TeleSéries
Parks and Recreation – Ann’s Decision e Emergency Response
18/02/2013, 19:14.
Marco C. Pontes
Reviews
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Sem dúvidas, de volta ao topo.
Se o começo da temporada de Parks tinha dado alguma dúvida para seus fãs, não temam mais. Parks realmente começou 2013 com uma leva de ótimos episódios, trazendo toda aquela beleza de volta, com ótimos diálogos, cenas e desenvolvimento de personagem. Sem perder de vista o que realmente importa, claro: nos encantar mais ainda.
Com a campanha da temporada passada colocando Leslie na vanguarda de quase todos os episódios, houve uma mudança notável na quinta temporada para se concentrar no crescimento de outros personagens, sendo Ron encontrando um amor de verdade, ou Chris, tentando encontrar alguma felicidade real em sua vida. O 5×12 coloca as duas personagens que mais se divergem: Ann e April, nos entregando um episódio fantástico de duas mulheres tentando encontrar sua própria identidade no mundo.
Essa busca se manifesta de formas muito diferentes: as tentativas iniciais de April em abraçar as atitudes de Leslie sobre o governo claramente não estavam em seu favor, e a repentina decisão de Ann para encontrar um doador de esperma para acabar com sua personalidade de camaleão. Ter um bebê daria um propósito maior, um senso de definição e identificação e no caso de April, abraçar as atitudes de Leslie é uma maneira de encontrar uma maneira de se apegar ao trabalho que ela finalmente está se deliciando, canalizando sua própria voz e paixão.
Foi bom ver Ann finalmente tendo algum destaque, e os caras que apareceram como prováveis doadores com certeza também fizeram uma boa (ou má) impressão. Não sou, porém, o maior fã do plot de Ann. A ideia de ser mãe solteira sendo que ainda é extremamente viável que Channing Tatum seja seu marido pode acabar tendo resultados completamente diferentes.
Porém, a série já provou que consegue administrar bem enredos extremamente loucos e improváveis, então não há dúvidas de que eles devam conseguir lidar com esse plot da maneira correta.
Deixe para Parks and Recreation fazer piadas sobre um leilão e gripe aviária em um só episódio. É provavelmente uma das únicas comédias que consegue tal feito. E o episódio 13 não só fez comédia, como também foi a vitrine perfeita para Leslie Knope. Sim, ela mostra sua natureza de esperença e otimismo, como sempre, mas ela também sacrifica seu registro de casamento para organizar um evento de angariação de fundos para Pawnee Commons. Mas o fato dela não poder ajudar a configurar o evento por causa de um teste de treinamento de emergência para a cidade (um teste que ela normalmente anteciparia e conseguiria superar com desenvoltura) oferece um desafio interessante para Leslie: Será que ela sacrificaria a reputação de sua cidade para o bem de seu parque?
No começo parecia que ela iria perder o próprio evento por causa do teste de preparação para a sua cidade, o que teria sido um final compreensível, mas completamente previsível. É por isso que é muito mais divertido quando Leslie decide que não pode deixar Jamm ganhar, já que ele marcou o teste no mesmo dia que sua gala, e acaba com o teste. Toda a sequência de MORTE da cidade foi ótima, mas nada foi tão excitante do que vê-la anunciar que Jamm também foi morto pela gripe aviária. Claro que queríamos que ele tivesse morrido na vida real, para que Leslie finalmente conseguisse o que queria, mas como é uma comédia e não um drama, não iria acontecer (ainda).
Vídeos instrutivos de Leslie que ela fez antes do teste deram o tom de criatividade do episódio, criando noticiários falsos sobre desastres atingindo a cidade e dar nomes aos seus personagens como, por exemplo, Jessica Wrabbrit. Esses detalhes fazem toda a diferença e mostra a versatilidade da sempre ótima Amy Poehler, a sempre injustiçada nas premiações.
Infelizmente, a história de Andy não termina tão como a de Leslie. Como Andy é um cara legal, é claro que ele emprestaria a arma para um garot do colegial, afinal ele não teria outra oportunidade. Não é muito surpreendente que Andy não tenha passado na prova de personalidade da polícia. Felizmente ainda há esperança para o personagem, já que aparentemente ele é um gênio da escrita. É bom ver que os roteiristas ainda tem vontade de dar mais espaço para o personagem crescer, não o mantendo na mesma situação o tempo todo.
Apesar dos acontecimentos da semana passada, Ann voltou a se tornar uma personagem descartável. Só teve um bom momento no episódio inteiro: quando ela rouba uma das batatas fritas do restaurante inimigo. Não há mesmo outra coisa para Ann fazer, produção?
Agora, vamos combinar, né? Ron Swanson precisa de um talk show, pra ontem. Simplesmente inapagável os momentos em que ele dá as melhores dicas para os ouvintes, enquanto Joan morria pelo estúdio, em várias posições. Um dos melhores momentos da série inteira.
Bones – The Shot in the Dark
18/02/2013, 11:36.
Maria Clara Lima
Reviews
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Às vezes, quando algo muito importante acontece, perdemos a fala. A emoção nos previne de comentários, e quando eles saem, são sempre atrapalhados.
Essa semana algo importante aconteceu em Bones, e quando é assim, fica difícil articular meus pensamentos. Não que o episódio tenha sido o melhor de todos os tempos, não foi nem o melhor da temporada, mas é que a profundidade do tema mexeu muito comigo.
Sei bem que essa review não é um divã, e não enrolarei contando sobre meus devaneios, mas é que não consigo deixar de pensar quando tudo isso acabar. Quando fecharem as portas da produção, e segundas-feiras voltarem a ser chatas e cinzentas. O porquê disso? Eu não sei. Mas não consigo fechar os olhos e não pensar que um dia tudo chega ao fim, e que não sabemos ao certo quando será.
The Shot in the Dark foi realmente um tiro no escuro. Foi escrito por um comediante, dirigido por um não-sei-quem, teve muitas falhas de continuidade, roteiro, e… não, não aumentarei a lista de falhas simplesmente porque Emily e Boreanaz fizeram o que mais sabem fazer: salvaram o dia.E talvez por isso, por medo e vontade de nunca largar a série que eu não consegui falar o que penso sobre mais esse episódios de Bones. Mas tentarei agora, desculpem-se o atraso.
Altos
O que se pode dizer é que se tem algo de muito bom em Bones é a Bones. O ponto alto desse episódio é ver como a Emily conhece sua personagem, as dificuldades que a Temperance tem, anseios e mudanças pelas quais tem passado. Só assim, e com muita sensibilidade, ela consegue vender qualquer coisa que derem para ela.
Até reconhecer que há “mistério na vida”, e que nem tudo exige uma explicação científica. Há coisas que não são possíveis de serem explicadas. É o caso do amor, do ato de fazer amor, de acreditar, sentir, reconhecer virtudes e defeitos. Quem acompanha Bones (direitinho e sem patifaria), sabe que esses são temas que a Brennan tem “aprendido”.
“Eu acho que eu mudei”
A jornada de auto-conhecimento começou lá no início da série, quando ela começa a reconhecer o companheirismo, a amizade, começa também a entender o amor. O amor puro, aquele que faz desafiar a lei da física. Tudo isso, ela aprendeu com o Booth. The Shot in the Dark deixa bem claro o papel essencial que ele tem na vida dela.
“Por alguma razão, é você quem continua a me trazer para a vida”
Quando o episódio começou, com a discussão sobre uma viagem em família às montanhas da Virgínia, a típica Brennan discorda. Assim como ela achou um absurdo comprar uma casa nova quando os dois resolveram morar juntos. Tudo isso magoa o Booth. Porque, ao ser racional, a cientista acaba desconsiderando os anseios dos outros.
Não há nada de racional em convivência. Se eu pudesse escolher, ao menos, viveria numa montanha cercada por ovelhas. Mas o ser humano, apesar da autossuficiência, não foi feito para viver só. Antropologicamente falando, sobreviver tornou a companhia uma experiência necessária.
Mas não é por necessidade que B&B estão juntos. Pode até ser aparentemente, mas como a Brennan fez questão de ressaltar ao final da sétima temporada, o amor entre os dois é mais forte do que qualquer necessidade. A sobrevivência dos dois depende do amor que um sente pelo outro, e por causa desse amor, mostrado em formas sutis como um beijo na testa, um aperto de mão, por causa dele, esse episódio valeu a pena.
