Séries Médicas: Bem além dos prontuários

Data/Hora 18/10/2012, 11:22. Autor
Categorias Notícias


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

18 de outubro é dia de celebrar os doutores e doutoras que cuidam, preservam e salvam a vida de muitos personagens, na vida e também na TV.

Médico é sinônimo de sucesso na telinha. São semi-deuses poderosos, às vezes humanos até demais, que vivem seus dramas e suas alegrias numa linha tênue entre a vida e a morte. É desse modo que as séries médicas prendem a atenção do público.

Para comemorar o Dia do Médico, tentamos entender esse universo de corredores sem fim. Tudo preparado? É hora de scrub in*.

Lugar de adrenalina é na emergência

E.R. – Plantão Médico marcou uma geração. A série estreou em 19 de setembro de 1994, e foi criada por Michael Crichton e com produção executiva de Steven Spielberg. Anthony Edwards (Dr. Mark Greene), George Clooney (Dr. Doug Ross), Sherry Stringfield (Dr. Susan Lewis), Noah Wyle (John Carter) e Eriq La Salle (Dr. Peter Benton) formavam o elenco principal no piloto. A partir do décimo episódio, Julianna Margulies (a Dra. Carol Hathaway) entraria no elenco. Esse é o grupo que deu cara ao seriado, que tinha como o foco o dia a dia na emergência do County General Hospital, em Chicago.De George Clooney a Noah Wyle, entre brigas, tiros, mortes e cura, o que fica é a sensação de que nunca mais haverá um drama médico como este. A emergência era o cenário principal, ou seja, os médicos lidavam com casos de extrema urgência como acidentes, alergias, ataques do coração. Pura adrenalina. O interessante é que a essência da série era o procedimento médico. Certo que havia muito drama e romance, mas E.R. foi feita para refletir sobre que acontecendo dentro de um Pronto Socorro. Nada de endeusar os doutores aqui. Se errou? Paga. Se quebrou? Conserta! E assim vai.

Nós abrimos, cortamos e suturamos

Como é a vida de um cirurgião? Aliás, como é a vida da Dra. Grey (Ellen Pompeo) e seus amigos? Em Grey’s Anatomy, é impossível ficar indiferente aos personagens da série, o coração dessa história. A série está na nona temporada, e o modo como mostra a vida dos médicos serve como exemplo para muitas séries estreantes. Nessa história, que tem como foco em as cirurgias, a riqueza humana é o mais importante. Afinal, médico também sangra, também ama… Boa parte da ação se passa nos corredores e salas de operação do Seattle Grace (e nas salinhas de descanso também). E é por causa disso que é difícil acompanharmos o desenrolar de casos médicos. Geralmente os pacientes chegam, são operados, e desaparecem – ou porque melhoraram, ou porque pereceram. As exceções são os pacientes que se envolvem emocionalmente com algum dos médicos – como Denny, Ava e Henry – ou quando os próprios médicos viram pacientes, o que acontece com uma certa frequência. De quebra, aprendemos muito sobre várias doenças, procedimentos cirúrgicos  pós-operatórios e, principalmente, sobre a finitude da vida humana e dos cirurgiões.

Checando as crenças

Salvar a esperança é salvar as próprias crenças. Médicos são conhecidos por não acreditarem muito em fatos além dos fatos. Séries como Saving Hope lidam com a jornada de doutores em uma situação de extremo “absurdo”, quando a razão é coloca em teste. Afinal, para quem lida com a vida e a morte, acreditar que o fim realmente é o fim fica um pouco mais fácil. Na série, Alex Reid (Erica Durance) é uma cirurgiã que não perde a esperança de salvar a vida do noivo, o médico Charlie (Michael Shanks), que está em coma. Nesse estado, o doutor é dado uma chance de experienciar o chamado  de “pós-morte”, e passar a ver o espírito de pessoas que ou já se foram ou estão em estado crítico, como o dele. Essa é uma premissa bem parecida com a série A Gifted Man, onde o cirurgião Michael Holt (Patrick Wilson) ganha o “dom” de ver pessoas mortas, e é com esse entendimento sobre o que é a vida, que ele passa a ajudar seus pacientes. Essas séries, mostram a fé dos médicos, que passam a validar melhor a vida ao lidar melhor com a morte.

