TeleSéries
Canal Syfy anuncia estreia da série/game ‘Defiance’ no Brasil. Confira as novidades!
03/04/2013, 14:28.
Redação TeleSéries
Notícias
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Quem assistiu aos 14 minutos iniciais de Defiance – ou quem está esperando a estreia da série para ver tudo de uma vez só – pode anotar na agenda: o canal Syfy confirmou que a nova série sobrenatural começa a ser exibida no Brasil no próximo dia 16 de abril, às 20h, como parte do lançamento mundial do seriado.
Esse primeiro episódio especial terá duas horas de duração. Depois disso, a série passa a ir ao ar todas as terças-feiras, às 21h, com capítulos de uma hora cada.
Defiance é uma ficção-científica que mistura fantasia e a vida real. A história se passa em um futuro não muito distante, em um planeta Terra completamente transformado pela guerra devastadora entre os seres humanos e sete raças alienígenas, que chegaram aqui. Em meio a paisagens desoladoras de luta pela sobrevivência, o misterioso Nolan (Grant Bowler) e sua filha adotiva Irisa (Stephanie Leonidas) precisam se estabelecer em St. Louis, no estado americano de Missouri. O município, pós-guerra, agora se chama Defiance e é uma cidade onde alienígenas e humanos tentar viver em harmonia.
Além disso, a Syfy, em parceria com a empresa de jogos Trion Worlds, desenvolveu um videogame online, que poderá ser acessado paralelamente à série no site da emissora. Segundo o canal, “eventos principais – revoluções, desastres naturais e ataques alienígenas – ocorrem concomitantemente no game e na série, impactando o universo de Defiance. Apesar de a série e o game serem interconectados, cada um pode ser vivenciado de forma independente.”
Kevin Murphy (Desperate Housewives, Caprica) e Michael Taylor (Battlestar Galactica) são os produtores do projeto. Ficou curioso? Conheça abaixo alguns personagens da nova atração:
Grant Bowler (Joshua Nolan)
Nolan é um tenente reformado na Coalisão Militar da Terra que lutou na batalha alien. Nascido antes da chegada dos navios Arks, ele viu sua confortável vida dar uma reviravolta aos 20 anos, quando a guerra entre humanos e Votans começou. O conflito gerou muitos danos e um grande desastre natural tornou o planeta um lugar perigoso, exatamente onde ele se encontrava naquele momento. A ele, junta-se Irisa, uma jovem Irathient que ele cria sozinho e que é sua única companhia nessa terra sem lei.
Julie Benz (Amanda Rosewater)
A prefeita de Defiance. Todos os dias, ela usa sua sagacidade política para oferecer uma chance de sobrevivência a esta cidade. Ela teve de encarar uma grande responsabilidade, sendo uma mãe para sua irmã quando os pais delas morreram em uma batalha. No mundo pós-guerra, Amanda e sua irmã ouviram falar sobre uma cidade onde homens e aliens tentavam conviver. Assim, ela decide viajar para Defiance e aceita um trabalho como faxineira no gabinete da prefeitura. Apesar do modesto começo, ela impressionou a então prefeita Nicolette Riordon que, ao se aposentar, indica Amanda – que está determinada a manter a paz na comunidade – para assumir o final de seu mandato.
Stephanie Leonidas (Irisa)
Uma jovem muito bonita descendente de Irathient, Irisa é a segunda no comando depois de Nolan. Sagaz, independente e arrojada, ela ainda sofre com o peso da criação incomum que teve. Uma andarilha desde que nasceu, Irisa apenas permanece em Defiance pela lealdade a Nolan.
Anota aí. É dia 16 de abril, às 20h, no canal Syfy. Confira algumas fotos abaixo:
Com informações da Assessoria de Imprensa do canal Syfy.
Estreia da midseason de ‘Doctor Who’ bate recorde de audiência no Reino Unido e Estados Unidos
03/04/2013, 14:14.
Fernanda Maria
Notícias
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Doctor Who retonrou às telinhas no último dia 30 com o episódio The Bells of Saint John que rendeu à série recordes de audiência no Reino Unido e nos Estados Unidos.
De acordo com a emissora BBC1, a partir das primeiras estimativas, o episódio foi visto por 6,18 milhões de telespectadores do Reino Unido. Como os números oficiais sairão somente semana que vem, espera-se um aumento significativo no número de telespectadores já que a audiência final considera também os espectadores que gravaram o episódio para assistir depois.
Enquanto isso, na BBC America o episódio estreou com a segunda maior audiência do canal e da série.
