Vídeo – House – Promo legendada do episódio 8×09: Better Half

Data/Hora 05/01/2012, 23:05. Autor
Categorias Notícias, Spoilers


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Os fãs de House já estavam ansiosos pelo retorno da oitava temporada do seriado. E depois que a Fox liberou o vídeo promocional de Better Half, o nono episódio da temporada, está todo mundo contando os minutos para a chegada do dia 23/01.

Se você está no time dos aficcionados pelo médico mais sarcástico da televisão,  não deixe de conferir o vídeo a seguir, legendado pela Equipe InSubs (@InSUBs):

Rizzoli & Isles – Can I Get a Witness e He Ain’t Heavy, He’s My Brother

Data/Hora 08/12/2011, 19:24. Autor
Categorias Reviews


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Série: Rizzoli & Isles
Episódios: Can I Get a Witness e He Ain’t Heavy, He’s My Brother
Temporada:
Número dos Episódios: 2×10 e 2×11
Datas de Exibição nos EUA: 28/11/2011 e 05/12/2011

Depois de dois meses e meio, Rizzoli & Isles retornou para o encerramento da 2ª temporada, com a exibição de 5 novos episódios.

Can I Get A Witness marcou o retorno, em alto nível, do seriado. A série é tão gostosa de assistir que parece que não houve mais de uma semana de parada. Mérito para os roteiristas, que tem brindado a audiência com ótimos episódios, semana após semana.

Mais uma vez, o elenco esteve bastante afinado. Angie e Sasha funcionam muito bem como dupla, sempre. E nesse episódio não foi diferente. Lorraine Bracco também esteve ótima como Angela. Adoro o alívio cômico que a mamãe Rizzoli traz para o seriado, e ver ela encantada pelos olhos azuis do apresentador irlandês, metendo os pés pelas mãos e colocando Jane em situações delicadas – como sempre, foi divertidíssimo. E adoro, também, as “aventuras” de Isles e Angela. Outra bela dupla.


O caso envolvendo a testemunha ocular do crime que poderia levar o líder de uma perigosa gangue prendeu minha atenção. Não achei o final imprevisível, mas o desenrolar do caso foi bem interessante.

A atuação de Roselyn Sanchez, como a promotora durona que nunca havia perdido um caso sequer, foi bem convincente. Mas quem acompanha seriados policiais, como eu, deve ter ficado desconfiado quanto ao seu caráter desde o início do episódio. A necessidade dela de apontar os erros alheios, ou colocar dúvidas sobre as condutas dos policiais, era um indício bem evidente de que ela tinha culpa no cartório.

O que eu achei bem “surreal” na história toda? Que o fato de Maura ter trocado o pneu do carro da promotora tenha sido determinante pro desfecho do caso. Depois de tanta investigação, foi o fator sorte que decidiu o jogo.

Pra mim, o ponto alto do caso foram as suspeitas quanto à conduta de Korsak. Achei legal que os próprios detetives ficaram em dúvida se existia ou não o tal informante. Jane ficou o tempo todo do lado do sargento, mesmo quando os demais colegas desconfiaram dele. E, graças a sua determinação, que acabou contagiando Frost, a verdade veio à tona. E ambos os casos – o do julgamento do líder da gangue, e o assassinato da testemunha, acabaram bem.

Enfim, Can I Get A Witness foi um ótimo episódio, que proporcionou um grande retorno à Rizzoli & Isles, após mais de dois meses de pausa.

He Ain’t Heavy, He’s My Brother também foi um ótimo episódio. A trama do assalto a banco foi envolvente,  prendeu a atenção, e teve a dose certa de tensão.

Tommy Rizzoli voltou. O irmão de Jane está tentando reconstruir sua vida, após deixar a prisão. Mudou-se, e até mesmo está pensando em um relacionamento romântico – com a melhor amiga da irmã. E o vinho que Tommy ofertou para Maura, serviu não para dar um toque romântico ao momento, mas para nos deixar com a pulga atrás da orelha com o que viria a seguir. Um assalto a banco. Um gerente morto. A polícia de Boston e o FBI trabalhando em cooperação. Ou nem tanto, se levarmos em consideração o embate e a agente especial Anna Farrell (Tessa Thompson).

Antes de falar sobre o caso, propriamente dito, preciso dizer que gostei do destaque que Frost recebeu no episódio. Foi bom ver ele ter sua “própria história” se desenrolando, em meio às investigações. Poucas vezes isso acontece, então é bem legal de se ver. E gostei também do desfecho do caso do ex-noivado. Deixou aberta uma brecha para que Anna volte a aparecer em Rizzoli & Isles. Torço pra que isso aconteça, já que gostei bastante da personagem.

A investigação conjunta leva aos criminosos. Quando o veículo utilizado pelo grupo é localizado, dentro dele são encontradas três “coisas” muito importantes para o desenrolar das investigações. O corpo de um dos integrantes do grupo, tinta vermelha e as digitais de Tommy. Estaria o “rebelde” Rizzoli andando do outro lado da lei, novamente?

Situação complicada a de Maura, não é? Avisada pelo FBI que Tommy era suspeito no caso, ela não pode contar nada para a amiga. Obviamente, Jane ficou muito magoada com Isles, que tentou se redimir fazendo o que faz de melhor: desvendando enigmas através das evidencias.

Jane, seguindo o conselho do irmão do assaltante morto, confronta Tommy, e acredita na inocência do irmão. Gostei da forma como todos trabalharam juntos para provar a inocência do irmão Rizzoli, ainda que sua história – e seu álibi – fossem fracos.  Não foi fácil ligar a tinta à uma obra, comprovando que na verdade o “assaltante” morto na verdade não participara do assalto. Mas eles conseguiram e, assim, chegaram no real criminoso: o irmão do ex-condenado.

Gostei da sequência final. A cena do assalto, com os reféns e Jane de negociadora, ficou boa, tensa. Não foi daquelas cenas épicas, pra lembrar pra sempre. Mas foi um bom encerramento, pra um bom episódio.

Ao apagar das luzes, a reconciliação entre Maura e Jane. Ninguém pensou que elas ficariam brigadas por muito tempo. Foi fofo o momento das duas, Isles dizendo que não irá adiante com Tommy por que ama a amiga e não quer que nada atrapalhe a relação das duas. Mas ainda acho que vai rolar algo entre Tommy e Isles. Afinal, como Jane mesmo disse, os opostos se atraem!

Até semana que vem. Ah, e quem quiser saber o que vai rolar na próxima segunda, é só conferir a promo aqui.

Castle – Cuffed

Data/Hora 08/12/2011, 15:44. Autor
Categorias Reviews


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Série: Castle
Episódio: Cuffed
Temporada:
Número do Episódio: 4×10
Data de Exibição nos EUA: 05/12/2011

Cuffed foi exibido, na última segunda-feira, com a missão de encerrar o ano de 2011. Agora, episódio inédito, só em janeiro de 2012 (aparentemente dia 09). E a espera será longa, até mesmo torturante. Isso tudo por que Cuffed foi um bom episódio, que deixou aquele gostinho de quero mais no ar.

Castle e Beckett dormindo juntos. Ela, acordando com um sorriso nos lábios. A mão estrategicamente posicionada sobre o peito do parceiro, que dorme tranquilo. O sonho de 11 entre 10 shippers Casckett. Mas, ainda não foi dessa vez. A algema não era um sinal de um jogo pervertido. E a situação não era particularmente engraçada para os envolvidos (embora eu tenha achado muito), ainda que Castle tenha demorado um pouco para entender esse ponto. As marcas de seringa eram um claro indício disso (vamos combinar que Castle aproveitou BEM o momento de verificar as costas de Kate, não é?).

A partir daí, iniciou-se a batalha para reconstituir os passos anteriores ao aprisionamento, de uma forma interessante e bem construída.

