TeleSéries
Os 10 Melhores Episódios de Final de Temporada de 2004-2005
14/10/2005, 14:48.
Paulo Serpa Antunes
Opinião
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Com alguns meses de atraso, segue abaixo minha lista anual dos dez melhores season finales das temporada 2004/2005. Só para esclarecer, a lista abaixo foi montada após eu assistir todos os finais de temporada das séries da Fox, Sony, Universal e Warner (só não assisti ao season finale de 7th Heaven, mas acho que se a Sony realmente quisesse que nós assistíssemos ao programa exibiria ele em um horário decente). No ano passado, os dramas teen dominaram a lista (clique aqui para reler). Este ano eles desapareceram e o Top 10 foi invadido pelos seriados policiais. Confira:
O ano que entrou para a história
17/08/2005, 00:00.
Paulo Serpa Antunes
Opinião
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Esta season finale de Lost encerra uma das mais quentes e importantes temporadas da TV americana de todos os tempos, talvez a maior desde 1994-1995, ano que revelou Friends e ER (e também a temporada na qual Arquivo X se tornou um fenômeno). Ao lado de Desperate Housewives, Lost mudou radicalmente o cenário da briga pela audiência nos Estados Unidos, modificou hábitos de telespectadores e vai influenciar pela próxima década tudo o que se produzir em televisão.
Review: The West Wing – Things Fall Apart (episódio 131)
01/07/2005, 12:27.
Paulo Serpa Antunes
Opinião, Reviews
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Série: The West Wing
Episódio: Things Fall Apart
Temporada: 6ª
Número do Episódio: 131
Data de Exibição nos EUA: 30/3/2005
Data de Exibição no Brasil: 24/6/2005
Emissora no Brasil: Warner
Faltando um episódio para o final da temporada é preciso admitir: depois de um início de temporada desagradavelmente violento (de 6×01 a 6×10), e da alternância entre episódios na Casa Branca e de campanha política (6×11 a 6×15) que eu particularmente gostei mas muitos criticaram, The West Wing encontrou o ponto de equilíbrio entre a valorização do seu elenco e a construção de novos personagens e da cobertura da campanha eleitoral. Esta última fase da temporada de The West Wing, que até aqui já dura seis semanas – e terminará na sétima com a season finale – tem sido emocionante e não fica a dever muito para os melhores momentos da série do passado.
Review: The West Wing – Ninety Miles Away
15/06/2005, 00:00.
Paulo Serpa Antunes
Opinião, Reviews
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Série: The West Wing
Episódio: Ninety Miles Away
Temporada: 6ª
Número do Episódio: 129
Data de Exibição nos EUA: 16/3/2005
Data de Exibição no Brasil: 10/6/2005
Emissora no Brasil: Warner
Ninety Miles Away não é um episódio imune a críticas, possui defeitos, mas é um desses episódios que fará muitos fãs esboçarem aquele sorriso de satisfação que há tempos não saia. Tem boas atuações, tem humor e drama, tem segredos dos personagens vindo à tona e uma boa dose de crítica política, que por sua vez rende polêmica. O passado de glória se foi, mas aquele clima de magia se mantém.
Adeus, Drew!
02/05/2005, 12:00.
Paulo Serpa Antunes
Opinião
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No sábado foi ao ar no Brasil o final do The Drew Carey Show. Alguém se importa? Eu me importo. Durante muito tempo, The Drew Carey Show foi a minha comédia favorita – mais até que Friends ou Seinfeld. É, eu sei, parece absurdo. Mas The Drew Carey Show é uma série repleta de virtudes e aspectos interessentes que merece ser estudados – ou homenageados.
Acompanho a série no Brasil desde os tempos da Warner (isto mesmo, Drew já foi da Warner), de onde migrou para a Sony e viajou pela programação do canal até o limbo das manhãs de sábado. Apesar do abandono, Drew teve uma trajetória rica. Nos EUA, o seriado já foi trunfo da ABC, ficando no três primeiros anos (de 1995 a 1998) no Top 20 do Nielsen e conseguindo média de 17 milhões de telespectadores durante sua segunda temporada – ou seja, ela foi o Lost do canal entre 1996 e 1997. Foi este histórico, aliado ao talento de Drew Carey como negociador, que manteve o show no ar por nove anos – mantendo a sitcom em produção mesmo quando a rede ABC não tinha mais interesse no programa. E nunca se soube de Drew Carey reclamando por melhores salários ou dizendo que quer fazer cinema ou experimentar novos personagens. Clique aqui para continuar a leitura »
TeleSéries Soundtrack – Volume 1
25/02/2005, 23:39.
Paulo Serpa Antunes
Opinião, Sintonia
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Este CDzinho eu queimei no Natal, tiragem limitadíssima de uma cópia, com capinha e tudo, de presente para a minha dignissíma esposa. A gente ouve ele direto até hoje, com seus quase 76 minutos de duração.
