TeleSéries
Elementary – Possibility Two
24/02/2013, 21:18.
Gabriela Pagano
Reviews
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Possibility Two foi um episódio diferente de todos os outros – o que, ultimamente, tem sido frequente em Elementary. As histórias têm variado bastante, englobando pessoas de áreas distintas a cada semana, com seus interesses e motivações peculiares. E isso funciona bem, porque, mais do que desvendar casos de polícia com o Holmes, a gente quer analisar o psicológico de cada suspeito. Elementary tem dado boas oportunidades nesse sentido.
No episódio da última quinta-feira, como sempre, duas coisas aconteciam paralelamente: uma envolvendo um crime a ser desvendado por Holmes e Watson e o outro em que a Watson trabalhava sozinha, já que ela sempre tem uma missão própria, das mais legais.
No caso de polícia, um homem riquíssimo, que tinha um tipo de demência hereditária, aborda Sherlock por acreditar que foi envenenado. Como ele não tinha casos anteriores da doença por que era afetado na família, ele estava convicto de que alguém alterou o DNA e implantou a mal em seu gene, pois queriam tirá-lo do poder. Holmes, a princípio, não aceita o caso, mas quando o homem mata o motorista e amigo, sem se lembrar, e suplica mais uma vez pela ajuda do “melhor detetive do mundo”, Sherlock percebe que nem tudo pode ser apenas delírio do “pobre” homem.
A partir daí, para decifrar o ocorrido, Holmes se aprofunda em biologia genética e uma sucessão de diálogos que eu, formada em Humanas, não estava apta a entender, se seguiu. Nada que me incomodasse. Sherlock Holmes é mesmo conhecido pelo enorme repertório nos mais diversos assuntos e por entender coisas que outros meros mortais não entenderiam. Portanto, Elementary estava sendo apenas como deveria ser, uma típica história sobre um detetive genial – e não sendo rasa, como é de costume, cheia de acontecimentos banais e deduções, por vezes, que até uma criança de 10 anos faria. Okay, exagerei, mas é mais ou menos assim.
Apesar de não entender “bulhufas” de como toda a mutação genética foi feita, etc, etc, eu adorei que tenham explorado isso. Achei diferente, não se tratava exatamente de um homicídio, como quase sempre a história aborda (apesar de alguns assassinatos terem ocorrido ao londo da trama, mas não eram a peça chave).
Já a Watson estava começando o treinamento como detetive e parecia uma estagiária do Holmes, que ficava testando a amiga a todo instante. No meio da cena do crime, quando estava prestes a concluir sua dedução, ele parava e dizia: diga você que é detetive, Watson. E ela, com aquela cara mais perdida do universo (que me deu até dó), tentava analisar a situação; às vezes, acertava, às vezes, não. Foi bem engraçado, apesar de eu ter ficado aflita e ansiosa por ela.
Já no sobrado que a Watson divide com Holmes, o detetive julgou que deveriam dividir as tarefas domésticas: ela seria responsável pela lavanderia e ele por limpar a geladeira. Acontece que a lavanderia em questão, a qual Sherlock fazia questão de que Watson frequentasse, era bem estranha, tinha donos estrangeiros e mal humorados e diversas câmeras de segurança. Watson percebeu que Holmes queria que ela descobrisse algo ali, mas quando chegou em casa e abordou o protagonista dessa forma, ele assegurou que não, que não existe uma investigação por trás de cada porta. Eu, naquele momento, me convenci com os argumentos do Sherlcok, mas a Watson, não. No final do episódio, ela percebeu que a empresa (a lavanderia) era de fachada para lavar dinheiro (que ironia, não?) e estava envolvida, inclusive, com tráfico de pessoas.
Quando chegou em casa para contar o feito ao Holmes, ele gritou para que ela fechasse a porta logo: sua abelha rara, presente dado pelo homem rico cujo DNA foi alterado, havia escapado do pote que a mantinha presa e ele precisava recuperá-la. E assim terminou o episódio, com o inseto especial sendo recapturado.
Por falar no homem rico, o nome do personagem era Gerald Lydon, e o ator que o interpretou, Dennis Boutsikaris, era muito bom. Pesquisei no IMDB e vi que ele tem uma extensa lista de participações em séries e filmes, mas não o reconheci de nenhum lugar. Elementary teve ótimas participações especiais em todo o episódio, o que garantiu que a trama – inovadora para a série – se sustentasse do começo ao fim.
Dessa vez, não exploram um (possível) romance da Watson com o Sherlock – o que não senti falta – e nem a vida pessoal de outro personagem. Não me incomodou, acredito que, embora seja legal conhecer um pouco mais sobre cada personagem, Elemenatary ainda é uma série sobre detetives, que se passa em cenas de crime. Vez ou outra, somos convidados a entrar na vida de um dos personagens principais e, por hora, está de bom tamanho!
p.s.: um dos nomes de disfarce usados na trama das mutações genéticas era Lincoln “alguma coisa” (sobrenome complicadíssimo). Será uma referência ao Oscar, que acontece na noite de hoje, e tem justamente Lincoln, de Steven Spielberg, entre as grandes promessas? Pode ser… Até porque, a nova série do famoso cineasta, Under the Dome, irá ao ar justamente pela CBS, canal que exibe Elementary. O que será que a Watson diria sobre isso? 🙂
Chicago Fire – Viral
24/02/2013, 15:06.
Maísa França
Reviews
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Viral foi um dos melhores episódios dessa temporada de Chicago Fire. O ritmo foi bem intenso, tanto nos acontecimentos pessoais quanto nos resgates da semana. Mas não faltou, claro, um toquezinho de humor.
Daniel, o ex-marido abandonado de Clarice, negou a oferta da divisão da guarda do bebê e a advogada sugeriu que Shay e Clarice se mudassem pra um outro lugar para tentarem “normalizar” o perfil dessa família. Shay mostrou mais uma vez que seu amor por Clarice é super verdadeiro e está disposta a fazer tudo para a mulher quando de repente *BOOM*. Como era de se esperar (apesar de torcer imensamente para que isso não acontecesse) Clarice mais uma vez despedaçou o coração da paramédica e simplesmente vai mudar Nova Iorque pra ficar com o filho sem ter problemas com Daniel.
SÉRIO CLARICE? A mulher lutou até contra uma possível infecção de HIV e estava toda preocupada em manter você por perto e se esforçando para caramba e você chega com um notícia dessas? Espero que dessa vez Clarice vá para nunca mais voltar.
Aliás, o tema da possível contaminação de Shay foi muito bom. Deu pra perceber que os paramédicos estão expostos a situações de risco que as vezes nem imaginamos. Só por tentarem salvar uma vida.
Cruz voltou com tudo na rebeldia e culpa que até na igreja ele foi pra se livrar dos pecados, mas quem salvou mesmo sua barra foi Mouch (mesmo depois de quase ter morrido por causa de Cruz) já que Casey pegou seu atestado de bundão nesse episódio. Foi preciso Mouch ir conversar com Cruz para saber o que estava acontecendo para só então Casey perceber que entregar o distintivo do bombeiro para o Chief Bolden não era a solução. Uma conversa resolve qualquer coisa, não? Ele deveria saber que o ultimato que deu em Cruz não era a solução pros problemas do bombeiro.
