TeleSéries
[Especial] Thanksgiving – Dia de Ação de Graças
22/11/2012, 18:02.
Redação TeleSéries
Especiais
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Dizem que quando os peregrinos chegaram à América, a terra era tão selvagem, que eles quase morreram. Da leva de europeus que deportaram na gélida Nova Inglaterra, sobraram poucos. Morreram de fome, frio, de flechada de índios, atacados por bichos, de doenças.
Foi dessa confusão terrível que a graça apareceu. A lenda mostra que os nativos americanos se compadeceram dos colonizadores e os ensinaram a caçar e a se proteger no inverno. Fizeram também uma pequena cerimônia, um festival de fartura, com muita dança e muita união. Nasceu o Dia de Ação de Graças, para comemorar isso, uma nova chance, uma nova vida, e claro, a comida.
O Teleséries separou alguns episódios dignos desse feriado como dica para quem tem curiosidade de ver como se vive um típico dia como este.

Friends | The One With The Thanksgiving Flashbacks
por Anderson Narciso
Como falar de Ação de Graças e não lembrar de Friends? Durante os dez anos em que convivemos com estes nossos amigos, muitas foram as datas que comemoramos juntos. Os episódios de Ação de Graça em Friends eram memoráveis. E o oitavo episódio da quinta temporada (The One With The Thanksgiving Flashbacks), comemorou a data muito bem. Em 1997, os amigos passaram o feriado de Ação de Graças juntos, e enquanto descansavam do jantar que Mônica havia feito, todos eles foram lembrando do “pior Ação de Graças” que já haviam vivido. Chandler se lembra do ano em que ele descobriu que o pai dormia com o mordomo; Phoebe relembra a vez em que Joey ficou com a cabeça presa no Peru e Phoebe até relembra de um Ação de Graças de sua vida passada, em que ela fazia uma enfermeira de guerra, perdendo o braço, soltando em seguida o seu clássico “Oh no”. Mas foram os anos de 1987 e 1988 que renderam as melhores piadas, com Mônica gorda sendo esnobada por Chandler – que depois de magra arranca o dedo rapaz, e Ross com um penteado bem anos 80, também sendo esnobado por Rachel. De volta a atualidade, Chandler não gosta de saber que perdeu uma parte de seu dedinho em uma “tola vingança”. E o episódio termina com Mônica colocando o Peru na cabeça e dançando para o então recente namorado, arrancando dele o seu primeiro “eu te amo”. Ah, dá saudade ou não dá?
Grey’s Anatomy | Thanks for the Memories
por Mariela Assmann
No nono episódio da segunda temporada de Grey’s Anatomy, era a hora de agradecer pelas memórias. Certamente todos os fãs da série lembram da comemoração dos nossos cinco “internos” favoritos. Izzie resolve fazer um almoço que reúna a todos, mas apenas Burke se disponibiliza a ajudar a loirinha. Isso porque enquanto Yang sai para comprar bebidas (e não volta mais), George vai com o clã O’Malley caçar um peru (e todos lembram que o chumbo acabou em um lugar bem diferente do que o planejado), e Alex resolve enfiar a cara no trabalho. Mas eles voltam, e o almoço – com cara de jantar – acaba rolando. Além de ser marcante pelas tramas dos personagens principais, o episódio é lembrado pelo caso do homem que acorda após 16 anos em coma, e é tratado por Meredith (que não aparece na comemoração) e Derek, que lutam para ficar distantes um do outro, embora desejem exatamente o contrário. No Dia de Ação de Graças de Grey’s Anatomy, ninguém tinha muito a agradecer.
How I Met Your Mother | Slapsgiving
por Maísa França
É o primeiro Dia de Ação de Graças com Lily e Marshal casados. Enquanto Lily quer que tudo saia perfeito, Marshal (com seu dom de criar competições para praticamente tudo) cria o “Slapsgiving” e o dia é marcado para que Barney leve o primeiro tapa por causa de uma aposta. Barney passa o dia todo dizendo tê-lo avisado da estapeção, fez com que toda a graça fosse perdida e finge não se importar com o fato, mas aos poucos começa a ficar desesperado. Barney chega a implorar e chorar para que Marshal desista da ação e isso leva Lily a suspender o Slapsgiving para que o Dia de Ação de Graças pudesse ser comemorado, mas acaba autorizando Marshal a dar o tapa em Barney por este ter irritado muuuuito todo mundo. É um dos melhores episódios da série, com direito à musiquinha e backing vocal de um Barney estapeado.
New Girl | Thanksgiving
por Ana Botelho
Em um jantar nada convencional, o Thanksgiving em New Girl foi um dos episódios mais engraçados da primeira temporada. Hank, o peru super-congelado, “roubou” todas as cenas em que esteve presente. Jess, com sua mente mirabolante, não ousou em criar métodos nada normais para tentar descongelar o peru. Dentre as loucuras estavam a ideia de pôr Hank na máquina de lavar e com certeza a melhor de todas: Jess deitada no estilo “conchinha” tentando passar calor para Hank. Além das falhas tentativas, o episódio contou com Paul (Justin Long), um, digamos assim, estranho convidado de Jess. Os ciúmes aparentes de Nick, o problema de Schmidt com limpeza e o corpo da vizinha encontrado morto no vaso sanitário foram o grande combustível. Com todos os empecilhos, Jess e sua turma acabam a noite em uma grande fila de compras, fechando um episódio incrivelmente amável.
The West Wing | Shibboleth
por Paulo Serpa Antunes
Nesta quarta-feira, véspera de Ação de Graças, o presidente Obama apareceu na TV para uma bizarra tradição norte-americana, que remonta aos tempos de Abraham Lincoln: conceder o perdão presidencial a um Peru, que escapará da sina de virar janta. Este ano dois perus, Cobbler e Gobbler, disputaram o perdão, em uma votação que ocorreu pela internet (e via Facebook!). Mas Obama quebrou o protocolo e acabou perdoando tanto Cobbler como Gobbler. A vida imitou a arte – isto já aconteceu na ficção. Em Shibboleth, episódio da segunda temporada de The West Wing, CJ precisa escolher entre o peru Troy e o peru Eric quem é o mais fotogênico, que receberá o perdão do presidente Bartlet. Mas acaba se apegando ao fato de que um dos dois irá morrer e pede pro presidente salvar os dois. “CJ não tenho jurisdição judicial sobre aves”, responde Bartlet. Obviamente, este é apenas o alívio cômico de um episódio que tem um plot muito mais sofisticado: um navio com 86 refugiados chineses é detido em San Diego – e a tripulação alega sofrer perseguição religiosa em sua terra natal por ser adepta ao catolicismo. Bartlet não pode conceder o asilo sem prejudicar as relações comerciais com a China. Mas como os peregrinos que chegaram ao Novo Mundo, em busca de liberdade de credo, uma estratégia de Bartlet garante a permanência dos chineses no país. É Aaron Sorkin, em sua melhor forma, nos dando uma aula sobre o real sentido do feriado.
Gilmore Girls | A Deep-Fried Korean Thanksgiving
por Maria Clara Lima
Jantar de Ação de Graças é o palco das mais inquietas loucuras. E os personagens principais são sempre os pratos típicos dessa celebração. No meio de toda essa confusão, Rory e Lorelai dão duro para fazer com que todas as quatro festas das quais foram convidadas saiam como o planejado. Mas claro que as coisas não vão de acordo com o plano, já que confusão é sinônimo para esse feriado tipicamente americano. As garotas Gilmore experimentam um peru de tofu na casa dos Kim, logo depois, seguem para a lanchonete do Luke, onde o proprietário e o sobrinho se esforçam para não matar um ao outro, s terceira parada é a casa de Sookie e Jackson, onde o prato principal é um peru frito e problemas com a receita, e por final, a casa dos Gilmore. Família reunida, é hora da bomba estourar: Rory revela que vai tentar outras faculdade além de Harvard, chocando sua mãe, e alegrando seus avós, que preferem que a garota siga para a próxima Yale. Esse episódio é uma diversão só, e claro, além de muita confusão.
Saiba como aproveitar o ‘Black Friday’ e os descontos das compras mais agitadas do ano!
21/11/2012, 17:50.
Redação TeleSéries
Notícias
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Você sabe o que é Black Friday? Se sabe, vai querer aproveitar a sexta-feira mais agitada dos Estados Unidos para comprar muitas coisas preciosas como boxes de séries, CDs e livros. Quem não faz ideia do que se trata esse feriado tão estranho, a equipe do TeleSéries preparou um especial bem legal para todo mundo se jogar nessa luxúria. Bom, com um pouco de moderação. Aproveitem!
Você já deve ter visto em filmes ou séries, – como ocorrido na Buy More, em Chuck – que em alguma época do ano, as lojas americanas simplesmente lotam e viram verdadeiras zonas de guerra. Este é o chamado Black Friday, uma “continuação” do feriado de Ação de Graças (Thanksgiving). Esse ano, o feriado acontece na última sexta-feira de novembro nos Estados Unidos e também é conhecido como “início da temporada de compras de Natal”.
Neste dia, inúmeras lojas de diversos tipos, tamanhos e produtos abrem mais cedo e oferecem liquidações de tirar o fôlego! Os compradores, por sua vez, fazem filas quilométricas e até acampam em frente às lojas para garantir suas compras de Natal com até 90% de desconto.
O Black Friday ficou conhecido no mundo inteiro por reunir milhares de pessoas num mesmo dia com um mesmo objetivo: Comprar mais barato! Com isso, o feriado tomou proporções continentais e hoje, vários países do mundo fazem contagem regressiva para o dia de mega liquidação, inclusive o Brasil.
Em 2010, aconteceu o primeiro Black Friday no Brasil, também na última sexta-feira de novembro. Aproximadamente 50 lojas se reuniram oferecendo grandes descontos.
Neste ano, a rede de compras coletivas SaveMe conseguiu reunir grandes lojas virtuais que realizarão super descontos de até 70% off no dia do Black Friday, que acontecerá nesta sexta-feira, 23 de novembro. Dentre elas estão Netshoes, Fnac, Walmart, Magazine Luiza, Submarino, TAM, Extra, entre outras.
Assim, levando em consideração a proporção desse mega evento aqui e lá fora, o TeleSéries preparou um breve manual de sobrevivência para que você consiga fazer as mais divertidas compras nessa semana com planejamento e estratégias antes de tudo
Como fazer para participar no Brasil?
Todos os usuários cadastrados na rede SaveMe receberão à meia noite de sexta-feira um e-mail com as melhores ofertas do site. Você pode se cadastrar no site para receber as ofertas e ainda participar de um concurso cultural e concorrer a um iPhone 5.
E se eu quiser comprar em sites internacionais?
Primeiro de tudo, é preciso ter um Cartão de Crédito Internacional ou uma conta no PayPal. O site permite que você faça compras em diversas lojas online. Você cria sua conta gratuitamente, cadastra seu cartão de crédito Visa ou Mastercard e já está pronto para realizar suas compras online com segurança, no Brasil ou em qualquer outro país.
É melhor se prevenir! Prefira sites mais conhecidos, como Amazon. No caso das mercadorias, opte sempre por aquelas que tenham marcas mais conhecidas.
Compare os preços! Buscadores como Google Shopping ajudam você a comparar preços.
Segurança na hora da compra: Caso não queira correr riscos, escolha a opção de frete com código de rastreamento e seguro. Assim, você poderá rastrear seu pedido pelo site de entrega, como o dos Correios.
Verifique a avaliação de outros compradores. Nada melhor que bons comentários e avaliações positivas para confirmar a veracidade dos sites de compras online.
Atenção à cotação do dólar! É importante ressaltar que quando a compra é efetuada pelo cartão de crédito, a cotação do dólar não será a cotação do dia da compra e, sim, a impressa no dia da fatura do cartão
Quais taxas estão inclusas nas compras?
As taxas são determinadas de acordo com o produto pela Alfândega, que é a responsável pela fiscalização das importações e exportações. Essa taxa é de 60% do valor total da compra em reais, mas nem sempre é cobrada. Em entrevista ao TeleSéries, Bill Tinoco, estudante de Game Design, afirma que “Uma das vantagens foi não ser taxado pelas compras, coisas que eram US$70 eram vendidas a $50 e a alfândega não pode parar”.
Existem impostos que certamente serão cobrados, como:
ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços: Cobrado por qualquer produto que ultrapasse as fronteiras municipais, estaduais ou nacionais.
IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados:Para produtos importados, a taxa é cobrada sobre o valor do produto e com taxas de importação já inclusas.
IOF – Compras com cartão de crédito no exterior, mesmo que a cobrança seja feita em reais, serão taxadas com percentual de 6,38% do Imposto sobre Operações Financeiras.
Imposto sobre Importação de Produtos Estrangeiros: Todos os produtos que chegam de outros países são taxados com este imposto.
Essa taxa de importação é cobrada sobre o produto e se a quantidade de produtos comprados excederem o valor de 500 dólares e não forem declarados (o que é considerado ilegal), é aplicada uma multa de 50% sobre o valor excedido. Entretanto, tudo depende do tipo de produto que está sendo importado ou exportado.
Atenção:
Alguns compradores relatam que ao fazer a compra online pelo PayPal, com a opção de “efetuar pagamento com a conversão de moeda para reais brasileiros (BRL)”, o percentual de 6,38% de IOF não é cobrado. Além de garantir que o valor do dólar não suba (risco cambial), o valor da mercadoria permanece o mesmo.
Livros, revistas e jornais são isentos de Imposto de Importação, segundo a Constituição Federal. A isenção para valores abaixo de US$ 50 só vale para remessas feitas entre pessoas físicas apenas, ou seja, compras feitas em lojas online (pessoa jurídica) podem ser taxadas.
E o frete?
A Amazon possui três tipos de frete para o Brasil:
Standard International Shipping: É o mais barato com um prazo médio de entrega entre 16 a 30 dias úteis. O valor é calculado da seguinte maneira: US$ 4,99 (entrega) + US$ 2,99 (no caso de Cds, DVDs) ou US$ 4,99 (no caso de livros).
Expedited International Shipping: O prazo médio de entregas é de 11 a 19 dias úteis, sendo o valor: US$ 13,99 por entrega + valor por item (US$ 2,99 para Cds e DVDs ou US$ 6,99 para livros).
Priority International Courier: Este é o frete mais caro. O prazo médio para entrega é de 3 a 6 dias úteis, sendo que o valor calculado acontece da seguinte maneira: US$ 29,99 por entrega + valor por item (US$ 2,99 para Cds e DVDs ou US$ 6,99 para livros). Além disso, o Imposto de Importação e o ICMS são cobrados diretamente no pedido. Este frete permite rastreio.
Fique atento à compra de DVDs!
Os fabricantes de DVDs da América Latina e Oceania são distintos das outras partes do mundo. Entretanto, a maioria dos aparelhos de DVD vendidos no Brasil podem ser desbloqueados para a leitura de DVDs de outras regiões, como Europa, América do Norte, etc. com isso, você não terá problemas ao adquirir um DVD de outras regiões.
Legendas e Idiomas
É difícil ter certeza sobre os idiomas em DVDs de outras regiões, visto que os sites de compras muitas vezes não estabelecem estas informações claramente. Cabe ao comprador pesquisar e verificar as informações adequadas às suas necessidades.
Cuidado, atenção e boas compras!
Não deixe de pesquisar antes de realizar suas compras online e ter cuidado com cada uma de suas escolhas. Lembrando que na segunda-feira acontece o Cyber Monday, dia em que as lojas de compras online fazem suas promoções. Não deixe de visitar sites conhecidos como Amazon, Walmart, Best Buy e Target. Além de livros e DVDs, brinquedos e roupas recebem descontos e podem ser encontrados com ótimos preços.