E tudo começou em um hotel decadente, com uma discussão Esplaine (eu torço pra eles voltarem rápido, mas achei divertidas as cenas de “não vou dar o braço a torcer”) e com um corpo, abandonado de forma que fosse dificultada a confirmação de sua identidade.

Após uma “rápida” passada pelo drama natalino de Ryan (que, segundo Esposito, seria a prova de fogo de um relacionamento) e pelo necrotério (amei ver mais da Tamala Jones nesse episódio. Por mim, Lanie estaria sempre super presente), Castle e Becket chegaram a casa no Queens. Uma consideração super importante: Castle e Beckett usando o relacionamento de Esposito e Lanie para falar deles próprios. Como eles não conseguem ver? É tão óbvio!

Já dentro da casa, uma pobre senhora enjaulada. Juro que me lembrei de Helena Bonham Carter e sua Bellatrix Lestrange na hora que visualizei a mulher. Ali, eu sabia que alguma coisa muito insana aconteceria.

Castle tentando assumir a liderança, e perguntando para Beckett pra onde ela queria ir foi a 1ª delas. E o suspense cresceu após o interruptor ser acionado. Por incrível que pareça, as coisas pioraram com a luz. Um alçapão inacessível apareceu. E também um freezer. O que estaria escondido dentro dele? Antes de descobrirmos, assistimos A cena. Nunca imaginei que duas pessoas tentando mover um freezer resultaria numa cena tão engraçada, e “quente” (alguém aí tem duvida sobre Castle estar gostando do momento?).

Enquanto Castle tentava abrir o cadeado, Esposito e Ryan buscavam por pistas que os levassem ao paradeiro do casal sumido. Pressionados por Iron Gates, eles buscaram por mais evidências. E essa busca rendeu mais um momento engraçado entre Lanie e Esposito. Ainda bem que Ryan tem tato, senão a situação poderia ter ido para um lado bem diferente do cômico. E, melhor ainda que Ryan tem perspicácia. Poucos pensariam na impressão digital como um “quebra-cabeças”.

Dentro do freezer, facas ensangüentadas, correntes e algemas. Instrumentos de tortura. Alguém esperava por isso? E, fora das paredes enclausurantes, a identidade da vítima – um transportador. E eis que surge Martinez, o agente da narcóticos que forneceu mais informações sobre Spooner. O caminhão utilizado para o transporte foi localizado, mas nada de pistas sobre Castle e Beckett, que falharam em sua tentativa de fugir pelo alçapão, mesmo depois de tanto esforço físico (por que as cenas de Kate nas costas de Rick são sempre tão engraçadas?).

Depois de 27 minutos, os detetives chegaram, finalmente, à casa no Queens. Mas Castle e Beckett já não estavam mais lá. Enquanto isso, Castle pensa em Mad Max e 127 horas como a solução para o problema das algemas. Problema que não seria dele, já que a mão cortada seria a de Kate. Por que será que já não me surpreendo mais com as ideias de Castle?

E quando parecia que tudo já tinha acontecido, eis que no melhor estilo The Hangover, aparece um tigre. Um tigre bem disposto, cheio de apetite. Que terminou o trabalho de Castle e Beckett e derrubou a parede, passando a dividir o cômodo com a dupla (depois de Kate declarar que está pronta para seguir adiante, um tigre aparece para derrubar uma parede. Seria coincidência? Penso que não). Pelo menos o freezer serviu para alguma coisa.

O final do episódio, de certa forma, me lembrou de The Goonies e sua Mama Fratelli (Anne Ramsey). Acho que foi pelo envolvimento de uma “velhinha inofensiva” em todo o esquema de tráfico de tigres em extinção. O importante é que, mesmo que Espo e Ryan (que chegaram ali depois de muita pesquisa) tenham escolhido salvar os amigos das garras do tigre, Iron Gates chegou com os reforços bem na hora, e os três criminosos foram presos. Todos salvos, bem e felizes, e uma nova regra instituída por Gates: todos os detetives devem comunicar o seu paradeiro. As “fugidinhas” de Castle e Beckett precisarão ser mais elaboradas, agora.

E por ora, só nos resta esperar pela “next time”. Que ela se dê de livre e espontânea vontade. Que Castle e Becket fiquem unidos, sem algemas. E já que Kate prefere sem o tigre, que haja algo que o substitua. Alguém aí se importaria que fosse a vontade deles? Eu, não.

Até janeiro!

Castle – Kill Shot

Data/Hora 28/11/2011, 21:29. Autor
Categorias Reviews


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Série: Castle
Episódio: Kill Shot
Temporada:
Número do Episódio: 4×09
Data de Exibição nos EUA: 21/11/2011

Kill Shot foi todo de Stana Katic. A atuação segura da atriz foi o destaque do episódio.

Mas, mais do que para evidenciar a qualidade de atuação de Stana, para mim, Kill Shot serviu para demonstrar quanta coisa mudou em Castle. A trama da noite foi muito bem construída. A história do ‘sniper’ criou tensão e drama na medida certa, e abriu caminho para que Kate discutisse mais sobre o seu trauma, e, finalmente, reavaliasse alguns conceitos e posições.

Saber que pessoas estavam sendo alvejadas, assim como ela, fez da policial durona uma pessoa perturbada. Sim, perturbada. Pelo Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT). A similaridade do caso investigado com seu drama recente fez com que a doença se manifestasse, com força. Kate, abatida, ainda tentou que o estresse ocasionado pelo trauma não interferisse na sua vida, na sua missão de proteger pessoas. Ela começou o episódio negando que os acontecimentos estivessem lhe atingindo pessoalmente, ou mexendo com seu psicológico. Tentou passar firmeza para os colegas, e para ela mesma. Negou, para si, e para os outros. Mas, o TEPT estava ali, e, evidentemente, não a abandonaria sem deixar algumas marcas.

Com o desenrolar dos fatos, foi ficando cada vez mais evidente sua incapacidade de lidar com a trama do atirador. Continuou negando para os outros – inclusive para o terapeuta. Mas já não conseguia negar para si mesma. A cena da bebedeira foi muito bem feita, os efeitos visuais transmitiram uma dramaticidade tresloucada que deixou tudo no tom perfeito. Assim como também foram muito bem feitas, e bem impactantes, a cena do corredor (embora eu esperasse mais dela) e a cena da entrada na delegacia.

A terceira fase foi a de aceitação e enfrentamento. Kate enfrentou, ainda que forçada, o seu medo, seu trauma. Assim, reconheceu, também para os outros, a situação de fragilidade que estava vivendo. E, aceitando e reconhecendo, teve forças para sair daquela situação, envolver-se na investigação, e ser peça chave na solução dos crimes.

O final do episódio foi a cereja no bolo do processo de aceitação. Depois de uma longa jornada, de três temporadas e “meia”, Kate decidiu que não quer mais viver sob a sombra do trauma do assassinato da mãe. Ela está pronta para seguir adiante. Com todas as implicações que esse “seguir adiante” pode trazer. Talvez, até um prenúncio de envolvimento caskett.

A pergunta que não quer calar: quanto afetará Beckett a notícia de que Castle esconde informações sobre o assassinato de Beckett-mãe? Seguramente, a revelação irá causar uma profunda ruptura entre a dupla. Quanto Beckett regredirá, quando souber? A notícia lhe fará voltar a ser “obcecada” pelo assassinato? Muitas perguntas, poucas respostas, inúmeros indícios. Embora não tenha certeza de muita coisa, posso afirmar categoricamente: veremos tempos felizes. Mas, antes da felicidade definitiva, haverá muito drama. (Me senti uma vidente charlatã. Mas precisava dizer isso!).

Mas nem só de Beckett foi feito Kill Shot.

