Chat ao vivo no Emmy

Data/Hora 18/09/2011, 19:51. Autor
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Comente ao vivo o Emmy 2011! Basta usar o aplicativo a baixo e se divertir com a gente.

AXN estreia nova temporada de ‘Law & Order: Criminal Intent’

Data/Hora 17/09/2011, 10:16. Autor
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Law & Order: Criminal IntentA dupla Goren e Eames está de volta! O AXN estreia na próxima segunda-feira, dia 19 de setembro, às 21h, a 10ª temporada de Law & Order: Criminal Intent, a última de série.

O seriado retorna com uma temporada mais curta, apenas oito episódios, mas premiando o telespectador com a volta da dupla de detetives que fez a fama da série policial: Robert Goren (Vincent D’Onofrio) e Alexandra Eames (Kathryn Erbe). Completa o elenco o ator Jay O. Sanders, no papel do novo capitão do Major Case Squad, substituindo a atriz Mary Elizabeth Mastrantonio. Clique aqui para continuar a leitura »

‘World of Jenks’ estreia hoje no Sony Spin

Data/Hora 13/09/2011, 13:47. Autor
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World of Jenks
Tem programa novo estreando esta noite na TV paga. O canal Sony Spin (distribuído pelas operadoras Net, TVA, Sky, Telefônica, Oi e Via Embratel) estreia nesta terça-feira, às 22h, a série de documentários World of Jenks.

Assinada pelo cineasta americano revelação Andrew Jenks, que já teve documentários exibidos nos EUA pela HBO e ESPN, o programa o acompanha mostrando a vida de jovens com histórias emocionantes, exibindo um perfil por episódio. Entre os personagens exibidos na primeira temporada estão um autista, um sem-teto, um lutador de MMA e um jovem campeão mundial de pôquer. A série, com 12 episódios de 30 minutos de duração, foi produzida para a MTV americana. Clique aqui para continuar a leitura »

O 11 de setembro e a TV americana


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Cena de Life on Mars
Na versão norte-americana da série Life on Mars, produzida em 2008, o detetive nova-iorquino Sam Tyler sofre um acidente e inexplicavelmente acorda no ano de 1973. As roupas, os carros, os telefones, tudo está diferente. Mas o maior choque acontece no momento que olha para o céu e vê, ao sul de Manhattan, as torres gêmeas do World Trade Center.

A série de atentados terroristas que provocou a queda das Torres Gêmeas, atingiu o Pentágono e provocou a queda de um avião em Arlington, na Virgínia, na manhã do dia 11 de setembro de 2001 mudou para sempre a História e transformou a vida, a rotina e a cultura dos Estados Unidos. Passados 10 anos desde os atentados terroristas, o TeleSéries relembra como o tema afetou a ficção na TV – seja através dos shows que abordaram diretamente a tragédia, seja através daqueles que serviram como escape para o cenário de terror que foi transmitido em tempo real pela televisão. Confira o nosso especial: Clique aqui para continuar a leitura »

A Infografia de Grey


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Nos últimos sete anos, você tem acompanhado os médicos do Seattle Grace Mercy West Hospital. Você chorou, torceu, vibrou, sofreu e também esperou. No dia 22 de setembro mais um período de espera acabará. Nessa data estreia, nos Estados Unidos, a oitava temporada de Grey’s Anatomy. No Brasil a espera também não será longa: os novos episódios chegam em outubro no canal Sony.

Mas você lembra de tudo que nossos médicos favoritos já passaram? Para recordar os momentos mais marcantes, e os fatos mais curiosos e importantes, nossa equipe preparou um super infográfico divertido e informativo. Leia, divirta-se e fique preparado para o retorno da série.

Grey's Anatomy - Infografia

Este post participa da promoção#seublognoraiox
Grey’s Anatomy é exibida pelo canal Sony nas noites de segunda-feira, às 22h.

ESPECIAL MUSICAIS – E quando as séries viram palco!


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Episódios assim marcam a história de um seriado. Seja pela qualidade ou pela falta dela, seja pelo impeto criativo ou pela paspalhice, seja pela possibilidade de explorar as habilidades dos atores ou expor a plena falta delas… são muitos os motivos para chamarem a atenção de quem os assistem, não se pode ficar indiferente, pois sempre quando anunciam que a sua série preferida (ou não) vai ultrapassar a barreira das quatro paredes do estúdio e ir mais além, as reações são bem diversificadas. Uns lamentam, outros comemoram. Mas de certo, a curiosidade sempre vence.

