TeleSéries
Destaques da Semana – Brasil – 30/7 a 5/8
30/07/2012, 11:24.
Paulo Serpa Antunes
TV Brasil
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Terminou julho, chegou agosto! As novidades não serão muitas mas ninguém vai ficar sem séries neste inverno. Siga a coluna e monte sua grade!
Segunda, 30/7
Sessão da Tarde: The Vampire Diaries (Warner, 13h, 3×11, leia a review).
Na Fox, 19h, chega ao fim a série de ação The Finder – lembrando que pra quem tem a opção de ver em HD, o horário na Fox+NatGeo HD só à 1h ou 6h da madrugada. O spin-off de Bones se despede com o episódio The Boy with the Bucket, onde conheceremos o irmão, o pai e a mãe de Walter. Annette O’Toole participa. Clique aqui para continuar a leitura »
Destaques da Semana – Brasil – 23 a 29/7
23/07/2012, 09:47.
Paulo Serpa Antunes
TV Brasil
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
A semana abre com estreias na HBO e reserva algumas surpresas para os fãs de séries. Siga a coluna!
Segunda, 23/7

A noite é de estreias na HBO. Chega ao canal as comédias Girls (às 22h) e Veep (às 22h35) ambas embaladas com indicações ao Emmy Awards de Melhor Comédia (veja aqui). Girls, criada, produzida e estrelada pela jovem Lena Dunham, narra as histórias de um grupo de jovens adultas que vivem em Nova York. As comparações com Sex and the City são inevitáveis mas as duas tem muito pouco em comum – Girls é realista, suburbana e mostra uma cidade bem menos glamourosa. Já Veep é a nova série de Julia Louis-Dreyfus – apenas dois anos após o fima de The New Adventures of Old Christine. Na série criada pelo inglês Armando Iannucci (de The Thick of It), Julia encarna a vice-presidente dos EUA Selina Meyer. No elenco, estão ainda Tony Hale, Anna Chlumsky e Reid Scott.
Sessão da Tarde: The Vampire Diaries (Warner, 13h, 3×06, leia a review).
No AXN, 21h, episódio 9×22 de NCIS, com participações de Joel Gretsch e Richard Schiff. No Space, 21h, episódio 3×07 de Justified. No Universal Channel, 22h, tem o segundo episódio da série policial Common Law.
Na Warner, às 22h, sexto episódio de Dallas. Sony, 22h, episódio 3×04 de Royal Pains.
Na Fox, 19h, episódio 1×11 de The Finder (na Fox+NatGeo HD só à 1h ou 6h da madrugada). No Studio Universal, tem Psych (21h, 6×13) e season finale de Fairly Legal (22h). No VH1, 21h, sétimo episódio de Só Quero Minhas Calças (I Just Want My Pants Back).
No Sony Spin, às 21h, reprise de Merlin (1×08).
Terça, 24/7
Sessão da Tarde: The Vampire Diaries (Warner, 13h, 3×07, review aqui).

Na Sony, 21h, estreia a segunda temporada da série de ação Covert Affairs. Na estreia, Annie tem como missão se aproximar da amante de um mafioso estoniano – numa missão que a fará repensar sua carreira na CIA (clique aqui para ler um resumo dos três primeiros episódios). O canal exibe ainda CGB (22h, 1×09).
No Universal Channel, às 23h, tem o episódio 3×16 de The Good Wife.
Na HBO Family, 19h05, episódio 4×08 de Merlin. No AXN, 21h, episódio 1×16 de The Firm e, às 22h, episódio 2×14 de Body of Proof. No Glitz, 21h, episódio 5×14 de Gossip Girl.
Quarta, 25/7
Sessão da Tarde: The Vampire Diaries (Warner, 13h, 3×08, review aqui) e One Tree Hill (Fox, 13h, 9×02, review aqui).
Na Fox, tem How I Met Your Mother (19h, 7×07 e 7×08), Glee (21h45, 3×17), New Girl (22h30, 1×17, leia a review) e Modern Family (23h, 3×17, veja a review).
Na Sony, 21h, inédito de Castle (22h, 4×09, leia a review).
No Universal, 22h, episódios 1×05 e 1×06 de Up All Night.
No Boomerang, 19h, episódio 2×18 dublado de Pretty Little Liars. No Glitz, 21h, quarto episódio de Hart of Dixie. No Space, 21h, quarto episódio de Suits.

E tem estreia na quarta-feira. No Eurochannel, 21h, estreia a produção do País de Gales Home / Work (Gwaith/Cartref). Com 10 episódios, a série retrata a realidade dos professores da uma escola pública de Cardiff. Cada episódio é dividido em duas partes – a primeira mostra um professor na sala de aula e na sequência, em sua vida privada.
E tem a dica da Cleide: no canal Max, 22h, tem o sétimo episódio de Borgia.
Quinta, 26/7
Sessão da Tarde: The Vampire Diaries (Warner, 13h, 3×09, review aqui).

Na Sony, 21h, o episódio 1×15 de Once Upon a Time vai contar a verdadeira história de Ruby, a chapéuzinho vermelho – bom pra nós, que teremos mais tempo de tela da bela Meghan Ory! Quer saber o que vai acontecer? Leia a review.
No Space, 21h, episódio 4×07 de Southland. Na Fox, 22h, episódio 7×08 de Bones.
Na TNT, 22h, reprisa o episódio 1×08 de Os Bórgias.
Sexta, 27/7
Sessão da Tarde: The Vampire Diaries (Warner, 13h, 3×10, leia a review).
Na Fox, 19h30, episódio 6×20 de Futurama.
Na TNT, 22h, vai ao ar o episódio 2×07 de Falling Skies. Acabou de sair a review: você pode ver o que acontece no episódio clicando aqui.

Séries britânicas são assim: é piscar os olhos e elas saem de cena. A BBC HD exibe esta noite, às 20h, o episódio final da primeira temporada de Sherlock. The Great Game coloca Sherlock diante de um terrorista. Será que chegou a hora de conhecermos Moriarty?
E o Globosat HD? Vocês já devem ter reparado desde o final de semana, o canal não exibe mais séries. Até o final das Olimpíadas, o canal virou uma filial do SportTV e vai só exibir eventos esportivos. Humpf!
Sábado, 28/7

