TeleSéries
Rookie Blue – Monster
13/08/2011, 21:12.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rookie Blue
Episódio: Monster
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2 x 08
Datas de Exibição nos EUA: 11/08/2011
E a 15ª Divisão foi colocada sob quarentena. Graças à isso, tivemos um pouco mais de cada um dos personagens nessa semana, e algumas questões pendentes desde o início da temporada foram abordadas.E também foi dado um encaminhamento para o final definitivo de Luke e Andy.
Logo no início de Monster ficou bem evidente que MacNally estava com problemas para superar o seu rompimento com Luke. Ou melhor, superar a traição do ex-noivo. E expulsar o casal apaixonadinho da porta da loja de conveniências foi a prova de sua raiva com o mundo. Tudo isso sob o olhar atento de um atencioso Swarek. E foi na loja de conveniências que a dupla (quem sabe casal, em breve?) prendeu o “Smurf Ranzinza”, suspeito de um assalto à banco.
Enquanto isso, Gail e Traci conduziam para a delegacia um asiático aparentemente bêbado (que deixou sua marca no cabelo de Peck). Mas, logo, os oficiais e detetives perceberam que bebedeira não era o problema de Lee, e o encaminharam ao hospital, devidamente acompanhado por Traci – e pelo casal de paramédicos que estava mais interessado em discutir a relação.
Como ninguém sabia nada sobre a doença de Lee, toda a 15ª Divisão foi colocada sob quarentena: Traci no hospital, e os demais na própria delegacia. Só ficaram de fora Luke, que não estava trabalhando; e Dov, que estava em um encontro com Sue, a garota do esquadrão anti-bombas.
E, em quarentena, sobrou muito tempo para nossos oficiais. Enquanto uns jogavam pôquer e comiam pizza, Noelle decidiu ter uma conversa definitiva com Frank. E graças a essa atitude de Williams descobrimos que eles jantam juntos todas as sextas. Mas ainda não temos certeza do ‘status’ do relacionamento, embora eu tenha ficado com a impressão de que nem eles sabem. Por isso, foi um pouco precipitado Noelle já ir falando sobre filhos, sem nem dar chance de resposta para Best. Agora é aguardar para ver como o Sargento vai se comportar.
Andy, Sam e Jerry (esses dois últimos nos intervalos entre um jogo de pôquer e outro) continuaram investigando o caso do “homem azul” . E Andy teve a ideia de Chris voltar a interpretar um personagem no qual ele se saiu muito bem na primeira temporada: o de prostituto. Chris é colocado na cela com o ladrão, e acaba sendo ele que extrai uma informação que ajuda no desenvolvimento das investigações: James acreditava não estar roubando, mas apenas pegando de volta algo que o banco tinha lhe tirado. E com a ajuda de Luke (sério que ninguém, além da MacNally, podia falar com ele no telefone?), Dov e Sue (que estava toda animadinha em não ver pessoas explodindo), conseguiram descobrir que o ladrão se tratava, na realidade, de um cliente do banco, que havia perdido a casa após ficar desempregado. E acabaram prendendo sua parceira de crime, também: a esposa, que não conseguiu fugir com o dinheiro roubado, por que não conseguiu deixar nem o marido – e nem a casa – no passado.
E enquanto alguns investigavam, outros surtavam e sofriam. Foi interessante ver a situação de Traci que, no hospital, sem saber se viveria ou não, sofria com a possibilidade de separar-se do filho Leo. Mas angustiante mesmo foi ver Gail, sempre meio malvadinha, ser a vítima da vez, e surtar horrorres com a possibilidade de morrer infestada pelo vírus misterioso. E, mais uma vez, a fofura de Chris (tá certo que foi um pouco de estupidez também), ao invadir a área de isolamento para diminuir a angústia e o medo da namorada, me ganhou. E, pelo menos por enquanto, parece que os roteiristas desistiram da troca de casais no melhor estilo “amigo fura-olho”, o que muito me agrada.
Mas, no final das contas, a doença que vitimou Lee não era contagiosa, e todo mundo saiu são e salvo. E, para o final do episódio, os roteiristas guardaram um cena especial para os ‘shippers’ Sandy: Swarek se oferecendo para ser o saco de pancadas de Andy. Tenho impressão que essa troca de socos entre Swarek e MacNally vai ser decisiva para Andy superar o término com Luke. E acho que, em breve, Sandy vai render cenas ainda melhores. Só nos resta torcer que essas cenas venham ainda nesses 4 episódios que encerram essa temporada.
