Hugh Laurie voltou! Veja como foi a primeira aparição do ator em ‘Veep’

Data/Hora 13/05/2015, 08:00. Autor
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A noite do último domingo, dia 10 de maio, foi repleta de atrações na TV nos EUA: Revenge chegou ao fim, The Good Wife e Once Upon a Time encerraram temporadas, Mad Men teve seu penúltimo episódio exibido e, claro, Game of Thrones segue em sua jornada épica, arrastando milhões de telespectadores.

Mas tivemos ainda outro acontecimento, tão ou mais importante que todos os demais: o dia 10 de maio marcou a volta de Hugh Laurie à TV. Três anos após o fim da icônica House, Laurie voltou para dar ainda mais qualidade à excelente quarta temporada de Veep.

(Verdade seja dita, este tempo de Hugh Laurie longe das telas foi bom para tirarmos da memória aquelas últimas temporada sofríveis de House e também porque foi muito legal vê-lo rodando o mundo tocando blues, já que além de ser um dos grandes atores de sua geração ele ainda é um grande músico)

Laurie entra em cena nos minutos finais do episódio Convention. No papel do político Tom James, ele chega para salvar a pele de Selina (Julia Louis-Dreyfus), que acaba de perder o candidato a vice-presidente de sua chapa durante a convenção do partido. O ator entra de forma orgânica num episódio muito bem escrito e dirigido – você realmente esquece que ele está deve aparecer na série em algum momento, enquanto vê Selina oferecendo a posição de VP para várias outras pessoas antes dele (Randall Park, de Fresh Off the Boat, é um dos que retornam no episódio).

Seu personagem, Tom James, é um político simpático que está voltando a cena depois de um período afastado para cuidar da família. Não devemos esperar de Laurie, portanto, muitas cenas cômicas na temporada – ele está ali para fazer a escada, para servir o roteiro e emprestar o seu carisma. A impressão que fica é que ele será um candidato a VP tão carismático que irá provocar ciúmes em Selina.

E um diálogo breve de Selina no episódio sugere ainda que ele só não foi a sua primeira opção porque ambos possuem um passado. (Sexual?)

A primeira aparição de Laurie foi boa, mas a expectativa, claro, é por mais. Considerando que Veep é a comédia mais quente da atualidade – na minha opinião a única capaz de tirar o Emmy das mãos de Modern Family – a impressão que dá é que sua adiçaõ ao elenco da série é mais ou menos como a contratação do Neymar pelo Barcelona. O que é bom ficará ainda melhor!

Veep - Convention

É impossível também não falar de Convention e não citar Anna Chlumsky. Se no segundo episódio da temporada, East Wing, Tony Hale foi a estrela, esta semana quem teve uma cena para garantir a indicação ao Emmy Awards de Melhor Atriz Coadjuvante em Comédia foi Anna. O episódio de Veep será lembrado por muitas coisas – a chegada de Hugh Laurie, a Convenção, o drama em torno da escolha do V.P., a demissão de Teddy (Patton Oswald) ou ainda pela insuportável da Karen (Lennon Parham) – mas especialmente será lembrado como o episódio em que Amy surtou.

– Você é a pior coisa que aconteceu a este país desde comida em balde. E talvez escravidão!

Acabou o episódio e fui rever e rever a cena do piti da Amy na HBO GO. É uma pérola. Mais uma pérola de uma temporada brilhante de Veep.

Temporada de cancelamentos. Estou de luto por ‘Cristela’, ‘About a Boy’ e ‘The Mindy Project’. E vocês?

Data/Hora 11/05/2015, 11:33. Autor
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Os fãs de séries vivem dias tensos. Esta semana as emissoras de TV aberta nos EUA anunciam sua grade de programação e, mais do que entusiasmo pelas renovações e anúncios de novos shows, o período vem cercado de dor conforme chega as informações das séries que foram canceladas pelas grandes redes de TV.

Antes, estas informações era basicamente concentradas em 3 ou 4 dias, em anúncios oficiais feitos pelas emissoras. Mas desde o advento das redes sociais, os cancelamentos estão caindo em conta gotas, uma vez que produtores e artistas não esperam mais os canais e eles mesmo comunicam os fãs do encerramento de suas produções.

