Produtores garantem: ‘Beauty and the Beast’ não tem nada a ver com ‘Smallville’


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Ainda faltam dois meses para a estreia de Beauty and the Beast, da emissora CW, mas muito se fala – e até se critica – em relação ao seriado. Como o Teleséries já publicou, os produtores da novo show tiveram que “justificar” a beleza da Fera, interpretada pelo (nenhum pouco feio) ator Jay Ryan. Teve gente que chegou a dizer que o seriado estava mais para “Beauty and the Beauty” do que qualquer outra coisa. Também asseguraram, logo de cara, que não dariam chances à atração.

Semanas se passaram e os produtores da série precisaram vir à público outra vez: agora, para argumentar que Vincent (o alter ego da Fera) não se trata de algum tipo de versão do Clark Kent de Tom Welling, em Smallville.

As comparações começaram porque os dois showrunners da nova série, Brian Perterson e Kelly Souders, eram também os produtores de Smallville. Sem contar que a protagonista Bela é ninguém menos que Kristin Kreuk, que viveu Lana Lang por diversas temporadas da história do Superman jovem.

Além disso, em Beauty and the Beast, Vincent é um médico que se torna militar e vai para a guerra. Lá, ele passa por uma experiência malsucedida de mutação genética e se transforma na besta. De volta à cidade de Nova Iorque, ele conhece a policial Catherine (Kreuk), que entrou na profissão para vingar o assassinato da mãe – morte que pode estar relacionada ao acidente genético de Vincent. Os dois viverão uma complexa relação amorosa e Vincent estará sempre protegendo a moça, com o auxílio dos poderes recém-adquiridos. Isso soa familiar?

Mas em entrevista ao site TV Guide, Brian Peterson fez questão de colocar abaixo comparação por comparação entre as duas séries. Se os argumentos convenceram? Tire suas próprias conclusões:

1) Clark Kent era um ET. Isso mesmo, sem ofensas, não é nada pessoal. Enquanto Clark era um alienígena nascido em Krypton, Vincent é apenas um médico que, após um incidente, se transformou na Fera. Ele nunca foi um extraterrestre, nunca sentiu na pele o que é ser um “forasteiro”, um “estranho” no mundo.

2) Clark Kent era um justiceiro. O “superboy” sempre lutou pela verdade e o bem de todos, guiado pelos valores morais de seus pais adotivos. Já Vincent é uma besta. Muitas vezes, ele sai do controle e faz coisas erradas, estando mais para um serial killer do que para benfeitor.

3) Regras são regras e devem ser respeitadas; até por um super herói. É o que aprendemos com uma década de Smallville, em que Clark seguia as mesmas normas morais e éticas que os seres humanos e tentava corresponder às expectativas de todos. O problema é que Vincent não tem, necessariamente, o controle da sua mente e de seu corpo.

4) Clark possuía super poderes. Vincent também. Mas as semelhanças param por aí. Enquanto Clark lidava bem com suas habilidades especiais – ele nunca causou um incêndio de grande escala com a visão de calor, por exemplo – Vincent faz o caminho inverso: conforme o tempo vai passando, seus poderes ficam cada vez mais incontroláveis e perigosos.

É, pelo jeito, Vincent vai dar muito mais trabalho à “Lana Lang” do que deu “o bonzinho” Clark Kent. E se você vai conceder uma chance à nova série da CW, anota aí: Beauty and the Beast estreia no dia 11 de outubro na TV americana.

Com informações do TV Guide.

Primeiras imagens de ‘The Americans’, novo drama do canal FX


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Pouco depois de anunciar o sinal verde para a produção de The Americans, um drama de espionagem passado nos anos 80 estrelado por Keri Hilson (Felicity) e Matthew Rhys (Brothers & Sisters), o canal FX divulgou as primeiras imagens da série. Nelas podemos ter uma ideia da caracterização dos atores no papel do casal de espiões Phillip (Matthew Rhys) e Elizabeth (Keri Russell). Confira:

Com informações do TV Guide.

FX dá sinal verde para ‘The Americans’, série sobre espionagem nos anos 1980


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O drama de espionagem estralado por Keri Russell (Felicity) e Matthew Rhys (Brothers & Sisters) foi escolhido pelo FX para estrear no próximo ano.

