TeleSéries
Haven – Fear & Loathing
24/07/2011, 19:19.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Haven
Episódio: Fear & Loathing
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×02
Data de Exibição nos EUA: 22/07/2011
Apesar de ter lido muita opinião em sentido contrário, preciso confessar que esse 2° episódio da temporada de Haven me agradou. Claro, teve aquele ritmo meio lento – com o qual já me acostumei – e pouca evolução na trama central envolvendo as Audreys. Mas serviu para mostrar um pouco melhor o drama dos “problemáticos” habitantes da cidadela, o que pode nos fazer compreender um pouco melhor suas ações.
Fear & Loathing iniciou mostrando a cerimônia de despedida do chefe Wuornos, que, para todos os efeitos, se afogou no mar. E o que parecia ser apenas um momento sentimental, acabou sendo de suma importância para a compreensão do caso do episódio.
Durante a cerimônia de despedida, nossa Audrey e a nova Audrey chegaram a conclusão que a solução para o mistério que as envolve passa pela descoberta da ligação do falso agente Howard com a cidade de Haven. E ainda durante a cerimônia, Nathan percebe que sua “maldição” acabou, e que ele está tendo sensações novamente. Mas, antes que ele possa curtir sua volta “à normalidade”, os já habituais eventos estranhos começaram a acontecer.
Dessa vez, Nathan e as Audreys responderam a um chamado de pessoas aterrorizadas. Até aí, nada de novo, já que os acontecimentos de Haven são mesmo aterrorizantes. A novidade é que cada uma das pessoas está assustada por uma causa diferente. E, investigando, eles descobrem que, aparentemente, os eventos que deixaram as pessoas em pânico nem aconteceram.
Na sequência, eventos semelhantes ocorrem em uma estação de ônibus. Como a nova Audrey também foi atingida pelos efeitos da “pessoa amaldiçoada” da vez (e viu um palhaço. Alguém mais pensou no Booth enquanto assistia a cena?), a antiga Audrey conseguiu perceber que na verdade cada pessoa estava alucinando com aquilo que mais a amedronta. E para descobrir quem estava causando as alucinações, Nathan e Audrey partem atrás de um habitante que foi visto em vários locais onde as alucinações aconteceram.
Enquanto isso, a outra Audrey vai atrás de Duke, buscando pistas sobre o paradeiro de Howard. Arduamente, ela consegue a colaboração dele, e descobre que Howard teve algumas conversas secretas com o Chefe Wuornos.
Nathan e Audrey conseguem encontrar a causadora das alucinações. Como não é afetada pela “maldição”, Audrey ganha a confiança da garota, e a leva para a delegacia. Após conversar com a garota, Audrey consegue descobrir que alguém está roubando os problemas dos habitantes de Haven, e os utilizando para cometer alguns crimes.
Ligando todas as informações do caso com a lenda da cidade narrada por Vince, Nathan logo concluiu que o “ladrão de problemas” era Ian Haskell, um habitante de Haven que sempre foi hostilizado pelos outros moradores. Ele que foi ele quem roubou um quebra-cabeça infantil que tem o poder de destruir a cidade toda, e pretende utilizá-lo para vingar-se daqueles que riam dele. Seu plano é zarpar no navio de Duke, e, em alto-mar, destruir a cidade e todos seus habitantes.
Mas Duke percebe que Ian está com problemas, e avisa Nathan. Juntos, Audrey, Nathan e Duke conseguem parar Ian, que fez dois reféns. E é aqui que a história se torna mais sentimental. Se Wuornos não tocasse em Ian antes dele morrer, o criminoso levaria os problemas de Nathan com ele, o que significa que o policial voltaria a ter, definitivamente, suas sensações. Mas Wuornos, apesar de desejar profundamente continuar sentindo, percebe que os problemas da jovem são maiores que os seus, já que impossibilitam sua vida em sociedade. Por isso, Nathan decide auxiliar a jovem, e Ian acaba morrendo com os problemas dela, o que a liberta da maldição. Conhecendo Nathan, não poderíamos esperar atitude diferente.
No final do episódio, ficou evidente que Wuornos e Audrey estão cada vez mais ligados. Ainda mais agora que Audrey sabe o quão importante ter a sensação do toque humano é para o parceiro, e que ela é a única que pode dar essa sensação para ele. Então, aposto em alguma evolução no relacionamento deles.
Por fim, preciso dizer que assisti o vídeo promocional do próximo episódio e recomendo: segurem-se. Muita tensão vem aí! Ah, e se você é fã de Jason Priestley, mais um motivo para ficar ligado em Haven: está chegando a hora da participação do ator na série.Ele interpretará Chris Weekly, um biólogo marinho genial, mas um tanto antissocial. Está previsto, ainda, que Priestley dirija o 9° episódio dessa temporada. Enfim, tem muita coisa boa chegando em Haven.
P.S.: estou cada vez mais curiosa para saber qual a conexão entre Dave e Lucy. Porque ela seria a coisa que mais aterroriza ele? E porque ele mentiria para Vince, escondendo que foi ela que ele viu na estação?
P.S.2: porque Howard deixou o livro para as Audreys encontrarem? E como as memórias da Audrey foram parar na mente de … Lucy? Estou ansiosa pelas próximas pistas envolvendo o mistério das duas Audreys.
Rookie Blue – Stung
23/07/2011, 21:05.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rookie Blue
Episódio: Stung
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×05
Data de Exibição nos EUA: 21/07/2011
Essa semana a ABC exibiu Stung, outro bom episódio. E se eu não fiquei mais empolgada com ele, a culpa é dos roteiristas de Rookie Blue, que tem premiado os fãs com uma ótima 2ª temporada. Então, se esse tivesse sido um episódio da temporada de estréia, provavelmente eu estaria me referindo a ele como excepcional.