Até agora, o machado caiu sobre os seguintes shows.

ABC: cancelou Forever, Cristela, Resurrection, além do já antecipado fim de Revenge

NBC: cancelou State of Affairs, Constantine, Marry Me, One Big Happy e About a Boy

FOX: cancelou The Following, The Mindy Project, Backstrom e Mulaney.

CBS: cancelou Stalker

The CW: confirmou o fim de Hart of Dixie

Mas nem tudo está perdido. Alguns canais de TV e serviços de video on demand negociam com produtores e algumas destas séries podem ser absorvidas em uma nova casa.

Das séries acima, lamento especialmente por três comédias que faziam parte da minha “grade de programação”: The Mindy Project, About a Boy e Cristela.

The Mindy Project, é verdade, escorregou em seu terceiro ano. A comédia estrelada por Mindy Kaling se afastou da sua premissa inicial ao colocar juntos Mindy e Danny (Chris Messina). Mas este não foi necessariamente o problema: a questão é que as idas e vindas do casal, entre mudança de cidade, aberturas e fechamento de clínicas e uma gravidez inesperada, deu a série contornos dramáticos demais. The Mindy Project já não tem a leveza e o descompromisso dos seus primeiros anos. Mas a série ainda possui um dos melhores textos cômicos da TV e eu realmente ficaria bem feliz em ver mais uma temporada distribuída via Hulu ou vendo Mindy Kaling engatando imediatamente um novo projeto.

Com o fim de About a Boy, a NBC parece que está cortando de vez as comédias das noites de terça-feira. E a NBC, historicamente, sempre foi um canal de grandes comédias. A questão de About a Boy é que a série era uma sitcom familiar moderna (veja só, construída em torno do relacionamento de dois vizinhos, de diferentes idades!), vibrante, protagonizada por uma criança mas sem ser infantil ou moralista. David Walton, Minnie Driver e Benjamin Stockham formavam um trio sólido e o show tinha muitas possibilidades ainda. Fico ao menos na expectativa de ver os seis episódios ainda inéditos que restam para a NBC exibir. Quero seguir com About a Boy até o fim.

E de todos os cancelamentos o que mais lamento é o de Cristela. O que escrevi lá na resenha do episódio piloto só foi se confirmando semana após semana, ao longo de 22 episódios: Cristela era uma sitcom adorável e fofa, com um bom texto e que se esforçava para construir uma imagem verossímel de uma grande família latina – provavelmente a minoria pior representada atualmente na TV americana. Não à toa, em sua mensagem de despedida no Facebook, Cristela Alonzo pediu aos fãs para assistirem Jane the Virgin: “Cristela ter sido cancelada não é o mais importante. O que é importante é que apoiemos este show para manter a porta aberta para que outros possam passar por ela. Isto é o que importa”. Um grande gesto, de um grande ser humano.

E você, está triste pelo fim de que série?

Chattin’ Thrones: videolog com elenco de ‘Silicon Valley’ discute e tira onda com ‘Game of Thrones’

Data/Hora 11/04/2015, 16:21. Autor
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A HBO lançou uma série de programetes em sua conta no Youtube chamada Chattin’ Thrones. Os vídeos, curtíssimos, com menos de 30 segundos, reúnem parte do elenco da comédia Silicon Valley para debater a série Game of Thrones.

No videolog, Thomas Middleditch (que faz o papel de Thomas em Silicon Valley) e Kumail Nanjiani (Dinesh) tentam explicar para Zach Woods (Jared) os detalhes da série, gerando comentários hilários. No vídeo mais recente, postado na manhã deste sábado, Woods tenta ver uma relação entre a série e a geopolítica mundial: “então de um lado estão os White Walkers socialistas e do outro lado está a democracia ocidental?”. Ao que Nanjiani responde: “Não importa, porque ele todos vão vir e vão matar todo mundo”. Confira:

Em outro vídeo, o trio comenta a morte de Tywin Lannister, e Woods afirma que não teria coragem de matar alguém que está defecando:

Os vídeos começaram a ser postados no início do mês e exibem ainda o trio falando sobre a potência sexual de Jon Snow, Sansa, o Casamento Vermelho, os Imaculados e o Cão de Caça. Outros vídeos deverão ser postados em breve no canal da HBO no Youtube.

