TeleSéries
Vídeo – Once Upon a Time – Promo legendada do episódio 1×10: 7:15 A.M.
16/01/2012, 18:36.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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A ABC exibe, no próximo domingo (22/01/2012), nos Estados Unidos, o 10° da temporada de estréia da aclamada Once Upon a Time.
Em 7:15 A.M., um estranho chega à Storybrooke, despertando a atenção de Regina e Emma. E veremos desdobramentos na história entre Snow White/Mary Margaret e Prince Charming/David.
Curioso? Assista o vídeo a seguir, legendado pela equipe Insanos (@inSanosTV) e não deixe de comentar sobre suas expectativas:
Vídeo – Revenge – Promo legendada do episódio 1×13: Commitment
16/01/2012, 18:34.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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Se o final de Infamy foi surpreendente, Commitment promete ser ainda mais. O 13° episódio da elogiada Revenge vai ao ar no dia 18/01, nos Estados Unidos, pela ABC.
E o episódio de fato promete. Assista o vídeo a seguir, legendado pela equipe Maniac Subs (@ManiacSubs) e tire suas próprias conclusões:
Fringe – Back to Where You’ve Never Been
16/01/2012, 13:34.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Fringe
Episódio: Back to Where You’ve Never Been
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×08
Data de Exibição nos EUA: 13/01/2012
Sexta-feira 13. Um dia controverso para os fãs de Fringe. Felicidade pelo nível do episódio, por termos cada vez mais certeza da coerência dos roteiristas, e que coisas interessantes nos aguardam, na sequência. E tristeza pelo iminente cancelamento. Apesar de todos os esforços, e dos fãs terem conseguido colocar a tag #CrossTheLine nos trending topics mundiais, no Twitter, a audiência não correspondeu. Pouco mais de 2,89 milhões de espectadores. 1.1 de rating. Um pouquinho – de nada – melhor que os números pré-hiato. Agora a torcida é pra que o bom nível de Back to Where You’ve Never Been, aliado a um milagre de começo de ano, faça a audiência crescer exponencialmente, para que uma 5ª temporada seja confirmada. Por que, do jeito como a trama está sendo construiída, não há forma de um final ótimo, se houver o prematuro cancelamento na 4ª temporada.
O episódio, mais uma vez, começou com um sonho. E os sonhos de Peter são sempre bastante reveladores. Uma máquina e seus wafles – o maior desejo de Peter naquela realidade. Uma máquina e a viagem para casa – o maior desejo de Peter nessa realidade. Peter percebeu que seu retorno pra casa está ligado – e como não poderia estar? – com a máquina que o trouxe até ali. Só através da máquina é que ele conseguirá voltar para sua linha temporal.
Mas Walter não vai ajuda-lo. Achei interessante a fala toda de Walter, explicando o porquê de não auxiliar Peter. Esse Walter, do universo C, parece ser mais “consciente” da sua culpa, mas menos tentado a reverte-la através de suas ações. Fica claro que ele não quer sacrificar a coletividade, novamente, pelo bem de Peter. Bastante compreensível, mas ainda creio que ele participará da missão que levará Peter para casa.
Falando em ir para casa, achei bonita a sutil referência à Dorothy e sua jornada de volta para casa. Peter referiu-se, em determinado momento, à Lee como espantalho. O 1° companheiro de Dorothy na sua jornada. Mais interessante ainda se recordarmos que em Brown Betty Peter foi um homem sem coração. Ou seja – o homem de lata. Creio que novas ligações com O Mágico de Oz aparecerão.
Jornada que os leva ao universo D. Enfim, Walternate deu as caras. E pronunciou: “Nem tudo é o que parece”. Em Fringe, definitivamente, geralmente as coisas não são o que parecem.
Digo isso em relação a toda trama A, B, C e D. Os universos são – ou não são – o que parecem ser? Acho que esse episódio evidenciou que Peter está, sim, em uma linha temporal que envolve universos-espelho diferentes dos “seus”. Pra mim, se trata de um duplo C-D. E Peter precisa voltar para o seu duplo A-B, o lugar onde ele nunca esteve, já que foi apagado daquela linha temporal por September, o observador.