Castle também demonstrou que mudou bastante. Ele se portou de forma muito madura em Kill Shot. Reconheceu sua incapacidade em ajudar, de forma efetiva, Beckett. Soube ler muito bem os sinais que Beckett emitia e, embora muito preocupado com as reações de Kate, respeitou o espaço da parceira, buscando em Esposito o apoio que ela necessitava. Mas, principalmente, permaneceu por perto, para auxiliar no que fosse preciso.

E também descobri, assistindo Kill Shot, que Iron Gates não me incomoda mais – tanto. É claro que nosso relacionamento com ela nunca chegará perto do que tínhamos com o Captain. Que ficamos todos um pouco órfãos com a sua partida. Mas não podemos negar que ela cumpre bem o seu papel. E achei interessante ver que a reação da capitã foi de proteger a população da cidade, em primeiro lugar. O drama pessoal de Beckett passou praticamente batido por Gates. Fosse Montgomery o capitão, sabemos que as coisas teriam sido bem diferentes. Beckett teria sido superprotegida, afastada do caso. E, quem sabe, não confrontaria o próprio medo.

Mas se Castle e Gates auxiliaram Beckett – cada um a sua maneira – quem foi decisivo para a saída de Beckett do fundo do poço foi “Javi”. Por ter passado por um trauma semelhante, Esposito foi quem melhor leu a companheira, e ofereceu exatamente aquilo que ela precisava. Se empenhou ao máximo para desvendar o caso – utilizando-se de seus conhecimentos militares – e forçou Beckett a enfrentar seus fantasmas para, finalmente, exorciza-los. A cena na qual ele força o confronto entre Kate e a arma “que a alvejou” foi ótima. Muitos pontos para Katic e Huertas.

Alexis, apesar de ter aparecido pouco, foi muito importante na solução do caso. Graças à ela, foi possível desvendar a questão dos bonequinhos deixados pelo sniper.

Ryan, Lanie e Marta, apenas estavam ali, para lembrarmos que eles existem e fazem parte da série. Mas, não há do que reclamar. Se tem uma coisa que tem sido positiva nessa quarta temporada é o destaque alternado que os personagens tem recebido. As luzes dos holofotes estão contemplando a todos.

Semana que vem vai ao ar Cuffed, o último episódio do ano. E ele promete muitos momentos Casckett. Certeza que iremos gostar.

Fringe – Wallflower

Data/Hora 24/11/2011, 23:27. Autor
Categorias Reviews


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Série: Fringe
Episódio: Wallflower
Temporada:
Número do Episódio: 4×07
Data de Exibição nos EUA: 18/11/2011

Preciso começar a review pedindo desculpa pelo atraso para disponibilização da mesma. Essa semana, algumas questões pessoais impediram que eu assistisse o episódio mais cedo. Mas, agora que episódio está assistido, vamos à review!

Wallflower encerrou a exibição de Fringe nesse princípio de Fall Season. Agora, episódio inédito apenas em 13 de janeiro de 2012, data da exibição de Back to Where You’ve Never Been. A esperança é que saiam alguns vídeos promocionais do episódio, para apaziguar nossa sede por novas teorias.

Wallflower foi um episódio diferente de And Those We’ve Left Behind. Se esse episódio foi ótimo, cheio de conexões e novas revelações, aquele foi bem menos emocionante, e sem grandes surpresas. Mas com um senhor cliffhanger no final.


A trama foi centrada em Olívia, ou quem quer que ela seja. Sobre como é difícil pra ela fazer conexões com outras pessoas, sentir as coisas de um modo “normal”. Aí surge o grande questionamento do episódio: o cortexiphan ministrado na infância – e recentemente – alterou a forma como Olivia sente? E mais. Que tipo de habilidade os testes deram à loira?

E o caso da semana, do U-Gene, ou Eugene, teve bastante relação com o drama de Olivia. Ambos sentem-se, de certa forma, deslocados do ambiente em que vivem. Sentem-se diferentes e, por isso, menos importantes do que o são na realidade. E esse sentimento de “abandono”, ou rejeição, é que fez Eugene sair matando pessoas. Para tornar-se iguais aos demais, ser visto e lembrado. Olivia continuará sua luta para encontrar “seu lugar no mundo” – que ela está começando a crer que é ao lado de Lee. Eugene encerrou sua jornada. Feliz, por ter sido visto e notado pela mulher amada.

Quando Olivia ofereceu ajuda à Eugene, ele disse que só receberia essa ajuda por que os militares teriam algum interesse nele. E isso abre brecha para perceber que o caso é o mesmo com Nina Sharp. As intenções dela em manter Liv por perto não foram as melhores, ao que tudo indica.

Pra mim, o mais relevante do episódio foi perceber que nesse universo – seja ele o A remodelado, ou um C – a Massive Dynamic também tem “o rabo preso”, e que Nina Sharp não é a mãe substituta carinhosa e ideal. A partir de agora, creio que cada vez mais a MD vai ser relacionada aos casos, como a causadora dos problemas enfrentados pela divisão Fringe.

Outro que ganhou bastante destaque no episódio foi Lee. Ele está tentando encontrar uma forma de viver na nova cidade, adaptar-se aos casos com os quais tem trabalhado. Gosto da interação de Lincoln com Peter, acho que eles têm funcionado bem juntos. E, embora goste mais de Lee a cada episódio, ainda acho que o destaque que ele tem recebido nessa temporada é muito grande. Poderia ser menor.

Agora, vamos aos coadjuvantes do episódio.

Peter tem uma babá. Apesar de ter auxiliado a divisão Fringe, ele continua sendo tratado como um evento Fringe. Isso o desgosta um pouco, mas seu maior foco é descobrir como voltar pra casa – e shippar Olivia com Lee, inclusive dando dicas fashion pro “concorrente”.

E aqui chego em um ponto que muito tem me incomodado. Nós tínhamos certeza de que as coisas tinham mudado. Só que boa parte da audiência acreditava que as alterações produzidas no Universo A eram um mero reflexo da ausência de Peter. A tese do universo C ganhou força após a percepção, por parte de Peter, de que havia retornado para o local errado, e aquele não seria “o seu universo”. E Peter continua com a mesma convicção. Contudo, a opinião dos fãs divide-se cada vez mais, e algumas pessoas abandonaram prontamente a tese do universo C, ainda que não saibam explicar o porquê desse abandono (será que a utilização excessiva da cor azul nas cenas realmente quer dizer alguma coisa?). Estou achando tudo muito confuso, e o nome do próximo episódio não ajuda a clarear minhas ideias. Enfim, são muitas dúvidas, muitas falhas no meu raciocínio. Espero que com os novos elementos que serão introduzidos nos episódios seguintes, as coisas se tornem um pouco menos complexas.

Outro que fez apenas uma “participação especial” no episódio foi Walter. Pela 1ª vez em muito tempo tivemos pouco de Walter. Muito pouco. Estávamos todos acostumados com John Noble dando show, semana após semana, que preciso confessar que senti falta das loucuras e surtos do cientista maluco. Mas é bom dar um “descanso” pra imagem de John. Assim, quando ele voltar aos surtos costumeiros, eles serão ainda mais deliciosos e impactantes.

Astrid continua como coadjuvante. Gostava muito mais da interação da agente no laboratório, diretamente com Walter. Embora ache interessante a proposta dela sair a campo, não consigo compra-la. Sinto falta da relação de companheirismo entre Walter e Astrid. Embora haja alguns vislumbres de amizade nessa nova realidade, passa longe do relacionamento fofo que os fez entrar nessa lista.

