Emmy Awards: Glee sai na frente, com 19 indicações

Data/Hora 08/07/2010, 13:19. Autor
Categorias Notícias


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Lea Michele em GleeSurpresa! Esta é a palavra que resume a lista de indicados a 62ª Edição do Emmy Awards, premiação anual dos melhores da TV, anunciada esta manhã em cerimônia em Los Angeles. Os vencedores serão conhecidos no dia 29 de agosto.

A lista de indicados sugere que o momento é mesmo da novata Glee. A comédia-musical do canal Fox saiu na frente com 19 indicações. Melhor que ela só mesmo a minissérie de guerra The Pacific, que teve 24 indicações – mas a diferença é que Pacific foi mais indicada nas categorias técnicas, enquanto Glee concorre e tem boas chances em categorias disputadas como Melhor Comédia, Melhor Ator em Comédia (com Matthew Morrison), Melhor Atriz em Comédia (Lea Michele), Melhor Atriz Coadjuvante em Comédia (Jane Lynch) e Melhor Ator Coadjuvante em Comédia (Chris Colfer).

Outro show em posição destaque é o drama Mad Men, que segue com prestígio com a Academia de Artes e Ciências da Televisão, com 17 indicações.

A lista está cheia de novidades, abrindo espaço para séries novas como Modern Family (14 indicações), The Good Wife (9 indicações) e Nurse Jackie (8 indicações). Outra boa surpresa é que a Academia finalmente reconheceu, depois de três temporadas em branco, o drama Friday Night Lights, indicando Kyle Chandler e Connie Britton a Melhor Ator e Atriz em Drama.

O Emmy poderá homenagear algumas séries veteranas que se despediram esta ano da televisão, como Lost (com 12 indicações, incluindo Melhor Drama e Melhor Ator em Drama para Matthew Fox, sua primeira indicação) e Monk (com Tony Shalhoub concorrendo pela oitava vez a Melhor Ator em Comédia).

Como não há espaço para todos, muita gente ficou de fora. Entre os esnobados estão Charlie Sheen, de Two and a Half Men, talvez por conta dos problemas pessoais fora das câmeras; Courteney Cox, que buscava a volta por cima com Cougar Town; e Katey Sagal, com elogiada performance no drama Sons of Anarchy.

Confira abaixo a lista dos indicados nas principais categorias:

Melhor Comédia
Segura a Onda (Curb Your Enthusiasm)
Glee
Modern Family
Nurse Jackie
The Office
30 Rock

Melhor Drama
Breaking Bad
Dexter
The Good Wife
Lost
Mad Men
True Blood Clique aqui para continuar a leitura »

O que vou assistir hoje na TV – quarta, 7/7/2010

Data/Hora 07/07/2010, 00:22. Autor
Categorias TV Brasil


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NCIS: Los Angeles - Fame

Por pura falta de assunto, seguem os destaques do dia na TV. Vai Alemanha!

Hoje tem:
• AXN: CSI:Miami (21h, episódio Time Bomb) e Castle (22h, Sucker Punch).
• No Eurochannel, 21h, David Nolande, com o episódio Crescendo.
• No A&E, 22h, NCIS: Los Angeles, episódio Fame.
Brothers and Sisters, episódio If You Bake It, He Will Come. No Universal, 23h.

E ainda:
• Vale registro que o Liv reprisa esta noite o episódio final da primeira temporada de Army Wives.
• Já a Fox faz uma maratona de Glee das 20h às 23h, reprisando os episódios Hairography, Mattress e Sectionals.

O que vou assistir hoje na TV – segunda, 5/7/2010


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Criminal Minds - Our Darkest Hour

Criminal Minds nunca foi uma das minhas séries policiais favoritas. Mas eu concordo com os fãs. Em meio ao cansaço criativo da franquia CSI, do esgotamento de Law & Order:Special Victims Unit e do fato de algumas novas promessas como The Mentalist não terem decolado, Criminal Minds manteve a trajetória de evolução, superou as partidas de Lola Glaudini e Mandy Patinkin (que na época pareciam insuperáveis) e fez deste seu quinto ano sua melhor temporada.