As duas séries retornam este domingo à grade da HBO, tanto nos EUA como no Brasil. Por aqui, a quinta temporada de Game of Thrones estreia às 22h no canal HBO e a segunda temporada de Silicon Valley às 23h no canal HBO Plus.

‘One Big Happy’, a sitcom que deixaria Silas Malafaia de cabelo em pé

Data/Hora 10/04/2015, 11:25. Autor
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A grande polêmica do mês de março na TV brasileira foi o beijo das personagens de Fernanda Montenegro e Nathália Timberg na novela Babilônia. A cena provocou reações entre o público conservador e levou o Pastor Silas Malafaia a declarar em um artigo públicado no site Verdade Gospel:

“Nos EUA, que é o país mais democrático do mundo, não existe nenhuma possibilidade que entre às 21h e 22h horas, quando ainda muitas crianças e adolescente estão acordados, a televisão mostre a imoralidade como a TV brasileira mostra.”

O Pastor não sabe de nada e você sabe disto!

Entre às 21h e 22h, e mesmo antes deste horário, o telespectador norte-americano vê regularmente na TV americana personagens gays bem-resolvidos em Modern Family, Grey’s Anatomy, Glee e diversas outras séries.

Em texto publicado no TeleSéries em fevereiro de 2014, fiz um levantamento e mostrei que lá fora o primeiro beijo entre duas mulheres numa série de ficção já tem mais de 24 anos (ou 18 se considerarmos o primeiro casal assumidamente homossexual).

Agora mesmo temos no ar uma nova comédia na TV americana que ofenderia de morte o nosso Pastor e seus fiéis: One Big Happy. Na sitcom, exibida pela rede NBC (na faixa das 21h30!), temos um novo tipo de família disfuncional. A série mostra dois amigos que ao chegar aos 30 anos solteiros decidem ter um bebê juntos por inseminação artificial. A garota é lésbica e o rapaz, sem saber que a inseminação foi bem sucedida, acaba se casando com outra garota. Os três agora vivem sob o mesmo teto e é deste arranjo incomum que a produtora e roteirista Liz Feldman (de 2 Broke Girls) quer fazer humor.

O plot é desafiador e interessante. A execução necessariamente não. A começar pelo elenco. Nick Zano é um ex-galã de séries teen, bonitão e com bom timing de comédia (foi revelado na divertidíssima What I Like about You), mas não me parece uma boa escolha como protagonista. Já Elisha Cuthbert, a ex-irritante filha de Jack Bauer em 24 Horas, já provou que tem timing pra comédia na cultuada Happy Endings. A questão é se ela convence no papel de uma lésbica. Sinceramente? Achei ela deslocada no primeiro episódio, mas bem mais segura no segundo programa.

One Big Happy

Surpresa mesmo foi a escolhida pra fechar este triângulo familiar: a atriz e modelo britânica Kelly Brook. Kelly já tem um bom currículo em TV – começou nos EUA em Smallville – mas é uma novata em comédias gravadas com três câmeras. Sua personagem, Prudence, é extravagante, carinhosa, exagerada (chega a aparecer nua em cena) e ela incorpora o papel com muita graça. Brook é linda, e é grande – especialmente ao lado de Elisha – e me lembrou bastante em cena outra boa atriz de comédia, Bianca Kajlich (de Rules of Engagement e Undateable, série que faz dupla com One Big Happy na grade da NBC).

Recebi One Big Happy sob certa desconfiança. O plot me empolga. Me lembra The New Normal, a comédia do Ryan Murphy que abordava a questão da barriga de aluguel e da adoção homoafetiva. Mas como The New Normal senti que falta um pouco de gás. Por um lado quero ver como a história se desdobra, por outro não me empolguei com os personagens a ponto de me interessar por eles.

onebighappy2

É uma série que precisar ser avaliada um pouco mais. E mesmo que fique pouco tempo no ar (One Big Happy teve uma estreia sólida, mas perdeu uma boa fatia de audiência nas duas últimas semanas), fico feliz que este tipo de construção familiar seja visto na TV, tratado com humor, como um sitcom familiar igual a qualquer outras.