(Um dia o TeleSéries vai ser reconhecido como o maior site de seriados do país e a Som Livre vai querer lançar nas lojas e o Pink e eu iniciaremos o nosso plano para dominar o mundo…)
Acho que vou começar a montar em breve um segundo volume – já tenho meia dúzia de canções separadas. Enquanto isto confiram a minha seleção comentada do primeiro volume:
1. Ballad of Serenity – Sonny Rhodes
Tema de Firefly (2002-2002). A canção foi escrita pelo próprio Joss Whedon. O cara é foda.
2. Human – The Pretenders
Tema de Cupid (1998-1999). A série é cute, a canção é cute e os Pretenders também. Uma das séries mais injustamente canceladas da história da TV americana.
3. Love Is Gonna Get You – Macy Gray
Tema de Miss Match (2003-2003). Foi uma das músicas que mais deu trabalho catar na Internet. Perdoem-me os fãs, mas a canção é melhor do que a série.
4. Searchin’ My Soul – Ally McBeal
Tema de Ally McBeal (1997-2002). Um clássico. Ally é a série mais musical da TV.
5. Where You Lead – Carole King & Louise Goffin
Tema de Gilmore Girls (2000-). Esta canção tem uma história legal que poucos fãs conhecem. A música é um antigo sucesso da Carole King, que ela regravou com a filha especialmente para a série. Mãe e filha, tudo a ver com o espírito das Gilmore.
6. I’ve Just Seen A Face – The BoDeans
Tema de Time of Your Life (1999-2000). Todo o CD foi montado com as gravações originais, menos esta aqui que é a exata vinheta da série, com apenas 31 segundos. Mas não podia ficar de fora: é uma cover de Lennon & McCartney e é tão legal quando a gravação original dos Beatles.
7. Moment in the Sun – Clem Snide
Tema de Ed (2000-2004). Momento mais deprê do disco. Boa música.
8. Next Year – Foo Fighters
Tema de Ed (2000-2004). Ed é tão especial para mim que entrou com duas músicas no CD. Esta é a trilha da primeira temporada da série, que foi trocada depois pelos produtores por pura frescura, gerando atritos nos bastidores da série.
9. I Don’t Want To Wait – Paula Cole
Tema de Dawson´s Creek (1998-2003). Esta a gente já ouviu tanto que até enjoou…
10. Closer To Free – The BoDeans
Tema de O Quinteto/Party of Five (1994-2000). Mais uma dos BoDeans. Os caras estiveram na soundtrack de nove em cada dez séries teen dos anos 90.
11. Here With Me – Dido
Tema de Roswell (1999-2002). Esta é uma série que eu me arrependo de nunca ter acompanhado. Mas a música da Dido eu sei, é ótima.
12. One Of Us – Joan Osbourne
Tema de Joan of Arcadia (2003-). Dispensa comentários. Foi sucesso nos anos 90 e os produtores de Joan espertamente sacaram que ela tem a cara da série.
13. California – Phantom Planet
Tema de The O.C. (2003-). Outra faixa que dispensa comentários. O Phantom Planet são os novos Rembrandts, criaram um clássico e para o bem ou para o mal serão sempre lembrados por esta grande canção.
14. I Don’t Wanna Be – Gavin DeGraw
Tema de One Tree Hill (2003-). O bloco de canções de séries teen continua com esta outra canção bacana.
15. Save Me – Remy Zero
Tema de Smallville (2001-). Outro bom tema de série teen e outra boa canção pop.
16. How Soon Is Now – Love Spit Love
Tema de Charmed (1998-). Repare o trabalho que eu tive para colar uma música na outra. Aqui é o bloco mais pesadão do CD. Mas se você curte esta canção, procure a original do The Smiths ou ainda a versão da T.a.t.u. que são ainda melhores.
17. Somebody Help Me – Full Blown Rose
Tema de Tru Calling (2003-). Mais um rock bacana, no ritmo das corridas contra o tempo de Eliza Dushku.
18. Superman – Lazlo Bane
Tema de Scrubs (2001-). O legal desta canção do Laslo Bane é que ela é ainda mais legal que os poucos segundos que tocam na abertura da TV. Vale ou pena ouvir ela inteira.
19. It’s A Jungle Out There – Randy Newman
Tema de Monk (2002-). O premiado compositor criou este tema especialmente para o seriado – e os fãs de carteirinha de Monk detestam. Eles preferem a abertura instumental da primeira temporada. Eu também prefiro, mas esta música também é bacana.
20. I’ll Be There For You – The Rembrandts
Tema de Friends (1994-2004). Basta duas ou três notas para qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, identificar esta canção. Virou clássico.
