Grey’s Anatomy – Put Me In, Coach

Data/Hora 30/10/2011, 11:30. Autor
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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Put Me In, Coach
Temporada:
Número do Episódio: 8×07
Data de Exibição nos EUA: 27/10/2011

E o destaque da semana vai para …. Alex Karev, o mais fofo dos ogros (sim, ele ganha do Shrek). Mas a competição foi acirrada. Isso porque as cenas entre Mer e Yang, deitadas no campo de jogo ou bêbadas, passaram a morar no meu coração. Assim como entrou no rol das cenas épicas o bate-boca entre Grey e Bailey. E ainda teve o surto de amor de Lexie e a bolada no peito da oftalmologista. Além da fofa cena final. E então, foi ou não difícil dar o troféu destaque para Karev?

E por que ele mereceu? Porque ele está correndo atrás de “redenção” por ter entregado Meredith. Porque ele lutou pelo desfecho do caso Zola, enquanto Janet estava “sentada por aí, em uma praia qualquer”. Porque ele está demonstrando preocupação com os demais. Com Meredith, acima de tudo. A única que esteve sempre ao lado dele, mesmo quando as %#&*% que ele fazia eram enormes e todos os outros lhe davam as costas. Então, foi super fofo e simbólico ele correndo atrás dos responsáveis pelo caso de Zola, para que a pequena volte logo para os braços de Mer e Derek. E para que a menininha tenha todo o cuidado médico de que necessita. Então, mesmo que ele tenha “jogado” com a pinta da atendente, alertando para um possível câncer, ou cometido crime federal, na abordagem ao juiz, o prêmio é dele. E acho que não preciso falar mais nada. Sinto apenas que ele tenha acabado o episódio sozinho.

O jogo de softball rendeu ótimos momentos no episódio. Cenas hilárias. E uma cena bonita, na qual Owen, cumprindo magistralmente o papel de chefe, fala para seus comandados. Eles podem ser os piores jogadores de softball do planeta. Mas quem se importa? Nas salas de operação, eles botam pra quebrar. E é isso que importa. Dentro de um hospital, eles são o melhor time, pra sempre. E tenho dito.

Callie, mais uma vez, esteve ótima. Adoro ver as cenas dela arrasando na sala de operação. Acho muito bom que a personagem não ficou reduzida às cenas família. Ela reconstruiu a mão do artista, e deu dicas valiosas para April. Falando em April, com tanto atendente qualificado e tanto residente que sabe o que fala dando palpites, ela vem se tornando uma pessoa bem mais aceitável nesses últimos tempos. Espero que isso continue.

Derek, depois de todo o drama “te amo, mas não consigo te perdoar” com Meredith, tem estado perfeito. Em sua melhor forma, eu diria. Se superando em casos difíceis. Voltando a fase “Deus da Neuro” que todos adoramos.  Ultrapassando os problemas pessoais para ser um médico melhor. E ele voltou a ser carinhoso com Mer. Para tudo ficar perfeito, só falta Zola voltar para casa.

Enquanto isso, Cristina voltou ao básico. Ao trabalho sujo (adorei o paciente rindo dela, sobre ela “limpar os banheiros”). Às angioplastias. E, finalmente, Teddy conseguiu o que queria. Que Cristina, voltando ao princípio, passasse a ter mais respeito pela doença, pelo paciente. Pelo coração. Agora, Yang pode fazer uma lista de desejos. E nós poderemos ver a Yang bad ass de volta, arrasando na O.R. Nossos sonhos também se tornarão realidade.

Gostei da participação de Henry no episódio. Ele e Owen funcionaram bem montando o time. E é legal ver como ele faz o contraponto à “mulher de paciente histérica” interpretada por Altman. Ele está doente, mas aceita isso, e lida com a questão de forma leve. E ficou muito bem de “uniforme”. Então, que retorne outras vezes.

Bailey continua ótima. Lutando para não precisar de Meredith, e precisando cada vez mais. Tentando ser auto-suficente e durona, mas, finalmente, dando o braço a torcer. E da parceria com Mer virão cenas ótimas. Mal posso esperar.

Lexie foi outra que mandou ver em Put Me In, Coach. Ela está cada vez mais afinada com Derek. Os dois fazem um bom time na Neuro. Mas, o destaque dela no episódio foi o fato de ter percebido o quanto ainda ama Sloan. E de não ter tentado esconder isso de ninguém, nem mesmo de Avery (que, a propósito, virou BFF de Mark). Pena que ela se deu conta disso bem no momento em que ele começa a seguir adiante. Não sei se Shonda pretende juntar Sexie em breve. Mas torço que sim. Até por que acho que o namoro com Avery subiu no telhado, de vez.

E o que dizer de Meredith? Se o destaque do episódio foi de Karev, o destaque da temporada é ela. A cada episódio, amo mais Mer. Ela esteve bem nesses 7 episódios. E está crescendo muito. Acho que teremos muita coisa “boa” envolvendo a personagem nessa 8ª temporada. Foi lindo que ela descobriu o equivoco da mãe e achou a saída para o estudo clínico de Bailey. Ou seja, o que já sabíamos se confirmou. Agora, é torcer para que Shonda não escreva nenhuma daquelas cenas nas quais Meredith arruina tudo. Cruzem os dedos!

Na próxima semana, voltaremos a ver um personagem que não aparecia há muito tempo. Quer saber quem é, e que desdobramentos sua volta pode trazer? Assista a promo de Heart Shaped Box. Até a próxima semana!