Antes de passar para as críticas, deixo registrado que a Emily poderia gargalhar em todos os episódios de Bones. O que foi aquela cena final? Me derreti de tanta doçura.
Outra coisa, se a bebê Chris continuar sendo tão bem dirigida e editada, eu gostaria de solicitar para a Fox uma série só dela. Oh wait! Isso já existe!
Baixos
Ah! Se você é um fã louco e cego é melhor não ler o que vou falar, pelo bem da nossa relação. (Sim, eu considero que tenho uma com as pessoas que leem as minhas loucuras). Mas demos a César o que é de César, e The Shot in the Dark não foi nem 5% do que poderia ter sido. Um tiro. Na Brennan. Um tiro na Brennan!! Um tiro na Brennan que foi transformado em um episódio de motivação patiférica (que vem da ação de fazer patifarias) e uma resolução mais patiférica ainda.
Um tiro na Brennan deveria ser o evento do ano. Vejam só quantas possibilidades jogadas fora em um episódio que o começo, meio e o fim aconteceu quase que simultaneamente. Isso não é nem uma evolução na narrativa, foi um atropelo sem tamanho.
A EQM (Experiência de Quase-Morte) permitiu que ela confrontasse a maior pendência em sua vida: a morte da mãe. Mas as conversas entre as duas me incomodaram um pouco. Certo que foi bacana vê-la demonstrar seu amor e apresso por Booth e Chris, mas saber que toda a racionalidade da Brennan veio por causa de um garoto, isso foi um soco no estômago para mim. Sempre achei que fazia parte da personalidade dela ser assim, até por que, ao longo dos anos, várias referências a mini-Brennan sendo geniosinho teimoso que roubava ferramentas do Russ, era algo que aconteceu bem antes da adolescência.
Outra coisa, durante a série, sempre pensamos que o compartamento de extrema racionalidade da Brennan era devido também ao seu medo de se apegar as emoções e não poder lidar com a solidão por causa do abandono da mãe: friso, da mãe! E do Max, também.
Aliás, o Max foi muito mal aproveitado no episódio. Era quase como se ele não precisasse estar ali.
Além de tudo isso, pequenos erros no roteiro, como a Angie dando a notícia que a Bren acabou de acordar e a Cam já sabendo de toda a conversa que a antropóloga teve com o Booth minutos antes me deu a ideia do descuido do roteiro, que foi escrito pelo ator de comédia Dave Thomas, da série Arrested Development.
Casais
Posso dizer que o Sweets encontrou uma bela substituta para a Daisy? Posso dizer que eu quase me joguei da janela ao descobrir que os dois já consumaram a relação? O que é isso, minha gente? Hart, você precisa levar alguns séculos antes de fazer um casal ter a primeira noite. É o combinado, ok?
O caso
Da próxima vez que forem matar a Brennan, por favor, façam isso em grande estilo. Só porque um patife que encobrir um roubo. Ah, que raiva! E nisso ainda matou Mika II.
Todo mundo que ler review de Bones no TeleSéries sabe do descontentamento que tenho em relação aos casos da série. Acho que não é nem falta de criatividade, é de esforço mesmo. De qualquer modo, tenho que admitir que a ideia da bala de gelo foi bacana, apesar de eu ter pensado nisso apenas segundos depois da Cam falar que não havia ferimento de saída do projétil.
Menos assim, obrigada assassino 157, você deu a B&B uma razão para amar a vida.
The Shot in the Dark
Foi uma promessa não cumprida. Não houve o tal questionamento sobre casamento, ou algo mais profundo. Foi apenas o episódio que a Brennan quase morreu, mas ela viveu depois, e com disposição para fazer piadinhas no final do episódio. Ah, Brennan troll.
Esse episódio também deu a Angie e a Brennan um breve momento de interação, e por isso, só por isso, cheers!
Mas hoje é Bones Day, e nos vemos em breve!
The Following – Mad Love
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É difícil lidar com o charme de Joe Carroll e se Ryan Hardy está tentando ganhar a briga é fazendo com que o público sinta pena dele. A vida de Ryan até agora foi tão miserável que encarar a morte nos olhos de Joe não parece mais ser um problema tão atormentador para quem perdeu a mãe para a leucemia, o pai assassinado e um irmão mais velho no atentado de 11 de setembro. Mesmo assim Ryan tem recuperado um pouco do herói que Carroll quer ver como protagonista do seu livro. Novamente caímos no encantamento de Joe e na felicidade dele ao descobrir que Ryan matou Rick e assim está recuperando seu “charme”.
Além da vida miserável de Ryan, Mad Love nos mostrou outras vidas não menos que miseráveis. São as três “aberrações instáveis” da vida de Carroll. Jacob, Emma e Paul são mais afetados psicologicamente do que qualquer um poderia imaginar nos primeiros capítulos. No entanto, é exatamente isso que os torna personagens tão singulares e tão caprichados no elenco de Carroll.
A revelação do segredo de Jacob não assusta tanto, mas apresenta mais um tópico no plot do triângulo amoroso que já está virando um ménage à trois, segure-se quem puder. Coitado do Joey vivendo com aquelas três aberrações, mas já mostrando que não é nenhuma criança boba. Podemos esperar bons movimentos do pequeno Carroll.
Mas nenhuma dessas três aberrações ainda tem a frieza de Maggie, ou Margaret Schuller, como soletrou aplicadamente Carroll. Como mencionei na review passada, Joe tem grande apreço pelas mulheres entre seus seguidores. Além de Emma ser a líder do grupo, Maggie se mostrou uma ótima atriz e manipuladora de primeira, com um jeito muito parecido com a forma de Carroll de lidar com seus “amigos”.
Além de inteligente, Maggie não segue tão a risca os mandamentos de Carroll, ela age de acordo com sua vontade, mas é guiada pela forma como Joe gostaria que as coisas se desenvolvessem. Para Carroll, Maggie foi uma ótima personagem dentro do contexto da história do seu livro. Joe descreve Maggie como incrivelmente engenhosa, impressionante e persistente e ainda entrega que ela foi responsável por uma matança no Arkansas que nunca teve os casos solucionados.
Todo esse contexto deixa mais assustador o que acontece na sequência. O sequestro da irmã de Ryan por Maggie trouxe à tona toda a vida familiar do ex-agente do FBI e toda a morte e a tristeza que envolvem seu passado. A carga negativa é tão forte que Ryan não acredita que pode fazer alguém feliz e esse é um dos motivos que o afasta de Claire. Para contar a triste saga da família Hardy, novamente os flashbacks que contam o passado e mesclam as cenas com os acontecimentos atuais brilharam em The Following. Tudo muito bem sincronizado, tanto para facilitar o entendimento da história quanto para manter o ritmo do suspense.
Quem ganhou uns pontinhos em Mad Love e cresceu como personagem foi Mike. Além de ter salvo a noite, ele vem se mostrando um tanto rebelde em relação as regras do FBI e isso o torna um personagem mais interessante. As diversas tentativas dele de se aproximar de Ryan também chegam a ser engraçadas em alguns momentos, os dois têm um bom potencial de serem realmente parceiros em The Following. Será que Carroll vai querer que seu personagem principal tenha um parceiro na história do seu livro? Já é engraçado ver Ryan se impressionando com a lealdade gratuita que Mike tem por ele. Quem diria que Ryan Hardy teria seu próprio seguidor.
A trilha sonora não tinha aparecido tanto no último episódio, mas voltou com força em Mad Love na cena da tentativa de fuga de Megan. A tensão só foi maior com Maggie e seus ímãs que quase interromperam o marcapasso e a vida de Ryan. Na cena final a trilha sonora fechou bem o episódio, um dos melhores da temporada até agora. A cena de Claire tentando convencer Ryan a ficar e comer alguma coisa mesclada com recortes de Ryan conversando com Jenny sobre o porquê de ter dado um tempo com seu relacionamento com Claire foi uma das melhores montagens que a série apresentou até aqui. A edição e os efeitos sonoros para enfatizar a troca do presente com o passado fecharam com chave de ouro o quarto episódio de The Following.
Person of Interest – One Percent e Booked Solid
18/02/2013, 10:33.
Mayra Gonçalves
Reviews
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Depois de uma série de episódios que traz a tona nossos TOCs, é de praxe que Person of Interest dê aquela estacionada no drama, e mostre episódios mais tranqüilos, mas não menos interessantes.
One Percent foi um episódio bom, filler, divertido, e ainda pudemos ver alguma coisa sobre o passado de Finch.