E falo desse jogo de aparências também em relação aos shapeshifters. A trama fica toda muito dúbia quando essas criaturas estão presentes, já que não temos certeza de nada. Alguém previu que Brandon Fayette era um shapshifter? Eu nem desconfiei. Inclusive, achei muito bem feita, tensa na medida certa, a cena do diálogo entre Walternate e Peter. Não imaginava que a maquininha seria utilizada em Fayette, e não em Peter. Pois é, nem tudo é o que parece. Aparentemente, nesse universo D Walternate não é vilão. Será aliado de Peter, e creio que um possível retorno passará pelas mãos dele.
Mas a trama dos shapeshifters começa a ficar mais clara, assim como o seu propósito. David Jones, o antagonista da 1ª temporada de Fringe (e que foi referido por Peter no episódio – o homem que foi cortado ao meio) retorna ao show. É ele o líder das criaturas, que aparentemente visam atingir os altos escalões do poder (com o Broyles D claramente envolvido). Quais as atitudes que serão tomadas em uma eventual tomada do poder, ainda não sabemos. Mas coisa boa não é. E Peter será vital na tarefa de vencê-los, o que, na minha opinião, garantirá a cooperação que precisa pra retornar para casa.
A impressão que eu tenho é que os universos C e D só conseguirão se safar da ameaça dos metamorfos trabalhando em conjunto. Através de cooperação mútua. Se eles conseguirem, creio ser um indício da possibilidade de cooperação entre A-B. Afinal de contas, não há dano, por maior que seja, que não possa ser remediado, ou pelo menos minorado. Então, quando Peter retornar, retornará com essa mensagem: é possível trabalhar juntos pelo bem maior.
O final do episódio foi tenso. Bastante tenso. O que significa, afinal de contas, a mensagem de September: “você morrerá, em qualquer versão do futuro?”. Será que Olívia está fadada ao destino exibido em The Day We Died? Será que a bala que atingiu September era destinada à agente, e essa seja uma chance dela se salvar no futuro? E, mais, quem baleou September, e o que acontecerá com ele? Cada vez eu tenho mais dúvidas, mas estou me deliciando com as respostas que nos são dadas.
Na próxima semana, conheceremos os inimigos dos inimigos. O episódio Enemy of My Enemy será exibido no dia 20/01/2012. Mais respostas, mais questionamentos. O que consola é que não há nenhum longo hiato à vista. Até semana que vem!
P.S.: o glyph code da semana foi Jones. Que acrescido do code do último episódio forma David Jones, o vilão que está de volta. Ponto para quem apostou nessa teoria, quando os códigos formaram David. Eu estava errada.
Vídeo – Promo legendada da 1ª temporada de Alcatraz
16/01/2012, 00:12.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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Hoje estréia na FOX dos EUA Alcatraz, uma das promessas da temporada. O drama Sci-Fi, criação de Steven Lilien, Bryan Wynbrandt e Elizabeth Sarnoff, tem na produção executiva o cultuado J.J. Abrams (Felicity, Alias, Fringe, Lost)
Entre os protagonistas da série, Sam Neill (Jurassic Park, Jurassic Park III, The Tudors), como o enigmático agente do governo Emerson Hauser; Sarah Jones (Sons of Anarchy, Justified), como a detetive Rebecca Madsen; Jeffrey Pierce (The Nine, The Double), como Jack Sylvane, prisioneiro de Alcatraz que se supunha morto, e Jorge Garcia (Lost), como Doc Diego Soto, um especialista em Alcatraz.
O seriado vai explorar os mistérios que cercam o desaparecimento massivo dos presos de Alcatraz, na década de 60. Em 2011, esses prisioneiros ressurgem, anos mais novos, e ainda mais perigosos. Tudo no melhor estilo J.J. Abrams de ser.