Há motivos para preocupação pela frente. A anunciada saída de A.J. Cook, o bizarro spin-off estrelado por Forest Whitaker que ninguém entendeu e o próprio fato de que é sabido que depois de cinco temporadas as boas ideias começarão a escassear preocupam. Mas nada apaga o fato de que este ano foi incrível, com episódio fechados arrepiantes e o melhor arco da história da série (encerrado com o confronto entre The Reaper e Hotch, no 100º episódio da série).

A temporada encerra esta noite, às 22h, no AXN, com a exibição do episódio Our Darkest Hour. E ainda tem a participação de Eric Close, da saudosa Without a Trace. Clique aqui para continuar a leitura »

O que vou assistir este domingo na TV – 4/7/2010

Data/Hora 04/07/2010, 11:16. Autor
Categorias TV Brasil


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Uma Família da Pesada - Dial Meg for Murder

Hoje é versão compacta, por pura falta de assunto!

Los Caballeros Las Prefieren Brutas, Sony, 13h, episódio Madres y Madrastras.
• O Eurochannel passa a exibir a série Raccontami mais cedo. O sétimo episódo está marcado para às 16h.
Merlin, episódio The Lady of the Lake. HBO Family, 16h10.
South Park (VH1, às 20h30) e Os Simpsons (Fox, 20h30).
• No FX, tem The Office (21h), American Dad (21h30), Uma Família da Pesada (22h), The Cleveland Show (22h30), Better off Ted (FX, 23h) e o penúltimo episódio da temporada de It’s Always Sunny in Philadelphia (FX, 23h30).
• Na HBO, 22h, segundo episódio da temporada de True Blood. Beautifully Broken introduz na série o ator James Frain.

Domingo sem Copa. Estranho, né?

O que vou assistir hoje na TV – quinta, 1/7/2010


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30 Rock - I Do Do

Sentiram minha falta? Bom, depois de um dia de férias forçadas, a coluna O que vou assistir hoje na TV, que está cada vez menor (mas tem um monte de séries chegando em julho, então daqui a pouco as coisas voltarão a ficar movimentadas), retorna.

E nesta quinta-feira pela enésima vez 30 Rock recebe o meu destaque. Às 22h, chega ao fim a excelente quarta temporada da série da Tina Fey, com a exibição do episódio I Do Do. No programa Liz finalmente encontra o homem dos seus sonhos, em meio aos casamentos de Cerie, Floyd e Grizz. E Jack finalmente fará sua escolha entre Avery e Nancy.

Ah, claro, e além das presenças de Elizabeth Banks e Julianne Moore (Emmy de Guest Star em Comédia garantido!) o episódio ainda tem participação especial de um atorzinho aí, um tal de Matt Damon. Clique aqui para continuar a leitura »

O que vou assistir hoje na TV – terça, 29/6/2010


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sLaw & Order: Special Victims Unit - Shattered

Eu tenho o hábito de evitar comentar séries que outros colegas de TeleSéries costumam resenhar. Acho que elas já estão devidamente bem cobertas, sempre com o enfoque adequado. Uma delas é Law & Order: Special Victims Unit, que abriu a temporada com o Ângelo Romão no comando e do meio pro fim ganhou os comentários da Amanda Darling.

E eu agradeço os dois por ocuparem este espaço, porque SVU acabou se tornando para mim uma série difícil de seguir. A série, até seis ou sete temporadas, era a mais realista e humana dos dramas policiais da TV aberta americana, quase um anti-CSI, e não só por conta da abordagem científica, mas do contraponto do temperamento de Benson e Stabler com a frieza de Grissom e sua equipe.

Mas a passagem dos anos, o desenvolvimento complicado de alguns personagens e o esgostamento das histórias tornou SVU uma série esquemática, inverossímel e fugaz. Há três semanas tentei dar uma nova chance para ela, assistindo Torch, o primeiro episódio com Sharon Stone e, bom, saí completamente frustrado da exibição. Stone, que eu tinha ótimas lembranças de sua passagem por O Desafio, entrou em cena caricata no papel da enésima promotora tapa buraco da série e parecia estar trabalhando sozinha em cena (não dava pra sentir qualquer conexão entre ela e a personagem, e ela e o elenco, um sentimento de que tudo foi produzido apressadamente).

