TeleSéries
Castle – The Blue Butterfly
08/02/2012, 22:12.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Castle
Episódios: The Blue Butterfly
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×14
Data de Exibição nos EUA: 06/02/2012
Assim como ocorreu com Till Death Do Us Part, o episódio do casamento de Ryan, a ABC promoveu muito The Blue Butterfly, o tão esperado episódio noir. Seria coincidência o fato de que nenhum dos dois me deixou plenamente satisfeita? É a velha história da bandida expectativa…
Desde a estréia dessa 4ª temporada eu venho dizendo que, apesar da mesma qualidade, ela não se compara à 3ª, que foi muito boa. E qual o motivo disso? Castle não tem os casos mais complexos, nem é um seriado que trabalhe com as evidências de forma diferenciada – como Bones e a linha CSI. Então porque o seriado faz tanto sucesso e é tão querido? Por causa dos seus personagens, e da interação entre eles.
Por mais que adoremos todos os outros personagens, e que o show não funcione sem ele, é inegável que os ingredientes principais da receita são Beckett e Castle, e toda sua química e tensão sexual. E foi na 3ª temporada que a relação se “aprofundou”, que ambos descobriram a paixão, e que Castle inclusive revelou seus sentimentos.
E nessa 4ª temporada, qual o progresso? Castle evoluiu como “pessoal fiel”, conforme dá para verificar em vários episódios, e está cada vez mais protetor com Kate. Já Beckett conseguiu admitir que está apaixonada por Castle e que se considera pronta para um eventual relacionamento.
Mas tudo isso pra quê? Pra vermos mais e mais e mais momentos fofos de trocas de olhares e afagos, sem que as coisas progridam consideravelmente? São coisas agradáveis de ser ver, é óbvio. Que fique bem claro que não estou reclamando da existência desses momentos, também fico olhando pra telinha com cara de paspalha. Só acho que está ficando cansativo vermos só isso, muitas vezes de forma perdida no meio de um episódio. É aquela velha história de jogar migalhas shippers pra deixar os fãs com um sorriso bobo.
É óbvio que quero ver beijo em Castle. Mas quero ver um beijo Casckett. Se é pra ser no imaginário, em sonho ou seja lá qualquer outro tipo de “realidade alternativa”, que seja entre Castle e Beckett. Não quero ser enrolada com beijo de Stana e Nathan interpretando outros personagens. Sim, porque apesar de ser tudo fruto do imaginário – que eu amo de paixão – de Castle, ele apenas estava colocando o rosto deles em outras pessoas, com outras histórias. E se é pra mostrar beijo, que seja um BEIJO. E não aquilo que nos foi apresentado no final de The Blue Butterfly, especialmente depois de tanto “quase beijo”.
Feito o desabafo – podem me chamar de exagerada e impaciente -, falarei do episódio. E, sem medo de parecer contraditória, depois de tudo dito acima, vou tecer alguns elogios.
Não foi o melhor episódio noir que já assisti (Brown Betty, de Fringe, é melhor, na minha opinião, por exemplo), mas foi um bom episódio, com cenários e figurinos bem desenvolvidos. Ou seja, The Blue Butterfly cumpriu seu papel noir e encheu os olhos da audiência (bem baixa, por sinal).
E a imersão dos detetives e seu agregado no mundo dos 40’s nos proporcionou o melhor do episódio: o caso. Ou melhor, os casos.
Pra mim, eles foram intrigantes e instigantes, rodeados de glamour, com os personagens clássicos dos melhores casos policiais dos idos de 1947: um gângster e seus capangas, um investigador e sua atenciosa e protetora secretária, uma cantora de um movimentado bar, a ingênua moçoila que deseja ser amada, e a jovenzinha que culpa a moçoila pela ruína de sua família. Tudo interligado por uma bela jóia, que estava perto de fazer inveja ao Heart of the Ocean (Titanic). E que, no final das contas, era falsa e valia… nada.
As cenas dos “dias atuais” foram muito boas, também. Adorei a empolgação de Castle com o caso. As cenas dele lendo o “diário” são ótimas, assim como sua constatação “Porque estou narrando?” Também achei delicioso ver como seus companheiros foram entrando na história também, se empolgando. Especialmente Kate e Ryan. Também, quem não se empolgaria em investigar uma morte causada por um colar de 1 milhão de dólares, amaldiçoado e que já pertenceu à amante de um oficial nazista?