Ficou curioso? Então, confere o vídeo promocional a seguir, legendado pela equipe InSanos (@inSanosTV), e não deixe de comentar sobre o que espera do seriado:
Grey’s Anatomy – This Magic Moment
14/01/2012, 20:35.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Grey’s Anatomy
Episódios: This Magic Moment
Temporada: 8ª
Número do Episódio: 8×11
Data de Exibição nos EUA: 12/01/2012
Nos últimos episódios de Grey’s Anatomy, vimos muitas tramas e muitos traumas. Muita dor, e muitas lágrimas. Muitas mortes, e muitas dúvidas. Mas os instantes finais de Suddenly deram a tônica do que viria na sequencia. Cenas mais leves, divertidas e felizes.
This Magic Moment, para mim foi, realmente, sobre momentos mágicos. Aqueles momentos deliciosos, nos quais você se pega, sem mais nem menos, com um sorriso bobo nos lábios.
Me apaixonei pelo episódio nos primeiros segundos de exibição. Culpa de Mer, Der e Zola. E seu vídeo fofo da tentativa de andar. Tomados por uma felicidade transbordante. E depois, os papais corujas analisando se a pequena Zola teria crescido, em apenas algumas horas. Tentando gravar os primeiros passos da bonitinha. E, ao final do episódio, quem não riu, não teve vontade de sair dando pulinhos pela casa, dançando e cantando? Assisti todos os episódios de Grey’s, todos mais de uma vez. E, agora, não lembro de nenhum momento tão profundamente feliz que tenha me dado essa sensação. Derek e Meredith passaram por muita coisa, juntos ou separados. Eles merecem essa felicidade, e torço pra que ela seja se não eterna, pelo menos duradoura. Viva a família Grey-Shepherd. Clique aqui para continuar a leitura »
HBO anuncia data do retorno de ‘Game of Thrones’
13/01/2012, 18:18.
Mariela Assmann
Notícias
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A espera pelo retorno de Game of Thrones tem data para acabar: 1°/04/2012. A HBO anunciou ainda que a segunda temporada do aclamado seriado terá 10 episódios, assim como a 1ª.
Entre os fãs, a expectativa pelo retorno de GoT é muito grande. E a equipe de produção do seriado fez o possível para manter a qualidade – pelo menos visual – da primeira temporada. Entre as locações da 2ª temporada, Belfast (Irlanda do Norte) e Islândia.
Pelo teaser liberado pela HBO, dá para ter um gostinho do que está por vir. O inverno está chegando, e a 2ª temporada promete:
Informações da página oficial do seriado e do Tv Fanatic
Castle – Till Death Do Us Part
12/01/2012, 09:28.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Castle
Episódios: Till Death Do Us Part
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×11
Data de Exibição nos EUA: 9/01/2012
O hiato de Natal acabou. Castle está de volta. Muitos motivos para comemorar! Bom, na minha opinião, poderíamos ter muitos mais. E, mesmo que minha opinião seja meio isolada, vamos à review!
Till Death Do Us Part foi um bom episódio? Quase lá, eu diria. E por que quase? Primeiro, pela decepção do casamento. Segundo, pelo caso, que se prolongou demais, e acabou ficando chato e meio desconexo.
Mas, na contramão desses momentos esquecíveis, tivemos ótimas cenas – e muito engraçadas – entre nosso “quarteto fantástico”. Cada vez mais amo a interação entre eles.
Ryan esteve ótimo bebendo seu líquido verde de limpeza pré-casamento, brigando por donuts, comendo compulsivamente a comida chinesa e acabando com as expectativas de Javi e Castle sobre o fato de Jenny ter sido uma das conquistas amorosas do Don “Jason Bourne” Juan. Adoro quando Seamus tem mais espaço nos episódios. Ele nunca decepciona, seja no drama como na comédia.
A saga pelo “plus one” foi outro ponto alto do episódio. A começar pela expressão de Beckett ao saber que Castle iria acompanhado. E, na sequência, sua a expressão de felicidade suprema ao saber que a acompanhante seria Alexis. Mas, sem sombra de dúvida, o mais engraçado foram as tentativas de Esposito de descobrir o acompanhante de Lanie e, depois, seu empenho em conseguir seu próprio encontro. Quem não riu quando ele, na pressa, fez aquela confusão com a máquina de café e perdeu uma acompanhante em potencial? E quem não teve pena dele quando ele e Ryan levantaram o currículo do médico acompanhante de Lanie? Tive muito dó!