Casey ainda está todo revoltadinho com Dawson e vai ficar de mimimi até sei lá quando, mas pelo menos o problema com sua mãe ele resolveu. Aliás, ele não resolveu nada porque a mulher simplesmente achou uma solução melhor: ir morar com a ex-companheira de cela ao invés de morar com os filhos. Ainda acho que vem problemas por aí, mas posso estar enganda.
Sevelindo e Renee nessa relação estranha que mostra todo o lado sentimental do bombeiro e que a mulher não tá dando a mínima. Espero que ela suma também porque ficar revivendo o passado não é nada legal, ainda mais para o bombeiro que parecia estar seguindo em frente.
A parte do humor ficou por conta de Otis, claro! Dessa vez a escolha do nome do bar foi o responsável pelo toque de humor ao episódio. Otis, Dawson e Herrmann ainda não chegaram à um acordo mas se depender de Otis será “O Bigode de Pete”. O nome é estranho, mas não deixa de ser engraçado.
Além disso o trio encontrou um cofre escondido no bar e Herrmann, que não acredita na sua sorte, acha que o conteúdo do confre não deve ser coisa boa. Felizmente foi convencido por Dawson e Otis a abrir o cofre e a questão é: o que tem dentro daquela caixa?
Na parte dos resgates, achei bem interessante a parceria entre bombeiro e polícia e os bombeiros falando que eles só ficam lá esperando pelo pior pois praticamente só agem quando há incêndio.
The Walking Dead – Home
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Depois de um início de temporada arrasadora The Walking Dead parece ter perdido o gás após o hiato de dois meses. Apesar da iminência de uma guerra entre Woodbury e o pessoal do presídio, o ritmo dos episódios diminuiu e a série não é mais tão envolvente. Em Home o grande momento foi a cena final em que o Governador leva um “presente” até o presídio, um caminhão cheio de errantes que dá o recado de que Woodbury não está para brincadeira.
No ataque, uma das baixas foi o ex-presidiário Axel, um personagem relativamente chato, mas até simpático. O tiroteio poderia ter acabado com a assombração da Lori também, além de ser uma personagem chata quando viva ela continua nos assombrando com sua chatice. Além de deixar Rick cada vez mais louco, claro. A imagem final do último episódio, The Suicide King, foi impactante, mas a linha da história que envolve a loucura de Rick já começou a ficar irritante.
O ponto principal do episódio foi a volta de Daryl ao presídio (os fãs agradecem). Até o retorno de Merle, que chegou ajudando a salvar a vida de Rick, pode trazer um ritmo diferente a série. Eu gostaria de ver Merle abdicando de sua maldade e insanidade para poder ficar próximo ao irmão e ser aceito no grupo do presídio. Até porque, a rebeldia, o pouco caso com a vida alheia e o mimimi de ter sido abandonado pelo grupo no início da série já cansou o espectador.
Quem também anda em uma “DR” terrivelmente chata é o casal ou ex-casal Glenn e Maggie. Glenn pirou e só pensa em matar o Governador e Maggie já cansou da história toda. Hershel passou o episódio novamente tentando trazer Rick de volta para a civilização das pessoas sãs e tentando fazer Glenn e Maggie pararem com essa chacrinha. Tarefa simples para um homem que foi mordido por um errante e sobreviveu, mas ele continua sendo o personagem mais sensato do grupo do presídio e a esperança de que Rick e Glenn voltem a ser quem eram no início da temporada.
Hershel faz o papel de “personagem espelho”, que tenta fazer os outros personagens pensarem sobre suas próprias atitudes. Esse incentivo a reflexão pode mudar o rumo da história dos personagens. Em Home, Rick pela primeira vez abriu o jogo sobre suas visões e as conversas nas ligações misteriosas para o telefone do presídio. Talvez seja um passo para ele voltar a ser quem era e liderar o grupo do presídio. Após o ataque do Governador a “família” vai precisar dele, agora mais do que nunca.
Quem voltou e vai reforçar o grupo é Daryl, que continua sendo o personagem mais interessante da temporada. Mesmo no meio do mato com Merle, ele conseguiu manter o espírito de herói e salvou um grupo de pessoas de errantes. O detalhe da discussão sobre a proximidade do rio Yellow Jacket e depois os dois encontrarem a ponte sobre o rio foi ótima. Daryl badass.
Em Home deu pra entender um pouco mais porque Daryl fez questão de acompanhar Merle. Além de irmãos, os dois têm uma ligação mais forte. Ambos foram abusados quando crianças, pelo que deu pra entender foi provavelmente pelo pai ou padrasto. A descoberta de Merle que Daryl também foi abusado após ele fugir de casa pode ser um gatinho para que o irmão mais velho resolva ser um pouco menos ruim com o próximo. Difícil acreditar, mas seria uma virada interessante do personagem. Ele já foi burro o suficiente para se surpreender que Daryl também havia sido abusado. Se ele foi e fugiu, Daryl acabou se tornando o “substituto” do abusador, é quase uma lógica.
O Governador é outro personagem que vem crescendo e se transformando. Foi afetado pelo ataque de Michonne e depois pela vitória do pessoal do presídio em Woodbury. Nesse episódio ele pede ajuda de Andrea, mesmo não confiando em sua lealdade. Durante o ataque ao presídio a raiva fez com que ele nem se importasse de ser atingido. Enquanto seus homens se protegiam e atacavam, o Governador mal piscava para as passagens das balas.
Foram quase dez minutos da cena de ataque, a melhor do episódio, mas mesmo assim essa passagem não conseguiu salvar o ritmo de Home, que foi lento em relação ao alto nível da terceira temporada da série. Mesmo assim o episódio reforça as expectativas para o que vai acontecer na sequência. O grupo do presídio vai querer revidar, mas ao mesmo tempo seu “quartel general” está infestado de errantes.
Provavelmente a opção mais sensata vai ser a que Hershel sugeriu, voltar a peregrinar pelo mundo afora. Pelas imagens que foram mostradas do próximo episódio podemos esperar finalmente uma ação de Andrea quanto a seus amigos no presídio e Rick será forçado a voltar a si. Acho que com esses dois reforços o time do presídio será páreo para o Governador e seus seguidores. Resta saber se isso fará bem a série e se The Walking Dead vai conseguir recuperar o ritmo que empolgou os fãs no início da temporada.
Modern Family – Bad Hair Day
23/02/2013, 17:35.
Maísa França
Reviews
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Achei o episódio dessa semana um pouco cansativo, mas alguns momentos engraçados fizeram o episódio valer a pena. A começar pelo nome: Bad Hair Day. Tem dias que você levanta da cama e quando percebe como estão os cabelos já bate logo aquele desânimo e a sensação de que um dia bom está longe de acontecer (as meninas sabem bem do que estou falando). Felizmente alguns acontecimentos ao longo do dia fazem com que ele melhore – o dia, e não os cabelos.