O caso da semana trouxe a história de Logan Pierce, fundador de uma empresa de social network, Friendczar. Sim, o episódio foi no melhor estilo de The Social Network e se você já viu o filme o final acaba sendo meio previsível (Não assisti ao filme, acabei prevendo do mesmo jeito). Enfim, esse acabou não sendo o ponto interessante da storyline, mas Longan foi um presente para o episódio. O rapaz bilionário é aquele tipo de pessoa que se perdeu durante o caminho que percorreu para conseguir seu patrimônio, e é claramente uma pessoa sozinha, mesmo sempre estando cercado de seus amigos e inimigos; e sem amor próprio. Era evidente que ele não se importava com sua própria segurança, a falta era tamanha que Reese foi capaz de abandoná-lo.
O que mais eu gostei sobre Logan foi sua curiosidade. Ele, como a maioria das pessoas de interesse, não aceita que um homem de terno apareça de repente e sua vida dizendo “ok, eu vou te salvar”. Pierce ficou intrigado com a situação e se arriscou indo atrás de Reese e Finch só para saber da motivação deles. Isso provavelmente quer dizer que essa não será a única vez que veremos esse personagem, ele é inteligente e tem recursos, deve retornar em outras circunstâncias, espero ansiosa.
A adição de Carter e Fusco foi um grande componente para o seriado, traz uma boa dinâmica, mas a participação deles nesse episódio foi pouca. No entanto, parece que foi o ponto inicial de um problema futuro. Carter, sempre dentro da lei, ou sempre tentando pelo menos, está encarregada de descobrir quem é o assassino, que no caso é Fusco. Lionel, que diferente de Carter, não tem a moralidade como um atributo forte, tenta até conversar com Joss, sem muito sucesso já que esta garante que vai prosseguir com a investigação não importando qual seja o resultado. Fiquei um pouco chocada com a resposta de Carter já que ela já teve o pescoço salvo por Fusco por pelo menos duas vezes, e ela não foi ao menos capaz de ouvi-lo. Person of Interest tem fraco por esses embates de moral e outras virtudes, como, nesse caso, a lealdade.
Sem querer, um dia desses, acabei revendo o sexto episódio da primeira temporada, onde há uma cena de Finch conversando com Reese sobre como eram as coisas antes de seus caminhos se cruzarem, de como Finch sofria com a culpa de não poder fazer algo sobre os casos julgados irrelevantes. E os flashbacks de One Percent mostraram que a princípio as coisas não eram bem como descritas por Finch, na verdade a pessoa que era assombrada por esses números era Nathan, sócio e amigo de Finch, que tentou salvar uma das pessoas, e mesmo que o episódio não tenha mostrado, pode-se supor que foi dessa maneira que Nathan morreu e deu origem à motivação de Finch.
Já Booked Solid foi o episódio padrão pra quem gosta de muita ação, foram poucos os momentos do episódio que a calmaria dominava, ainda assim, um episódio tranqüilo de se assistir comparando-se com o último arco de Reese e Donnelly.
Mira Dobrica, uma camareira em um hotel, refugiada da Guerra de Kosovo. Mira testemunhou um crime de guerra onde sua família foi executada. Para protegê-la, Finch e Reese começaram a trabalhar no hotel, com direito a uniforme e piadinha sobre o terno de Reese, e essa foi a graça do episódio, já que achei que a trama desse episódio poderia ter sido desenvolvida um pouco mais. O assunto era interessante, mas não foi tão bem aproveitado como de costume, e, certo que é ficção, mas aquela cena do assassino e Mira na delegacia foi muito, mas muito surreal. Não gostei, achei forçado.
O que me agradou foi a maior presença de Fusco e Carter nesse episódio. Fusco que foi essencial para Reese no hotel e a habilidade que Lionel mostrou contra os dois assassinos foi surpreendente, o detetive aprende rápido. Já Carter foi colocada novamente na trama de entrar para o FBI, reforço que se ela entrasse para a organização seria uma grande adição pra o plot, mas novamente não foi dessa vez, e culpa foi de seu affair. Carter descobriu da pior maneira que o bom moço, não é tão bom assim. E eu acreditando que era Fusco quem iria abrir os olhos dela.
Esse episódio foi marcado pelo retorno de alguns personagens. Primeiramente vamos falar de Hersh, lembram dele? O capanga do Pennsylvania Two, um dos oito membros de uma organização do Governo Americano que tem conhecimento sobre a Máquina (No Good Deed), Hersh não me agrada em nada, a contribuição dele pro episódio foi a luta eletrizante contra Reese, mas mesmo com uns vinte minutos de vida ele não torceu nem o nariz, que falta de expressão.
Quem voltou também foi Zoe, minha querida, que mais uma vez foi muito mal aproveitada, mas nesse episódio foi exagero, imagino se não foi de propósito, como ela mesma diz, ela está sempre a trabalho e não ficou claro porque ela estava no hotel. Mas não deixei de me maravilhar, ou surtar mesmo, com sua participação. Parece que ela e John dessa vez foram mesmo, o episódio não mostrou nada, mas ficou a insinuação, e o que surpreendeu foi que a iniciativa veio de John, todo faceiro, muito diferente do John do começo da série que estava sempre sério. Na minha versão da história a suíte da cobertura foi bem aproveitada. Peço desculpas, sou shipper a tietagem é maior que eu.
E para fechar muito bem um episódio que estava mais ou menos pelo caso da semana quem voltou foi Root que está trabalhando para Pennylvania Two, e está caindo nas graças do “coitado”. Root está praticamente com acesso a Maquina. Será que ela vai conseguir atingir seu objetivo de libertar a Maquina?
PS.: Finch tem dinheiro o suficiente pra deixar Reese jogar 10 milhões de dólares pela janela, me adota?
PS.2: Atenção fãs da finada Fairly Legal, no episódio da semana que vem a personagem de Sarah Shahi nos será apresentada
Elementary – Details
18/02/2013, 09:56.
Gabriela Pagano
Reviews
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Em Elementary, é normal que a primeira cena do episódio seja a de um crime acontecendo. O que havia de peculiar, no entanto, é que, dessa vez, a vítima do crime era a própria Watson (Lucy Liu), que era golpeada ao entrar no apartamento por um homem mascarado querendo saber o paradeiro de Holmes (Jonny Lee Miller). Depois de levar um tremendo susto e cair de cara no chão, ela percebe: tratava-se do próprio detetive, que estava testando sua capacidade de defesa pessoal – depois dos acontecimentos do episódio anterior. Não sei vocês, mas o fato do mascarado ser o Holmes me pegou de surpresa e me rendeu boas risadas. Não tinha reconhecido a voz dele, não sei se por distração. Depois, quando voltei a cena, vi que dava para notar, mas, na hora, foi uma surpresa engraçada!
Portanto, o caso do Holmes da semana não se tratava de uma agressão à Watson. Quem estava em perigo era outro personagem de destaque na história, o detetive Bell (Jon Michael Hill). Elementary, vira e mexe, trata sobre os dramas pessoais do Sherlock, mas ver outro personagem em meio ao fogo cruzado – literalmente! – foi bem interessante.
O lado obscuro do (perfeito) detetive Bell
Na história, Bell, além de enfrentar o próprio dilema em aceitar o irmão ex-presidiário – já que ele é conhecido por ter uma conduta perfeita -, sofre um atentado enquanto dirigia seu carro e, depois, alguns crimes se sucedem e, em todos os casos, o bandido tenta incriminá-lo. Se não fosse a ajuda de Holmes, que omitiu algumas provas falsas (incluindo uma arma implantada no apartamento de Bell; que tinha uma mobília bonita, diga-se de passagem, veja a foto do topo), o detetive poderia, assim como o irmão, ver o Sol nascer quadrado daqui pra frente.
E esse aspecto foi um ponto que o episódio teve de bem agradável. A gente sabe que o Holmes se importa com a Watson e, se ele teve medo de assumir isso no começo, agora ele grita para quem quiser ouvir. Mas Holmes e Bell, apesar de trabalharem bem em equipe e se respeitaram, sempre tiveram suas diferenças. Sherlock, no entanto, estava preocupadíssimo com ele e disposto a fazer qualquer coisa para proteger a vida dele e, mais do que isso, provar a inocência do rapaz. Parece que nosso detetive durão, que certa vez previram que jamais cultivaria alguma amizade, fez outro amigo na história…
Mas, é claro, Bell terá que passar por todas as etapas que Watson passou e a primeira delas constitui: a negação. Holmes, por todas as vezes, justificou seu empenho especial nesse caso, dizendo que Bell sempre aceitou seus palpites na investigação e, caso ele morresse, teria todo o trabalho de começar com outro detetive. Aham, Sherlock, senta lá.