Olha quem voltou! Fora da TV brasileira desde 2009, o drama de ação Flashpoint retorna esta noite no Brasil de casa nova, no Universal Channel. A série estrelada pelos ótimos Enrico Colantoni e Amy Jo Johnson retorna às 16h, com a exibição de dois episódios em sequência. Agora a má notícia: o Universal comprou os direitos de exibição a partir da terceira temporada da série, de 2010, e ficaram pra trás 18 episódios inéditos no país. Mas, ainda assim, é muito bom ter Flashpoint de volta!
No GNT, 21h, chega ao fim a primeira temporada de Offspring. Às 22h, tem o 12º episódio de Os Mistérios De Miss Fisher.
Na Sony, 1h, o episódio 37×17 do Saturday Night Live, tem apresentação de Jonah Hill e número musical de The Shins (e ainda tem uma cameo do Tom Hanks!).
Domingo, 29/7
Boa notícia: o Universal Channel promove neste domingo uma maratona com os seis primeiros episódios de Up All Night – do meio-dia às 15h. Má notícia: o canal programou para às 17h, a reprise do piloto de NYC 22 (este semana, portanto, não teremos ep. inédito).
Na HBO, a série brasileira Preamar se despede (21h, 1×13). A sua substituta, que estreia na próxima semana, será a norte-americana The Newsroom, que inclusive terá um especial mostrando seus bastidores esta noite, às 20h42. Fechando a programação dominical da HBO, o canal exibe às 22h True Blood (5×08).
No A&E, 21h, episódio 3×23 de NCIS: Los Angeles. Logo após, às 22h, tem o episódio 2×06 de Breakout Kings.
No canal Comedy Central, 20h30, quinto episódio de Mr. Sunshine. No SyFy, 21h, Eureka (5×08). No Studio Universal vai ao ar Nurse Jackie (22h, 4×07).
No FX, 23h, reprisa o episódio 1×03 de Spartacus: Gods of the Arena. Logo após tem inéditos de American Dad (0h, 7×10), The Cleveland Show (0h30, 3×10) e Uma Família da Pesada (1h, 10×18).
Na Rede TV!, 20h30, tem Saturday Night Live Brasil – mais uma vez sem um convidado famoso.
E nos vemos novamente na segunda-feira!
‘Firefly’ – Não podem tirar o céu de mim
22/07/2012, 14:26.
Mirele Ribeiro
Memória
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Entre estreantes da temporada e novidades das séries atuais a Comic Con 2012 realizada em San Diego na última semana proporcionou um momento especial aos fãs saudosos da série Firefly e reuniu elenco e produtores em comemoração aos 10 anos do seriado.
Ovacionados por um salão lotado de fãs que passaram a noite acampados na fila do evento para acompanhar o reencontro, os atores Nathan Fillion, Alan Tudyk, Summer Glau, Sean Maher, Adam Baldwin, mais o produtor Tim Minear, o roterista Jose Molina e o diretor Joss Whedon se emocionaram, responderam perguntas e trocaram elogios em um bate papo com a cara de Firefly, intercalando brincadeiras e momentos comoventes.
Tudyk lembrou que logo no primeiro dia Fillion lançou uma brincadeira sobre decorar nomes da equipe e aquilo uniu a todos. Sean explicou que para ele a série não se tratava de ficção cientifica estava mais para um faroeste depois do apocalipse.
Sobre seus personagens Summer disse que se inspirou nela mesma com 17 anos para fazer River e Fillion destacou que o Capitão Reynolds foi o trabalho mais importante de sua carreira.
Whedon disse que eles sabiam desde o inicio que estavam fazendo a coisa certa, pelas razões certas e com as pessoas certas. Ele enfatizou que aquele foi o melhor elenco com o qual ele já trabalhou e que os fãs eram parte de tudo aquilo.
Foi dada como possível uma revista em quadrinhos com as histórias de Inara. Já sobre uma série animada Whedon disse preferir um programa de rádio e Tudyk e Fillion improvisaram a radionovela Firefly.
Ficou com saudade? Então que tal recordar?
Era uma vez…
Num futuro não tão distante daqui, Malcolm Reynolds é o capitão da Serenity uma nave espacial de transporte médio tipo Firefly. O braço direito de Mal é a corajosa Zoe (Gina Torres). Seis anos atrás, os dois combateram ao lado dos Independentes contra as forças da Aliança, só que em número muito menor perderam a guerra.

Malcolm mantém seus ideais e compra a nave visando à liberdade que o céu proporcionaria e reúne uma tripulação que busca o mesmo. O engraçado Wash (Alan Tudyk) é o excelente piloto da Serenity e marido de Zoe. A meiga e sonhadora Kaylee (Jewel Staite) é a competente mecânica da nave e o ganancioso Jayne (Adam Baldwin) é o homem das armas. Já a bela Inara (Morena Baccarin) é uma acompanhante de luxo que aluga um dos dois transportes independentes da nave para morar.
A Serenity realiza trabalhos que segundo Malcolm podem ser ilegais, mas nunca desonestos. Na falta de trabalhos maiores o jeito é dar carona para quem possa pagar pela viagem. Assim, se somam à tripulação da Serenity o engomadinho Simon Tam (Sean Maher) e o pastor Book (Ron Glass).

Logo eles descobrem que Simon é um médico proveniente de uma família rica e é procurado pela polícia por ter libertado sua irmã River (Summer Glau) uma jovem super dotada do poder da Aliança. Simon é inteligente e River um gênio. Ainda garota ela foi estudar na Academia, mas lá ela se tornou um experimento e agora é uma jovem traumatizada e instável que a Aliança quer de volta a todo custo. Ao descobrir a história dos irmãos, Malcolm decide aceitá-los em sua tripulação e escondê-los do governo.
Enquanto Kaylee se encanta por Simon, Malcolm arrisca a vida para defender a honra de Inara em um duelo de espadas e Simon tenta descobrir o que fizeram com River e como ajudá-la.
Simon e River são sequestrados para que o médico cuide dos enfermos de um lugar aparentemente calmo onde poderiam viver bem… só que River lê a mente de uma menininha muda e a população acredita que ela seja bruxa e querem queimá-la, então, Malcolm e sua turma resgatam os dois.

Por dinheiro Jayne tenta entregar os irmãos, mas o plano dá errado, ele volta atrás e os ajuda a escaparem. No entanto, Malcolm descobre a influência de Jayne no ocorrido e o avisa que Simon e River são sua tripulação e não tolerará traições.
Kaylee segue tentando conquistar Simon, Malcolm e Inara seguem implicando um com o outro e fingindo que não se gostam. Para complicar mais ainda as coisas em uma visita a um povoado qualquer Malcolm acaba casado em um ritual que ele não sabia o que significava e a querida esposa é uma golpista que direciona a nave para uma rede espacial e foge. Nada que a eficiência de Wash e Kaylee e a boa mira de Jayne não possa resolver.
No aniversário de Simon, a Serenity sofre uma pane, para no meio do nada e tem poucas horas de oxigênio. Malcolm decide enviar seus tripulantes, quatro a quatro, nos dois transportes avulsos da nave enquanto ele permanece na Firefly.