A série começou às 20h com 1.496 milhões de telespectadores (número menor que a da estreia da sétima temporada em setembro que contava com 1.555 milhões), mas a audiência aumentou para 2.019 milhões ao vivo. Além disso, o episódio – que formalmente apresentou Jenna-Louise Coleman como a nova companheira do Doctor, Clara – atingiu 737.000 telespectadores na BBC America entre adultos de 25 a 54 anos. Que ocupa a segunda posição de todos os tempos depois do especial de natal da mesma série, The Snowmen, que teve audiência de 8007.000 entre adultos de 25 a 54 anos.
Seus elevados números ajudaram na estreia de duas novas séries originais do canal: o drama de ficção Orphan Black e o talk-show de comédia The Nerdist, com Chris Hardwick (Talking Dead).
Orphan Black estreou às 21h com uma audiência de 684.000 telespectadores (incluindo 375.000 adultos de 25 a 54 anos) e cresceu para 1.026 milhões durante sua transmissão. The Nerdist veio logo após, as 22h com 325.000 telespectadores (176.000 adultos de 25 a 54 anos) e 430.000 durante o programa no mesmo dia.
A BBC America também observou que os três programas (Doctor Who, Orphan Black e Ther Nerdist) ocupavam as três primeiras posições no ranking de assuntos nas redes sociais se tratando de TV naquela noite, sem contar com a programação de esportes.
Com informações do Zap 2 It e Doctor Who TV
Cancelar ou renovar? Como funciona a audiência nos seriados
03/04/2013, 13:50.
Regina Monteiro
Notícias
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Embora os números, por si só, não determinem a renovação ou o cancelamento de uma série, a audiência é o principal fator levado em consideração pelas redes de televisão para determinar a validade da produção de um show. Afinal, se aquela série que tanto amamos merecerá, por parte das redes que as veiculam, uma chance de emplacar outra temporada, dependerá, em grande medida, de seu desempenho quantitativo junto ao público.
É com base nos números de audiência que uma série alcança, que se vai relativizar os gastos com sua produção ou seu índice de popularidade nas redes sociais. E são números específicos que valem na contagem, aqueles medidos durante o horário nobre para um episódio inédito e que indicam o público adulto entre 18 e 49 anos. Então, para saber se a sua série tem chance de escapar da tal bolha do cancelamento, aquela lista de programas que estão em perigo de cancelamento, você vai precisar ficar atento aos seguintes aspectos.
Demo – Audiência demográfica
O público entre 18 e 49 anos (geralmente indicado por demo 18-49), é o mais cobiçado pelos anunciantes. Segundo considerações do site Zap.it isto não significa um desprezo pelo público com mais de 50 anos, que nos EUA, atualmente, é a faixa etária com maior poder aquisitivo, mas uma tentativa de quantificar um público mais difícil, por diversos motivos, de se encontrar em frente à TV.
O Instituto Nielsen é a principal fonte de pesquisa de audiência das redes de TV, nos EUA. O resultado de suas pesquisas é expresso em porcentagem para um determinado universo de pessoas, dividido por faixas etárias (adultos entre 18-49 anos; adultos entre 18 e 34 anos; adultos entre 25 e 54 anos; público jovem de 12 a 17 anos e crianças de 2 a 11 anos) e domicílios com televisores.
Isso significa que 1 ponto de audiência, medido pelo Instituto Nielsen, equivale a 1% do universo de pessoas ou domicílios com televisores pesquisados por ele. Para esta temporada, por exemplo, 1 ponto de audiência , na demo 18-49 anos, equivale a 1.265 milhões de pessoas nesta faixa etária, valor relativo a 1% do universo total de adultos entre 18-49 anos (126.540 milhões de pessoas).
Então, quando a medição de audiência apontar que, digamos, Bones alcançou 2.2 de audiência na demo 18-49 anos, no dia 11 de fevereiro, devemos interpretar que 2.783 milhões de pessoas nesta faixa etária assistiam ao programa no horário nobre, ainda que seu público fosse de 8.820 milhões de expectadores totais.
Bill Gorman (especialista em análise de audiência e co-fundador do site TvByTheNumbers) afirma que, via de regra, as séries que superam a média de audiência da rede, são renovadas; as que ficam abaixo dessa média são canceladas e as que estão próximas da média são uma incerteza. Este parece ser um bom parâmetro de avaliação, embora algumas vezes as redes surpreendam e renovem ou cancelem séries cujo desempenho junto à audiência contrariam estes parâmetros. Mas como já diz aquele ditado, a exceção não confirmaria a regra?
Pode ser uma boa explicação do porque algumas séries são canceladas apesar no alto índice de audiência total que obtêm. Foi, por exemplo, o que aconteceu com Harry´s Law, série da NBC estrelada por Kathy Bates, que, na temporada passada, atingiu o maior coeficiente da rede (entre dramas e comédias), em telespectadores totais (7.790 milhões de pessoas), e mesmo assim foi cancelada, pois seu índice de audiência de 1.1 na demo 18-49 anos, ficou aquém da média obtida pela NBC (1.5) ou por outras séries, como Grimm, por exemplo, que contou com um público total de 5.020 milhões de pessoas, mas atingiu 1.5 pontos na demo 18-49 anos.