A série voltou ao seu estilo normal de narrativa, com os plots cruzados em alguns momentos do episódio e apesar de alguns momentos onde tudo parecia errado, as coisas se alinharam no final.
Há um ano Jay espera pelo torneio de boliche para conseguir uma vitória contra os “armários, armários, armários”. O segundo lugar na última edição do torneio lhe rendeu um bilhete para um Spa e depois de todo esse tempo, com o bilhete em mãos e com prazo de vencimento “hoje”, ele resolve entregá-lo para Gloria para que ela possa aproveitar o dia.
O que poucos esperavam era ver Gloria como uma mãezona calma, sem todo o escândalo colombiano da personagem. Com esse novo perfil, ela praticamente não tem tempo par nada, pois Joe ocupa grande parte do seu dia e esforço. Prova disso é a mulher torcer o tornozelo e mesmo assim ainda querer tomar conta da criança. Sem contar que a cena em que ela usa a cadeirinha de Joe – com ele dentro – como bengala foi sensacional.
Enquanto isso Cameron está sozinho em casa com Lily. E todo mundo sabe que Cam sozinho não é sinal de boa coisa. Em uma das passagens mais engraçadas da série, Cam está fazendo uma sessão de fotos no melhor do estilo Oscar com Lily, esta que SEMPRE rouba a cena até mesmo quando não tem nenhuma fala. Com uma sinceridade que não cabe em si, depois de seiss horas fazendo fotos a menina diz com todas as letras para o pai “Eu me demito!”. E é aí que começa o Bad Hair Day… Joe que não tem nada a ver com a história das fotos acaba como cobaia de Cam e gente, ele ficou muito bonitinho de peruca 🙂 Até aí tudo bem, não fosse o fato de Lily (que passou de modelo para assistente) ter colocado cola na peruca porque ela não parava no lugar. Um misto sem tamanho de ingenuidade e maldade…
Mitchell entra em pânico enquando Cam tenta manter a calma e usar suas técnicas para remover a peruca do menino. Se fechar no banheiro com todo aquele vapor ajudaria a remover a peruca, certo? Errado. Como não funcionou, Cam partiu para o plano B – de Bieber – e fez um corte na peruca de Joe no estilo “Bieber-like” e ficou todo orgulhoso de seu feito.
Na casa dos Dunphy, Claire irá à um reencontro da faculdade e não faz a mínima questão da companhia do marido. Phil por sua vez está todo empolgado com o jogo de boliche com Jay que até comprou sapatos próprios para isso. Aliás, Phil é a única pessoa na face da Terra que prefere passar o dia com o sogro do que com a mulher e Jay sabe mais do que ninguém cortar toda a empolgação do genro: com uma simples ligação o tira da equipe e esse é o pontapé para que Phil vá até a festa de Claire.
Assim que chega na festa, Phil é apresentado à Tater e muda seu comportamento repentinamente e mantém o olho em Tater enquanto na verdade deveria era manter os olhos no professor Cooke em quem realmente Claire deu uns pegas na faculdade. O interessante dessas histórias da Claire é ver que Haley é muito parecida com a mãe e Claire muitas vezes não tem moral nenhuma em falar com a filha sobre as atitudes dela. O passado da loira condena – e muito!
Outro ponto interessante desse plot foi o fato de que Claire percebeu que fez a escolha certa com Phil, caso contário seria ela a esposa estressada e sarcástica do Professor Cooke. Se deu bem, Claire!
E pra finalizar o episódio, uma verdadeira quadrilha:
Cam e Mitchel que chatagearam Manny que chantageou Luke que chantageou Jay que contou a verdade sobre o novo corte de cabelo do filho para Gloria que manteve seu mantra de ser mais calma. Num dia em que tudo parecia dar errado, as coisas se acertaram mais uma vez nessa família moderninha.
Algumas observações:
1: David Faustino que interpretou Tater, o ex-apaixonado por Claire, contracenou com Ed O’Neill em Married With Children.
2: Gloria enganou todo mundo e despachou o filho pra casa de Mitchell pra poder ir ao Spa. Espertinha, não?
3: Só citei Manny porque achei forçada a participação dele nesse episódio. E mais forçada ainda a cena da cantoria no ônibus apesar de ter sido muito bonita a atitude encorajadora de Jay.
4: A última cena provou o ditado “tal pai, tal filho” ao mostrar Luke caindo com os sapatos de boliche e suas irmãs não. Aliás, mais Alex e Haley nos episódios por favor.
Supernatural – Man’s Best Friend With Benefits
23/02/2013, 14:54.
Juliana Baptista
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Dessa vez tivemos um episódio bem diferente da semana anterior. Depois de tanta informação, referências mitológicas e tudo mais, nesta semana voltamos a um episódio bem morno, combatendo um “monstro do dia”. Apesar de ter sido bem previsível, com o clássico formato: problema, ajuda o mocinho, encontra o vilão clichê, leva umas porradas e mata o vilão; tivemos um Dean cheio de bom humor e o “fim” do impasse Sam-herói.
Apesar de Dean odiar bruxos e os Winchesters não terem um histórico muito agradável com eles, os irmãos tiveram que ajudar James, um policial que foi para o “lado negro” da força. (Fiquei pensando que já tinha visto este ator antes, mas dei uma pesquisada e ele só fez algumas aparições aleatórias em diversas séries como Law & Order, CSI: NY/Miami, NCIS e All My Children). Achei bem estranha aquela história de familiar! Do nada, o doberman vira uma mulher seduzente, de coleirinha vermelha, tentando ajudar seu dono/namorado/familiar.
Foi engraçado ver a reação de Dean com Portia, já que ele não gosta de cachorros e nem de bruxos. Os comentários foram divertidos, mas mesmo assim achei o plot meio sem sal. Estava mais do que na cara que Spencer e o gatchenho Philippe estavam envolvidos com as mortes de James. E também, só podia ser os dois, já que não tinha mais nenhum personagem bruxo além deles! (Ou alguém estava esperando que fosse coisa do policial cara quadrada?). E por falar em Spencer, o ator que interpretava este personagem, Curtis Caravaggio, já participou da série há muito tempo. Lá, no túnel do tempo, no 19º episódio da primeira temporada, em Provenance! Curtis era Mark Telesca, o cara que comprou o quadro assombrado da família esquisitona que matava todo mundo. Coitado, morreu na primeira e na oitava temporada. Por favor senhor, não volte mais a esta série!
E por falar na morte do Spencer, alguém me explica o que foi aquilo? Na hora que James tenta partir pra cima do amigo, o cara solta um hadouken! Que defeito especial foi aquele? Sinceramente, acho bem mais legal quando as pessoas apenas voam e batem na parede, sem nenhuma luz parecida com o Hadouken do Ryu do Street Fighter.
De um modo geral, Man’s Best Friends With Benefits foi um episódio para descontrairmos e Dean e Sam resolverem suas pendencias em relação a quem será o super herói da vez. Dean acabou aceitando que o irmão vai liderar a missão suicida. A única surpresa do episódio foi Sam ter se mostrado doente, cuspindo sangue nos minutos finais. Eu achava que com as provas ele ficaria mais forte e não mais fraco.
