Séries inspiradas em livros

Data/Hora 19/06/2011, 22:05. Autor
Categorias Especiais, Notícias


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Ler um livro ou assistir televisão? Há algum tempo, literatura e TV competiam pela atenção do público, agora já não se pode mais pensar em limites para essa parceria. Quando se fala em livros e seriados então, as conexões são muitas.

Inúmeras séries são inspiradas ou baseadas em um livro ou uma série de livros. São muitas, e para todos os gostos. Aqueles que curtem tramas sobrenaturais certamente lembrarão de Haven, The Dead Zone, Roswell, Flashforward. No campo do drama ou da comédia, os admiradores lembrarão de M*A*S*H, Pretty Little Liars, Sex and the city e Lipstick Jungle. E quem curte tramas centradas no fantástico pensará imediatamente em seriados como True Blood, Legend of the Seeker e Blood Ties. Isso sem mencionar várias outras.

Dentre todas as opções, selecionamos cinco séries de sucesso baseadas em livros. Curta a lista, e venha debater com a gente!

Gossip Girl, inspirada na série homônima de Cecily Von Ziegesar

Gossip Girl merece ser citada. Adaptado por Josh Schwartz e Stephanie Savage, o seriado estreou na The CW em 19 de setembro de 2007, e é inspirado na série homônima escrita por Cecily Von Ziegesar.  Ambas as séries têm como narradora uma misteriosa blogueira, e tratam da vida cheia de glamour de adolescentes nova-iorquinos.

Contudo, não há muitas semelhanças além das já citadas. Embora os personagens da telinha tenham sido inspirados nos dos livros, o enfoque dado aos mesmos, suas características e personalidades, e até mesmo o desdobramento de suas histórias segue rumo bastante diferente. Exemplos: o relacionamento de Dan e Serena nos livros é breve e passageiro, enquanto que na série televisiva eles são um dos casais principais; Nate é viciado em drogas nos livros, e inclusive frequentou uma clínica de reabilitação (na qual conhece sua futura esposa, Georgina), enquanto que na série seu pai que é o viciado. E alguns personagens secundários dos livros não aparecem na série, que introduz personagens inexistentes na obra original.

No entanto, essas diferenças não impediram que tanto a série como os livros fossem sucesso. O seriado vai para sua 5ª temporada, e é, costumeiramente, uma das maiores audiências da CW. Já a série Gossip Girl conta com 13 livros (todos publicados no Brasil), e dela se derivaram 2 spin-offs: Gossip Girl – The Carlyles e The It Girl.

Dexter, inspirada na série de livros de Jeff Lindsay

É impossível falar de seriados adaptados de livros sem falar de Dexter. A história do nosso serial killer favorito, que estreou na Showtime em 2006, é inspirada na obra de Jeff Lindsay, Darkly Dreaming Dexter.

James Manos Jr. inspirou fortemente a 1ª temporada do seriado no romance de estréia de Lindsay. Contudo, as temporadas posteriores se desvincularam quase que totalmente do conteúdo dos livros. São muitas as diferenças entre a obra de papel e a televisiva. Uma das principais é em relação ao perfil dos personagens, bem como ao seu destino. Um exemplo disso é o fato de LaGuerta ter assassinado Brian Moser nos livros. No seriado, ela nunca chegou nem perto disso.

Também são inúmeros os personagens inexistentes no livro que foram introduzidos no seriado, como Joey Quinn (que seria o substituto do Detetive Kyle Chutsky dos livros), Arthur Mitchell e George Washington King. Já personagens como Dr. Danco, o serial killer do livro Querido e Devotado Dexter, não apareceu ainda na série. É curioso notar também que enquanto nos livros Rita e Dexter tem uma filha (Lily Anne Morgan), no seriado a menina foi substituída por Harrison Morgan.

Por todas essas mudanças, Dexter é tida por muitos como uma das séries baseadas em livros que tem mais diferenças entre o original e o derivado. Mas isso não tira o brilhantismo de ambas as obras: a série vai pra 6ª temporada, e já foram lançados 5 livros (4 deles publicados no Brasil).

Bones, inspirado na vida e nos livros de Kathy Reichs

Outro seriado de muito sucesso baseado em livros é Bones (que está indo para a 7ª temporada). Poucos sabem, mas a série é livremente inspirada nos romances de Kathy Reichs- e em sua vida profissional, já que ela é especialista em antropologia forense, e uma das mais bem sucedidas escritoras canadenses da atualidade.

Os livros da Dr. Reichs são inspirados em suas experiências no campo da antropologia forense, o que faz com que sua protagonista, Temperance Brennan, seja um personagem bastante realista, assim como os casos apresentados nos seus 14 livros (o 15° deve sair em breve, e pouquíssimos foram publicados no Brasil).

No caso de Bones, fidelidade à obra original não é o ponto forte. Na adaptação de Hart Hanson, Temperance Brennan é mais jovem e socialmente desajeitada. Outra diferença está no cenário, já que nos livros a ação se desenrola no Canadá (no episódio piloto, há menção que o antropologista forense mais próximo estaria em Montreal), e no seriado a série se passa em Washington, EUA. Ainda, nos livros Brennan se envolve romanticamente com o parceiro, Andrew Ryan (tenho certeza que não demorou 7 anos para isso. Porque o Hart não aproveitou essa ideia antes?).

Já que a série da FOX não é tão fiel ao conteúdo dos livros, Hart Hanson arrumou outra forma para realçar a homenagem à Kathy Reichs: no seriado, Temperance Brennan, nossa amada Bones, é escritora de mistérios policiais, cuja protagonista é ninguém menos do que uma personagem chamada Kathy Reichs. Além disso, a antropóloga forense ‘da vida real’ já apareceu em Bones, no episódio intitulado Judas on a Pole (2×11), no qual interpreta a Professora Constance Wright. Reichs também escreveu o episódio The Witch in the Wardrobe (5×20) e trabalhou como produtora da série, segundo ela, ‘para manter a ciência honesta’.

As investidas de Hart Hanson na literatura parecem ter agradado ao roteirista. A próxima série de Hanson é baseada no livro The Locator e originou a nova série da Fox, The Finder.

Game of Thrones, inspirada na série A Song of Ice and Fire, de George R.R. Martin

Game of Thrones é a mais recente adaptação de livros em série na qual a qualidade da produção vem sendo muito elogiada. E mesmo se não fosse por esses motivos, a série mereceria estar nessa lista, pois é uma produção da HBO, a maga das adaptações.

A HBO já exibiu outras séries inspiradas em livros, só para citar algumas, Sex and the City, da obra homônima de Candace Bushnell; Band of Brothers, também originado do livro homônimo, baseado em fatos reais e escrito por Stephen E. Ambrose; e True Blood, adaptada da série de livros The Southern Vampire Mysteries, de Charlaine Harris.

Game of Thrones, que estreou em 17 de abril deste ano, surgiu a partir da fantasia épica A Song of Ice and Fire, escrita por George R.R. Martin. Originalmente planejada como uma trilogia, cujo primeiro volume foi publicado em 1996, atualmente a série conta com 4 livros publicados. O 5° livro da franquia deverá ser lançado em julho, sendo que ainda estão planejados mais dois volumes (ou seja, podemos ter esperança de 7 temporadas de “GOT”).

