As primeiras impressões de ‘Smash’

Data/Hora 18/01/2012, 10:33. Autor
Categorias Opinião, Preview


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A primeira coisa que muita gente deve ter pensado ao ler sobre Smash, série que estreia em fevereiro na NBC, mas acabou vazando esta semana na Internet, foi: lá vem mais um Glee. Para muitos motivos de alegrias, para outros, motivo para sair correndo. De cara então gostaria de dizer que sim, Smash, muito provavelmente ganhou a chance de ir para o ar por conta do sucesso de Glee. Isso acontece desde sempre. E não há mal nenhum nisso, a questão  é deixar bem claro que essa não é uma série para adolescentes. E muito provavelmente não tem como foco o mercado fonográfico, como acabou acontecendo com Glee. Seria como comparar ER com Grey’s Anatomy que são duas séries que se passam no hospital mas com qualidades e público-alvo completamente diferentes.


O tema central é a montagem para Broadway de uma peça sobre a vida de Marilyn Monroe. No centro da história está Julia Houston (Debra Messing, Will & Grace), que decide escrever a peça em parceria com o amigo Tom Levitt (Christian Borle), que fica a cargo de compor as músicas. Os dois não são iniciantes na Broadway, isso fica claro desde o início. Julia inclusive estava decidida a dar um tempo na vida profissional e adotar uma criança mas decide que conseguirá fazer as duas coisas. Provavelmente esse será o conflito principal da personagem. A produtora do espetáculo será Eileen Rand (Anjelica Huston, acredito que dispense maiores apresentações) que está no meio de um processo de divórcio. Ela decide convidar Derek Wills (Jack Davenport, Coupling) para dirigir o espetáculo contrariando a vontade de Tom que o odeia.


No meio disso tudo temos as duas candidatas ao papel principal: Karen Cartwright (a finalista do American Idol Katharine McPhee) e Ivy Lynn (Megan Hilty). Uma das grandes sacadas é acompanharmos quem vai ser a escolhida. Durante todo piloto, me vi envolvida e sem conseguir decidir por quem torcer. O legal, pelo menos até aqui, é que nenhuma das personagens se mostrou odiosa. As duas têm talento e uma vida que gera a simpatia do público.

Karen é a menina doce, que ainda está bem no início da sua carreira, possui uma certa inocência mas não é burra e sabe onde está pisando (como fica claro na cena dela sozinha com Derek). Ivy é um pouco mais velha, tem experiência na Broadway mas nunca teve um papel de destaque, e conta com o apoio de Tom.

Nas cenas dos próximos episódios mostram um pouco do que teremos pela frente, fica claro que haverá bastante conflitos dentro e fora da produção e que a decisão por quem estrelará a peça não será tão simples. É interessante quando Tom diz que Ivy é perfeita para o papel porque além do talento, ela tem a semelhança física com a Marylin. Enquanto vemos cenas de outros personagens defendendo a escolha de Karen por ela “ser” uma estrela.

Não entendo muito de musical. Meu conhecimento da Broadway vem de produções como All Tha Jazz, Cabaret, enfim, vem de filmes. E algumas coisas que li sobre assunto. Mesmo assim o episódio prendeu minha atenção e despertou minha curiosidade. Acredito que vale a pena acompanhar.

Memória – SOS Malibu: sol, férias e seriados

Data/Hora 17/01/2012, 20:58. Autor
Categorias Memória


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Muito calor, temperaturas elevadas… chegou o verão. E para muita gente esse é também um período de férias. Aí, fica até fácil adivinhar o resultado dessa combinação: praia!

Mas se você, assim como eu, não vai chegar nem perto de praia nessa temporada e vai passar o verão na saudade, então, temos uma sugestão: Baywatch, conhecida no Brasil por SOS Malibu, uma série com cenário praiano de outros “verões” que pode tornar suas férias mais divertidas.

Era uma vez…

Mitch Buchannon (David Hasselhoff) é o chefe da equipe de salva-vidas de uma praia da Califórnia, nos EUA. Divorciado e pai do adolescente Hobie Buchannon (Brandon Call /Jeremy Jackson), Mitch é responsável e corajoso. Sua equipe conta com a novata Shauni McClain (Erika Eleniak) e a experiente Jill Riley (Shawn Weatherly). Entre aventuras, romances e resgates, eles promovem campanhas, trabalham e se tornam amigos.

Jill sofre um ataque de tubarão e morre. Shauni se casa com o colega de trabalho Eddie Kramer (Billy Warlock) e os dois se mudam para a Austrália. E Mitch tem que lidar com a nova chefe dos salva-vidas, Stephanie Holden (Alexandra Paul). Depois de várias rixas e disputas de egos, os dois se apaixonam e… descobre-se que ela já que era casada!

Stephanie mora com outras duas salva-vidas, a irmã Caroline Holden (Yasmine Bleeth) e a amiga C.J. Parker (Pamela Anderson).
O namorado de C.J., também salva-vidas, Matt Brody (David Charvet) é acusado de assédio sexual pela colega de profissão, Neely Capshaw (Heather Campbell /Gena Lee Nolin), que depois de ser rejeitada pelo rapaz resolve inventar a acusação para se vingar. Após descobrirem a verdade e Matt ser inocentado, ele decide ir embora.

Enquanto lidam com os problemas pessoais, essa galera tem a sorte de trabalhar em um cenário paradisíaco e só têm que salvar uns banhistas de afogamentos, tubarões, tempestades, evitar suicídios e outras coisinhas mais.

