TeleSéries
TeleSéries faz cobertura ao vivo do Globo de Ouro. Venha comentar!
13/01/2013, 17:42.
Redação TeleSéries
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Prontos para curtir a 70ª edição do Globo de Ouro hoje à noite?
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Confira quem são os indicados de 2013 e façam suas apostas!
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AXN Brasil exibe maratona da série ‘Perception’ neste sábado
11/01/2013, 17:16.
Redação TeleSéries
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Quem acompanha a série Perception, exibida pelo canal pago AXN, no Brasil, deve ficar atento. Amanhã, 12 de janeiro, a emissora exibe uma maratona da série, que começa às 15h.
O seriado, produzido pelo canal TNT nos Estados Unidos, aborda a vida do neurocientista Dr. Daniel Pierce – interpretado pelo ator Eric McCormack, de Will & Grace -, um homem esquizofrênico que presta serviços para o FBI na resolução de alguns dos casos mais complexos ocorridos em Chicago. Ele acompanha a agente Kate Moretti (Rachael Leigh Cook) nesses estranhos e perplexos acontecimentos.
A série estreou no Brasil em novembro e os brasileiros têm uma vantagem: já sabem que podem se apegar à história sem medo, pois o canal americano TNT renovou a série para a segunda temporada. Diversão e mistério garantidos.
Vale lembrar que esse primeiro ano da série tem 10 episódios e o segundo contará com 13 capítulos. Perception é criada por Kenneth Biller (que tem no currículo Legends of the Seeker, Smallville, Jornada nas Estrelas: Voyager, entre outras) e Mike Sussman (Jornada nas Estrelas: Enterprise).
Anotou na agenda? A maratona acontece amanhã, sábado, às 15h.
Com informações da Assessoria de Imprensa do canal AXN.
Discovery estreia série que desvenda mortes acidentais usando a ciência
08/01/2013, 07:58.
Redação TeleSéries
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O acaso também está sujeito a princípios científicos para acontecer – essa é a premissa da qual parte a série As Mais Estranhas Formas de Morrer (Curious and Unusual Death), que estreia episódios da sua segunda temporada a partir desta quinta-feira, 10 de janeiro, às 20h40, no canal Discovery.
A produção analisa a ciência envolvida em mortes acidentais. Todas as histórias têm em comum o fato de retratarem fatalidades motivadas por circunstâncias curiosas: um pneu furado que ocasiona uma explosão, a casa que vai aos ares por conta de um míssil da Segunda Guerra enterrado há décadas sob a cozinha, e a morte do ator Branden Lee, no set de filmagens do filme do qual era protagonista. Os estudos de casos e análises em profundidade oferecidos pela série provam que o acaso pode ser explicado, mas nunca controlado.
Reconstituições e animações computadorizadas contextualizam os fatos enquanto especialistas fornecem o repertório científico que os telespectadores precisam para entender a conjunção de fatores que resultou no trágico fim dos envolvidos.
Com informações da Assessoria de Imprensa do canal Discovery.
RETROSPECTIVA 2012 – Isso é mesmo inacreditável!
31/12/2012, 00:06.
Redação TeleSéries
Notícias
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Os Maias prometeram o fim, mas isso não chegou a acontecer. Teria sido inacreditável, sem dúvidas, exatamente igual a outras coisas inacreditavelmente inacreditáveis que andaram se passando na televisão. Em 2012, o mundo incrível das séries esteve mais inspirado do que nunca. Quer um exemplo? Bom, o TeleSéries separou alguns exemplos de fatos que se fosse outro site que contasse, talvez você não botasse nenhuma fé. Esses fatos passaram pelo reconhecido e criterioso Selo “O Grito” de Inacreditabilidade.
Acredite no inacreditável, porque aconteceu exatamente assim:
*Atenção, esse post pode contar alguns spoilers para quem acompanha as séries pela programação brasileira!
Love is in the air… em Homeland
Lá em Homeland, coisas estranhas aconteceram. É um tal de reviravolta daqui e ali, mas aposto que ninguém previu que isso aconteceria: Brody e Carrie fazendo amor gostoso foi uma das coisas mais absurdas do ano. Mas a série é tão inacreditável que isso ficou sendo apenas um detalhe memorável, Aliás, quem diria que Brody iria trabalhar para a CIA? É de cair o queixo essas coisas.
Love is also in the air… em Castle
Menos inusitada do que inimigos se amando em um quarto de hotel, foi o dia seguinte do casal de Castle. Menos inusitada porque os fãs já esperavam o feito por longos quatro anos, mesmo assim foi igualmente inacreditável ver como Beckett e Castle seguraram as pontas na quinta temporada. Há quem diga que o fim dos outros está próximo, mas isso seria tão previsível que eu aposto que eles ficam juntos até a série ser cancelada.
Baby Bones
Quem fica junto até o fim também é o casalzinho de Bones. Até porque a série não deve passar da décima temporada. Mas o fato inacreditável aqui não é a série chegar ao décimo aniversário, e sim, Booth e Brennan agora serem pais. Alguns torceram o nariz, mas quem é fã de uma boa simbologia, a Dra. Temperance ter a filha em um celeiro, auxiliada pelo parceiro, foi uma coisa de outro mundo. Um pequeno milagre, eu diria. Inacreditável!
Fringe… Um tiro no inesperado
Por falar em milagre. Quem não saltou da cadeira e arregalou os olhos quando Walter Bishop mirou na cabeça da Olívia e deu um tiro certeiro na agente. Fringe é assim, surpreende até os mais acostumados. Aviso aos navegantes, esqueçam todos os eventos estranhos, porque o que deixou muita gente de queixo caído foi essa cena aí mesmo. No finalzinho da quarta temporada. Ainda bem que isso foi só um susto que durou apenas alguns minutos. O que durou bem mais foi o Peter Bishop querendo roubar a cena no mundo onde coisas estranhamente estranhas acontecem: Peter um Observador? Inacreditável! Ainda bem que ele… inacreditavelmente desistiu da ideia. Ah, la mour!
Adeus, Doctor Who!
Amy Pond (Karen Gillan) e Rory Williams (Arthur Darvill) acompanharam o “Doutor” por diversas temporadas de Doctor Who. Esse ano, no entanto, os personagens se despediram da série depois de enfrentar os wheeping angels. Mais do que inacreditável, foi doloroso acompanhar a partida desses dois personagens da história, que estavam lá já há algum tempo. Para amenizar a dor, a nova acompanhante do Doutor foi apresentada há alguma semanas, no episódio natalino da série. A talentosa e carismática Jenna-Louise Coleman vem para substituir o lugar do casal no coração do público. A julgar pela simpatia da moça, nisso, a gente até acredita…
Olá, mundo dos zumbis… The Walking Dead
A personagem Lori não era exatamente amada por todos os fãs de The Walking Dead. Mesmo assim, a morte da mulher de Rick, na atual terceira temporada, chocou alguns espectadores do seriado. Tudo porque, mais do que difícil de acreditar, a morte da personagem foi, também, dramática, difícil de assistir. No episódio em questão, Rick perdeu a amada logo após a esposa entrar em trabalho de parto e passar por uma cesariana às pressas e improvisada. De partir o coração até dos mais céticos.
Two and a Half Men sobrevive. Charlie Harper revirou no túmulo?
No quesito audiência, a TV americana não está menos inacreditável. As comédias The Big Bang Theory e Two and a Half Men atingiram altos índices de espectadores na temporada de 2012, além do drama apocalíptico The Walking Dead, que bateu recordes de público ao redor do mundo. Mas The Big Bang Theory e The Walking Dead são séries consagradas, como era Two and Half Men há pouquíssimas temporadas, até passar por uma crise de elenco. Inacreditável é o ator Charlie Sheen ter saído, o que deixou muitos fãs revoltadíssimos, e a série se manter tão bem… Tendo seu primeiro pico de audiência da atual temporada justamente quando Miley Cyrus, a musa adolescente, fez uma participação. Quem diria, hein?
PETA ataca… Luck morre
O PETA, organização que luta pelos direitos e bem estar dos animas, em todo o planeta, vira e mexe, é notícia na página do jornal pelos protestos – muitas vezes, inacreditáveis – que realizam por aí. Inacreditável mesmo foi que, em 2012, eles conseguiram cancelar uma série. Luck, atração da HBO que gira em torno de corridas de cavalo, foi cancelada depois que três animais morreram em um set de filmagem e o PETA contactou os produtores da série – além de abrirem investigação sobre as mortes ocorridas. A organização alegou que os cavalos utilizados na série eram velhos e eram drogados com fortes medicamentos para amenizar as dores dos animais. A HBO cancelou o show dizendo que sempre preza por “segurança” e perdeu mais de 35 milhões de dólares com o repentino cancelamento.
O pequeno gênio de Modern Family
Você aí que é tido como o herói da família por passar em um vestibular concorrido aos 17 anos… Tire sua mãe da sala caso ela esteja lendo isso. Acredita que um dos atores de Modern Family, o Nolan Gould, se formou no Ensino Médio, em 2012, com apenas TREZE anos?! Pois é. E sinceramente? Inacreditável e revoltante! Ele tem 150 de QI, quando a média – de todos os meros mortais – é de até 109. Esse “150” enquadra o menino na categoria da “genialidade”. Ah, essas crianças prodígios…
O Segredo de Sofia
Ela é linda, tem um corpão e um cabelo de fazer inveja em muita “mocinha”. Assim é Sofia Vergara com seus inacreditáveis – e imperceptíveis – 40 anos de idade. Mas nem é por isso que colocamos a musa colombiana nessa lista de bizarrices. Inacreditável mesmo é que uma mulher latina tenha o maior salário, justamente, da TV americana. Em 2012, Vergara faturou mais de 19 milhões de dólares e ficou a frente de todas as outras atrizes e musas da TV estadunidense.
Betty White, a noventona cheia de disposição
Se Sofia Vergara lidera em lucros, a veterana Betty White ganha em anos de vida e talento dividido com o público. Parece impossível, mas White, que completou 90 anos em 2012, dá um verdadeiro show ao protagonizar a série Hot in Cleveland. No que depender dos fãs, ela ainda pode permanecer na TV por outros 90 anos – e isso nem é inacreditável, apenas previsível, diante de tanto talento, carisma e inspiração!
Game of Thrones… Pirataria is coming
Nem The Big Bang Theory, nem The Walking Dead. A série mais pirateada em 2012, segundo uma lista publicada pelo site TorrentFreak, é Game of Thrones – seguida do nerd Dexter. O resultado é, digamos, imprevisível e inacreditável. The Big Bang Theory ficou em terceiro lugar no ranking e The Walking Dead teve apenas a sexta colocação. Longe de nós torcermos para que qualquer série seja pirateada… Não é isso. Mas The Walking Dead na sexta posição? Como assim??
Será que, certas coisas, nem mesmo Freud explica? Poxa, inacreditável…
Texto de Gabriela Pagano e Maria Clara Lima
RETROSPECTIVA 2012 – Séries que disseram adeus
30/12/2012, 09:05.
Redação TeleSéries
Notícias
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Os Maias podem até ter errado na teoria de que o mundo acabaria em 2012, mas algumas emissoras foram certeiras na hora de bater o martelo e cancelar suas séries esse ano. Algumas dessas atrações duraram muitos anos, outras, nem tanto. Algumas ganharam um lugar especial no coração dos fãs, que se desfizeram de seus personagens com dificuldade; outras se despediram sem muitos dramas.
A verdade é que coração de espectador é como coração de mãe: sempre cabe mais uma série, sem precisar deixar a outra ir embora. Mas o mundo real não funciona assim. Se tem uma coisa que a televisão nos ensina, anualmente, é a praticar o desapego. Uns aprendem a lição facilmente, outros, não. E 2012 foi um ano de se desfazer de “apegos” de longa data. Só na CW, o clássico adolescente One Tree Hill deixou os fãs da série órfãos depois de nove temporadas. Gossip Girl chegou ao fim com anos mais modestos, seis – o que não diminuiu a nostalgia no coração de seu público fashionista. Desperate Housewives saiu de cena depois de oito temporadas e deixou de donas de casas à dondocas com saudade. House, série assistida por onze a cada dez seres humanos, apontam pesquisas, também deu adeus justamente no ano apocalíptico, por ironia do destino.
Ai, ai… Quanta alegria e quanta dor no coração, num sentimento agridoce. Tentando praticar o desapego – da equipe de colaboradores aos simpáticos usuários do site – o TeleSéries vai relembrar as séries que se despediram do seu público em 2012. A gente promete que é a última vez… Peguem os lenços, não só para acenar o adeus, mas para enxugar as lágrimas… É muita emoção para um post só. Snif.
The Closer