Quando a medicina importa

House foi uma serie diretamente ligada aos diagnósticos (criada por David Shore) feitos por um medico muito incomum e sua equipe. Além de expor doenças e condições raras do corpo humano a proposta da serie ia além com a personalidade de Gregory House (Hugh Laurie), um medico manco, antissocial, rabugento, desbocado, desrespeitoso, viciado em remédios, musico…louco, que tocava terror no hospital, na sua equipe, na chefe, no melhor amigo e nos pacientes dele mas no fim acabava desvendando um mistério medico aparentemente sem solução. “Todo mundo mente” o que House sempre dizia, ele não confiava em ninguém e estava sempre disposto a humilhar qualquer um, é a pessoa que amamos odiar e que odiamos amar. House era uma cítica aos comportamentos sociais, aos mitos e tabus, além de ter episódios intensos foi uma serie com bastante humor, estreio em 2004, terminou em 2012. O diagnóstico era o foco da série. Os médicos tinham que se desdobrar para “encontrar” a doença certa, e assim poder dar o melhor tratamento. Quem assistiu sabe que em muitos casos, dá um veredito sobre uma enfermidade, exige bem mais do que se pensa. Com uma dor no coração e sintomas de lupos tivemos que dar adeus a House.

A clínica que vai a fundo

O spin-off de Grey’s Anatomy encontrou seu lugar ao sol ao enfatizar o que se passa em uma clínica, na qual médicos de várias especialidades trabalham unidos para oferecer um diagnóstico completo e múltiplas opções de tratamento para seus pacientes. Eventualmente, algumas cirurgias são necessárias, mas esse não é o foco da série. E, muito embora assim como em Grey’s , com uma certa frequência os médicos virem pacientes e morram (porque estamos falando de um seriado de Shonda Rhimes), Private conseguiu ser bem diferente de sua “mãe”, por isso merece ser citada nesse especial. Além disso, é sempre legal ver o funcionamento de uma clínica, e a briga de opiniões – e egos – entre médicos com linhas de pensamento bastante diversas. É um lado do sistema de saúde americano que não é muito explorado nas séries de TV. O interessante é perceber os dilemas dos médicos diante desse sistema, que é bem caro para os seus usuários. E por não se tratar de uma emergência, os casos também são mais aprofundados, com questões sérias como a fertilização in vitro e mastectomia. Há também uma relação bem maior entre o médico e o paciente, e aí já viu, fica difícil, às vezes, separar o vínculo.

A busca pelo melhor de si

Quando Hart of Dixie estreou na The CW, imediatamente lembrei de Everwood. Médicos da cidade grande que se refugiam no interior para se descobrir como pessoas por trás do jaleco. Quando a série estreou achei que era uma cópia barata, e vi com antipatia. Mas nada em Hart me incomoda mais, porque agora vejo até como uma homenagem a série cancelada. Mas enfim, o interessante das suas séries é perceber a relação entre os pacientes e o médico da cidade pequena. Muitos doutores reclamam da falta de humanidade nos hospitais, e que se você não tomar cuidado, o complexo de Deus toma conta de você. A relação quase familiar que o médico do interior tem com seus pacientes tornou Hart alguém que ela nunca imaginou ser: uma pessoa simples. Certo que Hart agora é bem mais coração do que medicina… A série estreou o ano passado e colocou em prova a credibilidade de Rachel Bilson, talvez a parte médica não seja mais o foco da série, mas esse tipo de medicina transforma mesmo as pessoas, não é?

Prática para privilegiados

Royal Pains conta a história do Dr. Hank Lawson que após perdeu o emprego no hospital onde trabalhava, ao ser acusado erroneamente, de ser o responsável pela morte de um importante paciente muda para os Hamptons (praia muito chic nos Estados Unidos) e acaba como médico particular dos ricos e famosos. Para compensar, ele não gosta da sua situação, acaba conseguindo conciliar atendendo os menos afortunados no hospital local. Hank mora com o irmão Evan R. Lawson que cuida da parte administrativa da HankMed e é totalmente deslumbrado pela vida nos Hamptons. E tem como assistente Divya Katdare. Hank mora na casa de hóspede do empresário alemão Boris Kuester von Jurgens-Ratenicz, que possui alguns mistérios que vão sendo revelados no desenrolar da série.