No entanto, eles não conseguem salvar Stephanie, que morre atingida pelo mastro de um navio em alto mar. A morte da irmã deixa Caroline muito abalada, o que a leva a desistir da profissão para realizar seu sonho de se tornar atriz.

Mitch se casa com Neely. Alguns vão embora e outros chegam para substituí-los na tarefa de salvar vidas na praia de Malibu.

…e então…

SOS Malibu, estreou em 1989 e foi uma série de grande sucesso da década de 90. O seriado chegou a ser exibido em mais de 140 países e bateu recordes de audiência. Depois de 10 anos a série mudou de cenário e outras duas temporadas foram produzidas no Havaí (Baywatch Hawaii). O show chegou ao final em 2001, mas os fãs puderem rever seus personagens preferidos no filme Baywatch: Hawaiian Wedding, de 2003.

Sim, corpos sarados em traje de banho correndo pela praia em direção ao mar são a marca registrada do seriado. No entanto, temos que admitir que a série também retratava questões ambientais, de proteção aos animais e etc, e não podemos negar que SOS Malibu foi original, não é verdade? Para mim conta muito a característica despretensiosa da série.

Enfim, invada essa praia/seriado ou busque outra no oceano de séries e sinta-se de férias em um belo verão … infinito.

As Primeiras Impressões de ‘Are You There, Chelsea?’

Data/Hora 17/01/2012, 16:24. Autor
Categorias Opinião, Preview


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Quem conhece a comediante e apresentadora Chelsea Handler sabe que uma série baseada em suas aventuras juvenis não poderia deixar de fora muito sarcasmo, situações estranhas e piadas politicamente incorretas, além e claro, muita bebida. E foi justamente pela soma de todos esses ingredientes que resolvi assistir ao piloto de Are You There, Chelsea?

Ter a Laura Prepon fazendo o papel principal da série realmente foi um acerto sem tamanho, principalmente com a própria Chelsea interpretando a sua antagonista e irmã Sloan. Não via a Laura desde a época do That 70’s Show, ainda sinto uma vibração da Donna no ar, mas mesmo assim posso me acostumar bem rápido com seu tipo de humor, no mínimo corajoso. Mas ainda não é a Chelsea…

Inspirado no livro escrito por Handler Are You There, Vodka? It’s Me, Chelsea, não traz nada de muito extraordinário para a televisão, mas temos que tirar ao chapéu quando se conseguem fazer piadas desse tipo sem se tornar (extremamente ofensivo). Ao menos, a NBC conseguiu reunir um elenco competente, sem grandes estrelas mas cheio de promessas de boas risadas. Destaque para a Lauren Lapkus que interpreta a Dee Dee e a participação da Dot-Marie Jones, o ponto alto do episódio de estreia.

O show tem uma vibração de 2 Broke Girls e It’s Always Sunny in Philadelphia, mas não alcança o patamar de qualidade dos críticos mais refinados. Se o público irá assisti-lo semanalmente? Ainda não sei, mas se você tiver em casa, sem nada para fazer e quiser de situações que talvez até você duvide. Gosto da Chelsea, mas ainda não encontrei ela na série.

Vídeo – Once Upon a Time – Promo legendada do episódio 1×10: 7:15 A.M.

Data/Hora 16/01/2012, 18:36. Autor
Categorias Notícias, Spoilers


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A ABC exibe, no próximo domingo (22/01/2012), nos Estados Unidos, o 10° da temporada de estréia da aclamada Once Upon a Time.

Em 7:15 A.M., um estranho chega à Storybrooke, despertando a atenção de Regina e Emma. E veremos desdobramentos na história entre Snow White/Mary Margaret e Prince Charming/David.

Curioso? Assista o vídeo a seguir, legendado pela equipe Insanos (@inSanosTV) e não deixe de comentar sobre suas expectativas:

Vídeo – Revenge – Promo legendada do episódio 1×13: Commitment

Data/Hora 16/01/2012, 18:34. Autor
Categorias Notícias, Spoilers


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Se o final de Infamy foi surpreendente, Commitment promete ser ainda mais. O 13° episódio da elogiada Revenge vai ao ar no dia 18/01, nos Estados Unidos, pela ABC.

E o episódio de fato promete. Assista o vídeo a seguir, legendado pela equipe Maniac Subs (@ManiacSubs) e tire suas próprias conclusões:

Destaques da Semana – Brasil – 16/1 a 22/1

Data/Hora 16/01/2012, 03:30. Autor
Categorias TV Brasil


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Chegamos na primeira metade do mês de janeiro. A má notícia é que a maratona de reprises continuam – mas já, já acabam. Confiram na coluna o que há pra ser assistido de séries na TV por assinatura, deixe seu comentário e bon voyage.

Segunda, 22/1


A segunda-feira chega misturando reprises e inéditos, incluindo três finais de temporada. Abrimos pela Warner, que reprisa Mike & Molly (20h, 2×08), Suburgatory (20h30, 1×08) e The Mentalist (21h, 4×08, correção: o episódio é inédito). Mas pra Chuck, é o Dia D. Às 22h, o canal exibe Chuck Versus The Cliffhanger, episódio que encerra o quarto ano da série mostrando Chuck (Zachary Levi) correndo contra o tempo para salvar a vida de Sarah (Yvonne Strahovski). Timothy Dalton, Mini Anden e Mercedes Masohn retornam e Richard Burgi (Desperate Housewives) participa. Pra saber o que rola no episódio – clique aqui.