Observação 1: Achei bizarrézimo James e Portia fazerem sexo sendo que ela é sua familiar e não uma namorada. Mas a cara de Dean descobrindo isso foi uma das melhores partes do episódio.
Observação 2: Super desnecessária a menção à Crepúsculo na cena do confronto entre Spencer e James, sendo que Curtis participou do filme. E mesmo não sabendo da história do Crepúsculo, acho que a comparação não teve muito sentido, já que os vampirinhos tinham um casinho mimimi e James e Portia tinham uma relação de fidelidade e cumplicidade da comunidade dos bruxos.
Hawaii Five-0 – Pa’ani (The Game)
22/02/2013, 22:06.
Anderson Narciso
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Hawaii Five-0 apresentou seu último episódio antes de um extenso hiatus na última segunda feira. E receio dizer que foi mais um episódio bem mediano. Algo começa a me preocupar em Hawaii Five-0. Nunca lembro de ter achado tantos episódios “meia-boca” em sequência.
Este episódio conseguiu até ser melhor que o da semana passada, mas mesmo assim não me agradou por completo. Em algumas partes, eu ficava louco para ele terminar, confesso. O caso da semana, apesar de promissor, foi bastante do confuso. É ótimo quando a Five-0 tem de ficar indo para lá, para cá, procurar um suspeito, achar outro… Mas eu gosto de casos que façam sentido! E sinceramente, tenho achado tão bobinhas estas últimas histórias!
Nesta semana, uma cena incrível de uma caçada realizada por soldados, que não eram soldados, mas sim executivos em uma espécie de “paintball” em uma versão mais “cool”. E um assassinato parte daquele cenário… E que se passa por mil e um suspeitos. Scott Davis foi morto por seu chefe Neil Redding, mas em uma trama tão meia boca, que, sinceramente, os peritos de CSI teriam desvendado o caso bem mais rápido que isso. Achei meio forçadas as “reviravoltas” que o caso ficou dando. H5-0 não precisa disso. E a série já apresentou casos infinitamente melhores…
Entretanto, o que amenizou um pouco o episódio foram as excelentes interações de Danny e Steve com o futebol americano. Como já havia sido anunciado, o jogador Arian Foster, que atualmente é o Running back do Houston Texas, fez uma participação na série como ele mesmo, contribuindo para a investigação da equipe. E junto a ele, um punhado de referências ao mundo do esportes, com as pitadas de discussões entre Danno e Steve, que envolveu ainda uma discussão sobre o quarterback Peyton Manning. Gostei muito desta parte do episódio, e a cena final com Danno e Steve jogando a bola autografada (Danny ficou igual a uma criança ao ganhá-la), foi excelente.
Mas algo faltou. Acho que o peso do caso ter sido meio “xoxo” para mim, atrapalhou eu ter gostado por completo deste episódio. Este, compensou o da semana passada em quesito de ação: não tem o que botar defeito, e aliás, merece menção honrosa o super chute de McGarrett na escada rolante. Só que a série anda meio sem rumo. Eu sinto falta da H5-0 das duas primeiras temporadas, e de certa forma, da série que foi apresentada na primeira metade desta atual temporada. Tínhamos um propósito, que agora está meio perdido.
Quando digo que algo começa a me preocupar na série, é exatamente isso. Espero que os roteiristas não se percam de verdade, e que esta pausa da série seja boa para que voltemos com excelentes histórias, para eu poder elogiar sem força alguma. Episódio inédito agora, só no dia 18 de março. Então vamos descansar um pouco com esta pausa, e em março voltamos com força total.
Ps: Cadê a continuação da história da Kono? Ainda estou esperando.
Ps2: Cadê Wo-Fat? Steve simplesmente abandonou o caso?
Ps3: Kamekona e Max continuam sendo ainda uma excelente jogada na série. Ponto para os personagens.
Ps4: Katherine anda tão coadjuvante que nem sei o que ela faz na abertura. Mais participação desta excelente personagem, por favor!
The Carrie Diaries – Endgame
21/02/2013, 22:11.
Gabriela Assmann
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Endgame foi o melhor episódio de The Carrie Diaries depois do piloto! Isso, claro, na minha humilde opinião. Excetuando o fato de que como comentei na review passada acho meio fail esses episódios de datas comemorativas fora da data e de que esse episódio não teve Nova York eu gostei de tudo. Achei que teve risadas e sensibilidade divididas na medida certa. Nem demais de um e nem demais de outro. Ainda assim cabe ressaltar que foi um episódio que ficou um pouquinho aleatório.
Endgame gira em torno do feriado de Ação de Graças e por isso só eu já esperava um bom episódio. Sempre gosto dos episódios de Ação de Graças. O episódio já começa emocionante quando mostra um flashback de Carrie lembrando da infância enquanto a mãe preparava o jantar do dia de Ação de Graças. Confesso que enchi os olhos de lágrimas aqui. A partir deste momento Carrie resolve que precisa manter e a tradição e se encarrega de preparar o jantar de Ação de Graças da família com ajuda da avó. Tudo começa a dar errado no momento em que, esperadamente, claro, os avós não podem viajar e tudo fica nas mãos dela.
Como se já não bastasse isso o pai dela ainda convida o George e o pai dele para passar o Dia de Ação de Graças com eles. Pobre da Carrie que tem que dar conta de tudo sozinha e ainda lidar com as mudanças de humor da Dorrit e tentar ser agradável com George e o sogro. É claro que tudo dá o mais errado possível. As receitas somem, o forno quase explode, a casa fica sem luz, Dorrit fuma maconha enquanto o mundo cai sobre a cabeça de Carrie e aí por diante…
Durante toda essa confusão a Mouse se mostra uma ótima amiga e tenta ajudar a Carrie, mesmo não conseguindo evitar que tudo termine do pior jeito. Outro que é muito fofo durante todo episódio é o George. Ele mostra que é um amor e que isso de eles viverem “em mundos diferentes” é tudo que ele quer. O George só tem um defeito: não ser o Sebastian. Esse episódio me fez ter certeza disso. Ele é fofo e tudo mais, mas sou muito mais a Carrie com o Sebastian. Funciona melhor.
Gostei também das tramas paralelas. Fica cada vez mais claro que Sebastian tem os problemas que tem porque é muito abandonado pela família. Já a família de Walt e a maneira com que eles tratam ele e Maggie mostram, ao menos pra mim, que a dificuldade do garoto em assumir sua homossexualidade está muito relacionada com isso. Eles parecem ser muito certinhos e metódicos com tudo. Gostei também de ver Maggie amadurecendo e dando um fora, de uma vez por todas, no policial.
Adorei que Dorrit mais uma vez deixa cair a barreira que tá em volta dela e mostra pra Carrie porque estava tão revoltada e incomodada. Não dou razão pra ela, mas nessas horas é preciso acolher todo tipo de manifestação e procurar entender elas, porque é difícil. Nesse sentido a conversa das duas foi linda. Também teve o pai delas reconhecendo, mais uma vez, que tá deixando um pouco a desejar e que precisa se empenhar mais e não jogar tudo nas costas da filha adolescente. E pra fechar o episódio com chave de ouro o Sebastian apareceu pra passar o fim do Dia de Ação de Graças na casa da Carrie, com ela, a família dela e as amigas e foi muito fofinho os dois e também ele tentando agradar o pai dela.
