de Joe Carroll você nunca mais vai olhar o seu professor de literatura da mesma maneira. Quem não tem um professor de literatura vai querer ter um e quem ainda não começou a assistir The Following precisa se matricular o quanto antes nessa disciplina e seguir as aulas de uma das melhores histórias dessa temporada.
Como um bom professor, Carroll nos ensinou em The Poet’s Fire que precisamos criar algo único e que seja só nosso. Segundo ele, isso acaba se transferindo para a nossa escrita, ou no caso dos seus seguidores, na maneira de matar alguém. Enquanto Joe encantava seus alunos com essas afirmações e despertava neles a vontade de encontrar sua própria voz, ele também entrava na mente do agente do FBI que investigava seus assassinatos.
As imagens de flashback estão sendo muito bem trabalhadas em The Following e no último episódio elas mostraram um pouco mais sobre a influência que Joe conseguiu exercer, e ainda exerce, em Ryan. Carroll sabe diagnosticar e cutucar as fraquezas das pessoas e na sequência se oferece como uma alternativa. Quando conversou com Ryan, ainda como professor, Joe falou como deveria ser solitário um agente do FBI e em seguida se ofereceu como uma ótima companhia.
Outro plot que foi melhor explicado em The Poet’s Fire foi o triângulo amoroso Jacob/Emma/Paul. As cenas de ciúme e ódio no momento atual foram mescladas com passagens anteriores que explicaram como os dois discípulos de Joe acabaram se passando por um casal gay e como esse fingimento acabou se tornando realidade com o passar do tempo.
Enquanto o trio amoroso entra em crise, Rick Kester se engajou na produção de seu capítulo do livro, um capítulo que trata de vingança. Nós espectadores, como bons alunos, aprendemos mais uma lição de Carroll: “toda boa história precisa de uma vingança”. Joe responsabiliza três pessoas pela queda na sua carreira: um coordenador da universidade, um crítico e Ryan. A partir dessa lista, o aprendiz de serial killer, como se completasse uma tarefa escolar, assassina os dois primeiros e deixa um recado para Ryan “foi tudo para você”.
Tudo é sobre Ryan. Toda a nova história de Carroll tem apenas uma finalidade: afetar Ryan. Mesmo quando Debra entrevista Joe, é Ryan o centro das atenções do serial killer. Tudo o que ele quer é afetar o herói da história e a má notícia é que Joe está conseguindo. Matar Ryan pode ser o final que Carroll espera para o seu segundo livro, mas toda a trama que envolve essa história vai girar em torno de destruir o herói antes mesmo de matá-lo. As cenas do flashback mostram como Joe já manipulava a mente de Ryan antes mesmo de ter seu segredo revelado. Carroll quer fazer Ryan sentir culpa por todas as pessoas que estão sendo mortas. E não é pouca coisa, sangue é o que não anda faltando em The Following.
A primeira vítima desse capítulo foi o “homem tocha”, que também foi inspirado na obra de Edgar Allan Poe. Rick teve sucesso, porém o aluno de Carroll foi muito descuidado e não foi difícil o FBI descobrir sua identidade e seu endereço. Mais uma vez The Following mostrou que nenhum personagem é confiável e a esposa de Rick bancou uma ótima atriz, enganou todo mundo e acabou matando um dos agentes. No entanto, Maggie deu dicas de que alguma coisa estava errada. Se ela tivesse medo do ex-marido e separada dele por seis meses porque não trocou as fechaduras da casa? O bom trabalho de Maggie rendeu mais uma morte para a lista de culpa de Ryan.
A série está conseguindo cumprir com sua promessa. Qualquer pessoa pode morrer (menos Joe e Ryan) e qualquer um pode ser um discípulo de Carroll. Nesse capítulo passei a desconfiar do agente Mike Weston, que é fã assumido de Ryan e chega até ser chato em alguns momentos. Debra também está na lista de desconfianças, mas acredito que ela não seja uma seguidora de Carroll, mas um personagem que ainda tem muita história para contar em The Following.
