TeleSéries
O que vou assistir hoje na TV – segunda, 19/4/2010
19/04/2010, 09:51.
Paulo Serpa Antunes
Opinião, TV Brasil
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Lembro que há algumas temporadas atrás, a Thais Afonso, em uma resenha de CSI:Miami, externou a preocupação com o fato de Horatio Caine estar transformado numa espécie de Batman. Lembrei disto porque estava pensando em The Mentalist e em como pode ser fácil um show policial sair da linha – e um policial virar justiceiro, ou corrupto, e o seriado sair da linha.
Ando realmente irritado com The Mentalist. Já acho que a série não merecia toda aquela recepção calorosa que recebeu na temporada passada, ainda que percebia seu valor – o charme de Simon Baker, a petulância de Patrick Jane, a paixão escancarada de Rigsby por Van Pelt (contrastando com os relacionamentos platônicos que dominam o gênero). Mas neste segundo ano, encerrado o ótimo arco envolvendo o agente Sam Bosco, o seriado entrou num caminho perigoso.
A comparação com CSI:Miami vem desta observação de que The Mentalist está se tornando meio que uma caricatura de si mesma e que, a cada semana, os roteiros exageram na dose para exibir o próximo truque de Patrick Jane. E a cada truque, Patrick Jane vai cada vez mais extrapolando a lei e, cada vez mais, arrastando sua equipe com ele. Não vejo mais contraponto, vejo apenas a equipe acobertando Jane e há tempos aquilo que era o tempero da série vem sendo servido como prato principal.
O episódo desta noite, às 22h, na Warner Channel, se chama The Red Box e introduz na série a atriz Aunjanue Ellis como a nova chefe da CBI. Tomara para que ela dê um jeito no Jane. E na série. Clique aqui para continuar a leitura »
O que vou assistir hoje na TV – domingo, 18/4/2010
18/04/2010, 01:00.
Paulo Serpa Antunes
TV Brasil
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Atualizado às 11h21

Assistir seriados na TV paga é meio como ir para a guerra. Sempre haverá uma vítima, uma série que acaba sendo deixada para trás na organização da nossa grade de programação pessoal, das atrações dos diferentes canais. No fim, para acompanhar Royal Pains (que nem é tão especial assim, e estou até pensando em largar), acabei deixando Monk para trás. Justo Monk! Monk não merecia esta infidelidade minha, não em sua última temporada!
Fica a esperança que, quando a série chegar ao fim, ela permaneça por mais um tempo na grade do Universal e eu possa pegar todos os episódios perdidos. (Tem que ter esperança mesmo, porque no restante da América Latina ela não é exibida pelo Universal faz algum tempo, tendo sido movida para o Hallmark/Studio Universal).
O episódio desta noite, às 21h, se chama Happy Birthday, Mr. Monk e tem participação da maravilhosa Virginia Madsen (uma indicação ao Oscar, em 2005, injustamente perdida para a Cate Blanchett; e também de Smith, lembram?).
E semana que vem tem a volta da Sharona! Ai meu Deus, o que eu fiz, o que eu fiz? Clique aqui para continuar a leitura »
O que vou assistir hoje na TV – sexta, 16/4/2010
16/04/2010, 11:19.
Paulo Serpa Antunes
Opinião, TV Brasil
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Estou atrasadíssimo com Psych, com três ou quatro episódios gravados no DVR e um perdido que ficou para trás. Enquanto não tiro o atraso, deixo o registro que esta noite temos a season finale da quarta temporada, às 23h, no Universal Channel. O episódio se chama Mr. Yin Presents… e tem a volta da serial killer Yang (Ally Sheedy).

Pra mim, a grande novidade da grade do Liv é a recuperação de Judging Amy (A Juíza, para quem conheceu no Hallmark), que terá seu piloto exibido esta noite, às 21h e 22h. Existem alguns buracos no nosso conhecimento televisivo, provocado por séries que nunca foram ao ar no Brasil, ou, como no caso de Amy, foram ao ar em canais de menor alcance. Conhecer Judging Amy é ver Amy Brenneman no auge profissional (pra mim foi uma surpresa vê-la topar virar uma co-estrela em Private Practice), entender porque Tyne Daly ganhava todas aquelas indicações ao Emmy e algumas outras surpresas (o primeiro trabalho de Tom Welling como ator em TV foi nesta série).
