TeleSéries
Vídeo – Ringer – Promo legendada do episódio 1×11: It Just Got Normal
29/01/2012, 16:44.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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Depois de dois meses de hiato, Ringer voltará a ser exibida dia 31/01/2012, pela The CW, nos EUA. O 11° episódio é It Just Got Normal.
Os mistérios de Bridget e Siobhan voltam com força total, e alguns segredos estão para ser descobertos.
Quer uma prévia do que será exibido na terça-feira? Assista o vídeo a seguir, legendado pela equipe InSubs (@InSUBs) e comente o que espera do episódio:
E não deixe de passar todas as semanas, no TeleSéries, para curtir a novidade: as reviews de Ringer estão chegando com força total!
Vídeo – Alcatraz – Promo legendada do episódio 1×04: Carl Sweneey
29/01/2012, 14:13.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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O 4° episódio da estreante Alcatraz vai ao ar dia 30/01/2012, nos Estados Unidos, pela Fox.
Os investigadores precisam impedir que Carl Sweeney, o prisioneiro da semana, cometa mais crimes. Mas, ao mesmo tempo, correm para impedir a revelação dos segredos de Alcatraz.
Quer uma prévia do que acontecerá amanhã? Então assista o vídeo a seguir, legendado pela equipe Insanos (@inSanosTV) e comente o que espera do episódio:
Vídeo – Gossip Girl – Promo legendada do episódio 5×13: G.G.
29/01/2012, 14:11.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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No dia 30/01/2012 vai ao ar, nos Estados Unidos, pela CW, o 100° episódio de Gossip Girl. O casamento de Blair e Louis promete agitar as coisas. Mas a chegada de Georgina e a postura de Chuck podem impedir a cerimônia.
Curioso? Confuso? Então assista ao vídeo a seguir, legendado pela equipe InSubs (@InSUBs), e não deixe de comentar suas expectativas sobre o episódio:
Castle – An Embarrassment of Bitches
28/01/2012, 14:07.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Castle
Episódios: An Embarrassment of Bitches
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×13
Data de Exibição nos EUA: 23/01/2012
Que delícia foi An Embarrassment of Bitches. Ele conteve todos os elementos que fizeram os fãs se apaixonarem pelo seriado: ação, diversão aos montes, momentos fofos, tensão, romance. E trocas de olhares. Muitas trocas de olhares.
Quando Francisco Pilar, famoso juiz de uma competição canina é morto, todos pensamos no dono de um concorrente preterido como potencial suspeito, não?! Mas e se uma estrela de reality show – Kay Cappuccio – é vista deixando os aposentos da vítima durante a “janela do tempo da morte”, começamos a mudar de ideia.
A partir daí, suspeitas de que a vítima seria paranóica, descobertas de câmeras ocultas e canis secretos, paparazzis sendo interrogados, uma nova raça de cães sendo aprimorada, “espionagem industrial”, uma família de traficantes argentinos e treinamento de cães farejadores de droga. Um cão farejador de drogas que farejou … um perfume com essência de papoulas. Que espirrou acidentalmente no criminoso, o namorado/agente da estrela.
É claro que o assassino foi bastante óbvio, mas me deliciei com cada passo que levou até ele. Penso apenas que Justin Hartley (Oliver Queen/Arqueiro Verde) poderia ter sido melhor aproveitado. Não concordam, fãs de Smalville?
Quem foi muito bem aproveitada foi Hilarie Burton (a Peyton de One Tree Hill), que esteve maravilhosa como Kay Cappuccio. Leve, engraçada. Os momentos de flerte dela com Espo, com sua cadelinha, do “ele pode me ver sem minha maquiagem” e do desabafo sobre ser apenas a pessoa solitária que deve fazer compras e sorrir – a famosa “pobre menina rica” – foram ótimos. É inegável que o personagem foi construído com base em algumas estrelas de realitys – talvez na mais famosa delas, Kim Kardashian. Enfim, apesar de toda a superficialidade da estrela, o personagem é adorável. Rendeu bons momentos.
