TeleSéries
‘Touch’ – um balanço de temporada
10/06/2012, 11:12.
Redação TeleSéries
Especiais, Opinião
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Tim Kring é um nome que carrega um paradoxo. Uns o temem, outros o glorificam. E o escritor, que tem em seu currículo duas séries com comentários completamente opostos – já que muitos criticam Heroes na mesma proporção que falam bem de Crossing Jordan –, trouxe neste ano uma aposta que pode ter dado certo… ou não? Touch é o nome da série que o criador apresentou para o público, e diria que uns falam bem, e outros falam mal. Mas o que atribui esta característica as obras de Kring? O que Touch traz de diferente de suas outras obras?
Bom, assistindo a um episódio de Touch, você vê referências claras a outras séries do criador. Até mesmo o logotipo da abertura de Touch é praticamente idêntico a da abertura de Heroes. Mas a série tem sua própria bagagem? Sim. Com certeza tem. Talvez o ponto alto da série seja abordar uma área tão pouco explorada no mundos dos seriados, e que de certa forma debate com o preconceito difundido hoje em dia. A série tem como protagonista um menino que apresenta claramente as características de uma pessoa autista. E olha, a série já tem seu mérito por tratar disso. Apenas para nos situarmos, temos como centro dos episódios a luta de Martin Bohm para criar seu filho Jake, que possui esta disfunção. Mas isto que nós qualificamos como “disfunção”, Kring tenta explorar, e mostrar que isto é apenas uma das infinitas visões que temos da situação. Jake pode não ser normal para nós, ao mesmo passo que nós podemos não ser normais para Jake. A série magistralmente mostra isso, e neste aspecto, temos de parabenizar Tim.
O contexto basicamente relata uma lenda que informa que Deus mandou 36 defensores para proteger toda a população e desse modo, acredita-se que Jake seja um deles. O próprio menino apresenta as características fundamentais para receber tal nomenclatura: ele é autista e encontra a solução dos problemas por meio de números ou formas geométricas, além, é claro, de sentir uma dor profunda enquanto as pessoas não conseguem sua paz. Para que esses problemas sejam solucionados, Jake apela para seu pai, Martin, conseguir com que as pessoas certas se encontrem nos momentos certos, para que elas descubram a verdadeira paz interior. Mas como transmitir essas informações para seu pai, já que o próprio filho não diz uma única palavra? Por meio de sequências numéricas que encontramos em cada episódio.
O interessante da série é que nos deparamos com essas sequências no mundo inteiro. Inclusive, houve um episódio, cuja sequência levava para o Brasil. O episódio destacava o número 55124, que relatava a história de um pequeno garoto obrigado a roubar, pois precisava sustentar o seu irmão com problemas físicos, por meio de mandados de um policial mercenário. Enquanto isso, no Brasil, um jovem músico tentava conquistar a dona de um café, que passava por sérios problemas financeiros. Ao se desenrolar da história, descobrimos que na verdade os pais dos meninos haviam sido mortos e a parenta mais próxima é a própria dona do café. O músico vende sua viola original e consegue pagar as dívidas de sua amada. E a conclusão: a dona do café e o músico viajam para Nova York para assumir a guarda dos irmãos e o policial mercenário é preso. E mais uma vez, Jake consegue sua paz.
Outro item a se destacar é a sequencia de Amélia. Existia uma garota chamada Amélia, que da mesma forma que Jake, acreditava-se que ela era um dos 36 defensores. Uma grande empresa financiava os estudos dessa menina para descobrir de fato por que ela era tão especial. Amélia descobriu números fragmentados que juntos formavam uma espécie de sequência. Mas os estudos acabaram indo longe de mais e a própria garota foi elevada ao seu limite, causando um grande dano cerebral. A autópsia mostrou que ela estava morta, mas Martin descobriu que isso era uma farsa a tempo, pois a própria empresa queria iniciar os mesmos estudos com o seu filho. Em um grande episódio cheio de reviravoltas e suspense, finalizamos a temporada com Martin fugindo com Jake para Califórnia e se deparando com um pôr do sol… Ao lado da mãe de Amélia. Touch consegue transmitir um mundo onde tudo é possível, desde que acreditemos nele. Ao repararmos que Jake não é quem pensamos que era, percebemos que seu amor por Martin existe ao colocar seus dedos na mão do pai. Touch quer nos mostrar mais e devemos estar preparados para mais sequências.

Kathryn Joosten morre aos 72 anos
02/06/2012, 18:42.
Redação TeleSéries
Notícias
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A atriz Kathryn Joosten, de 72 anos, faleceu nesta sexta-feira (1/6) em Los Angeles, em decorrência de um câncer no pulmão. A informação foi divulgada para a imprensa neste sábado.
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[REVIEW] House – Everybody Dies
25/05/2012, 00:25.
Redação TeleSéries
Especiais, Reviews
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Terminou. Parecia que esse momento não ia chegar nunca. Eu não queria que chegasse. Sabe aquela primeira série da sua vida? A primeira que você realmente acompanha semanalmente, aquela que faz você começar a se tornar um fã de seriados? Muitos tiveram essa experiência com Friends, Lost, Arquivo X, entre outras. A minha foi com House. A série estava na segunda temporada, assisti um episódio na TV e foi amor à primeira vista. Desde então seis anos se passaram, mais de 100 episódios; vi a série no seu auge, vi todo mundo ser fã de House. Vi também muita gente começar a abandoná-la, entendia a mudança, mas não entendia por que aquelas pessoas não gostavam mais daquela maravilha. Infelizmente vi a série ser considerada por muitos irrelevante, afinal, depois de oito anos, ainda eram poucos os que realmente amavam o seriado. Nesses seis anos vi séries melhores, vi séries que me emocionaram mais, vi séries que me divertiram mais, mas não vi nenhuma série que criou em mim o carinho que tenho por House. E essa série foi capaz de me emocionar sempre que quis, lembro de passar o resto do dia com um aperto no coração depois de episódios como Wilson’s Heart ou Help Me, do jeito que nenhuma outra série conseguia me deixar.
E assim chegamos a 21 de maio de 2012, o dia em que a série mais importante da minha vida acabou. Espero conseguir compartilhar com vocês um pouco do que foi a experiência de assistir à Everybody Dies, um episódio simples e genial, feito para quem é fã da série. Digo isso, pois provavelmente quem abandonou a série em algum momento vai achar o final meio decepcionante, mas quem seguiu com House durante as oito temporadas com certeza se apaixonou pelas sensações que esse episódio trouxe.
Sendo mais racional, foi um episódio simples. Nada muito marcante para o fim da série. Não foi um House de drama pesado como o que nos acostumamos a ver quando a série encerrava suas tramas, ou até como vimos na temporada passada, em episódios como After Hours. Foi um episódio que encerrou a série de uma maneira simples, bonita e eficaz.