Os canais deveriam fazer isto mais vezes: fuçar no arquivo dos estúdios, buscando séries antigas que, com o marketing adequado, poderiam se tornar bons hits no Brasil. O Sci Fi Channel, por exemplo, poderia exibir Jeremiah e Roswell (sem falar em reprises de Buffy e Angel). O FoxLife poderia recuperar algumas antigas do David E. Kelley, como Boston Public, Chicago Hope e Picket Fences. A Sony agradar os fãs do canal nos anos 90 reprisando Party of Five. A Warner, bom, qualquer coisa é melhor do que aquela ditadura de Friends e Two and a Half Men múltiplas vezes ao dia, certo? Clique aqui para continuar a leitura »
O que vou assistir hoje na TV – quinta, 15/4/2010
15/04/2010, 12:13.
Paulo Serpa Antunes
Opinião, TV Brasil
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Serviço para quem tem filhos (ou cérebro atrofiado, brincadeira, brincadeira). A Nick exibe esta noite, às 20h, Big Time Rush piloto/telefilme que deu origem a uma sitcom que bateu recordes de audiência no canal. A trama é a mesma de todas as outras séries infantis do momento: quatro garotos que ficam famosos da noite para o dia, aqui montando uma boy band. Motivo pra assistir: tem uma participação especial da Pussycat Doll Nicole Scherzinger!

Community (Sony, 22h30) ainda me intriga profundamente. Simpatizo com a série, mas ainda não consigo me empolgar com ela. Acho a proposta ótima (me remete a incrível e precocentemente cancelada Undeclared, Curso:Incerto), a execução nem tanto. O elenco é irregular – Joel McHale é bom, mas não tão carismático como imaginava, as garotas Alison Brie e Gillian Jacobs são lindas e entraram muito bem nos seus papéis, já os demais nem tanto, mesmo o Chevy Chase. Talvez o problema seja a dificuldade de criar alguma identificação com os personagens, a nossa relação com eles é sempre meio superficial. Em termos de script, é possível perceber uma intenção do roteiro de buscar uma solução sofisticada para costurar as histórias, que ora funciona, ora não, mas não é exatamente a mesma coisa que Seinfeld ou Arrested Development fazia (o que convenhamos, é quase impossível de se repetir). Na verdade Community funciona melhor quando abraça o humor menos sofisticado, mais bobo, quase físico (Señor Chang gritando, o mascote bizarro da universidade, Abed fantasiado de Batman).
O problema de Community é justamente este, estamos indo para a metade da temporada (esta noite teremos o episódio 11, The Politics of Human Sexuality, com participação da Sharon Lawrence) e a série ainda não conquistou o telespectador. Não desapontou, mas ainda não disse a que veio. Clique aqui para continuar a leitura »
O que vou assistir hoje na TV – quarta, 14/4/2010
14/04/2010, 01:18.
Paulo Serpa Antunes
Opinião, TV Brasil
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Semana passada o Rubens criticou a minha obsessão por coerência e continuidade em uma review de House, defendendo o fato de que o objetivo de uma série é entreter, não prender o telespectador em uma narrativa serial. Eu entendo o jeito do Rubens pensar, mas existem séries e séries. E eu sigo exigindo de House uma proposta narrativa clara, o desenvolvimento sólido de seus personagens e grandes arcos narrativos.
Bom, hoje é quarta-feira e nem é dia de House! Sim, mas a questão é que percebi que eu também tenho na minha grade de programação umas séries assim como o Rubens fala. Umas séries pra ver comendo pipoca, ou chocolate, de barriga pra cima, pernas pro ar, pra desestressar. Não são muitas, mas tenho algumas. Two and a Half Men, Ugly Betty, Community e agora Castle.
Olha que sou gato escaldado destas relações romântico-platônicas tipo A Gata e o Rato. Consegui escapar de Bones, mas eis que fui capturado pelo eterno flerte de Richard Castle e Kate Beckett. A primeira temporada de Castle, pra quem gosta de seriados policiais é, na média, bem decepcionante. Mas tudo isto é compensado pelo charme canastrão de Nathan Fillion e a elegância e beleza de Stana Katic, numa química que vai aumentado a cada semana e, claro, pelo bom humor dos roteiros.