Vídeo – Grey’s Anatomy – Sneak Peek da 8ª temporada
13/08/2011, 20:58.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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A ABC liberou o primeiro vídeo da 8ª temporada de Grey’s Anatomy, que estreia em 22/09.
No ‘sneak peek’ podemos ver os desdobramentos das atitudes que Meredith tomou no final da 7ª temporada do seriado.
Ansioso pelas emoções da 8ª temporada de Grey’s Anatomy, que pode ser a última de boa parte do elenco original? Então confere o vídeo a seguir, legendado pela equipe InSubs:
Rizzoli & Isles – Don’t Hate the Player
10/08/2011, 20:57.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rizzoli & Isles
Episódio: Don’t Hate the player
Temporada: 2ª
Número do episódio: 2×05
Data de exibição nos EUA: 08/08/2011
Semana passada, minhas suspeitas se confirmaram, e a TNT renovou Rizzoli & Isles para sua terceira temporada e ainda encomendou mais três episódios para a temporada atual, como noticiamos aqui. Mas essa não foi a única boa notícia da semana. A outra foi que o seriado manteve o ótimo nível dessa 2ª temporada, e os roteiristas nos presentearam com outro bom episódio.
Logo no início do episódio – mais uma vez super leve e divertido, um novo “jogador” foi adicionado à série: Tommy Rizzoli. O problemático irmão caçula de Jane e Frankie apareceu, para alegria de Angela e Maura, e um certo desgosto de Jane.
Em Don’t Hate the Player, Jane, Maura, Frankie e Kosak investigaram a morte de um ex-viciado em drogas contratado para auxiliar Manny Vegas – a estrela dos Boston Pilgrims, time de beisebol de Boston. E muitos eram os suspeitos, e suas jogadas para se manter incógnitos.
E quando o que parecia ser um homicídio se tornou um duplo assassinato, o empenho dos investigadores precisou redobrar para a captura do criminoso. Isso porque Manny Vega, aquele que teria mais motivos pra matar seu “instrutor da reabilitação”, morreu em um acidente de trânsito – mas não antes de ser sistematicamente envenenado. E como Vega morreu “limpo”, uma nova linha de investigação passou a ser seguida.
Achei as investigações, mais uma vez, bastante interessantes. E, novamente, Isles foi o destaque da área, na minha opinião. Todo o subsídio para as ações de Rizzoli e Kosak foi fornecido por Maura e sua técnica apuradíssima. Com base nas informações da autópsia, os suspeitos foram sendo descartados.E, no final das contas, Frankie e o lixo encontrado por ele acabaram sendo vitais para a solução dos crimes.
O criminoso não era Vega – o drogado em recuperação. Muito menos Philip ou Gina Young – o ex-casal que brigava pela gestão do clube. Nem mesmo o chefe de segurança que manipulou as provas e encobriu o crime. Nessa semana, o culpado foi o jogador simpático (e bonito) que convidou Jane para jantar – e que, assim, nos propiciou uma das cenas mais engraçadas do episódio: a troca de roupa entre Rizzoli e Isles.
Mais dois crimes solucionados, e mais um criminoso preso. Ah, e um possível criminoso inocentado. Sim, eu estou falando de Tommy, o temperamental – mas boa gente – caçula da família Rizzoli. Ele até gritou inexplicavelmente com o veterinário – que quase agrediu -, mas no final das contas não era o responsável pelo furto dos móveis de Maura. Quem sabe, depois desse desfecho, Jane não dá uma chance de regeneração ao irmão? Afinal, não é fácil ser “a ovelha negra” da família do Oficial e da Detetive Rizzoli (e os cachorros, bons julgadores de caráter, gostam dele).
Nesse episódio, assim como em Sailor Man, os roteiristas conseguiram introduzir vários momentos divertidos na trama, o que deixou Don’t Hate the Player com um ritmo mais ágil. Assim, apesar dele não ter sido um episódio de ação, foi um ótimo episódio. Agora, é aguardar pelas emoções de Rebel Without a Pause, que contará com a participação especial da ótima Jacqueline Bisset como a mãe de Maura. Já estou ansiosa.