Bons momentos que também sobraram na NYPD. Cada vez funciona melhor a dinâmica entre os detetives e seu agregado. Ri demais do momento “vamos resolver as coisas como homens”. Também achei delicioso constatar que Cappucio não surtiu em Castle o efeito que outras mulheres bonitas já causaram – o único “deslize” foi o comentário sobre o local para esconder a câmera, depois do qual o escritor foi prontamente fuzilado por um olhar mortal de Beckett. Aliás, os “comprometidos” Rick e Ryan praticamente nem notaram Kay. O mesmo não se pode dizer do “Dr.” Esposito (você freqüentou a escola de Medicina, Espo? Ri demais).
Javier estava particularmente engraçado nesse episódio. Kay mexeu com a cabeça – e com os hormônios – dele. Confesso que no início do episódio cheguei a pensar que Esplanie estava de volta, já que aquele climinha de implicância fofinha estava no ar. Mas depois percebi que as coisas não seriam tão rápidas assim. E Javi se jogou de cabeça no fetiche de paquerar uma estrela de TV – e ser “correspondido”. A cara dele, ganhando um beijo na bochecha, foi impagável. Pena que Lanie não estava por lá, pra sentir aquele ciuminho saudável que aceleraria o processo de volta. Mas, creio que teremos mais um casal em breve em Castle.
Ou seriam dois? Tá bom, tá bom. Eu sei que estou me precipitando, novamente. Mas uma garota – shipper – pode sonhar, não!? Por que, me respondam… alguém aí já viu alguma “pegada na mão” mais tensa e cheia de vontade do que a protagonizada por Castle e Beckett? O que foi aquilo, pessoal?! Se uma cena assim já é pra se abanar, o que faremos quando The Blue Butterfly for ao ar, em 06/02/2012? Romance e “pegação” em clima noir? Estou me preparando desde já.
Outra coisa que amei a dinâmica entre Castle e Beckett, em função da “guarda compartilhada” do Royal. Ri muito, e fiz alguns “awwww”. E fiquei pensando que tudo isso poderia ser a prévia para quando eles tiverem filhos. Alguém aí tem dúvidas que Kate será, realmente, o “bad guy” dos – eventuais – filhos do – futuro – casal? E foi tão divertida e fofa a cena na qual os dois decidem que não podem continuar compartilhando Royal, e decidem fazê-lo escolher. Ponto para Cappucio.
E por falar em filhos, Alexis continua na sua jornada rumo à Universidade (aparentemente, Ashley tá morto e enterrado). A partida dela é cada vez mais iminente. O que isso significará para o show? Molly Quinn aparecerá ainda menos? E que conseqüências a partida da filha trará para Castle, tão ligado à menina? É esperar para ver. Mas creio que o escritor ficará mais vulnerável. Tão vulnerável que cogitou comprar um filhotinho para mimar. Alguém sabe quem poderia suprir a carência de Castle?
Enfim, mais um bom episódio de Castle. Poderia ser chamado de filler? Acho que sim. Mas foi um filler daqueles saborosos, de comer, se lambuzar, e pedir mais.
Até fevereiro, pessoal!
P.S.1: nenhuma menção ao casamento de Ryan. Tá certo que não é necessário. Mas não dava pra incluir uma palavrinha sequer?
P.S.2: Stana Katic é uma mestra da expressão facial. Cada vez mais, a detetive Beckett desenvolve uma forte comunicação não-verbal. AMEI a expressão de Kate quando os paparazzi confundem Castle com Jason Bateman.
P.S.3: outras cenas que precisam ser citadas: Esposito e Beckett fugindo dos Pastores Alemães, e a terapia de Royal. Ri demais!
Fringe – Enemy of My Enemy
24/01/2012, 20:10.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Fringe
Episódio: Enemy of My Enemy
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×09
Data de Exibição nos EUA: 20/01/2012
Vamos às boas novas! A audiência subiu, e Enemy of My Enemy foi um episódio daqueles. Daqueles mesmo. E isso só reafirma minha tese que tudo fica melhor com um bom vilão por perto. Ai, como eu amo os vilões!
