TeleSéries
Review: Mothern na corrida pelo Emmy
10/10/2007, 09:30.
Antenadíssimo
Opinião, Reviews
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O Brasil emplacou como nunca atrações indicadas ao Emmy Internacional. Uma delas, porém, chama a (minha) atenção. É Mothern, exibida pelo GNT.
A atração é baseada no blog de sucesso de duas mães “modernas”, que contam seu cotidiano, sentimentos e as mais diversas situações com uma certa dose de bom humor. Na televisão a adaptação escolheu dividir as cenas entre quatro personagens. A opção, porém, parece muito mais diluir a dramaturgia do que multiplicar as possibilidades. O elenco é bem defendido por atrizes vindas do teatro paulistano, e rostos desconhecidos, mas de igual talento, também surgem nos personagens coadjuvantes. Na média geral, se não se destacam também não constrangem.
The Tudors estréia com problemas nas legendas
08/10/2007, 08:45.
Paulo Serpa Antunes
Opinião
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Não, você não bebeu demais. O People+Arts quase deu uma de Fox e exibiu os primeiros minutos da estréia de The Tudors com as legendas duplicadas. Felizmente a transmissão normalizou alguns minutos depois.
Cena da semana: Coiote ou mexicano? Erro de tradução na Warner
07/10/2007, 18:43.
Paulo Serpa Antunes
Notícias, Opinião
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Não sou xiita em relação aos erros de português das legendas dos filmes e séries da TV por assinatura. Entendo que os tradutores têm uma série de dificuldades para executar o trabalho e o tempo é escasso. Mas é sempre engraçado e decepcionante quando se assiste a um erro gritante.
Foi o que aconteceu nesta quarta-feira na Warner Channel, na cena final de Studio 60 on the Sunset Strip. No episódio Harriet Dinner – 1, O diretor Cal (Timothy Busfield) e o adestrador de animais Bevo (Casey Sander) perdem uma víbora dentro do estúdio, tentam usar um ferret para caçá-la e, com o fracasso do plano… Não é preciso saber uma palavra em inglês para entender a próxima idéia envolve um coiote. Mas não é que o tradutor cochilou e achou que o tal coiote da cena seria um daqueles criminosos que levam pessoas através da fronteira e tascou no lugar a palavra “mexicano”? Inacreditável! Confiram a cena abaixo:
Spoiler: Smallville, ano 7 (uma carta)
01/10/2007, 09:00.
Juliano Cavalcante
Opinião, Spoilers
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Querida Allison Mack,
Sou seu fã número 1. Te adoro, de verdade. Mas não sou um stalker, como aqueles que a sua personagem costumava ter na série. Mesmo se eu fosse, minha renda não me permite ir ao Canadá te conhecer melhor. Na melhor das hipóteses, uma prima minha que mora em Winnipeg pode aparecer aí em Vancouver te pedir um autógrafo, tudo bem?
Mas paremos com a puxação de saco. Você já deve imaginar o conteúdo dessa carta: a porcaria que a sua série se tornou. Você é na realidade o único motivo que me fez assitir a premiere da sétima temporada de Smallville. Creio que você já tenha recebido outras mensagens com o mesmo conteúdo. Ou não. Já que o nível de inteligência dos espectadores da série deve estar caindo ano após ano. Só alguém com neurônios a menos pra achar tamanha estupidez ‘legal’ ou ‘sensacional’, como já andei lendo por aí.
Seriously, o que vocês têm contra a Katherine Heigl?
18/09/2007, 17:00.
Paulo Serpa Antunes
Opinião
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Eu realmente não entendo o motivo de tantas críticas ao Emmy de Katherine Heigl.
O Emmy é um retrato de um momento. Ele não serve de atestado para quem é o melhor ator em termos absolutos, mas quem incorporou de forma mais genuína determinado papel.
Independente dos critérios de seleção do Emmy, não dá para deixa de ignorar que o terceiro ano de Grey´s Anatomy foi o ano de Izzie. Enquanto Katherine Heigl se queixava de ganhar menos que seus colegas ou malhava publicamente com Isaiah Washington, sua personagem era aquela que mais crescia na tela e se desenvolvia de forma constante.