P.S.1: a produção da série tem escolhido muito bem os atores para as participações especiais. Colin Egglesfield (All My Children e Melrose Place) fez um ótimo trabalho como Tommy Rizzoli. Espero que ele torne a participar da série.
P.S2: o ‘plot’ do assassinato de um jogador de beisebol foi excelente. Assim, os roteiristas puderam explorar muito bem as bizarrices, superstições e inimizades existentes em um vestiário. Adorei.
Vídeo – Desperate Housewives – Promo legendada da 8ª (e última) temporada
07/08/2011, 22:53.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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Neste domingo a ABC anunciou o cancelamento de Desperate Housewives. Isso significa que a 8ª temporada do seriado, que irá estrear em 25/09/2011, será a última a ser exibida.
Mas nem tudo foram más notícias para os fãs da série de Marc Cherry. A emisora norte-americana divulgou, juntamente com a notícia do cancelamente, um vídeo promocional da 8ª temporada de Desperate Housewives.
Então, enquanto o dia 25/09 não chega, aproveita e confere as emoções que te aguardam, no vídeo legendado pela equipe InSubs:
Com informações da ABC.
Haven – Sparks and Recreations
07/08/2011, 22:46.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Haven
Episódio: Sparks and Recreations
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×04
Data de exibição nos EUA: 05/08/2011
Jogo de Beisebol. Um típico passatempo americano. Uma tradição completamente comum. Mas estamos falando em Haven, lembrem-se. Então, coisas estranhar iriam acontecer. E não tardou para que o campo de jogo fosse atingido por várias descargas elétricas, causadas por um dos problemáticos habitantes da acolhedora cidadela do Maine.
E não bastasse o fato de lidarem com um habitante que estava distribuindo descargas elétricas pela cidade, Audrey e Nathan ainda precisavam trabalhar com o “problema” de outro habitante: o prefeito da cidade, super carismático e persuasivo.
Com a morte do prefeito, Chris, seu filho, um “anti-social de carteirinha”, herda o dom da popularidade, o que causa alguns problemas na investigação. E aqui preciso fazer uma pausa pra comentar o quão hilário foi ver Nathan caindo de amores por Chris.
E, enquanto Nathan e Audrey corriam atrás do culpado pelos problemas com a eletrecidade, Duke e Ivy buscavam pistas sobre o tatuado misterioso que está destinado a matar do dono do bar mais badalado da cidade. Achei interessante a dinâmica entre o ex/atual casal. A forma como ele abordaram os irmãos Teagues foi bastante interessante, assim como o jeito que tentaram enganar um ao outro atrás das pistas sobre a família Rasmussem.
Esse foi outro acerto do episódio, na minha opinião. Retomar a trama do assassino tatuado. Os avanços foram mínimos, e não esclareceram muita coisa, mas serviram como um aviso dos roteiristas, do tipo “ei, não esquecemos da trama do Duke. Em dentro de alguns anos vocês verão outras pistas por aí”.
Quanto ao desfecho do caso da semana, achei bem apropriado. Considerei imprevisível, até, o que não costuma acontecer em Haven. E teve a toda especial aparição do nosso reverendo do Mal, que apareceu para dar uma tumultuada na legião de pecadores que habita Haven.
Por tudo isso, gostei de Sparks and Recreations. É claro que foi um episódio totalmente estilo caso da semana, pelo menos quanto à trama da Lucy. Mas o caso foi envolvente, e funcionou bem a dobradinha Duke/Ivy. Agora, resta esperar a boa vontade dos roteiristas de desenvolverem a trama principal do seriado outra vez, torcendo para que nesse meio tempo sejamos premiados com episódios com bons casos policiais.
P.S.1: gostei do Dwight, o cara que limpa as coisas. Como nunca pensei que Haven tivesse um “faxineiro”, responsável por deixar toda a sujeira embaixo do tapete e os esqueletos bem guardados nos armários?
P.S.2: me agradou, também, a participação de Jason Priestley. E Chris foi uma boa adição ao seriado. Sem contar que sua aparição – e seu convite para checar fitoplânctons – pode fazer com que as coisas entre Audrey e Nathan deslanchem de vez – ou subam no telhado de uma vez por todas.