A série entra em produção no começo de outubro e é centrada no casal de espiões Phillip (Matthew Rhys) e Elizabeth (Keri Russell), que tenta viver sob qualquer suspeitas com seus dois filhos em um subúrbio americano.

A história se passa no auge da Guerra Fria, nos anos 1980,  e mostra o casal, cada vez mais apaixonado, podem conciliar seus deveremos de espionagem e a vida no “estilo americano” que eles tanto gostam. A tensão aumenta quando um agente do FBI, Stan (Noah Emmerich), muda-se para a vizinhança.

Keri Russell, 36 anos, é mais conhecido do grande público por sua atuação na série Felicity, a atriz participou do filme Missão Impossível 3 e mais recentemente da série Running Wilde.

The Americans foi criada por Joe Weisberg (Falling Skies, Damages), que já trabalhou para a CIA, que também será o produtor do projeto ao lado de Graham Yost (Justified).  Justin Falvey e Darryl Frank serão os produtores executivos. A produção fica a cargo da Fox TV Studios e FX Productions. O episódio piloto teráa direção de Gavin O’Connor (Guerreiro).

Com informações do The Hollywood Reporter.

Novas comédias do canal TV Land contratam seus protagonistas


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O canal a cabo norte-americano TV Land, cujos destaques atuais são as comédias Hot In Cleveland e Happily Divorced, acaba de contratar os protagonistas para duas de suas novas comédias.

A primeira, Brothers-In-Law, terá Jay Mohr (Suburgatory) e Ellen Woglom (Californication) nos papéis principais junto com o já contratado Josh Cooke, de Dexter. Bill Martin e Mike Schiff (3rd Rock From The Sun) escreveram, atuam como produtores executivos e serão os showrunners da comédia que girará em torno da dinâmica familiar entre um marido (Cooke) e o excêntrico namorado de sua cunhada (Mohr) que é irmã gêmea de sua esposa (Woglom). Scott Stuber (Whitney) também é um dos produtores executivos.

Já a segunda série, I’m Not Dead, contratou Ben Falcone (Joey e Missão Madrinha de Casamento) como protagonista. Escrita por Jon Sherman (Frasier) e baseada em uma série israelense, I’m Not Dead acompanha um homem (Falcone) que descobre possuir uma rara doença no coração que pode matá-lo a qualquer momento e que decide falar tudo que pensa e viver a vida ao máximo. Ben Silverman (The Office) é o produtor executivo junto com Jimmy Fox.

Com informações do Deadline.

 

Joss Whedon desenvolverá série da Marvel para a ABC


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O sucesso de Os Vingadores garantiu a Joss Whedon mais que o retorno para a continuação do filme com os super-heróis. O chefe da Disney Bob Iger anunciou hoje que o criador de Buffy the Vampire Slayer também será o responsável pelo desenvolvimento de uma série de TV live-action passada no universo Marvel para o canal ABC.

A pretensão com a série é expandir a franquia dos Vingadores usando alguns temas que envolvem aquele universo, mas sem ter que necessariamente utilizar os mesmo personagens.

Com informações do TV Line.

 

‘Chicago Fire’ terá participação de ator de ‘The Walking Dead’


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O ator Jeffrey DeMunn de The Walking Dead vai participar da nova série da NBC Chicago Fire. O seriado tem produção executiva de Dick Wolf (Law & Order) e conta a história de homens e mulheres heróicos e complexos do Chicago Fire Department. DeMunn vai interpretar um trabalhador da construção civil que passa por uma situação traumática e precisa da ajuda de Severide (Taylor Kinney) para salvá-lo.

DeMunn é bem conhecido por seu papel em The Walking Dead, onde ele interpreta Dale Horvath. O ator já participou dos seriados Law & Order, E.R. e Arquivo X, e dos filmes Queime depois de ler e O Nevoeiro. DeMunn também vai aparecer no novo seriado do diretor Frank Darabont, L.A. Noir.

Chicago Fire tem no elenco as estrelas de Jesse Spencer e Eamonn Walker. Sua estreia nos Estados Unidos está marcada para o dia 10 de outubro, uma quarta-feira, às 22 horas, na NBC.