Há ainda outros índices de audiência medidos pelo Instituto Nielsen, embora tenham menos importância para o destino das séries.
Live + DVR – Ao vivo e gravado
A medição dos índices de audiência é feita, basicamente, em três momentos: ao vivo (Live=L), ou seja, no momento em que o programa está sendo exibido; num intervalo de tempo de 24 horas, denominado L+SD (Live+Same Day), que inclui o público que vê o programa pelo DVR num intervalo das 3 da manhã às 3 da manhã; e L+7 (ao vivo mais sete dias), que inclui o público que vê o programa durante a semana seguinte.
Geralmente o resultado dos dados L e L+SD apresenta pequena variação (ainda que seja significativa para a decisão das redes sobre renovação/cancelamento). Porém, a diferença entre esses dois índices e os coletados durante a semana seguinte à exibição dos diversos shows (L+7), pode ser considerável. É o caso de Smash, por exemplo, que durante a 24ª semana desta fall season apresentou um índice de 0,8 pontos na demo 18-49 anos, e um público total de 2.680 milhões de telespectadores, e praticamente dobrou essa performance quando se computou os resultados L+7: 1,5 pontos na demo e 4.744 milhões de telespectadores totais. Infelizmente para Smash, essa diferença pouco conta na hora da decisão sobre cancelamento.
Share – Quando as pessoas dividem a TV
Share (shr), é o índice que expressa a porcentagem de domicílios vendo televisão (Households Using TV ou HUT ) ou pessoas vendo TV (Person Using TV ou PUT), que estão sintonizados especificamente em um programa, em um determinado período de tempo. Person of Interest, na 21ª semana de exibição da fall season, para a demo 18-49 anos, obteve 3.0 ratings com 8 de share; assumindo, para exemplificação, o período de tempo de sua exibição (21:00 às 22:00 horas) como o período de tempo medido pelo Nielsen, teríamos que, dos 12.650 milhões de pessoas dessa faixa etária vendo TV neste horário, 1.012 milhões sintonizaram Person of Interest o tempo todo, enquanto que 3.795 milhões sintonizaram a série em algum momento.
É importante enfatizar que Rantings é uma porcentagem em relação ao universo total medido pelo Nielsen, enquanto que Share refere-se a um universo específico (HUT ou PUT) em um determinado tempo.
A partir de 2007, o Instituto Nielsen passou a medir a porcentagem de pessoas que visualizam as propagandas veiculadas durante a exibição de um determinado show em DVR mais três dias. Este índice é denominado C3. Embora ainda esteja sendo desenvolvido, alguns executivos da indústria televisiva demonstram um certo entusiasmo, propondo inclusive a medição depois de 7 dias que poderia alavancar os resultados em até 40%.
Enquanto isso não acontece, a renovação ou cancelamento de um programa continua a ser decidido pelos índices L ou L+SD.
8pm – 10pm
O horário no qual a série é exibida também é levado em conta na hora de determinar o sucesso de uma produção. Mesmo dentro da faixa nobre da programação de TV, é possível medir a diferentes tipos de audiência. Isso porque, quanto mais cedo, mais difícil é prender o telespectador no sofá, de frente para a TV. Por isso, é mais competitivo exibir uma série às 8 da noite, ao invés das 10 horas. Sendo assim, um programa com demo 2.0 às 8 da noite tem maior peso do que uma série com o mesmo indice no horário posterior.
Qual dia?
Você já ouviu falar da sexta-feira negra? Ou a faixa da morte? Quando uma série vai parar na sexta-feira, pode esperar que logo logo ela desaparece da programação. A sexta-feira é o dia que as pessoas menos assistem televisão, por isso, as audiências são baixíssimas, em geral. Sábado também não é um dia muito explorado pelas emissoras, afinal, fim de semana não combina com atividades chamadas indoors (dentro de casa). Mas quando uma série estreia entre a terça e quinta-feira, o sucesso é mais fácil de bater a porta. Também são os dias das séries mais badaladas, isso quer dizer também, uma audiência mais disputadas. Já domingo e segunda são tradicionalmente horários mas familiares, embora tenha sido complicado traçar um padrão para esses dias. Geralmente, o domingo é dominado pela programação da TV a cabo, já que a TV aberta dá prioridade para programas de esportes e entrevistas.
Aberta ou Fechada
Não é mistério algum dizer que a audiência das TVs a cabo são mais contidas, pois nem todos possuem esse tipo de canal. Há também diferença entre as próprias emissoras, afinal, quanto mais popular, mais irão atrair o público.
