TeleSéries
Castle – Limelight
23/01/2014, 14:00.
Ana Botelho
Reviews
Castle
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![image title thumb image](https://teleseries.com.br/wp-content/uploads/2014/01/castle-limelight-00.png)
Voltei. Ah, como é bom poder dizer isso! Não sei se todos sabem, mas tive uma gastroenterite causada por um rotavírus que me derrubou por quase duas semanas. E como eu não aguentava nem me levantar direito, a Mariela, editora de reviews e antiga reviewer de Castle, assumiu o comando enquanto eu me recuperava. A boa notícia é que estou de volta e fui presenteada com um episódio digno de uma sexta temporada delicinha demais.
Mas antes de falar de Limelight, eu preciso comentar: e não é que Castle voltou do hiato pegando fogo, literalmente? Se eu achava que após o hiato aquela sequência de episódios fortes iria diminuir, eu cometi um grande erro. Under Fire veio e nos trouxe a linda Sarah Grace e muitos apertos no coração ao ver Espo e Ryan em uma situação de perigo. Aí, como se não bastasse, logo na semana seguinte, Hunt reaparece trazendo, mais uma vez, o pai misterioso de Castle e nos mostrando uma face não muito carinhosa. Depois de tantas surpresas, é claro que viria um episódio daqueles que eu chamo de “respira, curte, que a gente está só começando”. Limelight, se vocês me permitem, é um aviso do Marlowe de que Castle não veio para brincadeira nessa sexta temporada. Leve, engraçado, comum. E não é que o comum, nas mãos de quem sabe, vira ouro?
Fama. Muitos querem ter, mas poucos sabem lidar. Desde que se conheceram, Beckett já sabia da ficha de Castle, da sua agenda lotada, da sua lista infinita de mulheres. Mas, ao se apaixonar por ele, esses grandes impasses que a impediam de pensar em algo mais sério com o escritor foram se tornando pequenos detalhes. É claro que a mudança de Castle no jeito de levar a vida ajudou – e muito -, então a sua fama e o seu passado são coisas que já não incomodam tanto a Beckett quanto antes. Isso até aparecer, em um tabloide desses da vida, que o escritor estava de romance, mais uma vez, com a ex-mulher (que é a sua assessora, infelizmente). Achei engraçado e até bom mexerem com isso a esse ponto do relacionamento deles e da série. Desde que Castle e Beckett assumiram o romance, inúmeras situações de ciúmes apareceram, mas as situações relacionadas à fama e a fofocas ainda não tinham sido trabalhados. E, enquanto Beckett dizia não se incomodar com as fofocas, as piadas dos seus colegas de trabalho iam acordando nela uma pontada de ciúme, e iam provocando em mim grandes risadas.
Mas Limelight não foi feito apenas de provocações com as fofocas feitas sobre Castle. O episódio mesclou vários pontos importantes e interessantes, o que fez dessa semana mais um gol marcado pela série. Ainda seguindo a questão da fama, o caso da semana é sobre Mandy Sutton, uma jovem estrela que, ao não saber lidar com os holofotes (assim como uma grande gama de famosos), se mete com drogas e álcool e quase acaba assassinada. Quase porque, mais para frente do episódio, descobrimos que na realidade a vítima era a “cover” de Mandy, Claire Samuels. Porém, o tal gol marcado pela série não foi a reviravolta no caso, mas sim trazer um episódio que, ao mesmo tempo, conseguiu tratar da fama e mostrar seu lado cômico e cruel e que também nos mostrou um contraste. Contraste esse que, se você não tem aquela sensibilidade de fã, provavelmente não percebeu.
Imagine se você, de um dia pro outro, passasse de uma simples pessoa a uma reconhecida mundialmente? Louco, não? Pois é, é da loucura que a fama trata. Dessa loucura em querer saber mais de uma pessoa, ir atrás dela, tirar fotos e tudo mais. A fama, quando não auxiliada por uma cabeça feita e pés no chão, pode trazer danos irreversíveis. No caso de Mandy, o “vírus da fama” contou com uma péssima base familiar e pés nada no chão para plantar na estrela em ascensão suas piores reações. E é basicamente por esse caminho que eu montei o contraste entre Alexis e Mandy. Olhando assim, na foto, são duas adolescentes cujas vidas correram de forma diferente por caminhos iguais. Alexis, com um pai famoso e uma mãe meio louca, poderia ter virado uma Mandy, mas não. O segredo está em como Castle criou a filha e em como ele tomou cada decisão relacionada a ela. Ela cresceu aos mimos do pai, mas logo mostrou ter responsabilidade. Foi duro deixá-la ir naquela aventura com Pi, mas Castle soube fazer o certo quando necessário. Se ele errou em algumas atitudes? É claro. Mas quem nunca? O fato é que foi muito bom ter Alexis e Mandy juntas para que eu pudesse enxergar, ainda mais claramente, o belo trabalho que Castle fez.