Só desejo que no próximo episódio tenhamos o retorno da Larissa e de Manhattan para The Carrie Diaries ficar ainda melhor.
Grey’s Anatomy – The Face of Change e Hard Bargain
20/02/2013, 21:19.
Mariela Assmann
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Oi, pessoal. Estou aqui, atrasada, pra comentar mais dois episódios MUITO BONS de Grey’s Anatomy. Tiro o chapéu para a Shonda e para os rumos que ela está dando para a história, nessa 9ª temporada.
Antes de falar dos episódios, em si, preciso comentar sobre uma comparação que andei lendo na internet. Tem muita gente desgostosa com essa 9ª temporada, e achando que ela se parece demais com a sétima – uma das piores, pra mim. Respeito a opinião, mas não vejo tamanha similaridade. Tá certo que ambas as temporadas se passam depois de um grande evento traumático (lá, o tiroteio. Aqui, a queda do avião). E, apesar de vermos médicos traumatizados, as semelhanças param por aí.
Na sétima temporada, nós vimos o drama de Cristina se arrastar por boa parte da temporada. Agora, com um terço da temporada, os dramas pessoais já foram praticamente deixados de lado. Uma nova grande questão tomou o lugar do sofrimento físico e psicológico dos sobreviventes da queda: o destino do Seattle Grace. E esse plot é forte o suficiente para deixar a história interessante de se acompanhar, o que não aconteceu, definitivamente, na sétima temporada.
E é sobre esse novo plot que os episódios objeto dessa review falaram. O que vai acontecer com o Seattle Grace, afinal de contas? Os acontecimentos de The Face of Change e Hard Bargain não foram surpreendentes. Muito pelo contrário. Desde que a palavra falência foi pronunciada pela primeira vez, sabíamos que a solução passava por Meredith, Derek, Cristina, e Arizona e pelo dinheiro cabível à Mark e Lexie. E já naquela oportunidade eu havia dito que essa seria uma jornada interessante de se acompanhar.
Só não imaginei que seria tão importante assim. E ouso dizer que três personagens, principalmente, tornaram essa história melhor do que se esperava.
Callie não estava no avião, mas ela tá dominando a cena da temporada atual. E parte dela a iniciativa de salvar o hospital através da compra. Me diverti com Torres e o Chief Weber em sua missão investigativa. Demais. E preciso dizer que compreendo porque Callie é a comandante da operação.
De todos os endinheirados, ela é a única que não sofreu, fisicamente, os efeitos da queda do avião. De certa forma, por mais que ela tenha sido atingido em cheio, psicologicamente, apenas ela tem a serenidade e a força necessária para cutucar algumas feridas e impelir os amigos a seguir adiante.
Derek seguiu adiante, mas é bem evidente que ele se culpa por isso. As palavras de Arizona caíram como uma luva na situação, embora eu tenha ficado com muita vontade de esbofetear a loirinha. Derek sobreviveu, ficou rico e recuperou a funcionalidade da mão. E se culpa pelos outros que não tiveram tamanha sorte: Arizona, Mark e Lexie. E o fato de Derek aceitar ser “o rosto da mudança” demonstra o quão responsável e culpado pela situação ele se sentia. E essa mesma vontade de resolver a situação que o faz aceitar a ideia da compra do hospital, já que é bem evidente que a Pegasus não será boa para o Seattle Grace. Se ele não pulou fora do barco alado, é porque achava que devia lealdade à Owen, um ser completamente ilhado no meio ao caos.
E é ele o terceiro personagem de destaque. Owen, que vive uma situação semelhante a de Derek. Por ter sido ele a pessoa que autorizou os cortes no orçamento e a utilização da companhia aérea responsável pela queda, ele sente que deve resolver a questão, ainda que não acredite na solução proposta. O que agrava ainda mais a situação é o fato dele e Yang estarem se reaproximando. Uma fase gostosinha de se ver, já que eles deixaram de ser um casal chato e pedante. E Hunt se esforçou ao máximo para resolver o problema do Seattle Grace, só que isso o acabou cegando. Agora, dado o “golpe de estado” dos principais residentes, não sei como ele reagirá.
O esperado, é que Owen aceite a ajuda dos colegas. Mais, agradeça aos mesmos, quando souber de tudo. Mas já sabemos que Hunt pode ser pouco racional, quando quer, e não sei se ele terá a leveza necessária para encarar a questão. Ouso dizer, então, que a questão da venda vai acabar de forma positiva. Mas não sei dizer se posso falar o mesmo de Crowen.
E por falar nisso, doeu ver Yang, mais uma vez, ter que ir contra Hunt. Ficou bem evidente o quanto ela relutou para aderir ao plano dos amigos, mesmo com os pedidos constantes de Mer. Aliás, é bem interessante ver como elas “resolvem” os conflitos que surgem, de tempos em tempos, em virtude de conflitos entre Derek e Owen, ou mesmo em situações que Yang tem que optar entre a melhor amiga e o “marido”.
Mas nem só dos 3 personagens centrais do “plot do hospital” se faz um seriado, e todo mundo está sendo atingido, de uma forma ou de outra, pela venda. Os internos estão amedrontados e pensando em pular do barco, os residentes estão pensando em ir embora – vide Bailey – e o Chief está pensando em se aposentar antecipadamente. Todo mundo tentando resolver sua vida profissional da melhor forma possível, apesar do apego pelo hospital.
Como plots secundários, ainda vimos, em The Face of Change, a disputa pessoal entre Avery e Karev – e consequentemente entre Jo e Steph – para ser “a cara do Seattle Grace”, que rendeu momentos divertidos, mas que reafirmou o que já sabíamos: na hora do vamos ver, todos os médicos se unem e deixam de lado eventuais diferenças de opinião para salvar os pacientes. Até Owen fez vista grossa para a situação do pronto-socorro, o que mostra que os valores dele não se corromperam, mesmo com toda a pressão que ele está sofrendo.
Outra história que começou a se desenvolver foi a da April com o paramédico. E foi em Hard Bargain que vimos ela ganhar corpo e amadurecer. A primeira coisa que a história provou foi que Avery ainda está apaixonado por April, que começou a se desvencilhar da relação com o amigo e está pronta pra seguir adiante. A segunda coisa, foi que April continua insana level extreme com aquela história sobre sua virgindade. Oi, Kepner? Nós todos vimos o que rolou com o Avery. A propósito, ela não conseguiu ser sincera com o paramédico gato, e escondeu que escolheu esperar, mas deu uma fraquejadinha no meio do caminho. Com certeza o moço não gostará nada, quando descobrir, e provavelmente April e Avery voltarão às boas. Só não sei como eles conciliarão seus estilos de vida distintos.