O resolução do caso de polícia não teve nenhuma complexidade. A principal evidência na cena do crime era uma pegada de bota de borracha, que incriminava Bell, mas que depois descobriram que se tratava de uma “namorada” dele, também policial. Ela queria se vingar do moço por ele ter denunciado o mentor dela – um ex-policial – por ter implantado provas na casa de um suspeito, muitos anos atrás. Quando a policial em questão apareceu em cena, pela primeira vez, e trocou olhares com Bell, logo vi que eles tinham um romance. Achei que ela era uma personagem entrando na série, que fossem começar a dar enfoque de verdade na vida pessoal dos homens da NYPD. Infelizmente, não foi o caso. Adoro um babado pessoal!
Watson e Sherlock em: discutindo a relação <3
Já Watson e Sherlock estavam vivendo uma crise na relação deles. Holmes queria que a amiga começasse a fazer aulas de defesa pessoal – e, para isso, vivia surpreendendo Joan com boladas na cara, no bumbum, uma lindeza – e ela estava relutante, além de, claro, irritada. Chegou uma hora que, cansada de apanhar, a Watson pegou o painel de cadeados do Sherlock, que estavam organizados por país, jogou tudo no chão e disse: comece outra vez! Bem bitch mesmo. Uma diva.
A terapeuta da Watson – com que já estou desenvolvendo uma antipatia, só dá conselho errado – disse que nossa “cara amiga” deveria deixar Holmes, que já está na hora, que eles já chegaram ao limite (morro de medo toda vez que alguém diz isso, como se a Lucy Liu, ocupada que só ela, fosse deixar a série). Watson fica incomodada com o que ouve e vai para casa. Ela, no entanto, é surpreendida por Sherlock, que diz que sabia que ela estava trabalhando de graça – ao ligar para o pai dele para pedir dinheiro, no episódio anterior; algo que ficou claro que ele teria descoberto ali, desde semana passada – e faz uma proposta a ex-médica: que ela vire uma aprendiz dele e, no futuro, possam até ser “parceiros”.
Love is in the air. É isso mesmo, produção?
Sei que ele quis dizer “parceiros” de trabalho, mas achei que, naquele contexto, ficou ambíguo. Durante vários momentos do episódio, parece que tentaram insinuar um possível relacionamento amoroso entre os dois. Logo em seguida, por exemplo, o Holmes justifica a proposta que faz à amiga (colorida?). “Sou melhor com você por perto, mais focado, mais afiado. Difícil dizer por que, talvez, com o tempo, eu consiga desvendar”. Gente, se um cara me disser isso, vou achar que ele está dando em cima de mim, pfvr.
Nunca tive certeza do que pensar sobre um possível caso amoroso entre o Holmes e a Watson, principalmente porque, antes da série estrear, os roteiristas negavam que isso viesse acontecer. Dezesseis episódios depois, acho que é uma hipótese bem plausível. Pois bem. Nunca tive certeza de como me sentiria em relação a isso, mas vendo os dois ali, em cena, com essa real possibilidade do “affair”, não gostei, me incomodou. Era como se eu estivesse vendo dois irmãos se percebendo com outros olhos. Talvez seja uma questão de costume, mas, definitivamente, não sou shipper desse casal. Por favor, me desculpe quem é. Até tenho curiosidade em relação a isso. Alguém aí vê esse romance com bons olhos – ou bom coração? 🙂
Para terminar, depois de aceitar a proposta do Sherlock e, oficialmente, ganhar uma nova profissão no seriado – de acompanhante de sobriedade à acompanhante, sucinto, assim -, Watson revida o que Holmes passou o episódio inteiro fazendo e dá uma bolada (com uma bola de basquete, enorme) bem no meio do rosto do Sherlock. Pode ser só o ângulo da câmera, mas pareceu que ela acertou de verdade, em cheio! Pobre Lee Miller.
Details, ainda que tenha um título ruim, quase descabido, foi um episódio bem bom. Cheio de conflitos pessoais, incertezas. Bem humano, como é típico da série ser. Certo mesmo que já estou ansiosa pelo próximo capítulo. Até mais, meus caros leitores!
The New Normal – Stay-at-home Dad, Gaydar e Diary Queen
18/02/2013, 09:21.
Beto Carlomagno
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Ah, os pais de primeira viagem. Querem que tudo seja perfeito, buscam apenas o melhor e sofrem horrores com as incertezas e dúvidas diante do seu preparo para a criação de uma criança. E com Bryan e David não poderia ser diferente.
A poucos meses do nascimento de seu filho, o casal segue nos preparativos e tentando descobrir a melhor forma de criar o bebê. No episódio Stay-at-Home Dad, Bryan e David entram em uma discussão para saber qual dos dois será o pai que vai ficar em casa e cuidar do bebê quando ele nascer. Para tirar a dúvida de quem seria o melhor para o trabalho, Bryan e David mandam Goldie para um spa e ficam incumbidos de tomarem conta da Shania, algo que nem chega a ser uma grande novidade para os dois, já que indiretamente eles já vêm fazendo este serviço por vários episódios. No entanto, sem nunca terem ficado com total responsabilidade sobre a garota, agora eles percebem o quanto é difícil cuidar de uma criança.
No geral, um episódio divertido, com boas cenas e momentos bem engraçados, apesar de extremamente exagerados, claro. Entretanto, o destaque do episódio ficou com Rocky, mais uma vez. Com a possibilidade de ter que deixar de trabalhar para cuidar do bebê, Bryan coloca Rocky como a produtora da sua série de TV, Sing, a paródia de Glee, do próprio produtor de ambas as séries, Ryan Murphy. E com este papel temos momentos impagáveis de Rocky fazendo piadas certeiras sobre o quão surreal e exagerado Sing (Glee) é, como quando ela questiona adolescentes de hoje em dia cantando apaixonadamente músicas que foram sucesso 30 anos atrás. É óbvio que há adolescentes que curtem este tipo de música, mas eles não são a maioria, como ela bem aponta.
O episódio seguinte, Gaydar, deu um tempo nas temáticas “aprendendo a cuidar do bebê” para discutir um pouco sobre pré-conceito, mas sem deixar a criança de fora do contexto. A temática surge quando Jane conhece Bryce (John Stamos), um corretor que trabalha na mesma empresa que Jane e que decide que ela precisa de uma transformação para se encaixar melhor no mercado e se modernizar. De acordo com suas características, Jane acredita que ele é gay, o que desencadeia a discussão sobre saber a orientação sexual de uma pessoa a partir da aparência e do gosto pessoal. Também entra na mistura o novo interesse de Rocky, Chris, com quem ela acredita ter um envolvimento, mas que, segundo Shania e Goldie, é gay.
Diante do impasse, Jane e Rocky concordam em promover um jantar na casa de Bryan e David para que elas, juntos com os dois, Shania e Goldie, tentem descobrir qual a orientação de cada um. Para isso, Shania – que afirma ter um ótimo gaydar – e Bryan desenvolvem um jogo que consiste em procurar nos estereótipos para conseguir desvendar os segredos dos dois. O momento em si resulta em boas piadas, algumas ótimas sacadas com o universo gay e suas características. No entanto, toda a discussão acaba ficando superficial e é resolvida de maneira corrida.
Em relação ao bebê, que eu citei no começo não ficar de fora da discussão, o embate é em relação ao que ele vestirá em seu batizado. Bryan quer que ele use uma espécie de túnica, o que David prontamente se coloca contra. A trama ajuda e revelar um pouco do passado de David, que, quando garoto, não se aceitava e preferia ser preconceituoso com outros garotos para esconder sua própria realidade. É uma trama interessante e que poderia ter sido muito melhor explorada durante o episódio, o que é uma pena.
Por último, tivemos Dairy Queen, um episódio que foi no mínimo estranho. Tratando de amamentação, além de discutir a preocupação de David e Bryan sobre como lidarão com a situação, descobrimos que Goldie nunca amamentou Shania, o que deixa a garota inconformada. O tema é válido e é compreensível a reação de Shania em ficar desapontada por não ter sido amamentada, principalmente diante das provas médicas do quão bem faz para a criança, mas ver Shania tentando beber leite materno comprado pela internet foi um pouco demais para mim. Tudo isso claro, para depois descobrirmos que a maior preocupação da garota é, na verdade, em ficar distante da mãe após o nascimento do bebê, o que torna tudo mais compreensível.