Chupa Malafaia!

* * *

One Big Happy estreou no dia 17 de março nos EUA, pela rede NBC. Ainda não há previsão de exibição no Brasil.

Rede ABC exibe crossover de ‘Cristela’ e ‘Last Man Standing’

Data/Hora 03/04/2015, 16:20. Autor
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A rede ABC promoverá na noite desta sexta-feira, nos EUA, um crossover das comédias Cristela e Last Man Standing, . O termo crossover, conhecido entre os fãs de séries, é usado quando personagens de duas ou mais séries se encontram num mesmo programa.

O encontro desta noite acontecerá na sitcom Cristela, que receberá a participação especial de Tim Allen. No episódio, chamado Last Goose Standing, Mike Baxter (o personagem de Allen em Last Man Standing) procura a firma de advocacia de Cristela (Cristela Alonzo) atrás de ajuda legal para expandir a sua loja, a Outdoor Man Store, para Dallas.

A participação do ator na série foi gravada em fevereiro.

Last Man Standing e Cristela vão ao ar nas noites de sexta-feira na rede ABC. Apesar dos dois shows serem as séries de comédia de menor audiência do canal, eles costumam ser líderes de audiência em seu horário. Cristela, no entanto, ainda corre risco de cancelamento: na semana passada a ABC experimentou colocar a série abrindo da programação noturna do canal e o programa acabou ficando em terceiro lugar em audiência no horário. A participação de Tim Allen, uma dos comediantes de maior prestígio da TV americana, pode ser uma tentativa dos produtores de ampliar a audiência de Cristela, garantindo sua renovação.

Com informações da rede ABC e do site TVbytheNumbers.

As primeiras impressões de ‘iZombie’, a boa aposta da CW

Data/Hora 31/03/2015, 11:38. Autor
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Em setembro, completarão 9 anos do nascimento da rede de TV norte-americana The CW. Para aquele telespectadores que, como eu, tem mais de 30 anos – que não são o target do canal, focado no público teen – não há muito o que celebrar. Nascido da fusão dos canais The WB (da Warner) e UPN (uma segunda emissora da Viacom), a ideia inicial era que da união dos dois canais, aumentando a penetração no território americano e unindo dois bons mix de séries, teríamos uma nova grande rede de TV. Não aconteceu.

A estreia do canal foi frustrante e também traumática, porque, sem espaço na grade para tantos shows, acabou provocando o cancelamento de séries como a cultuada Veronica Mars. E a primeira leva de novos programas foi um fracasso. A verdade é que CW emplacou poucos sucessos nestas nove temporadas: Gossip Girl foi o maior fenômeno pop e The Vampire Diaries a mais cultuada. A lista de fracassos é maior: tentativas infelizes de navegar em sucesso de antigas séries como Melrose Place e Sex and the City, aposta em antigas estrelas teen, como Mischa Barton e Sarah Michelle Gellar e o investimento sem sucesso em produções de terror e sci fi.

A boa notícia é que, nove anos depois, o canal parece ter encontrado a fórmula. Os vampiros e as séries baseadas em super-herói construíram uma audiência base sólida. Produções do canal que pareciam sem futuro, como The 100, acertaram o rumo. E a aposta na telenovela latina Jane the Virgin deu ao canal a credibilidade de crítica que eles até então não tinham encontrado.

É neste cenário que o canal apresentou sua primeira estreia de ficção da mid-season, iZombie, com boa performance e desempenho promissor. iZombie também bebe na fonte dos quadrinhos da DC Comics, mas a proposta é outra. Aqui, no lugar dos super-heróis da Liga de Justiça, temos uma produção baseada no selo adulto Vertigo (o mesmo de onde saiu Constantine) e com um fórmula que remete ao megasucesso The Walking Dead e também às séries de policiais e legistas que dominam a TV americana.