O glyph code da semana foi David. E, mais uma vez, as teorias sobre o código são muitas. Tem gente relacionando com os códigos das semanas anteriores, e apostando no retorno de um personagem da 1ª temporada. Prefiro ficar com a palavra isoladamente. David, em hebraico (a origem do nome) significa querido, amado. E, de certa forma, vários personagens demonstraram a necessidade de serem queridos nesse episódio, especialmente Eugene. Então, vou ficar com essa opção de interpretação, embora não descarte nenhuma outra.

Por todos esses motivos, achei Wallflower um episódio mediano. Longe de ser ruim, mas a milhas e milhas de me empolgar. O que me empolgou? A promo do próximo episódio! Que esse 4×08 seja maravilhoso, como foi o 3×08 (Entrada, um dos meus favoritos). Sei que é pedir demais, mas um fã pode sonhar. Até janeiro, pessoal!  

P.S.: A audiência do último episódio do ano foi de cerca de 2.88 milhões de espectadores. Não, você não leu errado. É isso mesmo. O desespero pelo cancelamento do seriado, mais uma vez, tomou conta dos “Fringemaníacos”. Mas, para acalmar o coração dos fãs, a Warner Bros, produtora da série, anunciou que ainda é cedo para dar o seriado como cancelado, já que o retorno com Fringe vem de outras formas. Agora, é esperar pra ver, torcendo.

Fringe – And Those We’ve Left Behind

Data/Hora 16/11/2011, 10:01. Autor
Categorias Reviews


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Série: Fringe
Episódio: And Those We’ve Left Behind
Temporada:
Número do Episódio: 4×06
Data de Exibição nos EUA: 11/11/2011

O dia em que Fringe voltou a ser Fringe. And Those We’ve Left Behind foi um ótimo episódio. Confirmou muitas teorias que vagavam por aí. E mais, lançou uma nova safra de dúvidas loucas para serem respondidas.

Muita gente, desde a premiere, defendia que estávamos vendo um lado C em Fringe. E afirmavam isso com base na nova cor da abertura, nas mudanças que eram jogadas na nossa cara. Confesso que relutei em embarcar nessa idéia genial. E, assim como muitos outros, procurei explicações para as mudanças no lado A na inexistência de Peter. Justifiquei os detalhes e as grandes modificações no fato do observador September ter apagado Peter da linha do tempo.

E agora, quando Peter se deu conta de que está no lugar errado, a teoria do lado C se confirmou. A serenidade de Peter, que eu tanto critiquei, foi determinante para que ele pudesse observar tudo e chegar à conclusão de que não voltou para o local certo. Ou seja: todas as diferenças que apontamos no lado A não são detalhes que mudaram em virtude de Peter nunca ter existido. As diferenças são fruto de estarmos vendo um mundo completamente diferente. E, apesar dos sinais terem sido bem evidentes, muita gente nem suspeitou.

Pronto, uma das grandes indagações da temporada foi respondida. Vemos o lado C, e isso é fato. Mas, como todo mundo sabe – e o que torna Fringe ainda mais excepcional – é que cada certeza construída gera milhares de incertezas. Então, agora, entro no terreno das especulações. Se o que vemos desde a premiere é o lado C, o que está acontecendo no A? Walter e Liv lembram de Peter, e estão atordoados com o seu sumiço, tentando encontrá-lo? E aquele “sonho” do início do episódio, é só um sonho, ou é uma espécie de visão do lado A? De um futuro no lado A? Como se fosse Olivia mostrando para Peter o que eles deveriam estar vivendo, e não estão por que Peter está perdido por aí? Agora que sei que o que vemos não é a realidade que estávamos acostumados a observar, me dei conta que sinto saudade de Liv, Walter e Astrid. E quero vê-los, em breve.

Mais especulações. O lado B, que apareceu em Neither Here Nor There e One Night in October, é o lado B mesmo? Eu, pessoalmente, acho que os vislumbres do lado B que vimos nesses dois episódios são visões de um lado D, na verdade. Reconheço que existem muitas similaridades de história com o lado B, como o fato do hot Lee ser apaixonado pela Olivia de lá. E da aparência das pessoas ser a mesma. Mas também lá vimos alterações importantes, como o fato de Broyles estar vivo. E, principalmente, acredito na tese do D por “Bolivia” não ter deixado transparecer, em nenhum momento, quando em contato com os habitantes do C, que estranhava alguma alteração. E mais, sabemos que ela passou algum tempo no C, pelos relatos do Walter. Então, creio que alguma dica teríamos. Enfim, se tivemos essa dica, eu deixei passar.

Agora, a pergunta que não quer calar: como Peter vai retornar para o seu lugar nesse mundo de universos infinitos? Creio que tem relação com a capacidade, ainda não explicada, que ele tem de alterar as linhas temporais. E é aí que entramos no magnífico caso do episódio.

A chegada de Peter tornou possível que Raymond Green, baseado nas equações da mulher, fizesse uma espécie de câmara temporal funcionar. A tentativa de Green era voltar quatro anos no tempo, de forma definitiva, e, assim, viver feliz ao lado de Kate, que havia sido acometida por Alzheimer. Só que esses retornos no tempo causaram danos, já que fizeram com que passado e presente se misturassem de forma perigosa. Passado e presente, coexistindo. Passado interferindo no presente. E colocando as pessoas do presente em risco.

Kate conseguiu chegar à equação que permitiria a volta no tempo. Mas “apagou” a mesma, para impedir que o marido a usasse. Isso por que, segundo a mesma, existem coisas que devem permanecer na teoria. E Walter – a versão de qualquer dos universos – sabe disso muito bem.

Pelo destaque que essa questão temporal tem recebido na temporada, creio que ela é a chave para o retorno de Peter. Mas ainda não sabemos como ele causa – ou se relaciona – com esses saltos temporais, ou altera as linhas do tempo. E, nesse ponto, surge mais um questionamento: quando Peter retornar para o A – porque é fato que ele retornara, nem que seja no último episódio da temporada – ele voltará após uma certa passagem de tempo, ou retornará no exato momento em que desapareceu, em The Day We Died, graças a sua habilidade de dobrar as linhas temporais? Perguntas e mais perguntas, e uma mais descabida que a outra.

O glyph code da semana foi LIVING. E, sozinho, ele suscitou mais discussão do que uma temporada inteira de Lost (eu estou exagerando, é claro. Mas nem tanto). Para alguns, o code deve ser adicionado ao da semana passada, aí teríamos Still Living. Um sinal que, embora perdido, Peter “ainda vive”. Outros levantaram a bandeira de que isso significaria que Bell ainda vive no mundo C, mas confesso que não consegui seguir esse raciocínio. Para outros, living deve ser visto isoladamente. E faço parte dessa corrente. Assim, living teria relação com a recente descoberta de Peter, que deve partir em busca de sua vida, do seu mundo.

E, assim como C-Olivia, espero que ele volte para os seus, em breve.

Semana que vem vai ao ar Wallflower. Quem quiser spoilers, clique aqui. Depois, episódio inédito só em 13 de janeiro. ____ (insira aqui o nome da emissora americana que exibe Fringe), eu odeio você.

P.S.1: Stephen Root e Romy Rosemont estiveram ótimos como Raymond e Kate. A título de curiosidade: os dois são casados.

P.S.2: campanha Save Fringe urgente. 3,03 milhões de espectadores? Podemos começar as despedidas, infelizmente.

P.S.3: gostei da interação de Peter e Olivia. Agora que Peter sabe que ela não é a sua Olivia, e que não foi esquecido por ela, as coisas estão mais leves entre os dois. Creio que a parceria pode render bons momentos.

P.S.4: Walter é genial. Só tenho a dizer: Espiral de Fibonacci e Arreio Faraday de Walter Bishop. Sem mais.