O gênero foi sendo incorporado aos poucos em séries como Pushing Daises e Glee, e já não soa tão estranho aos ouvidos menos avisados. Filmes como  Moulin Rouge e Chicago trouxeram às graças do público o gênero que ficou popular nos primórdios do cinema. Flertar com os musicais, desses tipo os da Broadway, parece mais uma brincadeira e não deve ser levado tão a sério. É o caso do musical politicamente incorreto de It’s Always Sunny in Philadelphia e Scrubs.

Mas, que tal ver o elenco de shows mais “certinhos” balançar e mexer os dedinhos? Já pensou nos médicos de Grey’s Anatomy entoando músicas ’emos’ e baladas pop? E depois, emendar no ritmo desajeitado e fantasioso de Fringe? são muitos os bons – e ruins – episódios musicais que já passaram em nossa telinha, mas a equipe do TeleSéries separou alguns para você relembrar e cantar – ou em alguns casos, lamentar.

Série: Buffy, the Vampire Slayer
Episódio: Once More, With Feeling (6×07)
Datas de Exibição nos EUA: 6/11/2001

Once More, With Feeling é para mim um dos melhores episódios de Buffy, e causou um impacto tão grande, que mesmo após tantos anos é um dos que eu mais lembro em toda a série. Walk Through the Fire, por exemplo, é tão poderosa, que me faz estremecer até hoje. Esse não foi apenas um episódio musical, foi uma história contada através da música, utilizando vários estilos, cada um adaptando-se melhor à natureza do personagem e ao período que este está vivenciando. Embora as vozes dos atores não sejam grande coisa, com exceção da belíssima voz de Anthony Stewart Head, de Amber Benson (e não por acaso muitas vezes suas vozes foram mescladas nas músicas) e de Hinton Battle, que interpretou o demônio causador da verdade musical. Talvez Buffy seja uma das poucas séries onde pode fazer sentido todo mundo começar a dançar e a cantar do nada, pois há sempre a explicação demoníaca para a coisa. Mas é particularmente interessante porque os personagens estão cientes do que está acontecendo. Eles sabem que estão em um musical bizarro (e muitas vezes, enquanto conversam normalmente, vemos os figurantes dançado ou representando ao fundo), mas não conseguem impedir. Eles falam o que não querem, abrem o coração, despejam suas verdades, como se houvesse de fato um público assistindo. E esta é uma fase bastante complicada para Buffy, recém ressuscitada, sofrendo por ter sido retirada do paraíso (tanto que deixou os amigos acreditarem que estava em uma dimensão demoníaca) e desenvolvendo um relacionamento doentio com Spike. E as coisas com o restante da ‘Scooby Gang’ não estão melhores, já que Willow também está enrolada em seus problemas, viciada em magia a ponto de apagar a memória de Tara, enquanto Xander e Anya, prestes a casar, são incapazes de lidar com a bagagem que cada um traz e os medos que os assolam. Joss Whedon sonhava em contar sua história através da música, e sem dúvida alguma conseguiu fazer um dos melhores episódios musicais da história da TV. (Mica)

Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Song Beneath the Song (7×18)
Datas de Exibição nos EUA: 31/03/2011