Outro momento impagável do episódio? A conversa entre Castle e Beckett, sobre “o número” dela. Beckett, defendendo que toda garota deve ter seus segredos, escondeu o seu número, e ainda zombou de Castle, alardeando que ele não gostaria de saber. E isso, além de deixar a já fértil mente de Rick dando pulinhos de excitação, evitou que ela precisasse ouvir o número dele – o que certamente seria bem desagradável. Boa, Kate!
Falando em segredos de garota, foi bem divertida a trama de Jenny como uma das mulheres do Jason Bourne (desculpa, só consigo chamar ele assim). Kate encarou com naturalidade e tentando evitar que os meninos entregassem a noiva para o “bro” Ryan. Mas a fidelidade masculina falou mais alto e Castle contou para Javier que, preocupadíssimo, chamou Ryan para uma conversa. Ri demais quando Ryan falou, na maior naturalidade possível, e achando tudo muito engraçado, que soube da notícia pela própria Jenny. Foi delicioso ver as expressões de surpresa/decepção dos meninos, e a cara de deleite de Beckett. São momentos como esse que fazem Castle ser o que é.
Aliás, as caras de Beckett estão cada vez melhores. Stana está se tornando a mestra das expressões. Ela está muito mais explícita no “jogo da sedução” com Castle. Prova disso foi o comentário sobre o possível 3° casamento de Castle. Foi quase um “oi, estou aqui, e poderia ser sua 3ª esposa”. E já não é de hoje que Kate tem usado “nós” em todos os seus exemplos. É fato que ela está, realmente, pronta pra dar um passo adiante na relação deles. E isso está bem na cara.
E falando em relacionamento, como assim Castle? Você vai se retrair logo agora, que o muro está ruindo? É impressão minha ou o escritor já foi muito mais arrojado e “atacante”? Será que vai ser necessário Kate tomar a dianteira da situação, dar o primeiro passo? Penso que algo tem que acontecer, logo. Sei que estou sendo um pouco precipitada e tudo mais, mas estou começando a ficar temerosa que a maldição que abateu outros seriados entre em ação em Castle. Afinal, já estamos na 2ª metade da 4ª temporada. Se continuar enrolando, vai virar cópia de enrolação. E, afinal, nem só de tiradinhas fofas e sarcásticas e sexy eye viverão os fãs. Já não há mais razões para que eles fiquem juntos, ainda que não em um relacionamento.
O caso da sexpionagem, embora divertido, me decepcionou um pouco. Isso porque, na minha opinião, os roteiristas ficaram enrolando as coisas, criando uma rede super intrincada de suspeitos e motivos, e acabaram perdendo o fio da meada lá pelas tantas. Assim, só restou a eles, no final do episódio, jogar uma culpada nas nossas caras. Acho louvável o esforço em manter o suspense até o final (prova disso era a expressão da advogada na sala de reunião, achando que ela que seria buscada), mas pra mim não funcionou como deveria. Então, apesar do caso ter ocupado quase todo o episódio, não vou tecer mais comentários sobre ele. Sim, eu sou birrenta.
No entanto, minha maior decepção com o episódio foi quanto ao casamento (especialmente depois das esperanças que criei com a desistência de Alexis). Eu achei que veríamos o evento. E podem falar o que quiserem, que a cena do casamento teve mais de 3 minutos, etc e tal. Mas, digo e repito: não vimos o casamento. Achei que veríamos parte da cerimônia, e pelo menos um pedacinho da festa. Que o episódio encerraria com os 3 casais na pista de dança, num momento hiper-ultra-mega-shipper (e já não li spoilers ou assisti vídeos para não criar expectativas). E não com Castle e Beckett de braços dados entrando na igreja, numa cena simbólica, mas semi-shipper. Sei que muita gente achou o final satisfatório, super shipper e coisa e tal, mas acho que, sinceramente, o estágio atual exige mais. Muito mais.