Medicina após a morte

Poucos são os médicos se interessam pela medicina legal. Mas na TV americana é o contrário: legistas tem emprego garantido, já que todo serial drama precisa de um médico de plantão para investigar cadáveres. A obsessão por crimes dos norte-americanos criou um subproduto no gênero: dramas em que o legista é o protagonista. A série que abriu este caminho foi a saudosa Crossing Jordan – sucesso da NBC, com sete temporadas mostrando a rotina de trabalho da doutora Jordan Cavannaugh (Jill Hennessy) e seus colegas Macy, Bug e Nigel. Abriu o caminho para outros shows como Women’s Murder Club, Rizzoli and Isles e Body of Proof. A história de Jordan estreou em 2001 e durou seis temporadas. A detetive médica ajudava a desvendar o que tinha posto um fim na vida das vítimas. A série foi criada por Tim Kring e o título faz referência a uma metáfora bíblica dos antigos hebreus que cruzavam o rio Jordão, que representa a  passagem ao pós-vida.

A graça da medicina

“Não sou um super-homem”, era assim que o tema de aberta de Scrubs deixava o recado. Médicos são feitos de carne e osso. Com essa temática, a comédia brincou muito com as práticas de um hospital, com o relacionamento entre os médicos e com o real aprendizado nos tempos de residência. A turma de J.D. (Zach Braff) tirava um sarro de tudo o que as outras séries médicas se propuseram a levar a sério. Era narrada em primeira pessoa, o que nos fazia entrar no ponto de vista (nada, mas nada normal mesmo) do doutor  John Michael “J.D.” Dorian. Criada por Bill Lawrence, a série tinha muita improvisação, e os atores eram encorajados a entender a graça no ato de salvar vidas. A série estreou em 2001 e teve nove temporadas.

Texto colaborativo de Alissa Lima, Maria Clara Lima, Mariela Assmann e Tati Lima, Paulo Serpa Antunes.

* Scrub in é um expressão em inglês usada em centros cirúrgicos que significa o ato do médico se desinfectar e se preparar para entrar em uma operação.

ABC compra ‘True Story’ e ‘Man And Boy’

Data/Hora 18/10/2012, 10:34. Autor
Categorias Notícias


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

A rede americana ABC comprou dois novos projetos de série: as comédias True Storyde Jennifer Crittenden e Gaby Allan e Man And Boy, do escritor Danny Wallace e de Julie Anne Robinson. Ambas produzidas pela ABC Studios.

True Story é baseada na experiência de Crittenden e Allan, duas garotas que cresceram com suas mães solteiras. O seriado mostra a visão do que acontece quando uma mulher recém divorciada se muda com suas duas filhas para Laguna Beach, no final dos anos 70.

Crittenden, produtora de Seinfeld e Everybody Loves Raymond, e Allan, produtora e escritora de Scrubs, estão desenvolvendo este projeto segundo o acordo feito com a ABC Studios.

Man And Boy marca a volta de Wallace nas produções para a ABC. A série tem como tema principal a história de um homem excêntrico que volta a sua cidade natal e se torna uma parte importante na vida de seu sobrinho. Três temporadas atrás, Wallace começou a trabalhar como co-escritor para o piloto da comédia Awkard Situations For Men, que foi inspirada em seu livro.

O novo projeto tem como base o acordo feito por Robinson com a ABC. Robinson que também é britânico, dirigiu os pilotos de The Middle e da futura série How To Live With Your Parents For The Rest Of Your Life.

Com informações do Deadline.

Do túnel do tempo: ‘Dallas’ recebe casal de atores da versão original


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

A série Dallas só retorna à grade de programação da TNT, nos Estados Unidos, em 2013, mas os produtores da atração já começaram a planejar a volta em grande estilo!