Grey’s Anatomy é conhecida pela sua ótima trilha sonora. Shonda Rhimes sempre soube, como poucos, escolher músicas muito marcantes para momentos chave na trama, músicas essas que os fãs do seriado lembram com carinho – e lágrimas nos olhos. E eis que chegou o dia de Shonda realizar um antigo sonho: executar um episódio musical em Grey’s Anatomy. As opiniões sobre Song Beneath the Song dividiram críticos e fãs. Mas, deixando a polêmica um pouco de lado, vamos ao que realmente interessa: a introdução das músicas no episódio. Após um acidente de carro, e com danos neurológicos, Callie começa a se enxergar cantando com os demais médicos do Seattle Grace. E logo no início do episódio tivemos uma rápida referência à Cosy in the Rocket, do Psapp, cantada a capela por Ramirez (Callie Torres). E a coisa continuou em alto nível, com Chasing Cars, do Snow Patrol, – que nos fez relembrar a marcante cena de Izzie e Denny – , cantada por Ramirez, Kevin MacKidd (Hunt) e Chandra Wilson (Bayle). Na sequência, mais uma música bem executada, dessa vez por Chyler Leigh (Lexie): Breathe, de Anna Nalick (do famoso episódio bomba da 2ª temporada). Mas aí a coisa começou a piorar drasticamente. O primeiro momento vergonha alheia foi com os atendentes cantando How We Operate, de Gomez. Wait, do Get Set Go, também não ficou lá essas coisas. E o que falar sobre Running in Sunshine, de Jesus Jackson? Universe & You (KT Tunstall) e Grace (Kate Havnevik) foram totalmente dispensáveis. Mas Shonda ainda conseguiu salvar o final do episódio, com a clássica How to save a life, do The Fray, cantada por praticamente todo o elenco; e encerrou com chave de ouro, através da bela execução de The Story, de Brandi Carlile, interpretada pela Sara Ramirez. Ou seja: o evento musical de Grey’s Anatomy serviu para relembrarmos momentos queridos do seriado, e para ficarmos de queixo caído com o talento musical de Ramirez. Foi o melhor episódio musical de todos os tempos? Longe disso. A história do drama Torres-Robbins-Sloan ficaria melhor sem toda aquela cantoria? Com certeza. Mas, convenhamos: se tratando de Shonda Rhimes, poderia ter sido bem pior. Então, saímos lucrando. (Mariela Assmann)

Série: House
Episódio: Bombshells (7×15)
Datas de Exibição nos EUA: 7/03/2011

Apesar de ter alguns momentos de distração com o musical e as paródias de House e Cuddy, este episódio é bem sério e decisivo. Cuddy descobre que tem uma massa no rim e precisa fazer uma cirurgia, só que House fica um tanto quanto apavorado e não consegue apoiar a namorada no momento em que ela mais precisa. House e Cuddy estão muito peocupados, então começam a ter sonhos esquisitos: House tem um pesadelo meio Walking Dead quando todos os outros médicos se transformaram em zumbis e estão tentando matar Cuddy. Já Cuddy sonha com House, Wilson e Rachel em uma versão de Two and a Half Men. Ou também interpretando uma perfeita família feliz dos anos 50 e até mesmo em uma versão de Butch Cassidy and the Sundance Kid. Quando Cuddy vai para cirurgia e inala a anestesia, sonha com um musical com House cantando Get Happy, música que ficou eternizada na voz de Judy Garland em Summer Stock, nos anos 50. A performance impecável com dançarinos de branco e vermelho, fazendo uma alusão aos glóbulos sanguíneos, foi ao mesmo tempo bizarra e perfeita. Já sabíamos que Hugh Laurie já tinha uma carreira como músico, mas Lisa Eldeinstein surpreendeu, nos mostrando um ótimo desempenho como cantora. Inicialmente não percebemos que esses sonhos têm um papel muito importante no episódio e se tratam de um aviso do subconsciente de Cuddy. (Juliana Baptista)

Série: Fringe

Episódio: Brown Betty (2×20)
Datas de Exibição nos EUA: 29/04/2010

Walter está desolado, já que Peter descobriu toda a verdade sobre quem realmente é e fugiu. E, para suportar a dor, ele fuma ‘Brown Betty’, um híbrido de duas ervas. É claro que a mistura deixa nosso cientista mais fora de controle do que o habitual. E ao receber a visita de Ella no laboratório, Dr. Bishop decide contar uma história para a menina. A partir daí, desenrola-se uma trama policialesca em estilo ‘noir’, na qual Olivia é uma charmosa detetive em busca do desaparecido Peter, o ladrão de corações. E tudo isso permeado de muitas – e boas – músicas. John Noble (Walter) deu uma palhinha de Head Over Heels, do Tears For Fears, para as estupefatas Astrid e Ella. Na sequência, pudemos ver o excelente Lance Reddick (Broyles) ao piano, soltando a voz em Low Spark of High Heeled Boys, do Traffic (em uma clara referência a Casablanca). E enquanto o Walter do conto explica para a detetive Olivia como criou todas as coisas boas do mundo, cadáveres cantores cantam The candy Man, de Willy Wonka & the Chocolate Factory. Outra que soltou a voz foi Jasika Nicole (Astrid), que pleiteou um emprego entoando algumas frases (‘I Hope I Get It’). Para finalizar em grande estilo, Anna Torv (Olivia) cantou (ou melhor, quase declamou) For once in my life, de Stewie Wonder, em um momento fofo, no qual salvou a vida de Peter. E, além da qualidade das músicas executadas pelos atores, a produção teve uma atenção toda especial com a trilha sonora do episódio, que foi ótima. Enfim, Brown Betty foi um grande episódio musical. E, como diria Ella: ‘The End’. (Mariela Assmann)