Liv Moore é uma estudante de medicina que é vítima de um ataque zumbi. Com sorte, ela consegue esconder da família sua condição de morta-viva (apesar da palidez e da falta de interesse na vida) e manter sua condições trabalhando como legista no necrotério, com acesso livre a cérebro humano. O plot é puro realismo fantástico e a ideia mais original executada pelo canal desde a finada Reaper.

iZombie

Pra série se manter num formato semanal, a série possui um forte elemento de procedural drama. Ao comer um cérebro, Liv passar a ter lembranças e a replicar características da personalidade dos mortos. Ganha assim a sua motivação: ajudar as vítimas de crimes a ter justiça. Completando a história, a série tem um elenco de apoio formado pelo legista Ravi Chakrabarti (o único que sabe o seu segredo), o policial Clive Babinaux e a família de Liv, incluindo o noivo bonitão que ela acabou abandonando, por motivos óbvios.

O bom piloto da série pode ser explicado pela produção executiva de Rob Thomas e Diane Ruggiero-Wright, dois nomes ligados a saudosa Veronica Mars. São produtores inteligentes, com bom conhecimento de cultura pop e roteiristas que tentam fugir do óbvio.

A atriz Rose McIver também é um trunfo da série. Vinda da Nova Zelândia, e com um longo currículo de atriz-mirim (aos 6 anos atuou em Hercules e depois em Xena), ela vem ganhando espaço nos EUA com passagens exitosas por séries como Once Upon a Time (onde fez o papel da fada Sininho) e Masters of Sex. Rose tem o carisma e a graça necessária para este inédito papel de protagonista-zumbi.

iZombie possivelmente não terá a vida longa de The Vampire Diaries, ganhará um Golden Globe como Jane the Virgin ou gozar dos sólidos indíces de audiência de The Flash. Mas é divertida o bastante para entrar na grade de programação de qualquer um e a prova que a The CW, finalmente, encontrou o caminho.

* * *

iZombie estreou nos EUA no dia 17 de março. No Brasil a série ainda está inédita.

Sexta temporada de ‘Downton Abbey’ deverá ser a última da série

Data/Hora 22/03/2015, 11:43. Autor
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Mais uma consagrada série deve encerrar suas portas ainda em 2015. A sexta temporada do drama de época Downton Abbey, que atualmente está sendo gravada no Reino Unidos, deverá ser a última da série. As informações ainda são extra-oficiais, mas ganharam força na imprensa nas últimas semanas.

A primeira declaração neste sentido veio da atriz Maggie Smith, em entrevista ao jornal The Sunday Times. Smith, que faz o papel de Violet, a condessa de Grantham, no entanto, apenas afirmou que este seria seu último ano: “eu não consigo ver como eles poderiam prosseguir. Quer dizer, certamente não poderiam continuar [com a minha personagem]. Eu devo ter uns 110 anos agora. Nós estamos no final dos anos 20”, falou a atriz.

Sem Violet, certamente, Downton Abbey não teria o mesmo charme. Mas ela não seria a única a sair da série. O contrato de todo o elenco termina após a sexta temporada e muitos atores teriam demonstrado interesse em seguir em frente, em busca de outros trabalhos. “Você pode manter a série sem Matthew e Sybill, mas não pode continuar sem ter toda a família Crawley”, afirmou uma pessoa ligada à produção em entrevista ao TV Guide.

O criador e produtor executivo da série, Julian Fellowes, também já tem outros projetos em vista. Em janeiro, foi divulgado que ele estaria desenvolvendo uma série de época para a rede norte-americana NBC, chamada The Gilded Age (como é conhecido o período pós-Guerra Civil dos EUA).

Com informações do TV Guide e do The Sunday Times.

‘The Last Man on Earth’, uma boa novidade da midseason

Data/Hora 14/03/2015, 16:28. Autor
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Encerrada a temporada do futebol americano e de premiações (Golden Globe, Grammy, SAG, Oscar), a TV norte-americana vai voltando a sua normalidade e os fãs de séries como The Good Wife e Once Upon a Time voltam a reencontrar seus shows, depois de longos hiatos. É midseason. E também a hora dos canais de TV estrearem pontualmente uma ou outra nova série, na esperança de melhorar seus índices de audiência.