Ao contrário de outras séries, Game of Thrones tem sido elogiada por ser bastante fiel ao ‘seu original’ (é claro que não é a cópia exata). E para garantir tal fidelidade, Martin trabalhou junto com David Benioff e D.B. Weiss, que adaptaram sua obra. No entanto, sobram algumas críticas quanto ao excessivo uso de cenas eróticas na série televisiva (nos livros elas existem, mas não seria tão ‘apelativas’) e a ausências dos lobos em algumas cenas importantes, bem como o corte de algumas cenas que envolveriam um gasto maior no orçamento.

Já foram vendidos mais de 7 milhões de exemplares da saga épica ao redor do mundo. No Brasil, apenas os dois primeiros livros foram lançados. Contudo, dado o grande sucesso do seriado, espera-se que os demais sejam lançados em breve.

The Vampire Diares, inspirada na série de livros de L.J. Smith

Por fim, merece citação The Vampire Diares. A produção, adaptada por Kevin Williamson e Julie Plec, e cuja estréia ocorreu na CW, em Setembro de 2009, é baseada na série homônima de livros de terror e romance, escrita pela estadunidense L. J. Smith (ela também escreveu The Secret Circle, que estreará na mesma emissora em setembro deste ano).

As diferenças entre as obras (ambas bastante elogiadas) são muitas. Nos livros, a ação se desenrola em Fells Church, enquanto que na série todos os desdobramentos ocorrem em Mystic Falls. As composições das famílias de Elena e Stefan/Damon também são diferentes, bem como as origens de Stefan e Damon (Renascença Italiana, no original; e Guerra Civil, na adaptação).  Até mesmo a personalidade de Elena e o interesse de Stefan pela bela foram modificados. Contudo, tais modificações não tiraram o brilho das séries.

A trilogia original de “TVD” foi lançada em 1991. Devido ao sucesso dos livros, bem como à pressão dos leitores, um 4º livro foi lançado, em 1992. Após 17 anos foi lançada uma nova trilogia, intitulada The Return. E já foi divulgada uma nova trilogia, chamada de The Hunters. No Brasil, apenas alguns dos livros foram lançados, a partir de 2009. Espera-se que logo todos os volumes estejam disponíveis para venda. Quanto ao seriado, o mesmo foi confirmado para sua 3ª temporada.

Game of Thrones – Baelor

Data/Hora 14/06/2011, 22:13. Autor
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Série: Game of Thrones
Episódio: Baelor
Temporada:
Número do Episódio: 1×09
Data de Exibição nos EUA: 12/06/2011

Mais uma vez, um episódio ótimo. E um final daqueles. Emocionante, imprevisível. E triste, muito triste.

Era certo que a tensão entre Lannisters e Starks só faria ficar pior. E boa parte desse episódio mostrou os desdobramentos dos ataques mútuos entre as famílias. E suas estratégias para ganhar a guerra.

Mas antes de falar na guerra em Westeros, é preciso falar do que acontece em terras Dothraki. Nós já imaginávamos que a aparição da bruxa ia render muita história. Mas eu não pensava que Drogo ficaria entre a vida e a morte, e que Khaleesi precisaria desafiar todos os homens-cavalo para salvar a vida do marido (e do pequeno dragãozinho que está para chegar). E como sempre, as cenas mais nojentas do episódio ficaram ao encargo de Daenerys e seus liderados (ora é o coração do cavalo sendo devorado, ora é seu pescoço sendo cortado e o sangue espirrando para todos os lados).

Eu poderia até arriscar algum palpite sobre o final da tragédia da ‘família Drogo’, mas Game of Thrones é sempre tão surpreendente que fazer isso seria arriscar um palpite furado. Então, é esperar para descobrir se o bebê dragão vai nascer bem (tem alguém aí esperando ver um bebê alado?), e se papai Drogo vai sobreviver (ou qual será o destino da Dama Prateada caso ele morra). Ah, já ia me esquecendo de comentar o quão assustadora foi a cena da barraca. Nem que me pagassem eu entraria no meio daquela tenda balançando, com aqueles gritos ecoando. MEDO.

Enquanto isso, em Westeros …

Do lado dos Lannisters, tivemos a oportunidade de conhecer um pouco da história de Tyrion, e, porque não, de Tywin. O duende abriu o coração para os ‘amigos’, e o que ele contou só nos fez odiar ainda mais seu pai e seu irmão. Através da história de Tyrion, fica bem claro que para os Lannisters, mais do que laços de sangue (já que os de afetividade nem existem), o que conta são as aparências, a reputação de sua Casa.

Confesso que tudo isso me faz gostar cada vez mais do ‘meio-homem’, que é, de longe, o mais íntegro, leal e apaixonante Lannister (embora isso não signifique que não apoiará sua família na guerra contra os Starks, contrariando minha torcida). E foi bom ver, mais uma vez, o quão persuasivo Tyrion é. Quando falou para os Homens do Vale, o duende parecia um grande guerreiro. Ainda que tenha sido derrubado antes mesmo da batalha começar.

E se para os Lannister só as aparências contam, para os Stark os laços de afeto falam mais alto. Robb não está medindo esforços para cruzar Westeros e salvar o pai do cativeiro. Ele aceitou se casar (com uma donzela não tão bonita assim) e sacrificar 2 mil homens. Está se tornando um homem.

Outra que faz qualquer coisa para ajudar Lord Stark é sua esposa. Catelyn se mostra cada vez mais obstinada à salvar a família, ainda que isso signifique, à longo prazo, a infelicidade dos filhos. Mal ela saber que todos os esforços são em vão. E Snow também prova que, apesar de bastardo, é um legítimo Stark. Ficou óbvio, nesse episódio, que Snow será um grande líder. Quem sabe ele não alia o juramento sagrado com sua devoção aos familiares e lidera os Homens da Muralha rumo à guerra?

Descobrir que os Stark capturaram Jaime e conseguiram enganar os espertos Lannister foi muito bom. O que devastou os corações foi o que veio a seguir.

Eu não acreditava, realmente, que Lord Stark fosse se confessar um traidor. Eu ainda achava que Lord Varys fosse mexer os pauzinhos e facilitar a fuga da Mão do Rei. Mas, em nome da família, e pela vida de Sansa, Eddard resolve esquecer sua honra e sua dignidade, e se coloca aos pés do fedelho de cabelos dourados.

O Rei Joffrey, demonstrando mais uma vez sua candura, resolve contrariar os conselheiros e a mãe, e manda cortar a cabeça do ‘ traidor’ Nedd. E o episódio acaba assim, nesse misto de espanto e tristeza: Lord Stark está morto (muita pena de Arya, que estava desembainhando a espada para lutar pela vida do pai). Prova de que Game of Thrones pode se mostrar cada vez mais imprevisível, e cada vez mais apaixonante.

Game of Thrones – The Pointy End

Data/Hora 09/06/2011, 00:23. Autor
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Série: Game of Thrones
Episódio: The pointy end
Temporada:
Número do Episódio: 1×08
Data de Exibição nos EUA: 06/06/2011

Sempre encerro as reviews elogiando os finais frenéticos, surpreendentes e bem estruturados de Game of Thrones. E nessa semana, o episódio foi inteirinho com cara de final. O que mais nós poderíamos querer?