P.S.1: April acha que ouviu seu coração cantar! E eu ri muito disso.

P.S.2: Owen está crescendo, ocupando bem a função de Chefe. Mas o eterno Chief será Weber. E a cena na qual ele controlou os ânimos de Mer e Miranda demonstrou isso. A cena foi hilária, e as palavras de Weber foram muito sábias. Adoro esse homem!

P.S.3: Put Me In, Coach foi um episódio lindo, memorável. E cada um dos personagens teve seu momento, embora alguns tenham aparecido menos. Enfim, adorei o episódio. Quero muitos desses pela frente!

Castle – Demons

Data/Hora 27/10/2011, 08:13. Autor
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Série: Castle
Episódio: Demons
Temporada:
Número do Episódio: 4×06
Data de Exibição nos EUA: 24/10/2011

Demons. Um episódio clássico de Castle. Com os elementos que nos fizeram adorar a série, e com muitos momentos de diversão, a marca registrada do seriado. Enfim, um ótimo episódio.

Fantasmas e caça-fantasmas. Quase posso ouvir a músiquinha de Os Caça-Fantasmas, o clássico da sessão da tarde, na minha cabeça (Who you gonna call? Who you gonna call? Who you gonna call? Ghostbusters!) quando penso no episódio. Adorei o caso da semana. De verdade. Achei ótima a forma como o tema foi explorado. Levemente, com muita diversão. Adorei a divisão da equipe entre os crentes (Ryan e Castle) e os céticos (Esposito e Beckett). Foi interessante ver cada dupla “puxando a brasa pro seu assado”, e alternando explicações místicas e racionais pros acontecimentos da casa. E, achei legal que, no final das contas, houve uma certa trégua entre os líderes das “correntes de pensamento”, e Beckett acabou admitindo que até poderia ter havido alguma participação sobrenatural nas investigações. Desde que ela não tenha sido de um demônio.

Outro ponto positivo do episódio foi a mescla da equipe. Nessa temporada temos visto outras duplas em ação, que não Castle e Beckett. Nesse episódio, foi a vez de Castle e Ryan investigarem juntos, enquanto que Beckett e Esposito fizeram dobradinha. Essa nova divisão proporcionou bons momentos. Especialmente aquele no qual Beckett dá AQUELA olhada pra Ryan e Castle, que saem correndo e meio atordoados.

E falando em dobradinha, Demons teve um encontro duplo. Duas mulheres adoráveis, dois homens gentis e fofos. Dois casais apaixonados. Nada poderia dar errado, correto? Não! Jenny + vinho = Esplaine “no telhado”. É, é esse o efeito que a pergunta “Vocês casam quando” tem em muitos casais. Torço muito pra que Lanie e Esposito acertem os ponteiros e voltem a ficar juntos. Eles são engraçados e fofos juntos, então tem toda minha torcida. E por falar em fofura, tivemos mais uma prova de amizade entre Ryan e Esposito. Achei bonita a cena da “sala secreta”, de Ryan dizendo pro parceiro que sentia muito pelo término e que ele estaria ali pra que precisava. Pena que uma lâmpada nova colocou final na cena!

Ainda falando dos momentos bonitinhos de Demons, gostei bastante das cenas entre Castle e Alexis. Sempre adoro as tentativas de Castle de ser o pai conselheiro. O que foi ele dizendo pra Alexis que ela não podia ficar esperando por Ashley e largar tudo e sair correndo sempre que ele precisasse dela, simplesmente pra fazer exatamente isso quando Kate ligou? Ri demais. No final das contas, ainda que o conselho tenha sido no melhor estilo “faça o que eu digo, não faça o que eu faço”, Alexis acabou modificando um pouco seu comportamento. Mas o abraço do pai foi mais útil do que suas palavras, para a adolescente.

Por falar em rir muito … ri muito de Castle em Demons. A forma como ele acredita na coisas me fascina. Nesse episódio, mais uma vez, Rick parecia uma criança falando de doces toda vez que falava sobre os fantasmas e seus caçadores, sobre casas mal assombradas e demônios. Sem contar as cenas de “pavor”, nas quais Castle grita histericamente e faz caretas hilárias, enquanto que Beckett mantém a calma, e age com certa indiferença.

A cena de Castle e Beckett procurando pelo cômodo secreto foi inteira divertida. Kate enrolando Castle com a história da cabana mal assombrada da infância? Divertido. Rick pegando “não nas pernas” de Kate? Divertido. Castle gritando como uma menininha por causa do cadáver que caiu sobre ele? Muito divertido.

E é por tudo isso que Demons é um dos meus episódios favoritos da temporada. Estou inclinada a pensar, inclusive, que ele é o favorito, até aqui. E estou ainda mais inclinada a acreditar que na próxima segunda-feira ele perderá o posto para Cops & Robbers. Que saber por quê? Confira vídeos do próximo episódio aqui e aqui. Mas já aviso, é por sua conta e risco! Quando você tiver problemas para conter a ansiedade, nessa semana, não vá dizer que eu não avisei.

Grey’s Anatomy – Poker Face

Data/Hora 26/10/2011, 09:07. Autor
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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Poker Face
Temporada:
Número do Episódio: 8×06
Data de Exibição nos EUA: 20/10/2011

Poker Face foi mais um bom episódio. E não podia ser diferente, já que o destaque ficou com Meredith, Derek, Bailey, Lexie, Yang, Alex e Callie. Quando a coisa anda tão bem quanto no episódio, até o destaque da April é bem vindo.