“Thank yeeewww”. Sabe a sensação de nostalgia? Aquela que você sente falta, mas sabe que não pode ter de volta e mesmo assim se sente bem? Pois bem, essa é minha sensação com o fim de The Closer. A série não podia terminar, mas, ao mesmo tempo, ela tinha que terminar. É confuso, mas é assim que funciona. Foi o primeiro procedural policial que eu realmente gostei. Sou fã mesmo. Defendo a todo custo. Não consigo achar roteiro e atuações melhores em séries do gênero, nem uma qualidade que durou por tanto tempo. São sete anos vendo Brenda destruindo suspeitos e conseguindo as melhores confissões. São sete anos tendo Brenda como um modelo a seguir. Por mais que exista falhas em seu caráter, ela se tornou um personagem ícone pra mim. Forte o bastante pra suportar qualquer coisa. A série nunca precisou de arcos para sobreviver e agora que ela resolveu ter um, foi justamente quando a sobrevivencia está no fim. É a extinção de The Closer, mas ainda existirá as lembranças e principalmente com o spin-off, a nostalgia não vai doer tanto.
Desperate Housewives

Eu tinha a impressão de que Desperate Housewives não acabaria nunca. E como eu queria que tivesse sido assim, mas, infelizmente, depois de oito anos de companhia, as donas de casa mais desesperadas e amadas da televisão se despediram de nossas vidas. Nenhuma série de televisão me causou tanta tristeza por seu encerramento e dar um beijo de adeus a estas mulheres apaixonantes foi uma das experiências televisivas mais traumatizantes da minha vida – pode soar exagerado, eu sei, mas foi bem assim que me senti. Nenhuma outra série até hoje conseguiu me envolver tanto com sua história e com seus personagens, era como se eu fizesse parte daquela vizinhança (e como eu gostaria de fazer, mesmo com todo o drama e as tragédias que permeavam aquela rua e seus moradores). A despedida foi triste, mas sempre teremos as memórias de Wisteria Lane para nos emocionar e fazer sorrir.
The Secret Circle

Pode não ter sido uma das melhores séries do ano, mas certamente The Secret Circle deixará saudades por apenas indícios que deixaram o círculo secreto mais intrigante do que nunca. Certamente Faye deixou sua marca, por representar uma grande camada de pessoas que desejam poder. Quem não queria sair por aí enfeitiçando tudo o que almejasse? Apesar de seu individualismo que muitas vezes causou problemas para a galera, o círculo não seria o círculo sem Faye. Um dos destaques da série também era seus rituais mágicos que muitas vezes deixavam os pelos do braço arrepiados. Quem não se assustou com aquele macabro ritual de morte em que Cassie foi posta? Mesmo com uma tentativa falha de capturar os fãs que gostavam de The Vampire Diaries, The Secret Circle deixou um pequeno vazio que foi se embora junto com sua magia.
Chuck
No dia 27 de janeiro, chegava ao fim mais uma série querida do grande público. A comédia/drama de espionagem Chuck sobreviveu por respeitáveis cinco anos e quem poderia dizer que ela foi tarde? Não foi nada. Muita gente fez campanha para que a NBC desse mais uma chance pro seriado, mas não teve jeito. O episódio duplo Chuck Vs. Sarah e Chuck vs Goodbye colocou fim na história do espião Chuck (Zachary Levi) e sua turma. A série trazia a divertida missão de mostrar como um cidadão comum viraria um super espião. Querem saber como foram as cenas finais? Digamos que teve muita ação e foi…bonitinho. Até porque muita gente pode não saber ou não lembrar, mas em toda comédia ou drama há uma grande história de amor.
Sanctuary

Sanctuary completou quatro temporadas e, depois de muita agonia, foi cancelada em maio deste ano. Eu e muitos anormais ao redor do mundo ficamos órfãos da turma da Dra. Helen Magnus (Amanda Tapping). O mais triste no cancelamento de Sanctuary é o fato de nenhuma outra série de ficção científica ser próxima da criação de Damian Kindler. Uma das maiores riquezas do seriado está nos personagens mitológicos, históricos e literários que nos são apresentados como pessoas em carne e osso. Em Sanctuary encontramos com sereias, o Pé Grande, o lobisomem nerd Henry Foss, Jack Estripador, o vampiro cientista Nicola Tesla, Dr. Jackyll & Mr. Hyde, conhecemos Dr. Watson e outra versão da história de Sherlock Holmes, e a própria Helen Magnus, que é imortal, tem uma foto na prateleira ao lado de Albert Einstein e conviveu com os The Beatles e vários ex-presidentes dos Estados Unidos. Sanctuary fará falta, principalmente, por ser um espaço capaz de abrigar a todos, normais e anormais. Mas resta uma esperança: em entrevistas recentes a estrela do seriado e uma das produtoras executivas, Amanda Tapping, tem afirmado que Sanctuary não está morta, novas ideias estão sendo discutidas e a equipe tem se mantido unida e em contato.
Luck

Luck, era a serie da HBO mais aguardada da temporada. Era assinada pelo ótimo David Milch (Deadwood) e veio com um elenco de primeira: Dustin Hoffman e Nick Nolte, de uma tacada só, e ainda teve um buzz por ter sido renovada tão rapidamente. Apresentando um tema pouco explorado e uma abordagem sutil, conseguiu ser uma das melhores series do ano. Até que, durante as gravações, três cavalos morreram por motivos adversos. A pressão foi tanta em cima do canal que tiveram que cancelar a série. Uma pena. Claro, esses cavalos mortos não deveriam passar despercebidos. Roteiro e fotografia perfeitos – daqueles que dá gosto de ver. Ao todo foram nove episódios exibidos. E digo: todos eles valem todo o seu tempo.
House

Ao longo dos últimos anos, li muitos comentários sobre pessoas que estavam deixando de assistir House. Talvez a série realmente não tivesse mais a forma que apresentou até a terceira temporada, mas ainda era House. Uma série médica com dramas espetaculares, diálogos mais engraçados que os de muitas comédias e um protagonista complexo e bem construído. House foi uma das séries mais populares do mundo e nem as mudanças na equipe conseguiram apagar isso. Conheço mais de uma pessoa que iniciou sua vida no mundo das séries através do médico ranzinza, o tipo de coisa que não se esquece. House acabou, com uma audiência modesta, mas com um final digno e emocionante para os fãs.
Are You There, Chelsea?