Ri tanto quando Castle deixa escapar um Kate ao invés de Vera! Que divertida a expressão da Stana, e ver Beckett zoando Castle, pois ele estava imaginando os dois nos “papéis principais”. E o desespero de Beckett pra saber o final da história, quando acabaram as informações do diário? Demais!
Adorei também todo o linguajar da época. Especialmente o “bacana” (ri do “Ryan” dizendo “você demora pra aprender”, quando na verdade teve que repetir a palavra tantas vezes). Espo com suas expressões latinas, e “Lannie Sinclair” com seus fellas e nhami-nhami.
E, no final das contas, o envolvimento com o caso de 1947 era tanto que Kate foi misericordiosa o suficiente para não desmascarar o casal simpático de velhinhos apaixonados: o detetive Flynn e sua amada Vera (que é toda ‘romanticazinha’ e o considera o creme do seu café – e SIM! Castle é o creme do café santo de toda manhã da Beckett), que viveram felizes para sempre com muitos filhos, netos e bisnetos. Uma história de amor com um quê de conto de fadas, mesmo.
Enfim, um bom episódio – belo e divertido -, mas que não foi tudo que eu imaginava de um Castle noir. Semana que vem irá ao ar Pandora. Com esse nome, deve ser um episódio daqueles. Será que a caixa de Pandora será, enfim, aberta? Só nos resta esperar.
P.S.: a audiência caiu um tanto, mas não há motivos para nos alarmarmos. Além da estréia de Smash, outros fatores contribuiram para a queda. Os números devem se normalizar na próxima segunda.
Vídeo – Alcatraz – Promo legendada do episódio 1×06: Paxton Petty
08/02/2012, 18:51.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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Dia 13/02/2012 vai ao ar, na Fox dos EUA, Paxton Petty, o 6° episódio da estreante Alcatraz.
Dessa vez, o prisioneiro ressurgido, Petty, promoverá ataques com minas terrestres, causando caos e gerando medo. E, em busca de vingança, Paxton tem como alvo o agente Hauser.
Quer saber mais sobre o episódio, e conferir o nível de tensão que está no ar? Assista o vídeo a seguir, legendado pela equipe Insanos (@inSanosTV), e não deixe de comentar o que espera do episódio:
ABC promove chats no Twitter para divulgar comédias
08/02/2012, 12:25.
Mariela Assmann
Notícias
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Atenção fãs de comédias usuários do Twitter! A ABC, visando divulgar Suburgatory, Modern Family, Happy Endings e Cougar Town irá promover chats no Twitter, nos quais alguns atores e produtores das atrações irão responder perguntas e dar informações dos bastidores dos seriados.
O 1° chat acontecerá hoje, com Ariel Winter (@arielwinter1), que interpreta Alex Dunphy em Modern Family (da meia noite até as 00:30h, horário de Brasília). Na sequência, a participação será de Eliza Couple e Damon Wayans Jr. (@Eliza_Coupe, @wayansjr), o casal Jane Kerkovich-Williams e Brad Williams, de Happy Endings. O casal tuitará das 00:30h até a 1:00h.
A ação continua em 14/02, quando o criador e produtor executivo de Cougar Town, Bill Lawrence (@VDOOZER) irá interagir com os fãs da atração, durante a season premiere do seriado (das 23:30h até à meia noite).
Para finalizar, no dia 15/02, das 23:30h até à meia noite, Carly Chaikin (@carlychaikin), a Dalia Royce de Suburgatory, irá conversar com os internautas.
Com informações do Tv By The Numbers.
Fringe – Making Angels
06/02/2012, 21:50.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Fringe
Episódio: Making Angels
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×11
Data de Exibição nos EUA: 03/02/2012
Desde a season premiere dessa 4ª temporada de Fringe – tida por muitos como um novo piloto -, muitas são as teorias sobre “onde está Peter Bishop”. Não há consenso entre os fãs e os textos sobre o seriado dividem opiniões diversas.
Eu comecei acreditando – e defendia isso nas reviews – na teoria de que, em razão de Peter ter sido apagado da linha do tempo por September, o curso natural das coisas havia sido alterado. E Neither Here Nor There nos dava vários indícios de que nada estava como costumava ser (as personalidades diferentes de Olivia e Walter, Astrid fora do laboratório e Lee na Fringe division, entre várias outras).
One Night in October e Alone in the World continuaram mostrando, cada um a sua maneira, as modificações ocorridas nos universos que estávamos acostumados: o A e o B; ou o azul e o vermelho, como preferirem.