Finalmente Chyler Leigh retornou. E com força total. Gostei bastante de Lexie em Poker Face. Chegou a sua vez de ajudar Derek na Neuro, e nem mesmo “Lexipedia” conseguiu se afinar com o médico. Mas achei bem interessante a busca de Lexie para a solução dos problemas de Derek, especialmente porque essa solução passou por Meredith.

E nesse momento preciso falar da Mer. Acho incrível a forma com que Shonda tem nos bombardeado com mensagens – algumas sutis, outras nem tanto – que deixam explícito o fato de Meredith ser uma ótima médica. No momento, talvez a melhor médica residente, já que Karev e Yang andam passando por alguns momentos. A cada episódio, fica mais evidente como Derek e a Neuro dependem de Meredith. Como o estudo clínico de Bailey se beneficiaria da competência da médica. E, a propósito, Meredith vai muito bem na Obstetrícia. Enfim, acho que essa temporada está servindo como um período de reconstrução para a protagonista, e para demonstrar seu crescimento pessoal e profissional.

E falando em crescimento pessoal, fiquei feliz demais que Meredith e Derek voltaram às boas. Tão feliz que nem ligo que o retorno tenha se dado de forma inexplicável. O fato é que eles estão mais próximos, mais contentes, mais casal. Conseguiram superar, ou quase, o grande problema causado por Meredith. Não acho que Derek tenha perdoado Mer completamente. E é claro que eles ainda deverão enfrentar alguns problemas, afinal sempre foi assim. Mas só de não precisar agüentar Derek resmungando e sendo injusto a cada minuto de cada episódio, já sou uma pessoa mais feliz.

E pelo comportamento do “Deus da Neuro” no final do episódio, tenho certeza que é questão de tempo pra ele implorar por Meredith de volta em sua sala de operação.

Bailey enlouquecida por causa dos ratinhos. Alguém aí queria coisa melhor? Mais uma vez, gostei do fato de Miranda ter um papel central no episódio. E acho bem interessante a luta dela pra deixar o Chief e a Meredith longe do estudo. Mas ela é outra que, assim como Derek, terá que entregar os pontos e permitir a participação de Grey. Simplesmente por que isso é o melhor a se fazer. To ansiosa pra saber pra onde essa história caminha.

April continua aquela chatinha de sempre. Mas agora, ela enfrenta seus problemas. Já havia sido assim após os toques dados por mamãe Avery. E agora, depois das constatações de Alex, April resolveu agir. Achei hilário ela mudando a voz para tentar conseguir o que queria. Deu tão certo que fez escola. Que o diga Meredith. E por isso, por causa desse princípio de mudança de atitude, estou começando a simpatizar com ela. Eu disse começando!

Alex está sofrendo, mais uma vez, de covardia. Com tantas avaliações negativas, ele perdeu a coragem de tentar, de ousar. E isso é totalmente compreensível, já que Karev se dá tão mal tantas vezes. Por isso, queria que ele voltasse logo à pediatria. É o local no qual o durão Alex se dá melhor. Acho que o amor pelas criancinhas faz com que ele ouse e lute mais. Então, minha torcida é pra que Arizona “pegue” o Karev logo.

E por falar em Arizona, alguém aí não riu das cenas dela com Mark? Os dois não se davam bem, e percorreram um longo caminho até serem amigos. Agora, os dois são praticamente irmãos. Dois lindos irmãos loiros. Que cozinham juntos. Que falam o tempo todo de culinária. E que, juntos, irritam Callie.

Preciso dizer que amei Callie no episódio. Por que ela, além de ter tido uma atuação perfeita na complicada cirurgia do jovem com problemas no pescoço e na sua questão com os pais, ainda deu a lição de moral que Cristina estava precisando – e que Teddy não foi capaz de dar –, e colocou Mark em seu devido lugar. A cena dela expulsando Mark de casa e mandando ele arrumar sexo, pois estava acabando com sua vida sexual, foi ótima. E a cara de cachorrinho abandonado de Sloan também. Será que, depois desse toque de Callie, Mark voltará à fase “pegador”? Acho que é questão de tempo.

E agora, a única crítica ao episódio: a ninfomania de Owen e Yang. Achei totalmente excessivo o comportamento dos dois. E, por ser excessivo, desnecessário. Mas ainda assim compreendo o intuito do mesmo: deixar explícito que os dois estão – ao contrário de Mer e Der – longe de superar os problemas do final da temporada anterior. O casamento se resumiu ao sexo. Não há mais diálogo. Confesso que estou curiosa pra saber o desfecho dessa história.

E antes de encerrar, preciso dizer que amei as palavras de Callie pra Cristina. Foi até mesmo uma resposta às críticas que o comportamento de Yang vinha recebendo por aí. A Cristina bad ass não saiu do seriado, ela está apenas escondida atrás do medo de fracassar em seu 5° ano. Ela está atrás de um escudo de proteção, chamado conservadorismo. Espero, e muito, ver aquela Cristina aloprada, sedenta por cirurgias, brilhante e ousada, em breve pelos corredores do Seattle Grace. Grey’s Anatomy não é a mesma sem ela.

P.S.: mais alguém  ficou com medo que a paciente do Derek morresse e o plano de Mer fosse por água a baixo? E que ele ficasse, novamente, todo revoltado com a esposa? Então, obrigado Shonda, por nos poupar de mais essa tragédia!