Everybody Dies é primeiramente um grande estudo da mente de Gregory House, com o nosso amado protagonista preso num prédio em chamas, alucinando com todas as pessoas que já passaram por sua vida. Kutner, o seu funcionário que se suicidou; Amber, a namorada de Wilson que morre no acidente de ônibus ao qual House sobrevive e depois aparece na mente do médico por uma temporada inteira; Cameron, a médica apaixonada por House, que foi tão importante em seus anos de série; Stacy, a sua esposa lá das duas primeiras temporadas (fazendo um papel que provavelmente seria de Cuddy caso Lisa Edelstein tivesse aceitado participar do episódio). Todos passam pela mente de House para conversar com o doutor à beira da morte. Cada um com a sua particularidade, estudando as atitudes de House ao longo dos anos. É uma reafirmação da vida que o médico levou por tanto tempo, coisas que já lhe foram ditas em outras situações, mas que dessa vez contam com uma diferença: a condição da única pessoa com quem House se importa de verdade, seu amigo Wilson.
House está sendo egoísta mais uma vez, afinal, qual o seu motivo para continuar vivendo? Ele está indo para a cadeia, abandonando seu amigo em seus últimos meses de vida, perdendo seu emprego e sua equipe, não restaria mais nada. Na conversa com Stacy, House deixa claro como sabe que está sozinho no mundo, falando que a vida que ela está tentando lhe mostrar (com uma esposa, filhos e etc) é impossível, pois não existe mais ninguém em sua vida. O que muda tudo é Wilson.
House pode ter criado uma relação com Cuddy durante a série, mas de verdade, a única pessoa que realmente sempre esteve lá para ele foi Wilson. Seu melhor amigo em todas as situações, para tudo que House precisou Wilson estava lá, durante oito anos. Uma relação de amizade única e especial, a melhor trama que David Shore podia ter escolhido para terminar a série. House não se importa nem com ele mesmo às vezes, e já mostrou isso várias vezes, mas Wilson é a pessoa que pode mudar House. Descobrir que o amigo está morrendo é o maior baque que ele pode sentir. Sem Wilson ele não tem ninguém. E é exatamente pela única pessoa que importa em sua vida que House resolve não realizar um último ato de egoísmo. É na verdade um imenso ato de solidariedade. House finge a sua morte para ficar livre de tudo e assim poder passar os últimos cinco meses de vida com seu amigo. “Eu estou morto, como você quer passar os seus últimos meses de vida?”. Ele dá a sua vida para poder ter um final feliz com Wilson.
House fingir a sua morte ainda é uma última grande homenagem de David Shore às histórias de Sherlock Holmes, que tanto inspiraram o seriado. A famosa história onde Sherlock finge sua morte só deixando uma pista para Watson é agora reencenada por House e Wilson.
Depois de tanto tempo no ar, House não era mais uma série que precisava de um episódio final para fechar muitas tramas ou responder perguntas. E é exatamente a simplicidade do fim que deixa Everybody Dies tão bonito. Nós não sabemos o que House vai fazer depois que Wilson morrer, mas também não precisamos saber. Sabemos que House continua vivo por aí, fazendo sabe-se lá o que, mas de qualquer jeito a série encerra deixando seu protagonista vivo para sempre. A imagem da morte de House não vai existir em nossas mentes, estamos livres para imaginar como foi o restante da vida do melhor médico que a televisão já viu.
O clima do episódio é construído por uma sequência de emoções diversas. Ao começarmos a assisti-lo já temos a tensão de House alucinando em um prédio pegando fogo, e disso segue a nostalgia de ver tantos personagens que fizeram parte dessa história. Depois o drama aumenta com House chegando perto do suicídio, seguida da cena da suposta morte após encontrar o olhar desesperado de Wilson pela janela. Esse é o momento da explosão de lágrimas no episódio, quando você pensa “Eles realmente tiveram a coragem de matar o House”, e entra em desespero na mistura desse drama com mais uma dose de nostalgia ao ver o restante dos personagens falando em seu funeral. Taub, Thirteen, Masters, Foreman, Adams, Park, todos em frases curtas descrevendo como House mudou a sua vida. Como aquele chefe ranzinza e odioso mudou a sua vida para melhor. Mas aí o celular toca. Quando o celular começa a tocar as lágrimas começam dar lugar a um sorriso. Uma última e maior pegadinha para o médico mais brincalhão que já vimos. Num episódio chamado Everybody Dies, na verdade tivemos um grande Everybody Lies.
Ao contrário do que imaginávamos, o fim da série não vem com uma morte, mas sim com uma brincadeira. Os dois opostos que sempre estiveram presentes em House, o drama e a comédia. Se as lágrimas voltam a aparecer no fim, elas são de alegria. Para quem já viu House passar perto da morte, sofrer com alucinações, ir para o hospício, ir para a cadeia, quase morrer ao realizar uma operação em si mesmo, entre tantas outras situações onde o drama e as dificuldades predominavam, o fim se torna uma libertação, um último suspiro de alegria. Depois de tudo que passamos nesses oito anos, a amizade predominou. A música final (indicada por Hugh Laurie para os produtores) é perfeita. “Aproveite a vida enquanto você pode”, ou como diz House no início do episódio, “Você nunca viu A Sociedade dos Poetas Mortos? Carpe diem!”. Ao longo da série House vai abandonando várias coisas em busca de libertação; além dos vícios e dos relacionamentos, é marcante como House abandona Cuddy no fim da sétima temporada, tirando o peso daquele romance que trouxe mais tristezas do que alegrias. E agora, após abandonar quase tudo, House abandona literalmente a sua vida, mas em busca da felicidade.
E ainda não é só a felicidade de House que marca um episódio que traz a morte no nome. Todos mereceram seu final feliz. Taub, que batalhou tanto contra a tristeza em seu tempo na série, finalmente feliz com suas filhas e em paz com as mulheres; Cameron, que sofreu tanto até não aguentar mais a equipe, agora feliz com um marido e filho, e ainda trazendo um último golpe de nostalgia com aquela foto da primeira equipe de House em seu computador, lá onde tudo começou; e enfim Chase, que se tornou tão importante para a série, o único que foi da equipe de House desde o início, que teve a sua vida marcada em tantos momentos, que aos poucos se tornou um “jovem House”, que nessa temporada cresceu tanto se tornando um dos melhores coadjuvantes da série, conseguindo carregar tramas sozinho, sendo decisivo em uma grande virada nesta última temporada ao ser esfaqueado e causar um dos melhores momentos do ano discutindo com House. Chase se tornou o principal médico e melhor personagem da equipe, e nada mais digno do que encerrar a série assumindo o posto de House. “Robert Chase M.D.” marcado na porta da sala do setor de diagnósticos, ele com certeza aprendeu com o melhor.