Chelsea se foi, e infelizmente, não deixará saudade para muitas pessoas. Não por ter sido ruim, mas somente por ter sido pouco apreciada. Para gostar do humor de Chelsea Handler era preciso um pouco mais de ousadia. Isso foi exatamente o que faltou. Ousadia. As piadas politicamente incorretas da série não cabiam no molde certinho daquele sitcom. O que é uma pena, o elenco até era divertido (adorava quando a própria Chelsea aparecia, e a Pauren Palkus estava ótima como Dee Dee), mas faltava algo, não estava certo aquilo. Assisti todos os episódios na esperança que um hora eles saíssem da caixinha e se jogassem no submundo. Mas não aconteceu. Are You There, Chelsea? virou um palco para piadas prontas e rápidas. Ver a Laura Prepon soltinha na vida ainda me incomodava um pouco. Não sei porque, mas a imagem da Donna de That’s 70 Show era forte demais para acreditar que ela seria capaz de dormir com caras por aí, beber todas, e ser a ovelha negra da família. As memórias da comediante Chelsea ficaram devendo um toque de realidade. O resto, tudo parecia fácil demais. E tudo que vem fácil, se vai.
One Tree Hill

Depois de nove temporadas quem também se despediu em 2012 foi One Tree Hill. Uma das ultimas séries remanejadas do antigo canal americano The WB para a CW, a série que conquistou ao longo dos anos uma legião de fieis fãs e ganhou uma última temporada com 13 episódios, e que valeu por cada segundo. Foi um misto de nostalgia com um gostinho de despedida. A trama principal consistiu no sequestro do protagonista Nathan Scott, mas claro que houve espaço para muitas outras, como o filho de Clay, Brooke e o psicopata, e por aí vai. Também vale destacar o retorno de Chad Michael Murray, que por seis anos foi o grande personagem principal da série, Lucas Scott. No fim, a série ganhou um final com direito a duas horas de exibição na TV, incluindo um especial relembrando grandes momentos da série, e claro um episódio final fantástico e emocionante. Vai deixar saudades? Ô, se vai!
Harry’s Law

Sentirei falta de Harry’s Law. Da linguagem metafórica, do humor sutil, dos diálogos inteligentes, dos personagens cativantes e, é claro, da impagável Kathy Bates. Mas, acima de tudo, sentirei falta de Harry’s Law pela ousadia. A série de David E. Kelley, através da inteligência de sua linguagem metafórica, ousou mostrar o abismo social que divide a sociedade americana. Ousou confrontar extremos: o mundo das gangues, dos imigrantes, do subemprego, enfim, da pobreza econômica e o mundo daqueles que a enxergam mas relutam em vê-la. E, no auge da crise econômica dos Estados Unidos, Harry’s Law, deixando a metáfora de lado, ousou cometer o pecado capital de criticar o sistema de justiça americano, um dos pilares do american way of life. Sentirei falta de ver Harriet Korn atuar no tribunal. Da argumentação inusitada com a qual confrontava o sistema legal e com a qual tentava convencer, tanto jurados quanto aqueles que a viam através da tela, de que o legalmente errado pode estar moralmente correto. Que existe no fazer jurídico uma certa responsabilidade social. Sentirei falta de Adam Branch, Tommy Jefferson, Cassie Reynolds, Oliver Richard, Jenna Backstrom, Malcom Davies. Sentirei falta de Kathy Bates e de sua incomparável Harriet Korn. Mas acima de tudo sentirei falta de como a série tentou mostrar que, nesses novos tempos, é necessário que o sistema legal encontre uma forma de ver as pessoas pelo que elas são: substantivos, não adjetivos.
I Hate My Teenage Daughter

Pois é, vou colocar a minha credibilidade na reta aqui, colocando uma série obscura e fracassada ao lado de dramas veteranos que conquistaram milhares de fãs ao longo de muitos anos. Mas me perguntaram de que série eu iria sentir saudades. E a primeira que me veio a cabeça foi I Hate My Teenage Daughter. A verdade, no entanto, é que não vou sentir tanta falta de I Hate My Teenage Daughter. Eu vou sentir é falta da Katie Finneran, que pra mim foi a grande surpresa no universo das sitcoms em 2011-2012. A série sobre as mães que não conseguem conviver com suas filhas adolescentes (vamos ser sinceros, o plot é legal) foi pensada pra fazer a Jaime Pressly brilhar. Mas é Katie, com sua grandalhona e insegura Nikki que gerou os melhores momentos cômicos da série. Conheci Katie na saudosa e excêntrica Wonderfalls, a acompanhei no papel de uma agente do FBI durona em The Inside, mas só me apaixonei mesmo por ela aqui, em I Hate My Teenage Daughter.
Flashpoint
A série policial canadense sempre deu mais ênfase à construção de personagens, com boas doses de drama intercaladas com as cenas de ação e isso não foi diferente em seus episódios finais. A última temporada de Flashpoint teve um enfoque maior em três personagens: Sam, Jules e Ed, e conseguiu amarrar suas pontas de forma satisfatória, com um episódio duplo que manteve o suspense sobre o destino de um de seus personagens mais queridos até seus instantes finais.
Leverage
Nada mais apropriado para o final de Leverage do que mostrar o quão próximos cada um deles acabou se tornando como membros de uma equipe e também como uma espécie de família (ainda que disfuncional) e, claro, o quanto cada um evoluiu. O episódio final também é um presente aos fãs que acompanharam a série desde o início, com várias referências ao piloto. E, claro, há todos os ingredientes que se espera: traições, reviravoltas e o retorno de um velho conhecido de Nate, Sophie & Cia.
Weeds
A série terminou com um salto de quase uma década no tempo, dividiu os fãs e para muitos ficou no ar a pergunta: quem é Nancy? Uma mulher que só começou a traficar para ajudar a família? Alguém que cometeu todos os erros possíveis e imagináveis ao longo do caminho e sobreviveu? Afinal, valeu a pena?
Gossip Girl
A série estreou e logo ganhou o coração – e o guarda-roupas – de fãs ao redor do mundo. Gossip Girl, mais do que narrar a vida de sexo, bebidas e traições da elite de Nova Iorque, aproximou o mundo televisivo da Moda de uma forma que não se via desde o final de Sex and the City. A primeira tendência ditada, provavelmente, foram as meias-calças coloridas usadas pela Blair, que ajudaram a personagem a conquistar os olhos de Nate e Chuck já nos primeiros episódios. As temporadas (e os anos) foram passando e muita gente achou que o enredo se perdeu. Serena, por exemplo, ficou com praticamente todos os personagens da série e Nate, o galã da atração, ficou jogado de canto. No início de dezembro, em uma temporada reduzida, o último episódio de Gossip Girl foi ao ar. E até aqueles que, durante o percurso, haviam desistido da série, ligaram seus televisores para descobrir quem era a “Gossip Girl”. Mas a resposta veio como um balde de água fria para muita gente: Dan Humphrey, o escritor pobre, criou o Blog para, literalmente, escrever sua história na elite de Nova Iorque e fez de Serena um mito. Blair se casou com Chuck em uma cerimônia sem glamour, o que deixou os espectadores frustradíssimos. Nate, sempre aleatório e indeciso, se candidatou à prefeitura da cidade para, mais do que decidir por si mesmo, tomar decisões por todos os nova-iorquinos. Pelo menos, isso!
Colaboração de Antunes Duarte, Aline Ben, Beto Carlomagno, Mario Madureira, Dierli Santos, Lucas Bonini, Paulo Serpa Antunes, Maria Clara Lima, Patrícia Emy, Regina Monteiro, Anderson Narciso e Gabriela Pagano.
RETROSPECTIVA 2012 – Os maiores #baphos do ano
29/12/2012, 22:07.
Redação TeleSéries
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O ano de 2012 foi definitivamente o ano dos maiores rumores e situações inacreditáveis. Desde o quase fim do mundo, até um vídeo meme que para nossa alegria não saiu da cabeça por muito tempo, não faltaram barracos. O mundo das séries não ficou atrás em momento algum e nos deu inúmeras situações deliciosas e as vezes agoniantes, nos prendendo cada vez mais, a cada semana que se passava.
O Teleséries não podia deixar de comentar os #baphos que marcaram esse ano, então a seguir tem uma lista dos momentos mais memoráveis das séries mais queridas por todos nós:
Traição – Glee
Blaine Warbler sentiu muito a ausência do amado Kurt e o traiu. Sentindo-se muito mal resolviu abrir o jogo com Kurt que não perdoou o “rouxinol”. Bapho inesperado que acabou com o casal gay mais fofo de Lima.
Gossip Boy ? – Gossip Girl
Após seis anos sentindo-se excluído no Upper East Side Dan Humphrey revelou que sua vingança era mais maligna do que podíamos supor. O “lonely boy” era, na verdade, a Gossip Girl.
Amor vampiresco – The Vampire Diaries
Depois de três temporadas de espera, Damon e Elena finalmente ficaram juntos em The Vampire Diaries. Em sua primeira noite juntos, o casal protagonizou a cena mais quente da série inteira, elogiada por uns e amada por outros. O que importa é que foi #bapho. Com direito a arranhões e tudo o que sexo de vampiros permite.
Estilo Marylin Monroe – Smash
Depois de muito lutar para conseguir o papel principal em Bombshell, Ivy Linn perde o posto para Karen Cartwright. Perturbada, ela tem uma atitude a la Marylin Monroe e toma uma overdose de remédios. Será que a loira dona de um talento incrível irá sobreviver?