Izzie começou a temporada deitada e desolada no chão do banheiro em Time Has Come Today. Em Sometimes a Fantasy, passou 40 minutos parada diante do hospital e na semana seguinte teve um encontro cheio de culpa com o pai de Danny. Ganhou cenas de grande intensidade no desastre com a balsa em Walk On Water e Drowning on Dry Land. E por fim esteve absolutamente brilhante em Time After Time, o episódio que foi submetido para a Academia, tendo que salvar a vida da filha que entregou para doação.
Há dois arcos altamente criticáveis ao longo da temporada para a personagem e para a série em geral: o tal cheque de oito milhões de dólares e a transa repleta de culpa com George na segunda metade da temporada. Mas precisamos olhar para estes acontecimentos com olhos de crítico e não de fã. Foi uma má idéia transformar um personagem em milionário da noite para o dia? Foi uma má idéia colocar na mesma cama os mais fraternos dos amigos? Foi. Mas isto acabou com o desenvolvimento e a premissa de Grey´s? Acho que não. Isto diminuiu o trabalho de Katherine Heigl e T.R. Knight ao longo da temporada? Pelo contrário.
Sim, Sandra Oh e Chandra Wilson também tiverem seus momentos ao longo deste terceiro ano. São atrizes com maiores recursos dramáticos. Possuem personagens mais críveis e tridimensionais e que não foram colocados em situações que irritassem os fãs mais passionais da série.
Mas a temporada foi de Katherine Heigl. E Emmy não me parece ter sido nada injusto ao perceber isto.
TeleSéries na Folha
17/09/2007, 21:14.
Paulo Serpa Antunes
Opinião, Sobre o TeleSéries
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Domingo de Emmy é sempre especial. Este, no entanto, foi ainda mais especial. Depois de cinco anos escrevendo notícias e críticas para o TeleSéries, recebi o convite para participar de uma pauta do jornal Folha de São Paulo. A convite do repórter Lucas Neves, fui um dos eleitores na eleição do Emmy do Mal, que escolheu as piores séries do ano. Foi uma grande honra ter sido colocado ao lado de jornalistas especializados em entretenimento do quilate de Lúcio Ribeiro e Cássio Starling Carlos.
Obrigado a Folha pelo convite e a todos que ajudam o TeleSéries a crescer – seja divulgando o site, colaborando com ele e visitando estas páginas regularmente.
Boondocks é a surpresa da mid-season
04/09/2007, 11:03.
Paulo Serpa Antunes
Opinião
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De onde menos se espera… Bom, de onde menos se espera às vezes vem alguma surpresa. E a boa surpresa desta mid-season é um desenho animado com um estilo de animação meio tosco, dublada em português (me desculpem dubladores, mas o caso Fox acabou me levando a tomar partido) e com um senso de humor altamente provocador, capaz de fazer as tiradas sobre racismo do Chris Rock se tornarem banais.
Estou viciado em The Boondocks.
Cena da semana: Meghan e Diana dispensam dublagem!
19/08/2007, 20:51.
Paulo Serpa Antunes
Notícias, Opinião
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O Sidney e Natalia postaram uns comentários legais aqui no site, chamando atenção para um diálogo bacana do episódio desta sexta-feira de The 4400. Em Fear Itself, Diana (Jacqueline McKenzie) pede para ser reintegrada a NTAC e trava um diálogo divertido com a nova chefe, Meghan Doyle (Jenni Baird). Elas esbanjam estilo, citando A Doce Vida, de Fellini, e fazendo humor com a aversão dos americanos por legendas.
O diálogo cabe como uma luva para a situação atual da TV paga no Brasil. Se morassem no Brasil, Diana e Meghan não assistiriam a Fox!
Confiram o vídeo (e desculpem o áudio baixo, foi a minha primeira edição!):
TeleSéries 5 Anos: Recordar é viver! Parte 1
18/08/2007, 21:51.