Sozinho, Mal consegue ajuda, acaba ferido, conserta a espaçonave e desmaia. Quando acorda ele descobre que todos estão de volta à Serenity.
Em uma emboscada, Malcolm e Wash acabam raptados e torturados. Zoe consegue pagar o resgate de Wash, mas não consegue a libertação de Mal. Então, a tripulação se une e vão todos salvar o capitão. No meio da operação regaste, River salva a vida de Kaylee e atira em três oponentes com os olhos fechados.
As atitudes de River, ora uma inocente criança, ora uma inteligente e agressiva pessoa, passam a preocupar toda a tripulação.
No entanto, quando um caçador de recompensas invade a Serenity em busca da garota colocando a vida de todos em risco, River rapidamente elabora um plano, Malcolm confia nela e tudo termina bem. A Serenity segue sua viagem.
… e então…
Firefly estreou nos EUA em 20 de setembro de 2002, com apenas 14 episódios produzidos a série foi abruptamente cancelada e saiu do ar depois da exibição do 11° episódio em 20 de dezembro de 2002. A série de Joss Whedon, mesmo criador de Buffy, a caça vampiros e Angel, teve os seus três episódios inéditos transmitidos entre junho e julho de 2003.
Os fãs da série tentaram evitar o cancelamento e até buscaram outra emissora para continuar a produção, mas nada adiantou. No entanto, graças ao interesse dos fãs a série foi disponibilizada em DVD no final de 2003 e gerou ainda a produção do filme Serenity (Serenity, a luta pelo amanhã) lançado em 2005 que traz um final para a série, que alias eu optei por não colocar, pois traz algumas situações impactantes e fatais (spoilers demais rsrs) para quem só acompanhou a série.
Firefly tinha um pouco de tudo que um seriado precisa pra ser especial, uma série futurista com uma atmosfera de faroeste, muita ação, boa dose de humor, uma pitada de romance e sem deixar de fora a quantidade certa de mistério. Sem dúvida deixou aquele gostinho de quero mais.
Apesar da curta trajetória da série e de estar 10 anos fora do ar, para os fãs a viagem da Firefly não tem fim e Joss Whedon compartilha desse sentimento, como deixou claro no encerramento do painel na Comic Con ao declarar que “Quando você acaba de assistir um ótimo filme, você se sente como parte daquele mundo. Quando você conta uma história, na verdade está tentando se conectar com as pessoas e de um jeito muito particular. É como convidá-las para participarem desse mundo. Vocês habitaram esse mundo, esse universo e tornaram-se parte dele. Quando em vejo vocês (fãs), eu não penso que o seriado está fora do ar. Eu penso em espaçonaves e cavalos… A história ainda está
…viva”.
As primeiras impressões de ‘Political Animals’
21/07/2012, 16:11.
Beto Carlomagno
Opinião, Reviews
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
A vida da ex-primeira-dama e atual Secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton é no mínimo curiosa. Quem não se interessa por tudo que ela passou quando os escândalos envolvendo seu marido Bill Clinton, presidente dos EUA na época, chegaram a mídia? Quem não gostaria de saber o que passava pela cabeça dela naquele momento e quais seus motivos para tomar as decisões que tomou? E quem não gosta de uma boa história sobre os bastidores da política? Se você concorda com estes apontamentos, não irá se decepcionar com Political Animals, minissérie norte-america do canal USA com seis episódios que estreou no último domingo por lá.
Political Animals conta a história de Elaine Barrish (Sigourney Weaver), uma ex-primeira-dama e ex-governadora do Illinois – o estado onde Hillary nasceu, coincidência? – que perdeu nas primárias e acabou no cargo de Secretária de Estado dos EUA. Agora, além de lidar com as situações complicadas do seu trabalho, ela ainda precisa lutar para manter a sua família junta e nos eixos.
A série começa com Elaine discursando sobre sua derrota nas primárias. É neste momento que conhecemos sua família, que é apresentada por um locutor durante a entrada individual e que serve também para apresentar cada um para o público, uma forma um pouco explicativa demais para o meu gosto, mas que até que funciona no contexto. Conhecemos então o marido Bud Hammond (Ciarán Hinds), ex-presidente e mulherengo; o filho Douglas Hammond (James Wolk), descrito como o filho perfeito que trabalha com a mãe e tem pretensões políticas; o outro filho Thomas (T J) Hammond (Sebastian Stan), abertamente gay e problemático; e por último a mãe de Elaine, Margaret Barrish (Ellen Burstyn), espirituosa e que fala o que pensa sem medo.
É neste início do episódio piloto que mais nos lembramos dos Clintons. Descobrimos que Elaine também foi traída durante o casamento, que as traições também foram descobertas enquanto seu marido era presidente, e que, assim como Hillary, ela também ficou ao lado dele naquele momento. Mas as maiores similaridades terminam por aqui, já que, assim que perde a corrida pela presidência, Elaine consegue a força necessária para pedir o divórcio.
Dois anos se passam desde a campanha e agora Elaine é a Secretária de Estado e está prestes a casar seu filho Douglas. Neste momento também conhecemos uma figura que será importante para o desenvolvimento da série, a jornalista Susan Berg (Carla Gugino), que acompanha a carreira e a vida de Elaine desde o começo e foi uma das principais jornalistas a expor o caso da traição de seu marido. O embate entre as duas fica claro logo na primeira cena em que dividem. Susan está ali para passar uma semana com Elaine, acompanhando seu dia a dia para fazer uma matéria. A dinâmica entre as duas atrizes é boa e segura o momento, Gugino se sai bem no embate com Weaver e consegue se destacar. Neste momento também já percebemos que há algo além da relação profissional, que Susan possui algum sentimento mais forte em relação a Elaine que a faz agir de forma mais agressiva. Como a série não tem muito tempo para esconder as motivações dos personagens, logo descobrimos que Susan é uma feminista radical e que sua decepção com Elaine surge quando ela resolveu ficar ao lado do marido.
E como desgraça pouca é bobagem, Elaine ainda precisa lidar com uma crise diplomática enquanto resolve os últimos detalhes do noivado de Douglas e lida com os problemas constantes de TJ, que desta vez são ainda mais sérios. Além disso, não é porque ela está divorciada que seu ex-marido também não estará presente e trazendo ainda mais complicações para a sua vida.
Political Animals não é uma das melhores minisséries já feitas, mas tem qualidade acima da média e é diversão pura. O elenco também faz um bom trabalho, com exceção de Ciarán Hinds, que não me convence como o garanhão sedutor. Sua trama também não é a mais original da televisão, afinal se apoia em diversos clichês de famílias problemáticas já vistos na televisão, mas traz para o espectador discussões que entretêm e seu criador Greg Berlanti sabe bem como tratar este tipo de família, afinal foi produtor de Brothers & Sisters, cuja dinâmica é parecida. Além disso, este universo dos bastidores da política chama a atenção. Agora, só uma coisa me deixa com um pouco com o pé atrás, será que vão conseguir abordar e encerrar de forma satisfatória as tantas histórias que tiveram início neste piloto com apenas seis episódios?
p.s. Adrian Pasdar, de Heroes, faz o presidente dos EUA e Dylan Baker, de The Good Wife, o vice.
‘Mad Men’ – Um Balanço da Temporada
16/07/2012, 23:50.
Tiago Oliva
Especiais, Opinião
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Durante quatro anos eu senti muita raiva de Mad Men por ver a série “roubar” todos os principais prêmios das minhas séries favoritas. Já havia assistido o piloto, que não conseguiu me prender. Sempre me perguntei o que poderia ter de tão especial ali, mas mantinha o discurso do “nunca vi, nunca gostei”. Quando anunciaram a estreia da quinta temporada, decidi encarar o desafio de ver todos os episódios, pois já estava cansado de ficar de fora das discussões sobre a série nas rodinhas. O plano era falar mal com propriedade. Mas eis que já no final da primeira temporada, consegui perceber a genialidade de que todos falavam tanto. Me lembro que enquanto assistia pensava: “Como a Peggy (Elizabeth Moss) pode ter engordado tanto tão rápido?”. Mas sem muito alarde, afinal de contas a personagem nunca foi um exemplo de beleza. Quando ela descobriu que estava grávida e prestes a ter um filho, entendi que série era feita por pessoas que sabiam o que estavam fazendo. E assim foi até o último episódio exibido, passando por episódios geniais como o The Suitcase, com poucas derrapadas. Mas agora vamos falar da 5ª temporada.
O quinto ano da série talvez tenha sido o caminho mais tortuoso para os personagens. Todos acabaram a temporada tendo que tomar decisões muito sérias. A mais importante, com certeza, foi a do Lane, que optou por resolver seus problemas tirando a própria vida. Ele, que sempre teve sua vida baseada no controle, fosse controlando as finanças da firma ou sendo controlado pela família, se viu obrigado a encarar uma situação não prevista que o levou a conseqüências com as quais ele não pode lidar. A Peggy já servia de exemplo de como o ambiente da agência pode mudar uma pessoa, mas isso ficou muito mais forte com o Lane. O até então indefectível sócio se viu obrigado a “pegar emprestado” dinheiro da empresa pra pagar uma dívida de impostos que tinha no seu país de origem, chegando a falsificar a assinatura do Don para emitir um cheque. Mas isso nem foi o mais grave pra mim. Acho que ele se mostrou completamente corrompido quando aproveitou a situação da Joan, a única que tinha algum apreço por ele, para evitar que descobrissem o desfalque. Por fim, quando foi descoberto e obrigado a se demitir, não aguentou o peso da vergonha e acabou dando fim a própria vida, trocando a tradicional carta de despedida por uma simples carta de demissão.
A segunda decisão mais importante foi a da Joan. A personagem sempre teve os seus próprios parâmetros de moral, mas se prostituir foi uma coisa muito pesada até pra ela. Acabou aceitando a proposta de passar uma noite com um cliente, vendo nisso uma oportunidade de salvar não só a própria vida, mas também garantir a segurança da empresa. Depois de passar um período fora da agência por causa do filho recém-nascido, ver seu casamento desmoronar e descobrir que não tem a menor vocação pra vida doméstica, ela pôde perceber como aquele lugar era importante pra ela. E quão duro pode ser ver as pessoas do único lugar onde se sente em casa pedirem para que pague um preço tão alto. O único alívio que ela teve foi descobrir que o Don não concordou com a negociação. Tenho certeza que essa história sempre será recorrente, para lembrar, não só a ela mas também à todos nós, do que ela teve que fazer para chegar onde chegou.
O fim da linha para a Peggy foi o entendimento de que ela não tinha mais pra onde crescer na empresa. Ela passou a temporada sendo ameaçada e ofuscada pelos novos redatores e enfrentando o preconceito por ser uma mulher num meio dominado pelos homens. Mas o que mais pesou foi o fato de ela descobrir que nunca poderia ser o Don no lugar onde o Don estivesse. Acabou aceitando a proposta de outra agência com um salário maior, mas ficou claro que isso era o menos importante quando recusou a contra-proposta do chefe. O suspense sobre a permanência da personagem na série foi aliviado com sua aparição no último episódio, apesar de que eu não consigo imaginar uma trama que justifique a sua volta à agência.
Roger e Peter travaram uma batalha para, respectivamente, manter e conquistar seu lugar na empresa. Enquanto um via sua importância indo embora com a conta Lucky Strike, o outro viu que poderia finalmente mostrar seu valor. O que eles não sabiam é que igualmente sentiam o peso da idade, cada um a sua maneira. Para o Roger, a libertação veio através de uma viagem alucinógena causada por LCD e para o Peter veio em forma de um caso extra-conjugal. As duas soluções falharam.
E teve o Don, que começou a temporada com a promessa de uma vida nova, proporcionada pelo novo casamento. Ele pensou que fosse capaz de esquecer tudo que tinha vivido e deixar pra trás os fantasmas que o assombravam. Mas ele não demorou a perceber que não é tão fácil assim se livrar de certos pesos. Ele teve que lidar com a inveja da ex-mulher, que se sentia ameaçada pela juventude da esposa nova, com a insegurança da esposa nova, que teve que escolher entre a vocação e o sonho, e em meio a tudo isso, viu que não podia deixar que a agência andasse com as próprias pernas. Foi também responsável pelo suicídio do Lane, quando já carregava a culpa da morte do irmão. Acabou a temporada com mais um fantasma em sua coleção, além de perceber que os outros ainda estavam, e provavelmente vão continuar, um bom tempo ali.
Apesar de todos os conflitos que tiveram que enfrentar, o fim da temporada trouxe a esperança de um novo recomeço. Agora todos têm em suas mãos a possibilidade de fazer uma história diferente. O problema é que cada personagem carrega um fardo muito pesado, difícil de deixar pra trás, que deve continuar a atrapalhar a ascensão de cada um. Uma das principais qualidades dessa série pra mim é que ela sabe se renovar, sem que perca sua essência. Aguardo ansiosamente a sexta temporada e tenho certeza que teremos muitas novidades.
Agradecimento especial ao Scott (@antunesduarte) pela colaboração.
Destaques da Semana – Brasil – 16 a 22/7
16/07/2012, 00:47.
Paulo Serpa Antunes
TV Brasil
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
A semana de chegadas abre com duas séries de peso encerrando suas temporadas. Mas mesmo com tantas séries que encerraram a temporada nas últimas semanas ainda tem bastante shows bons no ar. Confira a coluna diariamente para não perder nada.
Segunda, 16/7
Nesta segunda-feira, às 13h, estreia na Warner Channel a nova temporada de Malhação… opa, digo, de The Vampire Diaries. Na verdade nem é estreia, porque o canal já exibiu o primeiro episódio da terceira temporada da série na sexta-feira passada, sem muita divulgação, como uma espécie de pré-estreia. Hoje a Warner repete a season premiere e depois exibe os episódios seguintes diariamente, de segunda a sexta, todos devidamente dublados neste horário super bacana logo depois do almoço. Foi por isto que me confundi, porque se fosse Malhação até faria sentido, né, já que a Warner acha que todo mundo que se interessa por The Vampire Diaries está na oitava série e vai querer assistir na volta do colégio.
Ainda na Warner, às 22h, tem o quinto episódio de Dallas.