Na seqüência, em Subject 9, Peter retornou. Sim, era isso que eu pensava. Ele estava retornando ao “seu lugar no mundo”, e ao lado dos seus. E então foram ao ar Novation e And Those We’ve Left Behind. E então Peter constatou que, já que ninguém o conhecia ou lembrava dele, e que já que tudo estava tão diferente, ele estava em uma linha do tempo errada. Simples assim, ele havia ido parar em um lugar no qual nunca havia estado antes.
Aí eu parei e reavaliei os 6 primeiros episódios da atual temporada. Induzida pelos roteiristas de Fringe – através da constatação de Peter – cheguei à conclusão de que havia uma falha em meu raciocínio, e que eu deixara passar evidencias que indicavam a existência de um novo duplo, C e D.
E nos episódios seguintes, segui acreditando nisso. E defendendo isso. E, cada vez mais, percebendo falhas no meu raciocínio. Em Forced Perspective, já estava quase certa de que eu estava errada, de que C e D não existem. De que todas as teorias de duplos infinitos, à qual me filiei, está equivocada.
E então foi ao ar Making Angels. E eu reavaliei tudo, mais uma vez. E me dei conta de que eu deixei passar muita coisa nas 3 temporadas, coisas vitais para a compreensão da 4ª. E que, ao me deixar levar pelo que as aparências indicavam, eu ignorei muitas coisas que pulavam aos olhos. Especialmente o fato de que Olívia lembra de Peter, inconscientemente. E como lembrar de alguém que ela nem ao menos conheceu, já que nem mesmo os acontecimentos de Subject 13 ocorreram? Como um vazio tão enorme tomaria conta de Olivia, se Peter nunca tivesse existido em sua vida?
E agora cá estou eu, voltando à minha linha de pensamento anterior. Existiram 2 Peters. O Peter A morreu, vitimado pela doença. O Peter B foi seqüestrado por Walter e morreu no Lago Reiden, já que September não interferiu para salvar o menino. Então, o que vemos hoje são os universos A e B, que, somados, foram um C modificado, o tal universo amarelo. Se eu tenho certeza disso? Absolutamente… não. A chance de na próxima sexta eu descobrir algo novo, ou olhar para trás e me dar conta de que deixei passar algo grande é enorme. Mas, para mim, essa é a graça de Fringe. Saber que os roteiristas brincam conosco com uma maestria enorme e com uma coerência invejável. Então, não tenho medo de palpitar e de, sobretudo, errar. Por que sei que o desfecho, seja ele qual for, será satisfatório.
Dito tudo isso, falemos um pouco de Making Angels.
Ao que tudo indica, os Observadores chegaram para ficar. Desde Enemy of My Enemy que os quase albinos carecas tem tido uma participação mais ativa nos episódios. E dessa vez não foi diferente. Ou melhor, a participação até aumentou, já que toda a trama do misericordioso assassino estava intrinsecamente ligada aos “poderes” dos Observadores, e ao brinquedinho que September perdeu no Lago Reiden, em 1985 – e todos sabemos o que ele “estava fazendo” nessa ocasião.
E a cena na qual o assassino fala com a mãe, e prevê suas falas mesmo sem estar de posse do “artefato dos Observadores” deixa a seguinte dúvida: a capacidade de observar passado/presente/futuro concomitantemente se adquire pelo uso do brinquedinho azul? Seria essa a explicação para September continuar com a habilidade, mesmo tendo perdido seu aparelhinho (ele fez isso pelo menos uma vez, com Olívia, na Opera House), ou ele recebeu outro em substituição ao perdido? Mais uma vez, apenas especulação.
Além do caso, em si, foi muito legal assistir a interação entre as Astrids. A personagem, que é muito querida pelos fãs de Fringe, nunca teve sua história bem explorada. Até agora.
Descobrimos que a “Astrid original”, ou simplesmente Aspirina/Asterisco, perdeu a mãe bem nova, mas se desenvolveu bem e tem uma bela relação com o pai. E também que ela tem compaixão suficiente para esconder isso da “outra Astrid”. Sobre a Astrid B (B de Biônica), sabemos que ela também perdeu a mãe, mas que ela tem problemas de interação social (se falou por aí que ela seria autista. Não tenho conhecimento técnico para diagnosticar, mas acho que ela tem interação social muito desenvolvida para ser autista. Então, se formos apostar em algo do tipo, acho mais razoável que seja alguma outra desordem do espectro autista). Foi bem tocante saber como a morte do pai a chocou, especialmente por que ela achava que poderia ter dado mais amor para ele.