O episódio começa com Dov e Noelle em uma operação padrão. Mas ao abordarem um motorista por excesso de velocidade, a passageira do veículo acaba se sentindo pressionada e entregando que o companheiro era um criminoso. O motorista até tenta fugir, mas Dov – auxiliado por dois garotos e seu estilingue – consegue capturá-lo, o que resultada na prisão de um criminoso com vários mandados de prisão.
Inspirados pela captura do bandido, o pessoal da 15ª acaba bolando uma operação emboscada. Os policiais fizeram contato com várias pessoas com mandado de prisão não cumprido, avisando que elas haviam ganhado um carro. Swarek, Epstein, Diaz, MacNally, Peck e Nash se disfarçam como atendentes de uma concessionária de automóveis, e fazem as prisões, após receberem o sinal verde de Williams e Shaw.
Como sempre, tudo ia bem, até que alguém complicou as coisas. Em Stung, esse alguém foi, mais uma vez, Epstein, que havia acabado de sair de seu período probatório. Como precisam auxiliar na prisão do “bandido de Epstein e Swarek”, Traci e Andy acabam deixando sua própria criminosa fugir.
Enquanto MacNally e Traci procuram sua fugitiva (e aproveitam para colocar os papos sobre o casamento de Andy e seu relacionamento com a mãe em dia), Epstein e Chris levam seu criminoso para a prisão. E o procurado, em conversa com Barber, acaba entregando endereço, que estaria relacionado com a venda de drogas.
MacNally e Traci descobrem que sua criminosa, na verdade, era apenas uma viúva que não estava conseguindo pagar suas contas, e que, por vergonha, se recusava a pedir ajuda para a filha.
O caso maior ficou, mesmo, ao encargo de Epstein e Chris, que foram checar o endereço obtido por Barber. E Dov acabou se empolgando bastante com a chance de mostrar serviço. Tanto que foi entrando no local, sem nenhuma cautela, e recusou a ideia de chamarem por reforços. Resultado: quase foi atingido por um disparo, e acabou pisando em um gatilho e acionando um explosivo. A situação deixou todos os colegas apreensivos (mas Gail mais que todos os outros JUNTOS). No final das contas, uma garota do esquadrão anti-bombas consegue tirar Dov daquela situação (achei bem legal a interação entre a menina e Dov. Seria interessante alguma participação maior dela na série).
Paralelamente ao caso da captura dos criminosos, tivemos o desenrolar da situação entre Jo e Luke. Eu sempre achei que a detetive Rosati fosse uma mulher decidida, mas não imaginava o quanto. Ela foi até a casa de Luke e Andy, insistiu para que ele participasse da sua operação, despistou pedindo café para pessoas que não estariam presentes, puxou assunto e pediu para ser amiga do ex (claro, Cláudia), abriu a porta para Callaghan só de camiseta e calcinha e tascou um beijão no detetive. Final da história: conseguiu o que queria: achou uma brecha na armadura de Callaghan e acabou a noite em seus braços, na cama. E, enquanto isso, MacNally conversava com Traci, falando que não precisa se reaproximar da mãe porque tem uma nova família, cujo elemento mais importante é … Luke! Dó.
Por hora, nos resta, mais uma vez, aguardar os desdobramentos dos próximos episódios. E com a certeza de que vem mais tensão por aí. Isso porque, além dos desdobramentos das histórias pendentes teremos, já no próximo episódio, a aparição da Superintendente Elaine Peck, a mãe da Gail. E, pela fama da Peck-mãe, as coisas tendem a complicar ainda mais.
P.S.: eu entendo totalmente “a paixonite” de Epstein por Swarek. Ele esteve muito bem como vendedor de carros.
P.S.2: parece que, no relacionamento entre Dov e Chris, o melhor homem não irá conquistar a vaga apenas na Patrulha Montada. Estou cada vez mais desconfiada de que os sentimentos de Gail por Dov estão mudando de ‘status’.
Rizzoli & Isles – We Don’t Need Another Hero e Living Proof
20/07/2011, 23:27.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rizzoli & Isles
Episódios: We Don’t Need Another Hero e Living Proof
Temporada: 2ª
Número dos Episódios: 2×01 e 2×02
Data de Exibição nos EUA: 11/07/2011 e 18/07/2011
No último episódio da 1ª temporada de Rizzoli & Isles, a coisa ficou realmente tensa. Investigações envolvendo tráfico de drogas, policiais corruptos matando outros policiais, tiroteio, ferimentos e mortes. E, no final de toda a ação, Frankie e Jane sairam bastante machucados. Agora, após 10 meses de espera, descobrimos o que aconteceu com os irmãos Rizzoli.
We don’t need another hero começou mostrando a festa anual que a polícia de Boston faz para saudar seus heróis. Jane é uma das homenageadas da noite, já que feriu a si mesma para possibilitar a morte de Marino, o policial traidor. A outra homenageada era Abby Sherman, que foi ferida em uma emboscada à seu pelotão, no Afeganistão, mas ainda assim conseguiu salvar 3 de seus colegas.
Logo no início do episódio fica evidente que todos os envolvidos no tiroteio da Central estão tentando lidar com seus traumas. Jane, que não quer ser vista como heroína, recebe a ajuda de Maura, que tenta incentivar a amiga a comparecer na cerimônia, e aceitar o fato de que suas atitudes salvaram vidas. Mas Jane prefere homenagear Maura, que salvou a vida de Frankie, do que levar o mérito por suas ações. E, durante a festa, Rizzoli ainda precisa digerir a notícia do divórcio dos pais.
No final da cerimônia, quando todos estão indo embora, Abby morre, quando uma bomba explode o carro que ela ocupava. Isso motiva Rizzoli a voltar para o trabalho, ainda que ela não esteja pronta para encarar a pressão inerente à sua função. Auxiliando no caso, Jane descobre que, durante a estadia de Abby no Afeganistão, ela foiatingida por fogo amigo, mas ocultou a informação. Duas explosões depois, Jane e Maura descobrem que Campbell, o ex-namorado de Abby, foi o responsável pelo tiro. E mais, bolou as explosões que vitimaram Abby e Forman, já que ele estava descontente pelo fato deles terem formado um casal. Quando confrontam Campbell, Casey (o militar bonitão ex-namorado de Rizzoli) e Jane conseguem conduzir bem a situação, e acabam prendendo o soldado.