Agora você já podem fazer sua própria análise de audiência, e sair brincando por ai de “adivinhar” qual série vai passar pela tal “bolha”, intacta.
Confira o status da sua série preferida
Com informações do TvByTheNumbers, TvSeriesFinale, Nielsenmedia, AGBNielsen.com, MediaDecoder, ADweek.com.
Jason Dohring confirma participação em filme de ‘Veronica Mars’
03/04/2013, 13:43.
Cinthia Quadrado
Notícias
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Desde que foi anunciado, o filme baseado em Veronica Marsvem trazendo constantemente mais novidades para os fãs inquietos da série.
O criador e roteirista da série, Rob Thomas, anunciou a participação de Jason Dohring (Rules of Engagement) no filme. É isso mesmo! O ator, que interpretava Logan Echolls na série original, é o terceiro a confirmar sua volta ao lado de Kristen Bell.
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Segundo o TV Line, o personagem Logan Echolls é crucial para o enredo do filme, que mostrará Veronica envolvida em um assassinato misterioso que envolve a namorada pop star do bad boy. O personagem estará namorando alguém no começo do filme, como afirmou Thomas ao TV Line, mas não será sua ex-namorada, já que “ele não tem visto ela há nove anos”.
Na telona, Veronica vai voltar ao Neptune High depois de dez anos após eles terem se formado para participar de uma reunião entre os antigos alunos. De acordo com o Rob Thomas, será possível ver como foi a vida de Veronica desde o final da série até o começo do filme.
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O filme Veronica Mars tem, atualmente, um total de 4.4 milhões de dólares. Dohring, ao lado de Bell Ryan Hansen e Enrico Colantoni, aparecem no vídeo que anuncia a campanha.
Confira o vídeo abaixo:
Com informações do TV Line e do Spoiler TV.
Conheça alguns personagens de ‘Ravenswood’, spin-off de ‘Pretty Little Liars’
02/04/2013, 20:09.
Maísa França
Notícias, Novos Pilotos e Séries
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Uma semana após ser anunciada, a nova série da ABC Family já tem novidades. Ravenswood está de braços abertos e começa a apresentar a sua população. Três habitantes da cidade já começaram a mostrar suas características:
Miranda – Ela é mal-humorada, atraente e tem 17 anos de idade. Filha adotiva e ferozmente independente, ela esbanja confiança e usa sua inteligência para cobrir suas cicatrizes emocionais. Se você conseguir romper essa barreira, você terá uma amiga destemida e leal para a vida.
Abel – Também com 17 anos de idade, ele pode ter algo perigoso escondido em seu interior – ou talvez ele só esteja ferido e tenta se esconder. Sua confiança é difícil de ganhar, mas uma vez que você consiga, ele nunca vai deixar você para baixo.
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Olivia – irmã gêmea de Abel, é uma ex-rainha do baile que está lutando com uma recente queda da sua majestade. Ela costumava ser uma adolescente despreocupada e feliz, mas os acontecimentos recentes têm feito com que ela se questione sobre o que é importante e o que não é e quem são seus verdadeiros amigos agora que eles de repente viraram as costas para ela.
Na série, cinco estranhos, de repente, encontram-se conectados por uma maldição que assombra a cidade e precisam ir fundo na história misteriosa e terrível da cidade antes que seja tarde demais para cada um deles.
A série vai estrear na ABC Family após episódio especial de Halloween de Pretty Little Liars, que vai ao ar em outubro de 2013. E fique ligado pois esse episódio mostrará três personagens que farão parte do elenco regular de Ravenswood e algumas informações sobre a cidade.
Com informações do TV Line.
Canal FX prepara séries sobre a Guerra do Vietnã e a queda do Império Inca
02/04/2013, 19:01.
Redação TeleSéries
Notícias
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O canal de TV paga norte-americano FX decidiu apostar com força nos dramas de época. Esta semana, o FX anunciou que está desenvolvendo shows baseados em dois acontecimentos históricos: a Guerra do Vietnã e a queda do Império Inca.
Na segunda-feira o canal deu a largada para a produção da minissérie They Marched Into Sunlight. Em seis episódios, a produção é baseada no livro de mesmo nome do jornalista David Maraniss e narra simultaneamente dois acontecimentos marcantes da guerra que ocorreram em outubro de 1967: a emboscada que o batalhão Black Lion sofreu no Vietnã (no episódio que ficou conhecido como a batalha de Ong Thanh) e um protesto de estudantes da Universidade de Wisconsin contra a Dow Chemical, a empresa que produzia o napalm. A minissérie terá produção executiva do roteirista Stephen Gaghan, vencedor do Oscar em 2001 de melhor roteiro adaptado por Traffic, e será conduzida pelo estúdio Fox 21.