Série: How I Met Your Mother
Episódio: Girls Versus Suits (5×12)
Datas de Exibição nos EUA: 11/01/2010

O 100º episódio da série tinha chegado e era preciso algo marcante para comemorar esse feito. A solução foi focar mais uma vez na misteriosa mãe, ao mesmo tempo em que Barney tinha um novo alvo em sua lista de conquistas. Quando vê a nova bartender do MacLaren, Barney decide conquistá-la, mas não contava que, por causa de relacionamentos anteriores, ela odiasse homens de terno. Poderia ele abandonar sua indumentária clássica? Bem, é o que tenta fazer durante o episódio, mas ficar tanto tempo sem usar terno não lhe faz bem, resultando em coisas como esfregar-se vergonhosamente no terno de Marshall. Falando nele, o advogado é o único que não acha grande coisa na nova bartender, para o desespero de Lily (que tenta fazê-lo mudar de idéia) e alegria de Robin (que estava enciumada por toda atenção recebida pela bartender). Enquanto isso, Ted está às voltas com Cindy, que é mais uma “mãe em potencial”, mas na verdade é colega de quarto da própria, mostrando mais detalhes do grande amor do arquiteto e deixando-nos ainda mais curiosos com a dona daquele pé que vemos de relance. Por fim, Barney recebe um ultimato da bartender: eu ou os ternos? Claro que nenhuma garota vale abandonar definitivamente os ternos e Barney faz sua escolha, mostrando em um musical toda a importância que os ternos precisam ter na sociedade. Apenas uma música, que é muito divertida e explora muito bem o talento vocal de Neil Patrick Harris, além de ter ótimas coreografias. Mas, pensando bem, a garota era muito gostosa e os ternos são abandonados…por uma noite. (Eddie Tertuliano)

E por aqui ficamos tentando imaginar, qual será a próxima série a encarar algumas notas musicais e coreografias.

White Collar – Countdown

Data/Hora 16/08/2011, 23:50. Autor
Categorias Reviews


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Série: White Collar
Episódio: Countdown
Temporada:
Número do Episódio: 3 x 10 (Summer Finale)
Datas de Exibição nos EUA: 09/08/2011

Excelente final de meia temporada. O episódio foi tenso na medida e deixou um ‘cliffhanger’ de tirar o fôlego.

Adorei como Mozzie ficou magoado e se recusou a falar com o Neal. Isso é bem a cara dele. Apesar de ele ter sido impulsivo ao colocar um preço na cabeça de Keller (mesmo que o ato de mandar matar alguém não seja nada legal), Mozzie mostrou mais uma vez como é fiel aos amigos. Neal, por outro lado, poderia ter dividido antes as dúvidas sobre deixar tudo para trás.

Não é só o Neal que está indeciso, mesmo torcendo para que Peter descubra o tesouro, não quero que o golpista se dê mal.

Seguindo as boas participações especiais, Beau Bridges fechou em grande estilo esta metade da terceira temporada. Foi ótimo vê-lo como mentor do Burke. Além de ajudar na busca pelo Degas, ele mostrou ao Peter como seu relacionamento com Neal é arriscado.

O plano para recuperar o quadro também foi muito bacana. É sempre bom ver as habilidades do Neal em ação. Senti uma ponta de Onze Homens e Um Segredo ali: Rusty, Neal fugindo de um cubículo, pulando de um prédio…

Foi péssimo ver a frustração do Peter ao descobrir que a pintura era falsa, principalmente porque nós sabemos a verdade, mas não foi ótima a cara dele ao perceber que o falsário era tão bom que só poderia ser o Caffrey?