E, além de ter detido o suspeito, Jane conseguiu superar o medo de falhar, o que possibilitou que ela voltasse completamente à ativa.
O segundo episódio da temporada, Living Proof, começa com Jane e Maura em um Spa, em um momento de relaxamento (ou seria em um momento de troca de ideias e discussão?). Só que sua sessão de embelezamento na lama é interrompida por pedidos de socorro. Rizzoli e Isles socorrem, então, uma mulher esfaqueada. Apesar de não conseguirem salvar a mulher, Maura consegue fazer um parto de emergência, e salva o bebê da vítima.
A partir daí, Jane e Maura precisam não apenas encontrar o assassino, mas também uma família para o bebê. Ou melhor, decidir entre as duas família interessadas, já que a vítima era na verdade uma “barriga de aluguel”.
As investigações levaram à culpada: a doadora dos óvulos, que andava rondando o berçário. E a cena da “captura” da criminosa foi fofa, já que Maura e Jane paparicaram o bebê, e conseguiram impedir que a culpada fugisse com ele e fizesse mais vítimas. Por fim, tudo acabou exatamente como começou: com Jane e Maura nas banheiras de lama, em mais uma divertida troca de ideias.
Enfim, dois bons episódios, com um ritmo agradável, e que, além de concluírem a trama da ‘Season Finale’ da 1ª temporada, introduziram novas tramas, como o divórcio do Sr. e Sra. Rizzoli, e a tentativa de Frankie de ser detetive. Pena que, apesar da qualidade, esses dois episódios tiveram as piores audiências da série até agora. Contudo, como a diminuição foi pequena, e esse 2° episódio já deu uma recuperada, creio que ainda não há motivos para os fãs se preocuparem. E, como sempre, qualquer notícia sobre a renovação, você verá aqui no TeleSéries.
PS: Angela foi responsável por inúmeros momentos engraçados nesses dois episódios. No 1°, ela flagrou Rizzoli com Casey, durante seu ‘revival’: “muito doente para lavar os pratos, mas nem tão doente para fazer sexo?” Já em Living Proof foram tantas cenas cômicas que nem lembro de todas. Menção honrosa para as “lancheiras animadas” que ela preparou para os filhos, e para o bazar que ela organizou.
Haven – A Tale of Two Audreys
17/07/2011, 21:07.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Haven
Episódio: A Tale of Two Audreys
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×01
Data de Exibição nos EUA: 15/07/2011
Bem vindos de volta à Haven, a terra dos acontecimentos mais bizarros – e inexplcáveis – do mundo. Conforme pudemos acompanhar na 1ª temporada da série, a pequena cidade situada no Maine, Estados Unidos, é palco para fenômenos inexplicáveis, ocasionados pelos seus habitantes ‘amaldiçoados’.
E, após 9 meses de hiato, Haven retornou exatamente do ponto que havia parado: o embate entre Nathan e Audrey e a outra Audrey, a agente especial do FBI. Nathan e ‘a nossa’ Audrey conseguem render a outra, e estão prontos para conduzi-la para a delegacia, quando os eventos esquisitos do dia começam a acontecer.
Primeiro a água se torna sangue diante dos olhos de Duke e do Reverendo (do mal) Driscoll. Na sequência, as Audreys e Nathan presenciam uma chuva de rãs e a infestação de mosquitos – que acaba causando um acidente de transito.
Buscando descobrir o porquê das 7 pragas, aparentemente, estarem ocorrendo na cidade, Nathan e Audrey se dividem. Enquanto Wuornos vai falar com o nada amistoso Reverendo do Mal, Audrey vai até a delegacia em busca de maiores informação sobre a agente do FBI que diz ser ela. Mas a conversa com a forasteira serve apenas para deixar evidente que as duas raciocinam e agem da mesma forma, o que reforça o mistério por trás do aparecimento da agente.
Seguindo uma linha de investigação que conecta a ordem cronológica dos acontecimentos com a área geográfica na qual eles ocorrem, as Audreys conseguem descobrir que as pragas estão, na verdade, conectadas a uma pessoa: TJ, um dos motoristas envolvidos no acidente do início do episódio.
Enquanto isso, Duke recebe uma visita que não o deixa muito satisfeito. Evi, sua esposa, retorna após 3 anos, e lhe propõe algum tipo de negócio, escuso e lucrativo. Duke não aceita a proposta, e pede que a mulher vá embora.Mas fica evidente que Evi pretende permanecer em Haven, apesar de não ficar bem claro o motivo da chegada dela na cidade. Creio que a introdução do personagem pode render boas histórias.
Seguindo nas investigações, Nathan e as Audreys acabam chegando ao bar de Duke. Contudo, o suspeito consegue escapar, ao ocasionar uma forte chuva de granizo. Junto com a nova Audrey e Duke, Nathan e Audrey vão até a casa de TJ. Na frente da residência, Driscoll e um grupo de fiéis oram, visando acabar com a ira divina. Mas quem salva o dia, como de costume, é Audrey, que conversando com TJ, descobre que os fatos estão ocorrendo porque ele leu a Bíblia naquela manhã. Assim, ao descobrir que as coisas lidas por TJ se tornam reais, Audrey consegue contornar a situação, evitando a morte dos primogênitos que estavam no local.
No final do episódio, os irmãos Teagues (sempre adoro as participações dos dois) conseguem convencer Nathan a pensar na ideia de assumir o posto de Chefe de Polícia. Na sequência, Nathan enterra o que sobrou do pai adotivo (que explodiu em pedaços, no último episódio da 1ª temporada). Surpreendentemente, e apesar da relação turbulenta que tem com Wuornos, Duke auxilia o policial na triste tarefa. Enquanto isso, as Audreys confirmam que compartilham as mesmas memórias, e buscam uma resposta para isso.