Aí vocês se perguntam: mas ela não se arrependeu? Ele não errou em deixá-la morar com Pi? Não, não errou. Primeiro que aceitar a decisão de Alexis era apenas o reflexo de tomar a consciência de que ela sabia o que estava fazendo e tinha responsabilidade o suficiente para tomar suas próprias decisões. Castle a guiou enquanto podia e ele sabe disso. Castle sabe, também, que Alexis provavelmente não dirá que tomou a decisão errada, mas que um dia voltará para casa – e, pelo o que nós vimos, esse momento está bem perto de acontecer. Não sei como a história vai se desenrolar, ou se darão visão para isso agora, mas tenho certeza que irá nos render bons momentos entre pai e filha.
Aliás, falando em bons momentos…
Sim, eu sei que preciso me conter, mas como não surtar com os últimos momentos do episódio? Qualquer pessoa, é, aquelas que não trazem Castle no coração, diria que um anúncio no jornal não representa nada além de um simples anúncio no jornal. Mas não. Quando Beckett diz que foi ela quem contou à imprensa que eles estavam juntos por querer que, quando fossem escrever sobre ele, falassem sobre eles, aquele “nós” me fez viajar na história dos dois. Porque eu ainda me lembro daquela parede. Me lembro como foi difícil quebrá-la, assim como foi difícil quebrar aquele gelo existente na segunda temporada quando ela dizia que “não existe nenhum nós”. Não são simples letras em uma folha de jornal. Aquele é o jeito dela de contar ao mundo que o Castle pertence a ela, e ela pertence a ele. Always.
Limelight foi um episódio gostoso de assistir. A cada semana, Castle me mostra o porquê de eu dizer que essa é a minha série favorita e vai me dando vários novos motivos pra continuar amando-a mais e mais. É complicado dizer o que esperar para os próximos episódios porque já tivemos tantas surpresas nessa temporada, que QUALQUER coisa pode surgir nos muitos 42 minutos que ainda estão por vir. Para a próxima semana, eu desejo, aos corações casketts, boa sorte, porque quem viu a promo sabe que Dressed to Kill veio para marcar. Vejo vocês na semana que vem! Até (:
PS1: Quero agradecer, pela enésima vez, a Mariela pela mão nessas últimas duas semanas.
PS2: Como Alexis aprendeu a se vestir, gente!
PS3: Chance para Esplanie, pelo o que eu percebi, só em situações de perigo, né? Será que precisaremos de outro prédio desabando na cabeça do Esposito para que haja mais um contato entre os dois?
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Hey Ana! Amei a review! Incrível como sempre. Ficou muito bem feita; muito bem dito. Eu espero que Esplanie saia do freezer (e das zonas de perigo? uhauah) antes do season finale!
“Cada semana Castle me mostra o porquê de eu dizer que essa é a minha série favorita e vai me dando vários novos motivos pra continuar amando-a mais e mais.” É isso mesmo! <3
Castle nunca me decepciona! ALWAYS
"Quando Beckett (…) contou à imprensa que eles estavam juntos por querer que, quando fossem escrever sobre ele, falassem sobre eles, aquele “nós” me fez viajar na história dos dois. (…) Quando ela dizia que “não existe nenhum nós”. Não são simples letras em uma folha de jornal. Aquele é o jeito dela de contar ao mundo que o Castle pertence a ela, e ela pertence a ele." Oooownt <3 E tá comprovado: http://buttonupkitten.tumblr.com/post/74035224068
Obs.: Sei que nem adianta eu sonhar em ter isso nesta temporada, mas será que na sétima eu consigo o cabelo curto da Stana? *—-*
tb queria que a Stana usasse o cabelo dela mesmo!