A semana abre ainda com dois finais de temporada. Na HBO, às 21h, termina a quinta temporada de Mad Men. Já no Globosat HD, às 22h, encerra a primeira temporada da série policial dinamarquesa The Killing (Forbrydelsen).
No Universal Channel, 22h, reprisa o episódio piloto da série policial Common Law, agora em seu horário definitivo.
No AXN, 21h, episódio 9×21 de NCIS – Gaius Charles participa. No Space, 21h, episódio 3×06 de Justified. Na Sony, 22h, episódio 3×03 de Royal Pains.
Na Fox, 19h, episódio 1×12 de The Finder (na Fox+NatGeo HD só à 1h ou 6h da madrugada). No Studio Universal, tem Psych (21h, 6×12) e Fairly Legal (23h). No VH1, 21h, sexto episódio de Só Quero Minhas Calças (I Just Want My Pants Back).
No Sony Spin, às 21h, reprise de Merlin (1×07).
Terça, 17/7

O novelão da temporada, Revenge, encerra sua temporada na Sony nesta terça-feira, às 21h, com a exibição do episódio Reckoning (leia a review). Na sequência tem CGB (22h, 1×08).
Na Warner, 13h, só pros desocupados, episódio 3×02 de Vampire Diaries (leia a review).
No Universal Channel, às 23h, tem o episódio 3×15 de The Good Wife.
Na HBO Family, 19h05, episódio 4×07 de Merlin. No AXN, 21h, episódio 1×15 de The Firm e, às 22h, episódio 2×13 de Body of Proof. No Glitz, 21h, episódio 5×13 de Gossip Girl.
Quarta, 18/7
A moda de exibir seriados às 13h parece que pegou. (Depois do almoço é o novo horário nobre?) Agora, além de The Vampire Diaries (Warner, 13h, 3×03, leia a review), a temporada final de One Tree Hill também foi parar no início da tarde. Pois é, pra ver Nathan, Brooke e cia, tem que sintonizar na Fox às 13h. Coisa tosca!

Na Fox, mais dois episódios de How I Met Your Mother (19h, 7×05 e 7×06), Glee (21h45, 3×16), New Girl (22h30, 1×16) e Modern Family (23h, 3×16, veja a review). Destaque para Glee, que vem com um episódio inspirado no clássico Os Embalos de Sábado a Noite e introduz mais um cantor revelado pelo reality The Glee Project, Alex Newell, no papel de Wade, ou melhor, Unique.
Na Sony, 21h, inédito de Castle (22h, 4×08, leia a review).
No Universal, 22h, episódios 1×03 e 1×04 de Up All Night.
No Boomerang, 19h, episódio 2×17 dublado de Pretty Little Liars. No Glitz, 21h, terceiro episódio de Hart of Dixie. No Space, 21h, terceiro episódio de Suits. No Eurochannel, 21h, chega ao fim a temporada de Um Norueguês Caloroso (Koselig med peis).
Quinta, 19/7
Sessão da Tarde: The Vampire Diaries (Warner, 13h, 3×04, leia a review).