Geralmente as séries que estreiam na midseason são ruins – eram séries que os executivos das emissora não acharam boas o suficiente pras estrear na alta temporada. Claro, há exceções (Seinfeld, por exemplo, foi ao ar pela primeira vez em plano verão e se tornou a maior comédia da história).

Mas e esta The Last Man on Earth, o que é?

The Last Man on Earth, nova série dominical da Fox, é uma comédia com uma só câmera que relê uma trama de sci fi clássica – e se a população da Terra toda morresse e só você fosse ficasse vivo? É uma série de um apelo irrestível e também um beco sem saída em termos criativos. Você não tem como segurar por muitas semanas uma série com um único ator na tela, tem?

Bom, a não ser que o último homem da Terra encontre a última mulher da Terra. E a relação dos dois gere momentos de grande tensão cômica.

E é justamente assim que se apresenta The Last Man On Earth. Escrita, assinada e produzida por Will Forte, uma das boas revelações dos anos 00 do Saturday Night Live, a série resolve entregar nos primeiros 20 minutos do bom episódio piloto todas as piadas possíveis que se pode fazer em torno de um homem sozinho no mundo – tédio, masturbação, referência a Tom Hanks em O Náufrago, tentativa de suicídio, tudo está ali. Forte é um comediante de expressões faciais exageradas (às vezes doce, às vezes insano), o que é perfeito aqui, já que ao longo do episódio suas expressões faciais vão ficando mais e mais escondidas sob a barba cerrada.

The Last Man on Earth

Ao final do primeiro episódio, entra em cena sua companheira de cena – não, não é a maravilhosa Alexandra Daddario, que aparece em uma breve ponta – e sim Kristen Schaal, outra grande comediante e roteirista, especialista em fazer papel de mulheres insuportáveis.

The Last Man on Earth então ao longo de 40 minutos (da soma de seus dois primeiros episódios, exibidos em sequência) se transforma de uma original comédia sci fi que parecia que iria se esgotar muito rapidamente em uma sitcom clássica sobre a difícil relação entre um homem e mulher que não possuem nada em comum mas são obrigados a conviver por conta de uma situação extraordinária.

A série é divertida. E inteligente. E creio que merece a atenção do telespectador por algumas semanas. Mas é difícil não ficar pensando se ela ainda estaria no ar se tivesse estreado em setembro do ano passado. De qualquer maneira, parece uma boa aposta de meio da temporada da Fox, que segue tentando diversificar com séries live action sua programação dominical, já que suas animações veteranas (especialmente The Simpsons) já não tem o mesmo vigor do passado.

Eu vou assistir. E esta nem precisaria ser a última comédia da Terra.

* * *

The Last Man on Earth
estreou no dia 1º de março nos EUA, no canal Fox. No Brasil, a série ainda está inédita.

‘Powers’ estreia hoje e marca a entrada do PlayStation na distribuição de séries inéditas

Data/Hora 10/03/2015, 12:11. Autor
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Depois da Amazon e do Yahoo!, chegou a vez do console de videogames PlayStation entrar na briga com a Netflix na disputa pela atentação dos fãs de séries. Estreia hoje, na PlayStation Network, a série inédita Powers.

Os usuários da rede de jogadores dos consoles PS3, PS4 e PSP, formada por mais de 29 milhões de usuários no mundo, poderão assistir a série exclusiva produzida pela Sony Pictures, baseada nas histórias em quadrinhos de Brian Michael Bendis e Michael Avon Oeming. Repleta de efeitos especiais, Powers acompanha os detetives Christian Walker e Deena Pilgrim, que investigam casos envolvendo super-humanos.

Os protagonistas da série são o sul-africano Sharlto Copley (que atuou nos filmes Esquadrão Classe A e Malévola) e Susan Heyward (de The Following). No elenco de apoio estão atores consagrados como Michelle Forbes (Battlestar Galactica, True Blood), Eddie Izzard (The Riches, Hannibal) e Adam Godley (Suits, A Young Doctor’s Notebook).