A Tale of Two Audreys retomou as tramas da primeira temporada de Haven. Com a introdução da nova Audrey, provavelmente teremos o desenvolvimento da história da Audrey antiga ser na verdade aquela Lucy de 1983. E ficou bem evidente que o Reverendo Driscoll não medirá esforços para tomar o poder da cidade nas mãos, resta saber até onde ele irá para conseguir a limpeza de pecados que deseja.
Agora, é aguardar pelo 2° episódio, torcendo para que as tramas principais continuem sendo desenvolvidas, inclusive através dos esquisitos casos policiais.
Rookie Blue – Heart & Sparks
17/07/2011, 00:54.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rookie Blue
Episódio: Heart & Sparks
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×04
Data de Exibição nos EUA: 14/07/2011
Como foi anunciado no TeleSéries durante a semana, Rookie Blue foi oficialmente renovada para a 3ª temporada. E, além de comemorar a renovação, os fãs puderam assistir a mais um bom episódio.
Logo no início de Heart & Sparks vimos que Callaghan está se recuperando bem dos tiros que levou. Pelo menos fisicamente. Fica evidente que, apesar dos esforços de Andy, Luke está descontente com a situação. E esse descontentamento pode complicar as coisas entre eles.
Mantendo a linha leve para os inícios de episódios, também vimos Diaz e Epstein perseguindo garotos que roubaram um fofo filhotinho. Essa cena serviu para mostrar o quão simpático – e vulnerável -, Chris é. E, na sequência, mais uma clássica cena da ótima dupla Dov e Gail, que, mais uma vez, interagiu bastante no episódio. E essa interação, como já está se tornando comum, rendeu cenas divertidíssimas, e outras mais ‘emocionais’.
O caso da semana foi bastante interessante, ainda que meio piegas: no final das contas, o dono da lavanderia, buscando dar uma vida melhor para a esposa, que conheceu num site de relacionamentos, pediu ao amigo para iniciar um incêndio em seu estabelecimento, a fim de receber o dinheiro do seguro. O que o amigo não imaginava é que o dono da lavanderia estaria lá dentro, propositalmente, para que sua amada recebesse, também, o dinheiro de deu seguro de vida.
A resolução do caso envolveu praticamente todo o time da 15ª. Shaw comandou os oficiais no local do crime. Já Traci foi a responsável pela captura da suposta criminosa – uma adolescente decidida a chamar a atenção do pai, um todo-poderoso advogado -, e também acabou conseguindo uma confissão da menina. Epstein, Gail e Chris ficaram responsáveis pela tomada de depoimentos, enquanto que MacNally deveria apenas vigiar a entrada do prédio e impedir a entrada de pessoas nele, já que a estrutura poderia desabar.
Gail e Diaz interrogaram um dos vizinhos da lavanderia, que, para desgosto de Chris, havia sido seu padrasto. A história mexeu bastante com Chris, e Gail acabou descobrindo que a infância do namorado não foi nada fácil, já que sua mãe era desestabilizada emocionalmente.
Enquanto isso MacNally, que não conseguiu impedir a entrada da esposa do dono da lavanderia no prédio, acabou, mais uma vez, correndo sérios riscos. Mas, apesar de todo perigo que a situação envolvia, do cadáver completamente carbonizado, e do completo descontrole da viúva, Andy seguiu as instruções de Swarek e Rosati, e ainda conseguiu manter sua companheira a salvo. Boa, MacNally!
Na delegacia, Barber e Tracy mostraram que estão, realmente, afinados. Foi bem divertida a cena do interrogatório, mas os dois mostraram a seriedade necessária na sequência.
Ah, e não posso deixar de falar do embate entre MacNally e Rosati, e da troca de gentilezas entre essa última e Swarek. Depois de Sam claramente se posicionar à favor da ideia de Andy, elogiando seus instintos, e da tese de MacNally se confirmar correta, a Detetive Rosati assume sua faceta mais ‘bandida’ e manda um recado direto pra Andy. E pudemos perceber que Jo, quando promete, cumpre. Com isso, acho que o fim do noivado forçado entre Andy e Luke está próximo. E tenho certeza que a coisa não acabará pacificamente. Isso abrirá brechas para a aproximação de Swarek, que deixa seu amor por Andy cada vez mais evidente, o que ficou claro no dialogo entre ele e Shaw (PS: fiquei muito curiosa pra saber quem são os n°s 1 e 2 na discagem rápida do Sam!).
Para o final do episódio, restaram cenas bem marcantes, que levantam histórias que vem por aí. Noelle voltou ao assunto da gravidez, e das conseqüências que isso pode trazer para sua carreira. Nash e Barber, que inclusive levou um soco do ex da amada, poderão assumir seu romance – resta saber se irão. Dov, dizendo para Gail, sem vrincar, que acha ela maravilhosa – e meio desconfortável ao presenciar o carinho de Peck com Diaz. E Jo e Luke estão cada vez mais próximos e afinados.
Enfim, nos resta elogiar a equipe de roteiristas de Rookie Blue, que está fazendo um bom trabalho nessa 2ª temporada. E torcer para o nível dos episódios continuar assim!
E se você, assim como eu, ficou irritado com o fim do episódio, não deixa de olhar a promo legendada do próximo episódio aqui. Garanto que essa irritação só vai aumentar!
Rookie Blue – Bad Moon Rising
11/07/2011, 11:27.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rookie Blue
Episódio: Bad Moon Rising
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×03
Data de Exibição nos EUA: 07/07/2011
Mais um bom episódio de Rookie Blue. Um daqueles ótimos, na verdade. E, ouso dizer, talvez um dos melhores do seriado, até aqui. É, essa 2ª temporada conquistou definitivamente meu coração. E, pelo que tenho ouvido e visto por aí, a coisa só vai melhorar. Ou seja, já comecei a buscar notícias sobre a renovação da série para a 3ª temporada (e fiquem tranquilos. Assim que ela for anunciada, o TeleSéries comunicará).