Depois de a atriz Audrey Landers ter sido convidada para participar do programa na próxima temporada – ela esteve na versão original do show na década de 1980 como Afton Cooper -, outro casal da antiga história acaba de ser confirmado como grande “revival” dos próximos episódios.

Ted Shackelford e Joan Van Ark reprisam seus personagens Gary e Valence Ewing, respectivamente. Os dois apareceram pouco na versão de Dallas exibida entre 1978 e 1991 na TV american; os papéis foram mais significativos no spin-off do programa: Knots Landing. O casal é pai de Lucy, que na versão atual da TNT é interpretada por Charlene Tilton. Será que o episódio promete grandes emoções e sentimentalismo?

Vale lembrar que a personagem Valence apareceu em Dallas, pela última vez, em 1981. Já Gary visitou a cidade um pouco mais tarde, em 1985. Ainda assim, faz bastante tempo!

A segunda temporada de Dallas começa em janeiro de 2013 na TNT americana.

Com informações do TV Guide.

Quem é o ator mais bem pago da TV?

Data/Hora 18/10/2012, 09:32. Autor
Categorias Notícias


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

A Forbes lançou a lista dos atores mais bem pagos nesse ano. Patrick Dempsey (Greys Anatomy) e Jim Parsons (The Big Bang Theory) estão entre os atores que melhor recebem na televisão americana, mas a grande questão era: Será que Charlie Sheen continua como o ator mais bem pago nesse ano?

E a resposta foi… Não! Depois da mudança em Two and a Half Men foi Ashton Kutcher quem subiu para o topo da lista, num total de 24 milhões de dólares. Além do papel no seriado, o ator também interpretará Steve Jobs no cinema.

Sheen, que está atualmente em Anger Managment do FX, nem ao menos foi classificado entre o top 10.

Confira abaixo a lista dos atores mais bem pagos (em dólares):

Ashton Kutcher (Two and a Half Men) – 24 milhões

Hugh Laurie (House) – 18 milhões

Ray Romano (Parenthood) – 18 milhões

Alec Baldwin (30 Rock) – 15 milhões

Mark Harmon (NCIS) – 15 milhões

Tim Allen (Last Man Standing) – 14 milhões

Jon Cryer (Two and a Half Men)- 13 milhões

Patrick Dempsey (Greys Anatomy) – 12 milhões

Jim Parsons (The Big Bang Theory) – 8 milhões

Johnny Galecki (The Big Bang Theory)- 8 milhões

Jason Segel (How I Met Your Mother)- 8 milhões

Com informações do TVLine.

Ator de ‘Entourage’ estrela nova comédia familiar da CBS

Data/Hora 18/10/2012, 09:28. Autor
Categorias Notícias


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

O ator Kevin Connolly – mais famoso pela participação como o Eric “E” Murphy em Entourage – vai trabalhar na nova comédia da CBS Love You Like a Brother.

Na história, Connolly interpreta o irmão mais novo de uma família com três filhos. Ele percebe que as pessoas em sua casa não interagem muito, não são próximas o suficiente, e decide reverter a situação, por considerá-la anormal e pouco saudável.

O enredo da série é vagamente baseado na família de Tad Safran (Quase Virgem), roteirista e co-produtor executivo da atração. Rob Long (Cheers), Eric e Kim Tannenbaum (Two and Half Men) ficam a cargo da produção executiva e Connolly, além de atuar, também trabalha como produtor do projeto.

Por falar em Connolly, ele é o segundo ator de Entourage a ser escalado para integrar uma produção na CBS. No ano passado, Kevin Dillon (que fez o Johnny Chase) entrou para How To Be a Gentleman, mas o projeto acabou não vingando.

Entourage ficou na grade de programação da HBO por oito temporadas e chegou ao fim em 2011.

Com informações do Deadline.

Saga ‘Crepúsculo’ pode virar série de TV

Data/Hora 17/10/2012, 23:02. Autor
Categorias Notícias


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Para o desespero de alguns e alegria de muitos outros, a Saga Crepúsculo pode invadir os televisores da sala. A imprensa americana especula que, agora que o último filme da história vampiresca está prestes a estrear e por fim ao grande hit dos cinemas, os produtores de Hollywood estudam uma nova forma de aproveitar o sucesso global.