Paulo Serpa Antunes
Opinião, Sobre o TeleSéries
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Estamos de aniversário! Sim, o TeleSéries está completando cinco anos. E para comemorar a data, a melhor forma que eu encontrei foi republicar alguns textos dos primeiros anos do site, trazendo de volta material que estava offline há algum tempo.
É a minha forma de olhar pra trás e também de agradecer, através destes textos, a todos que colaboraram para montar este projeto tão bacana.
O ano que entrou para a história
O TeleSéries estreou em agosto de 2002, quando os seriados de TV ainda eram um nicho da TV por assinatura para jovens, universitários e iniciados. E durante este tempo todo, expliquei dezenas de vezes, em nome de Sony, Warner e Fox, para aqueles que chegavam no site de um jeito ou de outro, porque haviam tantas reprises, tão poucos episódios inéditos, porque séries eram canceladas e aquelas coisas que hoje quase todo mundo sabe. Até que de repente alguma coisa mudou. Grandes portais, jornais e revistas passaram a falar de seriados, as séries explodiram e de repente todo mundo, se duvidar até a faxineira do prédio, passaram a assistir seriados. Quando começou a virada? Eu creio que foi em 2004-2005 e, no então Weblog do Editor, escrevi um texto sobre Lost que acho que capta este momento.
Spoiler Zone VI: Carnivàle e 24 Horas
Ao longo de 20 colunas, Pedro Beck comandou uma comentada Spoiler Zone, apresentando séries desconhecidas do telespectador brasileiro para futuros fãs e cultivando polêmicas. A coluna acima é um exemplo disto – mostra sua paixão por Carnivàle, até hoje restrita a poucos entendidos no Brasil – e analisava o quarto ano de 24 Horas – até ali criticada por muitos, mas elogiada por ele.
Review: Everwood – The Day Is Done
Não houve série que provocasse tanto debate apaixonado na história do TeleSéries como Everwood. Pudera, nenhuma outra série na década teve fãs tão passionais. E Marquinho, que resenhou quase 50 episódios da série, é um exemplo disto. Seus textos longos e emocionados tentavam captar todo o sentimento da série. Até junho de 2006, quando Everwood se despediu no Brasil, se tornou hábito de centenas de fãs da série ler estes reviews logo após assistir a cada episódio.
Thiago Sampaio, nosso especialista em ER, foi muito criticado ao longo da última temporada. O motivo: bateu como nunca em ER, passando a ser acusado de saudosista pelos fãs mais novos da série. Digam o que quiserem, Sampaio sempre foi coerente: em sua primeira coluna para o TeleSéries em novembro de 2004, ele se declarava fã histórico da série e já criticava os rumos que o seriado tomava. E olha que naquela época ainda tinha Carter, ninguém pensaria que Morris iria se tornar um personagem importante e sequer imaginava-se que John Stamos iria virar galã ou que um médico poderia perder as pernas…
Review: The West Wing – Ninety Miles Away
Não foram muitos os reviews de The West Wing que eu escrevi. E hoje até lamento isto. Apesar de poucas, considero estas resenhas particularmente importantes. Ao boa recepção destes textos fez com que eu me desse conta que o TeleSéries não deveria fazer o mesmo que outros sites fazem – concentrar a atenção a poucas séries, as mais jovens e populares do momento. O TeleSéries buscaria se diferenciar pela pluralidade e por dar espaço nobre para grandes e cultuados shows, mesmo que cultuados por poucos. E fiquei ainda com a impressão de que apresentei a série para novos telespectadores, que se tornaram fãs. E esta sensação vale muito mais do que as pequenas comissões do Google AdSense que ganhei até hoje.
Fox utiliza dublagem como forma de censura
30/07/2007, 20:56.