Castle – Eye of the Beholder

Data/Hora 21/10/2011, 13:40. Autor
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Série: Castle
Episódio: Eye of the Beholder
Temporada:
Número do Episódio: 4×05
Data de Exibição nos EUA: 17/10/2011

Adorei Eye of the Beholder. Passei 40 e poucos minutos muito agradáveis assistindo ao episódio. Me diverti, me “revoltei”, tentei acompanhar o caso e me surpreendi com a conclusão dele. Enfim, acho que “aquilo que estava faltando” em Castle esteve presente em Eye of the Beholder. Então, sem reclamações nessa semana. Elogios abaixo! Clique aqui para continuar a leitura »

Fringe – Subject 9

Data/Hora 17/10/2011, 10:01. Autor
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Série: Fringe
Episódio: Subject 9
Temporada:
Número do Episódio: 4×04
Data de Exibição nos EUA: 14/10/2011

É. Definitivamente, essa temporada de Fringe está dividindo opiniões. Enquanto uns estão adorando os episódios, e os colocando no “hall da fama” da série, outros não estão vendo o menor cabimento e acham que os episódios não avançaram em nada na trama. Nenhum episódio, dos já exibidos, entrou para a minha lista de favoritos. Mas também não considero nenhum deles o pior já exibido. Poderia se dizer, então, que estou em cima do muro que divide as opiniões. Sei que não é posição mais digna para ocupar, mas é onde me encontro.

E por falar em divisão de opinião, a minha própria ficou bastante dividida sobre Subject 9. Alguns dados que nos foram apresentados no ótimo Subject 13 voltaram à tona agora, no episódio que, pra mim, encerrou as explicações de “como é o mundo sem Peter” – ainda que algumas coisas permaneçam inexplicadas.

Nós ficamos sabendo que os testes com cortexiphan existiram, mas que Olivia ou não sabe dos “efeitos colaterais” que carrega ou não os possui, de fato. Assim, ela não seria capaz de atravessar, por conta própria, os universos. Mas essa sou apenas eu teorizando.

Descobrimos, também, que Walter ainda carrega a culpa de ter realizado testes em crianças, algumas das quais carregam “reações emocionais adversas”. E, pela frase do “sujeito 9”, ficou claro que Walter não aceitou bem o final dos testes. Sua reação pode ter sido, também, responsável pela internação no St. Claire.

Ainda descobrimos que Elisabeth, a esposa de Walter, suicidou-se após a morte de Peter. Ou seja, as causas podem até ter sido outras, mas o suicídio existiu, e afetou Walter.

E, finalmente, Nina Sharp apareceu. Foi uma aparição breve, mas que me fez refletir. A relação entre ela e Walter é totalmente diferente nesse contexto, e beira ao ódio. Muito diferente é a relação dela com Liv, também. Aparentemente, elas são bem próximas nessa nova realidade. Também estou indagando o que aconteceu com Bell, já que Walter menciona que “ele não está mais aqui”. Estaria ele, vivo e bem, no outro universo?

Eu adorei, como sempre, a interação entre Walter e Olivia. Apesar do discurso de Walter, sobre ela apenas ser a “chefe” dele, e deles não serem uma família, o carinho que ambos tem um pelo outro deixa evidente que há algo além do profissionalismo. A forma como Liv acalmou Walter no quarto, e o levou para tomar milk shake, deixou explícita essa ligação entre eles. E, no final das contas, Olivia “compreendeu” Walter, e resolveu por não enviá-lo de volta ao hospício.

Do que eu não gostei? De Peter ser aquela massa eletromagnética azul. Achei sem explicação e sem sentido. Talvez a explicação estivesse bem diante dos meus olhos e eu não tenha percebido, ou talvez ela nos seja apresentada em breve. Mas achei … tosco. Também não gostei muito da “reentrada” de Peter. Sei que é cheia de simbologias, afinal é o Lago Reiden. E que foi impactante. Mas esperava algo mais … grandioso. Acho que é por que sempre gostei das “reentradas” de Olivia (A New Day in the Old Town e Entrada), então achei ambas mais marcantes do que a de Peter, e temo que deveria ser o contrário. Mas estou, como todos, muito feliz com o retorno de Peter, então não ouso ser muito crítica com a forma que se deu seu retorno.

Ainda não compreendi muito bem a forma que Peter afeta o tempo. Nas aparições dele no apartamento de Olivia, o tempo parece ter voltado alguns instantes. Será que essa será a chave para o RESET (glyph code da semana)? Será que Peter, de alguma forma, dobrará o tempo, e o fará regredir, reiniciando tudo, novamente? Mais uma vez, apenas teorias.

Agora, como já é de costume, “um novo tempo” se instala em Fringe. Um tempo de novas perguntas. Novas respostas. Como se dará a dinâmica, sendo que ninguém lembra de Peter, mas ele lembra de tudo? Qual será a postura dos Observadores, já que eles falharam em deletar Peter? Enfim, muitas emoções nos aguardam. Mas precisaremos esperar duas semanas para começar a ver essas perguntas serem respondidas, já que o próximo episódio só será exibido no dia 28 de outubro. Até lá, só nos resta teorizar!

P.S.1: a melhor explicação para Lee não ter aparecido nesse episódio foi dada por uma amiga. Segundo a Jeni, nos episódios que Peter aparecer, Lee não estará presente. Vocês sabem. Uma estratégia pra poupar o coração da mulherada. (Que os garotos me desculpem. É que achei a tese boa demais pra ser desprezada).

P.S.2: vou ser repetitiva, mas ele merece. John Noble dá show, semana após semana. Mora no meu coração!