Confira o trailer:

Até o momento não temos informação sobre a distribuição da série no Brasil.

NBC define data da estreia da terceira temporada de ‘Hannibal’

Data/Hora 07/03/2015, 16:05. Autor
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Boas notícias para os fãs de Hannibal. A rede NBC finalmente definiu a data de estreia do terceiro ano da série nos EUA: será no dia 4 de junho.

A cultuada série que mostra o serial killer Hannibal Lecter anos antes dos acontecimentos dos romances/filmes Dragão Vermelho e O Silêncio dos Inocentes, passará a ser exibida nas noites de quinta-feira, às 22h. Apesar da demora para a série voltar ao ar, e de ter ficado para o verão, período de baixos índices de audiência, o novo horário é um sinal que a emissora acredita no potencial da série. No ano passado, Hannibal ia ao ar nas noites de sexta-feira, o pior dia da semana em termos de audiência.

A NBC também irá exibir outro drama ao longo do verão. A novidade é Aquarius, uma minissérie de 13 episódios baseada na caçada policial a Charles Manson e sua seita. David Duchovny (The X Files, Californication) está no elenco. Aquarius estreia na semana anterior, dia 28 de maio, e irá ao ar também nas noites de quinta-feira.

Com informações da Variety.

Modern Family – Connection Lost

Data/Hora 06/03/2015, 10:12. Autor
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Série: Modern Family
Episódio: Connection Lost
Número do Episódio: 6×16
Exibição nos EUA: 25/02/2015
Nota dos Episódio: 10

Eu não sei qual a idade de vocês, quantas séries vocês assistem, quantas séries vocês já viram.

Só de TeleSéries já são quase 13 anos. Mas a paixão por séries de televisão é mais antiga e despertou com a chegada da TV por assinatura na minha casa – lá por 1993.

Assisti muita, muita sitcom. Do timing de comédia impecável de Frasier ao divertido caos do The Drew Carey Show. Da comédia romântica de Mad About You ao escracho familiar de Married with… Children. Vi a partida emocionada de Michael J. Fox em Spin City para se dedicar ao tratamento do Mal de Parkinson. Ri demais com aquela monte de convidados especiais chegando para o julgamento de Seinfeld, George, Kraemer e Elaine. Entrei em longas discussões sobre o que era melhor: Friends ou Coupling? Ou entre o The Office do Ricky Gervais e o The Office com o Steve Carell. Chorei demais com os Hennessy no primeiro episódio de 8 Simple Rules após a morte do querido John Ritter. Me apeguei por série fofas que foram canceladas cedo demais (Go On, The Crazy Ones) e outras que duraram tempo demais (Scrubs, Two and a Half Men).

O problema é que depois de ver tantas séries, por tanto tempo, você vai criando uma casca. As piadas se repetem. As storylines também. O elemento surpresa se torna uma raridade. Você acha que já viu de tudo e que nada vai te surpreender.

Modern Family subverteu esta sensação quando foi ao ar pela primeira vez em 2009. Ela partiu da fórmula mais tradicional de sitcom – a família – mas encontrou toda uma gama de temas e histórias nunca antes contada para explorar simplesmente por ter tido a sensbilidade de perceber que as famílias, no dias atuais, são diferentes. Se tornou um sucesso tão instantâneo.

A série também se recusa a se acomodar e não cansa de experimentar diferentes formas de narrativa. E é por isto que Modern Family se mantém fresca depois de seis anos – ela ainda te surpreende.

Às vezes a experimentação não funciona. Mas quando os produtores acertam, eles entregam estes episódios que você lembrará por muito e muito tempo.

Connection Lost é o melhor exemplo disto. O maior risco que a série correu e seu maior acerto.

Modern Family - Connection Lost

Todo ambientado na tela do notebook de Claire, com uma edição impecável e um timing perfeito (o episódio não cansa, pelo contrário, passa rápido demais!), ele diverte ao mesmo tempo que nos faz pensar sobre como a comunicação entre as pessoas (e famílias) mudou com o advento da internet e o avanço das telecomunicações.