Enfim, esses foram os últimos 43 minutos de House. Vai ser estranho não ter mais essa série para acompanhar daqui pra frente. Mas é com um sorriso no rosto que House nos deixa após fazer parte de nossas vidas por tanto tempo, provavelmente a depressão por ter perdido essa série vai bater em alguns dias, ou até mesmo na próxima fall season, quando todas as suas séries favoritas estiverem voltando, mas House não. E isso faz parte, mas posso dizer que fui feliz pelo tempo em que acompanhei a série, e o final digno que era tão merecido aconteceu. Todo mundo morre, mas House vai viver pra sempre no coração de quem teve a sua vida tocada pela série.
Adeus, House. Obrigado por tudo.
Enjoy yourself, it’s later than you think…
Colaboração especial de Lucas Paraizo
Confira nossos especiais sobre os coadjuvantes inesquecíveis, os casos bizarros e os episódios memoráveis da série.
BBC HD estreia semana que vem no Brasil trazendo Sherlock
23/05/2012, 23:27.
Redação TeleSéries
Notícias
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Em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (23/5) em São Paulo, a BBC Worldwide Channels anunciou o lançamento do canal BBC HD, que marca a entrada da conceituada emissora de TV britânica no Brasil. O canal estreia no país já no próximo domingo, dia 28 de maio, inicialmente na operadora de TV paga NET (no canal 531).
O canal vai trazer ao Brasil um pouco de tudo que a BBC produz, reunindo série dramáticas, documentários, programas de atualidades e entretenimento e história natural, em alta definição.
Para os fãs de séries, a chegada da BBC ao país é um desejo antigo – as atrações do canal, premiadas internacionalmente, chegavam de forma esparsa no país, em diferentes canais, especialmente depois que o antigo People+Arts, atual Liv, deixou de exibir shows da BBC como Doctor Who, Torchwood e Dupla Identidade.
A primeira série nova a estrear na BBC HD será Sherlock, vencedora de três prêmios BAFTA (inclusive o de melhor série drama em 2011). O seriado, assinado pelo premiado produtor Steven Moffat (Coupling, Jekyll), atualiza o personagem Sherlock Holmes para os dias atuais. Até o momento o show teve duas temporadas, com três episódios de 90 minutos cada. O canal deve exibir no país ainda as séries Wallander e Luther, entre outras.
Com informações da BBC Worldwide Channels Latin America.
‘Person of Interest’ – um balanço da temporada
23/05/2012, 22:29.
Redação TeleSéries
Especiais
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23 episódios muito bons. Uma trama bem desenvolvida. Uma baita média de audiência. Esse é Person of Interest, suspense de produção executiva de J.J Abrams e roteiro de Jonathan Nolan. A produção é aquele tipo de série que fisga o telespectador e não solta mais. Uma mistura quase que perfeita de Identidade Bourne com Minority Report (claro, bem menos Sci-fi), Person of Interest é tudo aquilo parece ser: eletrizante, por suas cenas de ação bem feitas; e envolvente, pela inteligência de suas tramas. Mantêm seus telespectadores felizes, afinal, ela promete e cumpre, em grande estilo. E, além disso, somos brindados com os twists, que nos fazem quase pular do sofá, de tanta surpresa e excitação.
O grande trunfo dessa primeira temporada com certeza foram as tramas bem elaboradas, que apesar disso são de fácil entendimento (alguém ousaria pedir mais? É simples de entender, e ainda assim é complexo. Quase um paradoxo). A boa qualidade e o desenvolvimento do seriado não foram comprometidos pela estratégia “um caso diferente por episódio”. Isso, em uma época no qual os “procedurals” se perdem na estrada da vida, é uma grande coisa. E pasmem: são raras as pontas soltas após os cerca de 43 minutos de cada episódio.
Outro ponto alto de Person of Interest são seus personagens, deliciosamente misteriosos, o que aguça a curiosidade do telespectador. A começar por Harold Finch, interpretado por Michael Emerson (eternamente Ben Linus), que é um bilionário genial, inventor da Máquina que aponta quais serão as pessoas envolvidas em atos violentos – é de tirar o fôlego não saber se a pessoa apontada é “do bem” ou “do mal”. O maniqueísmo da coisa toda cai muito bem no seriado. Depois de um acontecimento dramático que levou à morte seu melhor amigo, Finch decidiu fazer justiça “com as próprias mãos”. E é aí que entra na história John Reese.
Reese, interpretado por Jim Caviezel (ou, se preferir, JC ou Jesus), é um ex-agente das Forças Especiais do Exército Americano, e também ex-agente da CIA, que era dado como morto. Só que enquanto pensavam que ele tinha partido dessa para uma melhor (?), ele na verdade vivia como mendigo pelas ruas de Nova York. Assim como Finch, a reviravolta em sua vida também se deu pela morte de alguém importante para ele – Jéssica.
Mas quem acha que essa similaridade bastou para aproximá-los está bem enganado. A princípio eles foram demasiadamente estranhos um com outro, mas com o passar dos episódios começaram a criar uma confiança mútua, uma espécie meio sui generis de amizade. Pode-se, inclusive, dizer também que eles dividem um belo “bromance”, que atinge seu ápice nos episódios Super e Baby Blue (eles ficaram lindos cuidando da bebê, não?).
Outro personagem de destaque é o do detetive Lionel Fusco, um policial corrupto que é chantageado por Reese e acaba virando a primeira conexão da dupla dentro da NYPD. Ele tem como missão atrapalhar a investigação de Detetive Carter, muito determinada em descobrir quem está por trás dos acontecimentos que rodeiam Nova York. Carter, também ex-militar, foi provavelmente a única pessoa que chegou perto de “capturar” Reese, mas em outro excelente twist da série – mesmo que um pouco previsível – ela se torna mais uma importante aliada dos dois, quando é apontada pela máquina no episódio Get Carter. Primeiro, ela finge ajudá-los, mas arma para Reese, que quase é morto (ambiguidades, suas lindas). E sua redenção acontece justamente quando ela o ajuda a fugir, salvando sua vida, no episódio Number Crunch.
Como se não bastassem os excelentes episódios de tramas únicas, o seriado também trabalha com a “trama da temporada”. Em uma jogada um tanto quanto corajosa, a trama principal não é mostrada logo no início da temporada, mas sim no episódio de número 7, Witness. Nesse episódio é apresentado Charlie Burton, um professor que teve seu número apontado pela Máquina. Mais tarde descobre-se que ele é, na verdade, Carl Elias, o vilão, líder da máfia da cidade de Nova York. Com uma inteligência comparável a de Finch (esses embates de mocinho e bandido à la Walter Bishop e David Robert Jones são sempre ótimos) e um “pequeno” exército de contatos, as vezes parece que ele poderia estar relacionado a vários casos dentro do seriado. Elias é citado em alguns episódios antes de fazer sua aparição em carne e osso, como no episódio Mission Creep. Mas, depois do episódio Witness sua trama foi deixada meio de lado.