Grey’s Anatomy – Love, Loss and Legacy

Data/Hora 16/10/2011, 22:45. Autor
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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Love, Loss and Legacy
Temporada:
Número do Episódio: 8×05
Data de Exibição nos EUA: 13/10/2011

A 8ª temporada de Grey’s Anatomy está me fazendo muito feliz. Até do episódio que menos gostei, eu gostei! Um ótimo início de temporada, que me deixa muito empolgada e me faz pensar: “a Grey’s Anatomy que eu amo está de volta”. Espero, de todo coração, que os episódios que estão por vir mantenham – ou elevem – o nível. Seria uma temporada para recordar eternamente.

Love, Loss and Legacy foi recheado de bons momentos. Graças aos deuses que governam esse mundinho dos seriados, vimos um pouco mais de Bailey no episódio. Chandra sempre segura muito bem as pontas quando recebe algum destaque. E dessa vez não foi diferente. Conforme previsto, o retorno de Ben chacoalhou as coisas entre Bailey e Eli. Achei hilário ela tentando ser clara com as palavras, quando suas atitudes falavam tudo. Creio que não demorará para termos um novo/antigo casal pelos corredores do Seattle Grace.

Além da vida “sentimental” de Bailey ter recebido destaque, ela também foi retratada sob o enfoque “profissional”. Acho bonitinha a forma como o Chief está tentando cumprir a promessa que fez à Ellis Grey. E é interessante ver a legítima preocupação de Miranda com a inclusão de Meredith em “seu” estudo clínico. Rendeu bons momentos essa interação entre Bailey e Webber. E ainda deverão haver mais momentos do tipo, já que não vejo nenhum dos dois lados dando o braço a torcer.

Gostei também da trama de Zola no episódio. Preciso confessar que derramei algumas lágrimas quando Meredith chorou compulsivamente, enquanto Derek, super romântico (cadê o abraço amigo?), dava “palmadinhas” em suas costas.

Karev, sabendo que Zola estava em perigo, abandonou suas chances de participar do transplante para socorrê-la. Depois, comunicou Meredith, contrariando ordens diretas de Robbins. Ou seja, ao contrário do que fez no final da temporada passada, ele pensou primeiro na amiga. O que demonstra um certo amadurecimento. E aproveito o momento para dizer que estou amando a interação ente Karev, Mer e Yang. Eles estão cada vez mais amigos, mais família.

O amadurecimento se instalou em Mer, também. Dessa vez, ela foi a “razão”, enquanto Derek ocupava-se com a “emoção”. Graças à suas palavras sensatas, o processo de adoção não foi ainda mais prejudicado. Por isso, me irritou demais o papo entre Derek e Owen, e sua opinião de que as respectivas esposas não os ajudam a perdoá-las. Por que se a conduta de Meredith nesse início de temporada, especialmente nos últimos três episódios, não é prova de que ela está disposta a tudo para apagar o “erro” cometido, então não sei de mais nada.

Pra mim, é hora de Derek parar de tanto drama e perdoar, de coração, a esposa. Mas entendo que Shonda, a pessoa mais apegada ao drama do planeta Terra, esteja aproximando o casal aos poucos. Minha torcida, agora, é pra que Zola volte logo para os braços dos pais, pra ouvir a musiquinha da “dona aranha” ao vivo e a cores. Acho que isso reaproximaria, definitivamente, MerDer.

E enquanto uns se reaproximam, outros vivem na corda bamba. Por que, pra mim, isso é o que define o estágio atual da relação entre Cristina e Owen. Se no início do episódio eles estavam felizes e fogosos, no final do episódio Hunt estava emocionalmente afastado de Cristina. E não o culpo. Deve ser difícil ver uma cena extra fofa entre a esposa e a bebê Zola, depois de um aborto opcional tão recente. Mas entendo a perspectiva da Cristina, também. Afinal de contas, ser mãe em tempo integral é bem diferente do que passar uma noite com uma criança.

E qual foi o ponto alto do episódio? A participação de Debbie Allen, como Catherine Avery – a espalhafatosa e sincera mãe de Jackson. Se em apenas um episódio ela causou tantas confusões e alterações de comportamento, imaginem o que seria do Seattle Grace se ela fosse adicionada ao time de atendentes? Diversão a perder de vista.

A dobradinha Mark/Jackson tem funcionado muito bem. Cada vez mais gosto dos dois trabalhando juntos. O tapinha na bunda que Mark deu em Avery, no melhor estilo “vai lá meu garoto”, foi sensacional. E o que já estava ótimo ficou maravilhoso com a adição de Catherine. Foi muito engraçada a guerra de egos e de especialidades entre a Dra. Avery e Sloan. E, apesar de toda a rixa envolvida, eles fizeram do incomum transplante de pênis um sucesso e “entraram juntos no futuro da medicina”.

To ansiosa pra ver como ficará o relacionamento de Avery e Lexie, depois da dica que Catherine deu ao filho sobre o comportamento de Mark. Se formos analisar, independentemente de torcer para a volta de Sexie, há que se admitir que Mark ama Lexie “muito mais” do que Jackson. E talvez, Avery saiba disso. Enfim, quero ver aonde essa história vai parar.

Minha única cisma com essa temporada, como vocês já devem ter percebido pelos meus comentários, é o sumiço de Lexie Grey. Gosto bastante do papel, e a Chyler Leigh sempre vai bem quando ganha algo importante para fazer. Então, tô achando completamente descabido ver April, e até mesmo Teddy, tendo mais destaque do que a Mini-Grey. Torço para que ela volte com tudo, e em breve.