Na Fox, 22h, Terra Nova encerra sua primeira (e provavelmente última) temporada, com o episódio Resistance (1×13, se você considerar o piloto como sendo dois episódios). Alguém vai sentir saudades?

No Multishow, 23h30 (mais tarde por conta do BBB), vai ao ar o episódio 15 de Oscar Freire 279, que acredito seja o episódio que encerra a primeira temporada da série..

No AXN, 22h, episódio 5×09 de Friday Night Lights. E às 23h, temos o episódio 4×09 de Breaking Bad (a review do Eddie, você lê aqui). No Globosat HD, 22h, episódio 3×03 de Mafiosa.

Na Sony, reprises de CSI (21h), Grey’s Anatomy (22h) e Private Practice (23h). No Sony Spin, reprises de 90210 (21h, 4×04) e Switched at Birth (22h, 1×04). No Universal Channel, 21h, reprisa o episódio 1×02 de Grimm. No Studio Universal, 22h, Ringer também reprisa.

Terça, 23/1

No GNT, às 20h, o The Ellen DeGeneres Show terá, entre outras atrações, as presenças dos atores Jesse Tyler Fergunson, de Modern Family, e de Ellie Kemper, de The Office.

No AXN, tem Friday Night Lights (22h, episódio 5×10) e Breaking Bad (23h, episódio 4×10, leia a review).

Na Sony, adivinha: Revenge reprisa mais uma vez às 21h. É, às 21h mesmo. O canal agora desistiu de passar dois episódio de Off the Map em sequência. Esta noite teremos apenas um, o 1×09, às 22h.

Na Warner temos reprises de The Big Bang Theory (20h, 5×09) e 2 Broke Girls (20h30, 1×09). Mas Person of Interest e Fringe já estão de volta do hiato com inéditos – às 21h, vai ao ar o inédito 1×09 de Person e, às 22h, o episódio 4×07 de Fringe.

American Horror Story - Rubber Man
E embalado pelo Golden Globe de Melhor Atriz Coadjuvante para Jessica Lange, American Horror Story retorna com novos episódios na Fox. O site do canal anuncia para às 22h50 a exibição do episódio 1×08, Rubber Man, que promete revelar a identidade do homem da roupa de borracha. Zachary Quinto retorna.

No canal Cinemax, 20h15, episódio 1×10 de XIII: The Series . No I-Sat, 20h30, season finale de Raising Hope . No Globosat HD, reprises de Fear Itself (21h) e Oscar Freire 279 (22h), seguido por inédito de Bloodletting & Miraculous Cures (22h30, episódio 6). No A&E, estreou na semana passada (e esqueci completamente) a nova temporada de Law & Order: Reino Unido – passa às 23h, dublada e sem opção de legendas.

No Sony Spin, 21h, Melissa & Joey reprisa (1×09). No canal Liv, às 22h, vai ao ar o quinto episódio Last Man Standing . No Universal Channel, 22h, reprisa o episódio 13×07 de Law & Order: Special Victims Unit.

Quarta, 24/11

No AXN, inéditos de Combat Hospital (21h, 1×11), Friday Night Lights (22h, 5×11) e Breaking Bad (23h, 4×11, review aqui).

No Space, 21h, episódio 7×10 de The Closer. Na Fox, 22h, inédito de Glee(episódio 3×07). No A&E, episódio inédito de The Glades (23h, episódio 2×08).

Na Warner, reprisa Two and a Half Men (20h, episódio 9×08). Às 21h, vai ao ar inédito de The Secret Circle (1×07, leia a review aqui).

Na Sony, 21h, tem reprise em CSI:Miami. Mas às 22h, Off the Map é inédito (episódio 1×10).

Hawaii Five-0 (Liv, 22h, 2×03) e Satisfaction (GNT, 0h15 da quinta-feira, 3×07) reprisam.

Quinta, 25/11

No AXN, noite de CSI:NY (21h, episódio 8×07), Friday Night Lights (22h, 5×12) e Breaking Bad (23h, 4×12) – as duas últimas se aproximam do final da temporada.

No Globosat HD, tem Less Than Kind (21h30, episódio 2×06). No TBS tem Hot in Cleveland (22h30).

No A&E, 23h, episódio 1×08 de Necessary Roughness.

Na Warner, 20h, reprisa o episódio 3×08 de The Middle. No Universal Channel, reprises de House (22h, 8×05) e A Gifted Man (23h, 1×07).

Sexta, 26/1

The Office - Search Committee
Na FX, 11h e 16h30, vai ao ar a primeira parte da season finale The Office (7×25). O episódio Search Committee (Parte 1) é tomado de convidados especiais – melhor nem citá-los, pra não estragar a surpresa -, entre eles o mega investidor Warren Buffett.

No Multishow, 23h, 11º episódio de Mais X Favela.

Vídeo – Promo legendada da 1ª temporada de Alcatraz

Data/Hora 16/01/2012, 00:12. Autor
Categorias Notícias, Spoilers


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Hoje estréia na FOX dos EUA Alcatraz, uma das promessas da temporada. O drama Sci-Fi, criação de Steven Lilien, Bryan Wynbrandt e Elizabeth Sarnoff,  tem na produção executiva o cultuado J.J. Abrams (Felicity, Alias, Fringe, Lost)

Entre os protagonistas da série, Sam Neill (Jurassic Park, Jurassic Park III, The Tudors), como o enigmático agente do governo Emerson Hauser; Sarah Jones (Sons of Anarchy, Justified), como a detetive Rebecca Madsen; Jeffrey Pierce (The Nine, The Double), como Jack Sylvane, prisioneiro de Alcatraz que se supunha morto, e Jorge Garcia (Lost), como Doc Diego Soto, um especialista em Alcatraz.