Essas seriam as intenções da empresa Lionsgate/Summit Entertainment, que não só planeja a série televisiva, como também enxerga mais adiante: um spin-off do show.

As novas aventuras dos vampiros que brilham no sol teriam uma atmosfera bastante parecida com a do filme, mas não se concentrariam no famoso trio do cinema – Bella (Kristen Stewart), Edward (Robert Pattinson) e Jacob (Taylor Lautner). O que a história acompanharia, então? Uma matilha de lobos.

Tratando-se da chamada small screen (as produções televisivas), o tema não é exatamente novo. Being Human, Grimm, Supernatural, The Vampire Diaries, True Blood e Teen Wolf são apenas alguns exemplos de histórias que trazem versões dessas criaturas da “lua cheia”. Mas, no coração dos espectadores, sempre cabe mais um.

Até porque, quando se fala em Crepúsculo, o sucesso é quase sempre certeiro – e histérico.

Com informações do TV Line.

‘L.A. Noir’: TNT encomenda seis episódios da série do criador de ‘The Walking Dead’


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Frank Darabont está com a corda toda na TNT. O criador de The Walking Dead acaba de receber a encomenda para seis episódios do seu drama baseado no livro  L.A. Noir.

A série traz no elenco Jon Bernthal, o Shane de The Walking Dead. Ele interpreta Joe Teague, um ex-fuzileiro que vira polivial em Los Angeles durante os conturbados anos 1940.

O livro de John Buntin  L.A. Noir: The Struggle for the Soul of America’s Most Seductive City (O esforço pela alma na cidade mais sedutora da América, em tradução literal) foca na batalha entre o gangster Mickey Cohen e o legendário chefe de polícia William Parker.

“Tenho amado essa história minha vida inteira, e sempre quis ir  fazer roteiros. Sou um grande fã de canastrão Raymond Chandler, foi por iso que eu peguei o livro em uma livraria, antes de pegar entrar num voo”, disse Darabont ao TV Guide Magazine no começo do ano. “Li no avião e não pude tirar isso da minha cabeça”.
Darabont mistura vida real com ficção e adapta a história para contar a grande batalha entre a moralidade e imoralidade naquela década.

Michael De Luca (The Social Network) e Elliot Webb (Tall Time Tales) serão os produtores executivos.  TNT Original Productions vai produzir a série.

Com informações do TV Guide.

As primeiras impressões de ‘Nashville’

Data/Hora 17/10/2012, 17:42. Autor
Categorias Notícias


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Conheça Nashville, o lugar onde a música country acontece. Lugar onde as estrelas nascem e, eventualmente, caem. Lugar de muito talento, ambição e sorte. Lugar no qual pretendo ficar por muito anos, por muitas temporadas.

A espera da mais badalada estreia dessa Fall Season foi cheia de boas expectativas. Não só pelo elenco de peso, mas também pela temática. Quem me conhece, sabe que sou fã de música country desde sempre. E fico feliz por ter uma produção que mostre esse lado do gênero. É um mundo à parte, romântico, de corações partidos e muita poesia.

Mas essa história não é sobre música, é sobre duas mulheres que são regatadas por suas canções. Rayna James, estrela da música que tem 40 anos e começa a ver a carreira desmoronar. E Juliette Barnes, estrela em ascensão, determinada em substituir a cantora mais velha. Rayna é filha de um figurão de Nashville, “ovelha negra”, conseguiu se desvincular do pai por causa de seu talento e sucesso. Já Juliette, tinha tudo para ser um nada, mas seu carisma no palco e suas canções melosas a transformaram na sensação do momento.

Não há de fato uma luta entre o bem e o mal. Há motivos e há meios. É nesse cenário que Nashville acontece. Uma cidade, um palco, um ringue. Porque não há nada como a união de música e poder.