Grey’s Anatomy – Dark Was the Night

Data/Hora 13/11/2011, 23:51. Autor
Categorias Reviews


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Série: Grey’s Anatomy
Episódio:  Dark Was the Night
Temporada:
Número do Episódio: 8×09
Data de Exibição nos EUA: 10/11/2011

Escrever essa review não foi fácil. Primeiro, por que queria tentar pelo menos chegar ao nível que o episódio merece, missão na qual falhei. Segundo, por que depois dessa, só em 2012. É, isso mesmo. O próximo episódio de Grey’s Anatomy vai ao ar em 05/01/2012. Até lá, seguramos o coração na mão, esperando pelo desfecho de todas as histórias iniciadas, continuadas ou terminadas em Dark Was the Night.

E teve muita história nesse episódio. Alguma feliz? Não, nenhuma. Ou, se teve, passou batido. Por que a dor preponderou. O desespero e a angústia, tomaram conta do campinho. E todos nós sabemos que em se tratando de dor, desespero, angústia e morte – sim, infelizmente – Shonda Rhimes é a dona da bola.

Derek e Meredith estão bem como casal. Finalmente, Derek perdoou as atitudes da esposa. Eles estão bem. E é fato Shonda nunca deixa os momentos felizes do casal serem muito longos. Por isso Janet não recebeu o telefonema do Tribunal. Por isso Meredith acha que Zola nunca mais voltará aos seus braços. Por isso Mer disse para Derek que não quer outra criança, já que perderam a deles. Por que Shonda precisa lançar essa nuvem negra sobre o casal toda vez que os sorrisos ultrapassam as lágrimas. Mas eu ainda acredito que, quando Grey’s retornar, Zola também retornará. Sim, eu tenho esperança que, após um mês e meio de espera, Shonda nos presenteie com o retorno da menininha aos braços dos pais, numa espécie de grito “Ei, não sou tão má quanto vocês pensam!”. Estou me iludindo? Provavelmente.

Derek sofreu com a “perda” de Zola. Mas, mais do que isso, ele sofreu com a possibilidade de ser culpado por Meredith, assim como ele fez com ela. Culpado por querer a filha que ela “nunca quis”. Culpado por perdê-la. Achei lindinho ele confessando que não suportaria perder a mulher de sua vida (desculpe-me, Addison). Pausa feliz: fofo o Mark dizendo que Mer e Der podem entrar no rodízio de Sofia. Afinal de contas, a menininha vive feliz com 3 pais, dois a mais não fariam muita diferença. Volta ao drama: Derek sofreu ainda mais, na sequência, ao saber que a esposa estava no meio do nada, em uma ambulância prestes a explodir. Tensão pura quando caiu a ligação, após Derek, Arizona e Mark escutarem os barulhos da batida.

Preciso dizer que achei a cena da ambulância muito interessante. Karev e Meredith sendo chacoalhados em câmera lenta, e a tensão pela explosão eminente do veículo. Fiquei aflita, de verdade. E, mesmo quando vi que os dois estavam bem, pegando a bebê para sair da ambulância, continuei esperando pela explosão. Eu achei que Meredith sairia, mas a explosão aconteceria antes do Karev descer. Sim, Shonda me enganou bonito. Nunca imaginei que Mer e Alex encontrariam outros pacientes quando saissem da ambulância.

Relendo o que escrevi acima pensei: “nossa! Só aí já foi drama para um episódio inteiro”. Mas vimos muito mais.

Teve o drama da Callie (e do Avery), do parafuso solto dilacerando o coração da paciente. Drama que envolvia o marido e o filhinho da azarada paciente. E que acabou envolvendo Teddy. Teddy, que acabou o episódio trabalhando, feliz pelas boas notícias recebidas acerca da cirurgia do marido. Teddy, que acabou o episódio enganada por Owen, seu ex melhor amigo (e concordo com Weber, não havia como ser diferente. mas nem por isso se torna menos doloroso).

E avisei. EU AVISEI. Tentei preparar o coração de vocês para o drama maior que se aproximava. Mas confesso que nem eu estava preparada. Não havia lido spoilers quanto ao tema, e achei – de verdade – que Henry não morreria. Me enganei.

E já que estamos no meu momento de confissões, preciso dizer que a morte em si não me abalou tanto. Mas sim a forma como ela se deu, o contexto envolvido.

Henry (R.I.P) morreu feliz. Animado, entusiasmado. Se há um estado de espírito melhor para morrer, acredito que seja esse. Ele viveu mais do que esperava. Ele viveu mais do que nós esperávamos (por mais que nesse momento o sentimento seja outro). Ele viveu mais do que estava no script.

O maior problema foi as consequências que essa morte vai trazer para a trama. E não serão poucas, tenham certeza. Weber, aos olhos de Teddy, será o responsável direto pela morte, já que incluiu o seu marido em uma pesquisa experimental? Ou seria Bailey, que deu continuidade nos estudos e falhou em descobrir as causas para as falhas no dispositivo implantado em Henry? E como será que Teddy reagirá ao saber que Owen mentiu para ela, para que ela continuasse operando mesmo após a morte de Henry? E Cristina, sairá ilesa de toda essa confusão? E, principalmente, como Teddy conviverá com a culpa de não estar ao lado do marido e ter jogado um balde de água fria nos planos dele fazer medicina? (Sim, Shona é do mal. O casal passou meses bem, e Henry morreu após a primeira briga). São muitas perguntas. Vocês acreditam que pelo menos uma resposta será positiva? Eu temo que não.

Quanto à Cristina, creio que os desdobramentos podem ser bem negativos. Torço pra que ela não reaja como após a operação do Derek. E realmente acho que Shonda não vai repetir plot assim (opa! Ela acabou de repetir plot. Retiro o que disse). Mas acho que o fato de ter operado sem saber da identidade do paciente vai abalar o relacionamento dela com Owen. E vou até mesmo me decepcionar se não for assim. Por que eu partiria pras vias de fato, com certeza. Por mais “máquina” que Cristina seja, ela não merecia esse tratamento do próprio marido.

Já escrevi demais, e tenho a impressão de que ainda está faltando algo. Faltando algo aqui na review. Por que em Grey’s tem sobrado. Depois da 6ª e da 7ª temporadas, que considero fracas, já tinha perdido a fé no retorno dos tempos áureos de Grey’s Anatomy. Mas, para a alegria geral do fandom, eles estão de volta. E creio que voltaram para ficar!

Até janeiro, pessoal.

P.S.: a audiência de Dark Was the Night foi a melhor da temporada. A melhor desde o evento musical. E, se desconsiderarmos Song Beneath the Song, a melhor desde fevereiro deste ano. Shonda merece.

New Girl – Cece Crashes

Data/Hora 12/11/2011, 15:19. Autor
Categorias Reviews


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Série: New Girl
Episódio: Cece Crashes
Temporada:
Número do Episódio: 1×05
Data de Exibição nos EUA: 8/11/2011

Essa semana, excepcionalmente, farei a review de New Girl. Mas não se desesperem. A Clara estará de volta na semana que vem!

A boa notícia da semana: acho que Elizabeth Meriwether acertou o tom. Em Cece Crashes tivemos cenas fofas e cenas engraçadas. Na mesma medida. Acho que isso que fez dele um episódio tão bom. Cece chegou ao apartamento de Jess e dos meninos. E, com ela, muita “confusão”.

Aliás, confusão que já estava instalada antes mesmo da chegada da bela amiga da espevitada Jess. O que foi aquela cena na sala? Schmidt de quimono e Winston colocando “papel toalha” pelo corpo. Alguém aí acredita que isso realmente acontece, em lugar algum do mundo? Pessoalmente, prefiro as cenas “engraçadas mas reais”. Acho que não há necessidade de apelar pra essas situações totalmente esquisitas pra fazer rir, mas sei que tem quem goste.

Cece chegou, e a normalidade voltou ao lar. E, como vocês sabem, a normalidade pode ser bem incomum quando Jess e seus roommates estão presentes.