E, além disso, também foi bom ver como Walter e Astrid alternativa conseguiram interagir bem. Os dois, com seus problemas de interação, conseguiram se aproximar de forma bem tocante. E Astrid ainda deu uma dica preciosa sobre o que Walter tem feito com Peter, tentando afastá-lo. Nosso amado cientista louco teria medo de se apegar ao Peter, e depois perdê-lo novamente? Mas e se ele não precisar perdê-lo nunca mais? É uma hipótese.
Também foi interessante – diria até delicioso – observar a interação entre a “víbora” Olívia e Walter. A ruiva, sempre muito engraçada e divertida, conseguiu dobrar Walter, e conseguiu até mesmo ganhar um doce para a viagem. É, a Mata Hari de Fringe é exótica e ousada, sem dúvidas. E, embora tenha sim praticado aquela espionagem baseada na sedução (e no ser tapado que Peter foi), ela conquistou o coração de todos. (A propósito, reza a lenda que seus executores sucumbiram ao ser charme. Como não sucumbiríamos?)
E, além de virar amiga de Walter, Bolivia ainda abriu os olhos de Olivia sobre a fofura de Peter. Aliás, a loira ta cada vez mais próxima de Peter, né? Confessando que está adorando a parceria entre eles e tudo. Acho que o Lee bailou. Tudo isso casa com a minha teoria resgatada. Peter e Olivia estão se aproximando, e quando Peter descobrir que está no lugar certo, eles estarão prontos para retomar o relacionamento (sim, shippo muito Polivia). E, nessa mesma linha, Lee foi para o aniversário da afilhada. Afastou-se no pior momento possível, não?
O gliph code da semana foi empath. Já teorizei tanto nessa review que não sobrou nada para o código. Então, resta-me afirmar que deve se referir à empata. Algum sujeito com a habilidade de afinizar-se aos sentimentos alheios anda por aí. Seria nosso novo Observador?
Agora, só resta aguardar os acontecimentos dos próximos episódios, para ver onde essa história toda vai chegar. E torcer para que todo o mistério do “onde está Peter, afinal?” seja revelado até o episódio 14 (que deverá se chamar The End of All Things), por que depois disso, mais um hiato de um mês.
Até a próxima semana, pessoal.
P.S.1:A fala de March – que tem o poder de se “materializar” ou atravessar objetos, até então desconhecido – indica que September está vivo. Ou seja, o tiro não deve tê-lo vitimado. E por que December fingiu surpresa ao descobrir que Peter estava vivo e “presente”? Ele havia sido informado, já em Neither Here Nor There, que Peter estava vazando pela linha do tempo. Mais uma pergunta para ocupar nossa semana.
P.S.2: pensei a mesma coisa que Liv quando Astrid gritou ao conhecer sua versão alternativa. Demorou pra alguém gritar, não?
Grey’s Anatomy – If/Then
04/02/2012, 22:33.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: If/Then
Temporada: 8ª
Número do Episódio: 8×13
Data de Exibição nos EUA: 02/02/2012
Quem nunca se pegou pensando “e se”? Quem nunca imaginou como seria sua vida se tivesse feito uma única escolha diferente? Se um único acontecimento houvesse sido modificado?
Shonda Rhimes imaginou uma realidade diferente para Grey’s Anatomy. E nos brindou com o episódio If/Then, que mostrou uma “realidade alternativa”, que partiu do pressuposto que Weber abandonou Adele para viver com Ellis Grey, e esta nunca teve Alzheimer.
De início, um choque de realidade. Ou melhor, vários choques de realidade. Meredith de rosa, feliz. Resultado de ter sido criada por pais zelosos e carinhosos: Ellis Grey e Richard Webber. Sim, Meredith não é Grey, é Weber. E a protagonista do seriado – a que carrega o nome Grey – é também a dona da bola.
Ellis é a toda poderosa Chefe de Cirurgia do Seattle Grace – o melhor hospital do país -, e que está prestes a fazer mais uma fusão, dessa vez com o Seattle Press. E acabou de ganhar seu 3° prêmio Harper Avery. Ela é a Deusa da Medicina, temida e admirada por todos. Ou quase isso.
Miranda – ou seria Mandy? – nem de longe lembra a nazista que conhecemos e amamos. É um cachorrinho indefeso que late muito baixo para ser ouvido. E Webber… fiquei com a impressão que ele é o cachorrinho de Ellis. Ou melhor, a pessoa que anda atrás dela reparando os danos que sua personalidade causa.