Para finalizar, vendo a promo do próximo episódio (Poker face), preciso dizer que acho que todas as minhas reclamações irão para o espaço. Agora, é contar as horas pra semana que vem!

P.S.1: pra mim, o jantar da Teddy e do Henry deve ser citado apenas por proporcionar o rompimento entre Eli e Miranda e pela cena fofa entre Arizona e Callie. Sem mais.

P.S.2: imaginem o nível de frustração de Cristina com sua mão esquerda. Ainda mais depois que Derek e Mer fizeram o tal nó como se fosse brincadeira. Achei muito hilária a busca de Yang pelo desenvolvimento da mão esquerda. Coisas que só Cristina proporciona para você.

P.S.3: Catherine deveria ganhar cadeira cativa na série, por que nunca ninguém “trollou” April melhor do que ela. Ganhou meu amor eterno!

Castle – Kick the Ballistics

Data/Hora 14/10/2011, 00:18. Autor
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Série: Castle
Episódio: Kick the Ballistics
Temporada:
Número do Episódio: 4×04
Data de Exibição nos EUA: 10/10/2011

Quando eu fiquei sabendo que a trama de Kick the Ballistics envolveria o serial killer 3XK (do episódio 3XK, o 3×06), imediatamente me animei. Isso porque adoro os episódios nos quais a trama envolve serial killers (sim, eu si que isso é sombrio e estranho).

Então, vocês devem imaginar que fiquei um pouco decepcionada com o resultado desse 4° episódio. Isso por que a trama de Kick the Ballistics não foi sobre o 3XK, mas sim sobre a arma do Ryan, que ele levou quando deixou o detetive e Castle para trás, em um quarto de hotel. Pouco avanço tivemos na trama do assassino.

Isso significa que estou dizendo que o episódio foi ruim? Não. Gostei – bem – mais do episódio do que de Head Case. Só que esses dois últimos episódios exibidos me deixaram com a estranha sensação de que falta algo. Como se algum elemento essencial de Castle estivesse faltando. Vocês podem estar pensando: “como assim? Foram exibidos apenas quatro episódios e ela já vai criticar?”. Se for esse o caso, acalmem-se. Porque não estou criticando, de fato. Até porque é cedo demais, sim. E porque nenhum dos quatro episódios exibidos foi ruim (dois deles achei excelentes). Estou apenas explicando o porquê das últimas reviews não estarem tão elogiosas como de costume. É, eu fiquei muito mal acostumada depois do alto nível da 3ª temporada.

O ponto alto de Kick de Ballistics, pra mim, foi a forma como Castle, Beckett, Ryan e Esposito trabalharam juntos, apoiando-se mutuamente. A cena na qual a Iron Gates manda Ryan pra casa deixou bem evidente a união do grupo. A cereja do bolo foi ver Becket batendo a porta na saída. O brinde do final também foi bem tocante. Enfim, adorei a dinâmica do grupo. Trabalharam completamente afinados.

Também me agradou muito ver mais cenas entre Ryan e Beckett. Gosto da dinâmica deles, e não é de hoje. E naquele momento, acho que a detetive era a melhor opção de parceria para Ryan, já que ela é quem vive – e supera – mais dramas no exercício da profissão. Ficou bem claro que Esposito estava ali, pronto para auxiliar no que fosse preciso. Mas creio que Ryan precisava Beckett podia oferecer melhor: o apoio irmão.

Também gostei bastante da forma como Castle agiu. O drama de Ryan era iminentemente policial: “minha arma, a qual eu nunca deveria ter “perdido”, foi usada para matar uma inocente. E agora?”. Portanto, Castle estava automaticamente meio de fora da situação. Mas ainda assim ele permaneceu por perto, não levou a conduta de Ryan pro lado pessoal e esforçou-se para “pensar como policial”. Inclusive analisou muitas fichas de prisioneiros atrás do receptor da arma de Ryan. Achei tão lindinho ele chegando na delegacia todo afobado e gritando “eu sei quem o assassino é”. Bonito de se ver.

Quanto ao assassinato da jovem, confesso que tive um único pensamento: “é agora que vão conectar o 3XK ao caso e ele irá aparecer?”. Então, minha mente não acompanhou com precisão todas as reviravoltas do caso.  Mas, vamos lá!

A vítima da semana foi Jane, uma jovem que trabalhava como monitora, e foi morta com resíduos de droga na roupa por alguém que a conhecia e a deixou rezar antes de morrer.

Finn, o ex-namorado desprezado com histórico envolvendo drogas, apesar de aparecer desolado em um vídeo, tinha um álibi.  Seth, o “traficante” que importunava Jane, era na verdade um detetive – com métodos questionáveis – da Narcóticos, que pressionava a vítima para obter informações da família Lee, possivelmente envolvida com a máfia chinesa. Ou seja: os suspeitos eram um beco sem saída.

Mas nem tudo estava perdido, em meio às reviravoltas do caso. Castle conseguiu ligar a arma de Ryan à Chang/Philip Lee, desafeto – e depois “amigo” de 3XK na prisão. E os detetives descobriram que Philip, avisado pelo ex-namorado de Jane que ela iria fugir com seu novo namorado – Ben Lee -, matou a professora e namorada do irmão, como forma de impedir a fuga.

Depois de conversar com Ryan, Ben decidiu auxiliar a polícia, e Philip acabou preso – em uma cena bem melodramática, com direito a um embate tenso entre os irmãos Lee e à música instrumental.