Seguindo a linha dos outros episódios, o início de Bad Moon Rising foi leve e feliz, até mesmo engraçado. Vimos Andy sendo pedida em casamento (ainda que forçadamente), Tracy e Barber retomando seu complexo relacionamento, e Dov e Gail interagindo. E foi realmente hilário vermos Epstein ‘prendendo o espelho’. Agora é definitivo: um dos pontos positivos dessa 2ª temporada foi apostar em uma maior interação entre Dov e Gail. Falando nisso, vocês repararam que essa dupla tem mais tempo na tela do que o casal Diaz e Gail? Será que veremos um clássico fura-olho em breve?
Em Bad Moon Rising nos foi apresentado um dos casos mais interessantes de toda a série. Uma prova de que não é, necessariamente, o suspense de ‘quem é o culpado’ que prende a atenção do telespectador até o final da ação. Nesse episódio, nós sabíamos desde o princípio quem era o criminoso: um jovem esquizofrênico. O caso era clássico: por amor, o criminoso resolve agir de uma determinada maneira. Uma maneira bem doida, diga-se de passagem: ele pretendia fazer um transplante de cérebro para curar-se. E, para isso, cortou as cabeças de 3 cadáveres.
E sobrou para Andy e Sam conduzirem as investigações. E, pasmem, mais uma vez MacNally agiu perfeitamente bem. Isso significa dizer que ela não comprometeu o trabalho dos colegas nem uma vez (considerando que não tinha como ela imobilizar o criminoso na briga, ele era realmente transtornado). É, parece que Andy se desenvolveu muito, mesmo. Até mesmo no final do episódio, sob fortes emoções, ela conseguiu agir.
Além do bom trabalho de investigação desenvolvido pela minha dupla favorita, foi muito interessante ver as reações e tiradas de Sam sobre o precoce noivado de MacNally. Realmente, a parceria deles, além de produtiva, acaba rendendo bons momentos cômicos. Durante todo o episódio, Sam e MacNally seguiram o rastro do criminoso, mas sempre chegaram tarde para efetuar sua prisão, ou não conseguiram detê-lo quando tiveram chance. O que eles não poderiam prever é que Daniel iria se fixar em MacNally e resolver tirá-la do seu caminho.
Totalmente perturbado com o desfecho insatisfatório de sua paixão platônica por Tanya, Daniel resolveu ir até a casa de MacNally, onde encontrou Luke. Armado e descontrolado, Daniel até foi contido, inicialmente, por Luke, que estava conduzindo bem as ‘conversações’. Mas Callaghan foi audacioso demais na abordagem, e acabou baleado duas vezes. E coube à Dov e Gail atenderem ao chamado de Luke, e abordarem o suspeito. No final do caso, a impulsividade de Dov acabou evitando o suicídio do criminoso. E foi necessário que MacNally, devidamente auxiliada por Sam, socorresse o amado.
O final do episódio foi tenso. Afinal de contas, ninguém sabe se Luke sobreviverá, já que sua situação é crítica. E ainda resta a pergunta: se ele acordar, como ficará nosso quadrado amoroso? Porque tive pena da MacNally, velando o ‘sono’ de Luke. Mas também tive pena da Jo, do lado de fora, totalmente devastada com a possibilidade da perda daquele que, acredito, ela ainda ama.
A única crítica que tenho à essa temporada, até agora, é o baixo aproveitamento de personagens com potencial: vide Noelle, Diaz e até mesmo Tracy. Pra mim, os três mereciam um pouco mais de destaque. Tal fato, contudo, não comprometeu em nada o episódio. E agora nos resta esperar pelo desfecho do caso Luke, torcendo pela sua recuperação.
P.S.: vários momentos do episódio foram bons demais, e merecem menção, ainda que tenha optado por não inseri-los no texto, por motivo de espaço (e cansaço de vocês, que teriam que ler meu ‘livro’) – Diaz discorrendo sobre os efeitos da lua sobre a água do nosso corpo e, depois, sua fixação com o casamento de Luke e Andy; o papo de Luke e Jo sobre o anel de noivado, que revela que as coisas entre eles não estão tão encerradas assim; Oliver e Noelle disputando quem não sairia com Dov, e Gail se oferecendo para ser a supervisora dele; e, por fim, o momento fofo entre Dov e Gail, que, no final das contas, entendeu que o fato de Epstein se jogar de cabeça nas situações acaba criando problemas, mas solucionando alguns, também.
P.S.2: Curioso sobre as próximas emoções de Rookie Blue? Então confere a promo legendada do próximo episódio aqui.
Rookie Blue – Might Have Been
03/07/2011, 20:40.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rookie Blue
Episódio: Might have been
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×02
Data de Exibição nos EUA: 30/06/2011
E veio o segundo episódio de Rookie Blue, que confirmou muito do que eu falei aqui na semana passada. Houve, inegavelmente, um amadurecimento dos personagens, embora não de todos. Outra coisa que se confirmou é que as histórias dessa segunda temporada estão sendo mais bem conduzidas. E estou gostando do espaço que eles estão dando para os personagens: quem não apareceu tanto na estréia da temporada, teve mais destaque nesse episódio.
O episódio começou com os policiais atendendo um chamado em uma boate. E foi esse chamado que originou todas as tramas desenvolvidas no episódio: os casos de agressão doméstica e de venda de drogas. Apesar do final de ambos os casos serem, até certo ponto, previsíveis, achei interessante a forma como eles se desenvolveram, especialmente o caso das drogas.
Esse caso da venda de drogas no interior da badalada boate de um ex-policial foi o centro do episódio, e rendeu os melhores momentos de Might Have Been. Andy e Gail estiveram ótimas trabalhando disfarçadas (muito melhor do que na última vez, na qual se disfarçaram de prostitutas).