Já nesta terça-feira, o FX anunciou que está desenvolvendo Conquistadors, uma adaptação do livro Last Day Of The Incas, de Kim MacQuarrie. A obra narra a história dos conquistadores Francisco Pizarro e Diego de Almagro, que dizimaram o Império Inca no século XVI, bem como a história de Manco Inca e Cura Ocllo, que comandaram a maior rebelião contra a invasão espanhola. A adaptação da obra está a cargo de Nicholas Osborne, produtor executivo de filmes como Lenda Urbana 2 e Licença para Casar, que fará sua estreia como roteirista.
Com informações do site Deadline.com.
Cantora e atriz Hilary Duff participa de ‘Two and a Half Men’
02/04/2013, 17:46.
Gabriela Pagano
Notícias, Participações Especiais
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Hilary Duff conquistou muitos corações pré-adolescentes ao estrelar o programa Lizzie McGuire, do canal Disney, no início dos anos 2000. Agora, aos 25 anos, ela vai conquistar um personagem da comédia Two and a Half Men. Essa texto pode conter spoilers.
A cantora e atriz foi confirmada na season finale da série da CBS e, na história, ela vai interpretar Stacey, uma moça que está saindo com Walden, personagem do ator Ashton Kutcher.
Anteriormente, a atriz Marilu Henner – mais conhecida pelo trabalho no filme Taxi (1978) e pela série da década de 1990 Evening Shade – já havia sido anunciada como participação especial no mesmo episódio, em que ela vivera a avó do papel de Duff.
O problema é que Walden acaba se apaixonando pela mulher mais velha… E a confusão está feita.
O final da décima temporada de Two and a Half Men está programado para ir ao ar no dia 9 de maio pela CBS, nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner Channel – e SBT, na TV aberta.
Com informações do TV Line.
Canal britânico anuncia a última temporada de ‘Misfits’
02/04/2013, 17:25.
Gabriela Pagano
Notícias
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A rede britânica Channel 4 fez um anúncio, hoje, que pode soar “desajustado” para parte dos fãs: a próxima temporada da série sobrenatural Misfits, que será a quinta, vai ser, também, a última.
“Todas as coisas boas chegam ao fim. É duro. Mas é a vida. Nós precisamos lidar com isso e você [espectador] também. Mas, pessoal, nós podemos nos ajudar, podemos falar de nosso sentimento de perda e tristeza, como vocês sabem, um grupo de ajuda. Na verdade, há uma ideia…”, dizia o comunicado publicado hoje no site da Channel 4 e assinado pelo criador da série, Howard Overman, e a produtora Clerkenwell Films.
Dizendo isso, eles anunciaram que a próxima temporada, de 8 episódios, vai se centrar em um grupo de apoio. “A nova temporada marca o aniversário de um ano da formação de um grupo que dá suporte para pessoas que acreditam que ter super poderes não é assim tão ruim. E como Rudy (Joseph Gilgun) gosta de conversar, não será nenhuma surpresa se ele for o primeiro da gangue a frequentar o lugar”, revelaram.
NOTÍCIAS | ‘Misfits’ é renovada para a quinta temporada
Misfts estreou em 2009 na TV britânica e fez sucesso pelo mundo. A quarta temporada, no entanto, registrou considerável queda de audiência no programa, o que pode ter levado ao Channel 4 colocar fim à atração. Na história, um grupo de jovens delinquentes é exposto a uma tempestade e acaba adquirindo super poderes – e, então, precisam aprender a lidar com as novas habilidades.
Além de Gilgun, Nathan Stewart-Jarrett, Karla Crome, Shaun Dooley, Matthew McNulty,Nathan McMullen, Matt Stokoe e Natasha O’Keefe são algumas das estrelas do elenco do show.
No Brasil, a série já fez parte da grade do canal pago Multishow, com o título Desajustados, e, atualmente, é exibida pela Film & Arts.
Com informações do Channel 4.
‘Games of Thrones’ é renovada para a quarta temporada
02/04/2013, 15:59.
Maria Clara Lima
Notícias
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A HBO renovou o sucesso Game of Thrones. Um sucesso que teve a melhor estreia da emissora em um temporada no episódio de domingo (31), o primeiro do terceiro ano da série. Um sucesso que atraiu nada menos do que 4.4 milhões de pessoas, marca histórica para o canal pago.
A série, que é baseada na obra de George R.R. Martin, atrai milhões de fãs ao redor do mundo. Criada por David Benioff e D. B. Weiss, a história gira em torno de uma guerra para a conquista do trono de Ferro em Westeros.
O próximo episódio da série se chamará Dark Wings, Dark Words, e irá ao ar no domingo, 7 de abril, às 22:00, na HBO brasileira.