Com informações dos sites TV Guide e IMDb.

Syfy encomenda pilotos de M. Night Shyamalan e Bryan Fuller


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O canal Syfy anunciou hoje a encomenda de dois pilotos. O primeiro deles é Proof, um drama que será escrito por M. Night Shyamalan (O Sexto Sentido) e Marti Noxon (Buffy the Vampire Slayer), que também serão os produtores executivos. Proof contará a história do filho de um gênio da tecnologia bilionário que, depois da morte inesperada de seus pais, oferece uma grande recompensa para qualquer um que possa encontrar a prova de que existe vida depois da morte. Shyamalan também dirigirá o episódio piloto.

O outro piloto é High Moon, de Bryan Fuller (Pushing Daisies), e será uma adaptação do livro de 1969 The Lotus Caves, escrito por John Christopher. A série mostrará um mundo no futuro em que os países da Terra estabeleceram colônias na lua para sugar todos os seus recursos. No entanto, o caos tomará conta depois que uma nova forma de vida é descoberta. Jim Danger Gray (Pushing Daisies) escreverá o piloto e também atuará como produtor executivo junto com Fuller e Robert Halmi Sr. (Neverland e Alice). O piloto terá 90 minutos de duração.

Com informações do TV Line.

Conheça o elenco de ‘Hannibal’, nova série da NBC


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Em abril, o Teleséries noticiou que a NBC estava produzindo uma série sobre Hannibal, um dos serial killers mais famosos da literatura e do cinema.

E como quatro meses já se passaram desde então, mais novidades sobre a série de 13 episódios foram divulgadas.

A primeira é que a atriz Caroline Dhavernas, conhecida pelo papel na atração canadense Wonderfalls, se reúne ao elenco da série. Ela será a Dra. Alana Bloom, uma professora de psicologia da Universidade de Chicago e que ainda presta consultorias ao FBI.

Ela não é a única “filha” de Wonderfalls a integrar Hannibal. Aaron Abrams também tem um papel regular na série, como o investigador Brian Zeller.

O papel de protagonista da atração foi dado ao dinamarquês Mads Mikkelsen (Rei Arthur, 007 – Cassino Royale). Hugh Dance (The Big C) será Will Graham, outro integrante do FBI que tenta prender um serial killer com a ajuda de Dr. Lecter.

Laurence Fishburne (Matrix) será Jack Crawford, um dos líderes do departamente de “ciência do comportamento” do FBI.

Na série, a Dra. Bloom será uma profissional bem-sucedida, que tenta separar o trabalho da vida pessoal. Ela é amiga de Will e, apesar de considera-lo muito talentoso, acredita que ele precisa separar melhor seu lado pessoal dos assassinos que investiga. Ela teme que quando Crawford recruta Will para um trabalho, ele seja colocado em perigo. A Dr.a Bloom, então, decide acompanhar Will para protege-lo, mas acaba se apaixonando por Crawford.

Hannibal é criada por Bryan Fuller (Pushing Daisies), que escreve e produz a série em parceria com Martha De Laurentiis (Red Dragon e as versões cinematográficas de Hannibal), Sara Colleton (Dexter), Jesse Alexander (Lost) e Kate O’Connell. David Slade (A Saga Crepúsculo: Eclipse) fica por conta da direção.

Durante a Comic-Con, Fuller revelou que, apesar de a série ter 13 episódios encomendados inicialmente, ele já tem sete temporadas planejadas em sua cabeça. Hannibal estreia em meados de junho de 2013, pelo canal NBC.

Com informações do Hollywood Reporter.

‘A Família Sol-Lá-Si-Dó’ ganha nova versão na CBS


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A CBS decidiu  entrar na onda de remakes e produzir uma nova versão de uma das sitcoms mais clássicas das décadas passadas, The Brady Bunch, conhecida aqui no Brasil como A Família Sol-Lá-Si-Dó (referência ao seriado A Família Dó-Ré-Mi).

A atração, produzida pela ABC entre 1969 e 1974, se concentrava na história da família Brady: liderada pelo patriarca Mike Brady, um viúvo com três filhos, ele, então, se casava com Carol, uma mulher que já tinha três filhas do casamento anterior. O resultado dessa mistura só podia ser muita confusão.