Callie escolheu a cardiologia, e é casada com Owen – recém chegado do Iraque -, com quem tem 3 pimpolhos. E o pai das crianças ainda briga para gerenciar a raiva – ou o pânico – adquirida nos tempos de guerra.
Os Shepherd são donos de um casamento perfeito, o modelo para os demais casais do hospital. E, embora Addie seja aquela cirurgiã brilhante com a qual estamos acostumados, há uma enorme diferença: ela está grávida. Gigantesca também a diferença em Derek: ele não é, nem de longe, o neurocirurgião brilhante e ousado com o qual estamos acostumados.
A mudança de Karev também não poderia ser maior. Ele é o residente chefe, todo positivo e animador. Ele tem nas mãos as rédeas da própria vida, e faz questão de que os colegas façam o mesmo. E ele está noivo… de Meredith. Sim, ele é o nerd charmosão que pretende se casar com Meredith, na praia (alguém visualiza Mer casando na praia?). Mas que, como bom capacho da sogra que é, aceita se casar num clube da alta sociedade.
Yang é uma bela de uma bitch. Sua arrogância foi elevada à milésima potência nessa realidade, e seu desapego pelas pessoas à enésima potência. Mas ela continua brilhante, e brigando por cirurgias. E Lexie é uma desajustada com memória fotográfica, que insiste em abusar de drogas e medicamentos, após a morte da mãe e o suicídio do pai.
Agora, choquem-se de verdade: April é a pessoa de Meredith! Uma Meredith que não é aquela que conhecemos. Mas que ainda mantêm como qualidade a crença nas pessoas, e o fato dela ter dito para Karev que enxergava o melhor dele, até mesmo quando os outros não viam, comprova isso (à propósito, Izzie fez isso na realidade que conhecemos. E Mer também).
Mas logo o pano começa a cair, e a realidade começa a se revelar. E essa realidade alternativa já não é mais tão alternativa assim.
Callie e Arizona demonstram que tem uma química do caramba, e logo descobrimos que Torres só está na cardiologia por sugestão da Deusa Grey. Seu coração apontava para a traumatologia.
Yang acoberta os ataques de raiva de Owen (que, a propósito, desabafa com um cara chamado Teddy), e fica evidente que há algum sentimento entre eles.
A tensão sexual entre April e Karev transborda. April, a “person” de Mer, a trai. Alex, o noivo de Mer, a trai. No final das contas, Karev é aquele mesmo boboca de coração bom, que tem uma capacidade incrível de trair as mulheres que ama e ferrar a própria vida. E April nada mais é do que a chatinha apagada, que vive a vida dos outros porque não tem uma própria.
Os Shepherds não são o casal dos sonhos, longe disso. Addie é a mesma bitch que amamos (e que furta as frases alheias, já que “It’s a beautiful day to save lives” é do Shepherd mau), e Mark é o amigo fura olho que busca a redenção: ele salva Lexie da morte (quando na realidade que nós vivemos, Lexie salvou ele de uma existência vazia e quase sem sentido). A cena da revelação de Addison, de que o bebê não era de Derek, reedita dois episódios do seriado. Time Has Come Today, o 1° da 3ª temporada – o dos flashbacks da noite anterior ao 1° dia de trabalho de Mer, Yang, Alex e companhia -, na qual Derek resolve sair de casa, e I Am a Tree, o 2° dessa mesma temporada, na qual Derek visita Addie no hotel e Mark sai do banheiro usando apenas uma toalha. E Derek é apenas uma pessoa infeliz com a vida que leva, e que resolve partir e buscar coisas novas e mais felizes.
Bailey não é submissa a ninguém, no final das contas. E a cena do elevador mostra isso. Ela é a pessoa que xinga e cobra, mas que incentiva. Gostei disso. A outra “Mandy” não me agradava nenhum pouco.
E Ellis é a porcaria de mãe que sempre foi, obcecada pelo sucesso profissional da filha, mas incapaz de auxilia-la ou mesmo dialogar com ela. A mesma profissional prepotente – embora brilhante – que não reconhece os próprios erros e rebaixa os outros para se promover. Pelo menos, nessa realidade alternativa, Meredith teve a chance de dizer o que sentia para a mãe, e de abrir os olhos de Webber.