É esta SVU que encerra esta noite sua 11ª temporada, com o episódio Shattered. Um show cansado, mas que sempre deixa nos fãs aquela ponta de esperança que tudo pode mudar na próxima temporada. Afinal, se tem uma coisa que a série ainda goza é de prestígio – ainda tem gente fazendo fila para participar da série, como Stone, ou a guest star desta noite, a francesa Isabelle Huppert. Clique aqui para continuar a leitura »

O que vou assistir hoje na TV – segunda, 28/6/2010


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The Good Wife - Boom

O melhor drama da temporada está voltando do hiato (aposto com vocês, a série vai estar na lista de indicadas a Melhor Drama no Emmy). E fez falta! The Good Wife retorna às 23h, no Universal, para o primeiro dos cinco últimos que encerram a temporada.

Com o promissor título Boom, o episódio coloca Alicia (Julianna Margulies) enfrentando no tribunal o ex-sócio de sua firma, Jonas Stern (Kevin Conway). O episódio também introduz na série Terry Kinney (que brilhou na última temporada de The Mentalist). Clique aqui para continuar a leitura »

O que vou assistir este domingo na TV – 27/6/2010


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True Blood - Bad Blood

True Blood inicia neste domingo sua terceira temporada, com mais prestígio do que nunca. Mas eu sigo torcendo o nariz. Não acho que o subtexto seja tão brilhante assim e nem as tramas e personagens tão fascinantes. Veja bem, a série não é nenhum desastre, é entretenimento bom (usaria uma camiseta escrita “Fangbanger” sem problema!). Mas não vejo nada que justifique este carinho da crítica e também não acho o trabalho de Alan Ball tão sólido como poderia ser.

Mas sigo no barco e até admito que estou entusiasmado com as perspectivas para este terceiro ano. O episódio de estreia da terceira temporada, Bad Blood (HBO, 22h), que já assisti, lança algumas tramas promissoras. O problema talvez seja que são tramas demais: a temporada cria storylines focada para os vampiros que até então eram coadjuvantes (Eric, Sophie-Anne), com Bill sendo caçado, Sam Merlotte em busca de suas origens, Jessica como problemas para se ambientar a vida de vampira e ainda forte presença dos humanos. (E se eu fosse mais cri-cri diria que o elenco está inchado demais, está na hora de alguém morrer).

Mas, já virou tradição nas temporadas de True Blood, tudo sempre começa bem, e acaba cansando lá pela metade. Vou ficar de olho e na torcida para que desta vez seja diferente. Clique aqui para continuar a leitura »

O que vou assistir hoje na TV – sexta, 25/6/2010

Data/Hora 25/06/2010, 12:10. Autor
Categorias TV Brasil


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NCIS - Obsession

Coluna em versão compacta, feita no intervalo de Brasil e Portugal!

• No AXN, às 21h, NCIS, episódio Obsession, com a presença de bela Ashley Scott e nova participação da criticada advogada interpretada pela Rena Sofer.
Greek , às 23h, no Universal, episódio Isn’t It Bro-mantic.
Multishow, 23h, terceiro episódio da segunda temporada de Ser Humano.
• E no Liv, tem Judging Amy,às 22h.

E vocês, tão ouvindo o Galvão, ou decidiram boicotar a rede Globo?

O que vou assistir hoje na TV – quinta, 24/6/2010


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House - Help Me

O Universal Channel exibe às 23h, o episódio final da sexta temporada de House.

E eu não tenho nada a dizer sobre isto. Clique aqui para continuar a leitura »

O que vou assistir hoje na TV – quarta, 23/6/2010


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Ugly Betty - Hello Goodbye

Em novembro de 2007, quando Ugly Betty estreou na Sony, tivemos a felicidade de publicar algumas resenhas da série assinadas pela Fer Funchal (a do piloto você lê aqui). O texto da Fer fez toda a diferença na minha compreensão da série – escrito uma temporada após a estreia nos EUA, ela apontava as principais qualidades da série que, nos primeiros episódios, ainda não estavam plenamente definidas: a estética camp, a ironia sutil e o desenvolvimento gradual e firme daqueles personagens fascinantes.