Terminei o primeiro episódio maravilhada com a série. Não é à toa que dei 5 estrelas para a performance da estreante. Não poderia imaginar outra coisa, mas sempre há o risco de transformarem uma boa história, com boas pessoas, em um fracasso total.

Não houve nada nesse episódio piloto que não gritasse sucesso. Os motivos para continuar vendo Nashville vou listar em seguida.

Connie Briton e Hayden Panettiere fizeram um trabalho de construção de personagem como há tempos eu não via. É fácil, para um ator, construir personagens caricatos como monstros ou gente famosa, mas conceber algo do zero e com tanta personalidade é algo incrível. Reconheço em Rayna o talento, força e brilho que me lembrou Faith Hill, já o carisma adolescente de Juliette me lembra a Taylor Swift (salvo que a cantora não é um monstrinho como a personagem de Hayden). São pessoas que conhecemos do cenário musical country e fazem da série mais verdadeira. Além da aparência, o talento vocal das suas atrizes realmente faz a diferença aqui.

Connie atua com maestria, uma mulher forte e justa, que também tem fraqueza e insegurança. Já Hayden, dá o ar sapeca e safado que Juliette precisa. Já consigo ver a torcida pela mais velha, e o repúdio pela mais nova. Mas acredito que ainda há muito chão para rodar nesta turnê. De qualquer modo, não se fica indiferente a performance das duas atrizes.

A música de Nashville é realmente alguma coisa. Se sair um CD com a trilha sonora da série, aceito, sem pestanejar, o presente. São musicas originais e cheias do que há de melhor no country: uma voz poderosa e sentimentos verdadeiros. Ah, claro que no country, as letras são feitas para conquistar o público romântico, como uma cantada certeira em fim de festa. Ninguém consegue resistir.

A canção entoada por Scarlett e Gunnar no final do episódio If I Dind’t Know Better, tão sexy, tão envolvente, que desejei que aquilo nunca parasse. É interessante ver um talento nascendo no famoso  The Blue Bird Cafe, como acontece na realidade. Local onde revelou pessoas como Garth Brooks e até hoje recebe estrelas consagradas em seu palco, que está sempre aberto para novos cantores também.

A referência de Rayna à música Rose Colored Glasses na voz de John Conlee merece uma menção honrosa. É bacana saber que pessoas como Conlee são lembradas na série. Um tanto como educacional para os que ainda não conhecem muito esse cenário musical.

Falando em cenário, sempre quis ir à Nashville, por motivos óbvios. Vendo que a cidade está integrada na história, me faz não querer perder o bonde. Estou totalmente a bordo dessa série.

Ah, sim. A história pode não ser a mais original, mas funciona. Luta por amor e poder, bem Shakespereano, não acham? Além da briga pela popularidade entre as duas cantoras, foi apresentado o drama familiar de Rayna, sua desavença com o pai e discordância pela repentina campanha do marido. Além disso, as histórias de amor parecem saltar a tela. Esperem grandes emoções.

Nos resta agora ficar de olho no poder de manipulação de Juju (suposta neta de J.R. de Dallas – brincadeira) e contar quantos caras ela irá dormir até conseguir o que ela quer.

Bom, é isso, y’all! Não percam Nashville essa semana! E nos vemos na próxima review!

Crossover entre ‘Apartment 23’ e ‘Happy Endings’ acontece no final do mês na TV americana

Data/Hora 17/10/2012, 16:22. Autor
Categorias Notícias


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Já faz algum tempo que circula a notícia de que um possível crossover entre as séries Apartment 23 e Happy Endings poderia acontecer. Pois bem, agora, as duas histórias já têm data definida para se cruzarem: 30 de outubro.

Durante o episódio de Halloween de Apartment 23, June (Dreama Walker) vai se revelar uma grande fã de Happy Endings e, para fazer com que a Chloe (Krysten Ritter) acredite no amor, ela tem uma ideia: faz um vídeo de Chloe com um dos bonitões de Happy Endings – qual deles, os produtores da série disseram que só descobriremos junto com o episódio.

Ainda de acordo com os produtores de Apartment 23, o shipper unirá dois dos personagens mais queridos da televisão.