E quando acreditávamos estar prontos para, finalmente, fazer algumas críticas ao seriado -em relação ao plot esquecido – surpresa! Lá estava Elias novamente, só que desta vez, ele aparece só no finalzinho do episódio Risk, em uma cena pequena, mas de um impacto sem igual, onde se mostra responsável pelos acontecimentos do episódio. Depois disso, é inevitável imaginar quantos outros casos tiveram relação com Elias, direta ou indiretamente. E como vilão bom é vilão preso (mas depois de aprontar muito), Elias seguiu seu destino, sendo subtituído por outras pessoas a fim de fazer vilanias pela big apple (quem sabe alguém do alto escalão do Governo, pra deixar as coisas mais tensas?).
Além doa vilões, e das tramas pessoais de cada episódio, ainda é trabalhada a questão do interesse de Reese em saber de toda história sobre o passado de seu “empregador” – curiosidade ou ainda a relutância em confiar completamente em Finch? E Finch gosta de manter seu passado no passado, e em segredo. Person of Interest tem esse elemento de pequenos plots recorrentes.
E depois de uma temporada impecável, um episódio final daqueles. Mesmo. Ação, telespectadores sem fôlego. Com direito à twist e gancho, como todo seriado que se preza – e voltará para mais uma temporada – deveria fazer. Agora, só nos resta indagar qual o destino de Finch, e quais as manobras de Reese para trazer o parceiro de volta. Pena que setembro está tão longe.
No meio de tantos aspectos positivos fica difícil falar do seriado sem parecer tietagem. Se você ainda não viu (e está se afogando em spoilers), deve estar achando que tudo isso é bom demais pra ser verdade, mas o fato é que a alta audiência do seriado está aí pra provar a qualidade do mesmo. Afinal, são poucos os seriados que tem a PIOR audiência na casa dos 11milhões e encerram a temporada com mais espectadores do que começaram. Então, quem vem? Se você ainda não assistiu, achou o que fazer até a próxima Fall Season retornar. Você não vai se arrepender.
*Texto produzido por Mayra Gonçalves e Mariela Assmann
[ESPECIAL] Os coadjuvantes inesquecíveis de House
22/05/2012, 11:31.
Redação TeleSéries
Especiais
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Sim, a estrela maior do drama médico House é o doutor Gregory House. Mas House certamente não seria a mesma se, ao redor do médico brilhante, não gravitasse um grupo de amigos, pupilos, chefes, de personalidade marcante e fascinante. Ao longo dos oito anos de série, nos acostumamos a ouvir fãs comentarem gostar mais deste ou daquele personagem da série. No terceiro especial do TeleSéries em tributo a House, relembramos alguns destes coadjuvantes, também responsáveis pelo sucesso da série.
Wilson
Você pode ter um melhor amigo, mas ele nunca será tão empenhado, paciente e perfeito quanto o James Wilson! O oncologista sempre está ao lado de House, mesmo que seja discordando, brigando ou falando para as paredes. Muitos fãs de House nem consideram a relação dos dois como “amizade” e sim como um bromance (um romance de irmãos, literalmente). Assistimos incontáveis episódios em que Wilson segurou as pontas e apoiou o amigo rabugento! Quem não se lembra na primeira temporada quando Wilson abandona o jantar com a esposa na véspera de natal para comer comida chinesa com House? Dos dois discutindo a relação na sala de tomografia? Ou dos diálogos no funeral do pai de House? Mesmo com uma dúzia de personagens no elenco, apenas Wilson consegue entender e aceitar o House do jeito que ele é. (Juliana Baptista)
Cuddy
A diretora do hospital sempre teve um bom destaque nas histórias da série. Ela tinha que tentar controlar House, negar seus pedidos e ainda ouvir, episódio a episódio, que ele estava certo. Apesar de ceder às pressões de House, considero a personagem muito forte. Enfrentou todo o processo de adoção e conseguiu realizar o sonho de ser mãe. Durante muito tempo os shippers sonhavam com a união do casal, que vivia naquele clima de romance e tensão sexual. Mas o relacionamento não deu certo e o final não resolvido resultou em uma atitude inconsequente de House. Cuddy superou várias insanidades de House, mas ter sua casa invadida por um carro foi a gota d’água. A saída da personagem foi uma triste perda para a série e para os fãs , principalmente os que ainda sonhavam com uma reconciliação dela com House. (Dierli Santos)
Thirteen
Remi Hadley é clínica geral e entra na equipe de House na quarta temporada. É conhecida como Thirteen, pois nos jogos que House fez para escolher sua nova equipe ela era a concorrente número 13. É uma personagem que tem função social, visto que é portadora da Doença de Huntington e através dela a série busca esclarecer sobre essa doença rara. Sua mãe morreu dessa mesma doença e, na 5ª temporada, ela aceita participar de um tratamento experimental. No final do sexto ano da série, a personagem vai embora alegando “razões pessoais”. No oitavo episódio da sétima temporada, nos surpreendemos com House indo buscar a médica na cadeia. Ela havia ajudado seu irmão, também portador da doença, a cometer eutanásia. Um dos momentos emocionantes da série foi quando ela desabafa dizendo que ninguém iria fazer isso por ela. Ali percebemos que House realmente se importa com ela, já que ele afirma que ajudaria ela a terminar seu sofrimento quando a hora chegasse. Depois de alguns vai e vem dentro da equipe, ela retorna no penúltimo episódio da série para ajudar o Wilson. (Gabriela Assmann)
Cameron
Integrante da equipe original de House, a médica sempre foi considerada a mais boazinha dos três. Cameron sempre prezou pela ética médica, o que faz com que o motivo do fim do seu relacionamento com Chase seja plausível. A personagem amadureceu durante os anos, mas ainda era difícil aceitar que seu marido havia cometido um assassinato – e não se arrependia disso. O último episódio que a personagem participou (antes da series finale) foi Lockdown, onde se despede definitivamente de Chase. Fazendo essa retrospectiva, é difícil acreditar que essa mesma Cameron já foi apaixonada por House no começo da série. Vocês lembravam disso? (Dierli Santos)
Chase
O australiano da equipe ganhou muitas características diferentes durante a série. No começo, era considerado um mauricinho que fazia tudo para proteger seu trabalho. Também era aquele que aceitava as ordens do House sem questionar. Com o passar do tempo, foi ganhando diferentes funções e cresceu na série. O médico, que ainda faz parte da equipe de House, possui uma boa capacidade de dedução. Depois de matar um ditador na sexta temporada da série, mostra como realmente mudou sua personalidade. (Dierli Santos)
Foreman
Foreman era o médico da equipe que mais parecia com o protagonista da série. Até que, sem querer, matou uma paciente e resolveu se demitir. O médico percebeu que estava ficando parecido demais com House e não queria isso. De volta à equipe, ele é responsável por cuidar para que House não extrapole e avisar a Cuddy sobre suas atitudes. O relacionamento com a Thirteen até deixa o médico com um pouco mais de carisma mas, na minha opinião, ele ainda é o mais antipático dos coadjuvantes – apesar de ser importante para o equilíbrio da série. Com a saída da Cuddy, na última temporada ele assume a direção do hospital. (Dierli Santos)
Kutner

Kutner é um personagem que teve curta duração duração na série, mas deixou sua marca. Principalmente pela forma de sua saída, até hoje nebulosa. Um médico carismático, que conseguiu passar por aquele reality maluco da quarta temporada, merecia ficar mais. Mas escolha não foi dos roteiristas, já que o ator havia pedido para sair da série. Em um episódio surpreendente (para quem conseguiu fugir dos spoilers), Kutner comete suicídio – levantando o tema da depressão entre os profissionais da área médica. (Dierli Santos)
Taub e Rachel

Da fase pós-Cameron/Chase/Foreman, eu tenho um carinho especial pelos episódios que se focaram em baixinho e esquisito Taub e sua relação com a esposa Rachel. Taub é o mais tridimensional dos personagens de House. Ponto. Não sei se existe no mundo algum médico que trata os pacientes como lixo e é viciado em comprimidos, ou médico que se casa com um doente terminal, médico que já foi preso quando jovem. Mas como Taub eu tenho certeza que existe. A crise no casamento de Taub é a crise no casamento de todos e os motivos da infidelidade de Taub são o retrato da infidelidade de todos os homens. Na atual última temporada, as tramas envolvendo a vida pessoal de Taub também, como a série, perderam a força. Ainda assim, me surpreendi com um momento de brilho: o episódio Runaways (8×10) em que ele admite não possuir nenhum laço, nenhuma conexão com os dois filhos nenê. Algo horrível de se admitir, claro, mas mais uma prova que Taub foi um personagem único na TV americana. (Paulo Serpa Antunes)
Confira também os nossos especiais sobre os casos bizarros e episódios memoráveis de House.