Entrevista
Fizemos uma entrevista pra tentar compreender melhor esse ritmo de compras da Black Friday. Juntamos algumas perguntas frequentes e pegamos o ponto de vista de um comprador sobre compras em sites internacionais. Veja, a seguir, nossa conversa com o estudante Gabriel “Bill” Tinoco:
Equipe Teleséries: Quando você fez a compra? Quais os motivos?
Bill: Fiz a compra na última Black Friday. Já conhecia a promoção de outros anos e tinha valido muito a pena.
TS: O preço era melhor?
Bill: Sim, o preço era incrivelmente melhor, descontos de até 75%.
TS: Em que site você faz esse tipo de compra?
Bill: Eu compro na Amazon e na Starland, em dia de Black Friday.
TS: Compensou a espera?
Bill: Algumas coisas que comprei foram via distribuição digital, então chegavam instantaneamente, as outras, eu esperava até 30 dias para chegar.
TS: E as vantagens? Quais foram?
Bill: Uma das vantagens foi não ser taxado pelas compras, coisas que custavam 70 dólares eram vendidas a 50 dólares e a alfândega não pode parar.
TS: Já teve alguma experiência ruim por fazer compra em Black Friday internacional?
Bill: Não, nunca tive uma experiência ruim.
TS: Qual foi a forma de pagamento? Cartão ou Paypal?
Bill: Cartão.
TS: Houve alguma cobrança sobre conversão da moeda?
Bill: Sim, pagamos IOF (Imposto Sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro).
TS: Pretende fazer alguma compra este ano?
Bill: Sim, já estou guardando minha grana [sic] para comprar esse ano. É uma das épocas do ano em que os jogos ficam mais baratos e não posso deixar essa chance escapar.
Gabriel “Bill” Tinoco é estudante de Game Desing e mora em Niterói, Rio de Janeiro.
Essa matéria foi idealizada através da parceria entre as colaboradoras Nathália Primo Patrício e Cínthia Quadrado.
‘Bones’ recebe prêmio especial da cidade de Los Angeles
11/11/2012, 21:15.
Redação TeleSéries
Notícias
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O seriado Bones, da FOX, se especializou em emocionar seus fãs durantes as oito temporadas em que já está no ar. Agora foi a vez dos atores se emocionarem com a repercussão do trabalho desenvolvido na série. Na última sexta-feira, dia 9, os atores David Boreanaz e Emily Deschanel, os produtores Hart Hanson e Stephen Nathan e boa parte do elenco de Bones participaram de um evento no city council da cidade de Los Angeles, órgão equivalente à Câmara Municipal no Brasil, onde receberam um prêmio de reconhecimento.
Bones chamou a atenção das autoridades com a produção de um episódio especial sobre os veteranos de guerra e com foco especial nos atentados do dia 11 de setembro. A série recebeu o prêmio honroso dias antes da comemoração oficial do dia dos veteranos nos Estados Unidos, que é realizada hoje.
Se você acompanha a série pela programação brasileira, é melhor parar de ler a notícia por aqui. Mas os que estão loucos de curiosidade sobre esse episódio para lá de especial, ele vai ao ar amanhã nos Estados Unidos, às 20h, pela FOX e será intitulado The Patriot in Purgatory.
A história leva os profissionais do Instituto Jeffersonian a identificarem os restos mortais de um provável morador de rua. No entanto, as pesquisas do time de Bones e Booth levam a descoberta de que o morador de rua é na verdade uma das vítimas do atentado ocorrido em 11 de setembro de 2001.
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Segundoa atriz Emely Deschanel o ponto mais importante do episódio é honrar o homem que morreu no atentado terrorista. “Nós percebemos que ele era um herói, um veterano e precisava de um enterro apropriado. Booth lhe dá isso e é muito comovente”, afirmou a atriz que dá vida a Brennan. Para Boreanaz, o episódio é muito intenso. “Quando você lê (um roteiro) dessa magnitude ele se torna um pouco esmagador. Existe um medo de trabalhar nele, porque você quer fazer bem, e existe uma parte de você que não quer fazê-lo porque é muito cedo”, explica o ator que interpreta Booth.
O produtor executivo da série Stephen Nathan foi o responsável pelo roteiro do episódio homenageado e afirmou que em alguns momentos se esquece do impacto que a televisão tem nas pessoas em suas casas. Para Nathan às vezes é possível fazer um pouco mais do que apenas proporcionar entretenimento aos espectadores.
Em The Patriot in Purgatory, cada membro da equipe demonstrará sua ligação com os acontecimentos de 11 de setembro. Booth lembrará do seu histórico como soldado e todos vão trabalhar fervorosamente na investigação do caso. Deschanel revelou que mesmo a sua personagem que normalmente coloca sua humanidade de lado em prol da ciência, não vai conseguir passar ilesa pelas emoções que envolvem a história do episódio.
Em Bones, o militarismo é muito presente em suas mais variadas formas. Começando com o próprio Seeley Booth, um ex franco-atirador no Exército dos Estados Unidos, que já serviu em guerras, como por exemplo a Guerra do Golfo. o personagem é muito patriota e defende a temática de que, se você tem deveres a cumprir pelo governo, você deve cumpri-los.
Essa ideia emplacou quando Zack (Eric Millegan), um dos estagiários de Brennan, foi chamado para servir ao Exército. O cientista pediu conselho para o agente do FBI, devido a experiência dele nas forças armadas. Booth, contatou-o pedindo conselhos. Booth o disse que Zack deveria ir, porque não poderia faltar com seus deveres.
A questão voltou a ser pauta do seriado na quinta temporada, quando o próprio Booth foi convocado a servir no Afeganistão.
Confira o vídeo com imagens da homenagem à Bones:
Com informações do site TVLine e TV Guide.
Colaboração de Aline Ben e Ana Botelho
[Especial de Halloween] Fantasias que eu quero vestir
26/10/2012, 15:58.
Redação TeleSéries
Especiais
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Com a proximidade dos Dia das Bruxas no hemisfério norte (e sul!), a gente já começa a fazer contagem regressiva para assistir aos (tradicionais) episódios comemorativos à data nos seriados americanos. Eles são sempre um evento à parte! Principalmente no que diz respeito aos figurinos. Dá vontade de pegar para a gente cada um deles.
Mas como toda festa á fantasia é quase um desfile de moda, o TeleSéries convidou as colaboradoras e consultoras de moda Gabriela Pagano e Maísa França para ajudar à nossa equipe a se vestir para esse Halloween. É claro, vamos todos vestidos de personagens de série. Que tal? Escolha seu “look” e vamos para a festa!
JESSICA “JESS” DAY – NEW GIRL
CLIENTE: Maria Clara Lima
A beleza e estilo de Jessica Day quase se confundem com os de sua intérprete Zooey Deschanel. A personagem tem um visual no melhor gênero “Mamãe, sou hipster” e encanta espectadores no mundo inteiro. Inclusive a nossa editora Maria Clara Lima. Para encarnar a Jess, ela tem duas opções:
O primeiro look exige mais tempo de preparação. Camisa tipo polo de mangas compridas, shorts de alfaiataria – preto ou azul petróleo -, sapatilha com strass e meia calça na cor preta opaca fio 40 são itens essenciais. Uma bolsinha de couro de alça longa deixa o visual muito mais estiloso.
Na segunda opção – bem “Jornalista”, como nossa integrante do TeleSéries -, uma blusinha colorida e divertida combinada a um cardigã (ou blazer) em tom de azul dão conta do recado. Óculos grande (e hipster) e caneca na mão são fundamentais – 70% do corpo do repórter é composto de café, indicam pesquisas. Ah, nessa segunda versão é fundamental: não penteie o cabelo ao se levantar da cama. Apenas prenda os fios com uma fivela, despretensiosamente.
Como a Maria Clara já tem franja, ela está pronta para fazer a Deschanel por aí.
Como usar:
1) Blusa
2) Shorts de alfaiataria
3) Sapatilha
4) Bolsa
5) Meia-calça Opaca Cor Preta
6) Blazer
7) Blusa
8) Óculos de grau
9) Caneca
TED MOSBY (HOW I MET YOUR MOTHER)
CLIENTE: Anderson Narciso
Ted Mosby é o típico romântico incurável em busca de sua alma gêmea e esbanja estilo por onde passa. Até quando veste as famosas botas vermelhas. Se você não o conhece, está aí uma oportunidade. Gatíssimo e bem vestido, Ted, apesar de tímido, é conquistador. Por isso, o mineiro Anderson escolheu se tornar o arquiteto mais famoso da atualidade por um dia e, para tanto, além de cabelo, Anderson vai precisar de uma camiseta básica preta, seguida de uma camisa de algodão listrada, calça social de sarja, sapato social preto ou marrom e cinto. Para os dias mais frios, o casaco de veludo dá um up no look.
Como usar:
1) Camisa de algodão listrada
2) Camiseta preta
3) Calça Sarja
4) Sapato Social
5) Cinto de couro sintétito
6) Casaco de veludo
JON SNOW – GAME OF THRONES
CLIENTE: Beto Carlomagno
Game of Thrones é uma série épica e aclamada. O visual de seus personagens não poderia fazer por menos: Jon Snow tem um estilo complexo e elegante! Vale lembrar que ele pertence a uma história onde “os verões duram décadas; os invernos, uma vida inteira”. Se tratando do Brasil, a gente poderia dizer que a afirmação tem valor inversamente proporcional. Ou seja, nosso colaborador Beto Carlomagno, além de ter muito estilo, é, também, bastante corajoso – assim como o personagem da série da HBO. O visual de Jon Snow é cheio de composições, como a legging sobreposta à saia masculina e blusa de manga longa acompanhada de jaqueta com zíper. Coturno e luvas de couro dão força à caracterização. O personagem original ainda usa uma capa felpuda que, aqui, pode ser adaptada com um casaco preto com gola de pelo falso ou simplesmente uma estola de pelo fake, vendida na coleção de inverno de qualquer loja de departamento. A segunda opção, provavelmente, é mais indicada para encarar os dias quentes de outubro no hemisfério sul. Boa sorte, Beto!
Como usar:
1) Blusa de manga longa
2) Calça preta
3) Saia Masculina
4) Luvas
5) Estola de pelo fake
6) Jaqueta com zíper
7) Bota Masculina Café
8) Casaco preto com gola de pelo falso
CHEERIOS – GLEE
CLIENTE: Gabriela Assmann
Saiam do caminho, pois as garotas mais populares do colégio estão chegando! As Cheerios americanas (porque brasileiras são poucas) são garotas cheias de atitude e arrancam suspiros por onde passam e foi por isso que a nossa colaboradora Gabriela Assmann escolheu o visual das garotas de perna de fora pra arrasar no Halloween. Pra entrar de vez na animação das líderes de torcida basta uma regata vermelha ou branca, uma saia rodada, tênis all star (ou keds) branco e pompom. Como o uniforme das líderes de torcida costumam ser bem específicos, se você estiver afim de caprichar no visual pode mandar fazer a própria fantasia.
Como usar:
1) Regata nadador vermelha
2) Saia rodada
3) Tênis
4) Pompom (feito em casa com tirinhas de papel)
KATHERINE PIERCE – THE VAMPIRE DIARIES
CLIENTE: Ariel Borges
A linda Ariel Borges escolheu a vampira mais sexy de Mystic Falls para ser sua musa inspiradora nesse Dia das Bruxas. Para viver a diva sanguinária, Ariel deve investir nas roupas justinhas, que marcam as curvas do corpo e dão toda sensualidade à Katherine. Calça legging preta, jaqueta jeans escura e top acetinado constituem um trio de matar! – com o perdão do trocadilho, no caso da nossa estimada vampira. Kat também não dispensa o salto fino, que impõe respeito e poder diante de qualquer inimigo que ouse enfrenta-la. Apesar de ser vaidosa, a personagem não é de exagerar nos acessórios e apenas um par de brincos lhe satisfaz. Ah, o Ian Somerhalder, infelizmente, não está a venda; nem nas melhores lojas de departamento!
Como usar:
1) Jaqueta básica em jeans escuro
2) Blusa acetinada preta
3) Calça legging preta
4) Cinto
5) Blusa acetinada pink
6) Ankle boot
7) Brinco laço e strass
RACHEL BERRY – GLEE
CLIENTE: Júlia Berringer
Até ano passado, quando se passeava pelos corredores do colégio McKinley High, você facilmente trombaria com a dramática e convencida Rachel Berry. Nossa colaboradora Júlia Berringer é o oposto de Rachel, mas, como uma boa gleek, escolheu virar a personagem por um dia. Como Rachel virou uma mocinha e agora está em Nova Iorque, Júlia vai poder optar por ser a Rachel-Colegial ou a Rachel-quero-cantar-na-broadaway. Para a primeira, saia xadrez, meia ¾, camisa branca, cardigã amarelo (podendo ser de qualquer cor) e sapatilha são o suficiente. Já para a segunda, boina, bolsa e saia lápis dão um ar mais maduro ao look, mas permanecem a meia ¾ e a sapatilha, que são marca registrada da personagem.
Como usar:
1) Boina
2) Saia Lápis
3) Baby Look
4) Sapatilha
5) Bolsa
6) Meia ¾
7) Cardigã Amarelo
8) Camisa Branca
9) Saia Xadrez
MORTICIA ADDAMS – THE ADDAMS FAMILY
CLIENTE: Patricia Emy H. Azevedo
É claro que um dos personagens mais clássicos da televisão não poderia faltar na nossa lista, né? Foi pensando nisso que a colaboradora Patricia Azevedo escolheu a Morticia Addams, a clássica vampira (sem presas) que adora conquistar o marido Gomez falando francês. Para entrar no visual gótico da personagem, basta um vestido preto de mangas longas, sandália preta (de qualquer modelo desde que tenha salto), anel e colar de pedra. Não precisa colocar fermento em pó no rosto (como dizia Wandinha)! Para deixá-lo pálido, é só aplicar bastante pó e pronto, Patricia já pode arrasar no Halloween.
Como usar:
1) Vestido preto
2) Colar de pedra
3) Sandália
4) Anel de pedra
RICK GRIMES – THE WALKING DEAD
CLIENTE: Lucas Silveira
Quando se fala em moda de Halloween, The Walking Dead é praticamente um must have da temporada. Inúmeros são os vídeos no Youtube que ensinam a fazer a complexa maquiagem de zumbi. Mas como não é todo mundo que lida bem com pincel, sangue de anilina e afins, principalmente os homens, Lucas Silveira vai com o outro personagem da série – sem perder a “tendência” que é The Walking Dead. Para viver o xerife Rick, é tudo bem básico: calça marrom, camisa bege, cinto de couro e qualquer sapato que tiver em casa. Um chapéu de xerife pode ser comprado em lojas de departamento ou especializadas em fantasia e dá força à caracterização. Pronto, Lucas. Vá em busca dos zumbis, que com certeza, aparecerão em peso na festa!
Como usar:
1) Camisa western bege
2) Chapéu de Xerife
3) Sapato
4) Calça em Sarja Marrom
5) Camiseta Branca
6) Cinto
Se for para escolher entre “gostosuras e travessuras”, nós, Gabriela e Maísa, ficamos com a segunda opção. Por isso mesmo, a gente também escolheu figurinos para comemorar a data mais macabra – e divertida! – do ano.
CHAPEUZINHO VERMELHO – ONCE UPON A TIME
CLIENTE: Gabriela Pagano
Na cidade de Storybrooke, ela atende – literalmente – pelo nome de Ruby, uma garçonete linda, rebelde e com roupas de gosto duvidosíssimo. Já nos contos de fadas, ela é a Chapeuzinho Vermelho, não menos linda e cheia de força. Mas esqueça aquela Chapeuzinho sem graça dos clássicos! A “Red” de Once Upon a Time não é apenas “a garota da capa vermelha”. Ela esbanja estilo e autenticidade. Para me vestir como ela, devo investir na saia plissada vermelha até os pés, corselet ou colete alinhado ao corpo, luvas na cor verniz e batinha branca. Um colar delicado completa a produção dessa Chapeuzinho mais madura e, portanto, mais vaidosa. Como o meu cabelo é liso, babyliss apenas nas pontas dá um charme ao visual. Pronto! O sinal está verde para viver o meu dia de “Vermelho”.
Como usar:
1) Blusa
2) Colar
3) Capa Vermelha (ou substituir por um sobretudo na mesma cor)
4) Saia Plissada
5) Colete
6) Luvas
MAX (2 BROKE GIRLS)
CLIENTE: Maísa França