Fato mesmo é que o vídeo vai causar efeito e, logo em seguida, a vigarista encontra o amor nos braços do personagem de Ben Lawson.

O segundo ano de Apartment 23 estreia no próximo dia 23 de outubro, pela ABC, nos Estados Unidos. A terceira temporada de Happy Endings começa a ir ao ar no mesmo dia e canal na TV americana.

Com informações do TV Guide.

Veja o encontro de Monroe e o Capitão Renard em ‘Grimm’

Data/Hora 17/10/2012, 16:03. Autor
Categorias Notícias


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Desde que o Capitão Renard (Sasha Roiz) despertou Juliette com um beijo, o personagem vem sofrendo os efeitos colaterais do ato. Desesperado para resolver o “problema”, ele decide ir até a lojinha de especiarias de Rosalee e tomar alguma poção mágica – o que ele não sabe é que Monroe (Sillas Weir Mitchell), assistente não-oficial nos casos de polícia do Nick, está cuidando do lugar por um tempo.

Assista à cena que vai ao ar na próxima sexta-feira, 19, na TV americana:

Grimm é uma produção da NBC e está em sua segunda temporada. No Brasil, a série é exibida pela Universal Channel, às segundas-feiras, 23h.

Com informações do TV Line.

Roteirista de ‘A Volta do Capitão Gancho’ recria Frankenstein em nova série da TNT

Data/Hora 17/10/2012, 15:14. Autor
Categorias Notícias


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

Frankenstein foi, provavelmente, o personagem mais perturbador da infância de muita gente. E como recordar é uma arte, a TNT decidiu recriar o clássico em seu novo projeto audiovisual na TV.

A série, desenvolvida em parceria com com a Lionsgate Television e 1019 Entertainment, será escrita por James V. Hart e o filho dele, Jake. Hart tem experiência com assuntos, digamos, mais macabros e já esteve por trás das adaptações Drácula de Bram Stoker e A Volta do Capitão Gancho. A nova história de Frankenstein, que vai se passar nos dias de hoje, é inspirada na obra literária do escritor Dean Koontz, um best-seller no mundo todo.

Na versão da TNT, Victor Helios – também conhecido como Frankenstein – é um cientista que criou um monstro em seu laboratório. Duzentos anos mais tarde, quando todos pensavam que Victor e a criatura haviam se matado há muito tempo, o cientista ressurge com um verdadeiro exército de criaturas bizarras, criadas por ele. O monstro descobre que Victor está vivo e declara guerra ao seu criador. No meio do conflito estão os (inocentes) moradores de Nova Orleans. Victor usa a ciência para prolongar sua vida depois de tanto tempo.

Jame Hart ainda atua como produtor executivo do projeto, ao lado do próprio escritor Koontz, cujos cinco livros que retratam o Frankenstein venderam mais de 450 milhões de exemplares em todo o planeta.

Será que vem um bom seriado por aí?

Com informações do Deadline.

Kyle Howard chega ao ‘Apartment 23’ para dividir corações


Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
thumb image

O ator Kyle Howard, mais conhecido pelo papel de Bobby Newman na série da TBS My Boys, tem novo endereço: o Apartment 23, onde existe a maior concentração de tumulto por metro quadrado em Nova Iorque.

Howard participa do oitavo episódio da próxima temporada da atração e chega para dividir os corações das personagens femininas da série. Por isso mesmo, o capítulo em questão vai se chamar Dating Games, algo como “os jogos do amor”. Na história, Chloe (Krysten Ritter) tenta fazer com que June (Dreama Walker) conheça o novo partidão do enredo (Howard), mas, ao final, ela decide que ela mesma deve sair com ele. A cara dela, né?

Apartment 23 gira em torno de June, uma garota que se muda para Nova Iorque em busca do trabalho dos sonhos e termina dividindo apartamento com Chloe, uma vigarista profissional.

Kyle Howard também esteve em Royal Pains, Love Bites e Related.

A segunda temporada de Don’t Trust the B —- in Apartament 23 estreia no dia 23 de outubro pela ABC dos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pela FOX.

Com informações do TV Line.

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »