Castle – One Life to Lose

Data/Hora 25/03/2011, 22:23. Autor
Categorias Reviews


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Série: Castle
Episódio: One Life to Lose
Temporada:
Número do Episódio: 3×18
Data de Exibição nos EUA: 21/03/2011

Depois de quase um mês de espera os fãs de Castle puderam assistir a uma trama inédita. E foram brindados com um bom episódio, mais leve que os anteriores, mas ainda assim repleto de bons momentos.

Em One Life to Lose, os detetives do 12th Precinct – com o reforço sempre bem vindo do “agregado” Castle -, se confrontaram com o misterioso e emblemático assassinato da principal escritora da famosa novela Temptation Lane, cuja morte reprisa o final dado para uma de suas personagens – uma machadada.

Com as investigações ocorrendo no set de gravações, em meio a muito drama, briga de egos e atrizes super sensuais, a atenção dos detetives acaba se voltando para pontos paralelos. Enquanto Esposito estava claramente tendo problemas para manter sua atenção no bloquinho de notas, Beckett dá uma aula sobre ‘shippers’ para Castle. Sério, é impagável ver Beckett explanando sobre FoxCan para um estupefato Castle. Só esse momento já vale o episódio.

O cenário do assassinato também estimula um maior envolvimento de Martha no caso. Como está enfrentando um momento ‘boring’, a atriz resolve aparecer no set, sob pretexto de servir como fonte infiltrada. E, no final das contas, Martha saiu ganhando. Além disso, sua presença rendeu um dos melhores momentos da noite: o resgate de Martha (que não queria ser resgatada) através do “heróico” ato do filho. ‘So funny’.

Falando em momentos hilários, destaque também para o diálogo entre Esposito e Castle sobre o dramalhão ‘Chiquitas’. Como sempre, a interação entre Ryan, Esposito e Castle funcionou muito bem, embora nesse episódio Ryan tenha aparecido menos do que de costume.

Mas, como nem só de risadas vive o homem, o episódio também apresentou momentos de investigação. Como de costume, os detetives da NYPD se viram as voltas com inúmeras mentiras, falsas aparências, suspeitos psicóticos e teorias fantasiosas (FOCO, Castle. No CASO, Castle). Somente depois de várias idas e vindas, a culpada é encontrada. E, apesar do caso da semana estar longe de ser o melhor já apresentado, seu desfecho foi bastante satisfatório, e certamente peculiar. A assassina foi apresentada de forma bem ‘Castleriana’, com muito mistério e drama envolvidos. Sua revelação foi feita através de uma cena escrita sob medida pelo próprio Castle. Ou seja, a revelação – depois de uma investigação que foi uma verdadeira novela – fez parte da novela.

E, após tantos momentos engraçados, os momentos fofos ficaram para o final do episódio. O que foi Castle entregando à Beckett a foto autografada do elenco, só para extrair a verdade sobre seus conhecimentos televisivos?? Uma fofura só. E ela, mais uma vez, abrindo a guarda e revelando para Castle mais uma feliz lembrança de sua mãe. Cena clássica de cumplicidade – ele demonstrando a alegria de participar da vida de Beckett, enquanto ela demonstra toda sua confiança nele e o quanto gosta de tê-lo por perto -, interrompida pelo Sr. Inconveniente (sério, por que ele não sai por aí fazer um novo Diários de Motocicleta? Fica a dica).

Enfim, um episódio leve, divertido, que deu seqüência aos últimos acontecimentos de Castle, e que abre caminho para um final de temporada que promete.

P.S.: – Uma escritora? Por que matar um escritor?
– Tantas razões …

Castle – balanço de temporada

Data/Hora 24/03/2011, 21:31. Autor
Categorias Opinião


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A estréia da 3ª temporada de Castle, em setembro de 2010, colocou um fim à  uma espera de quatro meses. E já no primeiro ótimo primeiro episódio ficou evidente que a excelente qualidade das temporadas anteriores iria continuar.