Outro ponto positivo do episódio foi mostrar que o caso não se resolveu em uma noite. Muitas vezes, quando assistimos seriados policiais, ficamos com a impressão de que tudo é fácil de resolver, por mais complexo que o caso seja. Em ‘Rookie’, foram necessárias três noites de trabalho sob disfarce para se chegar à uma conclusão. E fiquei com a impressão que a história do ex-policial Murphy ainda tem como render mais, já que, pelo discurso de Shaw, fica claro que não serão obtidas provas contra ele (vocês já notaram que em toda série policial usam esse gancho de ex-parceiro criminoso? Apesar de batido, achei interessante a introdução da temática, já que deixou Shaw, que é um bom personagem, mais em evidência).
Um dos pontos altos do episódio, como bem anotado por Swarek no final do mesmo, foi que Andy agüentou o tranco e não se revelou, nem sob pressão. É interessante notar o crescimento de MacNally. Na 2ª temporada, ela tem sido peça chave na solução dos casos. Na 1ª temporada, constantemente, era ela que colocava tudo em risco. Espero que esse crescimento continue.
O outro caso do episódio foi conduzido por Dov que, mais uma vez, ultrapassou a barreira entre policial e cidadão. Na 1ª temporada ele já havia feito isso inúmeras vezes. Mas, dessa vez, parece que as conseqüências serão mais sérias, já que ele foi colocado sob supervisão. Como ele mesmo falou no final do episódio, não importa se ele estava mesmo certo sobre a personalidade violenta do namorado da vítima, ele não deveria ter agido como agiu. Agora, nos resta esperar para ver se Epstein aprenderá a manter-se mais distante dos casos, ou se continuara agindo sob impulso, motivado pelo seu grande coração (sinceramente? Acho que é da personalidade dele ser assim).
Enfim, gostei desse episódio. Se continuar assim, essa 2ª temporada promete muito mais que a 1ª.
PS: mais uma vez, a interação entre Andy e Swarek proporcionou ótimos momentos no episódio. É muito divertida a forma que eles tem de demonstrar o carinho um pelo outro: através de sarcasmo, ironia e longas trocas de olhares carregados de significado.
PS2: achei interessante a forma como inseriram histórias para serem desenvolvidas no decorrer da temporada. Noelle deixou evidente que tem algo por trás da sua decisão de não correr atrás do posto de sargento (seria o bebê que ela quer desde o início da série?). Também precisa ser explicado o rompimento de Luke e Joe, já que todo mundo fala muito do quão maravilhosos eles eram juntos, e ainda não ficou evidente o porquê do término (embora tenhamos recebido uma pista de que a culpa foi dela). E ainda fomos premiados com um ‘revival’ de Trace e Barber. Viram? Ainda tem muita coisa boa pra vir por aí!
Ah, e o próximo episódio promete muita tensão. Curioso? Confere a promo legendada aqui.
Vídeo – Damages – Promo legendada da 4ª temporada
03/07/2011, 20:23.
Mariela Assmann
Notícias
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Está perto o retorno de Damages para sua 4ª temporada. No dia 13/07 a FX exibe, nos Estados Unidos, o episódio There’s Only One Way to Try a Case, que marca o retorno do drama legal.
Enquanto a data do retorno de Damages não chega, dá uma olhada na ‘promo’ da 4ª temporada, legendada pela InSubs:
E não esqueça que o TeleSéries terá reviews de Damages. Então, dá uma passadinha aqui toda semana pra deixar sua opinião sobre os episódios e conferir o que vem por aí!
Rookie Blue – Butterflies
25/06/2011, 22:58.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rookie Blue
Episódio: Butterflies
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×01 (Season Premiere)
Data de Exibição nos EUA: 23/06/2011
Nove meses após o término da 1ª temporada, Rookie Blue voltou. E voltou melhor do que antes, na minha opinião. Ano passado, a série já demonstrou crescimento qualitativo, e considero que a premiere nos apresentou um caso bem construído, com atuações mais seguras e personagens mais maduros. Enfim, a dinâmica do episódio foi boa, e creio que, se os eles continuarem nesse ritmo, a segunda temporada superará a primeira em qualidade.
Butterflies começou com um ritmo leve, com cenas ‘domésticas’, que serviram para nos indicar o que se passou durante o hiato (que, na série, significou seis semanas).
Andy e Luke estão felizes, morando juntos. Quem também está radiante é Diaz, que irá retornar ao trabalho, após seis semanas de molho, nas quais recebeu os cuidados da amada Gail. Achei interessantes as cenas entre o ‘triângulo’ Chris, Gail e Dov. Acho que a interação entre eles poderá render bons momentos, sejam eles divertidos ou mais dramáticos (como ficou evidente no desenrolar do episódio).
Outra coisa que me agradou foi que nossos ‘rookies’ cresceram, e agora tem seus próprios novatos. E pela 1ª vez, MacNally foi designada para comandar uma operação: controlar os ânimos dos espectadores de um show superlotado. Nada muito complexo. Mas, como sempre, nem tudo correu bem.
Inicialmente, tudo estava sob controle, e Macnally até teve tempo até para dialogar (e se identificar) com uma das espectadoras do show. Justamente a garota que seria atingida no tiroteio que aconteceu nos instantes seguintes.
Nesse ponto do episódio, foi introduzido um dos novos personagens da temporada: Jo Rosati. A detetive de homicídios se integrou à equipe da 15ª, já que Callaghan estava no Tribunal. Confesso que gostei do personagem. E a introdução dele vai tornar ainda mais interessante a dinâmica do relacionamento Swarek/MacNally/Callaghan.
Como sempre, Andy se deixou afetar e envolver pelo caso e seus desdobramentos (e ninguém esperava que fosse diferente, afinal, tornar as coisas pessoais é uma de suas características). Resolveu entender a vida da vítima, buscando a resposta para o incidente. E teve que passar o resto do dia repetindo que estava bem, mesmo que isso fosse mentira, como a conversa entre ela e Shaw deixou evidente.