Rookie Blue – The One That Got Away
07/08/2011, 22:37.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rookie Blue
Episódio: The One That Got Away
Temporada: 2ª
Número do episódio: 2×07
Data de exibição nos EUA: 04/08/2011
Em Rookie Blue, cada vez mais, os casos policiais estão sendo utilizados para abordar os dramas e as tramas envolvendo detetives e oficiais. E isso não é, necessariamente, uma coisa negativa.
Em The One That Got Away, o caso envolvendo o furto das “roupas de baixo” e a tentativa de homicidio de Sophie serviu, principalmente, para vermos o desenrolar do nosso quadrado amoroso favorito.
Nesse episódio, vimos uma Andy magoada (embora nem tanto quanto eu esperava), um Swarek furioso, uma Jo batalhadora (e um tanto sacana, como de costume) e um Luke tentando posar de bom moço e se fazendo de vítima das circunstâncias.
E, para piorar tudo, é uma sexta-feira. Ou seja: problemas ocorrerão. O caso da semana originou-se de um chamado atendido por Swarek e MacNally. A atitude dispersa de Andy, para alguns de seus colegas, deixou de impedir que o crime ocorresse. E o ataque a uma mulher envolveu, mais uma vez, todo o time da 15ª nas investigações.
Luke logo vê semelhanças entre o caso de Swarek e MacNally e um caso que não conseguiu solucionar, no qual uma novata da 15ª foi morta. E se envolveu tanto nas investigações que acabou sendo substituído por Rosati.
E aqui preciso comentar que Jo já perdeu toda a simpatia que eu ainda tinha por ela. A conduta dela com os oficiais, especialmente com MacNally (não bastou dormir com o noivo de Andy, ainda precisou manda-la comprar pizzas?), foi detestável. E sua miopia na condução das investigações quase deixou um criminoso escapar ileso.
Mas se Jo foi detestável e miope, Luke também foi. O que foi a cotovelada que ele deu em Rosati, quando ela o beijou no bar? Muito cavalheirismo. E depois, buscando sua justiça pessoal, não conseguiu perceber que o caso de anos atrás tinha diferenças substanciais para aquele que estava sendo investigado. Ou seja, foi cabeça dura, e quase cometeu um erro grave. E no final das contas, ainda optou por Andy. Como se ele pudesse optar por alguma coisa.
E ainda vimos Swarek perdendo a chance de ser o “príncipe no cavalo branco”, já que, bravo com a postura de Andy, ele abandonou-a a própria sorte.
Quanto à Andy, o que comentar? Sua crença cega em Luke – ainda que como detetive -, me deixou com um pé atrás quanto ao desfecho do relacionamento de ambos. Mas deve se ressaltar que essa mesma crença permitiu que um criminoso fosse solto. Ah, e nem vou comentar o fato de MacNally ter corrido risco de vida, já que isso virou rotineiro.
No final das contas, graças ao trabalho conjunto dessa equipe completamente desafinada, dois criminosos foram presos. E The One That Got Away acabou sendo mais um bom episódio dessa 2ª temporada de Rookie Blue.
P.S.1: estou sentindo falta da continuidade de algumas histórias nessa temporada. Cadê a Noelle, gente? E a história da gravidez, ou da saída dela com o Capitão?
P.S.2: ainda estou extremamente confusa sobre o ‘status’ do relacionamento de Gail e Dov. Minha única certeza é que gosto dos dois juntos, acho que são uma boa dupla, que tem química, e cujas cenas são, usualmente, muito engraçadas.
Vídeo – The Good Wife – Promo legendada da 3ª temporada
03/08/2011, 21:34.
Mariela Assmann
Notícias
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Com saudade de The Good Wife? Então você vai gostar da novidade.
A CBS liberou recentemente um vídeo da 3ª temporada do aclamado drama legal, para deixar os fãs ainda mais ansiosos sobre o que será apresentado na próxima temporada, e já aproveitando para promover a mudança no dia de exibição da série. Então, enquanto o dia 25/09 não chega, confere na ‘promo’ a seguir, legendada pela InSubs, o que vem por aí:
Vídeo – Bored to Death – Promo da 3ª temporada
03/08/2011, 21:33.
Mariela Assmann
Notícias
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A HBO acaba de liberar um vídeo promocional da 3ª temporada de Bored to Death.