A segunda temporada da série estreia esta noite, no AXN, às 22h, com o episódio Deep in Death. Quem acompanha pelos EUA diz que a série voltou ainda melhor. Mais um motivo para conferir. Clique aqui para continuar a leitura »
O que vou assistir hoje na TV – terça, 13/4/2010
13/04/2010, 10:25.
Paulo Serpa Antunes
Opinião, TV Brasil
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Ao longo da última semana li muitos comentários de leitores entusiasmados com a estreia de V. Vocês viram a mesma série que eu? O piloto de V foi uma das coisas mais apressadas e decepcionantes que assisti nos últimos anos.
Eu não lembro muito da V original, mas o pouco que lembro ficou profundamente marcado na minha mente. Eu tinha seis ou sete anos, tenho impressão de que era verão, porque lembro de assistir na casa da minha avó e lembro também de comentar posteriormente com colegas da primeira série no recreio (ou seja, V talvez tenha sido a primeira experiência minha com um buzz gerado por um evento televisivo) e depois de brincar de lagartos contra humanos.
V é portanto um clássico, que deveria ter o tratamento de um clássico. O grande problema da série é que ela não pode repetir os feitos da original – não há como surpreender o telespectador quando já se conhece todas as surpresas de antemão.
A solução talvez fosse investir no drama psicológico, criar tamanha identificação entre nós e os personagens que vivenciaríamos a tensão por eles. Bom, mas não foi isto que aconteceu. A decisão dos produtores foi compactar do conteúdo da primeira minissérie em 42 minutos – os alienígenas chegaram, alguns adoram eles, outros nem tanto, descobre-se que eles já estavam infiltrados na Terra, que são lagartos e que alguns mudaram de lado. Muita coisa em pouco tempo – e sequer me lembro do nome do padre ou da agente do FBI.
O fato é que V teve um dos piores pilotos da temporada. Esta noite, às 22h, tem o segundo episódio na Warner. Mas estou fora desta. Queria ter o mesmo entusiasmo que vocês (e brincar novamente de lagartos contra humanos no recreio), mas não rolou. Clique aqui para continuar a leitura »
O que vou assistir hoje na TV – segunda, 12/4/2010
12/04/2010, 11:27.
Paulo Serpa Antunes
Opinião, TV Brasil
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Na semana passada acabamos não divulgando a estreia de Steven Seagal: O Homem da Lei (Steven Seagal: Lawman), novo reality show do canal A&E. A atração acompanha a nova carreira do astro de filmes como A Força em Alerta: – assistente do xerife do condado policial da cidade Jefferson Parish, em Louisiana. O programa estreou no Brasil no dia 5 de abril e esta noite, às 21h, serão exibidos na sequência o terceiro e quarto episódios. Não tem como não dar uma conferida, certo?

Sim hoje estreia Life Unexpected (com dois bons horários de exibição, às 21h e às 22h, o que é muito bacana!) mas nem estou lá muito interessado nela (os dramas da The CW me cansam, ainda que este me dê a impressão de ter uma atmosfera da finada The WB). Mas eu estou excitado mesmo é com a estreia do Liv. Nada como um canal novo pra oxigenar a nossa Net, ou Sky, ou TVA, ou… Por conta do meu plano meia boca de TV por assinatura perdi nos últimos anos as estreias do FX, Fox Life, Sci Fi Channel e mais recentemente do Studio Universal. Mas lembro bem do prazer é que ver um canal se reinventar, como aconteceu quando o USA virou Universal e, um pouco mais atrás, o TeleUno virou AXN.
Nem é preciso ir tão longe, no nascimento de um canal. Adorava quando chegava novembro e a Sony e a Warner lançavam suas novas grades de programação. A diversão não estava só no primetime, mas em investigar o que havia mudado na programação diurna (que série clássicas a Sony traria de volta?) ou as sábados (será que Babylon 5 vai voltar na Warner? Ou eles virão com alguma série cancelada inédita?). Infelizmente, faz uns dois anos que isto não acontece mais (a novidade da Sony este ano foi Real Housewives e a Warner não exibe mais nada de diferente aos sábados).
Muita gente está chateada porque, ao reposicionar a marca, o Liv teve deixou de lado algumas coisas – entre elas The Shield, que não combina nada com um canal feminino; as séries britânicas, que já estavam escassas (sonho meu: termos um dia um canal BBC Brasil, já pensaram?); ou a minha obsessão The Apprentice (que sumiu).