Outro plot secundário é a história de Karev e Jo que, confesso, estou ADORANDO acompanhar. Gostei muito de ver os dois se aproximando lentamente, construindo uma relação de amizade e lealdade. E mais ainda, adorei como novamente fomos surpreendidos por Shonda, que realmente está disposta a fazer com que um relacionamento amoroso entre os dois seja algo bem pensando e maduro. Depois do caso dos colegas de trabalho que se envolveram, eu fiquei pensando que Jo estava caidinha por Alex. Mas ela estava sondando outro médico – ou seu abdômen – e Alex – que claramente está apaixonado pela amiga – ficou chupando o dedo. É óbvio que em breve os relógios deles acabarão se ajustando, porque também é bem claro como Jo está envolvida por Alex. Acho que ela apenas não percebeu, ainda, a natureza dos seus sentimentos. Finalizando, preciso dizer que levo muita fé no casal. É a primeira vez, depois da Izzie, que realmente acho lindinho o Karev com uma mulher. Nem Lexie conseguiu esse efeito. Então, go Jo! Estamos com você.
Creio que logo a compra do hospital pelos nossos médicos favoritos se concretizará. E aí acompanharemos novos dramas e questões, já que além de operar, eles precisarão gerenciar. Confusão – e histórias novas e interessantes – garantida. Até lá!
White Collar – Empire City
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White Collar não é uma série que atinge um grande público e um dos motivos está estampado em Empire City. Apesar de ser uma das melhores séries policiais da atualidade, mesmo com a queda de rendimento na quarta temporada, White Collar tem uma trama complexa de ser entendida e muitas vezes, se o espectador não prestar a atenção, pode ficar perdido na resolução da história. As características dos crimes de colarinhos branco e o ritmo empregado nos episódios exigem um espectador mais atento.
Empire City apresenta um caso que envolve comercialização ilegal de licenças para táxis em New York. A vítima é Mozzie, ou melhor Hal Hoover, um “homem que só está tentando uma vida honesta”. Essa é mais uma das grandes coincidências da série, mas uma figura como Mozzie atrai todo o tipo de situação cômica. A cena do chilique dele quando vê outro táxi usando o seu número de licença e começa uma perseguição é uma das melhores do episódio.
Apesar da complexidade de entendimento de alguns casos, White Collar sempre ganha com a simpatia dos personagens. Mozzie é uma das figuras mais originais da televisão americana na atualidade e a dupla Neal e Peter caiu no gosto do público desde o episódio piloto. Outros personagens paralelos como Elizabeth, Diana, Jones e figuras características como o chaveiro mestre, do episódio Brass Tacks, chamam a atenção do trabalho de construção de personagem.
White Collar também voltou a investir em saídas um tanto óbvias, mas que funcionam muito bem quando se tem em mãos um personagem como Mozzie. Após ser escanteado por Peter no início da investigação no Cotton Club, Mozzie acaba fazendo uma corrida para o dono do bar em questão. Coincidência? Talvez sim, mas é o tipo de situação que os espectadores estão acostumados a acompanhar com Mozzie.
Com a ajuda de Mozzie, Empire City mantém um nível considerável em relação aos outros episódios da quarta temporada. White Collar ainda está um pouco distante da ótima apresentação dos anos anteriores, mas agora na reta final a série ganhou um gás e melhorou de qualidade nos dois últimos episódios. Considerando o histórico de ótimas seasons finale, ainda vale esperar algo bem elaborado para os últimos episódios da atual temporada.
Empire City também teve algumas características especiais. O uso do vinil e a ambientação voltada ao jazz clássico, inclusive com trilha sonora de June, deu um toque saudosista ao episódio. A edição ficou interessante quando mesclou imagens da preparação do vinil e do registro falso com as imagens de June gravando seu EP de amostra. No entanto, o clímax de Empire City foi o desfecho nervoso, quando a equipe de Peter consegue pegar Angelo Wells, sem incriminar o irmão bonzinho Delmon.
O detalhe que não ficou claro foi como Neal entrou tão tranquilamente na parte destinada ao escritório do bar. O segurança usou um detector de metais na entrada, mas não questionou porque um homem que não era funcionário do bar estava entrando no local que levava ao escritório e ao reabastecimento de charutos. Por outro lado, Neal era o “empresário” de June e o segurança pode ter deixado ele passar pois Neal poderia estar indo se reunir com um dos donos do bar. Ainda assim, achei a facilidade dele entrar no local um pouco forçada. No entanto, aceitamos uma licença poética de Neal Caffrey, depois de tudo que ele aprontou até aqui, com certeza merece uma.
Mesmo com um tropeço de Neal e a decaída na quarta temporada, White Collar voltou a acertar em Empire City. O plot da temporada que envolve a família de Neal continua tendo espaço, mas a trama se desenvolveu no início e no final do episódio. Assim a série ganha mais tempo para trabalhar em um caso melhor elaborado. Por outro lado, os últimos casos ainda patinam perto de alguns episódios das três primeiras temporadas. No entanto, já é um caminho para volta aos grandes momentos da série da USA, quando o seriado fazia os 40 e poucos minutos passarem voando na telinha da televisão, Neal supreendia a cada cena, Mozzie só fazia entradas triunfais e Peter era a cereja do bolo.
Empire City ainda resgatou um pouco do passado da série e Peter lembrou de detalhes de quando ainda perseguia o ladrão Neal Caffrey. Tudo serviu para descobrir onde encontrar a vista da chave que Ellen deixou como enigma. O local em que Neal foi guiado era nada mais, nada menos, que o Empire State Building, um prédio de 102 andares que já foi considerado uma das estruturas mais altas do mundo.
Além do mistério envolvendo o Empire State Building, o próximo episódio de White Collar promete um sequestro de Peter e Elizabeth, dessa vez juntos. Os dois já foram sequestrados anteriormente, cada um de uma vez, e as duas tramas renderam ótimos episódios. Aposto que os fãs podem esperar muito de Shoot the Moon, que tem participação de Jackson Rathbone, o vampiro Jasper da saga Crepúsculo.
The Vampire Diaries – Down The Rabbit Role
20/02/2013, 10:39.
Mônica Castilho
Reviews
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Continuando a aventura do episódio anterior, Down The Rabbit Role ainda se passa na ilha apontada como sendo o local onde está escondida a cura e Silas.
Shane era o único que realmente sabia o local exato onde a cura estava, e após ter sequestrado Bonnie e Jeremy para que os demais não o impedissem de despertar Silas, tudo virou um jogo de gato e rato. Galen (o caçador que é “um dos cinco”) fazia Damon de refém enquanto Stefan, Rebekah e Elena também entraram na corrida, mas ninguém além do professor traíra sabia para onde ir e o que fazer.
Como se tudo não estivesse complicado o suficiente, Klaus era o único capaz de ajudar a irmã, Elena e Stefan a correrem atrás do prejuízo. O Original milagrosamente o fez de bom grado, mas tratou de avisar a irmã sobre um detalhe catastrófico sobre a cura: há apenas uma dose. Rebekah então decidiu driblar Stefan e Elena, já que não vai muito com a cara da vampira e Stefan daria a cura para a ex-namorada caso conseguisse, e foi sozinha na frente.