Como assim não morreu? – Revenge
E o bapho do ano nos Hamptons: Victoria Grayson morreu. Só que não. Mesmo depois de um acidente de avião, a matriarca da família mais influente da alta sociedade nova iorquina apareceu vivinha-da-silva no primeiro episódio da segunda temporada da série. Bem que dizem que vaso ruim não quebra…
Elementar, minha cara, Watson! – Elementary
Durante muito tempo fomos enganados pela perspicácia de Sherlock Holmes e seu parceiro Watson. O que não sabíamos é que na verdade John Watson tem um alter ego chinês, a bela Joan Watson. E aí, rola ou não rola Sherlock?
Deixou o “Lemon” plantado no altar – Hart of Dixie
George Tucker e Lemon Breeland ficaram noivos no primeiro episódio de Hart of Dixie. Passaram uma temporada inteira lutando contra os interesses em outras pessoas – Zoe e Lavon, cof, cof. No grande dia, junto com uma tempestade e a transferência do lugar da cerimônia de casamento, chegou a mudança de ideia de George… E o casamento não saiu.
Dimon? Demon ? Cowato ? – The X Factor
Shippers do mundo todo, uni-vos! Quer bapho maior do que as brincadeirinhas e provocações entre Simon Cowell e Demi Lovato? Aposto que Dimon tem mais fãs do que Tate Stevens e Carly Rose juntos…