21. What I Like About You – Lillix
Tema de What I Like About You (2002-). Esta versão feminina do sucesso dos The Romantics é bem bonitinha. Tem o clima da série, seja lá qual for o clima da série, depois de tantas mudanças…
22. Boss of Me – They Might Be Giants
Tema de Malcolm in the Middle (2000-). Pra fechar o CD com alto astral. A música completa também é mais bacana do que no seriado, porque alterna do refrão hardcore para uma reggaezinho arrastado nos demais versos. “You’re not the boss of me now, and you’re not so big”… muito bom!
Deu vontade de ouvir o CD, hein?

Mais Pilotos!
12/02/2005, 00:01.
Paulo Serpa Antunes
Opinião
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Gostei do episódio piloto de NCIS, bem mais do que eu esperava. Como bem previu o pôster da Borracharia TeleSéries, a Sasha Alexander roubou a cena – mas a personagem dela, Caitlin Todd, me pareceu mole demais para uma agente do serviço secreto. É notável o trabalho dos roteiristas e dos consultores em fazer tudo muito exato e verossímel, por mais absurdo que tenha sido a situação proposta – oficiais assassinados com roupas envenenadas, um ataque terrorista inspirado no filme Air Force One e toda aquela disputa entre FBI, NCIS e serviço secreto.
Ah, e a série mostrou que mantém o senso de humor de JAG. A melhor piadinha foi esta aqui, que segue em inglês mesmo:
Airport security guy:
Is NCIS anything like CSI?
Tony:
Only if you’re dyslexic.
Já o piloto de Justiça sem Limites (Boston Legal) eu achei bem fraquinho. Vai ver é porque desta série sim, eu espero muito. Achei que o James Spader estava canastrão demais – e talvez não seja culpa dele, no episódio piloto o complexo e tridimensional Alan Shore parecia ter a obrigação de resumir em 40 minutos toda a personalidade apresentada no último ano de O Desafio.
Justiça sem Limites me pareceu Ally McBeal demais, cômico demais. Esperava que David E. Kelley, em sua primeira chance de mostrar os bastidores de um grande escritório, fosse criar uma firma mais corrupta, mais suja, quase um anti-O Desafio. Pensando bem, talvez ele tenha realmente feito isto, mas o fez com tanto humor que todas as questões de ética e moral ficaram esvaziadas. Fez falta a presença da Rebecca DeMornay e sua megera Hannah Rose.
Mas James Spader e seu Alan Shore estão lá, William Shatner e seu Danny Crane também, e tem a Rhona Mitra com todo aquele corpão e charme e ainda o Mark Valley muito bem no papel do advogado certinho.
Vou seguir assistindo e tenho certeza que Justiça sem Limites vai acabar me seduzindo uma hora. Mas o começo foi decepcionante.
Spoiler Zone VI: Carnivàle e 24 Horas
21/01/2005, 00:00.
Pedro Beck
Spoilers
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Mas que season premiere foi essa de Carnivàle? Merecedora de uma coluna inteira só para ela… Tentador, muito tentador, mas tem muita coisa pra falar, err… Escrever! Coluna um pouco monopolizada por Carnivàle, mas não deixa de estar recheada de coisas inéditas aos fãs brasileiros: A volta da Twin Peaks moderna, o retorno surpreendente de 24 Horas e sua quarta temporada e ainda, spoilers de Jack & Bobby, Everwood, Gilmore Girls, Alias e The O.C... E olha que eu não ganho pra escrever aqui!
Feliz Natal!
24/12/2004, 02:12.
Paulo Serpa Antunes
Opinião
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E que o espírito do Natal (e o Papai Noel e o Holiday Armadillo também)
permaneçam para sempre em nossos corações!
Porque The O.C. é a série teen mais quente do momento – Em 10 lições
30/11/2004, 19:48.
Paulo Serpa Antunes
Opinião
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10. Apesar da grande audiência entre os adolescentes, o seriado não se prende na temática teen. A série mantém um núcleo adulto atuante, que não está no programa só como acessório, e ainda aborda temas adultos e consegue prender o telespectador mai velho também.
9. Julie Cooper é mais do que uma típica vilã de telenovela. Ela é engraçada e cativa tanto quanto os mocinhos da série.
8. A paisagem de Orange County, além de linda, repete Barrados no Baile, criando um cenário exótico para a ação, longe o suficiente do telespectador para acreditarmos que aquilo tudo é real e verossímel, mesmo que não seja.
7. Sandy e Kirsten são maravilhosos, conquistam o telespectador e servem como porto seguro para os demais personagens, fazendo girar em torno da casa dos Cohen toda a ação do seriado, sem forçar a barra.
6. Os motivos para as idas e vindas de Marissa e Ryan até agora foram todos convincentes, fazendo com que o telespectador siga torcendo pelos dois e não provocando náuseas como outros casais adolescentes, como Clark e Lana ou Dawson e Joey
5. Em 28 episódios, os roteiristas e produtores ainda não cometeram nenhum grande deslize e parecem seguros dos rumos do programa.