O seriado, criado por Jonathan Ames, voltará a ser exibido em 10/10. Enquanto outubro não chega, mata a saudade da série nesse ‘teaser’, bem ao estilo Bored to Death, legendado pela ManiacSubs:
Rizzoli & Isles – Brown Eyed Girl
03/08/2011, 19:57.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rizolli & Isles
Episódio: Brown Eyed Girl
Temporada: 2ª
Episódio: 2×04
Data de exibição nos EUA: 01/08/2011
Ainda não achei a palavra certa para definir esse episódio de Rizzoli & Isles, mas posso afirmar que gostei muito do episódio. Todo o drama da garota raptada, a história de correr contra o tempo para localiza-la ainda viva, e a comoção pela menina que morreu para proteger Mandy conseguiram prender muito bem a atenção.
Em Brown Eyed Girl Mandy, filha de um ex-parceiro de Jane, foi raptada. Procurados pela mãe da garota, Rizzoli, Isles, Frost e Korsak unem-se para localiza-la rapidamente.
Todas as pistas são fornecidas por Joey, o irmão caçula de Mandy, que viu a irmã ser levada. Com base nas informações que o garoto fornece, os detetives começam as investigações. E o fato da família de Mandy e Joey estar um pouco desestruturada – com pais separados culpando-se mutuamente pelo sequestro – não auxilia nas buscas pela menina.
O clima, que já era tenso, piora quando é encontrado o corpo de uma menina que tem as mesmas características de Mandy. Felizmente, o corpo não era da garota. E, a partir daí, Maura se dedica a ligar a morte da “Joana Ninguém” ao sumiço de Mandy, buscando evidências que levem os detetives ao seu cativeiro.
As investigações evoluem, e os detetives trabalham em três frentes diferentes: a autópsia do corpo da “Joana Ninguém”; os dados do telefone e das redes sociais de Mandy; e os dados fornecidos por Joey. E foi com base nos desenhos do caçula que Jane e Frost conseguiram localizar o veículo da sequestradora. Mas um erro policial estraga a tocaia de Korzak e Rizzoli (achei hilária a expressão do policial que estragou toda a operação. Acho que nem ele mesmo entendeu o que ele fazia por ali).
Mas Jane não se deu por vencida, e continuou nas buscas por Mandy. E foram as fotos de Sophie (a “Joana Ninguém”) que ajudaram a chegar ao criminoso: um fotógrafo. O final do episódio foi muito bem produzido: a cena da invasão da casa do criminoso deixou evidente como os detetives estavam tensos com a possibilidade de um desfecho trágico. E nem a esquisitice do criminoso correndo enlouquecido com um machado na mão conseguiu diminuir os êxitos do episódio. No final, o bom trabalho de todos os detetives levou a um desfecho feliz.
E pra finalizar, preciso dizer que esse ótimo episódio foi brindado com a maior audiência da temporada: cerca de 6,45 milhões de espectadores. Agora, é esperar a renovação da série, assim como as próximas emoções da temporada.
P.S.1: mais uma vez, Angela esteve ótima no episódio. Suas participações são pequenas, mas sempre importantes. E nesse episódio, foi essencial o apoio que ela forneceu à família da garota raptada.
P.S.2: achei ótima a forma como o drama envolvendo sequestros foi trabalhado nesse episódio. Palmas para as participações de Annie Wersching e, especialmente, de Max Martini, que interpretaram os pais de Mandy.
Haven – Love Machine
03/08/2011, 12:38.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Haven
Episódio: Love Machine
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×03
Data de exibição nos EUA: 29/07/2011
Quando achamos que Haven já usou todas as bizarrices possíveis nos casos da semana, eis que a série nos surpreende. Máquinas assassinas sentimentais? Sério? Mas, tirando a parte das investigações desse caso sempé nem cabeça, o episódio foi bom.
Isso porque a trama das duas Audreys andou um pouco. Pode até ser que a situação tenha se complicado e se tornado mais confusa, mas tivemos alguma evolução na história, o que é sempre bom, em se tratando de Haven, no qual as tramas sempre tem um desenrolar lento.
Em Love Machine, vimos duas duplas em ação. Enquanto a Audrey-Lucy seguiu com Nathan, para investigar as máquinas super do mal, a Audrey 2, como bem conceitou Duke, fez par com o criminoso do bem, em busca de maiores explicações para o compartilhamento de memória entre as Audreys.