Temos duas despedidas esta noite – e as quinta-feiras vão ficando mais vazias. No AXN, 22h, chega ao fim o primeiro ano de Unforgettable (série que esta ano foi salva na prorrogação) No Globosat HD, 22h, chega ao fim a coméida Campus.
Na Sony, 21h, episódio 1×14 de Once Upon a Time.
No Space, 21h, episódio 4×06 de Southland. Na Fox, 22h, episódio 7×07 de Bones (leia a review).
Na TNT, 22h, reprisa o episódio 1×06 de Os Bórgias.
Sexta, 20/7
Sessão da Tarde: The Vampire Diaries (Warner, 13h, 3×05, leia a review).
Na Fox, 19h30, episódio 6×19 de Futurama. No Globosat HD, 20h30, quinto episódio de Mirador.
Na BBC HD, 20h, segundo episódio de Sherlock.
Na TNT, 22h, o episódio 2×06 de Falling Skies (leia a review) terá os retornos de Karen e Pope!
Sábado, 21/7
No GNT, 21h, episódio 1×12 de Offspring e, às 22h, 11º episódio de Os Mistérios De Miss Fisher.

Na Sony, só restou de inédito o Saturday Night Live, na madrugada do sábado para domingo, 1h30. O episódio é o 37×16, com a “muy loca” Lindsay Lohan e número musical de Jack White. Jimmy Fallon e Jon Hamm também participam do programa.
Domingo, 22/7

O destaque do dominho é a exibição, na Fox, do episódio final da 23ª temporada de Os Simpsons. Às 20h30, o episódio Lisa Goes Gaga coloca lado a lado Lady Gaga e Lisa Simpson!
No FX, 23h, reprisa o episódio 1×02 de Spartacus: Gods of the Arena. Logo após tem inéditos de American Dad (0h, 7×09), The Cleveland Show (0h30, 3×09) e Uma Família da Pesada (1h, 10×17).
No Universal Channel, 17h, quarto episódio de NYC 22.
No A&E, 21h, episódio 3×22 de NCIS: Los Angeles. Às 22h, episódio 2×05 de Breakout Kings.
No canal Comedy Central, 20h30, quarto episódio de Mr. Sunshine. No SyFy, 21h, Eureka (5×07). No Studio Universal vai ao ar Nurse Jackie (22h, 4×06).
Na HBO, tem Preamar (21h, 1×12) e True Blood (22h, 5×07).
Na Rede TV!, 20h30, o Saturday Night Live Brasil recebe como apresentadora a socialite e estrela de reality show Narcisa Tamborindeguy.
E nos vemos novamente na segunda-feira!
Destaques da Semana – Brasil – 9 a 15/7
09/07/2012, 13:03.
Paulo Serpa Antunes
TV Brasil
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Julho é mês de transição, com várias séries partindo e outras chegada. Até as nossas grades de programação se acomodarem, o jeito é acompanhar a coluna diariamente pra não perder nada. Sigam-me os bons!
Segunda, 9/7