E a gente fica se perguntando: porque tantos canais femininos? Quer dizer, eu sei o porquê, mas vou deixar isto para outra coluna.
O bacana do Liv é que com ele vem uma grade inteira para ser explorada. Não é a melhor das grades (eu já tenho Dawson em DVD e quero distância de Charmed, mas é sempre legal ter shows antigos voltando a ser exibidos desde o início). Talvez eu retome a exibição de Brotherhood de onde parei. E certamente vou ver Judging Amy (pra mim a grande sacada do canal) e comentar muito aqui na coluna.
Bom Liv pra vocês! Clique aqui para continuar a leitura »
21ª temporada de Os Simpsons estreia este domingo
11/04/2010, 12:02.
Redação TeleSéries
Notícias, TV Brasil
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Homer, Bart e companhia estão de volta com novos episódios de Os Simpsons no Brasil. A Fox estreia este domingo, 11/4, às 20h30, a 21ª temporada do desenho animado – o mais longo da história de televisão.
A temporada abre com o episodio Homer the Whopper, em que Homer assume a identidade do super-herói Everyman, uma criação do Comic Book Guy. O problema é ele manter a forma física para compor o personagem. Para quem assiste usando a tecla SAP, dispensando a dublagem, o destaque do episódio é a dublagem do ator Seth Rogen (Ligeiramente Grávidos, O Virgem de 40 Anos).
A nova temporada de Os Simpsons terá 22 episódios e, ao longo dele, atingiu a marca histórica de 450 episódios. Clique aqui para continuar a leitura »
O que vou assistir hoje na TV – domingo, 11/4/2010
11/04/2010, 00:01.
Paulo Serpa Antunes
Opinião, TV Brasil
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Admito, Trauma é o meu guilty pleasure da temporada. Não consigo largar a série, mesmo reconhecendo todas as suas imperfeições – ela é basicamente um sub-Third Watch, com personagens não muito interessantes. É também mais um destes casos de séries que começaram mal e vão sendo consertadas com o passar das semanas (quando já é tarde demais, e a audiência já saltou fora).
Mas o meu ponto fraco são dois atores. O primeiro não é preciso nem justificar: Anastasia Griffith, a paramédica independente e aventureira Nancy, linda, linda, linda, e linda. E talentosa. Desde que eu a vi em Damages me apaixonei por ela. A seguirei até o dia final de Trauma e de lá para qualquer nova série que ela venha a participar. O segundo é Cliff Curtis, o divertido e excêntrico Rabbit. Apesar de ter no currículo alguns filmes conhecidos, eu realmente não o conhecia – neo-zelândes, ele é mais um destes atores que nos últimos anos foram importados por Hollywood. Rabbit é o grande charme da série e pra mim Cliff Curtis é, fácil, uma das revelações da temporada.
A série passa a ser exibida a partir de hoje em novo dia e horário na Warner Channel (pena que tenha entrado justamente no horário da decapitada Gossip Girl, às 23h).
Para quem tem HBO, o domingo é dia de The Pacific. A minissérie, que apesar de reunir o premiado time de produtores de Band of Brothers não repete o mesmo êxito nos Estados Unidos, chega ao Brasil às 22h. Para saber mais sobre o programa leia a nossa preview.
Clique aqui para continuar a leitura »
O que vou assistir hoje na TV – sexta, 9/4/2010
09/04/2010, 02:00.
Paulo Serpa Antunes
Opinião, TV Brasil
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Atualizado às 15h15

Hoje estou na corrida, por isto serei breve.
O melhor da sexta-feira segue sendo NCIS (AXN, 21h), que esta chega com Faith, o episódio de Natal da temporada. Mas o bom velinho aqui é outro: Ralph Waite retorna no papel do pai de Gibbs. O ator tem apenas duas indicações ao Emmy no currículo, ambas nos anos anos 70 – uma pela clássica Roots e outra por Os Waltons . Por favor, consigam um Emmy de Guest Star para ele por NCIS, antes que seja tarde demais! Clique aqui para continuar a leitura »
O que vou assistir hoje na TV – quinta, 8/4/2010
08/04/2010, 00:47.