Mamãe Brooke – One Tree Hill
Um bapho extremamente fofo e feliz. Em One Tree Hill, Brooke, que passou um bom tempo pensando ser estéril, teve gêmeos muito fofos na nona e última temporada. #MuitoAmor.
Agente duplo – Homeland
Depois de muita dúvida sobre qual lado Brody estava, descobrimos que ele era aliado do Abu Nazir. Em uma grande reviravolta ele foi cooptado pela CIA e acabou virando agente duplo. Um bom #bapho com um dedinho do cupido…
Até o Sheldon tem namorada e você não – The Big Bang Theory
E se você se considera normal, sem paranoias ou manias estranhas e é solteiro, pode começar a chorar. Sheldon Cooper, o nerd – hipocondríaco e neurótico – mais fofo do mundo das séries arrumou uma namorada. Amy conquistou o coração do Dr. Cooper e o tirou da solidão em 2012. Vai dizer que eles não formam um dos casais mais fofos da ficção?
Shonda em ação – Grey’s Anatomy
Morte em Grey’s já não é mais bapho, é normal e recorrente. As mutilações é que são novidade. Assim, o #bapho da vez ficou por conta da perna amputada da Arizona.
Mãe que planeja assassinato do filho – Arrow
Oliver Queen sofreu um acidente de barco, perdeu o pai e ficou anos preso numa ilha lutando para sobreviver. Até aí, já é uma história relativamente triste e que incentivou o bad boy sem nada na cabeça a virar o protetor de Starling City contra as pessoas que “falharam com a cidade”. Mas o que ele seria capaz de fazer quando perceber que tem uma pessoa que falhou com ele mais perto do que imagina. A mãe de Oliver, Moira, fez parte do grupo de pessoas que planejou o acidente de barco que gerou isso tudo. E isso é um #bapho nos padrões da DC Comics.
Outro agente duplo ? – Pretty Little Liars
Você odeia um personagem. Depois passa a amá-lo. E episódios depois, você descobre que ele é do Team A. Olá, Toby Cavanaugh. Você nos enganou direitinho. Depois de ter virado um dos queridinhos do fandom de Pretty Little Liars, a participação do “pretty eyes” no team A foi revelada no Summer finale dessa temporada da série. Bapho com lágrimas de desespero e pena da Spencer.
Mãe de bruxa, bruxa é – Once Upon a Time
A malvada Regina tem uma legião de fãs, especialmente depois que o público descobriu seu sofrimento ao ser separada do grande amor de sua vida. O consolo que existia quando achavam que sua mãe, a grande vilã Cora estava morta foi pelos ares quando descobrimos que ela esta vivinha da silva e aprontando todas na Floresta Encantada, como boa Rainha de Copas que é.
Sorvete sexy – The Good Wife
Garanto que muita gente não vai mais encarar casais em sorveterias do mesmo jeito depois de Kalinda e Nick. O tema “sexo inusitado” entrou na moda esse ano e os produtores de The Good Wife decidiram entrar na onda… O casal protagonizou uma cena quente e polêmica. E polêmica é sempre bafo.
Lembra de mais algum? Conta para a gente! Comente!
Produzido por Ariel Cristina Borges, Gabriela Assmann e Júlia Berringer
RETROSPECTIVA 2012 – Séries em Destaques
29/12/2012, 17:00.
Redação TeleSéries
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Lembra de 2012? O que você lembra exatamente sobre este ano que passou? Estar em destaque não significa que os inclusos nesta lista foram nem melhor ou pior do que os outros, significa apenas que fizeram por merecer um lugar ao sol ou nas trevas nos últimos meses.
Confira a lista de séries que deram o que falar em 2012!
A injustiçada – Fringe
Eles prometeram e cumpriram. A quinta temporada de Fringe, o último ano da série, tem sido uma das melhores coisas da TV até agora. É uma pena que quase ninguém assiste o seriado, que por causa da baixa audiência e muita boa vontade da Fox, conseguiu chegar até o quinto ano de exibição. O segredo de Fringe ter durado tanto, mesmo depois de várias ameaças de cancelamento não se dá apenas pela excelência da história, mas por causa dos direitos de comercialização, adqueridos pelo estúdio após o centésimo episódio. É assim, que ao completar a marca de 100 capítulos no ar, que a série de despede em 2013. Deixando para trás uma temporada impecável, e mais uma vez com roteiros bons e atuações ainda melhores. Destaque para Joshua Jackson, que interpreta Peter Bishop, que pela primeira vez no seriado pode ousar como ator. Além dele, o já aclamado John Noble, no papel de Walter Bishop, faz com maestria o que muitos artistas tentam. Ele se joga na persona do cientistas louco e convence aos humanos de todo o universo porque Fringe é uma das séries mais injustiçadas do momento. Adeus, 2012. Adeus, Fringe.
A Boa Surpresa – The Newsroom
Vai estrear uma série do Aaron Sorkin na midseason. Só por esta afirmação, muitos apostavam que Newsroom seria uma das melhores estreias do ano. E eles estavam certo. Parece que o roteirista, diretor e criador de séries como The West Wing, The Studio 60 on the Sunset Strip, Sports Night e do filme A Rede Social sabia exatamente onde ele queria chegar, chegou. The Newsroom foi uma das melhores surpresas da TV a cabo americana. Na HBO, a série conquistou espaço para ser crítica e direta ao ponto, e também abocanhar vários aplausos da crítica especializada e do público. O drama conta a história de um apresentador de telejornal chamado Will McAvoy (Jeff Daniels), que foi afastado da TV e ao retornar, descobre que toda a sua equipe abandonou a emissora. Ele se vê forçado a trabalhar com uma nova e inexperiente equipe. A série foi nomeada para o Globo de Ouro nas categorias de Melhor Drama e Melhor Ator de Drama. Merecidíssmo.
A queridinha – Castle
O drama policial da ABC tornou-se a queridinha do público nesta temporada. Quem é fã de Castle está em clima de lua de mel com a série. Isso porque o o criador Andrew Marlowe, digamos assim, resolveu realizar todos os sonhos dos telespectadores. Desde o piloto a série já prometia grande enredo, ainda mais pelo embate emocional criado entre a detetive Kate Beckett (Stana Katic) e o escritor de best-seller Richard Castle (Nathan Fillion), embate esse que guiou a série, ao longo dos episódios, para um “eles vão ou não vão” deliciosamente bem escrito. Pelo visto, a tão temida “maldição Moonlight” passou longe do 12º distrito de homicídios de Nova York! E a quinta temporada mostrou que um bom romance pode sobreviver com boas ideias, boas interpretações e uma boa dose de carisma.
A consagrada – Modern Family
A série que conta a história de três famílias distintas mas ao mesmo tempo relacionadas, tem sua quarta temporada no ar atualmente e se mostra cada vez mais forte. O crescimento da série em 2012 é aparente apesar do fato de que na maioria das vezes os produtores não inovam e se arriscam, nos dando mais do mesmo a cada semana. Lógico que isso não quer dizer que Modern Family tenha perdido a qualidade, longe disso! A série (vencedora da categoria comédia no Emmy de 2012) não chegou em momento algum ao fundo do poço, aliás, muito pelo contrário, conquistou cada vez mais o público alvo e deu sempre bons índices de audiência nas noites de quarta feira na ABC. Sendo um show de comédia, não é esperado que Modern Family arranque suspiros e lágrimas dos espectadores, mas conseguiu o inesperado, ganhando ainda mais fãs ao longo do ano.
A premiada – Homeland
Quem não ligou a TV para acompanhar o suspense muito bem feito por Gideon Raff ou morreu ou não é deste planeta. Homeland é uma das séries mais lembradas do momento. Depois de ter sido nomeada a vários prêmios (inclusive o Emmy e o Globo de Ouro) e de ter batido recorde e ultrapassado a audiência da série que é campeã no canal Showtime, Dexter, não há como negar que o seriado merece estar nessa lista de destaques do ano. O show se manteve dinâmico durante toda a temporada, criou situações e encaixou novos personagens sem enrolar e sem deixar nada mal explicado. Além disso, soube muito bem deixar ganchos e pequenas histórias penduradas, criando um ar de curiosidade e tensão entre os que espectadores, que em grande maioria afirmam que a série é uma das melhores. Já renovada para uma terceira temporada, a série deve ter cadeira cativa em muitas premiações em 2013 e enquanto ela durar. É ver para crer.
A enrolada – How I Met Your Mother
A verdade é que ninguém mais aguenta o suspense de How I Met Your Mother! A série da CBS acabou de ser renovada para mais uma temporada e promete não acabar tão cedo com a agonia dos fãs. A oitava temporada tinha tudo para continuar o legado das antigas com o seu humor inteligente característico, flashbacks com propósitos, lições e o crescimento dos personagens, porém a série tomou outro caminho. A personalidade de cada protagonista, tão bem construída durante os anos, em certos momentos foi totalmente esquecida a troco de algumas míseras risadas baratas. Os produtores da série deveriam entender que How I Met Your Mother não é a vida de Barney Stinson, não é a rotina de casados de Lilly (Alison Hannigan) e Marshall (Jasono Segel) e tampouco a procura de Ted (Josh Radnor) por sua esposa, mas sim a simples convivência de cinco amigos. Foi isso que cativou o público há anos atrás e é isso que os faz crer que a série poderá retornar aos eixos novamente em 2013.
A promessa furada – 666 Park Avenue
666 Park Avenue deve estar queimando no fogo do inferno agora. O drama americano da ABC, adaptado por David Wilcox e inspirado na obra de Gabriella Pierce, atraiu todo mundo com a promessa de uma história envolvente e aterrorizante e tudo o que conseguiu foi uma dúzia de olhares curiosos. A história do casal que vai morar no exuberante prédio The Drake, que fica na 666 da Park Avenue, no qual os moradores do local tinham todos seus desejos realizados, não passou de uma propaganda enganosa. Na teoria, 666 Park Avenue tinha tudo para se tornar um grande drama, mas foi perdendo sua audiência episódio após episódio, mostrando um enredo fraco. Outro impasse foi o furacão Sandy, que inundou o estúdio de gravação e fez com que metade do cenário fosse destruído. A ABC não quis arriscar, não encomendando a produção de novos episódios e a série foi cancelada em sua primeira temporada.
A polêmica e popular – Two and a Half Men
Não importa o que digam, Two and a Half Men é sem dúvidas uma série popular. Seja pelos barracos homéricos, pela baixa qualidade ou pela grande audiência, a verdade é que a história ainda chama a atenção de muita gente. O seriado marcou época, e foi durante muito tempo a preferida de boa parte da audiência americana (e do mundo também), com seu humor irreverente que tinha como símbolo maior Charlie Sheen. Mas em 2012, como se soassem todas as trombetas do apocalipse a história desandou em todos os sentidos. Há vários fatores que levaram Two and a Half Men para sua decadência atual, muitos defendem que quando Sheen saiu, a série deveria ter acabado, contudo, vale observar que ela já estava em declarado declínio na época. E para piorar o que já estava ruim, toda essa confusão em torno da declaração do ator Angus T. Jones mostra que a série caminha rapidamente para o fim. Se há alguma menção honrosa que se deva fazer a temporada de Two and a Half Men, é a interpretação de John Cryer, que desde a época de Sheen segurava as pontas e é hoje quem faz a série andar, mesmo que em marcha lenta. Vencer o Emmy de melhor ator de comédia foi um prêmio a todos os anos de excelentes interpretações do pobre, em todos os sentidos, Alan Harper.
Texto produzido por João Paulo Freitas e Ana Botelho
‘Arrested Development’ estará disponível no Netflix a partir de janeiro
27/12/2012, 22:27.
Redação TeleSéries
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Os fãs de Arrested Development já podem riscar uma de suas resoluções para o novo ano. Matar a saudade da famosa série norte-americana, ganhadora de seis estatuetas do Emmy, vai ficar muito mais fácil já no dia 1º de janeiro, quando a Netflix irá adicionar ao catálogo brasileiro todas as três temporadas da produção (mais de 50 episódios!).
Para quem ainda não conhece o seriado, é uma chance imperdível de se apaixonar por essa família hilária, que ganhará uma temporada final em 2013, produzida pela própria Netflix.
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Arrested Development é uma comédia sobre uma família nada convencional. Após o patriarca dos Bluth ser preso por uma série de crimes de colarinho branco em sua própria companhia, seu filho Michael – interpretado pelo premiado Jason Bateman – toma a frente na família de abastados excêntricos que tentam manter o status social e as aparências mesmo no difícil momento. Agora, Michael tenta controlar e conviver com seus parentes e, ao mesmo tempo, reerguer a companhia fundada por seu pai.
A produção foi indicada 22 vezes ao Emmy, além de três vezes ao Globo de Ouro e três ao Screen Actors Guild Awards. O sucesso da série é tanto, que mesmo após o seu cancelamento, em 2006, durante mais de cinco anos os fãs pediram a sua volta. Por isso, a Netflix reuniu todo o elenco original para a produção de uma temporada final, repleta de novidades, mas dentro da mesma fórmula que fez do seriado um dos melhores da última década.
Além de Arrested Development, chegam também ao catálogo brasileiro, no primeiro dia de 2013, a sexta temporada de How I Met Your Mother e a coleção completa de Arquivo X (todas as nove temporadas). As três produções fazem parte de um contrato de TV premium assinado pela Netflix e a Twentieth Century FOX em maio de 2012. O acordo, com duração de vários anos, prevê o licenciamento de diversos filmes e séries de TV de sucesso para o serviço brasileiro.
Com informações da assessoria de imprensa.
Personagens de séries brincam de inimi… ops, amigo secreto!
24/12/2012, 19:00.
Redação TeleSéries
Especiais
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Final de ano é tempo de festas, encontros e confraternizações e os personagens das nossas séries favoritas não poderiam ficar de fora dessa. Pensando nisso o TeleSéries organizou um amigo secreto entre personagens de vários seriados diferentes. Já imaginou o que Blair Waldorf, de Gossip Girl, daria de presente para Miles, de Revolution? Pois é, nosso amigo secreto acabou não sendo tão amigo assim.
“Meu amigo secreto é a Regina, de Once Upon a Time, mas não é preciso ser um Grimm pra saber que na verdade ela é a Bruxa Má e merece uma cesta de maçãs de plástico que até podem ser enfeitiçadas, mas jamais ela vai encontrar alguém que vai querer comê-las”.
Regina/Bruxa Má (Once Upon a Time)
“Meu amigo secreto é o Hank Moody, de Californication. Para ele parar com essa galinhagem na série preparei uma maçã do amor especialmente enfeitiçada. Hank vai se apaixonar perdidamente pela primeira mulher que ver pela frente, mas o feitiço só funciona em garotas menores de 18 anos. Hank vai precisar de um ótimo advogado. De novo”.
“Meu amigo secreto é o Danny, de Hawaii Five-0, e ele merece ganhar umas roupas informais para trabalhar na beira da praia. Policial do Hawaii usando camisa e calça social não dá. Comprei para ele uma sunga, como ele é policial o perigo de ser preso por desacato ou pedofilia acidental são nulos. Cara de sorte.”
Danny Williams (Hawaii Five-0)
“Meu amigo secreto é um arquiteto quase famoso, apesar de praticamente nunca aparecer em um projeto. Como todo mundo já cansou de ladainha desse homem querer casar e sempre achar que encontrou a mulher dos seus sonhos, comprei uma mulher que nunca vai abandoná-lo”.
Ted (How I Met Your Mother)
“Crianças, no Natal de 2012 eu participei de um amigo secreto do TeleSéries. Meu amigo secreto foi uma mulher de classe, que adora roupas da alta costura. Mas como meu orçamento estava meio curto só consegui comprar um vestido no saldão de uma loja. Com certeza não foi assim que eu conheci a mãe de vocês”.
“Apesar de ter ganho um vestido que só pode ter sido comprado em um saldão preciso manter a classe nessa brincadeira de amigo secreto. Por isso comprei um Iphone5 para o Miles, de Revolution. Ele não vai poder usá-lo já que me contaram que naquela série nem baterias funcionam, mas pouco importa, o importante é ter um Iphone5. Eu disse Cin-co!”
“Para meu grande amigo secreto Tector, um dos batedores de Falling Skies e especialista em armas, consegui providenciar uma espada como presente. É meu tipo de armamento mais utilizado, apesar de eu não estar muito certo da sua utilidade contra alienígenas e outras coisas que eles encontram naquela série”.