Só que na nova versão da CBS, o enredo se concentra em um dos três filhos de Mike, Bobby (interpretado originalmente por Mike Lookinland). Assim como o pai, ele se divorcia da esposa, com quem tem dois filhos, e se junta à outra mulher, que também possui a própria prole. O novo casal, por sua vez, terá uma criança. Se não bastasse tudo isso, o ex-marido e a ex-mulher dos dois manterão algum tipo de relação com o casal. Parece que o cotidiano dessa família será ainda mais agitado que na década de 70.

Em The Brady Bunch, o roteiro ficará por conta de Mike Mariano (My Name is Earl), que divide a produção-executiva com Vince Vaughn (Encontro de Casais) e Lloyd Schwartz (que produziu a série original e era filho do criador da atração, Sherwood Schwartz).

Com informações do TV Guide.

‘Beauty and the Beast’: produtora “justifica” a beleza da Fera


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Se em Elementary, nova série da CBS baseada no Sherlock Holmes, o fato de o Dr. Watson ser, na verdade, Dra. Watson incomoda alguns fãs, em Beauty and the Beast, que estreia em breve na CW, o fato de Fera não ter nada de “fera” é o que vem intrigando o público.

A gente explica melhor. É que na produção da CW, a Fera, conhecida por ser uma criatura horrível, será interpretada pelo ator neozelandês Jay Ryan (Terra Nova). O personagem, que tem personalidade dupla, socialmente atende pelo nome de Vincent Keller.

Para diferenciar os dois alter egos, uma cicatriz é adicionada ao rosto de Vincent para indicar que ele está em forma de “fera”. O problema é que, aparentemente, apenas uma cicatriz não seria o suficiente para ofuscar a beleza do ator, que arranca suspiros do público feminino com seus olhos oblíquos e sorriso de galã.

Para tentar justificar a simplicidade no quesito “maquiagem”, os produtores de Beauty and the Beast “teorizaram” sobre o assunto. A produtora-executiva da atração, Jennifer Levin, argumentou que, no dia-a-dia, as verdadeiras “bestas” não aparecem em forma de “bestas” e são, muitas vezes, atraentes, nos chamam até elas.

Filosofias à parte, quando questionada se o público adolescente da CW foi fator determinante para que eles mantivessem a beleza de Jay Ryan evidente, a produtora foi enfática ao dizer que “de forma alguma”.

Na história, Vincent Keller luta contra a personalidade de serial killer que existe dentro dele, enquanto Fera, e ainda se envolve com a policial Catherine Chandler, interpretada por Kristin Kreuk (Smalville). Com o desenvolvimento da história, a Fera vai se tornar cada vez pior e um dilema será colocado ao espectador: a criatura está realmente se apaixonando por Catherine ou existe algo mais complexo escondido por trás dessa relação? Tudo sem ultrapassar os “limites da ética”, segundo a equipe da série, já que a Fera não ataca a policial nem mesmo quando está na forma do monstro.

Beauty and the Beast é baseada na série de mesmo nome que foi ao ar entre 1987 e 1990 pela CBS. A atração era estrelada por Linda Hamilton e Ron Perlman (cuja caracterização era mais fiel ao clássico original).

Já a nova série estreia no dia 11 de outubro na TV americana, pelo canal CW. Uma primeira cena da atração foi divulgada:

Com informações do TV Guide.

Lifetime encomenda piloto do produtor de ‘Terra Nova’


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O canal Lifetime encomendou a produção do episódio piloto de HR, um drama que acompanha uma tensa diretora de recursos humanos de uma empresa global que abandonará as práticas comuns das grandes empresas para inspirar a sua própria a lutar por novas ambições e lucros. Seu novo estilo de gestão e seu ponto de vista não tradicional no mundo das empresas dominado por homens gerará estranhamentos entre seus superiores enquanto que os outros acharão seu estilo um alívio.

Glenn Porter, do filme I Melt With You, escreverá o piloto. Aaron Kaplan (Terra Nova) e sua produtora Kapital Entertainment ficarão com a produção executiva, com Porter atuando como co-produtor executivo juntamente com Michael Lohmann.