4. Ryan, o protagonista, é o anti-Dawson. Sua dificuldade de se comunicar e de se expressar, contrasta e inova em relação aos personagens de Dawson´s Creek, a série teen mais popular da TV paga no Brasil até o momento. Tem gente que confunde o trabalho de Benjamin McKenzie para construir este personagem calado, triste e agressivo com falta de talento. Eles estão enganados.
3. Seth Cohen é o personagem coadjuvante mais legal da TV americana na década.
2. O seriado aborda temas polêmicos para séries teen, como gravidez na adolescência, alcoolismo e, principalmente, a diferença entre classes sem ser moralista.
1. The O.C. tem senso de humor, que não se leva a sério demais.
Pilotos! Pilotos! Pilotos!
02/11/2004, 19:25.
Paulo Serpa Antunes
Opinião
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O melhor da segunda-feira não foi Charmed, Joan ou Dead Like Me. Foi a oportunidade de se ver ou rever oito episódios pilotos de grandes séries. Foi durante a tarde que eu fiz a festa!
O piloto de Smallville é uma das estréias mais impecáveis que eu já vi na televisão. A vontade que dá após assistir é procurar na estante a origem do Super-Homem recontada pelo John Byrne atrás das referências originais e das alterações. E que alterações! O colar de kryptonita da Lana, a careca de Lex, o S de “scarecrow”. Tudo é genial no piloto. E a verdade é: o piloto é mil vezes melhor do que a série que se seguiu.
O piloto de Melrose Place não é muito organizado, tem aquele monte de histórias desconectadas e aquelas participações alienígenas de Kelly, Donna, David e Steve. Mas é delicioso. Eu tinha me esquecido que Melrose Place era gostosa e divertida antes de começarem os complôs, as traições e assassinatos. A química entre Allison (Courtney Thorne-Smith) e Billy (Andrew Shue) é ótima.
Dawson´s Creek eu já tinha assistido faz pouco em DVD e até comentei aqui no blog. Mas achei curiosa a abertura do episódio, com uma canção que não é aquela da Paula Cole. Isto não tem no DVD, né? Ou eu que não prestei atenção?
Faz sete anos que o piloto de Wil & Grace foi exibido no Brasil, mas eu assisti ele há algum tempo atrás na Rede 21 e nas duas vezes a sensação é a mesma: é um choque rever este episódio. Parece outra série! O foco do seriado era o drama de Grace e sua paixão platônica por Will, tema esgotado sete anos depois, e Jack e Karen são apenas assessorios no primeiro programa. É tudo tão estranho e diferente!
Já com That ´70s Show a minha relação é diferente. Há sete anos atrás eu fiquei chocado ao ver aquelas referências diretas ao consumo de maconha serem tratadas com tanta liberalidade na televisão. Hoje parece tão inofensivo… O piloto é muito engraçado e é mais engraçado ainda ver a performance do Ashton Kutcher antes de virar o popstar que acabou se tornando.
O piloto de Third Watch eu nunca tinha visto e… puxa! John Wells introduz com perfeição os personagens e no final do primeiro programa já deixou claro o carrossel de ações e emoções que pensava para a série. É engraçado ver o Sully (Skipp Sudduth) agindo como um super-herói, sabendo que anos depois ele chegará ao fundo do poço. Outra coisa maravilhosa do episódio é a performance Jason Wiles. Eu realmente não gosto do ator, mas no episódio piloto ele caiu como uma luva no papel do policial italiano brigão. A primeira cena, da perseguição dele ao garoto que riscou o seu carro-patrulha é fenomenal.
Nota 10 é o piloto de CSI, repleto de conflitos, dramas pessoais e aquele final clássico e completamente inesperado: a novata Holly Gribbs (Chandra West) sendo baleada. Nascia um mito.
O piloto de The West Wing merece um post só para ele. Eu tenho o DVD aqui, já assisti duas vezes, e sempre observo uma coisa diferente. E sou suspeito para falar. Alguém já postou aqui, “seu fã de The West Wing!”, como se fosse uma doença. Sou doente por The West Wing mesmo.
Os 10 Melhores Episódios de Final de Temporada de 2003-2004
15/09/2004, 00:13.
Paulo Serpa Antunes
Opinião
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Para abrir o meu Weblog vou publicar a minha lista dos 10 melhores episódios da temporada 2003-2004.
Não, não me esqueci de Friends, nem de One Tree Hill, Charmed, ER e todas as outras. Eu simplesmente não me empolguei com o final de temporada dessas séries. Ah, claro, se pudesse escolher uma 11ª, certamente Tru Calling entraria na minha lista. Mas os meus dez melhores finais de temporada, na ordem, foram os seguintes:
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