Schmidt assediou Cece o episódio inteiro. Nós já sabíamos que seria assim, mas nem por isso foi menos legal de se assistir. Aliás, Schmidt é um caso a ser estudado pela ciência. Dos 3 roommates, ele o mais irreal e insano. E, apesar de eu não curtir muito esse apelo “idiota”, preciso confessar que ri muito com ele em Cece Crashes. É a cara de Schmidt ter pavor de um gato criado por pássaros – o que o torna potencialmente perigoso. Assim como tomar sol no terraço para impressionar a hospede e sair todo queimado, sair “patinando” da sala ou falar coisas totalmente random para ilustrar o seu amor pela Índia. Ou, ainda, fazer abdominais pendurado de cabeça para baixo, até praticamente desmaiar. Mas o que melhor ilustra a personalidade do “branquelo” é fingir falar ao telefone, ressaltando sua performance sexual, e receber uma ligação no meio do processo. Boa, Winston.

E, por falar em Winston, acho que ele ainda não encontrou seu lugar no grupo de amigos. Mas já está mais próximo disso. Acho que o problema com o personagem é que ele flutua entre momentos de “normalidade” e de “insanidade”. Ou seja, ainda não há uma personalidade definida, o que faz com que a gente não tenha algo em que se apegar. E acho que isso se deve às posições bem marcadas ocupadas por Nick (a “normalidade”) e por Schmidt (a “insanidade” completa). Mas ele chega lá, eu espero.

Mas, além de atormentar Schmidt e Winston, Cece teve outro papel no episódio: abrir os olhos de Jess quanto a um possível envolvimento dela com Nick. E daí nasceram cenas super engraçadas (e possíveis) e fofas.

A primeira delas foi aquele flashback com o pobre menino Eduardo. Aparentemente, é difícil para Jess acreditar que alguém tem interesse nela quando a amiga está por perto. Mas a cereja do bolo foi a conversa entre Cece e Jess, sobre a forma como Nick fala seu nome e sobre o fato dos pés de Nick apontarem para Jess quando ele fala com ela. Foi essa conversa que possibilitou a cena da farmácia, com Jess tentando não apontar os pés dela para Nick. Ri demais. E depois, quando Nick resolve comprar a rosa para Jess e ela, não suportando a pressão, sai correndo em meio ao engarrafamento, foi outro tanto de risada (a propósito, ela não usa papel higiênico? Como assim?). Tadinho do Nick, ficou sem entender nada.

Pro final do episódio, ficaram reservadas as cenas mais fofas. Depois do comportamento estranho durante o dia, Jess e Nick compartilharam o banheiro. Foi de uma fofura sem tamanho os dois conversando enquanto escovavam os dentes – com os pés apontados um para o outro. Então, preciso perguntar: tem alguém aí que não está shippando Jess e Nick com força? Por que preciso da “receita” pra me manter imune a esse tipo de cena.

E Cece (que é uma legítima troll, quem diria…), depois de passar o dia todo perturbando o já perturbado Schmidt, resolveu dar uma chance ao moço, e deixou ele dormir na própria cama – com direito à mãos dadas e tudo. A pergunta que não quer calar, na qual faço coro com Winston: eles estavam na mesma cama, e Schmidt ligou para o amigo para “contar vantagem”. Sério?! Isso é tão Schmidt!

Semana que vem teremos o 1° episódio de Ação de Graças de New Girl, com a participação de Justin Long. Curioso? Então clique aqui, aqui e aqui (cuidado, você assistirá quase metade do episódio…). Diversão garantida!

Castle – Heartbreak Hotel

Data/Hora 09/11/2011, 19:21. Autor
Categorias Reviews


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Série: Castle
Episódio: Heartbreak Hotel
Temporada:
Número do Episódio: 4×08
Data de Exibição nos EUA: 7/11/2011

Todos nós sabemos que nem só de bons episódios se faz uma temporada. E que praticamente todos os seriados apresentam um que outro episódio filler eventualmente. E Heartbreak Hotel se encaixou perfeitamente em ambas as categorias. Além de ser um filler, não foi um bom episódio. Até teve seus momentos, mas não foi bom.

E acho que o fato de não ter sido bom foi o distanciamento entre Kate e Castle. Depois de Cops & Robbers e de toda a proximidade entre a dupla, os dois mal se cruzaram nesse episódio. O resultado disso: alguns momentos engraçados durante o episódio. Nada mais.

A morte de um dos donos de um cassino dividiu a equipe. Enquanto “os garotos” foram pra Atlantic City, Beckett ficou em NY com Iron Gates.

Em NY, Beckett precisou provar para Gates que é uma policial ainda melhor sem distrações (a.k.a. Castle) por perto. Mas, sinceramente, não vi muito disso. Por que, e corrijam-me se eu estiver errada, praticamente todas as informações importantes pro caso foram conseguidas no “playground da América”. O mais engraçado, falando em NY, foi o comportamento de Gates. Deu pra ver que ela entende perfeitamente o que se passa entre Beckett e Castle, e que, a sua maneira, ela até mesmo shippa o casal. Mas, apesar de confiar na sua detetive, a capitã ainda não confia no “intruso” Castle. Creio que, depois desse episódio, Gates passará a confiar um pouco mais no escritor. Mas não acredito em uma aproximação amistosa imediata.

Se as coisas em NY foram meio chatas, não posso dizer o mesmo dos acontecimentos de Atlantic City. Claro, era óbvio que a diversão acompanharia Castle, que parecia uma criança em uma loja de brinquedos. A empolgação dele com o ambiente do cassino era quase contagiante. Os momentos “Rei do Rock” do nosso escritor preferido foram ótimos. A cena dele sendo arrastado pelos seguranças do cassino até a sala do dono, que o ameaçou com um taco de beisebol, foi hilária. Mas, não podíamos esperar nada menos do que cenas divertidas em se tratando de Castle em um ambiente desses.

Sobre o caso, preciso confessar que achei interessante. Foi cheio de reviravoltas, envolveu desvio de dinheiro, brigas, sequestros e até um namoro bonitinho. Só que, embora tenha achado inesperado, não gostei do final. Vai entender…

Momento pena: alguém mais teve dó de Esposito nesse episódio? Levou bronca de Lannie, não foi escolhido como padrinho de Ryan e não fez sucesso como Elvis. Que dó, que dó, que dó!

Pra finalizar, sabem do que gostei de verdade? De Alexis. Achei divertida a forma como ela tentou esquecer o rompimento com Ashley. Ela tentou ser diferente, menos certinha. Fazer coisas que não fazem parte de sua personalidade. Mas, no final das contas, a “boa e velha” Alexis retornou, colocou um final na festa e correu para esconder as evidências de seu “deslize”. Bem engraçado!

Semana que vem não tem episódio inédito. Castle retorna dia 21/11, com Kill Shot, que promete muito. Quer saber por quê? Então, se quiser colocar sua sanidade em risco, novamente, assista a promo. Até mais!

Fringe – Novation

Data/Hora 07/11/2011, 23:19. Autor
Categorias Reviews


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Série: Fringe
Episódio: Novation
Temporada:
Número do Episódio: 4×05
Data de Exibição nos EUA: 4/11/2011

Foi uma espera de três semanas, já que foram duas sextas sem episódio. Três semanas esperando para descobrir como ficariam as coisas após o retorno de Peter, já que ele lembra-se de tudo e todos, mas ninguém recorda dele. E a espera é o principal motivo da minha decepção com o episódio. Esperava muito mais. Bem mais.