Quanto às investigações, o que parecia ser um caso envolvendo gangues, acabou como um homicídio cometido em razão de um coração partido e de uma mente desestruturada. Mas o que merece ser destacado quanto às investigações foi o perfil colaborativo de nossos Rookies (ou ex-Rookies). Cada qual foi responsável por parte do sucesso da operação, ainda que tenham agido de formas bem diferentes: MacNally usou de sua emoção obstinada, Dov Epstein foi o coração (muito legal a luta dele pela doação dos órgãos, e a alegria pelo objetivo conquistado), Gail e Diaz foram ‘a mão forte’ (quanto à Chris, uma evolução para quem só sabia seguir o manual) e Nash usou sua sabedoria serena pra acalmar os ânimos. Enfim, um time bem afinado e que, milagrosamente, não cometeu nenhum erro que comprometesse as investigações.
Gostei também de conhecer um pouco melhor Dov. A história do irmão suicida explica, de certa forma, o perfil do policial. E esse episódio de estréia ainda levantou duas questões (embora já saibamos a resposta das duas): Sam seguirá para a Narcóticos, deixando a parceria com MacNally para trás? E o relacionamento entre Andy e Luke, sobreviverá à presença da detetive Rosati?
Agora, é esperar pelo 2ª episódio. E enquanto à próxima quinta não chega, aproveita e confere a promo legendada aqui.
Necessary Roughness: A nova aposta da USA Network estreia nesta quarta
24/06/2011, 19:27.
Mariela Assmann
Notícias, Novos Pilotos e Séries, Programação EUA
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Na próxima quarta-feira, 29 de junho, estreia nos Estados Unidos o novo seriado do USA Network, cuja produção está à cargo da Sony Pictures Television e da Universal Cable Productions. Necessary Roughness foi criada por Liz Kruger e Craig Shapiro (ambos escreveram roteiros em Miami Medical e The Troop), que se basearam na história verídica de Donna Dannenfelsere, uma psicóloga que trabalhava para time de futebol americano New York Jets.
A série será protagonizada por Callie Thorne, como a Dra. Danielle Santino; e por Marc Blucas, que interpretará Matthew Donnally. Callie é conhecida do público por suas participações em ER, Law and Order: CI e SVU, além de Burn Notice, entre outras. Já Blucas ficou conhecido ao interpretar Riley Finn, de Buffy- A Caça Vampiros, além de ter feitos participações recentes em House, Castle e Body of Proof.
O elenco principal é integrado por Mehcad Brooks (Desperate Housewives, True Blood), como Terrence King, e por Scott Cohen (Gilmore Girls), como Nico Careles. Completam o elenco, em participações especiais, Craig Bierko (Boston Legal), Amanda Detmer (Law & Order: Criminal Intent, Private Practice), Concetta Tomei (Weeds, Numb3rs), Hannah Marks (CSI: Miami, Private Practice).
O enredo da série gira em torno da história da Dra. Danielle, que, logo após divorciar-se, arruma um emprego como terapeuta de uma equipe de futebol profissional. Sua carreira impulsionará quando atletas, músicos, políticos e outras celebridades começarem a se interessar pelas suas técnicas terapêuticas. A partir daí, Danielle precisará encontrar o equilíbrio entre sua carreira e sua família.
Ficou curioso? Está pensando em assistir? Então dá uma olhadinha no material promocional do seriado, legendado pela equipe ManiacSubs (@ManiacSubs), e não deixe de comentar sobre suas impressões.
Rookie Blue estreia hoje na tv canadense e americana
23/06/2011, 17:21.
Mariela Assmann
Notícias
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Hoje estréia a segunda temporada de Rookie Blue, o seriado policial canadense criado por Morwyn Brebner, Tassie Cameron e Ellen Vanstone e protagonizado por Missy Peregrym (Andy MacNally), Gregory Smith (Dov Epstein), Charlotte Sullivan (Gail Peck), Enuka Okuma (Traci Nash) e Travis Milne (Chris Diaz).
A 1ª temporada de Rookie Blue estreou em 24/06/2010, e devido aos altos índices de audiência (“RB” foi a mais bem-sucedida série de Midseason na ABC nos últimos seis anos) foi renovada após apenas três episódios terem ido ao ar.
No final da 1ª temporada, você acompanhou, aqui no TeleSéries, o Balanço da Temporada. A série conta a história de 5 novatos que acabaram de sair da academia de polícia e tiveram que enfrentar as adversidades da atividade policial. Esse quinteto contou com a ajuda dos veteranos policiais Best, Swarek, Shaw e Williams, que além de auxiliar os aprendizes nas investigações (e ajudar muitas vezes significa deixá-los quebrar a cara), também ensinaram aos novatos como enfrentar a pressão e as situações perigosas inerentes à sua profissão.
Agora é torcer para que os casos policiais – e a trama, como um todo -, fiquem cada vez mais interessantes e bem construídos nessa 2ª temporada (considero que o final da 1ª já foi melhor estruturado que seu início). E para que, mais uma vez, a audiência dos Estados Unidos corresponda às expectativas dos executivos da ABC, para que Rookie Blue garanta rapidinho uma 3ª temporada.
Rookie Blue será transmitido a partir de hoje, às 22h na Global (Canadá) e na ABC (Estados Unidos). Aqui no Brasil, a Universal Channel exibe a primeira temporada da série às terças, às 13h.
Ah, e vale lembrar que essa que vos escreve fará reviews da série nessa temporada, e que todas as semanas o TeleSéries trará novidades sobre a temporada, além das promos dos próximos episódios, legendadas pelas Queens of the Lab. Esperamos vocês por aqui!
Game of Thrones – Fire and Blood
21/06/2011, 00:30.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Game of Thrones
Episódio: Fire and blood
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 1×10 (Season Finale)
Data de Exibição nos EUA: 19/06/2011
Acabei de assistir a ‘finale’ dessa temporada de Game of Thrones. E ainda estou tentando encontrar palavras para descrever esse episódio (e, por que não, essa temporada). Infelizmente, todas as palavras que passam pela minha cabeça já foram usadas por mim nas ‘reviews’ anteriores. Mas vou reproduzi-las, sem medo de me tornar repetitiva, pois sei que vocês concordarão comigo: emocionante, imprevisível, ótimo, triste, maravilhoso. Resumindo: o que episódio foi esse, ou melhor, que série é essa?