O seriado vai explorar os mistérios que cercam o desaparecimento massivo dos presos de Alcatraz, na década de 60. Em 2011, esses prisioneiros ressurgem, anos mais novos, e ainda mais perigosos. Tudo no melhor estilo J.J. Abrams de ser.

Ficou curioso? Então, confere o vídeo promocional a seguir, legendado pela equipe InSanos (@inSanosTV), e não deixe de comentar sobre o que espera do seriado:

Retrospectiva 2011 – Os piores do ano


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Como nem tudo são flores, a televisão em 2011 teve momentos nada agradáveis. Um episódio, uma série nova, um show em declínio, tudo isso contribuiu para a sensação de que o ano passado foi um ano para ser esquecido. A nossa Equipe separou alguns momentos para vocês!

CSI, 11ª temporada

CSI - Targets of Obsession
Quase, mas quase mesmo, abandonei CSI em 2011. Mas CSI é uma instituição da TV mundial, não pode ser deixada de lado assim. E fico feliz de ter continuado, já que a nova temporada, que estreou em setembro nos EUA, está muito boa. Mas foi por pouco, já que algumas das piores horas que passei diante da TV no ano que passou foi vendo episódios da série. Em 2010, já tivemos um punhado de maus episódios (e nos tiraram a Wendy, que crime!), mas foi na segunda metade da 11ª temporada, que a série atingiu o fundo do poço: em Targets of Obsession, Justin Bieber retornou com sua versão pentelha do Unabomber e o único alívio do episódio foi vê-lo sendo cravejado de balas, encerrando a pior participação especial da história da série; tivemos ainda o episódio-zumbi Turn On, Tune In, Drop Dead; e todo o arco envolvendo o conflito entre o serial killer Nate Haskell e o psyco-doutor Raymond Langston. A ideia do personagem de Laurence Fishburne ter um lado negro era boa, mas a execução deixou a desejar. Mas, enfim, ele partiu, e absolutamente ninguém sentiu saudades. (Paulo Serpa Antunes)

The Secret Circle

Especialmente pela decepção que foi assistir a primeira parte dessa temporada. Nada na série funciona, a começar pela escolha do elenco. Britt Robertson está insegura, definitivamente ela não tem condições pra protagonizar este show, e do restante só Shelley Hennig convence como Diana, mas isso porque personagem é o menos incoerente e irritante do grupo de bruxos. Thomas Dekker (Adam) é de dar vergonha alheia e a Phobe Tonkin (Faye) tá muito exagerada. Mas esquecendo por um segundo os personagens, o que falta à série mesmo é uma história. A mitologia é fraca e falha e um grupo de bruxos adolescentes que repetem frases feitas pra levitar água ou apagar fogo não é nem um pouco atraente. A emissora viu o sucesso de The Vampire Diaries e quis repetir o feito, mas a produção e os roteiristas não têm idéia do que estão fazendo, prova disso é a morte de Nick logo nos primeiros capítulos. Dizem que já era planejado, mas a saída narrativa de aparecer com um irmão também bruxo me deixa na dúvida. The Secret Circle foi uma decepção, simples assim. A idéia era ótima no papel e desandou na hora de produzir. (Lara Lima)

Charlie’s Angels

Já mencionei várias vezes a minha tolerância a séries ruins. Eu assisto de tudo e tento nunca esperar mais do que a série propõem a apresentar. Se começa a não me entreter eu paro de assistir e sigo minha vida. Também consigo ver qualidade mesmo naquilo que não me diverte. Dito isso posso afirmar que Charlie’s Angels foi uma das piores coisas que já assiste na vida (empate técnico com Off the Map). Nada na série funciona. A atuação de todo o elenco é horrorosa. O cenário faz vergonha as novelas do SBT. Parecia um piloto ruim da década de 1990. E olha que a primeira versão não era nenhuma obra de arte. Eu pensei em reassistir pra poder ser mais específica mas seria muito masoquismo da minha parte. (Tati Leite)

Torchwood, 4ª temporada

É até difícil escolher a pior série de 2011, porque, sinceramente, que aninho de bolas foras foi esse. Mas nenhuma me decepcionou tanto quanto Torchwood, o spin-off de Doctor Who. Eu era fã absoluta da série, gostava de todas as suas loucuras, defeitos especiais, absurdos, e situações que levavam os personagens aos extremos. Foram três temporadas de alegrias, lágrimas e emoções, e por isso mesmo é tão dolorido ver o que aconteceu com Torchwood nessa 4ª (e provavelmente última) temporada. Não dá nem para acreditar que eram os mesmos showrunners. História pífia, personagens sem carisma, situações sem sentido, vazias e, pior de tudo, destruição total e completa de um personagem que era um ícone: Capitão Jack Harkness. O que passava pela cabeça de Russell T. Davies enquanto escrevia e comandava Miracle Day? Essa união do canal inglês BBC com o americano Starz foi uma vergonha tão gigantesca que será difícil repetirem. E para mim, uma fã sincera e desiludida, só resta a tristeza de saber que um erro tão grosseiro pode ter matado uma de suas séries preferidas. (Mica)