Sempre costumo dizer que expectativa é uma droga. Ela estraga as coisas. Geralmente o tamanho da decepção é proporcional ao tamanho da expectativa. Com Novation, pra mim, foi assim. Minha expectativa era grande, logo a decepção também foi. E eu explico o porquê. Clique aqui para continuar a leitura »

Grey’s Anatomy – Heart-Shaped Box

Data/Hora 05/11/2011, 18:27. Autor
Categorias Reviews


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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Heart-Shaped Box
Temporada:
Número do Episódio: 8×08
Data de Exibição nos EUA: 3/11/2011

O poder de um coração em uma caixa. O poder de laços invisíveis, que, mesmo após muito tempo, continuam regendo os relacionamentos. O poder das nossas escolhas, e o efeito que elas têm sobre nossos destinos. Heart-Shaped Box foi sobre isso. Sobre isso, e muito mais. E foi bom? Foi ótimo. Mais um episódio pra coleção de “bons e leves” dessa oitava temporada.

Meredith e Derek voltaram a ser um casal. Com C maiúsculo. Eles pouco apareceram juntos no episódio. Mas as cenas entre eles, de fofura na cama, e falando sobre a Zola, foram suficientes para os corações shippers baterem acelerados. E, embora não tenham tido muitas cenas em comum, Mer e Der tiveram bastante destaque no episódio.

Adorei o plot de Derek. Sim, todos nós sabemos que ele é meio arrogante e insolente. A alcunha “Deus da Neuro” não veio de graça. Só tenho medo que, nessa onda de operar apenas casos para os quais os outros neurocirurgiões disseram não, ele “mate” muita gente e acabe ficando em crise, como aquela famosa da quinta temporada. Mas enfim, é uma nova história pra Derek, já que seus planos de “livrar o mundo do Alzheimer” fracassaram. E creio que pode ser uma história bem interessante.

Além do mais, estou gostando bastante da parceria entre Lexie e Derek. Eles fazem um bom time juntos. A “mini-Grey” é bastante obstinada, e tem a competência necessária pra acompanhar o arrogante atendente. Vai ser interessante ver como Lexie vai se comportar, principalmente se muitos pacientes morrerem, já que ela é bem emotiva.

E já que estamos falando em Lexie, preciso dizer que amei o caso neurológico da semana. No final do episódio, quando Lexie, já solteira, diz para a escritora que Kate deveria escolher Nathan e não Alexander, me deu a maior pena. Por que ela estava claramente fazendo uma referência à sua própria situação. E quando a autora responde que Nathan não é o problema, mas sim Kate, que não consegue amá-lo, quase fui às lágrimas junto com Lexie. Ela tentou amar Jackson, íntegro e honesto como Nathan. Totalmente “amável”. Mas, por melhor que Avery seja, o coração dela pertence à Sloan. Não tão confiável (ele já a decepcionou muitas vezes), talvez não tão honesto. Mas a escolha do coração de Lexie.

Aproveitando o gancho, preciso dizer que a postura final de Avery me agradou. E daí que ele precisou “ouvir” o coração batendo em uma caixa para de encorajar? Foi triste ver ele escolhendo Sloan? Sim. Mas era mais triste ainda que ele optasse por continuar em um relacionamento fadado ao insucesso, no qual ele claramente iria sobrar. Então, escolher Mark foi o mais acertado.

E, falando em Mark… foi hilário o comportamento do líder do “Pelotão das Plásticas”. Achei bonito que ele, pela primeira vez, está desejando ensinar. Mais que isso, está gostando de transmitir seus ensinamentos. A conversa dele com Derek foi hilária. Adorei como Shonda tratou esse triangulo amoroso, invertendo a ótica dele nesse episódio. Agora, Lexie que está sobrando. Avery e Sloan estão em lua de mel, e creio que virão muitas cenas legais entre eles por aí.

Resta saber como vai ficar a situação do outro vértice do triangulo. Como Lexie lidará com a situação. Ela e Mark irão se reaproximar, em breve? E, em caso afirmativo, como ficará o “Pelotão das Plásticas”? Enfim, muitas questões a serem respondidas.

O outro caso do episódio também chamou a atenção. E nem poderia ser diferente. Um O’Malley de volta ao Seattle Grace. Ou melhor, uma O’Malley. Louise, a mãe de George, voltou pra mexer com os sentimentos de todos. Ou, pelo menos, dos mais chegados ao seu filho, e daqueles ligados à morte de seu marido. Bailey ficou bastante mexida. Afinal de contas, como ela mesmo disse, George era seu favorito. Meredith também ficou bastante envolvida. É, ela era a favorita de George, e nós todos lembramos disso. E, no final das contas, Louise foi a responsável por uma certa reaproximação entre Miranda e Meredith. Achei lindo.

Callie foi outra que se viu no meio da situação, e teve que lidar com a questão “como contar para minha ex-sogra católica que casei com uma garota”? No final, deu tudo certo. Louise ficou feliz pelo nascimento de Sofia. Na realidade, creio que ela estava feliz por estar de volta, perto de pessoas tão importantes para o filho.

Sim, foi inevitável lembrar das 1ªs temporadas do seriado. As lembranças viriam, naturalmente. Mas Shonda nos ajudou, relembrando o episódio da sífilis, o evento da operação no elevador. Aí lembramos da morte do “Papai O’Malley”, e de todo o sofrimento e reviravoltas que ela causou na vida do filho. Lembramos da morte de George, e de todas as cicatrizes que ela deixou em todos. Sim, a aparição da Mamãe O’Malley me deixou sentimental. E quase fui às lágrimas quando Alex abre o jogo e diz que não gosta de pensar em O’Malley porque ele lhe lembra Izzie, e que lembrar da ex o machuca. Nós entendemos, Karev. Lembrar de Izzie, nos seus mais gloriosos tempos, machuca a quase todos. Enfim, a presença de George foi quase palpável.

E Karev, ah, o Karev. O solitário Alex. O abandonado Alex. Sim, ele carrega muitos traumas. E isso moldou sua personalidade. Por isso fiquei tão feliz quando ele escutou a “concorrente” pela bolsa da pediatria confidenciando que ela estava em desvantagem, já que Arizona passou o tempo todo falando do “cara das crianças da África”. Sim, Karev. Você tem uma atendente que prefere você. E nós todos ficamos muito contentes com isso.

Cristina, assim como Avery, ouviu o coração batendo na caixa. Finalizou sua lista de “desejos cirúrgicos”, e foi aprovada pelo Chief. Com a realização dessas cirurgias, e com uma certa disputa entre Yang e Weber, creio que nossa bad ass estará de volta. Comemoremos!

Por fim, preciso falar de Teddy e Henry. Geralmente não gosto muito de Teddy. Também não desgosto dela. Pra mim, ela é apenas mais um personagem de Grey’s. Mas acho que, nessa temporada, ela tem tido mais destaque, e vai bem. Tanto “profissional quanto pessoalmente”. Nesse episódio, ela deixou pra trás o papel de esposa neurótica, assumindo o papel de esposa “bitch”. Por que sim, o papel dela foi evidenciar o quanto ela é bem sucedida, e podar os sonhos de Henry de cursar medicina. O sonho dele foi meio irreal. Sim, até certo ponto. Mas ela podia ter agido de forma bem diferente.

No final do episódio…. drama. Estava demorando. Essa temporada estava leve demais. Henry cuspindo sangue?! Socorro. Medo! Será que o “paciente regular” do elenco de Grey’s vai seguir o exemplo de seu antecessor Denny Duquete? Será que as previsões vão se cumprir?

E você está achando que o drama acabou aí? Ledo engano. Vem MUITO drama por aí. Você acha que eu estou exagerando? Então clica aqui. E boa sorte esperando a próxima quinta-feira!

P.S.: no episódio de Castle dessa semana, Rick mencionou o Dr.  Shepherd. Em Grey’s Anatomy, os personagens do triângulo amoroso que abalou Lexie eram Kate, Nathan e Alexander. Não sei se foi proposital, mas que lembrou Castle, lembrou!