O trabalho de Joe também mostra que as mulheres são as que controlam o grupo de seguidores. Maggie, além de assassina, mostrou que sabe mexer com a cabeça das pessoas e Emma segue no controle de tudo, principalmente de Jacob. O vídeo realizado com Joey e enviado para Claire foi arrepiante. O filho de Carroll está sendo iniciado na seita de serial killers.
The Following vem balançando a favor de Carroll nos primeiros capítulos, mas acredito que para a história se manter interessante Ryan deve ganhar alguma briga com Joe logo em seguida. Apesar de ser apaixonante, espero que o serial killer encontre um empecilho maior do que o planejado em seu caminho. Isso mantém o público ansioso pela reação de Carroll em frente a uma adversidade. Ryan é um herói mal tratado, sua cena de impacto nesse último episódio foi o enfrentamento com Rick, e seu machucado coração aguentou firme. Por outro lado, nós precisamos mais Ryan. Joe precisa mais.
PS: Achei menos impactante a trilha sonora nesse episódio, estava ficando acostumada com o alto nível implantado por The Following nesse quesito. Preciso mais.
Hart of Dixie – Take Me Home, Country Roads
11/02/2013, 20:50.
Marco C. Pontes
Reviews
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Amigas, amigas, amores à parte.
Cedo ou tarde o romance TÓRRIDO entre Annabeth e Lavon viraria conhecimento público. Só não achava que aconteceria tão rápido, é claro. E deixando todas as concepções de lado, não tinha como saber como Lemon iria reagir depois de tal notícia, principalmente por causa do jeito que ela estava se comportando no episódio, em geral.
Até porque ela estava em uma onda ‘sou boazinha’ durante todo o episódio, tentando satisfazer os desejos do pai e continuar com a imagem que ele agora tem dela. A festa de aniversário do velho com certeza seria desafiar para Lemon, por precisar lidar com Magnolia e Shelby. Convenhamos que Shelby estava tentando demais cair nas boas graças com as meninas, mas Lemon está Lemon 2.0 e não quer acabar com a moça. Pena que o memorando não chegou para Magnolia, que acabou pegando o lugar de bitch do mal de Lemon sem nem avisar.
Felizmente, tudo ficou bem, mas não seria interessante se tivesse dado errado? Claramente Brick pensaria que a primeira culpada naquilo tudo seria Lemon, e juntando esse pré-conceito com a descoberta do romance de Lavon e Annabeth, Lemon ficaria LOUCA e provavelmente sairia pisando na cara de todos, como tanto foi prometido na primeira temporada.
A verdade é que Annabeth realmente sabia como a amiga se sentia, e mesmo que Lemon tenha perdido o jeito e não consegue mais stalkear o boy magia direito, Annabeth não tinha nada para se meter com o prefeito. Convenhamos, porém, que uma vez que você sabe o que quer, você realmente QUER aquilo e todo o problema foi o tempo sozinha que Annabeth passou com Lavon, claramente falando sobre suas ideias de melhoria na cidade.
Por outro lado, vimos um novo boy magia que realmente pode fazer algum estrago. Logo de cara, estão deixando claro que se algo ruim for acontecer entre Zoe e Wadelicious, seria por causa do boy magia Breeland, que provou de uma vez por todas que os Breelands realmente só são estranhos em Bluebell. A ideia é que os dois fiquem ‘amigos’ pelo fato de serem tão compatíveis, ou melhor, ‘instruídos’. Algo que, pessoalmente, não devia ser tocado, como foi o que aconteceu na briga de Wade e Zoe. Já entendemos que os dois não são compatíveis mentalmente e isso já ficou claro até demais porque os roteiristas só conseguem arrumar isso como desculpa.