“Minha amiga secreta é a Temperance Brennan, de Bones. Me disseram que ela trabalha para o FBI solucionando assassinatos. Enquanto isso acontece os humanos esquecem completamente que o perigo vem dos céus, se os alienígenas ainda não invadiram essa série, certamente estão se planejando para isso. Para eles terem uma ideia do que a gente precisa enfrentar aqui meu presente vai ser uma ossada de um skitter morto por mim, quero ver quanto tempo eles vão demorar pra descobrir o que é isso”.
“Oi pessoal do TeleSéries, aqui é Seeley Booth. A Bones ficou empolgadíssima com o presente de amigo secreto dela, provavelmente a intenção do Tector era produzir um efeito contrário, mas enfim. Bones já mapeou a ossada do Skitter e está terminando um artigo sobre o assunto por isso tive que vir aqui dizer que o amigo secreto dela é o Walter Bishop, de Fringe, e como sou eu quem vai ter que entregar o presente decidi que o presente é um dos squints de Bones, Finn Abernathy”.
“Meu novo assistente parece ter vindo de um universo paralelo. Seu nome é Pudim, ou talvez Jim, ou quem sabe Marfim. Bem, estou empolgado mesmo com o meu amigo secreto, o Mozzie de White Collar. Desenhei um mapa do tesouro para ele, mas o tesouro fica escondido em universo paralelo. Acho que esse último detalhe deve complicar as buscas”.
“Oi pessoal do TeleSéries, aqui é o Neal Caffrey, parece que Mozzie ganhou um mapa de um tesouro e já foi atrás da localização. Algo me diz que ele não deve voltar tão cedo, então eu vim aqui entregar o presente do amigo secreto dele. Mozzie tirou o Jesse Pinkman, de Breaking Bad, e comprou pra ele um livro de receitas, Mozzie ouviu que Jesse gosta muito de cozinhar. Acho que ele só errou especialidade de Jesse na ‘cozinha’.”
“Meu negócio não é essas parada de amigo secreto, mas me disseram que meu amigo Sam Merlotte, de True Blood, gosta de animais ou ele é um animal? Não prestei muita atenção na viagem mas acho que esse vale desconto de um pet shop que achei nas coisas da minha falecida tia Jenny deve ser um bom presente. E não contém pra ninguém que eu participei disso”.

“Minha amiga secreta é a Michonne, de The Walking Dead, e comprei para ela o livro “Como Iniciar uma Conversa e Fazer Amigos,” de Dan Gabor, acho que vai ser de grande utilidade para ela agora que Michonne não anda cercada somente de zumbis”.
“Drama exagerado me tira um pouco a paciência por isso comprei uma caixa de lenços de papel para minha amiga secreta Carrie, de Homeland, vai chorar assim lá em Woodbury”.
“Minha amiga secreta seria uma boa agente da CIA e acho que nos daríamos muito bem espionando a vida de alguns suspeitos. Enquanto não nos conhecemos melhor esse presente vai me ajudar a saber mais da vida dela. Minha amiga secreta é Emily Thorne, de Revenge, e comprei para ela essa caneta, mas ela não precisa saber que a simples caneta tem uma câmera escondida”.
“Meu amigo secreto é uma pessoa fria e quente (risos) ao mesmo tempo e talvez até pudesse ajudar com minha vingança nos Hamptons matando alguns inimigos. Ele conquistaria Victória em um piscar de olhos, mas poderia aprender alguns truques mais simples e bestas de sedução com um colega de sangue: Edward Cullen”.
Damon Salvatore (The Vampire Diaries)
“Meu amigo secreto é uma pessoa experiente e que acredita no potencial dos estudos. Faz parte de um grupo de estudos de uma faculdade comunitária e acha todo mundo gay, por isso tenho um presente para que ele supere esse preconceito, uma bandeira”.
“Minha amiga secreta é uma pessoa de peito. Fala sempre o que quer e batalha por seus sonhos, mora no Brooklyn e tem uma companheira de quarto que eu não tenho palavra para descrever. Para ela eu tenho um presente de tirar o fôlego. E espero ter acertado no tamanho do presente”.