Já no início do episódio, percebemos os desdobramentos da bondade de Ned Stark. A batalha pelo trono toma as ruas da capital dos Sete Reinos, e todos os homens leais ao Lord do Norte são mortos. Sansa é ‘capturada’ e levada até a Rainha Cersei, que obriga a mais volúvel das Starks a mandar uma mensagem para o Irmão, Robb, Senhor de Winterfell. Pressionada, a menina envia uma carta para Winterfell, no melhor estilo “ajoelhe-se ou morra”.

Enquanto isso Arya, mais astuta e corajosa que a irmã, defendida pelo seu bravo ‘professor de dança’, consegue escapar. E mata seu perseguidor. É isso mesmo, caro leitor. A criança Arya matou aquele que a perseguia e conseguiu escapar das garras dos Lannister. Boa, garota.

Enquanto as aventuras das irmãs Stark se desenrolam, Lord Stark recebe a visita, em sua cela, de Lord Varys (o eunuco). Ainda não ficou claro qual é o senhor de Varys, já que a cada episódio ele parece seguir na direção do vento. Não me convenci com a explicação dele, de que serve ao Reino. Mas também não consigo ver maldade suprema ali. Acho que ele pode se voltar contra os Lannister no futuro, dependendo dos rumos que as coisas tomarem. E após a visita do conselheiro, e das más notícias trazidas por ele (a fuga de Tyrion), fica claro para Ned que seu destino é a morte (pela espada, ou pela sede).

Nas longínquas terras do Norte, na muralha, são descobertos os estranhos corpos de dois patrulheiros. Tarly, o covarde, enfim demonstra que além de leal, ele é esperto, e sugere que algum mistério ronde a morte dos homens da muralha. Mas esse não é o único problema enfrentado no Norte. Snow se complica, ao tentar agredir um superior que chama seu pai de traidor, mas no final se redime, ao salvar o Comandante de um dos patrulheiros mortos, que aparentemente voltou a vida. Depois, descobrimos que essa ‘ressurreição’ é motivada pelo contato dos mortos com os White Walkers. Ou seja, vem coisa muito ruim por aí.

Enquanto isso, em Winterfell, Robb reúne os subordinados, que juraram lealdade ao seu pai, para auxiliá-lo na guerra contra os Lannisters, e sai em marcha rumo ao Sul. Já Lady Stark não tem tanta sorte, já que sua amada irmã e seu sobrinho (o garoto-propaganda de qualquer campanha de aleitamento materno) negam apoio aos Senhores do Norte.

Lá pelas bandas dos Dothraki o clima também anda meio belicoso. E nossa amada Khalesi mostra cada vez mais suas duas facetas: a bondosa, que impede que os homens-cavalo montem nas mulheres-ovelha; e a tirana, que avisa que cavalos e ovelhas servem de alimentos para os dragões. MEDO do dia que a Dama Prateada (adorei o apelido) chegar em Westeros.

Quem se deu bem no episódio foi nosso duende favorito, Tyrion. Cheio de astúcia, e munido da riqueza da família, ele convence os Corvos de Pedra, os Homens Queimados e os Orelhas Negras a escoltarem-no de volta ao Rochedo Casterly. Contudo, antes que Tyrion possa pagar sua dívida com seus mais novos ‘amigos’, um mensageiro avisa que os Starks marcham rumo ao Sul, e que confrontarão, em breve, as tropas de Jaime. Assim, Tywin resolve ir à guerra, em auxílio do filho. E Tyrion é conduzido ao campo de batalha pelos guerreiros de nomes estranhos, como forma de garantir o pagamento da dívida. Será que o duende escapará ileso da iminente guerra?

Outro que está em apuros é Robb, que é muito novo, e bondoso demais, para liderar os exércitos do Norte. Em The Pointy End fica claro que sua liderança não é unanimidade entre os subordinados, e até mesmo que Lady Stark desaprova algumas atitudes do filho. Contudo, eu aposto que Robb Stark provará seu valor, na guerra.

E para finalizar esse episódio com cara de final de episódio, um raro momento família da Sansa, que resolve arriscar seu casamento com o garoto de cabelos dourado, que agora é rei, para pedir clemência ao pai (a tese da papoula foi mirabolante, mas tá valendo). O bondoso Rei Jeoffrey atende ao pedido de Sansa, desde que Ned aceite se ajoelhar aos seus pés e reconhecer que ele é Rei. Será que Lord Stark aceitará? Temo (e agradeço pela decisão) que não.

Faltam poucos episódios para o final da 1ª temporada de Game of Thrones. E fica cada vez mais claro que, definitivamente, o inverno vem chegando. Resta saber o que os dias de escuridão e frio nos reservam.

Game of Thrones – You Win or You Die

Data/Hora 30/05/2011, 16:27. Autor
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Série: Game of Thrones
Episódio: You win or you die
Temporada:
Número do Episódio: 1×07
Data de Exibição nos EUA: 29/05/2011

Corro o risco de me tornar repetitiva, mas é necessário, mais uma vez, elogiar o episódio de Game of Thrones. Esse foi um episódio de diálogos densos e importantes, e de surpresas.

Logo no início de You Win or You Die, fomos apresentados para Tywin Lannister, que recebe do filho Jaime a notícia de que deverá se apresentar à Corte, para responder pelos crimes de Sir Clegane, convocado por Ned Stark.

Enquanto descarna um veado (que ‘coincidentemente’ é o símbolo dos Baratheon, Casa do amado genro de Tywin), o Lannister-pai dá uma lição de moral no filho, chamando-o de tolo, e, embora em outras palavras, de covarde (se ele agisse sempre assim, eu poderia até simpatizar com Tywin). No final do papo, Jaime é enviado pelo pai para resgatar o ‘pior dos Lannister’ (na minha opinião o melhor deles), Tyrion. Mal eles sabem que o duende já está livre. Fica evidente que Jaime não sabe lidar bem com a pressão do pai, que cobra que o filho ocupe, imediatamente, lugar de destaque em Westeros, e não como capacho de Reis. Vamos ver qual será a postura de Jaime a partir de agora.

E de um diálogo importante, passamos direto para outro, ainda mais tenso. Lord Stark confronta Cersei, informando-a que saber de seu caso com o irmão. Ned avisa a rainha que contará a verdade para Baratheon assim que ele voltar da viagem de caça, e aconselha que Cersei parta com os filhos para longe, pois assim que souber da verdade, Robert ficara furioso. Mas o conselho mais sábio foi dado pela Rainha. Disse que Ned deveria ter sentado no trono de ferro quando teve oportunidade, e não entregá-lo para Robert. E alertou que, quando se joga o jogo do trono, ou se ganha ou se morre. Mas Lord Stark ou não foi astuto o suficiente para compreender a mensagem ou, homem honrado que é, decidiu continuar com a idéia original, mesmo temendo o que isso pudesse lhe custar (prefiro acreditar nessa segunda hipótese).

A cena seguinte também apresentou um diálogo bastante revelador (apesar do ambiente e das distrações que ofereceu aos marmanjos de plantão). Ficou bem claro que Baelish não superou, nem de longe, o amor que sente por Lady Stark. E através da história contada por ele, ficamos sabendo um pouco mais do passado de Catelyn e Ned, do porquê do casamento. Mas apesar de todo ressentimento do ‘cafetão’, juro que não imaginei o que viria a seguir.

Lá pelas bandas de Winterfell, cada vez fica mais na cara o descontentamento do Senhor das Ilhas de Ferro, Theon Greyjoy, com o tratamento comum que recebe. E é certo que essa insatisfação terá reflexos em breve. Aguardemos.

Pausa dramática: Estou aguardando ansiosa o inverno chegar. Ainda mais depois da conversa da sósia da Belatriz Lestrange sobre as coisas que dormem de dia e caçam à noite. MEDO.

Mais ao norte, na Muralha, o cavalo de Benjen Stark retorna sem seu cavaleiro. Snow acredita que o tio possa estar perdido nas terras além dos limites de Westeros. Mas promete que o encontrará, já que será patrulheiro. Só que, supreendentemente, Snow é designado para o cargo de intendente pessoal de Comandante Mormont. É claro que ele não gosta nada da história, mas acaba se convencendo de que se acatar as ordens que recebe pode tornar-se comandante, no futuro. No final do episódio, ao prestar o juramento, perante aos Deuses Antigos, além da Muralha, Snow é surpreendido pelo fofíssimo lobo Fantasma, que traz uma mão congelada na boca. Tensão à vista.

E olha, sei que isso é beeem chato, mas EU AVISEI que não era hora pra caçar e beber. Westeros desmoronando e o rei fanfarrão sai para demonstrar sua virilidade? Isso não podia acabar bem. Voltou literalmente rasgado por um javali (que será, ECA, servido no banquete do velório). No leito de morte Baratheon passa o poder para as mãos de Ned, que governará até que a fofura do Jeoffrey tenha idade para governar. E ainda pede que o amigo ajude o seu (COF, COF) filho a se tornar um rei e uma pessoa melhor que ele. É claro que Stark não tem coragem de despejar a verdade sobre os filhos de cabelos dourados sobre o amigo, que morre sem saber das ‘aventuras em família’ da esposa Cersei.

Ainda agonizando, Baratheon decide rever a ordem de matar Daenerys. Mas é tarde, pois o corvo mensageiro já partiu. Só que, como era previsto, o plano de matar Dany dá errado, e serve apenas para despertar a fúria de Khal Drogo (que é um fofo com a esposa, mas no resto do tempo…). Agora nos resta aguardar o dia em que os Dothraki subirão nos ‘cavalos de madeira’ e atravessarão o mar, para espelhar pânico e destruição pelos Sete Reinos (sério, tive medo da cena de Drogo espalhando sua fúria pela tenda!).

Decidido a fazer Justiça, Ned decide convocar Stannis Baratheon para assumir o trono, já que, como irmão mais velho de Robert, seria seu sucessor legítimo. Apesar de Renly tentar dissuadir Ned, o Senhor de Winterfell persiste em sua ideia inicial.

Para conquistar o controle dos Sete Reinos, até a chegada de Stannis, Ned pede ajuda à Baelish, que promete conseguir o auxílio da Patrulha da Cidade. Após a morte de Baratheon, Jeoffrey assume o trono, amparado pela mãe. Ned entrega, então, a carta de últimas vontades de Robert, e informa que é o Protetor do Reino, e que Jeoffrey não tem direito ao trono.

É então que começa o entrevero. O novo Rei ordena que Ned seja morto pela sua guarda, mas Lord Stark tem a Patrulha da Cidade ao seu lado. É quando Ned afirma que não quer sangue derramado que a matança começa, deixando todo mundo sem entender nada. E, no final das contas, percebemos que a mágoa de Baelish é maior, e mais perigosa, do que imaginávamos.

E agora, o que nos reservam os últimos episódios da 1ª temporada de Game of Thrones? Quem subirá ao trono? Khal Drogo conduzirá seus homens e cavalos por sobre as águas? Infelizmente, teremos que aguardar o próximo episódio para conhecer essas respostas, e, certamente, muitas outras perguntas.

Game of Thrones – A Golden Crown

Data/Hora 24/05/2011, 10:33. Autor
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Série: Game of Thrones
Episódio: A Golden Crown
Temporada:
Número do Episódio: 1×06
Data de Exibição nos EUA: 22/05/2011

Que episódio foi esse? Mais uma vez, os diálogos foram perfeitos. É impressionante que mesmo quando o ritmo do episódio é mais lento (leia-se sem tantas batalhas) Game of Thrones prende completamente a atenção do espectador.

Em A Golden Crown tivemos um bom desenrolar das histórias iniciadas nos últimos episódios.

Na capital dos Sete Reinos, tem tensão para todos os lados. Os Starks e os Lannister estão frente a uma iminente guerra, após a captura de Tyrion por Lady Stark e a briga entre Jaime e Lord Stark. A rainha Cersei exige que o marido posicione-se a favor dos Lannisters, porém nada feito. Baratheon prefere reconduzir o amigo ao cargo de Mão do Rei, mas exige que Tyrion seja libertado e que Eddard ‘acerte os ponteiros’ com Jaime.

Contudo, a guerra entre os Lannister e os Starks fica ainda mais próxima, já que Eddard, ocupando o trono do rei (que hora para sair caçar e beber, eim, Robert?), determinou a morte de um dos cavaleiros ligados à Tywin, o patriarca dos Lannisters. Não contente, Eddard convocou Tywin à corte, para pagar pelos crimes de seus homens (que andaram saqueando e estuprando pelos Sete Reinos). Também não ajuda no ‘processo de paz’ que Lord Stark tenha descoberto (era meio evidente, ele é a cara do tio) que o carismático príncipe Joffrey (sim, isso foi a maior ironia dessa review) e seus cabelos dourados são filhos de Jaime Lannister. Ou seja: muita água ainda vai passar por debaixo desta ponte.

É evidente também o crescente desconforto de Renly Baratheon com a postura mais agressiva (e mulherenga) do irmão. Creio que ainda veremos muitos conflitos entre os irmãos, ainda mais depois que o Cavaleiro das Flores incitou Renly a tomar uma posição mais firme no sentido de ocupar o trono (no episódio passado).

Os conflitos também estão presentes em Winterfall. Theon Greyjoy está cada vez mais insatisfeito com seu status junto aos Starks (relembrando: Theon foi colocado aos cuidados da família Stark após a morte de seu pai e irmãos, na rebelião que esses comandaram contra o Rei Robert). Theon tenta incitar Robb, que está exercendo o cargo de Senhor de Winterfell, a dar seguimento na guerra contra os Lannister em Rochedo Casterly, local no qual Jaime procurou refugio após a briga com Lord Stark. Sugestão rechaçada por Robb.

Rápida pausa para um momento feliz (mas rápida meeeesmo): Bran cavalgando, após muito tempo acamado (lembrando que isso só foi possível graças ao duende Tyrion, que projetou a sela especial). Mas logo Bran encontra alguns selvagens, e escapa por pouco da morte (mais uma vez, essa criança está ligada no perigo). Nem mesmo o ato de Theon, que salvou Bran, foi capaz de acalmar os ânimos entre ele e Robb. Portanto, temos mais um conflito em vista, já que logo Theon deve tomar uma postura menos ‘passiva’ no relacionamento com os Starks.

Como se não bastasse todos os conflitos e as intrigas na capital e em Winterfell, a situação no Ninho da Águia também não é das melhores. Tyrion, o duende, está preso em uma cela nada convencional, prestes a cair no nada. Alardeando sua fortuna, consegue ficar perante Lady Arryn (está aberta a disputa para criança mais insuportável – Joffrey X Robin), e mostra mais uma vez todo seu senso de humor e sua sagacidade. Após um duelo entre o escolhido de Lady Arryn e a alma caridosa que aceitou lutar por Tyrion, o duende ganha liberdade, e se livra do cativeiro e de sua raptora – Lady Stark. Agora resta saber se o ocorrido fará Tyrion participar mais ativamente das tramóias dos irmãos ou não (confesso que acredito no bom coração do duende).

Mas, como tragédia pouca é bobagem, precisamos falar da situação amistosa em Vaes Dothrak. Daenerys, cada vez mais Khaleesi, come (ECA) o coração de um cavalo, inteiro e cru. Após ‘o lanche’, é saudada pelos Dothraks como uma verdadeira rainha, já que carrega no ventre um Khal ‘garanhão’, o que deixa o já perturbado Viserys ainda mais atormentado.

O ‘Dragão Platinado’ tenta sair de Vaes Dothrak com os ovos de dragão que Daenerys ganhou como presente de casamento, mas é impedido por Mormont. Contrariado, Viserys enche a cara e volta pra festa, e exige que lhe seja dado o que lhe foi prometido em troca da irmã: uma coroa de ouro. Cumpridor de sua palavra, Drogo dá uma coroa de ouro para o jovem Targeryan, ainda que não fosse a coroa que ele desejava. É o adeus do “Dragão Platinado”, que no final das contas não descendia dos dragões, como sabiamente anota nossa querida Khaleesi (sim, eu sinto um misto de pena e carinho por ela). E ainda ficou uma deixa para desenvolverem a história dos dragões, já que, aparentemente, Daenerys é imune ao fogo.

Por tudo isso (e mais um pouco), foi mais um maravilhoso episódio da belíssima Game of Thrones. Mal posso esperar para o que está por vir.

P.S. 1: Acho Arya uma fofa, ainda mais quando se preocupa com a família e faz piada com a cara da irmã, Sansa, que está mais pra sonsa: quem, em sã consciência, trocaria um bom rapaz (corajoso, gentil e forte) por aquele príncipe metido e medroso?

P.S. 2: não quero nem pensar no que vai acontecer quando o inverso chegar. Se a situação já está caótica, imagina só quando a escuridão e a neve tomarem conta de tudo. MEDO.

Balanço da temporada de Game of Thrones

Data/Hora 22/05/2011, 21:17. Autor
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Tem novidade no Teleséries! A revista eletrônica de quem é viciado em seriados de TV passa a contar, a partir dessa semana, com review de Game of Thrones. A elogiada série da HBO é baseada no best-seller de George R.R. Martin, As crônicas de Gelo e Fogo.

Antes de fazer o balanço dos cinco episódios já exibidos nos Estados Unidos, preciso confessar que não li a obra de Martin. Por esse motivo, este texto, bem como as reviews que estão por vir, não abordarão similaridades e diferenças entre série e livro. Mas prometo que, assim que der, darei uma conferida nos livros, para poder opinar sobre.

Game of Thrones é uma série que apresenta uma história central sólida, acompanhada de ótimas histórias paralelas. Em virtude disso, tem muitos personagens. Como seria impossível falar de todos que apareceram nesses cinco episódios que agora se apresenta de forma pormenorizada, optei por passar uma impressão mais geral. Na reviews, sobrará mais espaço para apresentar de forma mais minimalista cada trama.

Feitas tais ressalvas, vamos às impressões sobre Game of Thrones.

A história da série gira em torno dos Sete Reinos de Westeros, terra na qual as estações duram por anos, ou décadas (MEDO de quando o inverno chegar).

Westeros é comandada pelo Rei Robert Baratheon. No decorrer desses cinco primeiro episódios, descobrimos que Robert fora noivo de Lyanna Stark e que, após sua morte, casou por conveniência com Cersei, da casa dos Lannister. Robert assumiu o trono de Westeros após a rebelião movida pelos Stark contra Aerys Targaryen, conhecido como o Rei Louco, e que culminou no assassinato de Targaryen por Sor Jaime Lannister (o pai e o irmão de Lord Stark acabaram mortos, brutalmente, por Aerys). A rebelião foi motivada, pelo que se entende até aqui, pela morte de Lyanna, embora ainda não tenha ficado claro o motivo desta.

Jaime Lannister, o assassino do Rei Louco, é irmão, e também ‘affair’, de Cersei. Eles ainda outro irmão, Tyrion, o Duende, de caráter dúbio e senso de humor afinado. No decorrer da história, várias vezes ficamos em dúvida sobre os reais interesses de Tyrion, que parece não compactuar totalmente com as armações dos irmãos.

A história começa com a visita do Rei Robert e de sua família, bem como dos irmãos Lannisters, à Winterfell, no Reino do Norte. Em Winterfell vivem Lorde Eddard Stark e sua família: a esposa, Lady Catelyn Stark, e seus os seis filhos (destaque para Arya, mais ‘macho’ que seus irmãos; Bran, que acaba perdendo os movimentos das pernas depois de sofrer um acidente causado pelos Lannisters; e o ‘bastardo’ Jon Snow, que é claramente rejeitado por Lady Stark e acaba se afastando de Winterfell).

A visita é motivada pela morte de Jon Arryn (casado com a irmã de Catelyn, Lysa – e que descobrimos, posteriormente, ser um tanto quanto perturbada mentalmente), a Mão do Rei, em circunstâncias misteriosas. Posteriormente, descobre-se que um pouco antes de morrer Arryn teve contato com os filhos bastardos de Baratheon, e que foi envenenado pelos Lannisters.

Robert pede que Stark assuma o cargo de Mão de Rei. Lord Stark não consegue recusar o pedido de seu Rei e amigo, e parte com ele para a capital dos Sete Reinos, apesar do desgosto que sua partida causa para Lady Stark e sua família. Junto com ele seguem suas filhas Sansa (prometida para o príncipe Baratheon) e Arya.

A história se desenrola, a partir daí, em três diferentes cenários, basicamente.

Na capital, Lord Stark tenta assumir o controle do Reino, enquanto o Rei se diverte em torneios e com mulheres. Stark precisa se adaptar ao ambiente, e não sabe em quem pode confiar no Conselho do Rei, formado por Renli Baratheon, irmão de Robert e que cuida das questões legais; Mestre Pycelle, uma espécie de médico oficial do Reino; Petyr Baelish, o homem das finanças; e Varys, que seria o consultor religioso. Stark se aproxima aos poucos dos Conselheiros, especialmente de Pycelle e Baelish (que nutre uma paixão platônica pela Lady Stark), e acaba obtendo informações sobre as investigações que Arryn fez antes de sua morte.

Apesar de dever submissão ao Rei, Stark não concorda com muitas das atitudes de Baratheon, o que acaba culminando na sua renúncia (nada amigável) do cargo de Mão do Rei. No final do 5° episódio, após renunciar ao cargo, e antes de retornar à Winterfell, Lord Stark é confrontado por Jaime Lannister, e acaba ferido.

Enquanto isso, no Reino do Norte, Lady Stark sai em peregrinação por vingança contra os Lannisters, já que Bran ficou paralítico após o ‘acidente’ causado por Jaime. Após capturar o duende Tyrion, ela o conduz, como prisioneiro, até o Ninho da Águia, governado por sua excêntrica irmã. No final do último episódio exibido, vemos uma Catelyn arrependida e assustada, e um Tyrion aprisionado nas alturas.