Ainda estávamos todos sem fôlego e (serei piegas) com lágrimas nos olhos devido à morte de Lord Stark. E os roteiristas não se apiedaram de seus telespectadores: mostraram a lâmina sangrenta e a cabeça decepada de Ned. A tristeza é explicitada nas atitudes das filhas: o desmaio de Sansa (que vai me conquistando lentamente) e o pranto revoltado de Arya (anotem aí: a amizade com o aprendiz de ferreiro será vital pro nosso Arry, que segue rumo ao Norte). E ainda vimos Bran e Rickon, que souberam da morte do pai antes mesmo da chegada do corvo, já que foram avisados pelo sobrenatural.
Foi ainda mais doloroso perceber a tentativa de Lady Stark de se manter em pé, apesar da enorme tragédia. Creio que todos ajudamos a empunhar a espada de Robb, que extravasou toda sua fúria contra uma árvore. E acredito piamente na promessa de mãe e filho, e até mesmo desejo que ela se concretize: todos eles mortos (se bem que Tyrion poderia ser poupado, não?).
E se de um lado vemos dor, do outro vemos barbárie, loucura, prepotência, descontrole. O comportamento de Jeoffrey exemplifica muito bem a frase ‘o poder subiu à cabeça’. O moleque (sim, me recuso a usar Vossa Graça) descobriu que gosta de cortar, não importa o que. E além de ter esse prazer estúpido por sangue, o Rei Dourado ainda demonstrou que é um sádico de marca maior, e fez sua ‘lady’ olhar para a cabeça do pai espetada em uma lança. Alguém aí sentiu algo além de ódio, ou repulsa, pelo fedelho?
Nessa cena passei a gostar um pouco mais da Sansa. Ela vem demonstrando, ainda que lentamente, que irá ficar ao lado da família. E esse aviso foi dado em alto e bom som: ela deseja a cabeça do Rei, ofertada pelo irmão. Foi odioso ver Joffrey ordenando os tapas em Sansa, e torci para que ela de fato o derrubasse da pontezinha, mas é claro que não seria tão fácil assim. Afinal, a 2ª temporada vem aí.
E se ainda duvidávamos da competência de Robb para liderar um exército (ou um reino), a cena na clareira foi bastante esclarecedora. O povo do Norte clama por um novo rei. Não um Baratheon, mas sim um homem do Norte. Um Stark como rei. Achei tocante a lealdade demonstrada pelos comandados de Robb, e torço para que Greyjoy honre suas palavras, e sirva realmente, e lealmente, ao amigo.
Minha torcida fervorosa também para que antes da próxima temporada Lady Stark desenvolva músculos, de forma que a próxima pedrada que acerte em Jaime cause mais danos, e faça o ‘mais belo’ dos Lannister perder a empáfia.
Outro que sofreu muito com a perda do pai foi Snow. Ele tentou desertar da Patrulha da Noite, mas a lealdade de seus amigos, que lembram-no de seus juramentos, faz com que ele permaneça na muralha. E, ao conversar com o comandante, Snow percebe que a chegada do inverno (e dos selvagens e white walkers) trará uma guerra tão importante quanto à travada pelos seus familiares. Finalmente o inverno está chegando, ainda que precisemos esperar por ele até 2012.
E Tywin, enfim, percebeu que Tyrion não é apenas um tolo atrofiado. Mais, ele começa a ver o filho como um estrategista, e planeja usá-lo para controlar os ímpetos assassinos do neto. Mas Tywin não contava com uma certa rebeldia de Tyrion, que decide levar sua ‘acompanhante’ para a Corte, apesar das ordens do pai. Certamente, essa história com a prostituta ainda renderá muito pano pra manga.
E pra encerrar em alto nível (e já, antecipadamente, me desculpo pelas tramas que esqueci ou optei por deixar de lado), é preciso citar Daenerys e toda sua dor e fúria. A história nas terras Dothraki acabou muito diferente do que eu imaginava (o casal Drogo se tornou o mais fofo e querido pra mim, por mais estranho que isso possa parecer). Day sacrificou a vida do filho pela saúde e sobrevivência de Drogo. Mas foi ludibriada pela feiticeira, que manteve o antes poderoso Khal vivo, mas como se morto estivesse.
Pausa dramática: eu avisei (ok, sei que é chato) que nasceria um bebê dragão. Só não imaginei que ele morreria tomado pelos vermes.
Foi extremamente doloroso para Daenerys ver seu Sol e sua Lua partir. E mais, tirar o restante de sua vida pelas próprias mãos. Mas da dor a eterna Khaleesi passou pra fúria. E ela armou todo um espetáculo pirotécnico que conduziu a temporada para um final previsível mas, nem por isso, menos magnífico.
A Targaryen (filha da tempestade, descendente de dragões, sangue da velha Valyria) mostrou a que veio. Acendeu a fogueira, ouviu a feiticeira gritar. E atravessou o fogo para ‘repousar’ junto de Drogo e dos ovos de dragão. E comprovando a teoria de que o sangue dos dragões corre nas suas veias, Day não só sobrevive ao fogo, mas ganha três aliados importantes na guerra que vem por aí. O fantástico aportou de vez em Game of Thrones, e os ovos de dragão eclodiram. Emocionante e extasiante final.
Agora, só nos resta aguardar 2012 chegar, trazendo com ele o inverno, os homens bravos e leais, os selvagens, os dragões, as guerras, traições e intrigas. Enfim, tudo que fez de Game of Thrones a estréia do ano.
Agradeço pela companhia de vocês desde o balanço da temporada. Espero nos encontramos novamente quando o inverno chegar!
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