“Meu amigo secreto é um cara que consegue ser pior que a Caroline em todos os sentidos. Eu nunca conseguiria morar com uma pessoa igual a essa e meu sofá também não ficaria tão feliz assim se apenas um dos seus lugares estivessem sendo ocupados pelo mesmo bumbum há anos”.
Sheldon Cooper (The Big Bang Theory)
“Meu amigo secreto agora ficou fácil de descobrir. É o Monroe, de Grimm. Dizem que ele é fã de relógios antigos e detesta os modelos digitais. Como assim? Comprei para ele um relógio com mil funcionalidade. Monroe é fissurado pelo tempo e se recusa a ter algo mais moderno, mesmo sabendo que a tecnologia ainda vai dominar o mundo. Pássaros mostrando as horas são bem legais. BAZINGA!”
*Produção de Aline Ben e Maísa França
Dia do Órfão – Como a perda dos pais afetou personagens da TV?
23/12/2012, 18:56.
Redação TeleSéries
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O dicionário diz que órfão é o “menor que perdeu os pais ou um deles”. Com certeza, vocês já assistiram alguma série que virou de cabeça para baixo quando um personagem ficou órfão, não é?
Por isso, a equipe do Teleséries não podia deixar o Dia do Órfão, celebrado no dia 23 de dezembro, passar em branco, e fez uma lista de personagens que perderam o pai e a mãe para falar como suas histórias marcaram as séries.
Punky Brewster — Punk Brewster
Punky foi abandonada pelo pai quando tinha apenas 2 anos de idade, e anos mais tarde, sua mãe a deixou em um supermercado em Chicago. Logo ela descobre um apartamento vago na cidade, e começa a viver lá com seu cãozinho, Brandon. O dono do prédio descobre Punky escondida, e ao saber da história da garota, adota-a como sua filha. O seriado Punky Brewster foi transmitido originalmente entre os anos de 1984 a 1988, e aqui no Brasil o SBT colocou no ar a série nos anos 1990, com o nome de Punky, A Levada da Breca. Anos depois a Band colocou a série no ar, mas o horário qual a série era transmitida não agradou, e o show acabou saindo da programação. Apesar da história difícil a personagem Punky era sempre muito divertida, ainda que em alguns momentos o seriado tratasse de assuntos sérios como por exemplo o abuso infantil. A série fez tanto sucesso, que foi criado um spin-off em forma de animação, onde Punky e seus amigos se aventurava de um jeito um pouco mais “fantástico” do que faziam na série original. (Júlia Berringer)
Sookie e Jason Stackhouse — True Blood
Os pais de Sookie e Jason Stackhouse morreram quando os irmãos tinham sete e onze anos, respectivamente. Após ficarem órfãos, foram morar com a avó Adele – com quem Sookie ficou até a morte da mesma enquanto Jason se mudou para a antiga casa dos pais ao atingir a maioridade – que cuidou dos dois e os protegeu como uma verdadeira mãe. Ambos eram muito apegados à Adele e a reconheciam mesmo como figura materna, principalmente Sookie, que ainda sofre pela morte da mulher. Durante toda a infância e parte da vida adulta, os irmãos acreditaram que perderam os pais devido a uma enchente, mas recentemente descobriram que a real causa da morte do casal é ambos terem sido drenados por um vampiro cuja identidade ainda é um mistério. (Mônica Castilho)
Família Salinger — Party of Five
Os cinco irmãos da família Salinger perderam os pais após um acidente automobilistico, onde o motorista dirigia embriagado. Foi assim que Charlie, o filho mais velho, ficou responsável por tomar conta dos 4 irmãos mais novos: Bailey, um adolescente rebelde de 16 anos; Julia, uma sensível adolescente de 15; Claudia, uma talentosa garotinha prodígio de apenas 11 e Owen que era apenas um bebê na primeira temporada da série. Os irmãos passam a tomar conta do restaurante da família, Charlie começou atuando como chefe, mas depois Bailey assumiu a posição. O seriado tratou de vários assuntos sérios durante sua história, câncer, alcoolismo, gravidez indesejada e estupro foram apenas alguns dos temas tratados. A série foi ao ar originalmente pela Fox americana, em 1994, com 6 temporadas. No Brasil a série foi ao ar com o nome O Quinteto e foi exibida pelo canal pago Sony e também pela Rede Record. (Júlia Berringer)
Elena e Jeremy Gilbert – The Vampire Diaries
O acidente que matou os pais de Elena e Jeremy Gilbert em The Vampire Diaries pode ser classificado como o ponto de partida da série. O carro com Miranda, Grayson e Elena Gilbert caiu num lago quando passada pela Ponte Wickery, e o misterioso vampiro Stefan Salvatore salvou a vida da adolescente a pedido do pai dela. Ele tentou resgatar os pais dela, mas já era tarde demais. Ali ele teve o primeiro contato com a mulher por quem ele e seu irmão, Damon, viriam a se apaixonar, e que por sinal, é cópia/descendente mágica de Katherine Pierce, a vampira que transformou os irmãos Salvatore. Mais tarde, Elena descobriu ter sido adotada por Miranda e Grayson. Seus pais biológicos são o irmão de Grayson, John, e sua namorada de colégio, Isobel. Mesmo assim, a sorte dela não mudou e os dois morreram na segunda temporada da série. John, inclusive, morreu para salvar Elena da transformação em vampira. Depois do acidente, Jeremy, antes um garoto de boa índole, começou a se envolver com drogas e bebidas, o que serviu de “prefácio” para sua entrada no mundo das criaturas sobrenaturais de Mystic Falls. The Vampire Diaries está na quarta temporada e é exibida pela CW nos EUA. No Brasil, a série é transmitida no Warner Channel, na TV fechada e no SBT na TV aberta. (Ariel Cristina Borges)
Arnold e Willis Jackson — Diff’rent Strokes
Os irmãos Jackson são duas crianças pobres da região do Harlem cuja mãe recém-falecida trabalhava para um viúvo rico e simpático chamado Phillip Drummond, que os adota como seus filhos. Assim, Arnold, um garoto levado e seu irmão Willis (interpretado por Todd Bridges, que também participou da série Everybody Hates Chris) vão morar com a Phillip, sua filha e uma empregada. Apesar de uma série focada na comédia, Diff’rent Strokes tratou de assuntos importantes como preconceito, drogas, xenofobia, anorexia e adoção. A série foi ao ar pelos canais NBC e ABC durante os anos de 1978 a 1986. Aqui no Brasil, a série vai ao pelo SBT com o nome de Arnold, e também pelo canal a cabo Nickelodeon como Minha Família é uma Bagunça. (Júlia Berringer)
Amanda Clarke/Emily Thorne — Revenge
Não podemos falar sobre personagens órfãos sem citar Amanda Clarke. Amanda ainda era pequena quando teve o primeiro contato com os pais e o futuro escuro que a esperava. A mãe era doida e o pai havia se apaixonado pela vizinha. Após a separação, David Clarke acabou caindo numa grande armadilha preparada pela sua amada Victoria que o sentenciou em sua morte na prisão. Para provar a sua inocência, David havia escrito alguns diários para Amanda, que na época estava saindo da prisão de menores. Victoria havia sumido com sua mãe, fazendo Amanda acreditar que era órfã. Após ter contato com a verdadeira causa de seu pai ser preso, Amanda resolveu fazer justiça com as próprias mãos! Abandonando a sua origem e criando uma nova personagem, Emily Thorne, o seu novo nome de vingança, elaborou um grande esquema para derrubar os Grayson da mesma forma que eles derrubaram a sua vida. E esperamos que a vingança seja feita! (Mario Madureira)
Clark Kent/Kal-El – Smallville
Não há melhor exemplo de pais adotivos do que os do Clark Kent, assim com não há melhor exemplo de órfão na ficção. O bebê Kal-El, filho de Jor e Lara, foi mandado para a Terra para se tornar um grande herói. Antes de morrer, os verdadeiros pais de Clark Kent fizeram o maior gesto de amor que eles podiam. Entregaram os filho para outras pessoas, para que ele tivesse a chance de crescer e se tornar um verdadeiro kryptoniano. Quando o moço descobriu que não era desse planeta, e que óbvio, não era filho dos Kents, ele entrou em uma total crise de identidade, que em Smallville durou até a última temporada. Na série, a história do Super-Homem aproveitou a pouca idade do herói para mostrar como ele passou de um adolescente em conflito para ser o homem mais respeitado do planeta. Várias vezes a série tocou nesse ponto, e o fato de Kal-El ser órfão rendeu boas histórias. Até uma visita de Lara e Jor em ciscumstâncias que só uma boa ficção pode oferecer. De qualquer modo, no final, todos sabem que Kal teve muita sorte. Martha e Jonanthan moldaram o que ele tinha de melhor para oferecer ao mundo. (Maria Clara Lima)
Esses são apenas alguns dos exemplos que mais marcaram a TV. Lembra de mais algum órfão, seja de pai e mãe ou não, compartilha aqui com a gente!
*Produção de Júlia Berringer e Ariel Cristina
Séries que deveriam acabar antes do fim do mundo
19/12/2012, 11:00.
Redação TeleSéries
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Quando lançado em 2009, o filme 2012, dirigido por Roland Emmerich, trouxe para as telas do cinema as catástrofes climáticas que o Calendário Maia previa para 21 de dezembro de 2012, o mundo inteiro embarcou nessa história, digamos assim, apocalíptica.
Depois de três anos de espera – e muitas brincadeiras-, a tal data está chegando e é nessa sexta-feira que o mundo deve acabar! Céticos dirão que não acreditam mas todos – mesmo que levando na brincadeira – já fizeram planos para antes do fim do mundo ou já se pegaram pensando sobre o que deveriam fazer antes que dessemos adeus ao nosso querido planeta Terra.
Além do carro que você quer comprar e das festas que quer ir antes do “apocalipse”, a televisão e suas tramas não podem ficar de fora. Já pensou sua série favorita acabar sem um final? Ou pior, aquela série que você está empurrando com a barriga durante um bom tempo não ter sequer um fim? Não? Pois é, o TeleSéries pensou por você!
Confira a nossa lista de séries que deveriam acabar antes do fim do mundo!
(P.S. – esperamos apenas que não seja a nossa última lista!)
Fringe
por Maria Clara Lima
A Fox que trate de soltar os episódios de Fringe antes do dia 21. Para mim, a emissora já teria cancelado a série! Mas não porque ela deve acabar, não é isso. Por mim, Fringe duraria para sempre! Como o para sempre não existe e o mundo vai chegar ao fim, não quero que essa obra prima do JJ Abrams e cia vire um outro Lost. Por isso, acabem com a série agora! As aventuras do cientista louco, da agente do FBI, de Peter e Astrid não podem ficar sem repostas. Afinal, todo mundo quer saber quem são os Observadores e como o mundo vai sobreviver aos homens pálidos. Acho que para mim, mais do que tudo, quero ver a Olivia e o Peter felizes, enquanto o nosso universo durar.
Grey’s Anatomy
por Anderson Narciso