No Universal Channel, 22h, termina a primeira temporada de Grimm. A série de investigação sobrenatural se despede com o episódio Woman in Black. Brian Teen (Crash), entra em cena como Akira Kimura, o suspeito de ter assassinado os pais de Nick. E o episódio introduz ainda na série a atriz Bree Turner e tem a presença de talentosa Mary Elizabeth Mastrantonio. Clique aqui para continuar a leitura »
Como tornar um tribunal inesquecível com a Ally McBeal
07/07/2012, 15:43.
Mirele Ribeiro
Memória
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Tenho que fazer uma confissão: fui injusta com uma série. Pois é, em um dia qualquer de 2002, passeando pelos canais da TV, assisti um trecho de um episódio da última temporada de Ally McBeal e sentenciei: “que sem pé nem cabeça essa série”! Mudei de canal.
Em 2012, passeando pelas noticias em sites, li uma notinha sobre o seriado de David E. Kelly, Ally Mcbeal. De repente, me peguei assistindo o episódio piloto e depois toda a primeira temporada, e a segunda… e bom, vi a série inteira. Aí sim, tinha provas suficientes para proferir minha decisão: série original e divertida.
Dessa forma, vamos à exposição dos fatos.
Era uma vez…
Ally McBeal (Calista Flokhart) é uma jovem advogada que ao ser assediada por um de seus chefes e levar o caso ao conhecimento dos seus superiores acaba demitida. Mas, Ally é uma garota de sorte e não fica desempregada muito tempo. Richard Fish (Greg Germann), um ex-colega de faculdade a contrata para trabalhar no escritório dele. Linda sala, ótimo salário, casos esquisitos para defender, um banheiro unissex… o novo emprego parecia perfeito. Só que logo Ally descobre que não é a única conhecida de Richard dos tempos da universidade que ele contratou, Billy Thomas (Gil Bellows ) também é advogado do escritório.
Billy foi o amor infantil, adolescente e da vida toda de Ally. Os dois namoraram por anos e foram cursar Direito juntos. Um dia, Billy decidiu mudar de cidade e terminar o curso em outra faculdade deixando Ally. Tá, uma garota de nem tanta sorte assim. Mas agora, anos mais tarde, Billy estava de volta e os sentimentos de Ally por ele também. Só tinha um pequeno detalhe, Billy tinha casado com Georgia (Courtney Thorne-Smith), que para o azar de Ally, é uma linda e inteligente advogada.
Os outros colegas de trabalho de Ally são Elaine (Jane Krakowski) a secretária sensual e eficiente que inventa coisas e pode ser encontrada facilmente tentando ouvir conversas atrás das portas e John Cage (Peter MacNicol) o sócio de Fish, excelente advogado, é um cara esquisito cheio de tiques nervosos e estratégias nada convencionais para vencer um julgamento.
Ally fica confusa com sua relação com Billy e sempre desabafa com Renée (Lisa Nicole Carson) uma promotora com quem divide o apartamento.
Quando Georgia é contratada por Richard, as coisas tinham tudo para ficarem tensas, só que as duas se tornam amigas e Ally passa a tentar ver Billy apenas como amigo. Mas nem tudo são flores, Ally tem várias recaídas e Georgia se sente insegura com direito até a uma embaraçosa discussão de relacionamento entre os três. Billy reconhece que ainda sente algo por Ally, seu primeiro amor, mas desde o dia em que viu Georgia pela primeira vez soube que se casaria com ela porque ela é a mulher da vida dele. Isso tudo acontece enquanto Cage desiste de investir em Ally e Fish vê seu relacionamento com a juíza Whipper (Dyan Cannon) desandar.
O estado emocional de Ally está cada dia pior e ela passa a ter alucinações com um bebê dançarino, com celebridades etc e, ela resolve fazer terapia com Tracy Clark (Tracey Ullman), mesma psicóloga de Cage. E as comemorações das vitórias no tribunal com boa conversa e música no bar que fica no andar debaixo do escritório vão
tornando tudo menos complicado.
Pelo menos até a chegada da bela Nelle (Portia de Rossi) tão fria que seu apelido é “abaixo de zero”. As mulheres do escritório não gostam nada da nova contratação, mas Fish como sempre pensa no investimento já que Nelle é uma excelente advogada. E Ally tem que dar a mão a palmatória quando é presa por desobedecer a ordem de um juiz para não usar minissaia no tribunal e todo o escritório se une para defende-la, e Nelle consegue convencer o juiz a soltar Ally.
Mas nem mesmo Nelle é tão odiada pelo resto do escritório quanto sua amiga Ling (Lucy Liu), uma asiática ferina que começa a namorar Richard e para desgosto dos demais é admitida como advogada do escritório.
Quando Ally finalmente começa a namorar com um médico e as coisas estão indo bem, Billy fica com ciúmes, se declara e os dois se beijam. O resultado do tal beijo é uma briga generalizada entre as mulheres do escritório no banheiro. Georgia perdoa os dois e decide dar uma nova chance a seu casamento.
Nelle resolve conquistar Cage e apesar de todas as diferenças os dois engrenam um namoro. Renée e Whipper deixam seus cargos para voltarem a advogar e abrem um escritório juntas.
No Cage&Fish as confusões não param. Billy pinta o cabelo e começa a mudar de comportamento deixando todos insatisfeitos, principalmente, Georgia que conhece um homen no bar e o beija sem saber que ele é o pai de Ally. Todos ficam sabendo do ocorrido no jantar de ação de graças e Ally descobre então que o casamento de seus pais nunca foi perfeito e é cheio de traições. Georgia pede demissão e vai trabalhar com Renée. Magoado Billy beija uma cliente e é flagrado por Georgia que o deixa de vez.
No natal, Ally e Georgia
se enfrentam no tribunal. Billy pede para Georgia voltar para ele, mas ela desiste da relação. E Elaine luta na justiça pela guarda de um bebê que achou em um presépio, Ally e John ganham a causa, mas a mãe biológica da criança aparece e Elaine decide pelo bem do menino o entregar.
Billy descobre que está com um tumor na cabeça e deixa todos preocupados. Ally e Georgia o acompanham ao médico e Fish o pede para diminuir o trabalho. Enquanto isso Nelle termina com Cage.
Billy começa a ter alucinações e resolve fazer a cirurgia logo depois que terminar o julgamento do caso em que está trabalhando, no entanto, ele morre no tribunal assim que finaliza sua arguição, na frente de Ally.
Todos ainda estão chocados com a morte de Billy quando Richard decide contratar um novo advogado para substituí-lo, Mark (James LeGros) é conhecido como “o finalizador” por ser ótimo com o encerramento dos casos. Só que Ally ainda não está pronta para lidar com alguém no lugar de Billy e ela não é nada receptiva com Mark.
Tudo fica ainda mais de pernas pro ar quando Neele resolve abrir um escritório e rouba casos da Cage&Fish. Só que Nelle percebe que ficou sozinha, tudo o que ela sempre temeu e pede perdão pelo que fez a todos e Richard e John a aceitam de volta.
Com tanta turbulência emocional, Ally procura por Tracy e descobre que a psicóloga mudou de cidade e só deixou o arquivo dela para trás, seu antigo consultório agora é ocupado por Larry Paul (Robert Downey Jr.), um charmoso advogado que Ally confunde com um psicólogo para quem conta todos seus problemas. Apesar dos pesares, Larry e Ally se apaixonam. Só que Ally realmente não é nada sortuda, Larry tem ex-mulher e filho e decide mudar de cidade para ficar mais perto da criança, e Ally é novamente deixada pra trás.
Pelo menos a vida profissional anda bem e Ally é promovida a sócia, o que não deixa Nelle nada feliz. E Ling se torna juíza.
O escritório perde uma advogada mas recebe outros três, Corretta (Regina Hall), o jovem e talentoso Glenn (James Marsdem) e Jenny (Julianne Nicholson), uma cópia de Ally, toda esquisita e emocionalmente desiquilibrada.
Glen e Jenny são ex-namorados e quando Ally percebe a estória se repete, e está envolvida em mais um triangulo amoroso que se transforma em quarteto quando Raymond (Josh Hopkins), um atraente advogado entra na história. Só que o amor de Jenny e Glenn vence e os dois decidem ficar juntos e deixar o escritório.
Como se a vida de Ally já não fosse bagunçada o suficiente ela descobre que tem uma filha de 10 anos de idade, Maddie (Hayden Panettiere). Ally doou óvulos para fertilização e o pai da garota morreu, então, Maddie vai morar com ela. Só que Maddie não consegue se adaptar a nova cidade e Ally decide se mudar para Nova Iorque com a filha e dar um lar para a menina.
Numa despedida emocionada de seus amigos, Ally revê (o fantasma) Billy e descobre que foi feliz ali e encontrou eternos amigos, então, no final ela era mesmo uma garota de sorte.
…e então…
Ally McBeal entrou no ar em setembro de 1997, depois de cinco temporadas a série terminou em maio de 2002, nos EUA.
Bem, somos livres para escolhermos nossas séries preferidas. Fato! Mas devemos respeitar as diferenças, não é? Sim, Ally McBeal é diferente dos demais seriados de tribunais, com seus personagens peculiares, esquisitos mesmo, com uma protagonista pirada, com casos pra lá de estranhos, com um banheiro unissex etc e tal.
Mas, não deixe de fora dos autos o bom elenco e a trilha sonora personalizada, com direito a Vonda Shepard interpretando as canções que ajudam a narrar a história, que luxo, não?
Enfim, pode não ter se tornado a minha trama favorita, e talvez não venha a ser a sua, mas não lhe negue ampla defesa. Afinal, essa série pode te fazer rir, por vezes se emocionar ou pelo menos vai servir pra te mostrar o quanto você é normal, com todas as esquisitices que qualquer um tem direito de ter.
A verdade é que são muitas as séries sobre o universo jurídico, algumas excelentes, outras nem tanto, várias foram e outras são sucesso de público e crítica. Ally McBeal não segue o formato tradicionalmente sério adotado pelos seriados com essa temática e/ou exatamente por isso, deixou sua
…marca.
O que esperar da oitava temporada de ‘Bones’?
06/07/2012, 11:28.
Maria Clara Lima
Notícias, Spoilers
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
***Essa notícia contém spoilers.
O produtor-executivo Stephen Nathan avisou que o desenrolar da sétima temporada vai trazer sérias consequências para a vida de todos em Bones. Principalmente para o casal Booth (David Boreanaz) e Temperance (Emily Deschanel), que se viu forçado a se separar no final da temporada.
Para Nathan, o agravante é que a cientista levou a filha com ela para uma jornada fugitiva sem consultar o agente o FBI. O produtor revelou ao site da revista americana TVGuide, que Booth não irã reagir muito bem à fuga. “Ele fica furioso, ele pensa que poderia haver uma maneira de incluí-lo naquilo tudo. Por que ela não confiou nele com aquela informação?”. Para o produtor, Brennan não queria comprometer o caráter do parceiro, e temia que ele chegasse a perder o controle e matar o hacker.
A oitava temporada da série, que retorna no dia 17 de setembro, deve ter o foco nas maldades do assassino-gênio-hacker Christopher Pelant (Andrew Leeds) e em como a turma do Jeffersonian vai se virar para pegar o vilão. “Cam terá que conduzir as coisas para que o Jeffersonian continue nos casos”.
Fora do sistema, Brennan também trabalha para enquadrar Pelant. “Também será revelado com quem ela tem se comunicado. Não posso dizer quem é, mas há alguém se comunicando com ela”, informa Stephen Nathan.
Quanto ao tempo que Bones passará fugindo, o produtor diz que os fãs não terão que esperar pelo retorno da antropologista. “O primeiro episódio é sobre a Brennan, é sobre esclarecer o que houve e trazê-la de volta, e também encontrar algo que fará com que Pelant vá embora”.
A oitava temporada da série terá quatro episódios extras, encomendados durante a sétima temporada. O produtor informa que por causa da maior quantidade de episódios esse ano será possível dar aos personagens secundários tramas mais profundas. É o caso de Cam, o namorado, e sua família, e também a família Hodgings, que perdeu um pouco de espaço na temporada anterior. Além disso, algo na vida amorosa do Sweets deve mudar. “Teremos mais tempo para explorar outras coisas, tivemos que focar em Booth e Bones e no bebê, esse ano, voltaremos a nos focar mais nos casos”, completa.
A oitava temporada de Bones começa no dia 17 de setembro nos Estados Unidos, aqui no Brasil, a Fox exibe a sétima temporada todas às quintas, às 22h.
Destaques da Semana – Brasil – 2 a 8/7
02/07/2012, 10:08.
Paulo Serpa Antunes
TV Brasil
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Julho é mês de entressafra, com cada vez menos séries na TV paga pra assistir. Mas sempre tem coisa chegando – e este mês, particularmente, chega com um bom pacote de estreias. Pra não perder nada, sintonize nesta coluna, que é atualizada diariamente. Acompanhe!
Segunda, 2/7