Mozzie deu um ultimato ao Neal e isso não é nada bom porque ele é ótimo na série e não pode nos abandonar. Mozzie quer seguir em frente e viver desse último grande golpe, mas será que ele fará isso sem o melhor amigo?

Como já era previsto, Keller voltou. Além de ameaçar Mozzie, sequestrou Elizabeth. Que cara ousado, hein? Acho que a série precisa de alguém assim.

Por um momento, achei que os roteiristas haviam pisado na bola e matado Elizabeth (depois da bagunça na abertura, eu espero tudo), mas por sorte, eu estava errada. A melhor cena do episódio foi o mix de confusão, tristeza e desespero no rosto do Peter ao olhar pra Neal e dizer que Keller sequestrou a esposa.

A segunda parte da temporada, além de tratar do tesouro, deve focar o sequestro de Elizabeth e a caçada à Keller. Espero que Mozzie desista de fugir e resolva ajudar a Sra. Engravatada. Também acho que haverá conflito entre Peter e Neal, já que o sequestro de Elizabeth foi motivado pelo tesouro que Neal esconde. E agora? Como esperar até janeiro?

Review escrita por Neide Campos, originalmente publicada no Guia de Seriados.

ESPECIAL – Feliz Dia dos Pais!


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Pode ser o Eric Camden de 7th Heaven,  o Jack Arnold  de Anos Incríveis, até o Eric Taylor de Friday Night Lights. Não importa o quão diferentes eles sejam, pai é pai. E nesse dia mais do que especial, o TeleSéries preparou uma lista de pais que são sensação nos seriados. Tem pai para todos os gostos!

O Pai Relapso: John Winchester
Filhos:
Dean e Sam Winchester
Série:
Supernatural

Após a morte de sua esposa, John passou a deixar os filhos sozinhos durante a maior parte do tempo para caçar seres sobrenaturais e o demônio que matou sua amada. Dean e Sam cresceram praticamente sem a companhia do pai, mas apesar da ausência, John sempre teve o respeito de seus filhos. Quando os dois irmãos voltaram para os “negócios da família” (ou seja, caçar), mantinham contato freqüente com o pai, recebendo conselhos e ajuda. John soube compensar todo o tempo perdido como pai quando aceitou que sua alma fosse para o Inferno em troca de seu filho Dean continuar vivo, provando que não é um pai ruim como aparentava. Além disso, John deixou para os filhos o seu diário, que os ajuda em suas caçadas até hoje. Clique aqui para continuar a leitura »

ESPECIAL – Os melhores episódios noir


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Mistério, intriga, final feliz, tudo isso combinado a um glamour jamais refeito desde os filmes das décadas de 1940 e 50. O Cinema ‘Noir’ marcou época, e até hoje é reproduzido com suas características típicas que vão do jogo de luzes (preto e branco) até o fígurino (homens elegantes e mulheres avassaladoras).

‘Noir’ significa negro em francês, e identificou uma série de livros baratos vendidos na França no início do século passado. Esses livros copiavam os romances policiais americanos e acabaram emprestando seu estilo para os filmes da época.

Entre os personagens, sempre há uma ‘femme fatale’, um bode expiatório, protagonistas alienados e outros espertos o suficiente para enganar até o público, além claro, dos corruptos e violentos. Essas pessoas transitam em ambientes urbanos, geralmente em casas noturnas ou lugares sombrios. Nos temas recorrentes, estão a vingança, a obsessão romântica, e a corrupção. As histórias são quase sempre narradas, e aderem ao ponto de vista criminal.

Nas séries, episódios ‘noir’ são recorrentes, dando a história uma explosão de criatividade e licença poética – além de dar aos atores a possibilidade de respirar novos ‘ares’. Alguns desses episódios são bons o bastante para entraram na categoria de memoráveis, e perderem um pouco a característica de ‘fillers’ – aqueles que pouco acrescentam ao seriado. Em Smallville, a série chegou a ganhar um vídeo promocional no melhor estilo noir.

O TeleSéries preparou uma lista com alguns com os melhores episódios ‘noir’, aproveitem!


Série: Fringe
Episódio: Brown Betty (2×20)
Data de exibição: 29/04/2010

Peter Bishop tinha descoberto a verdade sobre sua origem e partido, deixando para trás um desolado Walter que, em um misto de tristeza e preocupação, passava o tempo fumando ‘Brown Betty’ (uma espécie de “nova maconha” inventada pelo cientista). A rotina do laboratório muda um pouco quando Olivia Dunham precisa deixar sua sobrinha, a pequena Ella, aos cuidados de Astrid e de Walter, enquanto iria atrás de uma pista do paradeiro de Peter. Walter então começa a contar uma história para a menina, onde todos os personagens que conhecemos aparecem, mas em um clima ‘noir’ bem peculiar, misturando passado e presente (repare nos telefones modernos convivendo com antigos). A detetive Dunham é contratada pelo Dr. Walter Bishop, o cientista que criou tudo de bom que existe no mundo, para localizar o golpista Peter Bishop, que fugiu com um coração de vidro, único artefato capaz de manter o cientista vivo. Como Walter diz para Ella, nem tudo nessa história era o que parecia, pois o bondoso cientista tinha suas idéias roubando o sonho das crianças e o tal coração de vidro era na verdade de Peter, que iria doá-lo ao cientista, sacrificando-se, até descobrir todo o mal que ele causava. No final da história, Walter fica sozinho, diante da morte iminente, mas Ella acha esse final horrível e cria o seu próprio, onde Peter e Walter dividem o coração de vidro e todos ficam felizes para sempre. Interessante perceber os paralelos da história com o que ocorria na série naquele momento, dando um pouco da visão de Walter sobre tudo. O clima ‘noir’ estava muito bom, com os figurinos, formas de falar dos personagens e trilha sonora.  Só faltava ser em preto e branco. (Eddie Tertuliano)


Série: Monk
Episódio: Mr. Monk an the Leper (5×10)
Data de exibição: 22/12/2006

Quando este episódio foi exibido nos EUA, era o retorno da série após um hiato e existia um receio de que a audiência não continuasse acompanhando. Ledo engano: as manias de Monk continuariam nos deliciando por mais três anos.

Se o receio do canal serviu para algo foi para ativar a criatividade dos roteiristas, trazendo um caso ao contrário do que sempre acompanhamos: Monk é contratado por um estranho milionário para evitar que sua esposa sofra uma decepção. A estranha condição do cliente cria todo o clima ‘noir’: ele tem hanseníase e só conversa com Monk em um escuro bar em um canto escondido da cidade. Para aumentar o climão: lá fora o episódio foi exibido duas vezes, uma vez colorido e outra em preto e branco.

A história acaba por mostrar que o tal milionário era um impostor, que a esposa era uma embusteira – tudo graças a data de fundação da empresa do alarme da casa – e que, graças a Deus, ele nunca tocou na mão de alguém com hanseníase. Ah, Natalie também arrumou um médico bonitão como namorado… com hanseníase. Muitas horas lavando a mão e bebendo Listerine.

Um episódio delicioso – quando vi que era esse que o pessoal do site me pedia para reassistir eu não poderia ficar mais feliz – mas é impossível criar o clima totalmente ‘noir’ quando é Monk que está no centro do caso. (Simone Miletic)

Série: Charmed
Episódio: Charmed Noir (7×08)
Data de exibição: 14/11/2004

Charmed também resolveu ingressar no movimento ‘noir’ por meio de um episódio mais do que especial abordando, de modo indireto, o primeiro filme que iniciou o gênero: O Falcão Maltês. Basicamente, um gnomo é assassinado a tiro na Escola de Magia e Paige resolve investigar o ocorrido. Juntamente com o agente Brody, acaba sendo sugada para dentro de um livro, o qual havia sido criado por dois irmãos da escola para se divertirem. O livro era uma história criada em 1930, sobre a procura de um assassino chamado Falcão. Porém, o que parecia divertido, se tornou um jogo de cão e gato. Um dos irmãos é morto pelo vilão e os dois heróis tentam investigar o caso juntos com o detetive e o irmão sobrevivente. Com a ajuda de Piper, Phoebe e Leo, descobre-se que o bandido era o detetive que acaba sendo morto pelo irmão que sobreviveu. Gostei da forma com que eles introduziram o gênero, pois não ficou algo sem sentido. Era perceptível a mudança do livro para a realidade (principalmente quanto à trilha sonora, que ficou bem de época). Não sei por que, mas sempre achei que a atriz que interpreta Paige fosse sem sal e sem açúcar, mas ela conseguiu se tornar uma “mulher fatal” no episódio. E nada mais de época do que terminar o episódio com um beijo cinematográfico e um ‘The End’ em estilo Charmed Noir. (Mario Madureira)