Ser atendido por uma garçonete de humor ácido. Quem nunca? Com seu jeito um tanto quanto verdadeiro de ser Max, de 2 Broke Girls, é a rainha do humor (em todas as suas variações) e a responsável por causar diversas situações constrangedoras entre os clientes da pacata lanchonete no Brooklin, Nova Iorque. Além de garçonete, Max prepara deliciosos cupcakes pra conseguir uma grana extra. Para incorporar de vez a personagem, já que humor eu tenho e cupcake eu sei fazer, vou precisar de uma baby look amarelo mostarda e shorts da mesma cor (combinação que pode ser substituída por um vestido amarelo mostarda), bota de montaria, um avental de cintura vermelho e muitos acessórios: pulseiras, anéis e colares (todos bem chamativos), na boca um “batonzão” vermelho e no cabelo, cachos.
Como usar:
1) Baby Look Amarelo Mostarda
2) Avental
3) Mini Saia Jeans
4) Anel Caveira
5) Bota Montaria
6) Brincos
7) Colar
8) Bracelete
EXTRAS
Como a maioria dos looks listados acima eram femininos, o TeleSéries – provando que não é sexista, nem quando o assunto é moda – decidiu oferecer três visuais extras para os homens. Vejam só:
DAMON SALVATORE (THE VAMPIRE DIARIES)
Damon (ou o Ian Somehalder?) é uma referência no estilo “I’m Sexy and I know it”. Não é para menos. A combinação de olhos azuis e cabelo pretíssimo arrasa corações de moradoras e turistas de Mystic Falls. Para bancar o vampiro, não é preciso muita coisa, já que ele faz o tipo “mauricinho básico”. Jaqueta preta de couro, camiseta e calça escura conferem o visual, que pode ser finalizado com cinto e sapato social. Tudo em tons bem sóbrios, pois estamos falando de um vampiro com mais de cem anos. O lápis de olho preto é imprescindível, Damon tem o olhar mais penetrante da TV. A falta de habilidade com a maquiagem não é problema, já que o personagem usa lápis meio esfumaçado. Então, tudo certo se borrar um pouco. Pronto, você já pode sair fazendo o irmão-gato-Salvatore por aí! Só não esqueça de trabalhar o carão!
Como usar:
1) Jaqueta de couro
2) Camisa com gola V preta
3) Calça alfaiataria de moletom
4) Cinto de lona
5) Anel de aço
6) Sapato
7) Lápis de olho preto
KILLIAN JONES / CAPITÃO GANCHO (ONCE UPON A TIME)
Faz pouquíssimo tempo que o Capitão Gancho chegou a Once Upon a Time, mas, antes mesmo de sua estreia, o personagem já era super comentado entre os fãs da série. A gente não tem certeza se é pela beleza do ator – Colin O’Donogue – ou se é porque esse é o Capitão Gancho mais estiloso que já se viu. Na dúvida, é melhor ficar com ele. Para isso, você vai precisar gastar um tempinho maior montando o visual, já que o pirata, como é de praxe, capricha nos acessórios. Para começar, separe um sobretudo preto, que será combinado com um colete vermelho com cores bem vivas (um suéter também quebra um galho). Calça escura e botas de cano alto deixam o visual ainda mais charmoso. Anéis e colares de caveira, que estão super na moda e são fáceis de ser encontrados, podem ser usados à vontade, se esbalde. Vale, inclusive, assaltar a caixinha de bijuterias da irmã. Na série, Gancho não aparece com seu… Gancho desde o início. Mas o acessório é uma marca! E pode ser encontrado em lojas especializadas em fantasias, assim como a espada de brinquedo. Seguindo a tendência do Damon, o pirada não dispensa o lápis preto no olho. Pirata de cara limpa, nem pensar!
Como usar:
1) Sobretudo Militar
2) Colete vermelho
3) Cindo de couro
4) Camisa
5) Calça de microfibrar
6) Bota cano longo
7) Anel com duas caveiras
8) Gancho
9) Colar de caveira
10) Anel de caveira
11) Espada
CALEB (BUFFY, THE VAMPIRE SLAYER)
E, se tratando de Halloween, é claro que não poderia faltar um padre nessa história, né? Sempre que existe algo macabro acontecendo na TV, há um deles por perto, tentando controlar a situação. Só que no caso do Caleb, de Buffy, ele era a confusão! Talvez, os mais novos não saibam, mas o ator Nathan Fillion – que hoje vive o Richard de Castle – aterrorizava o sono dos fãs da série. Se você é daqueles que gosta de pregar sustos por aí, não há personagem melhor. Prepare o guarda-roupa e treine um olhar macabro! Você estará pronto para fazer sucesso! Para encarnar o antigo personagem, não precisa de nada complexo: camisa social e calça escura, sapato preto e cinto já dão conta do recado. Um lenço branco preso ao colarinho (abotoado até o fim) pode improvisar o traje típico do padre. Não levou nem quinze minutos para ficar pronto. Saia à captura das suas vítimas.
Como usar:
1) Camisa social preta
2) Calça jeans escura
3) Cinto de couro
4) Sapato social preto
Feliz Dia das Bruxas desde já – se é que isso é possível. Watch your back!
Promoção Cultural TeleSéries: Dia do Médico com o House
18/10/2012, 15:08.
Redação TeleSéries
Notícias, Promoções
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Hoje é o Dia do Médico e o TeleSéries e o Universal Channel Brasil vão sortear oito livros de House para você! A série do doutor rabugento que conquistou todo o mundo durou oito temporadas, e por isso, vamos sortear oito exemplares do livro que mistura filosofia e os ensinamentos do dr. Gregory House.
Aproveite e confira do nosso especial sobre Séries Médicas!
Regulamento da Promoção Cultural TeleSéries no Dia do Médico:
1. Vigência da promoção:
1.1 Esta promoção terá início no dia 18 de outubro de 2012 e se encerrará às 12h00 do dia 22 de outubro de 2012.
1.2 No dia 22 de outubro de 2012 ocorrerá o sorteio, por meio da ferramenta Sorteie.me ou similar.
2. Como participar do Concurso Cultural:
2.1 Poderão participar deste concurso qualquer pessoa física, residente do Brasil, seguidora (follower) do perfil @teleseries no Twitter.
2.2 Não será permitida a participação de perfis falsos, ou seja, criados apenas para participar de promoções.
2.3 Para participar, o interessado deverá escrever ou dar RT na seguinte frase:
Promoção Dia do Médico @teleseries: quero ganhar 1 livro A Filosofia em House e dou RT. http://kingo.to/1cw0
2.3 Os participantes poderão participar dando RT quantas vezes quiserem.
3. Premiação:
3.1 Serão sorteados OITO vencedores, que ganharão 1 (um) exemplar cada do livro “A Filosofia em House”, cortesia do Universal Channel.
3.2 O prêmio é individual e não poderá ser trocado por outro prêmio ou convertido em dinheiro.
3.3 O vencedor será comunicado publicamente do resultado do concurso por meio de um Tweet do perfil @teleseries, e também via Direct Message (DM).
3.4 O kit será enviado por correio ao vencedor da promoção.
3.4 O TeleSéries não se responsabiliza pela correção dos dados fornecidos no ato da Inscrição do concurso, bem como por qualquer informação prestada pelos participantes.
3.5 A participação presumirá a condição de que os participantes contemplados não possuem qualquer impedimento fiscal, legal ou outro que os impeçam de receber e/ou usufruir o prêmio ganho.
4. Disposições Gerais:
4.1 Os participantes serão automaticamente excluídos desta promoção, no caso de fraude ou má fé comprovada.
4.2 Todas as dúvidas e/ou questões surgidas da presente promoção serão solucionadas pelo TeleSéries, considerando sempre as normas de proteção ao consumidor em vigor. Das decisões das promotoras não caberá nenhum tipo de recurso.
4.3 O TeleSéries não se responsabiliza por nenhuma falha técnica de transmissão, problemas de acesso à Internet, serviços prestados pelo Twitter ou qualquer caso fortuito ou de força maior que possam impedir a participação do usuário.
4.4 A mera participação nesta promoção caracteriza a aceitação dos termos e condições previstos neste Regulamento.
4.5 Esta é uma Promoção Cultural, conforme especificado no art. 30 do Decreto No. 70.951, de 09 de agosto de 1972. A distribuição do prêmio desta promoção é gratuita.
4.6 As dúvidas, controvérsias ou situações não previstas no presente Regulamento serão dirimidas por uma comissão, de forma soberana e irrecorrível.
Séries Médicas: Bem além dos prontuários
18/10/2012, 11:22.
Redação TeleSéries
Notícias
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18 de outubro é dia de celebrar os doutores e doutoras que cuidam, preservam e salvam a vida de muitos personagens, na vida e também na TV.
Médico é sinônimo de sucesso na telinha. São semi-deuses poderosos, às vezes humanos até demais, que vivem seus dramas e suas alegrias numa linha tênue entre a vida e a morte. É desse modo que as séries médicas prendem a atenção do público.
Para comemorar o Dia do Médico, tentamos entender esse universo de corredores sem fim. Tudo preparado? É hora de scrub in*.
Lugar de adrenalina é na emergência
E.R. – Plantão Médico marcou uma geração. A série estreou em 19 de setembro de 1994, e foi criada por Michael Crichton e com produção executiva de Steven Spielberg. Anthony Edwards (Dr. Mark Greene), George Clooney (Dr. Doug Ross), Sherry Stringfield (Dr. Susan Lewis), Noah Wyle (John Carter) e Eriq La Salle (Dr. Peter Benton) formavam o elenco principal no piloto. A partir do décimo episódio, Julianna Margulies (a Dra. Carol Hathaway) entraria no elenco. Esse é o grupo que deu cara ao seriado, que tinha como o foco o dia a dia na emergência do County General Hospital, em Chicago.De George Clooney a Noah Wyle, entre brigas, tiros, mortes e cura, o que fica é a sensação de que nunca mais haverá um drama médico como este. A emergência era o cenário principal, ou seja, os médicos lidavam com casos de extrema urgência como acidentes, alergias, ataques do coração. Pura adrenalina. O interessante é que a essência da série era o procedimento médico. Certo que havia muito drama e romance, mas E.R. foi feita para refletir sobre que acontecendo dentro de um Pronto Socorro. Nada de endeusar os doutores aqui. Se errou? Paga. Se quebrou? Conserta! E assim vai.
Nós abrimos, cortamos e suturamos
Como é a vida de um cirurgião? Aliás, como é a vida da Dra. Grey (Ellen Pompeo) e seus amigos? Em Grey’s Anatomy, é impossível ficar indiferente aos personagens da série, o coração dessa história. A série está na nona temporada, e o modo como mostra a vida dos médicos serve como exemplo para muitas séries estreantes. Nessa história, que tem como foco em as cirurgias, a riqueza humana é o mais importante. Afinal, médico também sangra, também ama… Boa parte da ação se passa nos corredores e salas de operação do Seattle Grace (e nas salinhas de descanso também). E é por causa disso que é difícil acompanharmos o desenrolar de casos médicos. Geralmente os pacientes chegam, são operados, e desaparecem – ou porque melhoraram, ou porque pereceram. As exceções são os pacientes que se envolvem emocionalmente com algum dos médicos – como Denny, Ava e Henry – ou quando os próprios médicos viram pacientes, o que acontece com uma certa frequência. De quebra, aprendemos muito sobre várias doenças, procedimentos cirúrgicos pós-operatórios e, principalmente, sobre a finitude da vida humana e dos cirurgiões.
Checando as crenças
Salvar a esperança é salvar as próprias crenças. Médicos são conhecidos por não acreditarem muito em fatos além dos fatos. Séries como Saving Hope lidam com a jornada de doutores em uma situação de extremo “absurdo”, quando a razão é coloca em teste. Afinal, para quem lida com a vida e a morte, acreditar que o fim realmente é o fim fica um pouco mais fácil. Na série, Alex Reid (Erica Durance) é uma cirurgiã que não perde a esperança de salvar a vida do noivo, o médico Charlie (Michael Shanks), que está em coma. Nesse estado, o doutor é dado uma chance de experienciar o chamado de “pós-morte”, e passar a ver o espírito de pessoas que ou já se foram ou estão em estado crítico, como o dele. Essa é uma premissa bem parecida com a série A Gifted Man, onde o cirurgião Michael Holt (Patrick Wilson) ganha o “dom” de ver pessoas mortas, e é com esse entendimento sobre o que é a vida, que ele passa a ajudar seus pacientes. Essas séries, mostram a fé dos médicos, que passam a validar melhor a vida ao lidar melhor com a morte.
Quando a medicina importa
House foi uma serie diretamente ligada aos diagnósticos (criada por David Shore) feitos por um medico muito incomum e sua equipe. Além de expor doenças e condições raras do corpo humano a proposta da serie ia além com a personalidade de Gregory House (Hugh Laurie), um medico manco, antissocial, rabugento, desbocado, desrespeitoso, viciado em remédios, musico…louco, que tocava terror no hospital, na sua equipe, na chefe, no melhor amigo e nos pacientes dele mas no fim acabava desvendando um mistério medico aparentemente sem solução. “Todo mundo mente” o que House sempre dizia, ele não confiava em ninguém e estava sempre disposto a humilhar qualquer um, é a pessoa que amamos odiar e que odiamos amar. House era uma cítica aos comportamentos sociais, aos mitos e tabus, além de ter episódios intensos foi uma serie com bastante humor, estreio em 2004, terminou em 2012. O diagnóstico era o foco da série. Os médicos tinham que se desdobrar para “encontrar” a doença certa, e assim poder dar o melhor tratamento. Quem assistiu sabe que em muitos casos, dá um veredito sobre uma enfermidade, exige bem mais do que se pensa. Com uma dor no coração e sintomas de lupos tivemos que dar adeus a House.
A clínica que vai a fundo
O spin-off de Grey’s Anatomy encontrou seu lugar ao sol ao enfatizar o que se passa em uma clínica, na qual médicos de várias especialidades trabalham unidos para oferecer um diagnóstico completo e múltiplas opções de tratamento para seus pacientes. Eventualmente, algumas cirurgias são necessárias, mas esse não é o foco da série. E, muito embora assim como em Grey’s , com uma certa frequência os médicos virem pacientes e morram (porque estamos falando de um seriado de Shonda Rhimes), Private conseguiu ser bem diferente de sua “mãe”, por isso merece ser citada nesse especial. Além disso, é sempre legal ver o funcionamento de uma clínica, e a briga de opiniões – e egos – entre médicos com linhas de pensamento bastante diversas. É um lado do sistema de saúde americano que não é muito explorado nas séries de TV. O interessante é perceber os dilemas dos médicos diante desse sistema, que é bem caro para os seus usuários. E por não se tratar de uma emergência, os casos também são mais aprofundados, com questões sérias como a fertilização in vitro e mastectomia. Há também uma relação bem maior entre o médico e o paciente, e aí já viu, fica difícil, às vezes, separar o vínculo.
A busca pelo melhor de si
Quando Hart of Dixie estreou na The CW, imediatamente lembrei de Everwood. Médicos da cidade grande que se refugiam no interior para se descobrir como pessoas por trás do jaleco. Quando a série estreou achei que era uma cópia barata, e vi com antipatia. Mas nada em Hart me incomoda mais, porque agora vejo até como uma homenagem a série cancelada. Mas enfim, o interessante das suas séries é perceber a relação entre os pacientes e o médico da cidade pequena. Muitos doutores reclamam da falta de humanidade nos hospitais, e que se você não tomar cuidado, o complexo de Deus toma conta de você. A relação quase familiar que o médico do interior tem com seus pacientes tornou Hart alguém que ela nunca imaginou ser: uma pessoa simples. Certo que Hart agora é bem mais coração do que medicina… A série estreou o ano passado e colocou em prova a credibilidade de Rachel Bilson, talvez a parte médica não seja mais o foco da série, mas esse tipo de medicina transforma mesmo as pessoas, não é?

Prática para privilegiados
Royal Pains conta a história do Dr. Hank Lawson que após perdeu o emprego no hospital onde trabalhava, ao ser acusado erroneamente, de ser o responsável pela morte de um importante paciente muda para os Hamptons (praia muito chic nos Estados Unidos) e acaba como médico particular dos ricos e famosos. Para compensar, ele não gosta da sua situação, acaba conseguindo conciliar atendendo os menos afortunados no hospital local. Hank mora com o irmão Evan R. Lawson que cuida da parte administrativa da HankMed e é totalmente deslumbrado pela vida nos Hamptons. E tem como assistente Divya Katdare. Hank mora na casa de hóspede do empresário alemão Boris Kuester von Jurgens-Ratenicz, que possui alguns mistérios que vão sendo revelados no desenrolar da série.
Medicina após a morte
Poucos são os médicos se interessam pela medicina legal. Mas na TV americana é o contrário: legistas tem emprego garantido, já que todo serial drama precisa de um médico de plantão para investigar cadáveres. A obsessão por crimes dos norte-americanos criou um subproduto no gênero: dramas em que o legista é o protagonista. A série que abriu este caminho foi a saudosa Crossing Jordan – sucesso da NBC, com sete temporadas mostrando a rotina de trabalho da doutora Jordan Cavannaugh (Jill Hennessy) e seus colegas Macy, Bug e Nigel. Abriu o caminho para outros shows como Women’s Murder Club, Rizzoli and Isles e Body of Proof. A história de Jordan estreou em 2001 e durou seis temporadas. A detetive médica ajudava a desvendar o que tinha posto um fim na vida das vítimas. A série foi criada por Tim Kring e o título faz referência a uma metáfora bíblica dos antigos hebreus que cruzavam o rio Jordão, que representa a passagem ao pós-vida.
A graça da medicina
“Não sou um super-homem”, era assim que o tema de aberta de Scrubs deixava o recado. Médicos são feitos de carne e osso. Com essa temática, a comédia brincou muito com as práticas de um hospital, com o relacionamento entre os médicos e com o real aprendizado nos tempos de residência. A turma de J.D. (Zach Braff) tirava um sarro de tudo o que as outras séries médicas se propuseram a levar a sério. Era narrada em primeira pessoa, o que nos fazia entrar no ponto de vista (nada, mas nada normal mesmo) do doutor John Michael “J.D.” Dorian. Criada por Bill Lawrence, a série tinha muita improvisação, e os atores eram encorajados a entender a graça no ato de salvar vidas. A série estreou em 2001 e teve nove temporadas.
Texto colaborativo de Alissa Lima, Maria Clara Lima, Mariela Assmann e Tati Lima, Paulo Serpa Antunes.
* Scrub in é um expressão em inglês usada em centros cirúrgicos que significa o ato do médico se desinfectar e se preparar para entrar em uma operação.
As bitches mais queridas da televisão
07/10/2012, 19:00.
Redação TeleSéries
Especiais
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Bitch é aquela pessoa que adora praticar uma boa maldade (por mais paradoxal que isso possa parecer), mas que não merece ser chamada de vilã, afinal, como veremos na lista abaixo, normalmente elas tem um bom motivo para as vilanias que cometem. Não existe série boa que não tenha uma boa bitch, afinal, o mundo não é feito de algodão doce e nem só de mocinhas chatas vive o universo, não é? E nós do TeleSéries, sabendo disso, resolvemos fazer um especial pra reunir as bitchs mais queridas do mundo dos seriados. Ah, como sou uma bitch da melhor espécie vou dar um conselho: ao sair tomem cuidado para não escorregar no veneno 😉
Karen Walker– Will & Grace
Como começar a falar da Karen Walker? Ela não tem sentimentos bons em relação aos outros? Ama a si mesma? Faz de tudo para se dar bem? Se Karen fosse um bicho, com certeza seria uma leoa. Determinada a ser a rainha da selva e topo da cadeia alimentar. Acho que estamos começando a conhecer um pouco mais da Sra. Walker, a bitch mais bitch do mundo das séries. Não a confundam com uma vilã, por favor. Karen Walker é egoísta demais para ser a personificação do mal, porque para a vilania é preciso focar muito no alvo, e o alvo da vida dela é ela mesmo, né “honey”? Além disso, glamour e acidez não devem ser desperdiçados com vilania, Karen quer mesmo é brilhar. A voz irritante e o padrão familiar de mancadas, fizeram dessa personagem de Will & Grace, alguém que amamos odiar, e odiamos quem não gosta dela. Afinal, não é todo dia que se encontra por aí alguém com tão pobre julgamento sobre a vida alheia. Karen, seus muitos amores, sua empregada estrangeira e os poucos amigos eram diversão garantida para quem curte a série. Adoro as sacanagens da Karen Walker. Beijos, Karen! Você faz falta. (Maria Clara Lima)
Santana Lopez – Glee
Santana Lopez (ou Satan, como preferem Mercedes e Kurt) vem diretamente de Lima Heights Adjacents, um dos bairros mais sombrios de Lima – Ohio, para deixar bem claro o que acontece com quem não votar nela… Bom, deixando as brincadeiras de lado, afirmo e reafirmo que a co-capitã das Cheerios é a bitch mais querida do mundo das séries. Ela é sarcástica, sedutora e não perde a oportunidade de falar poucas e boas para qualquer um que atravessar seu caminho, muitas vezes até humilhando seu oponente. Embora Santana tenha sido bitch muitas vezes, ela sempre voltou atrás e consertou seus erros, como nas diversas vezes em que saiu do New Directions e acabou voltando. O que torna tudo mais fofo é que toda raiva de Santana se justifica pelo fato de ela ter escondido sua sexualidade durante muito tempo, tendo que ficar afastada do seu grande amor, Brittany. Mas, independentemente do que o futuro reserva, Santana ainda conserva em seu interior aquele espírito de bitch que nunca irá abandoná-la (porque uma bitch de verdade nunca perde a essência), principalmente quando alguém mexe com a sua amada, como em Pot O’ Gold (03×04). Existe bitch mais linda do que uma que faz tudo por amor? #TeamSantana. (Gabriela Assmann)
Alison DiLaurentis – Pretty Little Liars
Alison até aparenta um jeitinho meigo, olhar doce e ar angelical. Mas aparências enganam, queridos leitores. E vocês se vocês pensam que Alison é esse ser iluminado, não conhecem a verdadeira identidade da bitch, que é extremamente manipuladora e vingativa. A líder de um grupo de amigas, de amiga não tinha nada. Manipulava todo mundo e sabia dos segredos mais obscuros de cada uma das quatro integrantes do grupo (e de mais uma infinidade de pessoas). Um dia, numa festa de pijama, desapareceu e morreu… e ela é tão bitch que continuou sendo bitch mesmo estando à sete palmos. E por isso ela merece esse título, já que ninguém quer ver seus segredos espalhados por aí… (Maísa França)
Lemon Breeland – Hart of Dixie
Quem assiste à loirinha Lemon Breeland passear pelas ruas de Bluebell com as roupas da tataravó, nem imagina que uma bitch se esconda ali. Não se deixe enganar. Lemon é, definitivamente, uma bitch! Pode até ser uma garota abandonada pela mãe, que cuida da irmã adolescente, sem o apoio do pai, o que quase nos amolece o coração. Mas oras, a Dra. Hart foi enganada pela matriarca a vida inteira, o pai de criação a ignorava e, se não bastasse, ainda foi obrigada a trocar Nova Iorque pelo Alabama, e nem por isso virou a casaca! Aliás, toda bitch que se preze tem um drama pessoal de fundo, está no “manual das bitches”. Acontece que Lemon é carismática, linda e dá emoção à pacata Bluebell: é ela quem coloca a “representante da civilização” Zoe Hart em seu devido lugar. Quem não se lembra daquela cena, na lanchonete, em que Lemon jogou na cara da médica que ela é uma quase “trintona” e solteirona? Ok. O mundo mudou e apenas as moças de Bluebell colocam o casamento na frente da carreira. Só que mulher nenhuma gosta de ser chamada de encalhada. Ainda mais na frente do melhor partido da cidade… Bitch! Mas, bem lá no fundo, Lemon é só uma alma carente à procura de amor. (Gabriela Pagano)
Kim Kaswell – Drop Dead Diva
Kim Kaswell (Kate Levering) não é uma bitch qualquer. Ela não transita pelo caminho do ódio, da vingança ou da inveja. Ela não precisa se auto-afirmar. É reconhecidamente bonita, competitiva e ótima advogada. O pecado da bitch Kaswell é a ambição e Jane Bingum pode ser uma pedra em seu caminho. Por isso Jane é, preferencialmente, o alvo de suas “maldades”. Ela já namorou Grayson, por quem Jane é eternamente apaixonada, e testemunhou contra ela, quando Jane quase perdeu a licença para advogar. No momento, Kim está em standby. Como, no final da terceira temporada de Drop Dead Diva, Kim conseguiu tornar-se sócia da Harmon & Parker e atualmente está grávida do chefe, anda mais comportada, aparentemente mais suave e fragilizada. Mas não nos deixemos enganar, sob esse novo verniz ainda reside a bitch oportunista e manipuladora, pronta para mostrar as garras ao se sentir ameaçada. Afinal serpente é serpente, mesmo quando está oferecendo uma apetitosa maçã.
Victoria Grayson – Revenge
Para ser uma bitch de verdade, a pessoa tem que ter um currículo de grandes conquistas em toda a sua carreira. Desse modo, lhes apresento uma forte candidata para esse cargo: Victoria Grayson. Para os vizinhos, a senhora Grayson é apenas a rainha de toda a costa. Mas o que eles não sabem é que a megera possui uma vasta quantidade de armadilhas preparadas que já causaram muito pânico na vida de pessoas inocentes. Para começar, ela já colocou o amor de sua vida na cadeia e casou com um empresário só por que ele era rico. Não satisfeita, ela solta o seu veneno diariamente em cima da filha, que não só é afetivamente carente como também tem problemas de autoestima. E se vocês pensam que isso é tudo, o Diabo em forma de gente já contratou um advogado para encobertar um acidente que o seu filho se meteu e em seguida, deu dinheiro a um bandido para espancar o filho que havia sido preso como suspeito de assassinato. Mas como toda bitch, ela também passou por um período de tédio e resolveu entregar para a polícia as provas que ela tinha para incriminar o próprio marido da morte de centenas de pessoas num avião, o que fez gostarmos um tanto dela. Victoria Grayson é a maior bitch de todas e se tudo de certo, o seu próximo passo é voltar reencarnada do mundo dos mortos para continuar o seu jogo favorito: acabar, com classe, com a felicidade alheia. (Mario Madureira)
Regina Mills/Rainha Má – Once Upon a Time
Regina – ou Evil Queen, para os íntimos – adora praticar uma vilaniazinha. E não são das pequenas e inocentes. Ela arranca corações, mata – até o próprio pai -, separa famílias. Mas, ainda assim, a amamos e torcemos para que o final dela não seja ruim. Por que aqui, toda a bitchness veio de berço, e Regina sempre se submeteu aos desígnios da mãe malvada e controladora. Resultado? Um coração partido, e uma inimiga mortal. A partir daí, nem o céu foi o limite para a dor de amor da malvada. Mas, apesar de tudo, há amor naquele coração peludo, e de tempos em tempos Regina controla sua ira e, eventualmente, até pratica algum bem em prol da coletividade. O fato é que o carisma da Evil Queen é tanto que amamos ela, ainda que só de maldades sua vida seja feita. (Mariela Assmann)
Ivy Lynn- Smash
Ivy Lynn ou Evil Lynn, como preferirem (rs), não mede esforços para alcançar o tão sonhado posto de protagonista de Bombshell, musical da Broadway que conta a vida de Marilyn Monroe. Como não poderia deixar de ser, a cantora acaba cometendo algumas vilanias – praticar algumas sabotagens; transar com o diretor do musical e; dormir com o noivo da rival, esfregando isso na cara dela durante os momentos mais tensos da montagem da peça – que são dignas de alçá-la ao posto de bitch. Mas nada no showbiz é fácil, né? E Ivy está aqui para tornar a vida de Karen (a mocinha sem sal) um inferno. Já dizia minha vó: “amigos, amigos. Negócios à parte”. Ivy muitas vezes não age com maldade, ela apenas é obcecada pelo papel de Marilyn, que significaria a realização de um sonho para alguém que está há muito tempo na batalha. Ela sabe que é mais talentosa que a rival, sabe que esteve muito perto de realizar seu sonho e, por isso, não quer deixar a chance escapar. Mas o mais importante de toda essa história – e que automaticamente conduz Ivy ao posto de melhor bitch dos seriados – é que a moça é incrivelmente talentosa. Me respondam com sinceridade: quando Ivy abre a boca para cantar alguém consegue lembrar das maldadezinhas que ela comete? (Gabriela Assmann)
Quinn Fabray – Glee
Segundo o nosso querido Wikipédia, se denomina bitch “uma mulher maliciosa, vingativa, dominadora e/ou má”. Quinn Fabray é a típica líder de torcida do William McKinley High School, namora o quarterback popular, esnoba os outros garotos, faz bullying com as pessoas estranhas, e ainda dá tempo de trair o namorado com o melhor amigo dele. Como se não bastasse, fica grávida do amigo do seu namorado, e convence o quarterback de que o filho é dele (sendo que os dois nem tiveram relações). Mais tarde, ainda na primeira temporada, ela cria uma lista que coloca em ordem os membros do Glee Club de o mais promíscuo até o menos deles. Ela se coloca no topo da lista para incriminar Rachel, por quem seu namorado está interessado. E o melhor é que ela faz tudo isso com a maior cara de anjo e sem borrar a maquiagem. Quer mais malicioa, vingativa, dominadora e má do que isso ? (Julia Beringer)
Carlene Cockburn – GCB
Carlene, no fundo, bem no fundo, é uma coitada. Sua personalidade vingativa e maldosa nada mais é que resultado de todo o sofrimento pelo qual ela passou durante a escola, e se tem alguém que merece a culpa por tudo isso, este alguém é Amanda. Durante a adolescência das duas, Amanda simplesmente tornou a vida de Carlene em um inferno por ela não fazer parte da turma popular do colégio e por não figurar entre as mais bonitas. No entanto, Carlene deu a volta por cima e hoje é a bitch mais loura, plastificada e amada do Texas. Ah, e não se esqueça de que ela tem ninguém mais ninguém menos que Deus do seu lado! (Beto Carlomagno)
Cersei Lannister – Game of Thrones
Nenhuma das personagens de Game of Thrones é perfeita. Todas tem seus defeitos e qualidades, mas se fossemos escolher a mais maléfica, calculista, intriguista, enfim, a mais bitch de Westeros, com certeza o primeiro lugar seria da Cersei Lannister. A rainha traía seu marido com o irmão gêmeo, compactuou com uma tentativa de assassinato de Bran e foi responsável por um número considerável de mortes da primeira temporada (Ned Stark, Robert Baratheon, Jon Arryn, bastardos de Robert, Lady e por aí vai…) Além de tudo, conseguiu criar um filho que protagoniza as maiores barbaridades da série: o odiado Joffrey. Mas quem vai culpar uma leoa que só quer proteger sua cria e ter o poder do reino nas mãos? Não é qualquer um que tem coragem de desafiar Cersei, e os que tentaram não estão vivos pra contar história! Certamente Cersei é a bitch mais glamurosa e poderosa dos sete reinos. (Juliana Baptista)
Katherine Pierce – The Vampire Diaries
Katherine Pierce ou Katerina Petrova, como preferir. Colocando fogo no mundo desde 1475. Ela se transformou em vampira para salvar a vida e foi quando aprendeu a controlas as próprias emoções – lê-se não senti-las de forma alguma – foi que virou uma bitch de marca maior. Afinal, foi ela a responsável pela transformação dos jovens e inocentes irmãos Salvatore em vampiros. Foi ela quem deixou Damon achando que ela estava presa numa tumba por mais de 200 anos e fez com que ele protagonizasse uma das cenas mais épicas de The Vampire Diaries. Por que ela é querida? Porque ela fez um número considerável de inimigos ao longo de seus mais de 500 anos de vida e conseguiu ficar ilesa esse tempo todo. Porque ela é egoísta, faz tudo em prol de si mesma e ainda consegue fazer com que os fãs fiquem ao lado dela. Porque sem ela não teríamos Damon, Stefan e Elena. Katherine Pierce, the safest psycothich bitch in town. (Ariel Cristina Borges)
Blair Waldorf – Gossip Girl
Blair Waldorf, Queen B. ou simplesmente B. é rica, mimada, fashion, mandona e manipuladora. Não mede esforços para conseguir o que quer e só não é mais bitch do que os que estão por trás do blog Gossip Girl. Encaixa-se perfeitamente na frase ‘você sabe que me ama’ e é a rainha do colégio, mantendo uma legião de discípulas ao seu redor e tirando o máximo proveito disso: desde um simples café à destruir o relacionamento de alguém, não importando quem seja, tudo isso para não perder seu posto. Mas se os amigos precisarem, ela não hesitará em se tornar a mais doce – ou a mais malvada – das pessoas para ajudá-los. Tem como não amá-la? (Maísa França)
Chloe McGruff – Don’t Trust the B—- in Apartment 23
Não tem quem duvide da reputação de bitch da Chloe, mesmo porque o próprio nome da série não deixa dúvidas. A moradora do apartamento 23 inferniza a vida de qualquer colega que ousa dividir o aluguel com ela. Chloe já “mandou” muitas moças de volta para suas cidades no interior ao mostrá-las o que Nova York é capaz de oferecer. Mas ela também tem suas qualidades. Por mais que a traição com o noivo da amiga tenha deixado todos horrorizados, nós logo descobrimos que era para June perceber o quão canalha o sujeito era e não se casar com ele. Tudo o que a Chloe faz acaba tendo um motivo, nem que seja consertar algo que ela mesma bagunçou. Ela acaba se mostrando uma boa amiga, tanto para June quando para James Van der Beek. Mas, não importa o que aconteça, ela sempre será uma bitch com tudo e com todos. (Mariana Freire Cabral)
Emmy Awards: momentos inesquecíveis
23/09/2012, 16:37.
Redação TeleSéries
Especiais
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Domingo é dia de Emmy Awards, o mais prestigiado prêmio de televisão norte-americana. É dia de torcer, rir muito, se emocionar, vaiar e comemorar as derrotas e conquistas das nossas série favoritas.
Dentro deste espírito, e como forma de esquentar o telespectador antes de mais uma edição do Emmy, fizemos uma promoção em nossa fan page no Facebook para que os leitores lembrassem conosco de alguns momentos inesquecíveis da premiação. Os 10 melhores depoimentos foram reproduzidos abaixo – e os 10 sortudos abaixo vão levar de presente canecas exclusivas do Canal Sony.
Confira a seguir os 10 depoimentos:
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É lugar comum falar que gosta de Friends, eu sei… mas posso dizer que essa é (ainda) minha série favorita, e que acompanhei ela desde quase o início, quando começou a passar no Brasil. E por isso, para mim, o momento inesquecível do Emmy foi quando eles ganharam o prêmio de melhor série de comédia, em 2002, além da premiação da Jennifer Aniston como melhor atriz de comédia, no primeiro ano em que eles decidiram entrar na categoria ator/atriz principal de comédia. Lembro até hoje a emoção dela ao subir no palco, esquecendo de agradecer o marido (que era só o Brad Pitt), e agradecendo somente na entrevista após a premiação… (Patricia Yamaguti)
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O melhor momento foi quando, mais uma vez, homenagearam os atores que vieram a falecer. Não tinha como falar de outra coisa, pois é uma homenagem a ídolos que marcaram história na televisão. Entre esses está Andy Whitfield de Spartacus, que foi um excelente ator. (Jhony Ross)
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Um dos melhores momentos foi no ano passado mesmo, na categoria de atriz em comédia. É a minha favorita, pois sempre é uma das mais disputadas. Apesar de a ganhadora não ter sido do meu agrado, a forma como ela foi anunciada, com todas as concorrentes subindo ao palco, foi demais! Tina Fey, Amy Poehler e Martha Plimpton lado a lado foi inesquecível! (João Paulo Belmok)
Quando Melissa McCarthy ganhou o Emmy de 2011 de melhor atriz de comédia em sua primeira indicação, desbancando algumas favoritas e mostrando que talanto não tem forma ou peso. Foi gostoso se emocionar junto com essa espetacular atriz que, com certeza, mereceu esse importantíssimo prêmio e que vem se destacando na TV e no cinema. (Sandra Mari Isidoro Exterkoetter)

A participação do ator Christopher Reeve no Emmy de 1997, onde comoveu o público e fãs mostrando garra ao subir no palco e apresentar o ganhador de uma categoria do prêmio naquele ano, além é claro, de ter faturado um Emmy especial por sua narração em um filme para a TV. (Alexandre Exterkoetter)
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O melhor momento do Emmy 2010 foi quando o Ricky Gervais subiu no palco para apresentar um dos prêmios e resolveu fazer uma brincadeira sobre bebidas e começou a distribuir cerveja para os convidados das fileiras da frente. Acontece que Matthew Perry (Friends), que teve problemas com a bebida e tinha recém saído de uma clínica de reabilitação, recusou educadamente a garrafa. (Karin Klinczak)
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O melhor momento do Emmy 2011 foi quando chamaram Charlie Sheen no palco e todos esperavam que ele fizesse polêmica, mas em vez disso, ele desejou o melhor à equipe de Two and a Half Men. Mesmo não gostando dele, foi um momento bonito e ele agiu com classe e elegância. (Débora Phetra)
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Lembro do ano em que os atores cantaram as músicas-tema de séries antigas e a Kristen Bell deu um show cantando e dançando o tema de abertura de Fame. E infelizmente foi o mais perto que Veronica Mars chegou de uma estatueta do Emmy. (Paul Pfeiffer)
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O musical de abertura do Emmy Awards 2010 com o elenco de Glee, Jimmy Fallon, Tina Fey e especialmente o Jorge Garcia e a Nininha Dobrev. (Pedro Luiz Costa Vajani)
Meu melhor momento do Emmy foi no ano passado, onde assisti virtualmente com amigos do Grupo TeleSéries que tinha conhecido um mês antes. Foi prazeroso compartilhar palpites e comentários como se estivéssemos na mesma sala. E continuamos nossa amizade firme e forte 1 ano após. (Dieter Klaus Bubeck)
E você? Qual é o momento do Emmy que você não esquece? Deixe seu comentário para nós.
Os 30 melhores episódios da temporada 2011-2012: #10-1
15/09/2012, 15:58.
Redação TeleSéries
Especiais
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Quem não gosta de ver uma lista dos melhores disto, os melhores daquilo, pra comparar e medir a qualidade das coisas, e concordar em parte, ou discordar de tudo que está listado? Foi com este espírito que o TeleSéries se lançou a um desafio polêmico: escolher os 30 melhores episódios da temporada que começou em junho de 2011 e terminou em maio deste ano.
Ao longo de um mês de muito debate, listamos 30 episódios de 30 shows (só valia escolher um único por série) para por fim os ordenar – os episódio de 30 a 21 nós divulgamos na quinta-feira (leia aqui) e os de 20 a 11 na sexta feira (veja aqui), A parte final da lista, pensada dentro das comemorações dos 10 anos do TeleSéries, você vê abaixo. Confira quais foram os 10 melhores episódios do ano na nossa opinião:

#10
Série: Modern Family
Episódio: Baby on Board (3×24)
Modern Family tem o dom de começar um episódio sem grandes emoções e no final fazer com que o telespectador fique emocionado por ser pego surpresa. Seria o momento que Mitchell e Cam trariam para a família um novo bebê. Tudo que poderia dar errado dá errado. E os dois se encontram num turbilhões de emoções para no final chegarem a conclusão que talvez esse não fosse o momento de adotarem um novo bebê. Mas os dois grandes momentos do episódio são de Jay e Gloria. Jay ao lado de Lily dançando balé foi uma cena muito fofa. Porém a revelação no final que Gloria está grávida foi umas das coisas mais bonitas da série e o mérito é da atuação de Sofia Vergara que conseguiu passar no olhar a emoção de sua personagem. (Tati Leite)

#9
Série: The Walking Dead
Episódio: Beside the Dying Fire (2×13)
Desde a primeira temporada, The Walking Dead vem explorando um grande campo desconhecido de relações sociais e suas afeições num mundo apocalíptico. E, como em qualquer adaptação, gerou discussões e críticas em torno das comparações com as histórias em quadrinhos. Apesar de se desviar muitas vezes da trama original, a série escolheu um modo alternativo de expor a liderança de Rick e de que forma isso afeta o grupo de sobreviventes. Mas o que ninguém esperava era que a série fosse pegar tão surpreendentemente os fãs, quando a trama voltou a se intensificar trazendo mortes que não esperávamos e introduzindo nos minutos finais Michonne e a prisão. Mas nada se compara a verdadeira face de Rick quando ele afirma fielmente que todos estavam vivos devido a ele. Suas decisões podem ter tido consequências ruins, mas serviram para manter o grupo unido e por um desses motivos, Beside the Dying Fire foi um dos melhores episódios do ano. (Mario Madureira)

#8
Série: Fringe
Episódio: Letters of Transit (4×19)
O 19° episódio da temporada de Fringe é figurinha fácil em qualquer lista de melhores episódios do ano. Isso porque os roteiristas brincaram e nos apresentaram aquela que será a realidade da quinta e, infelizmente, última temporada da série. Em Letter of Transit conhecemos o universo azul em 2036, após os Observadores terem tomado o controle da humanidade, no ano de 2015. E vimos o esforço dos agentes Simon Foster e Etta Bishop em achar os integrantes originais da equipe Fringe, mantidos no âmbar. Nesse episódio Olivia não aparece e descobrimos que William Bell fez algo horrível com ela. A trama do episódio foi bastante empolgante, e certamente todos os fãs da série estão bastante animados em ver um pouco mais do que o futuro reserva à Liv, Peter e companhia, nos 13 últimos episódios de Fringe. (Mariela Assmann)

#7
Série: The Good Wife
Episódio: Another Ham Sandwich (3×14)
The Good Wife é conhecida por fazer episódios redondinhos, com boas atuações e bom roteiros. E tudo na terceira temporada aconteceu para convergir no episódio épico do julgamento de Will – o mais aguardado da temporada e provavelmente o melhor da série até agora. Os grandes vilões (Wendy e Dana) se deram muito mal, achando que derrubariam Will, que, na verdade, só tinha feito uma doação à Unicef por meio de um juiz. Achávamos que Kalinda estava realmente ajudando Dana, mas ela mostrou sua lealdade a Will, em uma das melhores cenas de toda a série. Foi uma boa jogada Will não ter invocado a quinta emenda, o que torna tudo muito mais prazeroso. E tivemos ainda o momento depoimento de Alicia diante do grande júri. Tinha certeza que Wendy iria fazer qualquer coisa para tentar provar que Will era corrupto, e que isto faria seu relacionamento com Alicia vir à tona. Os méritos do episódio não ficam só nos plot twists, mas em todas as deliciosas cenas do julgamento, em especial Alicia sendo confrontada por Wendy. (Marco C. Pontes)

#6
Série: Community
Episódio: Digital Estate Planning (3×20)
O combinado era escolher apenas um episódio de cada série. O que é especialmente um problema pra Community. Nenhuma outra série arriscou tanto nesta temporada e criou tantos episódios únicos e memoráveis como a comédia de Dan Harmon. Mas escolher um é preciso e o mais original, na minha opinião, é Digital Estate Planning. Nele Pierce e seus colegas de faculdade embarcar numa jornada dentro de um jogo de videogame, tendo como prêmio a herança de Pierce. O episódio é todo muito engraçado. Mas pra quem cresceu brincando horas e horas com um console de 8 bits, como um MSX, NES ou Master System, é muito mais do que isto. Televisão e videogame se unem e o resultado é um episódio antológico. (Paulo Serpa Antunes)