Pois bem, desde que começou esse papo de cura, já pareceu ser uma daquelas coisas “boas demais para serem verdade” e mesmo assim alguns (lê-se: Elena e Stefan) tinham planos de curar todos os vampiros do mundo que estivessem insatisfeitos com a vida no vampirismo. Mas como bom clichê, tudo o que parece ser perfeito demais acaba se revelando uma coisa não tão boa assim.
Voltando à corrida pela cura, Shane chegou primeiro, mas foi deixado para trás por Bonnie e Jeremy após se machucar. Logo após tivemos Galen trazendo Damon literalmente na coleira e, mesmo com Rebekah chegando depois, nenhum dos dois vampiros teve a competência de pelo menos imobilizar o tal caçador e acabaram também feridos. Por último tivemos Stefan, que ajudou a soltar o irmão (imobilizado por Galen), e Elena que… Qual foi a utilidade da Elena neste episódio mesmo? Pois é.
Agora vamos calcular o resultado dessa disputa: quem venceu a corrida foi… Katherine! A VampBitch mais querida de todos os tempos fez o retorno mais aguardado da temporada em grande estilo, e quando todos pensavam estar em vantagem, Kath já levava embora a cura e de bônus servia Jeremy como lanchinho para Silas despertar.
Fogos de artifício pela volta da Kath à parte, ainda não se sabe o que ela quer com a tal cura, já que até então não manifestou vontade de voltar a ser humana. E por falar em humanidade, Jeremy era o único parente vivo de Elena e última coisa que a prendia ao seu lado humano, ou seja, ela tem motivos para desligar seus sentimentos agora que o irmão morreu. Também em relação a drama e perdas, o feitiço que mantinha Klaus preso acabou e Tyler teve que fugir correndo para não acabar morto, o que despertou mais ainda a raiva de Caroline em relação ao Original.
Por fim, vamos lembrar que agora o pessoal da ilha não está somente acompanhado de Katherine e de Galen (por enquanto desacordado), mas também de Silas, que ao que tudo indica deve deixar Klaus parecendo uma mocinha se for fazer uma comparação. Esse povo deveria raciocinar e fugir da ilha, só acho.
P. S. [1]: Alguém aí se lembra dos vampiros mumificados na tumba da primeira temporada? Todos verdinhos, mas ainda com umas feições humanas… Agora por que o Silas parecia mais o homem da máscara de ferro?!
P. S. [2]: Se fosse só pela história, eu diria que com Tyler sumido, as chances de Caroline acabar deixando a raiva de lado e cair nos encantos de Klaus seriam grandes. Porém, com os spoilers acerca de The Originals (o spin-off de The Vampire Diaries), as chances desse romance acontecer tornaram-se mínimas. #PoxaVidaJuliePlec
P. S. [3]: Sempre que Katherine volta, tudo fica mais movimentado na série. Quem aí está ansioso pelas artimanhas da titia Kath?
P. S. [4]: Procura-se: Matt e April.
Dallas – Sins of the Father e False Confessions
20/02/2013, 09:46.
Redação TeleSéries
Reviews
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Ann que esteve meio apagadinha na 1ª temporada, voltou com o que é, provavelmente, a melhor história até agora. O lance da filha sequestrada, mas que afinal não estava sequestrada, é bem dramático e interessante!
Já começamos com Christopher entregando para Rebecca o celular de seu irmão contendo uma gravação onde Pamela o ameaçava e convencendo a moça a ir para a delegacia para denunciar o desaparecimento de seu irmão. (#Eu até acreditei que Rebecca iria ficar do lado do primo Ewing, porém ela provou que só quer saber do dinheiro!).
A conversa de Ann com sua ex-sogra foi muito interessante, dizendo que pensar só existe uma mulher perfeita para Harris, pena que é crime ele se casar com a própria mãe. Mas senti muita pena dela quando ela se encontra com Emma. Depois de conseguir uma conversa com a Emma na delegacia, e a jovem ainda continuar com raiva dela, Annie deposita sua única esperança na prisão de Harris por sequestro. (#Achei muito bom que a Emma não tenha aberto logo os braços a Annie, afinal a jovem ficou 20 anos com o pai, sendo criada pra odiar a mãe, essa aceitação não pode ser rápida.).
Aparece um novo personagem na série, é o irmão de Elena (ator convidado Kuno Becker). Em um primeiro momento, parece que ele só voltou para rever sua mãe e irmã, mas logo depois ele revela para Elena que quer continuar o legado de seu pai, procurando petróleo. Porém, Elena não concorda com ele. (#Eu acho que ele esconde alguma coisa!).Rebecca/Pamela descobre que aquele apartamento onde vivia ainda guarda provas de que ela matou Tommy. Agora só nos resta esperar e ver como nossa diva se livrará das acusações. Juntando isso com a irmã golpista e o processo de anulação/divórcio, temos a trama mais enrolada do ano. Também podemos colocar na conta o envolvimento dela e John Ross, só para “ferrar Christopher e Elena”. (#E como eu adoro vê-los juntos! Acho que neste caso eu torço pelos bandidos!). O plano inclui também a manipulação de Sue Ellen, para conseguir uma fatia maior de ações da Ewing Energy. Incrível como essa mulher vai de benfeitora, emprestando grana para empreendimentos que só podem dar errado, a vingadora recalcada, facilmente influenciada pelo filho.
J.R continua tentando convencer Frank a se voltar contra Pamela, para que os dois possam, juntos, acabar com ela. (#Ri muito com o vilão se procurando no Google!).
Por fim, tivemos um final de episódio sensacional! Depois de saberem que não podem processar o Harris, pois aquilo não é considerado sequestro, é ai que a Ann volta! Ela sai de casa e vai direto pra casa de Harris questioná-lo. Eu achei que ela ia usar o truque do gravador de novo. Depois que ele confessa tudo, ela puxa uma arma da bolsa e dá um tiro nele. (#Eu fiquei totalmente sem reação!).
E False Confessions começou de onde parou no episódio anterior, já que vemos a mãe de Harris achando-o baleado em sua sala. A maior surpresa é que ele não havia morrido. (#Definitivamente essa possibilidade não havia passado pela minha cabeça.)
E quem diria que Harris vivo causaria mais problemas que morto?! A atitude desesperada de Ann matar o ex-marido resultou em uma atitude também desesperada de Bobby para salvar a pele de sua mulher – a primeira falsa confissão do episódio. Ao contrário do lógico, Ann não havia planejado nada; ela simplesmente tentou assassinar Harris sem pensar nas consequências e no que aconteceria quando o corpo – morto ou vivo – fosse encontrado. (#eu até achei sensato Bobby levar a culpa no lugar da mulher. Só achei que Ann e Chris aceitaram a situação muito facilmente.)