Isto foi importante porque o impacto que Ugly Betty teve em mim não foi de paixão a primeira vista. Eu tenho uma certa dificuldade de relaxar diante de comédias que fazem humor em torno de situações humilhantes. Eu não acho graça, eu acho constrangedor. Foi difícil ver Betty sendo humilhada nos primeiros anos da série e resistindo bravamente, sem perder a ternura. Felizmente Ugly Betty sempre foi muito mais que isto e a viagem destes quatro anos foi definitivamente prazerosa.

A jornada de Ugly Betty se encerra esta noite, com o episódio Hello Goodbye (Sony, 21h). Clique aqui para continuar a leitura »

O que NÃO vou assistir hoje na TV – terça, 22/6/2010


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Na Forma da Lei

Luana Piovani, na pele da delegada Gabriela Guerreiro, faz uma operação policial numa mansão. Apesar de ser uma residência civil ela chega com uma metralhadora em mãos. Efetuada a prisão, ela lembra de ligar pro marido. Num diálogo bobo, ele avisa que ela tem reunião na escola das crianças, mas ela diz que não pode ir. Ele diz então que ela está perdoada se, quando voltar pra casa, fazer alguma sacanagem na cama (que obviamente não ouvimos, por conta do corte da edição). A cena encerra com uma frase de pornochanchada:

Ah, meu Deus do Céu, muito obrigado por este marido. Bom de casa, bom de cama!

A cena acima é de Na Forma da Lei, minissérie da rede Globo que estreou na última terça-feira (segundo episódio esta noite, às 22h55), e resume bem tudo o que eu tenho dizer sobre a produção: é um lixo.

Obviamente, ao fazer este juízo de valor eu me sujeito mais uma vez a retomar toda a discussão que já tivemos outras N vezes aqui no TeleSéries – quando Bruno Motta detonou Maysa, quando eu levantei os prós e contras de A Lei e o Crime e Força-Tarefa e malhei 9mm: São Paulo. Sempre tem um leitor (ou melhor, muitos) para acusar o TeleSéries de ser pró-Hollywood e que vê na crítica um sinal de desprezo com o que se produz no Brasil (e sempre tem aquele mais radical, que vê nisto um sinal de antipatriotismo). É uma crítica que chateia.

Obviamente, admito que sou apaixonado pela teledramaturgia norte-americana (e também inglesa, e também por algumas cosias que pintam do Canadá).

E, sempre que critico uma série brasileira, eu fico me perguntando, estou sendo duro demais?

A questão é que as pessoas pegam a parte pelo todo. Ninguém lembra do meu entusiasmo por Alice, o da Tati Leite por Ó Paí Ó ou o do Rafael Maia por Som e Fúria. Ninguém aqui está perseguindo as tentativas de se emplacar seriados de televisão no Brasil. Pelo contrário, todas as nossas críticas sempre tem esta coisa em comum: torcer para que as séries brasileiras acertem no alvo.

Na Forma da Lei, no entanto, é mais uma destas produções da primeira lista. Aliás, pior do que elas, porque não há aqui nada para se elogiar. Prometia ser uma produção inovadora, apostando em uma trama serializada (tipo Damages), com temática policial e jurídica (tipo Law & Order ou ainda Women’s Murder Club) e com toda uma atmosfera de vingança (o pessoal lembrou bem, ela remete a Reunion, o que é interessante porque Reunion era horrorosa e portanto parecia fácil fazer algo um pouco melhor).

O problema é que o texto de Antônio Calmon leva tudo na brincadeira, com diálogos de gibi. E Wolf Maia complementou com uma direção de telenovela, totalmente rasteira, e a produção toda embarcou na onda do maniqueísmo e do exagero – que chega ao ápice no penteado da Ângela Vieira.

Vejo que as pessoas estão elogiando o Luis Melo. É claro: em novela mexicana, o melhor é sempre o vilão. Clique aqui para continuar a leitura »

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