[ESPECIAL] Semana da Diversidade – Saindo do armário
17/05/2012, 15:21.
Redação TeleSéries
Especiais
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17 de maio é o dia internacional de combate à homofobia. A data foi escolhida para celebrar o dia em que a homossexualidade parou de ser considerada doença segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Considerando que vivemos em um mundo onde infelizmente as pessoas desconsideram essa informação e ainda há muito preconceito e exclusão, o TeleSéries resolveu levantar a bandeira do arco-íris e se juntar a causa da comunidade LGBT. Para comemorar esse dia e celebrar a diversidade e o amor, preparamos um especial sobre personagens gays e seu processo de saída do armário. Enjoy it!
Eric Van Der Woodsen – Gossip Girl
Durante muito tempo houve um mistério em torno do que afligia Eric Van Der Woodsen. Ainda na primeira temporada da série, Serena Van Der Woodsen – irmã de Eric e protagonista de Gossip Girl – retorna a Nova York para ficar mais próxima do irmão que tinha tentado se matar e estava internado em uma clínica. Então, em All about my brother (01×16) o garoto é jogado pra fora do armário pela grande bitch Georgina Sparks. Ele foge, mas a irmã corre atrás dele e lhe dá total apoio, assim como Chuck, o irmão emprestado. No fim, Lily surpreende Eric dizendo que continua o amando da mesma maneira, que ele é um filho maravilhoso e que só deseja que ele seja feliz. Depois de todo sofrimento, enfim a felicidade. E é assim que todas as famílias deveriam lidar com isso, né? (Gabriela Assmann)
Justin Taylor – Queer as Folk
Queer as Folk é até hoje uma das séries mais importantes quando se trata de falar sobre o mundo gay. Sem medo de tocar em pontos polêmicos, a série foi um marco para a televisão e entre seus principais personagens temos Justin Taylor. O adolescente tem o papel na série de abordar o momento em que um jovem se assume para a sua família. A situação representada é semelhante à de muitos outros jovens. Seu pai e sua mãe não aceitam sua orientação sexual e ele é expulso de casa. Com o tempo, sua mãe acaba aceitando e apoiando o filho, se unindo inclusive a um grupo de defesa dos direitos homossexuais. Além disso, Justin enfrentou problemas com a sua sexualidade na escola, sofrendo bullying dos outros alunos e sendo inclusive espancado na noite do seu baile de formatura por ter levado Brian como seu acompanhante. O personagem é uma das melhores representações de um jovem gay e seus dilemas na ficção. (Beto Carlomagno)
Callie Torres – Grey’s Anatomy
Callie não é o tipo de pessoa que descobriu sua orientação sexual cedo na vida. Na verdade, ela só percebeu que era bissexual quando Mark – com a mente voltada para a sacanagem – a alertou sobre a possibilidade de um envolvimento entre ela e Erica Han. Antes disso Callie já havia sido casada, e era convidada frequente da cama de Sloan. Se achando “menos lésbica” do que a parceira, e ainda não convicta do que teria que enfrentar no futuro, Callie acabou saindo do relacionamento. A saída do armário se deu apenas quando a ortopedista conheceu a pediatra Arizona e as duas assumiram o relacionamento. E com o apoio da agora esposa, Callie enfrentou a família – muito religiosa, a mãe não aceita sua orientação sexual – e realizou o sonho de se casar (em um casamento celebrado por Bailey). Atualmente, ela já não tem mais medo do que enfrentará no futuro e forma, com Arizona, um dos casais mais fofos,felizes e queridos do Seattle Grace. (MarielaAssmann)
Dana Fairbaks – The L Word
Muitas vezes o processo de assumir sua orientação sexual perante a sociedade é doloroso e traumático. E nesses casos as convenções e pressões sociais acabam colocando medo nas pessoas. Não foi diferente com Dana Fairbaks, que ao mesmo tempo que lidava com sua orientação social e pretendia assumi-la, ficava com medo de colocar em risco sua promissora carreira no tênis. E o sucesso profissional falou mais alto, até que a tenista descobriu que seus patrocinadores já sabiam o que ela tentava esconder, e aceitavam sua orientação com a devida naturalidade. Assim, Dana conseguiu se assumir perante a família e passa a se relacionar abertamente com outras mulheres. A personagem ficou no seriado até a 3ª temporada, quando morreu em decorrência de um câncer de mama. Feliz e com a companhia de sua parceira. (Mariela Assmann)
Emily e Naomi – Skins
A relação de Emily e Naomi na 3ª temporada de Skins começa conturbada. Um ano após as duas trocarem um beijo, Naomi sofre com comentários os ofensivos de Katie, irmã de Emily, sobre sua sexualidade, enquanto Emily não faz nada a respeito. Quando Naomi pressiona Emily para que ela assuma sua sexualidade, a menina foge do assunto, negando que seja gay. A relação das duas se torna mais próxima, mas mesmo após trocarem mais um beijo, Emily diz que quer apenas amizade. Depois de uma conversa séria, Emily consegue convencer a amada a assumir a relação. E assim o amor prevalece! (Dierli Santos)
Peter – Happily Divorced
Logo no episódio de estreia, Peter, marido de Fran, decide que décadas de casamento teriam que ser deixados de lado para que um dia ele pudesse ser feliz, de verdade. Não que ele não amasse a esposa, claro que amou, afinal de contas ficou com ela por todo esse tempo. Mas a coragem para sair do ‘armário’ chegou com a maturidade apenas, e com o apoio da ex-mulher, ele agora pode vivienciar a sua orientação sexual com todos os direitos. Sim, Peter namorou, curtiu shows que antes não curtia, deu um “up” no visual, e agora ele está “felizmente divorciado” com o mundo heterossexual. Peter é aquele velho exemplo de “antes tarde do que nunca”. (Maria Clara Lima)
Will – Will & Grace
Will sempre gostou de tudo o que sua ex-namorada e melhor amiga gosta: inclusive homens. Pouco antes dele se casar com Grace, Will teve coragem para abrir o jogo e expor sua orientação. Claro que no começo foi um choque para Grace, para família e para os amigos, e mesmo depois de “assumido”, Will teve que lidar com o sentimento de insegurança por muitos anos. Sempre não querendo se achar “gay” demais, ou sempre querendo cobrar algo que ele mesmo não tinha coragem de expor. No final de tudo, as coisas deram certo. Will conquistou a liberdade de ser o que ele era, sem firulas e bastante segurança. (Maria Clara Lima)
Kurt Hummel, David Karofsky e Santana Lopez – Glee
Se tem uma série que retrata muito bem a diversidade – não só a sexual – essa série é Glee. E é por isso que Glee tem três representantes neste especial, já que cada um lidou com sua sexualidade de uma maneira diferente.