Nathan e Lucy logo descobriram que as máquinas estavam matando as pessoas sem intervenção (física) humana. E, a partir dessa descoberta, foram atrás do culpado. E nos foram apresentados alguns culpados, todos plausíveis – como o megaempresário do ramo da pesca e o “encantador de máquinas”. E o mérito do episódio, quanto às investigações, foi trazer um final até certo ponto inesperado.
Digo inesperado porque estava certa de que o homem do conserto era o responsável por controlar as máquinas. Então, fiquei bastante surpresa ao perceber que o ciúme – sim, você leu ciúme – das sentimentais geringonças era o responsável por fazê-las agir. Como o momento “vergonha alheia” foi muito forte, acabei nem apreciando tanto a surpresa no roteiro. Uma pena.
Na minha opinião, a dupla que salvou o episódio do fracasso foi Audrey 2 e Duke. Gostei bastante da interação dele com a Audrey, e torço para que esse não tenha sido o último episódio dela em Haven.
Seguindo uma pista deixada pelo falso agente Howard, Audrey 2 vai até uma ilha, levada por Duke. Ao chegar lá, se depara com uma espécie de galpão. Ela entrou no galpão, e aí os roteiristas decidiram nos matar de curiosidade. Sabemos que ela viu algo? Mas o quê?
Para piorar, Audrey 2 saiu do tal galpão completamente confusa. Ou melhor, mais do que confusa: desmemoriada.Segundo Duke, tão desmemoriada quanto o ‘colorado kid’, quando foi encontrado. Mais mistério por aí.
Achei bonitinha a cena da Audrey-Lucy contando para a outra Audrey sobre quem era ela. Piegas, mas bonitinha (a propósito, as cenas piegas de Haven sempre me agradam – como a cena “por favor venha comigo” que rolou entre o cara do conserto e sua namorada, quando ele foi obrigado a escolher as máquinas).
No final das contas, Audrey foi levada por Brad, que foi o único que ela reconheceu – curiosamente, ele era o único que não fazia parte das memórias da Audrey-Lucy. E a nossa Audrey resolveu investigar o que causou a perda de memória na sua “quase irmã”. E deu de cara com um local vazio. Ou seja, como se ainda não tivessemos mistérios bastante para nos preocuparmos, o galpão sumiu. É mole?
Enfim, achei apenas bom esse episódio. To torcendo pra que o próximo “caso da semana” seja mais plausível (sim, eu sei que essa não é a palavra correta quando falamos de Haven), para que Sparks and Recreation, o episódio 4, seja melhor.
P.S.: achei interessante inserirem nesse episódio memórias não compartilhadas pelas Audreys: Brad e o piano. Vamos ver pra onde rumará essa história.
Rookie Blue – In Plain View
29/07/2011, 21:35.
Mariela Assmann
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Série: Rookie Blue
Episódio: In Plain View
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×06
Data de Exibição nos EUA: 28/07/2011
Em In Plain View, vimos praticamente toda 15ª trabalhando junto. O grande problema do episódio, assim como o de toda a temporada, foi deixar bem em segundo plano alguns personagens que poderiam render histórias interessantes. Nesse episódio Swarek, Traci e Shaw estavam lá, mas não foram decisivos para o andamento da trama. E o que falar sobre a Noelle?
Mas é preciso ressaltar que o caso da semana foi interessante, já que envolvia alguns elementos clássicos de seriados policiais, como investigações sobre drogas e falhas no serviço de proteção à testemunha. Mas, apesar disso, a trama policialesca não prendeu minha atenção. E aqui faço a ‘mea culpa’. Confesso que fiquei tão envolvida com todos os dramas psicológicos e com a trama da traição do Luke, e tão ansiosa para ver os desdobramentos do sentimento de rejeição da Jo, que fiquei bem mais atenta a trama amorosa desse episódio. Então, pra mim, o maior êxito desse episódio foi, através de seus dramas emocionais, delinear os rumos de nossos ‘rookies’, indicando para onde irá essa segunda metade de temporada.
Em In Plain View, o caso a ser desvendado foi o da morte de um informante da polícia. Apesar de estar envolvido na investigação de um grande caso, ele recusou proteção policial. Apesar disso, os detetives estavam de olho em seu paradeiro, e Barber ficou preocupado com seu sumiço. Ele reaparece, mas morto.