Wonder Woman

Tem série que não é renovada para a temporada seguinte; tem série que é cancelada no meio da temporada; e tem série que nem chega a estrear, sendo cancelada antes mesmo do episódio piloto ir ao ar. Este foi o caso do remake de Wonder Woman [A Mulher-Maravilha, no Brasil], um projeto ancorado no sucesso recente das franquias do Batman e do Superman, as outras duas pontas da tríplice fundação da Liga da Justiça. A premissa parecia boa: debater a questão legal [jurídica] das ações dos super-herois. Se a série fosse bem-sucedida neste quesito eu gostaria muito. Outro viés sugerido foi a objetificação da figura da heroína e seus seios impossíveis, outro bom tema pra debate. Um terceiro mote a abordar seriam as implicações éticas da comercialização da figura pública da Mulher-Maravilha para financiar eu combate ao crime. O grande problema, a meu ver, foi justamente na construção da personagem principal, que atropelava todas essas questões sob a justificativa do Bem Maior. Criou-se uma personalidade cruel, arrogante, vingativa e anti-ética: impossível torcer por ela, simpatizar ou ter empatia com o seu anseio por uma vida normal. Perto disso, as críticas ao novo uniforme ficaram desnecessárias. (Lu Naomi)

Off the Map

Confesso que escolher o pior seriado do ano de 2011 não foi tarefa fácil. Foram várias as bombas apresentadas, inúmeras inclusive canceladas rapidamente. Então, por que lembrar da “inexpressiva” Off the Map? A resposta: Shonda Rhimes. A criadora de Grey’s Anatomy e Private Practice estava no time de produtores executivos da série, e isso foi muito alardeado por aí. Mas a riqueza de tramas passou longe de Off. O que se viu ali foi muito dramalhão, interpretações duvidosas, esteriótipos preconceituosos e muito, mas muito absurdo. Claramente, Jenna Bans, que se destacou como roteirista em Desperate Housewives e GA, não estava pronta para ter seu próprio seriado. O final da 1ª temporada teve um cliffhanger daqueles, nada foi resolvido. E não haverá 2ª temporada: você perdeu cerca de 9 horas do seu ano com a produção da ABC. O desastre só não foi completo pela “descoberta” Mamie Gummer e pelo carisma de Zach Gilford. Torço pra que eles não acabem fora do mapa…  (Mariela Assmann)

Glee

Lembro que uma das melhores coisas a respeito de Glee era a maneira como o show conseguia intercalar, não de maneira perfeita, mas mesmo assim, cativante, a característica de ser uma paródia dos melodramaticos shows adolescentes com os momentos mais sérios e tristes. Nesse ano, eu ainda consegui ver vislumbres dessa série, em episódios como Silly Love Songs, Born this Way ou The First Time, mas nem tentativa de criar storylines mais longas e coerentes impediu o show de afundar ora em demasiada sensação de auto-importância, que transformaram as partes mais verdadeiras e cruas da série em veículo para Ryan Murphy expressar suas mensagens de aceitação e tentar mudar o mundo, ora em tanto exagero na tentativa de fazer humor que prejudicavam qualquer plot, mesmo com a suspensão da descrença (aquele passe livre que agente dá a obras de ficção por serem, bem, ficção). Mas o pior foi justamente ver os roteiristas tentarem melhorar o show através de tramas mais estruturadas e piorando a situação de vez com resoluções lamentáveis, e honestamente, em algumas partes, ofensivas. E os números musicais que antes ocasionalmente salvavam o show, foram ficando cada vez mais irrelevantes e esquecíveis, detonando a série e tornando Glee, para mim, a pior experiencia televisiva do ano. (Thais Afonso)

Private Practice

O spin off de Grey’s Anatomy, Private Practice, já não anda tão bom. Apesar de ter ido muito bem, relativamente, na metade final de sua quarta temporada, em 2011 o show veio com uma promessa de apresentar a melhor temporada. E nisso sinceramente, Rhimes não cumpriu a promessa. Mesmo com a entrada de Benjamin Bratt para o elenco fixo, Addison Montgomery, interpretada pela cada vez mais bela Kate Walsh, parece um pouco perdida na história. Para mim, a série continuará ruim, enquanto a autora insistir no casal Addison e Sam. A verdade é que, na minha opinião, a personagem de Walsh seria bem mais aproveitada se voltasse para o time de Seattle. Quem sabe um dia, não vemos a Dra. Montgomery voltar a Grey’s Anatomy, porque do jeito que anda, Private Practice não vai muito longe. (Anderson Narciso)

New Girl

Quem é essa garota? É a Zooey Deschanel, que chegou sendo a maior promessa da FOX e acabou sendo a maior decepção. Não que New Girl seja uma série ruim, apenas não é metade do que ela pretendia ser. Com um enredo fraco, elenco menos do que razoável e piadas cretinas, a série agrada quem foi hipnotizado pela atriz protagonista. Porque para ver a série, só mesmo os encantos de Zooey, para justificar o ato. New Girl continua sendo um sucesso de público e a história da professorinha, que encontra em uma casa cheia de caras o seu novo lar, desponta para a segunda temporada.  Quem sabe até lá a série contrata bons roteiristas e não dependa do Justin Long para alavancar a audiência. (Maria Clara Lima)