George está tão perdido na série que até arrumaram uma cachorra para ficar perdida também. Por mais que seja divertido vê-lo com outra mulher (BEM LONGE DE ZOE), a necessidade de arrumaram plots cabeludos não dá muito certo. Só serviu para que George finalmente arrumasse uma desculpa para aparecer sem camisa e devo dizer, era melhor ter deixado do jeito que estava.
Modern Family – A Slight at the Opera
11/02/2013, 00:41.
Maísa França
Reviews
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O episódio dessa semana da série não foi um dos melhores, mas teve detalhes e situações que só Modern Family pode nos proporcionar. Alguns plots ficaram meio jogados e não foram finalizados do jeito que eu esperava. Sem mais delongas, vamos ao que realmente teve nesse episódio.
Prova que o musical O Fantasma da Ópera nunca sai de moda e é para todas as idades é a versão de Cam para o sucesso. Acreditava que Manny seria o Fantasma da versão escolar do musical mas aí veio a surpresa – aposto que não só para mim – com nome e sobrenome: Luke Dunphy. Em momento algum eu imaginei que o garoto tivesse tal voz a ponto de cantar, e cantar bonito, em uma apresenação escolar – ou mesmo em outro lugar. Ponto alto do episódio.
Fora essa grande surpresa, tivemos os plots secundários (por assim dizer porque foram menos importantes, na minha opinião) envonvendo os personagens restantes da série.
Phil conseguiu uma tarde inteirinha com Jay. Definiria essa situação como ‘A Tarde dos Sonhos’. De Phil. O sogro se aventurou ao ir ensinar o genro a jogar golfe para que ele pudesse jogar com um cliente. O que Jay não imaginava era que Mitchel iria aparecer e desafiá-lo no jogo. A grande lição da tarde não foi aprender a jogar bem e sim a como ser um bom pai e estar presente e a trilha sonora da vez foi embalada com a música Cat’s in the cradle. A música foi responsável pela ida de Phil ao musical no qual o filho fazia somente o cenário e se deparou com ele no papel principal. Imagine a sensação de culpa caso ele não tivesse ido…
Alex foi com Gloria atrás de alguns ajustes para a peça e acabou em uma vidente junto com a “avó”. A menina, que não acredita nesse tipo de coisa, pregou algumas peças na mulher e acabou surpreendida ao encontrar seu amor em um cavalo durante o musical da escola. Tudo bem que o amor não vinha em um cavalo, mas achou o menino de tinha um cavalo desenhado no moletom. Tá valendo, né?
Claire queria dar uma lição em Phil para que ele parasse de deixar as coisas jogadas na casa mas foi em vão porque ela fez-que-fez e acabou não fazendo nada. Enquanto ela planejava seu acidente para o marido se sentir culpado (quem nunca, né?) Haley e Dylan encenavam uma família já com filhos: Fulgencio e Lily foram as cobaias da vez e fez com que o casal pensasse que ser uma família era fácil, até eles discutirem sobre sorvete. Maturidade mandou lembranças.
E pra finalizar a review desse episódio, a música Cat’s in the Cradle:
Chicago Fire – A Little Taste
10/02/2013, 22:37.
Maísa França
Reviews
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Algumas semanas se passaram e muitas das consequências que comentei na review do episódio passado aconteceram. Mas o melhor do episódio foram algumas situações inesperadas e segredos revelados então vamos pra tudo o que aconteceu em A Little Taste.
Sevelindo está de volta muito melhor do que antes, com direito a shirtless, e nem parece que fez uma cirurgia. Sinceramente, esperava que acontecesse alguma coisinha e ele ficasse afastado do batalhão. Imagine como ele ficaria sem poder trabalhar? Seria um plot interessante para explorar. Mas como eu sou apenas uma expectadora, nada disso aconteceu e o bombeiro está feliz novamente e de volta ao trabalho. Nem tão feliz assim por conta de Eric Whaley, seu ex-cunhadinho que está em alguns turnos no batalhão. Eric não vai muito com a cara de Severide porque este terminou o relacionamento com Renee (a irmã de Eric) dois dias antes do casamento e a mulher foi curar a dor do amor na boate azul, encheu a cara, bateu o carro e ficou em coma. Tudo culpa de Severide, certo? Errado! Severide terminou com a moça porque ela o tinha traído. Sevelindo, como todo mundo um dia na vida, já teve galhos!