Com informações do Deadline.
O autismo nas séries de TV
02/04/2013, 15:18.
Maria Clara Lima
Notícias
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A bandana colorida na cabeça dá a Max Braverman a segurança de que ao fim do dia, tudo estará bem. É assim que um pirata se veste. E é assim que Max deve se vestir todos os dias. Pois ele bem sabe, piratas sempre terminam o dia bem.
Mas o pequeno Max ainda tem muitos desafios para enfrentar. A falta de coordenação motora, por exemplo, e uma simples atividade em sala de aula torna-se um suplício. Mesmo usando sua roupa de pirata, o simples exercício passa a ser uma tarefa impossível de se realizar. “Estúpida tesoura!”, ele pensa, enquanto tentar recortar um coração no papel.
A tesoura não obedece seu comando, e o sentimento de frustração acaba explodindo por suas mãos. A tesoura vai para um lado, os corações picados vão para outro. Há alguma coisa de errado com esse menino, mas ninguém sabe o que é. O jeito que ele se veste, que ele se comporta, a falta de interesse em seus colegas, ou o interesse demasiado em coisas específicas, fazem de Max um menino estranho. Talvez seja uma fase, ou talvez ele não seja bom com tesouras ou com moda. Mas o que poderia passar desapercebido aos olhos da família Braverman é que o pequeno Max é, de fato, autista. Não há nada de errado com Max, ele é apenas diferente. E apesar do autismo não ser uma doença, nem de ser contagioso, vai exigir muita atenção de todos ao seu redor.
A cena descrita de Parenthood ilustra apenas um pequeno exemplo do espectro do autismo. Para os pais de Max, acostumados ao estereótipo do autista recluso em um mundo só dele, é difícil a acreditar que o filho quase normal possa ser um autista.
Neste dia 2 de abril, data em que se comemora o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, o Teleséries se veste de azul para chamar a atenção de todos para uma sindrome complexa de se definir. É uma síndrome policromática, que ultrapassa o preto e o branco, até os tons de azul, e pode ser representada como um quebra-cabeça de todas as cores.
Uma sindrome que vai além de um mundo de repetições, de pouca imaginação, e da total obsessão. Um mundo que é só deles, e tão nosso.

O autismo e o estereótipo
“Eles não mantêm o contato visual, usam as pessoas como ferramenta para conseguirem o que querem. Apresentam risos e movimentos inapropriados, modo e comportamento arredio, giram objetos de forma bizarra e peculiar, não demonstram medo de perigos reais, agem como se fossem surdos e resistem ao contato físico”. Assim são descritos a maioria dos autistas. E é assim que se propaga uma das mais errôneas ideias sobre o que é o espectro do autismo.
A síndrome é uma disfunção cerebral que afeta o desenvolvimento social em diferentes graus de intensidade. Nem todo autista desenvolve os mesmo padrões de comportamento. Em um autismo mais severo, o individuo é incapaz de qualquer interação social, vivendo em um mundo só dele, com interesses e regras próprias A forma mais branda, ou altamente funcional, é chamada de Sindrome de Asperger, na qual o indivíduo traz como característica a inteligência emocional e social reduzida, mas um alto nível de aprendizagem, principalmente especializada.
Essa diferença é mostrada na televisão quando se compara Jacob, de Touch, e Max, de Parenthood. Ambos autistas. Jake tem um comportamento mais clássico do autismo, já Max é Asperger, vive um conflito cruel entre ser normal e tão diferente ao mesmo tempo. Em Touch, o garoto se comunica por meio de números e padrões, quase não percebe a presença de outras pessoas, e se conforta em atividades que exijam foco. Essa habilidade em distinguir padrões dá ao autista um mito de poder. Jake consegue prever acontecimentos importantes em Touch por causa desses padrões.
O mesmo mito é explorado em Alphas, com a história do personagem Gary Bell, um jovem autista super poderoso que vê ondas eletromagnéticas e consegue traduzi-las em informações na velocidade de um computador. Gary é um alpha, um autista super poderoso, mas que não consegue entender expressões faciais e nem é capaz de fazer contato visual. Gary é a representação de um autista moderado.
Em Parenthood, se não fosse o diagnóstico precoce, Max passaria toda a sua vida sendo um rapaz de comportamento fora do padrão, talvez fosse tachado de tímido, ou chatinho, mas nada mais que isso. O personagem, que apresenta a forma branda do autismo, ajudou a trazer a consciência para o espectro da síndrome com todas as cores que ela se manifesta. Fora de estereótipos.