Adorei que Philip acabou entregando algumas informações de 3XK para Beckett, em troca da redução na pena. Mas que Castle, com a sabedoria que lhe é peculiar, alerta Kate para a armadilha. É, para deleite de Beckett, Castle realmente está pensando como um policial de verdade. Nosso garoto está crescendo!

Antes de finalizar, preciso dizer que a noite foi de Kevin Ryan. Ou melhor, de Seamus Dever. Se Ryan esteve perfeito no episódio, Seamus esteve na interpretação. Realmente, fez por merecer o destaque que recebeu.

Agora, é aguardar pela semana que vem. Com a certeza de que tempos mais divertidos nos esperam. Quer saber por que? Então assista isso!

P.S.1: Martha participou de poucos momentos, mas foi o suficiente. Como sempre, o papo dela com Castle deu o suporte de que o filho necessitava.

P.S.2: Esposito ganhou o prêmio de “melhor amigo para sempre” com sua interpretação na biblioteca. Sem mais.

P.S.3: Aparentemente, Alexis está tentando melhorar sua imagem para se recandidatar à vaga em Stanford – ou outro lugar qualquer. Vamos ver se ela vai seguir o plano.

Fringe – Alone in the World

Data/Hora 12/10/2011, 09:40. Autor
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Série: Fringe
Episódio: Alone in the World
Temporada:
Número do Episódio: 4×03
Data de Exibição nos EUA: 7/10/2011

Alone in the World não me conquistou. Li muitas opiniões a respeito do episódio, várias bastante elogiosas, afirmando que esse foi o melhor episódio dessa temporada. Mas ouso discordar. Achei que Alone in the World foi, de certa forma, um desperdício de tempo – com exceção dos minutos finais. E explico o porquê: o caso do menino que vivia em simbiose com o “monstro do túnel” até que foi interessante. Mas pouco, ou nenhum, desenvolvimento trouxe ao plot da temporada. E sim, eu entendi que o caso do menino Aaron foi permeado de referências ao relacionamento de Walter com o pequeno Peter. Também entendi que o cientista pode, finalmente, experimentar o êxito de salvar um garoto, já que havia fracassado nas duas oportunidades anteriores.  E que o próprio fungo “Gus” poderia representar Peter, já que este guarda uma relação “simbiótica” com Walter e Olivia. Mas, ainda assim, achei que o episódio ficou em um patamar abaixo dos anteriores, até porque achei as referências mais óbvias. Prefiro quando elas estão mais subentendidas. E no final de tudo, ainda não temos nenhuma pista concreta de onde está Peter Bishop. Contudo, não posso negar que os roteiristas estão costurando muito bem a trama dessa quarta temporada. Clique aqui para continuar a leitura »

Grey’s Anatomy – What Is It About Men

Data/Hora 11/10/2011, 10:03. Autor
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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: What Is It About Men
Temporada:
Número do Episódio: 8×04
Datas de Exibição nos EUA: 6/10/2011

Em What Is It About Men, os holofotes estiveram nos garotos de Grey’s Anatomy. E, muito provavelmente, essa foi a causa de eu não ter gostado tanto do episódio quanto dos três anteriores. Não que tenha sido ruim. Longe disso. Ele foi agradável, e bastante divertido. Mas, quando os pouco mais de 42 minutos se passaram, a minha certeza de que as personagens femininas “mandam” na série foi maior ainda.

Os dramas típicos de Grey’s foram deixados, ainda que momentaneamente, de lado. E todas as questões que incomodavam o time masculino da série foram tratadas a base de cervejas e marteladas. Clique aqui para continuar a leitura »

Haven – Sins of the Fathers

Data/Hora 10/10/2011, 19:49. Autor
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Série: Haven
Episódio: Sins of the Fathers
Temporada:
Número do Episódio: 2×12
Data de Exibição nos EUA: 30/09/2011

Chegou o dia dos habitantes de Haven pagarem pelos pecados dos pais. Eu bem que avisei que os roteiristas de The Walking Dead poderiam dar uma passadinha pela cidadela. Não vimos zumbis, obviamente. Mas foi quase isso. E não é que foi bom? Clique aqui para continuar a leitura »

Castle – Head Case

Data/Hora 05/10/2011, 15:31. Autor
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Série: Castle
Episódio: Head Case
Temporada:
Número do Episódio: 4×03
Data de Exibição nos EUA: 03/10/2011

Castle retornou essa semana com o episódio Head Case, que nos trouxe ao universo dos cientistas – malucos ou não. Eu não gostei do episódio. Achei apenas mediano. E o fato de eu não tê-lo amado se deve ao caso da semana, que não prendeu minha atenção. Quando eu assisti o vídeo promocional de Head Case, achei que a história do “crime sem corpo” renderia muito mais. Mas o corpo foi achado muito cedo, e o desenrolar da história não foi especialmente atrativo pra mim, embora tenha rendido alguns bons momentos.

A cena do crime foi encontrada de forma bem peculiar em Head Case. Lanie teve que se basear apenas no sangue da vítima, já que o corpo havia sido movido do local. Os detetives descobriram, com base em depoimentos de habitantes da área, que o crime havia sido cometido através de disparos. E, com base em marcas de pneu no local do crime, chegaram a uma empresa de criônica (vide P.S.1).

Depois de muita disputa pelo corpo – e pela cabeça – da vítima, de tumores cerebrais, de quartos de motel transformados em laboratórios  de pesquisa, de pombos mortos e roubo das informações da pesquisa científica, e depois de muitas idas e voltas nas investigações (os suspeitos foram de estudante para  investidor/produtor pornô e para cientista amigo), detetives e escritor conseguiram seguir a trilha certa.