Terra Nova

Eu sou uma sobrevivente! Sim, eu posso me considerar uma sobrevivente porque aguentei bravamente enquanto toda e qualquer chance de Terra Nova ser uma boa série – nem estou falando ótima – se desfazia em episódios cada vez mais dignos de crítica. Eu bem que tentei achar boas coisas: tentei enxergar o aproveitamento dos dinossauros que sobraram de Jurassic Park como reciclagem saudável; tentei não prestar atenção aos efeitos especiais de quinta; aceitei que o protagonista fosse de fugitivo a homem de confiança ainda no primeiro episódio; não liguei quando a trama de um filhote de dinossauro encontrando sua mãe foi a mais importante do episódio. Mas em momento algum eu me preocupei com os protagonistas, eu jamais achei que alguém realmente estivesse em perigo – tanta vergonha alheia naquela “briga” de Taylor com o dinossauro que eu nem sei -, não fiquei curiosa com o grande segredo dos desenhos nas pedras, não me importei com os Sextos, não me emocionei com nenhum diálogo. E, no final, é por essas coisas que a gente assiste a uma série toda a semana, não é? Porque se os envolvidos tem tempo para desperdiçar, eu não tenho. Ah, na dúvida se a coisa é tão ruim? Se o seu inglês é bom leia o que um Nykoraptor tem a dizer sobre o assunto: mesmo ele se sentiu bem entediado nesse tempo todo. (Simone Miletic)

***

Veja também a nossa lista de Melhores do Ano.

Retrospectiva 2011 – Os melhores do ano


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2011 não foi lá um dos melhores anos para o mundo dos seriados. Entre novatas e veteranas parecia ser preciso um toque de mágica e inovação para salvar a programação do marasmo.

A Equipe do Teleséries escolheu o que teve de melhor no ano passado – salvando a TV de um ano desastroso.

Once Upon a Time

Once Upon a Time -  The Heart is a Lonely Hunter
Espelho, espelho meu: existe série mais fofa na atualidade do que Once Upon a Time? Não, não existe. Once Upon a Time estreou no final de outubro nos EUA, toda direitinha e repleta de contradições: parece ao mesmo tempo o seriado mais original da TV desde Pushing Daisies; e ao mesmo tempo tem uma aura de clássico, como se já estivesse há muito tempo em nossas vidas. A ideia de transportar os contos de fadas pros dias atuais funciona tão bem que até seu formulismo (narrar um trecho de um conto por semana, meio com um flashback semanal de Lost) não incomoda. Adam Horowitz e Edward Kitsis, dois roteiristas de Lost, acertaram em cheio nas primeiras setes semanas da série e o elenco, ancorado numa trinca de boas atrizes, manda bem. Jennifer Morrison não tem uma personagem tão cheia de nuances como a Cameron de House, mas leva com competência seu primeiro papel como lead actress. Lana Parrilla, depois de meia dúzia de séries ruins, ganhou um papel complexo, que a permite desenvolver o potencial que mostrava nos anos 90 quando surgiu na cultuada Boomtown. E Ginnifer Goodwin tem a beleza e a sensibilidade que o papel de heroína romântica exige – sim, ela é a atriz mais linda da TV na atualidade, o que é uma grata surpresa pra quem se acostumou a vê-la em personagens tão distintos em séries como Ed e Big Love. (Paulo Serpa Antunes)

The Vampire Diaries

O que mais gosto em The Vampire Diaries é o roteiro amarradinho, sem falhas e com uma mitologia inteligente, bem atual, por mais irônico que isso seja, e ousada – um simples triângulo amoroso adolescente envolvendo bruxaria, vampiros, fantasmas, híbridos e todos os seres sobrenaturais possíveis. Se isso não bastasse, a série chega ao seu terceiro ano sem mostrar nenhum sinal de cansaço, muito ao contrário, surpreendendo cada vez mais. Pra mim a grande sacada da primeira parte exibida em 2011 é a inversão dos papeis de protagonista e antagonista da série, uma transformação, aliás, muito bem construída desde o início. Paul Wesley vivia um Stefan quase in-crível, sua ética, moral e amor incondicional por Elena era um ponto de conflito para os fãs, e agora ele interpreta um Stefan sem escrúpulos, com um sorriso debochado na cara e sem deixar o amor por Elena ser abafado. Ao passo que Damon passa de vilão para herói. Paralelo a isso, a maneira como o roteiro costura as tramas dos personagens secundários à trama principal é sensacional, quem diria que Tyler seria tão importante hoje, dois anos atrás não é? Trilha sonora impecável, atores bons (Joseph Morgan arrebentando como Klaus) e com um roteiro inteligente, por isso, The Vampire Diaries não fica devendo pra outras séries, tá sendo uma das poucas que vale a pena na TV. (Lara Lima)

Boardwalk Empire, 2ª temporada

Meu primeiro pensamento foi escrever sobre Chicago Code: a série que ninguém viu mas deveria ter visto. Também pensei em Homeland, Boss e Justified mas acabei optando por Boardwalk porque a série conseguiu manter a qualidade na sua segunda temporada mas ao mesmo tempo não teve nenhuma grande mudança na sua maneira de contar a história. E isso não é uma tarefa fácil. Apenas no último episódio da temporada é que temos um grande acontecimento daqueles que faz a audiência pensar: como vocês irão se virar agora? Para em seguida, ao repassarmos tudo que foi contado até aqui ver que a decisão foi extremamente coerente por mais dolorosa que pareça. A série também tem o mérito de saber lidar muito bem com a mistura entre personagens reais e ficcionais. Soma-se a a oportunidade do Steve Buscemi mostrar seu talento fazendo um papel diferente do qual estamos acostumados a ver. (Tati Leite)