Já no núcleo mais jovem encontramos outro drama. Foi surpreendente o desenrolar da história da morte de Tommy, num ato chocante do episódio – se não o mais chocante – foi a segunda falsa confissão, dessa vez de Frank. Para mim tinha tudo acabado: Pamela ia ser presa, Chris ia conseguir o divórcio e a guarda dos filhos (#Onde estão essas crianças?! Ainda não consegui perceber!), os bonzinhos iam ganhar essa batalha…e eu triste porque torço pelos vilões. Não poderia estar mais enganada! Começando pelas incríveis cenas concomitantes dos policiais chegando para prender alguém e Pamela fugindo de seu apartamento. Quando a porta de se abre e vemos Frank, a reação é apenas uma: choque!
Toda a cena com o ‘pai’ na cadeia, onde Frank justifica as atitudes tomadas, além do consentimento e entendimento de Cliff, culminando com o falso depoimento, seguido do suicídio, não me deixa claro se tudo aquilo foi ou não verdadeiro. Até a morte da verdadeira Rebecca pode ser encarada como uma incógnita. O incrível plot de Frank só acaba quando o mesmo se mata, achando que essa era a única forma de sua “família” perdoar sua traição de se aliar a JR Ewing.
Enquanto isso, John Ross esqueceu de sua verdadeira família e se deixou levar pelo novo amor por Pamela. (#Como eu shippo esses dois juntos! Adoro vê-los!). A razão maior de toda vingança não era Elena? E agora o rapaz resolve não só se aliar à família inimiga, como também se apaixonar por Pam. Não acredito que o sentimento seja recíproco…mas espero que venha a ser.
As cenas de Elena estão cada vez mais desgastadas agora que nem John Ross é apaixonado por ela, a pobrezinha fez apenas uma ponta ou outra no episódio. Melhor assim, confesso, não gosto dela (#Adoro a atriz mas não gosto da personagem!). Como se não bastasse termos Elena, temos também Drew aprontando uma ou outra. Podemos perceber que ele está metido em coisas ilegais!
De uma forma bem dramática e polémica, Dallas trouxe uma certa moral em False Confessions: a família é o mais importante. Elena não vê isso, John Ross não vê isso, Frank também não via; ao contrário de JR, que de uma forma estranha está sempre defendendo a família. O que vos posso dizer é que temos, traição, morte, ação, trapaças, chantagem: tudo isso e muito mais em uma série onde todos são inimigos de todos, onde apenas o dinheiro fala mais alto.
PONTOS A DESTACAR:
#Para acabar com as dúvidas, a verdadeira Rebecca está realmente morta. Frank fez o trabalho sujo e matou os dois irmãos;
# Dallas está nos acostumando com uma velocidade absurda nesse início de temporada. Só espero que ela não tire o pé do acelerador!
#Estou curiosa para saber qual foi o fim de Rebecca, pois, quando ela descobre que seu irmão foi morto por Pamela, ela tenta fugir. Porém, Frank já a estava esperando na porta do hotel. Quais são as suas apostas? Ele pagou ou matou a moça? Para mim ele a escondeu em algum lugar e vai tentar usá-la contra a Pamela;
# Vimos novamente uma ótima atuação de Brenda Strong, ela consegue nos passar toda a emoção que Ann está sentindo.
Nashville – I’ve Been Down That Road Before e There We’ll Be No Teardrops Tonight
20/02/2013, 09:26.
Gabriela Assmann
Reviews
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Quero começar dizendo que os roteiristas de Nashville acertaram a mão. A série tá com um ritmo muito bom e tomou um caminho que me agrada muito. Os episódios 12 e 13 ficaram encaixadinhos e sacudiram as coisas em Nashville. Acho que vem coisa boa por aí.
Juliette está passando por uma mudança, que ao que me parece, infelizmente, é só musical. Ela continua sendo mimada e irritante, mas parece estar querendo amadurecer musicalmente. Estes dois episódios desenvolveram bem esta trama e culminaram com o pedido de demissão de Glenn e o recado de Deacon a Juliette sobre essa sua arrogância com os funcionários. Talvez a garota resolva mudar agora.
Em I’ve Been Down That Road Before finalmente Rayna e Deacon pareceram se dar conta daquilo que está na cara de todo mundo. Eles nasceram um pro outro. Depois de muito climão naquele elevador finalmente rolou um beijo. Rayna engole toda a mágoa e o orgulho e chama o Deacon para uma conversa. Mas como tava bom demais pra ser verdade o mala do Teddy – que havia acabado de trair de novo a Rayna – aparece e o Deacon vê. Vontade de esganar ele nessa hora, mas pelo menos ele pediu o divórcio e deixou o caminho livre pra Deacon e Rayna. Mas em There We’ll Be No Teardrops Tonight somos presenteados (só que não) com a volta do Liam, que acaba mexendo com a Rayna. Ele mexe tanto com ela porque é ele que possibilita que ela fuja um pouco dos problemas. Ele a diverte e é uma válvula de escape. Veremos onde isso vai acabar agora que Deacon está morrendo de ciúme dos dois e brabo demais com Rayna.
Para nossa alegria, no 1×12, o mala do Avery foi lá na casa da Scarlett pra pentelhar e pedir uma nova chance e levou uns bons socos do Gunnar que agora mora lá para dividir o aluguel. Eu fiquei com medo que a Scarlett ficasse com pena do Avery, mas pelo contrário, ela se mostra cada vez mais irritada com o ex e parece que deixou ele completamente pra trás. Ele agora está em busca de se reestruturar já que parece não querer mais agir como agia antes, passando a perna em todos para alcançar o que quer.
Já no 1×13 pudemos ver a ex do Gunnar (que eu achei que tinha sumido pra sempre) aparecer e fazer uma oferta pra comprar as músicas do Avery. Quero ver o que vai sair disso. Confesso que preferia ver Avery se dando mal e Gunnar e Scarlett se dando bem agora que terão uma reunião com a Rayna para tratar de negócios. Além disso tivemos o retorno do irmão do Gunnar para Nashville. Scarlett aceitou deixar ele morando ali por um dia, mas ele tem uma lábia enorme e conseguiu convencê-la a ficar mais um tempo ali. Pudemos ver que parece que ele não deixou o passado sombrio pra trás. Quero ver como Gunnar e Scarlett vão se livrar dele. Ah, aposto que logo logo Scunnar não serão apenas roomates. Acho ótimo! São uns fofos!
Gosto muito do fato de que apesar de ser uma mulher feita e de o casamento não estar bem há tempos Rayna sofre com a ideia de finalmente anunciar o divórcio para as filhas. É isso que traz realidade para a série e são essas nuances da personagem que fazem com que eu goste tanto de Rayna. Acho ela bem construída. Pra piorar tudo a filha mais velha de Rayna (que é filha do Deacon, cabe lembrar) ouviu Teddy conversando com Peggy, sacou a traição e contou pra Rayna.
Quero só ver o que vai rolar daqui pra diante em Nashville. Eu aposto que o Deacon vai descobrir (como eu não sei) que a menina é filha dele e vai ficar muito brabo com a Rayna. Aposto também que a partir disso ela vai se envolver com o Liam. E to bem curiosa pra saber como a Juliette vai se virar sem o Glenn e com tanto poder assim nas mãos. E vocês o que acham?
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