Redação TeleSéries
Notícias, Opinião
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Quem achava que a imposição da dublagem na Fox havia sido fim da linha, saiba que eles conseguiram ir além. O site Simpsons News descobriu que o episódio exibido na semana passada (dia 22/10) pelo canal foi sumariamente censurado pela tradução! Na cena original de The Wife Aquatic, Marge Simpson comenta sobre um local sujo que a família visita e Lisa diz que é lugar mais imundo que ela já foi. Aí o Bart pergunta – “mais do que o Brasil?” – e Lisa complementa – “depois do Brasil”. Porém, na dublagem, simplesmente ignoraram o script correto e criaram um novo diálogo suprimindo o que foi originalmente dito!
Se foi uma piada de mal gosto com o país ou não, esse não é um julgamento que deve ser feito pelo canal ou pela empresa de tradução, e sim pelo público que paga para assistir à obra original. A premissa básica dos Simpsons é a de ser politicamente incorreto com todo mundo! Agora, imagine quantos outros diálogos e cenas já perderam o sentido por uma tradução tendenciosa ou mal feita. Qual é o direito que um intérprete tem de alterar substancialmente uma produção artística sem a autorização do autor? Qual será a justificativa para uma mutilação tão grotesca e sem sentido? Impedimento técnico? Duvido. Veja a cena e tire suas próprias conclusões:
Independente do canal afirmar que não é responsável pela dublagem, como consta do comunicado divulgado à imprensa, uma emissora é sim responsável pelo conteúdo que veicula. O canal que contrata a empresa de dublagem tem o dever objetivo de fiscalizar os trabalhos. Eles admitiram o erro e disseram que vão trabalhar para que isso não ocorra mais (da mesma forma que disseram que iriam voltar com as legendas).
Por fim, pergunto aos que defendem a censura: E se ninguém tivesse descoberto isso? Vocês se contentariam com a “verdade poupada” apenas para nós, enquanto o resto do mundo assistiria a versão com a fala correta? Como, por exemplo, pediríamos uma retratação do autor da fala se nunca tivéssemos acesso ao conteúdo original? O brasileiro tem o direito de saber o que falam do nosso país la fora!
Vamos agora abaixar nossas cabeças e deixar grandes empresas interpretarem tudo para nós? E nosso livre arbítrio, pra onde vai? Que feio, Fox. Que feio.
Texto de Bruno Carvalho, publicado originalmente no weblog Ligado em Série
O Emmy acertou
19/07/2007, 18:24.
Paulo Serpa Antunes
Opinião
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Não existe premiação perfeita, que agrade a todos, não tem jeito. Mas depois das distorções provocadas pelo Emmy no ano passado, é preciso que se diga que a Academia conseguiu alcançar o ponto de equilíbrio – rejuvenesceu, sem perder a seriedade e a coerência.
E nem sei porque escrevo estes artigos, porque o telespectador é passional e o telespectador brasileiro, em especial, vive uma outra realidade, tem um outro ponto de vista.
Mas é a necessidade de afirmar: a lista é justa. Mas sempre haverá algo do que se discordar nela.
Atualmente, não há série melhor do que The Office
15/07/2007, 13:06.
Thiago Sampaio
Opinião
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Rain Wilson, o Dwight de The Office, apresentou o Saturday Nigh Live e a promo do canal Sony, infelizmente, o tratou como um reles desconhecido. Pena. Não existe uma verdade absoluta e tenho noção do perigo que pode ser esta minha afirmação: atualmente, não há série melhor do que The Office – e talvez mais gente pudesse corroborar com minha idéia se essa série não fosse exibida num canal de público tão pequeno quanto oFX.
The West Wing venceu por quatro vezes consecutivas o Emmy de Melhor Drama e era um dos shows mais “odiados”. Outros premiados como 24 Horas, Lost e Grey’s Anatomy têm seus detratores. Também no bolo, outros sucesso de audiência como os CSIs, House e American Idol não são nada unânimes. Sabendo que não há uma verdade absoluta, por que digo com tanta certeza que The Office, vencedor do Emmy de Comédia e que mostra o dia-a-dia dos funcionários da empresa Dunder Mifflin, é o melhor programa da TV? Dizer apenas que o programa é gostoso de se assistir e sempre deixa um gostinho de quero mais é insuficiente. Por isso, apresento cinco breves motivos:
Nuvem de Séries
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