E Robert Jones não é apenas um vilão. Ele é um vilão e suas versões. Essa versão C/D de Jones me dá arrepios. Ele é frio e calculista, e todo cheio de estratégias, como o original. Mas talvez ainda mais malvado e sem limites. O que me dá um arrepio na espinha.
Em Enemy of My Enemy vimos o desenrolar da trama dos metamorfos. Agora, todo mundo sabe das criaturas e sabe quem as lidera. E mais, com base no conhecimento e nas informações de Peter, os lados C e D sabem o que se pretende: destruição massiva. O que ainda não está bem claro é como se dará essa destruição, e qual a magnitude da mesma. Mas é algo que deve envolver vários universos, talvez em mais de uma linha temporal.
É claro que Jones não conseguiria fazer metade do que fez no episódio se não fosse o apoio do falso Broyles, do universo D. Por isso me causa espanto que apenas o Lee do C tenha percebido que a Fringe Divison estava sofrendo com uma infiltração. Não importa o que aconteça, a história dos shapshifters sempre envolve esse tipo de descuido, em todos os universos. Com a tecnologia que ambos os lados possuem, já era pra ter sido desenvolvido um dispositivo de reconhecimento de metamorfos.
Saber que há shapshifters infiltrados por aí, e que a qualquer momento algum de nossos “queridinhos” pode ser atacado deixa tudo muito tenso. Num grau delicioso de tensão. Especialmente por que ficou praticamente evidente que o a parte dois do plano de destruição passa por Olívia. E por suas habilidades ainda não reveladas. E que devem ser muito grandiosas, depois de tanto cortexiphan. Ou seja, Colívia corre muito risco.
Risco potencializado pela participação de Nina Sharp, sua “babá/mãe”, na trama dos metamorfos. Não creio que Nina seja uma. Pra mim, a ligação dela com Jones é diferente. É mais a nível gerencial. Se a história estiver mantida, Jones foi um empregado da Massive Dynamic. Assim, pode remontar à essa época a ligação entre ambos. Mas, enfim, são apenas teorias.
Pergunta rápida: o que acontece quando uma Olívia corre risco, em qualquer dos universos? Aparece Peter para salvá-la. Por que é inegável que Peter tem uma conexão especial com a agente, em qualquer de suas versões. E o breve diálogo de agradecimento deixou isso bem claro.
Mas, ainda que C-Liv não corresse riscos, é óbvio que Peter e seu bom coração não voltariam para casa. Não enquanto os universos C/D correrem riscos tão grandes. E isso também ficou muito claro em Enemy of My Enemy. Peter não deixaria de usar todo seu conhecimento em prol da salvação dos mundos. E, afinal de contas, como ele mesmo disse, ele é o elemento desconhecido na trama de Jones. É o único ponto no qual Jones não está na dianteira. E, muito provavelmente, é o ponto que fará eles reverterem a situação. Ou seja: bem no momento no qual consegue a ajuda necessária para voltar para casa, Peter e seu altruísmo acham motivos para ficar. (E enquanto isso eu surto. O que acontece pelas bandas do A?).
E por falar em ajuda… Enemy of My Enemy também foi sobre o poder redentor do perdão de uma mãe. Nesse duplo C/D não foi necessária a utilização de uma tulipa branca para Walter se redimir. Foi necessário apenas um belo diálogo, e mais uma atuação primorosa de John Noble. Elizabeth – a que é maravilhosa em todas as suas versões, as conhecidas e as que ainda conheceremos – cruzou os universos para abrir os olhos de Walter. Fazê-lo crer que não se tratou de egoísmo, mas sim de amor em excesso. E que essa vontade de salvar um garoto, que o levou a colocar em risco universos, deve se manifestar agora. Achei a cena um primor, bem tocante.
Assim como o foi a cena entre Walter e Peter. O cientista maluco e amargurado procurou o “filho” para dizer que o ajudaria. E minha reação foi idêntica à do Peter. Como disse na review passada, fiquei surpresa com o caráter do Walternate D. Mas não me surpreendi com a decisão de Walter, já que ainda acreditava que ele ajudaria Peter. Só posso dizer que, embora as coisas não sejam fáceis, contar com o auxílio da mente brilhante de Walter – movida a sorvete de parmesão – é sempre uma segurança.
O observador – como de costume – apareceu, misturado à multidão que pegava o dinheiro de Jones. E o glyph code foi Death. Confesso que ainda não sei como esse código está ligado ao episódio. Penso que talvez seja apenas a 1ª palavra de uma frase. É aguardar para conferir.
Nessa sexta será exibido o episódio Forced Perspective (promo aqui). Tô na torcida para que mantenha o nível deste último, e continue crescendo a audiência. E vocês?
P.S.1: a Astrid do D é meio freak. Aqueles olhos esbugalhados me deixam aflita.
P.S.2: agora que Dolívia está solteira… vai nela hot Lee!
P.S.3: o que será que Astrid descobrirá sobre o sangue do observador?
P.S.4: Gene está de volta. Todos comemora!
Grey’s Anatomy – Hope for the Hopeless
24/01/2012, 13:02.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Hope for the Hopeless
Temporada: 8ª
Número do Episódio: 8×12
Data de Exibição nos EUA: 19/01/2012
Hope for the Hopeless. Um começo leve e divertido. Um final tenso e dolorido. Era óbvio que a história do aborto de Cristina pairava sobre o casamento dela e de Hunt. E eles demonstraram de diversas maneiras, algumas bem sutis, que as coisas não iam bem. Mas não esperava que tudo fosse dito tão às claras, agora. Especialmente por que o jogo virou. Esse era o momento no qual Cristina poderia gritar com Owen, por causa de Henry. Ela detinha o direito de xingar e brigar. Mas Hunt virou o jogo e trouxe à tona, aos berros, a única história que tem contra Yang. A cada episódio gosto menos de Owen, embora entenda a dor dele.
Discordo quanto Hunt diz que as coisas são sempre do jeito de Cristina. Ela alterou alguns aspectos de sua essência desde que estão juntos. Ela se adequou ao jeito dele. E, como toda relação é troca, ele também se adequou ao jeito dela. Quando escolheu Cristina, ele sabia com quem estava casando. Se o sonho dele envolvia a perspectiva de construir uma “família tradicional”, deveria ter continuado com a noiva, ou se envolvido com Teddy. Ninguém – eu friso: ninguém – que conhece Yang imagina ela como a mãe zelosa e amorosa. Se Owen a visualizou assim, desconhecia a essência da pessoa que escolheu para casar.
É óbvio que não é fácil aceitar a decisão de um aborto. Não culpo o Owen por desejar que as coisas fossem diferentes, só penso que ele deveria saber que não seriam. E jogar tudo aquilo pra cima de Cristina, pelos motivos errado, foi altamente reprovável. Será que Hunt pensou que poderia mandar Cristina, às cegas, operar Henry, e que tudo ficaria normal? Ele achou, realmente, que o fato do marido da mentora de Yang ter morrido na sua mesa não teria conseqüências? Que mentir sobre algo tão importante assim ficaria impune?
Aqui muitos dirão: ele agiu como chefe, e mentir era a melhor opção. Eu até concordo. Mas que mentisse ele, não obrigasse Yang a fazer isso por ele. Especialmente depois do trauma que a esposa passou após o tiroteio no hospital. Então, se Yang fez algo, conscientemente, que magoaria Hunt; Owen também fez. Mas ele prefere posar de vítima, do que assumir os seus fracassos na relação.
Não sei como as coisas ficarão depois dessa discussão super pública. Penso que os problemas que afetam o casal são tão profundos que são quase impossíveis de serem reparados. Posso estar enganada, mas creio que o casamento não durará mais muito tempo. E esse processo de fim – ou de recuperação, quem sabe – deve mexer com muita gente, e dividir o hospital. Mais tensão vem por aí, tenham certeza. (A propósito: achei coerente o luto de Teddy e a fidelidade de Yang. E me diverti com a operação “ladra de pacientes”).
Por falar em tensão, adorei o caso de Derek e Lexie. Cada vez mais vejo eles como um ótimo time na Neuro. Eles se complementam, e balanceiam os sentimentos um do outro. Fiquei bastante tocada com a história do garoto com um tumor inoperável. Garoto que mentia acreditar na mentira da mãe, querendo que ela fosse mais feliz. Eu realmente achei que Derek, o rei da Neuro, conseguiria salvar o garoto. Então aprendi a lição junto com Lexie. Muitas vezes, fechar o paciente é a única opção, por mais dolorosa e revoltante que ela seja. E o final do caso, com o garoto dizendo que ficaria junto do pai, me levou às lágrimas. De verdade.
E o que era uma história muito divertida no começo do episódio, com Bailey organizando a festa pela cirurgia 10.000 de Weber, se transformou num doloroso drama. O retorno de Adele foi ótimo. A cena dela na sala do Chief, e depois na sala de observação, foi ótima. Lindamente encerrada pela canção My Funny Valentine, cantada pelo casal Weber. Fiquei com dó do Chief, por mais que ainda estivesse magoada com a puxada de tapete que ele deu em Karev no episódio anterior. Alzheimer, alcoolismo, alzheimer. É muito drama para um homem só. Por isso gostei da iniciativa de MerDer, de transformar a festinha de Zola em uma homenagem à Richard. Ainda que as coisas tenham acabado daquele jeito.
Outra trama com destaque no episódio foi a da escolha de especialidade, por parte de Meredith. É nítido o medo que ela tem de viver a sombra da mãe, ou de se transformar em alguém como ela. Por isso achei tão importantes as palavras de Weber pra ela. Meredith nunca será Ellis, ainda que escolha cirurgia geral. Por que essa seria a única similaridade entre elas. Creio que Mer vai se dar muito bem na cirurgia geral, embora eu adorasse ela na Neuro.
O lado cômico do episódio ficou a cargo do trio Calzona/Mark. Achei hilárias as tentativas de Robbins e Torres de fazer com que o cirurgião declarasse seu amor por Julia. E, por mais que o discurso de Sloan tenha sido coerente, e que ele não queira mesmo apressar as coisas, fiquei com a impressão de que ainda há muita Lexie em seus pensamentos. É, parece que o fim de Sexie, que previ há duas reviews, está longe. E fico muito feliz com isso.
Por fim, preciso comentar a trama da mudança de Avery, April e Alex. Mais alguém ta achando que Avery desenvolveu sentimentos românticos em relação à April? Fiquei com a nítida sensação de que ele queria se mudar apenas com ela. Veremos como as coisas se desenrolarão na nova morada do trio.
O ponto negativo da semana? Uma acentuada queda na audiência. Foram cerca de 9.42 milhões de espectadores, a 2ª menor audiência da temporada. Certamente, a queda não foi merecida.
Nessa semana, não teremos episódio inédito. Dia 02/02, Grey’s retorna com If/Then, o 13° episódio da temporada. Até lá!
Vídeo – Once Upon a Time – Promo legendada do episódio 1×11: Fruit of the Poisonous Tree
24/01/2012, 13:00.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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Nesse domingo vai ao ar nos EUA, pela ABC, o 11° episódio da temporada de estréia de Once Upon a Time.
E Fruit of the Poisonous Tree promete muita tensão e ação de sobra. Será que, enfim, veremos o embate entre Emma e Regina?
Assista o vídeo a seguir, legendada pela equipe Insanos (@inSanosTV), e descubra o que te aguarda:
Vídeo – Chuck – Promo legendada do episódio final da série
24/01/2012, 12:59.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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No dia 27/01 vai ao ar a series finale de Chuck nos EUA, pela NBC. As aventuras do espião encerrarão com um episódio duplo: Chuck Versus Sarah e Chuck Versus the Goodbye.
Que começar a se despedir de Chuck vendo a promo da finale? Então assiste o vídeo a seguir, legendado pela equipe InSubs (@InSUBs) – devidamente acompanhado dos lencinhos -, e não deixe de comentar sua expectativa para o episódio:
Vídeo – Smash – Promo legendada da 1ª temporada
24/01/2012, 12:58.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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Smash estréia na NBC no dia 06/02/2012. Mas o Pilot já vazou na internet e inclusive já as Primeiras Impressões já foram publicadas aqui no site.