Os elementos na cena do crime acabam conduzindo Swarek e Traci até a casa de duas garotas, local onde é encontrada a arma do crime. As garotas são detidas. Como uma delas é namorada do criminoso responsável pela morte do informante da polícia, ela é colocada sob proteção policial. E tal tarefa coube a Rossati e MacNally.
Enquanto isso, Epstein e Gail lidavam com uma criança que, encontrada sob uma pilha de escombros, era a única testemunha do assassinato do informante. Mas logo que fica evidente que o principal problema do garoto não é o fato de ter testemunhado o crime, e sim o porquê de estar sozinho nas ruas. Gail e Dov descobrem que o garotinho tem um difícil relacionamento com os pais adotivos. E que seus pais usam de métodos pouco ortodoxos para proteger os filhos. No final das contas, Gail convence o menino a retornar para casa, afirmando que, apesar de tudo, seus pais o amam.
E mais uma vez, assim como no caso da mulher presa no episódio passado, vimos os dramas dos policiais serem abordados através do caso. Nessa semana, pudemos perceber que a relação complicada de Gail com a mãe foi indiretamente retratada no drama do menino. Gail também tem uma relação não convencional com a mãe, que cobre muito da filha, e quer ditar seus rumos profissionais.
E por falar em Elaine Peck, gostei de sua participação. Agora que a conhecemos, podemos entender melhor Gail, seus conflitos e sua personalidade. Especialmente a mudança de atitude da Gail da 1ª temporada para essa atual. Agora, Peck achou nos colegas uma família diferente da que estava acostumada. Creio que isso foi decisivo para que ela se tornasse menos ácida e, de certa forma, mais humana.
Mas o ponto alto do episódio foi, sem dúvida, a interação entre Jo e MacNally. A detetive Rosati estava claramente descontente de ser tratada por Luke como um acidente de percurso. E nós bem sabemos o que uma mulher com o orgulho – e o coração – ferido é capaz de fazer.
E era evidente que confinar Andy e Rosati em um ambiente cheio de tensão, com uma testemunha descontente, não iria acabar bem. Tenho pra mim que Jo colocou a caixinha de fósforos do hotel no qual dormiu com Luke no lixo, na frente de Andy, propositalmente. É claro que MacNally ligou os fatos na hora, e confrontou a detetive. E a postura de Rosati, de manter o silêncio, acabou sendo a confirmação que Andy precisava.
Apesar disso, as duas continuaram trabalhando juntas até o final do caso, embora existisse aquele elefante na sala. E trabalharam bem. Mas, no final das contas, não conseguiram convencer a garota de 17 anos à testemunhar, já que ela preferiu acreditar nas mentiras do namorado e mudar os fatos para protegê-lo. E, embora Jo esperasse essa fragilidade emocional de Andy, não foi isso que vimos.
MacNally, no final do episódio, abandona Luke, e ainda lhe dá o recado: colocou de volta a aliança de noivado no lugar onde tinha achado. Agora, resta saber onde essa história irá parar.
P.S. 1: a relação entre Dov e Gail me confundiu um pouco nesse episódio. Antes, eu tinha certeza que eles estavam pendendo para o lado do “mais que amigos”. Agora, tenho sérias dúvidas se eles não estão desenvolvendo uma relação de irmãos. O jeito é aguardar os desdobramentos dos próximos episódios.
P.S.2: achei hilário e fofo o comportamento de Chris perto da sogra. Primeiro, tratando-a como se estivessem no churrasco de domingo. E depois, demonstrando todo seu carinho e sua lealdade à Gail – e até correndo o risco de prejudicar sua carreira -, ao avisar à Superintendente que a namorada não estaria disponível para posar ao lado dela. Ganhou pontos comigo.
Rizzoli & Isles – Sailor Man
27/07/2011, 13:23.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rizzoli & Isles
Episódio: Sailor Man
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×03
Data de Exibição nos EUA: 25/07/2011
Adorei o episódio dessa semana. Achei a trama toda interessante. Os roteiristas souberam usar bem os momentos de humor para dar um pouco de leveza à história, já que os crimes cometidos eram bem pesados. A propósito: Sasha Alexander esteve muito bem nesse episódio, e foi responsável por quase todos os momentos divertidos. Boa, Dra. Isles.