Mas, quer saber? Shipper por shipper, tivemos um momento ultra fofo e engraçado de Esplanie. O médico acompanhante de Lanie tinha namorado, e a acompanhante “vistosa” de Espo era sua prima. Então, braços dados, e um passo adiante – e consideravelmente largo – no caminho de reatar o relacionamento. Continuo torcendo muito.
Enfim, Till Death Do Us Part me agradou menos do que eu esperava e, muito provavelmente, menos do que deveria. E é por causa dessas, e outras, eu ainda acho que, embora a 4ª temporada esteja muito boa, ainda perde pra 3ª.
Semana que vem será exibido Dial M for Mayor. Estou totalmente spoiler free, mas pelo nome do episódio, acho que vem alguma trama envolvendo o caso da mãe de Beckett por aí. Se apostei errado, riam de mim na próxima semana. Até lá!
P.S.1: nunca imaginei que o Bolero de Ravel era tão poderoso. Por que para transformar o suspeito interrogado por Casckett em um Don Juan, o poder tem que ser muito.
P.S.2: sei que devo estar alguns anos atrasada, mas descobri apenas nesse episódio que Jenny é interpretada por Juliana Dever, esposa de Seamus Dever (Ryan) na vida real. Tão legal!
P.S.3: estou com saudade dos jogos de pôquer da turma de escritores. Será que veremos algum jogo em breve?
P.S.4: parece a ABC está se iniciando na arte de trollar os fãs. Criar um site do casamento, para isso?
One Tree Hill – Promo legendada da 9ª (e última) temporada
10/01/2012, 20:37.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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O começo do fim tem data: 11/01/2012. Amanhã inicia, nos EUA, a 9ª temporada de One Tree Hill. Mas, apesar da alegria pelo retorno do seriado, há um sentimento de nostalgia – e de tristeza – no ar: será a última temporada do drama da The CW.
A temporada final promete muitos dramas e bastante tensão. Quer preparar o espírito para o que vem por aí? Então assista o vídeo a seguir, legendado pela equipe InSubs, e não deixe de comentar o que você espera da temporada:
Quer saber mais sobre a 9ª temporada, e relembrar um pouco do seriado? Então volte à One Tree Hill uma última vez!
Grey’s Anatomy – Suddenly
09/01/2012, 08:37.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Grey’s Anatomy
Episódios: Suddenly
Temporada: 8ª
Número do Episódios 8×10
Data de Exibição nos EUA: 5/01/2012
Já não sei mais que palavras usar para me referir à Grey’s Anatomy. Acho que já usei todos os adjetivos possíveis para definir os episódios. E agora cá estou eu, tentando não ser repetitiva, mas ainda assim necessitando definir o episódio. Então, vamos lá: maravilhoso, esplêndido.
E podem comemorar. É oficial. Os velhos tempos, aqueles áureos, estão de volta. Shonda Rhimes, aquela mesma que parecia ter perdido a mão ao longo da 6ª e da 7ª temporada, mostrou pra todo mundo por que é chamada de rainha do drama pelo mundo afora. Com Suddenly, Grey’s foi agraciado com uma ótima audiência, de mais de 12 milhões de espectadores. E nós todos fomos muito bem recompensados após quase dois meses de hiato.
Na review de Dark Was the Night, eu falei que Suddenly deveria encerrar as tramas iniciadas naquele episódio. E isso foi feito, com muita competência. Com momentos, até certo ponto, inesperados. Com uma história médica cruel e ao mesmo tempo linda de “pano de fundo”. E ainda foi dado o encaminhamento do que será abordado nessa segunda metade de temporada. Não poderíamos querer mais.