Se você ainda não viu o episódio, e quer ter uma ideia da temporada, assiste o vídeo a seguir, legendado pela equipe InSubs (@InSUBs). Tenho certeza que você vai se apaixonar por Smash:
Vídeo – Cougar Town – Promo legendada da 3ª temporada
24/01/2012, 12:56.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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Os fãs de Cougar Town podem comemorar. Depois de uma longa espera, o retorno do seriado está próximo. Ain’t Love Strange vai ao ar nos EUA, dia 14/02, pela ABC.
Quer ter ideia do que Courtney Cox e sua turma aprontarão na 3ª temporada? Então curta o vídeo a seguir, legendado pela equipe InSubs (@InSUBs), e não deizxe de dar sua opinião:
Vídeo – Alcatraz – Promo legendada do episódio 1×03: Kit Nelson
19/01/2012, 08:22.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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A euforia pela estréia de Alcatraz ainda não tinha passado quando a FOX divulgou o vídeo promocional de Kit Nelson, o 3° episódio do seriado.
O episódio, cheio de ação, mistério e suspense, assim como os elogiados anteriores, vai ao ar no dia 23/01/2012, nos EUA.
Quer teorizar sobre as perguntas que os dois primeiros episódios deixaram no ar? Então confira o vídeo a seguir, legendado pela equipe Insanos (@inSanosTV), e compatilhe suas expectativas:
Castle – Dial M for Mayor
18/01/2012, 20:25.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Castle
Episódios: Dial M for Mayor
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×12
Data de Exibição nos EUA: 16/01/2012
Se na semana passada eu não fiquei completamente satisfeita com o episódio de Castle, nessa semana a história mudou. Isso prova minha teoria: quanto menos expectativas criarmos sobre um episódio – e menor for o auê em torno dele – melhor. Pelo menos no meu caso.
Aliás, ponto pra mim! Dial M for Mayor abordou, ainda que de forma indireta, a trama do assassinato de Johanna Beckett. E, por causa disso, nosso amigo misterioso, que foi introduzido em Rise, apareceu novamente. E com ele vieram uma série de teorias sobre a sua identidade, e sobre as pessoas para as quais ele trabalha, ou com as quais trabalha. E a grande pergunta é: por que Beckett só estará segura enquanto Castle estiver por perto.
Fica claro que o homem misterioso tem ligação com pessoas muito poderosas. Mais poderosas, inclusive, que o prefeito. E que fazem de tudo para que Kate continue ignorando a identidade do assassino da mãe, a ponto de manchar a reputação do prefeito para que sua trajetória política fosse comprometida. Penso eu que o interesse dos criminosos era afastar o prefeito do cargo, não por razões eleitoreiras. Mas apenas porque Castle perderia o livre acesso à Beckett e à delegacia com o afastamento de Wheldon do cargo. Ele se afastaria de Beckett. E vocês lembram a missão de Rick, dada a ele pelo homem misterioso em Rise? Manter Kate afastada do caso, garantindo assim sua segurança. (À propósito, aqui cabe direitinho a frase de Gates para Beckett. Fazemos inúmeras coisas, por mais difíceis que elas sejam, – inclusive mentir – para proteger aqueles que “amamos”).
Confesso pra vocês que as coisas ainda não estão claras na minha mente. Falando a verdade, acho que elas estão longe de estar. Por que Castle é o elo para a proteção de Beckett? Kate tem todo o aparato policial do NYPD à sua disposição, seria bem crível que eles pudessem lhe fornecer proteção, ainda que longe de Castle. Então, me pergunto: qual a ligação do escritor com o caso todo? Sua utilização pelos “poderosos” se deve apenas ao vínculo emocional dele com a detetive – ele ser o único que consegue mantê-la afastada do caso, como disse uma vez o saudoso Captain – ou há outras ligações que ainda desconhecemos? Ainda há muito para descobrirmos. Por enquanto, estou solta no campo das especulações.