Repare que a trama do episódio é clássica e absolutamente banal – os pais mexem nas coisas de filha e suspeitam que ela fez algo errado para, na virada final, descobrirem que ela não fez nada do que eles imaginavam. Você certamente já viu esta mesma história em Growing Pains, Home Improvement, Malcolm in the Middle ou qualquer outra sitcom familiar que já foi ao ar na TV.

Aí está a mágica: fazer de outra forma, atualizar, achar outra abordagem.

E é por isto que seguimos assistindo sitcoms. E especialmente Modern Family. Porque o gênero ainda tem muito o que dar.

Modern Family acaba de nos brindar com o episódio do ano e garantir que conquistará a marca recorde de seis prêmios Emmy de Melhor Comédia consecutivos.

E ela fez por merecer.

* * *

Me despeço aqui das resenhas de Modern Family. Semana que vem a Maísa está de volta.

Modern Family – Valentine’s Day 4: Twisted Sister e Fight or Flight

Data/Hora 27/02/2015, 09:27. Autor
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Série: Modern Family
Episódios: Valentine’s Day 4: Twisted Sister e Fight or Flight e Fight or Flight
Número dos Episódios: 6×14 e 6×15
Exibição nos EUA: 11 e 18/02/2015
Notas dos Episódios: 6 e 9

A cada ano que passa, Modern Family vai se tornando mais e mais odiada pelos fãs das outras séries. São cinco anos consecutivos vencendo o prestigiado Emmy Awards na categoria Melhor Comédia – igualando o recorde de Frasier, outra série para a qual muita gente torcia o nariz nos anos 90. E a pergunta que me faço, a cada ano, é: quem conseguirá parar Modern Family? Porque, pelo que tenho visto na TV, não me parece que nenhum outro show tenha bala na agulha para evitar que ela conquiste um histórico sexto Emmy.

Mas, independente da concorrência, como está Modern Family? Afinal, depois de seis anos é possível que as boas ideias estejam escasseando na sala de roteiristas e os atores comecem a ficar desinteressados.

Pois ao assistir ao 14º episódio desta sexta temporada, Valentine’s Day 4: Twisted Sister, fiquei achando que os melhores dias de Modern Family já ficaram para trás.

Este foi o mais fraco episódio da Dia dos Namorados da série, com Claire e Phil reprisando seu role playing game erótico em que ela vive a sexy Juliana e ele o vendedor-espião Clive Bixby. Em uma trama paralela, Stephanie Beatriz (de Brooklyn 9-9) retorna no papel de Sonia, a irmã de Gloria, para tentar seduzir Jay. Pior ainda, Mitchell e Cam entram numa trama boba de trocar e depois devolver um bom presente de casamento para um casal de amigos. O episódio é dispensável, um dos piores destes seis anos da série.

Modern Family - Fight or Flight

Mas eis que, na semana seguinte, temos Fight or Flight. um episódio nota 10, de retomar a fé em Modern Family.

Phil e Claire se separam num voo de volta pra casa – e enquanto ela tem uma experiência infernal na primeira classe (com a atriz convidada Natasha Leggero, que eu adoro), ele uma experiência bacana com um mágico e uma massagista na apertada classe econômica. Já Sam e Mitch contracenam com os ótimos Nathan Lane e Elizabeth Banks, que voltam à série no papel de Pepper e Sal. Na trama, eles disputam que irá assumir a guarda do bebê de Sal. Já Manny, Phil e Gloria discutem bullying – e descobrem que o bullying pode começar em casa. E até os adolescentes Luke, Alex e Haley, geralmente em segundo plano, tem uma trama bacana.

Todas as storylines são boas, todos os diálogos funcionam, tudo funciona como costumava funcionar nos melhores anos da série Modern Family.

O que me faz pensar que a grande adversária de Modern Family é Modern Family. Enquanto conseguir entregar episódios do nível de Fight or Flight, Modern Family seguirá como franca favorita a ser a maior comédia da televisão.

P.S.: Estou substituindo interinamente a Maísa França, que está de férias, mas voltará em breve.

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