Kurt é o gay bem resolvido. Embora tenha tentado sair com a Brittany, podemos dizer que o Kurt nunca teve dúvidas a respeito de sua orientação sexual. Ele é divertido, amigo das garotas e tá sempre causando com seu visual e seu cabelo. Embora tenha sofrido bastante bullying na McKinley High School, e tenha sofrido com os amigos homens que achavam que ele estava sempre dando em cima deles, ele sempre teve todo apoio do pai, que enfrentou tudo e todos para garantir que o filho tivesse sua individualidade respeitada. Depois de tudo isso encontrou Blaine e hoje formam um belo casal.
Karofsky era o maior responsável por maltratar Kurt. O beijou a força e passou a ameaçar o garoto, que até saiu da escola por conta disso. No fim, toda homofobia do personagem era por que ele não sabia lidar com o fato de ser gay. Ele acabou se apaixonando por Kurt e seus colegas do time de futebol americano descobriram. Karofsky sofreu cyberbullying, foi perseguido na escola e no desespero tentou se matar, já que seu círculo de amizades não aceitavam sua homossexualidade. Por fim, Karofsky recebeu o apoio e a amizade de Kurt e dos colegas do New Directions e passou a se aceitar como é.
Quebrando o estereótipo da lésbica normalmente retratada na televisão, Santana Lopez é a capitã da equipe das cheerleaders e é super feminina. Ela sempre foi a pegadora mais raivosa e bitch da McKinley High School. Até o dia em que se apaixonou… pela melhor amiga Brittany S. Pierce. Esse amor revelou outro lado de Santana, um lado mais humano e doce, embora a bitch não tenha desaparecido totalmente. Santana sofreu muito até ser forçada a se assumir para todos, pois inicialmente somente seus amigos sabiam de sua sexualidade. A família ainda não aceita e sua abuela disse que nunca mais queria vê-la. Além de nos possibilitar entender Santana, conhecer outro lado dela e render um dos beijos mais esperados dos últimos tempos, números musicais maravilhosos resultaram daí, como Landslide e Songbird, que ela cantou para Brittany. E as cheerios formam um dos casais mais fofos e cheios de fãs do mundo dos seriados. (Gabriela Assmann)
E você, lembra de algum outro personagem que tenha se assumido nas séries?
[ESPECIAL] Qual o seu tipo de mãe?
13/05/2012, 11:02.
Redação TeleSéries
Especiais
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Mãe é tudo igual? Ah, se você acha isso é porque não conhece as matriarcas do mundo das séries. Cada uma do seu jeito, com suas particularidades, são mães… protetoras, más, amigas, loucas. Descubra qual o seu tipo de mãe e compartilhe a sua opinião!
A mãezona – Cindy Walsh (Barrados no Baile / Beverly Hills 90210)
Pensa numa mãe com cara, voz, jeito e comida de mãe. Pois é, como não lembrar de Cindy Walsh? Uma dona de casa exemplar, boa esposa e sempre preocupada com o bem estar dos filhos Brenda e Brandon, ela é a personificação de mãe. Em alguns momentos podemos até achá-la chata, mas na verdade (assim como a própria Brenda descobre depois de conhecer a mãe da Kelly) ela é mãe de verdade. Acolhedora, amorosa e com o típico coração de mãe, no qual sempre cabe mais um, inclusive os amigos problemáticos dos filhos. (Mirele Ribeiro)
A amiga- Lorelai Gilmore (Gilmore Girls)
Talvez a Lorelai tenha tido a Rory muito cedo. Talvez a ausência do resto da família tenha aproximado as duas. Talvez seja o DNA ou bom gosto compartilhado. Talvez sejam apenas mãe e filha, que de tão parecidas tornaram-se uma. Lorelai Victoria e Lorelai Leigh (Rory) eram amigas, a cima de tudo. A relação das garotas Gilmore era de dar inveja para muito gente. Afinal, quem não gostaria de ter uma mãe que sabe exatamente o modo que você pensa? Sabe quem é sua banda preferida ou livro preferido? Uma mãe que cuida da filha na primeira ressaca e divide segredos sobre namorados? A mamãe Gilmore era isso tudo, e mesmo sendo amiga da filha, nunca deixou de ser mãe. (Maria Clara Lima)
A poderosa – Alicia Florrick (The Good Wife)
Alicia Florrick começou The Good Wife como uma mulher frágil, humilhada pelo marido e submissa. No entanto, três temporadas depois a nossa mãe poderosa virou o jogo, voltou a trabalhar, se separou, sustenta a casa e ainda cuida dos dois filhos adolescentes Grace e Zach. Ela enfrenta juízes e outros advogados diariamente, mas larga tudo para tirar os filhos dos costumeiros problemas. Mas isso não impede que a mãe poderosa namore, ainda que escondido.No fundo Alicia só quer ser feliz, e mais que tudo, uma ótima mãe para Zack e Grace. (Aline Ben)
A adotiva – Meredith Grey (Grey’s Anatomy)
A guerreira – Karen Roe (One Tree Hill)
Mãe solteira e jovem. Na verdade, não só isso. Grávida no último ano do colégio e abandonada pelo namorado. Simples? Some agora o fato de morar numa cidade pequena e ainda ter que lidar com a existência da família que o pai do seu filho construiu com outra depois que te deixou. Karen lidou com tudo isso e criou seu filho dignamente. Abriu mão dos planos e sonhos para ser uma boa mãe. Decidida e batalhadora se tornou uma empresária, um porto seguro para o filho Lucas e um exemplo de que por mais frágil que seja uma pessoa, quando se é mãe, ela pode ser mais forte que tudo no mundo. (Mirele Ribeiro)
A perfeita (para os outros) – Bree Van de Kamp (Desperate Housewives)
Bree sempre foi escrava das aparências, por isso, para os vizinhos e amigos sua vida parece perfeita, assim como suas habilidades como mãe. Apesar de atitudes duvidosas para educar, nada do que ela faz é propositalmente ruim, nem mesmo abandonar seu filho na estrada sem nada. Tudo é um reflexo da forma como Bree foi criada para conduzir sua vida, como bem vimos no flashback desta última temporada. E mesmo com as péssimas escolhas, que ela considera adequadas, para educar, Bree sempre aprende com seus erros, o que levou a personagem a se tornar uma mãe melhor para seus filhos. (Beto Carlomagno)