American Horror Story

Desde o início eu sabia que assistiria American Horror Story porque ela tinha aquela cara de projeto diferente que geralmente chama a minha atenção, mas em nenhum momento coloquei fé em Ryan Murphy. É bem verdade que o produtor/roteirista teve grandes ideias ao longo de sua carreira (Popular, Nip/Tuck, Glee), mas ele é muito mais conhecido por destruir suas séries após inícios espetaculares do que pela qualidade que impingiu nos primórdios de tudo. E por isso fui para o tudo ou nada com AHS e fiquei surpresa e infinitamente grata por ter recebido uma temporada maravilhosa. A série é bizarra e explora com maestria inúmeros clichês do terror/suspense e, ao contrário da fama de Murphy, começou capengando e depois cresceu de tal forma que só pude me colocar de pé e aplaudir. Personagens carismáticos (e outros odiosos), atores competentes e um enredo que funcionou como ninguém imaginaria que fosse capaz. E o melhor de tudo? É uma série de temporadas fechadas, independentes umas das outras, o que impede que uma sequência ruim manche a qualidade estrondosa do que já foi visto até aqui. Uma grata surpresa esta entregue por Ryan Murphy, com certeza. (Mica)

Sons of Anarchy, 4ª temporada

A série retornou já com uma cena que fez acelerar o coração: os membros de SAMCRO saindo da penitenciária e retornando para Charming em formação. Era quase uma mensagem: OK, pagamos o preço pelo que o roteiro fez na temporada anterior, agora voltemos ao nosso lar, ao que fazemos melhor. Porém, assim como se diz que quem viaja nunca volta a mesma pessoa, também  a cidade não é a mesma de quando o Clube saiu em cruzada no ano passado [ou catorze meses antes, de acordo com a cronologia da série].
Para lidar com as ameaças externas e internas, SoA precisou não apenas de um, mas de dois episódios duplos e mais um episódio extra: além de lidar com o velho inimigo Hale, agora prefeito de Charming, o Clube depara-se com o novo Xerife, que inclui o elemento racial na mesa de discussão; com o Assistente da Promotoria Federal interpretado por Ray McKinnon; com os aliados do cartel mexicano [Danny Trejo e Benito Alvarez, em participações saudadas pelos fãs]; e, principalmente, com o desabamento interno da estrutura do Clube. Sons of Anarchy entregou histórias que mantiveram o espectador na ponta da cadeira, ansioso pelo próximo episódio. Foi uma temporada em que eu chorei, gargalhei, tive vontade de pegar personagens no colo e de espancar outros. Kurt Sutter escancarou que a inspiração para a trajetória do personagem central é mesmo o trágico príncipe Hamlet, de William Shakespeare, e Jax Teller foi movido pelas ações de todas as pessoas importantes à sua volta, às vezes de anos atrás. Resta saber se na próxima temporada ele passará a agir também, em vez de reagir, e como isso afetará a dinâmica da série. Promete muito! (Lu Naomi)

Homeland

Uma trama dúbia, bem construída, que prende a atenção do início ao fim. Um elenco afinado, que interpretou brilhantemente os papéis (destaque absoluto para Clarie Danes). Surpresas, reviravoltas, descobertas, tensão. Tem muita série por aí sobre agências do governo e seus agentes. E Howard Gordon e Alex Gansa conseguiram trazer novos e deliciosos ares à Langley. E tudo isso explorando um tema meio gasto: a guerra ao terror e o medo que ela plantou nos corações e mentes americanos. E, contrariando aqueles que achavam que o plot se esgotaria quando o suspense mocinho/bandido terminasse, o seriado ganhou novo fôlego com uma finale de 90 minutos, que traçou os caminhos da 2ª temporada. Por todos esses motivos, e outros mais, desejamos, em coro: vida longa para Homeland, a melhor série de 2011. (Mariela Assmann)

The Good Wife


É tarefa árdua para mim explicar o que torna The Good Wife tão superior as demais séries, especialmente a segunda metade da segunda temporada, com a qual fomos agraciados no começo de 2011. É difícil explicar a sensação catártica que Great Firewall me proporcionou, por exemplo, enquanto ainda sendo o show racional que conhecemos, ou como esse mesmo episódio recorre a uma artimanha clichê, mas ainda assim não me senti enganada com a revelação final. Não sei elaborar o porque da briga entre Kalinda e Alicia ter me afetado tanto, ou o breve relacionamente da última com Will ter me deixado tão contente (apesar de eu ter sido abertamente #teamMr.Big na primeira temporada). O combo de diálogos excelentes, atores soberbos, situações envolventes, perfosnagens fasciantes, e um tom sóbrio, pé no chão, mas ainda assim com parcelas perfeitas de drama e comédia só podem ser devidamente apreciados assistindo ao show. Se você ainda não assistiu ainda, assista. Mas realmente invista seu tempo, pois as pessoas em TGW são complexas e reais, e demora um tempo para conhecê-las e amá-las, mas depois que isso acontece, é impossível não querer passar seu tempo com Alicia, Will, Diane, Kalinda, Eli e os demais. (Thais Afonso)