Derek voltou a ser Mc Dreamy! Acho lindo quando ele se preocupa com Meredith e demonstra isso. Quando ele tem essa necessidade de cuidar da esposa. Achei ótimo o momento deles na cozinha, no final do episódio. Sim, eles ficariam bem ainda que fossem apenas os dois. Mas não era para ser assim. Acho que ninguém esperava esse final de episódio. Eu achei que demoraria um pouco mais pra Zola ser de Mer e Der. Mas Shonda, num episódio de profunda tensão e tristeza, conseguiu fazer com que todos encerassem o episódio com um sorriso nos lábios. A cena foi tão simples, mas ao mesmo tempo tão bonita que a alegria foi contagiante. Pra mim, uma das atuações mais convincentes da Ellen Pompeo.
Então, agora, veremos a dinâmica da família Shepherd, a tentativa de Meredith e Derek de serem tão brilhantes na paternidade como são nas salas de operação. Mas, não se enganem. Estamos falando de Grey’s Anatomy, onde toda felicidade é passageira (as vezes até demais), e deveremos ver momentos de drama por aí.
E por falar em felicidade passageira, precisamos falar de Teddy. Altman se tornou um personagem de Grey’s na 6ª temporada, quando os tempos de vacas magras já haviam iniciado. Sua história na serie sempre se resumiu ao embate com Cristina e à paixonite por Owen. Ela nunca foi um personagem muito expressivo dentro da trama. Mas isso começou a mudar quando Teddy conheceu Henry. E na 8ª temporada, feliz na vida pessoal, ela teve um crescimento dentro do hospital também, e a dinâmica entre ela e Cristina tornou-se mais madura e legal de assistir. Mas, isso é Grey’s Anatomy. Estamos falando de Shonda Rhimes, aquela mesma que matou Denny Duquete (em um momento de felicidade, quando respirávamos aliviados). Alguém conseguiu não chorar na cena do necrotério? Nossa, achei o ápice da tristeza.
Agora, resta saber como será o comportamento de Teddy daqui pra frente. É certo que ela culpará alguém, e tenho quase certeza que esse alguém não será a Yang. Voto no Owen, embora ache que pode sobrar uns resquícios de mágoa para Webber e Bailey.
Amei a postura de Yang. O fato dela ter tomado a dianteira da situação e contado para Teddy sobre a cirurgia demonstra o crescimento profissional de Cristina, o qual ela deve muito à Altman (especialmente na parte humana da coisa). E, se amo cada vez mais Yang, o mesmo não pode ser dito de Owen Hunt.
As atitudes dele foram todas detestáveis. Porque não, ele não estava pensando na paciente operada por Teddy. Ele estava pensando nele mesmo, e dane-se ele! Como Cristina disse, aquilo não era sobre ele, o que ele queria ou pensava. E colocar Yang com Teddy, na mesma sala de operação, para fingir alegria por horas, não foi menos do que um ato de tortura. Torço (torço mesmo) pra que Yang se afaste de vez de Owen. Afinal das contas, ele já estrangulou ela, não apóia as decisões dela, não entende a essência da mulher. Na relação deles, sempre foi Yang se ajustando. E acho que ela não merece isso, não mais.
Ben voltou em ótima forma. Descobriu a hipertermia maligna, salvou o paciente e ainda disse tudo que Miranda precisava ouvir. E mais, respeitou o espaço dela e, com isso, conseguiu se aproximar. Faz tempo que Bailey anda meio apagada em Seattle. Ela nunca superou definitivamente o tiroteio, talvez por não deixar ninguém se aproximar. Quem sabe agora, junto de Ben, ela não cresça e se destaque novamente? Vou torcer.
Em se tratando de crescimento, há que se citar Callie e Avery. Sim, o erro foi dele, mas a responsabilidade era dela. E Callie deu uma lição no residente. Espero que o Avery tome essa lição, e use-a pra se destacar mais. Por que potencial ele tem.
Alex mostrou, mais uma vez, que é um profissional muito preocupado e que pediatria é o seu lugar. Mesmo que pra isso ele precise gritar com a fofa da Arizona uma ou duas vezes. Isso é crescimento pessoal. Nosso bebezão mimado e revoltado se tornou um homem. Espero que continue assim.