A conselheira – Martha Rogers (Castle)
Jogue a primeira pedra quem assiste Castle e não se encanta com cada aparição de Martha. Ela é difícil de se classificar. Ela é atriz, extravagante, mas ao mesmo tempo elegante. Foi enganada pelo ex-marido e perdeu tudo que tinha. Acredita que é uma estrela famosa da Broadway, mas passa a maioria do tempo entre papeis de pouca expressão, tentativas de alcançar os holofotes e copos de vinho. E apesar de arrastar a neta para suas mais cabulosas programações e levar o filho à loucura, também é super protetora e muito conselheira. Definitivamente, Martha é uma parceira para todas as horas. (Aline Ben)
A de primeira viagem – Temperance Brennan (Bones)
Atenção todos os leitores. Mães de primeira viagem costumam ser descontroladas. E mesmo a Dra. Bones não segurou a compostura e mostrou como é ser mãe pela primeira vez do jeitinho que todas são: super protetora, apaixonada, insegura e louca! Brennan não consegue ficar longe da sua filha Christine, e espera nunca cometer o erro de seus pais que a abandonaram quando ela era adolescente. O apego da Brennan é normal. Ao menos é o que dizem por aí. Normal ou não, sem dúvida alguma a Bones é uma mãe de primera! (Maria Clara Lima)
[ESPECIAL] – Casais com tensão sexual
05/05/2012, 02:28.
Redação TeleSéries
Especiais
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É um tal de morde e assopra sem fim. Mas quem não curte uma tensão sexual que atire a primeira pedra. Geralmente, os “quase” casais fazem o sucesso dos fãs, e o desespero dos roteiristas, já que dizem por aí que quando um se junto com o outro, o fogo se acaba. Vamos rever alguns casais “top” em deixar o público maluco!
*** CUIDADO, FORTES EMOÇÕES***
Série: Smash
Casal: Michael Swift e Julia Houston
Em matéria de tensão sexual esse casal é uma bomba (com o perdão do trocadilho, rs). Julia e Michael tiveram um relacionamento há cinco anos e bastou se reencontrarem nos bastidores da montagem de Bombshell para que faíscas voltassem a surgir entre eles. A atração era tamanha que ficou impossível resistir durante muito tempo e – mesmo com ambos sendo casados – eles acabaram se agarrando no estúdio de ensaio do musical, resultando em uma das melhores cenas da primeira temporada de Smash. Não preciso nem dizer que foi questão de tempo para que todos ficassem sabendo. Coube a Julia e Michael arcarem com as consequências da perda do emprego e da família. Alguém ainda tem dúvida do que uma grande tensão sexual é capaz de causar? (Gabriela Assmann)
Série: Hart of Dixie
Casal: Wade Kinsella e Zoe Hart
A Dra. Zoe Hart já deixou bem claro que George Tucker é o homem porque quem ela quer lutar, mas muitos fãs da série ainda têm esperanças de quem a médica de Bluebell e o seu vizinho Wade Kinsella fiquem juntos. E é claro os dois não poderiam ficar de fora desse especial, afinal, tensão sexual entre os dois é o que não falta – o episódio da onda de calor, na primeira temporada, não deixa mentir. Apesar de eles terem dado uns amassos no piloto, o casal nunca se firmou, de fato. Wade é apaixonado pela moça, mas ela não esta nem aí. Aliás, este amor não correspondido e a tensão entre eles são duas coisas que movem muitos plots da série. Mas os fãs não querem esperar eternamente. Casal Zade já em Hart of Dixie! (Anderson Narciso)
Série: Community
Casal: Jeff Winger e Annie Edison
Um casal em uma série que não dá muito espaço para os casais. Jeff e Annie tem suas diferenças: a moça é ingênua e correta enquanto ele mantém a pose de advogado egoísta. Até hoje rolou apenas um beijo entre os dois – pouco perto das cenas dele com Britta. Mas foi suficiente para resultar em uma tensão sexual. Nada é declarado, não há muitos comentários sobre o assunto, mas existe algo não resolvido. Essa tensão pode ser quase imperceptível no meio das paródias e genialidades da série, mas ainda está ali. (Dierli Santos)
Série: The Good Wife
Casal: Will Gardner e Alicia Florrick
Alicia Florrick (advogada e ex-mulher do procurado geral) e Will Gardner (advogado e atual 16º solteiro mais cobiçado de Chicago) foram colegas de faculdade, atualmente são funcionária e chefe e passam todos os capítulos de The Good Wife tentando ser muito mais do que isso. A tensão sexual transborda pelas paredes de vidro do escritório de advocacia Lockhart&Gardner e qualquer funcionário um pouco mais atento já percebeu que a ligação entre Will e Alicia pode estremecer qualquer júri. Quem assistiu ao final da segunda temporada da série perdeu o fôlego na cena do elevador, em que os dois sobem até a suíte presidencial para passar a primeira noite juntos. A tensão sobe a cada episódio, a cada toque, a cada olhar e a cada martelada do juiz. (Aline Ben)
Série: The Vampire Diaries
Casal: Damon Salvatore e Elena Gilbert
Se no começo de The Vampire Diaries Damon era fissurado na Elena por ela ser igual à Katherine, sua ex-amante vampira, aos poucos (e principalmente após levar um fora definitivo da Kath) ele criou real afeição pela garota. Já Elena se apegou ao Damon quando o vampiro deixou um pouco de lado a pose de vilão, e foi só o Stefan terminar com a moça para os dois se aproximarem de vez. A partir daí, Damon e Elena já se beijaram, brigaram, se beijaram de novo… E mesmo a moça ainda estando em dúvida entre os dois irmãos, a tensão sexual dela com Damon continua. (Mônica Castilho)
Série: Grey’s Anatomy
Casal: Alex Karev e Izzie Stevens
Izzy e Karev eram dois polos bem opostos em Grey’s Anatomy. Ela, a princesa. Ele, o cafajeste. Os dois juntos? Uma dose agridoce de gostosura. Izzie e Alex formaram um dos casais mais improváveis da série, campeão em tensão sexual. Quando a loirinha descobriu o “potencial” do garotão, era só fogo de palha. Fácil, rápido e quente. Os dois não podiam ficar na mesma sala sem trocar olhares de tesão um com o outro. Eu poderia classificar Grey’s em para maiores de 18 apenas por isso. Mas o sexo virou amor, e aos poucos, o diferente virou complemento na relação. Apesar da tensão ter sumido com o tempo e a base desse relacionamento ser bem mais do que a paixão, o Seattle Grace – ou ao menos os cantinhos escuros do hospital – sempre lembrará dos dois médicos. (Maria Clara Lima)