#5
Série: Mad Men
Episódio: The Other Woman (5×11)
Mad Men fez uma temporada bastante regular – e ótima – o que poderia tornar difícil destacar um único episódio. Mas Semi Chellas e Matthew Weiner escreveram um roteiro digno de Emmy. The Other Woman marcou a mudança na vida das principais mulheres de Mad Men, e consequentemente dos homens ao redor. Joan faz qualquer coisa para conseguir o que quer. É repugnante o modo como ela chega à sociedade de SCDP, mas mostra o seu caráter, para ela não importa como. Peggy também percebe que ela tem que mudar para poder crescer. Com uma linha temporal indefinida no início do episódio vemos a obstinação de uns poucos e o desespero de muitos. (Camila Telcontar, do Apaixonados por Séries)

#4
Série: Parks and Recreation
Episódio: The Debate (4×20)
Parks and Recreation teve uma quarta temporada sólida, consistente, gerando grandes momentos cômicos em torno da candidatura de Leslie para o conselho municipal. E a temporada teve um ponto alto, o antepenúltimo episódio, The Debate, que coloca Leslie participando de um debate com o riquinho Bobby Newport (Paul Rudd, fantástico), um ativista ecológico, o dono de uma loja de armas e uma atriz pornô (que é quase um clone da Leslie). E ainda tem Andy reencenando filmes de ação, Chris tentando reatar com Ann, Tom com ciúmes e Ron Swanson fazendo gato de TV por assinatura. É um episódio que consegue fazer algo que na maioria das vezes Parks não consegue: ser engraçado o tempo todo, do início ao fim. E ainda tivemos um inspirador discurso de encerramento da Leslie. Já ganhou! (Paulo Serpa Antunes)

#3
Série: Homeland
Episódio: The Vest (1×11)
Em The Vest, penúltimo episódio da temporada de Homeland, não há mais espaço para as dúvidas que rondaram as 10 primeiras semanas da série – Carrie é capaz de fazer seu trabalho? Brody é mesmo um terrorista? Qual o plano de Abu Nazir? Agora as coisas estão claras, mas a única pessoa capaz de ver o quadro geral não tem credibilidade para fazê-lo. The Vest é o episódio de Homeland que tira as melhores performances no seu elenco: no terror nos olhos de Saul ao descobrir a condição médica de Carrie; nos sentimentos conflitantes de Brody, se reaproximando da família às vésperas de virar mártir; e especialmente no desequilíbrio de Carrie – numa atuação de luxo de Claire Danes, a melhor atriz em drama no ano. A série relevação de 2011 chegou ao seu auge. (Paulo Serpa Antunes)

#2
Série: Game of Thrones
Episódio: Blackwater (2×09)
Impossível falar dos melhores episódios da última temporada e não citar Blackwater. A batalha da água negra foi filmada magistralmente e o episódio proporcionou um verdadeiro show de interpretação de Lena Headey e Peter Dinklage. E certamente um dos motivos por tanto alvoroço em torno de Blackwater – justificadíssimo, diga-se de passagem – foi o fato dele ter sido escrito por George R. R. Martin, o autor da saga literária que foi adaptada para a HBO por David Benioff e D. B. Weiss. O confronto entre Stannis Baratheon e os Lannister – mais especificamente contra o comandante anão GIGANTE Tyrion – foi realista e emocionante, razão pela qual chegou a ser considerada por boa parte da crítica especializada como a melhor batalha já filmada para a televisão. O episódio mudou o estilo da série, já que toda a ação ficou centrada na capital dos Sete Reinos, enquanto que em todos os outros dezenove episódios a ação se desenrolava em vários cenários diferentes. Certamente uma das melhores horas do ano na televisão, e disparado o melhor episódio de toda a série. (Mariela Assmann)

#1
Série: Breaking Bad
Episódio: Face Off (s04e13)
Durante quatro anos acompanhamos a jornada de Walter White, se afundando em mentiras, arriscando a vida e a família, se enredando no mundo do crime. Walter é um peão, habilidoso, mas um peão. Face Off é o episódio da virada, que transforma o peão em rei (do crime), a caça em caçador. Quando achávamos que não havia mais para onde ir, que Vince Gilligan não teria mais como nos surpreender… Bum! Uma explosão, um incêndio e o veneno extraído de uma flor encerram mais uma temporada empolgante de Breaking Bad, reafirmam o show como a grande série de culto da atualidade e nos entregam o melhor episódio do ano. (Paulo Serpa Antunes)
E então, você concorda ou discorda da nossa lista? Deixe seu comentário!
Confira também as outras partes do especial:
Os 30 melhores episódios das temporada 2011-2012: #30-21
Os 30 melhores episódios das temporada 2011-2012: #20-11
Os 30 melhores episódios da temporada 2011-2012: #20-11
14/09/2012, 12:37.
Redação TeleSéries
Especiais
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O TeleSéries se lançou, dentro das comemorações do seus 10º aniversário, à trabalhosa, complicada e divertida missão de construir a lista dos 30 melhores episódios da temporada 2011-2012, que terminou em maio. O especial abriu ontem, com a publicação das primeiras 10 séries da lista (veja aqui). E prossegue agora com os colocados de número 20 a 11 do nosso Top 30 – lembrando que nos propomos a escolher um único episódio por série, o que complicou ainda mais a tarefa. Confira abaixo quais foram os episódios que deixaram nossos queixos caídos e deixe seu comentário.
Os melhores da temporada são:

#20
Série: Sherlock
Episódio: The Hounds of Baskerville (2×02)
Suspense com elementos de filme de terror conduzem a trama de The Hounds of Baskerville. Em uma investigação conduzida no meio da noite em uma floresta coberta de névoa, Sherlock defronta-se com o improvável: a existência de um monstro terrível. E uma visita a uma instalação do governo revela experiências com manipulação genética. Mordemos a isca: a solução do mistério parece óbvia… Mas em se tratando de Sherlock, o óbvio é um pouco mais complexo, e a solução do mistério repousa na extraordinária capacidade dedutiva do brilhante detetive criado por Conan Doyle. Hounds não é um substantivo, mas uma sigla; manipulação genética não passa de uma cortina de fumaça, e a solução do caso que, óbvio, estava lá desde o começo, só é percebida pelo extraordinário olhar de Sherlock Holmes. Um episódio que nos prende, do começo ao fim. (Regina Monteiro)

#19
Série: Psych
Episódio: Heeeeere’s Lassie (6×11)
Seriado famoso por fazer piada de qualquer coisa que tenha sido feita antes na televisão ou no cinema, Psych atinge o ápice em Heeeeeere’s Lassie ao incluir em 40 minutos piadas sobre grandes filmes de terror: do hotel de O Iluminado, passando por uma moça grávida com a cara de Rosemary e vestidos de Caça-Fantasmas, Shawn e Gus tiveram que segurar a risada nos muitos momentos em que Tim Omundson roubou a cena com seu Lassie. Com certeza conseguiram fazer o melhor episódio desta temporada e, se bobear, de toda a série. Imperdível. (Simone Miletic)

#18
Série: Desperate Housewives
Episódio: Give Me The Blame/Finishing The Hat (8×22/8×23)
Épico define bem o episódio duplo que encerrou uma das melhores séries já produzidas pela televisão norte-americana. Todos os elementos que marcaram Desperate Housewives durante suas oito temporadas estão presentes. As reviravoltas, o suspense, o humor e o drama de cortar o coração se uniram da forma que apenas Marc Cherry e a equipe de Desperate Housewives conseguiam fazer para criar um mix de emoções nos fãs que fizeram todos chorarem e rirem ao mesmo tempo. E o que falar das interpretações? Além das sempre competentes protagonistas, a performance que merece todo destaque é a da incrível Kathryn Joosten que infelizmente nos deixou logo depois que o episódio foi ao ar. (Beto Carlomagno)

#17
Série: Downton Abbey
Episódio: Christmas Special
Assim como Doctor Who, Downton Abbey teve seu especial de Natal este ano. A história acontece algum tempo depois dos acontecimentos do último episódio da segunda temporada e foi ao ar no dia 25 de dezembro de 2011 (nem preciso dizer o que fiz no Natal, né?). O grande destaque desse episódio com certeza foram o então não-casal Mary e Matthew. Eu mesmo que não foco a trama no relacionamento dos dois, apesar do relacionamento deles ser a base da história, tenho que reconhecer que fiquei muito feliz com esse episódio. Terminei a segunda temporada com uma raiva imensa do comportamento de Matthew e acreditava que esse episódio fosse apenas uma forma de matar as saudades dos fãs e os produtores ganharem mais dinheiro mas teve grandes relevância para a trama. Foi uma atitude acertada resolver a situação do noivado forçado de Lady Mary e reunirem a personagem a Matthew sem qualquer segredo entre os dois, mesmo sabendo que muitas brigas virão até o final feliz. (Tati Leite)

#16
Série: Curb Your Enthusiasm
Episódio: Palestinian Chicken (8×03)
Doze anos se passaram desde que Curb Your Enthusiasm estreou e, entra ano, sai ano, Larry David segue surpreendendo. Palestinian Chicken é uma destes clássicos instantâneos do comediante, que justificam as múltiplas indicações ao Emmy Awards em 2012. Este aqui poderia muito bem passar como um episódio do Seinfeld censurado pela NBC – tamanho o grau de brilhantismo e da quantidade de piadas politicamente incorretas com judeus e palestinos. Nele David vira frequentador (e herói) de um restaurante palestino, ao mesmo tempo consegue se envolver em conflito com todos os seus amigos e ganha de Jeff o justo apelido de “assassino social”. Ah, e ele ainda me solta esta pérola aqui: “deixe-me dizer uma coisa, o pênis não se importa com raça, crença ou cor. O pênis só quer ir pra terra natal. Quer ir pra casa”. (Paulo Serpa Antunes)

#15
Série: One Tree Hill
Episódio: One Tree Hill (9×13)
Falar nos melhores episódios de 2012 sem citar One Tree Hill seria injusto. A série que carregou milhões de fãs durante nove anos chegou ao fim em abril, com um episódio final recheado de emoção. Com todas as histórias propostas pela série neste ano já concluídas, o episódio final tratou de ser uma bonita homenagem a todos que continuaram assistindo a série e, com frases e gestos simples, tocou o coração de muitos fãs. Cenários utilizados nas primeiras temporadas foram relembrados pela série em que o personagem Julian Baker estava realizando; momentos únicos como Haley mostrando para seu filho Jaime o local em que ela guardava uma caixa com desejos, e que agora ela deixava para ele aquele local; e claro os tão famosos shows na casa noturna Tric que embalou durante muitos anos os episódios da série – vale ressaltar que no episódio final, o show contou com a participação do cantor Gavin DeGraw, que cantou o tema de abertura da série para todo elenco. Foi simples, mas emocionante. E não poderia terminar de outro jeito – onde tudo começou, na quadra do colégio, com todos os personagens já nos seus 30 anos assistindo ao filho de Nathan e Haley se tornar o novo astro do time de basquete. One Tree Hill vai ficar na lembrança. (Anderson Narciso)

#14
Série: Once Upon a Time
Episódio: Red-Handed (1×15)
Difícil escolher um episódio que se destaque Once Upon a Time, que é uma série que apresentou uma boa qualidade e um desenvolvimento linear e regular ao longo de seu primeiro ano. Mas Red-Handed, o 15º da temporada, se destaca dos demais. Aparentemente um episódio filler, uma vez que focado em Ruby (a personagem da ma-ra-vi-lho-sa Meghan Ory, até então uma figurante na série), Red-Handed avança na trama do desaparecimento de Kathryn, transformando a inocente Mary Margaret em suspeita. Mas o melhor é o que acontece no mundo dos contos de fada, com uma releitura surpreendente e inédita para a história de Chapeuzinho Vermelho. Por ser uma série “família”, a gente fica achando que Once Upon a Time vai ser sempre leve e sutil. Mas Red-Handed é um destes episódios que ousam e justamente por isto ficam marcados na nossa mente. (Paulo Serpa Antunes)

#13
Série: Person of Interest
Episódio: Firewall (1×23)
A season finale de Person of Interest não poderia ter sido melhor. Exceto o arco de Elias, que já fora resolvido em Flesh and Blood, outras duas tramas centrais, desenvolvidas durante a primeira temporada, tiveram uma conclusão: o RH foi desmascarado e a Superusuária foi identificada. Além disso, houve espaço para todos os personagens relevantes participarem do episódio. Talvez um presente de Jonathan Nolan e Greg Plegeman para seus atores. Um presente também para nós, fãs da série, Firewall ainda é, em minha opinião, o melhor roteiro da temporada 2011-2012. Aparentemente apenas mais um caso de alguém em perigo, a trama paulatinamente ganha um ritmo alucinante, levando os personagens a situações limites, onde a genialidade e a coerência de cada um é posta à prova a cada cena. E para fechar o episódio um cliffhanger de mestre, daqueles que nos faz querer não sair da frente da tela até o início da próxima temporada. (Regina Monteiro)