Grey’s Anatomy, 8ª temporada

Grey’s Anatomy se destacou como nunca nesta primeira parte da oitava temporada. Após exibir um fraco enredo durante a sexta (com exceção do tiroteio que encerrou a temporada) e sétima temporadas, a série de Shonda Rimes voltou com tudo este ano.  Temos de volta o destaque para os protagonistas Meredith, Alex e Cristina, que estiveram apagados nos últimos dois anos. E com isso, o retorno dos tempos áureo da série. Em 2011, Grey’s apresentou casos médicos cativantes e muita emoção, o que, para mim, colocou a série novamente no patamar de melhores do ano. Shonda Rimes conseguiu mostrar que a série ainda tem muito fôlego. Prova disso foi a confirmação que o seriado está renovado para a nona temporada, com a permanência de quase todos os protagonistas. “Vida longa a Grey’s”.  (Anderson Narciso)

Game of Thrones

Quando uma série nova estréia na HBO dois pensamentos vêm em minha mente: Superprodução e sexo. Parece que o alto grau de compromisso com a realidade faz com que séries como Game of Thrones encontrem na HBO um lar promissor. Não faltou riqueza nos detalhes com o figurino, cenários impressionantes e atores competentes, além de muita pele nua e cenas ousadas. A série é uma adaptação do livro de George R. R. Martin – uma adaptação impecável que agradou aos leitores e críticos – e levou a primeira história da saga para as telinhas. O que a série também levou foram diversos prêmios, garantindo a honra de ser aclamada e também renovada para a segunda temporada. (Maria Clara Lima)

CSI Las Vegas, 12ª temporada

Há anos atrás eu defendia neste mesmo Teleséries que CSI merecia uma indicação ao Emmy ou ao Globo de Ouro que nunca vinha – dificilmente um seriado procedural policial as recebe – como a melhor série de drama da época. O tempo passou e eu nunca imaginei o quanto CSI poderia afundar com um protagonista sem carisma e tramas sem charme e foi fácil ver o fim do seriado nas telas. E daí vem a surpresa de seu renascimento, de sua reinvenção: ninguém imaginava ser possível, ninguém conhece renascimento parecido. Mas foi: Ted Danson nos trouxe um novo supervisor de equipe em tudo diferente de Grissom e ao mesmo tempo tão parecido, por nos parecer tão natural sua liderança. Russel, personagem de Danson, parece não somente ter impressionado aos fãs, mas também aos roteiristas, que recuperaram aquele tanto de bizarro e único que as luzes da cidade de Las Vegas tinham pra nós nos primeiros anos. E eu voltei a aguardar ansiosa por aquela “sacada” antes dos créditos, como antigamente eu fazia. (Simone Miletic)

 

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Veja também a nossa lista de Piores do Ano.

Confira o poster do retorno de ‘Ringer’

Data/Hora 13/01/2012, 16:27. Autor
Categorias Notícias, Spoilers


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O SpoilerTV divulgou nesta quarta feira um poster de divulgação da segunda parte da temporada de Ringer, o pôster releva um possível reencontro entre as irmãs. Confira:

A série retorna do hiato no dia 31, e é exibida originalmente pela CW americana. Aqui no Brasil, você acompanha Ringer pelo canal Studio Universal.

Ashton Kutcher muda visual para novos episódios de ‘Two and a Half Man’

Data/Hora 13/01/2012, 00:17. Autor
Categorias Notícias, Spoilers


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Quem estava no painel de Two And A Half Man durante o TCA está semana pode notar o novo visual de Ashton Kutcher. O ator participou junto com John Cryer, Algus T. Jones e o criador do ciclo de entrevistas durante o evento e desfilou seu novo visual. Questionado sobre a mudança, o ator afirmou que foi exigência da história da série, que já vai ao ar na CBS dos Estados Unidos na próxima segunda-feira.


Ashton também foi questionado se retorna para uma próxima temporada. Disse que vai fazer alguns filmes no meio do ano, mas que o motiva ver que muitas pessoas gostaram de seu personagem na série, e demonstra interesse em retornar para a temporada 2012/2013 da série. Vamos aguardar.

Two and a Half Man é exibido no Brasil pela Warner Channel.

Veja a promo legendada e sinopse oficial do episódio 9×02 de ‘One Tree Hill’

Data/Hora 12/01/2012, 17:09. Autor
Categorias Notícias, Spoilers


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Confira a promo legendada do próximo episódio de One Tree Hill, 9×02 – In the Room Where You Sleep.

Segue a sinopse oficial:
NATHAN DEIXA DAN SOZINHO com Haley e Jamie – Brooke (Sophia Bush) discute um novo empreendimento com o seu pai (ator convidado Richard Burgi), assim como Julian (Austin Nichols) enfatiza sobre seu próprio investimento. Quinn (Shantel VanSanten) convence Clay (Robert Buckley) a conseguir ajuda, e Millie (Lisa Goldstein) se esforça para ser honesta com Mouth (Lee Norris). Enquanto isso, Chris Keller (Tyler Hilton) faz com que ofereçam a Alex (ator convidado Jana Kramer) uma proposta irrecusavel, e Nathan (James Lafferty) se voluntaria para explorar a Europa, deixando Dan (Paul Johansson) com Haley (Bethany Joy Galeotti) e Jamie (Jackson Brundage). Stephen Colletti também estrela. O episódio foi escrito por Mark Schwahn e dirigido por Joe Davola.

 

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