Já Bryan passa todo o episódio fixado em amamentar – ele até compra uma espécie de colete para que homens possam realizar a tarefa. Suas atitudes são divertidas e totalmente exageradas, como sempre. O ponto alto é o flash mob que ele promove para ajudar as mães que querem ter a liberdade de amamentar em qualquer lugar ao som de Milkshake, da Kelis.
A subtrama do episódio diz respeito ao relacionamento de Jane e Brice (John Stamos). Jane está cada vez mais afim do colega de trabalho e ela então resolve investir, com algumas dicas de Rocky. É legal vê-la bem e Brice tem um bom efeito nela, tornando uma pessoa melhor. Vamos ver até onde isso vai.
No mais, The New Normal continua sendo uma série divertidíssima que eu amo, mas tenho sentido falta de um pouco de profundidade, digamos assim. Tá, eu sei que é uma comédia, e tal, mas custa sair um pouco do conforto da fórmula “um tema por episódio” e investir em tramas mais trabalhadas, com um pouco mais de desenvolvimento dos personagens – Goldie, por exemplo, só come, atualmente –, e até um pouco de conflito para o casal protagonista. Seria divertido e faria a série ser imbatível.
Glee — Diva e I Do
17/02/2013, 21:58.
Júlia Berringer
Reviews
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Primeiramente quero pedir desculpas para vocês, gleeks, porque não postei a última review. Época de carnaval é sempre um pouco corrida porque eu desfilo em três escolas de São Paulo e ainda vou até Salvador correr atrás de trio. Mentira. Foi corrido porque trabalhei durante o feriado e não consegui colocar meus sentimentos sobre o episódio anterior em ordem. Então agora, depois de uma semana e de um episódio ainda mais bombástico, darei à vocês um resumo rápido pelo meu ponto de vista sobre o que aconteceu no último episódio, intitulado Diva.
Kurt finalmente resolveu que tinha que fazer alguma em relação à Rachel e sua postura chata e egoísta e convocou a guria para um duelo, que ele, é claro, venceu, e explodiu o balãozinho do ego (que andava lá em cima) de Rachel. Tina se revoltou e finalmente teve seu momento spotlight depois que percebeu que seu “romance” com Blaine não ia muito bem. Santana foi para Ohio tentar reconquistar o coração da Brittany, que revelou ter sentimentos muito fortes por Sam. Mais tarde, descobrimos que a nossa musa Santana largou a faculdade, e agora vai atrás de seus sonhos em NY, se convidando para morar com Rachel e Kurt. (Ryan Murphy andou lendo minha última review ?) Emma estava tendo um ataque de nervos por causa do casamento, e Finn a beijou em um ato desesperado de acalmar sua antiga conselheira e agora colega de trabalho. And that’s what you missed on Glee!
Agora, vamos à I Do. Confesso que o episódio dessa semana foi um dos mais esperados por mim em toda a história da série. Os episódios de Valentine’s Day de Glee são sempre bons, não excepcionais, mas sempre bons. Quando descobri que nesse episódio especial “amorzinho” ia ter também o casamento de Emma e Will, eu logo me apavorei e durante algumas semanas me preparei para um rio de lágrimas. E eu o encontrei nesse episódio. Pode não ter sido o melhor episódio da série, mas mexeu muito com o meu lado emocional, e acredito que tenha mexido com o de vocês também. Mesmo que seja de um jeito ruim, do estilo “Ryan Murphy, por que tão tirano?”. Porque convenhamos, ele é um tirano. Incrível como ele nos dá um doce (leia-se episódio bom) e depois, na semana seguinte, nos tira esse doce. Não gostei do episódio da semana passada, e por incrível que pareça, gostei muito de I Do.
Lógico, o episódio teve suas falhas típicas de Glee, mas nada que uma cena Klaine não resolvesse. Primeiro de tudo, já quero tocar no ponto que mais me incomodou durante todo o episódio e chegou a me causar um certo desconforto e uma certa vergonha da série. Por que Artie tem que sair com uma garota que usa cadeira de rodas ? Ok. Eu sei que ele já saiu com a Brittany, com a Tina e até com a Sugar (os dois não estavam juntos?), mas ainda acho isso um clichê ridículo.
Outro ponto que me decepcionou (mais uma vez) foi um que mencionei acima. Do mesmo jeito que Sugar e Artie estavam juntos, Mike e Tina tinham combinado de conversar sobre a relação dos dois. Tinha perdoado a falta de interesse da série de não tocar no assunto dos dois e simplesmente fazer a Tina se apaixonar pelo Blaine, mas achei imperdoável colocarem o Mike naquela festa de casamento dançando com a Marley e não colocarem uma cena de ao menos 10 segundos do guri com a Tina. Por favor, Ryan Murphy! Você está lidando com gente que presta a atenção nos outros personagens também, não só na Rachel e no Finn, e gente que quer saber o que vai acontecer com esses outros personagens também.
E isso é uma das coisas que mais me deixam irritada com Glee: A facilidade que as histórias se tornam dispersas e perdidas. Logo depois, essas histórias não são finalizadas e nos colocam uma outra história por cima que provavelmente também não vai ser finalizada.
Mas como tudo na vida, nada é só ruim. I Do teve seu lado romântico e sensível, e convenhamos: não teve quem não se emocionou com a cena Finchel. Mesmo para quem não é fã do ship, o que Finn disse foi um tapa na cara e uma das coisas mais lindas que eu já vi em toda a história da série.

“Relacionamentos são muito parecidos com flores. Se você encontrar a semente certa, colocar em terra boa, dar água e luz, baam. Broto perfeito. E depois vem o inverno e a flor morre. Mas se você cuida daquele jardim, a primavera vai vir e essa flor irá florescer novamente. […] Você e eu sabemos como isso termina. Eu não sei como, nem quando, e eu não me importo de onde você está vivendo ou com quem você esteja saindo. Você é minha namorada. Nós somos o fim do jogo. Eu sei disso e você sabe disso.”
Outro casal que tem uma semente perfeitamente imperfeita é Will e Emma. Apesar dos pesares, os dois são feitos para ser. Will finalmente voltou de DC e agora vai ficar ao lado de Finn comandando o Glee Club, e Emma, que já estava estressada com o casamento, acabou explodindo. No dia de seu casamento. Depois que Sue entrou vestida de noiva no quarto onde Emma se arrumava, a ruiva enlouqueceu e fugiu.
Eu não esperava outra reação que não essa. Conhecendo bem a Emma, fiquei surpresa somente por não ter sido pior. Will, claro, ficou arrasado. Assim como Finn, que achou que tudo aquilo era culpa dele (e em parte realmente é). Will tentou achar a quase-esposa pela cidade, enquanto todos curtiam a festa do não-casamento.
Vale a pena dizer que o maior bafo do episódio aconteceu antes de toda a cerimonia, com Klaine se agarrando no banco traseiro do carro e Mercedes aparecendo para segurar vela. Jurava que dessa vez ia acontecer uma cena do estilo Game of Thrones, mas me enganei.
PS: Já estava na hora da Tina desencanar do Blaine. Essa história dos dois não me desceu.
Lógico que o clima tenso não parou por ai. Finchel achou seu caminho até um quarto de hotel, e Klaine fez o mesmo. Artie e Betty-da-cadeira-de-rodas (não consigo aceitar isso) também se amaram, o que foi tão bom que até fez a guria ficar de bom humor. Agora o momento bombástico do episódio vem a seguir: Quintanna sex! Sou Brittanna até o fim, mas Ryan Murphy não colabora, então apoio esse mais novo casal! Aposto que a noite das duas foi bem melhor que a de todos ali presentes. E tenho certeza, que foi melhor que a de Jake e Marley.
Jake não tinha a menor ideia do que dar à Marley de dia dos namorados, e Ryder – o fofo-apaixonado – deu todas as dicas para o melhor amigo. Acho uma atitude muito digna. Porém, Jake é um Puckermann, e Puckermanns gostam é de muito amor, se é que vocês me entendem. Logo, ele também levou Marley para um quarto, mas nada aconteceu. Como previsto.
Marley que não é nada boba (quem diria…) percebeu que Jake não era o mentor de todas aquelas surpresas de dia dos namorados e foi agradecer Ryder, que acabou beijando a guria. Acho que eles dois e Jake deveriam casar. Marley deu uma de inocente e bobinha (achei que ela não era boba) e saiu correndo.