Deu a louca no Cruz e agora o bombeiro quer sair salvando todo mundo do jeito que der, sem máscara, desobedecendo ordens. Um verdadeiro rebelde. Mouch está preocupado com o colega mas ao falar com Casey sobre, acabou levando um leve sermão. Se continuar assim, prevejo problemas para Cruz.
Herrmann como sempre está no (sub)mundo dos negócios e dessa vez levou Otis e Dawson com ele. O mais engraçado é que ele fez negócio com uma vítima do incêndio que ocorreu no próprio bar que eles compraram. É claro que esse negócio não vai dar certo porque estamos falando de Herrmann. Só espero que não aconteça algo muito sério a ponto de prejudicar de vez o bombeiro – e seus colegas.
Mamãe Casey chegou chegando na condicional e já tá querendo botar as asinhas de fora. Dispensou o namorado antigo e já está de amorzinho novo (me ensina essa receita, mulher!) e quem não está gostando nada disso é Casey. Nancy está sob sua responsabilidade e algo me diz que o bombeiro vai se arrepender de ter deposto a favor de sua mãe no tribunal. E não vai demorar… Além disso, o bombeiro descobriu que tem outra pessoa na vida de Dawson e não pareceu muito feliz com isso. O ato falho da paramédica mostrou pra gente que ela ainda está totalmente divida mesmo estando “certa” de que está feliz com Mills. Dawson em cima do muro, até quando?
Shay virou mamãe! Ou quase isso… O bebê de Clarice nasceu e com a felicidade do nascimento veio um boom para o casal mais fofo da série: Daniel, o marido com dor de cotovelos, resolveu simplesmente processar Shay e Clarice e pedir a guarda do bebê. Ei juiz, vai analisar essa proposta e negar né? O bebê não merece um pai daqueles.
O ponto alto do episódio foi Antonio Dawson. O policial voltou a aparecer na série e dessa vez foi para investigar o uso de drogas adulteradas que estava matando muita gente e foi quem roubou a cena logo no finalzinho do episódio. O policial foi baleado na frente do hospital e Dawson presenciou a cena. Aí eu fiquei me perguntando, porque ela ficou gritando por socorro se eles estavam na frente do hospital e ela poderia muito bem ter ligado pra lá e pedir socorro ou porque ela não carregou o irmão baleado por alguns metros até o hospital? Momento nonsense do episódio…
Bones – The Doll in the Derby
09/02/2013, 20:28.
Maria Clara Lima
Reviews
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Há séries com elenco grande e há séries com um bom elenco de apoio. Há uma grande diferença nisso. Por exemplo, Grey’s Anatomy tem um elenco bem grande, assim como How I Met Your Mother ou Parenthood. É o tipo de série que se você some com algum personagem, o dano é imediato. É o tipo de série também que há várias histórias paralelas acontecendo, e mesmo que haja um ou dois personagens principais, é quase impossível dizer que há um personagem preferido.
Mas há aquele outro tipo de série na qual fica bem distinta quem são os principais e quem são os coadjuvantes. Não que o elenco de apoio seja dispensável, mas fica claro que ele não é assim a base de tudo. Posso pensar em Homeland sem Jess ou Saul, até assistiria Girls sem os meninos, mas não consigo imaginar Bones sem a Angie, Jack, Cam e até o Sweets. Aí que está a diferença entre uma série com elenco grande e com um bom elenco de apoio. Não é preciso sempre termos um desses personagens em destaque, mas se eles não estiverem lá, farão sim muita diferença.
Bones não é uma série de elenco grande, é um série que tem um ótimo elenco de apoio. Assistir um episódio onde B&B não é a questão principal, ainda me incomoda um pouco, mas não o bastante para não assistir.