Assisto a Grey’s Anatomy desde sua estreia em 2005. Há sete anos, a série é um dos meus dramas favoritos, que chegou a disputar preferência em minha lista pessoal com ER, One Tree Hill e muitas outras. Apesar de o nível não ser o mesmo das temporadas iniciais, Grey’s ainda mantém o seu charme e chama atenção por algumas histórias. E a temporada passada foi muito boa, relembrando os tempos áureos da série. Assistir uma série há sete anos, que você chama de “Sua favorita” e não conseguir assistir ao final? Portanto, seria bom ver o final de Grey’s Anatomy antes do dia 21. Claro, com muita medicina, drama e o ponto chave da série – as mortes. Nem que Shonda tivesse que usar o Apocalipse como desculpa para matar o elenco inteiro da série – coisa que a psicopata desta autora adora fazer. Por Grey’s ter um carinho especial no meu coração e de muitos fãs, é que merecíamos ver o final desta série antes do fatídico apocalipse maia de 21 de dezembro. Não custa nada arriscar, não é?
How I Met Your Mother
por João Paulo Freitas
How I Met Your Mother estreou no dia 19 de setembro de 2005, mais de sete anos atrás, com uma proposta muito simples em seu piloto, a série se dispôs a nos apresentar nossos cinco protagonistas e a saga de Ted Mosby para encontrar sua futura esposa. E assim foram se sucedendo os episódios, com uma dica aqui, outra ali de quem seria a verdadeira mulher de Ted. O público que assistia a série só não percebeu que aos poucos deixou a questão levantada pelo piloto de lado, abraçou a narrativa e acabou entrando na vida de cada um daqueles cinco protagonistas. Não é por menos que após quase oito temporadas completas a pergunta ainda não foi respondida e a sitcom está ainda mais forte. A construção de cada personagem foi bem feita, suas personalidades foram respeitadas durante os anos e o amadurecimento deles, esquecido por muitas séries de humor, foi ocorrendo de forma sensata e gradativa tornando a série um expoente na sua categoria. Mas agora, em 2012, segundo os maias, mais um ciclo se termina e nada mais justo que uma série que foi tão fiel aos ciclos da vida, sejam eles tristes ou felizes, depressivos ou até de insanidade, fique na memória de todos que ela marcou.
Once Upon a Time
por Paulo Serpa Antunes
Faz pouco menos de um ano que escrevi uma resenha declarando que Once Upon a Time era uma das melhores séries de 2011. Uma temporada depois, OUAT está se tornando uma grande decepção. Sabíamos que depois do final da primeira temporada a série não seria mais a mesma: ela teria que se reinventar, como um Lost ou um Fringe que muda radicalmente de direção de uma season para outra. Mas Once Upon a Time pegou justamente o pior caminho possível: separou o elenco durante nove episódios, colocou os personagens perseguindo MacGuffins atrás MacGuffins (pó de fada, tinta de lula, bússola de ouro ou qualquer outra coisa parecida), preencheu o tempo na tela com novos personagens pouco interessantes (Aurora, Mulan, Hook) e, apesar do sucesso comercial, segue economizando nos efeitos visuais mais toscos da TV americana. Sem falar que inventaram de amansar a Evil Queen Regina, que está se tornando uma nova Sue Sylvester. Mas o pior é o discurso meloso romântico e infantil. Henry nos lembra a todo momento que “o bem sempre vence o mal”. Pô pirralho, pra quê soltar spoiler? Once Upon a Time caminha a passos largos pra se tornar a nova Heroes. Melhor seria terminar por aqui.
Pretty Little Liars
por Júlia Berringer
Alguns acreditam que o mundo realmente vai acabar, outros que uma nova era vai começar, e alguns (assim como eu) acreditam que os Maias só se cansaram de fazer os calendários e resolveram tomar um solzinho. Mas não há como negar que todos nós em algum momento pensamos no “e se ?” Confesso que o meu maior “e se” foi pensar no mundo acabando e eu sem saber quem é a verdadeira A em Pretty Little Liars. Vou morrer pensando “e se eu tivesse roubado os scripts da série e descoberto quem era A?. Lógico que existem várias teorias, nos livros em que a série é baseada nos dão respostas, mas não consigo me livrar do sentimento de que o que Marlene King (produtora da série) tem em mente é algo muito diferente do que aconteceu na série literária. E é exatamente por isso que os fãs merecem que esse show acabe antes do final do mundo. Pretty Little Liars é o tipo de série que te prende em um mistério ao mesmo tempo que começa outro, e já são tantos segredos, que morrer sabendo que os descobri seria um alívio. Ou quase isso. Não há como negar que me sentiria um pouco mais leve sabendo quem é a pessoa que ameaçou e maltratou as quatro liars durante esses anos. Quem sabe até a sorte não vira, e acabamos descobrindo que essa história de fim de mundo é só mais uma armadilha da A?
The Walking Dead
por Diego Rodrigues
Dia 21 de dezembro de 2012 está marcado para acontecer o tão esperado “fim do mundo”, mas isso já acontece faz tempo em varias séries de que somos fãs, o que esperamos agora é que elas tenham um fim antes que o mundo acabe, e não nos deixem curiosos pelo que poderia ter acontecido. The Walking Dead, a famosa série que retrata o apocalipse zumbi, nos deixa a cada episódio mais desesperados e ansiosos pelo que está por vir, e graças a seus personagens e esforços para se manterem vivos, eu fã, e milhares de pessoas esperamos uma grande explicação, e um final épico, para essa série que vem conquistando várias pessoas de todas as idades pelo mundo. Mais que respostas para várias perguntas como; “Onde tudo começou?” “Como tudo começou?” e “Será que eles vão conseguir se salvar e acabar com todos os zumbis?” Esta série merece ter um final por causa da boa qualidade apresentada a cada episódio escrito, e como a história da série se desenrola bem. Esperamos grandes explicações para tudo, e torcemos por alguns personagens. The Walking Dead merece sim ter seu final escrito e divulgado antes do fim do mundo, graças ao bom trabalho de todos por trás desta série, bem produzida e dirigida, e porque nós fã torcemos sempre pra algum personagem preferido e queremos saber o que acontece com ele, e todos do elenco.
Two and a Half Men
por Aline Ben
Two and a Half Men deveria acabar antes do final do mundo pelo simples fato de que a série já deveria ter acabado há muito tempo. Durante a oitava temporada quando Charlie, o Sheen, parecia mais acabado que o Charlie, o personagem, os produtores da série já deveriam ter organizado um final digno para o seriado. No entanto, com a briga de Charlie Sheen com o produtor e criador da série, Chuck Lorre, veio a saída de Sheen do elenco do seriado, vieram os boatos e difamações em público e aí veio Ashton Kurcher com seu currículo de modelo da Colcci e filmes de comédias românticas. Mas a série continuou, levada pelo saco de pancadas da história, Alan. Nem mesmo o ótimo trabalho de Jon Cryer, ganhador do Emmy 2012 de melhor ator, justificam a continuidade da série. Recentemente em plena décima temporada, o pequeno Jake que cresceu durante os 10 anos de seriado, Angus T. Jones, se rebelou e em um vídeo na internet pediu aos fãs que não assistissem mais a série. Charlie Sheen respondeu na hora e ofereceu emprego ao ex-colega em seu novo seriado, Anger Management. Como dizem aqui na minha terra, Two and a Half Men já virou várzea há muito tempo. O destaque da narrativa engraçada da série eram os momentos em que Charlie e Jake tiravam sarro de Alan e o esnobavam. Charlie e Jake já não fazem mais isso, agora é Alan (o eterno bobão) que (pasmem!) se aproveita de um mais bobão ainda que é Walden, personagem de Kurcher. Charlie Sheen pode ter todos os defeitos do mundo como ser humano, mas na série da CBS ele era a alma e a garantia das nossas risadas.
Produtor de ‘Grimm’ diz que o mundo precisa de magia
05/12/2012, 23:43.
Redação TeleSéries
Notícias
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Norberto Barba, produtor-executivo de Grimm e diretor de outras tantas produções como CSI: Miami, Fringe, E.R., Law & Order esteve em São Paulo hoje, dia 5 de dezembro, para divulgar a segunda temporada do seriado.
Em uma mesa redonda, acompanhado por alguns blogueiros de TV, o produtor parecia bem a vontade. “Se isso fosse na Comic Con, eu teria ao meu redor centenas de gravadores. É uma loucura”, confessou. “Quando aquilo acaba, você quer apenas sair de lá e beber alguma coisa para relaxar”.
O bom humor ditou o clima da conversa. Norberto, americano de Nova York, falou sobre os bastidores, criação, planos para o futuro e sua proximidade com a América Latina. Ele cresceu em um bairro de língua espanhola e entende até um pouco de português. “Minha cunhada mora aqui no Brasil”, falou. E não se importou em ouvir perguntas em nossa língua. “Sabe que o episódio La Llorona teve cerca de 40% das falas em espanhol?”
Tendo como inspiração famosas histórias como Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel, Branca de Neve, a série acompanha uma tendência criativa e universal. “O mundo precisa de magia”, diz. Ele explica que sente como se as pessoas tivessem cansado da realidade e assistir histórias assim, acaba sendo uma boa escapatória para os dramas do cotidiano. A busca pela universalidade das histórias dos irmãos Jacob e Wilhelm Grimm pode levar a série a buscar outras lendas. “É uma possibilidade”, conta.
Em hiato nos Estados Unidos, a série está sendo exibida aqui no Brasil pela Universal Channel, todas às segundas, às 23h e acompanha as aventuras do detetive Nick Burkhardt (David Giuntoli), descendente do grupo de caçadores lendários chamados Grimm. Sua missão: proteger os humanos dos vilões dos contos de fada.
O produtor garante que não sabe o que vai acontecer exatamente no final da temporada, mas tem ideia do que está por vir. Cuidadoso, não entrega nenhuma novidade para não estragar a surpresa. “Nós somos muito cuidadosos com isso. Eu, e o elenco também”. Por falar nos companheiros de trabalho, Norberto acha graça da proximidade de todos nos sets de filmagens. Amigos dentro e fora dos estúdios, ele demonstra satisfação ao dizer que o entrosamento do elenco é algo que ele nunca viu antes, e que isso facilidade bastante o clima nas gravações.
“Gosto de pensar quem em Grimm eu posso trabalhar tudo ao mesmo tempo. Comédia, fantasia, romance”. É essa liberdade criativa que Norberto gosta e encontra na televisão. Para ele, ser diretor de TV exige muita disciplina, mas também é bem divertido. “Prefiro filmar 22 histórias em um ano. Isso é sorte”.
Mas nem só de lendas vive Grimm. Perguntado sobre o romance (e bromance) no seriado produtor diz que a química entre os atores é muito forte, e que o amor é tão universal quanto os contos de fada. Ele reconhece que algumas histórias são mais fáceis que outras, como a de Monroe (Silas Weir Mitchell). “As coisas estão bem complicadas para Nick”, mas se perguntarem qual é o relacionamento preferido dele, sem dúvidas que é entre Monroe e Nick.
Quem tem curiosidade para saber que tipo de criatura ele seria, Norberto não hesita: um Jägerbär. “Seria forte como um urso, mas mesmo assim, seria legal”, diz.
Conheça o site oficial da série e fique por dentro das novidades de Grimm.
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