#12
Série: 30 Rock
Episódio: Queen of Jordan 2: Mystery of the Phantom Pooper
Assim como no primeiro episódio em que transformaram 30 Rock em um reality show, a acidez impera em todas as piadas envolvendo o gênero, o que faz deste não só o melhor da sexta temporada como um dos melhores de toda a série. Desde as subcelebridades que vivem em função de seus reality shows até as emissoras cuja programação é focada neste tipo de programa, nada escapa. Tem como não amar?! Um sonho: Queen of Jordan se tornar um spin-off de 30 Rock agora que a série está caminhando para a sua última temporada. (Beto Carlomagno)

#11
Série: The Killing
Episódio: What I Know
Linden e Holder na minha opínião entra para a galeria de uma das melhores duplas na TV. Mesmo não tendo trabalhado juntos por tanto tempo. O final de The Killing deixa isso bem claro. Para quem ainda não assistiu, não se preocupe, não direi aqui quem assassinou Rosie Larsen. A única coisa que direi é que concordo que a revelação deveria ter vindo na primeira temporada e a segunda poderia tratar de outro crime. Por outro lado, a cena que descobrimos o responsável pela morte mostrou porque mesmo com algumas falhas The Killing é uma série que merece ser vista. A sucessão de erros que levam ao crime e a forma quase poética como nos despedimos da vítima fez valer cada segundo. E talvez seja por isso que a série pode ter uma sobrevida. (Tati Leite)
Leia também a primeira parte do especial: Os 30 melhores episódios das temporada 2011-2012: #30-21
Amanhã: os 10 melhores episódios da temporada.
Os 30 melhores episódios da temporada 2011-2012: #30-21
13/09/2012, 14:32.
Redação TeleSéries
Especiais
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Dentro das comemorações dos 10 anos do TeleSéries, nos desafiamos a realizar um antigo e complicado desejo: montar uma lista dos melhores episódios da temporada. Listas são divertidas, são polêmicas, são corajosas, são injustas. E indispensáveis para quem gosta de compartimentar as coisas, fazer balanços, organizar ideias. Então, depois de muita deliberação, pesquisa e debate montamos nossa seleção dos 30 melhores episódios exibidos entre junho de 2011 e maio de 2012. A única regra da lista é que só podíamos inserir no ranking um episódio de cada série. O especial, em três partes, começa logo abaixo e segue na sexta-feira e no sábado. Espero que vocês divirtam lendo e questionando nossas escolhas, assim como nós nos divertimos organizando esta informação!
Os melhores da temporada são:

#30
Série: NCIS
Episódio: Till Death Do Us Part (9×24)
Till Death Do Us Part está longe de ser o melhor season finale de NCIS. Mas a questão é que ainda assim nos entregou um dos melhores finais de temporada do ano. Todo mundo já está cansado de finais de temporada com cliffhangers. Eu estou. Mas é por isto que NCIS é disparado o melhor procedural drama da TV: nele até mesmo o clichê é elaborado, sofisticado, elegante. Com Till Death Do Us Part, NCIS parte para uma década no ar com um grande vilão (e finalmente um grande papel pro Richard Schiff), uma equipe ferida, possivelmente sofrendo de transtorno pós-traumático, e com um grande ponto de interrogação sobre Ducky… NCIS é a série que mais anseio rever agora em setembro, porque foi a que fechou sua temporada de forma mais contundente. (Paulo Serpa Antunes)

#29
Série: Men of a Certain Age
Episódio: A League of Their Owen (2×09)
Alguém ainda lembra de Men of a Certain Age? Bom, deveria, especialmente por episódios como A League of Their Owen. Em meio a forte crise econômica – três dias sem venda de carros na Thoreau –, uma partida de softball mexe com o emocional dos funcionários da concessionária. Ao final dos 40 minutos você se vê envolvido com todo o drama vivido pelos funcionários em campo – as brigas entre vendedores e mecânicos, o tropeço de Owen, os problemas de Terry com mulheres, as discussões com o juiz e a volta da esperança. A glória da Thoreau Chevrolet ultrapassa a tela e contagia o telespectador. Precisamos com urgência de mais séries e episódios assim. (Paulo Serpa Antunes)

#28
Série: Justified
Episódio: Guy Walks Into a Bar (3×10)
Qual o grande episódio de Justified na temporada? Fiquei na dúvida entre este episódio, em que Raylan confronta seu inimigo Quarles, ou o episódio focado em Dickie (The Devil You Know, 3×04). Ambos os episódios trouxeram o máximo de seus atores, mas o confronto ocorrido em Guys Walks Into a Bar trouxe a tensão necessária para nos fazer torcer por Raylan, e termos a certeza de que Quarles não sairia dessa temporada muito bem. Além disso, foi neste episódio que Quarles perdeu completamente o rumo ao ser enganado por Boyd, perder uma boa grana e acabar indo de vilão para apenas um cara perdido, sem saber até onde pode ir para conseguir a atenção de seu pai. A confusão de Quarles contra o discernimento de Boyd é algo essencial a série, que não fica apenas no pé do “mocinho” Raylan. (Dan Artimos, do blog Episódios Comentados)

#27
Série: Hot In Cleveland
Episódio: Tangled Web (3×13)
Se alguém te disser que uma aranha foi a responsável pela melhor participação especial em uma série de comédia nos últimos tempos, dificilmente você irá acreditar. Mas em Hot In Cleveland, esperar o inesperado é a fórmula garantida para boas risadas. Em Tangled Web, as três mulheres e Elka são surpreendidas por uma noite de amor e juventude a bordo de uma casa no lago. Tudo teria dado certo se não fosse a ganância de Victoria, as trapalhadas de Melanie e a falta de sorte de Joy. Para completar o festival de risadas, as linhas rápidas de Betty White foram impagáveis e, claro, a presença de Curtis Armstrong tornaram o 13º episódio da temporada o melhor de todos. E todo o talento humano foi sufocado pelos bichos nesse episódio: o papagaio bocudo incapaz de guardar segredos e ela, a aranha, capaz de paralisar uma pessoa após uma picada. Em resumo: o episódio cria uma rede de confusão, na qual quem riu por último foi quem ficou de pé. (Maria Clara Lima)

#26
Série: Boss
Episódio: Stasis (1×07)
A premissa de Boss é que simples: Tom Kane fará de tudo, absolutamente tudo, pra se manter no poder, perpetuar sua imagem e guardar o seu segredo. Ainda assim ninguém imaginaria o quão longe ele seria capaz de ir até a metade final de Stasis, quando ele usa a própria família para criar o fato jornalístico que desviará o foco da mídia do escândalo que envolve sua administração. Mas Stasis é mais do que esta cena. É basicamente uma season finale antecipada, mexendo radicalmente com a estrutura da série: o repórter que vira o jogo, a assessora que cai em desgraça, a candidatura a governador sob ameaça, o vereador humilhado. A cena final, com Kane indo acertar as contas com a esposa, fecha um episódio inesquecível de Boss, ou, como eu passei a chamar, “a melhor série que você não está assistindo”. (Paulo Serpa Antunes)

#25
Série: Grimm
Episódio: Cat and Mouse (1×18)
Não foram poucos os que desistiram logo de início. Para os que se mantiveram fieis a Grimm, o quinto episódio foi o momento da virada: quando a porção série de fantasia e a porção de série procedural encontraram o ponto de equilíbrio, despertando nossa curiosidade. Mais para o fim da temporada, Cat and Mouse mostra como isso funciona bem através do amadurecimento de seu personagem, que aprende mais e mais sobre sua família à medida que é obrigado a conviver com as mais estranhas criaturas. Algumas charmosas como Monroe, mas a maioria perigosa como Edgar Waltz, o vilão da noite, cuja inteligência garante um dos melhores episódios desta temporada, colocando todo mundo mesmo em perigo. (Simone Miletic)

#24
Série: Revenge
Episódio: Doubt (1×17)
Emily afirmava que a trama não era sobre perdão, mas infelizmente não foi o que “tivemos” na season finale de Revenge. Mas nem tudo foi um Titanic. O aspecto principal da série é ver Emily em ação em busca de sua vingança e fazendo o possível e o impossível para que tudo o que ela queira simplesmente se torne realidade. Fiquei em dúvida em eleger o melhor episódio da série, mas creio que Doubt foi certamente o melhor da temporada. O episódio foi exibido justamente na reta da season finale e trouxe Emily novamente focada em sua busca em vingar a morte do pai. Além disso, tivemos o retorno de Mason que criou um blog para acabar com a reputação de Daniel – que realmente foi publicado na internet – além de sentir aquele gosto de maldade que só Victoria Grayson tem. Se você quer sentir uma raiva acumulada em alguém, Doubt certamente mostrou esse sentimento que só o olhar de Emily Thorne tem. Um olhar que sempre vai conseguir o que quer, bastando apenas lembrar que para começar uma vingança, é necessário cavar duas covas. (Mario Madureira)

#23
Série: Louie
Episódio: Pregnant (s02e01)
Pregnant, o episódio que abre a segunda temporada de Louie (e lá se vai um ano, a terceira temporada já está quase acabando), parece a primeira vista um episódio de uma piada só. E uma piada de peido, o que olhando de longe parece um bocado imbecil. Mas Pregnant consolida a proposta da série de Louis C.K., com inspirados números de stand up (aqui falando sobre o relacionamento com as filhas, casamento e divórcio e novas amizades), cenas de tensão que levam ao clímax cômico e um misto de agressividade (que pai mostraria o dedo médio para a filha?) e sensibilidade (com uma bela lição de moral sobre a importância de se ter vizinhos). Não é a toa que Louie tem três indicações ao Emmy Awards, inclusive uma de melhor roteiro justamente por este episódio. (Paulo Serpa Antunes)

#22
Série: Glee
Episódio: Nationals (3×21)
Nationals é o episódio dos sonhos de todos os Gleeks. Teve confusão, superação, união, emoção, suspense, números musicais incríveis, Vocal Adrenaline, e muita, mas muita margem pra choro (de felicidade). Para melhorar ainda mais as participações especiais foram ótimas. Lindsay Lohan, Perez Hilton, Jonathan Groff e Whoopi Gooldberg arrasaram. Nossos losers preferidos finalmente foram campeões nacionais e foram bem recebidos na escola (vamos combinar que eles mereciam isso mais que ninguém, né?). A festa teve direito a papel picado – que estava dentro dos potes das tão temidas (e conhecidas) raspadinhas, beijo Brittana (tão esperado pelos fãs há tempo, já que o primeiro mal dá pra considerar) e um troféu gigante. Por fim, todos se renderam ao New Directions e a Will, que foi escolhido o melhor professor da McKinley High. Toda essa mescla de ingredientes faz esse episódio ser inesquecível e capaz de nos fazer lembrar porque amamos tanto essa série e esses “losers”. (Gabriela Assmann)

#21
Série: Castle
Episódio: Cops & Robbers (4×07)
Cops & Robbers foi um dos melhores episódios da última fall season e disso não há dúvida nenhuma. O segundo episódio mais assistido da quarta temporada de Castle (perdeu apenas para Rise, a premiere) teve uma história sólida, foi recheado de momentos de muita tensão, uma atuação incrível de Stana Katic e um momento quente/romântico que deixou os fãs mais shippers com água na boca e à beira de um ataque de nervos – NÃO, MARTHA! E tudo graças à visitinha de Martha e Rick a um banco, que é assaltado, tornando mãe e filho reféns. É claro que Beckett não deixaria barato, e a detetive acabou fazendo o papel de negociadora, tudo para ver os reféns – leia-se especialmente Castle – à salvo. Mas não sem antes arrancarmos alguns fios de cabelo em razão de ver nosso escritor favorito – fazendo piada com Grey’s Anatomy, diga-se de passagem – aprisionado e correndo risco de morte. Obviamente, a astúcia de Castle e a bravura de Beckett salvaram o dia. Um episódio redondinho, pra viciado em série nenhum botar defeito. (Mariela Assmann)
Na sexta-feira: os melhores episódios, da 20ª até a 11ª posição.
BROMANCE: As melhores amizades masculinas das Séries de TV
10/09/2012, 10:10.
Redação TeleSéries
Especiais, Notícias
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Bromance, uma expressão utilizada para designar um relacionamento íntimo, mas não-sexual, entre dois (ou mais) homens, uma forma de intimidade homossocial, combinada das palavras “brother” (“irmão” em inglês) e “romance“.
A relação de amizade entre dois homens é abordada de muitas formas na telinha. Tem o amigo de infância, o amigo de faculdade, amigo do trabalho, amigo irmão de sangue, e o mais importante – o amigo irmão de coração.
O destaque desta categoria vem crescendo tanto nos últimos anos, que as vezes, os roteiristas deixam de explorar um romance da trama, para explorar melhor um “bromance”. É pensando nestas mais variadas formas de amizades masculinas, que nossa equipe se reuniu e escolheu alguns amigos que marcam presença na TV e no coração de “shippers” do mundo todo. Confere aí: Clique aqui para continuar a leitura »
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