Mesmo assim, sinto que as histórias desses personagens são extremamente mal aproveitadas e pouco desenvolvidas. Me sinto mal com isso, porque o potencial é enorme. Foi com um pesar grande no coração que assisti The Dolls in the Derby, era como se eu estivesse sendo subestimada, desperdiçando meu tempo em algo que poderia ser bem melhor.
Espero que tenha sido um pequeno tropeço na posta de patinação. Espero que o espetáculo continue bonito, como tem disso neste oitavo ano.
Altos
Os pontos altos desse episódios foram….
….
Ok. A cumplicidade entre Bones e Booth foi algo notável. Mesmo que tenha sido um pouco exagerado, só da Brennan “defender” o desejo do parceiro em ter uma coisa só entre eles me lembrou aquele infame episódio da quinta temporada. “O que acontece entre nós, deve ficar entre nós” – e todo o fandom, né Hart? Mas já entendemos, há muitas coisas, como a festinha de 1 ano da bebê Chris, que não nos pertence.
Mas a cumplicidade dos personagem sim, e por isso, todo o fã de Bones é orgulhoso desse elenco de apoio. Angie sabia exatamente que Brennan estava escondendo algo, e a Cam ficou extremamente sensibilizada com o Booth, o que levou a cena final, que só foi “assistível” por causa das duas. Sinto falta de cenas assim na série.
Também curti a retomada da discussão Wendel/Angie/Hodgins. É sempre bom referências ao passado, e o triângulo, como muitas coisas na série que não são bem resolvidas, nunca são pautas nos episódios. Gostei!
Já o resto….
Baixos
Mais uma vez o caso não teve destaque algum no episódio. Já é sábado, e não me lembro dos detalhes. Parece que foi uma mulher que morreu porque era boa demais no patins. Aí tinha outra com inve… zzzzzz….
Sei que há dados da polícia que dizem que a maioria dos assassinatos do mundo são por causas banais. Mas não é porque a causa é banal que o episódio tem que ser escrito com tão pouca empolgação. Deve ser bem mais fácil enfiar um Pellant no meio da história e fazer algo genial, reconheço isso, mas se a maioria dos casos serão banais, que ao menos sejam bons na investigação.
Pobre da Angela e dessa patifaria de história. Pobre Michaela que tem que sujeitar a isso. Pobre eu que tive que ver um beijo do Booth e da Angela em um episódio que a Brennan nem tocou no Booth.
Não era a primeira vez da Angie na rua, investigando, mas era a sua primeira vez fazendo isso sozinha. Deveria ter sido um pouco melhor, e talvez, a sua insatisfação com a vida no “lab” deveria ter sido levada em conta na história. Mas como a continuidade não é o forte desses procedurais, nem posso exisgir muito.
Outro ponto baixo desse episódio foi o tal mistério do Booth. Quase morri com isso. Santo Booth agora é tão caridoso, tão casto e puro que deveria ter uma série só para ele. Há uma escala de importância para mim em Bones, e em primeiro lugar estar a Brennan. Sou dessas que é apaixonadinha pelo Boreanaz, mas não, a série não é sobre seu personagem e essa idolatrização sobre o Cavaleiro de Armadura Branca está começando a me irritar. Quem sabe no final das contas Brennan se redime dessa coisa horrível que ela é e vira igual ao parceiro? É só o que me falta acontecer. Há muito evolução para a Brennan mas o Booth não sai do lugar.
A cena final foi um desperdício.
The Doll in the Derby
E o episódio foi isso. Apenas mais um entre os tantos dessa temporada. Sem nada muito alarmante ou cena tocante. Nem a cena final salvou a série desse desastre. Mas enfim, sigamos, que as estacas são altas, a maré é brava e esse amor é nosso. Sim, estou citando Taylor Swift.
Até segunda, se vocês estiverem vivos!
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