PS2: Sue salvou o casamento e o episódio com seu vestido de noiva e humor pelicular. Diva!
Depois de momentos com Finn, Rachel sentiu a consciência pesar e foi correndo para NY encontrar o “namorado”, mas tentou desconversar e não disse com todas as palavras o que aconteceu em Ohio. Mesmo assim, Brody entendeu o recado. Ele, por acaso, dormiu com alguém também. E ainda ganhou um dinheiro fácil por isso. Cassandra, é você?
Agora o momento mais importante do episódio que fica por conta dos últimos dois episódios: Rachel, tabelinha não dá certo! Será que vem bebê Berry por ai ? É, Rachel, anything could happen quando você não toma anti-concepcional…
Agora vocês, gleeks, me digam, o que vocês acham que vem por ai ? Eu não tenho a menor ideia. Sinceramente, não faço mais previsões sobre Glee. A série tem me surpreendido, nem sempre de jeitos bons, mas sempre surpreendendo. O fato é que a série só retorna dia 7 de março, e cabe à nós, ficarmos roendo as unhas de tanta ansiedade.
Setlist do episódio
We’ve Got Tonight (Rachel, Finn, Kurt, Blaine, Jake, Marley, Quinn, Santana, Artie e Betty)
Getting Married Today (Will e Emma)
Anything Could Happen (Marley, Tina, Brittany, Sam, Ryder, Blaine, Artie e Jake)
You’re All I Need To Get By (Marley e Jake)
Just Can’t Get Enough (Kurt e Blaine)
Chicago Fire – Nazdarovya!
17/02/2013, 21:23.
Maísa França
Reviews
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Aonde você foi se meter, Dawson? Essa frase define uma das partes mais importantes do episódio dessa semana de Chicago Fire. O desenvolvimento da série vai bem e o desenrolar dos plots estão de parabéns mesmo caminhando entre o previsível e o inimaginável.
O episódio começou exatamente onde terminou o episódio anterior, com Antonio baleado e Dawson desesperada (mesmo estando na frente de um hospital) para salvar a vida do irmão. Tão desesperada que quase foi atropelada pela ambulância – foi quase 2 por 1 nesse pacote – que ela perseguiu a ambulância e entrou na sua frente para que os paramédicos fossem salvar seu irmão. Esse foi o primeiro ato de coragem – embora não muito bem pensado – de Dawson nesse episódio.
Muita mais do que uma irmã preocupada, Dawson se mostrou uma mulher destemida e que não mede esforços para ajudar quem ama. Em busca da solução do caso das prostitutas sendo mortas, para ajudar o irmão, Dawson vai atrás de um de nossos conhecidos do início da série: Voight. Mesmo sabendo que Casey não reagiria bem à visitinha que a paramédica fez ao detetive encarceirado, a necessidade de ajudar o irmão foi maior do que as borboletas no estômago que ela sente pelo bombeiro. Isso, com certeza, vai abalar a relação dos dois, acredito que não só pelo fato dela ter conversado com o detetive mas sim pelo fato de ter ficado devendo um favor à ele. Todos sabem que com esse pessoal não se brinca e como o caso foi resolvido com a ajuda de Voight, minhas apostas no favor que deverá ser retribuído se voltam para Dawson fazendo algo para prejudicar Casey (espero que eu esteja enganada). Vamos acompanhar…
Shay e Clarice vão bem com o garotinho super cute filhinho de Clarice. Em relação à guarda da criança, acho que Clarice tomou a decisão mais sensata ao optar pela guarda dividida com o pai da criança. Será que ele vai aceitar?… Sevelindo tem se mostrado um “paizão” e falando nele, ainda estou me perguntando porquê raios ele foi atrás de Renee sendo que o irmão poderia muito bem ter feito isso. E quem duvida que ela tomou aqueles infinitos comprimidos para chamar atenção agora que Severide sabe onde ela está? A gente não cai nessa não, Renee. Mas pelo visto, o bombeiro cairá.
Fiquei impressionada com a valentia de Herrmann ao enfrentar o sócio estranho que lhes foi arrumado. Estava na cara que o homem não era de boa índole e isso foi provado nesse episódio, mesmo que indiretamente. Na certeza de que ele coagiu o perito a dar o alvará de liberação do local de um modo não tão humano assim, Herrmann foi ter uma conversinha com o sócio e agiu tão bravamente provocando um medo em Arthur que o grandalhão foi logo aceitando a proposta de, ao invés de receber 25% dos lucros, receber 1% do lucro mensal e nem precisar aparecer no bar.
Valeu Herrmann, você conseguiu um espacinho maior no meu coração!
Saindo do pessoal e indo para o profissional, os casos dessa semana chamaram atenção. Um em especial. Um resgate de um afogamento na qual uma criança foi a vítima. Em alguns segundo dava pra pensar que o garoto não sobreviveria mas ele escapou por um triz e o que mais surpreendeu foi o fato do pai do garoto não ter feito nada para salvá-lo e se achar um inútil por causa disso. Mas bem, ninguém sabe como irá reagir até que viva a situação, não é mesmo? Uns gritam, outros correm, outros chamam os bombeiros, outros desmaiam e outros ficam paralisados, afinal nós somos seres humanos.
PS: Nazdarovya é o mesmo que “Saúde” quando fazemos um brinde.
Dallas – Battle Lines e Venomous Creatures
17/02/2013, 19:25.
Redação TeleSéries
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“O amor é para os fracos” – John Ross
Sucesso na Summer Season 2012, a nova versão de Dallas acaba de voltar para muito mais reviravoltas, armações e vinganças, numa Premiere em dose dupla.
Dallas está de volta, e mais canalha do que nunca. O segundo ano começou semanas depois do final da primeira temporada, onde Sue Ellen lançava sua candidatura à governadora do Texas. Tem melhor maneira de começar essa season premiere do que com John Ross invadindo uma despedida de solteira e dormindo com a noiva só pra conseguir um acordo (porque aquilo não foi chantagem) com o pai dela? Não mesmo. E pra completar nossa felicidade, ainda tivemos cena de shirtless dele.
E quem deu a dica pro John Ross dormir com a noiva? Sim, nosso presidente da maldade J.R., o mito. Mesmo aparecendo pouco nesse episódio ele lançou uma pergunta que não quer calar: será que Christopher é gay? Pois só isso justificaria a contratação de secretários homens.
Podemos ver que a empresa Ewing Energy está operando a todo vapor, com escritórios lindos. Mas as coisas continuam indo mal entre John Ross e Christopher. Enquanto um quer investir em petróleo o outro quer investir em metano, e o Christopher acaba sempre ganhando as disputas, pois ele e o Bobby juntos possuem 60% da empresa, enquanto John Ross só possui 30% e Elena 10%.
Elena pode parecer boazinha, mas faz de tudo para aumentar sua percentagem de ações na Ewing Energy ao longo dos episódios. Ela consegue, até que de forma bem honesta, mas há que se considerar que Elena conhece todo mundo ali muito bem e sabia que seria premiada no final. Ela continua sendo a personagem mais sem sal e mais sonsa da série e, portanto, a menos interessante.
Finalmente descobrimos quem é Rebecca: Pamela Rebecca Barnes, filha do maior inimigo da família Ewing, Cliff Barnes. A volta da personagem é ótima, apesar de um terrível defeito: cadê a barriga de grávida? Essa mulher espera gêmeos, ficou sumida por pelo menos um mês e já deveria estar de barriga, mesmo que pouca. O bom de Rebecca, que herda o nome da tia morta, que foi casada com Bobby na versão original, é que ela vem chutando todo mundo que está no caminho, comprando testemunhas e virando vadia nos braços de John Ross. John Ross, como sempre, está fazendo tudo para destruir o primo e ser dono ou sócio majoritário da Ewing Energy. Ele é quem manipula quase todos os fatos para que a anulação do casamento de Christopher dê errado, mas ninguém deve esquecer fatores externos.
No meio de tantos golpes há quem se sinta incomodado com isso e é aí que Christopher ganha provas para conseguir a anulação, já que a verdadeira Rebecca Sutter, irmã de Tommy, está na área para tirar um trocado e se vender por quem der mais. No dia do julgamento da anulação do casamento, Christopher entra todo se querendo, com um sorriso de orelha a orelha, enquanto a diva Rebecca entra toda inocente e senta quietinha no canto. É tão maravilhoso ver a cara do Christopher ficando com raiva da verdadeira Rebecca Sutter quando ela começa a depor e vai defendendo a Rebequinha, (#tão lindo esse momento). Quando a juíza diz que a anulação não será concedida e que eles devem se divorciar. E quando Christopher vai atrás de Rebecca e ela vira e diz: “você deveria ter aceitado meu acordo”, ai não deu para segurar, meu coração explodiu de felicidades!