A atual temporada é muito regular. E isso é um tremendo elogio, já que todos episódios são excelentes. É difícil escolher o melhor episódio, mas certamente Nikki Heat, Knockdown e a dupla Setup e Countdown merecem menção honrosa. Não é a toa que as ótimas audiências transformaram a série numa das “queridinhas” da ABC, com a 4ª temporada já garantida.

O ‘cold case’ da mãe de Beckett, trama pendente das temporadas anteriores continua sendo desenvolvido, de forma consistente e surpreendente. O trauma de Beckett com o homicídio não solucionado para a mãe, além de render ótimas histórias de investigação, serve de pano de fundo para o desenrolar das relações entre os personagens. E é graças ao episódio centrado nessa trama (Knockdown) que temos, finalmente, um beijo, além de uma revelação de Castle (óbvia para todos, menos para Beckett).


Logo no início da temporada é ameaçada a parceira de Castle e Beckett (que, como sabemos, são tipo Starsky e Hutch, Turner e Hooch). E já nesse primeiro capítulo percebemos que, apesar das constantes reclamações, Beckett deseja Castle como parceiro (afinal, todo excelente detetive precisa de um ótimo parceiro – vide Poirot e Hastings, e Sherlock e Watson). Esse primeiro episódio rende divertidos momentos.

Após a estréia, a temporada seguiu apresentando ótimos episódios. Apesar de serem abordados (como também o foram nas temporadas anteriores) muitos clichês de séries de procedural police (serial killers, seqüestro de crianças, médiuns), esses temas batidos são tratados de forma única. São marca registrada de Castle as investigações repletas de reviravoltas, que prendem totalmente a atenção dos fãs. Não é raro passar um episódio inteiro pensando “é claro que foi ele”; ou então, “não, não poderia ser ela, está muito na cara”, só para, no final, ficar de boca aberta para o desfecho do caso. E essa 3ª temporada tem milhões de episódios imprevisíveis, com destaque para Poof! You’re Dead e The Final Nail.

E com o desenvolvimento da temporada, vemos também o desenrolar do relacionamento de Casckett. Cada vez mais fica evidente o envolvimento de ambos (Castle rejeitando famosas/fogosas atrizes, como assim?). E como ponto alto, um verdadeiro presente aos shippers no episódio 13, para, na seqüência, compreendermos que o que Beckett procura, Castle pode oferecer, afinal, ele sempre “estará ali”, por ela.


Antes do hiato de quase um mês, os últimos episódios exibidos foram como a cereja do bolo. Todos os ingredientes que fazem de Castle uma das melhores séries de policiais da atualidade juntinhos em 2 episódios de tirar o fôlego (rezemos para que os episódios vinculados passem a ser tradição em Castle, pois os da 3ª temporada elevaram o nível já altíssimo dos episódios apresentados na 2ª). Muita ação e reviravoltas; bombas e ameaça nuclear; milhares de suspeitos; a fofura Casckett elevada a enésima potência; a lealdade de Ryan e Esposito; o bom senso e a preocupação de Alexis e Martha; frases interrompidas por desmaios inconvenientes (que só não superam a inconveniência de Josh); e por aí afora.

Agora, resta esperar o desenrolar dos últimos 7 episódios da temporada, com a certeza de que episódios ainda melhores estão por vir.

OBS 1: nessa temporada as teorias de Castle estão ainda melhores. Elas são sempre tão mirabolantes (abduções alienígenas, viagem através do tempo, teorias da conspiração mil) que até ele mesmo se surpreende quando alguma delas é verdadeira.

OBS 2: Só pelas referências de Castle, Ryan e Espósito a outras séries e filmes (e seus personagens) a série já merece ser vista. Sério, além de muito engraçadas, elas te fazem exclamar: “ei, eu estava pensando a mesma coisa!”

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