Castle – Cops & Robbers

Data/Hora 02/11/2011, 18:54. Autor
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Série: Castle
Episódio: Cops & Robbers
Temporada:
Número do Episódio: 4×07
Data de Exibição nos EUA: 31/10/2011

Estávamos todos ansiosos por Cops & Robbers, 7° episódio da temporada de Castle. Àqueles “aficionados” por spoilers, os vídeos promocionais ficaram com o coração na mão – e com um sorriso no rosto. E até mesmo aqueles que preferiram não se arriscar, em busca de dias tranqüilos e menos surtantes, certamente tinham altas expectativas em relação ao episódio. E, como vocês sabem, episódios que envolvem grandes expectativas, geram ou amor ou ódio. Em qual lado do muro estaria Cops & Robbers?

Do lado do amor, obviamente. Foi amor puro. Muito amor. Amor em demasia. E não estou me referindo apenas ao amor entre Castle e Beckett não. Estou me referindo ao amor que todos nós, fãs, estamos sentindo por Marlowe e companhia. Dos sete episódios já exibidos nessa 4ª temporada, achei cinco ótimos. Dos dois restantes, desgostei apenas de um (Head Case). E sei que boa parte dos fãs gostou de todos. Então, repetindo os elogios que fiz na temporada passada, preciso ressaltar a regularidade de Castle. Uma série que se nivela por cima.

E por que digo isso? A promo e os sneeks de Cops & Robbers já haviam entregado o plot do episódio: Castle e Martha seriam feitos reféns em um assalto a banco, e a missão de Kate seria libertá-los. Mas, ainda assim, o episódio foi bastante surpreendente. E que série consegue “entregar o ouro” antecipadamente e ainda assim manter os espectadores sem piscar durante mais de 40 minutos? Poucas, certamente.

O caso não foi de um simples assalto a banco. Foi um ataque orquestrado por um pai criminoso e abusivo, que queria acesso ao cofre de sua sogra, para localizar a esposa e o filho. O mentor do assalto fez, inclusive, o papel de refém epilético. E o fez muito bem, já que o seu comportamento descontrolado deu um toque de suspense, deixando no ar que em qualquer momento ele poderia surtar e causar a morte de algum dos reféns. Na cena do “ataque epilético”, inclusive, eu tive certeza que Castle seria baleado. Em outros momentos, a minha certeza é que o alvo dos disparos seria a refém grávida. Mas, no final das contas, contrariando meus piores prognósticos, todos os reféns “de verdade” saíram sãos e salvos.

Também foram surpreendentes, de certa forma, os momentos de comédia. Quem imaginou que Martha seria paquerada pelo antes sisudo gerente do banco? Inclusive, eles trocaram contatos no final do episódio. Será que veremos, em breve, Martha de namorado novo?

Mas sabe o que me surpreendeu, de verdade? A ausência completa de abraços e/ou beijos. Tá, ok. Sei que a expectativa por um beijo era produto da minha mente shipper descontrolada. Inclusive quando eu alardeava “vai ter beijos em Cops & Robbers”, uma amiga prontamente repelia a ideia. Mas um abraço era até mesmo previsível. E não aconteceu. Isso significa que o episódio não teve momentos shipper, ou deixou menos evidente o enorme amor entre Castle e Beckett? De forma alguma.

Isso por que o episódio foi recheado de momentos fofos. Já no início do episódio, quando Castle liga para Beckett, pedindo que ela diga que precisa dele, e a detetive fica com aquela cara de “fui descoberta”, ficou evidente que o episódio seria um episódio de amor. E um episódio do amor de Beckett. Um episódio no qual teríamos noção da intensidade do sentimento dela por ele. Sei que ninguém esperava que Beckett fizesse menos que o impossível para salvar o escritor. Mas o comportamento de Kate foi bem marcante. Ela temeu fazer a negociação com os ladrões, por falta de conhecimentos técnicos. Mas quando teve que aceitar o papel, submeteu-se às ordens do responsável pela operação, para não prejudicar as negociações. Quando viu que a estratégia estava falhando, deu o recado para o líder dos “médicos”: caso algo acontecesse, ela mesma meteria uma bala na cabeça dele (em tempo: Stana kick ass! A atriz esteve perfeita no episódio). Kate aceitou os riscos e se ofereceu para, passando-se por paramédica, entrar no banco. Tudo para ter contato com Castle, e tentar ter um panorama mais real da situação. E os olhares entre ambos, nessa cena, foram um show a parte.

Kate ainda enfrentou uma certa “birra” de Alexis, que estava um pouco resistente à detetive no começo do episódio. E passou pelo pânico da explosão da bomba, sem saber se os reféns haviam morrido. No final do episódio, Beckett foi “aceita” pela família de Castle, em uma cena que indica como pode ser a tônica do relacionamento de Beckett com Martha e Alexis quando ela e Castle finalmente estiverem juntos. O abraço de Martha na detetive foi lindo, demonstrou afeto verdadeiro. E todas essas foram cenas ótimas, é claro. Mas pra mim (e creio que pra praticamente topo mundo) o ápice de Cops & Robbers foi a cena do “resgate”. O olhar de Castle indicava o “eu já sabia”. Foi como se em nenhum momento da tensa situação ele tivesse deixado de acreditar que sua “parceira” o salvaria. E o olhar de Beckett, de profundo sentimento, indicava o alívio por não ter falhado, por não ter perdido o homem objeto de todo o seu amor. Acho que prendi a respiração enquanto eles estavam um de frente para o outro. Se eu fechasse os olhos, poderia ver o beijo acontecendo naquele momento. Mas, Martha, agindo contra o casal, e contra todos os fãs, clama pela atenção da detetive. Poxa, Martha? Por quê? Não fosse ela uma personagem tão querida, teria entrado para a minha listinha negra.

Mas, embora não tenhamos visto beijo, nem sequer abraços, vimos sentimento de sobra. Pra dar e vender. E isso é suficiente, por enquanto.

Castle também foi um espetáculo a parte. Mesmo em situações de risco ele consegue ser perspicaz e engraçado. Ele assumiu a liderança do grupo de reféns, acalmou as pessoas, enfrentou os assaltantes, fez piada com a situação (as piadinhas com médico foram super divertidas). Percebeu que algo não estava normal, e, mesmo sob a mira de armas, conseguiu se comunicar com Kate e auxiliar nas investigações. Por isso, sua brincadeira no final do episódio não foi mais que uma constatação.

De Esposito e Ryan vimos pouco. Mas, mesmo assim, uma das melhores cenas foi entre eles. É, definitivamente Ryan está cada dia mais Castle Jr.

Outra que não teve tanto destaque foi Alexis. No entanto, ela mostrou a que veio. Interpretou o papel de filha e neta angustiada muito bem. Assim como fez com o papel de namorada desesperada, desamparada e, finalmente, desiludida. Achei ótimo ver Alexis sendo a menina de fibra que conhecemos. O namoro com Ashley já acabou tarde. E sim, nós acreditamos que ela ficará bem, e que sua trajetória dentro do seriado será bem mais interessante a partir de agora, como já foi um dia.

Finalizando, preciso dizer que o brilhantismo de Castle foi agraciado pela audiência. Segundo o TV by the Numbers, em uma segunda-feira de Halloween, o único seriado a não perder audiência foi Castle. Mais que isso. O seriado ganhou mais dois milhões de espectadores. Um presente àqueles que nos agraciaram com um ótimo episódio.

Semana que vem, vai ao ar Heartbreak Hotel. E, para a infelicidade da galera dos comentários, Iron Gates estará de volta. Mas tenho certeza que, ainda assim, todos estão ansiosos pela próxima segunda-feira. Por que será?  

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