No final das contas, nossa dupla querida tem a grande sacada: quem teria interesse em adiantar a morte de Lester, evitando a deterioração de seu cérebro pelo tumor cerebral? A esposa, é claro. Tudo isso porque o cérebro de Lester precisava estar preservado para a criopreservação funcionar. Então, a assassina apenas adiantou a iminente morte do esposo, pensando em ficar junto dele quando ambos fossem “reanimados”. Após a prisão, a “criminosa” ingere veneno, e acaba morrendo também (segunda semana seguida de inspiração “Shakespeariana” em Castle?). Seu destino: a criopreservação.

A outra “trama” da semana envolveu a questão “Alexis vai a Stanford”. Realmente aconteceu algo para impedir sua ida à universidade. Mas os roteiristas pegaram um caminho que eu não havia cogitado, já que é difícil imaginar a certinha e estudiosa adolescente sendo recusada por qualquer universidade. Achei bem interessante a rejeição, já que é uma das primeiras oportunidades que temos de ver Alexis sendo contrariada. E creio que a atitude “mimada” dela foi reflexo do fato de sempre ter tudo o que quer. É claro que não conseguir vaga na universidade pretendida mexeria com os sentimentos de qualquer um. Mas estou tendo problemas em reconhecer a Alexis das temporadas anteriores na Alexis atual. Ainda não consegui ter certeza da causa da mudança do comportamento dela, mas penso que vai alterar um pouco a dinâmica do relacionamento entre Castle e a filha. Afinal de contas, ele vai precisar a agir mais como pai – tanto aconselhando como repreendendo – e não o vemos fazendo isso muitas vezes.

O que eu realmente gostei no episódio? Primeiro, das cenas cômicas, que foram várias. O espanto – e o gritinho – de Castle quando percebeu a primeira cabeça no galpão, Castle e Beckett com Beau Randolph, Castle pulando das escadas de incêndio e “conquistando” a cabeça de Lester, Lanie tantando interromper o diálogo de Castle e Beckett. Segundo, das cenas fofas, que também foram muitas. A interação de Castle com Alexis, a forma como ele se preocupou com a filha e em não poder ajuda-la, foi bem bonitinho.

Falando em fofura, apesar de continuarem apenas parceiros e amigos, acredito que o relacionamento entre Castle e Beckett evoluiu. Se antes a insinuação dos sentimentos era sutil, atualmente é mais explícita. Especialmente por parte de Beckett, que está bem mais a vontade com a possibilidade.

Para o final do episódio, mais uma vez, ficaram guardados os momentos mais lindos. O assunto final, sobre o crime de amor, sobre estar amando ou estar insano (e a tênue linha que separam os dois) foi tudo. E mais ainda a sequência final, sobre as grandes histórias de amor e os reencontros em um futuro distante (ou seja, desfrutar a eternidade juntos). Tudo isso com aquelas expressões bobas e apaixonadinhas no rosto. Fofo demais. Conversa pra shipper nenhum colocar defeito.

E nesse momento, preciso fazer a seguinte reflexão: quanto tempo ainda é “seguro” para os roteiristas mantê-los afastados? É sabido que mesmo casais com muita química e com uma interação fofíssima (leia-se Booth e Brennan) precisam ficar juntos de fato – além das insinuações –, por que nem só de fofura viverá o homem (leia-se os fãs/a audiência). Então, no nível em que as coisas estão, acho que uma tentativa de relacionamento deve ser feita ainda nessa 4ª temporada, sob pena de passar do tempo.

Bom, já me estendi demais. Até a próxima semana!

P.S.1: a grosso modo (e me desculpem os médicos e os estudiosos da área pela definição capenga), a criônica é uma área da Criogenia/Criobiologia que visa preservar, em baixas temperaturas, humanos e outros animais que não podem ser mantidos vivos no atual estágio de desenvolvimento da medicina, na expectativa que isso seja possível no futuro. Os cientistas da área acreditam que a memória de longo prazo, a personalidade e a identidade são armazenadas no cérebro, e que não requerem atividade cerebral continua para sobreviver. Assim, quando for possível “reviver” o organismo “congelado”, tais dados continuarão preservados.

P.S.2: adorei ver um pouquinho mais de Lanie. Ela é boa para momentos de drama (conforme pudemos conferir na premiere dessa temporada), e melhor ainda para a comédia. São sempre ótimos os momentos dela com o Castle, especialmente.

P.S.3: ainda não gosto da Iron Gates. E acho que nunca vou gostar.

Fringe – One Night in October

Data/Hora 03/10/2011, 10:36. Autor
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Série: Fringe
Episódio: One Night in October
Temporada:
Número do Episódio: 4×02
Data de Exibição nos EUA: 30/09/2011

Nessa semana, continuamos teorizando sobre os rumos de Fringe. E teorizamos muito. Com One Night in October, muitas teorias foram confirmadas. Outras tantas descartadas. E ganhamos mais munição para uma nova semana de teorização.

Continuamos sendo apresentados aos universos sem Peter Bishop. Gostei muito da forma como os roteiristas estão aproveitando pequenos detalhes para indicar como as coisas são diferentes sem o Peter. São algumas frases, que para os mais desatentos podem parecer apenas fazer parte o episódio, mas que são bastante reveladoras. Clique aqui para continuar a leitura »

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