E o quanto ao caso? Adorei essa investigação. Cheia de reviravoltas, mas não daquelas mirabolantes. Quem diria que a vítima ia passar de uma professora que abandona, sem motivos aparentes, sua carreira e sua vida; por uma atendente de tele-sexo até chegar em uma voluntária infiltrada para levantar material de pesquisa para um livro? Achei tudo muito interessante e, melhor, verossímil. E a aparição do prefeito como possível suspeito deu a tônica do episódio.
Nós sabemos como Castle é leal com seus amigos, e como costuma defender seus pontos de vista com base nessa lealdade pessoal. E colocar um dos grandes amigos de Castle – e o responsável por sua parceria com Beckett – como suspeito foi uma jogada de mestre.
Era óbvio que isso criaria uma tensão entre o casal. Mas quem esperava uma ruptura, ou alguma briga mais forte, enganou-se. Por que o relacionamento Casckett está em outro nível. Foi visível o sofrimento de Beckett em investigar o amigo de Castle. Ela conhecia, e muito bem, o risco que estava correndo. Sabia que o fato de que seguir nas investigações poderia afastá-la definitivamente do escritor, e encerrar a “parceria”. Por isso ela agiu com cautela, e relutou tanto em entregar as evidências para Iron Gates.
E Castle, às vezes tão birrento e imaturo, soube argumentar com respeito e compreensão. Ele reconheceu que Kate estava apenas fazendo seu trabalho, e percebeu que aquilo estava sendo custoso para ela. Ele seguiu suas próprias investigações – com muito auxílio – e conseguiu inocentar o amigo. E o melhor? Tudo com o apoio de Kate que, embora fazendo seu trabalho, torcia para o prefeito não ser o culpado.
O episódio foi shipper sem ser. Sem ter aquele final fofo com o qual estamos acostumados (a fofura foi aqui substituída por tensão e . E pra mim foi uma prova de que, ainda que eles sejam um casal, as coisas continuarão funcionando na 12th. Por que eles aprenderam, ainda que inconscientemente, a separar as coisas. E isso é lindo.
Finalizando, vocês notaram que esse é o 2° caso de Kate que fica sem resolução. O 1°? O assassinato de sua mãe. Podemos supor que essa “coincidência” indique que as mesmas pessoas estão por trás de ambos? Penso que sim. Resta descobrirmos quem são os mais poderosos que o prefeito. Mais uma vez será alguém que conhecemos? Ou alguém do passado de algum dos personagens. Eu, pessoalmente, aposto que a introdução do pai de Castle na trama vai se dar de forma “bombástica”. Quem sabe Castle-pai não está no grupo de poderosos? Quem sabe ele não é o homem misterioso que mantem contato com Castle. Ou, pior, será que ele não é o assassinato de Johanna? Muitas perguntas oriundas do meu brainstorm semanal.
Semana que vem vai ao ar Embarrassment of Bitchiness. Não sei do que se trata, não faço ideia do que irá acontecer. Mas, em se tratando de Castle, aposto que vem coisa boa por aí! Alguém que apostar comigo?
P.S.1: impagável a cena do ensaio de Martha. Totalmente diva louca. Me diverti demais. Mas ainda estou com a sensação que Martha, e também Alexis, estão sendo subaproveitadas na temporada. Compreendo que é difícil gerenciar tantos personagens e dosar seu espaço, mas não deixo de ter uma esperançazinha que elas apareçam mais e melhor.
P.S.2: adoro xadrez, e fiquei empolgada com a analogia do caso Beckett-mãe com um jogo de xadrez. Especialmente com a menção aos peões. Quem seria o peão da vez, aquele ser aparentemente impotente que pode colocar o Rei em xeque-mate, ou derrubar a rainha? Estou louca pra saber!
P.S.3: que momento tenso o final do interrogatório do assistente do prefeito. Quando ele ia revelar o nome dos poderosos, eis que surge o advogado. Desconsiderando o fato que isso não aconteceria na realidade – advogados não tem livre acesso às salas de interrogatório -, achei essa cena perfeita.
P.S.4: e não é que o advogado do interrogado bate com a descrição do assassino? Coincidências…
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