A primeira novidade da semana é a estreia, na Sony, da terceira temporada do ensolarado drama médico Royal Pains. A season premiere, vai ao ar às 22h, e gira em torno de um acidente de trânsito nos Hamptons. Natalie Zea participa.
Enquanto uma série chega, outra dá até logo. O drama Blue Bloods encerra sua segunda temporada no Liv, com a exibição de dois episódios em sequência, a partir das 22h.
No AXN, com a temporada de Criminal Minds encerrada, a única atração inédita agora é NCIS. Às 21h, vai ao ar o episódio 9×19.
No Space, 21h, episódio 3×04 de Justified. Na HBO, 21h, episódio 5×11 de Mad Men e, às 22h, episódio 1×11 de House of Lies. No Globosat HD, 22h, a expectativa é pela exibição do 18º episódio de The Killing (Forbrydelsen), que não foi ao ar na semana passada.
Na Warner Channel, 22h, terceiro episódio de Dallas.
Na Fox, 19h, episódio 1×10 de The Finder (na Fox+NatGeo HD, 1h ou 6h da madrugada). No Universal Channel, 22h, o episódio 1×21 de Grimm. No Studio Universal, tem Psych (21h, 6×10) e Fairly Legal (23h). No MaxPrime, 21h, episódio 1×12 de Chaos. No VH1, 21h, quarto episódio de Só Quero Minhas Calças (I Just Want My Pants Back).
No Sony Spin, às 21h, reprise de Merlin (1×05).
Terça, 3/7

E esta é a última semana do Liv, canal que vai se reposicionar a partir da semana que vem, deixando o foco no público feminino para ser focar em séries e programas de investigação. É a hora de se despedir então das sitcoms Whitney e Last Man Standing. A primeira temporada de Whitney termina com a exibição de três episódios em sequência, das 21h às 22h30. Logo após, chega ao fim o primeiro ano de Last Man Standing, com episódio que tem a participação da atriz Christina Moore.
No Universal Channel, às 23h, tem o episódio 3×13 de The Good Wife – Jason Biggs participa.
Na HBO Family, 19h05, episódio 4×05 de Merlin. Na Sony, 21h, episódio 1×20 de Revenge (leia a review), seguido por CGB (22h, 1×06). No AXN, 21h, episódio 1×13 de The Firm e, às 22h, episódio 2×11 de Body of Proof.
No Glitz, 21h, episódio 5×11 de Gossip Girl. No Space, 21h, tem Leverage (4×17). No Globosat HD, 22h, episódio 3×05 de Land Girls. Na MTV, 23h30, episódio 9×12 de Beavis & Butthead.
Quarta, 4/7
ALELUIA! ALELUIA! Depois de sete anos menosprezada eis que a Fox finalmente dá espaço em sua grade para a cultuada sitcom How I Met Your Mother. Nesta quarta, às 19h, estreia no Brasil a sétima temporada, com a exibição em sequência dos episódios 7×01 e 7×02. A série só será exibida na Fox normal – não está prevista a exibição no Fox+NatGeo HD. O canal exibe ainda reprise de Glee (Fox e Fox+NatGeo HD, 21h30) e inéditos de New Girl (Fox e Fox+NatGeo HD, 22h, 1×14) e Modern Family (em SD, 23h, 3×14, veja a review).

Além de How I Met Your Mother, duas novas séries estreiam na TV paga: no Glitz, 21h, chega o drama Hart of Dixie, estrelado por Rachel Bilson (The O.C.). Pra saber mais, leia a preview que publicamos no ano passado do episódio piloto. No Space, também às 21h, tem estreia dublada a dramédia de tribunal Suits – veja mais informações aqui.
A noite reserva ainda dois finais de temporada. No Liv, 22h, chega ao fim o segundo ano de Hawaii Five-0. E no Universal, 23h, a primeira temporada de Smash encerra com o episódio Bombshell. É dia de estreia na Broadway! Quer saber o que rola no episódio? Leia a review da Tati).
Na Sony, 21h, inédito de Castle (22h, 4×06, leia a review).
No Boomerang, 19h, episódio 2×15 dublado de Pretty Little Liars. No Eurochannel, 21h, quarto episódio de Um Norueguês Caloroso (Koselig med peis). No Globosat HD, 22h, tem Crownies (episódio 1×12).
Quinta, 5/7