HR se junta a outras recentes aquisições do canal que fazem parte da reestruturação da emissora que visa investir mais em séries roteirizadas. Recentemente o Lifetime encomendou um drama de época produzido por Renee Zellweger, Cinnamon Girl, as adaptações de The Secret Lives of Wives Witches of East End, e a nova série criada por Marc Cherry (Desperate Housewives), Devious Maids.

Com informações do The Hollywood Reporter.

‘Elementary’ mantém “o espírito” de Sherlock Holmes


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A primeira vez que Sherlock Holmes deu apareceu foi em 1887, no romance policial Um Estudo em Vermelho (A Study In The Scarlet), de Sir Arthur Conan Doyle, publicado na revista Beeton’s Christmas Annual.

Na obra, Holmes é descrito como um detetive alto e exageradamente magro, com profunda sabedoria em química e literatura Vitoriana, conhecimentos estreitos e precisos em geologia e botânica e que ainda entende alguma coisa de filosofia, astronomia e política.

Desde aquela época, incontáveis histórias sobre o detetive surgiram e a figura de Holmes variou um pouco. Recentemente, a franquia cinematográfica de Sherlock Holmes, estrelada por Robert Downey Jr., tem feito considerável sucesso, mas foi a série Sherlock, da BBC One, que ganhou grande aclamação de público e crítica.

O ator Benedict Cumberbatch (The Last Enemy, Desejo e Reparação) – que, diga-se de passagem, lembra o irlandês Jonathan Rhys Meyers – tem sido considerado “perfeito” no papel.

Só que, em setembro, outra produção – dessa vez, americana – chega para explorar a história do detetive e apresenta um novo Sherlock Holmes ao público.

Em Elementary – óbvia menção à frase “Elementar, meu caro Watson” -, do canal NBC, o britânico Johnny Lee Miller (Eli Stone) interpretará a figura conhecida por sua ironia e inteligência. A história, trazida para os dias de hoje, também obrigada o detetive a mudar de endereço: da famosa Baker Street 221B, em Londres, ele se instalará em algum endereço nova iorquino. É que Sherlock Holmes será expulso da Scotland Yard, polícia inglesa onde prestava consultorias, e será enviado a um centro de reabilitação em Nova York.

As mudanças não param por aí. O fiel companheiro Dr. John Watson, agora, será Dra. Joan Watson, interpretada por Lucy Liu (As Panteras). Ela será uma ex-cirurgiã afastada do cargo depois que um paciente morreu em suas mãos. Muitos fãs de Sherlock Holmes, inclusive, já se demonstraram insatisfeitos com a troca de gênero do personagem.

Se a versão americana vai se sustentar – sem a característica ironia inglesa e o Big Ben ao fundo – ainda é cedo para dizer. Mas o ator Johnny Lee Miller não parece preocupado com as comparações à série da BBC. Ele se disse espectador da atração britânica e praticamente um “groupie” do trabalho de Cumberbatch (quem, segundo ele, tem dado apoio à nova série).

O produtor-executivo da atração, Robert Doherty (Medium), também assegura que o espírito do detetive criado por Conan Doyle será mantido. “Eu quis dar minha própria impressão sobre a história, mas o uso de drogas e os amores desastrosos de Sherlock (elementos-chave do material original) irão aparecer nessa versão.”

Segundo Doherty, na história original, Sherlock se envolveu com drogas pesadas, como cocaína, e isso se manterá agora. A diferença é que, em Elementary, o detetive irá enfrentar muitos problemas e o mundo não será tão simples como ele imaginava. “Algo terrível aconteceu a ele em Londres e o fez sair do controle”, antecipa.

O professor Moriarty, gênio do crime e grande inimigo do detetive, também terá lugar na história americana.

Elementary estreia no dia 27 de setembro na CBS dos Estados Unidos. Além de produzir a série, Robert Doherty divide o roteiro com Sarah Timberman e Carl Beverley, de Justified. Aidan Quinn (White Collar, Weeds) também está no elenco, como um policial americano.

Aos curiosos, algumas prévias da série já foram divulgadas, como você vê abaixo:

Com informações do TV Guide.

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