Nos arredores de Winterfell, vemos a organização da Patrulha da Noite, na Muralha do Norte, cuja principal tarefa é proteger Westeros dos Outros, habitantes as terras além do Reino, e que, como vemos nas magníficas e assustadoras cenas que dão início ao episódio de estréia, podem ser perturbantes e perigosos. A Muralha é formada, principalmente, por criminosos e rejeitados. Benjen Stark, imão de Lord Stark, é um dos responsáveis pela patrulha, e Jon Snow, filho bastardo do Senhor de Winterfell, acaba se juntando ao tio na defesa do Reino, e precisa lutar para ‘sobreviver’ na Muralha.

Já no Leste se desenrola a trama dos Targaryen, filhos do deposto Rei Louco, Aerys Targaryen, e que, segundo as lendas, são descendentes de dragões. Viserys Targaryen, o filho obsessivo de Aerys, força o casamento da irmã Daenerys com Khal Drogo, líder dos bravos Dothraki. Viserys pretende utilizar o exército Dothraki para invadir Westeros e retomar o trono dos Sete Reinos de Westeros, que acredita seu de direito. Só que Daenerys acaba se identificando com seu novo modo de vida, e se apaixonando por Khal, o que faz com que deixe de ser submissa à vontade do irmão. Com isso, cada vez mais, os planos de Viserys são postos à prova. Resta saber se os Dothraki vão, enfim, conduzir os cavalos sobre a água, e atravessar o mar em busca de uma sangrenta batalha.

Game of Thrones tem todos os elementos de um sucesso. Além disso, a série conta com o ‘selo HBO de qualidade’, o que significa que os cenários e o figurino são esplendidos, e os diálogos são muito bem construídos.

Enfim, por todos os motivos expostos aqui, e por mais um milhão que não couberam no texto, ou que não me recordo agora, Game of Thrones é um seriado que merece ser visto, ou melhor, apreciado. Então, aproveita que tuas séries favoritas só voltam em setembro, corre atrás dos cinco episódios (são cinco horinhas só, prometo que não cansa) já exibidos e aparece aqui no Teleséries pra dividir com a gente tua opinião sobre a série!

Até a review do próximo episódio!

Castle – Knockout

Data/Hora 19/05/2011, 16:19. Autor
Categorias Reviews


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Série: Castle
Episódio: Knockout
Temporada:
Número do Episódio: 3×24 
Data de Exibição nos EUA: 16/05/2011

Tiros. Socos. Romance. “Shippers” aos montes. Ação. Muita ação. Expectativa. Lágrimas. Tensão. Um senhor Cliffhanger. E 13,21 milhões de pessoas assistindo, só nos EUA. É assim que se faz um final de temporada. A “season finale”, essa, que coroou uma temporada perfeita, certamente uma das melhores e mais constantes de 2010/2011.

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Castle – Pretty Dead

Data/Hora 12/05/2011, 16:14. Autor
Categorias Reviews


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Série: Castle
Episódio: Pretty Dead
Temporada:
Número do Episódio: 3×23
Data de Exibição nos EUA: 09/05/2011

Bem vindos ao glamuroso, poderoso, e perigoso (acima de tudo) mundo dos concursos de beleza. Confesso que esse não foi um dos meus episódios favoritos de Castle. Mas, ainda assim, foi um episódio bem construído, com tramas paralelas à investigação fofas e bem desenvolvidas: o aniversário de casamento e uma possível despedida do Captain; e o rompimento de Alexis e Ashley.

Nesse semana, o time de investigadores desvendou o mistério da morte de Amber Middleberry, concorrente do Miss Baron, concurso de beleza promovido pelo todo poderoso Victor Baron. O cenário da morte e o universo da vítima proporcionaram vários desdobramentos nas investigações, e um sem número de suspeitos, todos com motivos razoáveis para cometer o crime. E um a um, todos os suspeitos foram investigados, sendo descartados.

O anfitrião do concurso, Bobby Stark (que através de seu sitcom ensinou Castle a ser pai), apesar de rejeitado romanticamente pela vítima, tinha um álibi, embora não recordasse do mesmo (olha o Twitter evitando a prisão do moço aí gente). A amiga da vítima (concorrendo pela Geórgia), cujos únicos crimes foram invejar o sucesso da vítima e furtar seu violino na tentativa de prejudicá-la, também conseguiu provar sua ‘inocência’, e ainda forneceu as fotos de Amber nua, que foram vitais para o desenrolar e o desfecho da investigação. Até mesmo Victor Baron, que teve um affair com a vítima e cedeu à sua chantagem, favorecendo-a no concurso Miss Baron, não era o assassino (foi hilário a mulher de Victor surtando e jogando um vaso nele, não pelo caso do marido com a candidata, mas sim pelo que seus amigos dos Hamptons pensariam se soubessem do relacionamento extraconjugal). O ex-namorado de Amber, que começou como suspeito, passando por comparsa na chantagem, terminou as investigações como vítima. E pasmem, nem mesmo a organizadora do concurso, Candace, era a responsável pelo crime. Apesar de relutante, ela forneceu seu álibi (embora Bobby Stark não lembre dele), e saiu ilesa das investigações.

No final das contas, só Justin Hankel, consultor da vítima, não tinha um álibi e foi descoberto, enrolado nas próprias mentiras e confusões. Matou o ex-namorado de Amber para impedir a chantagem, mas depois descobriu que a candidata participava da armação, e a matou para não ver seu nome na lama.

Nesse episódio, juntamente com as investigações do assassinato, tivemos o desenrolar do drama pessoal de Alexis – a partida de Ashley, o namorado, para uma universidade. Foi bonito ver Castle apoiando o genro, ao ver o sofrimento da filha. E incentivando que ela lutasse pelo relacionamento, afinal, poderia estar jogando fora algo verdadeiro e que teria funcionado, se apenas tivesse tentado um pouco mais (pena que Beckett não ouviu esse diálogo).

Ainda vimos, em Pretty Dead, um destaque especial pro Capitão Montgomery (estou com maus pressentimentos em relação à isso),  que precisava decidir qual o presente ideal para o aniversário de 20 anos de casamento. E o Captain escolheu oferecer à esposa um pouco mais dele mesmo, prometendo aposentar-se em breve. No final, ficou a dúvida quanto ao real afastamento do Capitão, o que abriria espaço para algum (ou alguma?) detetive assumir a frente do Precinth.

E não posso encerrar sem citar os momentos engraçados do episódio. Como sempre, as cenas de Esposito e Ryan renderam bons momentos. Foi hilário ver os dois perdidos em meio ao mar de misses que a delegacia se tornou (sorte de Esposito que Lanie não apareceu). Foi bem divertido observar, também, a interação entre Perlmutter e Castle – ficou evidente que o legista não tem muito apreço pelo escritor. E, por fim, a cara impagável de Castle (de quem levou um soco no estômago) no final do episódio. Depois de tanto apoiar a filha, incentivando a ida de Ashley para Stanford, o escritor tem uma grande surpresa, com a possível partida de Alexis, mais cedo do que ele imaginava. Foi engraçado, mas deu dó!

Agora, nos resta aguardar, muito ansiosos, pelo último episódio, que será exibido, nos EUA, na próxima segunda-feira, e que promete ser de tirar o fôlego e arrancar lágrimas.

Castle – To love and die in L.A.

Data/Hora 05/05/2011, 09:58. Autor
Categorias Reviews


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Série: Castle
Episódio: To Love and die in L.A.
Temporada:
Número do Episódio: 3×22
Data de Exibição nos EUA: 02/05/2011

E, depois de 3 semanas, foi exibido o tão aguardado episódio. Os fãs, especialmente os shippers, surtaram durante vários dias com sneak peeks e promos de tirar o fôlego. E a espera foi recompensada com a exibição de um episódio praticamente 5 estrelas.

Em To Love and die in L.A. tivemos muito mais de Beckett e Castle do que o usual, além do uma deliciosa mudança de cenário. Tudo isso porque as investigações dessa semana conduziram nossa dupla favorita para Los Angeles. A vítima do episódio foi Michael, antigo parceiro, e mentor de Beckett. Por estar emocionalmente envolvida, a detetive é afastada do caso pelo Capitão Montgomery. Mas, como já era esperado, Beckett dá o seu jeitinho para acompanhar o caso de perto e conduzir as investigações – tira férias e pega um vôo para a ‘Cidade dos anjos’.

Apesar do pedido de Beckett para ficar sozinha, é óbvio que Castle não deixaria de acompanhar sua musa inspiradora. E de salvá-la da classe econômica. Foi hilário ver Beckett espremida entre dois grandões, e depois toda faceira pela sua ‘promoção’ para a 1ª Classe.

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Castle – The Dead Pool

Data/Hora 17/04/2011, 14:26. Autor
Categorias Reviews, Spoilers


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Série: Castle
Episódio: The Dead Pool
Temporada:
Número do Episódio: 3×21
Data de Exibição nos EUA: 11/04/2011

Mais um ótimo episódio de Castle, pra manter a tradição. E coroado por um final pra lá de excelente, que matou os shippers do coração, tamanho o nível de fofura. Além disso, premiado com quase 13 milhões de espectadores, o que demonstra a força da série, que se consolida no time das grandes séries dos EUA.

Em The Dead Pool, os investigadores do 12th Precinct precisaram descobrir quem provocou a morte, por afogamento, de Zack Lindsey, uma promessa da natação. E, em meio às investigações, Castle teve que lidar com Alex Conrad, o pupilo que, aparentemente, tenta roubar sua musa inspiradora. Crime imperdoável.

Para desvendar o crime dessa semana, os investigadores tiveram que trabalhar, simultaneamente, com duas linhas de investigação diferentes.

A primeira delas se relacionava aos esteróides encontrados no apartamento da vítima, e que trouxe diversas teses. De boa gente, Lindsey passou para possível usuário e para provável traficante. Apenas após uma intromissão do abusado pupilo de Castle que a verdade foi descoberta: os esteróides eram de Brian Morris, o maior rival, nas piscinas, da vítima. Como um amigo do nadador assassinado utilizou essa descoberta para chantagear Morris, tudo apontava para ele ou seu pai como autores do crime.

A outra linha de investigação estava relacionada a outra atividade da vítima: o roubo de carros. Essa atividade também forneceu alguns suspeitos, como o amigo de longa data e parceiro da vítima, e o dono de uma ‘oficina’ – o tal suspeito com sotaque diferente. Aliás, a presença desse europeu com sotaque forte na lista de suspeitos rendeu boas teorias (e risadas), já que Castle passou boa parte do episódio imaginando como o estrangeiro (que a cada hora tinha uma nacionalidade diferente, mas no final era de Belarus mesmo) teria matado o nadador. Só que as investigações dos roubos de carros acabaram reforçando a tese do culpado ser da família Morris.

Mas não era nada disso. E o desfecho do caso foi bastante interessante. No final das contas, Rocket Rob, o mentor de Lindsey, acabou matando-o, para não correr o risco de perder seus recordes e ver seu nome jogado na lama, já que estava envolvido com esteróides. Creio que pra boa parte dos fãs, nesse episódio, a dúvida quanto à identidade do assassino permaneceu até o final. Confesso que não acertei o assassino, estava apostando alto no Morris-Pai. Ponto para Castle.

Não posso acabar sem antes falar dos momentos cômicos do episódio. O que foi a olhada da Beckett para o corpo (para não dizer para a sunga) do Rocket? E a hilária expressão do Capitão quando Castle disse que agressão contra policial de trânsito não valia como crime? E Esposito perguntando se ser muso de um escritor de mistério seria visto com maus olhos? Mas o melhor da noite foi o massacre no jogo de pôquer. Nossa, os veteranos acabaram com o novato. Como sempre, o episódio de Castle também divertiu.

E o que falar do final? Praticamente faltam palavras para descrever o hiper-mega-ultra-fofo momento Casckett. Beckett confrontou Castle, que admitiu o ciúme que sente de sua musa inspiradora e parceira. E Beckett se deliciou com a revelação do escritor, afirmando que dali em diante seria mulher de um escritor só. Socorro, essa cena provocou palpitações. Pena que o Conrad surge com seus novos musos, Esposito e Ryan, quebrando o clima (alguém explica o porquê de sempre aparecer alguém nessas horas). Enquanto isso, nós, os shippers, ficamos na torcida pelo dia que não ninguém aparecerá (ou telefonará), e que o clima entre Casckett progrida. E que venha To Love and Die in L.A.

ATENÇÃO! CONTÉM SPOILERS DA SEASON FINALE.

Faltando apenas 3 episódios para o final da atual temporada, explodiram diversos spoilers, nessa última semana, sobre o que vem por aí. Mais especificamente, os spoilers trataram de Knockout, o último episódio dessa season, que vai ao ar, provavelmente, no dia 16/05. As notícias informam que um personagem que participa de Castle desde o episódio piloto irá morrer. A maioria dos fãs aposta na morte de Martha. Mas os rumores mais fortes indicam um trágico final para o Capitão Montgomery. Ambos são personagens queridos, que farão falta na série. Se bem que, nesse ponto, todos os personagens principais contribuem para o sucesso de Castle, ou seja, qualquer que seja a partida, partirá nossos corações.

Mas também temos motivo para alegria. A season finale promete ser muiiiito boa. Segundo comentários do Seamus Dever, que interpreta Ryan, em seu Twitter (@seamusdever), o episódio final será repleto de ação, choque, e lágrimas. E o criador da série, Andrew Marlowe, falou que veremos mais do caso da mãe de Beckett, e avisou que a 3ª temporada acabará em um cliffhanger.

Castle – Slice of Death

Data/Hora 08/04/2011, 20:40. Autor
Categorias Reviews, Spoilers


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Série: Castle
Episódio: Slice of Death
Temporada:
Número do Episódio: 3×20
Data de Exibição nos EUA: 04/04/2011

Slice of Death foi, sem dúvidas, o episódio mais apetitoso de Castle, ou, pelo menos, o que mais despertou o apetite.

Nessa semana, vimos mais um episódio pendendo para a comédia. Boa parte dos diálogos de Slice of Death foram hilários, e a própria situação referente à Guerra das Pizzas em NY, com muitos Nicks (Autênticos, Fantásticos, Autênticos Fantásticos, ou Fantásticos Autênticos), foi bastante engraçada. O climão italiano esteve presente, seja nas referências à pizza, à máfia ou ao Cavallo.