Mas crescimento, nesse episódio, teve um nome. Lily. A jovem que perdeu a avó e a mãe, e teve que decidir sobre o destino da vida do pai. Que ficou sozinha, com dois irmãos menores, e precisou dar a eles a pior notícia possível. Achei a história muito triste. Pra mim, entra no rol de casos mais tristes da história do seriado. E, apesar de toda a tragédia, de toda a tristeza, foi uma demonstração da capacidade que o ser humano tem de se superar nos momentos mais difíceis. Mostra o poder da resiliência. Pra mim, foi uma bela lição.
E, nesse misto de histórias começando e terminando, tivemos Sexie. Pra mim, o princípio do fim do shipper. É como se algo tivesse se quebrado. Mark parece feliz com sua super oftalmologista, que, a propósito, além de ótima profissional, é um doce de pessoa. Mark parece genuinamente feliz, e nem dá pistas de não ter superado Lexie. Isso me fez refletir: será que não é melhor, mesmo, encerrar esse caso de idas e vindas, e trazer alguém novo para Lexie? Alguém com quem ela possa viver uma história de amor em toda sua plenitude? É uma hipótese que me agrada.
E assim, subitamente, Grey’s Anatomy voltou a ser o que era. Repentinamente, essa 8ª temporada apareceu, nos levando às lágrimas e fazendo nossos corações se encher de esperança. Agora, minha torcida é pra que continue assim. E estaremos diante de uma das melhores temporadas do seriado, sem sombra de dúvida. Semana que vem tem mais? Alguém quer apostar que será mais um ótimo episódio?
P.S.1: tive um pouquinho de pena de April, sentada na galeria e tolerando que falem dela. Acho que desenvolvi afeto pela chatinha, afinal.
P.S.2: mais uma vez a trilha sonora do episódio foi perfeita. Destaque para New York, do Snow Patrol, embalando o momento família no final do episódio; e pro momento necrotério/desligar aparelhos/lição de Callie ao som de Skin, do Zola Jesus.
Rizzoli & Isles – Burning Down the House
07/01/2012, 11:04.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rizzoli & Isles
Episódios: Burning Down the House
Temporada: 2ª
Número dos Episódios: 2×15
Datas de Exibição nos EUA: 26/12/2011
Na semana passada chegou ao final a 2ª temporada de Rizzoli & Isles. E que final!!! Certamente todos os fãs contarão os segundos para o retorno da série.
Mas, antes de falar do episódio, em si, preciso abordar dois pontos. Em primeiro lugar, preciso elogiar Rizzoli & Isles. Essa segunda temporada foi bastante regular, e de ótima qualidade. Não teve um episódio ruim, sequer. A audiência manteve bons índices, apesar de uma queda em relação à temporada anterior. Mas em tempo de queda generalizada, isso não significou muito, e a série garantiu, cedo, sua 3ª temporada.
Também preciso me desculpar pelo afastamento das reviews. Seventeen Ain’t So Sweet e Don’t Stop Dancing, Girl ficaram sem comentários. Então, vou fazer alguns breves comentários sobre os episódios, antes de Burning Down the House.
Seventeen Ain’t So Sweet levou Jane e Maura de volta aos tempos do colegial. Dois colegas de Jane foram assassinados, por outra colega. Um quarto companheiro de colégio foi preso por produzir uma válvula cardíaca defeituosa, que causou a morte de várias pessoas, entre elas uma outra colega dos tempos de colégio (sobrou pouca gente, literalmente, pra contar a história do colegial). Apesar de tantas mortes, o clima de nostalgia e de diversão quebrou a tensão, e vimos um episódio equilibrado. Aliás, essa é uma das marcas de Rizzoli & Isles. Usualmente, os episódios são bem balanceados, de forma que a trama mais obscura não pesa excessivamente.