Ela está jogando tão bem que recebe uma visitinha “do mito” e que a ameaça dizendo que não deixará que ela destrua a família dele. É ai que podemos comprovar o poder que Rebecca tem, pois J.R. em pessoa foi avisá-la.
Para quem não entendeu, J.R. quer que Bob e Christopher sofram uma queda mas ele não quer a família destruída. Destruir a família que é o sonho do pai de Rebecca, por isso ele foi lá dar uma ameaçada. (#Foi nesse momento que percebi o quão bom será Rebecca, John Ross e J.R. juntos).
A melhor história ficou, no entanto, nas mãos de Ann. O imbróglio sobre a filha sequestrada numa feira foi apenas sensacional. A menina foi roubada pelo próprio pai e deixada na Europa, para ser criada por sua mãe, que é tão megaevil quanto ele. Os Ryland provam que são inimigos em potencial, porque fizeram lavagem cerebral na garota. Quando Ann vai procurá-la e o nome continua sendo o mesmo, Emma, saquei quase tudo. Não faz sentido uma menina sequestrada aos dois anos ter o mesmo nome de batismo e praticar esportes hípicos, que só quem pode bancar é gente rica.
Sue Ellen é outra que se dá mal e perde a eleição, numa manobra articulada obviamente por Harris, como vingança. Ela quase volta a beber, mas consegue segurar a onda, inclusive porque J.R está mexendo seus pauzinhos para livrá-la da cadeia. Dá para ver que, assim como John Ross não se recupera do baque de perder Elena, J.R é incapaz de superar o divórcio de Sue Ellen.
Não poderia terminar essa review sem comentar a maravilhosa cena de pegação entre John Ross e Rebequinha. Adoro que eles tem essa relação de “eu te odeio mas trabalhamos juntos pra um objetivo maior”, dai pode sair uma relação que renderá cenas ótimas.
Confesso que fiquei um pouco confusa durante estes dois episódios, mas presenciamos uma divisão bem clara entre bonzinhos e malvados. No lado do bem, Chris e sua família. Já no lado do mal, Becca e a família. A grande incógnita é John Ross e J.R.! Que torcem para o lado que lhes convir… (#Sou completamente do time Rebecca e John Ross…normalmente torço pelos bonzinhos, mas eu amo demais estes dois juntos!).
Dallas começa a sua temporada com dois episódios muito bons e com chances de realizar uma ótima temporada!
PONTOS A DESTACAR:
#Para aqueles que se esqueceram ou estão embarcando nessa série só agora, o lema é simples: Dallas é tipo novela mexicana onde as reviravoltas são tão presentes como piadas em uma comédia. Todo o elenco tem o rabo preso com alguém, e por isso acompanharemos muitas trapaças, acordos forçados, ameaças e viradas de jogo;
#Como todos sabem, infelizmente o ator Larry Hangman faleceu ano passado, então devemos aproveitar esse últimos episódios com as cretinices que nós amamos do J.R;
# Sei que esta review está um pouco longa, mas foram duas ótimas horas de Dallas e não consegui resumir mais que isto!
*Essa review foi originalmente publicada no Blog Dominação Nerd, e é de autoria de Cátia dos Santos.
Castle – Reality Star Struck
17/02/2013, 18:59.
Mariela Assmann
Reviews
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Bons ventos sopraram na semana dos namorados e Castle exibiu um episódio com a cara do seriado: divertido, interessante e fofo. E com um bônus daqueeeeeeeeeles: Esplaine está de volta. YAY!
Bom, vou começar falando do caso. Diferentemente dos últimos episódios (à exceção de Recoil), as confusões e reviravoltas envolvendo as “Wives of Wall Street”. Que atire a primeira pedra quem não tem um guilty pleasure daqueles BEM secretos, sobre o qual não fala nem com a própria consciência com medo de ser descoberto. E o fato do The Wives of Wall Street ser um desses programas, que poderia ser nosso prazer secreto, deixou tudo mais delicioso. Com certeza muitos fãs se colocaram no lugar de Gates – e, depois, de Castle também – e teriam as mesmas reações que eles, ao descobrir que reality shows podem não ser tão reais assim.
Além de ter me divertido muito com a parte cômica do caso, gostei também das reviravoltas, da forma como as coisas foram se conectando. É como Castle disse, no início o caso se limitava a várias coisa doidas e desconexas, mas no final tudo fez sentido. E no meio de tanta coisa falsa, foi a mais real das coisas – o amor – que foi o motivo para o crime.
Além do caso ter proporcionado inúúúmeros momentos divertidos, também dei muita risada com Castle e suas táticas ninjas para entregar o presente de dia dos namorados para Becks. Agora, Iron Gates pensa que nosso escritor favorito buscava favorecimento pessoal declarando todo seu amor pela “chefe”. Tem como não rir disso?Até Beckett se divertiu!
Encerrando os momentos divertidos do episódio, me diverti bastante com um Ryan chateado por ter que cumprir seus deveres conjugais com hora marcada, sob a batuta de uma esposa mandona. E confesso que fiquei feliz por ele poder celebrar seu dia dos namorados praticando o esporte por lazer. Espero que logo venha um bebezinho loiro e fofo por aí.
E agora, os momentos fofos. Esplaine voltou. Preciso dizer mais que isso? E voltou à parler français, o idioma do amor. A, l’amour… Fiquei muito feliz pelo retorno deles, adoro o casal, é leve, divertido e combina perfeitamente. Espero que eles continuem juntos, e ainda vejamos várias cenas dele.
Mas, apesar de Esplaine ter sido fofura pura, o final do episódio ganhou o prêmio de momento mais fofo. Sério, tem como não soltar um “oooowwwwnnn” depois de descobrir que o presente de Castle é uma gaveta? Uma gaveta vazia, prontinha para servir de abrigo para as coisas de rick, NA CASA DE BECKETT! Nossa garota está crescendo e o relacionamento vai de vento em popa. Fico feliz de podermos acompanhar a caminhada deles e ver cada pequeno passo do namoro. É quase como se assistíssemos um casal de amigos que começa a namorar. Acho que foi especialmente disso que senti falta nos episódios anteriores.
Enfim, Reality Star Struck foi um episódio delicinha de se ver, que me fez relembrar da essência de Castle e do porquê vale a pena continuar assistindo a série.
Amanhã vai ao ar nos Estados Unidos Target, o primeiro episódio dos duplos que já se tornaram uma tradição em Castle. E o que a duplinha de fevereiro significa? Episódio TOP! Mal posso esperar por eles.
P.S.1: adorei ver Gina Torres, a Jessica Pearson de Suits, como Penelope Foster. Um dos pontos altos do episódio.
P.S.2: agradeço por ver Gates novamente na telinha. Mas ainda sinto falta de mais Alexis e Martha.
The Walking Dead – The Suicide King
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A saudade zumbi bateu forte nos fãs de The Walking Dead nesses dois meses que a série ficou em hiato. Apesar da ausência de sangue e mortes, o núcleo do seriado não ficou livre de cortes. O showrunner Glen Mazzara, que estava na função desde o ano passado quando substituiu Frank Darabont, vai deixar a série na quarta temporada. Isso, o sucesso zumbi da AMC ganhou mais uma temporada completa e isso não chega a ser uma surpresa depois do retorno que The Walking Dead tem dado ultimamente. A saída de Mazzara gerou polêmica e o produtor executivo da série Scott Gimple foi confirmado como novo showrunner. A AMC evita falar em polêmica e afirma que a saída de Mazzara foi consensual. Nem o showrunner resistiu a matança da terceira temporada de The Walking Dead, mas os fãs estavam mais preocupados com a vida de outra figura importante na série durante o último ano: Daryl.