Paulo Serpa Antunes
Opinião, TV Brasil
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CSI:NY foi uma das séries que cortei da minha lista algumas temporadas atrás – na época achava que era a mais sem personalidade da franquia CSI (na época, sei que isto provavelmente mudou). Mas a sinopse do episódio desta noite, chamado Death House, me deixou curioso. Parece coisa de Scooby Doo – Mac Taylor e cia. dentro de uma casa cheia de enigmas, armadilhas e, claro, um corpo. É o especial de Halloween da temporada.

Ontem eu falei das séries veteranas que surpreenderam nesta temporada. Agora, pra contrabalançar, preciso falar de uma que está me desapontando: Supernatural. E é arriscado falar mal de Supernatural, ainda mais perto deste povo que descobriu a série ano passado pelo SBT. Aliás, já tive minha quota de problemas subestimando os fãs da série no passado.
Mas não tenho como não criticar. O quinto ano de Supernatural, que parecia promissor, está denso demais, pesado demais, triste demais e um pouco devagar. Outro problema é que o arco da temporada é tão marcante que quando a série decide dar um tempo na história principal, o que geralmente gera episódios divertidos, acaba me deixando irritado – porque esta não é hora de fillers, mesmo que tenham uma Paris Hilton serial killer, uma versão idosa do Dean Winchester ou façam sátiras a Grey’s Anatomy e CSI:Miami. Um problema clássico dos seriados de sci fi é justamente o que Supernatural enfrenta – criar ameaças tão complexas que, em primeiro lugar, tornam todas as outras medíocres e, em segundo, que podem levar a um final frustrante e apressado, já que o inimigo é imbatível.
Bom, o episódio desta noite (na Warner, às 22h), chamado Dead Men Don’t Wear Plaid, tem zumbis e, segundo o meu colega Thiago Sampaio (nesta resenha para o Lá Fora), foi o mais fraco da temporada. Espero que a série se recupere na reta final e que no próximo ano o clima não seja tão denso e o inimigo tão imbatível. Clique aqui para continuar a leitura »
O que vou assistir hoje na TV – quarta, 7/4/2010
07/04/2010, 01:17.
Paulo Serpa Antunes
Opinião, TV Brasil
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Eu fiz o breve levantamento do que vai ao ar esta noite na TV e vi que precisava destacar Smallville (por causa do novo dia e horário, às 22h, na Warner) e Desperate Housewives (Sony, 22h, por conta da participação de John Barrowman, o Capitão Jack Harkness de Torchwood, estreando na TV americana). E percebi que não precisava fazer dois textos separados. Desperate Housewives e Smallville tem muito em comum. São duas séries que já xinguei demais e que já me tiraram muito do sério, mas das quais eu não tenho nada negativo a dizer no momento.
Sim, corro o risco de jogar minha credibilidade no lixo, mas vou dizer. Smallville vive seu melhor momento. Foram sete temporadas tenebrosas, uma oitava legalzinha e, finalmente, acertaram o tom. Claro, todo o bom conceito de Smallville (cidade pequena, Clark e Lana, Clark x Lex, Jimmy Olsen) foi pro brejo (afundado por produtores incompetentes), mas o que temos agora é muito melhor. Muita gente torceu o nariz para a notícia da renovação da série para um décimo ano, eu mesmo acho que já não há mais muito o que contar, e no fim é tudo uma questão de $$$, mas a questão é que o programa, pelo que apresentou nesta temporada, fez por merecer a permanência no ar.
Já Desperate Housewives faz sua melhor temporada desde seu primeiro ano. O que eu particularmente não acreditava que poderia acontecer, em razão de todo o desgaste da série e de sua fórmula. Mas o mistério da temporada (amparado no carisma da Drea de Matteo) funciona, eles conseguiram criar novas histórias engraçadas para as quatro protagonistas, aproveitaram bem os coadjuvantes (do falecido Karl a senhora McCluskey, passando pelos gays Lee e Bob e até mesmo o núcleo das crianças) e mesmo Katherine, que era a bomba-relógio da temporada, ganhou uma boa história com a chegada de Robin – e Julie Benz é a melhor coisa novidade na série desde a entrada do Kyle MacLachlan.
É legal ver uma série se reinventar e superar a crise. Smallville e Desperate Housewives fizeram isto e pra mim são as surpresas da temporada.
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Nuvem de Séries
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