Nesse episódio ainda foi introduzida uma nova história para Korsak: o retorno da ex-esposa, e o drama de ter passado muitos anos sem ver seu enteado. A trama do estúdio de Yoga até que foi divertida, mas não por muito tempo…
Don’t Stop Dancing, Girl o foco ficou sobre dois crimes diferentes e independentes. O assassinato da mãe de uma garotinha bailarina, e a tentativa de assassinato de um policial, cujo suspeito era ninguém mais, ninguém menos que … o enteado de Korsak. Enquanto o sargento buscava se entender com o garoto e descobrir se ele era, de fato, o culpado; Jane, Maura e Frost buscavam solucionar o outro caso. E gostei do desfecho de ambos. Sempre gosto de tramas que envolvem a questão de proteção a testemunhas, e dessa vez não foi diferente. E a reconciliação entre o padrasto e o jovem problemático foi bem bacana.
E se nesses dois episódios o foco ficou todo em Jane e Korsak, foi diferente em Burning Down the House. Nele o destaque ficou, legitimamente, em Maura.
Foram muitos retornos. Constance Isles, Paddy Doyle e Gabriel Dean desembarcaram em Boston, e as coisas ficaram bastante agitadas – e um tanto quanto afetuosas – por lá.
O episódio começou com a morte de um bombeiro em um incêndio. Maura desconfiou que ele possa ter sido “aquela palavra que começa com C”, e requisitou alguns arquivos para investigar o modo como o fogo começou.
Até aí, nada de muito novo. Novidade foi ver Maura e a mãe mais amigas, se dando bem. Passeando e jantando juntas. E ver Constance tirando a filha da frente do carro que visava matá-la.
A outra novidade do episódio ficou a cargo de Jane e seu “Gabriel”. A detetive resolveu dar uma chance ao agente Dean, e isso não poderia ter acontecido em pior hora: bem no momento que o mafioso irlandês Doyle volta a Boston para proteger a filha biológica.
É claro que as coisas não terminariam bem. A sempre “fria” Maura passou por momentos delicados no episódio. Teve que lidar com a possibilidade da morte da mãe e com a proximidade de Doyle E ainda tinha um assassinato pra resolver. Obviamente, Maura foi bastante profissional e desvendou a questão dos incêndios criminosos. Mas a resolução da questão custou um alto preço: o pai foi alvejado por Rizzoli. Fim.
Sim, você não leu errado. Fim. Acabou assim. Com uma Maura brava e decepcionada, e uma Jane perplexa e amedrontada. As amigas inseparáveis conseguirão superar esse grande problema? Doyle morrerá? Qual seria o sentido das palavras finais de Doyle? E quem seria a mãe biológica de Maura?
Falando em mãe biológica… fiquei bem tentada a acreditar que há algo escondido por Constance. Quando ela pergunta à filha se Patrick esteve ali, estava se referindo à Doyle. Qual a ligação entre eles? Certamente essa história se desenrolará na 3ª temporada.
Enfim, uma longa espera nos aguarda para que possamos descobrir quão profundas serão as marcas que esse dia deixará na amizade de Rizzoli & Isles. Pessoalmente, acredito que as coisas demorarão um pouco para se acertar. Prevejo um período de intenso estranhamento. Raiva e mágoa de um lado, culpa de outro. Mas as coisas deverão se acertar, creio que em algum momento chave e de muito drama.
E que venha a 3ª temporada!
Vídeo – Southland – Promo legendada da 4ª temporada
06/01/2012, 07:52.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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A TNT divulgou o vídeo promocional da 4ª temporada de Southland. O drama policial volta ao ar em 17 de janeiro. A previsão é de que sejam exibidos 10 episódios nessa temporada.
E pelas imagens, vem muito drama e muita tensão por aí. Confira o que te aguarda no vídeo a seguir, legendado pela equipe Maniac Subs (@ManiacSubs):
Vídeo – The Voice – Promos legendadas da 2ª temporada
06/01/2012, 05:35.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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Aviso aos fãs de reality shows musiciais. O retorno de The Voice está próximo! Nos Estados Unidos, em 05/02, após o Super Bowl, irá ao ar, pela NBC, a estréia da 2ª temporada do programa comandado por Christina Aguilera, Cee Lo Green, Adam Levine e Blake Shelton.
Ansioso pelo retorno? Confira o que te aguarda nos vídeos a seguir, legendados pela equipe ManiacSubs (@ManiacSubs):
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