E o que Shonda quis nos mostrar com tudo isso? A ficha estava caindo…
A cena final, entre Meredith e Yang, se “conhecendo” no bar, foi ótima. Elas repetiram o diálogo clássico do 1° episódio da série (A Hard Day’s Night), quando se reconciliaram após Mer ter entrado em uma cirurgia neurológica prometida à Yang. Quem não lembrou das duas internas sentadas nas cadeiras, e de Yang dizendo “We don’t have to do that thing, where you know, I say something, then you say something, and somebody cries, and there’s like a moment…”?
Na sequência, Meredith e Derek se “conhecem”. Ela, carregando os problemas que tem com a mãe. Ele, os problemas que tem com Addie e Mark. Ambos em busca de uma nova vida. E eles repetem a cena do episódio Time Has Come Today, que já citei anteriormente.
Essas duas cenas reforçaram a mensagem do episódio: não importa qualquer “E se”, por que determinadas coisas tem que acontecer. É como se certas ligações e conexões fossem tão fortes, que nem as escolhas que fazemos são capazes de impedi-las de acontecer.
Determinadas pessoas são destinadas a estar juntas. Determinadas pessoas são destinadas a entrar na vida de outras. E, não importa o que aconteça, Yang é a pessoa de Meredith, e Derek é o McDreamy da Mer, e não o McDreary (melancólico) da Addie.
E, além disso, If/Then me deixou com a sensação que Shonda escreveu Grey’s da melhor forma possível. Achei tudo tão bem feito e plausível que me convenci. Não importa qualquer “e se ela tivesse escrito diferente?”. Grey’s Anatomy seguiu seu destino, e está exatamente onde deveria estar.
Até semana que vem, pessoal!
PS: Foi interessante perceber que Shonda lembrou daqueles personagens que nós amamos, e que já não estão mais em Grey’s. Justificou o isolamento de Cristina através de seu caso com Burke, que não aguentou o tranco de ter dormido com uma interna e saiu do estado. Justificou a ausência de Izzie, transformando seu nome em sinônimo para louca. Nessa realidade paralela, Mer usou do veneno que foi utilizado contra ela por Karev, na “vida real”, e denunciou o caso de Denny e Izzie para a direção do hospital. A loirinha foi despedida, mas não ficamos sabendo o que aconteceu com Duquete. Torço, secretamente, para que eles tenham se casado e vivam numa casinha com cercas brancas, com duas crianças lindinhas alimentadas à base de cupcakes com óleo de côco. E explicou a ausência de O’Malley, o 007. Talvez pela ausência de Lexie em sua vida, George sucumbiu à vergonha de reprovar na prova que o tornaria residente, e sumiu do mapa. Alegrem-se! O’Malley está vivo por aí, caçando perus para a Ação de Graças com a família. E até Charlie fez uma pontinha, e demonstrou seu amor por April.
ABC Family renova ‘The Secret Life of The American Teenagers’ e anuncia novos shows
02/02/2012, 20:50.
Mariela Assmann
Notícias
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A ABC Family renovou The Secret Life of The American Teenagers para sua 5ª temporada. Com a renovação, o seriado passa a ser o programa de maior duração do canal. A série volta ao ar em 26/03, nos EUA.
A emissora também divulgou dois novos programas. Um deles é um reality show sobre babás em Beverly Hills, chamado Beverly Hills Nannies. Ainda não foi divulgada a data de estréia do show.
O outro anúncio refere-se à produção de Baby Daddy, uma comédia estrelada por Chelsea Kane (Dancing with the Stars), Tahj Mowry (The Game) e Derek Theler (90210). Na produção, Dan Berendsen, o criador da já cancelada The Nine Lives of Chloe King, que era exibida pelo mesmo canal. As primeiras cenas do seriado serão rodadas em breve.
Com informações de TV Fanatic e Deadline.
SPOILER! Ryan Kwanten participará do episódio de dia dos namorados de New Girl
02/02/2012, 20:22.
Mariela Assmann
Notícias
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Ryan Kwanten, o Jason Stackhouse de True Blood, irá participar do episódio de dia dos namorados de New Girl.
O ator interpretará Oliver, o interesse amoroso da protagonista Jess (Zooey Deschanel) no seu primeiro dia dos namorados como solteira.
O episódio que contará com a participaçã de Ryan vai ao ar dia 14/02/2012, pela FOX dos Estados Unidos, e se chamará Valentine’s Day. E se você está estranhando a data para comemoração do dia dos namorados, lembre-se: nos EUA, a data é comemorada em 14/02.
Com informações do TV Fanatic.