Sou asperger, não sou estranho
“Você acha que ele teria me amado mais se eu fosse assim como você? Se eu fosse normal?”, pergunta Astrid para seu outro eu. Naquele universo paralelo, a personagem de Fringe é Asperger. Os Aspergers geralmente sentem-se como se não pertencessem ao mundo real, mas não são vistos como autistas, e por isso, vivem a pressão de funcionar no mesmo padrão que a maioria das pessoas. Asperges são diretos, racionais, inteligentes, gostam de assuntos específicos, são intensos, amam, sofrem, ficam tristes, alegres, vivem o limbo entre o ser e não ser autista, são incompreendidos na maioria das vezes.
Alt-Astrid sofre com a certeza de que nunca foi capaz de demonstrar o amor que sentia pelo seu pai. E se pudesse, talvez tivesse dificuldade em perceber se o seu amor era reciproco. Essa dificuldade em demonstrar os sentimentos é o que torna o Asperger menos “humano” aos olhos da maioria. O que muita gente não sabe é que o Asperger não só sente tudo, mas como potencializa a frustração em não saber como demonstrar isso em um angustiante sofrimento.
Essa cena dialoga com um dos momentos mais angustiantes de Bones. A personagem de Emily Deschanel, Temperance Brennan, sempre teve muita dificuldade para demonstrar seus sentimentos. Seu padrão lógico de funcionar sempre a protegeu demais, preferindo evitar qualquer conflito emocional com o qual não sabia como lidar. No episódio 100 da série, The Parts in the Sum of the Whole, Booth se declara para a parceira antropóloga, mas esta nega aprofundar a relação entre os dois por não ter o mesmo “tipo de coração aberto”.
Brennan: Não posso mudar. Não sei como. Não sei como.
Ela estava certa. Não se pode mudar um ser humano. Mas ao longo dos anos, a personagem vem sofrendo uma transformação de aprendizagem em relação a percepção do outro.
Temperance Brennan não é uma autista com diagnóstico. O criador da série disse que apesar de Brennan ter traços de Asperger, não se sentiu a vontade para assumir isso na história. Nas primeiras temporadas, é possível identificar esses traços, como em uma cena que Bones se queixa com a amiga, e diz que sabe que é melhor com ossos do que com gente. Anos depois, ela aprende com um psicólogo a reconhecer expressões de raiva, felicidade e tristeza.
A frase “I don’t know what that means”, ou seja, “não sei o que isso significa”, expressa a inabilidade do Asperger em se interessar por coisas comuns, assuntos populares. Mas se você perguntar algo sobre antropologia para ela, é capaz de escutar uma palestra inteira. O que é engraçado neste personagem é que ela é especialista no ser humano, e encontra dificuldades em se relacionar com eles.
O jeito de falar engraçado, pausado e monótono é outra característica do “aspie”. Assim como Brennan, Sheldon talvez seja o autista não-diagnosticado mais famoso da televisão. Seu jeito direto e sem filtros sempre acaba em risos do telespectador. Bazinga! Ser aspie é ser um pouco engraçado. Não entender metáforas também é um traço forte deste lado do espectro do autismo.

Quem não riu com a Dra. Virginia Dixon em Grey’s Anatomy? Ou se emocionou com a personagem ao perceber que seu jeito direto acabava limitando suas interações com os outros médicos, e isso trazia a certeza de que ela teria uma vida solitária. No final das contas, quem aprendeu sobre relacionamento foram os doutores do Seattle Grace, que perceberam que o autista não precisa de compaixão, e sim, de respeito.

Não sou doente, sou apenas diferente
Não se pode curar um autista. Pelo simples fato do autismo não ser uma doença. Mas em casos mais severos, quando o autista é privado quase totalmente da socialização, e por vivermos em sociedade, essa falta de habilidade prejudica a vida de quem carrega a síndrome, é possível tratá-los com terapias comportamentais, quase sempre alternativas. Por causa da complexidade do espectro, não há também um tratamento, mas sabe-se que algumas pessoas superam o autismo com estímulos.
Em Skins, o personagem JJ (Ollie Barbieri) é Asperger. No episódio intitulado JJ, na terceira temporada, ele ganha destaque ao questionar seu próprio comportamento, que o faz ser hostilizado pelos colegas. JJ quer ser normal. O garoto acaba em uma clínica, recebendo medicamentos fortes para amenizar seu comportamento explosivo e violento, e também para aumentar seu filtro em conversas. JJ vive depressivo, ser adolescente já é complicado, ser adolescente autista é um prato cheio para todos os tipos de confusão.