No episódio 20, Castle e os investigadores do 12th Precinct investigaram o assassinato de um ex-correspondente de Guerra, que viu sua vida ruir após a morte da filha. O corpo foi encontrado no forno de uma pizzaria envolvida na “Fantástica Autêntica Guerra das Pizzas de Nova York”, a pauta da matéria do jornalista.

As investigações, como já de costume, apresentaram diversos desdobramentos, partindo da briga entre ‘pizzaiolos’ vizinhos, passando por reportagens investigativas (com direito a vídeo do assassino), e chegando em uma organização criminosa envolvida com a venda de heroína. Mais uma vez (assim como em Ghosts, o 8º episódio da 1ª temporada), o assassino ”volta do mundo dos mortos” para cometer o crime. E, no final das investigações, além de prender o assassino, Castle e Beckett conseguem solucionar também o mistério que cerca o lendário e misterioso Cavallo, chefão da venda de heroína. De certa forma, o desfecho do caso pode ser expressado pela frase de Becket, “Nunca subestime o poder de uma mulher em uma missão”.

Os momentos mais “dramáticos” de Slice of Death ficaram ao encargo de Alexis, que brigou com a melhor amiga e foi humilhada publicamente. Tentando ajudar, Castle (auxiliado por Ryan) acirra ainda mais a briga, que acaba em socos e arranhões. É fato que nos últimos episódios Alexis vem mostrando um lado mais ‘dark’, até então desconhecido. Mas ela é tão fofa que até quando dá uma de “bad girl”, continua sendo adorável. E mais bonitinho ainda foi ver Castle, sempre meio inconseqüente quanto à sua vida pessoal, buscando nas palavras de Beckett o conselho apropriado para Alexis.

Apesar desse episódio ter apresentado mais “ação” que o anterior, estou sentido falta de mais correria, tiros e mocinhos correndo perigo. Ainda temos mais 4 episódios inéditos  para ir ao ar, e devemos ter mais adrenalina correndo, já que o assassinato da mãe de Beckett deve voltar à pauta em algum deles. Então, minha sede por ação certamente será saciada. Queria, também, ver mais interação entre Esposito e Ryan, que sempre funcionam muito bem juntos, e aparições mais demoradas de Marta. E sim, eu sei que quero tanta coisa que um episódio de 40 minutos não daria conta de tudo. Mas, uma garota pode sonhar, certo?

Pra finalizar, se no episódio passado Josh não apareceu, nesse não foi nem citado, o que é uma alegria para os shippers (assim como eu). Enfim, Castle apresentou, nessa semana, um bom episódio, super divertido, e que, embora não tenha sido brilhante, serviu para manter o bom nível da excelente 3ª temporada.

P.S.: a menção dessa semana vai pra cena em que Beckett toma ”o seu café” das mãos de Ryan. É legal ver que no início da série ela era muito insegura e relutante em aceitar o café. Depois, sofreu quando Castle parou de trazer o café para ela, e ficou furiosa quando a “Nikki Heat” pegou o café destinado à ela. E agora, age como legitima dona do copo de café. Bem fofinho.

Castle – Law & Murder

Data/Hora 31/03/2011, 11:54. Autor
Categorias Reviews, Spoilers


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Série: Castle
Episódio: Law & Murder
Temporada:
Número do Episódio: 3×19
Data de Exibição nos EUA: 28/03/2011

Nessa semana, Castle exibiu um episódio um pouco diferente do convencional. As investigações envolveram menos ação e mais “pensamento”. Mas isso não significa que o produto final não tenha sido aprovado pelo controle de qualidade dos fãs. Aliás, não me canso de elogiar a estabilidade de Castle, já que todos os episódios, especialmente dessa 3ª temporada, são bons. Claro, alguns foram fora de série, mas não foi exibido sequer um episódio que possa ser taxado como ruim. E os telespectadores norte-americanos têm reconhecido a excelência de Castle, tanto que Law & Murder teve audiência de 12,56 milhões de expectadores, a 3° maior da série, e a maior dessa temporada.

Em Law & Murder, Castle e os investigadores do 12th Precinct precisam desvendar um homicídio clássico, por envenenamento, o que já é o suficiente para mexer com a mente dos apaixonados por mistério. E o que, com certeza, mexeu com as ideias de Castle, que já inicia as investigações afiadíssimo (Cianeto? Isso é fantástico!), cogitando atribuir a autoria do crime à nazistas e ditadores do mal. Só que as circunstâncias que envolvem o assassinato não são tão clássicas assim, e o que era a investigação de um crime acaba se desdobrando na tentativa de desvendar um duplo homicídio.

No caso dessa semana estavam presentes todos os ingredientes necessários para a construção dos melhores suspenses policiais. Tivemos envenenamento, julgamento, intrigas familiares, um réu mal encarado com um braço direito ainda mais amedrontador, um promotor disposto a ir até as últimas consequências pela sua carreira política, uma morte para acobertar a outra, um homem da lei que não se corrompe, uma bela e inteligente detetive assessorada por uma afinada dupla de detetives e, óbvio, um escritor. E é claro que a combinação desses elementos, em Castle, não iria deixar a desejar.

Tá certo que o desfecho do caso não foi totalmente imprevisível. Mas o caminho percorrido até a conclusão foi, certamente, bem instigante e conseguiu prender a atenção dos fãs, apesar do ritmo mais lento. As investigações foram bem construídas, e é sempre interessante quando o Capitão Montgomery tem um envolvimento maior com o caso, ainda mais quando sua participação é decisiva. E preciso dizer que A-D-O-R-E-I ver um júri como pano de fundo de um homicídio, e como ‘link’ entre as vítimas?

Outro ponto positivo foi a maior interação entre Alexis e Castle, dupla que sempre funciona muito bem. Depois do hiato, e do episódio passado, no qual Alexis pouco apareceu, confesso que estava com saudade das cenas entre pai e filha. E foi bem divertido ficar imaginando qual o segredo que Alexis escondia no Brooklyn, para no final da história confirmarmos (um pouco orgulhosos, um pouco zangados), que ela é mesmo uma boa menina.

E, antes do ponto final, tenho que comentar o encerramento do episódio (cá entre nós, finais mega ‘cute’ viraram a marca registrada de Castle, não?) Mais uma vez, ao apagar das luzes, ficam evidentes as afinidades entre Casckett. Muiiito engraçada a cara de Castle quando Beckett menciona os planos para a noite. Confesso que já tinha até esquecido do bendito filme naquelas alturas. Foi hilário, e ao mesmo tempo tããão fofo, Castle fingindo nunca ter visto um filme que ele assiste há eras, e se fazendo de difícil para Beckett. Sério, a empolgação pelo filme (ou não seria só por ele?) foi tanta que se eu conhecesse algum cinema por perto que exiba filmes antigos eu teria saído correndo assistir O Planeta Proibido (aquele, sabem, com Leslie Nielsen, antes de virar astro cômico). Mas o mais engraçado foi Castle tentando ganhar terreno aos poucos, sugerindo doces, pipoca e hamburguer. Ah, e quase ia me esquecendo de mencionar o plantão do Josh. Graças à ele, o final do episódio foi ainda melhor do que de costume.

P.S.: merece menção a censura de Esposito à tentativa de Ryan de agir como Castle. Na cena, uma das poucas de ‘ação’, esteve presente a pitada ideal da comédia que cerca a dupla inseparável.

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