Série: Moonlighting
Episódio: The Dream Sequence Always Rings Twice (2×04)
Data de exibição: 15/10/1985

“Pegue as crianças, o cachorro, a vovó… Tranque-os no quarto, recline-se e aprecie o show.” Assim Orson Welles introduziu esse episódio de Moonlighting em sua última aparição na tela, um trabalho que ele mesmo pediu aos produtores porque admirava a originalidade da série. Maddie e David são contratados por Mr. Bigelow para incriminar sua esposa para que ele possa divorciar-se e manter seus bens. Maddie já está furiosa por pegarem casos de infidelidade e isso atiça seus brios feministas quando conhece a história de uma ’cause célèbre’ ocorrida em 1946: uma famosa cantora e seu amante músico foram condenados à morte, acusados de assassinar o marido dela. Na sequência, Maddie e David sonham suas versões sobre o que teria acontecido então. O sonho de Maddie homenageia The Postman Always Rings Twice [O Destino Bate à Sua Porta, 1946] e seu subtexto moralista; nessa versão, a atriz Cybill Shepherd canta Blue Moon. O sonho de David homenageia Gilda [também de 1946] e seus personagens amorais; Shepherd imita a ‘femme fatale’ da protagonista Rita Hayworth [casada com Welles na época] e canta I Told Ya I Loved Ya, Now Get Out. Um episódio clássico que merece ser visto por todo amante de TV e cinema. (Lu Naomi)

Small Wonder - Book-It
Série: Small Wonder (Super Vicky)
Episódio: Book-It (em alguns guias na Internet aparece como Big “J,” Private Eye, 3×22)
Data de exibição: 7/5/1988

A última vez que assisti Super Vicky foi, como todo mundo, no final dos anos 80, na Sessão Comédia, bloco diário da grade da rede Globo onde ela alternava a exibição com As Super Gatas, Primo Cruzado, a ótima Caras e Caretas e O Poderoso Benson. (E percebo agora que sou tão velho que eu mesmo sou quase noir). Small Wonder, no original em inglês, era uma sitcom que narrava as aventuras de uma família que tinha uma filha que era um robô (Tiffany Brissette, e ela era ótima!). Achei que rever um episódio da série seria meio como rever Batman, Alf, ou Os Monstros – mais engraçado por ser trash e bizarro do que por ser engraçado. Mas vocês sabem que a série tem o seu charme e que o elenco de crianças é realmente divertido?

No episódio Book-It, o irmão da Vicky precisa fazer o relatório de um livro pra escola. Depois de muito enrolar o garoto acaba lendo um livro escrito pelo pai sobre um detetive dos anos 40 chamado Rick Savage (a propósito, a professora do garoto e da Vicki é a mãe deles, o que é bem excêntrico mas, sabe como é, eram os 80!). O garoto, Jamie, executa seu trabalho em um filme, em preto e branco, com direito aos garotos cuspindo na cara uns dos outros, o uso da quote “Play it again, Sam”, Vicky cantando, um assassinato e até um final aberto. Quer algo mais noir do que isto? (Paulo Serpa Antunes)

Série: Smallville
Episódio: Noir (6×20)
Data de exibição: 26/04/2007

Noir é daqueles episódios que causam vergonha aos fãs de Smallville por causa da trama ‘filler’ e do pouco desenvolvimento da história central da temporada. O roteiro é produzido para homenagear o estilo visual de filmes de suspense dos anos 40, em preto e branco e com trilha sonora tosca. Fica a dúvida se as cenas malfeitas evocam os poucos recursos do cinema de época ou se foram por causa dos poucos recursos da própria série, que nessa sexta temporada já perdia o controle de suas tramas mais concisas. Os aspectos positivos do episódio foram, sem dúvida, as diferentes versões de vida dos personagens na Smallville de 1940: Lois dançarina de cabaré e amante de Lex, Clark policial de Metropolis, Jimmy repórter, Chloe editora-chefe do Daily Planet, Lana uma ‘bitch’ assassina e Lionel barista.  Para os odiadores de Lana, a “morte” da personagem animou as coisas. Sem dúvida uma boa visão da série, mas que veio em uma hora inoportuna e sem sentido. Noir é daqueles episódios que causam vergonha… (Isaque Criscuolo)

Como tudo o que é bom deve ser copiado, há uma boa chance de vermos muitos episódios como esses ao longo das temporadas. Qual série seria perfeita para um episódio ‘noir’?