Vídeo – Alcatraz – Promo legendada do episódio 1×05: Guy Hastings
01/02/2012, 23:13.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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Dia 06/02/2012 vai ao ar, pela Fox, nos EUA, o 5° episódio de Alcatraz, Guy Hastings.
Dessa vez, quem ressurge é Hastings, o 1° guarda “da Rocha”. E para localizar o ex-colega Ray, a fim de obter informações sobre Tommy Madsen, o prisioneiro que é avô da detetive Rebecca.
Assista o vídeo a seguir, legendado pela equipe Insanos (@inSanosTV), e comente sobre suas expectativas para o episódio:
E agora, respondam: será que a introdução de um guarda do passado pode criar um novo interesse da audiência pela trama? Alcatraz já perdeu quase dois milhões de espectadores desde sua estréia, e se os números não preocupam, certamente a Fox deve estar temendo uma queda ainda maior. O que você acha que irá acontecer com a audiência de Alcatraz? Conte pra gente!
Com informações do TV by The Numbers.
Vídeo – Once Upon a Time – Promo legendada do episódio 1×12: Skin Deep
30/01/2012, 20:34.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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A Bela e a Fera estão chegando em Storybrooke. O clássico conto de fadas será abordado em Skin Deep, o 12° episódio de Once Upon A Time, que vai ao ar nos EUA em 05/02/2012. Mas, aparentemente, a história será bem diferente daquela com a qual estamos acostumados. A começar pela Fera.
Algum palpite sobre quem é o “monstro” que tenta conquistar o coração da Bela – que será interpretada pela Emilie de Ravin (Lost)? Descubra assistindo o vídeo a seguir, legendado pela equipe Insanos (@inSanosTV):
Vídeo – Army Wives – Promo legendada da 6ª temporada
29/01/2012, 22:44.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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Em março tem retorno! Army Wives, o drama da Lifetime, retorna para sua 6ª temporada.
A data da premiere da 6ª temporada, nos EUA, ainda não foi divulgada, nem o nome do episódio. Mas o vídeo liberado pelo canal deixa um gostinho amargo. Aparentemente, uma das esposas está prestes a sucumbir à tempestade.
Assista o vídeo a seguir, legendado pela equipe Maniac Subs (@ManiacSubs), e comente sobre o que espera da 6ª temporada de Army Wives:
Fringe – Forced Perspective
29/01/2012, 21:36.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Fringe
Episódio: Forced Perspective
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×10
Data de Exibição nos EUA: 27/01/2012
Os fãs de Fringe tiveram um super presente na última sexta-feira. Se Forced Perspective não foi tudo aquilo que alguns esperavam, a audiência foi. 3,37 milhões de espectadores. Cerca de 200 mil a mais que na semana passada, e a segunda maior audiência da temporada, perdendo apenas para Neither Here Nor There. YAY! E pela promo, o episódio dessa semana, Making Angels, será um daqueles episódios. Então, é torcer que a audiência continue subindo, e aquele cancelamento dado como inevitável fique totalmente para trás. O que poderia ser considerado um fringe event, se é que me entendem!
Forced Perspective, para mim, foi sobre o destino e sua (in)evitabilidade. A jornada de Peter de volta ao seu “tempo” foi deixada um pouco de lado, e todos os holofotes estiveram, legitimamente, em Olivia. E me dei conta de como adoro Olivia. Em qualquer versão.
Confesso que quando assisti o episódio pela primeira vez pensei: “ah! Um filler…”. Mas, revendo Forced Perspective – para não falar bobagem na review – vi que ele passou longe de ser um filler. Isso porque, embora ele não tenha abordado o retorno de Peter para casa, ou a história dos metamorfos e David Jones, ele abordou outra incógnita que nos foi apresentada há pouco tempo: irá Olivia morrer, em qualquer futuro possível?
É inegável que Olivia ficou impactada pelas palavras de September. E foi atrás de descobrir quem seria o bizarro careca que lhe passou mensagem tão enigmática antes de sumir tão misteriosamente. Foi bem interessante conhecer um pouquinho mais dos Observadores, já que sabemos tão pouco sobre eles. Agora, além de sabermos que eles estão presentes em todos os eventos importantes da história, e que devem apenas observar – e que quando interferem coisas estranhas e ruins acontecem -, sabemos também que eles têm anticorpos contra a gripe espanhola, o que lhes dá, no mínimo, 91 anos de idade. O que ainda não sabemos é se eles podem, ao contrário do afirmado por Peter, equivocar-se quanto ao futuro.