Em Sailor Man, a trama toda se desenvolveu em torno da presença dos ‘navies’ em Boston. Com navios ancorados na cidade, Boston foi tomada por marinheiros ansiosos por visitar não apenas as atrações turísticas da cidade, mas também seus bares e os quartos de algumas habitantes.
Mas, antes de entrarmos no assunto “caso da semana”, preciso mencionar que o início do episódio foi divertidíssimo. Estou gostando muito das intervenções de Angela na vida de Jane. E a interação dela com Maura também tem sido ótima. Além disso, a jogada do carro enguiçado foi divertidíssima, já que serviu para mostrar uma Maura super interessada nos homens, e para introduzir Giovani, o “mecânico quente”, na história.
Só que nem tudo é diversão nas vidas de Rizzoli e Isles (na verdade, a maior parte delas não é muito divertida), e elas são chamadas para a cena de um crime. Uma jovem garota foi encontrada morta, vítima de agressão sexual e estrangulamento. E, na cena do crime, os investigadores encontram vários indícios de que um marinheiro foi o autor do homicídio.
De cara, o suposto homicida é preso. E é aí aparece o Oficial Frost, do alto escalão dos ‘Navys’, e pai do Detetive Frost – com quem não tem um bom relacionamento. Em virtude da intervenção do “Marinheiro Frost” o suspeito é liberado. E fica bem evidente que o detetive Frost não tem a admiração do pai, e nem mesmo seu afeto. E isso serve pra lhe motivar a investigar mais a fundo o crime (e também rende um momento de fofura com Korsak no final do episódio).
Após a libertação do suspeito, um segundo ataque sexual ocorre. Só que dessa vez a vítima é encontrada ainda com vida. A situação da garota mexeu bastante com Jane, e quando ela morreu, a detetive Rizzoli ficou ainda mais determinada a encontrar o duplo homicida. Como antes de morrer a 2ª vítima deu informações para os detetives, as investigações evoluíram. Os investigadores chegam até um hotel, e descobrem que o 2° ataque ocorreu ali. Com isso, conseguem analisar as fitas de segurança e localizam o suspeito: um oficial dos marinheiros.
Na tentativa de identificar o suspeito, Frost acaba encontrando elementos que trazem uma grande reviravolta para o caso: na verdade o criminoso não é um marinheiro, apenas se veste como um, já que trabalha numa empresa que promove produtos. Com base nas informações, Frost, Rizzoli, Korsak e Frankie encontram o homicida.
E, antes de efetuarem sua prisão, ainda vimos uma interessante cena de perseguição, que deu um toque de ação ao episódio, e terminou com a perfeita intervenção de Frankie, que conseguiu derrubar o falso marinheiro sem desobedecer as ordens de Rizzoli. Boa jogada, caçula.
As investigações foram bem interessantes, o caso foi realmente bem construído. Mas, além dessa vertente policial, as cenas cômicas entre Maura e seu mecânico ‘sexy’ também renderam bons momentos ao episódio. Foi hilário ver uma fogosa Maura descobrindo que, conforme Jane já a alertara, não tinha nada em comum com Giovane. E depois, assistir todos os planos bolados, junto com Rizzoli, para colocar fim no suposto relacionamento. Achei tudo muito divertido, especialmente o desfecho do caso amoroso da Isles: ela e Rizzoli como casal lésbico, e Giovani afirmando que poderia se envolver com as duas, sem problemas. Enfim, achei que essas cenas foram responsáveis por quebrar um pouco o clima pesado do episódio, já que os casos foram fortes, e focar apenas nas investigações poderia torná-lo muito denso.
Ou seja, tanto nas investigações, quanto nas “válvulas de escape”, esse foi um bom episódio. Pena que, mais uma vez, a audiência americana caiu. Na verdade, Sailor Man foi o episódio com menos espectadores da história do seriado: pouco mais de seis milhões. Contudo, essa ainda é uma boa audiência para a TNT, superior, inclusive, às das já renovadas Falling Skies e Franklin and Bash. E como o canal cancelou recentemente Men Of A Certain Age, que tinha audiências bem inferiores, creio que ainda não é hora de ligarmos o alerta de cancelamento.
E na próxima semana, tudo indica que teremos um episódio ótimo de Rizzoli & Isles, cheio de ação e com muito drama. Ficou curioso? Então assiste a promo de Brown Eyed Girl. Até semana que vem!
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