A quinta-feira será morna, com poucas atrações. O maior deste é a exibição na Fox, às 22h, do episódio 7×05 de Bones (leia a review). The Twist in The Twister tem nova participação de Billy Gibbons, cantor e guitarrista da banda ZZ Top, que volta para ser a babá do bebê de Angela e Hogdings.
Na Sony, 22h, episódio 1×12 de Once Upon a Time.
No Space, 21h, episódio 4×04 de Southland. No AXN, 22h, episódio 1×20 de Unforgettable.
No Multishow, 22h, episódio 3×12 de Adorável Psicose. No Globosat HD, 22h, quarto episódio de Campus.
Na TNT, 22h, reprisa o episódio 1×05 de Os Bórgias.
Sexta, 6/7
No Globosat HD, 20h30, terceiro episódio de Mirador. Na Fox, 19h30, episódio 6×17 de Futurama. Na TNT, 22h, episódio 2×04 de Falling Skies (leia a review)
Sábado, 7/7
Não foi possível atualizar a coluna neste sábado.
Domingo, 8/7
No Universal Channel, 17h, segundo episódio de NYC 22.
No canal Comedy Central, 20h30, segundo episódio de Mr. Sunshine. Na Fox, 20h30, tem Os Simpsons (23×20).
No FX, 23h, reprisa o piloto de A Vida de Rafinha Bastos. E na madrugada tem inéditos de American Dad (0h, 7×07), The Cleveland Show (0h30, 3×07) e Uma Família da Pesada (1h, 10×15).
No A&E, 21h, episódio 3×20 de NCIS: Los Angeles. Às 22h, episódio 2×03 de Breakout Kings.
Na HBO, tem Preamar (21h, 1×10) e True Blood (22h, 5×05).
Tem ainda Eureka (SyFy, 21h, 5×06) e Nurse Jackie (Studio Universal, 22h, 4×05).
Na Rede TV!, 20h30, o Saturday Night Live Brasil vai ter a Sônia Abrão como apresentadora. E o número musical??? Queremos número musical!
E até segunda-feira!
Canceladas, mas não esquecidas
01/07/2012, 20:55.
Redação TeleSéries
Especiais, Opinião
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Ser fã de séries de TV e estar sempre pronto pra se despedir. Todo ano pelo menos alguma série veterana, que há anos faz parte de nossas vidas, termina e deixa um rombo em nossos corações e grades de programação. E tem aquelas que chegam e vão embora rapidamente, sem fazer sucesso, mas permanecem no ar tempo suficiente pra plantar a sementinha de saudades. A temporada 2011-2012 chegou ao fim e agora é hora de lembrar o que ficará para trás. Convidamos 10 colaboradores do TeleSéries pra escrever sobre um show do qual sentirá falta. O resultado é um mosaico que vai do drama teen One Tree Hill (com suas nove temporadas!) até a curtíssima I Hate My Teenage Daughter (apenas sete episódios exibidos até o cancelamento). Confira a lista e relembre conosco as séries das quais você sentirá saudades. Clique aqui para continuar a leitura »
As primeiras impressões de ‘The Newsroom’
26/06/2012, 22:07.
Tiago Oliva
Opinião, Preview
Warning: Undefined variable $post_id in /home1/telese04/public_html/wp-content/themes/thestudio/archive.php on line 23
Estava tudo lá. Todos os elementos esperados em uma série que leva a assinatura de Aaron Sorkin estavam presentes. Os diálogos rápidos, o tom ácido, a crítica ao patriotismo cego e ao sistema político. Na primeira cena, acompanhamos um debate sobre a política americana onde estava presente o protagonista Will McAvoy, o âncora de um telejornal de uma rede de TV fechada, que tentava a todo tempo se manter neutro nas questões mais polêmicas. Em meio a perguntas e respostas, o mediador aproveita para caracterizar o personagem, explicando que ele é sempre lembrado por não tomar partido. Mas é claro que isso dura pouco.
Ao ser questionado sobre a razão da soberania americana, ele tenta manter a mesma postura indiferente, evitando maiores polêmicas. Mas a “visão” de uma mulher na platéia e a insistência do mediador para que ele saísse da sua zona de conforto o compelem a dizer o que realmente pensa: Os Estados Unidos não é o maior país do mundo. Por longos poucos minutos ele faz um discurso incrível, com argumentos capazes de deixar o mais patriota dos americanos boquiaberto. Chamado de louco, ele atribui o episódio a um remédio para vertigem.
Três semanas após o incidente no debate, voltando ao seu noticiário depois de uma folga, o âncora está de volta a redação do noticiário que lidera. Surpreso, encontra o ambiente praticamente vazio. É aí que recebe a notícia que perdeu a maioria da sua equipe para um novo programa, liderado pelo seu atual produtor executivo. Ao ser questionado, o presidente da emissora informa a Will que ele terá que montar uma nova equipe, e que uma nova produtora executiva já foi contratada. Ao saber quem é a escolhida, ele tem um surto, e se recusa a todo custo a trabalhar ao lado da nova parceira. Sem muita surpresa, somos apresentados à MacKenzie McHale, a mesma mulher que causou o surto de sinceridade a McAvoy no debate. Não é preciso muita informação para que saibamos que eles são velhos conhecidos, tiveram um caso amoroso no passado, mas que não são melhores amigos, muito pelo contrário. Somos levados a entender que ela fez algo de errado, já que é ele que não suporta a presença dela. Enquanto discutem o passado e o futuro, o produtor Jim Harper, que acompanhou Mackenzie na nova empreitada, recebe a notícia de um acidente em um poço de petróleo no Golfo do México. Seguindo seu faro jornalístico (e com bastante sorte, diga-se de passagem), ele percebe que a notícia vai bem além do que se apresenta. Trata-se de um vazamento de óleo de grandes proporções, que viria a ser um dos maiores acidente ambiental da história. Na outra ponta está Don Keefer, o ainda produtor executivo, prestes a deixar o jornal, que preza pela moderação, e acha que ainda é muito cedo pra muito alarde. Somos apresentados ainda a Dev Patel, escritor do blog de Will, e a Maggie (Maggie, Margaret, Maggie) que começa o episódio como estagiária, e termina como Produtora Associada.
O que vemos a partir daí é o desenrolar da cobertura jornalística. Will decide seguir o faro de Harper, e as discussões de quem está certo e quem está errado dá lugar a uma incessante busca por fontes, notícias, entrevistas e depoimentos. Como não podia deixar de ser, a parceria entre Will e Mackenzie se revela um sucesso. A notícia que a princípio se tratava de uma pequena nota se transforma em um grande furo de reportagem. Por fim, os protagonistas percebem que juntos podem realmente fazer um trabalho de qualidade, se deixarem de lado as diferenças do passado, coisa que sabemos que não vai ser fácil.
Mas não posso deixar de falar dos defeitos. O episódio trouxe alguns clichês desnecessários, como o diálogo em que Mackenzie diz que Will não se lembraria da noite em que conheceu seus pais, e ele narra com detalhes o acontecimento. Ou a cena em que ela tenta revelar ao âncora que ele não teve uma alucinação quando a viu na platéia do debate, e a porta do elevador fecha sem que ela consiga dizer a verdade (por que ela estava carregando aqueles papéis três semanas depois do fato?). Outras coisas acabaram ficando bregas, como a trilha extremamente melancólica no final do discurso de Will no debate. Mas essas coisas não chegam a atrapalhar o episódio. São 72 minutos que passam despercebidos diante de tanta genialidade. Os diálogos são impecáveis. Os atores estão no tom exato (talvez a minha dúvida em relação a isso tenha sido a Emily Mortimer, como Mackenzie). A produção é de um capricho poucas vezes visto na TV. Tenho certeza que a série chegará ao final do ano como um dos grandes destaques. O único problema é que a temporada terá apenas 10 episódios.
Observação: achei o piloto muito parecido com o episódio de estréia de outra série do Sorkin, Studio 60 on the Sunset Strip. Também em Studio 60, um ex-casal é obrigado a passar por cima de suas diferenças para trabalharem juntos novamente. Nas duas séries, um programa de TV sofre baixas na equipe e precisa recomeçar com um novo grupo. Mas o que mais me chamou atenção foi o sistema que sinaliza a importância da notícia em The Newsroom, que trouxe ao episódio a mesma tensão que o relógio trazia em Studio 60. Não acho que isso seja um defeito, muito pelo contrário. O roteirista nunca escondeu o descontentamento por não ter podido terminar de contar a história que tanto queria naquela época. Vamos torcer pra que desta vez, ela tenha tempo de sobra pra dizer o que tem vontade.
Nuvem de Séries
24 30 Rock 90210 American Horror Story American Idol Arrested Development Arrow Battlestar Galactica Bones Breaking Bad Brothers and Sisters Castle Chicago Fire Chuck Community Criminal Minds CSI CSI:Miami CSI:NY Damages Desperate Housewives Dexter Doctor Who Downton Abbey Elementary ER Friday Night Lights Friends Fringe Game Of Thrones Ghost Whisperer Gilmore Girls Glee Gossip Girl Grey's Anatomy Grimm Hart of Dixie Heroes Homeland House How I Met Your Mother Law & Order Law & Order: Special Victims Unit Lost Mad Men Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D. Medium Modern Family NCIS New Girl Once Upon a Time One Tree Hill Parenthood Parks and Recreation Pretty Little Liars Prison Break Private Practice Psych Pushing Daisies Revenge Samantha Who? Saturday Night Live Scandal Scrubs Smallville Smash Supernatural Terminator: The Sarah Connor Chronicles The Big Bang Theory The Following The Good Wife The Mentalist The New Adventures of Old Christine The O.C. The Office The Simpsons The Sopranos The Vampire Diaries The Walking Dead The X Files True Blood Two and a Half Men Ugly Betty Veronica Mars White CollarCategorias
- 15 Razões (24)
- Audiência (70)
- Biblioteca de Séries (1)
- Borracharia (21)
- Colírio (5)
- Conexão (14)
- Entreatos (16)
- Estilo (31)
- Ficção (séries virtuais) (29)
- Gastronomia (67)
- Ligado no Streaming (30)
- Memória (26)
- Opinião (558)
- Séries & Eu (6)
- Sintonia (11)
- Sobre o TeleSéries (72)
- Spoilers (578)
- TeleRatings (314)
- TV Brasil (2,638)
- Comic Con (84)
- Novos Pilotos e Séries (1,403)
- Participações Especiais (991)
- Programação EUA (571)
- Upfronts (44)