Série: The West Wing
Casal: Josh Lyman e Donna Moss
Foram sete anos de tensão entre Josh e Donna. A cada diálogo rápido e esperto escrito pelo Aaron Sorkin dava para sentir que havia algo ali. Como disse um dia Paulo Antunes Serpa, talvez seja num nível mais intelectual do que físico, mas ainda assim havia tensão. Além da relação de chefe-assistente, também havia uma amizade e a constante sensação de que algo entre eles iria acontecer. E os diálogos, cheios de argumentos sobre política e trabalho, também rendiam cenas muito engraças. (Dierli Santos)
Série: Covert Affairs
Casal: Auggie Anderson e Annie Walker
Lembro-me bem quando Auggie encontrou Annie pela primeira vez. Ele nunca a viu, mas sentia sua confiança e sua beleza. Auggie é o tipo de cara que as pessoas se apegam fácil, já que apesar de cego ele possui uma leveza de levar a vida brincando, e passa uma bela mensagem para todos. E Annie se apegou a isso. Eles tornaram-se amigos desde o primeiro encontro. Tanto dentro quanto fora da Agência, Annie e Auggie sempre estão e estarão juntos, pois é assim que eles se sentem bem e protegidos. E apesar de toda a fofura que cerca o “casal”, há sempre aquele climão de “eles vão se pegar” quando a proximidade física é muita. (Mario Madureira)
Série: Bones
Casal: Seeley Booth e Temperance Brennan
A doutora Temperance Brennan e o agente especial Seeley Booth foram por longos sete anos apenas amigos. Apesar de beijos inusitados e sonhos quentes, o desejo entre os dois era apenas platônico. Como demonstrar isso? Ora, com discussões acaloradas, provocações e muitas, muitas insinuações. Os dois ficaram no “quase” por muito tempo, e entre idas e vindas, deram um jeitinho – que ninguém viu – de ficar junto. Parabéns ao casal de Bones, por definir toda uma nova categoria para a tensão sexual. Aquela que permanece mesmo com filho, com casa e uma vida em comum. (Maria Clara Lima)
E então, qual casal leva o troféu de tensão sexual?
[ESPECIAL] As maiores maldades das séries
27/04/2012, 01:05.
Redação TeleSéries
Especiais
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A maldade vem de onde a gente menos espera. Em alguns casos, o vilão dispara contra o mocinho, mas há também aqueles que estão além de qualquer suspeita, e quando atacam, deixam marcas inesquecíveis na memória do público.
Se você é da turma que torce pelo lado ruim só porque é divertido, e gosta de uma maldadezinha na medida certa, veio ao especial certo!
Separamos as “melhores” maldades das séries. Porque você sabe? Maldade é…
… convencer a atual ficante do ex a raspar a cabeça. #Friends
… seduzir o filho do médico apenas para que ele convença o pai a operar o seu namorado que está em coma. #Everwood
… ser uma bruxa muito má e prender todo mundo numa realidade na qual você é a prefeita, tudo porque você é filha de uma doida e descontou sua raiva numa criança. #OnceUponATime
… matar o irmão a sangue frio e colocar culpa em outra pessoa. #OneTreeHill
… é matar todas as crianças do reino só para garantir que nenhuma delas possa ser filho do rei e roubar o seu trono. #GameOfThrones
… forçar seu inimigo de adolescência a ter ereção pela própria irmã. #Skins
… escrever uma carta contando que sua irmã , no início do século passado, perdeu a virgindade com um visitante e que o cara ainda por cima morreu em cima dela durante o ato. #DowntonAbbey
… ficar com o melhor amigo do seu namorado paraplégico. #FridayNightLights
… colocar fogo no condomínio com todo mundo dentro, fingir-se de morta, voltar para se vingar e ainda arrancar a peruca na frente do espelho, aterrorizando todo uma geração. #MelrosePlace
… estragar o jantar da ex-namorada invadindo a casa dela com o carro. #House
… usar sua doença para manipular o júri, após tentar atrasar a outra advogada usando das mesmas artimanhas. #TheGoodWife
… deixar seu filho achando que a irmã foi abduzida mas saber exatamente o que aconteceu. #ArquivoX
… é invadir a festa de noivado do seu ex-amor e contar para todos os presentes que ela está grávida do futuro marido, e que isso pode ser o principal motivo para o casamento. #Smallville
E então, conta aí qual é a sua maldade preferida!
[ESPECIAL] Willy Wonka Irônico (Versão Séries)
26/04/2012, 01:47.
Redação TeleSéries
Notícias
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Quando você vê, você vai entender. Ao menos é o que a espetaculosa equipe do TeleSéries espera!
Então, você é fã de séries? Siga o TeleSéries também no Facebook.
[PROMOÇÃO] Quer ganhar a primeira temporada de The Vampire Diaries?
25/04/2012, 10:40.
Redação TeleSéries
Promoções
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Quer ganhar um box da primeira temporada de The Vampire Diaries?
O Teleséries vai sortear o box com os episódios do primeiro ano da série para seus leitores. Para participar, é necessário:
1) Ser residente e domiciliado no Brasil;
2) Seguir o perfil @teleseries
3) Publicar, através de tweet (copiando a mensagem) ou retweet (manual ou automático), a mensagem da promoção como no exemplo abaixo:
Sigo o @teleseries e quero ganhar um box da 1ª temporada de The Vampire Diaries http://kingo.to/14tB
O sorteio será realizado através do site sorteie.me. no dia 15 de maio de 2012. Caso o perfil sorteado não seja seguidor do perfil, será realizado novo sorteio.
Fica proibido a participação de perfis para sorteio, verificado pela equipe do site.
Buena suerte!
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