E, aparentemente, saberemos mais sobre os Observadores em breve. O glyph code da semana foi March. Como os Observadores têm nomes de meses, creio que esse código só pode indicar o Observador March. Seria ele o Observador que olhava para o apartamento de Liv, no final do episódio? Qual será a participação dele, daqui para a frente? Ainda não sabemos, mas creio que logo teremos mais pistas sobre essa história.
Achei o caso da semana – como outros tantos em Fringe -, super adequado ao momento. Que caso melhor para ser investigado do que aquele envolvendo Emily, a adolescente que previa mortes? A identificação de Olivia com o caso só não foi maior do que suas tentativas de confirmar que nada na vida é inevitável. Acabamos Forced Perspective sem ter certeza do que acontecerá com Liv no futuro (à propósito, há certeza sobre algo em Fringe?), mas com a esperança que, assim como foi feito com a explosão prevista por Emily, também a morte de Olivia pode ser evitada. Pena que Emily resolveu não evitar a própria morte. Seria uma “dica” de que aceitar seu destino muitas vezes é a melhor opção, por pior que ele seja? Mais uma vez, faço muitas perguntas. Espero que vocês se animem a debater possíveis respostas comigo.
Me comovi bastante com o drama de Emily. Não deve ser fácil viver sabendo que as pessoas que a rodeiam morrerão. Mais que isso: sabendo que morrerá. E aí huve uma identificação intensa com Olivia. Além disso, ambas foram “vítimas” dos experimentos da Massive Dynamic. E a conversa de Olivia com sua mamãe zelosa Nina Sharp demonstrou que a empresa é impiedosa, mesmo que se trate de crianças sob experimentação. Pra mim ficou evidente que a cena final foi encenação das bravas, por parte de Nina. Ela sabe da ausência de escrúpulos da MD, ela sabe tudo que Olivia passou – e ainda passa. Ela sabe das enxaquecas, e sua conduta me deixa tão desconfiada que já imaginei que a nova medicação que ela ofereceu para Olivia é do mal. Eu sei que ainda não ficou muito clara qual a ligação dela com Jones, nem como se dará sua participação na fase dois no plano maléfico de destruição. Mas não consigo ver Nina como uma pessoa que está sendo manipulada, ou agindo contra a filha em prol de um bem maior. Nem acho que ela seja um metamorfo. Creio que em breve descobriremos os planos de Nina. E penso que a odiaremos ainda mais.
Achei interessante, também, a forma que Olivia se portou diante da “morte iminente”. Como ela bem disse, ela não está preparada para morrer. Mas também não deixou de agir, ir a campo e se arriscar. Esses traços são da é a Olivia que conhecemos e aprendemos a amar. E eu não esperava outra conduta dela. Tive peninha no final do episódio. Trabalhar com as emoções nunca foi o forte de Liv, e me cortou o coração vendo-a declarar amor à megera da Nina Sharp. Mas, ainda assim, foi bonito.
Bonito também foi ver Walter auxiliando Peter, ainda que ele tenha metido a capacidade da bexiga dele no meio da conversa. É legal ver como os Bishop tem trabalhado bem juntos, e como a presença de Peter instiga Walter a tentar coisas “novas”, como a hipnose. Quando Peter partir – e se ele partir- , deixará um Walter mais confiante e ousado, certamente.
Enfim, tudo que eu escrevi demonstra que eu realmente estava enganada. Olhei as coisas sobre outra perspectiva e percebi que Forced Perspective não foi um filler. Pode não ter sido um episódio de tirar o fôlego, mas foi muito Fringe. E Fringe é sempre bom, até quando não é dos melhores.
Até a semana que vem, pessoal!
Vídeo – Revenge – Promo legendada do episódio 1×14: Perception
29/01/2012, 16:45.
Mariela Assmann
Notícias, Spoilers
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Depois de um breve hiato, Revenge voltará a ser exibida, nos EUA, pela ABC, no dia 08/02/2012. O episódio exibido será o 14° do seriado, denominado Perception.
A vingança de Emily vai de vento em popa, assim como os planos do noivado dela com Daniel. Mas uma surpreendente reviravolta promete mexer com todos.
Curioso? Aproveita e confere o vídeo a seguir, legendado pela equipe Maniac Subs (@ManiacSubs), e não deixe de comentar sobre o que esperado do seriado:
Lembrando que no Brasil, o canal Sony retoma a exibição de episódios inéditos em 07/02/2011 (21 horas), com a exibição de Guilt, o 5° episódio da temporada.
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