‘Os Bórgias’ estreia neste domingo no Brasil

Data/Hora 06/08/2011, 19:51. Autor
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Saudades das intrigas políticas, da nudez e das cabeças rolando de The Tudors? Pois neste domingo, dia 7 de agosto, chega ao Brasil a substituta! Estreia no Brasil às 22h o drama Os Bórgias (The Borgias).

A série será exibida no país pelo canal TCM, do grupo Turner, que até então só exibia seriados clássicos. De acordo com informações do site Tela Viva News, o sinal do TCM estará aberto até o dia 14 de agosto para todos os assinantes da Net Digital, Embratel e Oi. Clique aqui para continuar a leitura »

PROMOÇÃO: Relembrar é DVD com ‘ER – Plantão Médico’


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ER se foi e deixou saudade. Por isso, a Warner Home Entertainment e o Teleséries querem que você leve para casa a última e emocionante temporada da série!

Por 15 anos e mais de 300 episódios, o premiado drama médico se despediu da televisão no dia 2 de abril de 2009. Criada por Michael Crichton e produzida por John Wells, ER – Plantão Médico marcou a história da televisão mundial.

Para recordar a 15ª e última temporada da série, vamos realizar um super sorteio para vocês! Quer participar?

Para concorrer é simples, basta seguir os perfis @teleseries e @wbseries no Twitter e dar RT na seguinte frase:

Sigo e dou RT em @teleseries e @wbseries, e quero ganhar a última temporada de #ER!– Regras: http://kingo.to/Lfk

Aproveite e CURTA a páginas do TeleSéries e da WBSeries no Facebook!

O resultado será divulgado na quarta-feira, dia 10 de agosto no Twitter.

Regras

1. O sorteado será anunciado no Twitter do TeleSéries no dia 10 de agosto de 2011.

2. O vencedor terá que enviar um e-mail para teleseries@teleseries.com.br e uma ‘Direct Message’ para validar sua participação e comprovar ser dono do perfil premiado.

2. Com apenas uma twittada você já estará concorrendo.

3. É necessário twittar e seguir o perfil  @teleseries e @wbseries para validar o sorteio.

4. A frase a ser twittada deve ser exatamente igual a indicada neste post.

5. O sorteio será realizado através do site sorteie.me.

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‘Breaking Bad’ pode deixar AMC em nova temporada

Data/Hora 03/08/2011, 14:27. Autor
Categorias Notícias


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As coisas estão mesmo difíceis para Breaking Bad, e as dificuldades vão além dos roteiros. Segundo o jornal americano Los Angeles Times, as negociações entre o canal AMC e a Sony para uma nova temporada da série estão tensas, isso porque o AMC teria feito uma proposta para que a série reduzisse de treze para apenas seis o total de episódios para a próxima temporada. A emissora alega que por causa dos altos gastos que está tendo com séries como Mad MenThe Walking Dead, o orçamento para Breaking Bad teria que ser cortado pela metade.

O esperado é que Breaking Bad não feche um novo contrato com a AMC, sendo assim, o mais provável é que a Sony (que tem os direitos autorais de Breaking Bad) feche contrato com a HBO. A Sony teria feito propostas à outras três emissoras.

O criador Vince Gilligan (também produtor de Arquivo X e co-escritor de Hancock) disse  que gostaria de acabar a série com uma quinta temporada, apesar de a AMC não concordar, e na época se pronuciar dizendo que gostaria que Breaking Bad durasse um pouco mais.

Enquanto esperamos mais informações, o quarto episódio da quarta temporada de Breaking Bad estreia nesse domingo, dia 7, na AMC.

Com informações do InsideTVTVOverMind.

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