O último episódio de 2012 de The Walking Dead, Made to Suffer, deixou os espectadores apreensivos quanto a sobrevivência de Daryl contra a fúria de Woodbury. Dois meses depois, o retorno da série mostrou que o personagem de Norman Reedus continua vivo na saga zumbi. No entanto, os fãs, Rick e o grupo do presídio perderam Daryl para Merle, um dos personagens mais irritantes da atualidade. Rick até pode estar meio transtornado, mas foi muito sensato quando deu uma coronhada e derrubou Merle. Nenhum personagem, nem Daryl, aguentava mais ouvir Merle e suas bobagens. Graças a ele, a frase mais repetida no episódio foi “cala a boca”. Resta saber quanto tempo Daryl vai conseguir conviver ao lado do irmão. Eu, os fãs e o grupo do presídio esperamos que seja por muito pouco tempo.
Mesmo tendo alguns personagens irritantes como Merle, o que enriquece muito The Walking Dead são exatamente os seus personagens e a complexidade em que eles estão envolvidos. Michonne surpreende a cada episódio e agora ela deve mostrar mais claramente quem ela é se quiser participar do grupo de Rick. Daryl vai fazer falta e o grupo de Tyreese ainda precisa achar seu espaço dentro da série, mas seu cruzamento com o grupo de Rick deve render uma ótima trama, principamente com o enfrentamento eminente com o Governador.
Daryl foi o personagem que mais cresceu na terceira temporada da série. As tiradas dele, como a de chamar Michonne de a “última samurai”, enriquecem ainda mais o personagem. Daryl também tem uma relação curiosa e bonita com Carol e o modo como ele é leal a Rick e como segurou a barra quando o xerife enlouqueceu após perder a esposa fazem do personagem um dos mais carismáticos da temporada. Daryl foi até o personagem escolhido para estrelar o vídeo promocional de The Walking Dead durante a exibição do Super Bowl este ano.
Agora a guerra não é somente contra zumbis moribundos vagando pelo mundo, o Governador e seus homens devem sair atrás de retaliação e atacar o grupo de Rick. Andrea segue sendo uma decepção, mas resta uma esperança de que ela possa ser uma peça chave para derrubar o Governador e salvar seus antigos amigos. Por outro lado, a loirinha segue sendo de fundamental importância para manter o povo de Woodbury feliz com seu Governador e acatando todas as ideias malucas que passam por aquela mente doentia. No entanto, Philip já apareceu em cenas do próximo episódio afirmando não ter certeza da lealdade de Andrea.
Depois de tantas reviravoltas nesse episódio, de Merle fugir com Daryl, do novo grupo que chegou ao presídio e dos mistérios que Rick vê em Michonne, quem realmente assustou todo mundo foi a assombração de Lori. Rick ainda está bem traumatizado com os últimos acontecimentos e Glenn voltou diferente de Woodbury. A raiva, a violência e o medo de perder as pessoas próximas estão afetando a cabeça de Rick e Glenn. Hershel ainda tenta manter o equilíbrio no grupo e alinhar os pensamentos de Rick, mas nesse quesito Daryl fará muita falta ao grupo. Em The Suicide King, além de Hershel tentar clarear a mente de Rick ele ainda tentou melhorar o clima entre Glenn e Maggie, sem sucesso.
A terceira temporada de The Walking Dead é a melhor da série até agora e os fãs ficam cada vez mais apreensivos com os próximos episódios. The Suicide King não voltou com aquele impacto que todos esperavam para um retorno de hiato, mas quem duvida que a série ainda vai surpreender muito até o final da temporada? O showrunner Glen Mazzara, em recente entrevista ao site EW, prometeu muito sangue na série para os próximos episódios. Isso até pode parecer uma obviedade, mas se tratando de The Walking Dead, quanto mais promessa de sangue, melhor.
PS: O que foi o “Ass Kicker” com coraçõeszinhos, estrelinhas e sorrisinhos na caixa/berço do bebê?
Once Upon a Time – The Outsider, In The Name of the Brother e Tiny
17/02/2013, 17:06.
Mario Madureira
Reviews
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Quando tudo acontece em Storybrooke e temos um flashback do passado no mundo da fantasia, os episódios de Once Upon a Time sempre se tornam mais especiais. A primeira temporada foi uma prova disso. Muitos sentiram que a qualidade de antes havia se perdido um pouco, no momento em que Emma e Mary se separaram do resto da trupe, mas aqui estamos novamente de volta ao básico e a velha estrutura de episódios que adoramos. E que virada de história aconteceu nesses últimos episódios, não foi?
The Outsider
E a vingança de Hook se inicia! Eu fiquei feliz com o episódio. Desde o começo da temporada, nos deparamos com um Hook que só pensava em vingança e em querer matar o Mr. Gold, mas ninguém parou para pensar que isso não aconteceria. Gente, Rumple tem o poder da visão do futuro. Ele sabe o que vai acontecer. Não foi ele, afinal de contas, que elaborou toda a maldição desde o início? Até parece que um capitão viria do nada e mataria o grande e imortal Senhor das Trevas.
Mas ninguém pode dizer que não foi surpreendente. Bella se mostrou muito corajosa nesse episódio e foi algo que também me agradou, pois todos imaginam Bella como aquela pequena xícara quebrada. Bella não é frágil e gostaria que os personagens tirassem essa imagem da mente.
Achei bem bolado também o encontro de Bella com Mulan, e a forma com que a mesma conheceu o príncipe Phillips! Quem diria, não é mesmo? É por isso que gosto da série! Temos encontros e histórias que se desenrolam de forma inesperada. Mas inesperado mesmo foi o grande final do episódio. Edward e Adam nos pegaram de jeito fazendo Bella perder a memória, fazer um estranho invadir Storybrooke e ainda atropelar Hook! Quem não ficou sem fôlego com esse episódio?
In The Name of the Brother
O episódio partiu da terrível cena em que Bella perdeu a memória, Hook foi atropelado e um estranho do mundo externo entrou na cidade. Essa era uma questão a se questionar. Se os personagens não podiam sair da cidade devido à perda de memória, o que aconteceria com as pessoas que entrassem na cidade? Nada. Afinal de contas, os humanos não são personagens e não tem poderes. Tirando Emma, é claro, ela é uma grande exceção.
Acho que o interessante, se vermos de uma perspectiva bem incomum, é que o episódio foi focado no Dr. Whale, mas ele não foi o personagem que chamou a atenção nesse episódio. O meu foco foi no Mr. Gold, é claro. Sua ambição em encontrar o filho foi impedida pela vingança de Hook, que agora está no hospital sendo tratado. O amor de Rumple agora não sabe quem ele é e o que mais aperta o coração é vê-la derrubar a xícara que os tornaram tão próximos. Onde está a doce Bella?
E o encontro que todos esperavam entre Cora e Regina? O que podemos esperar dessa dupla de bruxas agora que estão juntas e vão acabar com Storybrooke se possível, só para ter Henry de volta?
Tiny
Eu definiria Tiny como aqueles episódios que sempre tem uma lição de moral no final. E sabe, acho que são esses episódios que fazem com que eu me apaixone pela série mais uma vez. É um relacionamento de paixão constante em Once Upon a Time. Ela é uma série que quando você adora, você está viciado 24 horas por dia, mas quando esfria, você da vontade de ficar um pouco distante, mas ela sempre te conquista de novo. E fiquei tão feliz de Edward e Adam darem um jeito de trazerem o Pequenino para Storybrooke, por que ele se tornou um daqueles personagens que você se apega muito rápido, mesmo que você só vê uma única vez.
Conhecemos a história do Pequenino e foi revelado quem era Jack, ou traduzindo para os brasileiros, o João, da história ‘O João e o Pé de Feijão’. Tudo não passa de uma questão de tradução. Na verdade, o nome do João é Jack nos EUA e é um homem. Mas Once Upon a Time brincou com esse nome, pois Jack é um novo unissex, isto é, serve tanto para homem, quanto para mulher. É claro que foi realmente muito superficial a parição de Jack nessa história. Por um momento achei que ela fosse Alice, quando citou o cogumelo em outro reino. Mas da mesma forma que ela era considerada Jack na Floresta Encantada, nada impede que ela também seja a Alice.
E realmente quem está torcendo para que Rumple encontre o seu filho, entre no grupo. Ele nunca se sentiu tão inseguro quanto agora. Ele está em um mundo desconhecido e sem seus poderes. Como será que ele encontrará o seu filho? Com a ajuda de Emma e de seus misteriosos poderes?
Tem muita coisa ainda para acontecer nessa temporada. Ainda temos oito episódios para a season finale e podemos aguardar muitas reviravoltas.
PS: Regina encontra Cora uma vez e já se tornou uma Evil Queen, da água pro vinho? Será que não era a Cora se disfarçando novamente?
Nuvem de Séries
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