Como não existe uma “cura”, o autismo mais severo gera angústia para muitas famílias. Algumas esperam por um milagre, desses que aconteceu em Roswell, no episódio Samuel Rising. O alien Max Evans (Jason Behr) tem o poder de curar as pessoas. Como era época de Natal, e nessa época, as pessoas se sentem responsáveis por amenizar o sofrimento do mundo, ele sentiu-se compelido em curar um menininho autista chamado Samuel. No final, ele fez muito mais pelo garotinho, que conseguia se comunicar com Max. O alien, por meio de um sonho, fez com que Samuel falasse com a família, e ajudou a eles a entender que ele não precisava ser curado, e sim, compreendido.
O nome deste episódio é uma analogia ao Programa Son-Rise criado nos anos de 1970, nos EUA, pelo casal Barry e Samahria Kaufman, que ouviu dos médicos e especialistas que não havia esperança de recuperação para seu filho Raun, diagnosticado com autismo severo. Eles passaram então a estimular o filho, e depois de três anos e meio de tratamento, Raun se recuperou, cursou uma universidade, e hoje é diretor de uma ONG.
Aumentar a conscientização das pessoas sobre os autistas e suas realizações pode transformar a maneira como o público vê a síndrome e outras disfunções mentais e sociais. Esse movimento é o mesmo que hoje garante uma maior diversidade ética e sexual na ficção. Peculiaridades neurológicas, no entanto, tem infinitas possibilidades para os roteiristas, que aos poucos se libertam dos clichês massificados e exploram todo o leque de possibilidades de desenvolver personagens ricos e que carregam em si uma causa.
Canal CW anuncia data de retorno do ‘Whose Line is it Anyway?’
02/04/2013, 11:58.
Redação TeleSéries
Notícias, Programação EUA
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A rede The CW anunciou esta semana sua grade de programação para o verão nos Estados Unidos. Como o período é de audiências baixas, o canal mantém a tradição de produzir shows baratos – priorizando os reality shows e programas de auditório. Mas desta vez a CW tem pelo menos uma atração promissora na grade: um remake de um programa que já fez bastante sucesso no mundo, o humorístico Whose Line is it Anyway?. A atração retorna no dia 16 de julho nos EUA.
Criado na Inglaterra, originalmente para o rádio, o Whose Line is it Anyway? é um programa de improvisação, onde comediantes se revezam no palco criando esquetes cômicos a partir de cenas sugeridas pelo público, fazendo piada com objetos introduzidos no palco ou mesmo criando canções ao vivo. A versão mais conhecida dos brasileiros é a americana, exibida por muitos anos pelo canal Sony, e que tinha como apresentador o comediante Drew Carey.
A nova Whose Line is it Anyway? terá como apresentadora Aisha Tyler (co-apresentadora do talk show The Talk, ex-apresentadora do programa de humor Talk Soup e atriz com passagem por séries como Ghost Whisperer e Friends) e a presença de três comediantes veteranos do programa: Wayne Brady, Colin Mochrie e Ryan Stiles (que atualmente é coadjuvante em Two and a Half Men). O novo Whose Line is it Anyway? terá ainda um convidado especial a cada programa.
A nova grade do canal CW terá ainda os programas Perfect Score – misto de programa de namoro com prêmios em dinheiro, apresentado por Arielle Kebbel -, a segunda temporada de Breaking Pointe – que mostra os bastidores de uma companhia de balé de Salt Lake City – e The Hunt – um reality show de competição.
Com informações da The CW.
Remake de ‘The Saint’ ganha primeiro trailer com os atores Adam Rayner e Eliza Dushku
02/04/2013, 11:36.
Ana Botelho
Notícias
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Após quatro décadas de sua última exibição, a série de suspense The Saint ganhará nova versão. No elenco do remake, interpretando papéis importantes, estarão Eliza Dushku (Dollhouse, Buffy the Vampire Slayer) e Adam Rayner (Hunted, Hawthorne).
Adam Rayner interpretará Simon Templar, um ladrão no estilo Robin Hood, que é o personagem principal da trama. Já Eliza Dushku dará vida à Patricia Holm, um ex-romance ainda presente na vida de Templar.
O roteiro da nova versão ficou por conta de Jesse Alexander (Alias, Heroes), e terá participações especiais de Roger Moore, que interpretou Simon Templar na versão original dos anos 60, e Ian Ogilvy, que interpretou Templar na série Return of the Saint nos anos 70. Simon West (Con Air, Keen Eddie) ficará na direção do remake.
Desde 2012, quando foi anunciada sua criação, a série ainda não tem um canal definido para ir ao ar. Contudo, os produtores esperam reverter essa situação, já que um vídeo do piloto será exibido no mercado de mídias MIPTV em Cannes, na próxima semana.
O elenco de The Saint ainda conta com as participações de Enrique Murciano (Without a Trace), Thomas Kretschmann (The River), Greg Grunberg (Heroes) e James Remar (Dexter).
Ficou curioso? O trailer da série, você assiste no topo da página.
Com informações do Zap2 it
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